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Duplique Desembargador

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Raio-X da administração condominial

Entenda os principais pontos da administração condominial e como ela é estruturada

Entenda os principais pontos da administração condominial e como ela é estruturada

Gerir um condomínio, você já sabe, equivale a gerir uma empresa de pequeno, médio ou grande porte, dependendo do tamanho do condomínio e suas demandas.

Para ajudar o síndico com todas as necessidades administrativas do condomínio, fizemos um RAIO-X de cinco grandes áreas do condomínio: Financeira, Administrativa, Operacional, Recursos humanos e Jurídica.

“Conhecer bem o funcionamento da parte administrativa do condomínio não pode ser menosprezado pelo síndico. Ele deve entender bem todas as áreas para poder cobrar corretamente da administradora”, argumenta Gabriel de Souza, diretor da administradora Prop Starter.

Área financeira do condomínio

PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA

  • O QUE É: A previsão orçamentária é o coração das contas do condomínio. É aqui que o síndico – com o apoio da administradora, se tiver – planeja como será gasto o dinheiro arrecadado e qual deverá ser a cota do no condomínio para os próximos 12 meses. Deve ser feita com base nos gastos do ano anterior e também levar em conta itens como: inflação do período, inadimplência do condomínio, dissídio dos funcionários, férias e décimo terceiro, e contratos a serem negociados. Além disso tudo, também deve permitir uma folguinha, para que o pagamento das contas não fique apertado.
  • APROVAÇÃO: Feito isso, a previsão deve ser apresentada em assembleia e aprovada pela maioria dos presentes.
  • DICA: Para fazer uma boa previsão orçamentária é fundamental conhecer bem o perfil do empreendimento. Saber quais serviços são indispensáveis, e onde é possível economizar. Também vale pensar em pontos como se algum funcionário será mandado embora no período, projetar a inflação do ano e levar em conta a inadimplência do local.

BALANCETE

  • O QUE É: Trata-se de um demonstrativo financeiro resumido do condomínio e o principal meio para o síndico, conselho e condôminos acompanharem a gestão das contas do empreendimento. Nele, as despesas e receitas são apresentadas e agrupadas em categorias (plano de contas). Deve constar também saldos atuais e anteriores do fundo de reserva ou outros fundos (se tiver), conta corrente, aplicações, etc.; Números e saldos da inadimplência (não deve mostrar os nomes de inadimplentes)
  • TRANSPARÊNCIA: Por isso, os balancetes são tão importantes e estratégicos para dar transparência à gestão do síndico e da administradora. Um bom balancete deve ser de fácil leitura, bem estruturado (plano de contas) e acessível a todos por internet, no portal do condomínio ou site da administradora, na pasta de prestação de contas e também, de forma simplificada, no boleto de pagamento da cota condominial.
  • QUEM FAZ: geralmente são desenvolvidos e disponibilizados pela administradora do condomínio ou diretamente pelo sistema de gestão do condomínio.
  • DICA: Uma forma de checar as contas do condomínio é comparar o que está no balancete com o extrato bancário

PASTA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

  • O QUE É: A pasta de prestação de contas é uma das ferramentas mais fundamentais de uma gestão condominial boa e transparente. É ali que está toda a movimentação financeira do condomínio e documentação comprobatória do que foi feito, como notas fiscais do mês, o que foi pago, o que foi recebido, o que foi acordado entre o condomínio e um inadimplente, possíveis ações judiciais, etc.
  • TRANSPARÊNCIA: É realmente um raio-x do que a gestão executou em um mês e um ótimo recurso para o síndico e conselheiros acompanharem de forma mais aprofundada a transparência da gestão afim de evitar fraudes e desvios.
  • FORMATO: A pasta pode ser tanto física, com os documentos originais anexados, ou virtual, como já tem acontecido em diversas administradoras.

Área Administrativa do condomínio

OBRIGAÇÕES

  • IMPORTÂNCIA: A gestão de condomínios vem se tornando cada dia mais complexa. Todo ano são aprovadas novas Leis, surgem novas regulamentações, a burocracia não pára de aumentar, os prazos mudam, etc. etc., e com isso a responsabilidade do síndico aumenta proporcionalmente. Veja abaixo as principais obrigações do condomínio:
  • ENCARGOS: o condomínio deve pagar contribuições como PIS/COFINS, CSLL, ISS e INSS sobre funcionários e contratação de fornecedores. É muito importante que o síndcio verifique se esses pagamentos realmente estão sendo feitos
  • INSS DO SÍNDICO: se houver remuneração ou isenção para o síndico, o condomínio deve recolher 20% do valor referente ao INSS.
  • IMPOSTO DE RENDA: o condomínio não paga e nem declara imposto de renda. Deve, apenas, reter na fonte e declarar, todo ano, o imposto de renda retido de seus funcionários. Se o síndico é isento ou remunerado, deve declarar esse benefício no seu imposto de renda, assim como os condôminos devem declarar caso haja ganhos com a locação de áreas comuns ou para antenas de operadoras, por exemplo.
  • CERTIFICAÇÃO DIGITAL: é uma obrigatoriedade desde 2012 para síndicos. Apenas com ela é possível acessar o canal ”Conectividade Social”da Caixa Econômica Federal e, assim, manter em dia informações referentes aos funcionários do condomínio. O SíndicoNet oferece 20% de desconto na emissão de certificados para síndicos.
  • E-SOCIAL: é um canal que irá integrar o envio de informações para o INSS, Receita Federal e Ministério do Trabalho. Deve entrar em vigor e se tornar obrigatório para condomínios a partir de julho de 2018 para todos os empregadores do país
  • NORMAS REGULAMENTADORAS: O condomínio tem uma gama de NRs para seguir, que atestam que há condições de trabalho e segurança e saúde para quem trabalha no local, como NR5 – CIPA, NR06 -EPI, NR07 – PCMSO, NR09, NR 10, NR 23.
  • AVCB e BRIGADA DE INCÊNDIO: O prazo do AVCB – Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros varia de acordo com a aprovação do Corpo de Bombeiros. Normalmente costuma ser de 3 anos para condomínios residenciais e 2 anos para condomínios comerciais, mas pode variar dependendo do estado. Há também obrigações quanto ao treinamento de brigada de Incêndio e manutenção dos equipamentos contra incêndio.
  • SEGURO: O seguro do condomínio é de extrema importância e sua contratação é obrigatória por lei, segundo artigo 1.346 do Código Civil. Ele dá a segurança de que mesmo quando algo der errado, o prejuízo será o menor possível.

DADOS E DOCUMENTAÇÃO

  • CONDÔMINOS: Ter os dados cadastrais dos condôminos em dia é uma tarefa árdua, porém fundamental, de todo condomínio. Só assim a administração consegue agir com segurança e de forma correta ao realizar cobranças, enviar notificações, protestar inadimplentes, etc.
  • PLANTAS: também é importante que o condomínio tenha cópias das suas plantas elétricas, hidráulicas, das unidades, vagas na garagem e áreas comuns.
  • REFORMAS: além da documentação de todas as reformas feitas nas áreas comuns, também é muito importante ter o plano de obra e ARTs das reformas realizdas nas unidades, principalmente após a NBR 16.280.
  • FUNCIONÁRIOS: Ter um cadastro dos funcionários também é fundamental, sejam eles próprios ou terceirizados.
  • DOCUMENTOS: Confira aqui uma lista com os principais documentos que fazem parte da administração de um condomínio e o tempo que devem ser arquivados

ASSEMBLEIAS

  • O QUE É: Em condomínio, praticamente tudo é decidido a partir das assembleias. Nesses encontros, a comunidade se junta para decidir a aprovação de contas, a necessidade de uma obra, e até quem será o próximo síndico do local. Vale ressaltar que as decisões conferidas em assembleia não podem contrariar a legislação.
  • CONVOCAÇÃO: São convocadas conforme as regras da convenção do local. Todos os condôminos devem ser convocados, deve-se contar com uma pauta, de forma que os participantes conheçam, antecipadamente, os temas que serão discutidos no encontro.
  • QUÓRUNS: Segundo a legislação, todas as votações devem respeitar um quórum determinado.
  • ATA: Após o fim do encontro, deve-se fazer uma ata sobre o que foi decidido na assembleia.
  • DICA: Para votações mais complexas, é recomendável antecipar o assunto aos condôminos – no portal do condomínio, por exemplo – a fim de promover um debate pévio e afinar a discussão para tornar a assembleia mais objetiva.

COMPRAS

  • O QUE É: O processo de cotação e compra de produtos e serviços para condomínios merece atenção. Se realizado com critérios e regras claras, ajuda a evitar desperdícios, gastos excessivos e desgastes para o síndico.
  • REGRA: É sempre importante que haja pelo menos três orçamentos para qualquer serviço ou item que o condomínio precise. Porém, se for algo que custe mais do que R$ 10 mil, pode valer a pena orçar com mais empresa.
  • CUIDADOS: Usar unicamente o criério de preço, principalmente ao cotar e contratar serviços, é um dos principais erros dos condomínios. Quase sempre, “o barato sai caro”.
  • ADMINISTRADORA: A administradora geralmente ajuda não apenas com os orçamentos, mas também com a análise e comparação dos mesmos. A empresa também pode ajudar a analisar o contrato, para que se tenha certeza de que o documento formaliza o que havia sido combinado previamente.
  • OBRAS DE GRANDE PORTE: Contratação de obras de grande porte merece atenção e deve-se tomar cuidado com o quórum correto para aprovação da mesma. Geralmente, também exigem um acompanhamento especial.
  • CONTRATOS VIGENTES: Saber o quanto vale o serviço prestado ao condomínio é fundamental. Só assim é possível saber se o que se paga é justo – ou se há margem para negociar com o fornecedor em questão.

GESTÃO E CONTAS A PAGAR

  • MALOTES: Em condomínios, apesar de os documentos estarem cada vez mais digitalizados atualmente, o envio e recebimento de malotes com notas fiscais, recibos de fornecedores e outros documentos ainda é constante. A administradora é uma grande aliada do síndico para cuidar de todos os trâmites e logísticas relacionados a isso.
  • CONTAS A PAGAR: Gerir o pagamento de contas e fornecedores também é um papel que pode ser gerenciado pela administradora.
  • GESTÃO: Um bom sistema de gestão condominial é essencial para realizar o controle de todos os gastos, receitas, contas a pagar, obrigações, etc. Além disso, é fundamental para gerar transparência à gestão do síndico e da administradora.

Área operacional do condomínio

MANUTENÇÃO

  • LEGISLAÇÃO: Cuidar bem das áreas comuns do condomínio é algo tão importante que está descrito no Código Civil como uma das atribuições do síndico, como se lê no art. 1.348: V – diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores;
  • IMPORTÂNCIA: Vale lembrar que é através de uma boa manutenção que o empreendimento fica valorizado e seguro, uma das principais exigências atuais dos condôminos que elegem o síndico.
  • INSPEÇÃO: O primeiro passo de uma boa manutenção é realizar periódicamente uma inspeção predial. Isso pode ser feito de uma maneira mais informal e rotineira pelo zelador e, sempre que necessário, por um especialista, de forma mais técnica e formal. É através dessa inspeção que o síndico conseguirá fazer um mapeamento das demandas e planejar uma programação de manutenção preventiva.
  • PREVENÇÃO: Manutenção preventiva é sempre a melhor e mais barata opção quando comparada à manutenção corretiva.
  • ZELADOR: O zelador deve ser um grande aliado do síndico, auxiliando-o a gerenciar as demandas e aplicar a programação de manutenção preventiva.
  • RISCO DE VIDA: As áreas mais críticas da manutenção condominial são aquelas que geram risco à vida dos moradores, como: elevadores, instalações de gás, playgrounds, para-raios, AVCB, equipamentos de segurança, instalações elétricas, obras e reformas nas unidades e áreas comuns, etc.
  • NORMAS: A manutenção do condomínio também exige atenção ao cumprimento das Normas Regulamentadoras relacionadas a diversos equipamentos e áreas do condomínio.
  • CLÁUSULAS DE SLA: Para contratos de manutenção, é sempre válido exigir cláusulas de SLA (Service Level Agreeement) à empresa contratada. Isso garante, em contrato, os prazos de atendimento em caso de ocorrências.
  • VAZAMENTOS: É fundamental que o síndico, com auxílio do zelador, acompanhe de perto as instalações e contas para identificar possíveis vazamentos ou infiltrações que ocasionem desperdício de água e dinheiro.
  • ENERGIA: da mesma forma, a atenção deve ser resobrada para também identificar possíveis vazamentos e fugas de energia.

LIMPEZA

  • IMPORTÂNCIA: O condomínio estar sempre limpo é algo que valoriza o patrimônio e todos esperam da administração condominial.
  • GERENCIAMENTO: As regras de como a limpeza deve ser feita devem ser passadas pelo zelador para os funcionários de limpeza, em caso de funcionários próprios. Caso sejam terceirizados, o síndico ou zelador explica as necessidades do condomínio para um supervisor e, ele, para o colaborador que ficará no condomínio.
  • CUIDADOS: É fundamental que os profissionais tenham instrumentos de trabalho em bom estado para executar suas funções. O zelador deve sempre cobrar o uso de EPI’s quando necessário

FUNCIONÁRIOS 

  • IMPORTÂNCIA: São os colaboradores quem fazem o condomínio funcionar. Desde abrir o portão até checar por infiltrações no telhado, são eles que mantem o local como aquela coletividade deseja.
  • GERENCIAMENTO: Os funcionários devem ter funções e procedimentos claros para seguir. Os mesmos devem ser sempre passados pelo síndico, através do zelador.
  • RELACIONAMENTO COM MORADORES: Os condôminos não devem dar ordens ou sugestões diretas aos funcionários. Qualquer crítica ou sugestão deve ser encaminhada ao síndico diretamente.
  • EPI: Normalmente, em condomínios é preciso EPI (Equipamento de Proteção Individual) para faxineiros (luvas, botas e máscaras para evitar contato direto com lixo e produtos químicos de limpeza) e para o funcionário que trata a piscina (o mesmo EPI para evitar contato com produtos químicos)
  • TERCEIRIZADOS: No caso de funcionários terceirizados, as obrigações e orientações acima são as mesmas. O que muda é que as orientações são passadas do condomínio para um supervisor da empresa, e desse, para quem trabalha no condomínio.

CONDÔMINOS

  • COMUNICAÇÃO: Ter uma boa comunicação com os condôminos é parte integrante de uma boa administração. Aposte em comunicados, circulares e na tecnologia. Uma boa ferramenta para o síndico pode ser um portal para o condomínio.
  • CONFLITOS: Conflitos em condomínios são bastante comuns. Muitas vezes podem ser uma parte desafiadora da gestão. Porém, é importante que se saiba que o síndico e a administradora só têm obrigação de entrar no circuito caso seja um problema coletivo.
  • ANTISSOCIAL: Caso haja um condômino que reiteradamente cause problemas para a coletividade, ele pode ser considerado antissocial.
  • ATENDIMENTO: É importante que os condôminos saibam como agir e a quem recorrer, sempre. Um canal de comunicação com o síndico, seja portal do condomínio, e-mail, telefone ou whatsApp, assim como um horário de atendimento periódico é sempre muito importante para os moradores.

Recursos Humanos do condomínio

OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS

  • LEGISLAÇÃO: Assim como visto mais acima no item sobre encargos, o condomínio não é diferente de nenhum outro empregador do país e deve seguir à risca o que manda a legislação trabalhista.
  • REFORMA TRABALHISTA: Com a reforma trabalhista, o condomínio ganhou novas modalidades de contratação e demissão de funcionários, por exemplo.
  • ENCARGOS: Um ponto que deve ser acompanhado de perto pela gestão do condomínio é o pagamento dos encargos trabalhistas e previdenciários dos funcionários - sejam eles próprios ou terceirizados. O ideal é que essa checagem seja feita a cada três meses, no máximo
  • CUIDADOS: Acompanhar se os funcionários recebem pontualmente, se as horas-extras estão sendo pagas, assim como outros benefícios é essencial. Caso isso não esteja acontecendo, é importante questionar a administradora e/ou a empresa terceirzadora de mão de obra sobre o motivo dos atrasos

CONTRATAÇÃO E DEMISSÃO

  • IMPORTÂNCIA: Os funcionários são a espinha dorsal do condomínio. É preciso muito cuidado na hora de escolher quem irá trabalhar no empreendimento.
  • QUEM FAZ: A contratação e demissão de funcionários do condomínio é uma prerrogativa do síndico. É aconselhável que o mesmo, porém, só faça isso sem apoio assemblear caso a decisão não impacte no caixa do condomínio.
  • ERROS COMUNS: Não checar antecedentes e referências, fazer o processo com pressa e não contar com a ajuda de um especialista, seja uma administradora ou profissional de recursos humanos são os erros mais comuns.
  • ADMINISTRADORA: Em caso de funcionários próprios, a contratação costuma ser feita pela administradora e referendada pelo síndico – assim como as demissões.
  • TERCEIRIZADA: Quando a mão de obra é terceirizada e o síndico não está satisfeito com o trabalho de algum dos colaboradores, ele pode pedir à empresa que coloque outra pessoa na vaga em questão

TERCEIRIZADOS

  • O QUE É: Quando o condomínio opta por não ter funcionários próprios, é uma empresa terceirizadora de mão de obra quem provê os colaboradores para o local
  • GERENCIAMENTO: A empresa fica responsável pela gestão da mão de obra, desobrigando a síndico a resolver problemas como escala de funcionários, férias, faltas e atrasos.
  • CO-RESPONSABILIDADE: A escolha por esse tipo de modalidade, porém, não isenta o síndico, com a ajuda da administradora, de acompanhar de perto o pagamento de encargos trabalhistas, como citado acima.

ESCALAS e FOLHA DE PAGAMENTO

  • ESCALA OTIMIZADA: O maior investimento do condomínio, todos os meses, é com seus funcionários. São eles, também, quem cuidam do local. Por isso, é fundamental que os colaboradores sejam bem geridos e os custos otimizados. Um indício de que um bom trabalho está sendo feito é uma boa escala que elimine horas extras desnecessárias.
  • FOLHA DE PAGAMENTO: As principais responsabilidades da área de recursos humanos do condomínio são: Admissão, contratação, gerenciamento e treinamento dos funcionários; Cuidar de demissões quando necessário; Fazer a folha de pagamentos; Cuidar para que a legislação trabalhista e previdenciária seja seguida

Área jurídica do condomínio

  • IMPORTÂNCIA: Este setor da administraçao condominial envolve o cuidado para que o condomínio esteja sempre dentro da lei, evitando problemas hoje e no futuro. Todas as outras áreas do condomínio devem ter respaldo jurídico em suas ações. Seja na relação com moradores, ao calcular horas extras, assinar um contrato ou gerenciar o dinheiro do condomínio.
  • COMPETÊNCIAS: As principais atribuições da área jurídica em condomínios são: Enviar notificações para condôminos; Orientar a equipe diretiva no sentido das decisões tomadas em assembleia; Preparar pareceres jurídicos e dar assessoria sobre temas diversos que interessem ao condomínio; Mover ações jurídicas e representar o condomínio na esfera jurídica quando necessário.
  • COBRANÇA: Importante ressaltar que há diversos serviços cobrados à parte quando se trata de cobrança de inadimplentes. Serviços como emissões de notificaçòes extra-judiciais e judiciais, ação e acompanhamento de cobranças judiciais de inadimplentes, entre outros.
  • EXTRA-JUDICIAL: Outra atribuição da área é colaborar na cobrança extra-judicial, enviando cartas para aqueles que estejam com os pagamentos atrasados.
  • AÇÕES JURÍDICAS: Não são só ações contra os inadimplentes que o condomínio enfrenta. O mesmo pode passar por um processo trabalhista, cível, tributário, ambiental, entre diversas outras esferas. A área jurídica da administradora deve estar sempre pronta a oferecer um aconselhamento legal para o síndico. Esse tipo de acompanhamento também é, geralmente, cobrado à parte
  • CONTRATOS: A apreciação de contratos pela área jurídica é fundamental, principalmente quando se trata de grandes valores. Dessa forma, fica claro que o que está no contrato contempla não apenas as necessidades do condomínio, mas também que o que estava no orçamento será cumprido em termos de prazo e qualidade
  • CONFLITOS: A área jurídica também pode ajudar nos conflitos envolvendo condôminos. O uso de mediação e conciliação em conflitos no condomínio nem sempre envolve advogados, mas pode ser uma boa alternativa.

6 dicas de decoração para aquecer a casa no inverno

Sodimac ensina a mudar visual e esquentar a casa de forma prática e rápida

Com a chegada dos dias frios, nada melhor do que ficar no conforto de casa. E, para transformar o lar em um refúgio ainda mais aconchegante de forma prática, rápida, econômica e sem quebra-quebra, vale apostar em novos itens de decoração.


A Sodimac – varejista líder no setor de materiais para construção, reforma e decoração na América Latina – dá seis dicas de produtos para a casa ficar preparada para o inverno com muito estilo. Confira:

1. Almofadas: não podem faltar no projeto de um espaço acolhedor. Para um grande efeito visual, a dica é espalhar almofadas com capas de tecidos mais quentes pelo sofá de ponta a ponta. Quanto aos tons, opte pelos fechados, como cinza-chumbo, bordô e até estampas geométricas.

2. Mantas: considere o uso de mantas de tricô sobre os sofás ou poltronas e dê vida nova aos móveis. Além de darem um toque de personalidade às poltronas e sofás, as mantas têm a função de cobrir quem estiver sentado.

3. Cortinas: os tecidos com tramas mais fechadas ajudam a proteger a casa daquele ventinho indesejado que costuma entrar pela janela. As cortinas também auxiliam a controlar a claridade. As cores fortes seguem em alta nessa temporada.

4. Tapetes: indispensáveis para promover a sensação de ambiente quente, os tapetes conferem estilo aos ambientes. A dica é coordenar mais de um modelo no mesmo ambiente em tamanhos diferentes, colocando-os lado a lado. Outra sugestão é usar apenas um tapete grande e felpudo.

5. Renovar as paredes: mudar a cor das paredes também é uma alternativa para tornar a sala mais convidativa. As cores intensas combinam com os pisos de madeira. Outra opção mais econômica é o uso de papéis de parede que, na mesma tonalidade de tons fortes, produzem efeito semelhante.

6. Iluminação: o toque final fica por conta da iluminação. A sugestão é substituir as luzes brancas por lâmpadas de feixe amarelado. Assim, os ambientes ganham ares mais relaxantes.

Fonte: https://www.terra.com.br | http://www.sodimac.com.br

Comunicação eficiente para síndicos e administradores

Saber se comunicar fará a diferença no seu condomínio. Confira as recomendações de Rafael Lauand

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Por Rafael Lauand*

A importância de uma boa comunicação dentro do condomínio, das formas mais tradicionais até a comunicação não-violenta (CNV), passando pelos novos canais digitais como apps, já não é novidade.

Uma comunicação de qualidade dentro desse ambiente aproxima síndicos de moradores, constrói credibilidade, melhora a tomada de decisão, entre outros. Na verdade, nem ao menos consegui pensar em um exemplo prático onde uma boa comunicação prejudique o condomínio!

Além de ser um tópico relevante e interessante para a nossa vida dentro e fora do condomínio, é importanteconhecer as noções básicas de comunicação: “quem é o seu público? o formato escolhido é legível? o que você está tentando realizar?”.

Com essas perguntas em mente, escrevi esse artigo para ajudar síndicos, conselheiros e profissionais de administração de condomínio a terem uma comunicação melhor dentro e fora do empreendimento. Veja algumas recomendações abaixo:

1. Para quem você está escrevendo?

Você provavelmente não falaria do mesmo jeito com seu advogado da forma como se comunica com sua filha adolescente. Isso porque nós, humanos, gostamos de adaptar nossas palavras e tom de voz a diferentes pessoas, situações e lugares (substituição do conceito de ‘persona’ para ‘placeona’).

Na teoria de Jung (psiquiatra e psicoterapeuta que fundou a psicologia analítica), persona é uma personalidade que o indivíduo apresenta aos outros como real, mas que, na verdade, é uma variante às vezes muito diferente da verdadeira.

O conceito de ‘placeonas’, introduzido recentemente por Bill Buxton (pesquisador-chefe na Microsoft Research), defende que a personalidade real do indivíduo é uma variante relacionada ao local onde esta pessoa está – seja no condomínio, trabalho ou restaurante, uma personalidade para cada um desses ambientes.

Bill argumenta frequentemente em entrevistas que a próxima ‘grande coisa’ (inovação) não é uma ‘coisa’ (produtos em geral), mas sim uma mudança de paradigma nas nossas relações sociais. Ele acredita que, para ouvir ou descrever alguém, você precisa da “informação no lugar”, ou seja, ele nos lembra que nossos projetos devem levar em conta o contexto físico das interações.

Desse modo, certifique-se de que você saiba quem é o seu público e como eles se comunicam (formal? informal? tecnólogo?). Além disso, é importante entender qual o local de influência do seu público (neste caso o condomínio). Por exemplo, se você estiver escrevendo um comunicado para os moradores sobre a mudança de procedimento de coleta de lixo, não escreva como se estivesse passando uma ordem adiante.

As pessoas dentro do condomínio se veem como iguais, ou seja, elas querem ser informadas dos motivos e resultados esperados de mudanças, e não simplesmente ler um regulamento em que elas podem nem ao menos entender o motivo de ter sido criado. Use palavras, frases e um tom de voz que seu público possa entender e se relacionar. Além disso, encontre o melhor formato para comunicar.

2. Torne o formato fácil de ler

Um único e grande bloco de texto grudado no elevador não é sempre a melhor opção. A clássica comunicação dentro do elevador tem uma grande facilidade que é a garantia de que boa parte dos moradores vai ver o aviso, o que, necessariamente, não significa ler.

Além disso, será que não existe um melhor horário para determinada comunicação? Pensando no exemplo anterior, por que não ser assertivo e comunicar no horário que as pessoas costumam retirar o lixo? Neste caso, e em todos os outros, o melhor formato é aquele que você vai conseguir impactar e engajar a maioria dos moradores.

Não se prenda à comunicação no elevador. Muitas vezes, comunicações em vias online, como o e-mail e apps, são mais efetivas. Eu particularmente recomendo aplicativos específicos para comunicação interna por vários motivos. Informações passadas não são perdidas e ficam guardadas no histórico e seu comunicado pode ser lido ou enviado no melhor momento do dia. Além disso, a atividade diminui a possibilidade de comunicados não oficiais ou adulterados, por exemplo.

Eu não poderia esquecer de enfatizar o lado oposto da comunicação no elevador: o grupo de whatsapp ou similares. Eu acredito que esses grupos possuem uma frequência comunicativa extremamente acima do que as pessoas estão interessadas. Ou seja, isso faz com que os moradores percam o engajamento em ler todas as mensagens contidas ali.

Fora os pontos anteriores, torne o formato de comunicação do seu condomínio legível e no canal que o morador preferir (normalmente não é suficiente apenas uma opção, seja papel ou app).

Limite os longos parágrafos que não querem dizer nada para apenas algumas frases. O texto é muito mais fácil de ler quando é direto ao ponto e se aproveita de recursos visuais como vídeos ou fotos. Também tente organizar seus pensamentos antes de escrever um comunicado. Certifique-se de que a introdução e a conclusão se unem em uma ordem lógica.

3. Conheça seu objetivo

O que você quer que seu público faça depois de ler seu comunicado? Você quer que eles visitem uma área recém reformada? Você quer persuadi-los a participar de um evento? Você quer influenciar opiniões? Ou você só quer informar os moradores sobre alguma novidade?

Pense sobre o seu objetivo final antes de começar a escrever. Assim, pergunte-se: “o que quero atingir com essa comunicação?”. Dessa forma, o comunicado irá realmente realizar o que se destina.

Particularmente, costumo dar muita atenção a todos os comunicados do meu condomínio, porém, acredito que na maioria dos casos, a mensagem é direcionada a um morador específico e não ao condomínio (uma mensagem direta teria mais impacto e menos constrangimento, ou até mesmo duas comunicações diferentes), e nos restantes dos casos eu não entendo o que realmente a administradora quer dizer ali (sou novo no meu condomínio e a LAR.app ainda não administra lá).

Já ouvi algumas vezes que a melhor mensagem é aquela que foi captada pelo receptor. Embora isso possa ser verdade, bem escrita ou dita, a comunicação clara é ainda melhor.

Tomar alguns minutos no início do seu processo de comunicação para pensar sobre essas questões de conteúdo importantes ajudarão sua mensagem a ser lida, compreendida e compartilhada entre os moradores.

Além das 3 recomendações anteriores, também separei algumas dicas direto ao ponto para melhorar a sua comunicação (não só no condomínio):

  • Escutar ativamente pode melhorar a sua compreensão comunicativa;
  • Falar em público é quase inevitável, então esteja sempre preparado;
  • A maioria das empresas (se aplica ao condomínio) querem colaboradores com habilidades de escrita fora da curva;
  • As pessoas não processam só palavras. Por isso, vídeos e imagens são sempre bem-vindos;
  • Comunicação inclusiva (para os moradores) é essencial para atingir seus objetivos;
  • Ser um bom comunicador melhora a sua autoconfiança;
  • Habilidades comunicativas são benéficas para diversos aspectos de nossas vidas.

(*) Rafael Lauand (@rafalauand) é Engenheiro de Produção formado pela UFPR; especialista em controladoria e finanças pela UFPR; especialista em ‘Data Science’ pela John Hopkins University; sócio-fundador da LAR.app Administradora de Condomínios; professor do INSPER no curso de Direito das Startups; e conselheiro de empresas de tecnologia. Rafael foi um dos pioneiros no mercado de startups da geração ‘mobile’, com atuação desde logística à saúde, e também teve experiência como sócio de algumas startups de tecnologia brasileiras.

via https://www.sindiconet.com.br

Vale a pena comprar um imóvel à vista?

É preciso juntar um valor alto para fazer o investimento, enquanto o financiamento garante logo o imóvel, mas tem juros altos

Apesar de a compra de um imóvel permear o sonho da maioria dos brasileiros, esta não é uma tarefa fácil, já que representa um investimento alto, principalmente para quem quer comprar à vista. E a escolha de como será feito o pagamento é sempre parte importante do processo. É fundamental analisar as opções para entender o que vai caber no orçamento e o que vai comprometer menos as finanças da família.

O financiamento costuma ser uma possibilidade viável, mas, ainda que os juros para o crédito imobiliário tenha caído, eles representam uma quantia que pesa no bolso. Porém será que vale a pena juntar dinheiro para pagar um imóvel à vista?

Não há dúvidas que a opção de pagar à vista é sempre a melhor e uma das principais vantagens para quem paga um imóvel à vista é que ele acaba tendo o preço final mais barato.

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Um dos principais pontos negativos da compra à vista é juntar dinheiro (Foto: Shutterstock)

“A pessoa, às vezes, prefere juntar o dinheiro para comprar à vista porque ela tem condições de pechinchar e conseguir descontos. Acho que ela pode fazer um cálculo médio aproximado de 5% de desconto no valor total do imóvel”, explica José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

Apesar deste ser o cenário ideal, nem sempre o pagamento à vista é possível de ser alcançado. O primeiro ponto é que para juntar dinheiro para comprar um imóvel à vista provavelmente vai levar muitos anos. E se a família vive de aluguel é um complicador porque vai precisar não apenas separar o valor mensal para juntar, mas também somar a isso o dinheiro pago mensalmente para o aluguel.

“Existem pessoas que não têm condições de juntar porque ou elas pagam o aluguel ou juntam. Elas não conseguem fazer os dois ao mesmo tempo, não cabe no orçamento“, afirma José Augusto Viana Neto.

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A disciplina é uma das coisas mais importantes para quem quer comprar à vista (Foto: Shutterstock)

Outra questão que precisa ser levada em consideração é a disciplina necessária porque para chegar ao montante total, vai ser preciso separar o dinheiro mensalmente e ter a capacidade de não mexer nele por nenhum motivo. Por isso, é importante fazer as contas para ver o que é possível separar do orçamento sem apertar as finanças: fazer os cálculos dos gastos médios mensais somados aos extras, como lazer, para identificar quanto sobra.

Além disso, o mercado imobiliário flutua bastante de acordo com a situação econômica e pode acontecer de a pessoa se programar para comprar um imóvel e ele ir se valorizando ao longo dos anos, exigindo mais tempo de poupança.

Por isso, muitas vezes a solução é uma mistura entre poupar e financiar. Para conseguir um financiamento imobiliário através do Sistema Financeiro de Habitação, é necessário dar uma entrada. Portanto, se não é possível quitar o imóvel à vista, o ideal é juntar o máximo possível para dar de entrada porque, quanto maior for esse valor inicial, menor será o financiamento e, consequentemente, as taxas de juros.

Por outro lado, a vantagem do financiamento é que ele vai possibilitar o uso do saldo do FGTS e também que tenha o imóvel de imediato. “A pessoa para de pagar o aluguel, que é um dinheiro gasto, mas que nunca mais volta. Mesmo que se pague juros no financiamento e que não são baixos, já que partem de 8%, acaba compensando porque já garante o imóvel, já o aluguel é um investimento que não capitaliza”, ressalta o presidente do Creci-SP.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Vazamento de gás em condomínio

Veja algumas dicas, normas, responsabilidades e o que fazer em casos de vazamento de gás em condomínio.

Vazamento de gás em condomínio

Dispor de gás encanado é um privilégio e traz algum conforto para o morador, que já não precisa mais se preocupar em repor o antigo botijão de gás sempre que o produto acabar.

Porém, a distribuição de gás pelo condomínio necessita de cuidados, uma vez que o vazamento pode ocasionar mortes, como a do último domingo, em Campos do Jordão, e pôr em risco a estrutura do prédio com uma possível explosão.

Veja abaixo algumas dicas, normas e responsabilidades e o que fazer em casos de vazamento de gás em condomínio.

Dicas de manutenção

Mesmo não sendo obrigatório por lei, nem havendo fiscalização para tal, é aconselhável que a manutenção dos sistemas de gás do condomínio ocorra uma vez por ano.

– Comece pela vistoria visual. Acompanhe o sentido dos canos para saber se estão em boas condições. Caso apresentem danificações como amassados e ferrugens se faz necessário o reparo.

– Em seguida, verifique a central de gás. Note se todas as placas de advertência estão fixadas e visível aos funcionários e moradores, bem como se o local está cercado por grades.

– Faça um teste de estanqueidade em todos os ramais de distribuição de gás para constatar possíveis vazamentos.

– Note se a tubulação de gás está muito próxima de fios elétricos. Isso aumenta o risco de explosão em casos de vazamento.

– Se o encanamento é muito antigo, de ferro galvanizado, por exemplo, e for necessária a troca das tubulações, o ideal é fazer a substituição por peças de cobre. Apesar de ser mais cara, a sua durabilidade é mais extensa.

Responsabilidades

Conforme Portaria 47/1999 da Agência Nacional de Petróleo (ANP), a distribuidora de abastecimento de gás do condomínio é responsável pela manutenção e vistoria da central de gás até o primeiro regulador de pressão.

Já nas partes comuns, da central de gás até o quadro de medição, a responsabilidade pela manutenção e vistoria passa a ser do condomínio. É necessário frisar que em casos de negligência na manutenção, que gere acidentes ou danos à estrutura da edificação, o síndico pode ser responsabilizado.

É de competência dos condôminos os cuidados que vão desde os medidores até os pontos de consumo dentro de cada unidade. É vital que os moradores fiquem atentos em casos de cheiro de gás dentro da unidade. Se isso ocorrer, avise o zelador ou o síndico e peça uma vistoria de técnicos especializados.

Normas

São três NBRs que regulamentam os requisitos para instalação de centrais de gás em condomínios.

– NBR 13103 especifica os requisitos mínimos exigíveis para projeto, construção, ampliação, reforma e instalação de aparelhos a gás para cocção, aquecimento de água e de ambiente, refrigeração, lavagem, secagem, iluminação, decoração e demais utilizações de gás combustível em ambientes residenciais.

– NBR 15526 instrui sobre projeto e execução das redes de distribuição interna que possam ser abastecidas tanto por canalização de rua quanto por uma central de gás.

– NBR 13523 estabelece os requisitos mínimos para projeto, montagem, alteração, localização e segurança das centrais de gás liquefeito de petróleo (GLP), para instalações comerciais, residenciais, industriais e de abastecimento de empilhadeiras ou equipamentos industriais de limpeza.

Fique de olho também na validade dos conjuntos de regulagem e medidores

Reguladoras possuem validade de cinco anos, conforme norma da ABNT 8473:2001.

– Fabricantes orientam a troca dos medidores em, no máximo, 10 anos.

– A tubulação de gás depende da durabilidade do material utilizado.

1- Tubos galvanizados possuem vida útil de aproximadamente 25 anos.

2- Já os tubos de cobre duram por volta de 50 anos.

Em casos de vazamento, não se esqueça de seguir essas orientações, elaboradas pelo Corpo de Bombeiros de São Paulo (SP).

Vazamento de gás SEM fogo

  • Feche o registro de gás.
  • Afaste as pessoas de local.
  • Não acione interruptores de eletricidade.
  • Desligue a chave geral de eletricidade somente se ela estiver fora da residência.
  • Não fume nem acenda fósforos ou isqueiros.
  • Se ocorrer em ambiente fechado, abra portas e janelas.
  • Entre em contato com a empresa distribuidora de gás e, em casos mais graves, com o Corpo de Bombeiros.

Vazamento de gás COM fogo

  • Se possível, feche o registro de gás.
  • Afaste as pessoas do local.
  • Desligue a chave geral da eletricidade.
  • Retire do local os materiais combustíveis que puder.
  • Chame o Corpo de Bombeiros.

 

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Veja como escolher a melhor localização na hora de comprar ou alugar um imóvel

A localização é um dos fatores mais importantes na escolha de um imóvel, por isso muitos aspectos devem ser levados em conta

São muitas as variáveis na hora de escolher um imóvel que levam a fechar o negócio. E, apesar de ser importante que o valor, seja do apartamento ou da casa, da parcela do financiamento ou do aluguel, caiba no orçamento e o tamanho seja o ideal para comportar a família, outros pontos também são fundamentais para determinar a escolha.

Um fator que pode fazer a diferença é a localização, já que ele é capaz de garantir uma melhor qualidade de vida para os moradores. Mas o que levar em consideração na hora de decidir? Saiba o que é importante analisar para escolher a melhor localização quando for alugar ou comprar um imóvel.

Muitas vezes, a localização determina a faixa de preço a se pagar e é fundamental analisar se o lugar desejado para comprar ou alugar o imóvel concilia com o valor possível de pagar. Alguns bairros são mais caros do que outros.

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Escolher a melhor localização depende de uma longa busca (Foto: Shutterstock)

“O preço do apartamento ou da casa tem que caber no orçamento da família. Se o valor do aluguel ou do financiamento for muito alto pode acabar gerando mais problemas na vida da pessoa. Se começa a faltar dinheiro, gera dificuldades”, explica José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

Porém, nem sempre uma boa localização significa que o imóvel deve estar em um bairro mais chique ou mais caro. A qualidade de vida depende de outros fatores e ela pode ser garantida com uma casa ou apartamento que caiba no bolso.

“O ideal é analisar o ritmo de vida da pessoa e procurar algo que seja perto do trabalho, ou da escola dos filhos, mas no entorno da rotina de vida. Isso faz com que evite passar muito tempo no trânsito quando estiver saindo ou voltando de casa. Se o imóvel é longe e precisa de muito deslocamento, a pessoa acaba tendo que ficar no trânsito em vez de ficar com a família. É uma perda de tempo que deve ser evitada ao máximo”, afirma.

Outra questão importante é que nem sempre o imóvel mais barato é o melhor, afinal de contas, dependendo da localização ele pode se tornar um problema. É fundamental estudar o entorno para conhecer o bairro e saber se o local é seguro.

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Um dos fatores mais importantes é a segurança da região preterida (Foto: Shutterstock)

“A segurança tem uma influência muito grande na escolha e, apesar de os imóveis que ficam em regiões mais violentas terem até uma maior depreciação, é preciso avaliar essa questão“, ressalta José Augusto Viana Neto.

A oferta de serviços e comércio no entorno do imóvel também deve ser avaliada. Vale analisar tudo que for importante para a rotina da família, o que é essencial para facilitar o dia a dia. Verificar se existem farmácias, bancos, academias, padarias, supermercados e o que mais for importante na rotina da família.

O meio de locomoção também pode determinar a escolha porque as vias de acesso ao imóvel ou o acesso ao transporte público devem ser avaliados. “Se for uma pessoa que precisa de condução, ela tem que procurar um imóvel que esteja perto de linhas de ônibus e metrô“, diz o presidente do Creci-SP.

Porém, essas localidades não são as ideais para quem busca por tranquilidade. “Existem pessoas que querem distância disso porque não usam o transportes público e têm veículo próprio. Aí elas querem ficar longe do eixo de condução porque normalmente são regiões mais agitadas e que perdem a tranquilidade“, conclui.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Como tornar seu condomínio o mais sustentável possível

Das soluções simples às complexas, conheça e confira as que fazem mais sentido para o perfil do empreendimento e dos condôminos

 

 

Das soluções simples às complexas, conheça e confira as que fazem mais sentido para o perfil do empreendimento e dos condôminos

 

 

 

 

 

Você tem todas as razões do mundo para pensar em soluções que mudem a forma como o seu condomínio usa energia e água. Ou mesmo, como cuida dos seus espaços verdes e destina o lixo.

Será que as pessoas – moradores e funcionários – fazem um consumo consciente dos recursos naturais? O primeiro exercício para transformar uma situação de desperdício e falta de informação é responder com toda a franqueza:

Como jardins são regados e áreas externas lavadas? Que tipo de iluminação é utilizada nos espaços comuns? E quanto ao lixo, como é coletado e destinado? Quais são os critérios de uso e manutenção de equipamentos? O condomínio já fez campanhas de conscientização com os moradores?

Você até pode concluir que há tudo por fazer no seu condomínio. A boa notícia é que dá para mudar o quadro com ações – muitas delas bem simples, que contarão com a sua boa gestão de projetos e o engajamento da comunidade.

Um condomínio mais sustentável valoriza o patrimônio. A sociedade cobra cada vez mais a postura responsável dos gestores. E o mercado, idem.

ECONOMIA DE ÁGUA

torneira fechada

Se a crise hídrica que o estado de São Paulo viveu entre 2014 e 2016 não está fresca na memória, deveria estar. Fechar a torneira e eliminar o desperdício de água se tornou obrigatório.

Vejamos o que se pode fazer pelo meio ambiente e para reduzir a conta do condomínio.

BUSQUE VAZAMENTOS

“O primeiro passo, antes de iniciar qualquer investimento, é identificar as perdas e desperdícios com uma inspeção minuciosa em todos pontos de consumo de água das áreas comuns”, orienta Anderson Benite, engenheiro civil e consultor em Inovação Tecnológica e Green Building.

Verifique:

  • Torneiras de jardins (umidade no entorno e mofo em pisos e paredes);
  • piscinas (necessidade reposição de água constante e superfícies com umidade);
  • torneiras de fechamento automático que demoram demais para fechar (desreguladas);
  • caixas acopladas e válvulas de descarga que ficam com algum fluxo mesmo após o período de acionamento (há testes práticos para isso), dentre outros.

Esse trabalho investigativo pode ser de grande valia para reduzir o gasto do condomínio – entre 20% e 30% na conta. Não percebemos quanto se desperdiça com gotas e fiozinhos de água caindo sem parar. Às vezes, tão discretamente, que levamos um susto ao calcular o quanto de água escorreu pelo ralo.

De fato, veja a conta que Alexandre Furlan, fundador e diretor do Instituto Muda esboça:

Uma torneira gotejando desperdiça 46 litros por dia, equivalente a 1.380 litros por mês. Um filete de mais ou menos 2 milímetros deixa escorrer 4.130 litros por mês.

Outras ações simples podem ser feitas. Benite sugere:

  • verificar se a irrigação do paisagismo está sendo feita em horários de sol, quando há grande perda por evaporação;
  • substituição de torneiras de jardim e demais torneiras externas por torneiras com chaveamento, em que apenas os funcionários da administração tenham a chave;
  • substituir qualquer procedimentos de lavagem de pisos com baldes e mangueiras por limpezas com panos, ou por meio de jato pressurizado se realmente for necessário.

Dica: Elabore de uma planilha simples com o consumo mês a mês. Preencha com base nas contas de água para realizar o monitoramento contínuo. Será útil para identificar rapidamente picos que aconteçam e, muitas vezes, representam vazamentos. Apresente os resultados à equipe de administração, e também aos condôminos para aumentar a conscientização.

CAPTAÇÃO DA ÁGUA DA CHUVA

Independentemente do tipo de construção, toda cobertura tem um ralo para que a água da chuva escorra. Essa água, geralmente, fica armazenada em algum lugar perto do subsolo, para depois ser bombeada para fora.

“O condomínio perde a água da chuva. Com pouco investimento, o síndico consegue recuperarfazendo um pequeno tratamento com cloro e transferindo para uma torneira com um trabalho simples de encanamento. Isso porque cerca de 80% do sistema já está pronto”, explica Furlan.

Vários condomínios novos já tem uma estrutura instalada para a reutilização. Nesses casos, diz Furlan, o condomínio nem precisa fazer adaptações. “Mas se o condomínio antigo quiser fazer, é simples e barato”.

O condomínio não pode levar essa água aos moradores, mas pode usar para os serviços de manutenção e limpeza – por exemplo, regar as plantas, fazer a limpeza das garagens, lavar as áreas comuns.

SUBSTITUIÇÃO DE PEÇAS SANITÁRIAS

Uma solução que funciona tanto para áreas comuns do condomínio quanto para as unidades. Sendo que, nas áreas comuns, vale a pena investir especialmente onde o uso por moradores, funcionários ou convidados é mais intenso.

Confira alguns dispositivos que podem fazer parte da sua estratégia de economia de água:

  • Bacia com descarga reduzida para 3 e 6 litros. A maioria dos condomínios já tem vasos sanitários com a caixa acoplada. Mas os mais antigos ainda têm vasos que consomem muita água;
  • Torneiras com restritores de vazão ou arejadores;
  • Chuveiros com temporizador no banheiro de funcionários (esse aparelho simples pode ser instalado no chuveiro elétrico para controlar o tempo do banho, de acordo com uma programação);
  • Torneiras com fechamento automático ou por sensor de movimento;
  • Mictórios em banheiros masculinos nas áreas comuns, pois demandam aproximadamente 1,5 litros por uso. Volume muito inferior aos 3 litros de um vaso sanitário de duplo acionamento.

Dica: Apartamentos entre o primeiro e o terceiro andar, têm a pressão da água muito maior do que os moradores precisam. “A água sobe e depois desce. Conforme vai subindo, a pressão vai diminuindo. Se esses moradores colocarem os equipamentos, conseguem uma economia bem grande”, diz Furlan.

MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE HIDRÔMETROS

Desde meados dos anos 2000, os condomínios são obrigados a fazer a preparação para a individualização, deixando uma prumada por apartamento. Coisa que não havia nas construções mais antigas.

Ocorre que muitos condomínios ainda não possuem a medição de água individualizada e os vazamentos passam despercebidos pelos ocupantes. Resultado: o impacto nas contas de água é compartilhado entre todas as unidades.

“Normalmente, essa medida apresenta maior necessidade de investimento, mais tempo e pode gerar mais transtorno para os ocupantes. No entanto, os resultados são muito significativos – mais de 30% de economia somente com essa medida”, avalia Benite.

PROGRAMAS DE USO RACIONAL DA ÁGUA

Há 10 anos, a Lello pilota o seu  Programa Água Perda Zero nos condomínios que administra. A partir de um raio-x do condomínio para constatar a situação do consumo de água – prováveis pontos de perda e vazamentos –, o programa desenvolve uma estratégia de consumo racional de água com os ajustes técnicos necessários e a conscientização dos condôminos.

Em números, a economia gerada pelo programa é em torno de 33%.

“As ações de economia e uso racional enraizaram. Novos costumes envolvendo tempo de banho, lavagem de roupa e limpeza de calçadas foram determinantes para a mudança de postura”, conta Raquel Tomasini, engenheira e especialista da Lello.

ECONOMIA DE ENERGIA

economia energia

Caminhamos um bocado desde o movimento de substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescentes, a partir de 2014. Já se sabia que as fluorescentes chegam a ser 79% mais econômicas e produzem 70% menos calor que as incandescentes.

Atualmente, boa parte dos condomínios investe na troca das lâmpadas fluorescentes por LED. Nas áreas comuns, as lâmpadas de LED trazem ganhos consideráveis na conta de consumo. Comparativamente, são muito mais duráveis e econômicas do que as outras.

E o benefício da substituição tem outro aspecto – o impacto ao meio ambiente e o descarte. De acordo com Furlan, a lâmpada fluorescente compacta queima muito e gera resíduos. “Se o condomínio quer descartar da maneira correta, tem de pagar para esse descarte. Isso vai entrando na conta”.

Outro potencial de economia é a atualização e a manutenção dos elevadores, que geram muito consumo de energia. Importante fazer a verificação e a manutenção de bombas do condomínio. Isso gera muita economia.

Sem falar na mais simples das soluções, que também dá retorno, que o aviso “Proibido chamar os dois elevadores ao mesmo tempo”.

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

No nosso país, o projeto de energia solar caminha ao lado de países que se preocupam em gerar energia limpa e minimizar os impactos na saúde do planeta. Nos condomínios, a solar fotovoltaica começa a ser realidade.

A CPFL lançou recentemente a campanha PromoSolar, parte do Programa de Eficiência Energética da Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel), voltada para condomínios, com desconto de 50% na instalação dos sistemas solares.

De acordo com Felipe Henrique Zaia, gerente de Eficiência Energética da CPFL, a meta de instalação é de até 700 quilowatts-pico (kWp) em sistemas fotovoltaicos na área de concessão da distribuidora CPFL Paulista – em um raio de 100 quilômetros a partir de Campinas.

“Para a instalação dos sistemas, basta ter telhados em bom estado nas áreas comuns, como academias, salões de festas, churrasqueiras, escritórios administrativos, portarias, estacionamentos, ou até mesmo no solo caso o condomínio tenha espaço”, descreve.

Em condomínios verticais, o espaço de telhado normalmente é menor, porém, de acordo com Zaia, não existe impeditivo para a instalação das placas solares.

  • Dica: A energia solar fotovoltaica é bem interessante em termos de economia para alimentar câmeras de segurança, equipamentos como computadores e iluminação de LED.

GESTÃO DOS RESÍDUOS

A coleta seletiva é totalmente conectada a uma ação, a uma vontade do morador de fazer a separação. É uma questão cultural”, resume Furlan, do Instituto Muda.

Já faz alguns anos que os meios de comunicação vão batendo nessa tecla de que as pessoas têm de fazer a separação dos resíduos. “Mas o resultado acaba prejudicado, se elas não têm estrutura, ou seja, container para jogar o reciclável, armazenamento correto, treinamento, coleta profissional”, analisa.

O condomínio que queira ter o mínimo de ações sustentáveis precisa se preocupar com a destinação do seu lixo. Para isso, ele pode optar por dois caminhos:

  • Implementar o projeto com uma ONG ou empresa, e realizar a coleta com cooperativas, prefeitura ou empresa;
  • Implementar o projeto independente. Nesse caso, porém, será necessário planejamento e espaço disponível para armazenar os resíduos.

DESCARTE DO ÓLEO DE COZINHA

Apesar da divulgação, muita gente ainda não sabe exatamente o que pode ser reciclado e o que não pode. O óleo de cozinha é um dos materiais que continua sendo descartado do jeito errado.

“Em alguns dos nossos condomínios, os moradores despejam o óleo direto na pia da cozinha. Vai direto para o encanamento, entope toda a instalação, tem um custo de manutenção elevadíssimo e gera um grande transtorno – não só para o condomínio como para o meio ambiente”, afirma Aldo Castro, síndico profissional e fundador da Prestto.

A solução de Castro foi investir na realização de campanhas de conscientização para a coleta em garrafas PET. A destinação é feita por ONGs parceiras, que passam nos condomínios e retiram esse material. “Com isso, as pessoas deixaram de despejar o óleo dentro da pia”.

Dicas sustentáveis para reduzir os resíduos no condomínio

  • Baixe o aplicativo Rota da Reciclagem para verificar uma organização mais próxima de seu condomínio;
  • Faça a compostagem do resto de grama, folhas, podas de árvores e plantas. Procure orientação com a organização Morada da Floresta;
  • O Instituto Muda, que atua há 10 anos com condomínios, faz treinamento com funcionários, tira dúvidas dos moradores, realiza a coleta do condomínio e doa o material para cooperativas.

CASOS PRÁTICOS

Para a alegria geral, encontramos diversas histórias inspiradoras de condomínios em que as práticas sustentáveis, o consumo consciente e a responsabilidade sócio-ambiental já fazem parte do dia a dia. Separamos duas delas.

CASO 1: RECICLAGEM DE 22 TONELADAS DE COLETA SELETIVA

“Meu objetivo, quando me tornei síndico há cinco anos, era estruturar o sistema de coleta de lixo, partindo da reciclagem de material orgânico, que representa 50% do lixo total.

Encontramos um parceiro bem bacana, o Morada da Floresta, que nos ajudou a desenvolver uma composteira em forma de cilindro aerado, que utiliza serragem em vez de minhocas e ocupa bem menos espaço.

Começamos com duas composteiras, e hoje temos 12 – que comportam algo em torno de 22 toneladas de lixo. Essa compostagem se torna adubo e fertilizante, que utilizamos nos nossos jardins. E o excedente, doamos.

O material reciclável é vendido para cooperativas e o dinheiro apurado, distribuído para os funcionários da limpeza.

O investimento total do projeto ficou em torno de R$ 5 mil. Mas compensou, diante do que gastávamos em saco de lixo por ano – cerca de R$ 4 mil – e em material para a área verde.

O projeto do lixo acabou viabilizando outros projetos, como a criação da horta comunitária. Mas o principal foi a própria formação da área verde. Quando o condomínio foi entregue pela construtora, tínhamos apenas duas árvores. Hoje, temos mais de 100, plantadas com a participação dos moradores.

O primeiro plantio foi no Dia da Árvore, em que cada pessoa foi lá plantar uma árvore. A intenção era que elas, mais do que plantassem algo, criassem raízes no condomínio. Assim, foram se apropriando dos seus espaços e, de fato, vivendo em comunidade.”

Rogério Trava Airoldi, síndico morador

 

CASO 2:  AS CRIANÇAS ENGAJANDO OS PAIS NA SUSTENTABILIDADE

“Temos como política soltar comunicados com temas ligados a gestão de meio ambiente. A cada mês, trabalhamos um tema novo e vamos esclarecendo sobre  economia de água, dicas dentro de casa, nas áreas comuns e no estacionamento.

Mas, mais importante do que envolver o próprio morador, é envolver as crianças. Elas são os principais embaixadores dessa questão de gestão do meio ambiente.

Quando você consegue envolver a criança, essa casa terá uma gestão ambiental mais bacana. Os pais acabam fazendo, pela questão emocional, a partir do momento que envolvemos os filhos. Caso da coleta seletiva feita pela família.

Nas datas festivas como Natal, Páscoa, Festa Junina, Dia das Mães etc., realizamos oficinas com as crianças. Elas usam todos os produtos que coletaram durante determinado período. Com a ajuda dos monitores, montam a decoração do condomínio.

Já fizemos árvores de Natal com garrafa pet, lembrancinha de Dia das Mães com material reciclável, porta-retrato com jornal coletado, brinquedos, entre outros objetos. São ações simples que engajam as crianças e educam os pais. E com pessoas conscientes, fica muito mais fácil ampliar as boas práticas dentro do condomínio.”

Aldo Castro, síndico profissional

EM RESUMO

Para mudar o perfil convencional do seu condomínio e dar uma pegada mais sustentável, você pode investir em:

  • BUSCA DE POSSÍVEIS VAZAMENTOS
    • Grau de dificuldade: Médio
    • Nível de sustentabilidade: Alto
  • CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA
    • Grau de dificuldade: Fácil, especialmente nos condomínios mais novos.
    • Nível de sustentabilidade: Alto
  • SUBSTITUIÇÃO DE PEÇAS SANITÁRIAS
    • ?Grau de dificuldade: Fácil
    • Nível de sustentabilidade: Alto
  • INDIVIDUALIZAÇÃO DE HIDRÔMETROS
    • ?Grau de dificuldade: Difícil, principalmente em condomínios mais antigos, construídos antes dos anos 2000.
    • Nível de sustentabilidade: Alto
  • SUBSTITUIÇÃO DE LÂMPADAS CONVENCIONAIS POR LED
    • ?Grau de dificuldade: Fácil
    • Nível de sustentabilidade: Alto
  • ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
    • ?Grau de dificuldade: Médio, pois o mercado já conta com propostas interessantes para condomínios.
    • Nível de sustentabilidade: Alto
  • COLETA SELETIVA
    • ?Grau de dificuldade: Médio, principalmente se contar com parceria de empresas/ONGs especializadas em gestão de resíduos.
    • Nível de sustentabilidade: Alto
  • CONSCIENTIZAÇÃO DE MORADORES E FUNCIONÁRIOS
    • ?Grau de dificuldade: Fácil. Mas, para funcionar, exige planejamento e um trabalho constante.
    • Nível de sustentabilidade: Alto

Mudança de mentalidade

mudando mentalidade

Um dos grandes desafios para realizar transformações no condomínio é a questão cultural. Segundo os especialistas, por vezes, representa um entrave até maior do que o fator financeiro.

Alguns exemplos levantados na apuração do SíndicoNet dizem respeito ao comodismo das pessoas de maneira geral. Há resistência em tomar banhos mais curtos, substituir equipamentos com baixa eficiência energética, adotar hábitos mais colaborativos e econômicos – chamar apenas um elevador ou subir/descer poucos andares. Por aí vai.

A coleta seletiva é um ponto em que, de fato, não há uma tecnologia para realizar. Você pode colocar um equipamento de economizar água, que ele fará isso para você. Mas se você não efetivamente usar a sua mão e colocar ela na lixeira, nada acontecerá.

O ecossistema do condomínio está todo interligado. Ao reduzir o consumo de água, o condômino também reduzirá o consumo de energia. Quando você está com o chuveiro ligado, está usando gás ou energia elétrica.

Somos parte de um setor grande e respeitável. Imagine a amplitude do impacto positivo na sociedade, quando conseguirmos, de fato, praticar um consumo mais consciente dos recursos naturais!

Fontes consultadas: Anderson Benite (engenheiro civil e consultor em Inovação Tecnológica e Green Building); Alexandre Furlan (fundador e diretor do Instituto Muda); Raquel Tomasini (engenheira e especialista da Lello); Felipe Henrique Zaia (gerente de Eficiência Energética da CPFL); Aldo Castro (síndico profissional e fundador da Prestto) e Rogério Trava Airoldi (síndico morador).

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Comprar ou alugar um imóvel?

É possível comprar um imóvel mesmo alugando outro. Veja como e decida o melhor para você

Será que devemos pagar a parcela de um aluguel enquanto junta dinheiro para dar entrada em um bom imóvel ou começa a pagar um imóvel de início, mesmo com uma entrada pequena?  Para responder esta indagação, devemos responder essa pergunta antes:

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É melhor comprar um imóvel à vista ou pagar aluguel?

Comprar um imóvel à vista é algo raro hoje em dia, visto que os preços subiram consideravelmente nos últimos anos, se tornando mais difícil para a maior parte da população ter esta quantia disponível para a compra imediata de um imóvel.

Digamos que você possua um valor guardado depois de muito esforço, além de um dinheiro que você herdou de uma herança em torno de 600 mil reais no total. Com essa quantia é possível comprar bons imóveis na maior parte do Brasil, podendo negociar um grande desconto no mercado atual.

Mas se levarmos em conta que uma vez que irá comprar e pagar pelo seu novo imóvel, toda a quantia poupada irá embora, ou seja, terá que guardar uma nova poupança do zero.

Sendo assim, comprar um imóvel à vista é “queimar” todas as suas reservas de uma vez, talvez não seja a melhor opção. Caso se optarem pelo aluguel enquanto investe a quantia de R$ 600 mil, é possível conseguir uma ótima rentabilidade com um baixo risco durante um período, enquanto se acumula mais dinheiro.

Existem opções no mercado de uma rentabilidade de 10% ao ano, que são muito seguros e no final do período o montante final é de R$ 660 mil.

Se você pagar um aluguel médio de R$ 1.500,00 por mês, terá gasto R$ 18 Mil em um ano. Vejamos a conta:

Rentabilidade Anual: R$ 60 Mil
Aluguel Anual: R$ 18 Mil
Saldo: R$ 48 Mil

Você conseguiu aumentar seu patrimônio em quarenta e oito mil reais, mesmo pagando aluguel, o que no médio prazo dará a você uma quantia maior de dinheiro para dar entrada em uma casa e ainda sobrar dinheiro ou ainda realizar a aquisição de uma casa melhor!

Fonte: ImovelWeb

Inspeção dos para-raios

Entenda a importância desse equipamento para o prédio e para a segurança dos condôminos

Entenda a importância desse equipamento para o prédio e para a segurança dos condôminos

O Brasil é a região que mais recebe raios no mundo: cerca de 50 milhões de descargas do tipo acontecem todos os anos em nosso país.

Mesmo assim, o topo dos prédios nem sempre recebe a atenção necessária. Esta é uma área que necessita de cuidado especial, sendo o para-raio, ou Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), um de seus principais equipamentos.

A falta de mantenção ou até inexistência desse equipamento pode trazer prejuízos, acidentes e até risco de morte para quem vive no condomínio. E sempre é bom lembrar que, além disso, o síndico pode ser responsabilizado por negligência e o seguro do condomínio invalidado.

Essa matéria tem como objetivo orientar e explicar ao síndico quanto aos cuidados a tomar e o que exigir do fornecedor contratado para manter o equipamento em dia.

É fundamental que os fornecedores do condomínio trabalhem sempre visando a NBR 5419, norma que regulamenta esse tipo de equipamento no Brasil e que foi atualizada em 2015.

Como funciona

Quando um raio atinge um edifício protegido, a descarga elétrica percorre o para-raio, atinge o sistema de cabos e segue até atingir o solo, onde se dissipa e perde a força.

Sem essa proteção, ou com um sistema inadequado, o raio pode danificar a estrutura do edifício e percorrer as instalações elétricas. A falha do SPDA também põe em risco os condôminos que estiverem circulando pelas dependências do condomínio no momento da queda do raio.

Antenas

Outro ponto importante é quanto à instalação de antenas convencionais, de operadoras de celular ou de TV por assinatura via satélite.

Quando isso ocorre, os técnicos da empresa geralmente optam por instalar a antena no topo do prédio. Isso precisa de acompanhamento – seja do síndico ou do zelador-, pois esta antena precisa estar aterrada, conectada ao sistema de para-raios.

O síndico deve verificar também se estão fazendo uma base para fixação da antena. Furar a laje não é indicado, pois pode gerar problemas, como infiltrações.

Riscos

Não contar com um SPDA que esteja de acordo com a norma pode sair muito mais caro para o condomínio do que o valor da vistoria semestral. Veja abaixo algumas situações que podem ocorrer no seu condomínio caso o equipamento não esteja funcionando corretamente e a edificação sofra uma descarga atmosférica:

  • Risco de morte / choques: Existe a possibilidade de que um morador ou funcionário seja atingido por um raio, caso esteja na cobertura e o local não conte com o aterramento adequado.
    Também há a possibilidade de pessoas tomarem choques enquanto manejam eletrônicos ligados na tomada, como secadores de cabelo e celulares carregando na tomada.
  • Queima de equipamentos: tanto do condomínio (placa do elevador, portões elétricos, CFTV), quanto dentro das unidades (eletrônicos e eletrodomésticos ligados na tomada no momento da descarga).
  • Seguro inválido: a seguradora pode se negar a pagar o prêmio ao condomínio caso fique comprovado que o SPDA estava fora dos parâmetros legais. O condomínio pode, porém, entrar com ação na Justiça, para que um perito judicial avalie o equipamento.
  • Danos a estrutura da edificação: sem um isolamento correto, um raio poderia romper, com uma explosão, a alvenaria do prédio, derrubando uma parte da estrutura.

Importante salientar que o síndico pode ser responsabilizado civil e criminalmente caso fique comprovada sua negligência em executar a manutenção correta dos equipamentos do condomínio e que venham a causar prejuízo à coletividade.

Atualização da norma NBR 5419

Pensando em manter os edifícios brasileiros mais protegidos de descargas elétricas, a norma que rege o assunto, NBR 5419 foi atualizada em 2015.

Com essas novidades, veio também a necessidade de se fazer uma vistoria visual do equipamento a cada seis meses – antes, a manutenção preventiva do sistema era efetuada anualmente.

Houve alteração também no número de descidas que conduzem a energia elétrica para as áreas mais baixas da edificação. Até 2015, essas linhas de descida deveriam estar a cada vinte metros. Agora, essa distância foi diminuída para quinze metros, para prédios residenciais.

Com o upgrade da norma, os condomínios agora também devem instalar DPS (Dispositivo Protetor de Surto) em todos os quadros elétricos de suas áreas comuns.

Para o engenheiro Eduardo Yamakado, engenheiro da empresa VIP, empresa de vistorias e inspeções prediais, os DPS são a grande novidade da norma para os consomínios.

“Antes havia quase que exclusivamente uma preocupação com pessoas e com a estrutura, que, é claro, são o mais importante. Mas essa proteção dos sistemas do condomínio, como CFTV, placa de elevador, portão eletrônico, etc. também são extremamente benéficas”, aponta o profissional.

Adequação à norma

Como a norma mudou bastante – apenas em tamanho a norma ‘engordou’ mais de 300 páginas – é de se esperar que os condomínios tenham algumas adequações a serem executadas ao chamarem sua empresa de manutenção do equipamento.

Para deixar o condomínio de acordo com a NBR 5419, o estimado entre as empresas do setor ouvidas pela reportagem do SíndicoNet é algo entre R$ 3 mil a R$ 6 mil – dependendo, é claro, do estado do equipamento.

Esse valor seria para condomínios que estejam com seu laudo em dia. Para empreendimentos que estão há tempos sem fazer a manutenção obrigatória no equipamento, os valores podem ser maiores.

AVCB

Uma das grandes perguntas que acompanhou a atualização da norma é se os condomínios mais antigos serão obrigados a se adequar 100% ao que pede o regramento para obter o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).

A resposta é incerta.

Para o capitão da Polícia Militar, Pedro Cunha, o importante para os bombeiros é que a ART esteja assinada por um engenheiro eletricista, atestando que a edificação está segura.

“O bombeiro, para o AVCB, checa a documentação e os equipamentos, esses de uma forma geral. Checa se o para-raio está montado corretamente, se tem o isolamento adequado e se as bitolas estão certas para o empreendimento. Se o local estiver com a documentação e com os equipamentos em dia, não cabe a nós contestar o laudo”, pondera.

Isso porque a responsabilidade sobre o sistema, caso ocorra um sinistro decorrente de descarga elétrica, é de responsabilidade do engenheiro que assinou a ART.

Caso o prédio não conte com o respaldo de um profissional, o síndico é quem poderá ser responsabilizado civilmente por danos ao patrimônio.

“Por isso é fundamental que o condomínio contrate uma empresa que conte com um engenheiro. É ele quem deve assinar a ART”, ensina Ronaldo Sá Oliveira, diretor a RSO Assessoria, e uma das pessoas que ajudou na atualização da norma.

Falando ainda sobre a ART, a mesma deve estar assinada apenas por um engenheiro eletricista. Junto com a ART, deve haver um laudo da empresa, após visita no local e testes em todo o sistema, atestando que o prédio está de acordo com o normatizado pela ABNT. É esse documento que o Corpo de Bombeiros averigua na inspeção do AVCB.

Condomínios mais antigos

Para Paulo Rewald, diretor de normatização do Secovi-SP, a adaptação de prédios mais antigos à norma é um “assunto controverso”.

“Não tem como, um edifício de vinte ou trinta anos se adequar à norma. E outra, se fosse essa a lógica, cada vez que uma norma nova é lançada, teríamos que atualizar todas as edificações, e sabemos que isso não é possível em todos os casos, em alguns ficaria extremamente caro e esteticamente feio”, compara.

Para ele, o fundamental é que esse tipo de edificação siga cuidando da manutenção do equipamento semestralmente e fazendo a leitura da resistência conforme sempre foi pedido.

Ronaldo Sá, a RSO Assessoria, ressalta que os sistemas antigos também oferecem segurança e estão aptos a proteger as pessoas e a integridade da edificação.

“Meu entendimento é que as edificações que possuem o sistema atrelado as normas antigas, poderão continuar utilizando e realizando as manutenções e inspeções conforme a norma anterior, mas em havendo uma reforma ou modernização do sistema, o mesmo deverá ser projetado e executado em conformidade com a norma vigente”, explica.

Tipos de para-raio

Os dois tipos mais comuns de equipamentos são Franklin e a Gaiola de Faraday. Para proteção adequada, no caso de prédios com mais de 20 metros de altura, recomenda-se a instalação dos dois sistemas, que trabalharão conjuntamente na proteção do condomínio. Veja a diferença entre os dois:

Gaiola de Faraday
Imagem meramente ilustrativa fonte: www.electrical-installation.org

Gaiola de Faraday: composto de seis partes principais – captor do tipo terminal aéreo, cabo de cobre, suportes isoladores, tubo de proteção, malha de aterramento e conector de medição. Esse sistema envolve todo o perímetro do prédio. O cabeamento é fechado e é posto um captor a cada cinco metros.

Gaiola de Franklin
Imagem meramente ilustrativa fonte: www.electrical-installation.org

Franklin: utiliza-se captor tipo Franklin, ou seja, em forma tridente, poste metálico (a ser instalado no ponto mais alto do prédio), cabo de cobre, caixa de inspeção, haste copperweld e conector cabo/haste. Aqui, a captação da descarga é feita pelo mastro.

O preço pode variar de acordo com o número de blocos e metragem a ser coberta pelos sistemas.

Manutenção

Depois de instalado, o para-raio deve ser checado semestralmente, sendo vistoriado por empresa especializada em medição ôhmica (resistência de aterramento) para verificação das condições gerais do sistema. Através da medição ôhmica, o técnico avalia se a descarga está ocorrendo corretamente. Veja outros pontos importantes:

  • A vistoria avalia as condições das hastes, se estão esticadas ou não, e se os isoladores estão bem fixados à estrutura.
  • O mastro do para-raio possui a luz piloto, que identifica a altura do prédio. Ela precisa de manutenção, a lâmpada pode queimar.
  • A caixa d’água também precisa estar aterrada, pois pode atrair raios.
  • Quando é feito o trabalho de manutenção, faz-se também uma limpeza no cabeamento e nos captores. Troca de captores só em casos isolados, como de quebra.
  • O custo de uma vistoria gira, atualmente, em torno de R$ 400, já incluindo o atestado técnico feito por um engenheiro especializado.
  • Importante: O atestado deve ser conclusivo. Ou seja, se houver informação de que há necessidade de obras, você terá recebido um relatório técnico e não um atestado de conformidade.
  • O valor da manutenção é bem mais abrangente e depende mais de como está o sistema.
  • Após a incidência direta de uma descarga atmosférica na estrutura o sistema deverá ser verificado após a chuva passar, independentemente do tempo da última revisão

Seguro

As seguradoras normalmente cobrem os danos causados por raios, mesmo quando há problema no SPDA.

Entretanto, a falta de manutenção e o ART informando que o sistema está fora das normas, podem causar problemas. As empresas podem argumentar que os danos ocorreram pela falta de cuidados, o que complica e prolonga o processo de indenização.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Saiba o que analisar antes de investir em um imóvel comercial

Algumas questões podem fazer a diferença para o sucesso do negócio, por isso é preciso ficar atento

A compra de um imóvel para uso comercial possui peculiaridades em relação a um imóvel residencial. São diversas as variáveis que devem ser avaliadas antes de assinar o contrato, seja para abrigar um empresa ou como investimento. Fazer a melhor escolha pode garantir um maior retorno financeiro e de forma mais rápida. Portanto, saiba o que analisar na hora de comprar um imóvel comercial para que fazer um bom negócio.

Um ponto em comum entre a compra de um imóvel comercial e residencial diz respeito à análise da documentação. “É importante verificar se toda a documentação está registrada no Cartório de Imóveis. É bom tirar as certidões em nome do proprietário, assim como saber se ele mora em outra cidade, porque o proprietário pode estar respondendo a um processo judicial em outra localidade”, explica Manoel da Silveira Maia, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).

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Os imóveis residenciais e comerciais são parecidos quanto à documentação (Foto: Shutterstock)

O Presidente do Creci-RJ  ainda ressalta a preocupação em relação aos cuidados que se devem ter quando a negociação será feita por meio da apresentação de uma procuração.

“Essa é uma cautela importante, porque costumam falsificar muito. Uma forma de se precaver é mandar a procuração no cartório local para verificar a assinatura e consultar se foi assinada mesmo pelo proprietário. Se o documento for falso, por exemplo, podem aparecer outras pessoas que também compraram o imóvel”, acrescenta Manoel da Silveira Maia.

A localização de um imóvel é comercial é importante para o sucesso da empresa que irá ocupá-lo. Isso porque quando o imóvel está localizado em um lugar que já tem um grande fluxo de pessoas e de carros, a chance de o negócio dar certo é maior. Ter vagas de estacionamento por perto também pode atrair mais clientes.

Outros fatores que ajudam a aumentar o  movimento no local são acesso a transporte público e uma oferta de serviços como bancos, lotéricas, escolas, por exemplo. É importante que existam fatores que atraiam os consumidores e a facilidade de chegar ao local e conseguir resolver outras coisas por perto são pontos positivos.

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A segurança é um dos fatores mais importantes para qualquer imóvel (Foto: Shutterstock)

Outros quesitos importantes são em relação à segurança e estar uma área específica para finalidade comercial. O tamanho do imóvel influencia no público que buscará o espaço porque existem negócios apropriados para lugares maiores, como por exemplo aqueles que recebem clientes, e outros para menores, como escritórios administrativos.

“É importante ainda verificar o estado de conservação do imóvel até para que isso não gere gastos que não estavam previstos no orçamento no futuro”, conclui Manoel.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Acabe de vez com as goteiras na garagem do condomínio

Conheça as principais causas e soluções para resolver o problema de gotejamento e infiltração

Por Inês Pereira

 

Conheça as principais causas e soluções para resolver o problema de gotejamento e infiltração

Condomínio nenhum está livre do gotejamento insistente, que acaba com a paciência até do síndico mais tranquilo.

O fato é que ninguém convive bem com goteiras na garagem. Nem os gestores nem os moradores. As poças que marcam o chão e prejudicam a limpeza são só o começo do problema.

Quando gotas mancham a pintura dos carros, os moradores apresentam a conta do reparo ao condomínio. Uma situação comum, entre outras que desgastam o dia a dia.

Normalmente ocorrem debaixo das lajes do pavimento térreo, que é — ou deveria ser! –  impermeabilizado.

“Essa ocorrência indica falha e necessidade de reparos no sistema de impermeabilização do térreo. Além de uma provável recuperação das peças estruturais do subsolo, que podem ter sido atacadas pela umidade”, avalia o engenheiro Zeferino Velloso.

Uma coisa é certa: goteiras e infiltrações na garagem são oriundas principalmente de falta de manutenção adequada. Ou seja, podem ser evitadas. E, caso já estejam atormentando, tem solução.

Principais causas de goteiras na garagem 

causa goteira

Esse pequeno grande problema não necessariamente tem a ver com a idade do  empreendimento.

“Eu atuo em condomínios antigos, que possuem subsolos intactos, com boa manutenção e conservação; assim como novos, que acabaram de ser entregues pela construtora, onde eu tenho problemas de gotejamento em algumas partes da laje”, conta Marcelo Ardito, síndico profissional.

Tanto goteiras quanto infiltrações ocorrem por diferentes causas. Veja os pontos de atenção:

  • Canos: Normalmente, no 1º subsolo, temos a passagem de tubulação de águas pluviais, esgoto, hidrante e água potável, que normalmente ficam sobre as vagas de garagem.
  • Ralos e drenagem do jardim: os ralos situados no térreo do prédio podem causar problemas na garagem, causando vazamentos ou ‘pingos’. O mesmo acontece com a drenagem do jardim. Quando entope, entra raiz de plantas ou fica sem a proteção dos ralos e acaba entupindo. Nesse caso, a água de chuva não escoa; pode ir acima da manta de impermeabilização e cair na garagem.
  • Impermeabilização do térreo: segundo Nilton Savieto, síndico profissional, é o problema mais sério enfrentado nas garagens. Isso porque o ponto de infiltração pode estar em um local e os ‘pingos’ em outro lugar, como jardineiras e locais confinados.
  • Lavagem de garagens: normalmente, os subsolos não são impermeabilizados; e quando são lavados, a água se infiltra na laje sem proteção de manta impermeabilizada. “Isso pode causar dano nas ferragens da laje e ‘pingar’ nos carros do segundo ou terceiro subsolo”, observa Savieto.
  • Lençol freático: pode causar infiltração nas paredes, e às vezes, no piso do último subsolo (de baixo para cima).

“Quanto mais prédios (com subsolos) vão sendo construídos numa região, maior é o ataque do lençol freático aos que já estavam construídos”, avisa Velloso.

Conheça as soluções para estancar as gotas

Solução 1: Canos

Trocar tubulação, cotovelo, união etc. “Nesse caso, nunca fazer uma manutenção paliativa. Uma vez que haja vazamento e ele não é consertado, o problema vai aumentar”, alerta Savieto.

Solução 2: Ralos e drenagem de jardim

Para a correção dos ralos, é necessário limpeza com empresa especializada ou equipe de manutenção do prédio.

No caso de drenos do jardim, é um pouco mais trabalhoso, mas recomenda-se que, na altura dos drenos, se faça a retirada da terra, identifique o problema e corrija; além de desentupir, se necessário, e deixar livre para evitar problemas no futuro.

Dica: Tomar e o máximo de cuidado com o tipo de planta que será colocado no jardimevitando plantas com raízes fortes, que se ramifiquem muito.

Solução 3: Impermeabilização do térreo

Ao menor sinal de vazamento chamar uma empresa especializada para fazer a avaliação, pode ser corrigido de várias formas — retirada da manta de impermeabilização, injeção ou outro tipo de correção.

Por ser uma solução mais complexa e cara, será necessário levar para aprovação em assembleia.

Dica: A famosa colocação de “calhas” para conter goteiras é um “veneno” para o concreto e deve ser evitada.

Solução 4: Lavagem de garagens 

NUNCA utilizar mangueira para fazer a lavagem, principalmente se for no 1º subsolo. Nesse caso, faça a limpeza com um mínimo de água e imediatamente enxugue. Ou utilize  equipamento específico que lava. Isso evitará que a água se acumule e penetre no piso.

Solução 5: Lençol freático

Nesse caso, recomenda-se a criação de um sistema de drenagem. As águas infiltradas devem ser recalcadas (bombeadas) para a sarjeta.

A importância da manutenção preventiva

manutenção

Em primeiríssimo lugar, não deixe de modo algum que os pingos evoluam para um fio de água. Fatalmente vai causar danos nos carros e custos para fazer o reparo. Isso pode ficar mais caro do que o conserto do problema.

revisão periódica do térreo é parte da lição de casa. Sem o acompanhamento de profissional especializado, nunca permitir que façam furos, instalem aparelhos mais comuns como brinquedos do playground, postes de iluminação, instalação de cabeamento de TV a cabo, telefonia, CFTV ou similares.

“Periodicamente, é necessário fazer a inspeção visual da garagem para verificar se há pequenos vazamentos que iniciam com ‘pingos’ nos carros. Ou, quando não há carro na vaga, constatar se o piso está úmido”, recomenda Savieto.

Da mesma forma, também devem ser feitos periodicamente testes de vazão e revisão de ralos.

Dica: Atenção aos períodos chuvosos ou na rega periódica para visualmente verificar se não acumula água e deixa a terra encharcada.

Quando é preciso contratar profissional especializado

Às vezes o próprio corpo diretivo e o síndico, na qualidade de administrador, detecta o problema com o manutencista e, se for algo mais simples, o problema pode ser resolvido internamente.

“Quando a questão é mais complicada, o melhor a fazer é contratar um profissional habilitado, que pode ser um engenheiro hidráulico ou civil, para ver o que está acontecendo. É importante ser um profissional acostumado a lidar com esse tipo de problema. Às vezes, é mais difícil detectar do que resolver”, orienta Ardito.

Numa obra de médio a grande porte, é importante planejar o tempo, o orçamento e a conscientização dos condôminos sobre a importância de se resolver a situação.

É recomendado envolver a construtora, pedido de acompanhamento por um engenheiro profissional e habilitado –  de preferência que participou da idealização construção do empreendimento.

Claro, nos prédios mais antigos isso não é possível. Mas um engenheiro ali presente vai saber direcionar.

“De qualquer forma, é sempre bom escutar o parecer de, no mínimo, duas empresas”, acrescenta Paulo Ribeiro, síndico profissional.

O condômino tem direito a ressarcimento em caso de goteiras na garagem?  

Imagine que o carro estacionado na vaga sob a goteira é o seu. Obviamente você vai querer receber do condomínio o valor gasto no reparo necessário. E estará coberto de razão.

“Quando o vazamento foi originado de uma área comum – e o síndico foi eleito para gerir o condomínio e responder pela manutenção das áreas comuns — sim, o condômino pode e deve cobrar a responsabilidade do condomínio”, afirma Ribeiro

Dica: Mancha no carro causada por goteira pode ser ter uma solução mais simples e caseira. Antes de partir para a oficina ou o posto de serviços, sugira que o morador experimente a técnica do limão, que consiste na aplicação do sumo sobre o local da mancha. Veja dois vídeos que explicam como fazer:

Sem sombra de dúvidas, deu para sentir que a manutenção preventiva ainda é o melhor remédio para evitar a dor de cabeça.

Fontes consultadas: Nilton Savieto (síndico profissional); Zeferino Velloso (engenheiro, diretor da VIP – Vistorias Inspeções Prediais Engenharia Ltda); Marcelo Ardito (síndico profissional) e Paulo Ribeiro (síndico profissional e diretor da Seleto Síndicos Profissionais).

via: https://www.sindiconet.com.br

Conheça o Habite-se, um dos documentos mais importantes para empreendimentos imobiliários

Documento marca o fim da obra do empreendimento e é importante porque envolve uma série de questões relacionadas a ele

Na hora de comprar um imóvel, uma pergunta é comum em meio ao processo de negociação: o empreendimento tem o Habite-se? Pode soar apenas como uma mera formalidade, mas não é e essa documentação se torna bastante importante para quem vai adquirir um apartamento.

Este é o documento expedido pela prefeitura da cidade onde o condomínio está localizado após as fiscalizações necessárias e atesta a conclusão da obra. Ou seja, ele serve como uma garantia de que a construção seguiu o projeto pré-estabelecido e também é importante porque tem uma série de questões relacionadas a ele, inclusive quando se trata do financiamento imobiliário. Saiba o que é o Habite-se e para que ele serve.

Durante a construção, o empreendimento está registrado no cartório de registros como uma obra e, a partir da liberação do Habite-se e o registro dele no cartório, fica definido que este cenário está encerrado e que agora o edifício se tornou residencial e que os apartamentos podem ser ocupados. Para garantir o documento, é preciso que seja feita uma série de avaliações.

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O Habite-se é emitido pela prefeitura a partir de uma série de fiscalizações (Foto: Shutterstock)

“Existem regras e uma delas é que a prefeitura precisa fazer uma fiscalização para analisar se o projeto foi executado de acordo com o que estava previsto. Se o construtor fez diferente, tem que aprovar novamente porque, ao construir do zero, erros podem acontecer. Mas hoje em dia, com a qualidade que existe na parte topográfica, é difícil de sair algo errado”, explica Thiago Melo, vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE).

Além disso, é necessária também uma fiscalização dos Bombeiros e que as ligações de energia e água estejam feitas para a emissão do Habite-se. E para o registro no cartório, também há outras exigências.

“É preciso apresentar a certidão de quitação do INSS para provar que não houve funcionários que trabalharam sem carteira assinada. Pelo tamanho da obra e quanto tempo ela demorou, faz o balanço de quanto deveria ser recebido e faz um cruzamento com o que foi pago. O Habite-se sai se a obra foi executada com trabalho regularizado”, ressalta.

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O Habite-se é fundamental para quem quer fazer um financiamento imobiliário (Foto: Shutterstock)

O Habite-se também é fundamental para o consumidor que deseja comprar um imóvel no empreendimento. Principalmente para os que vão fazer um financiamento imobiliário.

“Efetivamente, o bem só é considerado construído a partir do Habite-se e é a partir dele também que os bancos financiam. Eles só pagam o saldo para o cliente com o documento, é uma exigência para pagar para a construtora. Os bancos consideram que enquanto ainda está em obra ou não tem o Habite-se, há o risco de a construção não terminar. Mas quando tem a documentação, a carta de crédito pode ser liberada, o pagamento é feito à construtora e a dívida passa a ser entre o cliente e o banco”, detalha.

Outro ponto que Thiago Melo ressalta para que os clientes tenham atenção diz respeito ao IPTU. “Enquanto está em obra, é o IPTU do terreno e que deve ser pago pela construtora. Mas a partir do Habite-se, o imposto passa a ser cobrado das unidades. É um marco importante de fim da obra”, conclui.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/habite-se/

Veja como melhorar a gestão financeira do condomínio

Melhorar a gestão financeira do condomínio requer conhecimentos técnicos, práticas diárias e muita vontade. Veja algumas dicas.

 

 

Veja como melhorar a gestão financeira do condomínio

A gestão de um condomínio se assemelha a de uma empresa. Em ambas existem funcionários, contas a pagar e a receber, movimentação de caixa e o principal: saber gerir corretamente tudo isso.

Assim como na gestão empresarial, a gestão financeira do condomínio requer boas práticas por parte do administrador. Trabalhar diariamente para medir resultados, mensurar problemas, evitar falhas e corrigir os erros são estratégias fundamentais para o síndico que quer ter um bom resultado.

Tudo isso com apenas um único objetivo: garantir o conforto, a segurança e o bem-estar de todos os moradores.

Porém, isso tem um custo que precisa ser bem administrado. Apostar na transparência e na organização são estratégias que irão facilitar o seu mandato.

Pensando nisso, separamos algumas dicas de gestão financeira.

1- Verifique os registros da gestão anterior

Se você acaba de assumir um novo mandato e não fazia parte do conselho fiscal, ou não tinha nenhuma atribuição com a chapa anterior, o primeiro passo é analisar os registros passados. Fazer uma inspeção cuidadosa em pagamentos, movimentações financeiras e balancetes auxiliam muito nesse início de mandato.

– Fique atento para a existência de pagamentos pendentes;

– Observe os valores e veja se estão corretos;

– Verifique se estão registrados;

– E principalmente se o valor depositado em conta corresponde ao balancete apresentado.

Certifique-se de que está tudo resolvido, que não existe nenhuma pendência deixada para trás passível de ser cobrada na atual gestão.

2- Seja transparente

Deixe claro para o conselho fiscal e para os moradores todos os processos relativos à compra, pagamento e recebimento do condomínio. Mantenha um registro completo de tudo que entrou e saiu mensalmente do caixa.

A transparência nas decisões e nas apresentações dos relatórios financeiros garante uma gestão saudável ao longo do seu mandato.

3- Use a tecnologia a seu favor

Atualmente existem softwares especializados em organizar o processo financeiro do condomínio. É válido que você leve em consideração a adoção desses programas, uma vez que a gestão está cada vez mais integrada.

Criação e acompanhamento do fluxo de caixa, visualização de balancetes, criação e projeção financeira ajudam a embasar tomadas de decisões.

4- Mantenha um fundo de reserva

Mesmo com um bom planejamento, imprevistos acontecem. Por isso, é recomendado manter um fundo de reserva para situações emergenciais.

Assim como em outros processos dentro do condomínio, é necessário  que ocorra uma consulta prévia antes do fundo ser utilizado. Prestar contas sobre a utilização dessa reserva é obrigatório.

Não se esqueça de criar uma conta bancária separada das demais para esse tipo de poupança. Tudo isso ajuda na transparência da sua gestão.

Veja mais: Fundo de reserva pode ser importante em situações emergenciais.

5- Fique de olho nos inadimplentes 

Desenvolver uma planilha com o histórico de pagamento de todos os condôminos ajuda a visualizar a real situação financeira do condomínio. Como o condomínio, nesse sentido, difere muito de uma empresa, por não possuir outra forma de arrecadação que não seja o pagamento da taxa condominial, saber quem são os inadimplentes se torna muito relevante.

A identificação dos devedores crônicos possibilita que a sua gestão trabalhe com a arrecadação real do condomínio.

Porém, isso não quer dizer que você irá esquecer os inadimplentes durante o seu mandato. Investir no diálogo é uma saída, muitas vezes infrutífera.

Nesses casos, uma alternativa possível para dar um folego extra ao caixa do condomínio é a contratação de uma garantidora de cobrança.

Veja mais: empresas garantidoras: Alternativa contra a inadimplência?

6- Faça uma boa gestão de gastos

Avaliar e reavaliar quando e a melhor maneira de gastar o dinheiro do condomínio, sempre que necessário, é outro passo quando o assunto é a gestão financeira do condomínio.

Se questione sempre sobre os gastos atuais do condomínio e se eles estão valendo a pena.

Antes de incluir um novo custo, avalie se ele é realmente necessário. É possível encontrar outra opção financeira mais em conta com as mesmas garantias de serviço?

7- Faça reuniões periódicas

Criar uma rotina de prestação de contas é fundamental. Parta do princípio que o conselho fiscal é um aliado da sua gestão. Apresente relatórios financeiros, peça ajuda na hora de tomar decisões e avalie. É sempre bom pensar em conjunto.

Não se esqueça de redigir uma ATA do encontro, documento no qual deverão estar registradas todas as discussões e decisões realizadas no dia.

8- Reduza ao máximo os desperdícios

Se não é possível eliminar despesas, os desperdícios certamente são. Água, luz e conservação são algumas das despesas passíveis de redução se o síndico investir na conscientização do condômino por meio de campanhas.

Investir na eficiência energética, como a troca de lâmpadas, ou acendimento automático por meio de sensores garante uma redução significativa nos gastos de energia elétrica.

É possível, também, investir em sistemas de captação da água da chuva para ser usada na limpeza de áreas comuns. Investimentos que no início oneram o condomínio, mas que em um futuro próximo se mostram benéficos.

Por fim, vale ressaltar que uma boa gestão financeira no condomínio passa pela elaboração de uma previsão orçamentária e o seu acompanhamento diário. Não deixe que as planilhas falem pela sua gestão. Mas não se esqueça delas.

O trabalho em conjunto, aliando tecnologia e prática é que irá tornar o seu mandato melhor.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Dicas de como coibir condutas de moradores antissociais

Além das advertências e multas até chegar à última medida: a expulsão desse tipo de morador

A prática da boa convivência é uma tarefa complicada para as pessoas. E no dia a dia de um condomínio, isso fica ainda mais evidente, já que o tema é campeão de reclamação.

O cachorro do vizinho que não para de latir, o morador que sempre invade sua vaga na garagem, o excesso de barulho no apartamento de cima, enfim, tudo se torna delicado e evidencia que a harmonia do condomíniodepende – e muito – da cooperação dos condôminos.

Existem moradores que ultrapassam, reiteradamente, a linha do bom senso e transformam a vida dos vizinhos num transtorno à parte. Eles são caracterizados como condôminos antissociais.

Este é o assunto abordado pela advogada Gabriela Macêdo neste vídeo. Ela dá dicas de como coibir condutas antissociais além das habituais advertências e multas até chegar à última medida: a expulsão desse tipo de condômino.

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Cozinha gourmet – dicas de decoração

Saiba planejar esse ambiente, onde o preparo dos alimentos e a integração com amigos e familiares ganham destaque

Receber convidados em casa para refeições mais elaboradas tem se tornado um hábito recorrente entre os brasileiros, que estão preferindo investir no conforto do lar a sair para programações externas. “Fatores como a falta de segurança da cidade e o controle cada vez mais rígido do consumo de álcool estão levando as pessoas a terem um estilo de vida mais caseiro, que permita aproveitar melhor os momentos sociais em família e entre amigos”, explica Colman Knijnik, chef de cozinha e especialista em consultoria gastronômica.

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Cozinha deixou de ser apenas um espaço para o preparo das refeições e virou área de convivência (Foto: Shutterstock)

Recomendar as melhores soluções para a composição ideal de uma cozinha gourmet é um dos ofícios do chef Colman, apaixonado por gastronomia e pela recepção de convidados. “A cozinha gourmet é caracterizada por um amplo e bem-equipado espaço para preparar os alimentos, onde tudo está ao alcance das mãos do cozinheiro, de forma prática”, explica.

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Na cozinha gourmet até os utensílios viram objetos de decoração (Foto: Shutterstock)

A grande vantagem do espaço, segundo ele, é a possibilidade de máxima interação entre anfitrião e convidados. “Enquanto o cozinheiro prepara a refeição, os amigos podem observar, aprender e trocar ideias. O gourmet adora isso”, explica.

cozinha gourmet retro
Cozinha gourmet, da arquiteta Patrícia Chambela, tem estilo retrô (Foto: Divulgação)

Com o objetivo de valorizar ainda mais o trabalho de quem comanda a cozinha, a proposta é planejar um espaço que dê maior destaque ao preparo dos alimentos. “A cozinha gourmet pode ser projetada como uma ilha no centro da cozinha, integrada à mesa de jantar, para que o cozinheiro seja o centro das atenções”, salienta o arquiteto Luiz Sentinger.

cozinha gourmet com mesa
Cozinha gourmet favorece o contato entre o cozinheiro, a família e os amigos (Foto: Shutterstock)

Para compor um ambiente funcional, Colman recomenda uma cozinha equipada com aparelhos elétricos de qualidade centralizados (entre eles: forno, fogão, coifa, cooktop, micro-ondas, freezer e até mesmo uma boa adega) acompanhados de bons móveis ao alcance das mãos e dos olhos.

“Uma cozinha gourmet eficiente conta com armários envidraçados para uma melhor visualização do que se tem, além de um generoso paneleiro térreo para os itens mais pesados – panelas de ferro – e um suporte externo para panelas mais leves, ambos próximos ao fogão”, garante. O mesmo vale para a coleção de facas: “Uma ótima opção para sustentar as facas são os suportes com ímã”, opina. De acordo com o especialista, também devem ser suspensos os acessórios mais utilizados, como espátulas e colheres.

Para o preparo dos alimentos, ambos indicam bancadas revestidas em materiais como silestone e vidro, que substituem o granito e facilitam a limpeza, disponíveis em cores variadas. “É imprescindível que a bancada da pia conte com duas cubas em inox, uma para a lavagem dos alimentos e outra para os utensílios”, ensina Colman. Outra dica valiosa é a preferência por torneiras temporizadas, sensíveis ao toque e que encerram a saída de água automaticamente.

cozinha gourmet rosa
Bancada de silestone pode até ganhar uma cor na cozinha gourmet (Foto: Pinterest)

De acordo com a Andreia Galvan, arquiteta e consultora de tendências na área, além da integração de ambientes, a cozinha gourmet pode ficar ainda mais completa com a instalação de uma churrasqueira e de um forno especial para pizza. “As opções de mobiliário existentes hoje possuem linhas mais retas, com o uso de gavetões, basculantes, sistemas elétricos e portas com larguras maiores, associados à ilha central”, explica. Para ela, o investimento em painéis e vistas de acabamento também é bem-vindo. “Esses detalhes trazem mais charme ao ambiente”, garante. Entre os materiais mais recomendados para os móveis estão o inox, o vidro e a madeira. São nobres e combinam entre si”, recomenda.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Tem varanda? Veja como escolher os melhores materiais para o seu piso

A escolha do piso para a área externa deve ser feita com cuidado, por uma série de motivos. Confira nossas dicas a seguir para não errar!

Pode parecer uma tarefa fácil, mas a escolha do piso ideal para área externa não é tão simples.

Aliás, a escolha do piso para qualquer cômodo deve ser pensada de uma forma prática, afinal estamos falando de uma das primeiras escolhas da decoração de um espaço e nesse momento, devemos levar em conta a utilização dada para o ambiente.

Então se você está procurando informações sobre tipos de piso externo e outras dicas para escolher o piso da sua varanda, acompanhe os conselhos a seguir:

Antes da escolha:

Antes de iniciar qualquer escolha por um modelo ideal, é importante considerar alguns pontos da sua varanda, são eles:

– Circulação do local: Existem as novas varandas gourmet, as vezes acopladas a outros ambientes da casa. Isso faz com que a área seja usada para receber amigos, fazer aquele churrasco no final de semana, entre outras atividades.

Com isso, algumas varadas chegam a abrigar churrasqueira, sofá, minicozinha e até jardim, logo é preciso levar esse conjunto de dados em conta na hora de escolher o piso e selecionar um pavimento resistente, que possa receber o alto fluxo de pessoas e ainda possa aguentar o peso desses móveis sem prejudicar o material.

– Exposição a fatores naturais: Dependendo do tipo de material do piso escolhido, a incidência do sol e da luz natural pode causar machas, além disso, se a área fica exposta a chuva, o piso deve ser preparado para isso, ou você terá que fazer a manutenção e até a troca muito mais cedo do que o desejado.

Essa questão é muito importante e deve ser bem avaliada principalmente para quem tem uma varanda descoberta. A varanda sem cobertura deixa tudo muito mais exposto.

– Umidade local: É comum manter jardins em varandas e com isso a umidade do local tende a ser mais alta, o piso correto para quem tem uma varanda desse tipo são os mais resistentes a água.

– Família com ou sem crianças: Além da questão da segurança do local, com o uso de redes de proteção e etc. Para quem possui crianças em casa, a escolha do piso deve levar em conta as brincadeiras e possíveis quedas que possam acontecer.

– Presença de animais domésticos: Animais domésticos costumam ter brinquedos e fazer sujeira, a opção deve ser por um piso de fácil limpeza.

– Uso da varanda: Pode ser que sua família não tenha o hábito de receber muitos amigos e a varanda seja utilizada apenas para aquele descanso pós almoço, um local para ler um livro ou para ver o movimento da rua. Independente do uso, as atividades realizadas no local devem ser levadas em consideração para a escolha do piso.

Esses são apenas pontos básicos de atenção que devem ser levados em consideração, obviamente após essas definições é preciso verificar questões de durabilidade do piso, escolha do estilo, entre outras coisas.

Agora que você já sabe os pontos mais importantes para refletir na hora de escolher seu piso, vamos saber um pouco mais sobre os revestimentos para área externa existentes no mercado Acompanhe!

Tipo de piso para área externa:

– Piso cerâmico: As opções mais comuns para assentar em varandas ou uma área de lazer com churrasqueira. Esse tipo de piso é resistente, possui alta durabilidade, não pede muita manutenção e é extremamente fácil de limpar.

Existem opções com textura e granilha, os chamados antiderrapantes, ideais para quem tem criança e quer evitar quedas durante as brincadeiras e até na hora da limpeza. A cerâmica possui alta variedade no mercado e acaba sendo a opção mais comum para varandas.

Os pisos em cerâmica são classificados de acordo com o PEI de cada peça. Antes de efetuar a compra, verifique qual o PEI da cerâmica, quanto maior ele for maior será a resistência e a durabilidade do mesmo.

Em áreas externas é comum o uso de cerâmicas com PEI 4 ou 5.

– Porcelanato: Apesar de muito utilizado para salas e outros cômodos internos, o porcelanato pode ser aplicado em ambientes externos, assim como a cerâmica. O ideal é o uso de porcelanato acetinado.

Esse tipo de porcelanato possui um acabamento fosco e por esse motivo se torna ideal para ambientes mais rústicos. O porcelanato também é muito utilizado devido à alta durabilidade que oferece.

– Ardósia: A ardósia é o revestimento perfeito para quem tem área descoberta, exposta a chuva, ou que possui umidade no local, já que ela é resistente à água.

Porém, a ardósia exige um cuidado especifico na hora de efetuar a limpeza, pois pode ficar manchada facilmente. Não é recomendada para quem tem animais domésticos que utilizem o espaço para brincar ou fazer suas necessidades.

Além desses três tipos de revestimento, os mais usados em varandas, é possível também utilizar pedra ou madeira. Para entender mais sobre as diferenças entre cada tipo de revestimentos leia nosso artigo sobre o assunto clicando aqui.

E continue acompanhando nossos artigos com mais dicas de decoração para ambientes internos e externos, em qualquer fase da sua construção ou reforma.

 Fonte: http://www.imovelweb.com.br

O síndico pode invadir a unidade sem autorização do morador?

Saiba em quais situações a entrada é permitida

 

Saiba em quais situações a entrada é permitida

 

 

Entrar em uma unidade condominial sem autorização pode ser um grande problema. Afinal, entrar na casa de alguém sem ser autorizado pode resultar em muitos problemas e até em processos como invasão de domicílio.

Porém, vivendo em condomínio, há coisas que podem acontecer de repente – e que peçam a entrada urgente de terceiros na unidade.

Nesse vídeo da série “Especialistas”, o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich explica quando é possível entrar na unidade condominial sem a autorização do morador.

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

3 dicas para fazer mudança sem dor de cabeça

3 dicas para fazer mudança sem dor de cabeça

Está se organizando para fazer mudança? No início, a sensação que temos é a de que será impossível conseguir encaixotar tudo dentro do prazo que estipulamos para estar na casa nova, não é mesmo? Mas saiba que o planejamento é o segredo para que tudo corra bem nessa nova fase da sua vida.

Quer uma ajuda para fazer com que esse momento seja mais tranquilo? Então, continue a leitura! Listamos 3 dicas valiosas para que você consiga arrumar tudo o que tem em casa a tempo de se mudar com organização e sem estresse. Respire fundo, confira o artigo e comece agora mesmo o seu planejamento!

1. Faça uma checklist e organize a mudança

Essa é uma fase em que temos tantas coisas para fazer que o melhor é anotar tudo para que nada fique para trás. Uma boa checklist, que pode ser feita no papel, no computador ou em um aplicativo do seu smartphone, ajudará você nesse planejamento. Comece seguindo essas sugestões:

  • solicite orçamentos para o frete;
  • marque a data da mudança e avise o síndico, tanto do local de onde vai sair quanto do novo imóvel, se for em condomínio;
  • reúna caixas de papelão de diferentes tamanhos, que podem ser recolhidas em supermercados ou compradas em lojas de itens para casa;
  • compre rolos de plástico-bolha e junte jornais para envolver os itens mais frágeis da sua mudança;
  • tenha caneta de ponta grossa para fazer a identificação das caixas e compre fita adesiva larga para fechá-las;
  • comunique seu novo endereço para correspondência para instituições bancárias e outras;
  • agende o desligamento da energia e de outras contas de serviço, como internet, TV a cabo etc.

Feito isso, é hora de separar o que você pretende levar das coisas que decidiu doar ou descartar. Assim, terá menos trabalho na hora de encaixotar e, depois, arrumar tudo na casa nova.

2. Comece a encaixotar tudo

Agora que você já está com tudo planejado, é o momento de começar a encaixotar as coisas. Para ajudar na organização, você pode separar as coisas de uma forma que facilite a arrumação ao entrar na casa nova e deixá-la com a sua cara. Vale dividir as caixas por ambientes, por tipos de itens a serem guardados, entre outras ideias.

Não se esqueça de anotar o que tem dentro das caixas e em que cômodo elas devem ser deixadas pelos entregadores. Use o plástico-bolha para proteger todo o material frágil, como louça, copos e objetos de decoração que correm o risco de quebrar. Também é bom fazer isso com quadros e espelhos. As roupas também merecem um cuidado especial na hora de embalar.

Você também pode separar tudo por prioridade, dividindo as caixas entre aquelas que precisam ser abertas logo nos primeiros dias e as que podem ser deixadas para outro momento. Depois que esvaziar os móveis e encaixotar tudo, você já poderá chamar o profissional que vai desmontá-los para a mudança. Não se esqueça de pedir para ele que deixe a mobília bem protegida.

3. Separe itens para uma emergência

Dificilmente as pessoas conseguem fazer a arrumação da casa nova em apenas um dia. Por isso, é importante que você deixe separado uma mala com as coisas de que pode precisar enquanto ainda não colocou tudo no lugar. Você pode fazer como se fosse para uma viagem de uma semana.

Coloque roupas suficientes para o trabalho, carregador de celular, itens de higiene pessoal, pijamas, entre outros. Também pode ser interessante fazer uma nécessaire com uma minifarmácia, com remédios que podem ser úteis nesses primeiros dias.

Fazer mudança pode ser um processo mais fácil e, até mesmo, divertido, se você seguir algumas dessas dicas e deixar o estresse de lado. Afinal, você está prestes a mudar de vida e entrar no seu lar ideal!

Fonte: https://www.imovelweb.com.br/

Plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios: confira quais são

Sempre falamos aqui as vantagens de usar plantas na decoração dos ambientes. Além de estar totalmente alinhada aos conceitos de sustentabilidade, investir na decoração verde pode trazer inúmeros benefícios para sua saúde e para o meio ambiente. Confira algumas plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios.

Cada condomínio possui suas características e espaços próprios, por isso listamos possíveis ambientes comuns para tentarmos abranger o maior número de condomínios possível. Vale lembrar que escolher a planta ideal para cada ambiente vai depender da condição de luz que o local recebe, ou seja, se há incidência de sol ou predominância de sombra. Mais uma vez, conversamos com Carol Costa, responsável pelo site Minhas Plantas, que nos ajudou a entender quais as plantas ideias para cada área do condomínio.

Hall de entrada:

Decorar o hall de entrada com plantas dará uma boa valorizada no ambiente e causará ótima primeira impressão aos visitantes!

Sugestões:

Árvore da felicidade

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Aprecia a luz solar, mas o sol a pino não é aconselhável, pois queima as folhas;

– É uma planta imponente, com crescimento lento, cerca de 3cm por ano;

– Exige pouca manutenção;

– Precisa de umidade do ar. Em lugares mais secos, será preciso molhar mais a planta.

Palmeira Areca

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Bastante flexível, pois consegue se adaptar tanto no sol quanto na sombra;

– Ambiente ideal: meia sombra, ou seja, quando o sol bate na planta por 4h;

– Ocupa espaço, pois cresce bastante;

– Ideal para halls de entrada grandes, com bastante espaço.

Muro:

Os muros dos condomínios também podem ser decorados! Que tal criar uma cerca viva no prédio em que você mora?

Sugestão:

Clúsia Fluminensis

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Consegue se adaptar tanto no sol quanto à meia sombra;

– Pode ter a função de isolar uma área, funcionando como uma cerca viva;

– Cresce bastante e fica muito cheia;

– Aceita poda.

As plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios alegram os espaços!

Ixora

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Faz muito bem a função de bordadura de muro;

– Suas flores dão um charme especial ao local;

– Atrai borboletas e beija-flores;

– Ambiente ideal: aquele que recebe bastante sol;

– Não precisa de tanta água.

Piscina:

As plantas não devem ficar muito perto da piscina, principalmente aquelas com raízes grandes, pois elas podem crescer demais e atingir a piscina.

Escolha plantas com folhas grandes ou que demoram a cair. As folhas grandes, ao caírem na piscina, serão facilmente retiradas.

Sugestões:

Palmeira Cica (Cycas Revoluta)

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Palmeiras adoram áreas mais úmidas;

– Apreciam tanto lugares com sol forte quanto com sombra;

– Apresentam diferentes portes;

– Preenchem áreas grandes com pouca planta.

Norantea Brasiliensis

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Possui cachos com flores vermelhas bem bonitas;

– As folhas costumam cair pouco;

– Precisam de pouquíssima água.

Área de lazer:

Lugares onde circulam crianças e animais precisam de plantas sem espinhos para que não machuquem pessoas e bichos.

Sugestão:

Xanthorrhoea

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Aprecia a luz solar;

– Não possui espinhos;

– Não precisa de muita água.

Obs.: Ao jogar vôlei ou brincar de bola, cuidado para não atingir as plantas!

Jardim:

Ainda que seu condomínio tenha pouco espaço, vale a pena investir em um pequeno jardim. E mais: pense na possibilidade de fazer uma horta coletiva!

Sugestões:

Lírio da paz

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Adora sombra e meia sombra.

– Não gosta de muito sol. Suporta, no máximo, 4 horas de luz solar.

– Adora cidades úmidas, como o Rio de Janeiro.

Jabuticabeira

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Não gosta de poda.

– Precisa de espaço pra crescer.

– Aprecia sol pleno;

– Precisa de bastante água;

– Além de garantir um belo visual, proporcionará frutas fresquinhas e deliciosas para os moradores!

Obs.: As jabuticabeiras demoram em média 10 anos para dar frutos. Hoje em dia existem lugares que vendem o arbusto adulto pronto para frutificar!

Garagem fechada:

Ambientes com pouquíssima entrada de luz não oferecem condições adequadas para o crescimento das plantas, pois elas precisam de luz para fazer fotossíntese.

Sugestão:

A melhor opção é investir nas plantas artificiais! Hoje em dia, muitas delas são parecidíssimas com as naturais e ainda têm a vantagem de não darem trabalho.

Fonte: CondomíniosVerdes

Afinal de contas, vale a pena reformar o imóvel antes de colocá-lo à venda?

Avaliar o que precisa ser remodelado pode garantir mais agilidade no processo de venda do imóvel

Na hora de comprar um imóvel, o cliente sempre está em busca do lugar dos sonhos: bonito, com reforma em dia e sem defeitos. Afinal de contas, trata-se de um investimento alto, a longo prazo e que, muitas vezes, pode ser um bem que vai servir para o resto da vida. Portanto, nem só a localização e tamanho são importantes para a escolha.

O estado de conservação também pode ser fator decisivo: a primeira impressão é sempre muito importante e também pelo fato de que ninguém vai querer gastar muito mais ou esperar mais tempo antes de se mudar para “ajeitar” o imóvel. Portanto, na hora de vender um imóvel, vale a pena considerar se é melhor reformar antes de anunciar, o que consertar e quanto gastar.

O primeiro ponto a se pensar é que um imóvel em um bom estado vai acelerar a venda dele, afinal de contas, o cliente vai querer comprar um lugar que esteja, além de bonito, sem problemas estruturais.

reforma

Reformar o imóvel pode tanto valorizá-lo quanto aumentar as chances de venda (Foto: Shutterstock)

“Existem muitas pessoas que preferem fazer a obra para começar a vender com a reforma já feita. E isso, com certeza, vai atrair mais pessoas interessadas na compra porque vai poder entrar direto no imóvel sem precisar mexer em nada. Um imóvel em perfeito estado, sem precisar mexer em nada, com certeza vai atrair mais pessoas”, afirma Manoel da Silveira Maia, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).

Inclusive, a agilidade no processo pode gerar menos desgaste e também mais economia. “Quanto mais demorar a vender, maior será a chance de perder dinheiro. O apartamento, quando não está com bom estado de conservação, pode ficar meses sem ser vendido. Daí o proprietário acaba entendendo que não vai conseguir e termina fazendo a obra. Depois, naturalmente vai passar mais alguns meses para vender”, diz.

Outro ponto que deve ser levado em consideração é que fazer a reforma pode aumentar o poder de venda do imóvel e, consequentemente, o seu valor. “Além disso, quando o apartamento ou a casa está muito desgastada, o comprador acaba jogando o preço para baixo porque ele não sabe quanto vai precisar investir em uma reforma. Se ele acha que vai precisar de R$ 50 mil para ajeitar tudo, ele vai colocar que terá que gastar mais R$ 80 mil, por exemplo”, acrescenta.

reforma

Não é necessário um grande investimento em reforma para ter sucesso na venda (Foto: Shutterstock)

Porém, não é preciso fazer um grande investimento na reforma do imóvel. É preciso ficar atento ao que realmente precisa ser feito de obra. “O proprietário precisa verificar onde ele vai gastar mais. Em uma reforma, pode ser um custo alto ou baixo, dependendo do que ele queira fazer”, afirma Manoel da Silveira Maia.

Alguns pontos realmente precisam de maior atenção, mas, muitas vezes, alguns reparos são suficientes. Pintar as paredes do imóvel é uma medidaimportante, já que deixa com um aspecto melhor. Se for uma casa, ter atenção ainda para as paredes externas. Banheiros e cozinha são áreas valorizadas e devem receber um cuidado especial, principalmente com cerâmicas e vaso sanitário.

Além disso, fique atento à parte estrutural, afinal de contas, o antigo proprietário pode acabar pagando a conta no futuro se algum problema antigo aparecer.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/reforma-imovel/

Instalações de gás no condomínio: cuidados essenciais

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Quem nunca ouviu uma notícia sobre a explosão de gás em algum prédio? Esse tipo de acidente, além dos danos que causa à unidade onde ocorre, pode abalar as estruturas do prédio. As instalações de gás no condomínio devem ser feitas de maneira cuidadosa, seguindo todas as normas para instalação da tubulação de gás. Gás no condomínio é assunto muito sério!

São dois os sistemas geralmente utilizados para a instalação de gás no condomínio: o gás natural e oGLP (gás liquefeito de petróleo).

Para a instalação de gás natural, não há necessidade de botijões ou cilindros de armazenamento. O fornecimento se dá de forma continuada. Um abrigo para medidores e regulador deve ser preparado para a instalação.

Já para instalar o uso do GLP são necessários cilindros de gás e o abastecimento periódico é executado pela concessionária de gás.

Cuidados na instalação de gás no condomínio

  1. Seja qual for o sistema adotado, o gás é levado até as unidades por meio de encanamento. Este pode ser embutido na parede ou ficar aparente. Existe também a possibilidade de colocação de medidores individuais.
  2. A distância entre o abrigo do medidor e o ponto de consumo é que vai determinar o caminho que a tubulação deve percorrer.
  3. Por tornar a manutenção mais simples, a tubulação aparente se torna a melhor opção. Por estar fora do prédio, apresenta risco menor aos moradores em caso de vazamento.
  4. Ambos os sistemas são seguros, mas suas instalações devem seguir as normas da ABNT, para minimizar os riscos de vazamento.
  5. Antes de escolher o sistema de fornecimento a ser instalado, é necessária a avaliação de um profissional com conhecimento técnico. Ele fará a vistoria na obra, determinando qual o sistema mais seguro para o caso.

Como evitar vazamentos nas instalações de gás

  1. A inspeção periódica da central de gás, onde estão os medidores, e dos ramais, deve ser feita todos os anos para a central e a cada três anos para os ramais. Um laudo assinado por um técnico deve ser emitido e recolhida a ART.
  2. Fazendo uma vistoria anual no sistema de gás, o síndico proporciona maior segurança ao condomínio. Mas, é importante que esta vistoria seja realizada pela concessionária que fornece o gás.
  3. Os moradores devem respeitar a validade da válvula que vai do botijão para o fogão e também ficar atentos ao cheiro de gás. Ao perceberem cheiro forte, devem avisar o zelador ou síndico e solicitar uma vistoria urgente.
  4. O aumento na conta do gás também pode ser sinal de algum vazamento.

Cuidar da tubulação de gás é a melhor forma de prevenção

Vale atentar para o fato de que tubulações mais antigas podem apresentar:

  • Problemas de ferrugem;
  • Vazamento;
  • Falta de válvulas manuais de manutenção;
  • Deterioração da pintura aparente;
  • Falta de tratamento anticorrosivo;
  • Utilização de vedante vegetal;
  • Instalação estar em local pouco ventilado;
  • Ausência de extintores nas proximidades.

Essas tubulações eram geralmente feitas com canos de ferro galvanizado. Atualmente, caso seja realizada a troca, o mais indicado é que se instale tubulação de cobre devido a sua maior durabilidade.

Fonte: Tudocondo

Todo dia é dia mundial da energia

Ao pontuar a data, síndicos, administradoras e condôminos se conscientizam da importância de fazer uso sustentável dos recursos energéticos Ao pontuar a data, síndicos, administradoras e condôminos se conscientizam da importância de fazer uso sustentável dos recursos energéticos

O mundo precisa urgentemente de soluções para minimizar a escassez de energia. Desde 1981, no dia 29 de maio, pessoas de todos os países são convidadas a pensar em ações positivas para incluir no dia a dia. Um momento de conscientização e união de esforços.

Em termos globais, os problemas ainda superam em muito as vitórias. O grande desafio para os governos é de que maneira reverter a dura realidade de 1,4 bilhão de pessoas que  vivem privadas de energia elétrica (dados da ONU).

A boa notícia é que o mundo caminha para a gradativa substituição das energias fósseis – carvão mineral e petróleo, entre outras, com duro impacto sobre o meio ambiente – pelas energias limpas e renováveis.

Condomínios não estão de fora desse movimento. Iniciativas que incluem água de reúso e lâmpadas de led, por exemplo, aos poucos são mais vistos. Ótimo sinal, já que a preocupação com o planeta deve começar dentro de casa.

Muita coisa pode ser feita em comunidade, a começar pela própria conscientização do síndico da sua cota de responsabilidade.

O Brasil, que é a nossa casa mãe, tem projetos importantes como a energia eólica – em setembro de 2018, chegou a abastecer 14% de todo Sistema Interligado Nacional (SIN) — segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica).

No campo da energia solar fotovoltaica, o país prepara-se para o futuro com a adaptação da legislação. O Sistema de Compensação de Energia Elétrica, por exemplo, é uma importante inovação trazida pela  Resolução Normativa da ANEEL nº 482/2012 para a geração distribuída.

“Quando a energia injetada na rede for maior que a consumida, o consumidor receberá um crédito em energia (kWh) a ser utilizado para abater o consumo na fatura dos meses subsequentes. Os créditos de energia gerados continuam válidos por 60 meses”, resume Nilo Mello, diretor técnico da Sunon Solar Energy.

Menos consumo de energia nos condomínios

Pensando localmente, cabe a pergunta: o que cada um de nós pode fazer contra o desperdício de energia?

O síndico profissional Fulvio Stagi conta como reduziu em 50% o valor da conta de luz de um dos condomínios onde atua.  Com cinco torres e 420 unidades, a conta de luz, na faixa de R$ 13.900, caiu para R$ 7 mil em um mês.

“No pátio, tínhamos refletores de lâmpada incandescente com reator e os halls ficavam acesos 24h com lâmpadas fluorescentes. Abaixamos os postes posicionados na rua; trocamos os refletores para lâmpadas de led de 50 watts, ligadas em fotocélula — antes o porteiro tinha que acender. Nas garagens dos subsolos, implantamos lâmpadas de led com sensor de presença e nos halls, a mesma coisa — com plafons simples e lâmpadas de led de 9 watts. O payback do investimento foi de 3 meses.”

Energia fotovoltaica vai além da economia

Além de ser uma fonte de energia sustentável, o uso das placas fotovoltaicas nos condomínios traz uma série de vantagens:

  • Redução na fatura de energia;
  • isenção de bandeira tarifária – que acabou de ter aumento;
  • valorização do imóvel;
  • possibilidade de redução do IPTU (varia de acordo com o município);
  • imune aos altos reajustes tarifários dos próximos anos;
  • geração própria de energia, que torna o condomínio autossustentável e possibilita a implantação do Selo Verde (isso também valoriza o imóvel!);
  • por meio da economia, o sistema trará uma nova fonte de renda/caixa para o condomínio;
  • previsibilidade orçamentária.

“É possível economizar praticamente todo o valor da conta de energia, ficando apenas o custo de disponibilidade (custo do fio), que é cobrado na conta”, resume Mello.

Em outro projeto, Stagi apostou na ideia de unir sustentabilidade e economia na conta de luz no condomínio com 25 consultórios, em que é síndico profissional. Segundo ele, a conta atual é de R$ 6 mil, por conta dos aparelhos de ar-condicionado ligados nas áreas comuns.

“Vamos fazer a instalação das placas fotovoltaicas. O investimento será de R$ 130 mil para atender à demanda de consumo de kwatts. O condomínio vai pagar R$ 3.800 por mês (bem menos do que os R$ 6 mil pagos atualmente) durante cinco anos. Depois, só a tarifa mínima do trifásico, que está em torno de R$ 95 e R$ 100”.

A expressão “se cada um fizer a sua parte” é absolutamente verdadeira. Seja no condomínio ou em casa, ensinando as crianças a apagarem a luz nos ambientes vazios, preferindo as lâmpadas de led ou fluorescentes, assim como os eletrodomésticos com selo de eficiência energética.

São muitas as práticas que, somadas, reduzem a conta e contribuem na luta contra o desperdício de energia. Essa semana, em que o mundo está pensando em ações positivas e em conscientização, é um bom momento para fazer uma lista positiva e propor uma ação entre os amigos do condomínio.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Cristaleira: como integrar na decoração da sala de jantar

As cristaleiras foram inventadas para servir de armário para guardar peças de cristal. Agora, estão de volta em propostas contemporâneas.

Descubra como integrar modelos diferentes de cristaleira à decoração de uma sala de jantar

Se há um móvel que vem ganhando destaque nas propostas decorativas este é a cristaleira. Ele surgiu na Inglaterra do século XVII, durante o reinado de Maria II.

Mas logo ficou popular em toda a Europa e em países, como os Estados Unidos e Canadá, sendo um símbolo de sofisticação.

Agora está presente nos lares de pessoas do mundo todo, principalmente em ambientes como cozinha e sala de jantar.

(Foto: Tria Arquitetura e Paula Ines Sizinando)

No Brasil, as cristaleiras apareceram com a vinda da corte portuguesa. Naquele tempo, esse móvel era utilizado na decoração juntamente de outras peças, para enfatizar a riqueza e o poder das famílias mais nobres.

Só que, com o passar dos anos, peças assim se tornaram mais acessíveis, aparecendo também nos lares de pessoas de outras classes econômicas.

Vai dizer que você nunca viu na casa de sua avó ou tia avó uma cristaleira? Saiba que esses móveis antigos de ultrapassados não têm absolutamente nada.  Eles estão voltando à moda e aparecendo cada vez mais em casas contemporâneas, tanto clássicas quanto modernas – e até recebendo novas funcionalidades. Quer saber como integrar uma peça assim à decoração de sua casa? Confira as dicas a seguir!

(Foto: Revista Viva Decora)

Quais as características das cristaleiras contemporâneas

Os modelos de cristaleiras disponíveis atualmente no mercado são muito bonitos e práticos.  Além de servir como armazenamento, eles também complementam a decoração de interiores, garantindo-lhe mais identidade.

Mas não há regras sobre qual peça seria mais adequada para cada tipo de ambiente. Na verdade, é pura questão de gosto!

Certamente, o modelo mais tradicional é o em madeira, com pés elevados e duas portas envidraçadas. O vidro é um detalhe interessante porque permite expor as peças guardadas dentro do armário, garantindo, ao mesmo tempo, a sua proteção.

Itens delicados, como xícaras de porcelana e taças de cristal, não devem ficar a mercê do tempo ou da curiosidade de crianças e cachorros, que podem os danificar.

(Foto: Juliana Pippi)

Como inserir uma cristaleira na decoração da sala de jantar

Como dito anteriormente, cristaleiras podem ser inseridas na decoração de vários ambientes de uma casa. Elas, obviamente, se encaixam melhor em espaços voltados para refeições, como uma sala de jantar.

Mas, em todo caso, é difícil conseguir adequar a peça ao restante do conjunto, sem que fique visualmente deslocada. Você saberia dizer qual o design, cor e tamanho de móvel ficaria bem na sua casa?

Dá pra perceber como esta questão é complexa. Normalmente, um profissional especialista em decoração de interiores diria que o estilo de vida da família é que determina a escolha. Também se deve levar consideração o estilo da casa.

Afinal, o que ficaria mais bonito em sua sala de jantar? Qual o modelo de cristaleira lhe agradaria mais e atenderia melhor suas necessidades?

(Foto: Engeart – Engenharia e Arquitetura)

Há ainda a questão do material de fabricação do móvel. Para um conjunto mais harmônico, tente escolher uma peça feita a partir de uma matéria-prima que já se repete no ambiente, como madeira ou inox.

Mas, se você não tem medo de ousar, faça contrastes usando na sala uma cristaleira, mesa e cadeiras de épocas e estilos diferentes. Só lembre-se de que elas devem ter alguma unidade semelhante!

(Foto: MeyerCortez Arquitetura & Design)

Cristaleiras não são considerados as peças mais essenciais em uma decoração de sala de jantar. O arquiteto ou designer de interiores sempre dará, na sua proposta, prioridade para a mesa de refeições.

Isso quer dizer que qualquer outro complemento adicionado não deve comprometer a circulação no espaço. Seu uso não pode sobrecarregar o ambiente. Se o cômodo for muito pequeno, é melhor nem ter o móvel.

Os novos modelos de cristaleiras disponíveis no mercado

A melhor opção de cristaleira para casas contemporâneas é a planejada. Uma vantagem que pode ser apontada sobre móveis assim, feitos sob medida, é que eles aproveitam muito melhor os espaços livres na casa.

Fora que o cliente sempre tem a opção de personalizar seu design do jeito que quiser, valorizando ainda mais o conjunto decorativo.

(Foto: Metrik Design e Lucia Manzano)

Uma cristaleira planejada pode vir com uma iluminação embutida, destacando suas prateleiras.  Também ter um fundo espelhado, adicionando mais profundidade aos nichos e itens dispostos neles. Pode vir sem pés, que não deixa acumular sujeira sob o móvel. Ou ser suspensa, não entrando em contato com a umidade presente no piso e facilitando a limpeza da sala.

Agora, em algumas lojas de moda para a casa, existe à venda cristaleiras prontas. Peças cruas, em tons amadeirados escuros ou em cor branca, num visual mais clássico, são as mais requeridas.

(Foto: Daiana Arnold)

Também tem as em cores alegres, igualmente belas – uma boa pedida para ambientes com decoração mais sóbria. Qualquer uma é uma ótima escolha para salas de jantar.

Os móveis do passado inspiraram os designers a criar peças em estilo vintage, rústico, provençal ou shabby chic, que oferecem um clima mais nostálgico e aconchegante.

(Foto: Braccini + Lima Arquitetura)

Já para ambientes modernos, industriais e em estilo escandinavo, as cristaleiras mais usadas são aquelas de linhas retas e tons sóbrios, como preto e cinza. Elas dão um ar de simplicidade, mas, ao mesmo tempo, sofisticação.

(Foto: Graça Brenner e INOVA Arquitetura guardar dentro de uma cristaleira)

Por muito tempo, as cristaleiras foram utilizadas como armário para armazenar peças finas e delicadas do enxoval de uma futura noiva. Com o tempo, as pessoas que não tem o costume de receber visitas não viram mais sentido em ter todas essas coisas guardadas. Então, esse móvel passou a ser descartado das propostas de decoração.

(Foto: Patrícia Azoni e Carla Cuono Arquitetura e Interiores)

O problema é que tem muita gente que continua a achar as cristaleiras bonitas, só não sabia o que guardar dentro delas. Bem, o que lhes impede de colocar nas prateleiras, ao invés de aparelhos de jantar, seus souvenirs de viagens, livros, bebidas, bibelôs e outros objetos? Nada! Você não precisa se prender à ideia inicial de expor somente cristais. Solte a imaginação e capriche no conteúdo de sua cristaleira!

Fonte: ZAP em Casa

 

 

Consórcio ou financiamento: qual é mais vantajoso?

Conhecer cada modalidade pode ajudar na hora de decidir a forma como vai comprar um imóvel

Comprar um imóvel à vista é realidade distante da maioria dos brasileiros que desejam realizar o sonho da casa própria. Mas isso não inviabiliza a possibilidade de adquirir uma casa ou um apartamento. Existem outras formas para fazer o pagamento (consórcio, financiamento, permuta etc.) e é preciso analisar qual a melhor, levando em consideração as finanças da família.

O financiamento é um caminho já tradicional no Brasil. Porém existe ainda o consórcio. Em ambos os casos, o pagamento não é feito exclusivamente com dinheiro próprio e, justamente por isso, estão sujeitos a taxas e juros. Conhecer cada meio é importante para tomar a melhor decisão. Saiba quais as vantagens de cada um e qual é o melhor meio para comprar o imóvel.

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O caminho mais tradicional para comprar imóveis ainda é o financiamento (Foto: Shutterstock)

O financiamento é um meio bastante conhecido dos brasileiros e pode ser encaixado em dois tipos de sistemas. O Sistema Financeiro de Habitação (SFH) é o mais comum por se enquadrar em uma faixa de valores na qual está a maior parcela das compras de imóveis.

Este tipo de financiamento pode chegar a 80% do valor total do imóvel, que deve custar até R$ 1,5 milhão. Além disso, neste caso, é possível usar o saldo do FGTS. “Este é o tipo de financiamento que, pela sua abrangência, atende a um público de diversas rendas por conta do valor dos imóveis que se enquadram nele e que está comprando o primeiro imóvel”, ressalta Antônio Pessoa, economista e professor do UniFBV.

Outro sistema que pode ser adotado é o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que engloba todos os imóveis que não se encaixam no SFH, como os com valores acima de R$ 1,5 milhão, que sejam comerciais ou estejam nas zonas rurais. É uma modalidade que atende mais ao mercado de luxo ou para investidores.

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O financiamento possui muitas modalidades de negócio (Foto: Shutterstock)

Neste caso, não é possível usar recursos do FGTS para o financiamento. Vale ressaltar que cada tipo utiliza recursos diferentes e faz com que haja diferença entre eles, sendo o SFH mais barato do que o SFI. “No primeiro, os recursos são da poupança e do FGTS, que são mais baratos e resultam em taxas de juros mais baixas.

Enquanto o SFI vem de recursos de operações de mercado de capitais, que são mais caros e terminam tendo juros mais altos”, diferencia Celso Petrucci, economista-chefe do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP).

Já o consórcio também é apontado como uma possibilidade e, através dele, não há juros. O valor determinado é o que será pago. Porém, existe uma taxa a ser paga para a empresa que administra o serviço. Com ele, haverá um grupo com pessoas que têm o mesmo interesse: comprar um imóvel.

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O consórcio funciona por meio de mensalidades e não possui juros (Foto: Shutterstock)

Para fazer parte, é preciso comprar uma cota e pagar a mensalidade. O dinheiro é liberado através de sorteios ou lances, ou seja, a pessoa está sujeita à sorte ou precisar ter um valor alto para dar um lance e conseguir ser contemplado mais rapidamente.

No final das contas, vale a pena colocar na balança todos os pontos para avaliar qual sai mais vantajoso na hora de comprar o imóvel. “O consórcio depende de um lance ou de um sorteio e isso é sempre muito incerto, a pessoa não sabe quando vai ter o imóvel.

Já com o financiamento, a pessoa sabe que vai ter a casa ou o apartamento na hora. Além disso, o consórcio não tem juros, mas tem taxa de administração anual que pode chegar a até 20% do valor, ou seja, paga junto com as prestações de forma diluída”, ressalta José Augusto Viana, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Conhece os 5 “Cs” no condomínio e como lidar com eles?

Os 5 “Cs” no condomínio se referem ao cano, cachorro, carro, criança e calote.

Conhece os 5 “Cs” no condomínio e como lidar com eles?

 

Viver em um condomínio fechado possui diversas vantagens. Entre elas está o aspecto da segurança, sem dúvida o principal atrativo desse tipo de moradia.

Porém, nem tudo são flores para esses moradores. Isso porque em um local onde se convive com uma gama enorme de personalidades e jeitos de viver diferentes entre si, é natural que ocorra divergência de opiniões e, consequentemente, problemas de conveniência.

Embora o novo Código Civil tenha estabelecido diversos artigos que discorrem sobre direitos e deveres do condomínio, além da Lei 4.591/64, que determina normas de relação condominial, às vezes ainda é muito difícil chegar a um consenso e sanar alguns conflitos.

Especialistas são unânimes em apontar que os principais e mais comuns problemas dentro do condomínio começam com a letra “c”. Os popularmente conhecidos “5Cs”: cano, criança, cachorro, carro e calote.

Vamos conhecer um pouco mais sobre eles

Cano: Quando o problema ocorre na ramificação geral do prédio, o dano deve ser sanado pelo condomínio. Já quando o vazamento se origina dentro do apartamento, o incômodo é do condômino. Em ambos os casos torna-se urgente a manutenção, já que vazamentos podem prejudicar até mesmo a estrutura do edifício.

Criança: Segundo pesquisa realizada por uma administradora de condomínios de Belo Horizonte, os principais problemas relatados por moradores são: barulho, depredação do patrimônio, utilização da piscina e da sala de jogos fora do horário previamente estabelecido, uso de trajes de banho no elevador social e aglomeração nos corredores.

Para evitar esses tipos de transtornos, é interessante que os pais se atentem para o que diz o regulamento interno.

Outra saída é eleger um síndico mirim, que será responsável por levar as demandas dos pequenos para o gestor, e conscientizar as demais crianças sobre a importância de respeitar as regras dentro do condomínio.

Cachorro: A melhor forma de evitar qualquer tipo de confusão relacionada a animais de estimação é ser bastante meticuloso na criação do regimento interno. Detalhes como permissão, circulação, guias e focinheiras devem constar no documento.

Lembrando que a permanência de pets é permitida, desde que não apresentem risco à saúde e à tranquilidade dos moradores, como deliberou recentemente a terceira turma do STJ.

Carro: Garagem apertada, arranhões e batidas, excesso de velocidade e até mesmo outro veículo estacionado na vaga estão entre as principais reclamações quando o assunto se refere a carros dentro do condomínio.

Nesse tema também não há outra saída se não deixar claras as regras no regimento interno e em casos de divergência entre moradores, o síndico atuar para dirimir os conflitos.

Calote: Ou inadimplência, é um dos principais problemas enfrentados por síndicos, uma vez que tem o potencial de afetar toda a sua administração.

Esses moradores que não pagam a sua cota condominial em dia contribuem para o aumento nos valores dos condomínios.

A conta é simples: quando o número de inadimplentes cresce, o número de pessoas que pagam em dia diminui e o valor mensal do condomínio aumenta. Isso porque as despesas mensais (água, luz, serviços, pagamentos) não estão relacionadas com o número de pessoas pontuais, uma vez que a cota condominial é fracionada em relação à unidade condominial.

Logo, muitos condomínios apostam em soluções como a contratação de garantidoras de receita.

Elas realizam a cobrança das taxas condominiais e prestam contas do valor integral ao condomínio, mesmo que nem todos tenham pago suas cotas em dia.

Desta forma, o condômino pontual não será penalizado, visto que não haverá o rateio do valor das unidades inadimplentes entre aqueles que pagam em dia.

Por fim, convém lembrar que a boa convivência é fundamental para quem mora em condomínio. Manter a calma e buscar o equilíbrio das ações é a maneira mais racional de lidar com qualquer tipo de situação relatada acima.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Assembleia para destituição do síndico

Veja quais cuidados tomar para que a decisão não seja barrada futuramente

 

Veja quais cuidados tomar para que a decisão não seja barrada futuramente

Destituir o síndico do cargo, sabemos, é algo que demanda muito cuidado.

E para que todos tenham um tratamento justo, tanto o síndico como aquela comunidade que já não deseja mais a gestão atual, é importante seguir o que pede a lei.

É justamente isso que o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich explica no vídeo dessa semana.

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Construção de uma casa do zero pode ocorrer sem grandes percalços

Arquitetas afirmam que a escolha do local pode ser determinante no orçamento

Ilustração/EM/Lelis

Construir uma casa do zero pode parecer bem complexo e uma decisão economicamente distante, mas planejando o projeto de forma correta, pode-se evitar o desperdício de dinheiro e tempo. Não basta escolher o lugar da casa, preparar a alvenaria e ir fazendo os ajustes sem nenhum planejamento. O importante é definir e especificar com um profissional especializado todas as ponderações e interesses para não ter dores de cabeça durante a obra.

De acordo com a arquiteta Estela Netto, o projeto deve ser desenvolvido de acordo com a topografia do local. A escolha do terreno, muitas vezes, pode ser determinante para o tipo de construção que será implantada. “Quando você vai iniciar uma construção do zero, partindo desde a compra do terreno, são inúmeros os fatores que devem ser analisados. Em áreas com vastos loteamentos disponíveis, por exemplo, é fundamental pesquisar a infraestrutura básica das ruas, a regularidade do terreno, as perspectivas de crescimento do entorno. Fazer uma compra impulsiva, atraído por ofertas tentadoras, pode ser problemático”, explica.

Muitas vezes, as pessoas tem uma casa dos sonhos em mente, mas o lote adquirido não é viável para aquele tipo de casa. A arquiteta e designer de interiores Gislene Santos conta que é preciso solicitar um levantamento topográfico do terreno e uma sondagem do terreno também. Com a sondagem você sabe como é seu solo e pode até economizar no projeto de estrutura.

A determinação do valor a ser gasto na construção da casa é, provavelmente, o fator que mais vai impactar no imóvel. E a economia nesses casos é sempre bem-vinda. “É muito importante que você deixe claro para o arquiteto o limite do seu orçamento. Ele poderá projetar uma casa de acordo com isso. O número de pavimentos, tamanho das esquadrias e tipos de acabamentos são alguns dos fatores que poderão influenciar significativamente no valor final da obra”, argumenta Estela Netto.

Para planejar a construção da casa e realizar as obras, é preciso, também, comprar adequadamente os materiais que serão utilizados em cada etapa. “Não adianta estocar material. É mais eficiente comprar os materiais de cada etapa no momento em que eles serão utilizados para que não percam suas propriedades. Hoje, consideramos muito também a questão da sustentabilidade orientando escolhas que não causem danos ao meio ambiente”, diz Estela Netto.

Com isso, Gislene Santos complementa: “Planejamento é tudo na vida. Sempre defendo a questão do orçamento prévio, para não criar sonhos que não podem ser executados. É primordial. Um projeto aprovado, detalhado e orçado. Quando você orça você tem o custo da casa e pode avaliar, fazer substituições caso possa gastar mais ou precise reduzir esse custo. Nós criamos alternativas para entrar no orçamento do cliente”.

Além disso, ela conta que, na reunião com o cliente, passa um questionário em que pergunta absolutamente tudo. “Até detalhes que a pessoa nem estava pensando. Construir uma casa não é simples como comprar uma roupa. É algo definitivo. Há um gasto envolvido. Tem que ser bem-feito, bem planejado e adaptado à localização. Até na valorização do imóvel pensamos. O investimento em acabamentos, por exemplo, tem que ser condizente com a valorização da casa”, destaca a arquiteta.

VISÃO GLOBAL 

Estela Netto conta que ter o auxílio de um arquiteto é essencial, já que este profissional que terá a visão global do projeto e poucas pessoas têm a consciência da importância da consultoria do arquiteto. “Ao contratar um profissional antes mesmo da compra do lote, o cliente evita inúmeros problemas posteriores, como a impossibilidade de construção da casa, que sempre foi um sonho, devido à topografia do terreno ou investimentos altíssimos que terá que fazer para deixar aquele lote apto para se construir a casa que deseja.”

O diálogo entre arquitetos e o cliente assume um papel fundamental. “É preciso que nós arquitetos tenhamos um entendimento para tirar do cliente as informações necessárias. A casa precisa ter a cara dele. É muito importante o cliente ficar à vontade com o arquiteto, ser claro, objetivo, não ficar intimidado com o profissional. Toda informação nos dá base para desenvolver o melhor projeto”, finaliza Gislene Santos.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram
Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Auditorias em condomínios

Especialistas esclarecem os principais pontos para você decidir se vale a pena, e em que momento, contratar um auditor

Especialistas esclarecem os principais pontos para você decidir se vale a pena, e em que momento, contratar um auditor

Se tivéssemos que montar uma lista com as melhores práticas no condomínio, a auditoria seria uma delas.

Afinal, todos (condôminos, corpo diretivo, até o síndico em relação à administradora) querem saber –  e ter segurança–  se os recursos da gestão estão sendo gastos de forma correta, sem irregularidades, fraudes, desvios etc. São coisas importantes, nesses tempos em que a sociedade exige transparência.

A auditoria preventiva ganha ainda mais importância no caso dos condomínios com síndicos profissionais. Ela vai trazer mais segurança para o Conselho, que nem sempre tem preparo suficiente para detectar irregularidades ou outros problemas, e para o condomínio de forma geral.

Entenda o que é a auditoria no condomínio

O exame analítico, pericial e sistemático das pastas do condomínio –  físicas ou em nuvem –  pode ser comparado aos exames prescritos pelo médico. Seja um check-up, que as pessoas fazem preventivamente, ou exames pedidos para checar problemas de saúde pontuais.

Para examinar a saúde do condomínio, há dois tipos de auditoria, voltados para diferentes objetivos:

  • Preventiva, em que as irregularidades, ou não conformidades, são informadas e regularizadas pontualmente. Ela dá suporte ao grupo gestor e transparência aos condôminos. Muitos condomínios fazem essa auditoria mensalmente;
  • Investigativa, ou seja, de um período passado, em que os fatos serão narrados em relatório. Essa auditoria, em geral, é anual.

A importância da auditoria

Sempre que se faz esse tipo de radiografia, seja qual for o objeto, só se tem a ganhar. Tendo a visão aprofundada do que ocorre num período determinado, é mais fácil fazer correções e ajustes necessários, mudanças e até planejamento.

  • Para o condomínio: A transparência do processo, a proteção dos ativos do condomínio, a diminuição dos riscos na gestão financeira e assegurar as políticas definidas. Uma importante vantagem é que, se for identificado qualquer prejuízo ao condomínio, o ressarcimento pode ser cobrado de seu responsável.
  • O síndico pode exigir a correção de qualquer erro financeiro ou operacional na gestão, via administradora.
  • Para os moradores e o conselho, garante que os procedimentos legais foram assegurados, de acordo com o que foi aprovado em assembleia para o exercício; e também de acordo com o código civil e as obrigações fiscais.
  • Para a gestão do síndico: É um instrumento importante de revisão de procedimentos, facilitando a Assembleia Ordinária de aprovação de contas. Essa validação garante a execução correta e integral das responsabilidades dos gestores.

“Hoje, em torno de 50% de nossos clientes já contam com auditoria mensal, que é independente da síndica e administradora. Já provisionamos essa despesa mensal na previsão orçamentária de nossos clientes, sempre que aprovado em assembleia, tornando a auditoria um procedimento mensal do condomínio”, detalha Natachy Petrini, síndica profissional.

  • Para o corpo diretivo: Nos casos em que o condomínio tem síndico profissional, a auditoria preventiva vai trazer maior segurança – em especial para conselheiros sem conhecimento na área contábil ou em questões mais legais.

Os cuidados ao contratar a auditoria no condomínio

De acordo com os Artigos 25 e 26 do DL 9295/46, apenas contadores por formação podem proceder com auditorias, além de economistas que também podem efetuar tal procedimento.

Como cuidado na contratação, é prudente e importante exigir o registro no Conselho Regional de Contabilidade(CRC) não somente do contador, mas também da empresa contratada para essa finalidade.

Lembrando: mais uma referência positiva é que a auditoria seja pautada pelo NBC TO 3000 (norma brasileira de asseguração contábil), emitida pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC)  e pelo Instituto do Auditores Independentes do Brasil (Ibracon).

É muito importante que a auditoria seja independente. Uma vez que o trabalho realizado pela administradora com o aval do síndico será avaliado, é imprescindível que essa avaliação seja feita por profissionais isentos de qualquer interesse.

O que a auditoria fiscaliza, além das contas?

“A auditoria deve ser muito mais ampla do que a questão contábil. As leis (federais, estaduais e municipais) têm que ser itens de avaliação e verificação de cumprimento. E orçamentos paralelos também podem ser levantados para estabelecer efetivamente o valor de mercado do bem adquirido e demais situações inerentes ao negócio”, afirma Marcos Roberto Gouveia, auditor e diretor da Odara Auditoria em Condomínios.

Uma auditoria especializada em finanças condominiais verifica:

  1.  O atendimento à Convenção;
  2.  se as certidões do condomínio e da administradora estão regularizadas;
  3.  valida os saldos (comparativo entre o extrato bancário e o demonstrativo apresentado pela administradora);
  4.  se os gastos estão de acordo com as aprovações assembleares;
  5. se a cobrança está sendo realizada corretamente pela fração ideal;
  6. se todos os impostos e guias foram pagos de maneira adequada etc;
  7. a existência, ou não, de demandas judiciais e positivação do condomínio em cadastro de maus pagadores, como o Serasa.

Quem deve contratar?

Se o síndico ou o conselho identificarem algum indício de irregularidade grave, a auditoria pode ser contratada de maneira emergencial. E ratificada, posteriormente, em assembleia junto com a apresentação dos resultados.

Se não houver um indício grave que a justifique, a contratação de auditoria só pode ser feita se a previsão orçamentária anual for respeitada (se os valores de auditoria couberem na previsão daquele ano, sem exceder os gastos ordinários provisionados).

“O ideal é já incluir o custo nos gastos fixos do condomínio, na assembleia de Previsão Orçamentária, onde a auditoria se torna, então, mais um contrato mensal”, diz Natachy.

Os condôminos podem pedir a auditoria? 

Há possibilidade de apenas um morador –  ou um grupo de moradores –  custear este trabalho. Contudo, há observações necessárias e desdobramentos nesta situação. Isso porque, segundo Marcos da Odara, é de praxe e tem como princípio que a contratação seja amparada por uma aprovação em assembleia.

“Se o morador quiser contratar, caberá à assembleia autorizar a entrega das pastas para terceiros”, avisa. Mesmo assim, a auditoria servirá só para ele.

O papel do síndico no processo da fiscalização

Os síndicos não podem intervir no trabalho do auditor mas contribuir com todas as informações que lhe forem solicitadas.

“Após a emissão do relatório, havendo qualquer procedimento a ser corrigido, é dever do síndico e da administradora regularizarem e esclarecerem as dúvidas apontadas aos conselheiros e aos moradores”, explica Natachy.

Por dentro da auditoria

  • Como funciona? Há empresas que fazem as análises por amostragem de documentos. Outras preferem ou asseguram que todos os documentos apresentados sejam analisados – independentemente do sistema que a empresa contratada adote.

“Que este procedimento seja considerado em contrato, para não haver dúvidas ou questionamentos futuros”, aconselha Gouveia.

  • Como as pastas são disponibilizadas? O condomínio deverá nortear o contratado nesta questão. Se julgar que apenas a pasta na “nuvem” já será suficiente, o contratado deverá proceder suas análises desta forma. Nesse caso, o condomínio fará o compartilhamento.

Se entender que apenas a pasta física é item a ser analisado, respeita-se sua vontade. Há administradoras que não tem ou não fornecem a pasta física e o inverso também é verdadeiro. Cabe, em cada situação, a forma que melhor for para o contratante.

No caso de o auditor solicitar as pastas dos últimos 12 meses, de novo cabe ao condomínio avaliar se a solicitação tem fundamento, e entregar ou não.

  • Quanto tempo leva? O tempo para a produção do relatório mostra diretamente o tipo e como será efetuada a auditoria. Há empresas que podem fazer e entregar em 10 dias. Outras podem considerar um mínimo de 30 dias para as análises de um período de 12 meses.

“Esse ponto está diretamente ligado aos procedimentos adotados de cada empresa e sua sistemática de trabalho”, acrescenta o diretor da Odara Auditoria Contábil.

  • Quanto custa? Para um condomínio com uma quantidade de, aproximadamente, 150 unidades, o valor giraem torno de R$ 550 a R$ 600, nas auditorias mensais. E com o mesmo cenário, na investigativa, o valor oscila entre R$ 500 a 580/mês investigado.

Obs.: Os valores podem ser menores; porém, o escopo do trabalho passa a ser por sistema de amostragem.

“Antes da contratação, é bom esclarecer se, além do valor apresentado, há custos adicionais envolvidos, tais como participação em assembleias, visitas periódicas, consultorias fiscais etc.”, orienta o auditor.

As principais irregularidades identificadas

Quase que na totalidade dos casos, principalmente, há o desrespeito à legislação tributária. Em grande escala, a não observância de retenções e recolhimentos de impostos é o item que mais irá aparecer.

Há casos de superfaturamentos, despesas efetuadas com apresentação de recibos sem valor legal, ausência de notas fiscais e até mesmo saques ou transferências, sem a devida escrituração.

Podem ser detectados o não atendimento pelo síndico da previsão orçamentária aprovada em assembleia, pagamentos realizados com multas (por atraso) sem ressarcimento pela administradora, ausência de relatórios gerenciais importantes nas pastas de prestação de contas, ausência de documentos trabalhistas obrigatórios etc.

“Também são constatadas falta de manutenção, falha na segurança, enfim, tudo que envolva a gestão do síndico e suas atribuições, bem como todos os atos por ele cometidos”, acrescenta Inaldo Dantas, advogado especializado em direito condominial.

O QUE FAZER QUANDO… O ex síndico ou síndico é suspeito de fraude?

“Em ambos os casos, deve-se colher as provas desta fraude e, sendo confirmada, buscar no responsável, ou responsáveis, o ressarcimento dos danos causados”, orienta.

O QUE FAZER QUANDO… A administradora é suspeita de fraude?

“Sendo a fraude cometida pela administradora, esta deve responder, tanto arcando com os custos do ressarcimento, como também  ter seu contrato rescindido. E ainda, ser denunciada judicialmente”, diz Inaldo.

Em caso de irregularidades constatadas na gestão do síndico e da administradora, é preciso destituir ambos. A apresentação do relatório se dará em assembleia e os condôminos, ao tomarem ciência deste trabalho, julgarão se o quadro apresentado, justifica uma ação judicial ou não.

Como o síndico pode fazer uma pré-auditoria

Independentemente de usar ou não auditoria, sempre é importante o síndico ter noções de análise de contas para identificar rapidamente possíveis irregularidades.

Nem sempre existe recurso para incluir a auditoria entre as despesas do condomínio. Nesse caso, vale adotar uma postura mais assertiva e programar conferências periódicas das pastas.

“Essa medida não substitui a auditoria, mas ajuda a identificar problemas e, principalmente, a evitar que ocorram”, diz a síndica profissional. Ela dá as dicas.

Para começar, é importante verificar:

  • se todas as notas fiscais foram emitidas;
  • se os recolhimentos de impostos foram realizados;
  • se houve atraso em algum pagamento;
  • se a documentação trabalhista está regularizada.

Principais dicas para conferência:

  • Se o saldo do balancete da administradora bate com o saldo do extrato bancário;
  • solicitar demonstrativo mensal na pasta de prestação de contas sobre as despesas previstas em AGO X realizadas no mês;
  • solicitar inclusão do resumo anual de despesas na pasta, para conferir possíveis oscilações nos contratos mensais e contas de consumo, mês a mês;
  • solicitar inclusão de gráficos comparativos de despesas e receitas;
  • avaliar a classificação das despesas, conferindo se a administradora lançou as despesas nas contas contábeis corretas;
  • a cada trimestre, solicitar a inclusão das principais (Certidões Negativas de Débitos) CNDs do condomínio na pasta de prestação de contas, para aferir que não haja nenhuma dívida para o condomínio;
  • peça a inclusão dos três orçamentos para despesas extras que tenham ocorrido no mês.

A apresentação dos resultados aos condôminos

Assim como a contratação da auditoria deve ser aprovada em assembleia, o ideal é que os resultados também sejam levados para os condôminos. Até porque, voltando lá atrás, quando falamos em objetivos dessa boa prática, reforçamos a necessidade de uma gestão transparente.

Se os condôminos quiserem verificar em detalhes o resultado da auditoria, eles têm esse direito. Provavelmente, para a maioria, conhecer as conclusões de maneira geral será o suficiente.

Seja qual for o tipo de auditoria, assim como a periodicidade, ou ainda, se será realizada neste momento, é importante pensar a respeito da transparência de tudo o que é feito no condomínio. No final, todo mundo têm a ganhar com isso.

Fontes consultadas – Natachy Petrini (síndica profissional); Marcos Roberto Gouveia (auditor e diretor da Odara Auditoria em Condomínios) e Inaldo Dantas (advogado, especialista em direito condominial).

via https://www.sindiconet.com.br/

Aprenda como limpar porcelanato e conservá-lo por mais tempo

Confira neste artigo algumas dicas para conservar o seu porcelanato e mantê-lo sempre limpo.

O revestimento de porcelanato é bastante democrático, podendo ser utilizado dentro ou fora de casa. Trata-se de um material resistente, com coloração uniforme e baixa absorção de água. Seu acabamento pode ser liso, ligeiramente abrasivo ou esmaltado e o tipo de superfície desejada depende da área onde ele será colocado.

Além dos já citados, há também porcelanatos com textura acetinada, rústica, natural ou antiderrapantes. Sendo os últimos, indicados principalmente para área externas.

Para garantir a durabilidade desse tipo de piso é importante atentar-se aos cuidados com produtos e materiais que podem agredir a superfície. Para a limpeza diária, semanal ou mensal do porcelanato, sendo ele de qualquer um dos tipos, é recomendado apenas o uso de detergente neutro diluído em água e secagem feita através de um pano macio.

A ordem para fazer a limpeza no dia a dia é primeiro varrer o piso com uma vassoura de cerdas mais macias ou uma escova. Na ausência delas, é possível até mesmo aspirar o ambiente para remover a sujeira superficial sem arranhar.

Após isso, dilua uma colher de detergente neutro em um balde de água e passe um pano embebido na solução no porcelanato. Um pano apenas úmido, não molhado, com álcool após essa aplicação, ajuda a não formar manchas durante a secagem.

Já a limpeza feita após obra precisa ser mais pesada e completa, para garantir que todo vestígio seja eliminado com sucesso e garantir a preservação do porcelanato. É necessária que essa limpeza seja feita até 2 semanas após a aplicação do rejunte para que não se cultivem manchas.

Deve-se procurar produtos adequados, geralmente vendidos em lojas de piso e começar com um enxágue total do ambiente para remover o “grosso” da sujeira. Pode ser necessário que essa etapa seja repetida se houver muito resíduo de obra para limpar. Após isso, aplica-se o produto adequado de acordo com as recomendações de tempo e modo de uso da embalagem.

O ideal é que o produto não seque no piso para não manchá-lo, então enxágue novamente e deixe secar conforme orientações do fabricante.

Ainda que o porcelanato seja um material muito resistente, o uso de produtos abrasivos pode estragar a esmaltação do mesmo, fazendo com que perca seu brilho.

Entre os produtos que deve ser evitados estão o sabão em pó, produtos em forma de cera ou com componentes ácidos, água sanitária, acetona, soda cáustica, entre outros. Todos esses são materiais que podem causar manchas definitivas ou até corrosão no acabamento do piso.

Alguns fatores além dos produtos de limpeza podem também danificar o piso. Os pés dos móveis sofrem um desgaste natural do tempo e tendem a estragar ainda mais rápido quando são muito movimentados pelo ambiente ou frequentemente trocados de lugar.

Proteger os pés com algum tipo de material macio como o feltro ajuda a prevenir riscos e é importante sempre ter cuidado ao arrastar os móveis para não agredir o porcelanato.

Bebidas e produtos escolares também podem criar manchas indesejadas no piso, como vinho, café, giz de cera e lápis coloridos. Nesses casos, o processo de limpeza é normal, feito com detergentes e outros tipos de sabão, todos líquidos e diluídos em água.

No caso de tinta, o solvente se faz necessário para remover as manchas, mas deve ser enxaguado com água em abundância logo em seguida.

Algumas precauções ajudam a preservar por mais tempo o seu porcelanato, como esfregar os pés em um tapete antes de pisar diretamente para evitar possíveis sujeiras trazidas da rua que possam grudar. Usar panos e vassouras com cerdas macias é também o mais indicado na hora da limpeza.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

É preciso seguir alguns cuidados na hora de decidir pela casa própria

Comprar um imóvel é o sonho da maioria dos brasileiros. Ao escolher determinado bem, é importante se precaver para evitar dores de cabeça no futuro

Tamanho do imóvel deve atender ao número de pessoas que vai habitá-lo - Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
Tamanho do imóvel deve atender ao número de pessoas que vai habitá-lo

Escolher o tão sonhado imóvel não é uma tarefa fácil. Antes da decisão final, é necessário pensar minuciosamente em cada detalhe. Comprar uma nova moradia requer planejamento e cuidados para a tão sonhada casa própria não se tornar uma grande dor de cabeça. É importante responder a algumas perguntas e anotar as maiores necessidades do tipo de imóvel que está procurando: ‘O novo imóvel atende a todas as necessidades? A região da nova moradia dispõe de estabelecimentos de uso frequente, como supermercados, padaria e farmácia? O condomínio aceita a entrada de animais de estimação? O local conta com a segurança e a tranquilidade necessárias?’.

“O imóvel ideal deve atender às necessidades dos moradores de conforto, segurança, logística e tranquilidade. Uma vez feita a escolha, é necessário conferir toda a documentação do imóvel e do vendedor também. Evitando-se assim problemas que podem transformar a compra de um imóvel em pesadelo”, aconselha o consultor imobiliário Wellington Barreto, da Casa Mineira Imóveis. A localização do imóvel e o que ele agrega em lazer, estabelecimentos e valorização são outras considerações a serem feitas na hora da escolha, de acordo com o consultor.

Dar uma volta pela região também é recomendado para análise do ambiente. Mas existem alguns detalhes importantes, pois a segurança de um bairro pode ser relativa. Preste atenção à rotina da sua família e verifique como é a região nos horários em que você costuma sair e chegar em casa. A distância do trabalho também pode ser um elemento importante, em especial em regiões muito urbanizadas, devido ao trânsito e ao acúmulo de pessoas; um imóvel longe do trabalho pode gerar altos custos de transporte, além do tempo gasto.

É importante tirar todas as dúvidas na visita de todos os imóveis selecionados com os proprietários ou corretores. “O papel do corretor é o de apresentar o empreendimento ao pretenso comprador e lhe prestar todas as informações que ele julgar necessárias. Inclusive, sendo do interesse do comprador colocá-lo em contato com o síndico do prédio”, comenta o consultor. Além disso, os corretores podem oferecer atendimento personalizado, auxiliando na documentação e na vistoria do apartamento.

Escolha deve ser bem consciente

Gustavo Vaz, CEO da EmCasa, imobiliária digital, listou tudo o que é preciso saber sobre os tipos de imóveis e os fatores que devem ser avaliados no momento da escolha:

Tamanho do imóvel » O principal fator é a quantidade de pessoas que vão residir no imóvel. Um imóvel ideal para apenas uma pessoa é bastante diferente de um imóvel para uma família de cinco membros. Há outros fatores como vida social, gosto pessoal e até mesmo necessidade de um ambiente de trabalho. Porém, o fator mais importante é, de fato, o número de residentes.

 Animais de estimação » A presença de animais de estimação é grande influenciador. Animais de estimação maiores, como um cachorro da raça Labrador, necessitam espaço físico maior, idealmente até um gramado, o que faz com que uma casa seja o imóvel mais adequado nessas condições. Animais pequenos como cachorros de menor porte são mais adaptáveis a apartamentos – nessas condições, é importante que pelo menos haja um parque ou praça perto do imóvel para passeio.

Home Office » Para quem faz “home office” (trabalhar de casa), estilo muito comum entre os jovens atualmente, as especificações recomendadas são ter um ambiente moderno, agradável e confortável, pois a pessoa passará quase que a totalidade do dia no imóvel. Se possível, ter um ambiente de trabalho separado em um escritório ajuda bastante, principalmente se o proprietário tiver filhos, pois assim aumenta sua concentração e produtividade no exercício da profissão.

Características do imóvel » Características como o andar, quantidade de elevadores e manutenção do edifício são às vezes ignorados na hora da decisão, mas que podem influenciar bastante na vida do proprietário. Para quem trabalha em casa, por exemplo, andares baixos não são recomendados, pois pode haver barulho de parquinhos, comércio ou até ruas movimentadas com ônibus e trânsito. Para quem gosta de dormir cedo e tem sono leve, a sugestão também é buscar um andar mais alto ou apartamentos de fundos. A quantidade de elevadores também é bastante relevante. Um prédio com muitos moradores e poucos elevadores pode fazer com que você perca bons 5 ou 10 minutos todos os dias, o que pode vir a ser bem estressante.

Infraestrutura e vizinhança » A infraestrutura é bem importante, dependendo do estilo de vida dos moradores, e varia de família para família. Algumas pessoas valorizam mais ter um condomínio com piscina e parquinho, enquanto outras valorizam mais academia de ginástica. A vizinhança também é algo muito importante de entender e até um pouco mais difícil de descobrir – como saber se o seu vizinho é um DJ de música eletrônica ou tem cachorros que latem o dia todo? Para responder a essas perguntas é sempre válido conversar com o seu corretor ou imobiliária, pois eles são os mais capacitados para responder a essa pergunta, são os que já visitaram os imóveis, conhecem a região, e podem te dizer com imparcialidade como é, de fato, a vizinhança de um determinado imóvel.

Fonte: EmCasa 

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Bicicletários: como criar ou organizar o local no condomínio

Espaço cada vez mais requisitado merece atenção do síndico

Espaço cada vez mais requisitado merece atenção do síndico

O uso das bicicletas está cada vez mais em alta nas grandes cidades. É uma tendência mundial.

Seja para passear no final de semana, fazer exercício ou se locomover até o trabalho, muitos condomínios têm se preocupado em oferecer um espaço adequado para a guarda desse meio de locomoção.

E não é à toa. Como esse tipo de demanda vem crescendo a cada ano, não dá mais para o síndico ficar omisso. O ideal é que ele, a administração e os moradores encontrarem uma solução para o caso, como, por exemplo, a instalação de um bicicletário.

Condomínios novos

Em algumas cidades, como São Paulo, atualmente novos condomínios já são obrigados, por leis municipais, a contarem com espaços destinados a bicicletários.

O decreto 53.942, de 28 de maio de 2013, elaborado pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, regulamenta a lei 15.649, sancionada em 2012, que obriga as novas construções e reformas de prédios residenciais e comerciais na cidade a reservarem até 10% das vagas para estacionamento de bicicletas.

“A lei altera o Código de Obras do Município e determina que os locais reservados para guardar as bicicletas devem ser facilmente acessíveis, com adequação ao piso mais próximo das ruas e calçadas.

O espaço deve ter até 1,80 metro de extensão e a altura não pode ser inferior a 2 metros. A instalação de suportes para prender as bicicletas com distância mínima de 75 centímetros também é obrigatória”, ressalta Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e colunista SíndicoNet

Implantação do bicicletário

Já em condomínios já existentes, a maior dificuldade para a criação de um bicicletário é a falta de espaço.

Uma vez que boa parte dos condomínios veta o uso da garagem para guarda das bicicletas, pode ser difícil atender ao desejo dos moradores de não deixar a bicicleta dentro da unidade.

“Em muitos casos o condomínio não tem um lugar onde caiba pelo menos uma bicicleta por unidade. Isso pode acabar inviabilizando o projeto”, aponta Sergio Meira, da vice-presidência de condomínios do Secovi-SP.

Mesmo com pouco espaço, é possível dar uma destinação para as magrelas dos moradores.

“Há diversas opções no mercado para condomínios. Aqueles onde realmente não há espaço podem optar por ganchos nas paredes da garagem. Nesse caso, é importante padronizar o gancho, para dar uma uniformizada. Para quem tiver um pouco mais de espaço, há bicicletários tanto de chão, quanto de parede”, argumenta o síndico profissional Nilton Savieto.

O custo não é elevado: há modelos simples, que guardam 10 bicicletas, por R$ 700, em média, no mercado.

Crisleine Correa de Freitas, do departamento de marketing da Altmayer, empresa fabricante de bicicletários e outros acessórios para a prática de ciclismo, afirma que a demanda de condomínios por bicicletários aumenta a cada ano.

“Vendemos muitos produtos de correr (aqueles em que as bicicletas ficam penduradas), que são os que economizam mais espaço, e os de chão também”, afirma.

Aprovação do bicicletário

Para implantar um espaço do tipo é necessário convocar uma assembleia para discutir o assunto.

O quórum necessário para a benfeitoria, porém, varia entre maioria simples dos presentes – quando nenhuma área comum do condomínio será alterada – para dois terços dos condôminos, se houver a necessidade de mudar uma área comum.

Essa aprovação de 2/3 serve para realizar a adequação da convenção.

Uma dica é fazer constar em assembleia um período de teste para a implantação do abrigo.

“Colocamos na ata, geralmente, que o bicicletário foi implantado em caráter excepcional e que o mesmo poderá ser desfeito futuramente”, explica Nilton. Dessa forma, a coletividade não encontrará tantos entraves se não ficar satisfeita com o resultado da mudança.

“Em certos condomínios até há espaço em algum lugar da garagem, mas o morador que estaciona ali não gosta da ideia de crianças circulando de bicicleta por perto”, exemplifica Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé.

Nesse caso, se o bicicletário for aprovado em assembleia, o ideal é que o morador insatisfeito tente trocar sua vaga com outra pessoa.

Segurança

Importante salientar que o condomínio não fica responsável por danos ou furtos das bicicletas apenas por ter um local para sua guarda. Essa responsabilidade só é passada ao empreendimento caso o bicicletário fique trancado – e que apenas o zelador possa abrir ou fechar o local.

“Já tivemos problemas com moradores que reclamaram de sumiço de seus equipamentos do bicicletário. Se, realmente, for uma bicicleta caríssima, nossa sugestão é que o morador a leve para a unidade, pensando em evitar futuros dissabores”, aponta Vania.

“Vale lembrar que abrigá-las na sacada do prédio é uma prática proibida em muitos regimentos internos, mas que, muitas vezes, é desrespeitada”, alerta Rodrigo Karpat

Organização do bicicletário

Como em qualquer área comum do condomínio, o bicicletário deve ter suas regras.

A criação de um regulamento específico para o local, definindo regras e responsabilidades, e com aprovação em assembleia (maioria simples), pode evitar futuros transtornos, como a utilização incorreta de outros espaços para guardar as bicicletas.

O ideal é o uso de tags nas bikes, que mostrem quem a que unidade e bloco pertencem. Também é recomendável que todas as bicicletas sejam trancadas com cadeado.

Mesmo com essa identificação, sugere-se que a cada seis meses o condomínio faça uma campanha de recadastramento das bicicletas, evitando assim que equipamentos velhos de moradores que já se mudaram ocupe o espaço que poderia abrigar outra bike.

Tipos de bicicletário em condomínios

Há basicamente dois tipos de bicicletário: os de chão e os de parede.

Os de chão podem ter diversas formas e são mais em conta.  Seu ponto fraco é ocupar mais espaço do que os de parede, que são mais caros, mas economizam mais no quesito espaço.

“O ideal é que o condomínio busque três orçamentos antes de fechar com uma empresa específica”, ensina Nilton Savieto.

Veja abaixo os dois tipos mais comuns de bicicletário:

Foto: Altmayer/Divulgação

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Proibição de aluguel por temporada em aplicativos já é realidade em alguns condomínios de São Paulo, revela pesquisa

Pesquisa realizada pela AABIC mostrou que 47% dos condomínios da cidade aderiram à decisão

Um levantamento realizado pela Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC) mostrou que um grande volume de condomínios da cidade de São Paulo estão proibindo moradores de locar seus imóveis por aplicativos de aluguel de temporada.

Segundo a AABIC, 47% dos condomínios colocaram essa pauta em discussão em suas reuniões, sendo que, dentre esses, 64% decidiu por proibir definitivamente, o que aconteceu sob diferentes justificativas.

Um dos argumentos mais utilizados para validar tal decisão é o da segurança, uma vez que o aluguel por temporada prevê que nas dependências do condomínio circulem pessoas que não estão cadastradas como moradores e que, por isso, não podem ser identificadas.

aluguel de temporada

O barulho e a segurança são os principais argumentos dos que defendem a proibição (Foto: Shutterstock)

Presidente da associação, José Roberto Graiche diz que além do problema evidente da segurança, a locação por aplicativos pode gerar diferentes tipos de transtornos aos condôminos, o que faz da proibição algo de interesse dos próprios moradores.

“Muitos condôminos reclamam do barulho gerado pelas unidades locadas por aplicativos de hospedagem, o que causa transtornos ao sossego dos moradores. Além disso, há muitos relatos de má utilização das áreas comuns, como piscinas, academias e quadras, o que também pode gerar dissabores, fluxo maior de pessoas na portaria e reforço nos controles de acesso”, diz.

Mesmo com justificativas válidas, a proibição vem gerando controvérsias, principalmente entre proprietários que sublocam seus imóveis como forma de garantir renda. A decisão de proibir que as unidades sejam locadas, apesar de possuir jurisprudência que a valide enquanto medida de âmbito condominial, encontra no caminho argumentos fortes o bastante para derrubá-la.

“Ainda que a proibição de locação por temporada encontre amparo, o fato é que a tese contrária é igualmente bem fundamentada, especialmente no direito de propriedade conferido ao titular da unidade, que pode dar a destinação que melhor lhe convier ao bem; e que a locação por temporada não desvirtua a finalidade residencial disposta em regras condominiais“, explica Raquel Laudanna Marinelli, sócia do escritório ASBZ Advogados.

Airbnb

aluguel de temporada

Empresa responsável pelo aplicativo não quis comentar a pesquisa (Foto: Shutterstock)

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Airbnb, um dos principais aplicativos que ligam locadores a locatários interessados em alugar por temporada, disse que não comentaria a pesquisa realizada pela AABIC, mas deixou clara a validade de seu serviço.

“A locação por temporada é uma atividade regulamentada no Brasil desde 1991 pela Lei federal do Inquilinato, portanto já legalizada. Como política do Airbnb, a empresa sempre orienta que anfitriões e hóspedes dialoguem e sigam as regras de convivência dos condomínios, tais como uso das áreas comuns, identificação na portaria, etc.”, diz o comunicado.

Por fim, ressaltou o caráter arbitrário da decisão, tendo em vista a legislação vigente que atua sobre o tema: “Várias decisões de diversos tribunais de justiça no Brasil, incluindo uma recente do TJ-SP, têm reiterado que a locação de curto prazo não pode ser proibida devido ao direito de propriedade, garantido pela Constituição Federal, e que não altera a destinação do imóvel de residencial para comercial“.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/aluguel-de-temporada/

Segurança patrimonial: 5 componentes essenciais para condomínios

A segurança patrimonial é um dos aspectos mais importantes para condomínios, especialmente diante das crescentes taxas de criminalidade no país. E um condomínio seguro é aquele que consegue inibir e prevenir a ação de possíveis criminosos, trazendo sensação de segurança para os moradores.

 

Para garantir a segurança do condomínio, é necessário contar com alguns itens fundamentais. Não adianta investir em alta tecnologia ou sistemas complexos sem antes prover o básico em segurança. Caso contrário, o edifício corre o risco de perder dinheiro e ficar exposto a danos que poderiam ser evitados.

No post de hoje, saiba quais são os 5 componentes essenciais para garantir a segurança patrimonial em condomínios.

1. Câmeras de vigilância

A câmera de vigilância talvez seja o item mais básico quando se trata de segurança. Existem diversos modelos disponíveis, cada um deles atendendo a um interesse específico, de forma que todo o espaço seja adequadamente vigiado.

A instalação de câmeras é uma boa forma de inibir e registrar ações criminosas que eventualmente ocorram. Mas não basta implantar câmeras ou mesmo um CFTV de forma amadora. Deve-se fazer um bom planejamento para que não haja brechas, como pontos cegos.

Além disso, é preciso certificar-se de que o equipamento funcione perfeitamente, gravando corretamente as imagens, que devem estar protegidas. O CFTV, por exemplo, deve estar em sala trancada e sem acesso aos funcionários do condomínio, evitando que qualquer gravação seja apagada.

2. Cercas elétricas

Outra ferramenta fundamental para deixar qualquer espaço mais seguro é a cerca elétrica. Ela é uma opção que tem um custo relativamente baixo, inibe invasões e, com uma boa manutenção, está sempre em pleno funcionamento. Existem opções variadas no mercado para diferentes necessidades.

E, assim como as câmeras, não adianta apenas colocar cercas elétricas em todas as partes do condomínio. O seu uso deve ser planejado para não dar chances a invasões e nem trazer riscos a moradores ou demais pessoas. Afinal, a intenção é proteger o perímetro de eventuais criminosos.

3. Sistemas de monitoramento

Um sistema de monitoramento traz mais tranquilidade e segurança, tanto para condôminos quanto para funcionários. Isso porque ele inclui o uso de painéis de controle, sensores, sirenes e uma equipe que acompanha tudo o que acontece no condomínio 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Essa medida previne crimes e faz com que o tempo de resposta em relação a imprevistos seja mais rápido.

4. Alarmes

Esses equipamentos servem para detectar imediatamente qualquer situação atípica que possa apresentar riscos. Os alarmes são capazes de identificar invasões, incêndios, alagamentos, etc.

Sem eles, a segurança patrimonial fica deficiente, deixando o condomínio exposto a práticas criminosas que, se fossem denunciadas por alarmes, poderiam ser evitadas.

5. Portaria

A portaria é um elemento crucial dos condomínios. No entanto, além de trazer segurança, ela é também uma área vulnerável, devido à intensa movimentação de moradores, visitantes e outras pessoas.

Não são poucos os casos de assaltos feitos por criminosos que acessaram o condomínio pela portaria principal. Por isso, é fundamental investir em equipamentos que deixem essa parte do condomínio mais segura. Não basta dar orientações ao porteiro dizendo o que ele deve e, principalmente, não deve fazer. É preciso um bom projeto de portaria para torná-la o mais segura possível.

Outra grande ferramenta para trazer mais segurança é um software para controle de acesso. Além de facilitar a gestão de áreas, controles e a comunicação, ele possibilita a triagem de quem entra e sai do condomínio, além de transmitir informações dessa movimentação aos moradores. É uma opção econômica que deixa o local mais eficiente, seguro e sustentável.

Também vale a pena investir em guaritas blindadas e outras proteções. Assim, a segurança patrimonial será maior e o condomínio estará menos exposto a crimes.

Fonte: Condlink

Conheça o selo LEED, certificação que atesta empreendimentos imobiliários sustentáveis

Construções com o selo são econômicas e usam sistemas mais eficazes de água e energia elétrica

Os brasileiros já veem a sustentabilidade como um diferencial ao adquirir ou alugar um imóvel.

Para garantir que as construções realmente respeitem o meio ambiente, foram criados diversas metodologias e também formas de certificar que há vantagens econômicas, ambientais ou sociais. Um imóvel certificado, por exemplo, tende a gastar menos energia e água por implantarem sistemas mais eficientes e, com isso, ter valores mais baixos nas contas de água e energia elétrica.

Entre as principais certificações está a LEED – Leadership in Energy and Environmental Design (Liderança em Energia e Design Ambiental). É um selo internacional que avalia o desempenho das edificações nas seguintes categorias: localização e como se relaciona com o entorno; uso eficiente da água, eficiência energética e produção de energia renovável, qualidade interna do ar, materiais e recursos e inovação.

Essa certificação é gerida pela Green Building Council (GBC), entidade sediada nos Estados Unidos, mas atuante em todo o mundo. “Os consumidores sentem-se atraídos em escolher marcas e estabelecimentos alinhados com questões de sustentabilidade“, afirma Felipe Faria, CEO da GBC Brasil.

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Ter o selo LEED tornou-se um diferencial competitivo no mercado de imóveis (Foto: Shutterstock)

Segundo ele, todos os lançamentos foram certificados ou estão em processo de certificação LEED em determinados segmentos, como o deedificações corporativas. A sustentabilidade está entre os objetivos das empresas, seja em sua produção ou no escritório, e é um diferencial competitivo no mercado imobiliário comercial

Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo), acredita que há um processo natural de amadurecimento da sociedade em busca dessasedificações ambientalmente eficazes. “Os clientes gostam, valorizam, mas ainda não procuram especificamente isso”, afirma Borges.

Borges lembra que o investimento nesse tipo de construção encarece os apartamentos. “Quem investe é incorporador, o construtor. E quem tem o ganho na economia a longo prazo é o consumidor. É importante que se valorize isso”, explica o vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP.

Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP, acredita que há um processo natural de amadurecimento da sociedade em busca dessas edificações ambientalmente eficazes. “Os clientes gostam, valorizam, mas ainda não procuram especificamente isso”.

Borges lembra que o investimento nesse tipo de construção encarece os apartamentos. “Quem investe é incorporador, o construtor. E quem tem o ganho na economia a longo prazo é o consumidor. É importante que se valorize isso”.

O selo LEED

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Para conseguir o selo LEED, o empreendimento necessita cumprir pré-requisitos (Foto: Shutterstock)

Há alguns pré-requisitos que o empreendedor precisa cumprir para prosseguir com a certificação e cerca de 70 recomendações técnicas. Conforme são cumpridas, o empreendimento pontua até atingir um nível de certificação: básico, prata, ouro e platina.

“No Brasil, este movimento está muito forte no mercado imobiliário, sendo que o país é o quarto no ranking mundial, com mais de 1.350 projetosregistrados e mais de 530 empreendimentos certificados”, detalha o CEO da GBC Brasil.

De acordo com o Faria, um empreendimento sustentável é a melhor opção de negócio. “A média de acréscimo de custo de construção dos mais de 500 projetos certificados no Brasil foi de 0% a 6%. Porém, considerando que 15% dos custos de uma edificação são de construção e 85% de operação, invariavelmente o retorno é no curto prazo”.

“No Brasil, este movimento está muito forte no mercado imobiliário, sendo que o país é o quarto no ranking mundial, com mais de 1.350 projetos registrados e mais de 530 empreendimentos certificados”, detalha Felipe Faria.

De acordo com o CEO da GBC Brasil, um empreendimento sustentável é a melhor opção de negócio. “A média de acréscimo de custo de construção dos mais de 500 projetos certificados no Brasil foi de 0% a 6%. Porém, considerando que 15% dos custos de uma edificação são de construção e 85% de operação, invariavelmente o retorno é no curto prazo”.

Importância

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A importância do selo está no impacto que a construção civil tem no meio ambiente (Foto: Shutterstock)

Para Juliana Rangel, especializada em arquitetura sustentável e sócia fundadora do SustentArqui, a construção civil é um dos setores que mais impacta o meio ambiente e empreendimentos sustentáveis serão cada vez mais exigidos por lei e pelos clientes finais.

“É importante para os empreendimentos que queiram ter um diferencial e atender essa demanda crescente. Por meio da certificação é possível demonstrar que soluções sustentáveis foram adotadas corretamente”.

O vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP acredita em benefícios para todos. “Para o empreendedor, é uma marca depreocupação, tem o aspecto de imagem, de reputação. Por outro lado, tem a questão econômica e técnica: menor consumo com água, energia, operação e manutenção. A vida útil é maior”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/selo-leed/

Veja algumas situações que prejudicam o mandato do síndico

São diversas as situações que prejudicam o mandato do síndico. Abuso de poder e falta de comunicação estão entre as principais.

Veja algumas situações que prejudicam o mandato do síndico

Responsável pela administração dos interesses coletivos dos moradores, o síndico é figura fundamental do condomínio. É essa pessoa, morador ou profissional, que irá tomar as principais decisões nos anos que correspondem o seu mandato:

Veja alguns exemplos das suas atribuições:

– Cobrar os devedores do condomínio;

– Fazer cumprir o que está na convenção;

– Contratar uma administradora;

– Zelar pelo equilíbrio do caixa financeiro;

– Cobrar a execução em tempo hábil dos serviços contratados pelo condomínio;

– Solucionar conflitos;

– Propor e executar obras de benfeitoria para o empreendimento, entre outras funções estabelecidas no artigo 1.348 do Código Civil.

Porém, faz bem saber que apesar de todos esses “poderes” que o síndico possui durante o seu mandato, isso não lhe dá o direito de agir como quiser.

É como diz aquele velho chavão de um desenho animado: “com grande poderes vêm grandes responsabilidades”.

E para não cair na armadilha de achar que o síndico é um super-herói, e que pode tudo, separamos algumas situações que prejudicam seu mandato.

1- Abuso de poder

Tornar-se abusivo no exercício das suas atribuições é uma das piores coisas que o síndico pode fazer. Isso porque todas as outras situações, que de alguma maneira prejudicam o seu mandato estão relacionados ao abuso de poder.

Centralizar demais a administração, tomar decisões unilaterais, ser desrespeitoso com funcionários e moradores são ocorrências que minam a confiança na sua gestão.

2- Cobrança indevida dos moradores

Cobrar extensivamente ou constranger os moradores inadimplentes, de modo a deixa-los em posição desconfortável é uma prática não aconselhável e que pode gerar inclusive ações judiciais contra o síndico.

Sem falar que esse tipo de atitude é pouco inteligente, já que o morador devedor, exposto a uma situação constrangedora, dificilmente irá pagar seu débito.

Logo, o condomínio passará a enfrentar dois problemas: a própria inadimplência e um processo.

Porém, isso não quer dizer que o síndico não poderá cobrar os devedores. Pode e deve, mas é preciso saber fazer. Uma das maneiras recomendadas é que esse dado esteja no próprio boleto de pagamento.

Fazer uma lista com as unidades devedoras também é uma estratégia bastante usada. Mas não esqueça que essa lista não deve apresentar os nomes dos inadimplentes.

3- Falta de zelo pela questão financeira

A aprovação de despesas extras para obras supostamente emergenciais, ou que digam respeito apenas à questão estética do prédio, sem anuência prévia de uma assembleia, são situações que podem gerar debates sobre a sua administração.  Assim como o uso do fundo de reserva para pagamentos do dia a dia.

O caixa do condomínio é um tema muito sério, que merece uma atenção especial por parte do síndico.

4- Tomar lado em discussões internas

Qualquer discussão ou situação conflituosa dentro do condomínio envolve duas ou mais partes. Notificar ou multar apenas uma com base na palavra de outra pessoa é algo que nenhum síndico deve fazer. Isso pode, inclusive, incendiar ainda mais o conflito.

Por isso que um bom administrador sabe gerir conflitos e escutar os diversos lados de um imbróglio.

5- Desconhecimento das responsabilidades legais da função

A responsabilidade legal e criminal por parte do síndico é uma das mais relevantes atribuições que envolvem essa atividade. E não adianta nem alegar desconhecimento da lei, haja vista que o artigo 182, do Código Civil, estabelece claramente que “aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito”.

As omissões podem levar o síndico a responder com o seu patrimônio pessoal, inclusive por prejuízos ou danos ocorridos ao condômino ou ao próprio condomínio.

As situações mais comuns que caracterizam omissão por parte do síndico são:

– Não observância de manutenções preventivas de elevadores;

– Recarga de extintores;

– Renovação do seguro obrigatório;

– AVCB do Corpo de Bombeiros, entre outros.

Como vimos, apesar de toda a importância que a figura do síndico representa para a administração do condomínio, esse posto ainda está abaixo da Convenção e do Regimento Interno. Portanto, mesmo que fundamental, o gestor não pode tudo.

Por isso, fique atento para não ter a sua gestão interrompida com uma deposição ou até mesmo sofrer com ações judiciais por parte dos moradores.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

SFH ou SFI: qual modelo de financiamento é mais vantajoso?

Cada modalidade tem regras e recursos diferentes, o que pode influenciar nas taxas de juros mais baixas ou mais altas

Fugir do aluguel e ter a casa própria ainda é o sonho de muitos brasileiros. Mas trata-se de um investimento muito alto e que nem sempre cabe no bolso dos consumidores. Por isso, é preciso recorrer a uma linha de financiamento para conseguir comprar um apartamento ou uma casa.

Porém, existe mais de uma opção no mercado e é preciso ficar atento às regras de cada uma para entender em qual se encaixa. Saiba quais são as diferenças entre o Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) e qual é o mais vantajoso para o bolso do consumidor.

A maioria dos financiamentos se enquadram nas características do SFH, principalmente porque ele contempla imóveis mais baratos. Antes existia uma diferenciação do teto do preço do imóvel entre os estados brasileiros, mas a partir deste ano, o valor máximo foi ampliado e passou a ser de R$ 1,5 milhão para todo o Brasil.

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É preciso analisar as opções, pois alguns sistemas não abarcam certos tipos de imóveis (Foto: Shutterstock)

“Pelo tipo de imóvel que se encaixa nele, essa opção de financiamento foi feita para quem tem a renda um pouco mais baixa, apesar que hoje em dia atende a um público de diversas rendas por conta dos preços dos imóveis, e que está adquirindo o primeiro imóvel“, explica Antônio Pessoa, economista e professor do UniFBV.

Através do SFH, é possível financiar até 80% do valor do imóvel. Outras regras que devem ser cumpridas para obter esta modalidade de financiamento é que a casa ou o apartamento deve estar registrada no Cartório de Registros de Imóveis, deve ser residencial e urbana e ter localização na região onde a pessoa que vai comprar reside ou trabalha há pelo menos um ano.

Além disso, os recursos do FGTS não podem ter sido usados para financiamento ou construção do imóvel por três anos. O prazo máximo de pagamento do financiamento é de 35 anos.

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A depender do sistema escolhido, as taxas de juros podem aumentar (Foto: Shutterstock)

O sistema ainda permite que seja usado o saldo do FGTS para abater o valor do financiamento, mas outros requisitos entram em questão: não é possível ter qualquer outro financiamento através do SFH, não pode ter outro imóvel residencial e urbano na região que reside ou trabalha e deve ter contribuído por pelo menos três anos consecutivos ou não de trabalho, seja na mesma empresa ou em companhias distintas.

Já o financiamento pelo SFI engloba todos os que não se enquadram no SFH, ou seja, imóveis que ultrapassem o valor de R$ 1,5 milhão, que sejam comerciais ou zonas rurais ou que ficam fora da região que a pessoa reside ou trabalha.

Essa modalidade acaba atendendo ao mercado de luxo e também investidores, que compram imóveis para alugar ou revender. Através dela, não é possível usar os recursos do FGTS.

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É importante pesquisar as regras de cada sistema (Foto: Shutterstock)

Apesar de existirem regras às quais as pessoas que desejam comprar um imóvel devem se encaixar, é importante lembrar que os recursos oriundos de cada uma faz com que haja diferença e vantagens e desvantagens entre elas.

O SFH utiliza recursos mais baratos e que são mais baratos para o banco que pega o dinheiro emprestado, enquanto no SFI, os recursos são mais caros. E isso acaba influenciando nas taxas de juros dos financiamentos.

“No SFH, os recursos vêm da poupança e do FGTS, que são fontes mais baratas, fazendo com que as taxas de juros acabem sendo mais em conta. Por outro lado, o SFI conta com recursos de operações de mercado de capitais, que são mais caros e acabam gerando uma taxa de juros sempre mais alta do que o SFH”, ressalta Celso Petrucci, economista-chefe do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP).

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/sfh-sfi/

Qual a diferença entre sacada, varanda e terraço?

Por incrível que pareça, esses espaços não são sinônimos um do outro. Confira!Por incrível que pareça, esses espaços não são sinônimos um do outro. Confira!

Na maioria das vezes, o mercado imobiliário acaba tratando os termos “sacada”, “varanda” e “terraço” como sinônimos um do outro. A dúvida é quase generalizada.

Anúncios de imóveis sempre oferecem: “casa com 2 quartos e varanda”, “apartamento com varanda” ou até mesmo “apartamento com terraço gourmet”.

Até aí tudo bem, mas na hora de comprar ou alugar um imóvel, é importante que as pessoas – e até mesmo o síndico como gestor do empreendimento saibam as diferenças entre cada um desses espaços.

E esse é o objetivo deste artigo. Vamos lá!

O que é Sacada

Presentes em sobrados e apartamentos, as sacadas são estruturas que “saltam” para fora do corpo da edificação, por isso, são mais fáceis de serem identificadas.

Diante dessa característica, não existe sacada em casa térrea, uma vez que a área precisa estar “pairando” sobre um nível para assim ser denominada.

As sacadas geralmente estão ligadas a portas ou janelas de acesso tanto de áreas sociais quanto íntimas, como dormitórios.

Elas têm diversos tamanhos como bem lembra Osvaldo Wertheim, diretor da vice-presidência de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP, que citou as pequenas sacadas – mais conhecidas como balcão.

O que é Varanda

Comparada a uma sacada, a varanda é um espaço mais amplo, que funciona como a extensão de um apartamento ou casa (neste caso, localizada excepcionalmente no térreo). Normalmente é coberta e aberta.

Além do tamanho da área, o uso da varanda também é diferente. “Tem a ver com o conceito de qualidade de vida; um lugar contemplativo para receber convidados”, exemplifica Wertheim.

Por isso, quase sempre está disposta próxima aos ambientes sociais, como salas de estar e jantar.

Outro modelo que tem sido bastante difundido no mercado imobiliário é a “varanda gourmet”. É um local que possui todas as características elencadas acima, com o adicional de uma área equipada com churrasqueira ou cooktop, por exemplo.

O que é Terraço

Já os terraços são ambientes descobertos que ficam na parte de cima de sobrados e apartamentos (neste caso, somente em coberturas). “Por conta disso, é possível usufruir de uma bela vista nos andares superiores”, afirma Wertheim.

Além disso, o espaço comporta outras estruturas, como piscina e jardins mais amplos.

Concluindo…

O mercado imobiliário é um pouco subjetivo em relação à nomenclatura das palavras “sacada”, “varanda” e “terraço”, o que causa a confusão de muitos desavisados. Ainda que pouco observadas, as diferenças entre esses espaços existem e é importante saber distingui-los, principalmente, na compra/aluguel de um imóvel, ou mesmo para o síndico, na hora de cotar e descrever um serviço numa dessas áreas, por exemplo.

Fontes consultadas: Osvaldo Wertheim (diretor da vice-presidência de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP)

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

7 pequenas mudanças que você deve fazer em casa para evitar crises respiratórias

Com algumas dicas simples, você vai conseguir deixar a casa em ordem; veja

O outono é uma estação de transição, época mais indicada para começar a adaptar a casa para evitar crises alérgicas. Pequenas mudanças na decoração e na maneira de higienização da residência podem fazer grande diferença na vida dos alérgicos. É no inverno que os casos de alergias respiratórias aumentam.

mulher assoando o nariz

Algumas pequenas mudanças podem ser feitas dentro da sua casa e ajudam a evitar crises e problemas respiratórios

Espirros, coceira no nariz, tosse, coriza e entupimento nasal são alguns dos principais sinais de crises alérgicas respiratórias. Além do tratamento que deve ser seguido de acordo com a gravidade do problema, fazer algumas mudanças em casa vai ajudar a deixar o ambiente longe do perigo, principalmente para quem é alérgico. Confira:

1. Lavar tecidos guardados 

Antes de começar a usar casacos e cobertores que ficaram muito tempo guardados, lave estes tecidos pois há grande chance deles estarem com muitos ácaros.

2. Evitar bichinhos de pelúcia

No quarto das crianças, evite colocar pelúcias e outros brinquedos que acumulem muita poeira. Tapetes também devem ser evitados.

3. Livros guardados

Os livros costumam ficar muito empoeirados. Para ficarem dentro do quarto por muito tempo, eles devem ficar em armários.

4. Deixar luz solar entrar

É importante que ambientes como o quarto recebam incidência de luz solar e que no horário em que o sol bater as janelas estejam abertas.

5. Escolher bem as cortinas

Cortinas e outros objetos espalhados pela casa devem ser de fácil lavagem/ higienização para evitar o acúmulo de ácaros.

6. Limpar com pano úmido

A casa deve ser mantida limpa. A higienização deve ser feita com pano úmido em vez de vassoura para evitar levantar a poeira.

7. Trocar as roupas de cama

Lençóis e fronhas devem ser trocadas toda a semana, para diminuir o acúmulo de ácaros em casa.

Fonte: Delas – iG @ https://delas.ig.com.br/casa/2019-05-09/casa-mudancas-evitar-crises-alergias.html

Os 5 pontos mais vulneráveis na segurança do condomínio

Depois da violência dos arrastões, a nova onda de assaltos e furtos põe em xeque os métodos anti-invasões usados até aqui

 

Depois da violência dos arrastões, a nova onda de assaltos e furtos põe em xeque os métodos anti-invasões usados até aqui

 

 

 

Todo mundo tem uma história para contar sobre invasões, roubos e furtos em condomínios residenciais. Pouco se fala, entretanto, sobre o porquê de tanta recorrência.

Pensar criticamente em como o quesito segurança foi conduzido até aqui é um exercício difícil. Significa encarar as fragilidades do condomínio e, talvez, a constatar que a gestão encontrou uma zona de conforto.

E vem a pergunta: Houve negligência? Onde erramos no nosso projeto de segurança? Isso exige muito esforço e, sobretudo, franqueza.

Para o especialista em segurança condominial, José Elias de Godoy, existe no ar uma falsa sensação de segurança no condomínio, uma vez que a grande maioria das pessoas vai residir ali justamente por causa da segurança. Quando percebe que não é tão seguro quanto pensava, se frustra.

Há vários pontos vulneráveis na segurança dos condomínios, fortalecidos por falhas nos procedimentos. É sobre esse assunto importante e urgente que o SíndicoNet vai falar à seguir.

O que mudou nas formas de invasão a condomínios?

Entre 2011 e meados de 2016, a cidade de São Paulo, por exemplo, chegou a ser chamada por alguns de“capital do arrastão”.

O padrão de invasão era o mesmo: quadrilhas numerosas, fortemente armadas, na maioria entrando pela garagem. Depois de render os funcionários, faziam a limpa em quantos apartamentos dessem conta.

Essa onda de arrastões, em todo o Brasil, vem perdendo a força. Mesmo assim, nesse começo de ano, duas ocorrências foram registradas, ambas em condomínios da classe média alta, na zona oeste de São Paulo. Um, em março, em Higienópolis; e o outro, em abril, na região dos Jardins.

Em 2018, os especialistas em segurança condominial constataram mudanças importantes na atuação dos bandidos – 90% dos 1300 crimes cometidos contra condomínios no primeiro trimestre, ocorreram pela porta da frente.

Nesse novo modus operandi, novos disfarces como garotas e garotos bem-vestidos, ligados a pequenas quadrilhas, se passam por familiares, pedindo alguma informação ou interessados em alugar um imóvel, entre outras desculpas.

Investem em diversos disfarces - rabinos, técnico de operadora, parente, etc. - e, com uma boa conversa, conseguem entrar no condomínio facilmente.

Ao contrário do arrastão, em vez de roubar vários apartamentos, geralmente vão direto naquele em que o dono não está e furtam o que conseguem levar numa mochila ou mala.

Dá para supor que, em muitos casos, eles já têm a informação prévia sobre hábitos dos moradores e objetos de valor. É a chamada modalidade pontual.

Vulnerabilidade 1. Porteiros mal-treinados

porteiro despreparado

De fato, as últimas invasões ocorridas revelam problemas sérios nas portarias.

Os especialistas são unânimes: a tecnologia é importante, mas não é o principal fator que garante a segurança de um condomínio. É muito importante fazer uso dela, ter um bom poder de inibição para o assaltante.

Mas o fator humano, que é o elo mais frágil da corrente, ainda é essencial.

“A maioria dos casos ocorridos ultimamente aconteceu por falha de Recursos Humanos. Não foi pulando muro ou cerca, nem com uso de força. Por isso é tão importante fortalecer o fator humano”, afirma Nilton Migdal, consultor de segurança.

No final das contas, o funcionário decide quem entra no prédio. Ele tem esse poder nas mãos. Por isso, precisa ser muito bem escolhido e treinado para saber na ponta da língua quais as normas e os procedimentos que deve executar.

Não podemos esperar o bom senso do porteiro; e sim, que tenha tudo predefinido e conheça bem o fluxograma, como agir em caso de tentativa de invasão. E, nesse sentido, ele precisa de treinamento e de todo o respaldo do síndico e do zelador.

Portanto, é muito importante realizar treinamento com os funcionários e, pelo menos, uma vez a cada seis meses, uma simulação “com pegadinha para tentativa de entrada no condomínio e avaliação da  atuação dos controladores”, aconselha Migdal.

Vulnerabilidade 2. Condôminos descuidados  

condômino descuidado

Não podemos nos esquecer que precisa haver normas de procedimentos e obrigações também para os condôminos. Muitas vezes, eles forçam o porteiro ou o zelador a cometer erros.

Todos nós acompanhamos o recente caso do morador que humilhou o porteiro por estar cumprindo o regulamento – deixar entrar apenas os familiares devidamente registrados, e com autorização para entrar.

O descuido do morador é outro agravante a ser considerado. Mesmo que o condomínio tenha um aparato completo de equipamentos de segurança, treinamento aos colaboradores, os condôminos são peças-chave para a segurança do condomínio.

A falha vem dos condôminos e é reforçada pela distração dos porteiros. O síndico profissional Marcos Muzili dá o exemplo recorrente:

“Um morador que está saindo e tem uma pessoa na entrada. Este morador não fecha o portão e deixa a pessoa entrar, sem saber quem é. O porteiro também deixa”.

Também são comuns os casos de moradores que fazem festas, sem que haja controle dos convidados. “Numa dessas situações, os assaltantes se infiltraram entre eles e fizeram um arrastão em plena festa”, conta o síndico profissional.

Dica: programe treinamentos e comunicados periódicos aos moradores, orientando-os sobre as regras de segurança.

A periodicidade é muito importante, pois é muito comum, e até natural, que os condôminos baixem a guarda e entrem em uma zona de conforto, quando não lembrados constantemente.

Eles precisam saber que uma atitude descuidada pode representar a oportunidade que o bandido espera para agir.

Aproveite também as assembleias para dar avisos e reforçar a importância do cumprimento das regras do condomínio.

Vulnerabilidade 3. Falta de projeto de segurança adequado

plano de segurança

Em primeiro lugar, todo projeto de segurança tem necessariamente que ser específico para o condomínio, e elaborado por consultores independentes, ou seja, que não indiquem os fornecedores de equipamentos. Sem isso, as chances de falhas são grandes.

Isso porque pode haver conflito de interesses se um consultor trabalha para uma empresa de segurança, e cada empreendimento tem características muito próprias – localizados áreas mais perigosas ou menos; em que prevalecem crianças ou idosos; se as tecnologias digitais não funcionam; o tamanho do condomínio, número de portarias e garagens; e por aí vai.

Outro ponto a se considerar são os condomínios novos, onde as contrutoras, segundo Manoel W. Fonseca, diretor de Operações da Pro Security, em sua grande maioria, não contemplam o item segurança patrimonial em seus projetos.

“Ao iniciar a habitação, por meio de seus conselhos, os próprios moradores definem os  itens de segurança na medida em que surgem as necessidades e, muitas vezes, sem um projeto de segurança adequado. Consequentemente, as falhas só são percebidas quando o empreendimento é vitimado”, constata.

Nesse sentido, prossegue, muitos dos problemas decorrem da falta de um projeto adequado de segurança que contemple proteção perimetral e  tecnologia para controle de acesso de pessoas e veículos. Fonseca destaca como boas soluções biometria, reconhecimento facial e tag.

Vulnerabilidade 4. Portaria remota de má qualidade

interfone

Parece até ironia. Mas um sistema criado para aumentar a segurança, se não for bem projetado ou tiver má qualidade, pode causar o efeito contrário, comprometendo a integridade do condomínio.

“Ao optar pela portaria remota, o síndico não está apenas comprando um produto; ele está adquirindo uma solução de segurança. Por isso é fundamental um projeto personalizado, com análise de risco”, recomenda Odirley Rocha, diretor comercial da Kiper.

Em uma portaria remota de qualidade, a responsabilidade pelo funcionamento do sistema 24 horas deve ficar a cargo da empresa.

Para dar conta do recado, a empresa deve ser bem estruturada, oferecer um sistema completo que envolva e suporte com eficiência todo o sistema de comunicação, imagens, controle de acesso de carros e pedestres, portões, internet estável, alto nível tecnológico, e ainda oferecer garantias em contratos, como SLAs.

Conforme Walter Uvo, diretor da Minha Portaria, o ponto mais importante dessa conduta é tirar o ser humano do local onde possivelmente haverá uma ocorrência. Ele explica:

“Ao deixar a gestão nas mãos do porteiro ou do zelador, se acontecer alguma complicação do tipo  “não estava gravando”, “a câmera parou”, “o DVR queimou” ou até mesmo “o bandido roubou o DVR”, o aviso do problema chegará depois à central, sem a urgência necessária”.

Mas se a preocupação é da empresa, Uvo prossegue, as providências são imediatas. “Você terá uma ação muito mais assertiva e coerente”.

Outro ponto é a ausência da eclusa, tanto para pessoas quanto para veículos, que torna mais fácil a entrada de estranhos no vácuo do morador ou da pessoa autorizada a entrar.

“Se não der para ter a veicular, no mínimo, exija um sensor carona para alertar – caso uma segunda passagem aconteça no condomínio. Esse alerta vai para a central de monitoramento, e automaticamente é acionada a equipe de atendimento”, avisa Rocha.

Vale ressaltar que a portaria remota que só faz a gestão do interfone tem inúmeras desvantagens e fragilidades com relação à outra. Não tem detecção de arrombamento de uma porta, um motor ou de falha no interfone que foi instalado – exemplos de monitoramentos importantes, para citar apenas alguns.

Vulnerabilidade 5. Equipamentos de segurança obsoletos

camera velha

Equipamentos que não funcionam bem ou são facilmente desarmados pelos bandidos não podem ser considerados bons aparatos de segurança. Também não adianta investir uma vez e não fazer a manutenção ou modernização.

Se consideramos a hipótese de o bandido receber informação de dentro do condomínio, ele pode saber que o equipamento de gravação é precário ou nem funciona. E vai tirar proveito para traçar seu plano de invasão.

Mas se o condomínio investe em tecnologia e bons equipamentos de segurança, com a devida manutenção, tem meio caminho andado para coibir a ação de bandidos.

Hoje, boas opções de equipamentos e soluções de tecnologia com preços acessíveis não faltam.

Reconhecimento facial, câmeras inteligentes, e biometria estão entre as inúmeras tecnologias que o mercado oferece atualmente para monitorar, controlar acesso, detectar e bloquear a presença estranha dentro e no perímetro do condomínio, além de realizar a comunicação necessária. Muitos desses equipamentos são controláveis pelo smartphone, via apps.

Fortaleça a inteligência com recursos extras

Sabendo quais são os pontos críticos do condomínio, e porquê eles são vulneráveis, fica mais fácil pensar em como dificultar a ação dos bandidos. A partir daí, você terá a chance de melhorar, de fato, a segurança geral.

Contar com o respaldo do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) também é uma possibilidade a ser considerada. Ali, os participantes têm acesso direto às autoridades da área. Podem, ainda, trabalhar interagindo com os órgãos de segurança pública.

Outro projeto interessante para reforçar a segurança do condomínio é a comunicação entre guaritas vizinhas. Pode ser por telefone fixo, celulares (em especial, o WhatsApp), bem como Rádios HTs.

Implante a cultura de segurança no seu condomínio

O ideal dos mundos é que os três aspectos – ótimos recursos físicos, tecnológicos e humanos – caminhem juntos e em equilíbrio.

“A segurança de um condomínio está firmada em um triângulo, cujas pontas são segurança física e tecnológica, investir nos colaboradores e conscientizar os moradores. Uma das pontas descoberta já compromete a proteção”, sintetiza Godoy.

Somado a tudo isso, é fundamental que haja uma mudança de mentalidade, tanto dos prestadores de serviços, quanto dos moradores e proprietários dos condomínios.

O síndico tem que estar atento às necessidades de seus funcionários, em especial dos porteiros, mas também do zelador; e fazer a comunicação periódica com os condôminos.

Nada garante que uma invasão ocorra no condomínio. Mas, as chances de uma surpresa ruim vão diminuir muito.

Fontes consultadas: José Elias de Godoy (especialista em segurança condominial); Nilton Migdal (consultor de segurança e diretor da Migdal Consult); Marcos Muzili (síndico profissional); Odirley Rocha (diretor comercial da Kiper) e Walter Uvo (diretor da Minha Portaria).

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Precisando modernizar o seu elevador?

Precisando modernizar o seu elevador?

Renovação estética da cabine valoriza o empreendimento e traz mais conforto para moradores e visitantes

Além da manutenção de importantes componentes para garantir a funcionalidade, segurança e extensão de vida útil do elevador, com o passar do tempo os condomínios também precisam atualizar o layout dos seus equipamentos. Em alta no mercado, a modernização estética é a opção ideal para quem tem uma cabine com aspecto antiquado, degradado ou que não combina com o estilo arquitetônico do edifício. E nesses casos, mais que requinte, o novo design do espaço gera também a valorização do empreendimento.

O síndico Olvir Favaretto, responsável pelo Condomínio Centro Comercial Campinas, localizado em São José, investiu recentemente no processo de modernização dos dois elevadores, que há 13 anos não recebiam nenhum tipo de revitalização. Com 132 unidades, entre lojas e salas, o empreendimento recebe em média três mil visitantes por dia e o equipamento é o coração do edifício.

“As obras foram realizadas para manter o condomínio moderno e também porque o desgaste já estava causando problemas e, consequentemente, aumentando os custos de manutenção. Contratamos uma modernização técnica e mecânica, trocando o sistema de portas, freios e cabos. Nas cabines foi feito um face lifting, com a substituição do granito do piso, espelhos, tetos, iluminação, ventilação e colocação de fórmica na parte interna”, comenta Favaretto. O gasto total ficou em torno de R$ 90 mil, sendo aprovado por unanimidade entre os proprietários, que para amenizar o impacto nos rateios, fizeram uma “caixinha” antes de iniciar a obra.

Esse tipo de serviço tem se tornado cada vez mais frequente, reflexo do grande número de prédios antigos, onde o bom estado do empreendimento contrasta com sistemas de elevadores defasados. No condomínio Residencial Versailles, também no bairro Campinas, em São José, os moradores aderiram à sugestão da síndica Marilene Bianchi Marques e modernizaram os elevadores do edifício. “A obra foi realizada em dois meses e compreendeu duas etapas distintas, entre a modernização tecnológica e de design. Com um custo total de R$ 50 mil, as mudanças trouxeram principalmente melhor desempenho mecânico ao equipamento e garantiram mais segurança e conforto para os usuários”, explica.

Renovação estética

De acordo com Davi Tadeu Fernandes, especialista em soluções e design de elevadores, os equipamentos podem passar por reformas em praticamente toda a sua estrutura. E tudo pode ser personalizado nos mais diversos tipos de materiais, que deverão ser escolhidos de acordo com os objetivos da reforma, a viabilidade econômica e a harmonização da cabine com estilo ou detalhes arquitetônicos do edifício.

Entre os benefícios ele destaca o efeito psicológico nos usuários e a valorização do imóvel, uma vez que o elevador é considerado o cartão de visitas do empreendimento. “Muitas pessoas têm medo de elevador, principalmente se o espaço for malcuidado, escuro, barulhento e com pisos quebrados. Esses problemas fazem com que qualquer um tenha receio em utilizá-lo. A reforma estética faz bem à imagem do edifício e, como eu digo, ela não faz o elevador funcionar melhor, mas as pessoas se sentem melhor dentro das cabines reformadas. Para dar um upgrade geral, os condomínios também devem investir na modernização de itens mecânicos que geram mais segurança, desempenho e economia”, sugere.

Quando modernizar um elevador

  • Quando o design da cabine não estiver em harmonia com o projeto atual do edifício
  • Ao identificar que o equipamento apresenta problemas técnicos recorrentes
  • Quando os componentes essenciais para o bom funcionamento do elevador estiverem obsoletos. O alto custo de reposição de peças está diretamente relacionado a esse fator
  • Para adequação a normas técnicas vigentes, legislações municipais, estaduais ou leis específicas de inspeção predial que requerem maior nível de segurança nas instalações.
Fonte: http://condominiosc.com.br

Pets em condomínios: veja como evitar problemas

Para morar com o pet em condomínio, prezar pela boa convivência é importante. Por isso, algumas restrições são adotadas a fim de evitar possíveis transtornos com os vizinhos

As regras passaram a existir após muitos incidentes e reclamações dos vizinhos

Os animais domésticos estão tornando-se cada dia mais parte da família. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui mais de 132 milhões de pets de estimação – ficando em quarto lugar no ranking mundial. No entanto, ao escolher morar em condomínio, tutores e tutoras precisam obedecer a algumas restrições para evitar possíveis transtornos com os vizinhos.

O animal pode viver tranquilamente com seu dono desde que o mesmo não atrapalhe a saúde, o sossego e a segurança dos outros moradores. Regras como limpar o local onde o animal sujar e tomar cuidado para que ele não fuja do apartamento, que em geral fazem parte do regulamento interno do condomínio, precisam ser seguidas.

De acordo com Lilian Alves, vice-presidente de condomínio da Secovi, as normas passaram a existir após incidentes e reclamações. Lilian afirma que o tutor necessita tomar certos cuidados. “O dono precisa conhecer o seu animal, para que ele não incomode os vizinhos.” A especialista destaca também os cuidados com a saúde do animal. “É importante que o pet esteja com sua saúde estável e com a vacinação em dia”,destaca. Lilian acrescenta que em alguns prédios já estão sendo construídos áreas exclusivas para os bichinhos.

Enzo Camurça mora em um condomínio com sua cadelinha Anette. O músico explica que, em seu prédio, só existem duas regras que devem ser seguidas. “O condomínio só coloca duas restrições: os animais não podem passear soltos pelo prédio e o tutor é responsável pela limpeza, caso o animal faça suas necessidades em áreas comuns.” Enzo conta que, embora nunca tinha tido problemas, já presenciou alguns animais fugindo do apartamento e causando prejuízos.

A fim de que donos e donas de pets evitem inconvenientes com os vizinhos, as Revistas O POVO listaram cinco  dicas com base em sugestões da ItaBrasil Gestão Imobiliária, que podem ajudar na boa convivência. Confira.

Áreas comuns

Evite permanecer por muito tempo com os animais em áreas de uso comum, tais como hall, garagem, jardins e playground.

Elevadores

Mesmo não sendo proibida a entrada de animais no local, os donos podem perguntar à pessoa que está utilizando o elevador se ela se incomoda com a presença do animal. Se sim, o ideal é usar o elevador de serviço.

Saquinhos de lixo

Ter sempre em mãos o saquinho para recolher os dejetos do animal é extremamente importante. Isso serve para o condomínio ou para rua.

Barulhos

É importante que o dono fique atento se o animal não interfere no bem-estar dos vizinhos na sua ausência. Os latidos constantes muitas vezes ocorrem porque o animal passa muito tempo sozinho.

Mau cheiro

Manter a boa higiene do animal é importante, já que odores e mau-cheiro causam incômodo aos vizinhos e se espalham rapidamente.

Fonte: https://www20.opovo.com.br/

Imóvel dos sonhos: saiba como encontrar um perfeito para você

Imóvel dos sonhos: saiba como encontrar um perfeito para você

Buscar o imóvel ideal para morar é uma decisão importante e que envolve uma série de fatores. Não é para menos: é onde você irá passar a maior parte do seu tempo. Por isso, é importante que não seja simplesmente um bom imóvel, mas sim o imóvel dos sonhos! 

Para fazer uma boa escolha, portanto, é preciso que você fique atento a alguns detalhes. Planejar essa mudança com cuidado e ter em mente suas necessidades são um dos primeiros passos para uma boa negociação.

Mas como começar a avaliar a infinidade de imóveis que hoje se encontram disponíveis no mercado? Não se desespere! Para ajudar você nessa empreitada, preparamos esse post com tudo o que você deve avaliar na hora de escolher a casa ou apartamento que sempre quis. Confira!

Veja quanto você poderá gastar por mês

Antes de iniciar uma busca pela internet sem critérios, é importante que você faça um levantamento de quanto poderá gastar com o novo imóvel. Isso vai evitar frustrações e arrependimentos após a negociação.

Veja a quantia que pode gastar com as parcelas do financiamento ou com o valor mensal do aluguel. Também não se esqueça de contabilizar taxa de condomínio, quando houver, e o valor do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano).

Para você não passar apertos, existem algumas calculadoras de financiamento. Essas ferramentas permitem que você saiba quanto pagará de entrada e quais os valores das parcelas. Dessa forma, você consegue pagar tudo em dia com tranquilidade e sem fazer muitos sacrifícios.

Analise suas prioridades

Agora que você já sabe o quanto pode investir no novo lar, é hora de tornar bastante objetiva sua descrição do imóvel dos sonhos.

Faça uma lista com o número ideal de cômodos para que você viva com conforto e não se esqueça de prestar atenção às vagas de garagem. Se você não abre mão de um quintal, por exemplo, é importante que isso conste na lista para evitar que você fique desapontado após a assinatura do contrato.

O ideal, nessa etapa, é ver tudo o que você planeja ter na sua próxima moradia para filtrar as opções disponíveis. No entanto, procure ter um pouco de flexibilidade nos critérios para facilitar a busca.

Escolha os bairros ideais do seu imóvel dos sonhos

O bairro é um dos fatores mais determinantes na escolha do imóvel. Além de estar diretamente ligado ao seu valor, a região escolhida ainda contribui para uma vida mais tranquila.

Faça uma lista dos bairros mais próximos ao seu trabalho ou à escola dos seus filhos. Isso vai evitar que você passe horas dentro do carro ou do transporte coletivo. É necessário, ainda, que a região conte com boa infraestrutura, como iluminação pública, serviços e comércios próximos e vias de acesso facilitadas.

Caso já conheça bem a cidade e tenha um bairro de sua preferência, não deixe de listá-lo. Estar familiarizado a uma região pode deixar você mais confortável. Mesmo assim, é importante não se limitar a um único bairro. Você pode se surpreender ao conhecer novos lugares.

Avalie a segurança das regiões

Na hora de escolher o imóvel dos sonhos, não deixe de gastar um tempinho avaliando a segurança do local. A criminalidade tem sido uma das maiores preocupações dos brasileiros e, por isso, é essencial que você entenda a dinâmica do bairro, como é o dia a dia da região e se há grande incidência de assaltos, invasões etc.

Uma dica é você fazer uma visita ao bairro em diferentes horários, inclusive durante a noite. Dessa forma, você consegue sentir o clima da região, verificar se as ruas são iluminadas e se existem pontos desertos que exigem atenção redobrada.

Além da segurança externa, é importante averiguar se o imóvel conta com ferramentas de segurança. Condomínios, por exemplo, costumam oferecer controle de acesso interno durante 24 horas e monitoramento por câmeras. Conhecer esses detalhes podem fazer você dormir mais tranquilo e garantem a segurança da sua família.

Faça visitas criteriosas aos imóveis

Visitar um imóvel é uma etapa que acaba sendo negligenciada. Esse é um dos maiores erros que você pode cometer! Analisar a casa ou apartamento de forma detalhada pode fazer com que sua escolha seja mais acertada, reduzindo as chances de arrependimento.

Já imaginou você fechar negócio e descobrir que sua cama não cabe no quarto principal? É essencial que você realize visitas munido de trena ou fita métrica. Assim, você consegue avaliar se os móveis que já tem ficarão bem distribuídos no novo imóvel.

Observe com detalhes se as paredes apresentam problemas de estrutura ou se há manchas que indiquem a presença de mofo. Em geral, esses danos são causados por problemas hidráulicos que podem lhe custar caro após a negociação. Tenha a mesma atenção à parte elétrica e observe bem a caixa de energia.

Faça uma pesquisa em portais de confiança

Para facilitar sua busca, uma dica é você contar com portais de classificados de imóveis. Esses buscadores online têm uma infinidade de opções de propriedades para que você escolha o ideal para você e para sua família.

Sites especializados em imóveis têm grande variedade e atende quem busca uma opção para comprar ou alugar. Muitos deles, ainda, concentram as opções das principais imobiliárias da sua cidade. Assim fica muito mais fácil achar aquele cantinho especial em um único lugar e com toda a segurança.

Outra vantagem de recorrer aos buscadores online é que existe um critério para anunciar, ou seja, você garante uma negociação segura, sem fraudes e sem dores de cabeça. Uma opção completa é o Imovelweb, que tem grande índice de satisfação dos seus usuários. Além de 4 milhões de imóveis anunciados e espalhados por todas as cidades do Brasil.

Mais do que isso, prestamos todo o suporte necessário na hora de tirar dúvidas para que você fique totalmente seguro quanto à decisão do seu novo lar.

Está se sentindo mais preparado para sair em busca do seu imóvel dos sonhos? Acesse nosso portal e veja todas as opções que podemos oferecer para que você entre em contato com imobiliárias de todo o país.

Fonte: https://www.imovelweb.com.br

Perfil dos moradores de condomínio

Conheça os mais comuns e como lidar com eles

Quem não conhece aquele vizinho que reclama de absolutamente tudo que acontece no condomínio? Ou aquele que acha que é o dono do local e passa o dia inteiro querendo ditar a forma como as coisas devem ser feitas – seja para os funcionários ou outros moradores?

Para qualquer síndico, personagens como estes – ou outros – não são novidade.

Afinal, todo condomínio tem suas particularidades, e o perfil das pessoas que ali habitam pode variar muito de um empreendimento para outro.

Dessa forma, saber analisar e identificar as características dos moradores que compõem um condomínio é um atributo essencial para o síndico conseguir implantar uma gestão de sucesso.

É através dessa pré-analise que ele será capaz de moldar seu estilo de gestão e, assim, evitar menos atritos, desgastes e conseguir uma boa aceitação do trabalho a ser desenvolvido.

Foi pensando nisso que elencamos abaixo os tipos mais comuns de condôminos que costumam demandar menos ou mais trabalho ao síndico, para que ele consiga agir de acordo com cada perfil identificado.

Importante ressaltar que ninguém é apenas um perfil dessa lista abaixo – pode-se agregar um pouco de alguns tipos listados. E que nada é imutável. Um “barulhento” pode virar, com o passar dos anos, um “colaborador”, por exemplo.

“É apenas uma ‘brincadeira’ com os perfis mais comuns encontrados em condomínio. Vale como exercício para o síndico entender que, para lidar com pessoas, é importante ser tolerante e ter jogo de cintura ao exercer sua gestão e liderança”, argumenta Julio Paim, diretor do portal SíndicoNet.

1 – O Condômino padrão

O condomino padrão

É aquele morador que costuma não dar muito trabalho. Também não comparece em muitas assembleias, apenas quando entende que há algo muuito errado ou algum assunto particular lhe interessa – como a famosa assembleia onde são escolhidas as vagas de garagem.

Costuma respeitar as regras do condomínio e também geralmente não reclama em excesso.

Situações comuns:

  • Não comete infrações
  • Quase não vai às assembleias
  • Não demanda muito trabalho para o síndico
  • Aparece apenas quando vê algo muito errado

DICA PARA O SÍNDICO: Transparência e agilidade para atender às demandas desse condômino são importantes para manter a harmonia e evitar que ele se transforme em um perfil que possa gerar demandas desnecessárias ao síndico.

2 – O Inadimplente sem noção:

O inadimplente sem noçaõ

Um clássico da vida em condomínio. O condômino não paga o condomínio e vive viajando para fora, trocando de carro e fazendo festas.

Situações comuns:

  • Vive viajando a lazer
  • Troca de carro mesmo estando inadimplente
  • Perfil ostentador em redes sociais

DICA PARA O SÍNDICO: não esperar muito para entrar com ação judicial

“Nesse caso, o melhor é o síndico entrar logo com a ação na justiça. Não vale a pena esperar por quem tem condições e não prioriza o seu compromisso com o condomínio”, ensina o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet, Alexandre Marques.

3 – O Criador de caso

O criador de caso

Esse é aquele morador que não pode ver absolutamente nada fora de ordem. Seja uma escada que um funcionário deixou no canto para guardar dali a dez minutos, ou um pequeno ruído depois das 22h00.

Mesmo sabendo que o vizinho chega sempre esse horário e evita ao máximo incomodar, ele não perde a oportunidade, nunca, de chamar a atenção sobre algo que saiu do “normal”, podendo até registrar a queixa com o porteiro, site do condomínio ou no livro de ocorrências.

Muitas vezes também tende a pedir a intervenção do síndico em situações que não são necessárias.

Situações comuns

  • Postura inflexível e intolerante
  • Está sempre procurando “pelo em ovo”
  • Adora dar pitaco, mas, muitas vezes, não põe a mão na massa
  • A grande maioria das queixas não são sentidas ou também reclamadas por outros moradores

DICA PARA O SÍNDICO Trazer o condômino para a gestão do condomínio, em alguns casos, pode ser uma boa saída.

“Esse tipo de pessoa geralmente conhece bem o condomínio e suas regras. Pode ser bastante útil para o síndico no dia-a-dia da gestão”, afirma o vice-presidente de condomínios do Secovi-SP, Hubert Gebara.

Também é importante que o síndico entenda que nem sempre precisa intervir quando uma situação crítica envolve dois moradores – e não toda a coletividade.

“Nesse caso, o síndico pode deixar o morador que é muito ‘encrenqueiro’ se resolver com outro morador em questão, principalmente se não há outras reclamações sobre o tema”, argumenta Hubert Gebara.

4 – O Barulhento:

O Barulhento

Muitos condomínios têm, pelo menos, um morador assim. Seja o filho que toca bateria a tarde toda, ou aquele que chega tarde do trabalho e quer ouvir a TV em alto volume depois das 22h.

Também não há como deixar de mencionar aquele vizinho que adora uma festa e sempre extrapola os horários de silêncio.

Situações comuns

  • Não se preocupa com os vizinhos
  • Já está acostumado com reclamações e interfone tocando, e não liga pra isso
  • Espera o interfone tocar para, só assim, tomar uma atitude (ou não)
  • Sempre acha que é implicância do vizinho de baixo ou de cima

DICA PARA O SÍNDICO: seguir o que consta na convenção e no regulamento interno. Muitas vezes o procedimento é primeiro dialogar, seguido de advertência por escrito e, então, multa.

“Não é normal ter um morador que acha que tem mais direito que os outros, inclusive mais direito de incomodar. O síndico não pode ter uma postura leniente, porque se não os outros moradores, além de seguirem incomodados, vão achar que esse comportamento é aceitável no local”, pondera Jaques Bushatsky, advogado especializado em condomínios e colunista do SíndicoNet.

5 – O Dono do condomínio:

O dono do condomínio

Figura constante em condomínios mais antigos. É aquele que já mora há muito tempo no condomínio e acredita que entende mais dos procedimentos a serem executados que os funcionários. Passa o dia na portaria e atrás dos outros colaboradores “averiguando” se o serviço está sendo feito corretamente.

Situações comuns

  • Costuma ser morador antigo
  • Vê e cuida das áreas comuns como extensão da sua casa, o que pode ser positivo
  • Está sempre presente e circulando pelas áreas comuns
  • Ajuda a manter o condomínio em ordem, porém, pode cometer excessos
  • Dependendo da situação, pode ajudar ou atrapalhar o síndico a implementar melhorias e novos procedimentos no condomínio

DICA PARA O SÍNDICO: não deixar que o morador ultrapasse os procedimentos da gestão. Lembrar que não é permitido permanecer na portaria e que os funcionários executam suas funções de acordo com as solicitações do síndico e/ou zelador (em caso de colaboradores orgânicos) ou de um gestor externo – caso das empresas terceirizadas.

Um cuidado a mais, nesse caso, é que se o morador ficar “dando ordens” para um terceirizado, isso pode caracterizar “subordinação” entre o condomínio e o colaborador, abrindo, então, uma brecha para possíveis ações trabalhistas.

“O síndico não pode deixar esse morador ‘crescer’ muito nessa função, ou ele vai querer tomar conta de tudo. Às vezes, é um ex-executivo aposentado que está acostumado a ser obedecido e se vê esvaziado de autoridade apenas como morador”, calcula  Vania Dal Maso, gerente geral de atendimento da administradora ItaBr.

Por outro lado, assim como o perfil “Criador de caso” descrito acima, uma boa saída pode ser tentar trazer esse morador para auxiliar o síndico na gestão.

6 – O Ausente

O ausente

Um tipo bastante comum também, é o morador que acredita que sua participação na vida condominial é dispensável. Infelizmente, muitas pessoas que moram em condomínio não valorizam sua própria contribuição para o dia-a-dia do local. Não frequentam as assembleias, e não se sentem, também, representados pelas decisões tomadas ali.

Situações comuns

  • Não geram demandas para o síndico
  • Geralmente, para estes, dinheiro não é problema
  • Muitos não são sociáveis
  • Inquilinos ou inadimplentes também costumam se enquadrar nesse perfil

DICA PARA O SÍNDICO: aposte em campanhas de comunicação e site do condomínio para engajar esses moradores. Mesmo no caso do condômino inadimplente, isso vai motiva-lo a estar em dia com suas contas para ter mais participação no condomínio.

Outra opção é criar eventos no condomínio, como festas, para promover a integração e socialização entre todos.

Há, é claro, condôminos que muitas vezes não participarão da vida em comunidade de jeito nenhum. Mas há uma grande parcela de pessoas que podem, sim, se interessar mais e tomar parte da vida em condomínio.

“O síndico pode apostar em campanhas explicando sobre a importância de todos comparecerem às assembleias, principalmente antes de alguma ocorrer. Mostrar que o condomínio é de todos, e que é dever de todos cuidar do patrimônio”, argumenta Hubert Gebara

7 – O Vendedor de ideias

O vendedor de ideias

Ao contrário do “ausente”, esse perfil de morador tem muito gosto em participar da vida em condomínio. O que ele gosta mais é de sugerir melhorias para o condomínio. E isso é ótimo, desde que represente o interesse da comunidade em geral.

Um ponto negativo desse tipo é que ele geralmente pensa em como uma reforma no playground ou na churrasqueira pode ser incrível para o condomínio, mas não busca orçamentos e também não acompanha o desenvolvimento da sua ideia para a prática.

Também gosta de cobrar o síndico para colocar suas ideias em ação – muitas vezes sem que o assunto tenha sido votado em assembleia.

Situações comuns:

  • Adora dar ideias e sugestões, mas não ajuda a executá-las
  • Costuma ser sociável e é amigo de todos os moradores

DICA PARA O SÍNDICO: Colocar em votação as ideias do “idealizador” é uma ótima forma de passar a limpo se aquela possibilidade realmente é interessante para o condomínio.

“Fazer questão” da sua presença na assembleia pode ajudar tanto a vender a ideia como a mostrar que aquilo não é interessante para a massa condominial.

Sempre convidá-lo – e testá-lo – para ajudar a “por a mão na massa” é uma boa estratégia também. Assim você saberá o quanto ele poderá ser útil ou não para sua gestão.

8 – O Fofoqueiro

O fofoqueiro

Outro clássico da vida em condomínio, esse perfil é bastante comum. É aquela pessoa que passa seus dias ‘fiscalizando’ o que acontece no condomínio e sabe de tudo que acontece ali.

Geralmente, os comentários maldosos são direcionados ao síndico e conselho, já que para essa pessoa a gestão condominial nunca está no caminho certo. Seu alvo, porém, pode incluir também os funcionários e outros moradores.

Situações comuns

  • Sabe da vida de todos
  • Costuma criar “panelinhas” e intrigas
  • Usa o site do condomínio para tumultuar
  • Adora reclamar – sem embasamento – da gestão do síndico para outros moradores

DICA PARA O SÍNDICO: Apostar em transparência na gestão e ser duro com fofocas que atinjam sua honra ou de outros moradores. Vale todo esforço do síndico para cortar o mal pela raiz e não deixar que um simples comentário ou fofoca cresça e promova um estrago maior.

“O síndico deve se mostrar disponível sempre para tirar as dúvidas dos moradores sobre como está a gestão do condomínio. Mas outra coisa, completamente diferente, é ter que lidar com mentiras e acusações infundadas. Nesse caso, se houver provas, como trocas de e-mails, mensagens de whatsapp ou testemunhas, pode-se entrar com ação judicial sem nenhum problema”, afirma o advogado Alexandre Marques

9 – O Colaborador

O colaborador

Uma peça rara, mas que geralmente encontramos pelo menos um representante da categoria no condomínio. É aquele morador que agrega à gestão, entende as decisões tomadas pelo síndico e administração e ajuda na moral geral.

Situações comuns

  • Frequenta as assembleias
  • Lê os comunicados
  • Participa das comissões
  • Ajuda a motivar outros moradores a colaborarem com a gestão

DICA PARA O SÍNDICO: Trazer esse morador sempre para perto da sua gestão e ser sempre aberto aos seus questionamentos.

10 – O Do Contra

O Do Contra

É o contrário do colaborador. Ele faz uma oposição ferrenha ao síndico, mesmo que seja uma decisão votada em assembleia ou algo que vá impactar positivamente no condomínio.  Muitas vezes, pode ultrapassar o limite da crítica e chegar a acusações infundadas para com a pessoa do síndico

Situações comuns

  • Espalha boatos pelo condomínio
  • Fala mal do síndico
  • Usa sempre um viés negativo sobre a gestão atual

DICA PARA O SÍNDICO assim como o “criador de casos”, pode ser interessante trazer esse morador para dentro da gestão do condomínio. Quem sabe um olhar de fora não agrega ao seu mandato? É importante, porém, ser firme e não permitir que boatos infundados ou acusações contra a honra e a dignidade do síndico não se espalhem pelo condomínio

11 – O Solteiro Baladeiro

Solteiro Baladeiro

É aquele que chega de madrugada da balada diversos dias da semana, fazendo barulho. Não comparece nas assembleias e pode ser bastante alheio a outras regras do condomínio

Situações comuns

  • Dá frequentes festas em sua unidade
  • Alta frequência e diversidade de visitantes em sua unidade
  • Barulho recorrente após horário de silêncio
  • É normal chegar de madrugada

DICA PARA O SÍNDICO: Importante salientar que o que o morador faz dentro da sua unidade não é da conta de ninguém, desde que siga o que consta no regulamento interno e na convenção. Para lidar com esse tipo de condômino, campanhas de conscientização sobre uso correto das áreas comuns e barulho devem surtir efeito. Se não, seguir o que está previsto nestes documentos: notificações e multas sempre que a situação pedir.

Como costuma chegar de madrugada em casa, também vale reforçar os procedimentos de segurança com esse tipo de morador.

12 – O Antissocial

O Antissocial

Infelizmente, esse é um tipo tão comum que foi até tipificado pela Justiça. Veja o que diz o art 1.337 do Código Civil:

O condômino, ou possuidor, que não cumpre reiteradamente com os seus deveres perante o condomínio poderá, por deliberação de três quartos dos condôminos restantes, ser constrangido a pagar multa correspondente até ao quíntuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, conforme a gravidade das faltas e a reiteração, independentemente das perdas e danos que se apurem. Parágrafo único. O condômino ou possuidor que, por seu reiterado comportamento anti-social, gerar incompatibilidade de convivência com os demais condôminos ou possuidores, poderá ser constrangido a pagar multa correspondente ao décuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, até ulterior deliberação da assembleia.

Trocando em miúdos: é aquele condômino que não liga para as regras do condomínio. Que é multado reiteradamente por suas condutas que não estão de acordo com o regulamento interno e  convenção do condomínio.

Situações comuns:

  • Barulho alto
  • Conduta desrespeitosa com os vizinhos ou colaboradores (gritar/agredir/ ser violento)
  • Desrespeito reiterado ao regulamento interno ou convenção

DICA PARA O SÍNDICO: se você perceber que há um condômino com esse perfil no seu condomínio, o mais indicado é chamar uma assembleia para explicitar, exatamente, que tipo de comportamento seria encaixado como conduta antissocial, assim como as penalidades. Assim, o síndico fica mais protegido juridicamente quando for aplicar as penalidades previstas na lei. Também é importante dar espaço para o condômino se defender de todas as multas que receber.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Conheça as vantagens e desvantagens de morar em um arranha-céu

Prédios cada vez mais altos entraram no cotidiano dos brasileiros e oferecem ângulos diferenciados

Arranha-céu e apartamentos em andares mais altos têm preços também elevados e são muito cobiçados por quem procura um novo imóvel. O principal motivo é a vista privilegiada, seja para a praia, parque ou mesmo para admirar a cidade. O ângulo é sempre diferenciado.

“Os andares mais altos dos edifícios residenciais normalmente desfrutam de horizontes mais amplos, com maior incidência de sol e mais privacidade, com menos vizinhos na mesma altura”, diz o arquiteto Leonardo Junqueira.

arranha-céu

A vista e a tranquilidade da vida em um arranha-céu prevê custos altos (Foto: Shutterstock)

Longe da correria lá de baixo e do trânsito pesado, morar em um arranha-céu também significa maior tranquilidade, com menos barulho. “Além da boa entrada de luz e ventilação”, lembra o arquiteto David Bastos.

Mas nem tudo são flores. Há algumas desvantagens em morar tão alto. Uma delas é a demora maior para subir ou descer. Por isso, veja se o elevador tem velocidade suficiente para que não seja uma longa viagem. Outra coisa: pergunte onde ficam as caixas d’água e como é o sistema de bombas. Se for lá embaixo, é possível que o banho tenha menos pressão.

“O que se considera desvantagem pode variar de acordo com gostos pessoais, considero que a exposição a ventos, chuvas e grande insolação solar pode ser um problema quando se pensa em climatização”, explica Junqueira.

Decoração

arranha-céu

A vida em uma arranha-céu pode modificar de forma intensa a decoração do imóvel (Foto: Shutterstock)

Para Bastos, morar em um arranha-céu influencia na disposição dos ambientes. “Deixar os móveis posicionados para que os visitantes apreciem a vista é uma excelente opção”.

Junqueira ressalta que, em áreas externas ou varandas que não podem ser fechadas ou envidraçadas, o mobiliário deve ser pesado, para não sair do lugar com vendavais. Os materiais devem ser de fácil limpeza e manutenção.

“Já se a sacada for fechada com vidros, o cuidado deve ser com a insolação, ou seja, colocar móveis resistentes ao sol”, ensina o arquiteto.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/arranha-ceu/

Choro de bebês em condomínios

O choro de bebês não está previsto na lei do silêncio. Portanto, o mais prudente é apelar para o bom senso.

Colunista Fernando Passos Gama

Na última rodada de negócios, organizada pelo Viva o Condomínio, uma pergunta suscitou um grande debate entre os presentes: como lidar com os barulhos que incomodam, mais especificamente como agir em casos de choro de bebês em condomínios.

Por isso, a seguir você irá saber um pouco mais sobre o tema.

Agir de forma diplomática e sem estresse é o caminho mais correto para lidar com o choro de bebês em condomínios. Como esse tipo de barulho não está previsto na lei do silêncio, ambos os lados precisam apelar para o bom senso.

Organizar uma conversa entre os condôminos e os pais; instalar carpetes e tapetes para abafar o ruído; ou, em casos mais extremos, providenciar a instalação de um isolamento acústico pode ajudar na situação.

Porém, como disse o nosso colunista, Fernando Passos Gama, no vídeo “choro de bebês em condomínio”, todos nós já fomos crianças um dia e já choramos bastante.

Veja o vídeo a seguir

Fonte: Redação Viva o Condomínio | Guilherme de Paula Pires | https://vivaocondominio.com.br

Saiba como manter seus bens de valor seguros dentro de casa

Tecnologia para evitar roubos e furtos evoluiu; contratar vigilância privada também é opção

Não é só na rua que a violência faz vítimas. Dentro de casa também é preciso tomar alguns cuidados para minimizar o risco de roubos e furtos a bens de valor. Hoje o mercado de segurança tem produtos para todos os tipos de imóveis e condomínios. Dá pra monitorar do portão ao banheiro, se o morador assim desejar.

“Para casas, a segurança é formada pelos procedimentos do morador e investimento em equipamentos físicos, que pode ser portão, muro, e eletrônicos. Em apartamento, a segurança é de responsabilidade do síndico, que precisa ter bons profissionais e equipamentos. Eu recomendo a criação de uma comissão de segurança em prédios“, diz o especialista em segurança pública e privada Jorge Lordello.

bens de valor

Atualmente, há muitas tecnologias de segurança patrimonial no mercado (Foto: Shutterstock)

Lordello, que é escritor internacional e palestrante na área de segurança condominial, explica que se os moradores não forem alertados para os cuidados, não adianta ter a melhor tecnologia. “Equipamentos físicos e eletrônicos de segurança só funcionam para moradores que tenham comportamentos seguros”, alerta.

O especialista afirma que as pessoas precisam ter muito cuidado ao chegar e sair de casa, observando ao redor. Assim, podem perceber atitudes suspeitas. Ele diz que segurança perimetral, com alarme, por exemplo, é excelente para evitar furtos – invasões quando a residência está vazia.

“É importante proteger os muros para que pessoas não pulem com facilidade. Hoje é muito usada a cerca elétrica. Mas tem uma série de itens no mercado“, detalha Lordello, orientando que o muro tenha um vão para recebimento de encomendas, evitando abertura do portão.

Funcionários

bens de valor

Apesar de demandar mais gastos, a contratação de vigias pode ser a solução (Foto: Shutterstock)

O especialista afirma que é importante estabelecer normas de segurança entre os funcionários. “Nada adianta ter bons equipamentos e como operador uma pessoa sem treinamento. Se ele não passar por uma capacitação, a segurança fica prejudicada”.

O prédio também pode contratar uma empresa terceirizada de vigilância. “Os vigilantes custam mais caro do que porteiro ou controlador de acesso, mas são pessoas que têm treinamento diferenciado. A decisão é do condomínio, se vai gastar um pouco mais e fazer um investimento melhor”, finaliza Lordello.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/bens-de-valor/

Como escolher materiais para áreas externas do condomínio?

As áreas externas de uma edificação podem ser utilizadas para os mais diversos fins. Muitas pessoas aproveitam para criar um ambiente de lazer, com piscinas, churrasqueiras, terraços, ou ainda utilizar destes locais para áreas de estacionamento. É muito comum também que se utilize as áreas externas para manter um jardim ou quintal, preservando o verde com gramas e plantas dos mais variados tipos.

É preciso lembrar, contudo, que as áreas externas estão sujeitas a sol, chuva, ventos, e isso vai exigir atenção na manutenção para preservar a sua vida útil. A partir daí, surge a dúvida: quais são as melhores opções de materiais para as áreas externas? Neste post vamos falar sobre as melhores escolhas para tornar o seu ambiente exterior mais bonito e como evitar as preocupações com manutenção ao longo dos anos.

Ambiente Interno x Ambiente Externo

Primeiramente, é preciso entender que a escolha dos materiais para qualquer área de uma residência, seja ela interna ou externa, deve levar em consideração alguns pontos importantes.

Pessoas que priorizam apenas a estética, por exemplo, podem se arrepender da decisão a médio e longo prazo por dificuldades de manutenção. Além disso, é preciso tomar bastante cuidado, pois algo que é tendência hoje, pode ficar obsoleto ou fora de moda nos anos seguintes, e reformas (mesmo as pequenas) quase sempre são sinônimos de dor de cabeça.

Já em outros casos, a escolha é feita estritamente pelo lado financeiro, e a consequência disso é o uso de materiais de baixa qualidade e inadequados para a situação. É sempre bom lembrar que, por vezes, o que parece ser uma economia no momento da construção, pode virar um prejuízo bem maior no futuro se for necessária uma reforma.

O ideal, portanto, é pesquisar, analisar, comparar opções e contar com a ajuda de profissionais. Para uma cozinha, por exemplo, os profissionais recomendam a escolha de materiais de limpeza mais fácil, pois é uma área que fica suja com mais frequência. Já para uma área de piscina é uma boa prática optar por materiais porosos, para evitar escorregões e acidentes.

Calçadas

As calçadas são áreas públicas, mas a manutenção é de responsabilidade do proprietário do terreno. Uma calçada bem feita e bem cuidada, valoriza não só a sua casa ou condomínio, mas também contribui como elemento de arquitetura das ruas da cidade.

Primeiramente, deve-se considerar que a calçada é uma área externa, sujeita a intempéries como chuvas e enxurradas, e também que haverá fluxo de pedestres e, para isso, é preciso pensar em um material resistente à abrasão e flexão, tanto do fluxo de pedestres quanto de carros, e que consiga trabalhar devido à dilatação e contração térmica.

Concreto e Pavers

São alguns dos materiais mais utilizados em calçadas, devido à sua resistência mecânica. Também são uma escolha vantajosa por serem baratos, e pela facilidade de encontrar mão-de-obra. Quando combinados com faixas de grama, o aspecto final é bastante agradável, além de contribuir com o aumento da área permeável, permitindo que a água se infiltre no solo. Porém, bastante atenção para os traços: um traço incorreto por significar perda na qualidade e em um curto período de tempo sua calçada estará danificada.

Pedras

As pedras são materiais ideais para calçadas, pois garantem uma resistência mecânica, e como são materiais naturais, são empregados há muitos anos sem o risco de ficar “fora de moda”. Além disso, são porosas e ajudam a evitar escorregões. É possível também encontrar pedras desde as mais acessíveis economicamente quanto as mais exóticas e exclusivas. Alguns exemplos são a pedra portuguesa e pedra miracema.

Terraços

Os terraços são as áreas externas que são opção para quem quer utilizar a região superior da construção, ao invés de ter um telhado. Nos terraços são feitas áreas de lazer, churrasqueiras, piscinas, playgrounds. Portanto, antes de pensar em qualquer material para o terraço, é preciso fazer a impermeabilização.

Atenção: a impermeabilização de qualquer área externa não pode ser feita apenas com os materiais de revestimento.

Esse é um mito que infelizmente ainda existe. O piso escolhido não é capaz de garantir que a sua laje está protegida contra a infiltração. Portanto, somente depois de aplicado um sistema de impermeabilização é que é possível pensar nos materiais de revestimento.

Pisos, azulejos e porcelanatos

Uma escolha muito comum, principalmente pela facilidade de limpeza. Há diversas opções no mercado, principalmente em relação a faixas de preço. As juntas de dilatação ajudam a evitar fissuras e trincas. Porém, se há um tráfego intenso de pessoas ou ainda veículos, pode não ser a melhor opção, pois cerâmicas em geral não possuem boa resistência à flexão. Dê preferência a pisos mais porosos: pisos polidos são boas opções para áreas internas, mas não para terraços.

Pedras

Novamente, pedras podem ser uma boa opção, como o granito, mármore, pedra portuguesa e miracema. Contudo, esse tipo de material pode representar um significativo sobrepeso na laje, portanto, antes de escolher pedras como material para o terraço, certifique-se com seu engenheiro que a segurança estrutural da laje não será comprometida.

Garagens

As garagens e estacionamentos de condomínios em geral são grandes áreas abertas e, portanto, a escolha do material costuma levar em consideração o lado financeiro. Dessa forma, o ideal é escolher um material que consiga aliar resistência para suportar o tráfego, e que seja de fácil execução.

Nesse sentido o concreto, e materiais cimentícios como pavers e blocos em geral costumam ser a melhor opção. É preciso prestar bastante atenção na execução das juntas de dilatação, para evitar que o piso sofra com fissuras devido à movimentação térmica.

Piscinas

Nas áreas externas de piscina é possível usar diferentes tipos de materiais, e ainda não se utilizar de material algum e aproveitar o espaço para cultivar um jardim. A escolha dos materiais de revestimento ao redor de uma piscina devem levar em consideração principalmente a segurança. Em uma calçada, por exemplo, quando está chovendo, as pessoas instintivamente são mais cuidadosas ao caminhar. Em uma área ao redor de piscinas, que acaba ficando molhada, o risco de acidente é muito grande, principalmente com as crianças.

Pisos e azulejos

Muito utilizados, apesar de serem materiais escorregadios. Uma vantagem é a facilidade de limpeza. Sempre que possível, escolha pelos materiais mais porosos.

Pedras

As pedras são uma ótima escolha para bordas e áreas em torno de uma piscina. São antiderrapantes naturais, e são materiais que esquentam menos, mesmo sob exposição intensa aos raios solares.

Madeira

Os decks de madeira são uma opção que deixam o aspecto visual bastante agradável. É bastante importante escolher uma madeira de qualidade e que tenha passado por processos para garantir sua durabilidade. A madeira é um material orgânico, e se não estiver devidamente protegido, pode acabar apodrecendo.

Fonte: Fibersals 

Investir em imóveis residenciais ou comerciais: o que é mais vantajoso?

Os dois apresentam vantagens e desvantagens que são importantes ter em mente antes de tomar qualquer decisão

Na hora de fazer um investimento, comprar um imóvel se mostra uma solução cobiçada entre os brasileiros. Este é um mercado tradicionalmente valorizado e pode gerar uma margem de lucro boa se a escolha for acertada ao ter um imóvel para alugar. O preço, tamanho ou a localização são apenas algumas das diversas  variáveis muito importantes para escolher o imóvel certo para investir.

Uma das principais definições, para quem vai investir em um imóvel, é a escolha entre um imóvel residencial ou comercial. Os dois têm pontos positivos e conhecer o que cada um proporciona pode garantir um resultadofinanceiro melhor, principalmente a médio e longo prazos. Saiba quais são as vantagens, desvantagens e como optar pelo melhor tipo de imóvel para ter o maior retorno possível.

Historicamente, os imóveis comerciais costumam atrair mais investidores, porém é preciso analisar vários fatores que podem influenciar na escolha. Uma questão em comum é que a localização é importante tanto para os comerciais quanto para os residenciais, mas pode ter um peso maior e até auxiliar no sucesso de uma loja, por exemplo.

investir

Apesar de comumente ser mais vantajoso, investir em imóveis depende de muitos aspectos (Foto: Shutterstock)

“É preciso que ele seja em um ponto que tenha a certeza da vocação comercial da região. E é importante ficar atento a outros detalhes também, como ver se em uma determinada rua um dos dois lados, o direito ou esquerdo, tem valor comercialmente maior do que o outro lado. É bom ter uma visão do local”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

Outro fator é que os contratos de aluguéis de imóveis comerciais costumam ser mais duradouros. “No residencial, é comum precisar de algum tipo de reforma com a saída do inquilino. O locador precisa fazer isso o mais rápido possível para recolocar o imóvel no mercado e concorrer com outrosreformados ou novos”, ressalta Luciano Novaes, vice-presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

A situação econômica do Brasil também pode influenciar na escolha do melhor tipo de investimento. Eventuais crises geram desconfianças e posturas mais conservadoras que retraem investimentos das empresas e também na aposta de empreender. O resultado é uma menor procura de imóveis comerciais e até mesmo a redução em valores de aluguéis para conseguir um locatário.

investir

Investir em imóveis residenciais depende de gastos com reformas e reparos (Foto: Shutterstock)

“Com a população empregada, havia mais possibilidade de as pessoas empreenderem. Com uma crise, a taxa de desemprego alta e a instabilidade, muitas pessoas preferem não arriscar. Portanto, a procura por imóveis comerciais para alugar consequentemente cai”, diz Manoel da Silva Maia, presidente do Creci-RJ.

Portanto, diante deste contexto, avaliar a atual situação da economia também é necessário. Para Manoel da Silva Maia, as pessoas acabam fazendo um esforço quando se trata de um lugar para morar. Nesta questão, o economista Antônio Pessoa, professor do UniFBV, aconselha investimento em imóveis menores, seja residencial ou comercial.

“As pessoas têm dado prioridade para imóveis pequenos até para trabalhar com aluguel na faixa mais acessível. Além disso, deve-se priorizar empreendimentos que agreguem serviços e que tenham o lazer como diferencial. A tendência de condomínio clube é uma alternativa que pode trazer benefícios”, reforça.

Ou seja, no final das contas, a decisão passa pela análise de vários fatores que podem influenciar o rendimento com um imóvel, seja residencial ou comercial.

“É importante buscar um imóvel que ofereça um custo benefício melhor, que possa cobrar um aluguel que seja com o preço do mercado, mas que também remunere o investidor. No mercado de aluguel, vale muito a localização, proximidade de área que ofereçam serviços, coisas que vão valorizá-lo. Se a pessoa tem esse tipo de imóvel, fica mais fácil de alugar e ter retorno, seja comercial ou residencial”, conclui Antônio Pessoa.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/investir-imoveis/

Como tornar a multa um instrumento eficiente?

A aplicação da multa por descumprimento das regras do condomínio está prevista no Código Civil

Como tornar a multa um instrumento eficiente?

Previstas nos Arts. 1336 e 1337 do Código Civil, as multas são instrumentos legais utilizados para penalizar o desrespeito às regras em condomínios. Entenda o processo para aplicação, os requisitos legais, os valores e a forma de aplicação das multas condominiais.

A aplicação da multa deve estar prevista em convenção ou regimento interno para ter validade?
A aplicação da multa por descumprimento das regras do condomínio está prevista no Código Civil, deve constar na convenção e pode ser inserida ainda no regimento interno. O Código Civil dá o direito de o condomínio multar, a convenção aceita e institui a regularização. Os valores e a forma de cobrança são decididos em assembleia, por dois terços dos condôminos, e o resultado vai para o regimento interno.

Quando o síndico pode aplicar a multa?
A motivação para a aplicação da multa varia em cada condomínio, mas está sempre relacionada ao desrespeito às regras. A multa deve ser disciplinada pela convenção e/ou regimento, nos quais o síndico deve se basear para aplicar a penalidade. É comum que haja uma gradação que segue: advertência verbal, depois escrita e somente depois a aplicação da multa. Algumas convenções suprimem algumas das etapas. Por exemplo, determinam advertência verbal e multa ou ainda advertência escrita e então a punição financeira. Portanto, tanto o síndico como os condôminos devem utilizar a convenção ou regimento para regularem essa questão em especial.

É necessário comprovar a infração?
É importante que o síndico tenha provas materiais da infração, tais como: fotos, áudios, vídeos, relatos por escrito no livro de registro, testemunhas, dentre outras.
As imagens e áudios captados devem ser utilizados de forma não invasiva e endereçadas justamente com a advertência ou multa somente ao seu destinatário e não divulgadas aos demais condôminos. A finalidade única deve ser a de constituir prova e não ser um sinal da presença da administração na vida dos condôminos ou forma de punição através de exibição pública.

O que são advertências? É necessário mandar uma advertência formal antes da multa?
Advertências são instrumentos de manutenção da ordem nos condomínios e tem por finalidade a admoestação do condômino que venha a praticar qualquer ação contrária à convenção e regimento interno, bem como à lei, à moral e aos bons costumes, antes da aplicação da multa.

Para a boa convivência da coletividade de moradores é recomendado, antes de aplicar uma multa, ter um diálogo amigável com os condôminos que infringem as regras internas do condomínio e a advertência pode operar-se de forma verbal – tratando-se de infração leve –, com o alerta de que a repetição da mesma conduta poderá originar a aplicação de multa. Deve-se consultar e respeitar o regimento interno e/ou a convenção condominial, ou seja, se houver disposição expressa de advertir por escrito, por exemplo, antes de aplicar a multa, o síndico deve seguir essa determinação, objetivando tratamento idêntico para todos os condôminos.

Quando a advertência não funciona, como o síndico deve proceder?
Na hipótese da conversa não ser suficiente e, a partir da constatação de que deve ser aplicada determinada multa, faz-se necessário o envio de uma notificação. A notificação é um comunicado oficial de que o condômino foi multado por descumprir uma regra do regimento interno ou da convenção. As notificações devem ser enviadas por escrito e devem contar com a confirmação de recebimento do morador infrator.

E se o infrator se negar a assinar ou receber a notificação, o que fazer?
Se o condômino se recusar a receber ou assinar a notificação acaba fazendo o processo se arrastar e termina por desmoralizar e inibir a multa, fracassando a punição. Nesses casos o síndico poderá fazer a entrega na presença de duas testemunhas, do subsíndico, de membro do conselho fiscal ou de funcionário do condomínio.

Deve ser concedido ao morador o direito de defesa? De que forma?
O envio da notificação é importante porque no documento deverão ser lançadas com objetividade e clareza a data e os fatos que fundamentam a advertência, bem como as regras que foram infringidas e a multa a ser cobrada na taxa do mês seguinte. Essa ação possibilita que condômino ou morador possa defender-se, através de recurso que será levado à apreciação da assembleia geral extraordinária, se assim estiver previsto na convenção.

Qual o valor das multas, como se chega a um valor?
Os valores das multas devem ser definidos em assembleia e explicitados na convenção ou regulamento interno e ao síndico cabe apenas o papel de executar. O valor máximo da multa deve seguir as determinações do Artigo 1336 do Código Civil: multas regimentais e convencionais não podem ser superiores a cinco vezes o valor atribuído à taxa condominial, conforme a gravidade das faltas, independentemente das perdas e danos que se apurarem.

O Código Civil também determina a multa para casos qualificados como comportamento antissocial. O parágrafo único do artigo 1337 prevê que o condômino ou possuidor que, por seu reiterado comportamento antissocial, gerar incompatibilidade de convivência com os demais condôminos ou possuidores, poderá ser constrangido a pagar multa correspondente ao décuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, até ulterior deliberação da assembleia.

A aplicação de multa sem discernimento pode gerar dano moral ao condomínio? Quais os cuidados que os síndicos devem ter?
É importante que o síndico tenha certeza ao advertir ou multar o morador infrator. Provas materiais como fotos, imagens do CFTV, áudios, e relatos por escrito no livro de ocorrências ajudam a garantir a segurança do síndico e do condomínio, pois a aplicação de multa sem discernimento pode gerar dano moral ao condomínio. Tudo dependerá do grau de publicidade dado ao assunto, de injustiça causada e do eventual constrangimento. Por isso, recomenda-se que o síndico tenha alguma evidência concreta da infração para confirmar a aplicação da multa, comprovar a infração e também, inclusive, para possibilitar a defesa do infrator.

No caso de multas aplicadas em razão de atos praticados por filhos e dependentes de condôminos, de quem é a responsabilidade?
Tratando-se de atos praticados por descendentes ou pessoas que mantenham qualquer relação de guarda e dependência para com o proprietário da unidade, assim como empregados deste ou no exercício da função deve-se obedecer ao estatuto no art. 932 do Código Civil, restando a responsabilidade para o proprietário da unidade.

Advogados Zulmar Koerich Jr, Rogério Manoel Pedro e Diogo Kamers.

Fonte: http://condominiosc.com.br/

Além de funcional, a área de serviço pode, sim, ganhar encanto, com propostas de decoração

Especialistas ensinam como sair do lugar-comum e levar personalidade ao ambiente

Um bom projeto consegue fazer a área atender às necessidades usuais de serviço e transformá-la em um cantinho cheio de graça - Welsina Vitorino/CB/D.A Press - 12/05/11

Um bom projeto consegue fazer a área atender às necessidades usuais de serviço e transformá-la em um cantinho cheio de graça

A lavanderia está destinada aos serviços domésticos, mas é um engano pensar que, por esse motivo, a área deve ser esquecida e tratada, unicamente, como espaço funcional da casa. A arquiteta Nadine Voitille, proprietária e redatora do Clique Arquitetura, explica que um bom projeto consegue fazer a área atender às necessidades usuais de serviço e transformá-la em um cantinho cheio de graça. “A beleza e a função desse local facilitam, e muito, a rotina e nos fazem ganhar tempo para a família, o trabalho e o lazer.”

Para o arquiteto Pedro Grilo, sócio-diretor da CoDA arquitetura, a posição do cômodo é fundamental na criação de um espaço harmônico. “Afinal, não é legal que se veja o varal a partir da sala ou da cozinha.”

Nadine recomenda escolher modelos e tamanhos de máquinas adequados ao volume de roupas lavadas e à quantidade de moradores na casa. O exagero no tamanho dos aparelhos pode carregar o ambiente e ficar desproporcional.

Se for preciso também uma máquina de secar, ela pode estar integrada à de lavar. No caso de aparelhos embutidos, é importante prestar atenção à altura dos equipamentos para evitar desníveis. “Uma máquina maior criará um ‘dente’ na superfície da bancada, o que quebrará a harmonia”, justifica.

Para evitar que a água do tanque escorra no piso e nos móveis, Nadine destaca um recurso: o rebaixo italiano – acabamento sem emendas feito em granitos e silestones. A arquiteta garante que o material deixa o espaço muito charmoso.

A área de serviço virou depósito? A sugestão é setorizar aquilo que está guardado e não é usado, como itens de decoração de Natal e maleta de ferramentas. O importante é deixar tudo no lugar. Se, mesmo assim, o ambiente está abarrotado, Nadine recomenda: “Simplifique sua vida e mande embora tudo aquilo que faz tempo que está guardado e não é usado”.

As paredes brancas, refrescantes, são recomendáveis, mas não obrigatórias. Os tons escuros e fortes são uma opção diferente que deixa a área de serviço marcante. E, mesmo na lavanderia, é possível mesclar os tons neutros com detalhes em cor mais viva.

Para levar vida à área, é uma ótima ideia explorar o verde e, quem sabe, criar uma mini-horta – caso a luz seja suficiente. Podem ser usados vasinhos com cor ou que tenham desenho ou formato diferentes. Cestinhos coloridos e cestos de materiais mais naturais, como a palha, também são bem-vindos.

No entanto, quanto menor a lavanderia, menos decorativa ela deve ser, de acordo com Pedro. Áreas maiores podem comportar jardins internos em vasos e outros adereços. “Há uma grande variedade de acessórios para organização, como barras de pendurar e potes de madeira ou de bambu, que são bonitos, se bem utilizados. Porém, sempre sem excessos”, pondera. Ele sugere o uso de materiais impermeáveis e de acessórios para pendurar.

SOLUÇÕES CHARMOSAS 

Transformação digna de um “antes e depois”. Foi esse o caso de um projeto da arquiteta Nadine Voitille. O espaço da lavanderia era um corredor que ligava a cozinha a um depósito. A ideia era manter as máquinas que o cliente tinha, e precisaram ser acomodadas, porque os equipamentos eram grandes. Por isso, os armários foram planejados para ocupar o mínimo de espaço e permitir o fluxo adequado no ambiente.

“Algo que me surpreendeu foi a quantidade de vasinhos com plantas que esse cliente posicionou no parapeito perto das máquinas.” O detalhe, que não foi planejado, conferiu vida e um toque pessoal do proprietário à decoração.

Em um pequeno apartamento de 47m², a limitação de espaço era grande e a ideia de uma lavanderia integrada à cozinha não agradava, como explica Pedro Grilo. “Para mim, não há em uma casa dois ambientes mais distantes funcionalmente. Imagine fritar um bife sobre o seu lençol branco recém-lavado”, comenta.

Assim, a lavanderia foi transformada em um armário. Como as portas eram de correr, o móvel acabou funcionando, também, como painel. Com a proposta, ganhou-se mais um uso para o corredor, que antes era só reservado para a passagem.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Leve a Comunicação Não-Violenta para o seu condomínio

Conheça a técnica que pode ajudar a resolver conflitos entre vizinhos e a manter a harmonia geral

Conheça a técnica que pode ajudar a resolver conflitos entre vizinhos e a manter a harmonia geral

Você já ouviu falar em Comunicação Não-violenta (CNV)? Muita gente pratica essa metodologia, que nasceu nos Estados Unidos e, hoje, é conhecida no mundo inteiro.

Mas o que isso teria a ver com condomínio? A resposta é: tudo.

A forma como nos comunicamos determina muito a qualidade das nossas relações. Só que, volta e meia, as questões do dia a dia nos fazem esquecer dessa verdade tão elementar.

É nesse terreno fértil que nascem as discórdias. A maioria dos conflitos que temos com outras pessoas é causada, principalmente, pela nossa má comunicação, mais do que propriamente pelas diferenças de opinião.

“Em um ambiente que estimule a competitividade, a dominação e a agressividade, tendemos a nos comportar violentamente. Da mesma forma, em um ambiente que estimule a cooperação e o acolhimento, tendemos a agir com generosidade”, traduz Carlos Savoy, especialista em mediação de conflitos.

A CNV atua justamente para modular o tom da nossa comunicação. Pode ser usada como ferramenta nas mais diversas situações – ambiente familiar, corporativo, acadêmico, diplomático e também no condomínio — e por qualquer pessoa. Onde houver gente, a CNV pode ser aplicada.

“Desde que ela esteja disposta a se abrir e a deixar de lado as respostas automáticas, a ideia de culpa e julgamento”, resume Carina Abud Alvarenga, mediadora de conflitos.

De onde surgiu a Comunicação Não-violenta

A CNV nasceu nos anos 1970, pelas mãos do psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg.

Ao conviver na Detroit urbana e violenta, em plena luta contra o preconceito racial, o jovem Rosenberg foi motivado pelo ideal de criar uma cultura mais pacífica e baseada na empatia.

Sua obra mais importante, “Comunicação não-violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais”, virou uma espécie de bíblia para profissionais ou qualquer pessoa interessada em aprimoramento das relações interpessoais.

“Muitas das habilidades ensinadas pela CNV já são de conhecimento prévio de todos nós, seres humanos. Ao resgatarmos tais competências por meio do processo da Comunicação Não-Violenta, passamos a reformular a maneira pela qual nos expressamos e ouvimos os outros. Isso é transformador”, diz Carina.

Como funciona a CNV

O processo da CNV foi organizado de maneira a enxergarmos as coisas em quatro passos bem simples, e que a partir dessa simplicidade possamos melhorar a nossa comunicação, torná-la mais efetiva, ser melhor compreendido e compreender o outro também.

1o. PASSO: Observação

Volte o olhar para dentro de si. Pense no fato que motivou o conflito. Procure limpar julgamentos e preconceitos, e então olhe para a situação, sem uma opinião já formada sobre aquilo.

“Na vida, normalmente vemos uma situação que nos parece estranha e já formamos um julgamento sobre aquilo. Não nos aproximamos do objeto ou da situação, mas já criticamos aquilo com uma opinião”, constata  Gleice Marote, Coach, Mediadora e Consultora em Desenvolvimento Humano e Organizacional.

2o. PASSO: Sentimento

Perceba o que determinada situação gerou (provavelmente um conflito) e quais sentimentos foram despertados em você.

Pergunte-se: O que eu sinto, quando lido com essa situação?

“A constituição humana é formada por um pensar, um sentir e um querer. O processo da CNV permite que entremos em contato com essas três dimensões”, descreve Gleice.

3o. PASSO: Necessidade

Levante qual é a sua necessidade. Ou seja, pense no que você precisa para resolver aquela situação. Da mesma forma, pense no outro. Se coloque no lugar dele e tente entender o que o incomoda na situação.

A partir do reconhecimento do seu pensar, sentir e querer, você verá que isso existe no outro também.

Junto com ele ou empatizando com ele, busque o significado desse pensamento que está vivo. Às vezes, são opiniões e julgamentos diferentes sobre uma mesma situação; e isso, muitas vezes, nos coloca num conflito.

“Quando acessamos esse lugar do sentimento, podemos nos conectar mais com o outro — ver o impacto que a nossa ação está gerando, e o que a ação do outro está despertando em nós”, explica Gleice.

4o. PASSO: Pedido

Construa acordos, identificando quais as capacidades e as necessidades envolvidas naquela situação. Com gentileza, demonstre o quanto você entende o ocorrido e, principalmente, o lado dele.

Não é uma exigência, como seria num diálogo comum; mas algo direcionado ao outro, a partir do nosso sentimento e da necessidade. Sempre com o reconhecimento de que o outro pode dizer sim ou não.

A aplicação da ferramenta de comunicação no condomínio

Se pensarmos no dia a dia de um síndico, essa comunicação pode ser utilizada em assembleias, também em conflitos individuais (com moradores) dentro do condomínio, em tratativa com funcionários ou prestadores de serviços.

Os especialistas separaram dois exemplos práticos de aplicação da CNV no condomínio.

Caso 1

Desentendimentos por vagas na garagem foi resolvido com a CNV, por Carlos Savoy:

Em um condomínio, no Bairro de Moema/São Paulo, as demarcações das vagas estavam feitas há bastante tempo. Como não eram vagas fixas, quem chegasse antes pararia nas melhores.

Na última vaga, onde sempre parava um mini cooper, existia uma vaga para motocicletas que atrapalhava a saída do carro. Para piorar a situação, a vaga da frente era sempre ocupada por uma caminhonete grande.

Situação: O dono do carro pequeno, sempre ficava mal-humorado pela vaga e parava em cima da vaga da moto, pois senão não conseguia manobrar o carro, por causa da caminhonete. Ele já não gostava do dono da caminhonete por causa desta situação. Ao mesmo tempo, o dono da caminhonete não sabia desse sentimento dele.

Ocorre que outros vizinhos começaram a reclamar do jeito que o mini cooper parava. O síndico mandou uma advertência que só piorou a situação, pois o dono do carro pequeno foi reclamar com o dono do carro grande, que o mesmo atrapalhava sua saída.

O conflito se intensificou quando o dono do carro pequeno recebeu uma multa por desobedecer as normas do condomínio referente às vagas.

Com o uso da CNV foi possível, facilmente, perceber as necessidades de todos e chegar a uma solução bem simples. A mera inversão da vaga da moto pela do carro pequeno (vizinhas), ajudava o carro a sair sem problemas.

O síndico simplesmente inverteu a pintura no chão, sem alterar nada. A multa foi cancelada pois o síndico entendeu a situação do dono do carro pequeno.

O dono do carro pequeno ficou feliz pois poderia sair sem problemas e todos os moradores ficaram felizes pois ganharam uma vaga melhor no prédio.

Caso 2

Um acontecimento com potencial de tornar-se uma grande discussão, mas que poderia ser tratado pelo processo da CNV, por Carina Alvarenga:

Morador: Assim não é possível… ninguém cuida desse prédio e você (Síndico) é incapaz de tomar qualquer atitude!”

A reação habitual do síndico seria a de escutar aquela afirmação, fazer um julgamento (“esse morador é realmente um babaca”) e, possivelmente, começar a defender-se daquela acusação.

A partir da CNV, a reação passa a ser a de escutar as necessidades por trás daquelas palavras, que a princípio o tiraram do sério.

Síndico: Você está irritado porque tem apreço pelo lugar onde mora e queria que as pessoas também o tivessem?

Morador: Sim, parece que não há cuidado e atenção com os bens comuns.

Síndico: Você fica chateado em ver as coisas se deteriorando e gostaria de ter a colaboração de todos para manter o condomínio com uma boa apresentação?

Morador: Sim, é exatamente isso que eu gostaria.

Síndico: Qual seria o seu pedido? Quais atitudes você espera da Administração?

Morador: Gostaria que fossem colocados avisos nas áreas comuns para que lembrassem de não pisar no jardim e para que devolvessem os pesos no lugar após o uso na academia. E conversas individuais com quem estiver desrespeitando essa solicitação.

Síndico: Sabe, quando você disse no início que ninguém cuidava do prédio e que eu era incapaz, me senti ofendido e humilhado e não concordei com a sua afirmação. Eu só estou aqui, pois considero esse trabalho importante e sei que as coisas bem cuidadas trazem bem-estar a todos por aqui, inclusive a mim. Gostaria queno futuro pudéssemos conversar mais e que você nos encaminhasse as ideias para contribuir com a manutenção dos espaços.

A conversa entre o síndico e o morador foi possível , graças à aplicação da CNV. A tensão antes presente se dissipou porque ambos perceberam que não eram adversários e o diálogo continuou com várias outras trocas de ideias.

Resumo dos 4 passos da CNV

  1. Aprender a observar e separar fatos de julgamentos;
  2. Consultar o seu sentir: “O que eu sinto diante daquela situação?”. E, no caso, não é um sinto que… que normalmente é complementado por um pensamento ou uma sensação. A ideia aqui é buscar o sentimento;
  3. Identificar suas necessidades e reconhecer o que é necessidade, que pode ser diferente do que é o interesse (estratégia);
  4. Preparar um pedido claro e objetivo para o outro.

Conversando da maneira certa, todos se entendem

O síndico é, muitas vezes, o alvo das reclamações, como se a responsabilidade de tudo fosse dele, e não uma responsabilidade compartilhada por aquele grupo de pessoas que convivem no mesmo espaço.  A Comunicação Não-Violenta poderá ajudá-lo a lidar melhor e a se posicionar melhor nas questões. Ao se conectar mais com o outro, também vai ajudar esse outro a enxergar a si próprio.

“O importante é ele se capacitar. Isso porque tendemos a não falar as coisa do jeito que realmente são. E, quando falamos, agredimos o outro”, diz Carlos Savoy.

O passo a passo, ele completa, está baseado numa comunicação honesta e transparente para não machucar os outros; e para ouvir qualquer coisa dos outros, sem se ofender.

Sabemos que parece simples, e que na vida real, os conflitos são mais complexos. Os exemplos que mostramos acima dão uma pista de como as coisas podem ser resolvidas. Ou, pelo menos, de que é possívelchegar ao entendimento.

Como tudo na vida, praticar a Comunicação Não-Violenta exige preparo e treino contínuo. É um aprendizado constante, porque as relações humanas são feitas de contradições — simples, ao mesmo tempo, complicadas.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

6 opções de móveis multifuncionais que ajudam na organização da casa

Quer adotar um móvel multiuso, mas não sabe qual? Confira algumas opções

Não é novidade que cada cômodo da casa exige uma mobília diferente para atender às diversas funções e deixar os ambientes confortáveis e aconchegantes. Apesar disso, alguns móveis multifuncionais podem ser usados em vários espaços ao mesmo tempo e se tornam peças-chave para deixar a casa mais organizada e prática – e sem perder o estilo.

móveis multifuncionais

Divulgação/MadeiraMadeira

Os móveis multifuncionais são ótimas alternativas para ajudar na organização dos cômodos da casa – e listamos seis opções

“ Móveis multifuncionais são perfeitos para quem vive mudando as coisas de lugar, pois são versáteis, valorizam e combinam com qualquer ambiente. Além disso, ainda se tornam uma alternativa econômica na hora de decorar”, explica Ana Wasen, designer de produto da MadeiraMadeira.

Diante disso, incluir esse estilo na decoração garante mais praticidade na rotina. Pelo que podemos perceber, a gama de possibilidades é imensa e a colocação do mobiliário depende apenas da necessidade e imaginação. Confira algumas opções que podem ser adotadas na sua casa.

1. Armários organizadores

armário organizador

Divulgação/MadeiraMadeira

O armário organizador pode ser usado em diversos cômodos da casa; cores neutras permitem combinações especiais

Versáteis, eles podem ser usados em dormitórios, escritórios, sala de estar, cozinha ou lavanderia. Para quem possui pouco espaço, há modelos com uma mesa articulada que permitem que ela seja guardada após o uso.

As opções disponíveis possibilitam investir em armários prontos ou criá-los com nichos de diferentes tamanhos e cores, o que pode dar um upgrade no ambiente e deixá-lo mais despojado.

2. Estantes

estante

Divulgação/MadeiraMadeira

As estantes são versáteis e podem ser utilizadas para armazenar diversos itens, de acordo com cada necessidade

As estantes estão entre os móveis mais multifuncionais – e podem ser colocadas no local de sua preferência. Elas são bem-vindas na sala de estar, na lavanderia para guardar produtos de limpeza, no banheiro para organizar as toalhas e também na cozinha, para conseguir organizar os tempos e armazenar os demais utensílios.

Outra possibilidade é utilizar os modelos com nichos para criar pequenas divisórias entre os ambientes, sem que a sensação de amplitude seja perdida. As cores também podem variar para trazer ainda mais vida aos cômodos.

3. Gaveteiro 

gaveteiro

Divulgação/MadeiraMadeira

Os gaveteiros podem ser usados tanto no banheiro como também em escritórios, de acordo com a preferência do morador

Outro item que vem à tona ao pensar em móvel multiuso é o gaveteiro. A peça, por possuir compartimentos que permitem o armazenamento de diversos itens, é uma alternativa ao criado-mudo e também como complemento de escritórios ou até mesmo para ser usado em banheiros.

De fato, ele é indicado para quem gosta de manter o local sempre organizado e tudo que é necessário sempre à mão, além de ser adaptável para diferentes funções. Outra dica é prestar atenção no material em que ele é fabricado. Para isso, a orientação é apostar nos que são fáceis de limpar, como laminado, MDF ou metal.

4. Nichos

nichos

Divulgação/MadeiraMadeira

Para ajudar na organização, que tal apostar nos nichos? Assim como as outras opções, eles ficam bem em vários ambientes

Os nichos são bem-vindos em qualquer tipo de ambiente. Eles podem ser usados nas paredes para organizar os cômodos, como quartos, escritórios e também na sala. A dica é investir em peças que a limpeza seja facilitada.

Cores neutras também são boas opções, mas nada impede que você escolha tons mais vibrantes. Vale pensar em como harmonizar com o restante da decoração do lugar escolhido para receber o móvel.

5. Sofá-cama

sofá-cama

Divulgação/MadeiraMadeira

O sofá-cama, como o próprio nome já diz, permite transformar um item em outro com muita facilidade em locais menores

O sofá-cama é um item coringa para quem precisa de móveis que podem ser adaptados em diversos ambientes. Na sala, por exemplo, ele é ideal para economizar espaço e também para acomodar alguma visita que vá dormir na sua casa. Ele também permite que outros cômodos menores virem um dormitório facilmente.

6. Móveis com rodinha

escrivaninha

Divulgação/MadeiraMadeira

A facilidade dos móveis que possuem rodinha é que eles podem ser levados de um lado ao outro de forma simples e fácil

A facilidade de levar um móvel de um lugar para outro certamente amplia o uso em qualquer ambiente. Por isso, vale escolher móveis multifuncionais que tenham rodízio na parte inferior. Algumas opções são gaveteiros, cadeiras e escrivaninhas.

Fonte: Delas – iG @ https://delas.ig.com.br/casa/2019-04-21/moveis-multifuncionais-organizacao-casa.html

Digitalização das administradoras de condomínio

Por que esse processo se tornou necessário?

Gestão digital

Por Rafael Lauand*

Em uma realidade cada vez mais atrelada à transformação digital, muitos síndicos e administradores de condomínio veem a necessidade de digitalizar o condomínio, não é mesmo?

Afinal, inovações podem trazer impactos muito positivos ligados à eficiência e ao fluxo de trabalho (principalmente da administradora). Porém, muito além dos aspectos de nossa vida condominial, a tecnologia está influenciando drasticamente todos os setores empresariais.

Primeiramente, é importante destacar que a digitalização de uma administradora ou condomínio começa pela forma de pensar. Na prática, isso implica em uma visão voltada à simplificação, ou seja, descomplicar os processos e observar (e muito) a experiência do seu CLIENTE, do síndico ao condômino. Ao fundar a LAR.app, acredito que esse foi o meu primeiro pensamento.

Apesar de muitas empresas e organizações dependerem da documentação em papel para governança, necessidades operacionais e gerenciamento geral, a digitalização desses documentos também é importante.

conversão de registros em papel para documentos digitais aumenta a eficiência operacional, otimiza o fluxo de trabalho e aprimora as relações com os clientes. Mais importante, a digitalização é uma questão de segurança de dados e informações, uma vez que garante, caso os arquivos em papel sejam perdidos ou danificados, suas contrapartes eletrônicas permanecerão acessíveis, gravadas em servidores do mundo inteiro, sem contar os seus backups.

A digitalização tem um forte impacto na produtividade e rentabilidade, mas, como a maioria das outras grandes atualizações nas operações de uma administradora de condomínio, ela envolve altos custos e riscos para a administradora.

Felizmente, muitos especialistas dizem que as organizações podem mitigar essas desvantagens com pesquisa, gerenciamento e supervisão adequados do processo. Se já vemos diversos bancos digitais (com fluxos de informações substancialmente mais altos), por que não vemos administradoras?

Hoje já falamos de mudanças muito mais drásticas em mercados extremamente complexos, como o próprio mercado bancário, ou o de transportes e logística, que exige troca de dados em tempo real e uma infraestrutura de tecnologia muito maiores.

Pensando nisso, elaborei este artigo para ajudar nos primeiros passos dessas mudanças em seu condomínio ou administradora. Separei algumas razões pelas quais o digital faz sentido para qualquer condomínio, administradora ou, realmente, todo tipo de empresa ou organização:

1. Foco no cliente

A digitalização pode melhorar substancialmente o tempo de resposta de uma administradora de condomínios ao lidar com funções como consultas de condôminos, problemas logísticos (o famoso malote de toda semana), etc.

Essa capacidade de resposta aumentada se correlaciona diretamente com a eficiência operacional e a lucratividade, pois um número maior de condôminos e síndicos satisfeitos sabem que eles receberão uma resposta oportuna e útil, e portanto, serão clientes promotores do seu serviço.

Entretanto, em alguns casos, as administradora ainda devem manter cópias em papel, mesmo quando os originais foram digitalizados. Certifique-se de que sua administradora verifica com uma autoridade apropriada sobre que tipo de registros devem ser físicos.

2. Tempo é dinheiro

Uma administradora de condomínios (e em muitos casos, os síndicos), que depende apenas da documentação em papel, perde muitas horas de trabalho por ano no esforço de manter, localizar, atualizar e comunicar esses itens.

Além disso, muitos desses registros só são valiosos em um momento específico para alguns pontos de dados que eles contêm.

Portanto, faz sentido convertê-los em formato digital para busca eletrônica conforme necessário, em vez de os funcionários e também seus clientes passarem por cima de grandes quantidades de texto e dados irrelevantes na esperança de encontrar a informação de que precisam.

3. Flexibilidade

A digitalização proporciona maior flexibilidade na equipe, pois permite que o time trabalhe remotamente de onde for necessário, seja dentro do escritório ou do condomínio.

Outro benefício adicional é o potencial em tornar a administradora mais responsável ambientalmente. Uma empresa também pode reduzir as idas e vindas de colaboradores quando eles desfrutam da flexibilidade, e é importante lembrar que flexibilidade não é sinônimo de baixa produtividade, muito pelo contrário.

Além disso, a digitalização pode permitir que uma administradora ou condomínio reduza a quantidade de espaço de escritório que precisa, utilizando a área em questão de forma mais inteligente. Não deixe que sua área de arquivo cresça junto com a sua empresa!

4. Agilidade

Uma política de governança de informação bem estruturada aumenta a eficiência geral no manuseio e no tratamento de componentes físicos e baseados em nuvem.

Essa política pode garantir que, mesmo que os documentos físicos sejam alterados ou perdidos, suas contrapartes digitais permaneçam acessíveis.

Outro ponto importante é que quanto maior a visibilidade disponível para você através da digitalização de registros, mais chances você terá de aumentar a qualidade das informações contidas nesses arquivos.

5. Redução de custos

A digitalização pode reduzir a quantidade de pessoal necessário para processar e lidar com cópias em papel dos registros.

Os arquivos eletrônicos também minimizam ou eliminam os custos de transporte da movimentação de documentos de um lugar para outro e diminuem o tempo necessário para recuperar documentos relevantes.

6. Mais conformidade

Nas últimas décadas, o governo federal promulgou várias leis e regulamentações que dizem respeito ao uso de documentos por empresas (incluindo as administradoras). Estes regulamentos podem lidar com a privacidade do cliente, responsabilidade financeira ou métodos de manutenção de registros.

As empresas que perdem documentos em papel originais que não têm backups eletrônicos podem enfrentar sérias consequências por não conformidade. Um exemplo importante é o eSocial, sistema online do governo federal para controle de obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais.

No eSocial, os condomínios devem obrigatoriamente inserir no sistema todos os dados cadastrais dos seus funcionários, ou seja, é questão de tempo do governo começar a concentrar diversos processos em sistemas online (visando a eficiência do país).

7. Segurança durante emergências

Ao arquivar documentos em papel em um sistema eficiente de armazenamento na nuvem, você pode preparar sua administradora de condomínio para qualquer tipo de desastre ou emergência. Seria muito mais fácil retomar as operações de negócios após uma fatalidade quando as informações essenciais permanecerem disponíveis online.

No momento em que acontecer um problema imprevisto, você não precisa perder tempo e esforço tentando localizar arquivos em papel ou filtrar uma massa desorganizada de documentos possivelmente comprometidos.

Hoje, enquanto o ambiente corporativo está se transformando rapidamente para o que alguns especialistas chamam de “digitalização 2.0” ou “indústria 4.0”, novas possibilidades surgiram para coletar e usar dados para criar novos produtos e serviços de valor agregado.

Estes podem, por sua vez, aumentar o leque de opções disponíveis para as administradoras de condomínio oferecerem aos seus clientes e outras partes interessadas.

(*) Rafael Lauand (@rafalauand) é Engenheiro de Produção formado pela UFPR; especialista em controladoria e finanças pela UFPR; especialista em ‘Data Science’ pela John Hopkins University; sócio-fundador da LAR.app Administradora de Condomínios; professor do INSPER no curso de Direito das Startups; e conselheiro de empresas de tecnologia. Rafael foi um dos pioneiros no mercado de startups da geração ‘mobile’, com atuação desde logística à saúde, e também teve experiência como sócio de algumas startups de tecnologia brasileiras.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Laudo de avaliação: conheça o documento que determina valor do imóvel

Análise técnica feita por especialistas é mais utilizada em disputas judiciais em que é necessário saber quanto custa o bem

Quem vende ou compra um imóvel usa como base para negociação o preço de mercado, sem necessidade da avaliação de um engenheiro, por exemplo. Mas é possível também fazer um laudo de avaliação técnica do imóvel, contratando empresas especializadas.

Esse tipo de serviço é mais usado quando o bem está inserido em ação judicial ou para contratação de seguros. O perito avaliador deve seguir regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), além de analisar a situação mercadológica do imóvel. Ou seja, vai avaliar as características arquitetônicas e comparar a imóveis do mesmo tipo, construídos na mesma época e localização.

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O laudo de avaliação técnica é feito por empresas especializadas (Foto: Shutterstock)

“No trabalho constam descrição e documentação fotográfica do imóvel avaliado, metodologia, pesquisa de elementos realizada na região, cálculos para obtenção do valor de venda, grau de precisão e fundamentação”, explica a engenheira civil Thais Silveira, sócia da empresa PERIM – Perícias e Avaliações Imobiliárias.

“O laudo é feito por um ou mais profissionais regularmente inscritos no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), se engenheiro, ou de Arquitetura e Urbanismo (CAU), se arquiteto”, afirma Matheus Silva Pereira, sócio da Perfectum Serviços de Engenharia Ltda, também especializada na área.

Importância

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O laudo de avaliação também serve como uma prova técnica do valor do imóvel (Foto: Shutterstock)

O laudo de avaliação serve como prova técnica de valor. É exigido nos processos judiciais envolvendo valores controversos, como em ações para revisão de contratos de locação. “Também nos casos incorporação, fusão, cisão, dissolução de sociedades ou ajustes de avaliação patrimonial”, detalha Pereira.

A engenheira Thais Silveira diz que, no laudo, várias questões técnicas são observadas por profissionais da área de construção, que poderiam passar despercebidas por outras pessoas.

Segundo ela, o custo do documento varia de acordo com o caso. “Os honorários podem ser determinados pelo regulamento do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia em função do tempo despendido, capacidade técnica do profissional e localização do imóvel”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

A polêmica da regulamentação da profissão de síndico

Especialistas discutem a validade do PL 348/18, que visa habilitar legalmente o síndico profissional com obrigatoriedade de registro no CRA

Especialistas discutem a validade do PL 348/18, que visa habilitar legalmente o síndico profissional com obrigatoriedade de registro no CRA

Entre os projetos de lei que tramitam no Congresso, pelo menos um está dando o que falar no cenário condominial. É o PL 348/2018, de autoria do Senador Hélio José (PROS/DF), que trata da regulamentação da profissão de Síndico não condômino.

A conversa ganha o tom polêmico com a entrada do Conselho Regional de Administração (CRA), que reclama a responsabilidade sobre a categoria do síndico profissional.

Duas perguntas básicas norteiam essa discussão:

  1. É realmente necessário a regulamentação da profissão do síndico profissional?
  2. Uma vez regulamentada, a profissão deve estar vinculada ao CRA?

Uma terceira pergunta se encaixa às duas fundamentais: Algumas autuações já vêm sendo aplicadas pelo CRAem empresas de síndicos profissionais pela ausência de registro no conselho. Elas são válidas?

SíndicoNet buscou a opinião de advogados especialistas em direito condominial, representantes do CRA esíndicos profissionais para analisar as questões que permeiam o momento de transição do síndico profissional.

Há aqueles que acreditam na regulamentação da profissão e no vínculo com o CRA, e os que não veem com bons olhos o caminho que se apresenta. Acompanhe e tire as suas conclusões.

Por dentro do projeto de lei que regulamenta a profissão do síndico

O Projeto de Lei 348/2018 ainda está em análise junto a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (Secretaria de Apoio à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania). Basicamente, visa instituir aregulamentação da profissão do síndico não condômino e o seu registro no CRA.

Outros aspectos e responsabilidades, como competências, renúncia, dever de prestação de contas, destituição e o uso de procurações nas assembleias condominiais, também constam no projeto.

Aqui, por ora, separamos os artigos mais importantes especificamente sobre a regulamentação da profissão:

O PL altera o Artigo 1.347 do Código Civil para fazer constar:

“Art. 1.347. ………………………………………………………………

§1° O síndico não condômino, pessoa física ou jurídica, deve possuir habilitação profissional para a função.

§2° A habilitação para a função de síndico profissional depende de registro específico no Conselho Regional de Administração, após aprovação em exame de conhecimentos técnicos a cargo da referida entidade, vedada a exigência de diploma, neste caso.

§3º O Conselho Federal de Administração poderá regulamentar, com base em estudos das estruturas curriculares, os tipos de diplomas, técnicos, de graduação e de pós-graduação que habilita automaticamente o titulado ao registro específico de que trata o § 2º, independentemente do exame de conhecimentos mencionado no mesmo parágrafo.

§4° A pessoa jurídica, para exercer a função de síndico profissional, deve possuir registro específico no Conselho Regional de Administração que será deferido mediante a comprovação da existência em seus quadros de responsável técnico habilitado e registrado na forma do § 2º.”

Veja aqui na íntegra o PL 348/2018.

A possibilidade da regulamentação polariza as opiniões

O tema regulamentação não vem de hoje. Na verdade, virou conversa recorrente no segmento condominial há, pelo menos, cinco anos – época em que a figura do síndico profissional ganhou força.

A discussão sobre a real necessidade de se regulamentar a profissão do síndico divide as opiniões. Há quem seja totalmente a favor, há quem se coloque radicalmente contra. Argumentos para justificar ambas as posições não faltam.

Alguns falam sobre reserva de mercado profissional e de interesse político. Outros destacam que o síndico profissional atuou até aqui com competência, ainda que apresente variadas formações profissionais. Não faltam, também, os que apontem o aumento de burocracia e a inutilidade da regulamentação, argumentando a ausência de benefícios ou qualquer relevância.

Em contrapartida, grupos defendem que, a partir da regulamentação, o profissional passa a ter maior comprometimento e responsabilidade no desenvolvimento das suas funções.

Isso porque ele estaria guiado por regras mais claras e fiscalização. A sociedade seria preservada de riscos e prejuízos decorrentes da atuação de profissionais que entregam trabalho com baixa qualidade.

Segundo essa linha de pensamento, a regulamentação ajudaria a reduzir o número de síndicos profissionais com pouco preparo e capacitação para exercer as funções exigidas, e atender às demandas que são cada vez mais complexas.

Nesse mosaico de ideias, muitas vezes opostas, nós do SindicoNet acreditamos ser de fundamental importância que você conheça os argumentos que movem cada posição sobre a validade de se regulamentar a profissão do síndico não condômino.

POR QUE ELES SÃO CONTRA

“No Brasil, regulamentação de profissão, na maioria dos casos, é comparável a criação de ministérios. Funcionam de maneira similar, com muitas promessas aos trabalhadores, pouca ou nenhuma entrega e muito favorecimento a uma minoria bem relacionada”, afirma Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH.

Em suas palestras pelo Brasil, Karpat questiona a plateia sobre o que de bem a intervenção do Estado faz pelos profissionais, com dois exemplos: o médico e o professor, na sua opinião, as duas profissões mais importantes para um país.

“Lembro a eles que diariamente professores são agredidos em sala de aula e ganham pouco; assim como os médicos, que em sua maioria ganham muito mal e, quando trabalham para hospitais públicos, não têm o mínimo de recursos para salvar vidas humanas”.

O fato de os síndicos não condôminos atuarem com ou sem formação específica – e, assim mesmo, exercerem seus cargos com competência – se coloca como forte crítica à regulamentação.

“A exigência de qualificação, ou mesmo de filiação a um órgão de classe profissional como condição essencial para atuar profissionalmente, soa-nos um tanto radical. É mais do que conveniente que haja uma reflexão mais detida e nos vários vieses sobre a questão”, pondera o advogado Alexandre Marques.

“Sindicatura é um cargo eletivo, logo os condôminos elegem a pessoa, física ou jurídica que entendem estarmais apta para a função”, acrescenta o advogado André Junqueira.

Junqueira destaca, ainda, que o projeto de lei cria uma reserva de mercado, mas não necessariamente positiva, tendo em vista que os cursos de Administração formam gestores de empresas e não de condomínios.

Segundo o Código Civil de 2002, explica o advogado Zulmar Koerich Jr., a figura do síndico relaciona-se com o papel de um mandatário, um representante da coletividade e não um administrador propriamente dito.

“Ele está submisso a determinações e limitações postas por uma assembleia de condôminos, que, por sua, vez, é o verdadeiro órgão de comando dentro do condomínio”.

POR QUE ELES SÃO A FAVOR

Rosely Schwartz, coordenadora do GEAC (Grupo de Excelência em Administração de Condomínios do CRA-SP), esclarece em nome do Grupo:

“A normatização será bastante positiva, pois dará à sociedade maior segurança de que o condomínio está sendo administrado por pessoas capazes, responsáveis e éticas”.

Outro ponto de alerta beneficiado pelas normas, segundo Rosely, é a preservação da qualidade. Nesse caso, Ela se refere aos síndicos que assumem uma quantidade exagerada de condomínios e acabam não dispondo de tempo suficiente para a gestão: “Como alternativa, eles adotam o envio de prepostos despreparados, sem ao menos ter sido acordado em assembleia que a administração seria realizada com a participação de uma outra pessoa”.

“A valorização do profissional e um trabalho responsável irão eliminar com o tempo a reputação negativa que paira sobre os síndicos de uma forma geral. Corrigir essas distorções é do interessede todos os síndicos profissionais. A repetição de evidências negativas poderá manchar e degradaruma atividade que possui um futuro promissor e merecedor de muito respeito”, afirma a coordenadora do GEAC.

O advogado Cristiano de Souza Oliveira acrescenta:

“Este profissional estará sob o manto de uma autarquia fiscalizadora que possui um código de ética. Um porto seguro da sociedade para poder reclamar, ter uma resposta punitiva, se for o caso e conforme a questão, ver omau profissional expulso do órgão e fora do mercado”.

A disputa dos conselhos pelo registro do síndico 

Um dos maiores pontos de tensão dessa discussão é a inclusão na PL 348/18 do CRA como o possível responsável pela “zeladoria” da profissão do síndico não condômino. Ou seja, uma vez aprovada a lei da regulamentação, os síndicos estarão vinculados ao CRA.

O debate continua aquecido. Especialistas atestam a legitimidade de o CRA representar a categoria; mas outros, igualmente experts no segmento condominial, são contra. Questionam, inclusive, o porquê de ser o CRA, e não outra entidade, como CRECI, por exemplo.

AS OPINIÕES A FAVOR

Na definição de Cristiano Oliveira, síndico de um condomínio, por lei (art. 1347 do CC) é quem administra o condomínio conforme as funções que lhe são impostas também pela legislação (art. 1348 do CC, pela convenção condominial e pela própria função de administrar).

“Na nossa língua portuguesa, das cinco definições de administrar, todas levam a entender que seria um terceiro que ministra, gerencia, faz gestão de algo para alguém. Logo, não há outra interpretação, senão que o síndico administra o condomínio como um gestor financeiro, patrimonial e de pessoas”.

Para Oliveira, qualquer meio de se alterar a interpretação da língua portuguesa, seria uma visão míope da realidade.

AS OPINIÕES CONTRA

Em definição oposta, o advogado Zulmar Koerich Jr. resume:

“A terminologia “administrar” decorre da lei, quando esta trata no art. 1347 do Código Civil que será exercida por um síndico, e não como identificador da atividade. O termo administrar, então empregado, encontra-se em seu sentido lato, amplo, não se identificando com aquelas elencadas pelo art. 2º da Lei nº 4.769/65”.

“Síndicos podem ser advogados, síndicos podem ser engenheiros, síndicos podem seradministradores, síndicos podem não ter formação e serem excelentes gestores. Em um país que o presidente da república não precisa ter formação, exigir uma formação específica à função de Síndicos é de total incoerência”, reforça Ricardo Karpat.

CRA já vem autuando síndicos profissionais

Na interpretação de que o síndico exerce a “administração do patrimônio condominial”, o CRA de Santa Catarinatem autuado tanto pessoas jurídicas quanto micro empresários individuais, notificando-os a inscreverem-se no Conselho sob pena de multa.

Também tem ajuizado execuções fiscais diante da não inscrição, para cobrança de multas. A autuação destes profissionais têm sido frequente, noticiada por síndicos nos grupos de WhatsApp.

Conforme Zulmar Koerich, as autuações têm sido feitas sob o fundamento de que há necessidade de garantir um mínimo de proteção à coletividade, submetendo os síndicos profissionais à fiscalização ética e disciplinar.

O ponto que pega na discussão é o fato de um projeto de lei não ser lei. O que, na opinião dos advogados, torna a autuação ilegal.

“Projeto de lei não cria obrigações, premissas ou responsabilidades pelo seu descumprimento. Tem tanto valor quanto se não existisse, sendo apenas uma expectativa”, resume.

A PALAVRA DO GEAC-CRA

“Como já esclarecido, as atividades pertinentes ao campo da administração estão regulamentadas pela Lei Federal nº 4.769, de 09 de setembro de 1965 e pelo Decreto nº 61.934, de 22 de dezembro de 1967 e da Resolução CFA nº. 463/2015, cujo o oferecimento dos serviços está atrelado à habilitação da empresa.

Faz parte das atividades dos Conselhos fiscalizar o exercício das atividades profissionais, que poderão ocorrer por denúncias, análise de material de divulgação e informações cadastrais”.

“Essa função tem sido cada vez mais cobrada pela sociedade e pelos próprios profissionais já habilitados, que observam uma concorrência desleal no mercado”, conclui Rosely.

O que pensam os síndicos profissionais 

“Não acho lógica a necessidade de os síndicos profissionais serem vinculados ao CRA. Nossa profissão é, antes de tudo, multidisciplinar. Precisamos ser um pouco engenheiros, entender de animais, de conceitos jurídicos, de gente – também de administração, entre tantas competências. Eu, particularmente, sou advogada de formação, com pós-graduação e especializações. Outros síndicos profissionais não têm formação e são bons profissionais. Obviamente, quanto maior a capacitação e o aperfeiçoamento, melhores condições o síndico terá para desenvolver um bom trabalho. Quanto à regulamentação em si, acho que pode ajudar na melhor qualificação e profissionalização. Mas isso nada tem a ver com ser ou não vinculado a um conselho.” Priscilla D’Onofrio, síndica profissional

“Acho a proposta de entrada no CRA, contida no PL 348, sem pé nem cabeça. Tomando um aspecto simples, síndico é considerada uma atividade-meio e não atividade-fim. Ele é um mandatário do condomínio, um maestro de uma grande orquestra e conta com uma administradora para executar os serviços administrativos. Ele, em si, é um gestor-mandatário. Falando sobre o aspecto do que custa isso, no meu caso, que tenho uma empresa constituída, já pago impostos altos. Não pagaria uma anuidade para um conselho que não representa a minha classe, nem exige um exame como faz a OAB, onde, aliás, prestei como advogada. Caso um dia fosse regulamentada, nossa profissão deveria ter um novo órgão, que representasse de verdade a nossa classe.” Vanessa Gantmanis Munis, síndica profissional

“Abri uma empresa de sindicatura por exigência de condomínios que se sentiam inseguros na contratação de pessoa física. Muitos síndicos que se dizem profissionais, são despreparados e/ou mal intencionados. Estão prejudicando o mercado condominial e dificultando o caminho para pessoas honestas que pretendem trazer excelência na gestão profissional. Acredito que a regulamentação, associada com o CRA, trará regras mais segurança e garantias para os contratantes/condomínios. Com o apoio do CRA, os profissionais poderiam se associar para reciclar seus conhecimentos, praticar networking, participar de debates/conversas do dia a dia condominial, buscar apoio administrativo, jurídico, técnico e compartilhar do respeito e da segurança para atuarem como profissionais.” Sandra Vergara Anticaglia, administradora e síndica profissional

“É comum relatos de síndicos moradores que, meses depois de assumirem, abdicam do cargo quando percebem que a função exige maior preparo, seja na área administrativa ou no trato com funcionários e condôminos. A falta de mínimo preparo do síndico, seja ele morador ou não, tem produzido desgastes e prejuízos para os condomínios. Além de trazer maior organização para o setor, a regulamentação da profissão deixará clara e evidente a necessidade da qualificação profissional para o candidato a ocupar o cargo de síndico. Acho necessário que a capacitação seja gerida por um órgão regulador como o CRA, que já determina em seu código de ética a responsabilidade que o profissional de Administração deve guardar. Espero que o CRA zele pela profissão do síndico, desenvolva as melhores práticas, promova eventos, debates e cursos; enfim, cuide para que maus profissionais não tragam prejuízos aos condomínios.” Joel Sebastião Januário da Silva, síndico profissional

Em resumo

Não se sabe, ainda, quando o PL 348/18 será aprovado ou não. Embora seja muito importante para o setor condominial, a pauta não é uma prioridade no Congresso tendo em vista a Reforma da Previdência.

Antes de aprovado, o ideal é que o tema seja mais debatido. Muitos players estão envolvidos – com opiniões divergentes, mas também complementares. As partes ouvidas nessa reportagem concordam que o projeto precisa ser revisado em diversos pontos. Deu para sentir que a conversa vai longe.

Todos devem ser ouvidos e suas opiniões discutidas. Vemos essa ebulição de modo positivo, pois mostra movimentos de mudança, de questionamento e o debate remete a maturidade.

O síndico profissional vive um momento de ampla transformação no seu perfil profissional, com novas atribuições e competências, passando a atuar como um gestor. Seus desafios serão grandes nesse futuro que já se delineia.

Ele, mais do que ninguém, precisa participar dessa discussão.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Possuir um cadastro dos moradores previne diversos incômodos

Para garantir a segurança do condomínio, uma das formas mais úteis e simples é o cadastro dos moradores. Veja as suas principais vantagens.

Possuir um cadastro dos moradores previne diversos incômodos

Uma das prioridades de todo administrador, seja ele de um condomínio, empresa ou escritório é manter o seu local de trabalho organizado. Arquivos identificados e guardados de forma correta, ambiente do local de trabalho limpo, softwares de gestão que auxiliam no dia a dia do expediente e, especificamente quando falamos de condomínio, a ficha de cadastro dos moradores.

Tema complexo que trata da segurança do condomínio e do próprio condômino, mas ao mesmo tempo pode fazer com que o morador sinta-se invadido em sua privacidade, o cadastro dos moradores é algo simples, porém fundamental para a segurança e a boa convivência condominial.

Por isso, listamos abaixo algumas dicas de como conscientizar os moradores da importância do cadastro, quais são as informações essenciais, os tipos de cadastros possíveis e a sua utilidade.

Palavra do especialista com Luiz Fernando Queiroz: Cadastro de moradores é fundamental para garantir a segurança do condomínio

Formulário do condomínio: Ficha de cadastro de moradores

1- O cadastro dos moradores facilita o cotidiano do síndico e funcionários de diversas maneiras:

Evita que o porteiro confie apenas na sua memória visual para barrar ou permitir a entrada de pessoas estranhas no condomínio; facilita o envio de avisos e multas aos condôminos; organiza o recebimento e distribuição de correspondências e encomendas; em casos de vazamentos de água e gás a comunicação entre síndico, condômino e parte interessada ou afetada pelo vazamento fica facilitada;

E, por fim, auxilia na disposição das vagas de garagem. Se algum carro está em alguma vaga não destinada para ele, o síndico pode consultar o seu cadastro e comunicar rapidamente o dono do ocorrido. Isso pode evitar muitas discussões.

2- Um cadastro completo é o mais indicado. Porém, em casos de relutância por parte do condômino, o preenchimento de algumas informações básicas já basta para facilitar o expediente dos funcionários do condomínio. Essa diferenciação dos cadastros (síndico e portaria) é fundamental para evitar que dados pessoais caiam nas mãos de pessoas estranhas.

Um cadastro completo, que ficará em poder do síndico, e que o mesmo garantirá o sigilo dessas informações constando:

– Nome completo;

– Telefone e e-mails;

– Documentos pessoais como RG e CPF;

– Vagas de garagem utilizadas pelo morador;

– Número do apartamento e bloco;

– Quaisquer outras informações que se façam necessárias em situações emergenciais.

Já o cadastro simplificado ficará na portaria. Este documento irá auxiliar o porteiro sobre pessoas autorizadas a entrar no apartamento do morador enquanto ele estiver fora com os seguintes dados:

– Nome do morador;

– Dependentes;

– Pessoas autorizadas a entrar na unidade, como empregados particulares.

3- Conscientizar os moradores sobre a importância do cadastro nem sempre é uma tarefa fácil. Isso porque muitos condôminos não se sentem confortáveis em repassar informações pessoais a terceiros. Nesse caso, apostar no argumento da segurança é uma boa estratégia.

Enfatize que com um cadastro atualizado, a entrada de terceiros no condomínio será dificultada. Fale sobre como os ladrões estão se especializando cada vez mais, deixando de lado a violência e partindo para a inteligência, utilizando inclusive informações disponíveis pelo próprio morador na internet.

Conscientize-os de que a segurança é uma responsabilidade compartilhada por todos.

Com tanta tecnologia à disposição, passamos a negligenciar algumas técnicas já consolidadas e que ainda nos ajudam muito. Logicamente que o próprio cadastro pode ser feito via virtual. Mas não necessariamente. E, talvez por isso, nos esqueçamos da sua importância. O que é um erro.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação: Viva o condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Pequenas economias cotidianas com foco na compra da casa própria

A meta é comprar sua casa própria, mas ainda falta dinheiro? Veja algumas economias que você pode fazer para atingir seu objetivo o quanto antes.

Comprar a primeira casa própria é uma tarefa que exige bastante planejamento e controle, porém, esse sonho pode ser realizado mais rápido se você se organizar e fizer pequenas economias no seu dia a dia. Parece pouco, mas é a melhor forma de manter o foco na missão de conquistar o seu tão sonhado lar.

Listamos algumas dicas infalíveis quando a meta é poupar! Confira as mudanças que podem ser adotadas por você no cotidiano para se aproximar mais ainda do seu sonho.

1. Guarde um valor fixo todo mês

A primeira dica pode soar óbvia para você, mas não tem jeito melhor de se comprometer com um objetivo do que estipular metas e se organizar. Conseguir reservar todo mês um dinheiro para sua casa é fundamental para isso!

Faça suas contas e estipule um valor para separar mensalmente, como se fosse uma conta a mais que você tem para pagar, ou um conjunto de parcelas. Guarde esse dinheiro em uma poupança e evite a todo custo mexer nele.

E lembre-se: Esse valor deve ser “esquecido”, pois a finalidade dele já está bem definida.

2. Faça um controle de custos e planeje seus gastos

Algumas contas que pagamos são rotineiras e podemos prever o quanto vamos gastar com elas antes de chegarem até a nossa casa.

Se você paga algum serviço com valor variável, procure usar uma média mensal para se programar e ter visibilidade de quanto dinheiro vai sobrar para passar o mês, resolver eventuais imprevistos e colocar na poupança.

A melhor forma de se organizar quanto a isso é usar uma planilha ou aplicativo de gerenciamento de finanças.

3. Repense alguns gastos

Alguns gastos precisam ser repensados quando o objetivo é comprar sua casa própria. Viagens caras poderão esperar!

Troque-as por atividades de lazer mais em conta como cinema e passeios dentro da sua cidade. Você também pode trocar produtos e serviços utilizados por uma versão mais simples dos mesmos.

Busque alternativas que sejam boas como as anteriores, mas que, a longo prazo, te farão economizar algum dinheiro. Faça uma análise dos serviços que você paga e conclua se você de fato está fazendo uso de todos eles.

Procure ponderar sobre a academia que você não tem muito tempo para frequentar ou o pacote de TV a cabo mais caro. Substitua-os por alternativas similares, como uma boa caminhada no parque mais próximo ou um pacote de TV simples com valores reduzidos.

4. Busque outras formas de renda

Se você tem alguma habilidade especial, invista o tempo livre na produção de algum bem ou atividade que possa ser remunerado. Um segundo trabalho informal pode ser uma mão na roda quando você precisa fazer dinheiro com mais rapidez.

Vale fazer aquela receita culinária que seja o seu forte, artesanatos ou produtos, serviços de qualquer tipo, entre outros.

5. Escolha o financiamento ideal

Ao escolher o financiamento da casa, procure uma opção que caiba no seu bolso sem causar grandes problemas no futuro. Além das parcelas do imóvel, você deve conseguir pagar todas as contas, alimentação, transporte e ter um valor mínimo reservado para emergências.

Isso garantirá que você viva com algum conforto sem ficar endividado caso um imprevisto aconteça. O seu corretor poderá orientá-lo sobre as melhores alternativas de financiamento e fazer todos os cálculos a longo prazo para que você planeje seu futuro antecipadamente.

Planejamento é tudo na vida de quem quer comprar a primeira casa própria, portanto fique atento, mantenha o foco e continue lendo mais aqui sobre sugestões para realizar esse sonho.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Como efetuar a limpeza do condomínio?

Síndico profissional explica como deve ser feita a gestão de tarefas

Síndico profissional explica, em nova série, como deve ser feita a gestão de tarefas

A limpeza das áreas comuns do condomínio é algo a que o síndico deve estar sempre atento. Afinal, ninguém quer chegar em casa e encontrar sujeira, não é mesmo?

Para inaugurar a nova série da SíndicoNet-TV “Na prática”, fomos até o condomínio gerido pelo síndico profissional Nilton Savieto.

No vídeo, ele explica todos os pormenores de como cuida da gestão da limpeza do local: quais áreas recebem atenção diária e semanal, o que é prioridade no dia-a-dia,como as compras para a limpeza são feitas, etc.

Além das dicas no vídeo, há também uma planilha para ajudar na gestão da limpeza do seu condonfomínio. Confira!

Um oferecimento:

Elemídia

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Piso de madeira garante elegância e aconchego à decoração

O material tem várias opções de texturas, cores e formas de aplicação e pode ser usado em qualquer ambiente da casa. Saiba como escolher e os cuidados necessários

Um projeto de decoração envolve todos os detalhes e cada um deles deve ser pensado para criar harmonia ao ambiente. Do piso ao teto, é possível pensar em soluções para ter uma decoração que agrade a todos os moradores. Mesmo o que parece simples e óbvio pode fazer toda a diferença no resultado final. O piso é capaz de transformar o ambiente, a depender da escolha feita, e são muitas as opções, entre materiais, texturas e cores. O piso de madeira é um bom exemplo do que costuma ser uma boa solução para quem busca mais elegância e conforto à decoração. E a variedade é grande, portanto, saiba como escolher o piso de madeira ideal e quais os cuidados necessários.

A madeira é um material nobre, bastante usado na antiguidade e que volta com toda força para o uso em pisos atualmente. “Ela é um recurso natural que deve ser bem aproveitado, beneficiado e trabalhado com bom trato. Utilizado de forma artesanal ou processada industrialmente, possui características fantásticas que podem ser aplicadas em praticamente todas as etapas da construção civil. E quando é usado no piso não é diferente”, afirma a arquiteta Vanessa Gomes, do escritório Mucam Arquitetura.

Existe uma imensa variedade de cores, de densidade e de resistência da madeira e o próprio material pode desenvolver diversas funções simultaneamente. “Pode ser combinado com outros elementos, ser aplicado isoladamente ou em conjunto com outros tipos de madeira, sendo sempre fonte de beleza, de praticidade, de conforto e durabilidade onde for usado”, conta a arquiteta. Para os pisos residenciais, a madeira se mostra versátil e aconchegante. “Ela é usada com uma infinidade de tons e texturas, formas de aplicação e processos de fabricação”, complementa.

 

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(Foto: Shutterstock)

 

Segundo Vanessa Gomes, o piso de madeira confere conforto térmico e acústico e ele proporciona diversas possibilidades plásticas visuais também. “As peças são feitas para serem encaixadas e combinadas entre si, facilitando a logística de transporte e montagem, e criando um amplo universo para desenhos e molduras na composição dos ambientes”, explica. Além disso, o material abre um vasto leque de forma de uso. “Em contraste ou em concordância com as paletas de cores locais, harmonizando um conjunto ou em destaque no projeto, o madeiramento segue as mesmas regras de composição e tem fácil inserção na criação dos espaços”, acrescenta.

Tipos

São muitas as opções de escolha de piso de madeira. Alguns podem pesar mais no orçamento do que outros, mas também pesa, em contraponto, a questão da durabilidade. A arquiteta Vanessa Gomes explica que os tipos de pisos de madeiras mais utilizados atualmente são os laminados (flutuantes) e os convencionais em madeira maciça natural. “Sendo que os primeiros apresentam características semelhantes aos naturais, mas são feitos de aglomerados e resinas industrializados, têm um custo menor e uma instalação mais simples, embora a durabilidade seja bem menor também. Já os pisos maciços, como assoalhos e tacos, têm uma implantação mais trabalhosa, com uma vida útil bem maior, além de aceitarem bem revitalizações sucessivas na manutenção. Sendo assim, o investimento sempre compensa porque acaba gerando uma boa economia”, ressalta.

As possibilidades de uso da madeira no piso são muitas e elas podem influenciar no resultado final do ambiente. Fato é que o formato dos cômodos e sua extensão influenciam diretamente nos desenhos e combinações de tons. “Tanto em tacos, em assoalhos, que são as tábuas corridas, ou em parquets laminados, os gráficos criados no chão podem ajudar a compor local ou amenizar imperfeiçoes nos alinhamentos das paredes ou funcionar como um ‘tapete permanente’ ou unificar e ampliar o espaço ou dar personalidade e identidade à área ou ainda demarcar circulações e usos”, sugere a arquiteta.

Ambientes

O piso de madeira cai bem em qualquer ambiente, seja interno, externo, seco ou molhado. Porém, o o que determina este uso é a forma de aplicação, os tratamentos e a manutenção ao material aplicado. E, em alguns ambientes, o cuidado precisa ser redobrado para garantir uma maior durabilidade. “Devemos considerar cuidados na escolha do material, alguns detalhes na instalação e ainda uma correta manutenção para que a madeira tenha uma grande vida útil. As infiltrações no solo, a umidade no contra piso, o corte e secagem da madeira fora do padrão ou contato direto com água e incidência solar são fatores que podem prejudicar pisos internos de madeira”, ressalta Vanessa Gomes.

As áreas molhadas, por exemplo, merecem atenção especial. “Para áreas de cozinhas e banheiros, existem materiais cerâmicos e vinílicos mais práticos que podem ser substitutos interessantes, ainda mais quando eles imitam visualmente a madeira e se tornam boas opções de acabamento. A resistência aos riscos e à água é uma pequena desvantagem”, conta a arquiteta.

Os pisos externos, como varandas, terraços e decks, também devem ter cuidados em relação à manutenção. “Eles devem receber tratamentos específicos de revestimentos impregnantes e/ou vernizes impermeabilizantes. A manutenção e limpeza devem ser constantes, sem agentes abrasivos e, sim, com vassouras e panos úmidos apenas. Ceras e polidores são bem-vindos e recomendados de acordo com os fabricantes”, esclarece.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Portanto, tomando alguns cuidados na escolha e manutenção, a madeira é bastante recomendada para ser usada em pisos, garantindo um resultado mais requintado, natural e aconchegante. “Mais escura ou mais clara, em tons de vermelho, marrom ou amarelo, a madeira é uma ótima pedida em qualquer ambiente. Considere o local, a umidade, ventilação e a manutenção prevista, a iluminação e seu orçamento. Aproveite as características clássicas aconchegantes e elegantes, ouse com novas formas e usos. Abuse da praticidade e beleza natural da madeira”, conclui Vanessa Gomes.

Fonte:  https://revista.zapimoveis.com.br

Não deixe a segurança dos seus bens de lado! Veja como descobrir se o imóvel que te interessou é seguro

Portaria 24h nem sempre é sinônimo de imóvel seguro. Cerifique-se sobre a segurança de um empreendimento observando diferentes aspectos

Alguns itens devem ser levados em conta para não comprometer a sua segurança

Atualmente, a segurança é item de primeira necessidade quando se pensa em comprar um novo imóvel. E para verificar se o apartamento que você escolheu é seguro, faça as perguntas certas e, principalmente, observe tudo antes de fechar contrato!

“Os controles de acessos do condomínio dão o tom de como a administração lida com a segurança. Verifique como funcionam os acessos de mão-de-obra, por exemplo. O condomínio deve permitir a entrada apenas de profissionais cadastrados e liberados pelo morador“, diz o arquiteto Renato Andrade.

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É importante observar como é feito o controle de visitantes no condomínio (Foto: Shutterstock)

A arquiteta Erika Mello ressalta que apartamentos térreos sofrem mais com a questão da segurança. Ela orienta a verificação das janelas, se são reforçadas ou se possuem alguma grade. “A iluminação das calçadas, antes de entrar no condomínio, também é importante no aspecto da seguridade”.

Ficar atento se 1º ou 2º andar do prédio tem acesso externo facilitado para invasão dos apartamentos, como muros perto de varandas ou janelas, é a dica da arquiteta Cris Paola. “Um profissional da área pode ajudar a sinalizar esses problemas logo na primeira visita“, afirma ela.

Vizinhança

segurança
O bairro onde o imóvel se localiza pode definir muito a questão da segurança (Foto: Shutterstock)

Os arredores do empreendimento também são importantes. Preste atenção na quantidade de placas de imóveis para vender e alugar, isso pode ser um indicador de problemas.

“E também casas muito cercadas, com câmeras, lanças ou até cercas elétricas. Vale aquela conversa despretensiosa na padaria, jogando o verde para colher o maduro: e os assaltos aqui, diminuíram?”, aconselha Renato Andrade.

Outra dica é sondar o corretor se o mesmo tipo de apartamento, em outro bairro semelhante, possui valores proporcionais. “Preços muito menores acionam um alerta”, pondera Erika Mello .

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Cuidados com casos de alteração de fachada em condomínio

Rodrigo Karpat explica por que é importante conservar o visual externo do prédio

 

 

Rodrigo Karpat explica por que é importante conservar o visual externo do prédio

 

 

fachada é o cartão de boas-vindas do condomínio! Isso porque a questão estética influencia bastante na valorização e na venda de um apartamento.

Mas uma fachada bonita é, acima de tudo, uma fachada composta por elementos organizados, que seguem um padrão. Afinal, se cada um dos moradores decorasse sua varanda como bem entendesse, seria uma verdadeira bagunça.

É por conta disso que muito se fala em alteração de fachada.

Neste vídeo, o advogado Rodrigo Karpat explica como conservar o visual da fachada, com o respaldo da Lei, Convenção ou mesmo Assembleia.

Ele também comenta alguns casos práticos como o uso da varanda de cada unidade, instalação de ar-condicionado, cortina, etc, e ainda, de que maneira a manutenção preventiva/corretiva pode ser aplicada sem interferir no visual do condomínio.

Não perca!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Bagunça? Não mais! 6 itens práticos que ajudam a organizar a casa no dia a dia

Algumas peças conseguem facilitar a organização dos ambientes; veja quais

Conseguir organizar a casa para manter todos os objetos em ordem faz toda a diferença no dia a dia. Isso porque deixar as peças espalhadas pelo cômodo prejudica não só a estética do ambiente como também a energia do local. Para ajudar a resolver esses problemas, alguns itens práticos podem ser usados para facilitar a organização.

prateleiras

Shutterstock

Quer algumas dicas de itens que ajudam a organizar a casa? Leia o material e saiba como fazer isso de foma fácil e prática

A boa notícia é que essas mudanças são simples e, com certeza, vão facilitar as atividades rotineiras dos moradores. Especialistas da Etna reuniram algumas dicas de organização e úteis  para quem deseja organizar a casa . Confira a lista.

1. Prateleira na sala 

prateleiras na sala

Divulgação/Etna

As prateleiras são itens que ajudam a organizar a casa. Nelas, você pode colocar itens do dia a dia e objetos decorativos

Geralmente, a sala é o maior ambiente da casa e, justamente por isso, costuma ser o lugar em que mais se acumula bagunça. Isso significa que, quanto menos objetos soltos tiver pelo local, mais fácil será de organizá-lo. Diante disso, vale investir nas prateleiras. O ideal é fazer o possível para que cada peça seja colocada nela em seu devido lugar.

Chaves e controles remotos, por exemplo, são objetos pequenos e que costumam ficar espalhados. Afinal, quem nunca precisou procurar a chave do carro ou de casa com pressa antes de sair e não conseguir encontrar? Situação chata, né? Para evitar esse tipo de perrengue, vale usar um organizador específico.

2. Barra para utensílios na cozinha 

barra cozinha

Divulgação/Etna

Adotar uma barra para deixar os utensílios de cozinha pendurados ajudam e – muito – a evitar bagunça em cima da pia

Depois de lavar a louça, você costuma deixá-la acumular na pia? Se a resposta for sim, chegou a hora de mudar. Ter uma barra que ajuda a organizar os utensílios melhora não só a aparência do local como também evita bagunças desnecessárias com a quantidade de peças que foram lavadas de uma só vez.

Outra dica que pode ser aplicada na cozinha para melhorar o espaço dentro dos armários é empilhar os pratos e as panelas, enfileirar as frigideiras, travessas e tampas e usar ganchos para ordenar as canecas e os outros utensílios. A organização da geladeira deve seguir a mesma regra. Ter atenção com a posição de cada item pode te ajudar a aproveitar melhor os espaços.

3. Cesto de roupa no banheiro 

cesto de roupa

Divulgação/Etna

O cesto pode ser usado para guardas as roupas sujas e evitar que as peças fiquem jogadas e espalhadas pelo chão

Na hora de tomar banho, muita gente costuma deixar as peças de roupas espalhadas pelo chão, o que pode prejudicar a circulação do local e contribuir para que o cômodo fique bagunçado. Para evitar esses problemas e deixar a casa organizada , a dica é investir em um cesto de roupas, capaz armazenar e organizar as vestimentas que estão sujas.

Outro ponto importante para que a sensação de limpeza predomine no banheiro é evitar deixar objetos espalhados em cima da pia. Caso haja armários no ambiente, utilize-se os para armazenar corretamente os cosméticos de beleza, as maquiagens e outros itens de higiene pessoal. Na ausência deles, adotar cestos organizadores é uma opção bem-vinda.

4. Organizador no escritório 

organizador de escritório

Divulgação/Etna

Sabe aqueles papéis que você acumulou ao longo dos anos? É hora de deixar o escritório em ordem com os organizadores

Se você costuma acumular papéis de anos e anos, saiba que organizá-los não é uma tarefa complicada. O ideal é jogar fora aqueles que não servem mais e, em relação aos importantes, uma das sugestões é digitalizá-los para ter mais segurança. Os que forem necessários arquivar, utilize pastas e organizadores de cores diferentes para cada tipo de documento.

5. Caixa organizadora no quarto 

caixa organizadora

Divulgação/Etna

As caixas organizadoras permitem guardar diversos itens do dia a dia e deixá-los ainda mais organizados no quarto

Seja no quarto da criança ou do adulto, alguns objetos podem ficar espalhados. Para manter tudo em ordem, aposte em caixas organizadoras. Elas são úteis para guardar brinquedos e outras peças que são usadas diariamente. Assim, você evita deixar os itens jogados e não prejudica o ambiente – e o seu bem-estar.

6. Organizador de gaveta 

organizador de gaveta

Divulgação/Etna

Ter um organizador de gaveta é uma ótima opção para deixas as gavetas organizadas e, assim, evitar que vire bagunça

Os organizadores estão disponíveis de todos os tipos e tamanhos e são ótimos aliados na hora de organizar a casa . Eles facilitam o armazenamento, principalmente de objetos pequenos, e auxiliam na organização dos espaços internos de armários e gavetas. Além disso, as peças deixam os objetos expostos visivelmente arrumados. É uma solução simples e prática. Seguindo essas dicas, a sua casa vai ficar muito mais organizada e, consequentemente, sua vida também. Pode apostar!

Fonte: Delas – iG @ https://delas.ig.com.br/casa/2019-04-27/bagunca-nao-mais-6-itens-praticos-que-ajudam-a-organizar-a-casa-no-dia-a-dia.html

Moradores devem estar atentos para a qualidade da água

Síndicos devem providenciar semestralmente testes de potabilidade. Medida é essencial para evitar doenças.

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Mesmo tratada pelas companhias de saneamento, a qualidade da água consumida dentro dos condomínios deve passar por análise periodicamente para saber se está apta ao consumo. Essa é uma medida necessária, pois a potabilidade da água fornecida pelas companhias é aferida somente até o cavalete. A partir desse ponto, a responsabilidade pela potabilidade passa a ser do condomínio.

É comum que a contaminação da água se dê durante o armazenamento em caixas d’água que não recebem a limpeza no tempo correto, ou possuem rachaduras e/ou tampas danificadas. Portanto, além de realizar a análise da água periodicamente, também é recomendável que a cada seis meses sejam feitas limpezas nos reservatórios com o objetivo de evitar a proliferação de bactérias, principais causadoras de doenças gastrointestinais.

Além das caixas d’água, outra potencial fonte de contaminação são os reservatórios, caso o condomínio possua poços artesianos. Nesse local podem ocorrer infiltrações e acúmulos de resíduos nas paredes que podem ser transportadas até a torneira das casas.

Os condomínios que possuem piscinas também são obrigados a providenciar mensalmente testes em laboratórios. Geralmente o zelador, responsável pelo cuidado da piscina, observa somente se ela está limpa, ignorando os perigos que uma água contaminada pode causar. O tratamento com cloro e outros produtos químicos é apenas uma parte do processo de limpeza da água. Entre as principais doenças transmitidas pela água da piscina estão a hepatite, micose, conjuntivite e infecções de pele.

A garantia de que a água que circula dentro do condomínio está dentro dos parâmetros de potabilidade atesta a preocupação do síndico e moradores com a qualidade de vida. Pois com diz o ditado, “água é vida”.

Saiba mais: 

– A Legislação que trata da potabilidade para o consumo da água é a portaria 2914/2011, definido pelo Ministério da Saúde. O teste de potabilidade deve ser realizado a cada seis meses por empresa credenciada pela Vigilância Sanitária.

– Já no caso das piscinas, existe a Norma Técnica Especial que regulamenta seu uso, aprovada pelo Decreto Estadual 13.166, de 1979, que a classifica como “de uso restrito”. Dessa maneira, as piscinas dos condomínios precisam seguir uma série de exigências que abrangem desde a fase de obras até a sua manutenção cotidiana.

– Em caixas d’água e cisternas as análises são realizadas semestralmente e os parâmetros apresentados pela água devem estar em conformidade com a portaria que trata da potabilidade para o consumo da água. Nesse caso, o zelador não pode prestar esse serviço sendo necessária a contratação de uma empresa especializada.

– Nos testes para potabilidade a água passa por diversas análises físico-químicas e microbiológicas que permitem observar a presença de bactérias nocivas aos seres humanos. Durante o teste também são observadas as características visuais da água já que ela deve ser incolor, inodora e insípida.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Saiba o que é amortização de financiamento imobiliário

Abater parcelas é um direito do cliente, garantido pelo Código de Defesa do Consumidor

Quando se compra um imóvel por financiamento, o banco dá o valor à vista e o cliente tem um prazo para pagar, de forma parcelada, com acréscimo de juros e outros encargos diluídos no período combinado. Amortização do financiamento imobiliário nada mais é do que a quitação antecipada de parcelas.

A instituição financeira receberá dinheiro antes do prazo combinado e vai retirar do montante final, incluindo parte dos juros. “É possível amortizar o financiamento mediante redução do valor das parcelas ou diminuição do prazo total, mantendo o valor das parcelas. Pode ser utilizado o saldo do FGTS, o que é permitido a cada dois anos”, afirma o advogado Donald Donadio Domingues, especialista em Direito Imobiliário.

Gerente comercial da CIPA – Negócios Imobiliários, Gustavo Vianna explica que em qualquer tipo de operação de empréstimo ou financiamento existem algumas formas possíveis para se efetuar o pagamento da dívida, conhecidas como sistemas de amortização.

 

amortização

A amortização financeira funciona por meio de um sistema com modalidades (Foto: Shutterstock)

 

Uma delas é por meio da Tabela SAC. A modalidade de parcela atualizada é a mais comum. O saldo devedor vai sendo reajustado pela Taxa Referencial (TR). Pela SAC, as prestações começam mais altas e vão diminuindo no decorrer do contrato. Já a Tabela Price é usada para os sistemas de parcelas fixas, as taxas são mais altas porque não há correção.

Vianna lembra que cada financiamento tem sua conta, e o resultado da amortização vai variar dependendo do valor antecipado e tempo que ainda resta para pagamento. “Se pensarmos somente nos juros que vamos deixar de pagar, vale a pena. Mas para ver se haverá uma economia real, o indicado é consultar um especialista“, pondera o gerente.

Donald Domingues enfatiza que a amortização é um direito do cliente, garantido no Código de Defesa do Consumidor. “É assegurado ao consumidor a liquidação antecipada do débito, total ou parcialmente, mediante redução proporcional dos juros e demais acréscimos. Portanto, o banco não pode recusar a amortização”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Terceirizar a gestão de um condomínio pode representar um bom negócio

Empresa contratada deve garantir a eficácia da fiscalização e é bom que o síndico seja independente

Ilustração/EM/Maure
Os moradores em prédios e condomínios têm cada vez mais na figura do síndico o gestor que procura atender de maneira mais isenta possível às demandas de conflitos interpessoais, de convivência e utilização de áreas comuns, manutenção preventiva de edificações e instalações elétricas, hidráulicas, de jardinagem e lazer, além de atender às diversas legislações, regimentos e estatutos internos.

As obrigações dos síndicos são as mesmas, independentemente do tamanho do condomínio. O que muda depende das particularidades de cada um. Nem sempre um síndico de um condomínio maior terá mais trabalho ou dificuldades do que um síndico de um condomínio menor. Para construir uma gestão de qualidade, o síndico, seja ele morador ou externo, precisa se capacitar constantemente para acompanhar as mudanças na velocidade em que ocorrem. Assim, ele terá a competência, equilíbrio emocional e imparcialidade para desempenhar suas multifunções.

De acordo com Marcela Nery, diretora das Administradoras de Condomínios da CMI/Secovi-MG (Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais), mesmo que o síndico eleito seja um profissional da área e tenha expertise em legislação condominial, leis trabalhistas, conhecimento fiscal e financeiro, manutenção preventiva, gestão de pessoas e tenha tempo para se dedicar ao condomínio, com o aumento da demanda pela complexidade das leis, ele precisa contratar uma empresa especializada para garantir o cumprimento desses deveres.

O risco nessa terceirização parcial de responsabilidades, alerta Marcela Nery, ocorre quando ele contrata uma administradora apenas pelo menor preço, sem as verificações básicas sobre a idoneidade, competência, saúde financeira da empresa, além das referências de mercado. “Lembrando que, para garantir a eficácia da fiscalização sobre os trabalhos das administradoras, os síndicos devem ser independentes delas.”

Marcela Nery chama a atenção para as obrigações fiscais, trabalhistas, exigências sobre normas de segurança, medicina e segurança do trabalho e “as fiscalizações sobre elas aumentaram muito nos últimos anos. Siglas como Rais, Dirf, DES, eSocial, Decort, AVCB, FD-Reinf, ART, PCMSO, PPRA, PPP começaram a fazer parte do dia a dia dos condomínios, que hoje são tratados como empresas sem fins lucrativos”.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Arquiteta dá dicas para escolher o melhor papel de parede para cada cômodo

Tamanho do ambiente, móveis da decoração e gosto dos moradores devem ser levados em conta no momento da escolha

Mudar a decoração dos cômodos da casa sem precisar passar por grandes e longas reformas ou gastar um valor exorbitante não é uma tarefa complicada. Felizmente, algumas medidas simples e baratas como mudar os móveis de lugar ou optar por um papel de parede para renovar o visual podem ser adotadas pelo consumidor.

papel de parede , por exemplo, é uma alternativa de reforma que não vai fazer a bagunça de uma obra, além de ser fácil de limpar e ter longa durabilidade. Além disso, o mercado oferece diversos modelos com opções de cores, estampas e texturas para revestir as paredes e contribuir de forma positiva para a aparência dos ambientes.

Tanta variedade pode gerar dúvidas: onde colocar? Qual escolher? Como aplicar? A arquiteta Cristiane Schiavoni dá algumas dicas e inspirações para colocar papel de parede em três cômodos da casa.

1. Sala

De acordo com Cristiane Schiavoni, é preciso ter bastante critério para escolher um papel de parede e pensar na proporção do ambiente, mas nada é proibido. “O importante é que esteja adequado ao estilo de decoração da pessoa que mora na casa. Não precisa se prender aos paradigmas”, explica a arquiteta.

Em locais pequenos, estampas com listras verticais costumam ser adotadas para dar a impressão que o pé-direito (distância entre o piso e o teto) é mais alto. Já as listras horizontais trazem a sensação que o ambiente é mais largo. Os desenhos grandes podem ficar desproporcionais ao tamanho do local, por isso é necessário tomar cuidado.

A imagem mostra uma sala com um papel de parede azul escuro
Papel de Parede dos Anos 70

Uma sala com papel de parede com tom amarelado
Papel de Parede dos Anos 70

Quando o assunto é a escolha da cor, Cristiane explica que todas são bem-vindas. Ao pensar em tons mais neutros, o cinza está em alta. “Ele pode ir para o lado do prata ou do bege. Se a ideia é ter um ambiente mais aconchegante, é importante evitar que ele puxe muito para o prateado. Assim, a pigmentação deve ser mais para o bege”, recomenda.

Uma sala com mobília e papel de parede puxado para o cinza
Papel de Parede dos Anos 70

Apesar de ser possível ousar com o papel de parede na sala, com desenhos mais chamativos, como aves e folhagens, é preciso ter moderação para não deixar o cômodo sufocante e com o visual prejudicado.

2. Quarto infantil

No quarto infantil, o principal cuidado deve ser com as tonalidades escolhidas. “Parece bobo, mas dependendo da cor do papel de parede, você muda até a tonalidade da pele da criança. Uma cliente quis colocar um rosa forte, mas não percebeu que a filha estava pálida, porque o papel a deixava rosada, mas claro que iluminação e outros pontos influenciam”, conta Cristiane.

Outro ponto defendido pela arquiteta é evitar os exageros. Ela ainda recomenda deixar o estilo monocromático de lado porque “enjoa”. “É um local que a mãe passa muito tempo por conta da amamentação. Mesmo que seja um rosa claro, fica cansativo. Precisa ter toques de outras cores. As vibrantes não são proibidas, mas é preciso ter um critério”, aponta.

Decoração de quarto de criança com papel de parede fofo
Papel de Parede dos Anos 70

Para quem não sabe em quais cores apostar, as mais suaves ajudam a errar menos. Não é novidade que as tonalidades transmitem sensações e, por isso, vale levar esse ponto em consideração. Os tons azulados são relaxantes. Por outro lado, vermelho e rosa podem deixar o pequeno mais elétrico – e, por isso, o importante é ter equilíbrio.

Quarto de criança decorado e com papel de parede listrado azul
Papel de Parede dos Anos 70

Quando a criança é maior, ela consegue ajudar na decisão, uma vez que já é possível conhecer sua personalidade e seus gostos. Como o papel de parede é fácil de aplicar, trocá-lo não é uma questão que traz grandes dificuldades. Assim, se o desenho escolhido logo “enjoar”, dá para escolher outro para substituí-lo.

Quarto de criança decorado com papel de parede
Papel de Parede dos Anos 70

 

3. Quarto do casal

Alinhar os gostos do casal é sempre um desafio, mas para definir qual papel de parede vai ser usado no cômodo é preciso achar os pontos que ambos tenham em comum. Para isso, vale analisar quais as opções disponíveis e quais estilos vão deixar o ambiente mais alegre e aconchegante.

Quarto do casal decorado com papel de parede em tons de verde
Papel de Parede dos Anos 70

Cristiane explica que se o objetivo é trazer amplitude para o ambiente, a sugestão é adotar o papel em todas as paredes. Usá-lo somente na cabeceira, pode causar a sensação de que o cômodo é menor. “Outra possibilidade é colocá-lo no teto para deixar o lugar mais amplo”, destaca Cristiane.

Em relação às cores, é importante, assim como na sala, combinar com a personalidade dos moradores. “Vale todos os tipos de estampas. Pode ser um floral, um padrão geométrico, um liso que traga textura para a parede e até mesmo a cor preta”, garante Cristiane.

Quarto de casal decorado com papel de parede com desenho geométricos
Papel de Parede dos Anos 70

 

Quarto de casal decorado com papel de parede com tema floral
Papel de Parede dos Anos 70

 

Dica de ouro!

Ao escolher o papel de parede, é importante ter cuidado com a mobília. Isso porque, dependendo da quantidade de móveis que o cômodo possuir, o desenho pode ficar prejudicado e, ainda, criar uma poluição visual em todo o ambiente. “Além disso, se o móvel é chamativo, escolha um papel mais neutro para não errar”, ensina a arquiteta.

Fonte: Delas – iG @ https://delas.ig.com.br/casa/2019-04-30/arquiteta-da-dicas-para-escolher-o-melhor-papel-de-parede-para-cada-comodo.html

Segurança: prevenção nunca é demais

Medidas simples podem impedir furtos e roubos no condomínio e livrar o síndico de acusações e aborrecimentos judiciais

É fato que, nos últimos anos, os condomínios têm sofrido um número maior de invasões, roubos e furtos. Dentro de um novo panorama, que requer maior segurança, é natural que surjam novas necessidades e questionamentos. Prevenir é a ferramenta número um, e nisso os moradores também podem ajudar, atuando conjuntamente na adoção de medidas de segurança. Mas e se a prevenção falha? O que o síndico deve fazer e qualcâmera 3 a sua responsabilidade neste caso?

Muitos acham que o síndico deve ser responsabilizado por tudo que acontece intramuros no prédio, mas a segurança pública é uma obrigação do Estado. Ele apenas responde se, de alguma forma, houve culpa por parte do condomínio, como a omissão do porteiro ao deixar um portão aberto.

“O Poder Judiciário tem reiteradamente decidido que o condomínio não é responsável por roubos, salvo se ficar comprovada falha na ação dos funcionários ou se o condomínio oferecer segurança privada para proteger os condôminos e seus pertences, o que precisa estar previamente descrito em convenção”, explica o advogado Rodrigo Karpat, especialista em Direito Imobiliário.

O que fazer

Se mesmo tomando-se todos os cuidados necessários e investindo-se em tecnologia acontecer um roubo, é preciso “a imediata comunicação às autoridades policiais, com o comparecimento das vítimas juntamente com o representante do condomínio, ou seja, o síndico, à delegacia mais próxima para instaurar um boletim de ocorrência”, diz Karpat.

Claudete Alves mora em um condomínio da capital paulista onde já ocorreram furtos nos apartamentos, porém, nenhum culpado foi punido. “Uma vizinha deixou a porta destrancada e teve equipamentos eletrônicos e joias roubadas por um visitante, mas ninguém foi indiciado”, conta.

Neste caso, como em outros similares, é bom saber que quando some algum pertence de um morador e as suspeitas recaem sobre funcionários ou vizinhos, é preciso encaminhar o caso às autoridades policiais. São elas que cuidarão das investigações.

Reforçando a segurança

  • O síndico deve informar constantemente que todos os condôminos contribuem para segurança, comunicando com antecedência a entrada de visitantes, descendo para receber entregas e não estacionando veículos não cadastrados
  • A instalação de um portão duplo na entrada de veículos evita a entrada de veículos “por carona”, já que o motorista, para entrar no condomínio, precisa fechar o primeiro portão. Vale a pena investir no sistema
  •  Também é válido instalar portão duplo nas entradas de pedestres do edifício, impedindo o acesso fácil de quem queira aproveitar para entrar sem ser anunciado
  • É preciso realizar treinamento constante dos funcionários, mantendo os colaboradores capacitados a identificar situações suspeitas e utilizar direito equipamentos de segurança
  • Deve-se instalar câmeras de segurança nas áreas comuns e liberar o telefone na portaria, já que ele é a principal arma de quem se encontra em emergência, seja para ligar para polícia, bombeiro ou hospital
  • Se acontecer um roubo ou um furto dentro do condomínio é preciso comunicá-lo imediatamente às autoridades policiais, que farão a investigação

Fonte: iCondominial

Veja como se certificar de que o prédio pelo qual você se interessou é regularizado

Legislação prevê que todo indivíduo tenha acesso aos documentos que comprovem a regularidade do empreendimento

Quando falamos de busca por um novo imóvel, a primeira coisa a ser decidida é se será uma casa ou um apartamento. Quem prefere o segundo sempre elenca uma série de vantagens: segurança, valor, facilidade na limpeza etc. Já para os que preferem casa, o discurso pode ir desde “apartamento é muito pequeno” a “e se o prédio desabar?”

O medo pode soar exagerado, afinal de contas existem prédios residenciais com décadas e mais décadas de história e que nunca mostraram problemas em sua estrutura. No entanto, não é tão incomum acompanharmos no noticiário reportagens envolvendo prédios que desabam de uma hora para outra.

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Os prédios seguros são essencialmente os que possuem certificação (Foto: Shutterstock)

O que, portanto, faz com que alguns prédios permaneçam de pé por muitos anos e outros venham ao chão? A resposta está no processo de regularização do edifício. Todo prédio, seja ele residencial ou comercial, deve passar por uma análise que dirá se ele é seguro e regular do ponto de vista estrutural e de construção. O resultado desse processo resultará na entrega do ART, a Anotação de Responsabilidade Técnica.

ART

A ART nada mais é senão um documento que funciona como ferramenta de certificação quanto à segurança técnica de qualquer empreendimento de construção civil. Por meio dele, a pessoa interessada em adquirir ou alugar um imóvel pode ter a certeza de que a obra foi realizada por um profissional de engenharia diplomado pelo CREA.

“Toda obra precisa ter a ART tanto pelos projetos quanto pela execução, portanto o documento que comprova a regularidade da estrutura é a ART do projeto estrutural e a ART da execução da obra, que só podem ser emitidas por profissional devidamente habilitado pelo CREA [Conselho Federal de Engenharia e Agronomia]”, explica Ane Calixto, arquiteta especialista em legalização de Obras e proprietária da Arquitetura Resolve.

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ART é um documento necessário que comprova a regularidade do prédio (Foto: Shutterstock)

Quem vê necessidade em certificar-se sobre o imóvel pelo qual se interessou pode solicitar o documento de forma simples. A divulgação para o públicointeressado é algo previsto em lei e a falta de sua aplicabilidade se configura como uma contravenção penal.

“[O interessado] deverá solicitar ao construtor a ART referente ao projetoestrutural ou poderá consultar na Secretaria Municipal de Urbanismo de sua cidade o processo de licenciamento da obra através do endereço e verificar a ART de execução da obra”, continua Ane.

Perigos

Apesar de obrigatório, há casos de empresas que conseguem burlar a lei e construir prédios sem a devida regularização. Além de ser crime, a venda de imóveis irregulares é algo que pode colocar em risco a vida de pessoas que, muitas vezes sem a informação, acabam por adquirir o apartamento.

“Os maiores riscos é você morar em um local que não possui nenhuma garantia estrutural do que foi construído pois não tem responsável técnicodevidamente qualificado, além de possivelmente estar ocupando uma área suscetível a alagamentos, próximo a encostas e com uma ocupação muito maior do que é permitido”, alerta Ane.

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O certificação com ART previne riscos de desabamentos (Foto: Shutterstock)

Diante de riscos graves, é importante que todo comprador ou interessado no imóvel exija os documentos que comprovem a validade da construção. No caso de apartamentos comprados na planta, depois de lançado, o comprador pode também exigir o Habite-se, documento que atesta a conclusão da obra de acordo com o previsto em manual descritivo.

Em contexto de irregularidade ou suspeita, a situação deve ser repassada ao órgão responsável por casos de defraudações urbanas. Dessa forma, caso comprovada a ilegitimidade, a empresa responsável pelo empreendimento é devidamente punida e o prédio interditado e impedido de receber moradores.

“Qualquer cidadão pode denunciar obras ou construções irregulares na Secretaria Municipal de Urbanismo. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, essa denúncia deve ser feita pelo telefone 1746, pelo site ou pelo aplicativo”, conclui Ane.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Limites das câmeras de CFTV em condomínios

A gravação de imagens trava um impasse entre segurança e privacidade

 

A gravação de imagens trava um impasse entre segurança e privacidade

O uso do sistema de CFTV em condomínios é praticamente indispensável por questões de segurança.

Por outro lado, dependendo do lugar onde estão instaladas, as câmeras trazem certo desconforto para os moradores, que podem se sentir “vigiados demais”.

Neste vídeo, além de comentar sobre essa situação, o advogado Rodrigo Karpat aborda ainda como o síndico deve proceder caso os moradores solicitem as imagens para uso pessoal.

Enfim, até onde as gravações de imagens podem ser utilizadas?

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Vai alugar um imóvel? Veja a lista de documentos necessários

Fique atento ao contrato, que garante direitos caso questão vá parar na Justiça

Um contrato detalhado entre locador e locatário é o primeiro passo para o aluguel de um imóvel. O documento deve incluir um termo de vistoria com todas as características e condições do imóvel descritas.

Veja a lista de outros documentos:

Locatário pessoa física

  • Precisa ter mais de 18 anos;
  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de rendimento igual ou superior a três vezes o valor do aluguel;
  • Caso seja um casal, é necessária a documentação de ambos.

Locatário pessoa jurídica (empresa)

  • Cópia autenticada do contrato social com a última alteração ou consolidação;
  • Cópia do CNPJ e inscrição estadual (se houver);
  • RG e CPF do representante;
  • Comprovante de residência do representante;
  • Informe de rendimentos da empresa

(Foto: Shutterstock)

Locador

  • RG e CPF;
  • No caso de ser pessoa jurídica, contrato social, CNPJ e designação de poderes de seus representantes legais;
  • Comprovante de propriedade ou domínio do imóvel.
Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Saiba o que fazer para não cair em golpes na hora de comprar um imóvel

São muitos os detalhes que devem ser observados, tanto em relação à documentação quanto a dívidas

Realizar o sonho da casa própria é o desejo da maioria dos brasileiros. Mas não é nada fácil de alcançar. Ele envolve um aporte financeiro alto, que costuma comprometer o orçamento por muitos anos, e, além disso, tem muita burocracia envolvida. Porém, comprar um apartamento ou uma casa não é uma missão impossível.

No entanto, além de vencer todas as dificuldades, é preciso também ter muita atenção para não cair em uma cilada. São muitos os golpes aplicados na hora de comprar um imóvel e é preciso tomar bastante cuidado para não virar uma vítima deles. Fique atento para evitar que o sonho se torne um pesadelo.

Se a negociação for ser feita através de um corretor ou de uma imobiliária, o primeiro passo é verificar se eles estão realmente habilitados para intermediar a negociação de forma segura.

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Se a transação for feita com um corretor, é importante buscar sua qualificação (Foto: Shutterstock)

“É importante ser assessorado por um corretor de confiança porque um leigo não vai estar apto para fazer o processo. Verifique se o corretor é credenciado através do site do Creci. Assim, é garantido que ele vai ter a instrução acadêmica necessária e ter a conduta guiada pelo código de ética”, sugere José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

Outro detalhe que pode parecer inofensivo, mas que se torna importante no processo da compra de um imóvel é o tempo que se leva para concluir a aquisição. E esse período é essencial para que tudo corra da melhor forma e que a compra seja finalizada com sucesso. O comprador precisa estar atento que não é algo que acontece de uma hora para outra.

“A compra de um imóvel requer um tempo para a negociação e a documentação. Quando um vendedor está com pressa, fique atento. A ansiedade para vender pode ser sinal de coisa errada”, ressalta o advogado Rodrigo Karpat, especialista em direito imobiliário.

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É válido buscar documentos comprobatórios do imóvel antes de fechar negócio (Foto: Shutterstock)

Para não cair em um golpe, é preciso ter a certeza que o imóvel está no nome de quem está vendendo. “É fundamental ir no Cartório de Registros de Imóveis para ter uma certidão para verificar quem é o real proprietário”, explica José Augusto Viana Neto.

Este documento também vai informar se dívidas, penhora ou disputa judicial em relação ao bem. Com as informações em mãos, é possível comparar as que foram repassadas pelo vendedor. É importante ainda avaliar se há débitos em aberto com o município ou com o condomínio. A certidão de débitos municipais vai informar se há dívidas com o IPTU.

“Também é importante pedir uma declaração do síndico informando que a unidade está quite com as obrigações perante o condomínio“, acrescenta o presidente do Creci-SP.

golpe

É preciso ter em mente que comprar um imóvel é um processo muito delicado (Foto: Shutterstock)

Mais um passo importante durante o processo de compra é a necessidade de verificar a saúde financeira de quem está vendendo o imóvel. “Quando vai realizar uma aquisição, é importante que se faça uma pesquisa de como estão as finanças de quem está vendendo porque um problema que a pessoa tenha pode acabar recaindo em quem está comprando“, conta Rodrigo Karpat.

Esta etapa deve se estender em ocasiões específicas para um maior detalhamento de dados. “Se o proprietário do imóvel tem um cônjuge, é preciso tirar as certidões dele também. E se o dono for pessoa jurídica, é preciso ter as certidões de débitos federais e as mesmas certidões dos sócios da empresa“, detalha José Augusto Viana Neto.

Antes de fechar negócio, não deixe de visitar o imóvel para saber se ele existe e se a localização está correta. Se possível, converse com vizinhos para ter conhecimento da história do lugar. Se já houve alguma tentativa de golpe antes, provavelmente as pessoas que moram perto vão ter algum conhecimento.

Além disso, se o vendedor não for o proprietário, atenção à procuração. É bom ir ao cartório em que foi registrada para verificar a veracidade e se não foi revogada. Por último, fique atento a valores que estão abaixo do mercado, nem sempre a economia traz vantagens.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Auditorias em condomínios

Como e quando podem ser úteis no combate a desvios e fraudes

Como e quando podem ser úteis no combate a desvios e fraudes

Quando começam a acontecer muitas arrecadações extras, e o condomínio continua em mau estado de conservação, pedindo melhorias, ou o síndico ou a administradora nunca consegue prestar contas ao condomínio, sinal vermelho. Pode ser que a arrecadação esteja tomando um rumo diferente do que deveria.

minos é a presença de fornecedores que sejam muito próximos do síndico, ou de alguém da administradora, como familiares ou amigos próximos. Não há problema em contratá-los, desde que tenham passado por concorrência com outras empresas e o serviço ou produto oferecido tenha qualidade e preço similar.

Há casos em que o síndico por falta de organização, preparo, ou boa fé mistura suas finanças com as do condomínio, e acaba utilizando o caixa para pagar suas despesas pessoais. Ele pode acabar devolvendo a quantia que acredita estar devendo ao condomínio, porém, a situação gera constrangimento para todos os envolvidos. É importante que isso não aconteça, para mostrar lisura com as finanças do condomínio.

Para contratar uma auditoria para o condomínio, o ideal é que o profissional seja um contador, com registro no CRC (Conselho Regional de Contabilidade). Também vale  procurar um profissional mais experiente, indicado por síndicos/profissionais que já tenham precisado desse tipo de serviço. Não é recomendado que a Administradora do condomínio se encarregue dessa tarefa, a auditoria deve ser sempre independente.

Má gestão

Apesar de não ser considerado tão grave quanto “roubar” dinheiro do condomínio, o síndico pode lesar as contas do local de outras formas, como fazendo acordos com inadimplentes com descontos superiores aos permitidos em assembleia.

Também pode, por pressa, contratar sem urgência e sem concorrência um fornecedor com preço mais alto que o de mercado.

Fraudes comuns

  • Não lançar acordos ou recebimentos de inadimplentes, feitos diretamente com o síndico ou a administradora
  • Saques da conta do condomínio sem justificativa
  • Superfaturamento em compras/serviços
  • Contratação de serviços desnecessários
  • Não pagamento à Receita Federal e ao INSS de impostos devidos
  • Desvio de materiais do condomínio para uso particular
  • Uso de notas falsas

O QUE FAZER QUANDO…

  • … O ex-síndico, ou o atual, é suspeito de fraude? O ideal é chamar um contador especializado ou uma empresa de auditoria. Só dessa forma se tem o embasamento necessário para uma ação judicial. Caso fique provada a má gestão, o ex-síndico deverá reembolsar os cofres do condomínio, além de poder sofrer sanções cíveis e criminais.
  • … A administradora é suspeita de fraude? Caso haja qualquer suspeita a respeito da lisura do trabalho da administradora, além da auditoria, o condomínio pode trocar de empresa prestadora de serviços, de acordo com cada contrato. E, é claro, se ficar comprovado  fraude ou qualquer outro dano ao condomínio, é possível pedir ressarcimento na justiça.
Fonte: SindicoNet

Saiba como descobrir se a imobiliária por onde você está adquirindo um imóvel é confiável

Ter o suporte de uma empresa de confiança é fundamental para que a transação de compra, venda ou aluguel dê certo

Comprar, vender ou alugar um imóvel é uma negociação que costuma envolver uma quantia relevante e um contrato para o longo prazo. São muitos os detalhes a serem observados, como o valor, financiamento, localização, conservação e documentação.

Mas nem tudo que é importante diz respeito apenas ao imóvel e a preocupação deve vir antes mesmo de encontrar a casa ou apartamento ideal para que a transação ocorra com sucesso. Ter o suporte de um profissional especializado é um passo importante para garantir o apoio necessário desde a escolha até a assinatura do contrato. Porém, nem todo serviço oferecido no mercado gera segurança. Então, como saber se uma imobiliária é confiável?

O que é fato é que muitas opções estão surgindo no mercado e existem maneiras de verificar se a imobiliária vai realmente trazer segurança para a negociação entre o cliente e o proprietário.

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Com o grande número de opções no mercado, fica mais fácil evitar maus negócios (Foto: Shutterstock)

“É importante saber quem está por trás, quem são os donos da empresa e os profissionais que estão envolvidos”, afirma Luciano Novaes, vice-presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

Além disso, é fundamental pegar o maior número possível de informações sobre a empresa. “Deve-se procurar saber quais são as imobiliárias que estão no mercado, onde está instalada, há quantos anos tem a operação. E também é importante verificar quem são os clientes dela”, complementa.

Um primeiro passo é pedir indicações para as pessoas conhecidas, com referências de imobiliárias que já prestaram serviços para eles e que resultaram em uma experiência positiva.

Além disso, com a ajuda da internet, é possível fazer uma pesquisa e levantar uma quantidade grande de informações sobre as empresas que atuam no mercado.

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A internet é um grande auxiliador na busca pelo passado da imobiliária (Foto: Shutterstock)

“O cliente deve entrar no site do Creci do respectivo estado em que mora e fazer a consulta para ver se a imobiliária é regular ou não, se é ativa, se não foi suspensa ou cancelada”, detalha José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

Através de pesquisas na internet, ainda é possível consultar sites que registram reclamações para verificar se imobiliária é bem cotada pelos clientes e se costuma resolver os problemas que surgem em uma negociação.

Além disso, pelas redes sociais da empresa, pode analisar como é o tratamento dado aos clientes que se comunicam por esse meio, se costumam atender e dar respostas. Ainda é fundamental levantar informações sobre o histórico da empresa e tempo de atuação.

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É importante ter em mente que tempo de mercado não significa qualidade (Foto: Shutterstock)

“Não significa dizer que as que têm mais tempo de mercado são melhores do que as novas, mas as mais tradicionais são as que aparentemente trazem mais segurança“, ressalta José Augusto Viana Neto.

Outra preocupação deve dar conta sobre os serviços que as imobiliárias oferecem aos clientes para não se prejudicar por acreditar em promessas de muitas vantagens.

“Algumas oferecem serviços, mas trazem uma série de exclusões no contrato. Tinha uma, por exemplo, que prometia um seguro de R$ 50 mil no caso de o inquilino deixar danos no imóvel e, quando vai ler as exclusões, não cobre tudo, não é uma propaganda real. É preciso ter cuidado com as falsas promessas e não se deixar encantar pelo oferecimento de vantagens fáceis”, conclui Luciano Novaes.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Autonomia do síndico para gastos do condomínio

Quanto o síndico pode gastar sem a necessidade de aprovação em assembleias

Quanto o síndico pode gastar sem a necessidade de aprovação em assembleias

Quando o assunto é o dinheiro do condomínio, todo cuidado é pouco. Afinal, não basta ser honesto. Como diz o ditado, também é importante parecer honesto.

Usar um dinheiro que é de todos antes de uma aprovação em assembleia  específica pode acarretar em futuros problemas para o síndico.

Contas não aprovadas, desconfiança de outros moradores, e até ações judiciais ou ressarcimento da verba em questãosão algumas das consequências para gastos ocorridos sem a anuência dos outros condôminos.

Há, porém, casos em que o síndico pode, sim, se utilizar de dinheiro do condomínio sem pedir. O importante é lembrar que existem regras e que qualquer gasto deverá ser justificado e aprovado em assembleia. Nesse momento, é importante ter documentos que ajudem na comprovação dos gastos, como orçamentos e notas fiscais.

“Sempre deixo muito claro para todos os síndicos com quem trabalho: é fundamental apresentar nota fiscal, de absolutamente tudo que foi gasto com o dinheiro do condomínio. Seja pequenos materiais ou um dia que comprou um café da manhã para os funcionários na padaria, tudo deve ser discriminado”, assinala a advogada especialista em condomínios Maria Estela Capeletti.

GASTAR ATÉ QUANTO

Algumas convenções permitem ao síndico gastos até um limite, sem aprovação por assembleia. Esses gastos podem ser de qualquer natureza?

Depende. O ideal é que a convenção do condomínio estipule um limite de gastos – e também, com o que se pode gastar essa verba. Em geral seu uso está ligado a situações de emergências ou a obras já em andamento. Mesmo sem aprovação prévia, o síndico deverá justificar o uso do dinheiro na próxima assembleia.

“Convenções com esse tipo de disposição ajudam o síndico a ter uma margem de manobra quando algo dá errado. Mas é importante que o gestor se foque em gastos necessários e não em supérfulos”, analisa Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

Se a convenção for omissa, deverá prevalecer o bom senso do síndico, que deverá lançar mão dessa prerrogativa somente em caráter comprovadamente emergencial.

OBRA MAIS CARA

O aumento de custos de uma obra deve ser objeto de nova aprovação pela assembleia? Depende. Se o incremento de custo for alto, não emergencial e fugir ao escopo do projeto que fora aprovado, deve-se convocar nova assembleia para aprovação do custo extra.

Entretanto, em algumas situações, o síndico pode, sim, aprovar gastos extras caso a obra se mostre mais cara que o previsto.

Uma delas é quando ocorre algum problema grave com a reforma e que, se o reparo não for feito, isso irá impactar negativamente no cotidiano dos moradores.

Por exemplo: se uma peça do elevador que seria trocada já danificou outras – caso não sejam repostas e recolocadas, o prédio ficaria sem elevador. Nesse caso, é possível aprovar as contas depois de contratar o serviço. Outro caso é quando o síndico tem uma certa autonomia de gasto para a obra – uma certa “gordurinha”, que deverá estar expressa em ata de assembleia, de, por exemplo, até 5% do valor da obra. O síndico também pode investir sem aprovação prévia quando a obra é emergencial: um portão quebrado, ou um cano estourado que irá deixar os moradores sem água, podem ser consertados e depois ratificados.

“Outro caso é quando houve a assembleia para aprovação inicial da obra, também aprovou-se um teto que o síndico pode gastar, sem assembleia futura, desde que obtenha a anuência do conselho fiscal ou da comissão de obras do condomínio. É uma forma de não parar a benfeitoria, mesmo que ela custe mais do que estava inicialmente previsto”, argumenta Cristiano de Souza, advogado especialista em condomínios.

OUTRO FUNDO

O síndico pode usar a verba de um fundo para outro, sem aviso prévio?

Depende. O fundo de obras deve ser usado apenas para isso – salvo apenas se uma grande emergência acontecer no condomínio. E caso isso aconteça, as contas deverão ser aprovadas em assembleia futuramente.

“Os fundos do condomínio devem ser usados de acordo com sua natureza. Caso aconteça algo muito fora da curva, o síndico pode usar o fundo de reserva para cobrir esse gasto – e, depois, o valor deve ser reposto ao fundo”, ensina Cristiano.

Um dos motivos para não se utilizar os fundos do condomínio para cobrir despesas do dia-a-dia é que nem sempre quem contribui com os fundos é quem paga pelos gastos ordinários – os mensais.

AUMENTO DE TAXA

O síndico pode aumentar a taxa ordinária sem autorização de assembleia?

Não. O síndico, sozinho, não tem poder para decidir se a taxa deve ser reajustada. Para tomar essa medida é necessária uma assembleia.

“É sempre importante lembrar que o síndico, apesar das suas muitas responsabilidades, é um representante do condomínio. Ele não pode dispor do dinheiro dos condôminos sem a anuência dos mesmos”, assinala Maria Estela.

Por isso é tão importante que haja uma boa previsão orçamentária.

“Com uma boa previsão, que indique não só os gastos, mas também as benfeitorias e os investimentos necessários para o período, o síndico fica mais tranquilo para gerir o condomínio, pois sabe que as necessidades do local estão sendo levadas em conta”, analisa Gabriel Karpat.

CONSELHO

Os conselhos fiscais ou consultivos têm poder de autorizar alguns tipos de gastos?

Depende.  A função do conselho fiscal ou consultivo é, a princípio,  verificar as contas e ajudar o síndico – seja na solução de problemas ou trazendo ideias interessantes.

O conselho, porém, não substitui a assembleia condominial. O que ele pode fazer é, em situações específicas, autorizar o gestor a usar o dinheiro do condomínio, como as grandes obras citadas acima.

“Isso, porém, deve ser discutido e decidido previamente em assembleia. E também é importante dizer que mesmo com o ok do conselho, os gastos feitos deverão ser ratificados em assembleia futura”, aponta Maria Estela.

ADVOGADOS

O síndico tem autonomia para contratação de advogados a fim de realizar a cobrança judicial, sem precisar consultar a assembleia?

Sim. Uma das principais funções do síndico é zelar pelo condomínio. Portanto, se há a necessidade de se contratar um advogado, seja por problemas de inadimplência de um condômino ou outros motivos – como alguém movendo uma ação contra o condomínio – o síndico pode, sim, fazê-lo.

Mas é sempre importante cotar diferentes profissionais para se ter uma ideia do valor dos honorários. Esse gasto também deve ser ratificado em futura assembleia.

DEMISSÃO DE FUNCIONÁRIOS

O síndico pode decidir sozinho pela demissão de um funcionário cuja multa rescisória seja alta? Sim. É prerrogativa do síndico demitir e contratar funcionários do condomínio. Porém, em casos em que a multa rescisória seja muito alta, o recomendável é discutir antes a situação em assembleia.

“Ele deverá, porém, justificar, o impacto dessa decisão na próxima assembleia, principalmente se não houvesse dinheiro provisionado para essa demissão”, explica Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios.

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA TERCEIRIZADORA DE MÃO DE OBRA

O síndico pode trocar de empresa terceirizada caso isso não impacte nas contas do condomínio?

Sim. Porém, o recomedável é que o síndico divida a responsabilidade da troca da empresa com uma assembleia.

“Não seria tanto pela questão financeira, mas muito mais pela comunidade aprovar a nova empresa. Caso haja um problema no futuro, o síndico referendou a contratação com  a assembleia”, pesa Alexandre.

ADEQUAÇÕES À LEGISLAÇÃO

O síndico pode gastar em alguma benfeitoria ou alteração pedida pela lei, que não constava na previsão orçamentária?

Sim. É responsabilidade do síndico manter o condomínio e suas atividades dentro da lei. Muitos condomínios, em 2018, tiveram que pagar um extra para que a administradora os inscrevessem no eSocial, por exemplo. Na cidade de São Paulo, esse ano, muitos empreendimentos tiveram que adequar seus portões também, devido a uma lei municipal.

“Esses casos mostram que às vezes o síndico realmente pode se deparar com gastos extras e inesperados, e que devem ser feitos. Não podem esperar. Portanto, os mesmos devem ser feitos e aprovados na próxima assembleia”, explica Alexandre Marques.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Incorporadora, imobiliária e construtora: quais as diferenças?

Ter essas informações pode ser fundamental para que o negócio se concretize com sucesso

Na hora de comprar um imóvel, apesar de o preço ser fator determinante na escolha, essa não é a única parte importante. Ter mais informações pode ser fundamental para que o negócio, que envolve um valor alto e um contrato a longo prazo, se concretize com sucesso.

Muitas vezes, os clientes se informam apenas sobre a construtora para saber se é uma empresa com credibilidade no mercado e ter a certeza de que a obra será concluída. Mas, além dela, você sabe o que são a incorporadora e a imobiliária?

Saber a diferença entre as três e a função de cada uma pode munir o consumidor de informações importantes, caso ele venha a ter algum problema durante o processo e precise resolver.

A incorporadora é a empresa que desenvolve o empreendimento imobiliário. Ela é responsável pela parte burocrática no processo de pegar um terreno que não tem nada e transformá-lo em uma edificação.

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É papel da incorporadora desenvolver o empreendimento imobiliário (Foto: Shutterstock)

“Para tudo acontecer, é preciso ter um terreno a ser transformado e, no cartório de imóveis, uma matrícula em várias, na quantidade de apartamentos que o empreendimento terá”, explica Thiago Melo, vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE).

“O anúncio de venda de um empreendimento só pode acontecer quando feito o registro no memorial de incorporação, momento em que é dada a entrada no cartório de imóveis informando que aquele terreno não será mais uma matrícula única e será a quantidade de apartamentos que ele terá”, complementa.

Segundo Manoel da Silva Maia, presidente do Conselho Regional de Corretores do Rio de Janeiro (Creci-RJ), a incorporadora é quem tem um terreno e se propõe a construir ou, em outro caso, vender o projeto para outra empresa. E é aí que entra o papel da construtora.

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A construtora, como o nome diz, constrói o imóvel de acordo com a incorporadora (Foto: Shutterstock)

“A finalidade da construtora é a de construir dentro do que o incorporador aprovou”, afirma. Ela vai ser contratada pela incorporadora para fazer a obra que foi registrada no memorial.

Portanto, as funções da incorporadora e da construtora são diferentes. “A primeira é mais voltada para a venda, legalização e a parte burocrática, enquanto a segunda para a engenharia, obra e redução de custos na construção“, detalha Thiago Melo.

No entanto, nada impede que uma única empresa seja incorporadora e construtora ao mesmo tempo. “Ela pode ter o terreno e ela mesma construir o empreendimento”, reforça Manoel da Silva Maia.

Independente de a empresa ter uma ou as duas funções, o cliente sempre vai tratar diretamente com a incorporadora. “Foi ela que vendeu para o consumidor. Se a incorporadora contratou outra empresa para construir ou não, para o cliente não importa, ela tem que entregar o que está no contrato do empreendimento”, ressalta o vice-presidente da Ademi-PE.

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A imobiliária atua já com o consumidor final, administrando os imóveis (Foto: Shutterstock)

Já a imobiliária, por sua vez, tem como finalidade prestar serviços aos seus clientes no tocante de vender ou administrar os imóveis. “É uma empresa responsável pela intermediação. Os corretores são treinados para fazer a venda do empreendimento e ganhar comissão em cima disso”, diz Thiago Melo.

Ele ainda chama a atenção para o fato de que o mercado imobiliário é um dos poucos setores que terceirizam a parte da comercialização dos produtos. “Trata-se de um setor grande que terceirizou a parte comercial. Mas a incorporadora é quem conhece melhor o seu produto e está habilitado para vender”, afirma.

Por conta disso, hoje em dia é mais frequente acontecer de a incorporadora ter uma equipe própria de vendas. “Muitas vezes, os parceiros também podem vender, mas a incorporadora tem uma equipe própria mais focada no produto e isso tem acontecido cada vez com mais frequência”, conclui.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Declaração IRPF 2019 do síndico e do condomínio

Condomínios são isentos do imposto de renda, precisando apenas entregar a DIRF. Já síndicos e moradores precisam fazer a declaração anual. Prazo se encerra no dia 30 de abril.

imposto de renda 2019

Todo ano é a mesma coisa. Pessoas físicas e jurídicas correm para levantar documentos e comprovantes para a declaração anual do imposto de renda. Apesar de algumas pessoas ainda acharem o preenchimento do formulário um bicho de sete cabeças, se a declaração não for deixada para última hora e todos os comprovantes estiverem corretos, o próprio declarante consegue fazer, embora o mais indicado para diversas situações seja a contratação de um escritório de contabilidade, já que o levantamento de documentos e comprovantes referentes ao ano anterior pode tomar um tempo que o declarante não dispõe.

Veja as situações passíveis de declaração

– Quem recebeu, no ano de 2018, rendimentos tributáveis que totalizaram mais de R$ 28.559,70, ou seja, trabalhadores, aposentados ou pensionistas com renda mensal maior que R$ 1.903,98;

– Pessoas que tiveram rendimentos não tributáveis acima de R$ 40.000,00. Rendimentos não tributáveis são aqueles que não geram nem lucro, nem valor líquido, sendo assim não incide imposto;

– Para os trabalhadores do campo é obrigatório fazer a declaração caso o rendimento anual bruto de renda rural seja acima de R$ 142 mil;

– Contribuintes que investiram qualquer valor em bolsas de valores, mercado de capitais ou similares;

– Contribuintes com imóvel ou terrenos em sua posse, com valor superior a R$ 300 mil;

– Trabalhadores que optaram pela isenção de imposto de renda sobre o valor da venda de imóveis, desde que seja usado para a compra de outro imóvel em território nacional no prazo de 180 dias.

Fique atento as opções para o envio da declaração

O programa para fazer a declaração do imposto de renda já está disponível para ser baixado. A declaração pode ser feita de três formas: pelo computador, celular ou tablet.

Se o declarante optar por fazer a declaração no computador, o programa utilizado será o Programa Gerador da Declaração (PGD IRPF2019), disponível no site da Secretaria da Receita Federal.

Já se a opção escolhida for tablet ou smartphone, o usuário terá que baixar o aplicativo “Meu Imposto de Renda”, disponível nas lojas de aplicativos.

Veja abaixo algumas dicas sobre imposto de renda para síndicos e condôminos:

1- Síndicos

Independentemente do síndico ser remunerado de forma direta ou isento da taxa condominial, ele deve incluir esse benefício em sua declaração.

Isso porque a Receita Federal entende que mesmo não havendo remuneração, o fato do síndico estar isento do pagamento da taxa condominial onera custos ao condomínio. Nesse caso, ele deve incluir na sua declaração como “outras receitas”.

Para Wanessa Amorim, Bacharel em Contábeis, da Ernest Gardemann, esse é um erro muito comum de síndicos moradores que precisa ser evitado, já que a Receita Federal passou a investigar com mais cuidado esse tema. “Muito síndico/morador acha que pelo fato de não receber salário não precisa declarar. O que é um erro. Isso pode trazer sérios problemas futuros e até multas, pois a Receita agora dispõe de sofisticado sistema eletrônico de cruzamento de dados informados pelo contribuinte x sua movimentação bancária, que é informada pelas instituições financeiras/bancos tanto PF quanto PJ”.

2- Condôminos

Se o prédio aluga espaços para publicidade, instalações de antenas para celular e outras finalidades, o valor mensal recolhido deve ser declarado pelos moradores. Mesmo que os residentes não tenham recebido esse valor em espécie, são eles os beneficiários diretos dessa quantia, uma vez que o valor recebido será usado em prol da coletividade.

Já a locação do salão de festas, piscinas, churrasqueiras ou qualquer outro espaço pelos condôminos não é considerado rendimento proveniente de aluguel. “Recebemos muitas dúvidas de condôminos sobre o que declarar, já que a locação de alguns espaços entra na declaração e outros não”, informa Amorim.

O mais indicado, segundo ela, é entrar em contato com o escritório de contabilidade que fará o levantamento dessas informações, uma vez que existem diversas situações distintas entre condomínios que precisam ser analisadas detalhadamente para cada caso.

Veja o que diz a Receita Federal sobre o assunto:

Ressalte-se que, diante da inexistência de personalidade jurídica do condomínio edilício, as receitas de locação por este auferidas, na realidade, constituem-se em rendimentos dos próprios condôminos, devendo ser tributados por cada condômino, na proporção do quinhão que lhe for atribuído, na forma explicada no primeiro parágrafo. Ainda que os condôminos não tenham recebido os pagamentos em espécie, são eles os beneficiários dessa quantia, observando-se isso, por exemplo, quando o valor recebido se incorpora ao fundo para o qual contribuem, ou quando diminui o montante do condomínio cobrado, ou, ainda, quando utilizado para qualquer outro fim. No caso de condomínio edilício, o pagamento pela ocupação ou uso de partes comuns (salão de festas, piscinas, churrasqueiras etc.) pelos próprios condôminos não é considerado rendimento de aluguel. fonte: www.receita.fazenda.gov.br”.

Este ano a Receita Federal espera receber 30,5 milhões de declarações. No ano passado esse número chegou a 29,27 milhões. A multa para quem apresentar a declaração depois do prazo é de 1% ao mês ou fração de atraso, calculada sobre o Imposto de Renda devido, com valor mínimo de R$165, 74, e máximo de 20% do imposto sobre a renda.

Por isso, entre em contato com o escritório de contabilidade de sua confiança e verifique se está obrigado ou isento da entrega do IRPF 2019, e não esqueça que o prazo se encerra no dia 30/04/2019.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Documentos que a terceirizadora deve fornecer

O que exigir antes e depois da contratação

Na contratação da empresa de terceirização

  1. Certidões Negativas de Débitos Municipais, Estaduais e Federais, especialmente as expedidas pelo INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social).
  2. Dificilmente uma empresa, principalmente as de médio e grande porte, com muitos funcionários, não apresentará em sua ficha um a ou outra ação trabalhista ou de recolhimento de impostos. O limite para avaliar se a empresa é idônea e confiável ou não é o bom senso.
  3. Contrato Social, ou Documentação Societária, atualizado do prestador de serviços.
  4. Certidões dos Distribuidores de Processos Cíveis, Criminais e Trabalhistas, tanto da pessoa jurídica como dos sócios ou proprietários das empresas de prestação de serviços.
  5. Certidão do Distribuidor de Processos Federais, tanto da pessoa jurídica como dos sócios ou proprietários das empresas de prestação de serviços.
  6. Lista dos clientes da empresa, para consulta dos serviços oferecidos.
  7. É importante visitar alguns clientes da empresa para medir a satisfação com os serviços prestados e identificar eventuais problemas com a prestadora.
  8. Carta de Referência emitida por alguns clientes do Prestador de Serviços, informando, entre outros, o período dos respectivos contratos e vigências.
  9. Verifique se as empresas são filiadas a sindicatos ou associações e peça atestados de idoneidade da mesma a essas entidades.
  10. Peça cartas de referência a entidades bancárias, com atestado de idoneidade.

Após a contratação da empresa de terceirização

  • A cada três meses, peça um atestado do INSS com a comprovação dos pagamentos trabalhistas dos funcionários.
  • Coloque no contrato que o pagamento das faturas só deve ser efetuado mediante a comprovação dos olerites de pagamento dos funcionários e das guias de recolhimento de tributos individuais dos mesmos.
  • É aconselhável que a empresa prestadora apresente ficha cadastral e de antecedentes criminais de todos os funcinários colocados à disposição do condomínio.
  • Busque, também periodicamente, informações sobre a situação da empresa contratada junto às entidades de classe.

Sites úteis

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Tudo o que você precisa saber sobre locação de garagem em condomínios

Se você tem um apartamento com garagem e deseja alugá-la para outros, não deixe de conferir neste artigo como funciona a regra para locação.

Algumas propriedades não dispõem de vagas de garagem e isso pode ser fator determinante para moradores na hora de fechar negócio. Muitas vezes, para não perder um bom preço, os clientes topam ficar sem vagas, mas a longo prazo se arrependem devido ao receio de deixar o carro na rua ou até mesmo se a oportunidade de comprar um carro surja nesse meio tempo.

Quando isso acontece, o morador tende a procurar uma vaga dentro do próprio condomínio para alugar com outro residente do prédio, mas essa prática precisa respeitar algumas regras. Muitos condomínios não se opõem a isso, tornando viável conseguir uma vaga sem grande dificuldades. Ainda assim, tomar certos cuidados jurídicos é uma forma de evitar problemas no futuro.

Os tipos de vagas podem variar entre indeterminadas: quando não existe local fixo para estacionar e a lotação é preenchida de acordo com a ordem de chegada dos automóveis, e determinadas: quando existe local fixo demarcado para o proprietário, constando até mesmo na escritura do imóvel.

No segundo caso, o dono da vaga pode até gerar um contrato de locação do espaço para outro morador.

No caso de confecção de contrato, o mesmo deve conter algumas informações como endereço e localização da vaga, finalidade da locação, valores acordados considerando possíveis cobranças de juros ou multas, se houverem atrasos nas mensalidades, e por fim, os dados de ambas as partes envolvidas na negociação.

Caso deseje, o proprietário da vaga poderá também exigir uma cópia do documento do automóvel do solicitante da vaga.

É importante atentar-se na hora de fechar negócio com o tamanho das vagas. Embora não pareça, elas possuem tamanhos diferentes, variando entre P, M e G. Se o seu veículo for um carro popular, a vaga P pode atender às suas necessidades sem grandes problemas, já no caso de carros maiores como SUVs, pode ser necessária a locação de uma vaga um pouco maior.

Se você é quem está alugando uma vaga para outros, é possível realizar um cálculo prévio para avaliar se o que você vai cobrar por uma ela é um valor justo.

Usar de referência 1% do valor pago pelo espaço é uma boa forma de começar essa conta, mas você poderá também estimar valores com base no preço praticado no condomínio, manutenção do ambiente e localização da vaga. Se a sua vaga possui depósito para ferramentas ou espaço é fechado o valor final poderá ser maior devido a esses diferenciais que a maior parte das vagas não possui.

Para evitar dor de cabeça, é importante sempre comunicar ao síndico as mudanças que você deseja realizar nas vagas, como por exemplo, adicionar uma cobertura para chuva e etc. Além disso, é importante entender a finalidade de quem quer alugar a sua vaga, pois nem sempre os condomínios permitem o uso das mesmas para guardar coisas diferentes de automóveis.

Outro ponto delicado e que deve ser questionado antes é a possibilidade de lavar o automóvel na vaga. Geralmente toda a manutenção e limpeza feita no carro deve ser realizada com o mesmo fora da vagas para não causar incômodos para outros usuários do condomínio.

Certifique-se de todos esses pontos na hora de alugar a sua vaga ou enquanto você procura uma para alugar. É de responsabilidade do ocupante da vaga zelar pelos seus pertences pessoais, evitando deixar coisas dentro do veículo nas áreas coletivas com grande fluxo de pessoas circulando.

Por fim, entenda sempre o regulamento do seu condomínio e respeite as regras para melhor convívio com outros moradores. O regimento interno é a melhor diretriz para transmitir segurança na hora de alugar um espaço dentro do condomínio. Procure o seu síndico e converse para saber mais (;

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Saiba como deixar sua cozinha pronta para receber amigos

Ambiente também pode ser utilizado para socializar

Sala de estar sai de cena para dar lugar a este ambiente onde todos podem  socializar, inclusive quem prepara o jantar

Receber amigos em casa é uma prática em muitas famílias. A cozinha, que antes era uma parte mais restrita da casa, vem conquistando maior atenção dos decoradores.

Projeto da Guidugli Designer de Interiores. Pastilhas de vidro revestem toda a parede da cozinha e bancada com cooktop aproxima mesa de jantar de quem está cozinhando (Fotos: Divulgação)

Antigamente, visitas não entravam muito neste ambiente, portanto não havia grandes preocupações em relação à decoração. Agora, quem gosta de cozinhar pode recepcionar enquanto prepara um jantar e não precisa ficar excluído em um lugar fora de onde acontece o convívio social.

“Um dos projetos que estou finalizando oferece um sofá dentro do ambiente para os convidados relaxarem”, conta a arquiteta Cristiane Pepe.Para receber bem as pessoas, a cozinha precisa ser um lugar agradável para as visitas. Bancos e cadeiras devem estar disponíveis e, em alguns casos, o anfitrião pode oferecer mais.

Um investimento maior deve ser planejado para o ambiente que toma o lugar da sala de estar. A prioridade, de acordo com Christiane, ainda é a ergonomia e funcionalidade. No entanto, a cozinha ganha detalhes diferentes para ficar mais agradável para receber as visitas.

“É preciso apostar no design e cores. Hoje em dia existem geladeiras multicolores para atender este mercado”, diz a profissional. Segundo ela, é possível personalizar um eletrodoméstico como este até com estampa de onça.

Uma torneira com visual diferenciado, acabamento caprichado dos móveis e equipamentos de cozinha bonitos são exemplos dados pela designer de interiores Juliana Guidugli de como deixar o ambiente interessante.

“O cooktop pode ficar em um determinado espaço, enquanto o forno fica embutido em outra coluna. Desta maneira, o ambiente ganha um ar mais chique”, sugere a profissional. Uma coifa potente, segundo a profissional, é um meio eficiente de evitar que os convidados saiam de sua casa com cheiro de comida em suas roupas e cabelos.

Neste progeto da Guidugli Designer de Interiores, banquetas ficam disponíveis para deixar a visita mais próxima de quem está cozinhando<

“Se a cozinha for integrada com a sala, a decoração dos dois espaços tem que conversar entre si, seguir a mesma linha”, diz Juliana.

A designer explica que é comum que se remova a cerâmica e azulejos da área que sofre respingos de óleo e água. No lugar entra um revestimento para proteger, como o frontão (arremate entre as bancadas, portas e janelas). “Materiais com boa impermeabilização facilitam a limpeza da região”, garante.

Além de um design arrojado, Cristiane acredita que é importante que o acabamento deste tipo de cozinha seja sofisticado. A profissional sugere o uso de revestimentos de fórmica que imitam madeira, vidro serigrafado, portas com perfil de alumínio e até armários com televisão na porta.

Gastronomia

Reunir a família em um almoço de domingo ou combinar um belo jantar com os amigos é a ocasião perfeita para saborear o melhor da gastronomia. Aproveite e prepare uma bela macarronada da Nona. A cantina Tia Lina, localizada em São Roque, preparou uma receita fantástica deste prato para você aprender e poder sentir um pouco do gostinho da gastronomia italiana na sua casa!

Foto: Tia Lina

Veja abaixo a receita completa:

Ingredientes

  • 500g de Spaguetti;
  • 01 colheres (sopa) de sal;
  • 04 litros de água fervente;
  • 600 gr de polpa de tomate;
  • 01 dentes de alho amassado;
  • 01 colheres de cebola picada;
  • 02 colheres óleo vegetal;
  • Queijo parmesão para polvilhar;
  • Manjericão a gosto;
  • Sal a gosto.

Ingredientes do Polpettine

  • 500 gr de coxão duro moído
  • ½ xic. de pão ralado
  • 2 dentes de alho
  • 1 cebola pequena ralada
  • 2 colheres de salsinha
  • Sal e noz-moscada a gosto
  • 30g parmesão ralado
  • 3 ovos

Modo de preparo

Em 1 tigela misturar amassar bem todos os ingredientes do polpettine. Dividir em porções de 40g e dar formato de almôndegas. Fritar em óleo quente submerso e reservar. Em uma frigideira funda, refogue o azeite, alho e a cebola e em seguida adicione a polpa de tomates, sal e manjericão. Mergulhar os polpettine nesse molho e deixe ferver por alguns minutos. Cozinhar o Spaguetti na água com sal, escorrer, servir com o molho com os polpettine e polvilhar com o queijo parmesão ralado.

Agora é só seguir os passos que a Tia Lina ensinou e fazer um belo Spaguetti com Polpettine para festejar com os amigos, comendo o melhor da gastronomia italiana dentro da sua casa!

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Garantia da construtora

Dicas e orientações sobre o que deve ser entregue pela construtora e suas garantias

Dicas e orientações sobre o que deve ser entregue pela construtora e suas garantias
Se um sapato novo logo estraga, a loja troca, se uma roupa nova vem furada, devolvemos, se um carro novo apresenta um defeito, ele volta para a concessionária. Mas, e um condomínio?

Assim como outros bens ele tem uma garantia, mas determinar o responsável por grandes falhas ou pequenos defeitos não é muito simples e exige uma assessoria técnica. Vale lembrar que cabe ao condomínio manter a manutenção sempre em dia para não perder seus direitos.

Prazo de validade

  • Por uma junção de determinações do Código Civil, Código de Defesa do Consumidor e decisões judiciais (jurisprudências) as construtoras devem oferecer uma garantia de, no mínimo, cinco anosaos compradores. Essa garantia vale para vícios ocultos, ou seja, problemas que não são aparentes e só são descobertos com o passar dos anos, e vícios aparentes.
  • A validade da garantia deve começar a partir de dois possíveis pontos: a data de entrega ou da certidão do habite-se. Passa a valer a data que ocorrer por último. No caso de vícios ocultos, a garantia passa a contar a partir do momento que o problema passa a ser perceptível.
  • O prazo de cinco anos é apenas um parâmetro legal, já que alguns fatores como a pintura, tem uma garantia menor e problemas estruturais, um prazo maior.
  • Todos os itens do condomínio têm alguma garantia. Os mais estéticos, como os acabamentos, têm uma garantia mais curta, outros, mais longa. Mas, legalmente, o prazo reconhecido é de cinco anos. Problemas estruturais têm uma garantia maior, pré-estabalecida.

Certificado de garantia

  • A construtora deve entregar ao condomínio um jogo completo dos projetos em papel e uma versão digital da planta. Esses documentos devem ser muito bem arquivados pelos síndicos, já que são a certidão de nascimento do condomínio e inviabilizam intervenções na estrutura caso não existam mais ou estejam desatualizados.
  • A construtora deve fornecer a cada comprador uma lista com os itens e seus prazos de garantia. No caso de equipamentos, para os que são comprados durante ou no início da obra, a construtora deve fornecer uma garantia que não esteja atrelada ao prazo do fabricante.
  • Antes de assinar o contrato com uma construtora certifique-se de que a garantia está estabelecida de maneira clara
  • Lista de projetos que devem ser entregues com a obra:

1. Projeto Legal (aprovado pela prefeitura)
2. Alvará de Conclusão da obra
3. Projeto de Fundações / Sondagem do terreno
4. Projeto Estrutural (formas e armação)
5. Projeto Executivo de Arquitetura
6. Projeto de Estrutura metálica (se houver)
7. Projeto de Instalações Elétricas
8. Projeto de Instalações Hidráulicas
9. Projeto de Impermeabilização
10. Projeto de pressurização (se houver)
11. Projeto de telefonia
12. Plano de Combate a Incêndio (aprovado no CB)
13. AVCB – Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros
14. Manual de Operação, Uso e Manutenção das Edificações (áreas comuns)

Precauções quanto à validade da garantia

  • Em condomínios novos, os moradores devem eleger o síndico e formar uma comissão que vai acompanhar a entrega e garantir que tudo esteja como combinado.
  • Ter um laudo técnico é muito importante para que os argumentos dos moradores tenham fundamentos sólidos e, caso o problema pare na justiça, tenha mais credibilidade. Contratar uma empresa especializada é uma solução segura.
  • Cada morador deve checar sua unidade cuidadosamente. Se preferir, o condômino pode contratar uma consultoria para o seu apartamento, independente do condomínio.
  • A inspeção no condomínio deve ser feita antes de sua ocupação pelos moradores. Dessa maneira, as garantias são mantidas e, se o condomínio apresentar grandes problemas, o recebimento pode ser negado até que as falhas sejam corrigidas e constatadas pela empresa contratada pelo condomínio ou comissão.
  • A garantia fornecida pela construtora não é irrestrita e diz respeito apenas aos vícios e defeitos de construção. Ou seja, a manutenção do condomínio deve ser feita normalmente e, se não for, os problemas decorrentes não cabem à construtora.
  • Na impossibilidade de se contratar uma empresa de inspeção, é conveniente que o primeiro síndico faça uma vistoria geral na edificação. Verifica-se se existem vazamentos, rachaduras e problemas nas instalações elétricas e hidráulicas, principalmente. Pode-se organizar uma lista dos problemas das áreas comuns, e outra das áreas privativas, pedindo para cada condômino inspecionar sua unidade e informar por escrito ao síndico os vícios.
  • Não disponibilize a planta original no papel para moradores, funcionários e empresas contratadas. Se possível, forneça uma versão digital.
  • Atenção: obras de melhoria no prédio durante os cinco anos iniciais podem tirar a validade da garantia da construção, por alterar os itens assegurados.

Inspeção e Laudos Técnicos

Mesmo munido do contrato, na maioria das vezes, o síndico e sua comissão não podem emitir laudos técnicos e especializados sobre a entrega do condomínio. Por isso, a contratação de uma empresa de inspeção é importante para garantir seus direitos. Veja o que deve ser inspecionado por ela:

  • Descrição gráfica e escrita da edificação construída
  • Material técnico, ou seja, os projetos que devem ser entregues e muito bem armazenados, pois, certamente serão necessários no futuro
  • Procedimentos para que o condomínio comece a ser utilizado
  • Meios utilizados em situações de emergência e a viabilização de inspeções técnicas
  • Procedimentos para manutenção

Depois da inspeção, a empresa deve emitir um laudo técnico sobre os problemas encontrados e orientar a comissão de moradores sobre os procedimentos aconselháveis. Alguns reparos podem acontecer com os moradores já ocupando o condomínio, outros problemas inviabilizam a ocupação

  • Um laudo técnico especializado feito antes da ocupação evita argumentações e possíveis tentativas da construtora de não se responsabilizar pelos problemas encontrados

Os campeões de reclamações

Alguns problemas já são velhos conhecidos das empresas de inspeção. Confira e fique atento:

  • Acabamentos como pintura e revestimento: são sempre prejudicados pela pressa da equipe da construtora em entregar a obra em dia. No entanto, esses itens perdem a garantia assim que a entrega é assinada, já que podem ser danificadas com o uso do dia-a-dia facilmente. O ideal é conferir antes ocupar o condomínio. Além disso, reclamações sobre a qualidade desse serviço dificilmente são comprovadas, já que o capricho na elaboração se torna um fator relativo
  • Impermeabilização: é comum que, na entrega, a garagem já tenha goteiras ou que a pintura esconda infiltrações.
  • Vagas da garagem: erros de projeto geram aquelas vagas estranhas e mais apertadas que existem em muitos condomínios. Todas as vagas devem ter a mesma dimensão e serem viáveis de estacionamento

Uso da garantia

  • O prazo para uma reclamação legal sobre problemas encontrados em condomínios com garantia é de 20 anos. Esse tempo, no entanto, não equivale a própria garantia, que costuma ser menor e é determinada por contrato. É apenas o prazo para reclamação.
  • Caso seja necessário entrar em contato com a construtora para requerer o direito à garantia, mantenha protocolos e cópias dos contatos e solicitações. Algumas construtoras disponibilizam em seus sites na internet meios para enviar essas reclamações, mas não emitem comprovantes ou protocolos. Fique atento.
  • Se as negociações amigáveis com a construtora não trouxerem resultado, pode-se entrar com uma ação de Obrigação de Fazer e requerer uma indenização por Perdas e Danos, na Justiça. Consulte um advogado.

Isolamento acústico

Alguns edifícios são construídos sem nenhuma preocupação com o isolamento acústico entre as unidades.

Um perito pode determinar a qualidade do isolamento acústico do edifício, mas essa prática não é usual. Se o caso for muito grave, o condomínio pode mover uma ação contra a construtora.

Fontes consultadas:
- Conteúdo SíndicoNet;
- Marcio Hachkorsky – Advogado;
- Zeferino Ferreira Velloso Neto – Engenheiro;
- Secovi-SP

Fonte: SindicoNet

Condomínios devem cadastrar funcionários e síndicos no eSocial a partir deste mês

A nova fase do eSocial, sistema online do governo federal para controle de obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais, traz impacto direto nos 22 mil condomínios do Estado de São Paulo, e de todo o país.

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O alerta é da Lello, empresa líder em administração condominial no Estado, com filiais na capital paulista, ABC, Jundiaí, Campinas e litoral do Estado.

A partir de 10 de abril de 2019, os condomínios devem obrigatoriamente inserir no sistema todos os dados cadastrais dos seus funcionários. Cada condomínio da capital paulista possui, em média, cinco funcionários.

Informações como nome completo, número de CPF, NIS (Número de Identificação Social), data de admissão e dependentes do trabalhador deverão ser cadastradas e validadas.

O envio de informações sobre os trabalhadores e seus vínculos com os condomínios também deverá contemplar dados como afastamentos temporários, alterações contratuais ou cadastrais dos funcionários.

Também deverão ser inseridos no eSocial os dados sobre os síndicos, incluindo período inicial do mandato, tanto daqueles que recebem pró-labore quanto dos isentos do pagamento da cota de condomínio mensal. O prazo final para envio das informações é 9 de julho deste ano.

“Todo condomínio ou associação que tenha funcionário, retirada de pró-labore, isenção de síndico ou que trabalha como autônomo deverá prestar informações ao eSocial. O descumprimento de prazos ou obrigações pode levar a aplicação de multas por parte da Receita Federal, Previdência Social ou Ministério do Trabalho”, alerta Simone Constantino, gerente de Recursos Humanos da Lello Condomínios.

Ela observa que a única forma de envio das rotinas do eSocial é por meio do Certificado Digital. “Por ele será possível fazer transações online com garantia de autenticidade e com toda proteção das informações. O síndico deve verificar se seu condomínio ou associação tem o certificado em dia para evitar atraso no envio das informações”, conclui.

Sobre o cronograma do eSocial e os condomínios – passo a passo

O cronograma do eSocial para condomínio ou associações, que integram o terceiro grupo, está divido em quatro fases, conforme abaixo:

1ª fase – Envio do cadastro dos dados do condomínio e tabelas de cadastro, verbas de folha, função, horário e escala

Período: Início em 10/01/2019 e término de 09/04/2019.

2ª fase – Envio de informação dos funcionários e seus vínculos com os condomínios e ou associações, que inclui admissão, afastamento temporário, alteração contratual e cadastral do funcionário.

Importante – Nesta 2ª fase deverão ser enviadas também as informações dos síndicos isentos ou que recebem pró-labore, os dados obrigatórios são os dados cadastrais e o período inicial do mandato.

Período: Início dia 10/04/2019, e término em 09/07/2019.

3ª fase – Envio da folha de pagamento com informações sobre salário, horas extras, desconto INSS, desconto de Imposto de Renda, assim como informações sobre as pessoas que trabalharam como autônomo no condomínio, isenção de síndico e pró-labore.

Período: A partir de 10/07/2019 e mensalmente até o dia 7 de cada mês.

4ª fase – Informações sobre segurança e saúde do trabalhador.

Período: A partir de julho 2020, mensalmente, sempre que houver alguma alteração.

Fonte: Terra

Crie um cantinho para o café dentro da sua casa

Espaço pode ser na sala, cozinha, varanda; tudo depende da rotina da casa e preferência do morador

Visita combina com café, não é mesmo? E para ser apreciado com calma, em meio a uma boa conversa, vale muito ter um cantinho especialmente criado para ele. E se você ainda é fã das máquinas automáticas, pode compor um espaço bem charmoso.

(Foto: Projeto Nina ABADJIEFF – cantinho café)

Melhor cômodo

Não existe um local da casa ideal para fazer o cantinho do café. Mas como a cozinha americana caiu no gosto do brasileiro, é comum o uso da bancada para as máquinas de expresso. O espaço mais apropriado vai depender da rotina dos moradores: pode ser na sala de jantar ou estar, copa, cozinha, home office, varanda.

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

 

Itens necessários

A designer de interiores Fabiana Visacro orienta, em primeiro lugar, a avaliar o espaço disponível. Se comportar, que tal uma mesinha? Senão, talvez em uma bancada fique melhor. “Vale tudo, menos ficar espremido. Preste atenção no conforto físico e visual”, orienta.

Dá para incrementar o cantinho com uma composição de móveis, uma mesinha retrô e cadeiras mais futuristas, por exemplo. “Vai depender do estilo do local, mas o essencial é ter um lugar gostoso para sentar”, diz a arquiteta Nina Abadjieff.

Como servir

Há uma infinidade de acessórios que você pode colocar sobre mesa, como porta-cápsulas variados (no caso desse tipo de máquina), xícaras coloridas e até mesmo grãos de café podem servir para decoração, dentro de potinhos de vidro. Não esqueça um vasinho, faz diferença.

(Foto: PROJETO FABIANA VISACRO 1 cantinho café)

“Vários itens podem complementar um cantinho gostoso do café e conquistar as visitas: cafeteria elétrica e coador de pano, saquinhos de cafés de nacionalidades diferentes, potinhos com chocolates e outros para harmonizar com café”, ensina Fabiana.

Para Nina, um moedor de grãos impressiona, mas para ter café fresquinho e rápido, ela não dispensa uma boa máquina de café expresso.

(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Seu condomínio está pronto para a vistoria dos bombeiros?

Com o novo decreto, a regra mudou e você precisa saber o que fazer para não ser pego de surpresa

Com o novo decreto, a regra mudou e você precisa saber o que fazer para não ser pego de surpresa

À primeira vista, a medida que começou a valer desde o dia 9 de abril, pode até parecer um tanto dura: adequar urgentemente o condomínio às medidas de segurança contra incêndio, o que significa ter à mão – e em dia – o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

Estar em conformidade com as normas preconizadas e preservar a integridade física de pessoas não é demais. É fundamental. Mesmo que signifique investir tempo, consulta a especialistas e, em alguns casos, dinheiro.

Para quem ainda não sabe, o decreto estadual 63.911/18, assinado em dezembro do ano passado, delega ao Corpo de Bombeiros a missão de fiscalizar todo e qualquer imóvel, sem aviso prévio. O objetivo é verificar a segurança, vistoriar os procedimentos e a atualização do AVCB.

  • Entenda mais sobre o AVCB

Como funciona aplicação de advertência, multa, embargo e interdição

A equipe técnica de bombeiros também tem o poder de aplicar advertência escrita e multas de R$ 265 a R$ 265 mil conforme a gravidade da infração ou a não regularização dentro do prazo estipulado.

Depois que recebeu a multa, o condomínio tem  o prazo de até 180 dias para realizar a regularização ou a modificação solicitada. Caso não faça, será configurada a reincidência, devendo ser aplicada a multa em dobro.

Depois de 180 dias, caso nenhuma providência tenha sido tomada, os bombeiros podem declarar a interdição do condomínio.

Conte com o respaldo de um profissional competente

Contar com a ajuda técnica é o primeiro passo para  atender a todos os requisitos de segurança e prevenção de incêndio, ter os equipamentos em bom estado, operando e, principalmente, estar com o documento de AVCB na validade.

“As instalações elétricas do condomínio (área comum) devem ser vistoriadas por um engenheiro elétrico. Nos apartamentos, esse profissional deverá emitir o ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) e entregá-lo ao síndico”, exemplifica  Carlos Justo, especialista em prevenção de incêndio e laudos técnicos, diretor da Just & Just Inst.de Sistemas de Prevenção Contra Incêndio.

Tenha em mãos o Projeto Técnico (PT)

Esse documento, aprovado pelo Corpo de Bombeiros, é o DNA da edificação; portanto, indispensável.

“As vistorias e inspeções realizadas sem esse instrumento tornam-se subjetivas. O responsável pelo condomínio vai executar; porém, sem saber se realmente o que está disposto ali é o necessário ou compatível”, explica Justo.

Se o condomínio não possui o PT, mais uma vez a presença de um profissional competente é a primeira medida a tomar: pode ser engenheiro, arquiteto, técnico, proprietário de empresa, etc., desde que tenha conhecimento técnico e processual, e conheça os decretos estaduais de época de existência do edifício.

Realize as verificações periódicas nos equipamentos

  • - Extintor de incêndio: 1/1ano;
  • - Iluminação de emergência: 6/6 meses;
  • - Mangueiras de incêndio: 1/1ano*;
  • - Bombas de incêndio: acionar de 3/3 meses;
  • - Sistema de pressurização: acionar de 30/30 dias;
  • - Sinalizações de emergência ,rotas, equipamentos: 30/30 dias;
  • - Sistema de detecção e alarme: 3/3 meses;
  • - Portas corta-fogo: 30/30 dias;
  • - Rede de hidrantes: 30/30 dias;
  • - Sistema de SPK(sprinklers): 3/3 meses*.

 * Itens de maior observância.

Condomínios antigos exigem preparação mais cuidadosa

Entre as dificuldades identificadas em condomínios antigos, segundo o especialista, é a falta de manutenção periódica e a obtenção do Projeto Técnico aprovado na época.

“Os decretos não dizem que o imóvel terá, por obrigatoriedade, instalar ou realizar obras etc. Como todos os outros, o que está em vigor preconiza que as edificações estejam rigorosamente protegidas contra sinistros na área de Prevenção e segurança contra incêndio”, afirma Justo.

Um imóvel antigo não precisa seguir as novas diretrizes do decreto, se não há condições estruturais, físicas e nomenclaturais para tal – desde que o processo seja conduzido conforme o ano de existência da edificação, com exigências de época comprovadas com documentação pública para que sejam aceitas pelos Corpos de Bombeiros de todo país.

Para Raquel Tomasini, gerente de Produtos da Lello, cada vez mais os Bombeiros têm o “discernimento” de respeitar as limitações estruturais das edificações, zelando inclusive pela questão do investimento/gasto na adequação.

“Na maioria das vezes, as obras de adequação são de pequeno e médio porte, e envolvem a adequação dos equipamentos já existentes e a sinalização como um todo”.

Sinal de alerta para a aprovação do AVCB

Hoje em dia, acredita Raquel, o problema mais comum nos condomínios é a necessidade de aprovação de um Novo Projeto de Combate à Incêndio.

O documento, até então, não era exigido por nenhum órgão – diferentemente  dos comerciais, em que a obtenção da licença de funcionamento dos conjuntos e a apresentação do documento é condição necessária.

“Se o condomínio não vem renovando o AVCB nos últimos anos, a probabilidade de o Bombeiro não ter mais arquivado o projeto original é grande e, consequentemente, o condomínio acaba gastando com o Projeto”, diz.

A administradora pode ajudar na preparação

A Lello coloca à disposição dos síndicos o Centro de Atendimento Técnico (CAT Lello). “Por ali, damos suporte desde a tramitação junto aos Bombeiros para saber se existe projeto aprovado até orientação quando da adequação física/obras nos condomínios”, conta Raquel.

Além disso, ela prossegue, a comunicação é essencial. A Administradora deve ajudar na disseminação da informação. Especialmente quanto a conscientização da importância de cuidar da segurança do condomínio realizando os procedimentos exigidos e a manutenção periódica dos equipamentos.

A velha história do cinto de segurança – cujo uso foi imposto na base da multa, e hoje é um gesto automático de todo paulistano ao entrar no carro – vale para as questões ligadas à segurança do condomínio.

Vamos pensar em quantas vidas foram salvas em acidentes, graças ao uso do cinto. O mesmo raciocínio vale para o funcionamento seguro dos equipamentos contra incêndio, as instalações corretas e o cumprimento das normas contidas no AVCB.

Pelas mais diversas circunstâncias, sabemos que muitos condomínios andam na corda bamba no quesito segurança. Agora, com a nova regra, o síndico será obrigado a se mexer.

Sim, ao fazer a lição de casa, ele evitará multas e aborrecimentos burocráticos maiores. Mas, principalmente, vai dormir com a consciência tranquila de que sua gestão está preservando a vida das pessoas.

Saiba mais lendo nossos conteúdos sobre equipamentos de segurança e procedimentos para preservar a segurança do condomínio:

Fonte: Carlos Justo (especialista em prevenção de incêndio e laudos técnicos, da Just & Just Inst. de Sistemas de Prevenção Contra Incêndio) e Raquel Tomasini (gerente de Produtos da Lello).

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Aproveitando os espaços: decoração para debaixo da escada

Grandes aliadas na decoração, as escadas podem transformar ambientes. E tem como decorar até mesmo debaixo delas. Veja como a seguir!

Decorar ambientes tem sido o novo hobby de muita gente, com o auxílio da internet é possível criar espaços e aproveitar locais que nós jamais pensaríamos em utilizar. Isso acontece muito com a escada.

Isso mesmo, esse espaço que deveria apenas servir para nos levar de um andar a outro da casa pode deixar de ser apenas um local de passagem e passar a ter outras funções se o dono da residência souber usar a criatividade.

Como hoje em dia as casas e apartamentos tendem a ser cada vez mais apertados e os novos imóveis em construção já chegam ao mercado em uma metragem menor, é preciso aprender a aproveitar os espaços que os imóveis possuem e utilizá-los da melhor forma possível.

Separamos algumas ideias que podem ser executadas facilmente e são capazes de transformar qualquer escada em um item da sua decoração.

1. Home Office

Já pensou em ter aquele cantinho de estudo ou trabalho, mas não tem um cômodo para isso e nem enxerga espaço no ambiente? Coloque-o embaixo da escada. Na foto que usamos para ilustrar essa ideia, podemos ver o quão simples é ter esse ambiente.

A mesa é uma prateleira extensa e larga que foi apoiada em um dos degraus. A extensão é perfeita para conter o básico: telefone, notebook, papel, caneta e espaço para se movimentar. Note que a altura é perfeita para colocar um armário abaixo da superfície da mesa.

O espaço pode ser delimitado com um papel de parede diferente, decorado com pequenos quadros ou conter um painel de avisos, vai da sua criatividade e necessidade.

2. Banheiro

Que tal um banheiro para as visitas? Como ele será apenas para uso de visitantes, não há a necessidade de incluir box com chuveiro, basta uma pia pequena, um vaso sanitário e um espelho. Ou seja, um lavabo.

Na foto abaixo podemos perceber que o espaço é pequeno, mas foi bem decorado e muito bem aproveitado. A porta acompanha a linha da escada e o ambiente interno pode ser decorado da maneira que o proprietário achar melhor.

Tenha cuidado apenas com ambientes úmidos, pois é quase certo que esse espaço não terá janelas.

3. Estante de livros

Talvez essa seja a forma mais conhecida de aproveitar uma escada. Usar o espaço abaixo para incluir prateleiras ou colocar um armário embutido para incluir livros. Na verdade, o espaço pode ser usado para qualquer objeto: livros, quadros, miniaturas, retratos e etc.

Se for de fato usar o espaço para livros, cuide para que não acumule poeira.

4. Jardim

Tem gente que não abre mão de ter um pouquinho da natureza dentro de casa, considerando que vivemos em um mundo com cada vez mais concreto, a ideia é perfeita.

Possivelmente o espaço não receberá iluminação natural, nesse caso prefira plantas que possam ser criadas a sombra. Lembre-se também de usar plantas que não necessitem de muita manutenção ou que não precise ser regada constantemente.

Afinal a escada pode se tornar úmida e o ambiente molhado pode causar problemas na residência.

5. Casinha do animal de estimação

É notório que os animais sempre estiveram presentes na vida de muitas famílias. No entanto, de alguns anos para cá, alguns casais até evitam ter filhos e preferem criar animais domésticos, tratando esses bichinhos como verdadeiros filhos e membros da família.

Com isso, aquela história do cachorro cuidar da casa e dormir no quintal já era. Agora eles vivem no mesmo ambiente que os donos e alguns até dormem na mesma cama.

Se você quer manter seu animal confortável e por perto, mas não gosta que ele suba em móveis, que tal usar o espaço da escada para criar o ambiente dele dentro de casa?

Na foto vemos que a escada obteve uma pequena abertura na parte de baixo e recebeu a decoração indicativa de que ali vive um animalzinho. O espaço interno pode ser preenchido com espumas, colchões vendidos em lojas especializadas e brinquedos para seus pets.

6. Bar

Ter um bar em casa também é uma ótima alternativa para usar o espaço da sua escada. Um pequeno balcão, duas ou três prateleiras, alguns bancos e está pronto um espaço onde suas visitas poderão se divertir.

Dividir seus convidados entre a sala, a cozinha e o bar pode ser uma boa pedida para uma recepção em casa, sem contar que o charme de um bar embaixo da escada seria uma atração à parte.

7. Organização

Coisas para se guardar e organizar em uma casa é o que não falta. A escada também pode ser usada para esse fim. Divida o espaço com quadrados e coloque caixas organizadoras ou cestas. Se a escada for próxima à porta, instale ganchos para que suas visitas possam pendurar casacos, bolsas, entre outros itens.

Nada impede que o espaço também receba algum item decorativo. Existem inúmeras outras possibilidades para aproveitar a escada em sua decoração, use sua criatividade e surpreenda a todos usando esse espaço de uma forma diferente.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

O que fazer quando funcionários se acidentam no condomínio?

Saiba quais medidas o condomínio deve tomar

 

Saiba quais medidas o condomínio deve tomar

Não é algo que seja comum de acontecer, mas quando um funcionário se acidenta no condomínio, o síndico deve saber o que fazer.

No dia seguinte ao acontecido, deve-se abrir uma CAT(Comunicado de Acidente de Trabalho).

Uma boa dica para diminuir os problemas com acidentes é evitar que o funcionário execute funções fora das permitidas pela convenção coletiva e também que trabalhe nas unidades condominiais.

Veja mais informações do especialista e advogado Rodrigo Karpat sobre o assunto:

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Vazamento de água no condomínio: veja novo vídeo sobre o tema

Vazamento de água no condomínio pode gerar inúmeras dores de cabeça para moradores e síndico. Veja mais sobre o tema no novo vídeo.

Vazamento de água no condomínio: veja novo vídeo sobre o tema

 

No novo vídeo da série “Síndico Curioso”, do canal Viva o Condomínio, Fernando Passos Gama, advogado especialista em direito condominial, fala sobre vazamentos de água em condomínios.

Neste vídeo, você vai conhecer mais sobre rede horizontal e vertical do condomínio, saber identificar possíveis culpados pelo vazamento e como proceder em casos concretos.

Assista ao vídeo:

 

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação: Viva o condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

5 dicas para uma mesa de páscoa mais charmosa

Páscoa está chegando! Para quem ainda está sem ideia de como arrumar a mesa, separamos 5 dicas de decoração fáceis e charmosas. Tome nota:

1. Ouse: em vez de flores pense em cenouras, brotos de alface, até feno… Tudo que combinar com coelhinhos;

2. Surpreenda: pense em ter um chocolatinho surpresa para cada pessoa que estiver no seu evento de Páscoa. Cones são ótimos para arrumar com ovinhos de chocolates dentro para cada convidado;

3. Pense em cores alegres e unissex:  verde, amarelo, laranja e branco são cores que combinam com a época da Páscoa.

4. Recicle: Aproveite coelhos das crianças, malinhas e até ovo de galinha para usar na decoração.  Fica super charmoso!

5. Vá além dos ovos tradicionais: brigadeiros, docinhos, pipoca de chocolate, tudo pode combinar com a sua mesa de Páscoa.

Abaixo, algumas fotos para inspirar:

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Fotos: Bossinha

Fonte: Constance Zahn

Veja como economizar nas contas de energia com o fim do horário de verão

Tecnologias de controle de gastos ajudam a economizar energia elétrica em períodos de gasto excessivo

O horário de verão foi adotado no Brasil em 1931 e desde então vem carregando uma legião de críticos e adoradores. As reclamações são muitas: causa cansaço, faz com que as pessoas se atrasem mais e durmam consideravelmente menos.

As desaprovações, no entanto, nunca foram fortes o bastante para fazer com que a medida deixasse de ser adotada pelo País e não se desenvolvesse como a principal ferramenta para se economizar energia elétrica em dias quentes.

Porém, para a alegria de seus críticos, o horário de verão não será adotado no ano de 2019. A decisão foi tomada pelo presidente Jair Bolsonaro, que, por meio de seu porta-voz, deixou claro que, por enquanto, a medida é válida apenas para este ano e servirá como um teste para decisões futuras.

Horário de verão

O fim do horário de verão deixou muitas pessoas preocupadas com a conta de luz (Foto: Shutterstock)

 

Muitos defensores do horário de verão se mostraram insatisfeitos com o fim da prática e apresentaram diversas justificativas para lamentar a decisão. Uma das mais ressaltadas é o da quantidade de eletricidade gasta, algo que aumentará consideravelmente, fazendo com que as contas de energia cheguem ainda mais caras.

Esse problema, entretanto, pode ser resolvido de forma simples e barata nos dias de hoje. Com a chegada de tecnologias residenciais de gestão de gastos, ficou muito mais fácil economizar eletricidade, sobretudo em meses de uso excessivo, como ocorrerá no verão deste ano.

Diante disso, separamos algumas dicas e inovações do mercado de tecnologias voltadas ao controle de gastos que podem ser de grande utilidade para você que está preocupado tanto com o valor das contas que irão chegar no próximo verão, quanto com o meio ambiente. Confira!

Formas de economizar

Horário de verão

Muitas tecnologias residenciais podem auxiliar na economia de energia (Foto: Shutterstock)

 

Quase sempre, as inovações tecnológicas adotadas nos prédios residenciais estão escondidas atrás das paredes, no fosso do elevador, bem longe do que é visto e apreciado pelos moradores.

Nos empreendimentos novos, as construtoras planejam, desde o início da obra, estratégias que podem ajudar os futuros proprietários dos apartamentos a economizar com as contas de água, luz e gás.

No pacote de novidades, são entregues sistema de aquecimento solar e reutilização de água, redutores de pressão, elevadores que consomem menos energia e medidores individuais e eletrônicos, que ajudam cada condômino a saber quanto consumiu naquele mês.

A preocupação em instalar novos equipamentos para reduzir o custo do condomínio tem ajudado as construtoras a conquistar os clientes mais rapidamente.

Horário de verão

Cada vez mais construtoras estão incorporando essas tecnologias em seus projetos (Foto: Shutterstock)

 

“A preocupação também é com o desempenho. Essa constatação de economia vai acontecer no futuro, quando o condomínio ficar mais barato. Para o usuário é um impacto direto no bolso. Essa economia também será benéfica para quem está interessado em alugar o apartamento que comprar. Depois do valor do aluguel, o que o inquilino quer saber é quanto ele vai gastar com o condomínio”, afirma Giorgio Vanossi, diretor técnico da Setin Empreendimentos Imobiliários.

A utilização de tecnologias mais avançadas também deixou de ser artigo exclusivo dos prédios de luxo, situados em bairros de alto padrão de São Paulo. Atentas às exigências do mercado, as incorporadoras já catalisam as novidades para aumentar a velocidade de vendas dos lançamentos.

“Existem coisas que fazemos há seis anos, mas só começamos a divulgar agora, porque o consumidor passou a dar importância para isso”, comenta Silvio Chaimovitzi, diretor técnico da Klabin Segall.

Inovações que ajudam a gastar menos

Aquecimento solar

Horário de verão

O uso da luz solar pode ser revertido também para o aquecimento de água (Foto: Shutterstock)

 

A implementação de sistemas de aquecimento de água que utilizam a luz solar contribui para diminuir o consumo de energia elétrica, um dos fatores que mais pesam no valor do condomínio.

Medidores individuais

Horário de verão

Além de econômicos, os medidores individuais ajudam a saber o quanto foi gasto (Foto: Shutterstock)

 

A instalação de ‘relógios’ de energia e água por apartamento, além de ser um método mais justo de divisão do gasto, contribui para reduzir o consumo, pois o morador toma cuidados para evitar o desperdício. As construtoraspodem planejar esse sistema na construção, o que barateia a implementação.

Busway

Luz elétrica é levada aos apartamentos por uma barra de cobre, que evita perda de energia.

Elevador inteligente

Horário de verão

Elevadores inteligentes evitam desperdício de energia (Foto: Shutterstock)

 

Já existem sistemas que impedem que todos os botões dos elevadores sejam apertados por crianças e parem sem necessidade nos andares. Os motores mais modernos também consomem menos energia durante as viagens.

Sensor de movimento

Horário de verão

Sensores de movimento são uma alternativa barata ao uso de interruptores (Foto: Shutterstock)

 

A instalação de sistemas que acendem automaticamente as luzes contribui para diminuir o consumo de energia elétrica. As lâmpadas se apagam depois que o morador sai do local e não ficam acesas durante muito tempo.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

A importância da manutenção das portas corta fogo

Administrar um condomínio é tarefa árdua, e para garantir a segurança de todos, além das boas práticas é necessário também cuidar das manutenções. Quando o assunto é segurança contra incêndios, não são poucos os “itens” aos quais os síndicos/administradoras devem estar atentos.

Dentre os principais equipamentos de segurança em condomínios, estão as Portas Corta Fogo, também chamadas de “Portas de Emergência”, item regulamentado e obrigatório.

manutenção das portas corta fogo

Conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT é a NBR 11.742 que “fixa as condições exigíveis de construção, instalação e funcionamento de porta corta fogo do tipo de abrir com eixo vertical, para saída de emergência”.

Estas portas são indispensáveis para o AVCB – Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros! Este Auto é obtido após aprovação do projeto de Prevenção e Proteção Contra Incêndio – PPCI e vistoria realizada pelo Corpo de Bombeiros correspondente a localização do condomínio.

A simples colocação das Portas Corta Fogo não garante a segurança no caso de incêndio, por isso as manutenções preventivas são tão importantes.

É preciso ter consciência que os equipamentos de segurança são investimentos, pois além de ajudar a salvar vidas, evitam diversos prejuízos patrimoniais.

Logo, as Portas Corta Fogo devem sempre ser de boa qualidade e altamente resistentes!

Também é fundamental que a empresa contratada para “cuidar” das Portas Corta Fogo do seu condomínio seja especializada em segurança contra incêndio. E, ter os serviços certificados pela NBR 11.742, já que a manutenção é imprescindível para que elas cumpram sua efetiva função.

Com a manutenção em dia, estas portas são capazes de conter as chamas, o calor e a fumaça proveniente do fogo, evitando propagação rápida para outros andares.

Veja que, caso a porta fique habitualmente aberta, poderá danificar o sistema de fechamento e, na ocorrência de um incêndio, não vedará de forma eficaz.

E, se as Portas Corta Fogo tiverem outros acessórios, tais como barras antipânico, molas hidráulicas, dentre outros, estes também precisam de manutenção para que todo o sistema funcione em conjunto.

Fique atento, pois é importante que os serviços de substituições de peças sejam executados pelo fabricante ou por empresas autorizadas garantindo qualidade e eficiência! 

Síndicos/administradoras que negligenciam as normas de segurança contra incêndio podem responder civil e criminalmente.

Por isso em condomínios antigos, nos quais não haja possibilidade de instalar as Portas Corta Fogo é fundamental o síndico/administradora buscar o Corpo de Bombeiros local para que juntos encontrem medidas alternativas de segurança, porém são casos de exceção!

A segurança do seu condomínio deve ser prioridade, não corra riscos e faça sempre a manutenção das Portas Corta Fogo.

Ainda, é importante colocar placas de sinalização pelo condomínio para orientar condôminos, funcionários e visitantes.

Ademais, manter a segurança do condomínio em dia é crucial para receber o seguro em caso de incêndio!

Como se vê, a manutenção das Portas Corta Fogo é extremamente necessária para a segurança do seu condomínio, sendo recomendável manutenção por equipe especializada a cada 6 meses.

Escrito por

SIMONE GONÇALVES
Advogada OAB/RS 74.437
Email:contato@simonegoncalves.com.br
www.simonegoncalves.com.br

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Fonte: https://vivaocondominio.com.br

“Sim”, “não”, “pode”, “não pode”…

Quem define é a Convenção e o Regimento Interno do condomínio

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Por Inaldo Dantas*

Como em toda sociedade organizada, o condomínio também é obrigado a se submeter à regras. Cabe à Convenção e ao Regimento Interno, devidamente aprovados, o regramento do que pode, não pode; do sim e do não.

Para começo do entendimento, não posso deixar de trazer a fundamentação quanto ao que diz a lei (Código Civil) sobre a Convenção do condomínio:

Art. 1.333. A convenção que constitui o condomínio edilício deve ser subscrita pelos titulares de, no mínimo, dois terços das frações ideais e torna-se, desde logo, obrigatória para os titulares de direito sobre as unidades, ou para quantos sobre elas tenham posse ou detenção.

Pois bem, a constituição do condomínio começa pela existência da Convenção, da qual exige-se, no mínimo, a subscrição (a assinatura) de 2/3 dos condôminos.

Aqui um detalhe: em muitas delas vamos encontrar apenas uma única assinatura, no caso, a do incorporador/construtor. E isso vale? Sim, na grande maioria dos casos, tal assinatura corresponde à totalidade dos condôminos, se não tiver havido venda de alguma unidade, óbvio.

Definida, com base na lei, o que é a Convenção de um condomínio, passo a tratar da sua competência. Está na mesma lei (Código Civil):

Art. 1.334. Além das cláusulas referidas no art. 1.332 e das que os interessados houverem por bem estipular, a convenção determinará:

I – a quota proporcional e o modo de pagamento das contribuições dos condôminos para atender às despesas ordinárias e extraordinárias do condomínio;

II – sua forma de administração;

III – a competência das assembleias, forma de sua convocação e quórum exigido para as deliberações;

IV – as sanções a que estão sujeitos os condôminos, ou possuidores;

V – o regimento interno.

Neste ponto, já temos alguns “sim”, “não” e outros “pode, não pode”. Vejamos:

O “sim” e o “depende”

Por Exemplo: cobrança da taxa de condomínio pela fração ideal.

Ponto ainda bastante polêmico (competindo de igual para igual com a locação por temporada/Airbnb), a questão da cobrança pela fração ideal, pode SIM, ser definida pela Convenção, já que a própria lei prevê que a cota é proporcional ou outra que porventura os condôminos assim acharem conveniente (respeitando o princípio da razoabilidade, claro!), como bem define outro dispositivo do Código Civil (Art. 1.336,I):

São deveres do condômino:

I – contribuir para as despesas do condomínio na proporção das suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção;

Portanto, o “Sim” e o “Depende” se encontram neste tema.

O Não

Aqui a lei está recheada de limites.Impressionante a quantidade de proibições encontradas:

Art. 1.336. São deveres do condômino:

II – não realizar obras que comprometam a segurança da edificação;

III – não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas;

IV – dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

E não para por aí: o próprio condomínio pode, se auto regulamentando, ou ainda, criando seus próprios limites. Isso é possível, em assembleia, com o mesmo quórum exigido para a Convenção, criar novos “não” ou limites de direito quando se tratar do uso das coisas comuns, respeitando, mais uma vez e sempre, o limite da razoabilidade.

O que se pode proibir (exemplos):

uso de determinados espaços em determinados horários (salões de festas, academias, kids clubes, piscinas, saunas, etc.) pelos moradores ou por visitantes e/ou hóspedes.

O que não se recomenda proibir (exemplo):

uso dos espaços por inadimplentes, parentes, agregados (empregados domésticos, por exemplo) ou outro tipo de limitação discriminatória à luz da Lei.

O “pode”

Aqui fica fácil, a princípio, tudo que não é proibido ou tem seu uso limitado, é permitido. Basta apenas consultar a regra (leis, convenção, regimento) quando houver dúvida. Uma assessoria jurídica, nesse caso, costuma evitar problemas futuros.

O “não pode”

Irmão gêmeo do “não”, o “não pode” encontra problemas quando a lei é omissa ou o problema não é perfeitamente enquadrado nela.

“Não poder” não quer dizer ser proibido. Ele pode sofrer uma limitação momentânea, como por exemplo, o horário reservado para a manutenção da piscina ou o horário limite para a produção de ruídos, etc.

E o síndico, como se comportar na hora de permitir ou não?

Uma das grandes virtudes de um gestor é saber aplicar a regra no momento certo, respeitando o direito de quem quer usufruir e assegurando o cumprimento da lei quando este também insiste em descumprir.

Longe de poder criar o “sim” e o “não”, isso é competência da lei e das regras (Convenção e Regimento). O síndico não pode permitir ou deixar de permitir o que quer que seja sem que isso esteja definido, exceção aos caso omissos, onde se deve tratar de forma colegiada (nas assembleias, por exemplo), salvo os casos de extrema necessidade e/ou urgência, quando o princípio da razoabilidade, mais do que nunca, é o caminho a seguir.

Uma dica:

Para que se evite possíveis despesas com indenizações, uma ferramenta que o síndico não pode deixar de ter éuma boa e experiente assessoria jurídica que aja na prevenção, já que, após o fato consumado, a defesa torna-se mais difícil.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Já ouviu falar de Tape Art? Conheça essa técnica de decoração incrível

Se você ainda não conhece a técnica de tape art, confira e aprenda novas formas de trabalhar na decoração da sua casa ou apartamento sem gastar muito!

O tape art é uma forma de decoração que utiliza fitas autocolantes para criar desenhos e formas criativas, deixando o ambiente super estiloso e cheio de personalidade. As fitas utilizadas podem ser coloridas ou não, de espessuras variadas e até mesmo estampadas e esse tipo de decoração combina com salas, quartos e até para dar aquele charme na área externa.

Os mais comuns são as formas geométricas tradicionais em desenhos abstratos, porém, é possível ver composições mais elaboradas com traços retos que dão forma a paisagens, desenhos arquitetônicos e até mesmo animais.

Na internet é possível encontrar os mais variados tipos de decoração nesse estilo e se inspirar para fazer agora mesmo em casa. Além de bonito, o material é basicamente fita colante, fácil de achar e num precinho bacana para decorar!

Separamos algumas sugestões e dicas para você brincar com a parede de casa criando um novo estilo todo especial! Confira.

Onde encontrar referências para minha tape art?

A primeira dica é escolher um espaço que dê margem para construir a arte de um jeito harmônico e bonito. Definido esse local, escolha algumas opções de desenho para ele e tenha um plano B caso a ideia inicial não dê certo de primeira.

Um site cheio de ideais ótimas para tentar reproduzir no seu lar é o Pinterest. Ele tem um grande acervo de referências que combina com todos os tipos de ambientes ou até mesmo servem para te inspirar a criar sua própria arte.

Molduras de fita autocolante

Se você não deseja ousar muito, pode começar criando apenas algumas molduras em fita colorida ao redor dos pôsteres, quadros e fotos favoritos que deseja expor na casa. Vale aquele contorno tradicional retangular ou até mesmo um design mais arrojado através de uma segunda camada de fita.


Painel completo de tape art

Já se a ideia é soltar a imaginação e fazer da parede um grande painel artístico, se jogue usando toda a extensão da mesma como se fosse uma tela em branco e abuse das linhas infinitas, ligando umas às outras nas margens para dar a sensação de continuidade.

Não é necessário se apegar a linhas retas, mude o sentido para dar profundidade e movimento, use e abuse das cores para um maior contraste na decoração.


Animais e origamis para decorar

Pássaros, alces, ursos, elefantes, lobos… essas são algumas das referências que encontramos de bichos feitos em tape art. Para os apaixonados por animais, não faltam sugestões e há sempre possibilidade de inventar novas alternativas que combinem com seu gosto e personalidade.


Paisagens e formas arquitetônicas

Que tal referência a algum ponto turístico da cidade onde você mora? O contorno daquele arranha-céu clássico da capital pode ficar incrível na sala ou até mesmo naquele corredor de entrada do apartamento.

Vale também se inspirar em algum monumento ou construção do mundo da fantasia para criar o seu espaço, como o castelo de Hogwarts, por exemplo.

Se você gostou das dicas e tem algum amigo ou amiga que ama novidades de decoração, compartilhe essas e outras ideias para ele se inspirar com você!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Lei do Silêncio: nem sempre a noite é o problema

O barulho em exagero, em qualquer horário/dia, pode trazer consequências e sanções

Lei do Silêncio

Por Maicon Guedes*

Debate presente em quase todos os condomínios, a Lei do Silêncio é invocada constantemente entre vizinhos que se queixam desde barulhos de salto alto até festas de arromba pela madrugada.

Mas que Lei é essa? Não existe propriamente uma Lei editada pelo legislativo, denominada “Silêncio”. Na verdade, há inúmeras regras sobre o tema que configuram desde infrações no Regimento Interno do Condomínio até atos considerados Crimes ou Contravenções Penais em Leis Federais.

A começar pelo conceito de silêncio, que de forma plena é praticamente impossível de se alcançar.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), até 20 decibéis temos um índice de barulho imperceptível para a maioria das pessoas; até 50 decibéis, um nível saudável de ruído, como em uma conversa dentro do escritório com poucas pessoas ou numa rua sem tráfego.

De 55 decibéis até 65, diminuímos o poder de concentração, prejudicamos a produtividade no trabalho intelectual, e o descanso passa a ser menos intenso (um local normal de trabalho, uma rua com trânsito normal, uma sala com televisão em médio volume).

De 65 a 70 decibéis, o organismo em contato por médio a longo período passa a ter mudanças químicas para compensar o ruído, influenciando a longo prazo até mesmo em surgimento de alterações no estado de saúde (um restaurante cheio, uma rua movimentada, cinema, secador de cabelo).

Acima de 70, com exposições contínuas, o organismo fica sujeito a estresse degenerativo além de abalar a saúde mental.

Nos condomínios temos duas categorias de problemas com barulho que se sobressaem: o contínuo, como uma festa em salão ou na própria unidade; e os esporádicos ou breves (mas repetidos em vários dias), como caminhar com salto, arrastar móveis, usar aparelhos como furadeiras, aspiradores de pó, etc.

Os casos contínuos tendem a gerar conflitos diretos, ainda mais se a festividade envolve bebidas alcoólicas. No entanto, a verificação é mais simples e deve ser feita pelo vigilante, zelador ou síndico/subsíndico. Um pedido singelo para baixar o volume do som feito diretamente pelos vizinhos ao festeiro também é válido.

Ter uma terceira pessoa intermediando e/ou testemunhando a situação evita mágoas futuras e contribui para fazer prova do alegado.

Importante que esse terceiro não pessoalize a reclamação. Se o barulho é flagrante, não é necessário informar que o vizinho do apartamento “X” está pedindo para baixar o som. A obrigação de se manter o respeito e o bom senso se dá ainda que nenhum vizinho reclame expressamente.

É saudável avisar o “barulhento” antes de aplicar maior sanção. Por vezes, embalado pela alegria e empolgação, os níveis de som não são percebidos instantaneamente. Mas caso avisado e continuando com a perturbação, a multa regimental deve ser aplicada.

No caso de manutenção do barulho, nova multa pode ser aplicada e mesmo as autoridades policiais podem ser acionadas, tendo em vista que a produção de ruídos danosos à saúde é considerada crime ambiental (art. 54 da Lei 9.605/98), com pena de 1 a 4 anos de prisão.

Caso o ruído não tome a proporção de dano à saúde, mas interfira no sossego alheio (essa medida de acordo com localidade, horário normal para repouso e até mesmo dia da semana), podemos ter a configuração da Contravenção Penal de Perturbação do Sossego (art. 42 da Lei de Contravenções Penais) que prevê pena de até 3 meses de prisão ou multa.

Importante destacar: não existe no caso dos crimes acima, um horário determinado, como 22h que é em regra invocado como “a hora da Lei do Silêncio”.

A legislação para questões administrativas fixa até três faixas (das 7h às 19h, das 19h às 22h e das 22h às 7h, por exemplo, e por vezes, ainda há maiores limitações nos finais de semana).

O barulho/ruído em exagero, em qualquer horário/dia, pode trazer consequências e sanções. Em todos os casos, existem exceções como alarmes (sem prolongamento desnecessário), cultos ou sinos religiosos autorizados, eventos populares autorizados, manifestações pacíficas diurnas, etc.

Vários fatores influem sobre esse limite. O barulho aceitável em um resort de veraneio às 0h de um sábado é deveras elevado, enquanto que o barulho na frente de um hospital, mesmo que durante o dia, deve ser mínimo (até mesmo a proibição de buzinas ou carreatas com som em frente a esse local é proibida por lei).

No caso dos ruídos breves ou esporádicos, mas repetitivos ao longo dos dias, nada como a conversa franca e aberta entre vizinhos. A priori, sem envolver terceiros, para diminuir a exposição de um vizinho que por vezes desconhece os efeitos de seus sons na unidade ao lado ou abaixo.

A abordagem, sempre que possível, deve ser feita diretamente, sem interfones/telefonemas/e-mails. Isso porque, a “pessoalização” do pedido, iniciada com uma apresentação (caso vizinhos não se conheçam), tende a tocar mais e ser mais bem recebida.

Se o vizinho ignorar ou mesmo aumentar ruídos em retaliação, é hora de envolver o síndico para uma reunião ou até encaminhamento de sanções.

A maioria dos municípios possui legislação sobre níveis de decibéis aceitos por região/horário, havendo maior permissividade em zonas industriais e menor em áreas residenciais ou próximas a hospitais, escolas, etc.

Em Curitiba, por exemplo, a Lei 10625/2002 regulamenta o tema e prevê multas de quase R$ 20 mil reais dependendo da gravidade/reincidência do caso.

Uma forma de objetivar a fiscalização é adquirindo um decibelímetro. Existem bons aparelhos, aferidos pelo Inmetro, a partir de R$ 400 reais no mercado.

Dessa forma, a discussão sobre o barulho estar ou não alto se encerra com uma medição de segundos, objetivando o debate e não restando afetado por juízos de maior ou menor sensibilidade ao som.

(*) Maicon Guedes é advogado e sócio da Guedes & Quadros Advogados; mestre/professor de Direito; MBA em Gestão Estratégica Síndico Profissional e sócio da Providência Síndicos Profissionais.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

9 erros que as pessoas cometem quando vão reformar a casa e como evitá-los

Na hora de reformar a casa, é comum o morador ter algumas dúvidas sobre o que fazer, por qual cômodo começar e quais técnicas usar nas obras dos cômodos. O problema, no entanto, é quando a pessoa fica cercada de informações erradas sobre arquitetura e decoração – e isso passa a comprometer o planejamento e o estilo decorativo da casa.

casal reformando a casa

Vai reformar a casa? Confira alguns erros que as pessoas cometem nos cômodos das casas e saiba o que fazer

Para ajudar a esclarecer essas questões, a arquiteta Cyntia Sabat, especialista em projetos de interiores, lista alguns mitos que circulam pela internet – e que são erros cometidos por muitas pessoas. De acordo com a profissional, ao reformar a casa , o importante é manter uma harmonia entre todos os componentes do espaço e tomar cuidado para não cair em mitos.

1. Deixar de misturar estampas e texturas 

Para começar, é importante saber que a decoração feita com uma única estampa não significa, necessariamente, que o ambiente ficará harmônico. Na reforma, o décor deve ser pensando em um mix de cores, desenhos, texturas e materiais que irão trazer personalidade e elegância ao cômodo.

Diante disso, a especialista aponta que não há problema em misturar estilos e itens diferentes. O importante é que as escolhas conversem entre si e não criem uma confusão e poluição visual. Diferentes composições de quadros e almofadas são super bem-vindas, por exemplo.

2. Acreditar que piso de madeira não pode ser usado na cozinha e no banheiro

Acredita-se que em áreas molhadas, como é o caso do banheiro e da cozinha, a madeira deve ser evitada por conta dos riscos de apodrecer e estragar com facilidade. Por outro lado, quem quiser reproduzir o efeito do material, pode optar durante as obras por outras opções que o imitam e são ainda melhores para esses locais, como os pisos vinílicos, cerâmicas e porcelanatos.

3. Achar que misturar prateado com dourado é errado

A combinação de tons metalizados está em alta – e agrega requinte aos cômodos ao reformar a casa, afirma Cyntia. O ponto de atenção deve ser para que uma das cores seja o destaque e, a outra, o complemento. Algumas opções de revestimento de pastilha que misturam o dourado com o prateado podem ser usadas. A dica também vale para os tons cobre, rose e gold.

4.  Pensar que cores escuras diminuem o ambiente

Ao contrário do que muita gente acha, as cores escuras nem sempre irão fazer os locais parecerem menores do que eles realmente são. É importante saber que o que influencia nesse aspecto é o equilíbrio da quantidade que será aplicada e a estrutura que irá recebê-la – e não a cor.

Para trazer sensação de amplitude, vale pensar em uma boa iluminação na hora da reforma . A falta de luz é o que faz os ambientes aparentarem ser menos amplos. Se puder, invista em uma janela grande para que o local receba ainda mais luz natural.

5. Usar luz fria somente na cozinha

A luz fria, que melhora a iluminação, pode ser usada não somente na cozinha como também em banheiros, salas de estudo e ambientes comerciais e corporativos. Por outro lado, a quente e/ou morna apresenta uma temperatura de cor mais amarelada e que induz ao relaxamento. Por conta disso, é ideal para dormitórios e áreas sociais, como salas e varandas.

6. Deixar de usar papel de parede por achar que mofa

Ao reformar a casa, é fundamental avaliar a composição e o lugar em que o papel de parede será instalado. A arquiteta ressalta que a parede que irá receber o revestimento deve estar livre de umidade, pintada e, preferencialmente, com uma demão de seladora.

A profissional ainda explica que algumas opções de papéis disponíveis no mercado, como os vinílicos, são mais resistentes e podem ser instalados em cozinhas e lavabos, que são locais mais úmidos. A especialista garante que o tradicional não irá mofar sem um ponto de umidade como infiltração ou próximo de áreas úmidas.

7. Acreditar que plantas dentro de casa não sobrevivem

Enquanto algumas plantas necessitam de grande incidência solar, outras espécies podem ser usadas em ambientes internos, onde há pouca presença de sol. Ráfias, suculentas, samambaias e orquídeas sobrevivem bem e mostram que é possível montar uma decoração com plantas dentro de casa.

8.  Não usar lâmpada de led

Esse é mais um mito sobre reforma e obras que circula pela internet. A lâmpada de led, além de não esquentar e ser dez vezes mais durável que a incandescente, é mais econômica. Outro ponto positivo é que ela está se tornando mais acessível ao consumidor por conta da oferta e procura, além de novas marcas que estão surgindo no setor.

9. Só adotar pisos escuros

Os pisos de cores mais escuras – como é o caso do preto – sujam tanto quanto os claros. A única diferença é que as manchas ficam menos aparentes. Aspectos como acabamento polido, bordas retificadas e pouco rejunte ajudam a sujeira não ficar impregnada no piso, fator que facilita a manutenção – principalmente de quem está pensando em reformar a casa .

Fonte: Delas – iG @ https://delas.ig.com.br/casa/2019-04-03/9-erros-que-as-pessoas-cometem-quando-vao-reformar-a-casa-e-como-evita-los.html

Seguro condomínio: um dos pilares da sua gestão

Seguro condomínio é uma obrigação legal e deve ser cumprida pelo síndico. Se possível, viabilize a contratação da cobertura ampla.

Seguro condomínio: um dos pilares da sua gestão

 

Obrigatório por lei, conforme indica o artigo 1.346 do Código Civil, onde se lê que “é obrigatório o seguro de toda edificação contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial”, tanto para condomínios residenciais, comercias ou mistos, ter o seguro condomínio em dia antes de tudo é valorizar a vida e proteger o patrimônio coletivo e individual.

Veja mais: Seguro condomínio é coisa séria: veja algumas dicas

Temporal derruba muro em Curitiba

Nesse domingo, 07 de abril, um forte temporal atingiu a cidade de Curitiba, derrubando o muro de um conjunto habitacional sobre 11 veículos (dez carros e uma moto) estacionados na garagem do condomínio. O muro tinha cerca de dois metros de altura e caiu para dentro da moradia.

De acordo com a Comissão de Segurança de Edificações e Imóveis (Cosedi), chamada para uma vistoria técnica, a causa do desabamento foi uma infiltração no solo, o que causou uma sobrecarga na estrutura.

Segundo a síndica do residencial, Marilene Casemiro da Silva, o condomínio possui seguro. Porém, uma avaliação será feita pela empresa seguradora para saber se os donos dos veículos serão ressarcidos.

Responsabilidade do síndico

 

Por ser obrigação do síndico, na ausência de contratação do seguro condomínio, ele poderá ser responsabilizado por qualquer problema que ocorra no interior da moradia. Inclusive, podendo ter que assumir perdas e danos, bem como o ressarcimento dos moradores por algum sinistro.

O seguro condomínio é considerado uma despesa ordinária do condomínio. Portanto, não precisa ser aprovada em assembleia. Nesta reunião será decidido somente a empresa escolhida e o tipo de cobertura.

Palavra da especialista Simone Gonçalves. Saiba como funcionam as coberturas de seguro de condomínios

Duas modalidades de seguro

 

O seguro condomínio possui dois tipos de apólices: uma cobertura básica (essa obrigatória), na qual o condomínio fica assegurado em casos de perdas e danos materiais causados por incêndio, queda de raio e explosão de qualquer natureza.

E a cobertura ampla, em que além de estar assegurado na forma básica, o condomínio fica protegido no que se refere a danos elétricos, desmoronamento, acidente de veículos, vendaval, granizos, roubos de bens do condomínio e outros itens opcionais.

Seguro de responsabilidade civil

 

Tão importante quanto o seguro de cobertura básica ou ampla, é o seguro de responsabilidade civil. Já é bastante comum a contratação desse tipo de seguro nos condomínios. Nessa forma de seguridade a empresa indeniza danos a terceiros em função da existência e do funcionamento do condomínio.

Existem três principais formas de seguro sobre responsabilidade civil. A primeira se refere a danos materiais ou corporais causados por acidentes em áreas comuns.

Já o seguro de responsabilidade civil do síndico protege o condomínio contra a má administração do gestor, negligência não intencional e punições judiciais.

Por fim, na última esfera há ainda a responsabilidade civil sobre a guarda de veículos. Nesse tipo de apólice o condomínio é indenizado em caso de roubo ou furto e até mesmo colisões ocorridas dentro do condomínio.

Agora que você já sabe que o seguro condomínio é obrigatório, e existem diversas modalidades de contratação, procure uma empresa séria e responsável, contratando aquelas que prestam assistência 24 horas.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Veja como adicionar mais cor em sua cozinha

Cozinhas podem ser ambientadas com móveis de vários materiais, cores e acabamentos diferentes. O mais importante é que eles sejam fortes e resistentes

Cozinha colorida

Cozinha colorida (Viva Decora/Reprodução)

A cozinha de residência precisa, acima de tudo, ser funcional, mas também ser esteticamente agradável aos olhos. Embora esse tipo de ambiente precise sempre aparentar limpeza, um toque e outro de cor na decoração é permitido —e até aconselhável pelos arquitetos e designers de interiores.

Cozinhas podem ser ambientadas com móveis de vários materiais, cores e acabamentos diferentes. O mais importante é que eles sejam fortes e resistentes, principalmente contra umidade.

Depois dos eletrodomésticos, pode-se dizer que o item mais importante do cômodo é a pia. E ela pode ser toda feita em inox, assim como ter o tampo em pedra; e até ficar presa à parede apenas por meio de uma mão francesa.

Mas, o comum é ter na cozinha também balcões e armários aéreos. Alguns desses módulos podem ser feitos em metal ou alvenaria. Só que a maioria das pessoas prefere mesmo investir em peças de madeira, principalmente aquelas em MDF.

As características desse material são bem superiores; fora que há mais possibilidades de tamponamento dos móveis, algo que agrada bastante os consumidores.

Cozinha colorida

Cozinha colorida (Red Square Arquitetura/Viva Decora/Divulgação)

Quais as cores mais indicadas para móveis de cozinhas

Em geral, as pessoas têm investido mais em móveis de tons neutros para cozinha —principalmente o branco e os amadeirados claros.

Mas as fábricas também oferecem outras combinações, como peças em cinza, preto, amarelo, verde, laranja, vermelho, azul e muitas outras cores diferentes. Em tese, todas as opções caem bem com propostas de decoração de cozinhas. Tudo é só uma questão de intenção de projeto.

De acordo com a psicodinâmica das cores, os tons quentes, como aqueles presentes nas frutas vermelhas, supostamente estimulariam mais a fome.

Cozinha colorida

Cozinha colorida (Karla Amaral Arquitetura/Viva Decora/Divulgação)

Os tons frios são bons para aqueles que querem ficar sempre em forma, pois inibem o apetite. Já alguns mais em específico, como o laranja e o verde, lembrariam as pessoas dos benefícios de uma alimentação mais saudável.

Móveis não costumam sair barato, mesmo aqueles fabricados em série. Por esse motivo é que não são trocados com tanta frequência quanto se gostaria —só quando há a necessidade de atualizar os ambientes da casa.

Na hora da compra, muitos preferem não arriscar e acabam investindo o dinheiro em peças mais simples, neutras, que possam combinar com todo o tipo de decoração e resistir mais às transformações da moda.

Uma ideia mais em conta para adicionar cor nas cozinhas é mudar eventualmente itens de revestimento e principalmente de ornamentação.

Quais os materiais mais requisitados para revestimento de piso e parede de cozinhas

Cozinhas são consideradas áreas molhadas. E como tal, elas precisam ter suas superfícies bem protegidas de umidades. Sendo assim, os revestimentos disponíveis nas lojas mais indicados para cobrir suas paredes e pisos são os azulejos e os porcelanatos.

Mas já existem outras infinidades de materiais vendidos que podem servir também para este fim, como as placas de aço inoxidável.

Infelizmente, alguns tipos de revestimento para cozinhas são bastante caros. As pastilhas de vidro, por exemplo, são um material que vem sendo muito requisitado em propostas de decoração contemporânea.

Isso porque elas dão um brilho e uma textura muito bonita e diferente para as paredes e pisos de ambientes. Acontece que elas são placas bastante caras, que dificilmente podem ser adquiridas por qualquer pessoa.

Opções mais em conta de revestimento para cozinhas

Existem outras formas de proteger e personalizar as paredes das cozinhas antigas, adicionando mais cor às suas superfícies.

Uma delas é fazendo aplicação de falsos ladrilhos hidráulicos —vinílicos ou em placas plásticas— e de pastilhas adesivadas sobre os azulejos velhos, principalmente na área atrás da pia.

E outra é pintar uma das paredes do ambiente com tinta lousa e desenhar com giz várias figuras coloridas.

Como adicionar mais cor na decoração de cozinhas residenciais

Uma forma de renovar constantemente o visual de uma casa é trocar os objetos menores de ornamentação.

Deixando para os móveis, eletrodomésticos e revestimentos de parede e de piso as cores neutras, os tons mais vivos são acrescentados, portanto, por meio dos acessórios.

No caso da cozinha, os próprios utensílios podem ser as peças responsáveis por deixar a cozinha mais alegre e atual.

Além destes itens caros e utilitários, tem outros objetos que podem ser acrescentados na decoração da casa para dar mais cor a cozinha.

Cozinha colorida

Cozinha colorida (Decoradoria Decoração Online/Divulgação)

São exemplos vasos com temperos, garrafas de bebidas, potes de comidas, jardineiras, fruteiras e arranjo de flores. Também livros de culinárias, pratos, bandejas, sousplats, panos de prato, pegadores de panelas, tábuas de carne, relógio, tapete, quadros e banquetas.

Agora que você já recebeu todas estas dicas, estude maneiras mais em conta de você mudar o visual de sua cozinha.

Use e abuse da criatividade para deixar o ambiente mais alegre e colorido —seja através de móveis, revestimentos, utensílios ou ornamentos.

Estas dicas para deixar sua cozinha mais alegre foram criadas pela equipe Viva Decora.

Fonte: https://exame.abril.com.br/

Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros – AVCB

Documento em dia é uma tranquilidade para o síndico

Documento em dia é uma tranquilidade para o síndico

Nos últimos anos, muitas tragédias tomaram os noticiários não só do país, mas do mundo, como o caso do prédio que caiu no centro de São Paulo e o incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro.

Em comum, a falta flagrante de cuidado com a manutenção preventiva dos espaços que poderia ter salvado não apenas as estruturas, mas ter preservado vidas, no caso de São Paulo, ou um acervo incrível, no caso do museu do Rio de Janeiro.

E uma situação dessas não é restrita a edifícios antigos, como museus ou prédios ocupados. Qualquer condomínio está sujeito a ter que lidar com um incêndio. Casos do tipo em edifícios residenciais são mais frequentes do que se imagina.

É por isso que em diversos estados se pede um AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), ou documento similar. No Rio de Janeiro esse documento é mais conhecido como Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros.

Essa vistoria por parte do Corpo de Bombeiros prova que o condomínio está em dia com diversas obrigações de segurança. E é com um conjunto de documentos que se começa a caminhar rumo ao AVCB ou Certificado de Aprovação.

Veja abaixo quais itens devem estar em dia para se obter o AVCB

  • - ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO: é aquela capacitação que o condomínio deve oferecer periodicamente e que, na prática, infelizmente, não é muito frequentada.
  • - ART DOS PARA-RAIOS: a medição ôhmica do aparelho deve ser feita anualmente por força de lei – é, aliás, um elemento importante para se receber seguro em caso de sinistro.
  • - ART DAS INSTALAÇÕES DE GÁS: para saber se a tubulação não apresenta vazamentos e se está funcionando a contento.
  • - LAUDO ELÉTRICO: documento que atesta boas condições das instalações elétricas do condomínio.
  • - ATESTADO DOS SISTEMAS DE COMBATE A INCÊNDIO: Itens de segurança como hidrantes, extintores, corrimãos, sinalização de emergência, portas corta-fogo, etc.
  • - CMAR (Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento): para atestar que carpete, tintas e materiais utilizados no condomínio são anti-fogo
  • - ABRANGÊNCIA DO GRUPO-GERADOR (se o condomínio tiver): atestado que comprova que o aparelho do condomínio funciona corretamente.
  • - ATESTADO DA ESCADA PRESSURIZADA (se o condomínio tiver): os condomínios que contam com esse sistema devem ter o mesmo em dia.

Por que o AVCB pode sair caro para o condomínio?

Como se pode ver, a lista acima é longa. E realmente o AVCB fica caro, principalmente para quem nunca teve esse documento em dia desde a construção do condomínio.

“Nos empreendimentos onde atuo, providencio os atestados, certidões e ARTs anualmente. Dessa forma, quando chega o momento de renovar o AVCB está tudo certo e não fica caro”, ensina o síndico profissional Nilton Savieto.

Veja abaixo as taxas e serviços envolvidos para se obter o AVCB:

  • - ATESTADOS: Por lei, a renovação desses atestados deve ser anual. Em São Paulo, cada documento atualizado sai na faixa de R$ 1.000 A R$ 1.500.
  • - TAXA DE VISTORIA: Além dos atestados, os condomínios devem arcar com o custo da vistoria do Corpo dos Bombeiros. Cada corporação tem a liberdade de cobrar sua taxa. Em São Paulo, ela se chama FEPOM (Fundo Especial da Polícia Militar) e depende da metragem de cada condomínio. Ela inclui duas visitas, para que o condomínio consiga estar de acordo com as determinações da lei.
  • - PRÉ-VISTORIA: Mas antes de chamar o Corpo de Bombeiros, muitos condomínios investem nas empresas que fazem a pré-vistoria no local, apontando as mudanças a serem feitas. O serviço contratado detecta as falhas de segurança contra fogo no condomínio e dá o caminho para regularizar a situação. Além de apontar onde estão os erros, essas empresas também executam as alterações. Vale lembrar que essas prestadoras devem sempre contar com um engenheiro para assinar as ARTs (Anotação de Responsabilidade Técnica).
  • - ALTERAÇÕES NECESSÁRIAS: Os custos com as adequações vão depender de cada caso, se haverá mudanças estruturais ou não, reformas, etc.
  • - PROJETO TÉCNICO: Outro item que pode se tornar caro para o condomínio é a execução de um projeto técnico. Esse documento é geralmente elaborado quando o condomínio é construído, mas se perde ao longo do tempo – principalmente se o local não renovou o seu AVCB por muito tempo. Nele constam informações como os locais onde os equipamentos contra o fogo devem ficar. Uma empresa conceituada, dependendo das alterações a serem feitas, pode cobrar mais de R$ 6 mil apenas para elaboração deste projeto. Geralmente as próprias prestadoras de serviço que fazem a pré-vistoria também elaboram esse tipo de documento.

Responsabilidade do síndico X investimento para se obter o AVCB

Responsabilidade civil X Investimento

Apesar de representar um grande investimento, é de extrema importância que os síndicos tenham a consciência da importância de se ter o AVCB em dia.

É importante frisar que a principal questão aqui não é financeira. Afinal, se o condomínio sofrer um sinistro, como um incêndio, além de colocar em risco todos os moradores, pode ter dificuldades para o recebimento do dinheiro do seguro por não estar com a documentação em dia.

Outro ponto é que o síndico pode responder civil e criminalmente, caso aconteça uma morte ou algo mais trágico.

Para Luciano França Loureiro, da Ahso/Fix, empresa de pré-vistoria, houve um aumento significativo na demanda nos últimos anos – tanto no número de clientes fazendo seu primeiro contato, como daqueles que estão renovando o documento novamente pela empresa.

“Depois do desastre da boate Kiss, muita gente percebeu que um incêndio pode acontecer em qualquer lugar. Isso abriu os olhos dos síndicos”.

E se os condôminos não aprovarem os custos para se obter o AVCB?

Um ponto importante levantado por Nilton Savieto é quando os moradores não autorizam o síndico a fazer o investimento nessas melhorias.

“Nesse caso, o síndico deve pesar se permanece no cargo ou não. Eu não aconselharia, pois em um caso mais grave, a responsabilidade recairia sobre o síndico, infelizmente. Para se resguardar, o gestor pode, ainda, deixar registrado em ata de assembleia o motivo de estar deixando o cargo”, analisa ele.

Principais correções que o AVCB pede

Os especialistas ouvidos elencaram as principais falhas no combate contra incêndios nos condomínios. Veja:

  • - LUZ DE EMERGÊNCIA: muitas vezes o condomínio não checa se esse sistema está funcionando corretamente. Então, algum problema só é detectado quando a luz de emergência é utilizada.
  • - ROUBO DE ITENS: partes do hidrante são subtraídas por moradores ou visitantes. Para evitar que se passem meses sem que se saiba do problema, o zelador deve fazer uma vistoria semanal nos equipamentos, para que a reposição dos itens aconteça o mais rápido possível. A instalação de câmeras em pontos estratégicos também ajuda nesta questão.
  • - MANGUEIRA CURTA: às vezes, ao fazer a reposição do equipamento, para economizar, compra-se uma mangueira com metragem inferior à necessária
  • - CORRIMÃO: atualmente os corrimãos devem começar e terminar nas paredes, evitando assim que num momento de tumultuo as pessoas se machuquem
  • - PORTA CORTA-FOGO: o equipamento deve se fechar inteiramente. O defeito mais comum é a mola defeituosa, fácil de trocar.
  • - OBSTRUÇÃO NAS ROTAS DE FUGA: lixeiras e outros itens como bicicletas e mobiliário não devem ficar na escada de emergência

Como se pode ver, os casos mais comuns de inadequação com a norma não são economicamente inviáveis. Muitas vezes, o problema é ter de realizar todas essas melhorias de uma só vez, em um curto espaço de tempo – aí sim pode impactar negativamente nas finanças do condomínio.

Mas realmente há muitos casos de condomínios que ficaram para trás e que para renovar o AVCB precisarão de inúmeras reformas – algumas até estruturais.

 “Um dos nossos clientes estava com o AVCB vencido já há muitos anos. Agora estão gastando bastante para adequar as instalações. Até tubulação de gás estão colocando”, conta Gilberto Vespúcio, sócio da administradora GW.

Qual o prazo de renovação do AVCB?

A periodicidade correta para renovar o AVCB depende de cada estado. Em São Paulo, os AVCBs emitidos esse ano estão com prazo de vencimento de cinco anos para condomínios residenciais e três anos para os comerciais.

Porém, a média nos outros estados, como Minas Gerais e Rio de Janeiro é de três anos. Estados como Bahia e Rio Grande do Sul estão ajustando sua legislação para atender de maneira mais segura os condomínios.

Em Santa Catarina, o condomínio pode solicitar a vistoria anualmente.

Mesmo com períodos diferentes é importante notar que os itens averiguados pelo Corpo de Bombeiros na vistoria devem seguir normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Esses regramentos não são leis, mas servem como um parâmetro a ser considerado pelo síndico no tocante a manutenção do condomínio.

Como é a fiscalização e qual a multa caso o condomínio não tenha o AVCB em dia?

Na grande maioria dos casos, o Corpo de Bombeiros não consegue fiscalizar ativamente os condomínios de todo o país. Quando eles “aparecem” para uma vistoria surpresa é porque receberam uma denúncia.

A multa vai depender de como estão os equipamentos de segurança contra fogo do condomínio. Geralmente o condomínio também recebe um prazo para corrigir as eventuais não conformidades dos seus itens de segurança.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Não faça feio: acerte nos ambientes compartilhados

Nem tudo precisa ser preto e branco para ter uma integração perfeita e arrancar elogios

Já ouviu aquela história de que a sala deve conversar com a cozinha americana? Pois é, e esse diálogo pode ir além da bancada. A decoração faz isso por você, integra perfeitamente os ambientes – e não pense que tudo precisa ter a mesma cor para combinar, dê colorido à sua casa!

“A integração perfeita é aquela em que os ambientes conversam entre si. Mesmo que tenha uma diferenciação, seja de piso ou cores, é importante que eles tenham estilos e design complementares, pois assim não terá a sensação de um ruído na comunicação” explica a arquiteta Nina Abadjieff.


(Foto: Osvaldo Cruz)

A designer de interiores Fabiana Visacro dá logo a dica: o fundamental é a pessoa se sentir confortável em casa. “Que não tenha que ficar desviando dos móveis para chegar num próximo ambiente e crie uma sensação de unidade. O recurso para setorizar os ambientes pode ser feito com gesso, iluminação, piso, revestimento,tapete”.

Para ser um sucesso

Nina destaca a harmonia entre materiais, que eles sejam similares. E muito cuidado com o excesso, ou você vai querer deixar seu lar poluído visualmente? “Se o ambiente for pequeno, o uso do espelho é essencial, pois, além de criar uma sensação maior de amplitude, ajuda a setorizar os espaços de maneira mais leve”.


(Foto: Osvaldo Cruz)

Fabiana acha que o piso não precisa ser igual quando os ambientes são integrados. Isso porque é possível fazer a demarcação das áreas utilizando pisos diferentes. “Quanto à luz, eu gosto de usar a mesma, se uso uma tonalidade amarela na sala, ela se repetirá na cozinha”, diz ela, lembrando que a iluminação pode mudar a tonalidade de móveis.

Ousar mais

Pode sim, caprichar nas cores. Tonalidades fortes são pouco usadas em ambientes integrados por medo de que enjoem rápido. Porém, existem alguns revestimentos com cores mais ousadas que não são cansativos. “Além disso temos a iluminação, que pode ser de trilho ou um lustre com design irreverente”, aposta a arquiteta.


(Foto: Osvaldo Cruz)

“Uma maneira bem legal de trabalhar os ambientes integrados é usar algo com estilo diferenciado. Vamos supor seja um ambiente com proposta contemporânea: o lustre da sala de jantar pode ser clássico. Isso causa uma sensação boa de surpresa no espaço”, aponta a designer.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

O síndico do seu condomínio não cumpre com as responsabilidades? Destituição pode ser saída

Veja os casos em que é possível fazer a destituição e como observar se o condomínio é bem administrado

O síndico do seu prédio foi eleito para exercer a função por um ano e ponto final? Não é bem assim. Ele pode perder o cargo a qualquer momento. Claro que é necessário convocar uma assembleia para decidir sobre isso e comprovar que o síndico não está cumprindo seu papel corretamente.

“Pode ser destituído o síndico que deixa de realizar anualmente assembleia de prestação de contas, que pratica irregularidades ou não administra convenientemente o condomínio“, explica o presidente do Sindicato Patronal dos Condomínios de Prédios Comerciais, Industriais, Residenciais e Mistos do Estado de São Paulo (Sindicond), José Luiz Bregaida.

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A não prestação de contas é um dos pontos que mais destituem síndicos de condomínios (Foto: Shutterstock)

Os condôminos podem colher abaixo-assinado convocando assembleia para destituí-lo, bastando participação de um quarto dos moradores que estão com os pagamentos mensais em dia.

“É fundamental que, caso cheguem ao ponto de pedir a destituição do síndico, os condôminos tenham provas documentais ou argumentos para que a assembleia decida”, ressalta o presidente da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), José Roberto Graiche Jún

É importante que o acusado possa se defender e tentar demonstrar que sua gestão está normal e dentro da legalidade. “A regra principal para evitar que o síndico possa pleitear e ganhar ação por danos morais é: quem acusa deve ter provas e permitir sempre o direito à defesa“, pontua Rubens José Reis Moscatelli, presidente do Sindicato dos Condomínios Prediais do Litoral Paulista (Sicon).

Observe

Todo condômino pode verificar as contas do condomínio por meio do portal da administradora, dos boletos e até mesmo consultando as pastas de prestação de contas.

“O acompanhamento do trabalho do síndico ocorre através da observação daquilo que foi estipulado em assembleia, bem como da análise da documentação. Essa fiscalização é através dos conselheiros eleitos, mas também é direito do próprio condômino fazê-lo”, diz Moscatelli.

síndico
É importante que o condômino observe de perto as ações administrativas do síndico (Foto: Shutterstock)

Bregaida destaca a importância da participação dos moradores na assembleia de prestação de contas. “É quando a administração do síndico é julgada e as despesas podem ser reprovadas, se forem irregulares. Neste caso, ele pode ser responsabilizado por perdas e danos”.

Graiche Júnior lembra que o mesmo vale quando o condomínio contrata um síndico profissional. “Pela lei, não há distinção de síndico condômino e síndico externo (profissional). Porém, os contratos firmados podem determinar outras regras para destituição”, detalha.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Correspondências em condomínios

Resultado de imagem para correspondencia condominioCuidado com a distribuição interna deve ser grande.

A correspondência ainda é uma grande parte da nossa vida em sociedade. É pelo correio que chegam contas, extratos, avisos. Diversos itens importantes que devem ser entregues o mais rápido possível aos seus destinatários.

Daí a necessidade de que o condomínio seja rápido e certeiro na entrega e distribuição da correspondência para os moradores. Afinal, ninguém quer perder um prazo de pagamento de um boleto, ou pior, saber que um cartão, por exemplo, já foi entregue, mas está ‘perdido’ dentro do condomínio.

Distribuição

Geralmente o correio entrega a correspondência de uma só vez, uma vez por dia, no condomínio. Em empreendimentos menores, é comum que a divisão e distribuição de cartas sejam feitas pelo zelador ou porteiro. Estima-se que em um condomínio de pequeno porte essa tarefa tome cerca de uma a duas horas diárias do profissional.

É importante que as regras estejam estabelecidas no regimento interno do condomínio, e que qualquer alteração seja votada em assembleia.

Em condomínios maiores, geralmente as cartas comuns são destinadas aos escaninhos de cada unidade. Então, quando desejarem, os moradores podem ir ao local e retirar sua correspondência.

Cartas registradas

Caso a carta seja registrada, ou um telegrama ou citação judicial, o trâmite é diferente. O ideal é que o profissional de portaria faça uma lista com as correspondências desse tipo, com protocolo, e que os moradores assinem ao receber o material, que, portanto, deve ser entregue em mãos – seja na unidade, na portaria ou na sala do zelador.

Esse tipo de livro de controle e protocolo de recebimento pode ser facilmente encontrado em papelarias.

Condomínios de grande porte

Mas e em condomínios de grande porte, com duas torres ou mais?

O volume de correspondência é enorme, e o grau de exigência é o mesmo: o esperado é que as cartas cheguem às caixas dos moradores no mesmo dia.

Para se ter uma ideia, em um condomínio com 5 torres e aproximadamente 300 unidades, o volume diário de correspondências pode chegar a 1.500 cartas.

Nesse tipo de cenário, seria irreal pensar que o zelador, sozinho, conseguisse fazer a separação desse material e ainda cuidar de todas as outras tarefas de sua função. Por isso, em grandes empreendimentos, o ideal é haver um funcionário encarregado apenas dessa função.

“Além de haver pelo menos uma pessoa destacada apenas para isso, é importante que haja um local destinado para a triagem da correspondência, evitando assim que o material seja perdido ou extraviado”, ensina José Carlos de Oliveira, gerente de condomínios da Habitacional.

Depois de organizadas, as cartas devem então ser encaminhadas aos escaninhos de cada morador.

No caso das cartas que necessitam de assinatura, a logística é a mesma que em condomínios menores. As mesmas devem ser protocoladas e entregues, mediante assinatura no ato do recebimento. Assim, fica mais fácil controlar o que foi entregue de mais importante, além de ser uma segurança a mais para os responsáveis pela organização do material.

Um exemplo de como o cuidado com as correspondência pode ser extremo é o condomínio Projeto Viver, na zona leste de São Paulo. Devido às 28 torres, que somam 1.792 unidades, o empreendimento recebe cerca de 10 mil cartas por dia. Para fazer a triagem são necessários dois funcionários destacados apenas para essa função.

Estrutura externa

Em alguns condomínios mais novos, o trabalho de separação e organização de correspondência não é feito internamente. Isso porque o próprio carteiro consegue entregar as cartas destinadas àquele condomínio, quando o mesmo conta com uma caixa de correspondência.

Há condomínios que conseguem fazer essa adaptação em sua estrutura, justamente para agilizar a entrega do material no condomínio. Em alguns casos, há espaço até para revistas. Apenas os jornais é que são entregues na portaria e encaminhados para as unidades, por serem mais volumosos.

As cartas que necessitem de assinatura também devem ser entregues ao profissional da portaria, com protocolo.

Extravio

Deixar de receber uma carta por falta de atenção dos funcionários do condomínio é algo extremamente complicado. De acordo com as fontes ouvidas pelo SíndicoNet, o normal é que isso aconteça no máximo duas vezes por ano, em um residencial de médio porte.

Se a situação começar a se tornar corriqueira, vale conversar com os funcionários da área e tentar descobrir se há algo de diferente acontecendo, ou se o volume de trabalho aumentou de repente, e com isso, o ritmo de trabalho aumentou muito. Oferecer reciclagem também pode ser uma alternativa aos funcionários da área para melhorar o desempenho.

Sempre que houver um extravio, o morador em questão deve registrar sua queixa no livro de ocorrências, além de conversar com o zelador. Assim, ficam todos cientes do acontecido, além do morador que ficou sem sua correspondência ter um  registro por escrito da situação.

Vale lembrar que o condomínio, e por consequência, o síndico, é responsável pela entrega correta de correspondência aos moradores, que, caso se sintam lesados por uma perda ou extravio de cartas ou entregas, podem acionar o condomínio judicialmente.

Fonte: SindicoNet

6 dicas infalíveis para diminuir os custos do condomínio

A lista de despesas de um condomínio é extensa

A lista de despesas de um condomínio é extensa

Folha de pagamento, manutenção, impostos, água, luz de áreas comuns, limpeza, seguros, fundo reserva e jardins. A lista de despesas de um condomínio é extensa e, raras exceções, reduzir o custo da taxa mensal do condomínio é cada vez mais difícil.

Porém, com algumas alternativas é possível reduzir os gastos em até 30% e, consequentemente, diminuir as inadimplências. Confira abaixo algumas dicas para ajudar os síndicos com cortes de gastos e investimentos.

1 – Horas extras

Despesas com funcionários representam até 85% dos gastos totais de um condomínio. Planejar as escalas corretamente é o primeiro passo para economizar, diminuindo os gastos com horas extras. A contratação de funcionários fixos pode ter um custo menor. Por outro lado, a terceirização protege o condomínio de eventuais passivos trabalhistas.

2 – Tecnologia

Outra forma de diminuir o custo folha é investir em tecnologia, como automação de portões, instalação de porteiro eletrônico, câmeras de vigilância.

3 – Inadimplência

A inadimplência é outro principal fator no aumento da cota condominial. Por isso, é fundamental o papel da administradora em fazer uma ação preventiva, conscientizando os condôminos sobre a importância que tem a falta de pagamento e também exercer cobrança ativa e imediata, procurando não deixar acumular meses em atraso.

4 – Revisões e manutenções

Outras formas de reduzir as despesas é realizar revisões constantes, como substituição de lâmpadas modernas, manutenções preventivas nas redes de água e energia, motores elétricos, bombas, gerador, etc. A manutenção de limpeza de caixa d agua, jardins, hidrantes, extintores e para raios deve ser feita, pelo menos, a cada seis meses.

5 – Luz e água

Instalação de sensores de presença, troca de lâmpadas fluorescentes e comuns por LED, modernização de geradores, elevadores, captação de água de reuso etc. Essas são algumas medidas básicas que podem colaborar na redução de custos.

6 – Orçamento

O planejamento orçamentário é a melhor forma para reduzir a taxa de condomínio, prevendo gastos do próximo ano. Nesse caso é fundamental a contratação de empresas especializadas como as administradoras de condomínios.

*As dicas são de Fabiano Neaime, diretor da Ollo Condomínios e idealizador do OBZ

Fonte: Hoje em Dia

Tendência: confira inspirações de paredes geométricas

Leve formas para todos os ambientes da casa

A decoração da nossa casa geralmente mostra um pouco da nossa personalidade. Muitas vezes queremos mudar um ambiente, mas não sabemos por onde começar. Uma dica é fazer uma mudança nas cores das paredes.

Sempre se ouve sobre tendências, as cores que estão em alta, porém as paredes geométricas vem ganhando cada vez mais espaço, e podem ser aplicadas em qualquer ambiente.

As listras geralmente são as queridinhas quando o assunto é fazer uma parede com formas, além disso, criar paredes geométricas é bem simples, tudo o que você precisa é de fitas, um rolo de pintura e tinta.

Confira abaixo algumas inspirações que o ZAP em Casa separou junto com o Pinterest para você colocar em prática, e ter uma parede geométrica para chamar de sua.

 

paredes geométricas
É possível fazer as mais diversas formas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
É preciso prestar atenção na combinação de cores (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
Dá para fazer combinações com cores fortes e claras (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
Quem quiser, pode optar por apenas algumas formas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
As paredes geométricas podem ser usadas em qualquer cômodo (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
As formas escolhidas podem ser as mais variadas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
A maioria das formas podem ser desenhadas com fitas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
As formas podem ter tamanhos diferentes (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
As formas deixam o ambiente mais moderno (Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: ZAP Imóveis

 

Saiba como preparar a parede para receber a pintura

Mudar a cor pode parecer tarefa fácil, mas é preciso cuidado para seguir os passos necessários para ter um bom resultado e evitar prejuízos

Pode parecer tarefa simples pintar a parede de casa. Muita gente, para economizar, acaba colocando a mão na massa por conta própria sem ajuda de um pintor. Porém, é preciso ter muito cuidado e seguir os passos necessários para alcançar um resultado positivo e não precisar refazer o serviço posteriormente – gerando mais gastos e prejuízos. Fique atento às dicas para preparar a parede para receber a pintura e deixar o ambiente bonito e com cara de novo.

Na hora de colocar a mão na massa, são basicamente três passos a ser seguidos: preparação da superfície, nivelamento (massa) e acabamento (pintura). “Quem se aventura a pintar a casa sem ajuda de um profissional deve saber que a pintura é uma etapa final, por isso a chamamos de acabamento. Assim, é preciso estar ciente que a etapa de preparação da superfície vai garantir a qualidade final do acabamento”, explica o arquiteto Artur Diniz.

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Na hora de colocar a mão na massa, são basicamente três passos a ser seguidos: preparação da superfície, nivelamento (massa) e acabamento (pintura) (Foto: Shutterstock)

Todo o processo para a pintura da parede nova vai depender do estado em que ela se encontra. O primeiro passo é avaliar como ela está antes de iniciar os procedimentos. “Para não ter prejuízos posteriores, a parede deve estar firme, limpa, livre de infiltração, umidade, pó, gordura e mofo.

Se qualquer um destes problemas acontecer, é preciso resolver antes da pintura para não perdê-la depois. Se a decisão for apenas mascarar o problema, saiba que ele vai voltar”, alerta o arquiteto. A boa notícia é que para cada um desses problemas existe uma solução. “Na dificuldade de identificá-lo, vale a pena consultar um pintor experiente, que vai saber usar um produto adequado para corrigi-lo, resultando em economia de tinta e materiais”, acrescenta.

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É preciso ter muito cuidado e seguir os passos necessários para alcançar um resultado positivo e não precisar refazer o serviço posteriormente (Foto: Shutterstock)

Artur Diniz ainda reforça a importância de escolher todo o material adequado de acordo com o acabamento desejado e o ambiente de aplicação. “Ambientes internos e externos ou cada tipo de superfície pedem materiais ou uma preparação diferentes. Via de regra, os fundos preparadores devem ser aplicados em superfícies de gesso; seladores devem ser usados em paredes novas de reboco; massa corrida e tinta PVA devem aparecer em ambientes internos; massa e tinta acrílicas podem ser utilizadas em ambientes externos ou internos”, lista.

Quando a parede é nova, o primeiro cuidado diz respeito ao tempo de secagem do reboco. “Este período leva em torno de 30 dias e ignorar este prazo vai ocasionar problemas futuros diversos pois a tinta vai reagir com o cimento do reboco”, afirma o arquiteto.

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Todo o processo para a pintura da parede nova vai depender do estado em que ela se encontra (Foto: Shutterstock)

Ponto importante é corrigir buracos de pregos, trincas e rachaduras. No primeiro caso, pode-se aplicar massa corrida em áreas molhadas, como cozinhas e banheiros, e em ambientes externos, como fachada e varanda.

Já a massa PVA deve ser usada em ambientes internos. “Para corrigir trincas e rachaduras, não deve aplicar massa corrida ou acrílica pois estas servem para nivelar a superfície com imperfeições de até 3 milímetros. Neste caso, deve-se usar gesso ou argamassa e, de preferência, solucionar o problema com a ajuda de um engenheiro”, acrescenta Artur.

Ainda é preciso tirar o excesso do reboco com uma lixa grossa, mas não passe com força para não provocar ranhuras. Porém, existe outra possibilidade a depender do resultado final que a pessoa espera. “Se o desejo é um resultado mais rústico, pode tirar partido das imperfeições do reboco, aplicar selador e pintar em seguida. Mas se quer um fino acabamento de qualidade superior, deve-se aplicar a massa corrida ou acrílica, lixar e aplicar a tinta”, recomenda. Neste último caso, é necessário limpar antes de pintar, passando uma vassoura para retirar o pó e finalizar com um pano úmido. Estas etapas são importantes para que a tinta não descasque no futuro, já que a poeira e partes soltas são as maiores responsáveis pelo descolamento de tinta no futuro.

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Para otimizar todo o processo, inclusive a limpeza final, é necessário proteger as partes que não receberão pintura (Foto: Shutterstock)

Antes de iniciar a pintura em si, preste atenção às recomendações dos fabricantes para que o resultado saia perfeito. “Deve-se seguir as recomendações dos fabricantes, contidas na lata. Geralmente os pintores não aguardam o tempo de secagem recomendado para cada lata, o que pode comprometer o rendimento e acabamento da tinta. Este tempo pode variar, sendo normalmente em torno de quatro horas entre demãos de massa ou entre demãos de tinta”, alerta Artur. “Ainda fique atento às recomendações de diluição para as tintas pois variam de fabricante para fabricante. Utilize sempre água limpa e potável e misture de forma homogênea”, complementa.

Na hora de pintar, alguns cuidados também são importantes. “Para otimizar todo o processo, inclusive a limpeza final, é necessário proteger as partes que não receberão pintura e o piso. Utilize fitas adesivas e jornais. Pinte primeiro os cantos com trincha e depois pinte as superfícies maiores como rolo de lã e pelo curto”, reforça. O arquiteto ainda aconselha fazer o trabalho todo de umasó vez. “Uma vez iniciada a pintura de uma parede, não interrompa para voltar a pintar em outro momento para manter a aparência uniforme”, ressalta.

Outra dica fundamental para ter um resultado bom é fazer a pintura em horários com bastante luz natural. “Desta forma, facilita a visualização de possíveis manchas. E ainda prefira pintar em dias com pouca umidade relativa do ar ou temperaturas que não estejam muito baixas ou muito altas”, completa Artur.

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Outra dica fundamental para ter um resultado bom é fazer a pintura em horários com bastante luz natural (Foto: Shutterstock)

Fonte: ZAP Imóveis

Funcionários do Condomínio – equipe própria ou terceirizar?

Pequeno, médio ou grande, os condomínios sempre precisam de colaboradores que fogem à contratação ocasional ou autônoma.

funcionarios em condomínios - administradora de condomínios

A portaria e a limpeza como regra são as portas de entrada para uma equipe de funcionários que desempenharão atividades fundamentais para o bom desenvolvimento de um Condomínio.

Inevitavelmente, a primeira dúvida que surge é sobre a escolha de uma equipe própria ou terceirizada. Qual seria a melhor opção? A resposta, infelizmente é: depende. Dependerá muito das necessidades do Condomínio, do nível de exigência de seus condôminos em relação à agilidade nas respostas às demandas administrativas, limpeza e manutenção.

Vamos às diferenças entre equipe própria e terceirizada:

Equipe própria:

Prós: a) Há um controle total sobre a seleção do funcionário, que será admitido diante das necessidades e qualificações exigidas pelo Síndico;  b) A disciplina do funcionário fica sob controle do Síndico, que não depende do terceirizador para aplicar advertências, suspensões e até demissões;  c) o treinamento para regras internas é mais duradouro, pois funcionário não corre risco de ir para outro posto da terceirizadora; d) no caso de insatisfação do funcionário, este terá duas opções, pedir o desligamento ou rediscutir as bases da relação trabalhista, não podendo simplesmente trocar de posto de trabalho ao solicitar para uma terceirizadora; e) em razão do custo menor para contratação, poderá o condomínio pagar um salário maior e ter políticas de benefícios que tragam maior satisfação com retendo talentos e diminuindo turnover em geral, pois há invariavelmente a comparação pelo funcionário com outros empregos na área e em regra as terceirizadoras pagam apenas os pisos Convencionais.

Contra: a) custos com treinamento, uniformes, rescisão ficam sob encargo do Condomínio; b) férias e licenças deverão ser cobertas por novos funcionários a serem contratados (com custos em paralelo, do licenciado/em férias em conjunto com o funcionário que esteja cobrindo ausência) ou o inconveniente de ter a equipe incompleta e por vezes deixando as rotinas atrasadas no Condomínio; c) faltas quase nunca são substituídas, pois as formas de backup do condomínio acabam sendo muito caras, com contratações avulsas; d) riscos de reclamatórias trabalhistas ficam sempre com Condomínio

Equipe Terceirizada:

Prós: a) substituição rápida no caso de faltas, sem acréscimo de valor. No caso de funcionário próprio, além de pagar um valor bem maior para o folguista como regra, há a dificuldade em buscar o profissional de emergência, a portaria sem dúvida é a área mais sensível; b) no caso de férias e licenças dos funcionários, um substituto é colocado no posto, sem aumento do custo mensal; c) treinamento para postura no atendimento e realização de atividade de limpeza, manutenção e segurança ficam sob responsabilidade da terceirizadora, cabendo ao condomínio apontar falhas e sugerir mudanças; d) caso um funcionário se atrase para render outro em posto 24h, o anterior ficará no posto até chegada do colega sem gerar custos extras; e) no caso de reclamatórias trabalhistas, por mais que exista a responsabilidade solidária do Condomínio, contratualmente podem os riscos e custos serem assumidos pela terceirizadora, bastando contratar uma empresa sólida e séria.

Contras: a) o custo é maior, pois além do salário/encargos trabalhistas, o Condomínio terá de pagar o custo administrativo do Terceirizador, o risco sobre demandas trabalhistas, tributação sobre faturamento e claro, o lucro. Esse incremento vai variar de empresa para empresa, mas sem mágica, sonegação ou superfaturamento, o valor será entre 50% e 90% acima do valor de uma contratação direta do colaborador; d) no caso de insatisfação do terceirizado com o Condomínio ele poderá ao invés de dialogar com Síndico para debater relação trabalhista, simplesmente solicitar remoção para outro Condomínio, aumentando turnover e perdendo o treinamento específico sobre regras internas. Não há necessidade do funcionário pedir seu desligamento, empoderando-o; e) o poder disciplinar fica longe do Condomínio que resta com menor autonomia e agilidade para o controle equipe.

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br

Como está a Convenção e o Regimento Interno do seu condomínio?

Elaborados para ajudar a administração, os instrumentos que definem as normas de convivência não devem ficar parados no tempo. O texto precisa estar de acordo com a legislação atual e a realidade de cada um.

Como está a Convenção e o Regimento Interno do seu condomínio?

Leis mudam, entendimentos jurídicos são aperfeiçoados, novas tecnologias surgem a todo instante, questões comportamentais são alteradas em função da modernidade, espaços novos são disponibilizados nos edifícios e exigem um regramento específico. Com tanta novidade, o desafio aqui é manter as leis condominiais sempre atualizadas para evitar problemas e facilitar o dia a dia do síndico. Mas, por exigir a participação ativa da maior parte dos moradores, muitas vezes a convenção e o regimento interno se tornam defasados e não compreendem as reais necessidades dos moradores.

De acordo Dennis Martins, advogado e diretor em SC do Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário, não há uma obrigatoriedade de atualização, seja da convenção ou do regimento, mas sim uma faculdade conferida aos condôminos. Entretanto, ele destaca a necessidade do exercício da observação, quanto à importância da renovação. “Antes de qualquer coisa, entendo que seja importante dar um passo atrás e questionar se, efetivamente, é necessária uma atualização ou se não é o caso de apenas se aplicar os instrumentos já existentes. A convenção e o regimento são normas e, como tais, a sua aplicação prescinde de um exercício de interpretação que comumente já supre a necessidade. No entanto, verificando-se que a situação realmente demanda a alteração de quaisquer dos instrumentos a dica é a de se elaborar cláusulas com um conteúdo objetivo e direto”, avalia.

E, um bom indicador de que está chegando o momento de repensar as regras é quando o síndico começa a ouvir diferentes reclamações que ainda não constam nos documentos. Mas é preciso estar preparado, já que o processo de mudança pode ser polêmico e demorado, exigindo muita paciência por parte dos gestores. Como é o caso do condomínio Portal do Sol, em Florianópolis, administrado pelo síndico Rogério Freitas, que após identificar a necessidade de estabelecer novos parâmetros para manter uma convivência sadia, convocou assembleia e já há algum tempo realizou as alterações. Só que, mesmo com o texto pronto, faz mais de um ano que está realizando a coleta das assinaturas dos moradores, necessárias para validar a convenção.

“Os procedimentos apesar de semelhantes exigem atenções distintas. Com a convenção uma comissão manifestou os anseios da coletividade e os apresentou a um advogado que redigiu o texto. O mesmo foi levado a uma assembleia de maioria simples, convocada para esse fim, onde foi aprovado. E com a proposta em mãos ainda estamos no processo de coleta dos 2/3 de assinaturas obrigatórios para validar a proposta como convenção propriamente dita. Com o regimento interno, o conselho se reuniu e propôs alterações ao texto original, que foi apresentado e lapidado em uma assembleia, também convocada só para isso, e que o aprovou por votação de maioria simples”, explica Rogério.

Já nos condomínios administrados pelo síndico profissional Ronaldo Alves Junior, o processo de alteração nas regras foi tranquilo e os proprietários já aprovaram os documentos. Como dica para os que ainda vão passar pelo processo, na tentativa de que o objetivo seja alcançado com o mínimo de desgaste, ele destaca a importância de pensar na logística. “O síndico ou a comissão devem encontrar um formato, com prazos definidos, para a formulação das propostas de mudanças, passando pela apresentação e votação na assembleia até a colheita das assinaturas. Neste sentido, uma plataforma on-line que permita a discussão antecipada de pontos divergentes pode tornar a assembleia mais objetiva, assim como verificar previamente no cartório de registro de imóveis para saber quem é o proprietárioda unidade evita transtornos indesejados no momento do registro”, conclui.

Ainda de acordo com o gestor, as mudanças devem ir principalmente ao encontro das necessidades atuais, não só pelas atualizações do Código Civil, mas pela necessidade frente à evolução da sociedade. “As normas alteradas devem ficar um retrato mais harmônico e fiel da realidade e dos anseios dos condôminos e por terem sido atualizados por profissionais com experiência na área e vivência na administração de condomínios”, comenta.

Influências do Código Civil

Mesmo após a sua atualização, o Código Civil, de forma proposital, trata do “Condomínio Edilício” de forma bastante genérica, deixando diversas lacunas – de forma expressa e por omissão – para que cada condomínio possa estabelecer normas mais adequadas a sua necessidade, uma vez que as realidades não são iguais em todo o país. Mas, segundo o advogado Alberto Luís Calgaro, especialista no assunto, mesmo com essa ‘liberdade’ dada pela lei, ela sempre será soberana em suas determinações, já que no direito brasileiro é observado um sistema de hierarquia, de modo que uma norma inferior não pode contrariar uma norma superior, sob pena de ser considerada inválida.

“Abordando apenas as normas relevantes para o direito condominial, podemos mencionar a seguinte hierarquia, da maior para a menor: Constituição Federal, Leis Federais, Código Civil, convenção e regimento interno. Assim, o regimento interno não pode contrariar o disposto na convenção, a convenção tem de estar alinhada com o Código Civil e o Código Civil não pode conflitar com as regras da Constituição Federal. Um bom exemplo disso foi a introdução do limite de até 2% para a multa pelo inadimplemento da taxa condominial, prevista no Código Civil (2002), e que na Lei 4.591 e na maioria das convenções existentes era de 20%”, diz.

Por que atualizar as regras?

Não há a necessidade de atualização da convenção a cada vez que surge uma mudança legislativa, já que ela permanece válida, ainda que algum dispositivo tenha perdido sua validade em virtude da nova lei. No entanto, após uma série de mudanças relevantes na legislação, ou até mesmo em virtude do passar do tempo, torna-se recomendável realizar a atualização por dois motivos principais:

  • Fazer com que a convenção e o regimento interno sejam instrumentos claros e suas normas possam ser facilmente compreendidas por todos que realizarem sua leitura, independentemente de conhecimento jurídico
  • Introduzir nas normas condominiais instrumentos modernos para facilitar a administração e o dia a dia do condomínio. Uma lei fácil de compreender é uma lei fácil de cumprir.

Passo a passo para alterar

  • Antes de tudo, é importante verificar junto ao Cartório de Registro de Imóveis competente quais são as exigências que se precisa atender para o registro de uma alteração na convenção. Isso representa a antecipação de uma das etapas, mas certamente terá a função de prevenir muitas dores de cabeça
  • Após, é interessante constituir uma comissão interna para que se possa definir o que se pretende alterar e, então, redigir as alterações
  • Levar as alterações sugeridas à assembleia para deliberação, com ou sem a assessoria profissional, a depender da necessidade do condomínio. Aqui vale lembrar que o quórum para a alteração da convenção é o de 2/3 dos votos dos condôminos e não apenas dos presentes em assembleia. Já quanto ao regimento, a redação atual do Código Civil não especifica o quórum para a sua alteração. Dessa forma, o quórum que passa a valer é o estabelecido na convenção para esse fim e, na sua ausência, o de maioria dos presentes em assembleia
  • Realizada a votação, aprovadas as cláusulas, o documento deve ser levado ao Registro de Imóveis, observando as orientações do início do processo
  • Para os condomínios que não conseguem obter os quóruns necessários caberá, antes de qualquer coisa, identificar o real motivo da evasão. A situação pode representar até mesmo um desinteresse dos condôminos em promoverem a alteração dos instrumentos por concordarem com os existentes e entenderem que são suficientes e adequados.

Assessoria profissional

  • A legislação não exige que os procedimentos de alteração da convenção ou do regimento tenham a assessoria de um profissional. Porém, ter alguma assessoria é muito recomendável.
  • Dentre os papéis do profissional, os principais seriam o bom planejamento da atividade evitando o retrabalho ou até mesmo a não efetividade do trabalho desenvolvido. Além disso, ele contribuirá para a boa redação dos dispositivos de maneira a não lhes dificultar ou até mesmo inviabilizar a futura aplicação.

Temas polêmicos

  • Para garantir a harmonia entre os moradores, é importante que as regras referentes a assuntos que normalmente são polêmicos estejam presentes de forma clara no regimento interno. Mas, nada impede, no entanto, que as questões mais relevantes, como por exemplo, escritório de trabalho em unidade residencial e locação por sites como AIRBNB (por dizerem respeito ao “fim a que se destina a unidade” – art. 1.332, §5º, III, Código Civil), também constem da convenção.

Itens que não podem faltar no documento

  • Tudo aquilo que não esteja regulamentado, nem seja proibido pelo Código Civil, pode ser objeto de disposição na convenção. O que é bom para um condomínio, não necessariamente será bom para outro, portanto, há que se questionar: “Qual a necessidade do nosso condomínio?”
  • A maioria das convenções existentes é extensa, mas se limita a repetir aqueles dispositivos que já estão previstos no Código Civil, deixando de fora outras questões que poderiam ser relevantes ao condomínio. Um bom exemplo é o rateio da taxa condominial, que de acordo com a legislação será feita pela fração ideal, salvo disposição em contrário na convenção (art. 1.336, I). Ou seja, permite que um condomínio que possua uma realidade diferenciada possa estabelecer uma regra de rateio mais adequada
  • Outra situação que segue o mesmo entendimento do item anterior é em relação à venda, locação e cessão de vagas privativas de garagem a terceiros estranhos ao condomínio, que são proibidas pelo Código Civil (art. 1.331, §1º), salvo autorização expressa na convenção de condomínio.

Itens de prevenção

  • A rigor, não é necessário constar na convenção a exclusão de qualquer responsabilidade para que ela ocorra. Porém, é recomendável que seja colocada de forma expressa. Assim a norma fica mais clara aos condôminos e, também, para o Judiciário em caso de julgamento de uma ação.
  • Atualmente, prevalece na Justiça o entendimento de que o condomínio só é responsável por danos, como furtos de veículos, em áreas comuns, se a convenção ou o regimento expressamente admitirem essa responsabilidade. Ou ainda se o condomínio, através de atos como a contratação de empresa de vigilância (não mera portaria), câmeras de vigilância (diferentes da simples gravação de imagens), tenha assumido tacitamente o dever de guarda desses bens em área comum.

Fonte: CondomínioSC

Saiba como usar as Triangle Shelfes na decoração

Prateleiras triangulares dão estilo a qualquer ambiente da casa

Prateleiras são peças sempre úteis, e que servem para qualquer tipo de cômodo. Elas aparecem coloridas, feitas de diversos materiais, e para sair do lugar-comum, em formatos pouco usuais. As do momento são as chamadas “Triangle Shelfes”, ou simplesmente prateleiras triangulares.

As formas geométricas já apareciam nos revestimentos de parede, em pinturas…a migração para prateleiras, então, já era um caminho esperado. “O triângulo se destaca por ser uma forma fácil de fazer em qualquer material, seja em tecido, adesivo, pintado em paredes, desenhando a mão livre ou objetos decorativos ideais para ambientes minimalistas. As formas geométricas nos atraem pelo conforto visual, nosso olhar se sente satisfeito com as formas, e podemos brincar com as cores e deixar os ambientes e as decorações ainda mais atraentes”, explica a arquiteta e designer de interiores da Tsuru Arquitetura, Ana Carolina Faria.

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O triângulo se destaca por ser uma forma fácil de fazer em qualquer material (Foto: Reprodução/Pinterest)

Mas além de serem lindas, as Triangle Shelfes são muito práticas. É possível fazer várias composições com peças de tamanhos diferentes e profundidades diferentes. “ Tudo vai depender do uso da peça. Elas são ideais para guardarmos o que usamos com frequências, como esmaltes, perfumes, óculos de sol (…) Na sala ou no quarto ficam lindas para guardarmos vasinhos de plantas, livros, e adornos decorativos”, sugere a profissional, emendando que os cômodos mais bacanas para instalar as prateleiras da moda são o hall de entrada, a sala e o quarto. “O único local que não recomendo são nas áreas úmidas, mas mesmo assim, caso queira instalar alguma, o ideal é que a madeira seja própria para locais úmidos e tratada de maneira correta antes da aplicação”, ensina.

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>As formas geométricas nos atraem pelo conforto visual (Foto: Reprodução/Pinterest)

A instalação de prateleiras triangulares funciona como a de qualquer outra comum. A altura escolhida vai depender da finalidade do seu uso, além da quantidade de prateleiras a serem instaladas. Se o local escolhido for acima do sofá, por exemplo, basta uma altura de 25 cm a 30 cm do topo do móvel. “É importante que as composições com as prateleiras fiquem bem harmoniosas, dependendo da cor da prateleira utilizada, é legal que o quadro tenha uma moldura na mesma cor ou em uma cor neutra”, orienta Ana, emendando que as Triangle Shelfes são recomendado para quem gosta de uma decoração moderna e minimalista. Apesar disso, por possuir linhas retas e seu acabamento poder ser tratado de várias formas, ela acaba se tornando bem versátil em qualquer decoração.

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Mas além de serem lindas, as Triangle Shelfes são muito práticas. É possível fazer várias composições com peças de tamanhos diferentes e profundidades diferentes (Foto: Reprodução/Pinterest)

A peça entra na ala do “faça você mesmo”. A lista de materiais inclui madeira, fita de medição, martelo, lixa e prego. Dá ainda para personalizar a prateleira. É possível fazer várias formas diferentes e encaixá-las uma do lado da outra até formar alguma composição bacana, usar a madeira na sua cor natural e apenas envernizá-la para maior durabilidade, pintar com qualquer cor que se deseja, utilizar algum papel de parede ou tecido para forrar ou colocar no fundo,e por aí vai. “É só deixar a imaginação fluir. Não tenho dúvidas de que o resultado será bem bacana”, completa Ana.

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É possível fazer várias formas diferentes e encaixá-las uma do lado da outra até formar alguma composição bacana (Foto: Reprodução/Pinterest)

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A instalação de prateleiras triangulares funciona como a de qualquer outra comum (Foto: Reprodução/Pinterest)

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A altura escolhida vai depender da finalidade do seu uso, além da quantidade de prateleiras a serem instaladas. (Foto: Reprodução/Pinterest)

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Usar a madeira na sua cor natural e apenas envernizá-la para maior durabilidade (Foto: Reprodução/Pinterest)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

14 dicas para organizar a casa nova depois da mudança

O trabalho começa antes mesmo de chegar no novo apartamento e segue depois que as caixas chegam lá

Nenhuma fase de uma mudança de casa é tarefa fácil de cumprir. Seja o antes para fazer a triagem e embalar tudo, seja o durante para organizar o transporte e seja também o depois. Até porque chegar no novo imóvel não significa que o trabalho acabou. Pelo contrário. É hora de dar fim a todas aquelas caixas que estão espalhadas pela casa, de guardar tudo no devido lugar e arrumar a decoração para deixar a casa novamente com jeito de lar, com a cara dos donos. Realmente é uma tarefa que exige bastante disposição. Porém existem formas de deixar a missão menos complicada. Confira as dicas para desempacotar a mudança e deixar a nova casa organizada gastando menos tempo.

Algumas iniciativas devem acontecer antes de chegar no novo lugar para, desta forma, ter a garantia de um processo de mudança mais rápido, dinâmico e com menos desgaste possível. O primeiro passo é conhecer o espaço do novo imóvel. Desta forma, é possível se programar para o que poderá ir para o novo ambiente e o que não irá. Se o apartamento for menor do que o atual, algumas coisas precisarão ficar para trás. Inclusive, esta é uma ótima oportunidade para praticar o desapego.

“A pessoa quando vai se mudar para outro imóvel, ela já conhece o outro lugar. Então a triagem é sempre importante para analisar o que será descartado e o que segue. Se a pessoa conseguir organizar o que não quer mais e não vai mais usar, o que precisa consertar, o que quer doar e o que precisa jogar fora, melhor porque gera uma organização maior”, explica Lucy Karla Mizael, personal organizer, facilitadora doméstica e proprietária do site Dicas da Lucy, onde dá dicas de organização. Inclusive, a triagem antecipada pode render uma renda extra, caso tenha alguma roupa, objeto de decoração ou móvel que possa ser vendido em um bazar.

Aviso prévio

Esteja atento às condições do novo condomínio para que no dia da mudança nada atrapalhe ou atrase o transporte. “Verifique o horário e os dias da semana que a mudança pode ser feita. Em uma das visitas, também olhe a altura do portão da garagem para ver se é compatível com a altura do caminhão”, sugere Lucy Mizael. Outro ponto importante diz respeito ao uso do elevador. “Alguns prédios só têm um elevador e é importante comunicar ao síndico que a mudança será feita. Por mais que os condomínios tenham horário pré-estabelecidos para que se faça mudança, o síndico deve ser avisado para repassar para os demais moradores que o elevador será usado para a mudança. Inclusive é importante ligar para o síndico, mas também mandar um e-mail para deixar o registro e você ficar respaldado”, completa Camila Teixeira, personal organizer e proprietária da Organizze Consultoria.

De olho no novo

Além de se preocupar com a organização da mudança, é também importante estar atento ao novo imóvel, já que é preciso de uma infraestrutura mínima para receber a mudança e os novos moradores. “É importante ver a questão da transferência da água, energia, telefone e do gás, por exemplo”, detalha Lucy Mizael. Dentro do imóvel, verifique ainda o pontos de água. “Às vezes a pessoa tem geladeira, lavadora de pratos e de roupa e precisa de pontos para todos”, afirma a personal organizer. “Dê uma olhada também na manutenção geral do novo imóvel, se a descarga e os chuveiros estão funcionando, se não tem nada pingando, se tem alguma parede fofa, coisas assim, porque depois de fazer a mudança fica mais difícil de fazer esse tipo de manutenção”, completa.


(Foto: Shutterstock)

Controle

A organização começa a partir do momento que o caminhão com a mudança chega na nova casa. Tendo atenção desde este momento, a tarefa pode ficar mais simples. É interessante que as caixas sejam colocadas agrupadas e descarregadas da mesma forma. “É importante ter uma pessoa de olho na hora de descarregar do caminhão, alguém que fique orientando para onde cada caixa deve ir, alguém que fale ‘vamos colocar tudo que for da sala agora, depois vamos para o quarto’”, diz Lucy Mizael.


(Foto: Shutterstock)

Organização

Depois de levar a mudança para a nova casa e descarregar todas as caixas, ainda resta muito trabalho pela frente e a organização é aliada para que tudo seja organizado o mais rápido possível. Inclusive, na hora de desencaixotar os objetos, é importante ter uma sequência para que a organização seja maior. “O ideal é que as caixas sejam organizadas de acordo com cada cômodo e que estejam identificadas, informando o ambiente e o que tem dentro de cada uma delas. Dá para criar um sistema de cores para cada cômodo, colar etiquetas, passar pincel. Mas é importante escrever em cada caixa. Os carregadores já devem colocar as caixas no cômodo de referência ou próximo dele. Desta forma você saberá por onde começar”, afirma Lucy Mizael.

Para desempacotar

Para uma maior organização, o ideal é ir desempacotando por cômodo. E seguir uma ordem de prioridade pode facilitar o processo. “Os primeiros cômodos que devem ser organizados são a cozinha e o quarto de casal, junto com as roupas. Depois vai fazendo tudo de uma vez e já vai jogando as caixas fora porque caixa dentro de casa dá muito trabalho”, conta Lucy Mizael. Porém, a velocidade vai depender da expertise de quem estiver organizando. “Nós que somos profissionais, já vamos tirando tudo e organizando. Mas quando a pessoa não tem a prática de organizar rápido e está fazendo sozinha ou com uma pessoa ajudando, melhor ela ir tirando as caixas para fora. Por exemplo, ela tira tudo das caixas da cozinha e coloca no armário, mesmo que de qualquer jeito, e aí ela joga a caixa fora. Faz o mesmo no quarto. E depois ela passa o pente fino. Pelo menos vai desovando aquele monte de caixa dentro de casa”, relata.


(Foto: Shutterstock)

Precisa lavar?

Durante a mudança, os objetos que foram transportados podem ficar sujos ou empoeirados. Aí no meio de tanta coisa que precisa ser desencaixotada, organizada e guardada, será que é possível lavar tudo antes de guardar? “O ideal é mesmo lavar taças e louças antes de guardar, lavar tudo e guardar nos armários, mas nem sempre é viável fazer o ideal. Às vezes as pessoas não têm tempo para isso. Então é melhor fazer o que ela realmente pode fazer, tem que pensar nisso”, fala Lucy Mizael. Em muitos casos, quando não é viável fazer o ideal, é possível guardar tudo e ir lavando depois aos poucos.


(Foto: Shutterstock)

Outros detalhes

Alguns detalhes podem ser fundamentais também para ajudar na mudança. Uma dica que Lucy Mizael ressalta é para ter um caderno de anotações para não se perder na organização. “A pessoa pode ir anotando tudo que for surgindo de tarefas para a mudança. Outra opção é ir agendando no bloco de notas do celular”, aconselha. Sobre documentos importantes e objetos de valor, eles devem ser levados à parte. “De preferência, ele deve ir no carro da pessoa em vez deir no caminhão e ficar sempre guardado em local seguro”, sugere. Além disso, tenha os itens essenciais acessíveis. “Antes de se mudar, faça uma mala com roupas, itens de uso pessoal, higiene e limpeza. Fica mais fácil na casa nova, enquanto ainda desempacota tudo das caixas”, conclui.

Passo a passo para ter tudo mais organizado:

1 – Conheça o novo imóvel para saber o espaço disponível – Desta forma, você saberá o que precisará levar, o que pode doar ou colocar à venda para ganhar uma renda extra;

2 – Faça uma triagem antecipada para levar apenas o que será útil – É a hora do desapego. Não tenha pena de repassar o que não está sendo usado e tenha um imóvel novo mais organizado;

3 – Confira os dias e horário que a mudança pode ser feita – Muitos condomínios limitam os horários de mudança e, em alguns casos, é preciso agendar a mudança para que o elevador esteja disponível;

4 – Veja se a altura do portão da garagem é compatível com o caminhão de mudança – É importante saber porque em muitas ruas o caminhão não pode ficar estacionado e o transporte precisa entrar na garagem;

5 – Transfira água, energia telefone e gás para o novo imóvel – Melhor chegar no apartamento novo já com a luz ligada, a água funcionando e com a linha de telefone e internet ligada no local;

6 – Verifique os pontos de água do novo imóvel para ver se cabem todos os eletrodomésticos – Você pode ter lavadora de roupas e de pratos, além de geladeira e outros eletrodomésticos;

7 – Faça uma vistoria na infraestrutura para fazer qualquer manutenção antes da mudança – Verifique se as descargas e os chuveiros estão funcionando e se tem alguma parede fofa ou com infiltração.

8 – Monitore o descarregamento do caminhão – Os carregadores vão fazer o trabalho pesado, mas fique de olho na ordem de retirada das caixas para que elas sejam colocadas em cada cômodo para facilitar a organização;

9 – Identifique todas as caixas – Use sistema de cores ou de etiquetas e, além disso, escreva o que cada caixa tem dentro para facilitar o processo depois. Você vai saber exatamente por onde começar na hora de desencaixotar;

10 – Siga uma ordem de prioridade por cômodo – O ideal é começar pela cozinha e pelo quarto de casal. O restante deve ser feito na sequência e o quanto antes para que as caixas sejam retiradas de casa. Porém a velocidade vai depender da experiência de quem esteja fazendo a organização da mudança;

11 – Se tiver tempo, lave os itens – Nem sempre é possível por conta da correria da mudança. Mas, se for possível, lave toda a louça antes de guardar e tudo mais que tenha ficado sujo ou empoeirado, como roupas;

12 – Tenha uma caderneta para anotar todas as tarefas – Por mais que você tenha se organizado, muitas coisas vão aparecendo durante o processo da mudança. Anote tudo que aparecer para não deixar de cumprir nenhuma tarefa;

13 – Objetos importantes sempre à vista – Documentos e objetos de valor devem ser levados com a pessoa, de preferência, e durante todo o processo de mudança, deixe em local seguro, já que vai circular muita gente em casa;

14 – Tenha um kit de sobrevivência – até a casa ficar totalmente pronta, com tudo desencaixotado, vai demorar um pouco. Então faça uma mala com roupas e itens de primeira necessidade, como higiene pessoal. Você não precisará se preocupar em encontrar as coisas dentro das caixas no primeiro momento.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Trincas em paredes, pilares e lajes

Saiba como identificar e analisar ocorrências no seu condomínio

Saiba como identificar e analisar ocorrências no seu condomínio

Manutenção é um tema primordial em condomínio. É um daqueles assuntos em que o síndico precisa estar sempre de olho, acompanhando de perto, para evitar que um descuido se torne uma catástrofe, como foi o prédio que desabou no centro do Rio de Janeiro em janeiro de 2012.

Por isso é tão importante prestar muita atenção em qualquer corte que porventura apareça nas paredes, cobertura ou garagem do condomínio. Essas aberturas nas estruturas, que podem ser denominadas fissuras, trincas, rachaduras ou fendas podem ser o primeiro sinal de alerta de que algo está acontecendo por trás daquela camada de tinta nas paredes.

Vale lembrar que o síndico é responsável civil e criminalmente por todo o condomínio, incluindo-se aí os cuidados com a edificação, que são fundamentais tanto para a segurança de todos, como para manter o valor do patrimônio sempre em um bom patamar.

Um bom sinal de alerta é quando a fissura começa a se expandir. Pode também mudar de cor, ou minar água. Nesses casos, o tempo de procurar um perito é curto. Quanto mais houver demora na busca de um reparo, mais caro este será.

O aconselhável, para evitar que as fissuras se expandam demasiadamente e atinjam a parte estrutural da edificação, é que a cada dois anos seja feita uma inspeção completa, com um perito no assunto, para construções de até 15 anos. Após esse período, a inspeção pode ser anual, para haver um acompanhamento mais próximo das estruturas.

Se a construção for nova e apresentar muitas rachaduras, pode-se contar com a assessoria de um engenheiro especializado em mecânica do solo. Ele poderá dizer qual é a origem do problema e se houve falha por parte da construtora, que deve dar, no mínimo, cinco anos de garantia.

Para casos em que o local a ser tratado – como uma área externa ou o topo do prédio – fique protegido da chuva, o ideal é que o reparo seja executado durante a época seca do ano. Se for algo muito urgente, pode-se contratar toldos para que o serviço seja feito com segurança e rapidez.

Como agir

Em geral, o aparecimento de pequenas fissuras não é preocupante, já que a estrutura do prédio pode ir se acomodando ao terreno com o passar do tempo, especialmente se a edificação for nova – tiver menos de cinco anos – ou se houver grandes obras por perto, que também podem causar essas rachaduras em diversos locais.

O ideal é que haja um acompanhamento mensal por parte do zelador dessas fissuras. Se a abertura crescer ou se mudar de cor, ou ainda se estiver minando água, é muito importante procurar um especialista.

Veja abaixo algumas dicas importantes:

  • Para acompanhar a evolução de uma trinca,  faça uma marca de lápis grosso em cada extremidade da abertura.
  • Verifique se as trincas se encontram em elementos estruturais: lajes, vigas, pilares.
  • Quando a largura da abertura é acima de 0,5 mm, o CREA-SP (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo) recomenda que se recorra a um engenheiro ou perito habilitado e qualificado.
  • O perito chamado deve ser independente: não peça a ele, nem aceite, sugestões de empresas para realizar as obras. Assim, ele identificará o que deve ser feito, prestando uma informação confiável, sem comprometimentos comerciais.
  • Um tratamento inadequado poderá ocultar problemas maiores que aparecerão no futuro. Neste caso também, sai mais barato consultar um engenheiro especializado, que apresentará uma solução técnica correta, do que arriscar tratamentos paliativos.
  • As principais conseqüências do incorreto tratamento de infiltrações são os danos causados à armação do concreto, cujo reparo é caro e requer conhecimentos técnicos especializados.

Responsabilidade do síndico

Vale ressaltar que, se ocorrer algum tipo de incidente, o síndico pode ser responsabilizado por omissão, caso nada tenha sido feito para prevenir a ocorrência.

Por exemplo, se uma rachadura não for reparada e um muro cair em cima de um morador, a responsabilidade (civil e criminal) será do síndico, caso esse não tenha tomado nenhuma providência.

Tipos de ocorrências

Fissuras, trincas, rachaduras e fendas são aberturas em forma de linha, classificadas de acordo com a espessura, e não quanto ao comprimento.

  • Fissura: abertura de até 0,5 milímetro.
  • Trinca: de 0,5 mm a 1 mm.
  • Rachadura: de 1 a 1,5 mm.
  • Fenda: superior a 1,5 mm

Principais causas

  • Acomodação da obra no terreno: é uma das origens mais comuns em novas edificações. Há um esforço por parte da fundação do prédio, que acaba sendo um pouco transferido para a alvenaria, gerando assim as fissuras
  • Pressa ao dar o acabamento na obra: ao não respeitar o tempo correto para secar alguns materiais (como a massa corrida), há mais chance daquele local apresentar trincas
  • Obras nas unidades: Reformas que ocasionem um excesso de carga num andar ou alterações estruturais como retirada de paredes ou pilastras podem causar desabamentos. Exemplo: construção de uma parede não-prevista pelo projeto original. A laje transfere o peso para os pilares, que podem sofrer avarias.
  • Movimento estrutural: pode parecer estranho, mas a estrutura do prédio é flexível, para conseguir lidar com o vento, sons e obras vizinhas. Porém, muito movimento externo pode gerar fissuras
  • Infiltrações: impermeabilizações não duram para sempre. Quando não há uma renovação do material, a água pode se infiltrar seja pela ação da chuva ou de um vazamento, causando problemas estruturais ou estufando as paredes.
  • Calor: principalmente em andares mais altos, que são mais expostos às intempéries, o calor faz com que haja uma dilatação dos materiais. Quando a temperatura volta ao normal, o local pode apresentar algumas trincas. Também pode acontecer em paredes por onde passem tubos que esquentem, como de água quente ou outros. Para evitar o problema, principalmente na laje superior, o ideal é que seja feita, após a concretagem e sua cura correta, uma impermeabilização, seguida de tratamento térmico e, então, o acabamento escolhido pode ser executado.
  • Água ácida: em cidades com muitos carros, ou alto nível de poluição, a chuva pode se infiltrar em uma laje sem impermeabilização e degradar as estruturas protegidas pelo concreto. Essa água poderá oxidar o aço, comprometendo assim a segurança do local. Nesse caso, há uma transação entre as fases do problema. No primeiro momento, a água se infiltra na laje, e a rachadura ainda não verte água, há apenas uma mancha esbranquiçada. Ao perceber que a água começa a pingar dali, ou que a coloração da mancha migrou para o amarelado ou ocre, é sinal que o aço já foi oxidado e precisa de cuidado especializado urgente.
  • Escolha incorreta ou má qualidade de materiais: infelizmente, se o material usado não é de boa qualidade, ou se não foi utilizado corretamente, o resultado final refletirá isso.
  • Sons, vibrações ou ventos muito fortes: Seja um som extremamente alto, um bate-estaca violento em uma obra próxima ou uma rajada de vento mais forte que o esperado, a edificação pode não estar preparada para recebê-los. Nesses casos, uma trinca pode aparecer

Obras nas unidades

  • Como reformas em unidades podem ocasionalmente comprometer a estrutura do prédio, é conveniente que o síndico seja sempre comunicado antes do início.
  • Seria interessante haver uma norma a respeito no Regulamento Interno ou na Convenção – ou, ao menos, tornar este aviso um procedimento informal no condomínio.
  • Em reformas grandes nos apartamentos, o síndico deve valer-se de um perito para avaliar se elas não trarão danos à estrutura do prédio.
  • O síndico também deve informar ao condômino responsável pela reforma o horário permitido para estas atividades, bem como outros procedimentos básicos, como o que fazer com o entulho.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Quer reformar o imóvel onde mora, mas é alugado? Veja como fazer!

Algumas dicas podem deixar o imóvel com a sua cara sem arrumar briga com o proprietário

Pela lei, imóveis alugados precisam ser devolvidos pelos inquilinos como foram recebidos. E qualquer reforma deve ser feita pelo proprietário. Verifique detalhadamente o contrato para saber as responsabilidades de cada um. Mas atenção à boa notícia: há como mudar o visual da casa sem modificar a estrutura!

“Temos alguns materiais que podem ser colados ou aplicados sobre outros preexistentes, sem quebra-quebra. Mas é importante estar ciente que nem sempre na hora de removê-los é garantido 100% que o original não será danificado“, explica a arquiteta Paula Passos.

Ela aponta os pisos vinílicos, com espessura de 3 milímetros, para serem sobrepostos aos que já existem na casa. Outra opção é a resina ou pintura epóxi sobre revestimentos existentes que estejam firmes.

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Muitos materiais podem ser apenas afixados nas paredes, sem danificar a estrutura (Foto: Shutterstock)

“Outra forma pode ser cobrir revestimentos existentes com painéis de madeira ou metálicos, placas de MDF com fórmica ou drywall, que são painéis em gesso”, orienta Paula.

A arquiteta Fernanda Mendonça, do JMA Estúdio, afirma que sempre é possível recorrer a soluções simples de revestimentos de cores. “Uma técnica que usamos em projetos alugados é textura nas paredes – como o cimento queimado, pintura ou o papel de parede. São ótimas alternativas para mudar o visual sem modificar a estrutura”.

Para Fernanda, outra possibilidade é utilizar prateleiras e decorar com itens dos moradores para dar mais personalidade. Iluminação indireta também é uma boa solução: dá para utilizar luminárias de piso e abajures.

Decoração

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Uma boa decoração pode ser o suficiente, além de não agredir a estrutura do imóvel (Foto: Shutterstock)

Paula ressalta que a decoração é extremamente importante. “Com uma produção bem planejada, os resultados finais podem ficar lindos, aconchegantes, com a sua cara”.

“Podemos manter as bases neutras dos imóveis alugados e trabalhar com uma bela composição de quadros e tapetes bem colocados dar personalidade aos ambientes. Os tecidos das almofadas e as cortinas vão vestir os espaços dando um toque todo especial”, diz ela.

Para Fernanda, a decoração é capaz de transformar qualquer ambiente, sem a necessidade de quebrar ou mexer na estrutura. Pequenas peças e objetos são responsáveis por fazer essa mágica.

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A escolha dos materiais de acordo com as necessidades do inquilino é essencial (Foto: Shutterstock)

“É preciso antes analisar as necessidades da família, se precisa de algo que seja prático para o dia a dia, se tem animais, crianças, ou se desejam algo mais clássico”.

Escolha peças de mobiliário soltas sempre que possível. Caso haja necessidade de mudança de imóvel, você pode levar tudo sem danificar o alugado e sem ter que refazer serviço.

“Em apartamentos antigos fica muito atual a combinação de peças vintage com outras modernas, combinando o passado com o presente. O segredo está em mesclar os dois estilos com bom senso, buscando equilíbrio”, explica Paula.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

LED em condomínios

Para valer a pena é importante um estudo prévio

 

Para valer a pena é importante um estudo prévio

 

Com um preço cada vez mais atrativo, as lâmpadas do tipo LED vêm se popularizando no mercado condominial.

Mas você sabe o que significa LED? A sigla LED significa Light Emitting Diode, ou, em português, diodo emissor de luz.

As lâmpadas de LED oferecem três grandes vantagens em relação às lâmpadas fluorescentes: gastam menos energia, demandam menos manutenção e duram muito mais. O apontado pelos especialistas é que o uso do LED pode diminuir em mais de 50% a conta de luz das áreas comuns do condomínio.

Com tantos benefícios, é difícil entender por que ainda são poucos os condomínios que aderiram ao LED, e que continuam usando as lâmpadas comuns.

E a resposta está, principalmente, no preço. Apesar de estarem ficando cada vez mais acesíveis, uma lâmpada de LED ainda pode custar até cinco vezes o preço de uma lâmpada fluorescente comum. Veja um quadro comparativo abaixo:

Tipo Eficiência média* Vida útil* Preço**
Incandescente 15 lm/Watts  1 mil horas não é mais comercializada
Fluorescente 60 lm/Watts  De 6 a 8 mil horas R$ 13,39
LED 90 lm/Watts A partir de 25 mil horas R$ 46,99

(*Dados da AES Eletropaulo) (**Comparação de preço de lâmpada fluorescente compacta similar a LED. Valor pesquisado em julho de 2017)

Em contrapartida, outro ponto positivo a respeito do LED é a sua eficiência energética. Por quase não apresentar perdas, essa tecnologia usa com mais responsabilidade a energia elétrica, o que também deveria pesar no momento da compra.

Há também a comodidade de lâmpadas de LED poderem se adaptar aos soquetes já existentes no local, não precisando de grandes alterações na maioria dos casos.

Manutenção

A baixa manutenção é outro ponto relevante a ser considerado pelo síndico, já que uma das grandes demandas de um condomínio é a necessidade frequente de substituição de lâmpadas queimadas. Isso, além de custar caro, demanda tempo dos funcionários encarregados e é mais um motivo para reclamações por parte dos moradores.

Outro item importante de comparação do LED com as lâmpadas fluorescentes diz respeito ao uso de sensores de presença. Enquanto as comuns apresentam perda na vida útil em quase 40%, o LED apresenta perda zero.

LEDs de boa qualidade têm garantia de dois a três anos. Ou seja, se o produto “queimar” antes disso, o fornecedor deve trocá-lo para o condomínio.

Estudo prévio

Não adianta, porém, encarar o LED como se fosse uma lâmpada comum. Ao se optar pela troca de tecnologia é recomendado que haja um estudo prévio da iluminação do condomínio.

“Fazer esse levantamento é fundamental para que a troca seja bem sucedida para o condomínio. Só assim conseguimos oferecer mais eficiência energética, economia de energia e diminuição da manutenção”, argumenta Marcos Santos, proprietário da Save, Negócios Sustentáveis.

Esse estudo deve acontecer com uma visita ao condomínio. O arquiteto ou engenheiro da empresa, então,conhece os ambientes que serão contemplados com a nova tecnologia, analisa a iluminação atual do ambiente, checa as necessidades e então monta um plano de iluminação que deverá ser o mais conveniente possível para o condomínio.

“Não adianta o síndico que quer economizar com esse tipo de serviço ir até uma loja de produtos de construção ou de luminárias e comprar os LEDs sozinho. Com certeza a economia será menor e os produtos comprados não serão os mais indicados”, ensina Juliana Furlan, arquiteta especializada em iluminação.

Ou seja, infelizmente, não há um cálculo pronto para que síndicos ou condomínios usem em suas instalações e, assim, consigam economizar ao máximo substituindo as lâmpadas comuns por LED.

Com esse plano de iluminação, pode ser que alguns itens da iluminação do condomínio sejam alterados. Não apenas para receber o LED, mas para que a iluminação ali seja otimizada.

Outro ponto importantíssimo desse estudo é o chamado “payback”. O “payback” é o intervalo de tempo para que o condomínio receba de volta integralmente o que investiu na nova tecnologia. Pode demorar de seis meses a três anos.

Modalidades de compra

Veja algumas maneiras diferentes para incluir o LED no seu condomínio. Todas consideradas após o estudo prévio:

  • Compra mensal: a empresa, em acordo com o condomínio, vende um volume de lâmpadas LED a cada mês. Assim, a compra não pesa tanto no bolso dos moradores, e a economia já começa a ser sentida
  • Por ambientes: o condomínio vai escolhendo os locais onde os LEDs serão instalados. Nesse caso, geralmente o trabalho é iniciado pelas garagens, onde, via de regra, as lâmpadas ficam acesas 24h – e onde a economia será sentida mais prontamente. Depois, são substituídas as lâmpadas do jardim e da fachada, que funcionam geralmente 12h por dia, e depois, em ambientes internos que funcionem menos horas por dia e assim por diante.
  • De uma vez: quando todas as lâmpadas do condomínio são substituídas por LED, de uma só vez. Nesse caso é necessário que o condomínio ou tenha um aporte guardado ou que recorra a um crédito para a compra.

Na hora de contratar

Antes de escolher a empresa atente para os seguintes detalhes:

  • Profissionais: é importante saber quem faz o estudo prévio, cálculo de payback, etc., na empresa. Por isso é fundamental que o prestador de serviços tenha arquitetos ou engenheiros em seu quadro de funcionários e que esses visitem o condomínio.
  • Garantia: geralmente os LEDs têm garantia de “n” mil horas. Mas há empresas que oferecem esse benefício por anos. Há quem ofereça até três anos de garantia, dependendo da peça. Deve-se lembrar, porém, que um LED de mais qualidade – e garantia – é, provavelmente, o mais caro também.
  • Fornecedor: procure saber qual a marca a ser usada no condomínio. Há diversas marcas desconhecidas e boas no mercado. Mas marcas como Osram, Philips e Brilia (nacional) custam mais caro, mas com certeza oferecem um ótimo produto.

Exemplo de economia

Veja abaixo o exemplo de um condomínio na Grande São Paulo que apostou no uso de LEDs nas áreas comuns:

“Nosso condomínio está trocando as lâmpadas comuns pelas de LED já faz oito meses. Estamos comprando aos poucos, pois preferimos não fazer um rateio extra para comprar o equipamento novo.

No começo achamos que a economia não seria sentida tão rapidamente, mas vimos que realmente a nossa escolha se refletiu na conta de luz.

Começamos pela garagem e pelos spots da fachada do condomínio. Estamos em um momento que a economia na conta já paga totalmente a parcela mensal do LED. Ainda temos mais alguns meses pela frente, mas posso dizer que até agora o balanço foi bem positivo.” Claudio Figueiredo, 67, síndico

 

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Bons costumes no condomínio

Antes de acusar um ato como inadequado, é preciso analisar o contextoAntes de acusar um ato como inadequado, é preciso analisar o contexto

Por Jaques Bushatsky*

Dentre os deveres do condômino, elencados no artigo 1.336, do Código Civil, existe um intrigante: o de “não as utilizar [as suas partes no condomínio] de maneira prejudicial aos bons costumes”.

É razoavelmente fácil caracterizar a utilização como sendo “prejudicial ao sossego, salubridade e segurança”. Mas, como definir o que seja – ou não – atentatório aos bons costumes, quando se tratar de ação de condômino que não se insira (pois não imaginaríamos haver redundância no texto legal) entre as afrontas ao sossego, à salubridade e à segurança?

É preciso, então, entender a expressão “bons costumes”. Buscando no Dicionário Antônio Houaiss, costume é hábito, prática frequente, regular. Pode ser definido como o que corresponde plenamente ao que é exigido, desejado ou esperado, o que é moralmente correto, de acordo com quem julga; o que for adequado às circunstâncias, ideal e apropriado.

Então, mesmo sem afrontar a tranquilidade, a saúde, a segurança dos demais condôminos, o condômino deve agir regularmente de modo correto (de acordo com quem julga) ou adequadamente. E agir adequadamente sempre.

Vale lembrar do Padre Antonio Vieira, para quem “a pior coisa que têm os maus costumes é serem costumes, ainda é pior que serem maus”. Como se vê, nessa lógica do agir costumeiramente mal, desenha-se a possibilidade da punição do comportamento inadequado do condômino.

Mas, o que seria “bom”? Parafraseando recente proclamação de excelentíssima ministra, indagamos: menino vestir rosa e menina vestir azul seria ruim? E se a indumentária fosse repetida ao longo de meses, estaríamos diante de um “mau costume”? E mais: quem julgaria?

O corpo diretivo do condomínio tem atribuições um tanto circunscritas – naturalmente, dado o objetivo de sua atuação. Via de regra, as exceções provarão que ele não terá legitimidade e autoridade para a classificação dos atos como “bons” ou “maus” costumes.

É nesse momento que se passa a exigir, no singelo ambiente condominial, a exata compreensão do contexto(determinado prédio, com comunidades que agem de determinadas maneiras; os limites legais; o senso comum). E a solução prática decorrerá do exercício diário da conversa, para que antes de se cogitar acerca de acusações, se alcance o entendimento, a compreensão, a aceitação e a convivência com a diversidade. Todos crescerão, é certo.

Afinal, ser condômino (ou síndico) não significa ser um “julgador”, um “regrador”, um “disciplinador”. Significa, tão somente, partilhar um espaço com pessoas que têm algo em comum (a escolha daquele espaço) e podem ter, hão de ter, preferências diferentes (escola, clube, marcas, vestir azul ou rosa).

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Confira brincadeiras para pais e filhos se divertirem em casa ou no condomínio

Pensando nos inúmeros benefícios, listamos algumas brincadeiras que podem ser feitas em família

Para as crianças, brincar pode estar relacionado apenas a se distrair, mas também faz parte do desenvolvimento delas. E quem melhor para ajudar nesse processo do que os próprios pais? Afinal, brincar também pode ser coisa de adulto. Pensando nos inúmeros benefícios – como manter a família unida, por exemplo – listamos algumas brincadeiras que podem ser feitas entre pais e filhos:

Jogos de Tabuleiro: Claro que existe um universo entre os jogos de tabuleiros, mas não é difícil achar alguns que sejam para a família toda. A atividade estimula o desenvolvimento cognitivo tanto de crianças quanto de adultos. Para o público infantil, os jogos ajudam na ampliação da memória e o raciocínio lógico.

Brincadeiras na piscina: A piscina é convidativa para todas as idades, então por que não aproveitar para brincar com as crianças? Brincadeiras como Marco Polo são diversão garantida para toda família.


Vídeo Game e jogos eletrônicos: Quem disse que vídeo game é brincadeira de criança? Muitos adultos continuam apaixonados por essa brincadeira e o hobby pode ser passado de geração para geração.

Atualmente, existem inúmeras opções de jogos tecnológicos que vão além do vídeo game e podem ser jogados em tablets, computadores e celulares. Claro que a escolha do jogos deve ser supervisionada pelos pais e o tempo de atividade também, já que a exposição às telas podem fazer mal a saúde.

Totó ou Pebolim: Dependendo da região do país, pode ser Totó ou Pebolim. Apesar dos nomes distintos, as regras são as mesmas. Para jogar, é necessário ter a mesa disponível – o que é normalmente encontrado em salões de jogos de condomínios. Pode ser jogado em dupla ou individualmente.

Futebol: O esporte mais popular do país é uma das opções de diversão entre a família e, como se sabe, não precisa de muito. Mesmo sem quadra, é possível jogar em um quintal, por exemplo. Se for brincar com crianças mais novas, o ideal é utilizar bolas mais leves.

Outros esportes: No Alphaville Norte, as quadras poliesportivas podem ser aproveitada para prática de tênis, basquete e vôlei, por exemplo.

Parquinho: Na área do Playground do Alphaville Litoral Norte, as crianças podem se divertir no parquinho, com balanços e gangorras.


Patins, bicicleta e patinete: Essas são atividades que, normalmente, aprendemos na infância e seguimos sabendo e praticando nos anos seguintes. Se é assim, pais e filhos podem se reunir para dar uma volta no condomínio seja de patins, bicicleta ou patinete. É importante, claro, estar bem equipado para evitar machucados maiores.

 Fonte: https://www.ibahia.com

Otimizando a Limpeza do condomínio

Planejamento para otimizar ao máximo o processo de limpeza do condomínio

Limpeza no condomínio

Para manter os diversos ambientes de um condomínio limpos, otimizando gastos e tempo, é necessário, além de bons profissionais, ter um bom planejamento.

Para isso, o SíndicoNet elaborou dicas gerais e técnicas, para que você se organize e possa repassar ao zelador as devidas orientações. Veja abaixo:

Tipos de limpeza:

Inicialmente, é importante ter em mente os diferentes tipos de limpeza aplicados em condomínios. São eles:

  1. Limpeza Geral – É a mais abrangente, mas que atende, principalmente as áreas de maior circulação, como halls e elevadores. Alguns itens devem ser limpos todos os dias, outros semanalmente. Exemplo: lavagem de área comum.
  2. Manutenção – Exige atenção, pois esse tipo de limpeza costuma ser mais leve, já que pode ser feito até mais de uma vez por dia para atingir seu objetivo: manter determinadas áreas sempre limpas por mais tempo. Exemplo: Varrição de área comum.
  3. Conservação – Limpeza que se faz no horário comercial, em que se conserva um ambiente por mais tempo limpo. Exemplo: Recolhimento de lixo na área comum.

Roteiro de limpeza:

Limpeza diária
  • Hall de entrada
  • Elevadores
  • Calçada com vassoura
  • Banheiros
  • Sauna
  • Sala de ginástica
  • Vestiários
Limpeza quinzenal
  • Vidros da portaria e áreas comuns
  • Sala de máquinas
  • Halls de pisos de madeira ou pedras como    mármore e ardósia
Limpeza mensal
  • Garagem
  • Escadas de emergência
  • Salão de festas (se não for muito usado, a    manutenção mensal é suficiente)
  • Janelas externas das áreas comuns
  • Calçada com máquina hidrojateadora
Limpeza semestral
  • Retirar pó das superfícies altas, como    tubulações e estruturas

Horários recomendados:

Algumas áreas muito utilizadas pelos moradores, como os elevadores e a garagem, devem ser limpas em horários com menos movimento de pessoas, como o meio da tarde durante a semana ou nos fins de semana pela manhã.

Elevadores
  • Dias de semana:  entre 14h e 16h
  • Fim de semana: 8h
  • Frequência: diária
  • Explicação: a limpeza deve ser diária feita no    período da tarde, quando o movimento de moradores é menor. Nos fins de    semana, prefira a faixa das 8h. Fique atento para sempre deixar um elevador    livre para o uso dos moradores, enquanto o outro estiver parado para limpeza.
Hall
  • Dias de semana: entre 14 e 16h
  • Fim de semana: período da manhã
  • Frequência: diária
  • Explicação: A limpeza dever ser feita, preferencialmente,    quando a limpeza do elevador está sendo feita, o que economiza tempo e deixa    toda a área limpa.
Garagem
  • Dias de semana: entre 15 e 17h
  • Frequência: mensal
  • Explicação: deve ser limpa mensalmente em    horários estratégicos, quando há pouca movimentação de carros.

Funcionários:

Calcular o número certo de funcionários para o condomínio depende de muitos fatores, afirmam especialistas, como tipo de piso das áreas comuns e dos halls de entrada, características dos elevadores e salões de festa ou ginástica, além da existência de piscinas, saunas e vestiários. Para não errar, o ideal é consultar empresas especializadas ou manter um funcionário fixo para a limpeza diária e contratar diaristas para auxilia-lo nas faxinas mensais e semestrais, que costumam ser mais pesadas.

Pisos:

A grande variedade de pisos e assoalhos que podem ser usados em condomínios geram, dúvidas e podem causar até problemas se tratados com os produtos errados.

  • Pisos frios: em geral, podem ser limpos com um pano úmido ou produtos específicos todos os dias.
  • Pisos de pedras:  como mármore e ardósia, por exemplo, exigem um cuidado maior. Portanto, devem ser encerados com cerdas próprias para o tipo e até cor do piso. Para encerar, pode-se usar enceradeiras, que facilitam o trabalho e garantem mais brilho, ou panos macios.
  • Pisos de madeira: também pedem cera. Para mate-los sempre limpos e brilhantes, recomenda-se um pano úmido diariamente e uma vez por semana, cera específica para o tipo e cor do piso.

Produtos

Manusear produtos de limpeza exige cuidado e atenção. Algumas pessoas são alérgicas e muitos produtos tóxicos se inalados ou agressivos se tiverem contato com a pele.

Na hora de escolhê-los, prefira os menos agressivos e neutros. O cheiro dos produtos também deve ser escolhido com cuidado, já que muitas pessoas freqüentarão as áreas comuns. Uma opção são aromas leves ou a ausência de qualquer cheiro.

  • Água sanitária: Conhecida por ser abrasiva e causar manchas deve ser usada com cuidado e só quando for realmente necessária
  • Detergente neutro e sabão líquido: Usados para a maioria dos procedimentos de limpeza são boa opção já que se encaixam em muitos ambientes e são pouco abrasivos.
  • Desinfetante: Deve ser usado com cuidado e somente em locais necessários, como banheiros, por exemplo.
  • Ceras: A quantidade e o tipo de piso que aceitam esse tipo de material sem prejudicá-los devem ser checados com o fabricante.

Dicas

  • Algumas medidas de economia podem trazer prejuízos. A mais comum delas é optar por diluidores para que produtos muito concentrados sejam superaproveitados. Eles não são recomendados já que é comum que os funcionários não os utilizem adequadamente e prejudiquem o rendimento.
  • Consulte sempre os funcionários da limpeza na hora de comprar produtos. Eles são os melhores indicadores para chegar à quantidade ideal.
  • Pisos frios exigem menos produtos, assim como carpete de madeira. Já pisos de madeira maciça e pedras, como mármore e ardósia precisam de mais cuidados. Leve esses fatores em consideração

Aprenda a escolher o melhor tipo de churrasqueira para apartamento

O segredo de um churrasco perfeito pode estar na churrasqueira. Veja como escolher a opção perfeita para você que mora em apartamento.

Em tempos de jogos, reuniões de familiares e amigos, um churrasco é sempre considerado a escolha do cardápio ideal. Mas e se o local da reunião for um apartamento, como fazer?

Já faz algum tempo que para fazer um bom churrasco não é preciso morar em uma casa ou ter um grande quintal, o mercado já conta com várias opções para quem tem um espaço reduzido.

Hoje nosso artigo vai levantar qual a melhor churrasqueira para quem mora em apartamentos e você define o tipo mais adequado ao seu espaço, vamos lá?

Onde colocar?
Antes de mais nada você precisa avaliar se a sua churrasqueira vai ficar em um ambiente interno, como a cozinha, ou se é melhor deixa-la na varanda, caso seu apartamento possua esse espaço.

Essa definição é essencial para que você continue com a ideia, pois caso erre ao construir uma churrasqueira, será complicado modificar todo o projeto. Depois de definir esse item avalie os tipos de churrasqueiras para apartamentos disponíveis no mercado e escolha a que for melhor, listaremos algumas aqui.

Churrasqueira a gás com bancada 
Esse estilo é para os apartamentos que possuem um pouco mais de espaço, pois ela é grande. Apesar de mais moderna e fácil de ser instalada, ela toma um bom espaço que não será usado sempre, pense nisso. Apesar disso, é ideal para quem deseja evitar a sujeira de uma churrasqueira tradicional, com tijolos, carvão e etc.

Churrasqueira a gás embutida
O mesmo princípio da churrasqueira a gás com bancada, com a vantagem de evitar sujeira e de fácil instalação. No entanto, é mais adequada para quem tem um apartamento menor. Como não ocupa muito espaço, é possível combinar com móveis planejados.

Tenha o cuidado de medir corretamente tanto o equipamento quanto o seu espaço na cozinha (caso seja o local escolhido para ela) antes de cortar a pedra da sua pia. As medidas erradas podem comprometer todo o projeto, tenha em mente que esse tipo de churrasqueira tem o formato similar a um cooktop.

As opções a gás são consideradas ecologicamente mais corretas, além de mais econômicas.

Churrasqueira rústica
Já que o apartamento é pequeno, que tal ter uma churrasqueira 2 em 1? Sim, é possível ter uma churrasqueira que também serve como lareira nos dias mais frios do ano. Rústica e moderna ao mesmo tempo, esse tipo de churrasqueira torna o ambiente ainda mais acolhedor.

Churrasqueira portátil
Se você acha que morar em um apartamento pequeno te impossibilita de ter uma churrasqueira ou se sua varanda é muito pequena e não comporta o projeto, tenha uma churrasqueira portátil e acabe com o problema.

Além de não precisar estar no local o tempo todo, algumas são desmontáveis e podem até servir de peça decorativa.

Churrasqueira a carvão
Olha, também existe churrasqueira a carvão para apartamento. Ainda que as opções elétricas e a gás sejam excelentes alternativas, há quem diga que o sabor não é o mesmo de um bom churrasco feito na brasa.
Nesse caso existem modelos que são portáteis e seguros ao mesmo tempo. Para quem não tem muito espaço, o grande vilão pode ser a fumaça e o fogo dentro de casa. Esse modelo geralmente possui tampa, opção para controlar os dois problemas citados. Além disso, é uma boa saída se você tem a intenção de deixar o churrasco com aquele gostinho de defumado.

Churrasqueira elétrica
A churrasqueira elétrica é amiga de quem não deseja fumaça dentro de casa. Além disso, ocupa pouquíssimo espaço e nem precisa citar a facilidade de acende-la: apenas colocando na tomada e apertando um botão.

Alguns modelos possuem ainda controle de temperatura, velocidade e já vem com espetos inclusos. Tudo fácil de limpar e exigindo pouca manutenção. Apesar da praticidade, é vista como uma opção não tão econômica, já que o custo de energia elétrica é elevado.

Churrasqueira a bafo
Apesar de produzir pouca fumaça e ser indicada para ambientes pequenos, é melhor usar esse modelo apenas na varanda. Aliás, você deve lembrar desse estilo de churrasqueira, é muito comum em filmes americanos.

Funciona como um forno, gerando e mantendo calor, também necessita de carvão para funcionar.

Churrasqueira de alvenaria
Se o seu apartamento foge à regra e possui uma varanda mais ampla, e claro, se essa for sua opção, porque não usar a tradicional churrasqueira de alvenaria?

Ideal para espaços maiores, precisa de uma manutenção mais cuidadosa. Funciona a base de carvão ou lenha e permite preparo de churrasco, pizzas e o que mais você achar interessante.

Gostou do nosso artigo sobre churrasqueira pequena para apartamento e outros modelos para escolher? Continue nos acompanhando!

Fonte: Imovelweb

Saiba o que fazer para deixar o imóvel mais atraente para venda

Use algumas dicas para turbinar o número de interessados no seu anúncio

Quem pensa em vender um carro costuma achar importante deixá-lo mais interessante aos olhares do possível comprador. É comum que a pessoa faça alguns reparos, limpeza, polimento. Isso porque a apresentação melhor gera um interesse maior de compra e talvez até aumente o preço de venda. Com imóvel é a mesma coisa.

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É importante que uma boa limpeza seja feita antes de visitas e fotos para anúncio (Foto: Shutterstock)

“Um imóvel bem preparado com certeza terá um processo de venda mais tranquilo. Às vezes, pequenos investimentos, como pintura, revisão nos móveis ou atualização de algum cômodo já podem fazer grande diferença”, opina o empresário e corretor de imóveis Vincenzo Russo, da Imobiliária RE/MAX Independência.

Para o superintendente de Marketing da Construtora Trisul, Lucas Araujo, além de manter o local reformado, organizado e limpo, o proprietário deve pesquisar o preço de imóveis equivalentes na região e se adequar à realidade. “Além disso, desenvolver todas as formas possíveis de divulgação”.

Fatores

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O valor equivocado é um dos fatores que explicam a baixa procura pelo imóvel (Foto: Shutterstock)

Russo diz que o principal fator para baixa procura é valor errado. “Muitos se valem de informações pouco confiáveis para estabelecer o preço de venda. E acabam considerando valores sentimentais ou expectativas desatualizadas. O imóvel acaba mal precificado e a venda se arrasta”.

Araujo cita, como situações que fazem despencar a procura, a localização sem apelos positivos, o valor alto do condomínio e do IPTU, problemas de segurança e falta de infraestrutura, como enchentes.

Detalhes

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Fazer um anúncio detalhado é parte fundamental do processo de venda de um imóvel (Foto: Shutterstock)

Como em qualquer processo de venda, a publicidade é algo muito importante. Para Russo, além das fotos, acrescentar ao anúncio detalhes como vídeos e tour 360 graus também é interessante. “O anúncio deve ser completo, com endereço, metragem, cômodos, vagas. E com as informações corretas”.

O representante da Trisul concorda e diz que quanto mais fotos e detalhes do imóvel, melhor. “É uma regra que passa transparência, evita surpresas dos proponentes e revela que o imóvel não tem problemas a serem escondidos”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Renúncia do síndico

Eleição de substituto não pode contemplar novo mandato

Eleição de substituto não pode contemplar novo mandato

Por Inaldo Dantas*

Qualquer um pode renunciar ao mandato pelo qual foi eleito (já tivemos isso em um passado recente, onde Fernando Collor renunciou ao mandato de Presidente da República, em 1992).

Da mesma forma, o síndico que porventura não queira mais permanecer no cargo, mesmo antes do término do seu mandato, pode, por ato pessoal e voluntário, apresentar sua renúncia.

E quando isso ocorre, muitos são os condomínios que não têm em suas convenções (e isso não pode ser considerado uma falha) a previsão de quem venha “herdar” tal mandato. Em  boa parte delas (as convenções) consta que cabe ao subsíndico ou ao presidente do conselho, assumir provisoriamente o cargo e imediatamente convocar assembleia para eleição do substituto.

Apesar da omissão na lei (Código Civil), o novo síndico não deve ser eleito para um novo mandato, e sim, até o prazo final do renunciante, que deve ocorrer na “AGO”.

Ocorre que, por falta de conhecimento, muitos são os casos em que, ha