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Condomínio não é responsável por crimes

Segurança é obrigação do Estado e condomínio só é responsável se o crime foi facilitado de propósito ou por negligência

Com a onda de crimes cada vez mais ousados, tornou-se comum ver notícias de práticas criminosas em condomínios e edifícios.

No entanto, de acordo com Rodrigo Karpat, advogado especializado em direito condominial e questões imobiliárias, a administração do condomínio em si não pode ser responsabilizada por crimes desse tipo, a não ser que seja comprovada a intenção de um funcionário em colaborar com a prática ou até mesmo algum ato de negligência que favoreceu o crime.

Foto: Arquivo / O Liberal

Condomínios não são responsáveis por crimes ocorridos em seu interior

“A responsabilidade da segurança é do Poder Público. O condomínio só vai ser responsável se de alguma forma ele concorreu com esse ato delituoso, por exemplo, se houve uma facilitação do porteiro na entrada do meliante, se o portão foi aberto de forma inadvertida, ou se de alguma forma o condomínio chamou para si a responsabilidade da segurança. Quando ele faz isso? Quando a convenção o obriga a cuidar da segurança, o que é muitas vezes incomum, ou quando ele oferece sistemas de vigilância, não câmeras de segurança, mas por exemplo a contratação de vigilantes armados, aí o Judiciário tem entendido que ele assumiu para si a responsabilidade de fazer guarda daquelas áreas”, explicou.

O advogado completa a explicação lembrando que a função de equipes de segurança desarmadas, formadas por zeladores e porteiros, por exemplo, não é confrontar e prender criminosos, mas sim vigiar o ambiente para situações envolvendo problemas internos. No caso de crimes, os mesmos podem, se possível, acionar as autoridades responsáveis pela segurança pública, que têm a responsabilidade de combater o crime em qualquer lugar.

“É importante que fique bem claro qual é a função deles (zeladores e porteiros), que é controlar acesso, controlar situações inerentes ao convívio e, logicamente, de certa forma, vigiar o perímetro, mas não a vigilância e proteção patrimonial substituindo o Estado”, esclareceu Karpat.

Fonte: http://liberal.com.br

Seguro condomínio é coisa séria: Veja algumas dicas

Obrigatória por lei, a contratação do seguro condomínio é um item indispensável para a gestão do síndico. Saiba mais sobre o tema com Davi Nunes Fiel, da Mitra Seguros.

Seguro condomínio é coisa séria: Veja algumas dicas

A contratação do seguro condomínio é algo obrigatório para todos os condomínios, de acordo a Lei 4.591/64, em até 120 dias contados da data da concessão do “habite-se”. Caso o condomínio venha a descumprir tal regra, estará sujeito à multa pelo órgão competente da cidade.

E como o síndico é o responsável legal pelo empreendimento, caso deixe de contratar o seguro e algum sinistro venha a ocorrer, ele será o responsável direto pelas perdas e danos ocorridos no condomínio podendo, até mesmo, ser processado por outros moradores que se sentirem afetados.

E para explicar melhor esse assunto, veja abaixo algumas dicas e uma entrevista exclusiva com Davi Nunes Fiel, Diretor Comercial da empresa Mitra Seguros.

1 – Não é preciso convocar uma assembleia para contratar o seguro condomínio. Como o seguro condomínio é obrigatório por lei, de acordo com o Decreto 73/1966, a Lei 4.591/64 e o novo Código Civil, a assembleia servirá somente para decidir sobre a empresa escolhida, o custo e a natureza das coberturas.

2 – O seguro deve cobrir as unidades autônomas e as partes comuns. Dessa forma, todos os danos ocorridos à estrutura do prédio causado por raios, explosão e incêndio, no que se refere às áreas comuns, ou relativos a bens do condomínio como portaria, salão de festas, piscina, equipamentos e elevadores devem estar assegurados. Cabe frisar que em condomínios horizontais, onde a construção de cada casa fica por conta do morador, comprando apenas a cota do terreno, somente as áreas comuns ficam asseguradas.

3 – Existem duas modalidades de seguro: a básica simples e a básica ampla. Na cobertura básica simples, o condomínio fica segurado contra perdas e danos materiais causados por incêndio, queda de raio e explosão de qualquer natureza. Já na básica ampla, além dos itens que configuram a básica simples, o condomínio fica protegido nas causa de danos elétricos, desmoronamento, acidente de veículos, vendaval, granizos roubo de bens do condomínio e outros opcionais. Vale lembrar que esses itens são opcionais na cobertura simples, mas garantidos pela cobertura ampla.

4 – Dê preferência para a cobertura ampla. Quando os valores do seguro condomínio são divididos no rateio, o preço pago por unidade é quase imperceptível. Por isso, estar segurado contra qualquer tipo de sinistro faz todo o sentido.

5 – O seguro condomínio não cobre eventuais acidentes que ocorram dentro do imóvel. Nesse caso, o condômino deverá buscar o seu próprio seguro residencial.

Veja mais informações sobre seguro condomínio nesta entrevista com Davi Nunes Fiel, diretor comercial da Mitra Seguros.

Viva – O morador pode solicitar a verificação do conteúdo da apólice de seguros junto ao síndico?

Davi Nunes – A qualquer momento o condômino pode solicitar a apólice de seguros e verificar todas as coberturas contratadas, vigência, assistências, contatos e outras informações.

Viva – Contratar um bom seguro condomínio ajuda na redução dos custos condominiais?

Davi Nunes – Contratar um seguro condomínio também é um modo de reduzir os custos do condomínio. Isso porque ele cobre eventos que podem causar danos ao edifício e aos condôminos. O custo para repará-los pode ser excessivo e comprometer as finanças do condomínio. Com um contrato com uma seguradora, a apólice cobrirá as despesas até seu limite.

Viva – Quais são as principais coberturas adicionais ofertadas pelas seguradoras?

Davi Nunes – Síndico: Roubo ou furto qualificado dos bens do condomínio; roubo de valores; incêndio, explosão, queda de aeronaves, fumaça – condôminos: roubo ou furto qualificado; pagamento de aluguel; alagamento e inundação; danos elétricos e curto circuito; desmoronamento e tremor de terra; quebra de vidros, anúncios /letreiros, espelhos e mármores; tumultos, greves, “lock-out”; vazamento de chuveiros automáticos (sprinklers); vazamento de tanques e tubulações; vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo, impacto de veículos; danos morais e empregador; guarda de veículos: incêndio e roubo, ou incêndio, roubo e colisão; portões e vida de funcionários.

Viva – A não contratação do seguro pode acarretar que tipos de constrangimento ao síndico?

Davi Nunes – O síndico pode ser processado pelos demais condôminos por perdas e danos. Para segurança do condomínio é necessário que os condôminos solicitem a apólice de seguro ao síndico, ou que se realize uma auditoria periódica para certificar-se que está tudo certo. Porém, erros e equívocos acontecem e nesses momentos os condôminos precisam entrar em consenso e juntos decidirem a penalidade do erro, podendo ser até uma ação judicial contra o responsável pela contratação do seguro.

Viva – Quem decide qual o tipo de cobertura o condomínio irá contratar?

Davi Nunes – O sindico é o responsável legal. Por este motivo, deve ser feito e orientado por um corretor especializado no ramo e devidamente habilitado.Existem coberturas básicas como incêndio, vendaval, responsabilidade civil etc. Mas, na maioria das vezes, o corretor irá orientar a contratação. Assim como sobre a contratação de coberturas específicas, que serão estudadas junto ao síndico para verificar a real necessidade do condomínio.

Viva – Qual a estimativa do valor do seguro condomínio em relação às despesas anuais do condomínio?

Davi Nunes – Depende muito da estrutura do condomínio e do tipo de cobertura. Mas é possível afirmar que apenas de 2 a 10% das despesas anuais seriam gastos com o seguro.

Viva – Quem é o responsável pela contratação do seguro?

Davi Nunes – O síndico é o responsável pela contratação e renovação, sob pena de multa caso não faça uma apólice para o condomínio. Se ocorrer um acidente e o condomínio não tiver o seguro, o síndico pode ser processado pelos condôminos por perdas e danos.

Viva – Quais os bens protegidos pelo seguro?

Davi Nunes – O seguro condomínio deve abranger todas as unidades autônomas privativas e as partes comuns. Estão cobertos os danos ocorridos à estrutura do prédio, causados por incêndio, queda de raio e explosão, abrangendo as áreas comuns e as unidades independentes, além dos bens de propriedade do condomínio, como itens de decoração da portaria, móveis no salão de festas, da piscina, equipamentos da sauna, extintores da garagem, interfones, antena coletiva, elevadores etc.

Viva – Qual o critério de indenização caso algum sinistro venha ocorrer no condomínio?

Davi Nunes – Para cada evento a documentação é diferente. Por este motivo, em caso de sinistro, o corretor deve ser acionado antes da execução dos reparos.

Viva – O que ficar de olho na hora de contratar uma seguradora?

Davi Nunes – Na hora da pesquisa o síndico deve ficar atento ao histórico da empresa, à qualidade dos corretores, comprometimento da empresa e aos benefícios adicionais que a seguradora oferece. Por exemplo, na Mitra oferecemos atendimento 24 horas com cobertura aos finais de semana e feriados. Afinal, não se sabe quando algo poderá acontecer.

Viva – Como contratar uma corretora de seguros? Que dicas você pode passar para quem nos lê agora?

Davi Nunes – É imprescindível contratar uma corretora que tenha pessoas qualificadas e especializadas no produto e que demonstrem segurança e conhecimento. O papel do corretor é o de auxiliar o síndico na contratação, renovação e em casos de assistências ou sinistros. Em todas essas situações, o atendimento deve ser sempre claro, atencioso e satisfatório para o cliente. Pesquise, avalie e peça indicações de corretores especializados no produto, pois ter um corretor de confiança alivia o trabalho do síndico e dos condôminos.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Agradecimento: Davi Fiel – Mitra Seguros

Pias modernas podem ser protagonistas na decoração

São muitas as possibilidades, como modelo, formato, material, textura e cor, mas é possível criar uma harmonia com o restante do ambiente

Na hora de planejar um projeto de decoração, todos os detalhes devem ser pensados, independente de qual ambiente receberá o toque especial. Porém, alguns detalhes ainda passam despercebidos. As pias, por exemplo, de uma forma geral são interpretadas como algo funcional na casa e dificilmente ganham um ar diferenciado. Porém, elas podem se tornar o destaque do banheiro, do lavabo ou da cozinha, a depender da escolha do modelo, formato, material, textura e cor. São muitas as possibilidades de ter uma pia mais moderna e diferenciada, saiba como escolher a ideal.

Uma pia mais moderna traz mais personalidade ao ambiente e interfere diretamente na forma como a casa é compreendida.  “Enquanto pessoas discretas vão optar por algo tradicional, pessoas mais chamativas vão fugir do óbvio e terão maior orgulho em apresentar as pias modernas aos amigos”, garante o arquiteto Artur Diniz. Porém, na hora de escolher o modelo ideal, é preciso ter cuidado para que ele não destoe da decoração. “É possível ousar nas peças, mas sem esquecer que elas devem manter o diálogo com o restante da casa. Se você preferir usar pias modernas em uma casa tradicional, não esqueça de encontrar elementos em comum, que proporcionem diálogo com o restante da casa”, sugere.

Reprodução/Pinterest
(Foto: Reprodução/Pinterest)

A pia pode se tornar a protagonista do espaço, principalmente em imóveis nos quais os ambientes estão integrados e cozinhas e áreas de serviço acabam mais expostas. Porém, elas também podem ser o destaque do banheiro ou do lavabo. “Em todas essas áreas é possível ousar e tirar partido de peças diferenciadas e modernas. No mercado existe uma variedade de produtos, com materiais, texturas, cores e formas diferentes que podem ser aplicados no projeto, tornando a pia o destaque do ambiente”, diz a arquiteta Carla Siqueira.  “Não existem regras, tudo fica bom quando está contextualizado e em harmonia com os materiais da bancada, torneiras, revestimentos, móveis, objetos de decoração, entre outros elementos. Utilizando a criatividade e boas combinações é possível inovar”, acrescenta.

Ambientes

As pias podem fazer a diferença nos ambientes. “Com a tendência de integração dos ambientes, podemos transformar as cozinhas ou varandas gourmet em ambientes modernos e atrativos, mas claro que os lavabos e banheiros não serão esquecidos, pois é importante manter a mesma sofisticação em todos os cômodos”, afirma Artur Diniz. Porém cada ambiente terá uma atenção diferenciada na hora de escolher a pia ideal.


(Foto: Shutterstock)

Na cozinha, por exemplo, além de beleza, outras questões como limpeza e praticidade também devem ser levadas em consideração. “É tendência a utilização de pias em grandes formatos, quando a área permite. As de vidro e de inox são muito utilizadas por conta da facilidade de limpeza do local, além de existirem várias opções no mercado que acompanham acessórios como escorredor, tábuas, cestos e porta sabonetes. As de Inox também podem ser encontradas nos acabamentos fosco, brilho e com variações de cores”, diz Carla Siqueira.

Os banheiros e lavabos também são áreas que permitem ousadia nas combinações. “As pias de madeiras e esculpidas, além materiais nobres, são exclusivas. Elas são desenvolvidas sob medida, com design diferenciado e direcionado para o perfil do usuário. Em resumo, é uma peça personalizada e moderna”, ressalta a arquiteta. Para a área de serviço, Artur Diniz reforça que é importante garantir a funcionalidade, beleza, além do diálogo com a cozinha, se os ambientes estiverem interligados.

Formas

Porém, se a ideia é ter um resultado ainda mais moderno, o arquiteto Artur Diniz aconselha deixar de lado as formas e os materiais mais tradicionais, como o mármore e o granito e apostar em peças mais modernas, diferenciadas e criativas. “Existe uma grande variedade de formas, cores e materiais que, quando bem escolhidos, dão a tônica moderna ao ambiente”, garante. “O formato da bancada e da cuba vai contribuir diretamente para transmitir um ar mais moderno. Quanto mais clean a forma, mais moderna a pia”, acrescenta.


(Foto: Shutterstock)

 Segundo o arquiteto, as pias mais acessíveis no mercado e que proporcionam uma linguagem moderna são as de apoio, de sobrepor, de semi-encaixe ou as cubas de piso, com formas retas, puras ou orgânicas. “Nem sempre precisamos apelar para formas exageradas para ter um bom resultado. Formatos retos e simples podem ser responsáveis por um discreto ar de modernidade”, conta.

“Uma bancada em inox, esculpida em pedra ou moldada em material sintético, com linhas retas e integrada à cuba, de aspecto visual sólido, vai resultar em um ambiente incrivelmente moderno”, acrescenta.


(Foto: Shutterstock)

Caso o orçamento esteja menos apertado, é possível investir um pouco mais para ter um resultado ainda mais diferenciado. “Caso você possa investir um pouco mais e queira realmente impressionar, poderá encontrar pias diferenciadas com formas orgânicas e criativas em louça, em materiais sintéticos, em vidro, em resina, em pedra esculpida e até em madeira com verniz, para uso em banheiros e lavabos”, detalha o arquiteto.

Detalhes

Independente do modelo que vá escolher para compor o espaço, a funcionalidade é quesito primordial para cada tipo de ambiente, seja no banheiro, lavabo, cozinha ou área de serviço. “A oferta de pias, de materiais e de metais para cozinhas e banheiros é vasta, mas não podemos esquecer questões básicas, como conforto e ergonomia”, explica Artur Diniz. A questão é que não se deve apenas priorizar o resultado estético. “É importante adquirir uma pia que atenda a funcionalidade e facilite a limpeza”, completa.

Carla Siqueira sugere que todos os detalhes devem ser pensados antes de decidir qual pia será a escolhida. “Deve-se analisar o tamanho da bancada, os acessórios que serão utilizados, entre outras questões importantes. Tudo tem que ser pensado e adequado para o espaço disponível”, esclarece.

Outro ponto importante diz respeito ao orçamento. É preciso também escolher de acordo com o que se pode gastar para que a obra ou reforma não pese no bolso. As pias mais modernas e diferenciadas costumam ser mais caras. “Porém, com pesquisa de mercado, é possível fazer aquisições com preços acessíveis”, indica Carla Siqueira. Outras dicas podem ser levadas em consideração para quem deseja economizar. “É possível encontrar um preço razoável se abrir mão dos últimos lançamentos do mercado ou das peças muito diferenciadas. Escolha os meios termos, como as pias esculpidas em bancadas retas, as cubas de semi-encaixe ou as de apoio, pois são excelentes opções. O resultado, certamente, será moderno”, conclui Artur Diniz.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Decoração de varanda: confira 5 dicas

Uma das maneiras de deixar o espaço mais aconchegante é apostar em uma boa decoração de varanda

A varanda pode ser uma extensão da área interna ou apenas como um espaço de ventilação. Para dar mais personalidade a ela, veja algumas dicas de como utilizá-la e decorá-la:

  1. Utilize a área como jardim

Plantas são ótimas opções para decoração de varanda. Além de trazer mais vida ao ambiente, cuidar delas proporciona momentos relaxantes e contato com a natureza. Em alguns terraços é viável até cultivar árvores frutíferas de pequeno porte, como jabuticaba e amora. Outra alternativa é a horta vertical, que é perfeita para espaços menores. Basta escolher uma parede que receba boa incidência de luz solar para colocar os vasos.


(Foto: Shutterstock)

  1. Opte por móveis de madeira

Móveis feitos com materiais naturais, como a madeira, funcionam muito bem nas varandas. Podem-se utilizar espreguiçadeiras e mesinhas ou até mesmo construir um deck de madeira para o piso. Almofadas coloridas contrastam bem com esses itens e trazem mais energia para o ambiente. Outra forma de incluir a madeira é construir um painel na parede que possa sustentar um jardim vertical.


(Foto: Shutterstock)

  1. Crie um escritório

Sem espaço para o escritório? Utilize a varanda! Para isso, é preciso, essencialmente, de uma mesa, uma cadeira confortável e tomadas disponíveis para o computador, a impressora e o telefone. Também é possível fechar a área com grandes janelas de vidro. Assim, a vista será mantida e o excesso de ruído será evitado.

  1. Transforme-a em sala de jantar

Uma excelente forma de transformar a varanda em um espaço aconchegante é usá-la como sala de jantar. Já imaginou fazer todas as refeições aproveitando a vista, como se estivesse ao ar livre? Sem contar o fato de que a mesa e as cadeiras ficarão em uma área separada da sala de estar. Caso o local seja mais compacto, mesas redondas e bancos no lugar de cadeiras com encosto são mais adequados.


(Foto: Shutterstock)

  1. Invista em um espaço de lazer

A varanda ainda é ideal como espaço de lazer, para organizar um open house e receber os amigos nos fins de semana, por exemplo. Para isso, pode-se optar por montar uma área com churrasqueira. Também é indicado reservar um local para a pia e uma área de apoio. Para aproveitar bem o espaço, utilize móveis planejados.


(Foto: Shutterstock)

Nas paredes, é interessante usar materiais de fácil limpeza, como azulejos, principalmente no entorno da churrasqueira. Já para o piso, uma boa sugestão é o cimento queimado, que dá um aspecto mais moderno ao ambiente. A decoração de varanda é muito importante no imóvel. Invista no espaço para deixá-lo mais aconchegante e capaz de proporcionar momentos de prazer e descanso.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

O condômino inconveniente

Luiz Ribeiro O. N. Costa Junior*

Quem, morando em condomínio, nunca se deparou com aquele condômino que pouco ajuda e muito atrapalha? Há sempre aquele que acredita ser o dono da razão, que questiona as condutas do síndico e dos gestores e que tumultua o condomínio dizendo que tudo está errado e precisa mudar, mas que nunca apresenta qualquer sugestão concreta para mudança.

Há também o morador que atrasa a cota condominial e depois quer pagar sem acréscimos, porque alega que deixou de pagar por alguma falha do condomínio ou da administradora.

Tem ainda aquele condômino que reclama sempre, mas não comparece a assembleias para expor suas opiniões, ou que comparece e tumultua tanto que acaba fazendo com que os moradores deixem de participar das assembleias.

Enfim, parece que essas pessoas não querem o bem comum. Muitas vezes, aliás, são verdadeiros oportunistas que apenas querem tirar vantagens sobre os demais condôminos.

Mas, o que fazer neste caso? A receita é simples. Aplique o que está previsto no regulamento interno, na convenção e na legislação.

Se o condômino quer pagar a cota atrasada sem acréscimos não tem razão para ser, pois o síndico deve cumprir o previsto nas normas legais e cobrar os acréscimos do morador. E se ele se recusar a pagar, sob qualquer fundamento que seja, o condomínio deve acioná-lo judicialmente.

Se o condômino quer ter benefícios diversos dos demais condôminos, ou não cumprir o regulamento, o síndico deve advertí-lo ou multá-lo, de acordo com o previsto nas normas internas. E mesmo que o condômino não venha a pagar a multa, então deve o condomínio também adotar as medidas judiciais para o recebimento da mesma.

Se o condômino tumultua uma assembleia e impede o prosseguimento da mesma, deverá o presidente da mesa aplicar o previsto nas normas internas, até mesmo com a aplicação de multa, afinal, a maioria das normas condominiais prevê a conduta que deve ser adotada tanto nas assembleias como principalmente no trato com funcionários e demais condôminos.

Agora, se a situação começar a se tornar insustentável, de modo a dificultar a convivência com os demais condôminos, o síndico ainda poderá valer-se do previsto no parágrafo único do artigo 1.337 do Código Civil, que preceitua:

“Parágrafo único. O condômino ou possuidor que, por seu reiterado comportamento antissocial, gerar incompatibilidade de convivência com os demais condôminos ou possuidores, poderá ser constrangido a pagar multa correspondente ao décuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, até ulterior deliberação da assembleia.”

Vê-se, portanto, que viver em condomínio é viver em harmonia e, mesmo que existam opiniões diversas, isso é natural do ser humano, porém, o respeito aos demais moradores, seja no tocante à Educação, seja quanto aos direitos e deveres de cada parte envolvida, deve existir e se sobrepor a qualquer coisa.

Não pode um condômino querer ser beneficiado em detrimento dos demais, ou, ainda, acreditar que sua insistência ou persistência, que beiram a inconveniência, podem acuar uma administração e todos devam se curvar a esta conduta.

Portanto, se seu condomínio tem aquele morador inconveniente e que quer levar vantagem, veja em suas normas internas e nas normas legais qual a melhor situação em que sua conduta se enquadra, para que a harmonia no condomínio seja restabelecida.

Advogado, administrador de empresas e pós-graduado em Direito Processual Civil pela PUC-SP. Atua com condomínios desde 1991 e com Direito Imobiliário e Condominial desde 2002. Escreve nesta coluna quinzenalmente, aos sábados.

Fonte: https://www.dgabc.com.br

Temporada de chuvas começa agora: seu para-raios está funcionando?

Brasil é campeão mundial em descargas atmosféricas. Na chegada do período chuvoso, fique atento aos sistemas de proteção para evitar acidentes e mortes

Síndicos e moradores de edifícios devem ficar atentos ao funcionamento do para-raios - Gladyston Rodrigues/EM/D.A.Press

Síndicos e moradores de edifícios devem ficar atentos ao funcionamento do para-raios

A temporada de chuvas começa este mês e se prolonga até março. Nesse período, ocorrem fortes tempestades, acompanhadas de rajadas de vento, trovoadas, granizo e raios. Por sua localização geográfica, o Brasil é o campeão mundial em descargas atmosféricas. De acordo com dados do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Brasil registrou nos últimos seis anos média de 77,8 milhões de raios por ano. Eles trazem uma série de riscos para pessoas, animais, equipamentos, estruturas e instalações, podendo causar prejuízos e até matar. O país contabiliza em média 130 mortes e mais de 200 feridos por ano.

Os síndicos e moradores de edifícios devem ficar atentos ao funcionamento do SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas) ou para-raios, para evitar acidentes. E em muitos casos esses problemas acabam acontecendo em edificações onde se acreditavam estarem protegidas, devido à má instalação do equipamento, à falta de vistoria ou de manutenção periódica.

Conselheiro do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape-MG), o perito de engenharia Frederico Correia Lima Coelho conta que a Norma 5.419/2015 sugere a inspeção visual do equipamento feita anualmente por um engenheiro eletricista. Por meio dessa norma se estabelecem regras importantes para a implementação do para-raio, definidas por meio de cálculos e pesquisas. Entretanto, o especialista orienta que essa inspeção também seja feita no momento em que ocorra a vistoria predial e que o morador peça ao profissional que vistorie também o SPDA, não de forma visual, mas técnica. “Essa vistoria é importante, pois com o tempo a resistência de terra pode mudar, por exemplo”, orienta Coelho.

De acordo com o diretor do Ibape-MG, Dilvar Oliva Salles, somente um engenheiro poderá saber com precisão o tipo de projeto de para-raio que deve ser instalado na edificação ou como manter o equipamento funcionando adequadamente. “O profissional habilitado verificará a resistência de aterramento, através de medição, as condições de conservação da estrutura das descargas atmosféricas e a estrutura de condução destas descargas até o aterramento”, detalha.

A má instalação do SPDA pode implicar em sérios danos, como a fratura da edificação, a perda de uma parte da estrutura do imóvel e a queima de aparelhos eletroeletrônicos. Apesar da montagem irregular do SPDA poder causar danos nesses equipamentos, ele não os protege dos raios, pois a sua função é captar a carga atmosférica e elevar até o solo. Nesses casos, o mais indicado é instalar o aparelho conhecido como DPS (Dispositivo de proteção contra surtos). Esse equipamento é capaz de evitar qualquer tipo de dano proveniente de surtos (descargas atmosféricas, entre outros).

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Como escolher materiais para áreas externas do condomínio?

As áreas externas de uma edificação podem ser utilizadas para os mais diversos fins. Muitas pessoas aproveitam para criar um ambiente de lazer, com piscinas, churrasqueiras, terraços, ou ainda utilizar destes locais para áreas de estacionamento. É muito comum também que se utilize as áreas externas para manter um jardim ou quintal, preservando o verde com gramas e plantas dos mais variados tipos.

É preciso lembrar, contudo, que as áreas externas estão sujeitas a sol, chuva, ventos, e isso vai exigir atenção na manutenção para preservar a sua vida útil. A partir daí, surge a dúvida: quais são as melhores opções de materiais para as áreas externas? Neste post vamos falar sobre as melhores escolhas para tornar o seu ambiente exterior mais bonito e como evitar as preocupações com manutenção ao longo dos anos.

Ambiente Interno x Ambiente Externo

Primeiramente, é preciso entender que a escolha dos materiais para qualquer área de uma residência, seja ela interna ou externa, deve levar em consideração alguns pontos importantes.

Pessoas que priorizam apenas a estética, por exemplo, podem se arrepender da decisão a médio e longo prazo por dificuldades de manutenção. Além disso, é preciso tomar bastante cuidado, pois algo que é tendência hoje, pode ficar obsoleto ou fora de moda nos anos seguintes, e reformas (mesmo as pequenas) quase sempre são sinônimos de dor de cabeça.

Já em outros casos, a escolha é feita estritamente pelo lado financeiro, e a consequência disso é o uso de materiais de baixa qualidade e inadequados para a situação. É sempre bom lembrar que, por vezes, o que parece ser uma economia no momento da construção, pode virar um prejuízo bem maior no futuro se for necessária uma reforma.

O ideal, portanto, é pesquisar, analisar, comparar opções e contar com a ajuda de profissionais. Para uma cozinha, por exemplo, os profissionais recomendam a escolha de materiais de limpeza mais fácil, pois é uma área que fica suja com mais frequência. Já para uma área de piscina é uma boa prática optar por materiais porosos, para evitar escorregões e acidentes.

Calçadas

As calçadas são áreas públicas, mas a manutenção é de responsabilidade do proprietário do terreno. Uma calçada bem feita e bem cuidada, valoriza não só a sua casa ou condomínio, mas também contribui como elemento de arquitetura das ruas da cidade.

Primeiramente, deve-se considerar que a calçada é uma área externa, sujeita a intempéries como chuvas e enxurradas, e também que haverá fluxo de pedestres e, para isso, é preciso pensar em um material resistente à abrasão e flexão, tanto do fluxo de pedestres quanto de carros, e que consiga trabalhar devido à dilatação e contração térmica.

Concreto e Pavers

São alguns dos materiais mais utilizados em calçadas, devido à sua resistência mecânica. Também são uma escolha vantajosa por serem baratos, e pela facilidade de encontrar mão-de-obra. Quando combinados com faixas de grama, o aspecto final é bastante agradável, além de contribuir com o aumento da área permeável, permitindo que a água se infiltre no solo. Porém, bastante atenção para os traços: um traço incorreto por significar perda na qualidade e em um curto período de tempo sua calçada estará danificada.

Pedras

As pedras são materiais ideais para calçadas, pois garantem uma resistência mecânica, e como são materiais naturais, são empregados há muitos anos sem o risco de ficar “fora de moda”. Além disso, são porosas e ajudam a evitar escorregões. É possível também encontrar pedras desde as mais acessíveis economicamente quanto as mais exóticas e exclusivas. Alguns exemplos são a pedra portuguesa e pedra miracema.

Terraços

Os terraços são as áreas externas que são opção para quem quer utilizar a região superior da construção, ao invés de ter um telhado. Nos terraços são feitas áreas de lazer, churrasqueiras, piscinas, playgrounds. Portanto, antes de pensar em qualquer material para o terraço, é preciso fazer a impermeabilização.

Atenção: a impermeabilização de qualquer área externa não pode ser feita apenas com os materiais de revestimento.

Esse é um mito que infelizmente ainda existe. O piso escolhido não é capaz de garantir que a sua laje está protegida contra a infiltração. Portanto, somente depois de aplicado um sistema de impermeabilização é que é possível pensar nos materiais de revestimento.

Pisos, azulejos e porcelanatos

Uma escolha muito comum, principalmente pela facilidade de limpeza. Há diversas opções no mercado, principalmente em relação a faixas de preço. As juntas de dilatação ajudam a evitar fissuras e trincas. Porém, se há um tráfego intenso de pessoas ou ainda veículos, pode não ser a melhor opção, pois cerâmicas em geral não possuem boa resistência à flexão. Dê preferência a pisos mais porosos: pisos polidos são boas opções para áreas internas, mas não para terraços.

Pedras

Novamente, pedras podem ser uma boa opção, como o granito, mármore, pedra portuguesa e miracema. Contudo, esse tipo de material pode representar um significativo sobrepeso na laje, portanto, antes de escolher pedras como material para o terraço, certifique-se com seu engenheiro que a segurança estrutural da laje não será comprometida.

Garagens

As garagens e estacionamentos de condomínios em geral são grandes áreas abertas e, portanto, a escolha do material costuma levar em consideração o lado financeiro. Dessa forma, o ideal é escolher um material que consiga aliar resistência para suportar o tráfego, e que seja de fácil execução.

Nesse sentido o concreto, e materiais cimentícios como pavers e blocos em geral costumam ser a melhor opção. É preciso prestar bastante atenção na execução das juntas de dilatação, para evitar que o piso sofra com fissuras devido à movimentação térmica.

Piscinas

Nas áreas externas de piscina é possível usar diferentes tipos de materiais, e ainda não se utilizar de material algum e aproveitar o espaço para cultivar um jardim. A escolha dos materiais de revestimento ao redor de uma piscina devem levar em consideração principalmente a segurança. Em uma calçada, por exemplo, quando está chovendo, as pessoas instintivamente são mais cuidadosas ao caminhar. Em uma área ao redor de piscinas, que acaba ficando molhada, o risco de acidente é muito grande, principalmente com as crianças.

Pisos e azulejos

Muito utilizados, apesar de serem materiais escorregadios. Uma vantagem é a facilidade de limpeza. Sempre que possível, escolha pelos materiais mais porosos.

Pedras

As pedras são uma ótima escolha para bordas e áreas em torno de uma piscina. São antiderrapantes naturais, e são materiais que esquentam menos, mesmo sob exposição intensa aos raios solares.

Madeira

Os decks de madeira são uma opção que deixam o aspecto visual bastante agradável. É bastante importante escolher uma madeira de qualidade e que tenha passado por processos para garantir sua durabilidade. A madeira é um material orgânico, e se não estiver devidamente protegido, pode acabar apodrecendo.

Fonte: Fibersals 

Entenda o passo a passo para comprar um imóvel

Veja os documentos necessários e alguns imprevistos que podem acontecer na aquisição

A compra de um imóvel exige uma série de cuidados para que o sonho não se transforme em dor de cabeça. Se você já escolheu o que quer, não se atropele na papelada. Veja tudo com calma, tire as certidões necessárias e não assine nada sem ler – duas vezes. Ah, e não tenha vergonha de pedir o auxílio de um advogado caso não entenda alguma coisa.

Documentos do vendedor

“Primeiramente – e como forma de cautela – o comprador deve observar a documentação do vendedor, para que não haja futuras surpresas. Quem está vendendo o imóvel deve apresentar documentação”, explica o diretor jurídico do Instituto Cidades & Condomínios (ICCOND), Anderson Fernando Rodrigues Machado.

Se o vendedor é uma pessoa jurídica, ou seja, uma empresa, ele deve apresentar: cópia do CNPJ, cópia autenticada do contrato social/estatuto social da empresa (e suas alterações), certidão de quitação de tributos federais e certidões negativas.

Para evitar surpresas, Machado alerta sobre a importância das seguintes certidões negativas do vendedor (empresa): cartório de protesto, ações cíveis, falência e concordata, Justiça do Trabalho, CND/INSS (débitos), execuções fiscais – municipais e estaduais e Justiça Federal.

Confira a documentação do imóvel: título de propriedade com registro, certidão negativa de ônus reais (comprovando que o imóvel está livre de dívidas), certidão negativa de IPTU, averbação da construção junto ao Registro de Imóveis, registro de ações reipersecutórias e alienações (comprovando que o imóvel não foi vendido informalmente).

Também é necessária cópia do boleto com o registro de pagamento do TCA (Taxa de Cadastro e Avaliação), carta de habite-se (alvará de utilização), planta baixa, ART do engenheiro responsável pela obra, opção de compra e venda preenchida corretamente, datada e assinada.

Documentos do comprador

Cópias do RG, CPF, certidão de estado civil, escritura pública de pacto antenupcial e comprovantes de renda atualizados, certidão de quitação de tributos federais (se for comerciante), certidões negativas (Justiça Federal; ações cíveis; executivos fiscais; protesto de títulos; débitos CND/INSS; interdição, tutela e curatela; dívida ativa da União se for comerciante).

Faça um check-list de documentos (Foto: Shutterstock)

Caso utilize o FGTS, o comprador deve apresentar ainda: cópia da carteira de trabalho, extrato de cada conta do FGTS com registros dos dois últimos anos, autorização para movimentação de conta vinculada ao FGTS, declaração de primeira aquisição de imóvel residencial financiado pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação).

Imprevistos

Diversos são os erros na hora de comprar um imóvel, que podem gerar imprevistos e até o cancelamento do negócio. Um deles, segundo Machado, é tentar comprar um imóvel direto com proprietário, sem a intervenção um corretor, que é qualificado para esclarecer todas as dúvidas.

“Outros erros são não fazer várias visitas ao imóvel, comprar um que é incompatível com o seu padrão de vida, não entender as opções de financiamento e ignorar os gastos extras”, diz o diretor jurídico do ICCOND.

Na planta

O advogado especialista em Direito do Consumidor Dori Boucault lembra que comprar um imóvel na planta, ou seja, aquele que ainda vai ser construído, exige muito cuidado e paciência para evitar ser um mal negócio.

“São muitos os problemas que podem surgir nesse tipo de negócio, como atraso na entrega das chaves, informações enganosas sobre metragens ou qualidade do acabamento, itens opcionais não incluídos nos preços, problemas acústicos, embargos da obra durante e após a conclusão, débitos fiscais, trabalhistas, entre outros”, ressalta Boucault.

A dica dele é analisar outros empreendimentos da mesma construtora. Isso é importante para se certificar sobre a solidez da empresa e a qualidade da construção dos imóveis entregues por ela.

(Foto: Shutterstock)

“Consulte sites especializados e observe os materiais publicitários, verificando possíveis omissões ou informações incorretas. Procure esclarecer todas as dúvidas junto aos corretores nos estandes de vendas”.

Devem estar no contrato de compra e venda, as especificações da proposta, a identificação do incorporador, construtor e vendedor, valor do sinal, valor total do imóvel, além de índices de reajustes e periodicidade, quando houver parcelamento.

“Também deve constar o local de pagamento e as penalidades de atraso do pagamento, local de entrega das chaves e vistoria do imóvel. Prazos para início e entrega da obra, e todas as demais condições prometidas pelo vendedor”, destaca o especialista.

Fonte: ZAP em Casa

 

Rede de proteção

Juiz pede retirada de item de segurança de moradora

Juiz pede retirada de item de segurança de moradora

Juíza decide que regra de condomínio é soberana e manda moradora do DF tirar tela de proteção da janela

Síndico alega que redes afetam estética do prédio, na 410 Sul. Empresária pretende evitar queda de crianças e animais; OAB critica decisão.

Uma decisão judicial obriga uma moradora de Brasília a retirar as telas de proteção instaladas nas janelas do apartamento dela, na Asa Sul. Segundo a juíza Margareth Becker, as redes desrespeitam as regras internas do condomínio definidas em assembleia de que ninguém pode alterar o desenho da fachada sozinho. Por isso, precisam ser removidas.

“Não há nos autos nenhuma prova de que a decisão tomada em assembleia lesione a segurança dos moradores. Não bastam meras conjecturas pautadas em normas da ABNT, sem qualquer respaldo técnico, para comprovar a ilegalidade da decisão tomada pela maioria dos condôminos”, argumentou a juíza.

No entanto, para o presidente da Comissão de Defesa da Criança da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Hebert Cunha, a criança precisa ter a segurança garantida de forma integral. Segundo ele, o Estatuto da Criança e do Adolescente se sobrepõe às regras do condomínio.

“A Constituição, primeiramente, diz que nós temos que oferecer proteção de forma integral. Nenhuma outra norma, nenhuma outra lei está acima daquilo que a Constituição estabelece”, afirmou.

No processo, a empresária Mairá Campos diz que quer evitar a queda de três crianças e três cachorros do terceiro andar. Já o síndico afirma que o condomínio proíbe esse tipo de estrutura porque afeta a estética do prédio, na 410 Sul, região tombada da capital.

O apartamento foi comprado há um ano. Uma das primeiras coisas que a moradora fez foi colocar a rede de proteção. Na época, o síndico orientou que ela só poderia instalar grades maiores. Mas a moradora alega que este modelo só serve para proteger de crimes, e não previne acidentes.

A empresária, que tem sido multada mensalmente em R$ 400 pela instalação das redes, afirma que vai continuar recorrendo para garantir a medida de proteção. O síndico não quis gravar entrevista.

Fonte: SíndicoNet

Acúmulo de função dos funcionários: procure evitar essa prática

Apesar de ser comum, o acúmulo de função acarreta inúmeras ações trabalhistas contra condomínios todos os anos. Procure evitar essa prática.

Acúmulo de função dos funcionários: procure evitar essa prática

“Manda chamar o Severino”. Quem não se lembra do “Severino, o quebra galho”, personagem do programa humorístico Zorra Total, da Rede Globo?

Interpretado pelo ator Paulo Silvino, o porteiro era chamado sempre que algo dava errado no set de filmagem. Pronto para encarar qualquer situação, embora passasse na ficção, esse é um caso exemplar de acúmulo de função.

É a pessoa responsável pela portaria que deixa seu posto para aparar o jardim, a faxineira que cumpre outras funções além da limpeza e o zelador, que fica na portaria durante o horário do almoço do porteiro, ou cuida da limpeza da piscina.

Todas essas são situações que se não acordadas previamente com o empregador e acrescido em 20% do respectivo salário, podem caracterizar como acúmulo de função.

Um bom gestor condominial evita esse tipo de cenário, já que esse é um dos temas que mais trazem reveses trabalhistas ao síndico.

Todo condomínio, independentemente do porte, precisa ser administrado como uma empresa. E geralmente em um bom empreendimento, todo funcionário tem a sua função específica.

O porteiro, responsável pela conferência das pessoas que entram no condomínio. O zelador, que mantem o bom funcionamento do local e garante que todas as atividades ocorram de forma ordenada e o profissional da faxina, responsável pela limpeza e conservação do ambiente.

Embora teoricamente as coisas sejam simples, na prática, o síndico, muitas vezes com o caixa apertado e o tempo para o vencimento das férias dos funcionários chegando, opta por deslocar um profissional para fazer outra função. É o que basta para ser caracterizado como acúmulo de função.

Foi a Lei Federal 2.757/56 que criou e regulamentou a profissão dos trabalhadores em condomínios. Antes da lei, todos essas funções eram consideradas domésticas. E, além disso, há a convenção coletiva que garante ao empregado diversas condições de trabalho e estabelece as tarefas relativas a cada função.

São dois os principais motivos que levam síndicos a adotar essas práticas.

O primeiro é o desconhecimento das implicações que essas ações podem trazer para o condomínio. Por serem trabalhos muitas vezes parecidos e os limites nem sempre tão claros, o gestor não vê problema que o funcionário faça o serviço de outra pessoa.

O outro motivo se refere aos custos do empreendimento. Como se sabe, o maior gasto de um condomínio se refere a folha de pagamento. Por isso, muitos síndicos, com objetivo de reduzir as despesas, diminuem o quadro de funcionários. O problema, no entanto, é que utilizar deste expediente sobrecarrega outros funcionários e pode criar uma dor de cabeça a mais para o gestor condominial.

Desvio de função x acúmulo de função e o que diz a lei

O desvio de função é caracterizado quando o titular de um cargo cumpre funções correspondente a outra. Ou seja, quando ele é contratado como zelador e cumpre funções de síndico profissional, por exemplo.

Já o acúmulo de função ocorre quando o trabalhador além de suas atividades ordinárias executa tarefas diversas, além daquelas para as quais foi contratado.

Embora não seja proibido, caso seja caracterizado o acúmulo de função, o condomínio pode ser condenado a pagar as diferenças salariais pelo período de acúmulo das funções.

Além disso, quanto mais um funcionário acumula funções por um longo tempo, maior o ressarcimento a ser pago pelo condomínio no caso de uma ação jurídica.

Entretanto, para a comprovação do acúmulo de função é necessário que o empregado comprove que realizava sua atividade em concomitante com outra por um longo período de tempo e por meio de provas robustas.

Como não há uma lei específica sobre o assunto, a jurisprudência muitas vezes acaba definindo a decisão final da justiça. Por isso, se cercar de provas (tanto para o funcionário quanto para o síndico) é essencial em casos de demanda judicial sobre o tema.

Mas o melhor mesmo é evitar o acúmulo de funções. Deixe claro na hora da contratação, por meio do contrato de trabalho, as funções exercidas pelo cargo. Só assim o síndico poderá evitar futuras dores de cabeça.

Veja algumas dicas para evitar o acúmulo de função no seu condomínio

1- Redija atentamente as minutas do contrato de trabalho, em especial os artigos que competem às funções que serão exercidas pelo empregado recém-contratado. Ou procure especialistas para isso.

2- Interpele imediatamente o funcionário que se dispõe, de maneira corriqueira, a ajudar em outro serviço para o qual não foi contratado.

3- Em casos de ações na justiça muitas vezes o fundo de reserva pode ser usado para resolver essa situação. Verifique o que diz a convenção do condomínio.

4- Conheça a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho. É lá que estão especificadas todas as funções. Basicamente são:

– Porteiro: executa serviços de vigilância e recepção em portaria de edifício de apartamentos, comercial ou outros, baseando-se em regras de conduta predeterminadas, para assegurar a ordem no prédio e a segurança dos seus ocupantes.

– Zelador: exerce funções de zeladoria em edifício de apartamentos, comerciais e outros, promovendo a limpeza e conservação do mesmo e vigiando o cumprimento do regulamento interno, para assegurar o asseio, a ordem e a segurança do prédio, bem como o bem-estar de seus ocupantes.

– Faxineiro: executa trabalho rotineiro de limpeza em geral em edifícios e outros locais, espanando, varrendo, lavando ou encerando dependências, móveis, utensílios e instalações, para manter as condições de higiene e conservá-los.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios: confira quais são

Sempre falamos aqui as vantagens de usar plantas na decoração dos ambientes. Além de estar totalmente alinhada aos conceitos de sustentabilidade, investir na decoração verde pode trazer inúmeros benefícios para sua saúde e para o meio ambiente. Confira algumas plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios.

Cada condomínio possui suas características e espaços próprios, por isso listamos possíveis ambientes comuns para tentarmos abranger o maior número de condomínios possível. Vale lembrar que escolher a planta ideal para cada ambiente vai depender da condição de luz que o local recebe, ou seja, se há incidência de sol ou predominância de sombra. Mais uma vez, conversamos com Carol Costa, responsável pelo site Minhas Plantas, que nos ajudou a entender quais as plantas ideias para cada área do condomínio.

Hall de entrada:

Decorar o hall de entrada com plantas dará uma boa valorizada no ambiente e causará ótima primeira impressão aos visitantes!

Sugestões:

Árvore da felicidade

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Aprecia a luz solar, mas o sol a pino não é aconselhável, pois queima as folhas;

– É uma planta imponente, com crescimento lento, cerca de 3cm por ano;

– Exige pouca manutenção;

– Precisa de umidade do ar. Em lugares mais secos, será preciso molhar mais a planta.

Palmeira Areca

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Bastante flexível, pois consegue se adaptar tanto no sol quanto na sombra;

– Ambiente ideal: meia sombra, ou seja, quando o sol bate na planta por 4h;

– Ocupa espaço, pois cresce bastante;

– Ideal para halls de entrada grandes, com bastante espaço.

Muro:

Os muros dos condomínios também podem ser decorados! Que tal criar uma cerca viva no prédio em que você mora?

Sugestão:

Clúsia Fluminensis

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Consegue se adaptar tanto no sol quanto à meia sombra;

– Pode ter a função de isolar uma área, funcionando como uma cerca viva;

– Cresce bastante e fica muito cheia;

– Aceita poda.

As plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios alegram os espaços!

Ixora

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Faz muito bem a função de bordadura de muro;

– Suas flores dão um charme especial ao local;

– Atrai borboletas e beija-flores;

– Ambiente ideal: aquele que recebe bastante sol;

– Não precisa de tanta água.

Piscina:

As plantas não devem ficar muito perto da piscina, principalmente aquelas com raízes grandes, pois elas podem crescer demais e atingir a piscina.

Escolha plantas com folhas grandes ou que demoram a cair. As folhas grandes, ao caírem na piscina, serão facilmente retiradas.

Sugestões:

Palmeira Cica (Cycas Revoluta)

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Palmeiras adoram áreas mais úmidas;

– Apreciam tanto lugares com sol forte quanto com sombra;

– Apresentam diferentes portes;

– Preenchem áreas grandes com pouca planta.

Norantea Brasiliensis

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Possui cachos com flores vermelhas bem bonitas;

– As folhas costumam cair pouco;

– Precisam de pouquíssima água.

Área de lazer:

Lugares onde circulam crianças e animais precisam de plantas sem espinhos para que não machuquem pessoas e bichos.

Sugestão:

Xanthorrhoea

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Aprecia a luz solar;

– Não possui espinhos;

– Não precisa de muita água.

Obs.: Ao jogar vôlei ou brincar de bola, cuidado para não atingir as plantas!

Jardim:

Ainda que seu condomínio tenha pouco espaço, vale a pena investir em um pequeno jardim. E mais: pense na possibilidade de fazer uma horta coletiva!

Sugestões:

Lírio da paz

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Adora sombra e meia sombra.

– Não gosta de muito sol. Suporta, no máximo, 4 horas de luz solar.

– Adora cidades úmidas, como o Rio de Janeiro.

Jabuticabeira

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Não gosta de poda.

– Precisa de espaço pra crescer.

– Aprecia sol pleno;

– Precisa de bastante água;

– Além de garantir um belo visual, proporcionará frutas fresquinhas e deliciosas para os moradores!

Obs.: As jabuticabeiras demoram em média 10 anos para dar frutos. Hoje em dia existem lugares que vendem o arbusto adulto pronto para frutificar!

Garagem fechada:

Ambientes com pouquíssima entrada de luz não oferecem condições adequadas para o crescimento das plantas, pois elas precisam de luz para fazer fotossíntese.

Sugestão:

A melhor opção é investir nas plantas artificiais! Hoje em dia, muitas delas são parecidíssimas com as naturais e ainda têm a vantagem de não darem trabalho.

Fonte: CondomíniosVerdes

6 dicas de como ser sustentável e ainda economizar em casa

Desperdício é coisa do passado, pense na sustentabilidade do planeta e do seu bolso

O Brasil já passou por crises hídrica e elétrica. Hoje, todo mundo sabe que a água é um bem precioso e não vai sair por aí gastando à toa. As pessoas também se conscientizaram de que é necessário economizar energia elétrica. Nos dois casos, ajudar o planeta é cuidar do bolso, já que as tarifas estão muito caras.

Veja o que você pode fazer para ser ainda mais sustentável.

Reúso de água

A arquiteta Carmen Calixto diz que é possível planejar um sistema de reúso de água, seja num projeto arquitetônico de construção ou de reforma. “Tem formas de fazer  quando você está projetando a casa. Podemos prever um reservatório para captação de água da chuva e ela pode ser usada para descarga, regar jardim etc”. Existem diversos métodos, desde a técnica de permacultura (que incorpora os ciclos da natureza no sistema de construção) até tecnologias industriais avançadas.

Eletrodomésticos

Algumas medidas com seus aparelhos ajudam a economizar energia. A arquiteta Nina Abadjieff orienta a abrir a geladeira somente quando for necessário pegar algo, e o ideal é que ela fique longe do fogão. Já a lavadora de roupas precisa ter o filtro limpo regularmente e ligada somente quando tiver quantidade de roupas para preenchê-la. “Já com a televisão, a regra é desligar da tomada quando ninguém estiver assistindo, porque gasta energia”.

Iluminação

Apagar as luzes quando não tem gente no ambiente é o primeiro passo. Já as lâmpadas ideais são as de LED, ensina Carmen. “Vão proporcionar uma durabilidade maior e gastar muito menos energia do que uma lâmpada comum. Elas são mais econômicas, inclusive, do que as lâmpadas florescentes”.

Energia solar

Nina não acha muito complexo instalar um sistema de energia solar em casas ou prédios. Segundo ela, porém, é necessário ter toda a documentação junto à distribuidora de energia e sua aprovação. Após isso, com o auxílio de uma empresa especializada, são instaladas as placas coletoras. “Os telhados dos prédios e casas são os locais indicados por receberem índice mais alto de radiação solar. Mas, se a área for pequena, pode tornar inviável o projeto. Caso o condomínio tenha uma grande área externa, pode-se utilizar dessa área comum, existe também a possibilidade da instalação das placas na fachada”, detalha a arquiteta.

(Foto: Shutterstock)

Luz natural

Se você pretende reformar ou construir, preste atenção e procure usar a iluminação natural como aliada. “A gente deve investir em janelas maiores, pensando na luz e na ventilação. Propiciar a entrada do vento ajuda bastante a melhorar a temperatura do ambiente sem precisar utilizar condicionamento de ar”, diz Carmen.

(Foto: Shutterstock)

Reutilizar embalagens

Ter lixeiras em casa para material reciclável e dar a correta destinação, hoje, é o mínimo. Mas se você quiser reutilizar e tiver habilidade para isso, existem inúmeras opções de artesanato para fazer com as embalagens. Garrafa Pet pode virar prendedor de sacos ou revisteiro, latinhas podem virar porta-canetas. Use a criatividade.


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Aposte nos verdes e leve frescor e modernidade para sua casa

Nesse ano, alguns tons de verde se tornaram tendência! Quer aprender a usar a cor na sua casa? Confira nossas dicas de decoração!

Em um país tropical como o Brasil é natural que, na hora de decorar nossos lares, pensemos diretamente às cores vibrantes, plantas multicoloridas e um clima de calor que dá vontade de cair na praia só de imaginar.

Para adaptar a sua decoração ou até mesmo mudar radicalmente o visual de tudo em casa, separamos as melhores opções para fazer ainda este ano e curtir o verão com o visual da casa repaginado!

Paredes verdes para criar um clima de natureza e trazer leveza para seu cômodo

Que tal mudar aquela parede da sala, usando um tom de verde bem vibrante e colorido? A cor é super democrática, possui uma cartela de tons ampla para os mais variados gostos e ajuda a suavizar o ambiente, pois torna o clima mais leve e natural.

O mais legal dessa mudança é que pode ser feita também em outros cômodos da casa além da sala de estar.

Se você não gosta da ideia de pintar a sala, pode optar por usar papel de parede auto colante ou até mesmo fazer da sua parede um painel construindo um jardim vertical nela. Legal, não é

Móveis coloridos para quem deseja uma mudança divertida!

Brincar com a cor dos móveis pode deixar sua casa muito mais alegre e colorida. Além disso, você pode trocar de cor pintando tudo quando enjoar do visual atual do ambiente.

Vale pegar aquele sofá ou poltrona antiga e reformar com o estofado na cor que você deseja. É uma forma mais barata de trocar de móveis sem precisar comprar novos!

Verde nos detalhes para quem não quer ousar completamente na reforma

Cadeiras, banquinhos, acessórios decorativos de mesa, vasos, entre outros… Esses são alguns detalhes que podem ser adaptados na decoração para receber a cor verde.

Na cozinha, é possível utilizar louças e peças que contenham a cor em seus elementos, fica super bonito!

Plantas para um verde 100% natural

Nada mais próximo da natureza do que levar um pedacinho dela para sua casa. As plantas e flores ajudam a dar um charme todo especial para a decoração e tornar o ambiente lindo sem muito esforço. Escolha vasos neutros e deixe que a coloração natural nas plantas se encarregue de trazer vida para cada um dos cômodos.

O mais legal desta escolha é que você pode optar tanto pelas grandes como pelas pequenas, como na imagem que trazemos de referência.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Adeptos dos exercícios físicos escolhem seus condomínios por dispor de academia

Comodidade e economia são atrativos para a opção, mas o prédio deve ter alguns cuidados dentro desses espaços

Academia de ginástica nos condomínios é considerado fator de atração na venda de imóveis, mas é preciso ficar atento à segurança dos usuários - Eduardo Almeida/RA Studio
Academia de ginástica nos condomínios é considerado fator de atração na venda de imóveis, mas é preciso ficar atento à segurança dos usuários

As academias estão invadindo os novos empreendimentos imobiliários. A comodidade, economia e segurança são algumas das vantagens que levam cada vez mais moradores a optar por condomínios que contêm esse serviço. Seguindo essa “onda fitness”, os prédios veem nisso a oportunidade de valorizar o imóvel e atrair mais moradores. Mas antes de querer estimular vendas ou a saúde e bem-estar dos condôminos é preciso estar atento a uma série de cuidados para a segurança e tranquilidade dos usuários.

Andréa Cristina Kluppel Munhoz Soares, vice-coordenadora da Câmara de Inspeção Predial e diretora de Marketing do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (Ibape-SP), ressalta que esses espaços devem ter uma manutenção periódica, a fim de prevenir qualquer problema. “É importante fazer uma revisão periódica dos equipamentos, piso, ventilação e circuitos elétricos. O mais indicado é contratar empresas especializadas para dar o suporte adequado em cada situação”, pontua Andréa.

No momento da instalação e preservação dos aparelhos, alguns cuidados têm de ser seguidos. Deve-se verificar se a instalação dos equipamentos atende às especificações e orientações dos fabricantes, como a distância recomendada dos equipamentos em relação à parede ou outro aparelho. “Uma orientação é nunca deixar a parte traseira da esteira próxima à parede, para evitar problemas em caso de quedas”, cita Andréa.

Outra dica é sobre o circuito elétrico e as tomadas, que devem sempre estar em constante manutenção, já que equipamentos de academia costumam puxar muita energia. A vice-coordenadora da Câmara de Inspeção Predial do Ibape-SP destaca que a parte elétrica tem que ser bem cuidada, para não correr o risco de sobrecarga: “É preciso verificar se a alimentação dos equipamentos está adequada, para prevenir possíveis curto-circuitos. Outra recomendação é a não utilização de adaptadores e Ts”.

Ventilação e iluminação são pontos que precisam de uma atenção especial já que são fundamentais para o bem-estar dos usuários, adaptando os ambientes da academia a cada horário e às necessidades das diferentes práticas. Andréa Cristina Kluppel aconselha também sobre o uso de espelhos dentro das academias “O uso de espelhos tem que ser bem pensado, pois caso o vidro se quebre, por qualquer motivo, pode vir a causar algum acidente”, pontua.

Além de todas essas questões, assim como todas as áreas dos condomínios, as saídas de emergência, sinalizações e extintores de incêndio devem estar sempre bem indicados em caso de algum incidente. “Além da qualidade dos aparelhos, é necessário pensar na segurança de todos os usuários”, finaliza.

REGRAS DE UTILIZAÇÃO 

“As regras do uso de academias dentro dos condomínios vão aparecendo à medida que os problemas surgem. E isso vai de acordo com a necessidade dos prédios”, ressalta Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Condomínios da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG).

“As regras do uso de academias dentro dos condomínios vão aparecendo à medida que os problemas surgem. E isso vai de acordo com a necessidade dos prédios” – Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Condomínios da CMI/Secovi-MG

Apesar disso, algumas regras específicas podem ser debatidas em assembleias para entrar em vigor no regulamento interno do condomínio. Leonardo Mota ressalta que algumas normas são importantes para o funcionamento e conservação das academias dentro do prédio. “Um ponto é sobre quem pode utilizar o serviço. É recomendado que apenas os condôminos usem a academia, para evitar a entrada de visitantes desconhecidos. O horário de utilização dos equipamentos também deve ser pensado: até que horas o serviço ficará aberto?. É importante pensar nisso. O som proveniente desses espaços também precisa ser pensado para não infringir a Lei do Silêncio e o bem-estar dos outros moradores”, avalia.

A faixa etária é outro fator a ser analisado. Recomenda-se que o uso desses espaços sejam apenas para maiores de 18 anos. Caso o utilizador da academia seja menor de idade, é necessária autorização para a prática das atividades físicas.

Não existe um regulamento para todos os condomínios, portanto, eles não são obrigados a ter um personal trainer para acompanhar os usuários. Mas é aconselhável que o condomínio tome algumas precauções ao disponibilizar esse serviço, como ter alguém treinado para primeiros socorros. Além disso, o condomínio pode pedir aos moradores que apresentem uma avaliação física feita pelo médico, atestando que ele está apto a praticar exercícios.

O vice-presidente das Administradoras de Condomínios da CMI/Secovi-MG conta que em alguns condomínios é necessário o pagamento de uma taxa pela utilização do espaço: “Muitos moradores não usam esses espaços, mas há cobrança de taxas para a manutenção e limpeza dos aparelhos. Não há restrições legais nesse tipo de pagamento, desde que as normas estejam no regulamento interno do condomínio, aprovadas pelos moradores.”

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Animais nas áreas comuns do condomínio

Rodrigo Karpat também fala sobre erro da administradora e vínculo empregatício

Rodrigo Karpat também fala sobre erro da administradora e vínculo empregatício

 

 

 

O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

Animais nas áreas comuns

Pergunta 1, de Rosane Bravo

Moro em um condomínio de 200 casas em Salvador.

Vários moradores são protetores de animais e os alimentam nas áreas comuns do condomínio e do lado externo da portaria.

Os animais se proliferam , invadem nossas casas, tiram telhas do lugar, fazem muito ruído quando estão no cio,arranham os carros, roubam comida, sujam ruas e jardins com fezes.

Pedi a administração que na pauta da próxima reunião coloquem em votação para aprovar/proibir a alimentação desses animais dentro do condomínio.

Você sugere mais alguma coisa para resolver essa questão ?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Inicialmente cumpre esclarecer que a manutenção de animais domésticos em condomínios é legal. A título de curiosidade os humanos convivem especialmente com cães há cerca de 30 mil anos. Estes protegiam os humanos de invasões de outras tribos, ajudavam na caça, faziam companhia, entre outros.

Isso não quer dizer que os condôminos podem, nem devem, abusar desse direito de manter um animal em sua unidade. Devem ser respeitados os limites de convivência.

As áreas comuns têm regras e alimentar animais nestas áreas, circular com animais sem guia, ou trazer animais de rua para dentro do condomínio foge da destinação dessas áreas e afronta leis de convivência  Art. 1.336, IV do Código Civil).

O direito a manutenção de animais de estimação dentro de unidades é garantido pela Constituição Federal Art. 5º, XXII e pelo Artigo 1.228 do Código Civil, ambos inerentes ao exercício regular do direito de propriedade.

Além dos artigos acima, encontramos no artigo 1.335 do Código Civil, que dentre os direitos dos condôminos elencados de forma não exaustiva no artigo, está o direito de usufruir e dispor livremente de sua unidade, o que inclui o direito de manter um animal de estimação no interior dela.

Porém, a manutenção dos animais não é absoluta, encontra limitantes no Art. 1.336, IV do Código Civil, que impõe aos Condôminos o direito de usar da sua unidade de forma a não prejudicar o sossego, saúde e segurança dos demais condôminos. Temos ainda limitadores no mesmo sentido previstos no direito de vizinhança Art. 1.277 do Código Civil.

Neste sentido, o Desembargador Paulo Eduardo Razuk asseverou que “Quando se trata de animais domésticos não prejudiciais, não se justifica a proibição constante do Regulamento ou da Convenção de condomínio, que não podem, nem devem, contrariar a tendência inata no homem de domesticar alguns animais e de com eles conviver.” Apelação 2385004800 (de 02/06/2009), julgada pela TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) na 1ª Câmera de Direito Privado, Des. Relator Paulo Eduardo Razuk.

Não obstante a legalidade de se criar animais domésticos em residências, a manutenção dos mesmos em áreas comuns, a circulação dos mesmos sem guia ou coleira não é legal.

Assim, o assunto deve ser debatido pelo Corpo Diretivo, que deve manter as proibições de se alimentar, criar, circular com animais soltos em áreas comuns, com base na Convenção, Regimento Interno e Código Civil. O que pode ser feito, em função da solidariedade da situação é a tolerância de se alimentar os animais na rua, na frente do condomínio desde aprovado em Assembleia.

Erro da administradora

Pergunta 2, de Anderson Figueiredo

O condomínio emitiu um nada consta de débitos condominiais referente a uma unidade, e entregou ao morador. Porém após certo tempo, algo em torno de 5 meses após isso, foi descoberto que ocorreu um erro por parte da administradora, e que alguns débitos dessa unidade do período de 2015, 2016 e 2017 ainda não tinha sido pagos.

Minha dúvida é a seguinte, tendo em vista que o morador já recebeu esse documento de nada consta, não sendo cobrado anteriormente devidamente, qual deve ser o procedimento do condomínio para corrigir esse problema.

O morador deseja que seja abonado os débitos, senão entrará na justiça contra o condomínio por cobrança indevida e por danos morais.

Qual seria a melhor forma de conduzir isso?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

De forma simplificada, a responsabilidade civil nasce quando alguém diante uma ação ou omissão causa um dano a terceiro, e nesse caso, na esfera cível, quem causou o dano terá a obrigação de repará-lo, assumindo assim, as consequências que este dano tenha causado seja ela material ou simplesmente moral.

Para que se caracterize a responsabilidade civil é imprescindível que exista: a) uma ação ou omissão, b) um resultado, c) uma relação entre essa ação ou omissão.

 O condomínio responde diretamente pelos danos/ prejuízos que venha a causar aos seus condôminos, moradores ou visitantes. Desde que se prove a culpa do condomínio, é claro.

Ademais, se o síndico agiu com excesso, não observando a lei ou causando prejuízo direto a terceiros, extrapolando os poderes de gestão, poderá inclusive responder pessoalmente pelos danos causados.

Lembramos que o síndico com base na lei Art. 1.348 do CC, e, mediante aprovação da assembleia poderá delegar a terceiros as funções administrativas da gestão Art. 1348 do CC §2

Quanto ao caso relatado, o fato da CND (Certidão Negativa de Débitos) ter sido emitida de forma errônea não imputa a quitação automática ao devedor.

Verificado o erro, e se possível a reversão do caso, ou seja, por mais que exista o erro, o devedor sabedor de seu débito, uma vez que sabe que deve pagar mensalmente o condomínio, não poderá se esquivar de quitar o valor em aberto, mesmo com a CND emitida,  sob pena de enriquecimento ilícito sem causa.

Já a administradora deverá documentar de forma imediata que a CND foi emitida de forma errônea, e arcar com os prejuízos de tais erros, tais como; os juros e correção monetária do período posterior que a CND foi solicitada (responsabilidade civil).

Sobre erros da administradora o TJSP se manifestou:

CIVIL – PROCESSO CIVIL – ADMINISTRADORA DE CONDOMÍNIO – DANOS MATERIAIS E MORAIS – DÉBITO QUITADO – LEGITIMIDADE PASSIVA DA ADMINISTRADORA – INDENIZAÇÃO CABÍVEL – Administradora de condomínio responsável pela emissão das cobranças e pelos seus recebimentos – Legitimidade passiva configurada – Ré que não se desincumbiu de seu ônus probatório, comprovando a regularidade da cobrança efetuada, diante do pagamento efetuado pela autora – Inteligência do art. 333, II, do CPC/73 – Cobrança indevida – Autora considerada inadimplente perante o Condomínio, o que a impediu de exercer o seu direito de voto em Assembleia – Danos morais – Indenização mantida em R$ 3.000,00 (três mil reais), observados os princípios da razoabilidade e proporcionalidade – Recurso desprovido.

(TJ-SP – APL: 10257799820148260114 SP 1025779-98.2014.8.26.0114, Relator: Carlos von Adamek, Data de Julgamento: 17/05/2017, 34ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 23/05/2017)

Porém, se por exemplo: a CND foi emitida para efeitos de venda da unidade, e se o erro na emissão da CND foi  comprovadamente da administradora, esta deverá arcar com os prejuízos diretos decorrentes da sua má gestão/erro e depois buscar o ressarcimento perante o vendedor.

Nesse caso o comprador/novo adquirente não deve arcar com o prejuizo face a falha da administradora. Situação diferente da relatada pelo leitor, quando o proprietario da unidade continua na propriedade do imóvel.

Vínculo empregatício

Pergunta 3, de Ed Tomaz Tomaz

O condomímio tem uma diarista (colaboradora) que há mais de 8 anos vem uma vez por semana ao depósito de resíduos recicláveis e não recicláveis do condomínio realizar a manutenção (lavagem). Como trata-se de uma catadora de resíduos, em comum acordo, é a única beneficiária de todo o resíduo reciclável que é produzido no condomínio . Ela é remunerada logo após o término do serviço semanal, que não ultrapassa 2 horas.

Pergunto-lhe: essa tarefa semanal, que tratamos como serviço prestado por diarista, a luz da legislação trabalhista, pode ser considerada um trabalho repetitivo e trazer no futuro algum problema judicial como obrigação de pagamento de indenização? 

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

O fato da diarista estar no condomínio de uma a duas vezes na semana, não conota automaticamente vínculo empregatício, uma vez que não estão presentes os requisitos da legislação trabalhista para tanto artigos 2º e 3º da CLT:   São requisitos para o vínculo: Não eventualidade, subordinação, onerosidade, pessoalidade e alteridade.

Nesse sentido:

TRABALHO EVENTUAL. INEXISTÊNCIA DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO. A prestação de serviço eventual não autoriza o reconhecimento do vínculo empregatício, nos termos do artigo 3º da CLT. Recurso desprovido.

(TRT-13 – RO: 105248 PB 00817.2008.005.13.00-4, Relator: ANA MARIA FERREIRA MADRUGA, Data de Julgamento: 17/03/2009, Primeira Turma, Data de Publicação: 17/04/2009)

TRABALHO DOMÉSTICO EVENTUAL. DIARISTA. INEXISTÊNCIA DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO. O conjunto probatório inclina-se pela veracidade da tese defendida pela demandada de inexistência de vínculo empregatício entre as litigantes, haja vista a jurisprudência do C. TST apontar no sentido de não considerar contínuo o labor doméstico prestado em apenas dois ou três dias da semana. Inteligência dos artigos 2º e 3º da CLT c/c o artigo 1º da Lei nº. 5.859/72. Recurso improvido. (Processo: ROPS – 0000981-39.2014.5.06.0101, Redator: Ivan de Souza Valenca Alves, Data de julgamento: 29/01/2015, Primeira Turma, Data da assinatura: 03/02/2015)

(TRT-6 – RO: 00009813920145060101, Data de Julgamento: 29/01/2015, Primeira Turma)

As diaristas prestam serviços eventualmente na mesma residência/empresa/condomínio e, por isso, não estabelecem vínculo empregatício.

Por esse motivo, a legislação previdenciária não considera a diarista como empregada doméstica e, sim, como contribuinte autônoma o que não requer que a mesma seja registrada.

“As trabalhadoras que prestam serviços domésticos de forma eventual não são consideradas empregadas domésticas perante a legislação previdenciária mas, sim, contribuintes individuais (autônomas). Elas não têm os mesmos direitos das mensalistas e o patrão não é obrigado a fazer o registro em Carteira, recolher as contribuições mensais para a Previdência Social nem pagar outros encargos previstos na legislação da doméstica. Isso porque as diaristas geralmente prestam serviço em várias residências, não estabelecendo vínculo com nenhuma delas.

Segundo a legislação, para que seja configurado vínculo de emprego são necessários, cumulativamente, os requisitos da pessoalidade (somente ela presta o serviço), onerosidade (recebe pela execução do serviço), continuidade (o serviço é prestado de forma não eventual) e subordinação (o empregador dirige a realização do serviço, determinando, por exemplo, o horário). Em geral, no caso das diaristas, todos os requisitos estão presentes, com exceção da continuidade.

Contribuinte individual – Para que fique caracterizada sua situação de autônoma, a diarista deve estar inscrita na Previdência Social como contribuinte individual e efetuar o recolhimento da contribuição previdenciária, mês a mês, de acordo com seus rendimentos. A inscrição como contribuinte individual deve ser feita pela diarista pelo telefone 135 ou no site www.previdencia.gov.br.

A diarista também pode se inscrever como microempreendedor individual (MEI), contribuindo para a Previdência Social com a alíquota reduzida de 5% do salário mínimo. O microempreendedor é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para poder contribuir nessa categoria, as diaristas precisam fazer seu cadastro no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br) e se formalizarem como MEI. Após a formalização, a diarista receberá o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual, com o devido número de CNPJ.

Para pagar suas contribuições mensais à Previdência, a diarista inscrita como empreendedor individual deverá imprimir seu carnê de recolhimento mensal, chamado DAS-MEI, pelo Portal Simples Nacional, usando seu CNPJ. O pagamento também pode ser feito por meio do “Carnê da Cidadania”, que é enviado pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SPME) para a residência das pessoas cadastradas. (ACS/SP)”

Fonte: http://www.previdencia.gov.br/2015/11/sp-previdencia-social-considera-diarista-como-contribuinte-individual/ 

 Sendo a diarista pessoa física, poderá emitir recibo simples de autônomo de prestação de serviços (RPA), o qual deverá sofrer as retenções legais. São elas: a) 11% de INSS b) imposto de renda com base na tabela do IR Pessoa Física. Ainda, o condomínio deverá recolher 20% de INSS sobre o valor bruto do serviço prestado.

Lembrando que em 05/12/2014, o Comitê Gestor do Simples Nacional – CGSN autorizou através da Resolução 117 em seu artigo 8º. O enquadramento da Diarista como Micro Empreendedora Individual – MEI, permitindo assim, contribuição do INSS pelo prestador com a alíquota de 5% (cinco por cento).

(*) Rodrigo Karpat é advogado de Direito Imobiliário e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Seguro residencial oferece proteção contra ações naturais e humanas

Também disponibiliza alguns serviços para o imóvel, garantindo uma tranquilidade a mais dentro do lar

José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas

Kleber Sales/CB/D.A Press - 11/11/15

Já pensou em proteger o seu lar de possíveis imprevistos? Várias situações podem colocar em risco a segurança e a paz de uma residência. De raios a assaltos, as casas e apartamentos estão vulneráveis a ações naturais e humanas. Pensando nessa precaução, muitas pessoas buscam, no mercado das seguradoras, uma proposta que ofereça cobertura para esses riscos. Ao contratar um seguro residencial é indicado estudo do que realmente é necessário e conversar com profissional, que dará as orientações sobre a cobertura adequada para cada caso.

O seguro tem por finalidade proteger o patrimônio, não apenas a estrutura física de uma residência, mas também, em algumas opções, garantir tudo o que está dentro do imóvel. Segundo levantamento da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), menos de 15% das casas e apartamentos brasileiros têm algum tipo de seguro. O número segue o pensamento de que o seguro é muito caro. Porém, o custo pode chegar a menos de 1% do valor do bem. Apesar da baixa adesão, o mercado está em expansão, com potencial de crescimento de 10% ao ano até 2020, segundo a FenSeg.

Esse seguro é destinado a residências individuais, casas e apartamentos, habituais ou de veraneio. “O seguro residencial também serve para se precaver de situações incômodas que podem ocorrer no dia a dia e assegurar uma série de serviços que o cliente pode agregar e que poderá auxiliá-lo no cotidiano, como encanadores, eletricistas e chaveiros, entre outros. O crescimento do prêmio da modalidade no 1º semestre atingiu o índice de 15,75%, sendo ainda maior em Minas Gerais (17,79%), que aponta procura maior por segurança e precaução”, comenta Geraldo Pereira Filho, presidente da Comissão de Ramos Elementares do Sindicato das Seguradoras (SindSeg MG/GO/MT/DF).

Segundo o presidente, o segurado deve sempre pedir orientação ao corretor de seguros, já que é o profissional mais preparado para atendê-lo. A contratação é feita por meio da proposta e, posteriormente, é emitida a apólice. “Na apólice estão todos os detalhes do seguro que foi fechado. Você deve sempre solicitar para seu corretor esse documento e guardá-lo com você. É fundamental conferir todos os dados da apólice fechada. Se houver algum erro e não perceber, você poderá ser prejudicado”, afirma.
O seguro residencial contempla a cobertura básica e as coberturas adicionais. Todos eles oferecem, no mínimo, o reembolso de danos causados por incêndio, raios e explosões. Estar protegido nessas situações já ajuda muito, pois esses são os acidentes que causam os estragos mais caros. Mas o segurado pode pedir algumas coberturas extras, o que terá taxas adicionais. “Ao contratar o serviço, o segurado deve escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil, de acordo com as variações que as condições locais e do imóvel apresentarem. Antes de contratar, analise quais coberturas adicionais você quer ter. O segurado pode contratar também coberturas para desmoronamento, acidentes pessoais, roubo e furto qualificado, vidros, perda ou pagamento de aluguel a terceiros, danos elétricos, responsabilidade civil familiar, queda de aeronaves e impacto de veículos, entre outros”, destaca Geraldo Pereira.

Além das coberturas aos bens do imóvel, as seguradoras oferecem também proteção de responsabilidade civil. Isso quer dizer que, caso algum segurado danifique acidentalmente algum bem, a seguradora garante a cobertura do dano. Por exemplo, se um hóspede cair da escada ou se um carteiro for mordido pelo cachorro, ambos têm assistência garantida.

VALORES 

A taxa paga anualmente pela contratação varia de acordo com as coberturas e serviços adquiridos, mas, normalmente, não representa um grande gasto, quando se compara com o valor do patrimônio. “O valor de seguro é baixo em relação ao preço do imóvel. Em apartamentos, o valor chega a 0,25% do valor do imóvel; em casas, varia entre 0,15% e 0,40%. Os preços do seguro residencial geralmente não passam de 0,40% do valor do imóvel, alguns poucos chegam a 1%”, analisa Pereira.

Em caso de pedir indenizações, cada cobertura tem suas orientações específicas. O indicado é fazer contato com o corretor, que auxiliará no entendimento da apólice e a fazer o BO. “É bom lembrar que a maioria das seguradoras disponibilizam as condições gerais em seus sites, para facilitar o acesso do segurado”, finaliza.

Se você mora em condomínio, saiba que o seguro residencial é opcional, mas o seguro condomínio é obrigatório tanto para prédios residenciais quanto para comerciais e mistos. A contratação é de responsabilidade do síndico e o valor é dividido entre os condôminos. Esse tipo de seguro protege as unidades autônomas e as partes comuns do condomínio. A cobertura mínima exigida deve garantir indenização dos prejuízos causados à estrutura física (paredes, pisos, tubulação etc.), em caso de incêndio, raio e explosão.

Cuidados ao contratar um seguro residencial

- Verifique se a corretora e a seguradora têm autorização de funcionamento concedida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep)

- Pesquise e compare os valores dos prêmios de diversas seguradoras, em várias corretoras

- Leia atentamente a proposta e as condições gerais do contrato

- Certifique-se de que a proposta contém os valores do prêmio, a importância segurada, as coberturas contratadas e as exclusões. Só assine quando todos esses dados estiverem preenchidos

- Mantenha seus dados cadastrais atualizados e não deixe de comunicar a seguradora em caso de mudança de endereço ou de qualquer alteração no patrimônio segurado. Essa providência é importante porque será necessária a transferência e a reavaliação do valor do seguro. Todas as alterações deverão ser confirmadas pela seguradora, por meio de documento conhecido como “endosso”

- Mantenha em seu poder todos os documentos referentes ao seguro e, caso opte por cobertura adicional para seus bens, faça uma lista de todos os itens e guarde as notas fiscais

- Você tem direito a informação clara, precisa e verdadeira

- A seguradora deve cumprir o que foi prometido em contrato, na oferta ou em mensagens publicitárias

- É proibida toda publicidade enganosa

- A seguradora também é responsável pelos atos de seus prepostos ou representantes

- O contrato deve ser redigido de forma a facilitar sua compreensão, em termos claros e legíveis, destacando visualmente as cláusulas que limitam direitos do consumidor. Você tem o direito de ler e tirar suas dúvidas antes de assiná-lo

- As cláusulas do contrato que prejudiquem o consumidor são nulas

- Se você for prejudicado por qualquer conduta da seguradora que esteja em desacordo com o Código de Defesa do Consumidor, tem direito a reparação. Você pode denunciar o fato à Susep e ao órgão de defesa do consumidor de sua cidade.

Fonte: ProconSP 

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Vazamentos e infiltrações em prédios, além de prejuízos, podem causar conflitos entre condôminos e síndicos

Bom senso é a melhor saída para resolver o problema

José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas

Primeira coisa a fazer diante de infiltrações é buscar identificar o foco e avisar ao síndico o mais rápido possível - Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press - 27/4/09
Primeira coisa a fazer diante de infiltrações é buscar identificar o foco e avisar ao síndico o mais rápido possível

Problemas de infiltração e vazamento em prédios geralmente geram transtornos para condôminos e síndicos. Por isso, é preciso estar atento aos primeiros indícios de infiltrações, buscando identificar o foco o mais rápido possível. E, antes de falar em responsabilização, deve-se primeiro tentar identificar a origem do vazamento, porque tanto pode ser oriundo da tubulação da área comum quanto da área privativa.

Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Condomínios da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), conta que, aos primeiros sinais de vazamento, é preciso tentar estancar a saída de água. “O vazamento pode trazer inúmeras consequências aos apartamentos e, consequentemente, aos prédios, já que, de início, não sabemos a origem.”

Problemas com encanamentos, normalmente, estão entre as principais reclamações e divergências em condomínios. “Vazamentos visíveis são fáceis de ser localizados, pois deixam manchas de mofo, descascamento da parede, soltam azulejos e deixam os locais mais escuros. Já os vazamentos internos, mais difíceis de ser encontrados, precisam ser identificados com maior urgência e, geralmente, são os que causam maiores prejuízos”, comenta Wellington Novais, síndico profissional.

Pensar que a responsabilidade é sempre do condomínio não é a melhor saída para acabar com o conflito. “Se o vazamento tiver origem em canos na vertical, ou seja, nas colunas ou nas áreas comuns, a responsabilidade é do edifício. Se o problema estiver nos canos horizontais, chamados de ramais, deve ser resolvido pelo morador do apartamento. Se há um vazamento no teto do banheiro, em razão de problemas na rede horizontal, o responsável pelo reparo é o morador da unidade de cima, com todos os custos”, aponta o síndico.

A rede vertical conduz água e esgoto por todos os andares. É de uso comum, portanto, de total responsabilidade do condomínio, inclusive obras realizadas nos apartamentos, em razão de problemas nessa rede. A rede horizontal comporta os canos que servem às unidades, recebendo água da rede vertical e conduzindo esgoto para a mesma rede. “Basicamente, há três motivos para o surgimento de infiltrações: vazamentos; falhas na impermeabilização da laje; e o lençol freático, que provoca a infiltração no poço do elevador”, destaca Novais.

SÍNDICO 

Quando há algum problema, o síndico deve ser um dos primeiros a ser comunicado, para que possa dar o encaminhamento adequado à situação. Quando o caso é entre unidades, depois da identificação da origem, o fundamental será o diálogo. O trabalho do síndico será sempre de mediação e orientação aos moradores. “É importante que as pessoas que moram em condomínios vivam em coletividade e estejam preparadas para várias situações. O respeito e o bom senso devem prevalecer”, destaca Leonardo Mota.

Segundo o vice-presidente, se for constatado que o problema deve ser resolvido pelo prédio, a questão precisa ser tratada da forma mais ágil possível, além de informar aos moradores o que está ocorrendo. “É responsabilidade do síndico, em conjunto com a administradora, cuidar para efetuar os reparos necessários. Caso o valor ultrapasse a receita, é preciso convocar reunião com os moradores e agir de acordo com a legislação do condomínio.”

ÁREAS COMUNS 

Quando ocorre um vazamento no teto da garagem do condomínio, a agilidade também é imprescindível, já que a água pode danificar algum veículo ou causar algum outro transtorno. “Se o ponto estiver em área comum, áreas de lazer, salão de festas e outros, o condomínio tem de assumir a responsabilidade com o reparo dos danos”, ressalta Leonardo Mota. Ele recomenda que, ao perceber alguma infiltração originada em área comum, o morador relate imediatamente ao síndico, o qual, por sua vez, precisa tomar as medidas cabíveis para resolver a questão.

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Veja como usar papel de parede no banheiro

Dê uma nova cara ao ambiente sem passar por grandes reformas

Para começar um “quebra quebra” de reforma no banheiro, é preciso estar financeira e psicologicamente disposto e estável, já que este é um tipo de obra que pode gerar muita dor de cabeça. Mas, é possível se livrar da sensação de estar enjoado da decoração de uma forma prática e rápida: utilizando papel de parede no banheiro.


Foto: Reprodução/Pinterest

Antigamente, era comum ter o pé atrás para adotar essa opção em cômodos como o banheiro, já que a tecnologia não era tão avançada e o prejuízo poderia ser grande caso o papel de parede deteriorasse com o vapor do ambiente. Dessa forma, era muito mais frequente que ele fosse utilizado apenas em lavabos.

Mas, a arquiteta e urbanista Danielle Andraos, do escritório Arquitetura Possível, explica que hoje, com o avanço da qualidade dos papéis de parede, tudo só depende da decisão certa na hora da compra: “Com a escolha dos materiais indicados, resistentes à umidade e ao vapor, pode-se deixar a criatividade aflorar e usá-los em quaisquer paredes até mesmo dentro do box dando uma cara super atual ao ambiente”.

Os mais indicados são o vinílico e lavável. O primeiro é feito de PVC e tem base de tela ou papel, conforme explicam as arquitetas Nathiara Pozzebon e Juliane Richetti, da Arqhezze Arquitetura. Segundo elas, essa opção conta com um tratamento que dá à ela um aspecto de tecido e aumenta a durabilidade, já que é muito resistente à umidade.

Já o papel de parede impermeável, como o próprio nome já diz, é protegido da exposição à água e conta com uma infinidade de texturas enorme, desde as que imitam couro, cobre e madeira até as estampadas.


Foto: Reprodução/Pinterest

Apesar de toda essa moderna tecnologia que te possibilita decorar o banheiro de modo fácil, a dupla de arquitetas da Arqhezze explica que é preciso investigar o local antes de instalar o papel de parede: “A umidade não ocorre somente nos ambientes tipicamente úmidos, como banheiro, lavanderia e cozinha. Muitas casas possuem mofos nas paredes das salas e quartos. Isso pode ocorrer devido a má impermeabilização das paredes na construção, a pouca iluminação ou a falta de ventilação”. Se houver este problema no ambiente, nem as opções adequadas resistirão.

A opção que você talvez tenha ficado curioso a qual você pode colocar dentro do box é bastante inovadora e recebe o nome de papel de parede com proteção de fibra de vidro, que na verdade é um revestimento com a mesma facilidade de aplicação que os papéis de parede. “Ele possui uma maior durabilidade, é lavável, antimofo, não mancha e não desbota com o tempo, o que permite seu uso sem receio até mesmo na área chuveiro”, detalha Danielle Andraos.


Foto: Reprodução/Pinterest

Além dos atributos técnicos que são práticos, o papel de parede volta em 2018 como uma forte tendência e um de seus pontos fortes é a versatilidade, já que as opções de estampas e texturas são infinitas.

Para dar um ar refinado e especial ao ambiente, você pode se basear nas opções que hoje estão em alta, como os de concreto aparente, cimento queimado, 3D, retrôs, listras e os geométricos. Aliando estas tendências ao seu próprio estilo, você terá a garantia de um banheiro renovado e lindo!

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

Destinação de áreas comuns em prédios para fins diferentes gera conflitos

Disponibilização de ambientes para objetivos diversos aos que se destinam pode resultar em problemas e só deve ser feita se houver unanimidade

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Ilustração/EM

Áreas comuns em prédios que não dispõem de espaços públicos muitas vezes podem se tornar um problema para os moradores do condomínio. Isso porque, ao comprar um imóvel residencial, os proprietários são levados por determinados interesses, que, ao longo dos anos, podem mudar. Os antigos proprietários mudam, morrem, os filhos crescem e pessoas com perfis diferentes adquirem as unidades; e aí podem começar os conflitos.

Para evitar transtornos no condomínio, o advogado Rodrigo Karpat explica que o que precisa ser considerado é o que está descrito no ato de instituição do condomínio, o qual vai elencar a destinação que tem aquelas áreas. “E para mudar uma destinação será necessária a unanimidade dos condôminos, ou seja, todos precisam concordar.” Isso ocorre para que aquele que comprou um apartamento tranquilo e buscou sossego, sem área de lazer, não se depare, por exemplo, com a desocupação da casa do zelador e a transformação do local em uma academia que fique em cima ou embaixo da cabeça dele”, alerta o especialista. Ele ressalta que alguns relatos trazem situações inusitadas em que uma área destinada à caixa d’água ou ao hall social esteja sendo utilizada para fazer churrasco, o que desvia a destinação da área e pode colocar, inclusive, em risco os condôminos. “O condomínio deve ser utilizado para o fim a que se destina, conforme descrito em convenção, e a destinação das suas áreas deve respeitar o mesmo instrumento, o que está previsto no artigo 1.335, II, e artigo 1.336, IV, do Código Civil. E, ainda, o artigo 1.351 aduz que a mudança da destinação do edifício, ou da unidade imobiliária, dependerá da aprovação pela unanimidade dos condôminos.”

Karpat esclarece que alterar a destinação de uma área requer quórum de 100% (unanimidade) dos condôminos, além das adequações necessárias na convenção. Já o acréscimo a situações existentes precisa da aprovação de dois terços dos moradores. “É importante frisar que alterar a destinação de uma área no condomínio não tem a ver com utilização de área comum com bom senso ou permitir situações pequenas que atendam à coletividade sem contrariar a lei”, ressalta.

Como exemplo, o advogado cita uma área lateral de um prédio, que tem a finalidade de trânsito de pedestres “e, digamos, que seja uma área extensa na qual os moradores podem bater papo ou as crianças jogarem bola. O entendimento é que essa situação não se configura como alteração na destinação da área, apenas otimiza o uso do espaço e pode ser feita, desde que não traga qualquer perturbação ao sossego e segurança dos demais e desde que passe pela aprovação da assembleia com quórum de maioria simples”.

INTERESSE DA MAIORIA 

Alterar a academia do prédio para uma área de moradia ou para depósito altera a destinação da área e requer quórum de 100% dos condôminos. Se for o caso da construção de uma marquise para a área da churrasqueira, o quórum seria de dois terços com base no artigo 1.342 do Código Civil. “Recorro-me aos ensinamentos de Biasi Ruggiero, que em sua obra Questões imobiliárias, Editora Forense, 1997, diz: ‘Com efeito, é preciso haver algum elastério quando se trata de alteração de pequeno porte, desde que mantida a área para finalidade de interesse comum, uma vez ‘não podem ficar dependentes da unanimidade dos condôminos, em razão da extrema dificuldade que isso representaria no relacionamento condominial, pois existem condomínios horizontais com 100, 200, 300 ou mais unidades. Bastaria uma vontade caprichosa para impedir um plano que convenha aos interesses da maioria’.”

Caso os condôminos queiram alterar a convenção de condomínio, dispondo acerca da mudança de destinação de área do condomínio, Karpat explica que dependerá de aprovação, por unanimidade. Para realização de obras em partes comuns do edifício, é necessária a aprovação de dois terços dos votos dos condôminos. “Caso contrário, aquele que realizou as obras assume para si o risco de ser onerado pela benfeitoria construída sem a devida autorização.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

5 dicas de como decorar o ambiente com rack retrô

O estilo retrô conquistou o decoração e vai conquistar sua casa com apenas um móvel. Veja dicas de como decorar ambientes com rack retrô.

Mais do que bonito e versátil, o estilo retrô é capaz de resgatar o charme de outras épocas com aquele aconchego familiar da infância. Com inspirações vindas desde os anos 20 até os anos 70, sua aparência “antiga” carrega muita personalidade, além de ser uma decoração que se mescla perfeitamente com itens modernos e contemporâneos.

Em diferentes formatos, cores e texturas, o rack retrô é um dos itens que mais representa esse estilo decorativo e é a opção perfeita para quem não abre mão da estética com comodidade. Seja na sala, no quarto ou no escritório, esse móvel se adapta e valoriza qualquer espaço sem perder a objetividade de compor de acordo com a necessidade de cada ambiente.

Dê mais estilo para a sua casa com a nossa ajuda!

Conheça 5 dicas de como decorar o ambiente com rack retrô:

Pé Palito

Sucesso na década de 60, o pé palito está super em alta e é o que traz o verdadeiro ar retrô para o rack. Independente da base do rack escolhida, opte pelos pés nesse formato.

Eles não só remetem a uma outra época, como deixam a peça com uma pegada minimalista e, consequentemente, mais fácil de misturar com os outros elementos do ambiente. É um detalhe que faz toda a diferença na decoração.


Madeira

Os racks retrô de madeira são mais fáceis de serem encontrados em antiquários ou brechós de móveis. Sua aparência rústica enaltece o minimalismo, tornando-se uma peça ideal para uma decoração vintage para sala de estar, sala de leitura ou até mesmo o quarto do casal.

Apesar de cumprir sua função prática com gavetas e espaço para utensílios, a proposta da peça mostrada abaixo é estética. Nos objetos de decoração para rack, a dica aqui é o “menos é mais”. Aposte em artigos com transparência ou em tons neutros.

Branco 

A regra é clara: tons neutros dão certo com tudo. Nesse caso, a regra é tão verdadeira que os modelos mais populares no mercado são na cor branca.

Nesse tom, até mesmo os modelos maiores e mais robustos ganham delicadeza e valorizam o espaço, ideal para racks modernos para salas pequenas.

Quando na cor branca, o rack fica discreto e versátil, deixando toda atenção aos elementos decorativos. Em qualquer cômodo, se sua intenção é ter uma peça charmosa e grande o suficiente para armazenar seus objetos, o rack branco não tem erro.

Colorido ou com estampas

Se o branco assume o papel secundário e discreto, o rack retrô colorido é a estrela de qualquer decoração. Linhas retas, cores fortes e estampas são algumas das características mais comuns desse estilo.

Além de ser tendência, os racks coloridos e estampados por si só refletem muito a personalidade dos moradores da casa. Escolha a cor que você mais gostar e invista sem medo. O legal do rack retrô é justamente poder brincar com uma peça “antiga” usando cores modernas para destacar.

Se você já tem um rack e está querendo dar mais vida a ele, nada de jogar fora e comprar outro.

Arredondado

Para os mais moderninhos, uma dica muito boa é apostar em rack moderno com o formato arredondado. Assim como as peças coloridas, os modelos arredondados carregam muita personalidade e são peças-chave da decoração de um cômodo.

Com painel

Os racks costumam ser usados principalmente como apoio de TV, mas percebendo a modernização da tecnologia, recentemente começaram a surgir modelos de rack retrô com painel. Além de deixar o cômodo mais bonito e estiloso, isso permite que você coloque a TV numa posição mais alta, escondendo os fios e liberando o espaço para outros objetos necessários.

Já deu para perceber que o rack retrô é mais uma dessas peças coringas que todo mundo deve conhecer. Fácil de decorar, prático e funcional para organizar suas coisas. Gostou? Continue nos acompanhando aqui em nosso blog.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Convenção e Regimento Interno: saiba como elaborar e a sua utilidade

Importante instrumento para o condomínio a Convenção e o Regimento Interno tem como objetivo disciplinar a conduta dos condôminos.

Convenção e Regimento Interno: saiba como elaborar e a sua utilidade

Um dos instrumentos mais importantes dentro de uma gestão condominial, a convenção do condomínio está para os condôminos assim como a Constituição Federal está para o cidadão brasileiro. Ou seja, é neste documento que devem estar todas as regras internas para o bom andamento do condomínio. Cumpri-las, ou fazer que sejam cumpridas, é dever do síndico.

Já o Regimento Interno, que deve fazer parte da Convenção do condomínio, tem como objetivo garantir a ordem e a harmonia nos condomínios. É neste documento que devem constar a resolução de possíveis conflitos, aplicação de multas e a utilização de espaços comuns.

Por isso é de suma importância que esses dois documentos seja perfeitamente redigidos, de preferência por profissionais da área do direito.

Saiba mais sobre esses dois importantes documentos no novo vídeo para a série “Síndico Curioso”, do Viva o Condomínio Vídeos, com o advogado Fernando Passos Gama

Confira!

Inscreva-se em nosso canal no Youtube: Viva o Condomínio

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Checklist: saiba o que fazer após pegar as chaves de um novo imóvel

Com os próximos passos planejados sua mudança se tornará muito mais rápida

Pegar as chaves de um novo imóvel é sempre um momento muito aguardado. Não importa se ele foi comprado na planta (o que gera ainda mais ansiedade) ou usado, a vontade de entrar em definitivo no local é imensa.

Por isso, planejar o que fazer logo após a aquisição das chaves ajuda a otimizar o tempo de preparação da casa ou apartamento para que a mudança aconteça o mais rápido possível. Abaixo você confere a lista que o ZAP em Casa fez com os passos que você deve seguir antes de chamar o novo canto de lar.

Solicite a ligação da energia elétrica e a instalação do gás

 


(Foto: Shutterstock)

 

A primeira coisa a fazer é pedir na companhia elétrica da sua cidade que a energia da sua casa seja ligada ou religada no caso do imóvel já ter sido habitado. Se você estiver vivendo a segunda opção, também precisará comparecer em algum ponto de atendimento da companhia para passar a conta de luz para o seu nome. Lembre-se de dar prioridade a isso, pois caso haja reforma, os fornecedores precisarão de luz para trabalhar. A instalação do gás também é primordial, pois o aquecedor já deve estar instalado antes que os revestimentos e móveis planejados sejam colocados.

Crie um projeto de reforma e decoração


(Foto: Shutterstock)

 

É possível procurar os serviços de um arquiteto ou engenheiro mesmo antes de pegar as chaves, é só ter a planta do apartamento em mãos. Mas, caso você ainda não tenha passado por essa etapa, ela deve ser a primeira a receber sua atenção. Profissionais te ajudarão (e muito!) a planejar seu futuro lar, tanto no âmbito de espaço quanto no de orçamento, já que eles conseguem adequar o dinheiro que você tem disponível às possibilidades de mercado.

Priorize o que você precisa para mudar

 


(Foto: Shutterstock)

 

Você pode até ter um projeto completo feito para a sua casa, mas é importante saber que você não precisa ter ele finalizado para se mudar. Priorize a base do imóvel, isso é: piso, gesso, azulejos e revestimentos, pintura, bancadas da cozinha e dos banheiros, e parte elétrica e hidráulica. A seguir, pense nos itens indispensáveis para você conviver bem no local: armários da cozinha, cama, sofá – estes são pontos que você mesmo vai definir de acordo com o seu estilo de vida. Feito e comprado tudo isso, você pode dar atenção aos toques finais da decoração depois que se mudar.

Contrate fornecedores

 


(Foto: Shutterstock)

 

Nesta etapa você vai precisar ir atrás de todos os itens listados acima para a base do imóvel, assim como dos móveis planejados (se for o caso, pois muitas vezes imóveis usados já vêm com armários embutidos). A dica aqui é: pesquise incansavelmente. Muitos itens de reforma, como pisos e cerâmicas, por exemplo, podem variar até 150% de preço. Então, se a pedida é economizar, não se conforme com o primeiro orçamento que receber.

Contrate fornecedores e mão-de-obra

 


(Foto: Shutterstock)

 

Chegou uma das partes mais difíceis da sua pré-mudança: encontrar mão-de-obra de confiança. E para isso não há uma fórmula mágica, o segredo é procurar indicações de amigos e contratar o profissional com melhor recomendação que você puder. Muitas vezes, em condomínios novos, é fácil encontrar profissionais que estejam perto de acabar uma obra vizinha e dispostos a pegarem mais serviços no local. Depois que definir os contratados, lembre-se de comunicar a portaria, caso o seu imóvel seja em um condomínio, e deixar uma lista de pessoas autorizadas a entrarem na sua obra; essa é uma questão de segurança.

Providencie serviços essenciais


(Foto: Shutterstock)

 

Assim que a reforma for finalizada e a mudança feita, você pode começar a solicitar os serviços que precisará no dia a dia, como internet, telefone e tv a cabo. Se o seu imóvel estiver em um condomínio fechado, é provável que existam restrições quanto às empresas disponíveis no local, contate a portaria e se informe antes de solicitar o serviço.

Faça uma limpeza completa no local

 


(Foto: Shutterstock)

 

Se tem uma tarefa pesada na fase pré-mudança é a limpeza da casa pós-reforma. Portanto, organize um mutirão entre os familiares ou contrate uma empresa especializada, hoje em dia existem algumas companhia que enviam mais de uma profissional para fazer a limpeza doméstica por preços bem acessíveis. Por fim, com a casa limpinha e renovada, você estará pronto para curtir o novo lar.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

As 5 maiores causas de briga em prédios e as chances de resolver na Justiça

As 5 maiores causas de briga em prédios e as chances de resolver na Justiça

Calote, cano, cachorro, carro e criança: estes são os cinco C’s das baixarias e conflitos entre vizinhos nos condomínios, segundo advogados especializados na área.

Basicamente se traduzem em atrasos na conta do condomínio, animais que latem demais, vazamento no vizinho de cima, arranhões de carros na garagem e crianças em algazarra. Em boa parte das vezes, os problemas são resolvidos no diálogo, mas não é raro que a falta de consenso ou de bom senso faça com que muitos deles acabem parando no Judiciário.

“Nessa comunidade, é sempre necessário conversar, mas, se nada mais der certo, o jeito é entrar com uma ação mesmo”, disse o advogado especializado em direito imobiliário Jaques Bushatsky, do escritório Bushatsky Advogados.

Processos longos, custos altos e mesmo a chance de não ganhar são alguns dos fatores que ele menciona para serem levados em consideração antes de levar a briga ao tribunal.

Bushatsky pesquisou dezenas de processos relativos aos cinco C’s que passaram pelos tribunais de diversos estados nos últimos anos e analisou para qual lado tendem a pender os entendimentos dos juízes nas diferentes situações.

Veja a seguir as brigas mais comuns e que desfecho costumam ter quando se transformam em uma ação judicial.

Calote

Moradores que atrasam o condomínio são, certamente, a maior fonte de problemas e de processos que saem de um conjunto residencial.

“Se foi tentado um acordo, um parcelamento na dívida e nada deu certo, o condomínio acaba mesmo acionando a Justiça”, disse Bushatsky. “Nesses casos, o Judiciário tradicionalmente dá o ganho de causa para o condomínio e impõe o pagamento dos débitos, seja qual for o argumento para os atrasos.”

Uma vez com a decisão judicial em mãos, há uma série de procedimentos que podem ser acionados caso o pagamento continue não sendo realizado, como a penhora de bens do proprietário ou o envio do imóvel para leilão, até que o condomínio consiga levantar e receber o valor total que lhe é devido.

Cano

Vazamentos e infiltrações que vêm de outro lugar que não da sua própria casa são um problema recorrente entre aqueles que dividem paredes acima ou ao lado com outras pessoas.

Os reais problemas começam, porém, quando o responsável por aquela mancha molhada na parede alheia –que pode ser um vizinho ou mesmo o condomínio, no caso de o problema estar na rede geral– resiste em fazer o conserto ou até a investigação para encontrar a origem do vazamento.

Nesses casos, muitos acabam optando por buscar a ajuda oficial. Quando os casos chegam à Justiça, a prática é que o juiz solicite a realização de uma perícia para localizar o vazamento, detectar os culpados e emitir a sentença determinando que os responsáveis façam o reparo.

Nesses casos,muitos acabam optando por buscar a ajuda oficial. Quando os casos chegam à Justiça, a prática é que o juiz solicite a realização de uma perícia para localizar o vazamento, detectar os culpados e emitir a sentença determinando que os responsáveis façam o reparo.

“É uma ação em que o culpado sempre perde, e vai acabar saindo mais caro para ele resistir e esperar chegar ao Judiciário do que simplesmente fazer o conserto”, afirmou Bushatsky. “Ele vai ser obrigado a fazer o reparo e ainda arcar com as custas do processo.”

Além disso, deixar de fazer a manutenção porque os vizinhos ou o síndico pediu é uma coisa, mas deixar de fazê-la a partir do momento em que isso foi decidido no tribunal passa a ser descumprimento de uma ordem judicial. “Normalmente, são estipuladas multas diárias, com valor que o juiz define conforme o caso, até que o problema esteja solucionado.”

Cachorro

É justo obrigar sempre a ter o cão ou gato no colo nas áreas comuns? O cachorro do vizinho incomoda? Sim, essas também são causas que não só congestionam os interfones das portarias como também acabam chegando às mesas do Judiciário.

“No geral, os juízes entendem que pode, sim, ter animal, mas pode haver exceções”, disse Bushatsky. Ele menciona o caso de um morador que foi proibido de continuar com seu pit bull no prédio já que o cão poderia apresentar riscos à segurança dos outros moradores e dos funcionários.

Em várias outros processos levantadas por Bushatsky, porém, as decisões pendem por preservar o direito dos condôminos de circularem com seus animais. Foram os casos de dois moradores que eram cobrados por seus vizinhos e pelo condomínio para levarem os animais no colo –um deles era uma idosa que possuía três cães e o outro um rapaz dono de um golden retriever (cão de raça grande).

Em ambas as situações, os juízes dispensaram aos proprietários a necessidade de andar com os bichos no colo pela área comum, desde que com coleira.

Carro

As situações mais comuns, segundo Bushatsky, são as de pessoas que chegam à garagem e encontram o carro riscado, batido ou até mesmo outro veículo no lugar de sua vaga demarcada.

Quando o culpado resiste em assumir o prejuízo, há quem decida por levar a cobrança às últimas consequências e entrar com uma ação.

“Em casos de avaria, o que conta é ter prova. Se não tem, nem tente, você vai perder a ação”, disse o advogado. Segundo ele, porém, conseguir as evidências está cada vez mais fácil, com ajuda de testemunhas e dos sistemas internos de câmeras.

Ausência de vagas especiais ou proibição à entrada de carro de terceiros são outros casos que também já chegaram aos tribunais e nos quais, geralmente, os prejudicados conseguem ganhar.

São, em sua maioria, requeridos por pessoas que têm algum tipo de restrição. Em um caso de 2015, por exemplo, um morador com restrições de locomoção por conta de um AVC conseguiu em juízo o direito de ter uma vaga construída pelo condomínio em local de fácil acesso à entrada de sua casa.

Em outro, de 2014, uma família com um filho de três anos conquistou a permissão para que um motorista entrasse nas dependências do prédio para buscar e devolver a criança, mesmo sendo proibida a entrada de veículo de terceiros.

Criança

Barulho, travessuras e discordâncias sobre normas internas (como se os pequenos podem ou não usar a piscina desacompanhados) são alguns dos desentendimentos entre adultos e crianças que vivem em um espaço compartilhado.

Há casos, porém, em que as crianças podem acabar envolvidas em problemas bem mais sérios, como acidentes ou ofensas graves, e os pais ou responsáveis podem vir a ser chamados a responder pelas consequências, quando não pagar.

Em um caso que aconteceu em São Paulo, por exemplo, os pais foram obrigados a pagar danos morais por seu filho pequeno ter insultado um funcionário.

Por outro lado, em um incidente no Rio Grande do Sul, foi a falta de provas que livrou um morador de ter que indenizar as queimaduras de um menino de seu condomínio. O garoto sofreu queimaduras graves após jogar uma garrafa de álcool dentro da churrasqueira recém-utilizada, ainda em brasas, e a garrafa explodiu.

Os pais do menino culparam o vizinho pelo acidente por ter sido negligente com os objetos usados em seu churrasco, mas, para o juiz do caso, os acusadores não foram capazes de comprovar a relação entre os fatos.

Fonte: Economia UOL

Como limpar piso laminado

Descubra os cuidados necessários na hora de higienizar esta delicada superfície

Se você tem piso laminado em casa ou está em dúvida sobre qual tipo de piso instalar na sua reforma, deve saber que ele é um dos mais sensíveis e requer atenção dobrada durante a limpeza e a utilização no dia a dia.

Por isso, abaixo você descobre como limpar piso laminado e dicas indispensáveis para dar a ele os cuidados necessários.

FREQUÊNCIA

O ideal é que o piso laminado receba uma limpeza preventiva todos os dias, feita com o aspirador ou um pano levemente umedecido na sequência. No entanto, dependendo do tanto de pessoas que circulam pela casa, você pode optar por fazer essa limpeza entre uma e duas vezes na semana.

 


(Foto: Shutterstock)

 

E para uma limpeza mais completa, João Pedro Lúcio, técnico de serviços da rede Maria Brasileira, explica que existem produtos específicos para higienização pesada de laminados: “Mas deve sempre ser seguidas as instruções de uso de cada produto”, alerta ele.

PANO IDEAL

Para ter mais eficiência na limpeza, procure não usar qualquer pano, como os de algodão, por exemplo. “Dê sempre preferência a panos de microfibra, eles absorvem 7 vezes mais sujeira que um pano de algodão, que no final só empurra a sujeira e não a extrai. Os de microfibras são excelentes para serem usados tanto a seco como umedecidos, além de atrair a poeira quando passado a seco, eles absorvem com mais facilidade a água quando são molhados”, explica Renato Ticoulat, fundador da Limpeza com Zelo e diretor executivo da JAN PRO Brasil.

PASSO A PASSO

Ambos os profissionais indicam que a retirada do excesso de sujeira e pó seja feito com um aspirador, vassouras na maior parte das vezes levantam a poeira, ao invés de juntá-la, o que faz com que ela volte a cair na superfície depois. Renato Ticoulat, indica uma colher de sopa de detergente neutro em 5 litros de água como solução de limpeza.

 


(Foto: Shutterstock)

 

“Umedeça um pano limpo na solução e torça bastante, até ele ficar bem seco – problema é que não existe no supermercado detergente de limpeza de piso neutro e sim de louça, o que causa muita confusão. Neste sentido, o que importa é que ele seja alcalino. Não se deve usar sabão de coco, que tem sódio, nem sabão em pó de lavar roupa”, detalhe ele. E aqui a dica é: caso não encontre o detergente ideal, use somente água! Depois, passe o pano em todas as dimensões do piso e espere secar para pisar.

TRUQUES CASEIROS

Usar vinagre de vinho branco na proporção de três colheres de sopa para um litro de água ajuda a dar uma limpeza mais completa ao piso, principalmente se a casa tem moradores alérgicos ou animais domésticos, conforme sugere João Pedro Lúcio. “É importante não usar bicarbonato de sódio na mistura do vinagre. O bicarbonato deixará o piso branco”, alerta ele.

MANCHAS

Como já citado, o piso laminado é muito sensível, portanto qualquer líquido ou creme derramado nele pode causar manchas e até mesmo estufá-lo. Renato Ticoulat explica que ceras e produtos à base de silicone, lixas, escovas de aço, enceradeiras, materiais cortantes e até produtos ácidos que não são limpos na hora, como vinho, por exemplo, podem danificar e corroer o piso.

Mas ele também explica que existem formas de limpar manchas que às vezes parecem impossíveis de sumirem. “O álcool, por exemplo, é um produto que pode ser usado para remoção recentes de tintas de canetas. A mistura de água e detergente neutro, ajuda a eliminar manchas de batom e tintas látex. Um pano umedecido com uma solução de sabão neutro, mais 50% de água morna e 50% de álcool, retira manchas de causadas por vinho, café e sucos de uva. Se a sujeira tiver sido causada por gordura, aplique detergente desengordurante puro sobre a mancha, e depois retire o excesso com um pano.  Se o problema for com esmaltes ou colas, o removedor de esmaltes vai ajudar na remoção”, detalha ele.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Veja como escolher revestimentos para a cozinha

Arquitetas explicam o que levar em conta na hora de comprar o material

A cozinha é um ambiente especial dentro de uma casa. É lá que preparamos nossas refeições e, não raro, onde as pessoas ficam à nossa volta ansiosas enquanto os pratos ficam prontos.  Esse espaço precisa ter uma decoração que reflita a personalidade do morador, mas também é necessário que seja prática. Os revestimentos para cozinha precisam estar preparados para resistir a mistura constante de temperaturas e resíduos próprios da preparação de alimentos.


Projeto da Leila Dionizios Arquitetura em que ela usa pastilhas para revestir a parede (Foto: Divulgação)

A arquiteta Leila Dionizios diz que há uma série de revestimentos que podem embelezar a cozinha de forma rápida e prática. “Ladrilhos, cerâmicas e pastilhas são algumas opções, mas também é possível encontrar até adesivos de parede para cozinha. São super fáceis de instalar”, afirma.

Sobre as cores dos revestimentos, ela comenta que os tons amarelo, laranja e vermelho combinam bem com o ambiente e, segundo a psicologia das cores, despertam a fome.  Ela alerta que os móveis devem ser combinados com o revestimento para que o espaço não fique muito escuro.

Segundo a arquiteta Flávia Sá, os revestimentos mais utilizados em cozinha são cerâmica e porcelanato. Ela explica que o morador precisa optar pelos revestimentos para chão e parede que sejam mais fáceis de limpar e resistentes à água.

O preço entre os modelos não está relacionado à qualidade, mas sim com a inovação tecnológica e a marca, comenta Flávia. Ela fala que a maior preocupação na hora da escolha deste tipo de material é ter atenção às informações do fabricante sobre o local de uso e a contratação de mão de obra especializada para instalação.  Também deve ser observada qual a argamassa indicada pelo fabricante.

Inspire-se:


(Foto: Shutterstock)

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Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Sorteio de vagas de condomínio

Aprenda como deve ser feito corretamente e evite transtornos

Por Roberto Piernikarz*

Para começarmos a entender o tamanho deste problema, vamos explicar a relevância deste tema! Pesquisas recentes apontam que, em uma assembleia normal, com assuntos corriqueiros do condomínio, a média de presença de condôminos é de 13%… No entanto, este número sobe para incríveis 95% quando se trata de assembleia para definir as vagas de garagem mediante sorteio, ou quaisquer outros critérios!

Quem nunca participou de uma assembleia de sorteio de vagas cheias de tumultos, discussões, badernas e falta de informação e critérios?

A má condução deste assunto tão polêmico, aliada aos diversos vícios de procedimentos “de praxe” porém equivocados que se vê por aí, podem acarretar facilmente na impugnação da assembleia, gerando mais custos e transtornos a todos, desde os moradores até o síndico, passando pela administradora contratada. Não é por acaso, que este tema é um dos campeão de ações cíveis em condomínios.

Estes dissabores, contudo, podem e devem ser evitados! Basta que o síndico, o corpo diretivo e a administradora, trabalhem em conjunto de forma a se respaldarem na convenção condominial e no código civil brasileiro. Parece pouco, mas esse pequeno cuidado é a chave para um sorteio de vagas limpo, sem vícios, legal e incontestável.

A primeira coisa que se deve observar é a convenção condominial, que na grande maioria das vezes já determina as regras de como devem ser feitos os sorteios.

Vale lembrar que, ainda que o seu condomínio esteja de acordo em alterar o que está escrito na convenção, isso só pode ser feito em assembleia específica e com quórum adequado de dois terços dos votos totais dos condôminos, inadimplentes ou não… Por isso sugerimos que se siga a convenção, independente de se o que está escrito lá reflete a vontade de todos, pois alterá-la é tarefa extremamente complicada.

Garagem

E para ajudá-los a enfrentar tudo isso, separei aqui algumas dicas importantes que, se colocadas em prática, podem reduzir os conflitos sobre o tema em questão e impedir uma eventual impugnação de assembleia:

  1. Análise da convenção condominial: Normalmente as convenções já estipulam se as vagas são indeterminadas ou determinadas, no caso de serem determinadas, não é possível realizar sorteio. Se forem indeterminadas tem de se observar os prazos de periodicidade de sorteio, bem como os critérios pré estipulados.Caso não haja menção às vagas na convenção condominial, o que é incomum mas não é impossível, é necessário que se chame uma assembleia anterior ao sorteio, com pauta a definir as regras, critérios e periodicidade do mesmo, com quórum suficiente e decisão soberana que deve ser respeitada dali em diante! Verificar se o que está sendo proposto em termos de regras e critérios para o sorteio, não está ferindo o direito de propriedade do condômino (código civil), como por exemplo determinar uma escolha de vaga de forma diferenciada pelo tamanho do carro de cada proprietário e/ou inquilino, o que não seria permitido por lei. Excluir os inadimplentes do sorteio deixando os mesmos para o final, também vai contra o direito de propriedade e não pode ser feito, no caso de sorteio de vagas os inadimplentes devem ter o mesmo tratamento que os demais, sob pena da impugnação ou declaração de nulidade da referida assembleia.
  2. Verificar se as decisões de assembleias anteriores sobre o tema podem efetivamente ser aplicadas; Se não divergem dos critérios pré estabelecidos pela convenção, ou se havia quórum necessário para aprovação dessas decisões, entre outros fatores.
  3. Estabelecer uma data limite com prazo suficiente para a troca das vagas depois do sorteio, para que não haja confusão entre os condôminos ou situações extraordinárias como por exemplo alguém que estivesse viajando e não conseguisse trocar seu carro de vaga imediatamente, podendo causar desconforto com seus vizinhos que ficaram com essa vaga em questão no sorteio.
  4. Atentar para o fato de que, apenas a unanimidade dos proprietários pode definir se haverá novo sorteio,ou se será mantido o sorteio atual por tempo indeterminado. Isso ocorre pois não é porque a maioria está satisfeita com suas vagas, que outros que não se contentaram seriam obrigados a manter as suas para sempre.
  5. Estabelecer o prazo de validade do sorteio conforme a convenção ou assembleia anterior (conforme o caso já mencionado anteriormente da convenção não fazer menção ao tema).
  6. Definir claramente que a escolha de vagas para deficientes físicos, idosos, pessoas com dificuldade de locomoção, etc. seja feita antes dos demais condôminos. Neste caso, apesar de não ser obrigatório, a maioria dos condomínios solicita que a pessoa com essas necessidades apresente documento comprobatório no dia da assembleia, para garantir seu direito de preferência na hora do sorteio.
  7. Preparar com antecedência a assembleia de sorteio de vagas, distribuindo com antecedência a todos os condôminos, material contendo os critérios, regras, plantas da garagem (verificar se são as plantas corretas pois muitas vezes o que está no papel pode não refletir a realidade atual do condomínio, principalmente se o mesmo tiver passado por reformas ao longo dos anos), etc. Colocar na convocação a possibilidade de contratação de manobristas próprios ou terceiros, quando houver essa possibilidade, também evita surpresas na hora da votação.Outra medida que pode ser tomada antes da reunião é um levantamento sobre a quantidade de vagas e automóveis no condomínio, assim como seus tamanhos – pequenas, médias e grandes.Também é importante saber quantas vagas cada unidade tem direito e verificar se a cobertura tem direito a mais vagas, tudo isso deve estar discriminado na própria convenção do condomínio.
  8. Em casos onde há problema de espaço ou falta de vagas, uma alternativa pode ser a contratação de serviços ou arquitetos especializados em redesenhar a disposição das vagas nas garagens. Em muitos casos é possível ganhar mais espaço e até vagas. Se este for o seu caso, isso tem que estar na pauta da assembleia e na convocação para se deliberar o assunto. Lembrando sempre que se forem vagas escrituradas, essas não podem ser mexidas em absoluto!
  9. Existem empresas especializadas em votação eletrônica que podem auxiliar a diminuir o tempo, e organizar melhor os sorteios, portanto se seu condomínio tem verba para isso, vale a pena pesquisar e comparar os preços para, eventualmente, contratar este serviço.

Além das dicas acima expostas, vale informar também, que existem basicamente três formas de sorteio possíveis para vagas em condomínios, são eles:

  1. Sorteio simples já vinculando a unidade à vaga destinada - Neste caso não existe a escolha da vaga pelo condômino, o próprio sorteio já determina isso, o que faz o processo totalmente “na sorte”.
  2. Sorteio das unidades que vão escolhendo suas vagas primeiro - neste caso cada condômino sorteado escolhe a vaga que deseja na hora! O problema é que podem haver alguns sortudos que sempre saem antes e, consequentemente, sempre terão as melhores vagas.
  3. Rodízio pré estabelecido de vagas - Neste caso a cada período determinado, os condôminos vão mudando para a próxima vaga, por exemplo: quem está na vaga um vai para a dois, quem está na dois vai para a três, e assim por diante. Esse critério pode ser interessante uma vez que, neste caso, todos passarão necessariamente por todas as vagas do condomínio dentro de um período pré estabelecido.

É importante colocar também que, depois do sorteio, caso algum morador que tenha um carro maior ou outra justificativa quiser trocar de vaga, este deve procurar seu vizinho e, de comum acordo, assinar um termo e enviar à administradora informando que estão trocando suas vagas com expressa anuência um do outro. Isso evita confusão e falatório dos demais condôminos!

Além do mais, o problema de ter um carro maior ou uma profissão que demande uma saída rápida da garagem(médicos por exemplo), é exclusivo do condômino e não do condomínio, de forma que estas situações devem ser resolvidas de maneira privada, apenas notificando à administradora conforme mencionamos acima.

Por fim, recomendamos que se use a cabeça e se exercite a criatividade na hora de montar as regras para este tipo de situação; cada condomínio é único tanto em diversidade de seus condôminos quanto às suas estruturas, e só cada um deles sabe o que é melhor para si! Siga as regras, mas não deixe de pensar nas pessoas.

“As tragédias verdadeiras no mundo não são conflitos entre o certo e o errado. São conflitos entre dois direitos.“

Hegel

Roberto Piernikarz é Diretor Geral da BBZ Administradora de Condomínios; Bacharel em Administração de Empresas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Atua no setor há mais de 17 anos, tendo sido responsável pela implantação de mais de 300 condomínios, e participado da capacitação de mais de 1000 síndicos profissionais,  além de ter colaborado com diversas matérias publicadas nos principais meios de comunicação do país. Colunista do Site do IG.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Desconto pontualidade é legal em condomínios?

Em muitos estados, tribunais não concordam com esse tipo de benefício

Em muitos estados, tribunais não concordam com esse tipo de benefício

Oferecer um desconto para quem paga o boleto condominial antes do vencimento pareceu uma alternativa viável para os condomínios quando, com o advento do Código Civil, quando a multa máxima para atraso no pagamento caiu de 20% para 2%.

Porém, em muitos locais, os tribunais entendem que esse desconto é na verdade uma multa disfarçada, uma forma de burlar o percentual máximo de 2% em casos de atraso de pagamento da cota condominial.

Veja o vídeo do especialista Zulmar Koerich dando mais informações sobre o assunto!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Inspiração: cadeira Acapulco

Confira uma seleção feita pelo ZAP em Casa em parceira com o Pinterest

Quem já assistiu a um episódio de “Chaves” deve se lembrar daquele em que todos viajam para Acapulco, no México. Pois bem, nas décadas de 50 e 60, esse era um destino muito procurado pelos ricos e famosos, e foi nesse mesmo período em que surgiu a cadeira Acapulco, e que é sucesso até hoje.

Os primeiros modelos que surgiram no mercado eram feitos com cordinhas de vinil e em uma moldura de metal que tem o formato que lembra uma pera. Mas como tudo nessa vida vai mudando, a peça começou a ser produzida com outros tipos de materiais.

Geralmente, a cadeira Acapulco é usada em ambientes externos, como varandas e jardins, porém a peça é tão charmosa que pode, e deve ser usada dentro de casa, dando um toque super estiloso na decoração de qualquer ambiente.

Por isso, o ZAP em Casa em parceria com o  Pinterest , separou uma seleção de ambientes com a cadeira Acapulco para você se inspirar. Confira abaixo:

 

 

cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto:BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Esporte e aventura: confira algumas dicas de decoração

Insira esse tema na decoração da sua casa

Brotas é referência nos guias como a capital do Turismo de Aventura. Pensando nos amantes de decoração, o Brotas Bar, homenageou a cidade com sua arquitetura imponente e sua decoração baseada nos esportes radicais da cidade.

Decoração temática

O restaurante remete a memória ao equilíbrio da natureza e aos esportes de aventura praticados no rio Jacaré Pepira e nas inúmeras cachoeiras existentes dentro de fazendas tradicionais na região de Brotas.

O visitante pode jantar observando os caiaques em tamanho normal e as luminárias produzidas com capacetes iguais aos utilizados no Rafting ou ainda em uma mesa construída em formato de bote. Você conhecerá um cardápio sofisticado e diferenciado, apresentando drinks exclusivos e exóticos, com um atendimento nota 10.

Inspire-se e leve essas ideias para sua casa:

Quadros temáticos (Foto: Caroline Fortunato)

Quadros temáticos (Foto: Caroline Fortunato)

Mesa em formato de bote

Decore as paredes com fotos dos seus esportes favoritos!

Reutilize capacetes de rafting e transforme em lustres.

Aproveite ainda em Brotas:

Se você busca muita aventura e diversão, aproveite sua ida até Brotas e conheça o Recanto das Cachoeiras, abre diariamente das 9h às 17h, e dispõe de diversas atrações para turistas amantes da natureza e da aventura. As cachoeiras podem ser alcançadas por trilhas cercadas de muito verde, já que o parque concentra uma grande vista do Vale do Rio Jacaré Pepira.

Quem prefere uma interação mais forte com a natureza pode realizar atividades como cavalgada, arvorismo, tirolesa, quadriciclo, trilhas e cachoeiras.

Aproveite e faça um passeio de quadriciclo (Foto: Caroline Fortunato)

Desfrute da vista e aproveite para almoçar (Foto: Caroline Fortunato)

Fonte: ZAP em Casa

 

As informações do seu condomínio estão seguras?

A ameaça de sequestro de dados que antes era uma preocupação só de grandes empresas agora também é uma realidade para os gestores condominiais

As informações do seu condomínio estão seguras?

Ninguém mais está imune aos riscos dos ataques virtuais e esse tipo de prática tem gerado prejuízos a muitos empresários. Mas, engana-se quem pensa que o alvo dos hackers está limitado somente às grandes corporações. Atualmente, o sequestro de dados já é uma realidade também para o setor de condomínios, que está tendo que rever seus sistemas com técnicas de segurança cada vez mais avançadas.

Em Florianópolis, recentemente uma administradora de condomínios passou por esse problema. Ao chegar para mais um dia normal de trabalho, a equipe foi surpreendida com o bloqueio total dos arquivos. A primeira providência foi chamar o técnico responsável pelo sistema, que constatou que a empresa tinha sido vítima de um golpe conhecido como ransomware, um tipo de código malicioso, instalado por um software maligno, baixado por engano, que torna inacessíveis as informações armazenadas no computador. E para restabelecer o acesso ao material, ela foi coagida a pagar um resgate em Bitcoin, moeda virtual.

“No início achei que era besteira e que logo conseguiríamos reaver os dados. Mas, depois de alguns dias sem que o técnico conseguisse resolver o problema, fiz um boletim de ocorrência na polícia e busquei mais informações na carta que recebi com o pedido de resgate. Foi quando começamos a negociação. O último backup que tínhamos era de dezembro de 2017 e senão atendêssemos ao pedido perderíamos as informações de seis meses. Sendo assim, achamos melhor pagar a quantia solicitada, no valor de U$ 3 mil dólares convertidos em Bitcoin. Só que do mesmo jeito não obtivemos todo o material de volta e foi preciso refazer dois meses de trabalho”, comenta o gestor da empresa.

De acordo com o especialista Rodrigo Milo, sócio-diretor da área de Cibersegurança da KPMG no Brasil, a recomendação geral é nunca ceder às chantagens e focar em um trabalho preventivo eficiente. “No caso dos condomínios é muito importante investir em medidas de segurança da informação para a proteção dos dados pessoais de seus moradores em meios físicos e digitais. Sendo que os mesmos cuidados valem para os casos em que o serviço de administração é terceirizado, tendo o síndico o dever de exigir a garantia das empresas”, explica. Mas, caso ocorra um cyberataque, ele destaca que as primeiras medidas a serem tomadas devem compreender: a verificação do nível de perda de dados ocorrida, análise de um especialista na tentativa de identificar a origem do problema e a imediata correção das vulnerabilidades existentes.

Legislação - Sancionada no dia 14 de agosto, pelo presidente Michel Temer, a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) é um marco legal na definição de regras para o tratamento, uso, transferência e proteção de dados pessoais na internet. Aprovada por unanimidade depois de oito anos em tramitação no Congresso, a normativa regula como empresas do setor público e privadas devem tratar os dados pessoais dos cidadãos. Segundo Milo, pela nova legislação, se os dados pessoais dos condôminos estiverem sob a responsabilidade das administradoras, elas podem ser responsabilizadas pelo vazamento inadequado e sofrer penalidades estabelecidas.

Entenda o sequestro digital
Ransomware é um malware (vírus) que bloqueia as informações no celular ou computador, impedindo que o usuário tenha acesso aos arquivos. Ao entrar no sistema, o vírus codifica os dados armazenados utilizando a criptografia, o que torna o conteúdo inelegível para a máquina. Durante a infecção, o vírus gera uma chave, que é enviada aos criminosos e decifrada através de uma espécie de “chave-mestra” mantida pelos golpistas. Os dados sequestrados não podem mais ser acessados até que seja liberado por uma senha, que só é entregue após o pagamento do resgate, geralmente exigido em Bitcoins.

Fique atento

E-mails estranhos: A correspondência virtual ainda é a principal porta de entrada para os vírus. Para se proteger das ameaças, tente sempre certificar a procedência do destinatário e não abra links ou anexos estranhos, com atenção especial para os executáveis.

Backups: Mantenha sempre em dia o backup dos seus arquivos. A recomendação é realizar o procedimento todos os dias, podendo aproveitar o período da madrugada para não sobrecarregar a rede. Vale também manter mais de uma versão do arquivo original, sendo a nuvem uma ótima opção de armazenamento.

Atualizações: Assim como os navegadores, o antivírus e sistema operacional devem sempre estar atualizados com a última versão disponibilizada. Além disso, não use sistemas piratas, pois as licenças originais permitem correção de falhas, melhorias de segurança e funcionalidades.

Fonte: CondomínioSC

Ao financiar um imóvel, é preciso atentar para as melhores taxas no mercado

É importante avaliar os juros praticados e as condições oferecidas pelas instituições

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas
Ilustração/EM
Na hora de escolher o financiamento de um imóvel, é preciso avaliar bem as diversas taxas e linhas de crédito disponíveis no mercado. Além disso, nem sempre a instituição que tem a taxa mais baixa será a mais vantajosa para o comprador. Por isso, é preciso alguns cuidados na hora de negociar com o banco e ficar atento às taxas oferecidas. A última reunião do Conselho de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, que já se encontra no mínimo histórico de 6,5%. De acordo com Daniele Akamines, diretora da Akamines Negócios Imobiliários, esse movimento – segundo anúncio recente da Caixa Econômica Federal (CEF) – da queda dos juros do crédito imobiliário fez com que as taxas caíssem em todos os bancos, chegando, em alguns deles, a níveis inferiores aos do programa Minha casa, minha vida.

“Com isso, o consumidor precisa pesquisar e analisar bem para escolher a melhor alternativa para o seu caso”, alerta Daniele. “Compradores que estão à procura de um imóvel para comprar devem olhar com cautela as condições ofertadas pelos bancos antes de definir onde ´buscará o financiamento. Cabe lembrar que nem sempre a taxa mais baixa é a melhor opção, visto que quando contratamos um financiamento imobiliário, além do juros, devemos observar os seguros obrigatórios (morte e invalidez permanente e o de danos físicos do imóvel), sistema de amortização utilizado (SAC ou Tabela Price), além do pacote de serviço necessário para garantir a redução da taxa.”

Daniele apresenta um comparativo para um financiamento de R$ 500 mil, para um comprador de 37 anos, no prazo de 204 meses nos principais bancos. “Incluímos a coluna total, considerando que o financiamento foi pago no prazo contratado sem nenhuma amortização”, ressalta a especialista.

Comparativos 

De acordo com o comparativo ao lado, Daniele diz que o Banco do Brasil tem a melhor condição, pois nessa faixa etária o seguro é mais barato. “Colocamos também a opção pela Tabela Price com prazo de 125 meses e equiparando a primeira prestação na SAC. É importante ressaltar que os comparativos se baseiam na taxa de juros, no entanto, para garantir a menor taxa ao cliente, em alguns casos, é solicitado a ele relacionamento com o banco.”

A Caixa, por exemplo, para a linha Sistema Financeiro da Habitação, trabalha com taxa balcão de 10,5% ao ano (efetiva), que pode chegar a 9,7499% a.a. caso o cliente tenha relacionamento mais conta-salário. “O Santander tem taxa bonificada de 8,99% a.a., usada para calcular o valor dos juros das 12 primeiras prestações mensais do financiamento, podendo ser prorrogado, de acordo com as condições avaliadas, a cada período de seis meses no financiamento imobiliário”, esclarece Daniele.

Ela explica que para ter esse benefício, é preciso:

- Ser titular de um cartão de crédito e fazer uma nova compra de qualquer valor a cada fatura mensal;
- Efetuar o pagamento das prestações do financiamento imobiliário por débito automático em conta-corrente;
- Manter o pagamento das parcelas em dia;
- Ter, no mínimo, um dos seguintes produtos ou serviços: seguro residencial, seguro de vida, seguro de acidentes pessoais, capitalização, receber o salário no Santander ou DPP (Depósito Programado de Poupança).

A especialista ressalta que o Banco do Brasil calcula mensalmente a redução da taxa caso o cliente tenha conta-salário. “Compradores que já tenham contrato de financiamento imobiliário ativo têm agora duas opções: a primeira, tentar com o banco onde tem crédito contratado a redução da taxa ou, ainda, partir para a portabilidade desse financiamento. Nessa situação, o comprador deverá passar por nova análise de crédito.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Como implementar projeto de segurança externa no bairro?

Síndicos explicam o passo-a-passo que ajudou a zerar roubos nos arredores do condomínio

Síndicos explicam o passo-a-passo que ajudou a zerar roubos nos arredores do condomínio

A segurança é um dos maiores diferenciais para quem procura um condomínio para morar, certo?

Mas e se dentro do condomínio estiver tudo certo: bons procedimentos e equipamentos, moradores e funcionários motivados a trabalhar bem, mas o problema ser o entorno do local?

Nesse caso, existe a necessidade do síndico agir além dos muros do condomínio e se unir a seus vizinhos que estão enfrentando a mesma situação. E como tudo que envolve sair da nossa coletividade e engajar terceiros, o desafio é bastante grande – mas com um impacto igualmente positivo.

O novo vídeo da série “Na prática” mostra justamente isso: como foi o processo de dois síndicos que resolveram mudar os níveis de segurança do entorno dos seus condomínios, na zona sul de São Paulo.

Foi necessário mais de um ano e meio de dedicação para concretizar o projeto, que rende ótimos frutos desde a sua implantação.

Confira!

Um oferecimento:
Elemídia

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Acessibilidade no condomínio: é lei e sinal de respeito

21 de setembro é o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência. A acessibilidade no condomínio é lei e sinal de respeito

A acessibilidade no condomínio é lei e sinal de respeito
A acessibilidade no condomínio é lei e sinal de respeito

A acessibilidade em edificações públicas e privadas é regida pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Federal 13.146/2015). Segundo a lei, os condomínios devem garantir meios para que uma pessoa com deficiência possa utilizar, com segurança e autonomia, acessos, mobiliários e áreas comuns da edificação, vivendo de forma independente e exercendo seus direitos de cidadania e de participação social.

Como muitos condomínios foram construídos sem essa preocupação, o tema acaba virando assunto em assembleias condominiais. Por isso, obras de ajustes para receber essa parcela significativa da sociedade acabam sendo necessárias.

Conheça as mudanças 

Entre as mudanças estão: reserva de vagas de garagem devidamente sinalizadas; instalação de rampas, pisos reclinados, elevadores e banheiros adaptados, corrimões contínuos e aquisição de equipamentos como cadeiras de rodas ou outros que possam auxiliar na locomoção de pessoas com mobilidade reduzida.

No entanto, embora as regras tenham começado a valer no início de 2016, muitos condomínios ainda não tiraram as mudanças do papel. “É claro que é preciso considerar que algumas intervenções são demasiadamente caras e outras são inviáveis pela própria estrutura do edifício”, ressalta o gerente do Núcleo de Condomínios, Valnei Ribeiro.

Até mesmo por isso, o artigo 3º da mesma lei prevê o conceito de adaptação razoável. “Em um prédio antigo e pequeno, por exemplo, pode ser impossível instalar elevadores ou rampas. Mas algumas alterações, como instalação de barras de apoio, remoção de obstáculos,  colocação de fitas aderentes e rampas são viáveis técnica e financeiramente”.

Condomínio deve ser adaptado para todas as pessoas

A adequação do condomínio a pessoas com mobilidade reduzida, idosos e gestantes precisa ser amplamente debatida na assembleia. Apesar dos custos, garantir a livre circulação das pessoas no condomínio deve ser prioridade do síndico.

Fique atento ao Decreto 9.451/18, publicado no Diário Oficial da União

Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 27 de julho de 2018, o decreto 9.451/18 onde determina que novos empreendimentos habitacionais incorporem recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência de acordo com as regras estabelecidas pela NBR 9.050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

O decreto ainda obriga condomínios residenciais a se adaptarem às regras de acessibilidade em até 18 meses. Assinado pela presidente do STF ministra Cármen Lúcia, no exercício da presidência República, entra em vigor 18 meses após a sua publicação.

Veja aqui a integra do decreto: decreto 9.451/18

 

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Mesa redonda: a aposta certeira para a sala de jantar

Elas são versáteis e perfeitas para quem gosta de reunir a família

As mesas de jantar redondas podem até serem menos utilizadas nas decorações atuais do que as retangulares, mas, cheias de versatilidade e charme, elas são muito funcionais para quem adora reunir a família em fartas refeições ao redor da mesa só que não dispõe de um espaço tão amplo.

Se você se encaixa nesse grupo, o motivo para considerar incorporar uma mesa redonda na decoração é simples: “elas são recomendadas para ambientes pequenos por permitirem uma maior quantidade de usuários, quando necessário, além de economizarem espaço devido aos seus pés que são sempre centrais, facilitando que as cadeiras fiquem bem guardadas embaixo da mesa, otimizando a circulação ao redor”, como explica a arquiteta Natália Salla.

 


Foto: Reprodução/Pintereset

 

Junto à circulação mais fluída e ao maior número de pessoas concentrada sem grandes incômodos, soma-se às vantagens desse modelo o fato de que ela pode trazer delicadeza ao ambiente.

“A mesa redonda pode ser uma opção para balancear um ambiente que esteja em sua maioria com linhas retas, sendo um contraponto na decoração e trazer também mais leveza, já que seu design normalmente é feito com uma base central, o que favorece visualmente o ambiente, deixando-o mais limpo”, é o que ressalta Anna Beatriz Miqueleti de Almeida, arquiteta do estúdio criativo Bia Almeida Ateliê.

Assim como as retangulares, elas podem ser encontradas em diferentes tamanhos, mas para saber quantos lugares são ideais para a sua casa, basta pensar no tamanho da família e no número de pessoas que vão utilizá-la diariamente. Segundo Natália Salla, para uma família de quatro pessoas que recebe visitas frequentemente, uma mesa de seis lugares atende bem às necessidades.

 


Foto: Reprodução/Pintereset

 

Já quanto às medidas, a regra é básica: “[para uma mesa de quatro lugares] é adequado escolher um tamanho que permita acrescentar cerca de 2 cadeiras, o que significa uma mesa de 1,20m de diâmetro. Para um casal, uma mesa de 90cm de diâmetro acomoda bem 2 pessoas e possibilita ser expandida para 4”, detalha Natália.

Entre os cuidados a ficar atento na hora de incluir a mesa na sala está a localização. A mesa redonda não pode ser posicionada em qualquer lugar, pois requer ao menos 70 cm de “respiro” entre ela e a parede (ou qualquer outro item ao qual ela fique próxima), tornando possível a circulação livre ao seu redor.

O tamanho das cadeiras também é um detalhe crucial para garantir conforto durante as refeições. A dica que Natália dá é optar por modelos sem braços: “são bem vindos modelos mais delicados e usadas em ambientes de circulação reduzida, é importante que as cadeiras sejam sem braços, pequenas, de design leve e sutil, como por exemplo os modelos Charles Eames, Bertóia, Panton, etc”.

 


Foto: Reprodução/Pinterest

 

Anna Beatriz finaliza com a ideia de cadeiras que quebrem qualquer peso estético que os ambientes pequenos podem ter, como “escolher cadeiras transparentes que ajudem na leveza do ambiente ou banquinhos soltos, que são uma ótima opção para acomodar visitas extras”.

Agora que você já sabe todos os truques, inspire-se e vá atrás da sua mesa redonda!

 

 


Foto: Reprodução/Pintereset

Foto: Reprodução/Pintereset

Foto: Reprodução/Pintereset

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Conheça algumas dicas importantes para decorar quitinete

Móveis e armários precisam ser adaptados para não prejudicar circulação 

Na decoração do quitinete, é essencial pensar na circulação, que não pode ser prejudicada por móveis. É importante que os armários sejam embutidos para não ocupar espaço e comportar o máximo de itens. “As funções básicas, como comer, dormir e sentar devem ser pensadas sem afogar o ambiente”, diz arquiteta Carmem Avila.

A arquiteta Barbara Dundes ressalta que o projeto deve ser funcional. “Todo espacinho é bem-vindo. Criar nichos, porta coisas, aproveitar o espaço embaixo da cama, ter armários que podem servir de bancada, rack, mesa, estante. Ou um sofá que vira cama, por exemplo”.

Esconder a cama

Um biombo pode ser usado separando a área social da íntima, caso o morador queira mais privacidade. A cortina é outro artifício multifuncional, assim como uma divisória móvel. “Acho importante usar elementos que não sejam estáticos, para que tudo se movimente, criando sempre novas possibilidades”, diz Barbara Dundes.

O que atrapalha

Estudar o ambiente é um bom começo, pois as decisões devem estar ligadas à circulação e ao espaço. Não são recomendados móveis que ocupem uma área muito grande, como mesas de centro e poltronas. “Texturas, papéis de parede e tapetes coloridos transmitem muita informação e carregam o espaço que já é reduzido”, alerta Carmem Avila.

Pintura

Barbara recomenda deixar as cores mais fortes para pontos estratégicos, e usar as mais claras. “Tons de cinza ficam bons com madeira clara. Pode-se eleger uma cor para usar com os objetos mais coloridos”, detalha a arquiteta.

Pendentes na iluminação

Carmem diz que pendentes são bem-vindos em quitinetes. No criado-mudo, é uma opção bacana. “Sobre a bancada ou mesa são bastante usados. É importante que não sejam instalados em corredores ou passagens, para não dar muita informação em um só espaço”.

Barbara acredita que os pendentes devem ficar mais próximos à parede, tomando cuidado para não delimitarem um espaço e acabarem com a característica multifuncional do ambiente.

Veja algumas dicas:

 

 


(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Como montar o enxoval do condomínio?

Como montar o enxoval do condomínio?

Chamada de “enxoval do condomínio” ou mobília coletiva, a lista de itens para novos condomínios é extensa e pode pesar nas despesas iniciais

Após um longo período de espera com a construção, vem o momento mais esperado por aqueles que compram um imóvel, a entrega da chave. Mas o trabalho não para por aí. A etapa seguinte exige a participação dos moradores e muito empenho do síndico.

Como não é regra que as construtoras entreguem as áreas comuns mobiliadas e prontas para o uso, já nas primeiras assembleias é preciso listar e aprovar todos os itens necessários para que os espaços comuns do prédio possam funcionar. “As construtoras em Itapema em sua maioria, cerca de 85%, entregam mobiliado, mas varia a área a que dão ênfase. Podem ser acessórios para o salão de festas, hall de entrada ou áreas de lazer como academia, piscina, brinquedoteca, sala de jogos”, relata a síndica profissional em Itapema, Damares Schultz.

De acordo com Damares, a primeira providência é fazer um inventário do que é recebido e fazer uma planilha de acordo com cada condomínio, definindo os itens como prioritários, necessários ou projetos futuros. “Como é prioridade para o condomínio começar a funcionar, deve ser providenciado na primeira semana os itens considerados emergenciais”, ressalta a especialista, que sugere que a mobília coletiva seja planejada com o arquiteto da construtora ou outro contratado pelo condomínio e, posteriormente junto com o Conselho, deve-se estabelecer uma planilha e o cronograma de projetos.

Damares Schultz
Damares Schultz, síndica profissional em Itapema

Como os gastos iniciais costumam ser altos, Damares sugere que na Assembleia de Instalação, a administradora proponha que seja estabelecida uma chamada de capital para as despesas iniciais, que varia conforme o porte do condomínio. “É importante que a administradora escolhida junto com a construtora apresente uma planilha de itens básicos prioritários”, explica a síndica.

Prioridades

A profissional recomenda que sejam priorizados os itens básicos de limpeza, como baldes, vassouras, produtos de limpeza, mangueira, escada, lixeiras. Além destes, também indica a compra de tapete e protetor para elevador de serviço, carrinhos de compras, placas de sinalização, tapetes de acesso à piscina e sauna. “É essencial providenciar o equipamento para a zeladoria e portaria, como por exemplo, bebedouro, armários, mesas e cadeiras, quadro de chaves, uniformes e EPIs para dar condições de trabalho”, sugere.
Para decoração de salão de festas, hall de entrada e outros ambientes, a síndica explica que de acordo com o porte do condomínio deve ser consultado um profissional ou o auxílio dos condôminos e conselheiros que possam orientar sobre as corretas aquisições. “Adoto sempre a postura de não decidir sozinha. Monto as planilhas e orçamentos e definimos em conjunto onde será aplicada a chamada de capital solicitada na assembleia”, relata. Segundo Damaris, o tempo para equipar e mobiliar o condomínio vai variar de acordo com o imóvel e os recursos financeiros, mas normalmente em um período de seis meses o prédio já está equipado para funcionar com tranquilidade.

Renovando as peças

Síndica do condomínio Brava Beach Corais, em Itajaí, Martinha Silva relata que a construtora entregou o condomínio com o enxoval completo há três anos, porém, recentemente precisou repor os utensílios dos salões de festas, pois com o passar do tempo ficaram defasados e, apesar de ser cobrado do morador quando há quebra durante a reserva, as reposições também não eram feitas há algum tempo. “Tivemos ajuda de um profissional que nos sugeriu peças importantes para o dia a dia. Quanto às louças, reunimos todas as que tínhamos de um mesmo modelo para um ambiente e adquirimos uma nova linha para outro ambiente, assim cada local ficou com a quantidade completa de um mesmo modelo”, relata.

Box Produtos em alta

Atuando no mercado de utensílios para cozinhas e churrasqueiras, Patrick Anselmo relata que os produtos mais procurados pelos síndicos são talheres em aço inox, pratos, xícaras, copos, taças, panelas inox ou antiaderente, espetos de churrasco, grelhas, cadeiras, mesas, fornos, coifas, cooktops. “Sempre há preferência que os utensílios sejam de fácil reposição, ou seja, que o fabricante venda peças avulsas, ou se ocorrer algum problema este dê a devida assistência como nos casos de produtos eletroeletrônicos”, relata.
Anselmo explica que o ideal é buscar informações dos produtos, principalmente os eletrodomésticos. “Há muitos condomínios que estão migrando, por exemplo, de fogões a gás para fogões elétricos por indução, que além de serem mais eficientes, certamente oferecem maior segurança, pois desligam automaticamente quando retiradas as panelas ou quando a potência for atingida. Em contrapartida, esses equipamentos exigem que sejam utilizados apenas determinados tipos de panelas, e na maioria dos casos as panelas de aço inox com fundo triplo atendem a essa exigência”, orienta.

Fonte: http://condominiosc.com.br

6 dicas de como conseguir seu financiamento imobiliário sem stress

Para te ajudar a realizar esse sonho sem se desgastar no processo de solicitação de financiamento imobiliário, a Em Canto Meu reuniu dicas essenciais.

6 dicas de como conseguir seu financiamento imobiliário sem stress

O sonho da casa própria frequentemente não vem sem um financiamento legal, adequado à sua renda.

Então, vamos lá, que aqui só tem #dicadeamigo

  1. Compare as ofertas de tantas instituições quanto puder

Nem sempre as fontes públicas têm a melhor taxa. Em tempos tão competitivos,  tem muito banco disputando cliente a tapa.

A Caixa é normalmente a primeira que vem à cabeça, mas nos últimos meses, não era a mais competitiva.

Sua vantagem reside especialmente na modalidade pró-cotista e na possibilidade de uso do saldo de  FGTS, caso você tenha já trabalhado com carteira assinada.

  1. Estabeleça um bom relacionamento com seu/sua gerente

Essa dica é um pouco old school, mas ainda bastante válida. O/a gerente pode te ajudar muito a navegar as burocracias de um processo ainda pouco transparente

  1. Tenha uma conta corrente na instituição escolhida

Especialmente se for a Caixa, há tarifas de financiamento distintas para correntistas e não correntistas,  então muitas vezes vale a pena abrir uma conta e transferir o salário para lá, ainda que depois de um tempo você feche a conta.

  1. Fique na taxa de juros que indexa o financiamento

Tipicamente, as condições de parcelamento são bem melhores quando o índice corretor é a TR e não índices de inflação, como IPCA ou IGP-M.

  1. Informe- se desde cedo acerca essa documentação necessária

Há documentos pessoais, mais fáceis de conseguir, mas também documentos da construtora/ incorporadora,  que costuma levar mais tempo para disponibilizar, ainda mais quando ela oferece alternativa de financiamento própria.

Quanto antes você fizer a solicitação, melhor! E você evita que o processo fique travado esperando documentação.

  1. Amortizações – Essa dica é antiga,  mas vale sempre a pena lembrar

Não se esqueça de analisar os juros com bastante cuidado e quais as parcerias de entrada e amortizações mais expressivas,  bem como quando acontecem. Verifiquem se estão preparados para essas parcelas.

É muito comum que se exija quitação do imóvel para entrega das chaves e, se vocês não estiverem preparados,  podem ficar muito tempo sem usufruir da tão sonhada casinha.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Penhora da conta corrente do condomínio: como evitar?

Condomínios devem estar bem assessorados para evitar situação

 

Condomínios devem estar bem assessorados para evitar situação

 

Um dos maiores pesadelos de um síndico é a penhora da conta corrente do condomínio.

Isso porque, após sofrer esse tipo de sanção, o condomínio fica impossibilitado de fazer qualquer tipo de movimentação na conta.

Para explicar como evitar essa situação, o advogado especialista em condomínios Fernando Zito demonstra, no vídeo dessa semana, quais são as alternativas para o condomínio que está enfrentando um processo judicial e não têm fundos para fazer frente a esse tipo de gasto.

Confira!

Fonte:  https://www.sindiconet.com.br

Crianças em condomínio: sinônimo de alegria para alguns e sinal de incômodo para outros

Crianças em condomínio: saiba como lidar com os seus pequenos em condomínios residenciais.

Crianças em condomínio

Toda criança gosta de pular, brincar e se divertir. É normal e até mesmo sinal de saúde. Uma roda de brincadeiras é bastante comum em condomínios onde vivem muitas crianças. Toda hora é hora, e todo lugar é lugar para se sujar, gritar e correr.

Mas em um local onde diversas pessoas compartilham o mesmo espaço, isso pode acabar gerando alguns conflitos, principalmente para aquelas pessoas que não têm filhos. Por isso, respeitar regras, impor limites e não incomodar as demais pessoas também vale para os pequenos.

Cabe aos pais estabelecer, conversar com os filhos e fazê-los entender que o condomínio é um local que exige respeito pelo próximo. Este é um bom caminho para se evitar maiores confusões.

Crianças em condomínio: principal reclamação é sobre barulho

Segundo pesquisa realizada por uma administradora de condomínios de Belo Horizonte, os principais problemas relatados por moradores são o barulho, a depredação do patrimônio, a utilização da piscina e da sala de jogos fora do horário previamente estabelecido, o uso de trajes de banho no elevador social e a aglomeração nos corredores.

Para evitar esses tipos de transtornos, é interessante que os pais se atentem para o que diz o regulamento interno do condomínio. “É importante que todos tenham conhecimento do seu conteúdo. Os regulamentos também podem definir advertências, notificações, e até multas para os condôminos que as desrespeitem”, afirma Geraldo Victor, gestor condominial.

Síndico deve estar atento

O síndico também deve estar atento, já que com a autoridade que o cargo lhe compete, é seu dever avisar e notificar os pais ou responsáveis pela criança sobre o ocorrido. Se houver transtornos impossíveis de serem solucionados por meio do diálogo e do bom senso, e o síndico não tomar as providências cabíveis, o condômino que se sentir lesado pode procurar os seus direitos na justiça.

Veja algumas dicas para uma boa diversão das crianças em condomínio sem incomodar vizinhos

1. Defina horários e locais onde as crianças possam brincar sem que atrapalhem os demais moradores.

2. Deixe as áreas de lazer como playgrounds e salão de jogos mais atrativos. Isso ajuda a manter as crianças em um único espaço e a controlar as suas atividades e horários.

3. Os pais devem orientar os seus filhos a não correr em corredores e áreas comuns. Isso pode causar diversos acidentes, tanto para as próprias crianças quanto para os outros moradores.

4. Se a brincadeira acontece dentro do apartamento, mas está incomodando o vizinho deve-se pedir ao porteiro ou zelador para que entre em contato com a unidade condominial e solicite silêncio.

5. Para minimizar este tipo de problema, uma ideia é apostar em tapetes emborrachados para brincadeiras dentro dos apartamentos. Diminui a incidência de barulhos em apartamentos vizinhos.

6. Uma maneira legal e divertida de conscientizar as crianças sobre seus direitos e deveres enquanto moradores é a eleição de um síndico mirim. Reserve um espaço na sua agenda e convoque uma eleição com esse fim. A criança eleita terá contato com o trabalho diário do síndico.

7. Por fim, conscientize os seus filhos sobre a importância de respeitar as regras e os demais moradores e funcionários.

Agora que você já sabe como lidar com crianças em condomínio, que tal ver dicas de segurança para crianças no portão da garagem? Clique no link e leia.

Fonte: Guilherme de Paula Pires com informações da assessoria | https://vivaocondominio.com.br

Conheça o Lagom, o novo estilo escandinavo

Veja uma seleção de ambientes para se inspirar

Se você é fã de uma decoração minimalista e escandinava, saiba que existe um novo estilo que vai deixar a sua casa ainda mais aconchegante, o Lagom!

O estilo de origem sueca, caiu no gosto dos decoradores e possui uma proposta que mistura a decoração com o seu estilo de vida.

Além de deixar a decoração mais leve e minimalista, o estilo Lagom também interfere no seu modo de viver, levando uma vida mais simples e com consciência, ou seja, nesse estilo os ambientes são leves, amplos e as cores claras predominam, deixando sempre os locais acolhedores.

Nesse estilo, a transformação da casa ocorre de uma forma natural! A junção da natureza e sustentabilidade criam um ambiente que possuem uma estética com texturas orgânicas, móveis e objetos de segunda mão e até mesmo cômodos com poucas peças.

Veja abaixo uma seleção de ambientes feita pelo ZAP em Casa em parceria com o Pinterest e inspire-se.

 

 


(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Cozinha gourmet – dicas de decoração

Saiba planejar esse ambiente, onde o preparo dos alimentos e a integração com amigos e familiares ganham destaque

Receber convidados em casa para refeições mais elaboradas tem se tornado um hábito recorrente entre os brasileiros, que estão preferindo investir no conforto do lar a sair para programações externas. “Fatores como a falta de segurança da cidade e o controle cada vez mais rígido do consumo de álcool estão levando as pessoas a terem um estilo de vida mais caseiro, que permita aproveitar melhor os momentos sociais em família e entre amigos”, explica Colman Knijnik, chef de cozinha e especialista em consultoria gastronômica.

cozinha-gourmet-decorada
Cozinha deixou de ser apenas um espaço para o preparo das refeições e virou área de convivência (Foto: Shutterstock)

Recomendar as melhores soluções para a composição ideal de uma cozinha gourmet é um dos ofícios do chef Colman, apaixonado por gastronomia e pela recepção de convidados. “A cozinha gourmet é caracterizada por um amplo e bem-equipado espaço para preparar os alimentos, onde tudo está ao alcance das mãos do cozinheiro, de forma prática”, explica.

cozinha gourmet objetos
Na cozinha gourmet até os utensílios viram objetos de decoração (Foto: Shutterstock)

A grande vantagem do espaço, segundo ele, é a possibilidade de máxima interação entre anfitrião e convidados. “Enquanto o cozinheiro prepara a refeição, os amigos podem observar, aprender e trocar ideias. O gourmet adora isso”, explica.

cozinha gourmet retro
Cozinha gourmet, da arquiteta Patrícia Chambela, tem estilo retrô (Foto: Divulgação)

Com o objetivo de valorizar ainda mais o trabalho de quem comanda a cozinha, a proposta é planejar um espaço que dê maior destaque ao preparo dos alimentos. “A cozinha gourmet pode ser projetada como uma ilha no centro da cozinha, integrada à mesa de jantar, para que o cozinheiro seja o centro das atenções”, salienta o arquiteto Luiz Sentinger.

cozinha gourmet com mesa
Cozinha gourmet favorece o contato entre o cozinheiro, a família e os amigos (Foto: Shutterstock)

Para compor um ambiente funcional, Colman recomenda uma cozinha equipada com aparelhos elétricos de qualidade centralizados (entre eles: forno, fogão, coifa, cooktop, micro-ondas, freezer e até mesmo uma boa adega) acompanhados de bons móveis ao alcance das mãos e dos olhos.

“Uma cozinha gourmet eficiente conta com armários envidraçados para uma melhor visualização do que se tem, além de um generoso paneleiro térreo para os itens mais pesados – panelas de ferro – e um suporte externo para panelas mais leves, ambos próximos ao fogão”, garante. O mesmo vale para a coleção de facas: “Uma ótima opção para sustentar as facas são os suportes com ímã”, opina. De acordo com o especialista, também devem ser suspensos os acessórios mais utilizados, como espátulas e colheres.

Para o preparo dos alimentos, ambos indicam bancadas revestidas em materiais como silestone e vidro, que substituem o granito e facilitam a limpeza, disponíveis em cores variadas. “É imprescindível que a bancada da pia conte com duas cubas em inox, uma para a lavagem dos alimentos e outra para os utensílios”, ensina Colman. Outra dica valiosa é a preferência por torneiras temporizadas, sensíveis ao toque e que encerram a saída de água automaticamente.

cozinha gourmet rosa
Bancada de silestone pode até ganhar uma cor na cozinha gourmet (Foto: Pinterest)

De acordo com a Andreia Galvan, arquiteta e consultora de tendências na área, além da integração de ambientes, a cozinha gourmet pode ficar ainda mais completa com a instalação de uma churrasqueira e de um forno especial para pizza. “As opções de mobiliário existentes hoje possuem linhas mais retas, com o uso de gavetões, basculantes, sistemas elétricos e portas com larguras maiores, associados à ilha central”, explica. Para ela, o investimento em painéis e vistas de acabamento também é bem-vindo. “Esses detalhes trazem mais charme ao ambiente”, garante. Entre os materiais mais recomendados para os móveis estão o inox, o vidro e a madeira. São nobres e combinam entre si”, recomenda.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Brigadas de incêndio em condomínios residenciais são obrigatórias

Fique atento, pois elas podem salvar vidas.

Brigadas de incêndio em condomínios residências são obrigatórias

Talvez você não saiba, mas desde 2011, no estado do Paraná, tornou-se obrigatória a presença de brigadistas de incêndio em condomínios residenciais e comerciais. Embora seja lei, a maioria dos condomínios não está em conformidade com a legislação. Isso acontece porque as vistorias são feitas somente mediante solicitação do condomínio. Nos empreendimentos novos, para receber a certificação do habite-se, é exigido o laudo de aprovação do Corpo de Bombeiros. Porém, nos prédios já existentes, não existe nada que obrigue os síndicos a seguir a legislação. Isso fica por conta do condomínio.

Equipe brigadista é a primeira a efetuar os primeiros socorros até a chegada do Corpo de Bombeiros

O que é lamentável, já que uma das funções da equipe brigadista é efetuar os primeiros socorros até a chegada do Corpo de Bombeiros. Na brigada, o total de integrantes depende do tamanho e do número de moradores no prédio. Em condomínios residenciais, todos os funcionários devem receber o curso de brigadista. Já em condomínios comerciais o número varia conforme a área de atuação da empresa.

O treinamento para a brigada de incêndio é ministrado em um único dia, por um período de 3 a 4 horas. Na oportunidade síndico, funcionários e moradores podem participar. Eles aprendem, em testes simulados, a agir em casos de explosão, vazamentos de gás. Além de manusear extintores e mangueiras, incêndios e outros tipos de acidentes, evitando tragédias maiores.

Um exemplo da importância do curso de brigadista é para o uso correto dos extintores

Embora muitos não saibam, são vários os modelos de extintor, indicados para cada tipo de ocorrência. Se você utilizar, por exemplo, um extintor de água pressurizada, classe A, indicada para materiais sólidos como madeiras, em produtos tecnológicos, você pode piorar a situação e causar um curto circuito. Nesse caso, o recomendável é que se use o extintor da classe C.

Em Curitiba, o Secovi-PR, por meio da Universidade Livre do Mercado Imobiliário e Condominial (Unihab), disponibiliza esse tipo de curso, assim como diversas empresas especializadas em segurança. Mais do que uma medida de segurança, ter pessoas corretamente treinadas para agir em situações de risco pode salvar vidas. E lembre-se: as brigadas de incêndio em condomínios residências são obrigatórias.

Fonte:  Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Gestão de pessoas requer atenção do síndico

Realizar uma boa gestão de pessoas é parte fundamental de um mandato de síndico. Fique atento a atribuição de cada cargo, expediente e contratações.

Gestão de pessoas requer atenção por parte do síndico

Saber lidar com pessoas é algo essencial para qualquer síndico. Afinal, ele irá tratar sobre assuntos diversos com condôminos e funcionários. Por isso, realizar uma boa gestão de pessoas em condomínio se tornou sinônimo de bom mandato por parte do síndico.

E se os colaboradores são os principais responsáveis pelo bom andamento cotidiano do condomínio, já que são eles que estão na linha de frente de itens como limpeza, portaria, manutenção, segurança e zeladoria, saber gerir esses funcionários se torna parte fundamental de uma boa gestão condominial.

Por isso, saiba mais sobre gestão de pessoas em condomínio.

Neste vídeo, da série “E-agora síndico”, do Viva o Condomínio vídeos, o empresário e especialista em assuntos condominiais, Davi Fortes, apresenta algumas dicas sobre gestão de pessoas.

Confira!

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Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Saiba escolher os móveis ideais para garantir mais espaço para ambientes pequenos

Existem muitas soluções simples capazes de otimizar os espaços e deixar o ambiente bonito e confortável

Imóveis com metragens menores cada vez ganham mais espaço no mercado imobiliário. Apartamentos de até 45 metros quadrados já correspondem a 42,6% dos lançamentos em São Paulo, de acordo com o Secovi-SP. Porém, é possível encontrar soluções para deixar o ambiente bonito e confortável independente do tamanho disponível. Para isso, basta ter um projeto de decoração que possibilite aproveitar os espaços de forma otimizada. Acertar na escolha dos móveis, levando em consideração o formato, as dimensões e cores é o caminho certo para decorar a casa, garantir beleza ao ambiente e deixá-lo aconchegante.

O primeiro passo para começar a mobiliar um ambiente considerado pequeno é ter uma trena. Ela pode ajudar na hora de fazer as medições do espaço para cada móvel desejado na decoração. “Para garantir um certo nível de conforto, a mobília deve ser escolhida de acordo com as dimensões do ambiente. Mesmo em pequenos ambientes, temos que respeitar medidas mínimas de circulação”, afirma o arquiteto Artur Diniz. Cada tipo de móvel tem um formato, comprimento, altura e cor que vão interferir e dialogar com o restante dos móveis. E, na hora de comprar, o cuidado deve ser redobrado. “Não compre nada por impulso. Na dúvida, volte para casa e demarque as medidas dos móveis no chão. Se ficar apertado, volte à loja e escolha outro móvel. Isto vai evitar arrependimentos”, aconselha.

 

móveis compactos

(Foto: Shutterstock)

 

Muito cuidado em relação ao tamanho dos móveis para não ficar grande demais em um espaço pequeno e prejudicar a circulação no ambiente. “Uma boa dica é demarcar no piso o tamanho dos móveis pretendidos e analisar o espaço que sobra. É importante listar todo o mobiliário desejado e simular suas posições no local para sentir se um móvel não está desproporcional em relação ao outro ou se não está estreitando a passagem. Seja paciente e teste diversos layouts”, indica o arquiteto. Em alguns ambientes, é bom deixar entre 50 e 60 centímetros em torno do móvel para garantir uma boa circulação, lembrando também da proporção com a parede de fundo de cada móvel.

Na hora de escolher, atente ao fato que os móveis multifuncionais servem para multiplicar as superfícies de apoio e guarda de objetos para liberar mais espaço nos ambientes. Eles são uma ótima solução porque acabam servindo como um dois em um. “Na sala, por exemplo, pode-se utilizar um sofá-cama que se transforma à noite, mas que, durante o dia, permite uma boa circulação. Também tem a possibilidade de um rack que abriga pufes”, detalha a arquiteta Neide Cirne. Pufes com tampa, camas com gavetas, camas retráteis e camas tipo baú também servem como exemplos.

 

móveis compactos

(Foto: Shutterstock)

 

A arquiteta ainda ressalta que o olhar deve estar atento também a móveis mais versáteis, com articulação e possibilidades de empilhamento. “Esses são ideias, principalmente, se os donos costumam receber visitas porque eles são removíveis, desocupando o espaço para melhor circulação, caso necessário”, completa. Já se os proprietários não têm o hábito de receber gente em casa, ela afirma que o ambiente pode ser composto por móveis fixos. “De preferência, os planejados para garantir a melhor otimização dos espaços”, completa.

A sensação de amplitude do espaço pode ser ressaltada de acordo com a proporção ou a disposição do mobiliário. “Uma peça mal posicionada pode parecer que o ambiente é menor ainda. Qualquer espaço no imóvel pode ser aproveitado: pequenas reentrâncias ou nichos, mesmo que pouco profundos, servem para abrigar prateleiras ou pequenos armários”, explica Artur. Os móveis devem ser compactos e preferencialmente ter portas de correr, para não prejudicar a circulação. “Utilize móveis baixos com formatos longilíneos, para ganhar em comprimento, principalmente na sala. Deixe os móveis altos para os armários dos quartos ou do serviço”, analisa o arquiteto.

 

móveis compactos

(Foto: Shutterstock)

 

Acessórios de parede, como cabideiros, arandelas e nichos podem ajudar na liberação de espaço no chão ou de móveis, mas mantendo uma organização essencial. Espelhos também são indicados porque garantem a sensação de um espaço mais amplo. Porém, é preciso ter cuidado com o exagero para não sobrecarregar a decoração em um ambiente pequeno. Inclusive, a dica vale também para a escolha das cores. “Prefira móveis limpos, de cores claras ou madeira com tonalidade suave. Mesmo os mais despojados e coloridos podem ter cores suaves. Os estofados devem ter cores únicas ou estampas bem suaves, para não haver excesso de informação.  Os móveis mais escuros, por sua vez, tendem a reduzir visualmente o espaço, embora transmitam uma sensação de aconchego”, explica Artur Diniz.

Saiba escolher os móveis ideias para cada ambiente

Sala

 

móveis compactos

(Foto: Shuutterstock)

 

A televisão deve estar fixada na parede para liberar espaço no rack para livros e objetos de decoração, sugere o arquiteto Artur Diniz. O rack baixo, longilíneo e pouco profundo dá ganho de profundidade. A mesa de jantar pode ser extensível para ampliar o número de lugares quando necessário. “Se optar por apenas um sofá, use cadeiras bem confortáveis com braços na mesa de jantar. Você poderá usá-las como poltronas”, explica o arquiteto. O pufe pode servir como mesa de centro ou apoio para os pés. A mesa lateral do sofá poderá ter portas ou gavetas, ajudando na organização dos objetos da casa.

Cozinha

 

móveis compactos
(Foto: Shutterstock)

 

A arquiteta Neide Cirne sugere que esse ambiente deve, de preferência, ser planejado para poder abrigar todos os eletrodomésticos e utensílios necessários ao bom funcionamento. “Caso não seja planejada, o ideal é procurar armários suspensos, de acordo com a necessidade de cada usuário”, afirma. O arquiteto Artur Diniz ainda sugere, para ganhar espaço no balcão, fixar acima dele prateleiras, barras organizadoras de suporte, ganchos pra utensílios, porta-condimentos e as panelas mais utilizadas. Os gavetões dos armários podem ter divisórias de forma a deixar tudo mais organizado. Ainda desponta como opção mesa dobrável ou aproveitar parte do balcão para refeições rápidas.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Ladrilho hidráulico: um toque diferenciado na decoração da sua casa

Ele pode ser usado para composição em muitos ambientes e tornar seu lar mais alegre

Ele foi soberano em palácios da Europa no século 19 (1701 até o ano 1800). Feito de forma artesanal, um a um, com cimento e corantes, era tido como indispensável na decoração. No Brasil, também ocupou, com seus desenhos coloridos, ricos casarões. Mas foi perdendo espaço para a cerâmica. Agora, o ladrilho hidráulico volta a reinar, mas como item de composição, que dá tom ao acabamento do ambiente.

O que é?

Segundo a arquiteta Ana Yoshida, ladrilho hidráulico é um tipo de revestimento feito à mão super customizável, que possui efeito rústico e contemporâneo. É um material versátil, que vem ganhando espaço e pode ser utilizado em diversas superfícies. Ela ainda destaca que, recentemente, o ladrilho hidráulico voltou a ser tendência na decoração. Sua principal diferença em relação à cerâmica é que não possui cozimento. Pode ser encontrado em lojas de revestimentos ou materiais de construção.

(Foto: Shutterstock)

Onde usar?

“Utilizamos o ladrilho hidráulico para piso ou em paredes, para trazer um diferencial, um colorido. Além de apostar no revestimento de bancadas de cozinha, varanda, banheiro, área gourmet e até mesmo em salas de jantar” diz Ana, ressaltando que o resultado é criativo e diferenciado.

(Foto: Google)

Como colocar?

A arquiteta Karina Korn afirma que aplicação é fácil. A primeira medida é definir a paginação, combinando os desenhos e formas dos ladrilhos. Com o contrapiso nivelado e limpo, é só fazer o assentamento das peças, sobre uma camada de argamassa. “Como é frágil, é importante evitar o uso de martelos para pressioná-lo contra a argamassa. Depois de aplicados, os ladrilhos são limpos e recebem resina para impermeabilização”, explica ela. Após isso, se faz o rejunte e são aplicadas mais duas camadas de resina, esperando 24 horas entre as aplicações para secagem.

Qual o tipo de manutenção?

Para limpar o ladrilho e mantê-lo sempre bonito, Karina explica que é preciso apenas água e detergente neutro. Produtos ácidos ou abrasivos devem ser evitados. É essencial também ter sempre uma reserva de peças, para o caso de o material ser danificado.

É tendência?

A arquiteta Ana Yoshida detalha que por conta do estilo industrial e despojado, de uns anos para cá o ladrilho hidráulico voltou a ser tendência. “É um produto versátil e bonito que atualmente é encontrado por valores mais acessíveis”. A mesma opinião tem a arquiteta Karina Korn. “Por alguns anos ele ficou meio adormecido, agora parece que voltou com força total. É um revestimento muito pratico e o seu apelo artesanal encanta corações”.

Inspire-se:

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Convenção de condomínio: principal instrumento jurídico

Convenção de condomínio: Em qualquer espaço coletivo, a manutenção de certas regras básicas tem o objetivo de manter em harmonia o convívio social.

Já imaginou chegar em casa à noite e ver que outro carro está estacionado na sua vaga? Ou que uma obra de grande porte está sendo feita bem próximo a sua janela sem lhe informarem? Com certeza não é nada agradável. Em uma sociedade cada vez mais atribulada de tarefas, alguns problemas precisam ser evitados. E é essa a intenção da convenção de condomínio. Assim como o país e os estados federativos, os condomínios sejam eles comerciais, residenciais ou mistos, também possuem a sua “constituição”, como é chamada a convenção de condomínio, exigida pela Lei de Condomínio (Lei 4.591/1964).

Convenção de condomínio

Onde centenas de pessoas moram e passam diariamente, determinar limites e obrigações é essencial para um bom entendimento.

Muitas são as regras que servem para organizar a vida dentro de um condomínio. E a convenção do condomínio é o documento que reúne todas elas. Nesse documento está a forma de gerenciamento do condomínio. Por exemplo como funciona o pagamento de contas, o que pode e o que não pode ser feito, tempo de mandato do síndico. A convenção é o documento no qual são disciplinados direitos e deveres referentes a administração do condomínio.

Regimento interno do condomínio estabelece regras das áreas comuns

Além da convenção, existe também o regimento interno do condomínio, ou seja, as regras de utilização das áreas comuns. O uso das piscinas, equipamentos de lazer, elevadores e a segurança do condomínio são alguns dos itens do documento.

Mesmo que por algum motivo a convenção não tenha sido registrada no cartório de registro de imóveis, desde que assinada por pelo menos dois terços dos proprietários ela passa a ter validade entre os condôminos. Portanto, mesmo que ela não esteja registrada os custos de manutenção do condomínio e o comportamento exigido pelos condôminos, assim como o regimento interno, que pode estar na própria convenção ou em um documento separado, já passará a ser válida.

Confira os modelos de documentos disponíveis para utilizar em seu condomínio:

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Assembleia para destituição do síndico

Veja quais cuidados tomar para que a decisão não seja barrada futuramente

 

Veja quais cuidados tomar para que a decisão não seja barrada futuramente

Destituir o síndico do cargo, sabemos, é algo que demanda muito cuidado.

E para que todos tenham um tratamento justo, tanto o síndico como aquela comunidade que já não deseja mais a gestão atual, é importante seguir o que pede a lei.

É justamente isso que o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich explica no vídeo dessa semana.

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Veja o checklist para quem quer comprar um imóvel

Veja o checklist para quem quer comprar um imóvel. Siga as dicas que o ZAP em Casa separou e evite dores de cabeça

Levando em conta que o financiamento de um imóvel pode levar 15, muitas vezes 30 anos, é preciso considerar aspectos a longo prazo na hora de escolher o lugar onde você passará boa parte da vida.

Apesar da ansiedade que ter um novo imóvel pode gerar, pense que as possibilidades de empreendimentos pela cidade na maioria das vezes são muitas, então, se houver algum ponto com o qual você não esteja satisfeito durante o processo de compra, dê um peso e uma atenção maiores para ele, que pode ser decisivo.

 

(Foto: Shutterstock)

 

A dica mais importante é: não se precipite e entenda que essa decisão deve ser tomada com calma e analisada em todos os aspectos. Se você ficar perdido quanto aos principais pontos a se considerar, siga o nosso checklist abaixo para ver se o imóvel corresponde bem a todos os tópicos e, assim, se vale a pena investir.

1. Localização

Dê algumas voltas pelo bairro onde o imóvel que você tanto quer está localizado. Veja se ele tem boas opções de mercado, farmácia, padaria, academia, etc… coisas que poupem o uso do carro para necessidades básicas do dia a dia. Depois, pesquise os meios de locomoção e a proximidade com o trabalho dos membros da família. Quanto tempo você vai demorar para ir e vir dos seus locais de costume? A região possui muito trânsito? Tem metrô? Ponto de ônibus próximo? Todas estas perguntas são essenciais na hora de analisar a localização de um imóvel.

 

(Foto: Shutterstock)

 

2. Estado de conservação

Caso o imóvel que você busca seja novo, o estado de conservação dele tende a ser bem melhor, além de haver a possibilidade de acionar a garantia para qualquer defeito. Mas se o lar dos seus sonhos estiver em um imóvel usado, é importante averiguar cada cantinho. Abra todas as torneiras e chuveiros, ligue e desligue os disjuntores, confira bem todas as paredes para tentar encontrar rachaduras e, se possível, obtenha um relatório do edifício com um arquiteto ou engenheiro. Assim você se sentirá bem mais seguro com a compra.

3. Tamanho a longo prazo

Se você é recém casado ou solteiro, pode até estar considerando comprar um estúdio de 30 ou 40 metros quadrados agora. Mas, como falamos, o financiamento de um imóvel pode durar vários anos. Assim o ideal é que você consiga vislumbrar uma parte do seu futuro na hora da compra do apartamento ou da casa. Pretende se casar ou ter filhos pelos próximos 10 anos? Então aposte em um espaço um pouco maior, de 60 metros quadrados por exemplo, que contenha pelo menos um quarto a mais.

 


(Foto: Shutterstock)

 

4. Posição do apartamento

Para quem mora em cidades muito quentes, esse tópico do checklist é muito importante. Isso porque se o apartamento recebe o sol da tarde, as chances de o calor ficar insuportável por um período muito maior do dia são bem grandes. Em geral, os imóveis que recebem o sol da manhã são mais valorizados, então se você tem a possibilidade de adquirir um que se encaixe nessa opção, priorize-o.

5. Segurança

Não só do bairro, mas a segurança do condomínio deve ser bem observada. Ao visitar o imóvel, veja como a portaria te recebe e com qual facilidade você consegue acesso à área de moradores. Converse com os vizinhos em potencial e pergunte sobre a violência do bairro e se já houve alguma dentro do próprio condomínio.

 

(Foto: Shutterstock)

 

6. Área de lazer

Principalmente se você tem ou pretende ter filhos, a área de lazer do condomínio é importante. Como é muito mais perigoso que as crianças brinquem na rua hoje em dia, é interessante que elas tenham áreas para se divertirem longe dos computadores em casa e também para conviverem com outras crianças. Além disso, pense nas ocasiões em que você pode receber os amigos, como feriados ou aniversários. Nestes casos, a churrasqueira e o salão de festas se tornam muito úteis.

7. Valor das parcelas

Agora que você já analisou os fatores físicos do imóvel, está na hora de considerar os aspectos financeiros. Quando finalmente eleger o seu futuro lar, vá aos principais bancos e faça simulações das parcelas. É importante você saber que nem sempre a Caixa Econômica é a opção mais viável, apesar dos juros muitas vezes menores. Se você é correntista de um banco há muito tempo e possui uma boa linha de crédito, pode ser que o seu gerente consiga condições especiais de financiamento.

8. Condomínio

Além de considerar se as parcelas do imóvel caberão no seu orçamento a longo prazo, é imprescindível levar em conta o valor do condomínio, que quanto mais antigo mais caro será. Some a parcela do financiamento ao valor mensal do condomínio e veja se o resultado não comprometerá sua qualidade de vida.


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Acabe com cheiros ruins na sua casa

Elimine odores de forma fácil e saiba como deixar seu lar sempre cheiroso

Quem não gosta de um empanado ou uma batata frita de vez em quando, não é mesmo? Mas é só esquentar o óleo e começar a fritura que a vizinhança toda já sabe o seu cardápio no almoço. Se o cheiro chega longe, imagina dentro da sua casa. Mas existem formas muito simples de acabar com esse e outros odores.

Pare de abrir todas as janelas e xingar a coifa e anote aí!

 

Elimine odores de forma fácil e saiba como deixar seu lar sempre cheiroso (Foto: Shutterstock)

Frituras

 

Odores causados por fritura têm solução (Foto: Shutterstock)

“Enquanto você estiver fazendo a fritura, ou logo após, colocar em outra panela rodelas de limão ou suco de limão em água fervente. O aroma do limão vai invadir todo seu ambiente, substituindo o mau cheiro”, explica Aline Cunha, personal organizer. O mesmo efeito pode ser conseguido com canela, diz a home expert Flávia Ferrari. “Pegue uma frigideira limpa e coloque no fogo com uma colher de sopa de canela em pó. Logo sua cozinha ficará perfumada”. Cuidado apenas para não queimar a canela e deixar outro cheiro ruim.

Pipoca de micro-ondas

 

É aquele cheirinho que fica de pipoca? (Foto: Shutterstock)

Usando limão ou vinagre, você consegue tirar o mau cheiro do ambiente. Com o vinagre, além de fazer a higienização do micro-ondas, você vai eliminar o odor, ensina Aline. “Passe vinagre branco com um pano em todo o aparelho. Coloque o suco de um limão em algum recipiente e ligue por 30 segundos, deixando evaporar no micro-ondas.O mau cheiro será substituído por um aroma agradável”, garante ela.

Potes plásticos

Eles são fundamentais para guardar de tudo, mas, por mais lavados que sejam, sempre conservam odores residuais de algum alimento. “A dica para eliminar esses odores sem sacrifício é colocar um pouco de água dentro do pote com uma colher de sopa de sal de fruta (antiácido). Depois, é só agitar, deixar agir por alguns minutos e enxaguar. É bom fazer isso de vez em quando em todas as vasilhas”, detalha Flávia.

Cheiro no forno

 

Ninguém merece aquele cheiro de queimado né? (Foto: Shutterstock)

Para tirar o cheiro de queimado ou outro desagradável do forno convencional, corte uma maçã ao meio e deixe as duas metades descansarem 12 horas dentro do forno (desligado, claro!). “Depois é só descartá-las e o cheiro já se foi”, brinca Aline Cunha. “Mas se o cheiro está muito crítico em todo o ambiente, use cebola. Parece loucura tirar o mau odor com cebola? Acredite, é muito funcional. É só cortá-la ao meio, colocar em um recipiente com um pouquinho de água e deixar pernoitar”.

Mofo

Para eliminar o cheiro de mofo, a recomendação da personal organizer é o vinagre branco. “Devido à sua acidez, ele elimina o mofo do seu armário, ambiente ou espaço. No caso do armário, colocar três colheres de sopa em um potinho. Depois de 24 horas o mau cheiro foi eliminado, aí pode usar o mesmo vinagre para passar por todo o armário. Não se preocupe, o cheiro de vinagre permanece aproximadamente 30 minutos”.

Fonte: ZAP em Casa

O desafio das obras em condomínios

Classificadas em necessárias, úteis e voluptuárias, cada tipo de benfeitoria tem suas peculiaridades e são as grandes geradoras de polêmicas entre moradores e síndicos

O desafio das obras em condomínios

É comum que condomínios tenham obras acontecendo a todo o momento, sejam elas necessárias, úteis ou voluptuárias. E é mais habitual ainda encontrar moradores e síndicos que muitas vezes desconhecem a diferença entre elas e qual seria a melhor maneira de dar os encaminhamentos sem exaltar os ânimos de ambos os lados. Daí a importância de estarem bem informados sobre o que diz o Código Civil e todas as obrigações legais a que estão sujeitos, evitando incômodos e gastos desnecessários no futuro.

Mas além disso, por ser um assunto que normalmente gera muita polêmica e requer investimento dos condôminos, podendo chegar a valores bem elevados, é fundamental que o administrador esteja preparado para gerenciar qualquer tipo de situação nas assembleias. De acordo com a orientação do advogado Alberto Calgaro, especialista na área, para evitar situações que possam gerar qualquer tipo de insegurança aos moradores, é fundamental a preparação prévia de uma apresentação dos assuntos que serão levados à reunião, mantendo sempre a clareza nas informações.

“Não adianta o gestor apresentar apenas uma proposta genérica de realização de obra, dizendo ser ela necessária e urgente, se não tiver conhecimento técnico ou documento para embasar tal afirmação. Mostrar fotos dos problemas e alguns orçamentos são fundamentais para garantir a adesão de todos os moradores. Além disso, como pode ter implicações legais a não realização da obra, ao falar do assunto na reunião o síndico fica isento de responsabilidade pessoal em caso de não aprovação da obra necessária. A responsabilidade passa a ser de todos os condôminos”, explica.

Por isso, a síndica profissional Daniela Dutra, que tem 11 anos de experiência na condução de obras, segue uma metodologia de trabalho que foca no planejamento e busca envolver ao máximo os moradores em todas as decisões. “Sempre que inicio um trabalho, ou até mesmo quando sinto a necessidade já com o atendimento em andamento, realizo uma assembleia para conversar com os moradores e juntos elaborarmos uma lista com as obras desejadas, por ordem de prioridade do condomínio. Durante a minha gestão no ano busco resolver o máximo de problemas possíveis e em casos emergenciais repasso a demanda para aprovação do Conselho Fiscal e depois apresentamos os resultados para os condôminos”, diz.

Como dica, para evitar perda de tempo ou até mesmo a não aprovação de uma reforma importante, a gestora incentiva a criação de fundo de obra, pois só mantendo o caixa positivo é que o condomínio terá autonomia para fazer as benfeitorias necessárias. “O correto é você já ter o dinheiro em caixa para as obras emergenciais ou quando resolver fazer uma melhoria. Mas, há situações também que mesmo tendo o recurso em mãos os moradores vetam a iniciativa em ata. Nesses casos faço questão de tirar as dúvidas e explicar as reais necessidades, principalmente quando envolve questões como segurança. E se mesmo assim a decisão for por não aprovar, faço o registro e a responsabilidade por qualquer problema já não será mais minha”, avalia.

Segundo Calgaro, todo administrador deve ficar atento a fatos como estes e cumprir exatamente o que diz no art. 1.348 do Código Civil, que impõe ao síndico o dever de “diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores”. De acordo com a lei, em caso de acidente no prédio causado por comprovada omissão do gestor na manutenção das partes comuns do condomínio, ele pode ser responsabilizado civil e criminalmente pelos danos ocorridos.

Já para o síndico Luciano Folador, que atende sete condomínios na Grande Florianópolis, o grande desafio da administração quando o assunto é obra está diretamente relacionado ao custo. Muitos moradores não conseguem entender a necessidade de algumas reformas ou preferem optar pela economia, o que nem sempre é sinônimo de garantia e qualidade. Além disso, ele destaca a cultura da desconfiança como uma grande barreira no andamento do trabalho. “O que acontece com o síndico, principalmente o profissional, é a cultura da desconfiança. A questão política do Brasil, que está contaminada pela corrupção, acabou respingando também nas relações em condomínio e é muito normal nos depararmos com situações em que as nossas atitudes ou escolhas estão sempre sob suspeita. Até mesmo um morador, quando indica uma empresa, o primeiro pensamento dos demais é desconfiar de que tem alguém levando alguma vantagem com a contratação”, exemplifica.

Garantias em contrato

Outra etapa da obra que merece uma atenção especial dos síndicos é o momento da contratação da empresa prestadora de serviços. Antes de fechar o contrato, é indispensável certificar-se de que esteja regularmente habilitada para o tipo de reforma que será realizada e tenha histórico profissional que comprove sua capacidade técnica. E, dependendo do valor que será investido para a sua elaboração, vale certificar se a empresa tem patrimônio correspondente, já que essa informação poderá ser muito relevante em caso de responsabilização ou indenização por erros na execução do que foi contratado.

Além disso, ter um documento bem redigido também é imprescindível para garantir uma relação saudável entre o prestador e o condomínio. Por experiência própria, o síndico Folador recomenda a descrição minuciosa das atividades que devem ser realizadas, para não correr o risco de ter diferenças entre o que foi orçado e o resultado final da obra. “Além de anexar o projeto da reforma no contrato, a dica é fazer um memorial descritivo com todos os pontos que serão realizados, para não ficar o dito pelo não dito. Quanto mais detalhado, mais garantias para o síndico”, comenta. O gestor indica também uma atenção especial para as questões trabalhistas, na tentativa de minimizar os riscos de uma condenação por responsabilidade subsidiária.

Entenda os tipos de obras e quorum

Necessárias: são destinadas a conservar o bem ou evitar sua deterioração (art. 96, §3º, do CC) e devem ser realizadas para segurança dos condôminos.

Exemplos: Construção de vigas de sustentação, lavação, impermeabilização e pintura do edifício, instalação de sistema eletrônico de vigilância, troca de piso quando desgastado, instalação de corrimão nas escadas, entre outras.

Quorum: Nesse caso o Código Civil não exigiu quorum qualificado, e ainda esclareceu no art. 1.341, §1º, que “podem ser realizadas, independentemente de autorização, pelo síndico, ou, em caso de omissão ou impedimento deste, por qualquer condômino”.

Úteis: são aquelas que aumentam ou facilitam o uso do bem, apesar de não serem necessárias.

Exemplos: instalação de hidrômetros individuais, construção de rampas de acesso para deficientes físicos em locais não exigidos pela legislação, construção de salas de jogos, garagens, quadra de esportes, etc.

Quorum: a)Quando não ocupam a áreas comuns: aprovação pela maioria dos condôminos (art. 1341, II do CC). b) Quando as obras ocupam a área útil do condomínio: pelo menos 2/3 dos votos dos condôminos. (art. 1342 do CC).

Voluptuárias: visam tornar o imóvel mais bonito e agradável, sem aumentar ou facilitar o uso do mesmo.

Exemplos: Decoração ou alterações meramente estéticas na portaria, hall de entrada, elevador, piso, garagens, que visam acima de tudo embelezar o ambiente.

Quorum: pelo menos 2/3 dos votos dos condôminos, sob pena de nulidade (art. 1341, I do CC).

Fonte: Zulmar Koerich Jr.

Por dentro da Lei

De acordo com o art. 1341 do Código Civil, em caso de omissão por parte do síndico, o condômino pode executar uma obra necessária, independente da aprovação em assembleia, e ter o reembolso do valor. Ele só perde o direito à restituição caso a obra ou reparo seja de outra natureza, não importando se foi de interesse comum de todos os moradores

É muito comum nos depararmos com situações envolvendo Convenções que preveem condições de aprovação de obras diferentes das previstas pela legislação vigente. Nessa situação, o quorum estabelecido na lei civil sempre valerá sobre qualquer outro estabelecido pelas regras internas do condomínio. Por isso é recomendado que todas as Convenções sejam adaptadas às normas do Código Civil

No caso de obras necessárias que não sejam urgentes (decorrentes de um imprevisto), é importante que o síndico reúna documentos e informações técnicas sobre a necessidade e urgência, realize alguns orçamentos e leve o assunto o quanto antes para deliberação da assembleia com previsão específica na ordem do dia

Em se tratando de uma obra necessária e urgente, (art. 1.341), o síndico pode utilizar os recursos do fundo de reservas, dando ciência posteriormente à assembleia sobre as providências adotadas e valores gastos. Nos demais tipos, o síndico é obrigado a convocar previamente a assembleia para sua aprovação. Neste caso, as mesmas pessoas que aprovaram a realização da obra, também devem deliberar sobre a fonte de recursos que será utilizada (caixa, fundo de reserva, rateio etc)

Uma obra pode ser considerada de urgência se o problema for detectado por laudo técnico, perícia, laudo da Defesa Civil, ou mesmo pela própria assembleia dos condôminos. Além disso, também pelo discernimento do síndico, baseado na sua experiência, como um telhado rompido, queda de reboco, rompimento da caixa d’água etc.

Fonte: CondomínioSC

Brigas em condomínios: como agir quando elas acontecem

Barulho fora de hora, latidos, vazamentos e infiltrações, inadimplência, carros na vaga errada..

Barulho fora de hora, latidos, vazamentos e infiltrações, pinga-pinga de ar-condicionado, inadimplência, carros mal estacionados ou parados na vaga errada… São muitos os motivos que podem causar brigas em condomínios. Seja entre condôminos ou entre condôminos e o síndico, essas desavenças podem gerar muita dor de cabeça e incômodo para ambas as partes. Mas nada que o diálogo e um pouco de bom senso não possam resolver.

- O diálogo é sempre o melhor caminho. Quando a briga é entre condôminos e as duas partes não se entenderem, o síndico pode intervir como um mediador de conflitos para evitar que a discussão cresça e vire uma questão judicial – disse Geraldo Victor, gerente geral de Gestão condominial  da APSA*.

O barulho após às 22h é um dos principais motivos de discussões entre moradores de condomínios. Quando isso ocorrer, o morador incomodado pode tentar o diálogo direto com o vizinho barulhento ou, se não conseguir sucesso com o contato, registrar o ocorrido, de modo a fornecer insumo para adoção de possíveis medidas corretivas, que vão desde uma simples notificação, ou aplicação de multas, até ações judiciais, o que deve ser sempre evitado.

Quando muitos moradores reclamam de um condômino específico, pode-se convocar um assembleia para discutir o assunto e tentar resolver a questão, sem constranger o morador envolvido e evitando que as desavenças virem questões de polícia ou judiciais.

Outros motivos comuns de briga entre condôminos são as obras para conter vazamentos e infiltrações. É essencial chamar um especialista para verificar se o problema é de algum dos condôminos ou do próprio condomínio.

- Todos os moradores devem conhecer as regras do condomínio, que são convencionadas e ou estabelecidas em assembleias. E o regulamento interno pode e deve prever advertências e multas aos condôminos que não respeitarem essas regras – afirma Geraldo Victor.

Fonte: https://pr.ricmais.com.br

Construção de uma casa do zero pode ocorrer sem grandes percalços

Arquitetas afirmam que a escolha do local pode ser determinante no orçamento

Ilustração/EM/Lelis

Construir uma casa do zero pode parecer bem complexo e uma decisão economicamente distante, mas planejando o projeto de forma correta, pode-se evitar o desperdício de dinheiro e tempo. Não basta escolher o lugar da casa, preparar a alvenaria e ir fazendo os ajustes sem nenhum planejamento. O importante é definir e especificar com um profissional especializado todas as ponderações e interesses para não ter dores de cabeça durante a obra.

De acordo com a arquiteta Estela Netto, o projeto deve ser desenvolvido de acordo com a topografia do local. A escolha do terreno, muitas vezes, pode ser determinante para o tipo de construção que será implantada. “Quando você vai iniciar uma construção do zero, partindo desde a compra do terreno, são inúmeros os fatores que devem ser analisados. Em áreas com vastos loteamentos disponíveis, por exemplo, é fundamental pesquisar a infraestrutura básica das ruas, a regularidade do terreno, as perspectivas de crescimento do entorno. Fazer uma compra impulsiva, atraído por ofertas tentadoras, pode ser problemático”, explica.

Muitas vezes, as pessoas tem uma casa dos sonhos em mente, mas o lote adquirido não é viável para aquele tipo de casa. A arquiteta e designer de interiores Gislene Santos conta que é preciso solicitar um levantamento topográfico do terreno e uma sondagem do terreno também. Com a sondagem você sabe como é seu solo e pode até economizar no projeto de estrutura.

A determinação do valor a ser gasto na construção da casa é, provavelmente, o fator que mais vai impactar no imóvel. E a economia nesses casos é sempre bem-vinda. “É muito importante que você deixe claro para o arquiteto o limite do seu orçamento. Ele poderá projetar uma casa de acordo com isso. O número de pavimentos, tamanho das esquadrias e tipos de acabamentos são alguns dos fatores que poderão influenciar significativamente no valor final da obra”, argumenta Estela Netto.

Para planejar a construção da casa e realizar as obras, é preciso, também, comprar adequadamente os materiais que serão utilizados em cada etapa. “Não adianta estocar material. É mais eficiente comprar os materiais de cada etapa no momento em que eles serão utilizados para que não percam suas propriedades. Hoje, consideramos muito também a questão da sustentabilidade orientando escolhas que não causem danos ao meio ambiente”, diz Estela Netto.

Com isso, Gislene Santos complementa: “Planejamento é tudo na vida. Sempre defendo a questão do orçamento prévio, para não criar sonhos que não podem ser executados. É primordial. Um projeto aprovado, detalhado e orçado. Quando você orça você tem o custo da casa e pode avaliar, fazer substituições caso possa gastar mais ou precise reduzir esse custo. Nós criamos alternativas para entrar no orçamento do cliente”.

Além disso, ela conta que, na reunião com o cliente, passa um questionário em que pergunta absolutamente tudo. “Até detalhes que a pessoa nem estava pensando. Construir uma casa não é simples como comprar uma roupa. É algo definitivo. Há um gasto envolvido. Tem que ser bem-feito, bem planejado e adaptado à localização. Até na valorização do imóvel pensamos. O investimento em acabamentos, por exemplo, tem que ser condizente com a valorização da casa”, destaca a arquiteta.

VISÃO GLOBAL 

Estela Netto conta que ter o auxílio de um arquiteto é essencial, já que este profissional que terá a visão global do projeto e poucas pessoas têm a consciência da importância da consultoria do arquiteto. “Ao contratar um profissional antes mesmo da compra do lote, o cliente evita inúmeros problemas posteriores, como a impossibilidade de construção da casa, que sempre foi um sonho, devido à topografia do terreno ou investimentos altíssimos que terá que fazer para deixar aquele lote apto para se construir a casa que deseja.”

O diálogo entre arquitetos e o cliente assume um papel fundamental. “É preciso que nós arquitetos tenhamos um entendimento para tirar do cliente as informações necessárias. A casa precisa ter a cara dele. É muito importante o cliente ficar à vontade com o arquiteto, ser claro, objetivo, não ficar intimidado com o profissional. Toda informação nos dá base para desenvolver o melhor projeto”, finaliza Gislene Santos.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram
Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

20 perguntas e respostas sobre terceirização em condomínios

Especialistas abordam questões trabalhistas, contratuais, tributárias e levantam prós e contras dessa forma de contratação

Especialistas abordam questões trabalhistas, contratuais, tributárias e levantam prós e contras dessa forma de contratação

O primeiro projeto sobre terceirização tramitou na Câmara dos Deputados em 1998, no governo FHC. Assunto antigo, como se vê; porém, longe de estar esgotado. Ao contrário, voltou a ganhar espaço na mídia desde o dia 30 de agosto, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) votou pela legalidade da terceirização da atividade-fim pelas empresas.

O tema ainda gera dúvidas e divide opiniões. Há quem prefira contratar e gerir sua própria equipe de funcionários. Outros defendem terceirizar a mão de obra.

Para esclarecer suas dúvidas, ou para você saber o que é melhor para o seu Condomínio, entenda as regrasque regem a terceirização, conheça os cuidados necessários na escolha da empresa terceirizadora e no dia a dia do contrato; e, muito importante, saiba quais são as responsabilidades das partes.

Acompanhe, a seguir, a orientação dos nossos especialistas:

1) O que a nova legislação diz hoje sobre a terceirização em condomínios? Está liberada para condomínios em todo país? 

Em primeiro lugar, a nova lei autoriza a terceirização de atividade-fim, o que representa qualquer atividade profissional em condomínios. A partir daí:

  • Prevê, expressamente, que o contratante (condomínio) seja subsidiariamente responsável pelas obrigações trabalhistas eventualmente inadimplidas pela empresa contratada quanto aos seus empregados, referentes ao período em que ocorrer a prestação de serviços;
  • Impede o reconhecimento do vínculo empregatício direto entre o empregado da empresa contratada (terceirizada) com o tomador de serviços (condomínio).
  • Permite que a empresa contratada (terceirizadora) subcontrate serviços de outra prestadora de serviços;

A regra geral está liberada para os condomínios — menos para a região do ABC de São Paulo, que não podem contratar terceirizados, entendendo pela legalidade e legitimidade das cláusulas 32 e 33 da CCT 2016/2017, que proíbem a terceirização de serviços na categoria.

“No ABC também está proibido a implantação de portaria virtual nos condomínios, por se entender que a tecnologia retira postos de trabalho dos empregados e deixa os condomínios sem a proteção que o trabalhador confere aos moradores”, acrescenta o advogado trabalhista Guilherme Lemos Novaes.

Novaes ainda destaca que no estado do Tocantins, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) anulou cláusula que impedia Terceirização em Condomínios. “O entendimento prevalecente foi o de que a proibição atinge a livre iniciativa empresarial para a consecução de objetivo considerado regular e lícito”, resume.

2) Para quais cargos do Condomínio a legislação permite terceirizar?

Antes da vigência da Lei 13.429/2017, em âmbito geral, havia a proibição de terceirização da atividade-fim do contratante, como zeladoria. Apenas as atividades-meio eram admitidas, como serviços de limpeza, conservação e vigilância.

“Existia, ainda, discussão a respeito desta interpretação, em se tratando de contratantes-condomínios, já que, por sua natureza, sempre diferiram da característica de estabelecimento comercial, o que lhe retiraria conceito de atividade-fim”, explica o advogado Rodrigo Coelho.

Depois do início da vigência da Lei de Terceirização, qualquer atividade tornou-se passível de terceirização, incluindo as atividades-fim, como serviços de zeladoria e administrativo interno.

3) O Condomínio pode sofrer ação trabalhista, mesmo trabalhando com funcionários terceirizados?

Sim, pode. Uma das mais relevantes alterações promovidas pela Lei 13.429/2017 e mantida pela  Lei 13.467/2017, no campo da terceirização, foi a expressa previsão, no novo artigo 5º-A, § 5º, da Lei 6.019/73 da responsabilização subsidiária da contratante (condomínio) pelos créditos dos trabalhadores que prestam serviços em seu benefício.

Ou seja, o fenômeno da terceirização não expurga, por completo, a possibilidade de ajuizamento de ação judicial (direito de ação – garantia constitucional), com inclusão do Condomínio, enquanto contratante, por qualquer trabalhador que se sinta ofendido.

“Naturalmente, ao Condomínio será dado todo o direito de ampla defesa e contraditório, em eventual reclamação trabalhista contra ele proposta”, ressalva Rodrigo Coelho.

4) Quais os principais cuidados na contratação da Terceirizadora e, posteriormente, para evitar ou minimizar riscos trabalhistas? 

Como em qualquer contratação, o síndico tem que ter cautela. Porém, no caso da Terceirizadora, o cuidado deve ser redobrado, pois a partir da decretação de falência da empresa, as obrigações passam a ser de sua responsabilidade. Sem falar que essa responsabilidade também se estende aos encargos não pagos pela contratada. [veja mais na pergunta 09]

Uma boa medida é pedir referências de outros condomínios atendidos pela empresa e conversar com os síndicos para tirar informações. Veja a orientação do advogado Guilherme Lemos Novaes:

Antes de contratar a Terceirizadora, verifique:

  • Se a empresa terceirizada é solvente, se tem ações trabalhistas;
  • A reputação da empresa perante o mercado;
  • Se a empresa possui os alvarás de funcionamento e os registros em dia;
  • Se a empresa possui os programas obrigatórios de medicina e saúde do trabalho;
  • O contrato social para verificar o capital social;
  • Certidões negativas de débito;
  • O tempo de CNPJ da empresa;
  • Relatório com informações trabalhistas dos empregados que prestarão os serviços no condomínio.

Para evitar problemas trabalhistas após a contratação:

  • Exija a nota fiscal da prestação de serviços, bem como os comprovantes de pagamento dos salários dos funcionários;
  • O síndico deve exigir, de forma expressa, a apresentação de cópias das guias de recolhimento do INSS, FGTS e demais encargos dos funcionários;
  • No contrato, especificar o valor do contrato com detalhamento do escopo de trabalho, dos equipamentos e dos serviços a serem prestados e  deve também especificar a forma de cobrança que será feita ao condomínio.

5) O que caracteriza a cláusula abusiva de rescisão? 

Contrato

O próprio nome já diz, a abusividade. Por exemplo, uma cláusula que estabelece retenção de 50% do valor do contrato firmado entre as partes, em caso de desistência unilateral do contratante, é abusiva.

Nesse caso, 20% são considerados um valor justo.

“Assim já decidiu a 3ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. 0705830-66.2016.8.07.0003”, reforça o advogado Guilherme Lemos Novaes.

6) Se um funcionário terceirizado se acidentar, o condomínio terá que pagar indenização? 

Em direito trabalhista, a responsabilidade é objetiva, ou seja, a empresa sempre responde pelo acidente do funcionário — desde que ele prove o dano causado pela empregadora. No Condomínio, a responsabilidade é da Terceirizadora, mas ele responde de forma subsidiária.

7) Se a Terceirizadora falir, o que acontecerá? 

  • O Condomínio é solidário e será responsabilizado pela quitação dos salários de funcionários, caso a empresa não tenha condições.
  • Com a decretação da falência e assumindo o passivo da Terceirizadora, o condomínio pode entrar com uma ação de regresso na justiça cível pedindo o ressarcimento dos prejuízos. “Contudo, pode se levar anos até que esse valor seja recuperado”, avisa Novaes.

Por isso, é fundamental acompanhar bem de perto a regularidade da empresa.

Desconfie de empresas que praticam valores muito abaixo da concorrência.

8 ) Quais os sinais/sintomas de que pode haver algo de errado com a Terceirizadora? 

  • O síndico deve ficar atento a reclamações dos funcionários sobre atrasos no pagamento do salário, benefícios e vale transporte.
  • O Condomínio deve também verificar se as guias de INSS e FGTS estão sendo pagas em dia. “Atrasos recorrentes não são um bom sinal”, analisa Fernando Fornícola, presidente da Administradora Habitacional.
  • Outro indício de que a empresa não inspira confiança também é a alta rotatividade de funcionários. Sempre é bom questionar a empresa sobre o por quê dessa troca constante.

9) O que pedir para a empresa contratada durante a vigência do contrato com o Condomínio? Em que periodicidade?

Em uma rápida pesquisa, você já poderá dar subsídios ao condomínio e ao conselho da situação da Terceirizadora. Esse procedimento é fundamental, em virtude da responsabilidade tributária solidária que o “Código Tributário Nacional” impõe (Art. 186).

Recomenda-se constar em Contrato que a empresa deve encaminhar:

  • MENSALMENTE, junto com a Nota Fiscal e o boleto para pagamento, o comprovante de quitação das guias de INSS e FGTS, além da folha de pagamento ou holerites relativos aos funcionários alocados no Condomínio;
  • SEMESTRALMENTE, as Certidões Negativas de Débitos (CNDs);
  • ANUALMENTE, o recibo de entrega do IRPF à Receita Federal.

O síndico também pode fazer o levantamento das CNDs por conta própria. Como não existe um site único que concentre todas as informações, o contador especialista em condomínios, Marcos Roberto Gouveia, selecionou as fontes mais confiáveis para fazer a busca:

10) O que é recomendável que a Terceirizadora cheque sobre o funcionário contratado que irá trabalhar no Condomínio? 

O que saber antes de contratar

Além do grau de preparo e capacitação, experiência e histórico profissional, referências, documentação, se tem residência fixa, o mais importante é a verificação dos antecedentes criminais.

11) Pode-se exigir que os funcionários de uma Terceirizadora sejam treinados continuamente? 

“Sem dúvida. O treinamento contínuo, aliás, é um dos diferencias ou vantagens que o Condomínio espera ao terceirizar o seu quadro”, afirma o administrador Fernando Fornícola.

12) O Condomínio pode contratar um funcionário da Terceirizadora que está prestando serviço?

Teoricamente, não há qualquer impedimento. Mas tenha no seu radar duas observações importantes:

  1. Existe o risco de o empregado buscar a Justiça do Trabalho, na tentativa de reconhecimento do vínculo de empregado desde quando era prestador de serviços terceirizado.
  2. Alguns contratos de prestação de serviços estabelecem prazo mínimo de 18 meses para que se permita tal contratação (popularmente chamado de “quarentena”), sendo certo que o seu descumprimento poderá acarretar pesada multa contratual.

13) Como deve ser o recolhimento de tributos da empresa Terceirizadora?  O Condomínio paga retenção?

Em determinados tipos de serviços, o contratante (condomínio) tem a responsabilidade perante o Fisco de reter e recolher ao órgão público o devido tributo. Na hipótese de serem empresas terceirizadas, a obrigatoriedade é sempre do condomínio.

14) Quais as artimanhas de uma Terceirizadora para fraudar pagamentos de encargos e obrigações? 

De acordo com Marcos Roberto Gouveia, uma situação comum é a Terceirizadora abater um percentual de 50% sobre a base de retenção previdenciária (11%).

Dessa forma, aconselha Gouveia, o síndico deve estar atento, pois ela só caberá se constar em contrato e for efetivamente fornecido material indispensável para a execução do serviço contratado.

“Normalmente, essa redução cabe em casos de empreitada, ou seja, obras e manutenção. No caso de portaria e vigilância, a Previdência Social permite abater somente Vale Transporte e Vale Alimentação/Refeição”, afirma.

15) O que pode acontecer com o Condomínio se a Terceirizadora não pagar os encargos? 

Encargos trabalhistas

Esta deve ser tratada como uma situação importante para o corpo diretivo, já que a lei considera a responsabilidade tributária solidária que esta relação contratual traz ao contratante.

O Condomínio pode ser solidário também em ações trabalhistas. Segundo os art. 186 do CTN e art. 449 da CLT, a responsabilidade subsidiária é aplicável quando ficar evidente que a empresa prestadora é inadimplente quanto aos títulos trabalhistas de seus empregados.

16) Empresa de terceirização pode ser optante do Simples como forma de tributação?

É importante saber que a lei prevê duas situações no que se refere à mão de obra.

De acordo com o advogado Guilherme Lemos Novaes, as Terceirizadoras de mão de obra (recepção, portaria e ascensorista) não podem optar pelo Simples Nacional, nos termos do art. 17, XII da Lei Complementar nº 123/06.

“Uma eventual fiscalização da Receita Federal pode acarretar o desenquadramento do Simples. Com isso, a empresa seria obrigada a recolher a diferença de ISS juntamente com a respectiva atualização monetária, e a eventual responsabilidade do Condomínio do pagamento da diferença”, afirma.

Já as Terceirizadoras de atividades de vigilância, limpeza ou conservação podem optar pelo Simples, de acordo com o  5º-C do art. 18 da LC 123/2006.

Outras atividades, como construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores, também podem ser optantes do Simples Nacional.

17) É mais barato terceirizar do que ter funcionários próprios? 

Logo que a opção da terceirização surgiu, muitos condomínios optaram pela modalidade para conseguir economizar.

Hoje, não é o que se vê praticado no mercado. Os custos com uma empresa séria de terceirização não se afastam muito do que custaria um funcionário próprio, uma vez que os encargos e direitos trabalhistas são os mesmos, e ainda deve ser inserido o lucro da empresa nessa conta.

Por isso, contratar aquela empresa que oferece o valor muito mais barato que a concorrência pode não ser uma boa opção. Afinal, se o preço da mesma é tão competitivo, a terceirizadora pode estar pagando os funcionários abaixo do piso da categoria, ou não quitando os encargos e tributos devidos, o que pode, no futuro, se revelar um passivo para o condomínio.

18) Quais as vantagens e as desvantagens de terceirizar?

Optar pela terceirização pode ser vantajoso, segundo Satgi.

“Se você colocar tudo na ponta do lápis, é até provável que fique mais barato contratar um funcionário do que terceirizar a mão de obra. Entretanto, pela burocracia, pelos encargos e passivos trabalhistas, no final das contas, pode ser mais caro ter um funcionário próprio. A dor de cabeça, pelo menos, pode ser bem maior”.

Já o síndico profissional Nilton Savieto acha que vale a pena investir na equipe de funcionários contratados pelo condomínio:

“Quando eu contrato um funcionário próprio, posso pagar um salário maior. Além de ter custo menor, tenho controle sobre o trabalho dele e posso exigir na hora o resultado que desejo. Com a terceirização, o Condomínio ainda se responsabiliza por eventuais questões de encargos ou inadimplência”, justifica Savieto.

Para chegar às suas próprias conclusões, coloque na balança:

VANTAGENS

  • Toda a responsabilidade pela gestão de RH, por exemplo, contrato de trabalho, salários, benefícios (vale refeição, vale transporte e outros), resolver questões pessoais ou profissionais ficam a cargo da Terceirizadora;
  • Para a Terceirizadora também cabe recolher os encargos como INSS e FGTS; fazer a rescisão de contrato;
  • Não há preocupação em providenciar e fazer a manutenção de uniforme, EPI etc.; bem como realizar treinamento e acompanhamento do trabalho;
  • O risco é consideravelmente mais baixo de sofrer ações trabalhistas por funcionários insatisfeitos;
  • O síndico pode solicitar o perfil profissional de acordo as necessidades do Condomínio.
  • As empresas têm plantonistas para suprir faltas, férias, e também dispõem de folguistas – assim, economiza-se com horas extras.

DESVANTAGENS

  • Alta rotatividade, mais comum na mão de obra terceirizada;
  • Muitos moradores encaram de modo negativo o fato de o profissional ser desconhecido, e não mais aquele funcionário com anos de casa, com quem desenvolvem uma relação de afeto e confiança;
  • As questões ligadas à legislação, que responsabilizam o condomínio quando ocorre inadimplência ou falência da Terceirizadora;
  • A necessidade de checar periodicamente a regularidade fiscal e a saúde financeira da contratada.
  • Custo global final um pouco maior.

19) Precisa de assembleia para terceirizar os funcionários? E para trocar a empresa terceirizada? 

Segundo o advogado Rodrigo Karpat, em caso de troca de funcionários próprios por terceirizados, ou vice e versa, pelo fato de envolver custos com rescisão ou troca sistemática de funcionamento, deverá ocorrer somente mediante aprovação em assembleia por maioria simples, como explica o art. 1352 do Código Civil.

Já a troca de uma terceirizadora por outra não há a obrigatoriedade de assembleia. Entretanto, se a troca de empresa for gerar impacto nas finanças e distorcer a previsão orçamentária, deve-se, sim, levar o assunto à assembleia, que vota por maioria simples.

20) O síndico pode tratar diretamente com os funcionários terceirizados? Quais cuidados tomar? 

Se precisar chamar a atenção ou algum problema ocorrer, melhor avisar a Terceirizadora, que irá tratar diretamente com o profissional.

Como responsável por essa contratação, ela deverá tomar as devidas providências e fornecer um feedback ao síndico.

Sempre bom reforçar que a terceirização é permitida para os condomínios em geral, desde que não haja subordinação direta ao síndico, sob pena de ser reconhecido o vínculo empregatício.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Roubo e furto a condomínios

Entenda a diferença entre os dois delitos

Entenda a diferença entre os dois delitos

Por Gabriel Huberman Tyles*

Dentre os diversos crimes que podem ocorrer no interior dos condomínios, os delitos de roubo e furto podem ser vistos como aqueles que mais causam desassossego, intranquilidade e perturbação aos seus condôminos.

Os crimes de furto e roubo são chamados de “crimes contra o patrimônio”, pois, estão no situados no título denominado “Dos Crimes Contra o Patrimônio”, do Código Penal Brasileiro e, além disso, a previsão de tais crimes objetiva proteger o próprio patrimônio das pessoas.

Em tais crimes contra o patrimônio, os condôminos permanecem com uma sensação de insegurança muito grande mesmo após de ocorrido o crime.

A sensação de insegurança que se espalha entre os moradores, no âmbito do condomínio, tem lógica, pois, apesar dos condomínios estarem cercados por grandes portões, cercas elétricas, sistemas de segurança tecnológicos, fechaduras biométricas e outros equipamentos, de fato, tais crimes ocorrem com a invasão dos sujeitos ao interior dos condomínios e seus apartamentos.

E, de fato, com a “invasão” dos sujeitos, os condôminos passam a compreender a vulnerabilidade do seu próprio condomínio, no que diz respeito ao sistema de segurança e, por consequência, do próprio apartamento em que vivem.

É dizer, por mais todos estejam cercados por portas e portões e sintam-se seguros em seus condomínios e apartamentos, a invasão dos sujeitos para perpetrar furtos e roubos deixa escancarado as falhas de qualquer sistema de segurança.

Assim, lamentavelmente, tornou-se muito comum no dia-dia, escutarmos conversas de amigos, colegas e vizinhos comentando “roubaram meu condomínio” ou “furtaram meu condomínio”, ou, mais especificamente, “o apartamento nº tal, foi furtado e levaram tudo”, ou, então, “fizeram até reféns e levaram as joias que estavam no apartamento”. Tais frases e conversas a respeito dos “furtos” e “roubos” em condomínios tornaram-se mais constantes, pois, de fato, estes crimes aumentaram e muito no estado de São Paulo.

Apenas para se ter uma ideia da violência que cerca os condomínios, a Secretaria de Segurança Pública mostra um aumento de 56% para os furtos e roubos em condomínios, entre 2017 e 2018 .

Desta forma, com o objetivo de desmistificar alguns conceitos, desde já é bom identificar a diferença entre os crimes de furto e de roubo.

De acordo com o artigo 155 do Código Penal Brasileiro, caracteriza-se o furto quando alguém “subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel”.

Ou seja, a pessoa age com a vontade livre e consciente de “pegar” uma coisa que não lhe pertence, destinando a coisa para si ou para outra pessoa. A pena para este crime varia de 1 (um) à 4 (quatro) anos.

Como se vê, o furto é um crime contra o patrimônio de alguém, contudo, cometido sem qualquer “violência ou grave ameaça”.

Dentre os crimes contra o patrimônio, há, também, o crime de roubo que, não se confunde com o crime de furto.

De acordo com o artigo 157, do Código Penal Brasileiro, caracteriza-se o crime de roubo quando alguém “subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência”.

Em termos simples, quem subtrai uma coisa que não lhe pertence, mediante “grave ameaça” ou “violência”, comete o crime de roubo e não o de furto.

A principal diferença do crime de “roubo” para o crime de “furto” está no emprego da “violência” ou “grave ameaça”.

A pena prevista para o crime roubo é de 4 (quatro) a 10 (dez) anos. É dizer, a pena é sensivelmente mais severa do que àquela prevista para o crime de furto.

Com efeito, seja lá qual for o delito, “furto” ou “roubo”, normalmente os agentes planejam o delito com antecedência e o prévio conhecimento do local dos fatos, sabendo para onde irão se dirigir após a “invasão” no condomínio-vítima.

Nos casos de “furto”, para adentrar aos condomínios, os bandidos utilizam-se da fragilidade e falhas na segurança e/ou portaria, apresentando-se como prestadores de serviço ou, então, valem-se do conhecimento de algum funcionário ou morador do próprio condomínio. Pode-se imaginar, ainda, uma entrada “abrupta”, como a escalada ou arrombamento do portão de entrada o que não é muito comum, mas, pode acontecer.

No que se refere aos crimes de roubo, tais casos denotam violência ou grave ameaça e, normalmente, são realizados com emprego de arma de fogo. Aqui, normalmente, os bandidos também acabam adentrando nos condomínios de maneira sorrateira, utilizando da fragilidade ou equívocos da portaria ou seguranças, mas, depois de romper esta “barreira”, acabam rendendo os funcionários com as suas armas ou, mediante violência ou grave ameaça.

Alguns exemplos de situações que podem ocorrer com a “correria” do dia-dia, mas, que, podem ser evitados se houver um controle e padrão de segurança implantado no condomínio:

Exemplo a) Em um condomínio com muitas unidades condominiais que nem todos se conhecem, “A” morador do condomínio abre o portão de entrada do condomínio e, “B”, que também está chegando no prédio, solicita (se passando por morador) que “A” segure o portão para que ele, “B”, também possa entrar. Apesar de “A” não conhecer “B”, por um critério de educação, acaba por segurar o portão e permitir a entrada de “B”. Nesta hipótese, “A” foi induzido, por erro, a deixar “B” entrar em seu próprio condomínio.

Exemplo b) Os moradores solicitam que o porteiro não interfone quando as funcionárias de seus apartamentos (empregadas domésticas, motoristas, faxineiras etc.) chegarem para trabalhar, pois, se interfonarem todos os dias, isso os perturbará. Contudo, quando o sujeito “B” toma conhecimento de tal informação, ele se identifica como “funcionário” e, por um equívoco o porteiro/zelador ou segurança, acaba por autorizar a entrada, imaginando tratar-se, efetivamente, de algum funcionário de morador.

Para evitar os exemplos acima, no caso da letra “a”, bastaria implantar uma regra de que todos os condôminos, sem exceção, precisam ser identificados quando entrarem no condomínio, seja por biometria, seja por outro meio de identificação eficiente.

Já, para o exemplo da letra “b”, a regra deve ser a mesma, ou seja, todas as pessoas devem ser identificadas, cabendo à pessoa que controla a entrada, conferir os dados da pessoa que solicita a entrada no prédio, com a ficha que consta na portaria.

Para solucionar ou diminuir os riscos, de modo preventivo, cumpre ao condomínio investir em tecnologia e preparação contínua de seu próprio corpo diretivo e prestadores de serviços.

Contudo, uma vez perpetrado o delito, seja de “roubo” ou “furto”, cumpre ao condomínio registrar um “boletim de ocorrência” perante a Delegacia de Polícia competente e requerer a instauração de um Inquérito Policial para que as investigações sejam realizadas, buscando recuperar, quem sabe, os objetos furtados/roubados e descobrir quem perpetrou o delito, se se tratarem de pessoas ainda não identificadas.

Além disso, as investigações são importantes para que seja reconstruída a “dinâmica dos fatos”, oportunidade em que será possível identificar as falhas de segurança para, assim, resolvê-las e prevenir que outros casos semelhantes ocorram no condomínio.

Para requerer a instauração de Inquérito Policial, com o objetivo de investigar o crime ocorrido, o condomínio-vítima, por meio do Síndico, deve registrar o boletim de ocorrência e acompanhar o seu andamento, pessoalmente, ou por meio de advogado.

O condmínio também pode optar por contratar um advogado que requererá, por meio de petição, a instauração de Inquérito Policial.

O advogado tem um papel importante nestes casos, pois, uma vez constituído como advogado do condomínio para acompanhar as investigações, poderá peticionar nos autos do Inquérito Policial e requerer diligências para a Autoridade Policial.

Além disso, caberá ao advogado constituído pelo condomínio levar fatos relevantes ao Inquérito Policial e trazer informações importantes para o condomínio-vítima.

É importante esclarecer que o mero registro do “boletim de ocorrência” ou requerimento de “Inquérito Policial” não se traduz, automaticamente, em instauração de Inquérito Policial, que poderá ou não ocorrer, a depender da decisão da Autoridade Policial.

Em São Paulo, o DEIC contempla uma delegacia especializada no combate dos crimes de furtos e roubos contra os condomínios que se constitui em um importante aliado dos condomínios na elucidação dos casos.

*Gabriel Huberman Tyles é advogado criminalista, sócio do escritório Euro Filho e Tyles Advogados Associados, Mestre em Processo Penal e Professor Universitário.  
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Silestone: bonito e resistente para substituir mármores e granitos

Material está em alta, tem grande variedade de cores e deixa os ambientes com acabamento mais requintado

Ele virou queridinho nas bancadas de cozinhas. É indicado por muitos arquitetos para substituir pedras de granito por não ter porosidade e apresentar aspecto liso mais requintado. O Silestone é um composto constituído por 94% de quartzo natural, resina e pigmentos. Resistente, possui variedade ampla de cores para combinar com qualquer decoração.

Silestone é uma marca registrada, como a palha de aço Bombril. Mas o mesmo material, que é industrializado, diferentemente de granito e do mármore, que são rochas naturais, pode ser encontrado com outros nomes, como Quartzo Stone. Por sua versatilidade, já começa a invadir outros ambientes, como banheiros.

“Pode ser usado em cozinhas, áreas de serviço, banheiros, salas. Só não é indicado para áreas externas pois os raios solares UV danificam as resinas compostas no quartzo. Os melhores ambientes para se usar esse material são cozinhas e lavanderias, devido à sua característica de impermeabilidade e fácil manutenção”, opina a arquiteta Fernanda Sakabe, sócia e diretora de planejamento e obras da SZK Arquitetura.

Vantagens

Segundo a arquiteta, a principal vantagem  em relação às pedras naturais é que o material é muito mais resistente a riscos e manchas do que mármores e granitos, além de ser impermeável.

“O custo do quartzo depende principalmente da sua marca e categoria. Ele é mais caro que o granito e pode ser mais caro ou mais barato que o mármore, dependendo dos tipos. A média de preço do metro quadrado do Silestone varia de R$ 1.300,00 a 2.500,00”.

Fernanda diz que o uso está em alta por causa da grande divulgação no mercado e pela possibilidade de conseguir tampos de cores homogêneas e coloridas, fugindo um pouco do tradicional de pedras.

“A versatilidade do Silestone não se limita apenas a bancadas. Mas, devido ao seu alto valor de mercado, a opção ainda é mais procurada para este fim”.

Inspire-se:

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)


(Foto: Shutterstock)


(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

 


(Foto: Shutterstock)


Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Transferência da dívida condominial

Compradores devem estar atentos à possíveis dívidas do bem a ser adquiridoCompradores devem estar atentos à possíveis dívidas do bem a ser adquirido

A dívida de condomínio é algo que acompanha o bem, também conhecida no Direito como propter rem.

Isso significa que o responsável pelo seu pagamento das taxas de condomínio é o dono atual da unidade - mesmo que a dívida seja anterior à posse.

Muita gente ainda se confunde sobre o assunto ao comprar ou arrematar uma unidade em leilão – ou hasta pública -, acreditando que não deverá arcar com essa dívida.

É sobre isso o vídeo do nosso especialista da semana, Rodrigo Karpat!

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Conheça o “Azul Tiffany”, uma forte tendência na decoração de interiores

“Azul Tiffany”, sinônimo de sofisticação e elegância, descubra porque tem essa fama tão “chic” e como a utilizá-la nos interiores.

Existem incontáveis tonalidades de cores no universo. Algumas são mais claras e suaves. Outras são mais escuras e intensas. Por isso é tão difícil dar nomes a todas elas.

Mas, algumas empresas, como a Pantone – conhecida por seus sistemas de cores largamente utilizados pela indústria gráfica e pela de decoração para a casa –, têm se dedicado em fazê-lo. Um exemplo é “Azul Tiffany”.

Chamado também de “Azul 1837”, trata-se de uma cor bem refrescante – quase como um turquesa misturado com verde-água. Ela tem sido uma forte tendência em interiores, desde o ano de 2016, principalmente em festas de debutantes e de casamentos. E, mesmo hoje, mostra que ainda tem muita força nos projetos de design.

O “Tiffany” recebeu esse nome em homenagem à famosa joalheria Tiffany & Co. – que por acaso foi inaugurada em 1837. Já há muitos anos ela tem usado uma pequena caixinha nesta mesma cor para embalar os seus produtos.

Assim, muitos estilistas, artistas e designers passaram a ver esse tom como sinônimo de qualidade e sofisticação. E é essa a mensagem que eles tentam passar para os seus clientes.

O texto seguir é dedicado a fornecer algumas dicas e inspirações. Todas são para aquelas pessoas que adoram o azul e desejam apostar no “Tiffany” para a decoração de sua casa! Confira!


(Foto: Sonia Mello)

O efeito do “Azul Tiffany” nos interiores

Definitivamente, o “Azul Tiffany” tem uma energia que combina bem com ambientes abertos, até mesmo de praia. Mas, ele também fica espetacular com ambientes urbanos, tanto residenciais quanto comerciais.


(Foto: SP Estudio)

O melhor é que ele pode ser o protagonista em ambientes voltados a qualquer sexo ou idade, desde salas a cozinhas, lavanderias, dormitórios e outro cômodo desejado.


Foto: Andrea Petini

Com o “Tiffany” podem-se fazer combinações bem inusitadas para compor decorações modernas ou retrôs, cheias de romantismo e delicadeza.


(Foto: SP Estudio / Renata Popolo)

A cor é muito alegre, refrescante e calmante, mas, ao mesmo tempo ousada, ajudando a quebrar a monotonia de espaços, dando-lhes mais brilho e cor. E funciona bem tanto como protagonista como aplicada em apenas em alguns detalhes.

Combinando o “Azul Tiffany” com outras cores

O “Azul Tiffany” é uma cor mais eclética. Não é nem pastel e nem vibrante demais. Não pode ser usada como apoio a outro tom, mas, sim, de contraponto a um mais potente. E por essas e outras características é considerada pelos decoradores e designers com uma das mais difíceis de combinar. Mas, calma, isso tem solução.


(Foto: Ana Carolina Campos França)

Esse quase turquesa fica bem combinado com cores neutras, como branco, cinza e preto. É uma união que dá delicadeza e suavidade à composição. Claro que se a pessoa desejar ela pode ousar um pouco mais em sua casa, acrescentando cores mais vibrantes nos interiores. Por exemplo, fazendo um mix do “Tiffany” com laranja, rosa e amarelo.


(Foto: Andrea Petini)

O “Azul Tiffany” aplicado em elementos da decoração

Dentro de casa, o “Tiffany” pode estar presente não só nos revestimentos de parede e de piso, mas nas esquadrias, nos eletrodomésticos e em itens decorativos.

Essa cor é perfeita para as forrações de sofás, poltronas e cadeiras, assim como jogos de cama, mesa e banho. Também pode ser uma ótima opção para quem deseja abusar de cortinas, tapetes e almofadas – combinadas a peças de outras cores, claro.

Tem objetos que são puramente decorativos e que podem estar em azul, como velas, castiçais, cúpulas de abajur, molduras de quadros, caixas decorativas e mais.

Agora, existem outros elementos dentro de uma casa que possuem uma função muito mais significativa e que ficariam lindos em “Tiffany”. São eles nichos, estantes, louças, panelas, mesas e outros móveis – tanto novos quanto antigos renovados.

Todos esses elementos em “Azul Tiffany” dariam um toque especial a qualquer decoração, deixando os ambientes supermodernos e contemporâneos. Mas, cuidado! Eles não podem ser usados todos num mesmo espaço de uma vez só. Um pouco aqui e ali e a casa pode ficar, realmente, com cara de “lar doce, tranquilo e charmoso lar”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

4 dicas para decorar com vidro

Quer conhecer um tipo de decoração que vai do sofisticado ao moderno apenas utilizando elementos em vidro? Confira uma seleção com as melhores ideias para copiar agora mesmo!

Que tal decorar a sua casa com um toque de sofisticação e ao mesmo tempo modernidade? Isso é possível com a decoração em vidro! Com esse material, você tem artigos que, além de decorativos, também podem ser úteis. Vale reaproveitar embalagens que você descartaria para criar algo novo, ou até mesmo investir em opções de decoração que são encontradas nas mais variadas lojas de artigos para casa. Veja 5 ideias lindas e cheias de charme para você renovar os ambientes sem gastar muito.

1. Faça você mesmo!

Reaproveitar os potes de vidro que vem com alimentos é simples e bastante sustentável. Aquela embalagem de azeitonas, palmito e doces são ótimas para armazenar mantimentos na cozinha ou até mesmo como recipiente para plantinhas. Para usar, limpe-as com água quente e sabão e deixe a água escorrer até secar por completo. Vale para guardar castanhas, temperos, alimentos em grãos ou em pó, entre outros. Para cobrir as tampas, utilize tinta acrílica ou spray colorido. Se quiser, você também pode fazer como na foto de referência e pintar o vidro com tinta lousa. Pode ser encontrada em qualquer loja de materiais para artesanato e funcionam em superfícies variadas. Essa ideia permite que você escreva o nome dos alimentos em giz!

2. Luminária suspensa com garrafas de bebida

Vinho, cerveja, whisky, espumante… essas são algumas das bebidas que que são comercializadas em embalagem de vidro e que ficam ótimas como luminárias suspensa na decoração. Com a remoção do fundo, é possível passar a lâmpada “por dentro” da garrafa e criar um ambiente cheio de estilo e personalidade. Para os que preferem as luminárias de mesa, uma alternativa para reaproveitar as garrafas é criar uma dessas utilizando apenas luzes de natal. Preencha a garrafa com as luzinhas até a boca. As embalagens coloridas dão um charme ainda mais especial quando acesas.

3. Potes com velas decorativas

Mais uma ideia para fazer em casa e com um custo baixíssimo! Se você gosta de velas decorativas, que tal utilizar os potes que iriam para o lixo como um suporte para elas? Basta higienizar e organizar a vela dentro do recipiente com algumas pedrinhas coloridas para dar mais estabilidade. Você pode pintar o vidro internamente com tinta apropriada para o material e deixar o ambiente com uma leve luz colorida. Laços de fita e barbante também podem ser enrolados no pote para uma decoração mais romântica.

4. Terrários em potes ou aquários de vidro

Para os amantes de plantinhas, essa opção é linda, criativa e pode ser relaxante na hora de montar o seu em casa mesmo. Você pode optar por comprar um “aquário” ou utilizar os potes de conserva que já mencionamos antes, com ou sem tampa. Para montar o terrário você vai precisar de areia apropriada para o cultivo, pedras decorativas, mudas pequenas de planta e outros elementos que desejar. Cactos e suculentas são ótimas opções para os terrários de vidro caseiros. Não esqueça de ler bastante sobre a planta que você escolher para garantir o cultivo saudável da espécie.

 

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Problemas com encomendas no condomínio

Especialista também responde sobre aluguel por temporada e acordos extrajudiciaisEspecialista também responde sobre aluguel por temporada e acordos extrajudiciais

A advogada Viviane Basqueira D´Annibale tira dúvidas sobre vida em condomínio.

A profissional atua há 18 anos na área de condomínios e é uma grande especialista no assunto.

Encomendas recusadas pela portaria

Pergunta 1, de Mara Martins

Tenho um apartamentoo que está alugado. O locador veio reclamar que o síndico está avisando os porteiros a recusar as encomendas que chegam pelo correio, alegando que não há espaço. Isso é correto? O que pode ser feito?

RESPOSTA DA ESPECIALISTA

Se a portaria não oferece condições de armazenamento a decisão do síndico está correta, pois qualquer avaria nas encomendas vai gerar o dever do condomínio de indenizar os condôminos prejudicados.

Isto vai acabar gerando um rateio extraordinário que no final vai acabar refletindo no seu bolso também.

Contudo, o mais adequado é que estas decisões sejam tomadas em assembleia para que todos possam tomar conhecimento do problema, opinar e juntos encontrar uma solução.

Aluguel por temporada no condomínio

Pergunta 2, de Fernando Miterhof

O condominio em AGE resolveu que as unidades podem emprestar o imóvel para parentes de primeiro e segundo grau. No caso de aluguel por temporada, exigem um pagamento de taxa adicional. Essas me parecem decisões ilegais. Deve ferir, no mínimo, o direito de propriedade. Como agir?

RESPOSTA DA ESPECIALISTA

De fato este assunto é polêmico e geralmente causa tumulto nos condomínios. Não sei se entendi bem, mas o condomínio está cobrando uma taxa adicional dos condôminos que alugam suas unidades por temporada? Se for isto, aparentemente não parece correto.

No entanto antes de afirmar que é incorreto é preciso analisar como ficou deliberado o assunto em assembleia. Se você ainda ficou com dúvidas – e se esta dúvida é de outros condôminos veja a possibilidade de reunir 1/4 destes condôminos. Com este quórum vc consegue marcar uma assembleia para esclarecimentos.

Acordos extrajudiciais

Pergunta 3, de Débora Ambrosini

Para acordos extrajudiciais, em parcelamentos de mais de 12 meses, qual a taxa de correção monetária que pode ser aplicada?

RESPOSTA DA ESPECIALISTA

Os encargos legais estão previstos na convenção condominial e os critérios ali descritos é que devem ser obedecidos.

* Viviane Basqueira D´Annibale é advogada especializada em Direito Civil, e especialista em direito condominial e sócia do escritório Soares Ribeiro Sociedade de Advogados.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Os dez hábitos que os super síndicos têm

Saiba como os super síndicos atuam no dia-a-dia da sua gestão

Saiba como os super síndicos atuam no dia-a-dia da sua gestão

Ser síndico pode estar na moda e ser um ótimo caminho profissional. Mas não é para todo mundo. Afinal, a lista de habilidades, responsabilidades e obrigações parece não chegar ao fim nunca!

Pensando nisso, o SíndicoNet investigou o mercado.Perguntamos a especialistas como administradores de condomínio, síndicos profissionais, advogados especializados em condomínios o que diferencia um síndico comum de um gestor diferenciado.

Assim, conseguimos descobrir e elencar abaixo os dez hábitos que diferenciam os super síndicos dos gestores comuns. Você já sabe em qual time quer estar, não é verdade?

Confira!

1- Eles sabem se organizar  

Checklist

Os síndicos lidam com uma infinidade de demandas em cada condomínio. Por isso, é fundamental saber de quem cobrar o que deve ser feito em cada área.

“O síndico é um generalista. Fazendo um checklist consistente com cada empreendimento, e cobrando a sua execução periodicamente, fica mais fácil de saber se tudo está sendo feito de forma adequada”, analisa Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH.

Ele explica que cada síndico deve desenvolver o seu próprio checklist, de acordo com as necessidades de cada condomínio.

O síndico profissional Wolfram Werther também é adepto desse tipo de organização para a sua gestão.

“Dessa forma, fica mais fácil saber o que precisa de mais ou menos atenção”, aponta.

Nos checklists devem constar as tarefas que devem ser feitas periodicamente pela equipe de manutenção ou zelador, as tarefas que a administradora deve apresentar para o síndico, as demandas dos condôminos, entre outras.

Assim, fica mais simples de acompanhar a feitura dessas demandas.

2- Eles sabem trabalhar em equipe  

Equipe

“Vejo muitos síndicos profissionais com extrema habilidade de gerir o condomínio pela parte técnica, mas que pecam na humana”, aponta o advogado especialista em condomínios Marcio Rachkorsky.

Ele aponta que trabalhar com gentileza, principalmente com os funcionários do condomínio, é o que faz a diferença para uma gestão bem integrada.

“Eu, como síndico profissional, dependo muito do bom trabalho dos colaboradores do condomínio. Meu ponto é que quanto mais eu tratá-los bem, com clareza, justiça e gentileza, mais eles irão se empenhar em fazer suas funções de acordo com o esperado. Saber reconhecer esse esforço é fundamental para ser um gestor diferenciado”, argumenta ele.

E esse cuidado não deve ser apenas com aqueles que trabalham nas áreas comuns. O síndico profissional Wolfram Werther relata que ações envolvendo funcionários das unidades autônomas também são benéficos para a gestão do condomínio como um todo.

“Fazer uma boa comunicação prévia, para que os funcionários sejam liberados para uma palestra sobre segurança, por exemplo, tem tido ótima aceitação nos condomínios onde trabalho. No evento, geralmente chamamos um policial militar para explicar não só sobre a segurança do condomínio, mas também em locais como no ônibus, ou andando na rua. No final, sempre sorteamos um mimo entre os presentes. É uma forma de valorizar quem está no local todos os dias, reforçar a segurança e a autoestima da pessoa”, conta ele.

3- Eles sabem trabalhar on-line e off-line

Celular

Estar conectado com a tecnologia e as demandas do condomínio é tão importante quanto, ao assumir um condomínio sentar e ler sua convenção e todas as atas das assembleias.

“Estar ligado digitalmente é fundamental. O síndico hoje, para cuidar mais de 4 ou 5 condomínios, ele tem que estar ligado 24h em telefone, e-mail, WhatsApp. Apesar de ser difícil, é um mal necessário. Os moradores esperam isso – assim como os funcionários do condomínio. Dá uma segurança a mais para todos”, sentencia Stefan Jacob, consultor de condomínios.

Esse também é o hábito que o síndico profissional Fulvio Stagi.

“Eu tenho tudo sobre os meus condomínios no meu celular. App de banco, documentos importantes, e-mails. Consigo checar e saber se as coisas estão funcionando remotamente. Segurança, manutenção, funcionários, por exemplo”, enumera ele.

Porém, para chegar a esse estágio de integração com o condomínio, ele explica ser fundamental conhecer bem não só as regras, mas também a história daquela comunidade.

“Conhecer bem as regras e como elas foram decididas é um diferencial enorme para quem quer cuidar de condomínios. Dessa forma, sabemos onde estão os pontos mais sensíveis daquela comunidade, o que é valorizado, o que ficou para trás e como melhorar a gestão respeitando o perfil daqueles moradores”, explica Fulvio.

4- Eles estão constantemente se aprimorando

Workshop

O síndico profissional Edison Duarte explica que a procura perene por aprimoramento é fundamental para quem quer se destacar na gestão condominial.

“Não adianta achar que já sabe o suficiente, porque a gente sempre pode aprender mais. Conheço grandes profissionais que não apenas dão cursos, mas também os acompanham, vão à palestras e workshops. Isso é fundamental pois o mercado não para”, analisa ele.

É importante salientar que só nos últimos anos tivemos mudanças que atingiram em cheio a gestão de condomínios: o novo Código de Processo Civil, que trouxe consigo mais celeridade para cobrar os inadimplentes do condomínio, além de outras mudanças como a citação por carta.

No ano passado houve também a reforma na legislação trabalhista, que também trouxe mudanças na forma com que o condomínio pode lidar com seus colaboradores.

Esse aprimoramento também deve ser estendido a quem trabalha no condomínio.

“Sempre deixo claro para os nossos colaboradores que, caso desejem fazer algum curso em áreas correlatas ao do trabalho deles, iremos pagar e apoiar o aprimoramento deles. Afinal, se um síndico em dia faz uma gestão melhor, o trabalho dos funcionários não pode ser muito diferente”, pesa Werther.

5- Eles sabem conduzir uma assembleia

Assembleia

A assembleia talvez seja o principal momento da vida em condomínio. É ali que tudo acontece: a tomada das decisões, a aprovação (ou não) das contas do período, a escolha do síndico, entre diversos outros aspectos que mostram a democracia que é viver em condomínio.

Por isso é tão importante que o síndico saiba conduzir bem a assembleia.

“Estar bem preparado para essa ocasião é fundamental. Permitir que os moradores também estejam informados, com as informações recebidas com antecedência, da mesma forma, a manter o encontro organizado”, explica Marcio Rachkorsky.

Ele também aponta que o síndico deve ter cordialidade e jogo de cintura para ouvir críticas no momento da assembleia.

“Além disso, deve manter o debate ali, focado nas ideias e argumentos da assembleia. Não deve deixar que esse tipo de desacordo se espalhe para a vida condominial”, explica Marcio.

E para chegar a esse ponto de haver uma boa preparação de todos e de uma assembleia pacífica, é fundamental a presença do síndico no dia-a-dia do condomínio – e um acompanhamento também do conselho.

“Importante para ser um super síndico é também manter a qualidade dos serviços prestados. Para que uma assembleia corra bem, o gestor deve se encontrar pelo menos uma vez por mês com o conselho, para um feedback das demandas do local”, argumenta Fernando Fornícola, diretor da administradora Habitacional.

6- Eles sabem estar, sempre, um passo à frente

A frente

“Olhar para o futuro é fundamental para um síndico que quer se destacar em suas boas práticas de gestão”, crava Angélica Arbex, gerente de marketing da administradora Lello.

“Basta olharmos para trás para vermos quantas novidades tivemos nos últimos anos, sendo o eSocial a maior delas. Quem não se comprometeu em inovar, em olhar para o futuro, teve muita dificuldade com esse processo”, analisa ela.

De fato, estar conectado com os condomínios geridos via app é fundamental.

Fulvio Stagi também reconhece a importância da inovação na gestão condominial.

“Estar cercado de quem pensa não só no agora, mas no futuro, ajuda entender melhor o futuro do condomínio e também a pensar melhores práticas de gestão”, argumenta Fulvio.

Outro ponto importante sobre dar o valor devido à inovação é que ela obriga o gestor a estar sempre se reciclando e se aprimorando.

“Ter parceiros que se preocupam com isso, e que oferecem tecnologias, mais ferramentas, informações e facilidades pode ser um grande diferencial para o gestor”, sugere Ricardo Karpat.

7- Eles sabem onde querem chegar 

Planejamento

“Para ter um diferencial, o síndico não pode ficar focado apenas nas demandas do dia-a-dia que, é claro, devem ser resolvidas. Para ser um super gestor, ele deve ter um olho também no futuro”, acredita a síndica profissional Taula Armentano.

Uma das formas de se conseguir essa visão mais adiante é apostar em indicadores claros de qualidade de gestão.

“Outro ponto que ajuda muito a entender melhor as necessidades futuras do condomínio – algo que faz toda a diferença tanto para o patrimônio daquela comunidade como para a qualidade da gestão, é apostar em pesquisas de satisfação. Ouvindo as pessoas fica bem mais simples de executar o que elas esperam da gestão do síndico, evitando problemas futuros”, explica Taula.

“Quem não sabe para onde ir, não vai chegar a nenhum lugar. Pelo menos não aonde gostaria”, explica Ricardo Karpat.

Por isso, apostar em pesquisas e ouvir as necessidades dos condôminos seguem sendo uma ferramenta extremamente poderosa para quem quer se diferenciar como síndico.

8- Eles priorizam a boa convivência

Convivência

Não podemos esquecer que o síndico é quem organiza a vida comum aquela comunidade.

“O condomínio é uma comunidade heterogênea, em que pessoas de diferentes situações culturais convivem no dia a dia. São inevitáveis os conflitos, que se manifestam nas reuniões e até em registros policiais, sobrecarregando o Judiciário de questões de vizinhança. Assim, o síndico que consegue ser um catalisador dos conflitos e consegue harmonizar as situações, é, para mim, um super síndico”, explica Hamilton Quirino, síndico profissional.

Para o síndico profissional Edison Duarte, usar o princípio da isonomia para tratar os moradores e seus conflitos é fundamental.

“Saber tratar das questões de todos com justiça e sem favorecimentos é algo que só soma nas relações condominiais. Não se pode perder isso de vista – e é algo que o local ganha quando aposta em um síndico profissional preparado para exercer bem as suas funções”, argumenta ele.

9- Eles são craques em previsão orçamentária

Finanças

Uma boa gestão financeira é a espinha dorsal de uma administração condominial bem pensada.

“Cobrar, pagar despesas e prestar contas é a rotina, o básico. No entanto é uma grande virtude de o síndico manter uma boa gestão: controlar e reduzir despesas, em tempos de crise, além de aumentar a arrecadação, zerando a inadimplência, e assim mantendo o valor da cota mensal, apesar da inflação”, ensina Hamilton.

Uma boa gestão financeira envolve, necessariamente, uma boa previsão orçamentária.

“Para isso, é importante conhecer também o passado do condomínio. Quanto melhor o síndico conhecer as características do local, melhor vai conseguir planejar os gastos para o período”, ensina Ricardo Karpat.

Além disso, conhecer a inadimplência do condomínio, e tomar as medidas cabíveis para diminuí-la, também é crucial.

“Sabendo o quanto há de devedores no condomínio, é possível construir ações no sentido de diminuir esse mal. Também evita-se fazer uma previsão que não comtemple esse problema completamente, o que deixa de viabilizar o que estava previsto”, analisa Ricardo Karpat.

10- Eles sabem se comunicar e ter transparência

Comunicação

Conseguir seguir os nove passos acima não é impossível.

Porém, é fundamental que o gestor saiba comunicar bem para os moradores o que está fazendo – e como.

“Uma comunicação focada no que acontece no condomínio é muito importante para os moradores. Dá segurança de que o síndico está de olho nas necessidades do condomínio”, assinala Taula Armentano.

E além de se comunicar bem com os moradores, outra característica dos super síndicos é a transparência.

“É crucial que o síndico mantenha uma postura acessível e aberta com os moradores. Que esteja disposto a conversar sobre a maneira como as coisas estão sendo feitas no condomínio”, aponta Stefan Jacob, consultor condominial.

Essa transparência no trato com os condôminos também deve prevalecer com as contas do condomínio.

“Oferecer formas de os condôminos acompanharem os gastos do condomínio é muito importante – esse tipo de ferramenta hoje é crucial para quem deseja prestar um bom serviço”, explica Angélica Arbex, da Lello condomínios

 

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Corretor de imóveis ganha importância em um mercado em constantes mudanças

Profissional tem que se reinventar para atender às necessidades do cliente

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Reprodução/Internet/Pixabay

Responsável pela intermediação da compra, venda, permuta e locação de imóveis, o corretor atua em uma área que movimenta bilhões de reais no país anualmente. A importância do trabalho desse profissional é tão grande que 27 de agosto é dedicado ao Dia Nacional do Corretor de Imóveis.

Versatilidade e inovação são palavras de ordem para os corretores se destacarem. “Com as mudanças na economia e o novo posicionamento do mercado imobiliário, o profissional que atua nesse segmento tem que se reinventar, mudando sua postura e a forma de se comunicar com o cliente, utilizando a tecnologia como aliada. Apesar de não estarmos mais no ‘olho do furacão’ da crise econômica, o momento ainda é de instabilidade financeira, e isso atinge todos os setores. No mercado imobiliário não é diferente. Para realizar bons negócios, os corretores de imóveis precisam se reinventar e utilizar a capacitação, expertise e novas tecnologias como ferramentas para se destacar no mercado”, ressalta Guilherme Machado, especialista em mercado imobiliário.

Ele conta que, nos últimos 12 meses, as transações imobiliárias movimentaram R$ 472 bilhões, de acordo com estudo realizado pelo Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo (CNB/SP), associação que congrega os cartórios de notas paulistas. “Podemos afirmar que o setor de imóveis tem uma importância significativa para a economia e é um dos grandes pilares para o crescimento econômico do país”, afirma.

Guilherme Machado se lembra de que viveu em um período em que as empresas se preocupavam muito mais com a quantidade de corretores e não com a qualificação profissional, além de uma outra fase do mercado, na qual a tecnologia ainda não era explorada. “Sou de um tempo em que não existia sistema informatizado e os imóveis eram apresentados previamente por meio de fichas organizadas em diversas pastas. Quem está entrando na profissão agora e se depara diante de tantos recursos tecnológicos consegue imaginar como era vender um imóvel dessa forma?”, questiona o especialista.

Para exercer a função, o primeiro passo que esse profissional precisa tomar é buscar uma formação na área, que pode ser curso técnico em transações imobiliárias (TTI) ou curso superior em gestão imobiliária. Após a formação, o profissional pode realizar sua inscrição no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), órgão que organiza o registro dos profissionais, que regulamenta e fiscaliza a profissão e a atividade no âmbito estadual.

O corretor de imóveis pode atuar de forma independente ou em corretoras, construtoras, empresas de loteamento e judiciárias. Para ter mais destaque, ele pode se especializar em uma determinada área, indo desde a escolha dos padrões dos imóveis – luxo, popular e médio -, ou trabalhar com lançamentos, loteamentos e administração de aluguéis, entre outros.

ALTA QUALIDADE 

“A forma de vender mudou. O corretor não deve pensar na venda e depois no cliente – método ainda muito praticado no mercado atual -, e sim no cliente e depois na solução mais adequada para ele” – José De Filippo Neto, diretor de comunicação e marketing da Netimóveis

Para o diretor de comunicação e marketing da Netimóveis, José De Filippo Neto, o mercado não para de girar. As pessoas continuam se casando, separando-se, tendo filhos e, consequentemente, investindo em moradia. “Aqueles que se adaptarem às mudanças do mercado e estiverem mais bem preparados irão se sobressair. O perfil do profissional que atua no mercado imobiliário mudou para atender às atuais necessidades deste e dos clientes, cada vez mais exigentes, ansiosos por serviços com prazos menores, personalizados e atendimento de alta qualidade. Mas, por onde começar? Investimento em tecnologia, networking, gestão de negócios e aperfeiçoamento em técnicas de vendas e atendimento são primordiais”, explica.

Outra dica de De Filippo é sobre a venda. “A forma de vender mudou. O corretor não deve pensar na venda e depois no cliente – método ainda muito praticado no mercado atual -, e sim no cliente e depois na solução mais adequada para ele”. Ele explica que o corretor, atualmente chamado de consultor imobiliário, deve gostar de lidar com pessoas, saber se colocar na posição do outro, estar sempre disponível, ter total domínio sobre as informações do produto e se preocupar com uma relação de longo prazo com o cliente.

O diretor da Netimóveis destaca a importância de o corretor realizar sempre cursos e treinamentos para se manter atualizado. “O mercado gira, se modifica e o comportamento de consumo também. É imprescindível que o corretor acompanhe essa evolução. Digo mais, pois é necessário que ele esteja sempre pensando à frente do seu tempo, idealizando novos caminhos e oportunidades”, alerta.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Seis decorações para iluminar sua casa com vela

Se você quer adicionar velas na decoração, mas ainda não como fazer, confira 6 ideias diferentes e adapte agora mesmo para sua casa!

A decoração com velas, além de dar um charme, trazem elegância para qualquer ambiente. E variedade é o que não falta. Hoje em dia é possível encontrar velas dos mais variados tipos e modelos, fragrâncias, cores e estampas para todos os gostos e decorações.

Você pode usá-las individualmente ou até mesmo criar composições com vários modelos, podendo ir para uma decoração clássica e sofisticada ou mais alternativa e moderna. Seja qual for o seu estilo, você ainda pode se aventurar a criar suas próprias velas, escolhendo tons e fragrâncias que tem mais sua cara, deixando sua decoração ainda mais pessoal e personalizada.

Confira a seguir essas 6 dicas incríveis para ter a sua decoração com velas:

Dica 1: Bandejas decorativas em qualquer ambiente da casa.

decorações para iluminar sua casa com vela

As bandejas já fazem parte de muitas referências de decoração encontrada na web e podem ser encontradas em diversos ambientes, desde salas de estar ou jantar até banheiros com um visual mais sofisticado e elegante.

Dá para brincar com diferentes materiais da bandeja, tais como madeira, aço, vidro e usar velas de tamanhos e modelos variados, combinando com o restante da decoração. Fica lindo e super charmoso.

Dica 2: Copos de vidro, fácil e prático.

decorações para iluminar sua casa com vela

Se a dica é fácil, prática e você ainda pode fazer com o que você tem em casa, é ainda melhor! Uma decoração com velas que é cheia de estilo é usando elas dentro de variados copos de vidro. Aqui, a criatividade é a chave. Vale desde os tradicionais lisos, arredondados, ou os mais trabalhos, com desenhos ou um formato diferente. Basta testar se a vela cabe corretamente no fundo do copo e lembre-se que o tamanho do copo deve estar de acordo com a altura da vela escolhida.

Dica 3: Gaiolinhas de velas para decorações mais românticas e delicadas.

decorações para iluminar sua casa com vela

Quem ainda não conhece, vai adorar essa dica. Essas luminárias em forma de gaiolinha estão na moda e podem ser encontradas em qualquer loja de artigos decorativos e utensílios.

Para essa decoração, o ideal é usar velas pequenas, já que as próprias gaiolinhas são menores e mais delicadas. As cores mais comuns nesse tipo de acessório são os tons pastéis de rosa, azul e branco, que combina com tudo. Elas deixam qualquer ambiente com um ar romântico e de contos de fadas.

Dica 4: Tigelinhas na decoração da mesa de jantar.

decorações para iluminar sua casa com vela

Existem porta-velas em formatos de tigelinhas arredondadas que ficam muito bem quando mesclados às louças da mesa de jantar. Aposte nessa opção se a sua intenção for criar um ambiente sofisticado para receber visitas na sua casa. As velas devem ser baixinhas, para não roubarem a cena e nem atrapalhar a visão. Ah, e procure optar pelas opções de velas decorativas sem fragrância nessas ocasiões.

Use a criatividade e aposte em novos usos para acessórios.

Dica 5: Porta-velas na taça invertida para decorações de festa.

decorações para iluminar sua casa com vela

Com taças transparentes (que podem ser de plástico se você preferir) é possível criar um porta-velas bem estiloso. Basta inverter, usando a base que geralmente fica apoiada à mesa virada para cima e escolher velas pequenas para decorar. Você pode também providenciar flores e pétalas para complementar a decoração.

Dica 6: Faça velas em casa utilizando xícaras como molde e suporte.

decorações para iluminar sua casa com vela

Se você é adepta do faça você mesmo e adora criar, separe xícaras ou alguma outra vasilha e use-as como molde para as velas. O mais legal dessa dica é que você não precisará removê-la depois, basta utilizar na decoração e acender quando desejar.

Gostou das dicas? Aproveite para colocar em prática na sua casa!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Boa vizinhança em condomínio

Bom senso deveria prevalecer nas relações no condomínio

Bom senso deveria prevalecer nas relações no condomínio

A  maioria dos conflitos entre vizinhos advém da falta de educação e consciência de alguns moradores, que optam por descumprir regras e importunar sua vizinhança.

Felizmente, muitas infrações são facilmente detectáveis, e o síndico tem boas ferramentas para, com base no regulamento do prédio, notificar, advertir e multar qualquer condômino.

O problema é quando ocorre uma situação incômoda demais para um morador, por conta dos hábitos de um vizinho, mas que não necessariamente configura desrespeito ao regulamento.

Nesses casos, a solução é sempre mais difícil, já que depende da boa vontade das pessoas, da preocupação com o sossego do outro. São casos corriqueiros, mas com poder de causar extrema chateação e nervosismo no vizinho incomodado. Veja três exemplos:

1) Cachorro agitado, que late demais, especialmente quando fica sozinho. Não há um número máximo de latidos diários e controlar essa situação é tarefa impossível. O incômodo por vezes torna-se insustentável, gerando nervosismo extremo no vizinho;

2) Veículo mal estacionado, porém dentro dos limites demarcados da vaga. Normalmente, as garagens já são apertadas e estacionar os veículos é tarefa árdua. Pior quando o vizinho de vaga não coopera e insiste em parar justamente no limite lateral da vaga, talvez para facilitar sua saída do veículo, o que dificulta a vida do morador da vaga ao lado e gera um efeito cascata em todas as vagas laterais;

3) Vizinho que fuma na varanda ou na janela. Não há lei que proíba alguém de fumar nesses lugares. Aliás, é uma prática comum entre os fumantes, já que muitas vezes eles são proibidos de fumar nas áreas comuns. Muitos agem assim em respeito aos vizinhos. Ocorre que a fumaça pode adentrar diretamente no apartamento acima, causando grande irritação.

Coincidentemente, os temas polêmicos da vida em condomínio quase sempre começam com a letra “c”. Acima, falamos de cigarro, cachorro e carro. Temos ainda cano, crianças, calote…

Uma fórmula simples para ajudar na solução de casos assim, quando o morador parece estar dentro da lei, mas fora das boas praticas de vizinhança, é a regra dos três “s”.

Se alguma atitude fragilizou a segurança, a salubridade ou o sossego do vizinho, há a necessidade de algum ajuste, seja um simples acerto entre vizinhos ou então com atuação e mediação do síndico, mesmo que não exista proibição expressa na lei, na convenção ou no regulamento.

Novamente, nos deparamos com o velho bom senso, que deve nortear as relações entre vizinhos.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

3 dicas para escolher quadros grandes para a sua sala

Quadros grandes podem mudar a cara de qualquer ambiente. Saiba como escolher modelos para sala sem errar

Apesar de parecer uma tarefa bem simples, a escolha de um quadro para qualquer ambiente deve levar vários aspectos em consideração, principalmente se o cômodo em questão for a sala, o cartão de visitas da sua casa.

É claro que, para dar personalidade e estilo à sua decoração, o bom gosto faz toda a diferença. Porém, existem alguns cuidados básicos que não podem ser ignorados.

Leia nosso artigo e aprenda a fazer composições bonitas e cheias de harmonia com vários quadros grandes ou apenas com uma única peça.

1. Decoração clean

A tendência de decoração clean e divertida está em evidência já há algum tempo. Preste atenção na foto abaixo e analise como uma única peça casou perfeitamente com a parede em tom neutro, uma peça colorida e diferente, que no caso é o sofá, aliado a um tapete e uma luminária simples.

O quadro é grande e mostra uma arte abstrata, mas poderia perfeitamente ser maior, em cor mais forte, com uma frase ou até uma paisagem.

Já se o seu estilo é usar tons mais neutros tanto na parede quanto nos móveis, a foto abaixo mostra um excelente exemplo: almofadas, paredes, sofá e apenas uma moldura, sem nenhuma imagem. Chique, clean e contemporâneo.

2. Sem usar pregos na parede

Não é por que você quer usar um quadro grande que precise sair furando sua parede pra todo lado até achar o local exato para pendurar a peça.

Na foto abaixo vemos um exemplo bem interessante de uma moldura, que pode muito bem ser substituída por qualquer outro tipo de quadro que combine com o estilo da decoração, apenas encostada na parede.

Essa ideia também pode ser usada no rack ou em uma prateleira, assim evita-se vários furos na parede e, no caso de uma casa alugada, impede-se ainda a necessidade de reparos posteriores.

Lembre-se apenas de colocar o quadro ou moldura em um local que não atrapalhe a circulação das pessoas.

3. Tamanho do cômodo faz diferença

Uma coisa deve ser levada em consideração na hora de escolher um quadro grande para sua sala, diz respeito ao tamanho do cômodo e a quantidade de peças que já existem no local.

Pense em como seria poluído um ambiente pequeno com acumulo de móveis e várias peças juntas.  Então, o ideal para usar um quadro grande como destaque em sua decoração é que ele seja de fato um destaque.

Deixe o protagonismo para a peça e prefira deixar itens como cortina, sofá e objetos menores em segundo plano. Ainda que sua sala tenha um tamanho reduzido, é possível apostar em um quadro grande, desde que os outros detalhes não entrem em competição com a peça e não causem uma sensação de estranheza conjunta.

A foto abaixo traz uma sala ampla, mas veja como o quadro grande e colorido fica bem em conjunto com as demais peças.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Portarias remotas: vieram para ficar?

Portarias remotas: mais segura e eficiente, porém não indicada para todos os tipos de condomínio. Conheça um pouco mais sobre a portaria remota.

Portarias remotas

Um dos itens que gera mais preocupação nos condomínios é a questão da segurança. Com o número alto de circulação de pessoas, saber quem está dentro das dependências é primordial. Consequentemente as portarias é um dos itens que geram mais gastos com folha de pagamento. São responsáveis por controlar o acesso de pessoas e veículos e recebe atenção dos síndicos.

Com o alto custo para manter funcionários destinados a portaria e as inúmeras reclamações quanto aos serviços prestados por esse tipo de profissional, é cada vez mais comum que os condomínios optem pela portaria remota. De acordo com informações de empresas especializadas no ramo, o serviço de portaria remota pode gerar uma economia de até 60% das despesas com mão de obra para segurança. Outro dado favorável a esse novo tipo de portara é revelado por uma pesquisa da Guarnieri Segurança que aponta que cerca de 70% dos porteiros adormecem no turno da noite.

Porém, para realizar essa mudança, o síndico terá que investir em alguns equipamentos como instalação de câmeras de segurança, contratar uma operadora de internet exclusiva para o serviço, automatizar portões, entre outros itens mais sofisticados como leitor biométrico, interface de PABX, além de adquirir um gerador de energia para em caso de queda de luz o serviço não seja interrompido.

Em casos de assalto a primeira pessoa a ser rendida é o porteiro e o serviço remoto elimina essa possibilidade. A recepção passa a ser controlada por uma central a quilômetros de distância do condomínio.

Além do investimento inicial com equipamentos, o síndico terá que levar em conta algumas especificidades antes de escolher essa modalidade.

A empresa contratada, o preço dos equipamentos para instalação e principalmente o tamanho do condomínio. Isso porque alguns empreendimentos, como o caso dos novos condomínios clube, são muito grandes. Por terem muitas torres, é difícil a adaptação ao sistema devido ao número de pessoas que entram e saem.

Mesmo com a redução de custos, portarias remotas só devem ser escolhidas se forem funcionais para o prédio. Caso contrário, poderá ser perigosa, já que o morador deixa a chave de casa com um desconhecido.

 

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Barulho em condomínio: veja como proceder nesses casos

Davi Fortes fala sobre um dos assuntos que mais incomodam condôminos: o barulho em condomínio. Assista ao vídeo e veja como proceder em casos como esse.

Provavelmente a queixa mais comum de quem mora em condomínios se refere ao barulho. Pode ser  algo apenas passageiro como o caminhar de uma pessoa no andar de cima, ou mais corriqueiro, como uma música alta em determinada hora do dia. Não importa, o barulho excessivo sempre vai incomodar alguém.

Porém, engana-se quem acredita que qualquer barulho é permitido entre 10h e 22h. Mesmo nesse período do dia vale o bom senso entre os moradores.

E para evitar maiores dores de cabeça em relação ao tema, o melhor é expressar na convenção e no regulamento interno do condomínio os horários permitidos para fazer barulho.

Por isso, saiba mais sobre “barulho em condomínios”.

Neste vídeo, da série “E-agora síndico”, do Viva o Condomínio vídeos, o empresário e especialista em assuntos condominiais, Davi Fortes apresenta algumas soluções para este problema.

Confira!

 

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Drywall começa a ganhar espaço na construção e na decoração no Brasil

Prático, fácil de instalar e versátil, sistema gera menos resíduos, mas ainda esbarra no valor mais alto

Já consolidado nos mercados norte-americano e europeu, o drywall começa a ganhar espaço na construção civil e nos projetos de decoração no Brasil. O sistema consiste em chapas de gesso acartonadas aparafusadas em estruturas de aço galvanizado. Parece algo complexo, mas é justo o contrário. O drywall está conquistando maior adesão justamente pela praticidade na instalação, pela fácil manuntenção e pela versatilidade. Como ainda não ganhou muita popularidade, o preço ainda pode ser uma barreira no país, principalmente porque exige mão de obra especializada. Porém, a facilidade na instalação faz com que o tempo de serviço seja reduzido e a obra seja mais limpa, já que é um material que gera menos resídios.

O drywall desponta como uma solução muito prática na construção e design de interiores. “Por ser um material leve, pode ser acrescentado na estrutura de um edifício sem grandes problemas”, afirma a arquiteta Vanessa Gomes, do escritório Mucam Arquitetura. Ela explica que o sistema construtivo por perfis metálicos e placas de gesso acartonado. “Ele tem como vantagens a fácil manipulação, armazenagem, agilidade e limpeza na execução, pois produz bem menos resíduos”, ressalta, para depois acrescentar que a alvenaria tradicional produz em torno de 20% de resíduos, enquanto o drywall produz apenas 5%.

 

drywall
(Foto: Shutterstock)

 

A fácil manutenção e reparos também despontam na lista de pontos positivos, além da qualidade do acabamento liso e da facilidade para aplicar vários tipos de acabamento sobre eles, como pintura, textura, revestimento cerâmico e papel de parede. “O drywall é capaz de dar um ganho na área útil do ambiente por conta da espessura reduzida das paredes”, conta a arquiteta Ira Olivera. Justamente por ser mais fina do que as paredes tradicionais, o material é bastante indicado para divisórias. “E, mesmo assim, ele consegue garantir um bom isolamento acústico e térmico”, complementa a arquiteta do escritório Ira Oliveira Arquitetura e Interiores.

 

drywall
(Foto: Shutterstock)

 

Na decoração, o método tem ainda muitas utilidades. “Pode ser utilizado para fechamentos, quando se quer esconder vigas ou pilares, criação de nichos, estantes, rebaixamento de tetos, compondo uma iluminação diferenciada, elaboração de painéis retos e curvos, entre várias outras possibilidades, criando efeitos incríveis”, diz Vanessa Gomes. O drywall também se revela uma ótima solução para ambientes comerciais. “Ele é muito indicado para esse contexto, sendo possível substituir paredes tradicionais de alvenaria ou blocos de gesso, vencer grandes vãos de forros, emoldurar pilares, esconder tubulações, isolar ambientes acusticamente e termicamente, com a praticidade e a rapidez necessárias ao empreendimento”, lista Ira Oliveira.

Na hora de escolher o tipo de drywall que será usado, é preciso estar atento ao ambiente em que ele será instalado. “Existem três tipos de placas disponíveis no mercado e que devem ser escolhidas de acordo com o seu uso. A standard (ST), mais comum, deve ser usada em área seca. A verde (RU) é resistente à umidade e pode ser utilizada em cozinhas e banheiros, porém não é indicada para fachadas porque não suporta intempéries. E a RF é resistente ao fogo e serve para áreas com risco de incêndios”, enumera Vanessa Gomes.

 

drywall
(Foto: Shutterstock)

 

Uma preocupação diz respeito à capacidade de o drywall suportar peso. “As paredes são frágeis pra aguentar peso, como prateleiras, móveis e quadros, pois, em função de onde seja o furo, você pode pegar a parte que é só a chapa de gesso e o vazado, o que pode não gerar uma boa sustentação”, ressalta a arquiteta Claudé Pessoa, do escritório Claudé Pessoa Arquitetura e Ambientação. Porém, existem maneiras de tornar o drywall mais resistente para supotar mais peso. “Caso queira pendurar um quadro, deve-se usar parafusos e buchas específicos para esse material. Objetos mais pesados podem ser fixados nos perfis metálicos”, esclarece Vanessa Gomes. Mas, caso seja necessário sustentar objetos mais pesados, como uma televisão, é preciso ter o cuidado para fazer os devidos reforços no projeto. “Esses reforços são feitos com chapa de madeira ou aço fixados na estrutura metálica dos perfis”, acrescenta.

 

 

drywall
(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Cidades e condomínios inteligentes: mais eficiência a caminho

Projetos imobiliários que alinham planejamento e tecnologia levam inteligência para os prédios e qualidade de vida para os moradores

Cidades e condomínios inteligentes: mais eficiência a caminho

Quem nunca sonhou em morar na casa, ou melhor, na cidade do desenho animado “Jetsons”? Criada na década de 1960, a série introduziu no imaginário de muitas pessoas o que seria o futuro da humanidade, ao contar a história de uma família que vivia no século 21 e era rodeada por inovações tecnológicas como: carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado, comunicação por vídeo, e tudo mais que poderíamos imaginar do futuro.

Mas o que parecia tão distante já pode ser vivenciado nas chamadas ‘cidades inteligentes’. Para José Graiche Júnior, presidente da Associação das Administradoras de Bens e Condomínios de São Paulo (Aabic), a novidade nada mais é que um modelo de urbanização e gestão pública que utiliza os avanços da tecnologia para otimizar a estrutura e a integração dos serviços, bem como diminuir problemas comuns em diferentes áreas – energia, materiais, trânsito, mobilidade, segurança, entre outras. Sendo que, para o sucesso do sistema, é fundamental que os agentes de desenvolvimento (governo municipal e estadual) entendam que esse conceito não está atrelado apenas à tecnologia, uma vez que o ato de planejar já é um fator de inteligência.

A incorporação de soluções inteligentes nos espaços urbanos migra, inevitavelmente, para os edifícios através de novos conceitos de moradia, já que as inovações atuais não se definem pelo uso de recursos de forma isolada, mas pela convergência e sinergia entre eles. Além da conexão entre moradores, segundo o presidente da Aabic, o desenho atual dos empreendimentos está cada vez mais eficiente. “Essa é uma linha pautada pela sustentabilidade e economia de recursos, onde o combo controle, informação, transparência e comunicação entre todos os envolvidos nas rotinas dos prédios é o diferencial”, avalia Júnior. Não existe uma fórmula ou um caminho certo a ser seguido que garanta o sucesso e a transformação do condomínio em inteligente. Mas, é preciso uma análise personalizada das necessidades de cada um, a fim de se estabelecer metas e políticas internas mais eficazes, que sejam capazes de facilitar o uso eficiente de recursos, a conectividade e dar maior segurança aos moradores.

Tendência no mercado internacional, investir em uma infraestrutura com serviços compartilhados nos edifícios como lavanderias, lazer e até coworking também está se tornando realidade por aqui. “A ideia do compartilhamento está cada vez mais inserida no segmento imobiliário e com a dificuldade de mobilidade, ter o máximo de serviços ‘dentro de casa’ é o desejo da maioria das pessoas. Além de oferecer infraestrutura completa, com academia, espaços de confraternização coletivos, e até o compartilhamento de carro e de bicicleta, os empreendedores agora precisam levar em conta a rede de fornecedores em torno do prédio, que ofereçam atendimento em domicílio. Em São Paulo, cerca de 90% dos lançamentos já seguem essa linha”, diz Graiche.

Expectativas de inovação

No mercado imobiliário, tanto os prédios já existentes quanto aqueles prestes a iniciarem suas obras estão pensando na tecnologia e como ela pode interferir no cotidiano dos moradores. De acordo com a especialista em inovação e tecnologia, Evy Marques, que também atua como conselheira do Instituto Smart City Business America, as expectativas são altas e reais com o avanço da chamada Internet das Coisas (IoT), sendo que tudo girará em torno de sensores inteligentes e softwares capazes de coletar, armazenar e tratar dados através da internet. Entre as inovações para condomínios estão: Sistemas de reconhecimento de moradores e funcionários que facilitarão a atuação dos porteiros e gerarão maior segurança; uso de dados digitais para portas internas e externas; coleta e reaproveitamento mais eficiente do lixo; sistema de eficiência energética e sistemas mais eficazes de irrigação e limpeza de áreas externas.

Para Odirley da Rocha, especialista em gestão de segurança empresarial da Kiper Tecnologia, cada vez mais o futuro condominial está interligado à análise de dados e à inteligência artificial. “A tecnologia e a IoT vieram resolver os problemas dos síndicos e dos condôminos, até mesmo antes deles saberem que teriam um. Vai ser muito comum a empresa do software identificar irregularidades e já partir para ação, como a correção do sistema de portões e elevadores, por exemplo. Com isso, vamos eliminar tempo, transtorno, mão de obra, insatisfação e dar mais segurança aos serviços prestados”, explica.

Já o engenheiro Thomaz Assumpção, CEO da Urban Systems, aposta nos empreendimentos de uso misto como uma referência no conceito de inovação propriamente dito, sendo itens como sustentabilidade e segurança as principais tendências e necessidades de mercado. “Depois de um boom de novos equipamentos e infraestrutura em empreendimentos, tanto consumidores, quanto incorporadoras e construtoras estão em busca de equipamentos que gerem retorno ao investimento. Dessa forma, itens que reduzem o consumo de energia, que geram energia, que reduzem o gasto de água por meio de reaproveitamento, além da questão de segurança, com acesso individual, biometria, serão as tecnologias mais necessárias nos próximos anos”, avalia.

Dificuldades nada inteligentes

As estruturas tais como conhecemos hoje não serão capazes de suportar o constante crescimento dos grandes centros urbanos. Por isso, o desenvolvimento de novos serviços que atendam à população em setores como transporte, saúde, coleta de lixo e energia, entre outros, já é uma necessidade. A falta de planejamento e a dificuldade no acesso a recursos são os principais desafios enfrentados pela inovação. Segundo Assumpção, só com muito estudo e preparação é possível desenvolver novos projetos que contemplem todos os eixos para o desenvolvimento, com a racionalização de recursos. “Com o planejamento evitamos que se quebre a mesma calçada duas vezes, para fazer projetos que poderiam ter sido estruturados ao mesmo tempo, como de saneamento e telecomunicação. Ou ainda, que seja possível pensar na melhor solução energética e de iluminação, prevendo que a mesma estrutura possa ser utilizada para usos acessórios, como a instalação de câmeras de segurança. Daí a necessidade de integrar as pessoas envolvidas e mapear as principais necessidades, para que se possa criar um plano de transformação de forma sustentável e que saia do papel, mesmo que seja com ações de curto, médio e longo prazo”, comenta.

A questão de saneamento básico é outro ponto preocupante no Brasil. Em países desenvolvidos o acesso à água, ao saneamento e à coleta de resíduos sólidos está menos presente na discussão de cidades inteligentes, devido principalmente à universalização do acesso a esse tipo de serviço. Já por aqui, a realidade é outra. “Temos capitais onde esse tipo de serviço não abrange nem mesmo 80% dos domicílios urbanos, quando o ideal seria 100%. Logo, a infraestrutura básica com energia elétrica, acesso à água, saneamento, coleta de resíduos sólidos, entre outros, não pode ser desconsiderada quando falamos de cidade, bairro ou condomínios inteligentes”, conclui o engenheiro.

Tecnologia já é realidade nos edifícios

Plataformas de gestão: Através de aplicativos e sistemas online de administração predial já é possível fazer o monitoramento das manutenções de equipamentos, envio de convocações para assembleias, reserva do salão de festas, ativar e desativar travas de portas de acesso a áreas comuns, gerenciar impasses entre condôminos e até dispor de documentos como planta baixa do prédio, relatórios financeiros da administração e atas das reuniões.

Portaria virtual ou remota: Traz mais segurança para os condomínios, ao mesmo tempo em que reduz em até 50% os custos de uma portaria tradicional. A ideia substitui porteiros presenciais por agentes que, de maneira remota, abrem e fecham portões e garagens – além, é claro, de ficar de olho 24h no condomínio por meio de câmeras e internet.

Chave biométrica: Liberação de acesso ao condomínio por meio de alguma característica do corpo humano. A forma mais comum é a leitura da impressão digital. No entanto, é possível utilizar a biometria também de outras formas, como o reconhecimento facial ou da voz, leitura da retina e da íris.

Telemetria de gás, água ou energia elétrica: Com módulos de medição, é possível fazer essa leitura online em tempo real. Além disso, toda a informação pode ser enviada para a “nuvem” e compõe o que chamamos de Internet das Coisas (IoT). Com essa facilidade, pode-se saber o consumo de cada ponto a todo instante, e inclusive cobrar o uso do gás do espaço gourmet de quem alugou.

Armários inteligentes: Com um sistema inteligente de recebimento, o carteiro armazenará a mercadoria em um armário com fechadura eletrônica, que ao identificar o pacote envia uma mensagem ao morador, notificando da entrega. Esse compartimento só é aberto pelo código QR Code ou senha do morador.

Sensores: Sistemas monitoram o funcionamento de equipamentos e infraestrutura do condomínio. Na área de iluminação, módulos podem executar funções complexas como a supervisão de uma falha elétrica, seguida de um alerta por mensagem para o celular do zelador.

Sistemas Hidráulicos: Evita o desabastecimento acompanhando os níveis dos reservatórios, sensoreando as bombas. O sistema também pode tomar a decisão de enviar uma mensagem ao zelador, avisando que todos os níveis estão em estado crítico de água, após o sensor identificar a interrupção do abastecimento de água pela concessionária. Além disso, a automação pode gerar grande economia com o reuso de águas cinzas ou a coleta da chuva.

Proteção de incêndio: Sistemas que detectam e combatem fogo e fumaça. Em caso de sinistro no prédio, as portas de acesso das rotas de fuga podem ser liberadas automaticamente. E se for detectado um vazamento de gás, é possível ligar um exaustor para efetivamente tomar a decisão de limpeza do ambiente. A automação pode ainda evitar que se acenda a luz daquele ambiente, impedindo uma possível explosão.

Fontes: Thais Nahas, consultora de Cidades Inteligentes da ACATE e Odirley Felício da Rocha, especialista em gestão de segurança empresarial.

Panorama Cidades Inteligentes

• Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro são exemplos de cidades brasileiras que já estão avançando nesse setor, principalmente na área de mobilidade urbana. Na capital paranaense, 70% dos resíduos produzidos pelos habitantes é reciclado, e a prefeitura da cidade criou programas de incentivo como o Câmbio Verde, onde a população pode trocar seu lixo reciclável por frutas e verduras frescas. Além disso, o sistema de transporte urbano é rápido e eficiente, com adesão de 70% da população.

Sistema De Transporte De Curitiba

O sistema de transporte público de Curitiba é um dos mais eficientes do país e tornou-se modelo para outras cidades

• No cenário internacional, Dubai é destaque com trens autônomos, táxis voadores e painéis solares. Em Barcelona, na Espanha, também já estão implementando medidas inteligentes, principalmente no que tange à mobilidade urbana com incentivo no uso de carros elétricos. Tóquio possui um eficiente sistema de transporte e espaços urbanos planejados, enquanto Londres preocupa-se em ser uma cidade cada vez mais sustentável utilizando medidas de baixo carbono nas áreas de transporte, energia e reciclagem.

Barcelona

Em Barcelona, estações de carregamento de veículos elétricos estão disponíveis em vários pontos da cidade. Crédito foto: Thaís Nahas

• Em Santa Catarina, a cidade-bairro Pedra Branca é um bom exemplo onde mais que tecnologia, o planejamento urbano e a sustentabilidade fazem toda a diferença. O projeto tem como prioridade oferecer um espaço onde as pessoas possam morar, trabalhar e se divertir, tudo em locais próximos, priorizando a qualidade de vida. A ideia é que todos os deslocamentos possam ser feitos de bicicleta ou a pé.

Cidades Inteligentes Pedra Branca

O Edifício Atrium Offices localizado no Passeio Pedra Branca é o único em SC, e um dos poucos do Brasil, a atender ao crédito de energia renovável

• Em Florianópolis, o Laboratório de Inovação Urbana promove ações de inovações com foco em mobilidade, segurança, sustentabilidade, energia limpa e iluminação. O projeto é resultado da parceria entre a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF) e a Prefeitura Municipal de Florianópolis. E, de acordo com Thais Nahas, consultora de Cidades Inteligentes da ACATE, ele permite olhar os problemas da cidade como oportunidades, além de abrir caminho para gestão municipal conversar com a iniciativa privada para a cocriação de soluções tecnológicas.

A primeira iniciativa do grupo foi realizada na Rua Vidal Ramos, com a instalação de um sistema de videomonitoramento compartilhado entre os lojistas e moradores. De acordo com Roberto Paiva, diretor da Khronos, responsável pelas câmeras, o futuro está atrelado à inovação. “Acreditamos que a tecnologia vai estar presente na rotina das cidades, facilitando e oferecendo segurança à população. Ao investir em ações como essa, buscamos estimular o uso de sistemas preventivos, que de fato deem uma vida melhor e devolvam a sensação de segurança”, diz.

Fonte: CondomínioSC

Como funciona e como usar o Fundo de Reserva em condomínios

Para que serve, como usar e quais os tipos de fundos

Para que serve, como usar e quais os tipos de fundos

O fundo de reserva é a mais famosa e tradicional forma de arrecadação extra. Normalmente, consta na convenção o percentual da taxa condominial que deve ser destinado ao fundo. Em geral, essa alíquota varia de 5% a 10% e é a única forma de arrecadação extra a figurar nas convenções.

As outras formas de arrecadação, como fundo de obras, e para outros fins, e rateios extras podem ser criadas por assembleias. A sua principal destinação é garantir a continuidade e o bom funcionamento do condomínio em caso de despesas imprevistas e emergenciais, além de acumular recursos para viabilizar a necessidade grandes reformas futuras, por exemplo.

Os fundos são, em essência, uma forma de separar uma parcela de dinheiro da conta comum do condomínio. Assim, fica mais fácil gerir uma arrecadação para certo fim. Por se tratar de uma arrecadação na maioria das vezes de médio a longo prazo, fundos de reserva costumam acumular valores consideráveis.

Portanto, é importante que o montante acumulado seja aplicado em instituições financeiras para não perder seu valor real.  Os especialistas consultados ressaltam, no entanto, que aplicações em imóveis ou ações não devem ser consideradas para este fim.

Outros tipos de fundos

Para que haja transparência no processo da criação de fundos é importante que se explique coisas básicas como: a duração da arrecadação, o valor que se quer levantar, e, principalmente, seu objetivo. Veja abaixo outros tipos comuns de fundos:

  • Fundo de obras: serve para proporcionar melhorias na infraestrutura do prédio. Troca de itens como canos,impermeabilização de lajes, pintura na garagem. Esse tipo de reforma, comum em tantos condomínios, é em geral custeada pelo fundo de obras.
  • Fundo de equipagem: muito usado em condomínios novos, é voltado para compras diversas como carrinhos de compras, tapetes, acolchoados para elevadores, lixeiras, acessórios para banheiros de áreas comuns, mobiliário para piscina, e até em alguns casos, a instalação de circuito fechado de tv e proteção perimetral. Nesse caso, como é muito difícil prever o término desses custos, a arrecadação dura o tempo que for necessário para sanar essas compras.
  • Rateios extras: os tão impopulares rateios extras também são fundos. Seu excesso deve ser evitado, pois muitos extras colaboram com a alta inadimplência e também dão ideia de gestão fraca no condomínio. Os condomínios se provisionam com rateios extras ou quando um grande imprevisto acontece, quando está para acontecer, como uma sentença judicial contrária ao condomínio, ou para se provisionar para meses de maiores gastos, como novembro e dezembro – quando há o pagamento do dissídio dos funcionários e também do  décimo terceiro salário.

Como usar

Algo que incomoda os moradores é o uso de um fundo para suprir outro problema.

Mas o síndico pode, sim, se utilizar daquele caixa para sanar alguma outra emergência, como um elevador queimado.

Nesse caso, o uso parcial ou total do fundo deve ser reposto e para deixar tudo claro aos condôminos, também deve ser ratificado em ata na próxima assembleia.

Mesmo assim, os usos possíveis do fundo de reserva, especificamente, devem estar citados na convenção do condomínio.

Caso não haja menção a isso, quando houver necessidade do uso dessa arrecadação, uma votação em assembleia deverá ratificá-la.

VOTOS E ARRECADAÇÃO

  • O pagamento das cotas está ligado ao conceito de fração ideal – ou seja, quem possui duas unidades deve pagar o dobro do dono de apenas um apartamento. O mesmo vale para coberturas, desde que respeitada a proporcionalidade das frações ideais correspondentes à unidade.
  • Para conseguir uma nova arrecadação, como um fundo de obras, por exemplo, o síndico deve contar com maioria simples para sua aprovação.

INQUILINOS

Muito se questiona sobre a participação dos inquilinos para a formação de fundos dos mais diversos em condomínios.

O aceito é que os inquilinos arquem com as despesas ordinárias, que são as despesas do dia-a-dia, como água, luz e pagamento de funcionários.

Já condôminos, donos do imóvel, são os responsáveis por investir em melhorias, como pintura de fachada, e obras no jardim – já que esse tipo de benfeitoria aumenta o valor do bem.

Para facilitar a contabilidade – e a separação das contas – o ideal é a abertura de cadernetas de poupanças separadas: uma para despesas ordinárias e outras para fundos específicos.

Mas há também casos em que inquilinos devem arcar com os rateios extras.

É quando esses foram usados para cobrir despesas ordinárias.

Em casos de alta inadimplência, por exemplo, pode-se ter usado uma arrecadação extra para pagar as contas do mês. Nesse caso, os inquilinos devem, sim, contribuir para a sua restauração.

DICAS

  • Antes de propor a votação para criação de um novo fundo, vale a pena já orçar com três empresas a melhora desejada. Dessa forma, é possível prever o tamanho do custo e a duração e tamanho mensal da arrecadação.
  • O ideal é ter um fundo para gastos ordinários (com contribuição dos inquilinos) e outro para gastos extraordinários, com contrapartida apenas dos condôminos
  • Especialistas recomendam parar o recolhimento do fundo de reserva quando este chegar a duas arrecadações completas do condomínio.
Fonte: SíndicoNet

Saiba como escolher a sua cama box

Entenda como a escolha da sua cama box pode influenciar no seu sono e bem-estar

Você pode até achar que a escolha da cama é besteira e se dá mais pela estética, modelo, tamanho ou cor, mas isso não é verdade.

A escolha da cama pode afetar diretamente a sua saúde e nosso artigo de hoje vai ajudar você que está na dúvida em qual cama box escolher.

Antes de tudo, você precisa entender que existem vários modelos de cama box, vamos conhecê-los?

Quais os tipos de cama box existem no mercado?Mola, espuma, king, pillow top e outros nomes estão entre os que encontramos quando navegamos em sites ou entramos em uma loja.

A cama box tem em sua maior característica a ausência de cabeceiras (mas que podem ser adquiridas a parte) e a ausência de barras laterais.

O mercado está bem diversificado e além das camas box tradicionais, existem camas box com baú, ideais para guardar roupas de cama; camas box com gavetas, modelos interessantes para quem tem pouco espaço no quarto para outros móveis.

Conheça os termos das camas box

Cabeceira: Pode ou não ser parte da sua box e não é um item obrigatório, nem mesmo por estética. Não tem a menor interferência no aspecto da saúde também.

Pillow Top: Também chamada de camada adicional, a pillow é uma cobertura extra de algodão colocada acima da espuma normal do colchão.

Baú: São as bases que servem para guardar itens de cama, mesa e banho ou qualquer outro item que julgue necessário. Se optar por esse modelo, opte pelos baús bipartidos, pois uma base oca prejudica a sustentação do colchão. Tendo a madeira da bipartição disponível, a sustentação do colchão será melhor.

Molas: As camas box mais comuns são as que tem colchão com molas ensacadas. É perfeito para quem deseja evitar o efeito gangorra dos colchões normais.

A base da cama box

A primeira peça da cama é o que chamamos de base.

É possível encontrar bases com colchão acoplados ou não, mas o importante desse item é saber que o ideal é escolher uma cama box que venha com as duas peças separadas.

A explicação é bem simples.

Se o colchão já vem acoplado, quer dizer que se for preciso realizar a troca dele, você terá que se livrar da cama inteira e o custo dessa troca será maior, pois a base não se separa do colchão.

Já em uma base a parte, quando for necessário, basta pesquisar um novo colchão e trocá-lo. Lembre-se que a troca de colchão é recomendável para o bem da sua saúde.

Medida das camas box

Sabendo que você pode comprar uma cama box conjugada (com base e colchão grudadas) ou não, é preciso entender os tamanhos disponíveis no mercado.

Para o modelo box de solteiro, o tamanho mais comum é o de 0,88 x 1,88 metro, já para modelos de casal, o tamanho é de 1,38 x 1,88 metro.

Os modelos queen size medem 1,58 x 1,98, enquanto os modelos king size chegam a 1,93 x 2,03 metros.

As metragens não são padronizadas e podem variar um pouco dependendo da fabricante.

O ideal é saber essas medidas antes de comprar, medindo também o espaço onde as peças serão encaixadas.

O colchão ideal para a cama box

Você pode imaginar que o colchão é a parte mais importante da escolha de uma cama box, afinal essa escolha pode afetar sua saúde diretamente.

A densidade ideal de um colchão vai variar com o biótipo de cada pessoa que utilizará o produto, então saiba que esse biótipo está ligado ao peso de cada pessoa:

D18 para crianças até 3 anos
D23 para pessoas que pesam até 50kg
D26 para pessoas que pesam até 60kg
D28 para pessoas que pesam até 70kg
D33 para pessoas que pesam até 90kg
D45 para pessoas que pesam até 150kg

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Como efetuar a limpeza do condomínio?

Síndico profissional explica como deve ser feita a gestão de tarefas

Síndico profissional explica, em nova série, como deve ser feita a gestão de tarefas

A limpeza das áreas comuns do condomínio é algo a que o síndico deve estar sempre atento. Afinal, ninguém quer chegar em casa e encontrar sujeira, não é mesmo?

Para inaugurar a nova série da SíndicoNet-TV “Na prática”, fomos até o condomínio gerido pelo síndico profissional Nilton Savieto.

No vídeo, ele explica todos os pormenores de como cuida da gestão da limpeza do local: quais áreas recebem atenção diária e semanal, o que é prioridade no dia-a-dia,como as compras para a limpeza são feitas, etc.

Além das dicas no vídeo, há também uma planilha para ajudar na gestão da limpeza do seu condonfomínio. Confira!

Um oferecimento:

Elemídia

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Substituir o zelador em férias requer atenção

Substituir o zelador em férias requer atenção

Zelador é o tipo de profissional que está sempre disponível naquelas horas em que mais se precisa, seja para um reparo elétrico, o conserto de uma torneira e até casos mais complexos.

Mas como qualquer funcionário, também tira férias, e substituí-lo é uma tarefa aparentemente simples, mas que deve ser feita com atenção para que durante esse período tudo corra normalmente dentro do edifício.

Condomínios que contam com a assessoria de empresas terceirizadas podem solicitar um substituto para as férias do zelador sem custos adicionais, mas alguns síndicos, porém, optam pela contratação temporária de profissionais que já atuem no prédio ou que tenha recomendação.

“Recentemente terceirizamos todos os nossos funcionários e nas férias do zelador a própria administradora se encarregou da substituição. Foi a melhor opção pela confiança que temos na administradora e deu mais segurança aos moradores que tinham muita resistência com funcionários contratados temporariamente”, explica Guilherme Coelho, síndico do Residencial Monte Parnasse no bairro Estreito, em Florianópolis.

Mas, para quem opta pela contratação temporária de um funcionário sem vínculos com prestadoras de serviço, as questões legais também merecem atenção como explica a advogada Marina Granzotto. “O funcionário temporário tem os mesmos direitos trabalhistas dos outros empregados como carteira assinada, vale transporte, férias e décimo terceiro salário proporcional”.

Outros direitos como auxílioalimentação dependem da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria ou de benefícios dados pelo próprio condomínio, mas, por via de regra, se outros funcionários recebem, o trabalhador temporário também tem direito, completa a advogada.

Orientação

O ideal é que o substituto receba as orientações do síndico e do funcionário efetivo, de acordo com o que pede as normas do condomínio. Normalmente, o zelador tem como principais atribuições: supervisionar os trabalhos de conservação e limpeza das partes comuns do edifício, zelar pela segurança, fiscalizar os serviços de manutenção e informar o síndico sobre o que ocorre no edifício, entre outras funções, dependendo de cada edifício.

Matéria publicada originalmente em 10/09/2015 e atualizada em 16/08/2018

Fonte: http://condominiosc.com.br/

Como decorar apartamentos compactos?

Decorar um apartamento pequeno sem gastar muito e deixá-lo moderno e personalizado é possível! Confira as dicas que separamos a seguir

Enfim, você realizou o sonho da casa própria e está pronto para decorar seu lar, mas, ao mesmo tempo, está com receio, pois seu imóvel não tem metragens grandiosas e você não tem um orçamento tão robusto. Não se preocupe! Saiba que, sim, é possível criar um ambiente legal com uma decoração na qual você não gastará muito.

Inclusive, essa atividade pode se transformar num lazer muito prazeroso e interessante, basta apostar na criatividade e, claro, na capacidade de garimpar boas peças, buscar inspiração e encontrar boas dicas na internet. No que depender das nossas dicas, iremos te ajudar e muito! Continue acompanhando:

1. Luminárias

Esse é um item que deixa seu ambiente muito mais charmoso e divertido, dependendo do tipo de ambiente que você quer criar. Invista em luminárias de chão ou até nos pendentes, que são mais baratas e ficam lindas e úteis na mesa de jantar, por exemplo. Abajur em uma mesa de canto também é uma boa ideia, principalmente se você quiser criar um cantinho reservado para leitura.


2. Piso ou tapete?

Você não precisa gastar e se endividar com pisos, materiais de construção, diárias de pedreiro e até passar aquele transtorno com obra e ter que limpar aquela sujeira que toda mudança radical deixa para trás. Além de pensar em um piso que seja prático e de fácil limpeza, você também pode investir em um bom tapete. Isso mesmo! Grandes ou pequenos, lisos ou estampados, com várias opções de materiais e tecidos. Assim, fica muito fácil dar outra cara para o chão do seu apartamento. E o melhor é poder trocar o tapete e mudar sempre que quiser, algo que fica mais difícil quando se enjoa do piso, não é mesmo?


3. Paredes

Não existe decoração sem mexer nas paredes. E quando se trata delas, existem duas opções baratas e bem simples: tinta ou papel de parede. As paredes com personalidade e presença na decoração estão em alta, o ambiente pode ser pintado completamente com uma nova cor ou apostar em uma única parede pintada com uma cor diferente. Em paralelo, existe a opção do papel de parede, com inúmeras possibilidades de estampas, cores e texturas. Pode ser encontrado em casas de decoração ou até papelarias, em versões bem econômicas.

4. Plantas

Sabe o que transforma qualquer ambiente e você não gasta muito? Plantas! O verde natural tem o poder de transformar qualquer ambiente e ainda traz para o espaço interno a leveza e a natureza dentro de casa.Espalhe plantas em vasos grandes ou pequenos, na sala, no banheiro, na cozinha, no quarto, no hall de entrada ou em qualquer outro canto. Se existe uma unanimidade em relação às plantas, com certeza é essa: ficam bem em qualquer ambiente. Por fim, busque utilizar iluminação natural ou cores claras no espaço, isso dá uma sensação de que o ambiente é mais amplo do que realmente é.


Viu só como é possível decorar seu lar de diferentes formas e sem gastar muito? Todos os exemplos utilizados na nossa matéria são do espaço decorado do Residencial Inovatto, no bairro de Irajá, o novo Lançamento da Novolar, na cidade maravilhosa.

O condomínio conta com apartamentos de 44 m² que serão entregues com dois dormitórios e já com piso laminado instalado – o que é uma ajuda e tanto para aquele tópico do piso que tratamos acima. Não deixe de conferir mais sobre o Residencial Inovatto que conta com formas de pagamento flexível, além de se encaixar no programa Minha Casa Minha Vida.

* A Novolar, empresa do grupo Patrimar, nasceu em 2000 e atua em obras no segmento de padrão médio para a classe média e popular no sudeste do país. Dentro desse nível, a empresa trabalha sempre com o melhor padrão possível, tanto de materiais quanto de tecnologia.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Entenda a importância do conselho fiscal para seu condomínio

Com o crescente aumento demográfico da população surgiu a necessidade de buscar um melhor aproveitamento do solo. Esse aproveitamento se deu por meio de construções que pudessem acolher diversas famílias ou estabelecimentos comerciais ou ambos num mesmo espaço.

Assim surgiram os condomínios edilícios!

conselho fiscal

No entanto, para o funcionamento destes condomínios foi imprescindível a escolha de alguém para administrar e ser o representante legal do lugar.

Neste caso, o síndico.

Mas, com o passar dos tempos, a gestão condominial não pôde mais depender exclusivamente do síndico, sendo então criados os conselhos. Estes conselhos tratam-se de órgãos internos nos quais o síndico terá apoio para suas decisões e também poder adotar medidas com segurança.

É notório que, mensalmente o síndico é responsável por administrar o dinheiro arrecadado a título de taxa condominial e com ele pagar a manutenção do condomínio, bem como manter reserva de valores. Estas movimentações produzem documentos tais como: notas, recibos, extratos, relatório, etc, os quais dever sem guardados.

Atualmente, a figura dos Conselhos está presente na maioria dos condomínios. Vejamos:

O Conselho Fiscal

Conselho Fiscal é um órgão interno nos condomínios edilícios.

A legislação atual (CCB) traz que: “Poderá haver no condomínio um conselho fiscal, composto de três membros, eleitos pela assembléia, por prazo não superior a dois anos, ao qual compete dar parecer sobre as contas do síndico”.

Desse modo, cabe aos próprios condôminos a faculdade de nomear ou não um conselho fiscal, ou seja, a existência deste não é obrigatória por lei. No entanto, se a convenção do condomínio prever, torna-se obrigatório.

Mas por que seu condomínio deve nomear um conselho fiscal?

A função do conselho fiscal é fiscalizar as contas e os atos do síndico, porém, de acordo com a determinação da Convenção do condomínio, podem ser estipuladas outras atribuições.

A importância de implantar este Conselho nos condomínios está no seu principal objetivo, ou seja, cuidar da saúde financeira destes. Fiscalizar!

Assim, irá conferir todas as contas do condomínio, emitir parecer sobre elas para aprovação ou não em assembléia geral.

Ressalta-se que, para uma fiscalização eficiente, é fundamental o acesso a pasta de prestação de contas, a qual deve conter toda receita e despesa do condomínio mês a mês, assim como extratos bancários e conciliação bancária (conferência das contas bancárias com o controle financeiro interno).

Na prática, é de praxe a entrega da documentação ao presidente do Conselho até o dia 15 do mês seguinte, sendo emitido o parecer em até 30 dias.

E, como funciona o Conselho Fiscal?

Pela legislação atual, para ser membro do Conselho Fiscal não é necessário que os conselheiros sejam condôminos, como na lei anterior.

Portanto, qualquer pessoa – inquilino, ocupante, procurador ou com alguma relação com a comunidade pode ser eleita para o Conselho.

A maioria dos condomínios dá preferência por membros que sejam contadores, contabilistas, administradores e advogados em razão de suas habilidades técnicas.

Sendo órgão fiscalizador, o Conselho Fiscal também tem responsabilidades?

Isso depende pois a responsabilidade pelos fundos do condomínio é do síndico, é ele quem responde civil e criminalmente pela gestão do local.

Porém, os conselheiros poderão ser acionados judicialmente caso haja comprovação de que ajudaram o síndico a praticar atos ilícitos.

Quais as atribuições do conselho fiscal?

Muitas vezes, as atividades dos conselheiros geram confusão entre os condôminos, referente ao que eles podem ou não fazer em relação à administração do condomínio.

Desse modo, para melhor elucidar, vejamos algumas atribuições que podem ser desempenhadas pelo conselho fiscal do condomínio:

  • emitir pareceres que devem ser encaminhados à assembleia geral;
  • auditar e fiscalizar as contas do condomínio;
  • alertar o síndico sobre eventuais irregularidades;
  • eleger o presidente do conselho;
  • escolher agência bancária e a seguradora do condomínio juntamente com o síndico.

Atribuições que NÃO podem ser desempenhadas:

  • fazer compras ou contrair dívidas em nome do condomínio;
  • tomar decisões administrativas em nome do condomínio, sem a autorização do síndico;
  • não registrar em livro próprio as atas de suas reuniões.

Assim, as atribuições do Conselho Fiscal são fiscalizar, auditar e dar parecer sobre as contas do condomínio, porém não tem poder decisório sobre a administração deste. Desse modo, não tem o poder de aprovar as contas e sim emitir parecer sobre elas, a fim de que a assembléia aprove-as ou não.

Portanto, somente a assembléia tem o poder de aprovar contas da administração do Síndico.

Atenção….

Conselho Fiscal é diferente de Subsíndico, pois a função do Subsíndico não é prevista em lei e sim na Convenção do condomínio e sua finalidade é auxiliar o Síndico e substituí-lo em ausências eventuais.

Confira os documentos disponíveis para utilizar em seu condomínio:

Escrito por:

SIMONE GONÇALVES
Advogada OAB/RS 74.437
Email:contato@simonegoncalves.com.br
www.simonegoncalves.com.br

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Fonte: https://vivaocondominio.com.br/

Saiba como usar as Triangle Shelfes na decoração

Prateleiras triangulares dão estilo a qualquer ambiente da casa

Prateleiras são peças sempre úteis, e que servem para qualquer tipo de cômodo. Elas aparecem coloridas, feitas de diversos materiais, e para sair do lugar-comum, em formatos pouco usuais. As do momento são as chamadas “Triangle Shelfes”, ou simplesmente prateleiras triangulares.

As formas geométricas já apareciam nos revestimentos de parede, em pinturas…a migração para prateleiras, então, já era um caminho esperado. “O triângulo se destaca por ser uma forma fácil de fazer em qualquer material, seja em tecido, adesivo, pintado em paredes, desenhando a mão livre ou objetos decorativos ideais para ambientes minimalistas. As formas geométricas nos atraem pelo conforto visual, nosso olhar se sente satisfeito com as formas, e podemos brincar com as cores e deixar os ambientes e as decorações ainda mais atraentes”, explica a arquiteta e designer de interiores da Tsuru Arquitetura, Ana Carolina Faria.

prateleira triangular

O triângulo se destaca por ser uma forma fácil de fazer em qualquer material (Foto: Reprodução/Pinterest)

Mas além de serem lindas, as Triangle Shelfes são muito práticas. É possível fazer várias composições com peças de tamanhos diferentes e profundidades diferentes. “ Tudo vai depender do uso da peça. Elas são ideais para guardarmos o que usamos com frequências, como esmaltes, perfumes, óculos de sol (…) Na sala ou no quarto ficam lindas para guardarmos vasinhos de plantas, livros, e adornos decorativos”, sugere a profissional, emendando que os cômodos mais bacanas para instalar as prateleiras da moda são o hall de entrada, a sala e o quarto. “O único local que não recomendo são nas áreas úmidas, mas mesmo assim, caso queira instalar alguma, o ideal é que a madeira seja própria para locais úmidos e tratada de maneira correta antes da aplicação”, ensina.

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>As formas geométricas nos atraem pelo conforto visual (Foto: Reprodução/Pinterest)

A instalação de prateleiras triangulares funciona como a de qualquer outra comum. A altura escolhida vai depender da finalidade do seu uso, além da quantidade de prateleiras a serem instaladas. Se o local escolhido for acima do sofá, por exemplo, basta uma altura de 25 cm a 30 cm do topo do móvel. “É importante que as composições com as prateleiras fiquem bem harmoniosas, dependendo da cor da prateleira utilizada, é legal que o quadro tenha uma moldura na mesma cor ou em uma cor neutra”, orienta Ana, emendando que as Triangle Shelfes são recomendado para quem gosta de uma decoração moderna e minimalista. Apesar disso, por possuir linhas retas e seu acabamento poder ser tratado de várias formas, ela acaba se tornando bem versátil em qualquer decoração.

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Mas além de serem lindas, as Triangle Shelfes são muito práticas. É possível fazer várias composições com peças de tamanhos diferentes e profundidades diferentes (Foto: Reprodução/Pinterest)

A peça entra na ala do “faça você mesmo”. A lista de materiais inclui madeira, fita de medição, martelo, lixa e prego. Dá ainda para personalizar a prateleira. É possível fazer várias formas diferentes e encaixá-las uma do lado da outra até formar alguma composição bacana, usar a madeira na sua cor natural e apenas envernizá-la para maior durabilidade, pintar com qualquer cor que se deseja, utilizar algum papel de parede ou tecido para forrar ou colocar no fundo,e por aí vai. “É só deixar a imaginação fluir. Não tenho dúvidas de que o resultado será bem bacana”, completa Ana.

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É possível fazer várias formas diferentes e encaixá-las uma do lado da outra até formar alguma composição bacana (Foto: Reprodução/Pinterest)

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A instalação de prateleiras triangulares funciona como a de qualquer outra comum (Foto: Reprodução/Pinterest)

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A altura escolhida vai depender da finalidade do seu uso, além da quantidade de prateleiras a serem instaladas. (Foto: Reprodução/Pinterest)

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Usar a madeira na sua cor natural e apenas envernizá-la para maior durabilidade (Foto: Reprodução/Pinterest)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Tendências de decoração que estarão na sua casa em 2018

A Casa Vogue fez uma lista de peças, cores e tendências que vão estar na sua casa em 2018. Selecionei alguns itens da lista para compartilhar aqui, do que realmente eu acredito que estarão na nossa casa logo-logo ou até já estão. Segue aí…
Almofadas com alto-relevo

Na hora de criar uma peça, não é só o visual que conta. É preciso lembrar que o tato é um dos sentidos mais poderosos na nossa relação com o mundo. Por isso, surgem tecidos que, além de deixarem a casa mais bonita, surpreendem com delicadeza ao apostarem em texturas e relevos, como a técnica do matelassê.

Maison Objet Paris revela 8 tendências de decoração que estarão na sua casa em 2018 (Foto: Michell Lott)
Jardim Particular

Não é mistério para ninguém que as plantas voltaram a ser as protagonistas de casa. O momento é de pazes com a natureza e trouxe o conceito de floresta urbana para as nossas vidas e levou o verde para a decoração de todo mundo, seja em grandes ou pequenos exemplares – tanto que a cor eleita pela Pantone para 2017 foi o Greenery. Para deixar a vida do jardineiro da cidade mais fácil e mais cool, os designers pensam em uma infinidade de elementos cheios de charme e funcionalidade. Tem até para aqueles que não são capazes de ter plantas em casa: elas surgem como inspiração para formas e motivos.

Maison Objet Paris revela 8 tendências de decoração que estarão na sua casa em 2018 (Foto: Michell Lott)
Millennial Pink

Rosa, rosa, rosa! Ele surgiu como Rose Quartz em 2016, se transmutou para Millennial Pink em 2017, ganhando caráter político, e pretende ultrapassar os limites do ano chegando em 2018 como a cor favorita dos criativos. Apesar de muitos dizerem que o amarelo é o novo rosa – e, de fato, a cor mais solar do prisma estar surgindo aqui e e ali -, o tom avermelhado foi o favorito entre os expositores da Maison & Objet Paris. Além de ser atual e cool, ele funciona muito bem com a paleta da vez: os tons terrosos.

Maison Objet Paris revela 8 tendências de decoração que estarão na sua casa em 2018 (Foto: Michell Lott)
Tramas humanas

Você já viu na Casa Vogue que as tramas naturais e artesanais, como o uso de vime e rattan, são tendência absoluta na decoração. Revisitar técnicas tradicionais é estratégia que muitos expositores da Maison & Objet Paris adotaram. Seja com materiais rústicos ou com aspecto mais hi-tech, é preciso criar com as mãos.

Maison Objet Paris revela 8 tendências de decoração que estarão na sua casa em 2018 (Foto: Michell Lott)
Fonte: CASA VOGUE PO POR MICHELL LOTT, DE PARIS | https://diarinho.com.br/blogstudiopeb/

Problemas no condomínio? Veja se vale a pena entrar com ação na Justiça

Está com um vazamento vindo do vizinho, e ele não quer consertar? Arranharam seu carro na garagem, e você quer ser restituído? O cachorro ao lado late demais? Há um morador que está com vários meses de condomínio atrasado?

Todos esses são conflitos comuns nessa pequena comunidade de regras e direitos que é um condomínio de casas ou de apartamentos e que, não raras vezes, sem solução ou consenso interno, vão parar na Justiça.

 Mas vale a pena transformar o problema na vizinhança em uma ação judicial? É uma questão com que o advogado especializado em direito imobiliário Jaques Bushatsky, do escritório Bushatsky Advogados tem de lidar diariamente.

“A melhor solução é sempre conversar”, disse ele, mencionando alternativas como o diálogo interno, entre o síndico e os moradores atingidos, ou até a busca por um processo de mediação, um caminho alternativa à Justiça, feito por meio de câmaras especializadas, em que um profissional intervém no conflito e busca a conciliação.

“O litígio é uma opção para quando tudo o mais der errado; daí sim vale a pena a pessoa juntar as provas e levar para o juiz decidir”, afirmou.

Processo pode custar caro

Processos longos e custos altos são as principais razões apontadas por Bushatsky, para se evitar o caminho dos tribunais. E isso vale tanto para quem se sente prejudicado e quer entrar com a ação quanto para o causador do problema, que, a depender do caso, pode acabar tendo que arcar com multas e custos que sairão mais caros do que resolver o problema em si.

“O ônus da prova é de quem faz a acusação. Então, se a pessoa não tiver como provar o que está alegando, nem deve abrir o processo, porque ela vai perder e vai ter que arcar com os custos”, disse o advogado. É um pacote que, para quem perde a ação, inclui os honorários dos advogados do outro lado e as custas do processo à Justiça.

O mesmo vale para o acusado: se está claro que ele está errado, toda essa conta acabará com ele, além da ordem judicial de corrigir o problema, que pode ser pagar uma indenização, assumir o conserto em questão ou cessar uma atividade irregular.

Fonte: https://economia.uol.com.br/

Saiba o que levar em conta na hora de comprar um imóvel

Antes de concretizar o negócio, é importante analisar itens como preço, condições de pagamento, vizinhança e segurança

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press

Na hora de comprar um imóvel residencial, alguns fatores devem ser levados em conta. Naturalmente, não se deve avaliar apenas o valor do bem, principalmente se for para fins familiares, ainda mais quando o casal tem filhos. A reserva financeira acumulada para dar como entrada, a quitação das prestações do financiamento imobiliário e também o peso que o apartamento terá no orçamento mensal ao longo dos anos são questões que devem ser pensadas sempre antes de concretizar um negócio.

Além da questão econômica, que é fundamental, outros pontos devem ser colocados na balança. Ronaldo Starling, proprietário da Ronaldo Starling Netimóveis, alerta que um dos principais itens necessários quando se tem crianças em casa é a segurança. Ele explica que apartamentos com garagens fechadas, porteiros e espaço interno são ideais para esse tipo de família. “Além do básico, é importante procurar condomínios que tenham uma área com parquinho para a criançada, playground e até espaço de festas para os aniversários”, aconselha o executivo.

LOCALIZAÇÃO 

“Pesquisar sobre o local, ver os índices de violência e visitar a região em várias horas do dia é importante” – Ronaldo Starling, proprietário da Ronaldo Starling Netimóveis

Ronaldo Starling destaca que outro ponto importante é quanto ao deslocamento da família. “Quanto mais próximo da escola e dos lugares mais frequentados pela família, é mais fácil”. O ideal, de acordo com o especialista, é que exista, pelo menos, um hospital ou instituição médica próximo da residência, pois as crianças costumam ficar doentes com mais facilidade. “Portanto, é preciso a garantia de um lugar para levá-las no caso de uma emergência de saúde”, alerta.

Segundo Ronaldo, outro segredo de como escolher um apartamento bom é entender que a vizinhança também é muito importante. “Por isso, pesquisar sobre o local, ver os índices de violência e visitar a região em várias horas do dia é importante. O ideal é morar em vizinhanças tranquilas, sem o tormento do som alto oriundos de bares e casas de shows. E se a família gosta de pets, não se pode esquecer de conferir as regras do condomínio antes de fechar a negociação. Há vários edifícios e apartamentos que aceitam cães, gatos e outros animais estimação.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Porteiro que dorme durante seu turno dá justa causa?

Situação deve caracterizar falta grave para com o trabalho e segurança do condomínioSituação deve caracterizar falta grave para com o trabalho e segurança do condomínio

Portaria de condomínio é algo que deve estar sempre bem guardada. Mas e se o profissional responsável pelo cuidado da entrada e saída do condomínio se entregar ao sono durante o período da noite?

Que esse tipo de postura deixa o condomínio fragilizado não há dúvida. Com isso, fica a pergunta: é possível demitir, por justa causa, um porteiro que é flagrado dormindo durante seu turno de trabalho?

A resposta para essa questão, quem oferece, é o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich. Confira:

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Gestão condominial: saiba como ocorre a destituição do síndico

Atualmente, a construção de condomínios está cada vez mais em alta, principalmente nos últimos anos, quando começaram a surgir condomínios que concentram moradia, lazer e serviços num único lugar. 

destituição do síndico

Porém, para que haja a harmonia entre todos, é necessária a criação de regras de convívio social, que devem estar previstas na convenção do condomínio e no regulamento interno.

Assim, o síndico, que será eleito em assembleia, será o responsável pela gestão do condomínio, tendo diversas responsabilidades. E entre elas estão manter a ordem, disciplina e segurança do edifício, além de responder legalmente pelo condomínio.

No entanto, em alguns condomínios a gestão do síndico, eleito ou contratado, pode deixar a desejar, e neste caso ele poderá perder o cargo.

Como ocorre a destituição do síndico?

Inicialmente, é necessário entender em que momento o síndico do condomínio poderá ser destituído.

Hoje em dia, nossa legislação traz como procedimento para a destituição do síndico a convocação de uma assembleia para este fim específico, devendo constar no edital os motivos da destituição.

Veja os casos que justificam a destituição de um síndico:

– Não prestação de contas: é obrigatória a prestação de contas, qual deve demonstrar e comprovar as despesas apresentadas.

O síndico deverá prestar contas à assembleia anualmente ou sempre que solicitado, conforme determinado em lei.

– Má administração do condomínio: quando o síndico não segue ou não faz seguir o que está determinado na convenção do condomínio e/ou no regimento interno.

Aqui se trata da administração conveniente do condomínio, porém é uma questão subjetiva, uma vez que depende muito do perfil de cada condomínio.

– Prática de irregularidades: o síndico deve estar sempre alinhado com os interesses do condomínio. Esta hipótese não trata somente de apropriação de valores do condomínio pelo síndico, e sim de zelo/cuidado do prédio como um todo, ou seja, de uma forma geral.

Um exemplo prático

Realizar uma compra sem 03 (três) orçamentos, quando a convenção diz que precisa dos 03 (três) orçamentos, seria um caso de prática de irregularidade.

Portanto, para a destituição do síndico é necessário haver um fundamento, e a convocação deve explicar de forma clara os motivos que embasam tal pedido.

Contudo, é preciso ficar atento com a forma como serão descritos os motivos da destituição no edital, evitando ensejos para uma ação criminal daquele que está fazendo a convocação. Cuidado!

Uma dica: utilizar no edital de convocação as especificações genéricas trazidas em lei, deixando para o dia da assembleia esclarecimentos e detalhes mais específicos.

E qual a quantidade de votos é necessária para ocorrer a destituição do síndico?

Geralmente há necessidade de que seja a maioria absoluta dos membros do condomínio, ou seja, 50% + 1.

No entanto, a lei traz que o síndico poderá ser destituído pelo voto da maioria dos presentes em assembleia, ou seja, maioria simples, mesmo que a convenção indique diferente quórum.

Caso a convenção do condomínio estipule um quórum maior, a questão deverá buscar o amparo do poder judiciário.

Ainda, a legislação atual diz que a assembleia que visa destituir o síndico pode ser requerida por ¼ dos condôminos, devendo estes estar adimplentes e serem proprietários ou procuradores devidamente habilitados das unidades condominiais.

Desse modo, quando a assembleia for solicitada por ¼ dos condôminos, deverá ser realizado um abaixo assinado no qual deve constar a data da assembleia, horário, local e assunto.

Assim, o síndico ou a administradora somente realizará o edital nos termos especificados, uma vez que quem convoca a assembleia são os condôminos.

Fique atento, pois a destituição do síndico realizada de forma errada poderá trazer prejuízos ao condomínio.

Corrigir é sempre mais caro do que prevenir!

 

Artigo escrito por:

 

SIMONE GONÇALVES
Advogada OAB/RS 74.437
Email:contato@simonegoncalves.com.br
www.simonegoncalves.com.br

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Fonte: https://vivaocondominio.com.br

 

Veja como usar peças vintage numa decoração moderna

Tendência recente no mercado, a decoração com peças vintage pode revolucionar um ambiente. Confira algumas inspirações para o seu lar a seguir!

O assunto decoração abre precedentes para diversas vertentes. Não há qualquer opinião que seja unânime nesse universo.

Para uma decoração criativa, é possível misturar elementos de gerações diferentes e conseguir um resultado harmonioso, afinal, usar objetos antigos em um ambiente moderno pode ajudar a personalizar uma decoração.

Sem contar as peças que carregam um sentimento, como móveis que pertenceram aos avós, tios, pais ou alguma outra pessoa querida.

Mas calma, se essa mistura te pareceu confusa e você não sabe como começar a misturar esses itens e criar uma decoração exclusiva, acompanhe nosso artigo! Trouxemos dicas valiosas e fundamentais para você entrar com tudo nessa tendência.

Madeira com toque de desgaste

Móveis rústicos possuem transmitem uma impressão vintage, pois dão a impressão de serem usados. Nesse caso, você pode usar móveis realmente antigos ou apostar em móveis novos feitos de madeira de demolição.

Outra dica legal é lixar a madeira para dar um efeito de desgaste e trocar puxadores atuais por peças antigas, esse pequeno detalhe fará diferença e dará charme ao móvel “novo”.

Pés de palito

Na década de 50 os pés de palito fizeram muito sucesso e estão de volta com tudo, afinal eles garantem o toque retrô. Aproveite para usar em sofás, poltronas ou mesas de centro.

Molduras barrocas

Você já deve ter visto em algum lugar aquelas molduras cheias de arabescos, certo? São as chamadas molduras barrocas, muito usadas em quadros, porta-retratos, espelhos e podem servir inclusive para decoração como a moldura pura e simples. Além do tom clássico que conferem ao ambiente, o efeito dessas molduras misturadas com peças modernas é incrível!

Aposte ainda em molduras barrocas para pôsteres de filmes antigos ou figuras abstratas e modernas, o contraste será interessante.

Ferro e porcelana

Usar peças de ferro valoriza muito a decoração vintage e essa valorização será ainda maior se o tom das peças for o tom natura, o de ferrugem. Vale a pena investir nessa ideia para colocar em lustres, arandelas, fruteiras, cantoneiras, maçanetas, vasos e etc.

A porcelana também é usada, principalmente as peças ricas em detalhes e com ares de louça antiga. Na cozinha vale a pena apostar em peças de louça e pratos pendurados na parede.

Peças icônicas

Pra quem quer optar por uma única peça de destaque para o ambiente, têm sempre aqueles objetos chave que trazem um aspecto vintage para a decoração, demos destaque a alguma delas:

– Vitrolas
– Vinil
– Aparelhos de rádio antigos
– Telefones com fio antigos
– Máquinas de escrever
– Livros antigos
– Candelabros e luminárias
– Malas antigas

Esses são alguns itens que podem se transformar com criatividade e ficam bem em qualquer tipo de decoração, independentemente do tamanho do espaço a ser decorado.

Estampas clássicas

Seguir padrões é algo extremamente vintage. Utilizar estampas floridas, abstratas, listradas, com formas geométricas, entre outras, podem e devem ser usadas para forro de sofá, poltronas, tapetes, almofadas e até cortinas.

Contraste de cores

Pense nas fotografias antigas de carros na rua… Era uma infinidade de cores que, com o passar dos anos e a modernidade, foram substituídos pelos carros quase sempre pretos, pratas e vermelhos.

Exatamente por isso, as cores vibrantes e a mistura delas remetem a uma decoração vintage. Quando misturadas a tons pastéis, aí realmente não há quem duvide do estilo de decoração refletido com o contraste daquelas cores.

Considere o uso de rosa claro, azul e verde bebê, azul turquesa e misture a tons vivos de vermelho, amarelo, dourado e etc. Vale lembrar que os tons pastéis combinam com os tons de marrom das madeiras.

Couro

Lembre-se dos sofás e poltronas antigos e reflita sobre o tipo de tecido usado para revesti-los, se você pensou no couro está correto. Aposte em poltronas e cadeiras revestidas de couro ou corino, os tons mais usados são pretos, marrom e caramelo.

Gostou das nossas dicas para compor uma decoração vintage e moderna ao mesmo tempo? Então vá atrás de lojas de antiguidades e garanta o uso de cristaleiras e escrivaninhas para ter um ambiente na moda.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Tem varanda? Veja como escolher os melhores materiais para o seu piso

A escolha do piso para a área externa deve ser feita com cuidado, por uma série de motivos. Confira nossas dicas a seguir para não errar!

Pode parecer uma tarefa fácil, mas a escolha do piso ideal para área externa não é tão simples.

Aliás, a escolha do piso para qualquer cômodo deve ser pensada de uma forma prática, afinal estamos falando de uma das primeiras escolhas da decoração de um espaço e nesse momento, devemos levar em conta a utilização dada para o ambiente.

Então se você está procurando informações sobre tipos de piso externo e outras dicas para escolher o piso da sua varanda, acompanhe os conselhos a seguir:

Antes da escolha:

Antes de iniciar qualquer escolha por um modelo ideal, é importante considerar alguns pontos da sua varanda, são eles:

– Circulação do local: Existem as novas varandas gourmet, as vezes acopladas a outros ambientes da casa. Isso faz com que a área seja usada para receber amigos, fazer aquele churrasco no final de semana, entre outras atividades.

Com isso, algumas varadas chegam a abrigar churrasqueira, sofá, minicozinha e até jardim, logo é preciso levar esse conjunto de dados em conta na hora de escolher o piso e selecionar um pavimento resistente, que possa receber o alto fluxo de pessoas e ainda possa aguentar o peso desses móveis sem prejudicar o material.

– Exposição a fatores naturais: Dependendo do tipo de material do piso escolhido, a incidência do sol e da luz natural pode causar machas, além disso, se a área fica exposta a chuva, o piso deve ser preparado para isso, ou você terá que fazer a manutenção e até a troca muito mais cedo do que o desejado.

Essa questão é muito importante e deve ser bem avaliada principalmente para quem tem uma varanda descoberta. A varanda sem cobertura deixa tudo muito mais exposto.

– Umidade local: É comum manter jardins em varandas e com isso a umidade do local tende a ser mais alta, o piso correto para quem tem uma varanda desse tipo são os mais resistentes a água.

– Família com ou sem crianças: Além da questão da segurança do local, com o uso de redes de proteção e etc. Para quem possui crianças em casa, a escolha do piso deve levar em conta as brincadeiras e possíveis quedas que possam acontecer.

– Presença de animais domésticos: Animais domésticos costumam ter brinquedos e fazer sujeira, a opção deve ser por um piso de fácil limpeza.

– Uso da varanda: Pode ser que sua família não tenha o hábito de receber muitos amigos e a varanda seja utilizada apenas para aquele descanso pós almoço, um local para ler um livro ou para ver o movimento da rua. Independente do uso, as atividades realizadas no local devem ser levadas em consideração para a escolha do piso.

Esses são apenas pontos básicos de atenção que devem ser levados em consideração, obviamente após essas definições é preciso verificar questões de durabilidade do piso, escolha do estilo, entre outras coisas.

Agora que você já sabe os pontos mais importantes para refletir na hora de escolher seu piso, vamos saber um pouco mais sobre os revestimentos para área externa existentes no mercado Acompanhe!

Tipo de piso para área externa:

– Piso cerâmico: As opções mais comuns para assentar em varandas ou uma área de lazer com churrasqueira. Esse tipo de piso é resistente, possui alta durabilidade, não pede muita manutenção e é extremamente fácil de limpar.

Existem opções com textura e granilha, os chamados antiderrapantes, ideais para quem tem criança e quer evitar quedas durante as brincadeiras e até na hora da limpeza. A cerâmica possui alta variedade no mercado e acaba sendo a opção mais comum para varandas.

Os pisos em cerâmica são classificados de acordo com o PEI de cada peça. Antes de efetuar a compra, verifique qual o PEI da cerâmica, quanto maior ele for maior será a resistência e a durabilidade do mesmo.

Em áreas externas é comum o uso de cerâmicas com PEI 4 ou 5.

– Porcelanato: Apesar de muito utilizado para salas e outros cômodos internos, o porcelanato pode ser aplicado em ambientes externos, assim como a cerâmica. O ideal é o uso de porcelanato acetinado.

Esse tipo de porcelanato possui um acabamento fosco e por esse motivo se torna ideal para ambientes mais rústicos. O porcelanato também é muito utilizado devido à alta durabilidade que oferece.

– Ardósia: A ardósia é o revestimento perfeito para quem tem área descoberta, exposta a chuva, ou que possui umidade no local, já que ela é resistente à água.

Porém, a ardósia exige um cuidado especifico na hora de efetuar a limpeza, pois pode ficar manchada facilmente. Não é recomendada para quem tem animais domésticos que utilizem o espaço para brincar ou fazer suas necessidades.

Além desses três tipos de revestimento, os mais usados em varandas, é possível também utilizar pedra ou madeira. Para entender mais sobre as diferenças entre cada tipo de revestimentos leia nosso artigo sobre o assunto clicando aqui.

E continue acompanhando nossos artigos com mais dicas de decoração para ambientes internos e externos, em qualquer fase da sua construção ou reforma.

 Fonte: http://www.imovelweb.com.br

37 perguntas e respostas sobre Direito Trabalhista

Confira as principais dúvidas sobre direitos dos funcionários de condomínios

Confira as principais dúvidas sobre direitos dos funcionários de condomínios

A gestão dos funcionários de condomínio pode ser um desafio enorme. Além das dificuldades de se gerir pessoas, há uma extensão legislação para se seguir.

A CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) data de 1943.De lá para cá foram diversas alterações no principal regramento que dita normas entre trabalhadores e empregadores. No ano passado, a CLT sofreu diversas alterações, a chamada Reforma Trabalhista. Com isso, muita coisa mudou.

Como muita coisa mudou, listamos abaixo 37 perguntas e respostas sobre Direito Trabalhista com foco em condomínios. Tire suas dúvidas!

1 – Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado?

O parágrafo primeiro, do artigo 459 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), estabelece que o pagamento do salário deve ser realizado no máximo até o 5º dia útil do mês subsequente ao vencido.

É permitido o pagamento por cheque ou depósito bancário a alfabetizados, desde que o horário do banco permita ao empregado movimentar a conta, devendo a empresa pagar as despesas de condução, se o banco não estiver próximo.

A movimentação da conta através de cartão magnético também é permitida.

2 – Qual o procedimento a ser adotado se o empregado que está cumprindo aviso prévio praticar irregularidades no trabalho?

Independentemente de estar cumprindo aviso prévio, o empregado que cometer irregularidades na prestação de serviços está sujeito às sanções disciplinares, que poderão variar entre advertência e suspensão, podendo ainda implicar na rescisão do contrato por justa causa no caso de reincidência ou dependendo da gravidade da irregularidade.

3 – O que fazer se o empregado demitido, comparecendo ao sindicato ou ao Ministério do Trabalho para homologação da rescisão trabalhista, se negar a receber as verbas devidas?

Se o empregado se recusar a receber as verbas trabalhistas, depositar na conta dele, se não tiver conta, fazer consignação em juízo, para que a Justiça do Trabalho entenda que você cumpriu com sua obrigação. Mas após a Reforma Trabalhista não é mais necessário fazer homologação em sindicato ou Ministério do Trabalho.

4 – O que é Convenção Coletiva de Trabalho?

Trata-se de um acordo entre sindicato de empregados e sindicato de empregadores para a estipulação de normas, que dispõe sobre as condições mínimas de trabalho da categoria, como por exemplo, pisos salariais, benefícios, etc.

Conforme define o artigo 611 da CLT, a convenção coletiva de trabalho é o acordo de caráter normativo, pelo qual dois ou mais sindicatos representativos de categorias econômicas e profissionais estipulam condições de trabalho aplicáveis, no âmbito das respectivas representações, às relações individuais de trabalho.

Os direitos previstos na convenção coletiva têm a mesma força das normas da CLT.

5 – Na rescisão por justa causa é possível a homologação pelo sindicato ou no Ministério do Trabalho?

Após a reforma trabalhista não é necessária homologação do contrato de trabalho, inclusive para demissões por justa causa. Porém, não há impedimento para que a mesma seja homologada.

6 – O empregado que trabalha no horário noturno caso seja transferido para o horário diurno, perde o direito ao adicional noturno?

O empregado perde o adicional, caso seja transferido para o horário diurno, conforme dispõe a Súmula 265 do Tribunal Superior do Trabalho – TST; sendo importante que o empregador obtenha a anuência do mesmo por escrito; caso contrário a mudança de horário não será lícita, por ferir o art. 468 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.

É devido o adicional noturno ao empregado que trabalhar no período entre as 22:00 horas de um dia e as 5:00 horas do dia seguinte. Esse adicional é de 20% (vinte por cento) sobre a remuneração do trabalho diurno.

7 – O empregado que se afastar por motivo de doença, tem o direito de correção salarial igual àquela obtida por outros funcionários, após seu retorno ao trabalho?

Sim, terminado o período de afastamento por motivo de doença, cabe ao funcionário retornar imediatamente ao trabalho e ele também fará juz a correção salarial igual à obtida por outros funcionários durante o seu afastamento.

8 – É possível desistir após ter dado aviso prévio ao empregado?

O aviso prévio é a informação à outra parte que o contrato de trabalho terminou, é possível desistir sim, mas como o contrato de trabalho tem que ter aceitação das duas partes, o avisado tem que concordar com o cancelamento do aviso prévio. Ou ainda as partes podem fazer a quitação do contrato de trabalho e iniciar um novo.

9 – Qual a duração da jornada de trabalho?

Em geral a duração da jornada conforme CLT é de 44 horas por semana e 220 horas por mês.

10 – Quantas horas de descanso deve haver entre uma jornada de trabalho e outra?

Trata-se de intervalo interjornada que não se confunde com o intervalo para refeição e descanso, que deve ser de no mínimo de 1 hora para jornadas superiores a 6 horas. Entre duas jornadas de trabalho haverá um período mínimo de 11 (onze) horas consecutivas para descanso.

11- O trabalho realizado em dia de feriado não compensado é pago de que forma?

A cláusula pertinente ao trabalho em domingos e feriados (folgas trabalhadas) da Convenção Coletiva de Trabalho dos Empregados em Edifícios e Condomínios, determina a remuneração em dobro do trabalho em domingos e feriados não compensados, sem prejuízo do pagamento do repouso remunerado, desde que, para este, não seja estabelecido outro dia pelo empregador.

12 – Qual é o prazo para pagamento da remuneração das férias e abono solicitados?

Hoje, com a reforma trabalhista, as férias podem ser gozadas em até 3 períodos, sendo que um deles não pode ser inferior a 14 dias. O pagamento da remuneração das férias e do abono será efetuado até dois dias antes do início do respectivo período.

13 – Quantas vezes o empregado pode faltar ao serviço sem perder o direito às férias?

O empregado do condomínio pode faltar injustificadamente até 5 dias a cada 12 meses de vigência do contrato para gozar os 30 dias de férias, caso ocorra mais falta, os dias de férias serão descontados na seguinte proporção: 24 dias corridos, quando houver tido de 6 a 14 faltas; 18 dias corridos, quando houver tido de 15 a 23 faltas; 12 dias corridos, quando houver tido de 24 a 32 faltas.

14 – Qual é o prazo para pagamento das verbas oriundas da rescisão do contrato de trabalho?

De acordo com o parágrafo 6º do art. 477 da Consolidação das Leis do Trabalho, o pagamento das parcelas constantes do instrumento da rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado nos seguintes prazos:

  • até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato;
  • ou até o décimo dia, contado do dia da notificação referente à demissão, quando da ausência do aviso-prévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento.

15 – Em caso de morte do empregado, qual o procedimento que o síndico deve ter para efetuar a rescisão?

O síndico deve providenciar a baixa na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), e deve anotar no campo data da saída, o dia do óbito do empregado e efetuar a rescisão contratual por falecimento.

Os valores rescisórios deverão ser pagos em quotas iguais, aos dependentes habilitados perante a Previdência Social. Caso não sejam identificados esses dependentes,os valores deverão ser pagos através de ação de consignação em pagamento perante a Justiça do Trabalho.

16 – Qual a quantidade de horas extras permitidas para o funcionário de condomínio?

Conforme preceitua o art. 59 da CLT, a duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente a duas horas por dia.

17 – As horas extras ficam incorporadas ao salário?

A incorporação das horas extras ao salário não vigora mais, em função do Enunciado 291, do Tribunal Superior do Trabalho que assim determina:

“A supressão, pelo empregador, do serviço suplementar prestado com habitualidade durante pelo menos um ano, assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor das horas mensais suprimidas para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal.

O cálculo observará a média das horas suplementares efetivamente trabalhadas nos últimos 12 meses, multiplicado pelo valor da hora extra do dia da supressão”.

Não é necessário homologar tal ato perante o sindicato ou delegacia do trabalho.

18 – Como proceder caso o empregado abandone o emprego?

O abandono de emprego se caracteriza pela ausência do funcionário no condomínio por mais de 30 dias consecutivos.

O síndico, ao constatar que o funcionário está ausente por esse período, deverá convocá-lo para justificar as suas faltas por correspondência registrada ou pessoalmente. Caso o funcionário não compareça estará caracterizado o abandono de emprego.

A notificação poderá ser feita pelo correio com AR, telegrama ou pelo Cartório de Títulos e Documentos. Aviso pela imprensa não tem grande valor perante a Justiça do Trabalho.

19 – Existe algum critério de precedência para aplicação de penalidades ao empregado, no caso de suspensões e advertências?

O síndico tem o poder disciplinar no condomínio e pode aplicar penalidades aos empregados que violarem o regimento interno do local. Entretanto, não existe um critério de precedência e pode ser aplicada a advertência ou suspensão analisando a gravidade do fato. O síndico deve aplicar essas penalidades sempre com bom senso e em caso de falta grave pode ser aplicada a justa causa.

Se o síndico der 3 advertências, de acordo com a gravidade para a mesma incidência, pode suspender o funcionário ou aplicar demissão por justa causa. Lembrando que existem hipóteses para demissão imediata por justa causa no artigo 482 da CLT.

20 – Qual o prazo que o empregado tem para solicitar a primeira parcela do 13º por ocasião das férias?

Para que o adiantamento possa ser concedido juntamente com o pagamento das férias do empregado, o empregado deve fazer a solicitação ao síndico durante o mês de janeiro do corrente ano.

21 – Qual é o prazo que o empregador tem para devolver ao empregado, a carteira de trabalho, que tomou para anotações?

O empregador tem o prazo, improrrogável, de 48 horas para fazer anotações necessárias e devolver a CTPS. Esse prazo começa a ser contado a partir do momento da entrega da carteira, que deve ser devolvida mediante recibo do empregado.

22 – Quando a carteira de trabalho deve ser atualizada?

A carteira de trabalho deve ser sempre que ocorrer alteração contratual, correção salarial, concessão de férias ou em caso de recolhimento de contribuição sindical.

23 – Em que hipóteses o empregado pode deixar de comparecer ao serviço, sem prejuízo do salário?

O artigo 473 da CLT apresenta determinadas situações em que não pode haver desconto do salário:

a) Falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que viva sob dependência econômica do empregado conforme declarado em sua CTPS: até 2 (dois) dias consecutivos;

b) Em virtude de casamento: até 3 (três) dias consecutivos;

c) Licença-paternidade: 5 (cinco) dias;

 d) Doação voluntária de sangue devidamente comprovada: 1 (um) dia a cada 12 (doze) meses;

e) Alistamento eleitoral: até 2 (dois) dias consecutivos ou não;

f) Serviço militar, durante o tempo em que tiver de cumprir as suas exigências;

g) Nos dias em que estiver realizando exame vestibular para ingresso no ensino superior;

h) Quando tiver de comparecer em juízo, durante o tempo em que for necessário;

i) Aborto não criminoso: 2 (duas) semanas;

j) Quando, na qualidade de representante de entidade sindical, estiver participando de reunião oficial de organismo internacional do qual o Brasil seja membro, pelo tempo que se fizer necessário;

l)Acompanhamento de consultas médicas e exames complementares durante o período de gravidez de sua esposa ou companheira: até 2 (dois) dias;

m) Acompanhamento de filho de até 6 (seis) anos em consulta médica: 01 (um) dia por ano; (Para os empregados em condomínios residenciais, comerciais ou misto, de São Paulo, a Convenção Coletiva prevê que “as faltas ou horas não trabalhadas do empregado que necessitar assistir seus filhos menores de 14 (catorze) anos em médicos, desde que o fato resulte devidamente comprovado, posteriormente, através de atestado médico e no máximo 3 (três) vezes  em cada 12 (doze) meses”, ampliando as hipóteses de falta sem comprometimento do salário).

Outras situações:

Afastamento por doença: pelo tempo em que perdurar a doença. Em caso de afastamento superior a 15 (quinze) dias, o empregador é responsável pelo salário nestes primeiros 15 (quinze) dias e a partir do 16º (décimo sexto) o pagamento ocorrerá por conta da Previdência Social, desde que, constatada a incapacidade do empregado em perícia médica.

24 – É possível implantar o “banco de horas” (as horas extras trabalhadas em um dia serem compensadas com a diminuição em outro dia) para empregados em condomínios?

Considerando que a Lei 13.467/2017 (Reforma Trabalhista) acrescentou o parágrafo 5 (quinto) ao artigo 59 da CLT, em princípio, não há impedimento à implantação de bando de horas, desde que, observados os requisitos legais.

Contudo, cumpre esclarecer que, no tocante à jornada de trabalho, o que for convencionado se sobrepõe ao legislado.  A atual Convenção Coletiva dos Empregados em Condomínio de São Paulo (Sindifícios 2017/2018) é anterior à lei em comento e não prevê tal possibilidade, podendo advir na próxima convenção com efeito modificativo neste sentido.

25 – O condomínio pode contratar um empregado para trabalhar menos que 44 (quarenta e quatro) horas semanais, recebendo salário proporcional à sua jornada?

A Lei 13.467/2017 (Reforma Trabalhista) acrescentou o artigo 58-A, à CLT, que dispõe que “considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais”, sendo que o salário do empregado será proporcional à sua jornada, em relação aos empregados que cumprem, nas mesmas funções, em tempo integral.

26 – Quais as jornadas de trabalho semanal que podem ser adotadas para os empregados em condomínios?

Poderão ser adotadas quaisquer escalas de trabalho (5×1, 6×1), desde que, respeitado o limite de 8 (oito) horas diárias e 44 (quarenta e quatro) horas semanais com a concessão de descanso semanal remunerado em período não excedente a 6 (seis) dias na semana. Também é possível a adoção da escala 12×36, mediante acordo coletivo.

Obs.: as escalas que impliquem em trabalho aos domingos só poderão ser utilizadas para porteiros e ascensoristas, conforme o Regulamento do Decreto nº 27.048/ 49. Deverão também ser observados o limite constitucional das jornadas diária (de, no máximo, 8 [oito] horas) e semanal (de, no máximo, 44 [quarenta e quatro] horas).

27 – O síndico é obrigado a contribuir para a Previdência Social?

Ele deverá contribuir obrigatoriamente se receber remuneração do condomínio pelo exercício do cargo (obs.: o INSS considera a isenção da quota condominial como remuneração).

A obrigação surgiu com a Lei nº 9.876, de 26 de novembro de 1999, que classificou os síndicos de condomínios como contribuintes individuais.

28 – Os condomínios estão obrigados a realizar exames médicos em seus empregados?

Sim, por força do estabelecido no art. 168 da CLT e pela Norma Regulamentadora nº 07 – NR-7, que é parte de um conjunto de normas relativas à segurança e medicina do trabalho, editadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, todos os empregadores estão obrigados à implementação do chamado Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, o qual prevê a realização de exames médicos dos seus empregados, a cada 12 meses.

29 – Em que ocasiões devem ser realizados os referidos exames médicos?

Pode-se dizer, resumidamente, que os exames médicos devem ser realizados nas seguintes ocasiões:

  • antes da admissão do empregado;
  • periodicamente;
  • mudança de função, quando a nova ocupação exponha o trabalhador a agente de risco;
  • quando do retorno ao trabalho após afastamento por período igual ou superior a 30 dias por motivos de doença, acidente ou parto;
  • quando da demissão do empregado.

30 – Quais os intervalos mínimos para a realização dos exames periódicos?

O período minimo é anual podendo ser por um período menor, a critério do médico encarregado, ou se notificado pelo médico agente da inspeção do trabalho, ou, ainda, como resultado de negociação coletiva de trabalho;

31 – Os Condomínios estão obrigados a implementar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA?

O Condomínio, assim como todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, estão sujeitos à Norma Regulamentadora nº 09 – NR-09, do Ministério do Trabalho e Emprego, que impõe a implementação do referido programa, cujo objetivo é o antecipado reconhecimento, avaliação e controle dos riscos que o ambiente de trabalho possa oferecer à saúde do trabalhador.

32 – Feita a primeira avaliação técnica do ambiente de trabalho, após quanto tempo deverá ser renovada?

Conforme dispõe a NR-09, deverá ser feita pelo menos uma vez ao ano uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários, podendo ocorrer avaliação em menor tempo, caso seja identificada necessidade para tal, por exemplo, havendo uma modificação nas instalações ou condições do ambiente de trabalho.

33 – Qual o profissional adequado para a implementação do PPRA?

Tendo em vista que o reconhecimento, a avaliação e o controle dos riscos oferecidos pelo ambiente de trabalho devem ser apurados tecnicamente, de forma que a efetividade do programa possa ser atingida, os profissionais mais aptos a tal serviço são os técnicos e engenheiros de segurança no trabalho, que elaborarão laudo técnico das condições ambientais e indicarão as medidas eventualmente necessárias à eliminação de riscos.

Tal documento deverá ser mantido pelo condomínio à disposição dos trabalhadores e da fiscalização, permanecendo em arquivo por período mínimo de 20 anos.

34 – É obrigatória a existência de CIPA nos Condomínios?

A existência da CIPA nos Condomínios está condicionada ao número de empregados que tenha, pois, conforme o disposto na NR-05 do Ministério do Trabalho e Emprego, caso o Condomínio tenha menos de 51 empregados somente estará obrigado a designar um dentre eles para responsabilizar-se pelos objetivos da NR-05.

Havendo mais de 51 empregados, deverá o condomínio constituir a CIPA com todas as formalidades previstas na Norma Regulamentadora.

35 – Qual a finalidade da CIPA?

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, tem como finalidade a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

36 – No caso do condomínio estar desobrigado da constituição da CIPA devido ao seu número reduzido de empregados, qual a sua obrigação perante o empregado indicado a cumprir os objetivos da NR-05?

Neste caso, após a designação do empregado responsável, caberá ao empregador promover, anualmente, treinamento de no mínimo 20 horas-aula para o designado responsável pelo cumprimento do objetivo desta NR, a fim de que este se torne apto a atuar na prevenção de acidentes.

37 – O empregado cipeiro tem direito à estabilidade?

A Constituição Federal, ao garantir a estabilidade aos cipeiros, o fez somente em relação àqueles que sejam eleitos.

Assim, tendo-se em vista que a eleição é peculiar aos representantes dos empregados, pois os representantes do empregador são por ele designados, a estabilidade somente é conferida ao cipeiro representante dos empregados.

Portanto, o empregado designado como responsável pelo cumprimento da NR-05 nos Condomínios com menos de 51 empregados, por ser indicado pelo empregador, não fará jus à estabilidade provisória do cipeiro.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Realizar obras em imóveis alugados exige uma negociação transparente entre dono e inquilino

Algumas dicas podem contribuir para que eventuais mudanças surtam efeito

José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas

Especialistas sugerem investir na pintura, nos acessórios e em adesivos ou papel de parede em caso de mudanças para deixar o imóvel com aparência de decoração econômica - Thiago Costoli/Divulgação
Especialistas sugerem investir na pintura, nos acessórios e em adesivos ou papel de parede em caso de mudanças para deixar o imóvel com aparência de decoração econômica

Encontrar um imóvel para alugar que atenda a todas as expectativas do novo morador é uma tarefa complicada. Porém, é inevitável que o inquilino queira fazer algumas mudanças ou adaptações no imóvel antes de se mudar. Para isso, é importante que o proprietário e o locatário combinem antes da assinatura do contrato as mudanças necessárias, para que não haja reclamações posteriores.

Quando a pessoa compra um imóvel usado dificilmente vai entrar nele sem precisar fazer algum tipo de mudança. “Antes de adquirir o imóvel, na vistoria será verificada a estrutura, como trincas e fissuras que possam comprometer a segurança do prédio, mas em regra a pessoa pode mudar para qualquer lugar sem fazer nenhum tipo de alteração e só iniciar uma reforma já dentro do imóvel. O que vai determinar isso é o poder aquisitivo e o gosto particular de cada um”, avalia Renato Horta, advogado de família.

Mas, no caso de aluguel, basta o locatário verificar se o imóvel atende às necessidades básicas e às expectativas naquele momento. “Já que o locatário – apesar de ter a posse direta do imóvel – não detém a propriedade, pode rescindir o contrato caso o bem não atenda à finalidade para a qual foi locado”, pontua.

Fazer modificações em uma casa alugada requer planejamento e conversa detalhada com o dono do imóvel. “Depende do tipo de modificação que a pessoa vai fazer, porque se é necessária e não for feita pode comprometer a estrutura do imóvel. E se não houver previsão em contrário no contrato, o inquilino pode fazer essa alteração e depois ser reembolsado por meio de indenização.”

As obras que não são necessárias e não colocam em risco seus moradores são chamadas de benfeitorias úteis. “O inquilino poderá fazê-las, desde que autorizado pelo proprietário para ser reembolsado posteriormente. Se forem outras benfeitorias, só pra embelezar o imóvel, o inquilino, pode até fazer, só que o proprietário não é obrigado a indenizá-lo”, afirma o advogado.

CONTRATO 

Por isso, é preciso estar atento às condições do contrato firmado entre o inquilino e o proprietário ou administradora. “É importante observar a existência de obrigações acessórias, por exemplo, a devolução do imóvel pintado. Deve-se ficar atento também sobre qual período se incidirá multa em caso de rescisão antecipada do contrato. Verificar ainda se há proibição de execução de benfeitorias para que o locatário não venha a ser prejudicado financeiramente caso execute algumas obras.”

Já o locador precisa ter atenção se o imóvel for para fins residenciais. Apesar de a lei não obrigar, é aconselhável que o contrato tenha prazo mínimo de 30 meses, pois fixado prazo inferior a esse poderá o locatário permanecer no imóvel por até cinco anos.

REFORMA 

Para Flaviane Pereira, designer de interiores, e Márcia Coimbra, arquiteta do escritório Ágille Arquitetura, o planejamento é o principal objetivo para o sucesso de qualquer projeto de vida que se deseja alcançar na hora da realização do sonho da casa própria, independentemente se a aquisição do imóvel for na planta ou usado. “Caso encontre um imóvel, mas o inquilino pretende intervir na moradia, é recomendado contratar um profissional habilitado para que faça o planejamento das intervenções desejadas e que em comum acordo com o proprietário sejam validadas e aprovadas para dar início ao projeto”, afirmam.

A contratação de um profissional habilitado é necessária para a emissão da norma técnica e para prosseguir com o andamento das intervenções futuras. Uma cópia desses documentos deverá ser entregue acompanhada de uma do projeto e memorial descritivo para o síndico do condomínio. Se o arquiteto não o fizer, caberá ao síndico solicitar a documentação.

DECORAÇÃO 

Algumas mudanças podem ser feitas sem afetar o projeto original do imóvel. “Se forem para deixar o ambiente com aspecto de decoração econômica e só para renovar o ambiente, invista na pintura e nos acessórios, ou em um adesivo ou papel de parede, reutilize objetos ou acessórios, abuse do verde, monte um jardim sustentável e desfrute desse novo lar”, recomendam Flaviane Pereira e Márcia Coimbra.

A arquiteta e a designer de interiores dão algumas dicas para deixar o novo lar mais aconchegante. “Abuse dos acessórios, como um tapete para esconder algumas patologias no piso, o uso de adornos e almofadas para compor essa área que necessita de algum tratamento especial e deixar o ambiente com um clima acolhedore mais aconchegante. Pinte as paredes com cores claras se seu espaço demanda amplitude ou se existe algum defeito que o incomode. Se algum revestimento do banheiro ou outra área de algum cômodo necessitem de algum tratamento, uma ótima opção será o espelho, que, além de ampliar, é esteticamente belo no décor”, afirmam.

Outra dica importante é o uso de madeiras e plantas, deixando o espaço mais próximo da natureza, trazendo mais conforto para o lar e proporcionando sustentabilidade.

Em áreas externas, grandiosas ou enxutas, para propor um espaço aberto e agradável, a dica para espaços pequenos é ter cuidado com a dimensão do mobiliário escolhido. O espaço mais enxuto é perfeito para uma reunião, assim como um espaço amplo possibilita uma amplitude de opções na hora do planejamento conceitual.

É necessário pensar quais são as suas reais necessidades e assim definir suas prioridades e quais os espaços são mais importantes para você investir no imóvel. “A dica preciosa é identificar suas necessidades e agarrar as oportunidades, olhando sempre os diversos fatores envolvidos, como a localização, qualidade e contrato.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Inspeção predial e a responsabilidade do síndico

Consta na norma técnica ABNT NBR 5674 uma das definições para inspeção predial: “Avaliação do estado da edificação e de suas partes constituintes, realizada para orientar as atividades de manutenção.”

Na inspeção predial é verificado o estado geral – de conservação e de manutenção – da construção do condomínio, com o objetivo de evitar obras emergenciais e, principalmente, zelar pela segurança de todos que usam as instalações.

NBR 15575 – Construções de mais qualidade, síndicos com mais responsabilidade

Norma de Desempenho de Edificações (NBR 15575) aumentou consideravelmente o nível de exigência de empresas do ramo de construção civil. Nos indicadores de desempenho de uma edificação são avaliados quesitos de conforto e qualidade na estrutura, vedações, pisos, instalações e coberturas. Essa norma também ajuda a realizar a correta divisão de responsabilidades entre projetistas, construtoras, usuários (no caso, condomínios) e fabricantes.

Em novas construções, o plano de manutenção deve constar no manual do usuário para execução de todas as especificações, pois do contrário, se houver um problema específico, o condomínio não poderá cobrar ações das construtoras e incorporadoras. O cumprimento correto das manutenções preventivas conforme instruções do manual é a garantia do edifício.

Para condomínios mais antigos, o laudo da inspeção predial pode ser útil para negociar com construtoras que entregam obras com vícios ocultos, podendo inclusive servir de prova em demandas judiciais.

A responsabilidade da manutenção predial é do síndico, que deverá contratar um profissional habilitado (normalmente um engenheiro) ou especialista capacitado, conforme o caso, para efetuar o laudo de inspeção predial.

Quem pode fazer a inspeção predial

Para vistorias mais simples, relacionadas à conservação do prédio, um técnico em edificações poderá auxiliar, mas para a inspeção predial o profissional contratado deverá emitir uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), que comprovará a adequada inspeção do condomínio.

Como funciona

O profissional emitirá um relatório detalhado do que foi observado no edifício – um laudo. Com esse laudo em mãos, caberá ao síndico cumprir rigorosamente as instruções. Na maioria das vezes haverá um cronograma de manutenção priorizando áreas de risco ou que mais necessitam reparo ou manutenção. Esse laudo facilitará o planejamento para execução das futuras obras.

Periodicidade

O tempo das avaliações periódicas varia de acordo com a idade do imóvel e do tipo de construção, devendo o síndico estar sempre atento a fissuras nas paredes ou qualquer deformação nas estruturas; infiltrações e sistema elétrico, principalmente.

O síndico deverá pesquisar se na sua localidade existe uma lei ou norma que trata da periodicidade na inspeção predial. Não havendo legislação a respeito e nenhum vício aparente, uma sugestão é realizar a inspeção a cada cinco anos para prédios com até 10 anos (seguindo as recomendações do manual do usuário); a cada dois anos para prédios acima de 10 até 15 anos, e anualmente para prédios com mais de 15 anos.

Karla Pluchiennik Moreira

Empresária, administradora, coach e diretora do Portal Viva o Condomínio. Presta consultoria para uma rede com mais de cem escritórios nas principais cidades do Brasil.

Fonte: https://vivaocondominio.com.br/

Saiba como ganhar espaço em todos os cômodos da casa

Precisa ganhar espaço em casa e não sabe por onde começar? Separamos algumas dicas infalíveis para aproveitar melhor o ambiente.

Com o passar do tempo, os apartamentos têm ganhado metragens menores, ficando mais compactos e exigindo adaptações para melhor aproveitamento do ambiente.

Esses formatos exigem mais da decoração e pedem móveis mais práticos, que otimizem a rotina do dia a dia mas sem ocupar espaço demais. Por isso, separamos as melhores dicas para aplicar agora mesmo no seu lar!

Quando o espaço já é pequeno, o ideal é tentar gerar um maior percentual de aproveitamento de cada cômodo, e a melhor forma de fazer isso é utilizando móveis planejados, pensados especialmente para a sua situação.

Existem opções de móveis com essa finalidade para todos os ambientes da casa, quartos, cozinhas ou salas. Nem sempre é necessário que a casa inteira seja adaptada com móveis planejados, mas caprichar nos cômodos menores já ajuda e muito na organização diária do ambiente.

Adaptar os guarda-roupas, armários de cozinha e rack da sala tornam os cômodos mais amplos e confortáveis para curtir o melhor da sua casa durante suas folgas do trabalho.

Um rack de chão, menor e mais estreito, ajuda a reduzir o número de elementos expostos, concentrando o espaço apenas para controles, aparelho de home theater, receptor da TV ou videogame. As TVs mais novas são pensadas para facilitar a vida dos usuários quando anexadas a parede.

Já nos quartos, um guarda-roupas embutido pode fazer milagres deixando a circulação mais fácil no ambiente. Abuse de prateleiras, nichos, gavetas e até mesmo do espelho nas portas para deixar as paredes livres.

O modelo ideal é o que melhor atende às suas necessidades, portanto, converse com o profissional que irá cuidar do seu móvel e indique o que é fundamental para você.

Embutir o fogão, a geladeira e a lavadora de louças deixa todos os móveis da cozinha no mesmo nível do cômodo e o corredor torna-se mais espaçoso para realizar as tarefas do dia a dia. Além disso, todas as peças que você pode precisar ficaram próximas, deixando mais ágil a realização dos seus almoços e jantares e minimizando o tempo empenhado na cozinha.

Os balcões são ótimas alternativas para guardar os eletrodomésticos da casa.

Ainda falando sobre cozinhas, a forma ideal de ganhar espaço no ambiente é trocando a sua comum por uma americana! Além de super charmosa, fica mais fácil receber amigos e parentes para um jantar no final de semana. O balcão pode também ser utilizado como mesa para refeições rápidas como cafés da manhã e lanches da tarde.

Para moradores solteiros ou casais sem filhos, a possibilidade de usar o balcão ou necessidade de uma mesa menor automaticamente ajudam a poupar espaço no ambiente.

Nos quartos, use nichos ou prateleiras para guardar acessórios decorativos ou produtos que você use com frequência. Os nichos não ocupam espaço no chão, podendo ficar acima de cômodas ou outros móveis pequenos.

Outro recurso para ganhar espaço nos quartos é ter uma cama sem cabeceira, que atualmente são muito comuns nos modelos Queen e King size. Esse tipo de cama além de não ter cabeceira, possui um baú interno amplo que serve para guardar itens variados e poupar algum espaço.

Nos banheiros, opte por armários pequenos embutidos abaixo da pia e guarde apenas o que for essencial no ambiente.

Evitar acúmulos de produtos e desapegar de coisas que não estão sendo utilizadas é também um jeito prático de aliviar espaço nos cômodos e tornar a vida mais confortável. Tire um dia para fazer aquela limpeza em embalagens de itens já vencidos ou vazios, roupas e sapatos que não são usados há muito tempo e demais artigos que possam estar causando volume em casa.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

O síndico pode invadir a unidade sem autorização do morador?

Saiba em quais situações a entrada é permitida

 

Saiba em quais situações a entrada é permitida

 

 

Entrar em uma unidade condominial sem autorização pode ser um grande problema. Afinal, entrar na casa de alguém sem ser autorizado pode resultar em muitos problemas e até em processos como invasão de domicílio.

Porém, vivendo em condomínio, há coisas que podem acontecer de repente – e que peçam a entrada urgente de terceiros na unidade.

Nesse vídeo da série “Especialistas”, o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich explica quando é possível entrar na unidade condominial sem a autorização do morador.

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Já pensou em fazer seguro residencial? Conheça os detalhes e veja se vale a pena

Saiba quais são as vantagens e desvantagens desse tipo de contratação

Fato: o seguro residencial é muito barato quando comparado ao de um veículo. Com pouco dinheiro você pode garantir coberturas de grandes sinistros, como incêndio. Mas qual a possibilidade de a sua casa pegar fogo? Pois é, a questão é muito individual. Para saber se vale a pena, leia atentamente todas as cláusulas avalie os riscos.

Para o presidente da Comissão de Riscos Massificados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Danilo Silveira, considerando a relação custo-benefício, sempre vale fazer o seguro residencial. Ainda assim, somente 15% das residências têm seguro no Brasil.

“O gasto médio anual é inferior a R$ 350,00, garantindo o principal bem da família contra danos acidentais e oferecendo serviços de assistência emergencial, como chaveiros, eletricistas e outros prestadores de serviços especializados”, ressalta Silveira.

O vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São (Sincor- SP), Boris Ber, diz que a procura ainda é muito baixa, já que boa parte das pessoas nem pensa nisso. Ele lembra que os seguros dos condomínios não cobrem todo, mas apenas a parte da construção.

“As roupas, a mesa de jantar, o sofá, o terno, não estão cobertos pelo seguro do condomínio. A experiência diz que quando você oferece o seguro residencial, explicando bem, 70% fecham”, afirma Ber.

O representante da FenSeg recomenda que as pessoas analisem os riscos aos quais o imóvel está exposto, considerando o histórico da localização, possibilidade de incidência de atos da natureza (ventos fortes, granizo etc), registros de furtos e roubos, e situações que podem causar danos a terceiros para cobertura de responsabilidade civil.

“O cliente deve também indicar valores segurados adequados para as coberturas escolhidas, considerando os preços de reconstrução do prédio e reposição dos bens, bem como a extensão dos eventuais danos em caso de sinistro. Não precisa incluir a valorização imobiliária”.

Adicionais

No seguro da residência, o cliente tem a possibilidade de incluir muitas coberturas adicionais, o que vai encarecendo o valor final contratado. De acordo com Ber, é possível até oferecer cobertura para o caso de queda de avião na casa, quando a pessoa mora perto de aeroporto.

“De impacto de veículos, caso a pessoa more num cruzamento movimentado. De dano elétrico, que é um curto-circuito sem a presença de fogo, e até de pagamento de hotel por determinado período, caso aconteça algo com o apartamento”.

É bom estar preparado para imprevistos (Foto: Shutterstock)

Não desperdice seu dinheiro com seguros que não estejam de acordo com a sua necessidade. Se você mora em bairro com alto índice de roubos e furtos, talvez essa seja uma cláusula interessante para você. Diferentemente se a casa fica em condomínio fechado com seguranças.

Se o seu bairro não for seguro, é uma boa opção (Foto: Shutterstock)

Detalhes:

Preço

Trata-se de um seguro de custo acessível. As coberturas de frequências mais elevadas, como, por exemplo, danos elétricos (a eletrodomésticos e outros bens) e furto e roubo costumam ser mais onerosas, enquanto as básicas são baratas.

Coberturas básicas

Garante proteção contra incêndio, raio e explosão de qualquer causa. Além da cobertura dos danos acidentais, as apólices oferecem serviços de assistências emergenciais e de conveniência.

(Foto: Shutterstock)

Coberturas adicionais

Entre as mais contratadas estão vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo, impactos de veículos e aeronaves, roubo e furto qualificado, danos elétricos, responsabilidade civil familiar (que garante danos materiais e corporais causados a terceiros pelo uso e conservação do imóvel ou atos involuntários dos moradores e empregados da casa) e perda ou pagamento de aluguel em caso de acidente.

Fonte: ZAP em Casa

Fabricação e recarga de extintor devem seguir regras

Empresas que fazem recarga de extintor de incêndio devem ter registro no Inmetro

Fabricação e recarga de extintor devem seguir regras

Pó químico e água. São esses os dois elementos usados em extintores de incêndio. Em todos os estabelecimentos, mesmo naqueles que contam com sistema de chuveiro automático, que é acionado assim que detectada temperatura elevada, é obrigatória a existência de extintores de incêndio.

Para fabricação e recarga de extintores de incêndio no Brasil, é necessário que a empresa possua registro no Inmetro. Em relação ao total de empresas com o registro no país, o sudeste possui o maior número absoluto de cancelamentos, com 41% das empresas, seguidas do sul com 24% e do nordeste com 12%. Considerando o pouco tempo transcorrido desde o início dos registros (2006), o número relativo de empresas com o registro cancelado é muito expressivo, sem contar as empresas com o registro suspenso ou vencido, cerca de 4% do total de empresas já registradas. (Dados de 2012 do Inmetro)

Ao escolher o fornecedor para equipar sua empresa é necessário se certificar que o estabelecimento possui registro ativo no Inmetro e pode prestar o serviço de maneira segura. Como todo equipamento de segurança, a produção de extintores de incêndio requer cuidados especiais, tendo em vista que podem colocar vidas em risco.

Todos os extintores devem obedecer a rigorosos controles de produção. Para os extintores de pó químico, o nível de exigência é ainda mais acentuado, pois são indicados nos casos de incêndios por líquidos inflamáveis e em casos de instalações elétricas ou equipamentos eletrônicos.

Extintor Registro Inmetro

Verifique sempre a validade da recarga e a validade do teste de pressão do extintor

Nele o controle de temperatura e umidade são essenciais, pois se não forem realizados de maneira correta, pode ocasionar empedramento do material e quando precisar ser utilizado não agirá de forma eficaz. A temperatura deve oscilar entre 18ºC e 30ºC, e a umidade relativa do ar deve girar em torno de 55%. Essa exigência é feita pela Portaria do Inmetro 005/2011, que estabelece e regulamenta os serviços de inspeção técnica de manutenção de extintores.

O Corpo de Bombeiros orienta que antes de comprar ou fazer a recarga de um extintor, o consumidor verifique no Inmetro se a empresa é cadastrada e se tem autorização para fazer o trabalho de acordo com os critérios estabelecidos. É importante ainda verificar a validade da recarga e a validade do teste de pressão do extintor.

Fonte: CondomínioSC

Cabeamento de TVs, Internet e Telefonia em condomínios

O que fazer quando a estrutura instalada está comprometida

O que fazer quando a estrutura instalada está comprometida

Você tem um problema: as queixas de condôminos estão pipocando, ora sobre a baixa qualidade do sinal de internet, ora sobre a impossibilidade de instalar o serviço desejado; quando não, as insinuações de que a sua gestão tem um pacto vantajoso com determinada operadora.

Pior é que está difícil encontrar respostas ou uma solução que agrade a todos. Empurrar com a barriga é péssimo em todos os sentidos, e vai além de administrar o clima de animosidade. Pode representar prejuízo financeiro para o condomínio. Até arranhar a sua imagem de síndico.

Se servir de consolo, você não está sozinho nessas questões.

O problema de cabeamento ocorre muito mais do que se supõe. Os advogados que o digam: “É muito comum atender queixas do condomínio contra a empresa cabeadora ou a construtora, ou do condômino, que se sente prejudicado”, conta Alexandre Marques, advogado especialista em direito condominial.

Principais causas de problemas nos dutos de condomínios

  • Dutos (shafs) entupidos;
  • Dutos congestionados por restos de obra (resíduos de pedras, cimento, tijolos etc.)
  • Dutos estreitos, que não comportam a passagem da fiação de diferentes operadoras e funções (telefonia, TV a cabo, internet, fibra ótica e por aí afora);
  • Conduítes mal instalados ou quebrados pelo uso de materiais de baixa qualidade.

De todas as causas, a dos dutos estreitos é uma das mais recorrentes, especialmente nas construções mais antigas. Nesse caso, está diretamente ligada à evolução tecnológica.

“É fácil entender. Nos anos 1980, por exemplo, os construtores não tinham essa previsibilidade de construção, demandas como internet, TV, fibra ótica. Estavam restritos à telefonia”, explica Alexandre.

As operadoras também recebem com frequência esse tipo de demanda por parte dos assinantes.

“Mas isso depende muito da região. Na Cidade de São Paulo, por exemplo, há uma demanda alta devido à existência de muitos edifícios antigos. Mas novos empreendimentos já estão sendo construídos prevendo a demanda necessária de cabos utilizados pelas principais operadoras”, afirma André Buontempo, diretor de operações da NET.

O advogado Márcio Rachkorsky, especialista em condomínios e consultor, observa que o problema ainda ocorre em prédios novos. “Em número menor, porém acontece. Muitas vezes, é uma questão construtiva — ou porque o engenheiro dimensionou mal o projeto, as especificações estão fora das normas, ou o material usado é de baixa qualidade”, descreve.

Apure as responsabilidades

Antes que as reclamações se transformem num balaio de gatos, melhor entender primeiro o que é da alçada de cada parte.

Para ajudar na conclusão, considere três possibilidades:

  1. Se for falha do projeto (prédio novo) e estiver dentro da garantia, a responsabilidade é da construtora;
  2. Se o condomínio não é tão novo, não está no prazo da garantia ou não tem falha no projeto, é uma questão de o condomínio coletivamente pensar na saída técnica;
  3. Em último caso, o condômino vai ter que se adaptar e aderir ao serviço que é possível no condomínio. “Não adianta processar ou brigar com o síndico, porque é uma limitação que não tem como resolver”, diz Rachkorsky.

Quando a responsabilidade é da operadora

Condômino ou condomínio compra um serviço da operadora ou da empresa cabeadora e paga. Depois, descobre que a instalação ou o funcionamento é inviável.

Ao ser cobrada, a empresa não devolve o valor, alegando que ‘fez a sua parte’. Pleitear o ressarcimento para a prestadora de serviço é parte de uma relação de consumo e o Código de Defesa do Consumidor é claro quanto ao direito de responsabilizar aquele que não entregou o que prometeu.

“Acontece, geralmente com empresas pequenas, embora seja um caso raro hoje em dia”, afirma Alexandre Marques. Segundo ele, as empresas estão mais precavidas e mais profissionais, também. “Essa transparência é praticada de uns tempos para cá. Antes, a empresa vendia primeiro, depois verificava a viabilidade e se recusava a devolver. Hoje, antes de fechar um contrato, checa se o serviço pedido está disponível para aquele endereço e se há algum impedimento técnico para o condomínio”.

A engenheira Raquel Bueno Tomasini, gestora do centro de atendimento técnico da administradora Lello também alerta que, infelizmente, muitas empresas envolvidas acabam agindo para resolver o problema do seu cliente e acabam prejudicando o vizinho — a ponto de desligar o cabo de um para aproveitar a infraestrutura para instalar em outra unidade.

“Sem contar com a questão da segurança do condomínio, em que profissionais de diversas empresas acessam o quadro de distribuição”, aponta a profissional.

Quando a construtora deve ser acionada

“Nos casos de problemas estruturais, sendo um condomínio novo, é possível os consumidores reclamarem da construtora, desde que haja em contrato ou publicidade que haverá alguma estrutura especial para esse tipo de serviço”, afirma a coordenadora do Procon-SP, Renata Reis.

Por isso, ela orienta, é muito importante ficar atento às especificações e se certificar que a construtora garanta a qualidade e a adequação dos dutos e dos materiais utilizados para realizar o cabeamento.

RESPONSABILIDADE OBJETIVA

Você deve ter na ponta da língua a questão da prescrição dos prazos para recorrer, quando necessário, a uma ação judicial contra a construtora e ter êxito.

Daí a importância de fazer a lição de casa. A primeira situação a entender é a conhecida como responsabilidade objetiva.

Na prática quer dizer que, ao detectar resto de obra — pedras, cimento, areia e outros resíduos — obstruindo os dutos e impedindo a passagem dos cabos, o condomínio pode acionar judicialmente a construtora num prazo de até cinco anos da entrega do imóvel.

DE OLHO NO VÍCIO OCULTO

O advogado Alexandre Marques explica que, na entrega do empreendimento, ou na primeira vez em que é detectado o problema, o Código de Defesa do Consumidor assegura o direito de regresso — o direito de ser ressarcido de um prejuízo causado por terceiro(s) em juízo.

A situação acontece com frequência, e é bem importante saber, se chama vício oculto — o defeito que não é detectado a olho nu e que, muitas vezes, só é constatado depois de algum tempo.

“Nesse caso, o prazo prescricional é de três anos, a contar do conhecimento do consumidordaquele vício”, avisa Alexandre.

Para entender melhor, vamos supor que, ao contratar o serviço de cabeamento, você descubra que o condomínio não está preparado para receber aquele produto, ou que os conduítes não estão de acordo com as normas técnicas, ou são de baixa qualidade e quebram com facilidade.

“Nessa hora, com o laudo técnico, o condomínio tem o direito de pleitear junto à construtora que refaça o trabalho, se for possível tecnicamente, ou então que indenize o condomínio. E, se necessário, vai notificar extrajudicialmente a empresa”.

Quando o condomínio é responsabilizado

  • Se o condômino provar em juízo que o condomínio foi omisso na manutenção da estrutura;
  • Se o condomínio tinha conhecimento prévio do problema e não procurou a construtora;
  • Se o prazo para acionar a construtora prescreveu por omissão do síndico da época ou dos condôminos, que não discutiram o tema em assembleia.

“Nesses casos, ele pode exigir que o condomínio execute a obra ou ele mesmo faz, e depois é ressarcido. Ou irá cobrar do condomínio com ação judicial, garantido pelo Código Civil”, afirma Alexandre.

Quando não há culpados

A situação mais difícil de ganhar a causa, e que invariavelmente termina numa solução conjunta entre condomínio e condôminos, ocorre com construções mais antigas.

Tudo foi construído dentro das normas previstas na época, quando cabeamento era previsto apenas para telefonia. Se a estrutura não suporta passar tanto cabo por causa do estreitamento, não é falha de projeto, e sim uma questão de evolução tecnológica. Não é culpa (no sentido jurídico) da construtora nem do condomínio.

Segundo os especialistas, o judiciário não desconsidera esse fato e o Código de Defesa do Consumidor esclarece que a empresa não é obrigada a acompanhar a evolução tecnológica. Não adianta acionar, pois não houve nada de ilegal.

Nesse caso, cabe a união do síndico com os condôminos para que busquem, juntos, a solução de modernidade que seja apropriada e viável, e façam um rateio.

“Uma questão que gera polêmica é quando o morador não assiste TV ou não usa internet. Raro, mas acontece. Nesse caso, ele não pode ser obrigado a entrar no rateio. Em minha opinião, obrigar essa família a aderir é inconstitucional — o que, de qualquer forma, será decidido em assembleia”, analisa o advogado.

Ameaças de condôminos

No calor da discussão, o condômino pode ameaçar processar o condomínio, alegando ser culpa dele a instabilidade do sinal ou a inviabilidade técnica. Ou poderá acusar o síndico por se sentir impedido de contratara operadora de sua preferência. Não é bem assim.

“Cada pessoa tem direito de escolher a operadora, desde que o condomínio tenha condições físicas para a instalação. Caberá à empresa contratada oferecer a solução técnica para ultrapassar a limitação física, utilizando uma tecnologia que não use fios, por exemplo”, acrescenta Marcio Rachkorsky.

Quando só uma reforma resolve

Em casos onde a situação tornou-se insustentável, devido à estrutura instalada estar muito comprometida, esclarecer a situação aos condôminos que se sentem lesados é o ponto de partida para se chegar a um entendimento.

“Em primeiro lugar, o condômino prejudicado deve acionar o zelador e pedir providências junto ao condomínio. Muitas vezes os dutos estão na capacidade máxima e requerem uma obra de adequação que, dependendo do porte, precisa ser aprovada em assembleia”, explica Raquel.

Uma vez definida a necessidade, convoque assembleia para discutirem abertamente os problemas de cabeamento. “Dessa forma, fica mais difícil que algum condômino alegue um problema e queira acionar o condomínio”, alerta Márcio.

Para evitar problemas futuros, o ideal é pedir que a operadora indique empresas instaladoras que sejam parceiras ou autorizadas. “Além de ser uma garantia a mais de idoneidade e competência, é uma forma de dividir a responsabilidade com a própria operadora,” comenta ele.

“Temos empresas parceiras que são especializadas em construções de cabeamentos estruturados em condomínios. Todos os procedimentos executados por estas empresas são monitorados e auditados por colaboradores próprios da Claro Brasil. Não apenas de forma administrativa, mas também no âmbito técnico, por meio de vistorias técnicas para controle de qualidade”, esclarece André Buontempo.

SOLUÇÕES TÉCNICAS

O engenheiro José Roberto Muratori, diretor-executivo da Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial (Aureside), sugere algumas saídas práticas para resolver o problema de dutos entupidos ou congestionados: “Vários serviços hoje podem ser atendidos por fibra ótica, o que implicaria na substituição de cabos antigos por este tipo de cabeamento”.

Existem, segundo ele, soluções alternativas como a criação de shafts específicos (distribuição vertical) ou novos condutores em forros de gesso e similares. “Serviços como internet via rádio ou via satélite podem ajudar a descongestionar caminhos existentes liberando espaço para novos serviços”.

De acordo com o diretor de operações da NET, as saídas práticas e técnicas variam muito, de condomínio para condomínio. “Como procedimento padrão, agendamos uma vistoria técnica que conta com a presença do responsável pela administração do condomínio e, nesta vistoria, realizamos análises do que poderá ser feito — tanto para desobstruir as tubulações existentes quanto para construir uma nova infraestrutura para passagem de cabos”.

Com estas informações, ele prossegue, são avaliadas as viabilidades técnica e financeira para a execução. “Há casos em que o próprio condomínio providencia esta necessidade de infraestrutura, mas isso não é uma regra”, acrescenta André.

Reformas dentro das unidades

A rigor, tudo o que se faz dentro do apartamento, deve ser submetido às normas da ABNT, mais especificamente à NBR 16.280. Mas cabe o bom senso. “Ou ninguém poderá bater um prego na parede sem a presença de um engenheiro”, diz Alexandre Marques.

Já se a obra for grande, com cabeamento interno e novos dutos, a presença do responsável técnico para assinar a ART ou RRT do projeto será fundamental. Caberá ao morador apresentar o documento para o condomínio de acordo com o que diz a NBR 16.280, que vai arquivar o processo e recorrer a ele, caso aconteça alguma coisa.

Além disso, gambiarras estão fora de cogitação. Levar em conta que roubar sinal de internet ou TV a cabo é crime.  “Se a empresa descobrir o gato, o síndico pode ser indiciado e responder inquérito policial por queixa crime”, adverte Marques.

Portanto, nada de deixar que o morador puxe fios sem um projeto. Gato, só o de estimação.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

MDF, compesado ou maciça: saiba como escolher a madeira certa na decoração

Tipo de decoração, móvel, ambiente e orçamento são questões que pensam na hora da escolha

Na hora de fechar o projeto de arquitetura do imóvel, não basta apenas pensar na beleza ou funcionalidade. Alguns pontos devem ser analisados com atenção para que a decoração vá além do aspecto estético ou prático.

Detalhes como o tipo de material a ser usado devem ser definidos com propriedade a fim de garantir uma maior durabilidade. Afinal de contas, ninguém quer gastar à toa. Um dos pontos importantes a ser levado em consideração é a escolha da madeira para cada tipo de móvel ou ambiente.

 

(Foto: Shutterstock)

 

São três opções, entre MDF, compensando e madeira de lei, e eleger o material de forma adequada pode resultar em beleza, economia, resistência e durabilidade. Saiba como escolher a madeira certa para o seu projeto.

O tipo de ambiente é o primeiro fator determinante na escolha da madeira porque alguns tipos se adequam melhor em ambientes internos e outros podem ser usados nos externos também. “Tanto o MDF como o compensado devem ser utilizados em ambientes internos, pois sofrem com a umidade e exposição solar diretas. Já a madeira maciça pode ser utilizada em ambientes internos ou externos. Mas cuidados e manutenção são essenciais, pois também sofre com a ação de chuva e sol. Para garantir sua durabilidade, precisa da aplicação de vernizes pelo menos uma vez por ano”, explica o arquiteto Artur Diniz.

 

(Foto: Shutterstock)

Porém, é preciso ter muita cautela se for utilizar a madeira em ambientes que tenham mais uso de água, como banheiros, áreas de serviços e cozinhas. “É preciso ter o cuidado de verificar frequentemente se existem pontos de infiltração de água e limpar respingos que possam vir a se infiltrar nos móveis”, sugere Artur Diniz. A questão é que o material pode se danificar em contato com a água. “Algumas madeiras suportam mais o contato do que outras. O MDF e compensado não aguentam água . Se tiverem contato com a água parada por alguns minutos podem inchar e você perder o móvel. Já o compensado naval suporta mais, tem mais resistência e por isso é mais caro”, completa a arquiteta Juliana da Mata.

O resultado esperado para a decoração do ambiente é fator que também deve ser levado em consideração. “O MDF e o compensado são chapas lisas e pouco espessas e, com eles, pode-se obter um design mais leve e moderno, mais adequado a uma decoração clean. Podemos até dar um ar rústico através do revestimento, mas limitado se comparado à madeira maciça”, ressalta Artur Diniz. “Já com a madeira maciça poderemos explorar dormentes, galhos, troncos em seu formato original como uma rica peça de arte ou usá-la da forma tradicional, em móveis rústicos ou modernos. O que vai dar o estilo de decoração é o desenho da peça e seu acabamento”, acrescenta.

 

(Foto: Shutterstock)

Os usos também variam de acordo com o tipo de decoração desejado. “Com o MDF, para obter uma riqueza visual, podemos usar algumas peças laqueadas e outras revestidas com laminados madeirados, o que vai garantir uma riqueza estética”, explica o arquiteto. O compensado, por sua vez, pede linhas retas e vai conferir uma aparência mais moderna ao ambiente.

“Armários, bancadas e prateleiras poderão se repetir e até dialogar com outros materiais ou revestimentos existentes do mesmo ambiente, garantindo harmonia”, sugere. Já a madeira maciça confere um ar de sobriedade a qualquer ambiente e, por isso, pode ser associada a outros materiais mais leves e cores mais claras para não resultar em um ambiente pesado. “Se você tem uma mesa de aspecto pesado, mas pretende quebrar a robustez da madeira, experimente usar cadeiras e outros elementos de design leve no ambiente. Vidros, espelhos e cores claras também são bem vindos”.

 

(Foto: Shutterstock)

O tipo de móvel também deve ser levado em consideração na hora de eleger a madeira ideal. “Se o ambiente for propício e se não vai suportar excesso de peso, poderemos escolher MDF, compensado ou madeira. Neste caso, o que vai influenciar na escolha é o gosto estético. Embora possamos executar uma infinidade de armários e móveis em MDF e compensado, algumas peças, por suas formas e texturas, só conseguiremos executar em madeira maciça”, ressalta o arquiteto. A escolha certa pode garantir não apenas beleza e segurança, mas também uma maior durabilidade. “Às vezes é necessário usar mais de um material em um móvel para obter um bom resultado estético e uma boa vida útil”, complementa.

Segundo Juliana da Mata, o MDF é mais prensado e geralmente mais pesado, por isso é mais usado em corpo de móvel. Já o compensado é mais oco e, por isso, mais leve. “Ele é mais usado em portas de móveis porque impacta menos nas dobradiças e tem menos chances de empenar”, explica a arquiteta. Além disso, é possível encaixar cada tipo de material na decoração do ambiente. “Os mobiliários e roupeiros em geral são de MDF e MDP.

 

(Foto: Shutterstock)

Compensado se usa menos devido ao valor, mas é indicado para mobiliários em geral e mais ainda em áreas molhadas por ter mais resistência à água. Madeira maciça é usada de uma forma mais nobre em portas sociais, tampos de mesas de jantar, mesas de centro , painel ripado, entre outros. As possibilidades são infinitas,mas tudo vai variar de acordo com a disponibilidade de gasto de cada pessoa”, determina.

Fazer um planejamento adequado vai evitar gastos em excesso de imediato e também no futuro. “Faça um planejamento de suas possibilidades porque pode valer a pena fazer uma substituição por um de MDF ou compensado de boa qualidade. A oferta de mobiliário é imensa, com preços bem diversos. Se um móvel de madeira maciça não cabe no seu bolso, podemos substituir por um de MDF ou compensado e garantir uma boa economia. Mas tem que ser uma troca consciente, pois não adianta diminuir a qualidade de ferragens, por exemplo, e se arrepender depois”, atesta Artur Diniz.

 

(Foto: Shutterstock)

Existe diferença de preços e é preciso avaliar bem o orçamento para adequar o melhor tipo de madeira sem estourar o bolso. Geralmente, o MDF e o compensado são mais em conta que o compensado naval. Mas o mais caro é a madeira maciça. “O MDF cru costuma ser em torno de 20% mais barato que o compensado, também sem revestimento. Embora a madeira maciça de boa qualidade seja sempre mais cara, em torno de 2 a 2,5 vezes mais cara que o compensado, alguns quesitos diminuem a diferença para o custo de um móvel de MDF ou compensado, como o design do móvel, a empresa fornecedora, as ferragens, entre outros aspectos”, afirma o arquiteto.

Como usar cada tipo de madeira:

MDF:

Pode ser usado laqueada, revestida com chapa de laminado melamínico ou folheado de madeira. Usar em ambientes banheiros, cozinhas e serviços, mas requer atenção constante contra água. Proteger de infiltrações, limpar respingos de água imediatamente e evitar que os móveis toquem o chão, pois são áreas que precisam ser lavadas constantemente. Também deve ser protegida do calor. Nos balcões de cozinha, serviço e banheiro, o tampo de granito deve se projetar pelo menos 2 centímetros para proteger o armário inferior de respingos constantes.

Compensado:

Seu uso mais comum é revestido com laminado melamínico ou folheado de madeira. Mas poderá também ser usado para fabricação de mesas e até cadeiras, de preferência quando associado a estrutura de madeira maciça. Pode ser usado em armários de cozinha, serviços e banheiros. Apesar de serem mais resistentes que o MDF- em função do seu processo de fabricação- devem seguir os mesmos cuidados em relação à agua.

Madeira de lei:

Pela sua praticidade e beleza, podemos usar em praticamente todos os móveis: cadeiras, mesas de centro, mesas de jantar, aparadores, cristaleira, entre outros. A cor e tonalidade da madeira, a aparência dos veios, os acabamentos desejados, o local de uso, o tipo e estilo do móvel vão dar a tônica da decoração. Cada estilo de decoração vai pedir um tipo de acabamento. Uma decoração rústica pede uma madeira mais marcada, com veios mais visíveis. Uma decoração mais moderna pede uma madeira com acabamento mais fino e delicado.

 

(Foto: Shutterstock)

 

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Veja 10 conselhos para quem está de mudança

Trocar de apartamento pode ser uma experiência cansativa, anote as dicas para evitar estresse

Na hora de escolher um novo lugar para morar, veja se ele possui boa ventilação e incidência de iluminação natural. O ideal é que o sol da manhã incida na cozinha, área de serviço e sala, opinam Fláviane Pereira, designer de interiores, e Márcia Coimbra, arquiteta do escritório Ágille Arquitetura. Ah, você já escolheu e vai começar a preparar a mudança?

Então anota aí algumas dicas:

1 – Por onde começar?

Se o local precisa de reforma, a obra é a primeira coisa. “Pintura, colocação de gesso, depois vem a parte dos armários e cortinas. Por último, móveis e decoração”, diz designer de interiores Laura Santos.

2 – Reforma é tempo e dinheiro

Pense bem e faça as contas. Reformas de imóveis antigos costumam demorar (sempre aparecem novos problemas) e podem custar quase o preço de um novo! “Porém, o imóvel sempre carrega uma memória afetiva, então vale o investimento”, opina Fláviane.

3 – Não esqueça de medir


Dica: Se quer economizar, tente reaproveitar os móveis antigos (Foto: Shutterstock)

Pode parecer mentira, mas muita gente esquece de medir os espaços e, depois, o sofá não passa nem na porta. Se quer aproveitar seus atuais móveis, veja se a nova morada se enquadra ao tamanho deles. Pegue a fita métrica e, se algo não for compatível, exercite o desapego.

4 – Armários


Dica: Tenha um bom planejamento (Foto: Shutterstock)

Antes de começar o planejamento da mudança, já pense em quantos armários vai precisar, onde eles serão colocados na cozinha, área de serviço etc. São itens de primeira necessidade e, na maioria das vezes, é necessário fazer novos projetos. Não espere mudar para ver a bagunça dos marceneiros.

5 – Escolha da empresa


(Foto: Shutterstock)

A arquiteta Márcia Coimbra explica que há empresas especializadas em desmobilizar e organizar tudo no novo lar. Isso economiza tempo e muito trabalho! “Pior do que encaixotar é, sem dúvida, organizar novamente”. Laura Santos diz que uma boa empresa saberá proteger os bens. “O modo de empacotar é importante, porque faz com que a mudança seja mais rápida”.

6 – Misture móveis

Se a pessoa está mudando de uma casa para outra é porque suas necessidades mudaram e, portanto, novos elementos serão necessários para se adequar à nova realidade. Mas nem tudo precisa mudar e a utilização de peças antigas pode fazer uma boa composição com as novidades.

7 – Organização

Faça um lista do que vai levar e organize por ambientes e tipos de produtos. Jogar tudo em caixas, de qualquer jeito, só dará mais trabalho depois e ainda pode resultar em objetos quebrados.

8 – Chame a família

Se você não se importa em dividir a intimidade, pode ser bem divertido – e menos cansativo – chamar familiares para ajudar a desmontar a casa. Nesse meio tempo, com certeza vocês encontrarão fotos antigas e outras lembranças. Só não faça disso uma eterna conversa ou a mudança não sai.

9 – Se antecipe

Se programar com antecedência é um diferencial no Brasil. Mas faça isso. Acredite, muita coisa pode sair diferente e os atrasos são naturais. Se você tiver se planejado com boa margem de tempo, nada acabará com seu bom humor.

10 – Arrumar aos poucos

As especialistas dizem que o ideal é sempre saber onde tudo ficará no ato da mudança, pois assim se faz tudo de uma vez só. A ajuda de um profissional, com um projeto realizado anteriormente, pode facilitar essa parte.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

Escolher corretamente a empresa de segurança do seu condomínio passa pelo exame minucioso de diversos itens. Afinal de contas, com segurança não se brinca. Veja algumas dicas.

Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

 

Cuidar da segurança do seu condomínio é uma das tarefas mais urgentes de todo síndico, considerando que a sensação de estar seguro é um dos principais motivos que levam cada vez mais pessoas a buscarem esse tipo de moradia.

Por isso, é muito comum que condomínios invistam pesado nessa área, principalmente terceirizando serviços. E a contratação de uma empresa de segurança implica o investimento constante na proteção da vida e do patrimônio do morador.

Com tamanha responsabilidade que esse tema suscita, o síndico só deve delegar tal tarefa para empresas de vigilância e segurança qualificadas, que saibam agir nas mais diversas situações.

Se você está na dúvida de como escolher, ou quais detalhes devem ser levados em conta na hora de fechar um contrato com uma empresa de segurança condominial, leia nossas dicas abaixo!

1- Conheça a empresa

Infelizmente moramos em um país com índices altíssimos de violência. Com isso, ao longo dos anos, o mercado de segurança privada se expandiu muito. Se por um lado isso é bom, uma vez que aumenta o leque de negociação do gestor com a empresa, por outro lado pode cria dúvidas na cabeça do síndico quanto à idoneidade da empresa.

Nesse sentido, a primeira grande dica é não ter pressa para assinar o contrato. Avalie bem a instituição, estude a sua rotina de trabalho, pesquise outros condomínios em que ela atua, quais são os procedimentos em dias normais e de ocorrências, e como é a sua abordagem em relação aos moradores.

Enfim, não deixe que a urgência do tema se sobressaia em relação à responsabilidade de escolher corretamente a empresa de segurança do seu condomínio.

2- Consulte órgãos reguladores

Verifique a legalidade da empresa junto à Polícia Federal (PF) e o Sindicato das Empresas de Segurança Privada (SESVESP). Empresas de segurança privada possuem uma legislação bastante específica: lei 7102/83 e a portaria 3233/2012.

A Polícia Federal disponibiliza, em seu site um espaço para verificar a legalidade da empresa contratada.

3- Fique atento à qualidade dos vigilantes da empresa

Vigilantes devem, obrigatoriamente, passar por cursos em academias registradas pela Polícia Federal. Nesses treinamentos são realizados testes psicológicos e a verificação de documentos que atestam a idoneidade do profissional.

Esse curso tem validade de dois anos. Após o término do programa é emitido um Certificado Nacional de Vigilante (CNV), documento expedido pela Polícia Federal que credencia o vigilante a atuar profissionalmente.

4- Verifique se todos os documentos da empresa estão em ordem

Empresas de segurança e vigilância armada ou desarmada devem, obrigatoriamente, possuir uma série de documentos e certificados para comprovar a sua qualificação.

Antes de fechar contrato, verifique se ela está legal junto aos órgãos competentes. Para isso, é recomendado que seja solicitado os seguintes documentos:

– Certificado de segurança: emitido anualmente pela Polícia Federal, certifica que a empresa possui condições técnicas para exercer sua função após fiscalização.

– Autorização de funcionamento: emitida pelo Ministério da Justiça, com publicação no Diário Oficial da União, permite a atuação da empresa neste segmento.

– Alvará de revisão de autorização de funcionamento: fornecido anualmente pela Polícia Federal.

– Certidões negativas de INSS, FGTS, impostos municipais, estaduais e federais.

– Comprovante de recolhimento de contribuição sindical do exercício atual (GRCS).

5- Planejamento

Um dos itens fundamentais que o síndico deverá verificar junto à prestadora de serviços do seu condomínio diz respeito ao plano de segurança. Nesse estudo, todas as atividades deverão ser planejadas com antecedência e escritas em um relatório:

Horário das tarefas executadas; número de profissionais por turno; utilização do sistema de alarmes; escala dos funcionários; controles de acesso; planos de contingência; postura dos funcionários em relação a ações de emergência e de rotina; e o trato com o morador e demais colaboradores são alguns dos itens que devem constar em um bom plano de segurança.

Tudo isso deverá estar formalizado por escrito. Dessa forma, o processo de treinamento dos funcionários na execução das tarefas diárias fica facilitado.

6- Comunicação entre empresa contratada e o síndico

Uma boa comunicação entre contratante e empresa contratada é fundamental para a prestação de um serviço de qualidade. Compartilhar problemas e sugerir soluções em conjunto tem o potencial de elevar os resultados esperados.

Portanto, esse é um aspecto a ser considerado na hora de contratar a empresa. Fique atento e se pergunte: a empresa prestadora facilita ou dificulta a comunicação? Quais os canais que ela utiliza para se comunicar com o seu cliente? É aberta a melhorias?

São perguntas simples que podem fazer uma grande diferença na hora de decidir qual fornecedora contratar para o seu condomínio.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Vizinho não paga: condomínio pode impedir de usar piscina?

Constrangimento pode resultar em processo para o condomínio

Constrangimento pode resultar em processo para o condomínio

“Alguns vizinhos estão devendo o condomínio. Podemos impedir que eles usem a piscina do prédio? E divulgar o nome deles no mural, pode?”

Resposta: Não.

Segundo o presidente do Instituto Cidades e Condomínios, Dostoiévskci Vieira, não é possível usar medidas que causem constrangimento ou impeçam o direito de ir e vir e de uso da propriedade.

As listas com nomes dos condôminos inadimplentes também não podem ser usadas. “Mas é possível incluir na prestação de contas dirigida aos condôminos de forma particular o número das unidades inadimplentes, nunca o nome dos condôminos”, diz.

Ele explica que as medidas legais são multa de 2%, juros de 1% ao mês , impedir de votar nas assembleias.

Multa para quem atrasa sempre

Outra medida que pode ser tomada, segundo Vieira, é a aprovação de uma multa para o devedor contumaz, ou seja, aquele que fica inadimplente de maneira periódica.

“Por exemplo, só paga depois de três meses, volta a ficar devendo, paga de novo. Nesse caso, é possível que a assembleia vote para que seja cobrada uma multa pesada para o condômino que fica devendo de forma corriqueira”, diz.

Essa multa está prevista no artigo 1337, do Código Civil. Segundo a lei, o condômino que não cumpre reiteradamente com os seus deveres perante o condomínio poderá, por deliberação de três quartos dos condôminos restantes, ser constrangido a pagar multa de até cinco vezes o valor do condomínio.

O que acontece com quem não paga o condomínio?

Getty Images

Além de sofrer as penalidades como multa e cobrança judiciais, quem não paga o condomínio corre o risco de perder a casa ou apartamento, que podem ser penhorados ou levados a leilão para pagamento da dívida.

“O condomínio é uma dívida que acompanha a propriedade. Por isso é importante, ao comprar uma casa, verificar se não há dívida de condomínio, pois será o novo dono quem terá de arcar com esta despesa”, diz. “É uma dívida líquida e certa de receber”, diz.

Fonte: https://noticias.r7.com

Azulejo de metrô é prático e garante visual retrô e charmoso

Revestimento abandonou as estações e invadiu a decoração de casa. Ele é ideal para ambientes molhados, como cozinhas e banheiros

Das maiores estações de metrô do mundo para a decoração da sua casa. O subway tile, ou azulejo de metrô, como foi batizado por revestir as estações americanas e europeias mais antigas do meio de transporte, é retangular branco e com o rejunte aparente. Esta opção se tornou um clássico e saiu dos subsolos das estações para invadir a decoração da casa.

O azulejo de metrô confere ao ambiente um ar retrô e, além disso, é garantia ainda de simplicidade e praticidade.

São muitas as opções de uso do azulejo de metrô na decoração e a escolha vai depender de qual resultado é esperado. “Ele é um tipo de revestimento que combina bem com mármores brancos e louças e também com peças clássicas de decoração e mobiliário. Assim, é possível utilizá-lo tanto em áreas molhadas como em salas e em outros ambientes. Cai bem com pisopadrão madeira, cimentado e ladrilho hidráulico”, afirma o arquiteto Artur Diniz.

azulejo_de_metro

 

 

Com ele, ainda é possível conseguir um ar mais despretensioso ou até mesmo elegante. “Para obter um ar despretensioso, característico de decorações industriais, pode ser mesclado com peças de ferro, madeira e concreto aparente. Já o brilho que lhe é característico destaca ser relevo bizotê ou bold que, aliado ao seu formato retangular, lhe conferem uma elegância sem igual. Para os apaixonados por ambientes retrôs são uma peça-chave”, completa Artur.

O azulejo de metrô é o revestimento ideal para cozinhas e banheiros porque tem uma boa funcionalidade em ambientes molhados. Ele pode substituir aspastilhas para dar um estilo mais charmoso e retrô. Além disso, o azulejo de metrô é maior e pede menos rejunte, fazendo com que acumule menos sujeira e a limpeza seja mais fácil. “Por sua fácil instalação, manutenção e características técnicas, normalmente são ideias para áreas molhadas em substituição aos tradicionais azulejos quadrados e como alternativa aos porcelanatos. Mas é importante seguir à risca as recomendações de argamassas e rejuntes indicados pelos fabricantes para não ter surpresas desagradáveis posteriores”, esclarece o arquiteto.

Cozinha azulejo de metrô

 

 

Outra questão que pesa a favor é a durabilidade. Primeiro porque o azulejo de metrô dura bem mais do que uma pintura ou um papel de parede. A pintura suja mais e está mais sucetível a arranhões e manchas, enquanto o papel de parede pode começar a descolar com o tempo e precisar de reposição com mais frequência. E, além disso, o estilo dele é atemporal e dificilmente vai cansar com o passar do tempo. “Por ser material cerâmico e pela sua grande durabilidade, apresenta vantagens em relação ao papel de parede e pintura pois, para sua manutenção, é necessária apenas a limpeza. Além disso, só em casos de reformas vai ser necessário sua substituição. Então é recomendado que, no ato da compra, seja adquirida uma quantidade a mais para reposição futura”, aconselha Artur Diniz.

Outro ponto positivo é a questão da limpeza. “Eles são fáceis de limpar: basta passar um pano úmido. Também pode ser usado um detergente neutro e escova com cerdas macias. Para sujeiras mais persistentes, evite usar produtos abrasivos. O recomendado é sempre consultar o fabricante que vai indicar o melhor produto a ser utilizado”, acrescenta.

azulejo_de_metro_banheiro

 

 

O azulejo de metrô permite várias formas de uso. O primeiro ponto é decidir se o revestimento será usado na parede inteira ou apenas em um pedaço dela, como atrás da pia. Outra possibilidade é quanto à diagramação. A forma mais tradicional de uso é na horizontal, porém o azulejo de metrô ainda pode ficar disposto na vertical ou misturado, dando um resultado mais ousado e original. “De toda forma, não precisa variar muito a diagramação. Inclusive, a aplicação na horizontal ou vertical pois conferem mais organização visual. Mas a escolha vai depender do efeito final que se pretende obter, afinal, é possível variar de diversas formas a aplicação e obter originalidade”, diz o arquiteto.

E as possibilidades não acabam por aí. “Para um visual mais despojado, pode-se adotar uma diagramação alternada, com azulejos claros e rejuntes em tons grafite. Se pretende obter um visual mais elegante e atual, então pode-se alinhar os azulejos, com rejuntes de cores próximas do revestimento. Se o objetivo é alcançar um efeito retrô, utilize um azulejo de cor marcante com um rejunte na cor branca”, detalha o arquiteto.

azulejo_de_metro_cozinha

 

 

As cores também oferecem muitas possibilidades. O azulejo de metrô tem o branco como sua tonalidade tradicional, já que é assim que ele costuma se apresentar nas estações de metrô originalmente. Porém, o mercado oferece uma variedade de cores. “É possível adotar a cor de sua preferência e pode ousar com variações e deixar o ambiente com mais personalidade”, ressalta Artur. Porém, é preciso cuidado na hora de escolher. “Por ter cor opaca e aspecto sólido, cuidado para o efeito final não pesar no ambiente, por isso, dê preferência às cores claras. Mas é possível adotar uma cor viva em uma das paredes e nas demais aplicar uma cor neutra ou branca”, conclui o arquiteto.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Como me organizar para realizar o projeto e a obra do meu novo apartamento?

Tenha a chance de construir um lar confortável, com a sua cara, onde você se sinta bem e tenha a vida que você sempre quis!

Mudar de imóvel é sempre um marco na vida de alguém e costuma vir acompanhado do desejo de se sentir em casa. É a chance de construir um lar confortável, com a sua cara, onde você se sinta bem e tenha a vida que você sempre quis! Mas, esse sonho traz consigo expectativas, ansiedade e dúvidas.

Depois de comprar o apartamento, quais os próximos passos? Quando devo começar a me planejar para deixar a casa pronta? Como devo me preparar para a obra? Como escolher os fornecedores? Quando vou conseguir me mudar? Quando devo começar a me preocupar com isso?. Todas essas são todas dúvidas bastante comuns.

Comprar um apartamento é um momento especial na vida de qualquer pessoa e exige planejamento. Pensando justamente em tornar a mudança prazerosa, o pessoal da Em Canto Meu preparou um cronograma com todas as etapas e prazos para você não se desesperar.

Claro que tudo isso pode ser feito em menos de 3 meses, mas se planejar com antecedência pode tornar esse processo econômico e prazeroso.

Iniciar o projeto com antecedência em relação a entrega das chaves permite uma mudança com mais tranquilidade. O projeto pode ser idealizado com mais calma, a escolha dos fornecedores pode ser mais organizada e a preparação da obra mais bem feita, evitando riscos, problemas de qualidade e gastos desnecessários.

Logo abaixo vai um cronograma para você saber quais os passos envolvidos até a sua mudança e também 5 dicas especiais para você não ter o stress que grande parte das pessoas tem com a obra.

1.  Encontrar um arquiteto que combine com seu estilo e saberá traduzir seu estilo em realidade

A escolha do arquiteto é algo que afeta profundamente o estilo e o andamento do seu projeto. Encontrar um arquiteto que combine com você pode não ser tarefa fácil, e muitas vezes essa escolha é feita por recomendação. Contratar o arquiteto de um amigo não necessariamente significa que o profissional combine com você e seu estilo.

Na Em Canto Meu, você conta com mais de 50 arquitetos incríveis e, após realizar seu teste de estilo, você seleciona o portfólio dos arquitetos com quem mais se identifica .

2.  Idealizar o projeto e tomar decisões com calma

Parece trivial, mas muitas pessoas deixam o projeto para última hora. Como diz o ditado, a pressa é inimiga da perfeição. Analisar cada etapa do projeto, visitar lojas e pesquisar materiais, buscar inspirações e ouvir a opinião de amigos e parentes são rituais comuns nesse processo.

Além disso, na Em Canto Meu as revisões são ilimitadas, assim você tem a certeza que estará completamente satisfeito com a sua casa e é muito importante que você tenha tempo para revisar o projeto quantas vezes precisar, sem pressa.



Revisões de um projeto de cozinha, para clientes que estavam na dúvida sobre o tipo do revestimento

Um bom planejamento envolve diversas escolhas e reflexões importantes que afetam diretamente a sua relação com seu novo lar por muitos anos. Dê o devido tempo para todas essas reflexões.

3. Negociar com antecedência com os fornecedores de obra

A contratação dos fornecedores envolvidos na obra (empreiteiro, marceneiro, marmoraria e etc) interfere diretamente no sucesso da obra. A escolha de cada fornecedor requer uma análise prévia de qualidade, materiais utilizados, prazos, custos e condições de pagamento.

Reservar um tempo para fazer o leilão reverso com fornecedores permite condições muito melhores de pagamento e orçamentos mais baixos.

Não sabe nada sobre fornecedores e fica nervoso só de pensar nisso? O mercado de fornecedores de obra é extremamente informal e o setor não tem compra recorrente. Por isso, não raro escutamos projetos de confiança, qualidade e prazo. A Em Canto Meu traz recorrência para esse mercado e oferece aos clientes todo o suporte e assessoria.

4. Evitar gastos desnecessários

Quando nosso tão esperado imóvel fica pronto para a entrega das chaves, a vontade de se mudar chega com tudo. Além da ansiedade, demorar para executar a obra também pode ser muito doloroso no bolso. Os custos de moradia, como o aluguel do antigo apartamento, continuam acontecendo e você também já precisa arcar com o novo condomínio.

Outro efeito indesejado, por vezes, é perder dinheiro deixando de alugar o imóvel próprio.

Para cada semana na qual mudança é postergada, estima-se uma perda semanal de R$ 1.260,00. Ao realizar um projeto com antecedência, a mudança pode ocorrer o mais rápido possível após a entrega das chaves, evitando custos desnecessários.

5. Tirar alguns dias para não pensar em nada disso

Planejar o projeto do seu próprio apartamento pode ser uma tarefa extremamente prazerosa, principalmente quando você tem profissionais de qualidade idealizando tudo junto com você. Mesmo assim, é sempre bom reservar alguns dias para o happy hour, a Netflix, ou mesmo para só relaxar e não pensar em nada.

Com um prazo mais largo para tomar as decisões do projeto e obra, descansar a mente pode ser uma ferramenta poderosa e costuma fazer brotar ideias ainda melhores para a sua casa nova.

Sabemos que montar o seu apartamento próprio não é tarefa fácil, e vem acompanhada de muito trabalho e planejamento. Só não podemos deixar esse trabalho se sobrepor ao prazer que é planejar a casa – e a vida – nova! É um momento de conquista e realização de sonhos que merece ser devidamente apreciado e comemorado!

Acreditamos que com a ajuda das pessoas certas você vai tirar de letra. Na Em Canto Meu, estamos preparados para te ajudar em todas as etapas do projeto e da sua obra, tornando tudo mais prazeroso, transparente, personalizado e acessível para você. Se quiser saber mais, é só clicar aqui, agendar uma ligação de 10 min e falamos com você!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Assembleia para aprovação da portaria remota

É necessária aprovação unânime da implantação do serviço?

É necessária aprovação unânime da implantação do serviço?

 

A portaria remota é um serviço que vem se expandindo cada vez mais nos condomínios brasileiros.

Com isso, vem também a necessidade de se aprovar corretamente sua contratação em assembleia. Afinal, um serviço desse porte irá alterar diversos aspectos da vida em condomínio.

Nesse vídeo, o advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat explica sobre como a aprovação deve ser feita, dependendo da convenção de cada condomínio.

Confira:

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Veja como conciliar os gostos na decoração de um apartamento compartilhado

É possível criar um ambiente aconchegante conciliando as preferências de cada um, mas alguns cuidados são necessários para evitar desgastes

Seja ao casar, para dividir despesas ou até mesmo alugar um quarto que está vazio na casa, é comum compartilhar um imóvel entre um casal, amigos e até mesmo pessoas desconhecidas. Se a ideia é dividir o apartamento ou a casa com alguém, alguns cuidados são necessários para evitar qualquer tipo de desgaste.

Antes mesmo de definir as regras sociais para uma boa convivência, é preciso chegar a um consenso em relação à decoração. Afinal de contas, nem sempre os gostos são parecidos. Mas é possível criar um ambiente bonito e aconchegante conciliando as preferências de cada um.

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Antes mesmo de definir as regras sociais para uma boa convivência, é preciso chegar a um consenso em relação à decoração (Foto: Shutterstock)

O primeiro passo é escolher a tonalidade que será usada na pintura e é importante que essa decisão seja tomada em conjunto. “O ideal é pegar uma cartela e escolher as cores juntos”, explica o arquiteto Artur Diniz.

Porém, nem sempre há consenso e, nestes casos, as tonalidades mais neutras são mais favoráveis porque são menos arriscadas. “Desta forma, melhor partir para cores claras, o branco ou para uma cor neutra”, acrescenta. E se a ideia é agradar cada morador com uma cor diferenciada, é preciso ter cuidado. “Se cada um quiser uma cor diferenciada, que não dialogue entre si, recomendo usar apenas uma tonalidade em paredes de ambientes bem distintos, mas lembrando de usar as cores com moderação”, afirma o arquiteto.

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Desta forma, melhor partir para cores claras, o branco ou para uma cor neutra (Foto: Shutterstock)

Outro ponto importante é otimizar o espaço, com um layout bem estudado e que não precisa ser fixo. “Algumas peças podem ser remanejadas de acordo com as necessidades que vão se delineando com a convivência ou até com a chegada de um novo morador. Pode-se também prever as instalações elétricas ou hidráulicas de forma que tornem mais versáteis uma possível mudança na disposição do mobiliário”, explica Artur Diniz.

Na hora de pensar o layout, também deve-se delimitar cada área “privativa” dos moradores. “Seja no armário, na estante, no serviço ou até mesmo um espaço no quarto. Ali ele vai poder guardar seus objetos pessoais sem interferir no espaço do outro”, completa.

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Se o imóvel será compartilhado por amigos, o ideal é ter um quarto para cada morador (Foto: Shutterstock)

Quanto aos móveis, é fundamental adquirir mobiliário e acessórios que facilitem a organização do espaço. Ou seja, eles devem conciliar funcionalidade, praticidade e beleza. “Sofás e poltronas mais leves e fáceis de arrastar são ideias.

Armários móveis com rodízios vão garantir a facilidade na mudança de layout, caso necessário”, diz o arquiteto. Se o imóvel não for muito grande e a falta de espaço seja um problema, situação corriqueira nos apartamentos atuais, será interessante usar móveis mais funcionais.

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Algumas peças podem ser remanejadas de acordo com as necessidades que vão se delineando com a convivência ou até com a chegada de um novo morador (Foto: Shutterstock)

“Algumas soluções são camas com baú, mesas retráteis e armários com portas ou gavetões. E ainda são muitos os recursos para quem quer deixar a casa organizada: armários com pastas, prateleiras, caixas organizadoras, nichos para objetos e gavetas com organizadores na cozinha. Tudo é válido para manter o espaço na mais perfeita ordem sem misturar os pertences”, completa.

Cada detalhe deve ser pensado com atenção, afinal de contas, a decoração dificilmente vai atender aos moradores de forma unânime. Portanto, é fundamental não exagerar nos itens decorativos. “Uma decoração discreta e neutra vai ser útil e poderá ser complementada por alguns objetos de uso pessoal, que deixem o espaço com um pouco da história de cada um. Mas lembre-se que as peças devem ser discretas também”, indica Artur. O arquiteto sugere pequenos objetos de decoração, como retratos de família e vasos com flores, de forma que criem no morador o sentimento de pertencimento daquele lugar.

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Cada detalhe deve ser pensado com atenção, afinal de contas, a decoração dificilmente vai atender aos moradores de forma unânime (Foto: Shutterstock)

Para evitar qualquer tipo de desgaste, também é importante delimitar no layout cada área privativa dos moradores, seja no armário, na estante ou no serviço. Desta forma, ele vai poder guardar os objetos pessoais sem interferir no espaço do outro. “Se a ideia é separar itens pessoais nas áreas comuns, como cozinha e área de serviço, é importante garantir a organização comcestos de roupas e gavetas. E cada espaço pode ser diferenciado com etiquetas para cada morador”, esclarece.

Cômodos

Se o imóvel será compartilhado por amigos, o ideal é ter um quarto para cada morador. Desta forma, além de garantir mais privacidade, é possível fazer daquele o seu espaço, com os seus objetos pessoais, sua decoração, suas cores, sua mobília no seu estilo. “Ali será seu mundo quando estiver cansado da agitação de um espaço compartilhado. Existirá um espaço de silêncio para estudar, ler, descansar, enfim, terá sua privacidade”, afirma Artur Diniz. “E se apenas as áreas comuns forem compartilhadas, será importante ter um frigobar no quarto, mas isto também vai depender das regras e condutas estabelecidas”, acrescenta.

Outra questão, segundo o arquiteto, é que o espaço deve ser pensado para dar privacidade às áreas íntimas. “Para garantir silêncio no quarto enquanto ocorre uma reunião de amigos na sala, por exemplo, pode-se instalar uma porta no corredor para ajudar a isolar o som. Isto pode evitar futuros desentendimentos”, conclui.

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Para garantir silêncio no quarto enquanto ocorre uma reunião de amigos na sala, por exemplo, pode-se instalar uma porta no corredor para ajudar a isolar o som (Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Dicas para contratação de Administradoras de Condomínio

Saiba o que é importante verificar

Saiba o que é importante verificar

Trocar de empresa administradora do condomínio é algo muito sério, e que demanda uma pesquisa proprocional à importância dessa decisão.

“A administradora é realmente uma grande parceira do síndico, por isso temos que estar atentos e escolher uma empresa que passe confiança de que está de olho no condomínios nos seus mais diversos aspectos. Deve passar segurança e profissionalismo e atender bem e com agilidade o síndico, conselho e os moradores”, aponta o síndico profissional Nilton Savieto.

E como são muitas as perguntas a serem feitas, assim como o número de administradoras no mercado condominial, saber por onde começar é fundamental.

Veja abaixo como escolher a empresa certa para o seu condomínio.

Começando a escolher a nova administradora do condomínio

A troca de empresa administradora é algo bastante complexo, e seria muito ruim ter que, mais uma vez, contratar uma outra empresa devido a uma escolha errada. Por isso, vale a pena investir o tempo que for necessário para analisar e comparar cada uma das empresas candidatas.

O primeiro passo é fazer um levantamento e uma seleção inicial das administradoras com potencial e perfil adequado com as características do condomínio.

Nessa etapa, considere os seguintes critérios:

  • INDICAÇÃO: Administradoras indicadas por outros síndicos ou condôminos que se sintam bem assessorados pela empresa é um critério muito importante, e isso deve considerado na seleção dos candidatos.
  • REPUTAÇÃO: Como é a reputação da empresa em sites como ReclameAqui e SíndicoNet? (Especificamente no ReclameAqui, é normal uma administradora de grande porte ter um volume maior de reclamações. O mais importante, nesses casos, é checar, no próprio site, se a empresa vem atendendo e solucionando as reclamações. Já no SíndicoNet, onde o sistema de reputação é mais voltado para a avaliação do atendimento prestado pela empresa, vale uma pesquisada nos comentários que outros síndicos fizeram no perfil da mesma - veja aqui)
  • TECNOLOGIA: A dinâmica de processos, operações e atendimento ao cliente de uma administradora vem sendo altamente beneficiada pela tecnologia nos últimos tempos. Por isso, é importante saber se a empresa possui um bom sistema que permite o síndico acompanhar a prestação de contas e movimentações financeiras do condomínio e, mais do que isso, o que mais ela oferece em termos de tecnologia. Isso vai mostrar se a empresa ”parou no tempo” ou se está se mantendo atualizada e modernizada constantemente.
  • PERFIL: Certifique-se de que a empresa já atua com condomínios com o mesmo perfil que o seu. Uma admnistradora que não possui condomínios-clube em sua carteira, por exemplo, dificilmente terá condições de atender com excelência um empreendimento com essas características.
  • PROXIMIDADE: Não é determinante – principalmente hoje em dia com a tecnologia -  que a empresa esteja próxima ao condomínio, mas esse critério tem um peso na hora de comparar com uma outra administradora.

Aproximando o contato com as administradoras candidatas

Após selecionar o grupo de empresas candidatas e solicitar as propostas, é hora de avaliar as empresas considerando não apenas custos, mas também o mix de serviços prestados e a qualidade do atendimento nesse primeiro contato.

E esse é o momento ideal iniciar um contato mais pessoal, através de uma reunião com algum consultor da empresa, de preferência, no escritório desta.

Essa reunião é essencial para conseguir fazer uma avaliação mais precisa da infra-estrutura da organização, e para ter uma ideia mais concreta de como, de fato, a empresa trabalha o relacionamento interpessoal com seus clientes.

“O que diferencia uma administradora da outra são pessoas, o atendimento, e bom preparo dos gerentes. É essencial, além de ser uma empresa idônea e confiável, pois ela quem cuidará do dia a dia das obrigações admintrativas do síndico. A palavra-chave para mim é que a administradora deve me passar acima de tudo confiança”, ressalta Taula Armentano, síndica profissional.

Fique atento às formas de cobrança

Nessa fase da análise de propostas é muito fácil se iludir com preços muito baixos. Por isso, além de desconfiar de valores muito abaixo do mercado, é importante que o síndico fique atento à forma de cobrança e taxas extras envolvidas. Questione o consultor da administradora quanto a isso.

“Às vezes, o condomínio quer economizar e busca por uma empresa que cobra menos. Mas são tantos extras, que o barato pode sair caro, exemplifica Nilton Savieto, síndico profissional.

O contrato da empresa administradora deve ser claro também sobre o que não está incluso no valor mensal.

Veja abaixo o que a maioria das empresas costuma cobrar à parte.

  • ASSEMBLEIA: as empresas costumam cobrar uma taxa para executá-la, uma vez que há a necessidade de deslocar funcionários ao local fora do seu horário de trabalho
  • TAXAS BANCÁRIAS E BOLETOS: é imprescindível que, ao escolher uma empresa, ela dê uma estimativa de quanto isso deve representar para o condomínio, antes de se fechar o contrato
  • COBRANÇA DE INADIMPLENTES: representação jurídica: caso a administradora conte com advogados para realmente representar o condomínio, isso deve ser cobrado à parte. O síndico, porém, é livre para escolher outros profissionais para isso

Alinhe as expectativas

Para evitar frustrações, compare os pontos fortes da administradora antiga, para que realmente haja um ganho no quesito qualidade da prestação de serviços. Dessa forma, é fundamental que a expectativa do síndico e dos moradores esteja alinhada com a realidade da empresa em questão.

Não adianta, por exemplo, sair de uma empresa que oferecia atendimento ágil para o síndico e um portal financeiro para o síndico e moradores acompanharem os gastos, para outra que não ofereça o mesmo padrão de serviço ou possua tecnologia inferior.

“Não é apenas escolher uma empresa que o síndico imagina que seja boa. Tem que comparar bastante e também saber se a prestação de serviços oferecida ali é alinhada com as expectativas do síndico e do condomínio”, analisa Rosely Schwartz, especialista em condomínios e professora do curso de administração condominial da EPD (Escola Paulista de Direito).

Além disso, ter uma segurança de como a admnistradora atua na prática do dia-a-dia é um passo importante na hora da seleção e contratação.

“Esse nível de comprometimento, o síndico deve conferir junto a outros condomínios atendidos pela empresa em questão. Infelizmente, isso, só no dia-a-dia, no momento das demandas, é que se consegue descobrir”, explica Fernando Schneider, diretor da administradora Apsa.

Segurança contra imprevistos

Outro ponto que deve ser considerado – e que poucas vezes é levado em conta – é o capital social da empresa.

“A grande maioria dos síndicos não procura saber se a empresa realmente tem lastro para fazer frente a algum ato de má gestão, o que deveria ser prioridade para os síndicos. Uma empresa que mexe com o dinheiro de toda uma comunidade não pode ter R$ 10 mil de capital social”, explica Angélica Arbex, gerente de relacionamento com o cliente da administradora Lello.

Também conta pontos a favor se a administradora conta com um seguro que garante a arrecadação caso o funcionário da administradora cometa algum ato de fraude ou se a própria empresa passar por um problema.

“Estamos todos expostos ao erro. É fundamental procurar por uma administradora que tenha plena noção da responsabilidade que é lidar com dinheiro de terceiros”, pesa Fernando Schneider diretor da administradora Apsa.

O que mais considerar?

  • SÓCIOS: Pesquise o nome dos sócios, veja se há ações criminais ou civis contra ele
  • CERTIDÕES NEGATIVAS: Peça à empresa as Certidões dos Distribuidores de Processos Cíveis, Criminais e Trabalhistas, tanto da pessoa jurídica como dos sócios
  • REFERÊNCIAS: Peça uma lista de condomínios administrados pela empresa e visite alguns
  • ESTRUTURA: Conheça a empresa pessoalmente antes de contratá-la
  • PREÇO: Desconfie, sempre, de honorários muito baixos
  • TAXAS: Certifique-se do que será cobrado junto com a taxa e o que será cobrado à parte – isso pode fazer uma diferença enorme no que é pago pelo condomínio no final do mês
  • SEDE: É importante – mas não imprescindível – que a empresa tenha sede própria
  • BENS: Verifique os bens que estão em nome da empresa
  • ENTIDADES: Verifique se o administrador, caso seja autônomo, ou se a empresa administradora é inscrita no Conselho Regional de Administração, se possui CRECI (número de inscrição obrigatória no Conselho Regional de Corretores de Imóveis), e se é filiada a entidades do setor (SECOVI, AABIC, ABADI).

Contrato da administradora de condomínios

O documento que trata dos serviços prestados para o condomínio deve ser minucioso no sentido de explicar perfeitamente itens como:

  • VALOR DA TAXA MENSAL: deve estar explícito como serão cobrado os honorários da empresa, se será um valor fixo mensal ou uma porcentagem da arrecadação do condomínio, e se haverá combrança de uma 13 taxa no ano.
  • GESTÃO DOS FUNCIONÁRIOS: Saber como será o relacionamento da empresa com os colaboradores do condomínio, caso sejam próprios. O básico é cuidar da folha de pagamento e dos encargos trabalhistas. “Uma boa administradora, porém, pode acompanhar o desenvolvimento do funcionário, se preocupar com reciclagens e oferecer caminhos para aquele profissional se destacar em seu serviço”, assinala José Roberto Graiche, diretor da administradora Graiche.
  • CONTA POOL OU VINCULADA: Há duas formas de gerir o dinheiro do condomínio: a chamada conta vinculada, ou própria do condomínio, que é quando a conta é apenas do empreendimento, como o próprio nome diz, ou conta pool. Nesse caso, a administradora usa uma conta para todos os seus clientes, economizando assim em tarifas.
  • ASSESSORIA JURÍDICA: é importante deixar claro qual é o tipo de auxílio que a empresa vai oferecer. “Geralmente, a administradora oferece um apoio para os síndicos para contratos, por exemplo, para tirar alguma dúvida. Cobrança de inadimplentes ou entrada com uma ação na Justiça costumam ser cobrados à parte”, assinala Roberto Graiche. Para o advogado especialista em condomínios André Luiz Junqueira, o ideal é que a empresa não ofereça esse tipo de auxílio. “Administradoras não podem  prestar serviços jurídicos, isso pode gerar problemas com a OAB local”, salienta ele.
  • PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA: Fazer um prognóstico não apenas dos gastos, mas também das necessidades do condomínio no próximo ano é algo que a empresa deve oferecer – e constar no contrato. “Faz parte do trabalho da empresa oferecer esse planejamento para o condomínio”, afirma Rosely Schwartz.
  • PAGAMENTOS DE CONTAS, MULTAS E IMPOSTOS: É responsabilidade da empresa que impostos sejam pagos em dia. “Moradores e síndico devem ter a tranquilidade de que as obrigações do condomínio estão sendo quitadas em dia, claro, se houver saldo para os pagamentos”, enfatiza Graiche.
  • SEGUROS: Cabe à administradora alertar o síndico sobre a renovação da apólice de seguros – e também se há necessidade de alteração no seguro. “Muitos condomínios não contam com uma apólice que realmente cubra as necessidades em caso de um problema sério. O síndico precisa, muitas vezes, do auxílio da administradora para dar uma boa sugestão sobre esse tema”, analisa Nilton Savieto.
  • CLÁUSULA DE RESCISÃO: Uma das grandes questões de quando se contrata a administradora é a questão do distrato. Existem diversas formas de tratar a rescisão dos serviços da empresa – e isso deve estar muito claro no documento. “O contrato deve deixar explícito o que é considerado descumprimento contratual, e, nesse caso, o síndico pode procurar outra empresa sem multa. O prazo também deve estar claro para a rescisão: se em 30, 60 ou no máximo 90 dias”, explica André Junqueira. Na cláusula de rescisão também deve constar como deve ser feita a entrega de documentos do condomínio para a nova empresa. “Muitas vezes, há um volume enorme de documentos que a antiga administradora deve entregar para a nova. Por isso é fundamental haver um calendário de entrega, dos mais urgentes ao menos, evitando assim que a nova parceira do condomínio não consiga, por exemplo, emitir a folha de pagamento do primeiro mês de serviços”, exemplifica Nilton Savieto.

Diferenciais da administradora

“O grande trabalho da administradora é oferecer assessoria intelectual para o síndico”, conceitua o advogado André Junqueira.

E justamente por ter essa característica, é importante que a empresa esteja sempre atenta às novas demandas do mercado.

“Ao procurar por uma parceira do tipo, é importante se perguntar ‘quanto essa empresa investiu em inovação no último ano’”, de acordo com Angelica Arbex, da Lello.

Veja alguns pontos de interesse sobre esse assunto:

  • E-SOCIAL: A integração de envio das informações trabalhistas e previdenciárias, entre outras, para o governo, demandou muita organização não apenas das próprias empresas, mas também dos condomínios com funcionários próprios. “Os próprios síndicos terão que prestar muito mais atenção e realmente se adaptar a essa nova realidade”, assinala José Robertom Graiche. Importante dizer que muitas administradoras cobraram de seus clientes para se adequaren à plataforma.  “Fizemos um enorme investimento no e-Social esse ano, para que nossos clientes fossem atendidos da melhor forma possível”, explica José Roberto Graiche.
  • APPs/ SITE DO CONDOMÍNIO: Aplicativos para acompanhar as demandas dos moradores e do síndico são uma realidade para diversos condomínios. O condomínio pode optar por ter o seu e não ficar preso à administradora, ou, se assim o condomínio preferir, a própria administradora pode oferecer a ferramenta. “É uma ótima maneira de demonstrar transparência e também de descentralizar diversas tarefas do síndico. O próprio morador pode acompanhar o pagamento das contas”, exemplifica Angelica.
  • AUTO-SERVIÇO: Se a administradora conta com bos parceiros de software de gestão, é também um ponto de atenção a menos para o síndico. “É importante que a administradora tenha em mente que para reduzir o tempo de resposta das suas demandas, é importante um parceiro para operacionalizar o auto-serviço da melhor forma possível”, explica André Baldini CEO da Superlógica.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Saiba tudo sobre a lei da empregada doméstica

Trabalhadora deve ter registro em carteira e cumprir regras trabalhistas

Chegar em casa depois de um dia cansativo de trabalho e ter tudo limpinho e arrumado é o sonho de muita gente. E ele tem nome: empregada doméstica. Mas saiba que é preciso cumprir uma série de regras para a contratação de uma profissional, a começar pelo registro em carteira – exigido quando o serviço ocorre mais de duas vezes na semana (deixa de ser apenas diarista).

Veja as dicas para fazer direito:


(Foto: Shutterstock)

A lei

Após a aprovação da Lei Complementar nº 150, em 2015, que regulamentou a Emenda Constitucional n° 72, conhecida como a PEC das Domésticas, foi estendido à empregada doméstica os direitos dos demais trabalhadores registrados com carteira assinada (em regime CLT).

Direitos

“A empregada doméstica deve receber, pelo menos, um salário mínimo, ter jornada estabelecida de até 44 horas semanais e, no máximo, 8 horas diárias, podendo ser contratada em regime parcial. É obrigatório o controle individual de frequência, hora extra, FGTS, entre outros”, explica a advogada Denise Lago, especialista em Direito Trabalhista do escritório Posocco & Associados. No site portal.esocial.gov.br/empregador-domestico/direitos-do-trabalhador-domestico estão mais detalhes.

Como funciona

O empregador deve fazer o cadastro dele e da empregada diretamente no portal eSocial, para isso precisa do PIS ou NIT (Número de Inscrição do Trabalhador) da pessoa que será contratada. A guia de recolhimento mensal ao INSS pode ser gerada no próprio site. “O empregador sempre recolherá 12% do salário pago, referentes à sua contribuição obrigatória. O empregado pagará um percentual, que varia de 8% a 11%, mas que o patrão fica responsável por pagar e depois desconta do salário”, detalha a advogada Roberta de Oliveira Azevedo, que tem escritório em Jundiaí (SP).

Fazer contrato

É muito importante elaborar um contrato de trabalho constando, além da jornada e remuneração, as funções desempenhadas pela empregada. Ambos devem assinar o documento concordando. Há modelos disponíveis na internet, inclusive no eSocial. “Pode-se estender a jornada diária da empregada, de segunda a sexta-feira, além das oito horas e retirar o trabalho no sábado, devendo essa compensação ser pactuada entre as partes”, diz Roberta.

Cuidados

Para o empregador garantir um local de trabalho sempre seguro, de forma a prevenir riscos de acidentes ao trabalhador, terá que investir em aquisição de equipamentos de proteção (como luvas, óculos de proteção, botas etc.) e medidas de alerta em caso de riscos de acidentes (como sinalizar ou avisar sobre um degrau onde há risco de tropeçar).


(Foto: Shutterstock)

Imposto de Renda

No que diz respeito à dedução do Imposto de Renda, pode-se deduzir os recolhimentos das contribuições pagas ao INSS. Agora em 2018 o total é limitado a R$ 1.171,84 (relativo ao ano-calendário 2017). Todo ano há uma pequena correção no valor.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Assembleias virtuais são opções para participação dos moradores

Se forem seguidas algumas regras, as assembleias virtuais pela internet podem trazer inúmeras vantagens e garantir uma maior participação por parte dos moradores nos assuntos em pauta dos encontros.

Assembleias virtuais

Apesar de ainda existir diversas barreiras tecnológicas, legais e de cultura, está mais comum os condomínios realizarem assembleias virtuais. Na contemporaneidade, a maioria dos moradores dos novos condomínios são pessoas da chamada geração Y. Esse público nasceu no ambiente tecnológico e exige informação, mas não dispõe de tempo para tanto. Por isso, as assembleias de condomínio, conhecidas pelo baixo quórum nas reuniões e por discussões acaloradas começam, aos poucos, a ser realizadas no ambiente virtual.

Essa mudança de comportamento tem uma explicação: Segundo pesquisa realizada pelo Secovi-SP, 74% dos síndicos de prédios residenciais na cidade possuem entre 30 e 60 anos e mais da metade (50%) tem curso superior. Como eles são os gestores desses empreendimentos, é normal que esse novo perfil de síndico passe a pensar novas formas de discutir assuntos condominiais.

Por se tratar de uma nova ferramenta, ainda incipiente, é importante que o assunto seja discutido e se aprovado, incluir na convenção do condomínio para que a nova forma de reunião tenha a mesma legalidade jurídica que uma assembleia presencial.

Embora a legislação brasileira não preveja a realização de assembleias virtuais, o artigo 1.350 do Código Civildetermina que “convocará o síndico, anualmente, reunião da assembleia dos condomínios, na forma prevista na convenção (…)”. Desta forma, feita a alteração na convenção, a assembleia virtual estará apta de ser realizada no condomínio.

Após a aprovação na convenção, os condôminos são convidados por e-mail a criar um login e senha. Após inscritos, são chamados para sugerir e conhecer os temas debatidos no ambiente virtual com o síndico.

Ao contrário das assembleias presenciais, no ambiente virtual a votação não se encerra com o término da reunião. Na web, o espaço para votação fica aberto durante um período determinado. Facilitando assim, a aprovação ou a reprovação de determinado assunto.

Mesmo com tantos motivos para se acreditar que as assembleias virtuais já são uma realidade nos condomínios brasileiros, ainda existe alguns empecilhos para a prática se tornar padrão nos empreendimentos. Especialistas recomendam que assuntos tranquilos sejam tratados nos ambientes virtuais e assembleias presenciais foquem em votações importantes.

Confira, abaixo, os prós e contras das assembleias virtuais:

Prós

– Em assuntos que necessitem de um maior quórum, essa modalidade atinge número necessário para a tomada de decisões.

– Proporciona que o assunto seja debatido em sua especificidade, sem desvios e animosidades.

– Maior flexibilização dos horários das assembleias possibilitando assim uma maior participação dos moradores nas decisões condominiais.

Contras

– Por se tratar de uma prática ainda não muito usual, recomenda-se que o síndico use com parcimônia. Especialistas recomendam a forma hibrida de assembleia (presencial e virtual). Isso poderia acarretar maiores custos e baixa adesão nas reuniões.

– A vulnerabilidade de alguns softwares eletrônicos faz com que o ambiente virtual se torne menos seguro quando comparado ao presencial. É importante buscar uma empresa tecnológica especializada no assunto e que garanta uma conexão rápida e segura.

– Ainda existem pessoas que não tem acesso ou facilidade com a internet. Nesse caso, elas poderiam recorrer à justiça pois o seu direito de participação estaria sendo restringido ou dificultado.

Confira nossos modelos de documentos para utilizar em seu condomínio:

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

5 dicas de decoração para quarto infantil além do rosa e azul

Se você deseja decorar o quarto da sua criança e quer fugir dos tradicionais rosa e azul, confira neste artigo 5 referências incríveis agora mesmo.

O clássico azul para meninos e rosa para meninas a cada dia perde espaço quando o assunto é decoração de quartos infantis. Os pais têm buscado inovar na hora de criar o cantinho que vai receber o filho ou filha durante parte de sua infância, e fugir do padrão “rosa e azul” é muito mais fácil do que parece.

Alguns tons como o amarelo, lilás e laranja são vistos como alternativas por quem quer sair do básico, mas é possível ir muito além dessas cores na hora de decorar.

A principal dica para driblar a questão rosa/azul é escolher um tema. Definir um assunto para decorar o quarto é uma das formas de não se apegar a cores e sim a elementos que façam parte daquele universo e comprar as peças seguindo essa linha criativa.

Que tal uma decoração de natureza, com referências às plantas e aos animais? Esse tipo de combinação vai além dos gêneros feminino e masculino, combina com tudo e deixa o ambiente com um aspecto de paz e tranquilidade. Aposte nos tons de verde clarinho, marrom e nude.

Vale brincar também com cores quentes que remetem ao pôr do sol e a vida selvagem, como vermelho, laranja e amarelo.

O fundo do mar é também um ótimo tema, que pode ser inteiro trabalhado em tons de turquesa para escapar um pouco do clássico azul claro. Que tal um tema de praia, com animais marinhos, algas e outros elementos que simbolizam a vida perto do oceano?

Alguns detalhes em palha ou tom de areia ajudam a arrematar o visual, como neste exemplo. O acabamento no alto das janelas e nos amarradores das cortinas traz um clima de aconchego e contato com a natureza. Alguns bichinhos de pelúcia e brinquedos coloridos são bem-vindos para complementar a decor.


Tons neutros também são uma ótima opção para os quartos infantis. Na imagem, temos um exemplo do cinza clarinho aplicado na temática de espaço, que cabe perfeitamente para essa tonalidade de cor.

Use elementos como a lua, planetas, naves e foguetes. Para remeter ao céu estrelado a noite, é possível adicionar alguns pontos espalhados pela parede ou até mesmo adesivos de estrelinhas. Na internet você encontra alguns modelos que brilham no escuro!


Você pode facilitar a mudança sempre que der na telha com a aplicação de papel de parede no quarto das crianças. Desta forma, cada ambiente poderá contar uma história de acordo com o crescimento delas, do quarto de bebê até o final da infância.

Aposte nos padrões coloridos ou em estampas de desenhos animados, animais, mapas, nuvens e o que mais a imaginação mandar. Existem diversas lojas especializadas em papeis de paredes online e muitos vídeos ensinam a aplicar corretamente sozinho em casa.


Se você não deseja revestir toda a parede com o papel autocolante, pode optar pelos adesivos de parede. Essa opção com balões é linda e deixa qualquer quarto charmoso sem esforço. Para não sobrecarregar nas cores, o ideal é manter paredes e móveis neutros, se possível.

Deixe as cores vibrantes para os detalhes, dos acessórios a elementos como cortinas, tapetes, entre outros.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Recarga e manutenção de extintores

Orçamentos fechados ou abertos, qual a melhor opção?

Orçamentos fechados ou abertos, qual a melhor opção?

Com cada vez mais incidentes de incêndio em condomínios nos últimos anos, a atenção dos síndicos e administradores vem sendo redobrada para um item de segurança muito presente e importante no combate ao fogo: os extintores de incêndio.

O equipamento deve ser recarregado anualmente - apenas o de CO2 deve ser inspecionado a cada seis meses, e recarregado se houver necessidade.

As mangueiras dos extintores também merecem atenção, mas devem passar por teste hidrostático apenas a cada cinco anos.

E algo que poderia ser corriqueiro para o cotidiano do condomínio como uma manutenção anual pode virar uma dor de cabeça muito grande para o síndico que não está familiarizado com o processo.

Isso porque um orçamento um pouco mais em conta pode vir com uma surpresa: o custo das peças a serem trocadas a parte, o que encarece bastante o preço final do serviço.

Tipos de orçamento

ORÇAMENTO FECHADO

“Já chegamos a ver diferença de mais de 800% entre a cotação e o preço final do serviço”, explica Raquel Tomasini, gerente de produtos da Lello.

Para evitar esse susto, muitos condomínios optam pelo orçamento fechado, que contempla quase tudo.

Apesar de poder chegar a ser 40% mais caro do que o orçamento inicial sem peças, essa modalidade não cobre, por exemplo, extintores que precisem ser substituídos – ficando esse encargo, sempre, para o condomínio.

Mas, mesmo dando mais tranquilidade para o síndico por saber que o valor cotado será mais próximo do que será cobrado pela prestadora de serviços, nem todos recomendam o orçamento fechado.

ORÇAMENTO ABERTO

“Eu oriento os síndicos a acertarem com a mesma empresa, para que tenham um serviço mais uniforme. O orçamento aberto sempre tem o fator surpresa, mas pode ser que não saia tão caro quanto o fechado. Por isso, escolher o orçamento aberto também é uma opção a ser pensada”, ensina Sergio Meira, do Secovi-SP.

Portanto, é preciso ponderar se o orçamento mais barato – o aberto – será mais vantajoso, já que esse valor certamente não será o final, mas em alguns casos, ele pode, sim ser mais baixo do que o orçamento fechado, dependendo principalmente do estado dos extintores.

A maior dificuldade para se chegar ao preço certo se dá porque isso só acontece quando todos os extintores forem abertos. É apenas nesse momento que o prestador de serviço consegue avaliar com segurança os itens que sofreram mais desgaste e precisam ser trocados.

As peças que apresentam maior índice que troca são: manômetro, o ring, pera, tubo, sifão e válvula. Sendo que essas últimas podem também ser reparadas.

Vale ressaltar que, independente da modalidade do orçamento, o mesmo deve descrever minuciosamente o que está incluso no preço ou não, assim como o valor das recargas de água, pó químico, CO2.

Também deve constar se a pintura dos equipamentos faz parte do pacote ou se deve ser acertada à  parte – o que também encarece o valor final do serviço.

Obrigatoriedade

É importante lembrar que a recarga dos extintores é uma obrigação legal do síndico, e não há opção entre efetuá-la ou não.

Daí a importância de que esse aporte esteja previsto no planejamento financeiro do condomínio, evitando que a manutenção se torne um peso extra nas contas do local.

Como escolher e o que exigir da empresa

Ao escolher a empresa de recarga e manutenção dos extintores e equipamentos contra incêndio, o primordial é que ela seja certificada pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).

No estado de São Paulo, a empresa também deve ser cadastrada na Cetesb.

Também é de suma importância que haja um engenheiro no quadro de funcionários da empresa. Ao efetuar a recarga, os extintores em conformidade com a lei brasileira devem, receber um selo do Inmetro.

A ordem de serviço deve ser preenchida e assinada pelo técnico responsável pela manutenção.

Selo INMETRO

  • Desde de março de 2001, foi criado pelo INMETRO um Selo de Conformidade para extintores, que garante a qualidade do equipamento e das empresas especializadas na manutenção
  • O selo deve ser trocado a cada manutenção do equipamento, com a data do próximo vencimento (como na troca de óleo de um carro), e é válido em todo território nacional
  • O selo garante que o extintor ou serviço de manutenção foi certificado por uma instituição credenciada pelo Inmetro

Evite fraudes na recarga e manutenção dos extintores

É importante escolher uma empresa que ofereça a possibilidade de devolução dos extintores caso não haja acordo depois que o orçamento final – com peças e reparos – seja apresentado. Dessa forma, o síndico não fica obrigado a pagar um serviço cujo valor final passe demais do seu orçamento.

Para garantir que os extintores não sejam trocados pela empresa contratada, nossos consultores sugerem que o síndico peça ao zelador para que anote o número dos extintores, ou que faça uma marca – como um ponto de esmalte de uma cor que se sobressaia – no seu equipamento.

Assim, haverá a certeza de que o extintor devolvido é o mesmo que foi enviado à empresa.

Sem extintores

O condomínio não pode ficar sem extintores. Portanto, para que a manutenção aconteça, e o local não fique desguarnecido, há duas saídas:

  • Empresa faz a manutenção em duas etapas – leva primeiro os extintores de andares pares e depois, dos ímpares; assim se algum pavimento passar por alguma situação de combate ao fogo, é rápido chegar ao equipamento
  • Empresa empresta os extintores: algumas prestadoras de serviço oferecem esse diferencial, se informe ao cotar com o fornecedor

Passo a passo da contratação

  1. Cotação com empresas: Cuidado com orçamentos muito abaixo da média do mercado
  2. Avalie e escolha qual a melhor opção: orçamento fechado ou aberto
  3. Certifique-se de que a empresa é certificada pelo INMETRO
  4. O técnico visita o condomínio, checa os equipamentos, entrega um laudo e orçamento
  5. Aprovado o orçamento, retira os extintores, deixando equipamentos de reserva no local
  6. No retorno, verifique se o lacre não está violado e se os extintores não foram trocados

Inspeção

Mas não é só no momento da manutenção que o condomínio deve ficar atento aos seus extintores.

Pelo menos duas vezes por semana, o zelador deve verificar cada um deles, para se certificar se houve uso ou se foi descarregado. Nesse caso, ou se houve perda de pressão, o mesmo deverá ser recarregado.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Leilões de Imóveis: saiba como ter acesso as oportunidades com segurança

Quer participar de um leilão, mas ainda tem bastante receio sobre essa modalidade? A Mega Leilões veio para te ajudar a sanar todas as suas dúvidas.

Especialistas em leilões de imóveis online, o pessoal da Mega Leilões separou algumas dicas para você que tem interesse nessa modalidade de compra e quer saber quais os passos a seguir para realizar a compra do seu imóvel com segurança.

O leilão de imóveis é um tema que chama a atenção na mesma proporção que gera desconfiança. É bastante comum no dia a dia da Mega Leilões, por exemplo, receber questionamentos de interessados na arrematação de imóveis através de um leilão, mas ainda sim com dúvidas em relação a segurança desse tipo de investimento.

Alguns clientes já ouviram falar de alguém que arrematou um apartamento e perdeu o dinheiro. Ou, que o amigo de um amigo não consegue tomar posse da casa que foi arrematada a mais de 3 anos.

Após ouvir tantas coisas, o receio é quase certo. Porém, vamos explicar melhor como essa modalidade de compra de imóveis funciona e o que você precisa saber para garantir seu novo lar de forma segura.

Diferenças entre leilões

Antes de tudo, é preciso saber que os leilões acontecem em duas modalidades básicas: leilões judiciais e leilões extrajudiciais.

Os leilões judiciais são imóveis leiloados por determinação judicial, independentemente da vontade de seu proprietário. Isso pode acontecer em função da falta de pagamento de condomínio, extinção de sociedade, falência de uma empresa, entre outros.

Geralmente o leilão é divido em duas etapas chamadas de praça. Na primeira praça o imóvel é leiloado a 100% de seu valor de avaliação. Não existindo interessados será realizada a segunda praça com desconto em relação a primeira praça. Geralmente o desconto é de 50% do valor de avaliação.

A legislação brasileira protege o arrematante cancelando penhoras e gravames anteriores a arrematação no momento do registro. Ou seja, a aquisição de um imóvel em leilão judicial é bastante segura. Entretanto, alguns cuidados devem ser observados.

Ao identificar um imóvel de seu interesse é preciso ler o edital de leilão atentamente antes. O edital é o livro de regras de qualquer leilão e nele você encontra data e horário de encerramento da primeira e segunda praça, descrição do bem leiloado, forma e prazos de pagamento, além de eventuais débitos que possam recair sobre o imóvel.

Após essa primeira análise, o mais indicado é contratar um advogado especialista em leilões. Existem escritórios que prestam esse serviço e alguns aceitam cobrar apenas no êxito da arrematação.

O advogado irá fazer uma pesquisa técnica de aspectos processuais e jurídicos que possam dificultar o registro e a posse do imóvel. Nesse momento ele dará um parecer favorável ou contrário à sua participação no leilão, elencando os motivos.

Caso você seja o vencedor do leilão, esse mesmo advogado poderá tomar as medidas judiciais cabíveis para o desembaraço de registro e posse do imóvel.

Já a segunda modalidade de leilão é o chamado leilão extrajudicial. São imóveis leiloados por entes privados, geralmente bancos, sem a intervenção do poder judiciário. Isso significa que o interessado irá adquirir bens imóveis diretamente de um banco.

Existem diferentes modalidades de leilões extrajudiciais sendo as mais comuns o leilão de alienação fiduciária e o chamado terceiro leilão.

O leilão de alienação fiduciária é realizado em função de inadimplência de financiamento em que um imóvel foi alienado fiduciariamente em garantia.

Assim como o leilão judicial, o leilão de alienação fiduciária é composto de duas etapas. A primeira é realizada por valor de avaliação e a segunda pelo valor da dívida.

Já os imóveis que pertencem a categoria de terceiro leilão são aqueles que fazem parte do patrimônio dos bancos e leiloados em leilão único, por preços indicado pelos mesmos. Esses leilões podem conter forma de pagamento flexíveis como parcelamentos e financiamentos. A forma de pagamento e eventuais débitos que recaiam sobre o imóvel devem estar expressos no edital.

Os leilões extrajudiciais são considerados menos burocráticos, mesmo assim, isso não elimina a necessidade de pesquisa e diligencia por parte dos interessados fazendo-se necessário a presença de um advogado.

Isso pois, apesar da propriedade estar registrada em nome da empresa que leva o bem a leilão, muitas vezes o imóvel encontra-se ocupado pelo antigo proprietário, cabendo ao arrematante tomar as medidas para sua desocupação.

E então, conseguiu entender melhor um pouco como funciona a compra de um imóvel por meio de leilões? Caso ainda tenha alguma dúvida, você pode entrar em nosso site e saber mais informações sobre o assunto.

E se você estiver em busca de oportunidades para comprar através de leilões, basta acessar o Imovelweb e conferir todas as ofertas da Mega Leilões que estão disponíveis. Ah, e o melhor é que os leilões são todos online!

*A Mega Leilões é um portal especializado em leilões eletrônicos, tanto judiciais como extrajudiciais, de bens móveis e imóveis.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Empresas garantidoras: alternativa contra a inadimplência?

O aumento no número de empresas garantidoras faz do síndico uma figura ainda mais determinante na hora de contratar esse serviço. Histórico da empresa e consulta aos clientes são fundamentais antes de fechar o contrato.

Empresas garantidoras: alternativa contra a inadimplência?
Empresas garantidoras: alternativa contra a inadimplência?

Com a alta taxa de inadimplência nos condomínios do país, agravada pela crise econômica, síndicos têm encontrado as mais diversas soluções para cobrar os débitos em atraso dos condôminos. Desde as mais comuns, como bater na porta do devedor e alertar para os problemas de não pagar a taxa condominial; até as mais modernas, como recorrer a empresas garantidoras.

E dentro desse cenário, o mercado condominial acompanhou um boom na abertura de empresas garantidoras, o que proporciona mais opções aos condomínios e ao mesmo tempo uma necessidade iminente por informação.

Por isso o site Viva o Condomínio foi conversar com o advogado André Zacarias de Queiroz e esclarecer algumas dúvidas referentes à contratação e à natureza desse tipo de serviço.

Entre outros assuntos Queiroz falou sobre o aumento no número de empresas garantidoras, como identificar a viabilidade da contratação por parte do síndico e a natureza da dívida condominial.

Confira os principais trechos da entrevista

Viva o Condomínio: De uns anos para cá houve um boom na abertura de empresas garantidoras. Diante deste cenário, quais são os principais cuidados que o síndico deve ter na hora de escolher uma empresa garantidora?

André Queiroz: Eu diria que o síndico deve procurar se informar a respeito da tradição da garantidora, do bom nome que ela desenvolveu no mercado. Também pode e deve entrar em contato com clientes atuais da garantidora que pretende contratar, para ouvir diretamente dos clientes acerca da qualidade na prestação do serviço.

VC: O aumento do número de empresas garantidoras pode ser positivo para os condomínios?

AQ: O aumento no número de garantidoras pode ser positivo aos condomínios no sentido de que irá aumentar o leque de opções, além de aumentar a própria concorrência entre as garantidoras. Isso as obriga a prestarem um serviço cada vez melhor de qualidade e inovação, sob pena de outras serem escolhidas.

VC: Considerando que nem todos os condomínios precisam de uma empresa garantidora, como identificar a viabilidade desse tipo de contratação?

AQ: A viabilidade na contratação de uma empresa garantidora passa pela análise do nível de inadimplência do condomínio. Em linhas bastante gerais, a contratação de uma garantidora começa a se tornar uma opção viável ao condomínio quando o índice de inadimplência mensal gira em mais de dez por cento.

VC: Além das finanças em dia, que outras vantagens o trabalho de uma garantidora pode proporcionar ao condomínio?

AQ: A principal vantagem é a segurança financeira e a tranquilidade que o condomínio, na pessoa do síndico ou administradora, possui para trabalhar e fazer os atos de gestão que o condomínio realmente precisa. A geração de boletos, emissão de rateios, bem como auxílio jurídico são outros serviços que geralmente são apontados como muito favoráveis aos condomínios.

VC: Escolhida a empresa, quais os próximos passos do síndico? Essa decisão precisa ser aprovada em assembleia?

AQ: O síndico, após escolher a garantidora, deve submeter à contratação da garantidora em assembleia, para fins de vinculação a todos os condôminos. Todavia, a contratação da garantidora está entre as atribuições que o síndico pode contratar diretamente, caso tal disposição conste expressamente na convenção (vide art. 1.348, par. 2º, Código Civil).  Porém, via de regra, como geralmente não consta tal disposição em convenção, a aprovação prévia em assembleia é necessária.

VC: E o passo seguinte, ou seja, quando efetivamente o trabalho tem início?

AQ: O trabalho tem início na emissão do mês seguinte do rateio das despesas, em que o condomínio deverá enviar, com a antecedência devida, o rateio de despesas à garantidora, para que esta possa fazer a correta emissão dos boletos para pagamento pelos condôminos.

VC: Na relação entre o síndico e os condôminos, como uma garantidora pode facilitar o dia a dia?

AQ: Facilita enormemente a vida do síndico ao lhe liberar da desgastante tarefa de cobrar os inadimplentes, além de lhe facilitar o dia a dia da gestão, ao ter previsibilidade do recebimento dos valores.

VC: Algumas pessoas ainda confundem as atribuições das garantidoras e das administradoras. O que as diferenciam?

AQ: A garantidora é um nicho específico: ela faz a garantia de receita, e cobrança dos valores atrasados. A administradora faz todo o restante trabalho administrativo: auxilia o síndico na contratação de funcionários, paga contas, gera guia e pagamentos de impostos e contribuições, elaboram o balancete mensal do condomínio, etc.

VC: É possível uma empresa oferecer serviços de administradora e de garantidora em um único tipo de contrato?

AQ: Sim, é possível. Há administradoras que estão começando a fazer também o trabalho de garantidoras.

VC: O trabalho da garantidora pode pôr em risco a natureza da dívida? Ou seja, o fato da garantidora fazer a cobrança afeta a natureza propter rem da taxa condominial?

AQ: Não se trata de compra de dívida, ou de empréstimo, mas a natureza jurídica do serviço é de prestação de contas antecipada ao condomínio. Assim, não há alteração na natureza da dívida, que continua condominial, sendo legitimado o condomínio. Igualmente, os tribunais compreendem bem o trabalho das garantidoras, de forma que seus contratos, quando apreciados pelo Poder Judiciário, não levaram a retirar o caráter propter rem da taxa condominial.

VC: A garantidora precisa ter profissionais habilitados na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)? Como funciona a cobrança jurídica? O objetivo é levar o imóvel para leilão?

AQ: A garantidora contrata advogados terceirizados para a cobrança judicial.  Nesse sentido, precisa de advogados devidamente habilitados. A cobrança jurídica funciona mediante o ajuizamento das ações nos foros competentes (seja Juizado Especial Cível, seja Justiça Comum, seja Justiça Federal), no rito executivo, ou comum. O objetivo não é levar o imóvel a leilão, mas receber os valores.

VC: Que fatores podem ter desencadeado a crescente inadimplência condominial nos últimos anos?

AQ: Imputa-se muito à crise econômica dos últimos anos a crescente inadimplência condominial nos últimos anos.  Igualmente, pode-se dizer que a redução de 20% para 2% da multa condominial, ocorrida em 2003 (entrada em vigor do atual Código Civil) teve um impacto significativo.

VC: Por fim, como diminuir a inadimplência? Existe algo que o síndico possa fazer a respeito?

AQ: Uma vez que o síndico contrata uma garantidora, ele pode e deve ajudar a empresa através do envio das informações que possua dos moradores, quando solicitado. Essas informações são cruciais na cobrança, seja amigável ou judicial. A inadimplência pode ser diminuída com uma boa cobrança. As campanhas de conscientização sobre a importância de manter em dia a taxa condominial também são importantes.

Veja nossos formulários sobre o assunto:

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Tome os cuidados certos na hora de escolher móveis usados

Eles podem dar um toque especial na decoração, mas precisam ser comprados e colocados de maneira correta

Móveis usados, em estilo retrô, podem deixar a decoração muito mais interessante. Deixe o preconceito de lado: sua casa não perderá a modernidade por causa de um aparador diferente. “Geralmente, móveis antigos possuem ótima qualidade, tanto na madeira utilizada em sua confecção, quanto dos acabamentos”, diz a arquiteta Mariana Felgas, do Rio de Janeiro.

 

móveis usados
O segredo da decoração é justamente saber equilibrar (Foto: Shutterstock)

 

Além disso, ressalta ela, um móvel antigo pode ser até 35% mais barato do que o novo. “Móveis antigos possuem formas interessantes e cheias detalhes decorativos que, se combinados a móveis modernos, podem conferir muita personalidade ao ambiente decorado”, explica Mariana.

A arquiteta detalha que o ideal é obter ajuda de um profissional especializado em arquitetura de interiores para harmonizar todos os elementos antigos e novos de decoração sem pesar nos detalhes. “O segredo da decoração é justamente saber equilibrar”.

Na hora de comprar

Analise bem o produto que você vai comprar. Móveis usados têm suas marcas, que muitos arquitetos chamam de memórias, mas não podem estar rachados ou infestados de cupins, por exemplo. Procure lojas de confiança e examine bem o móvel.

A arquiteta e designer Raquel Antunes, sócia-proprietária do @studiocaramelo, de São Paulo, acha importante levar para um especialista na hora da compra. “Verificar itens como estrutura, se há proliferação de pragas e pensar em qual será seu uso final: se ao tempo, em áreas secas ou úmidas. Assim, teremos o devido cuidado para o mobiliário perdurar por mais tempo”.

 

móveis usados
Dica: Verificar itens como estrutura, se há proliferação de pragas e pensar em qual será seu uso final (Foto: Shutterstock)

 

Ela diz que mesmo o móvel com necessidade de restauro pode trazer uma nova personalidade ou ser um ponto de atenção no design. “Só não é interessante comprar usado quando o investimento na reforma e restauração ficar muito superior à compra de um novo”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Manutenção e inspeção das instalações de gás

Cuidados extra ajudam a manter a segurança do seu condomínio

Cuidados extra ajudam a manter a segurança do seu condomínio

Em maio de 2015, um andar inteiro de um condomínio em São Conrado, no Rio de Janeiro, explodiu. Danos foram causados nos 72 apartamentos do edifício, que já não corre risco de desabar. A principal suspeita, até o momento, é que um vazamento de gás tenha ocasionado a explosão.

Ninguém morreu, mas alguns moradores se feriram, como o dono da unidade de onde a explosão partiu.

Vale ressaltar que o condomínio, e o síndico do edifício Canoas, estava com a sua documentação em dia: do AVCB à autovistoria obrigatória, o condomínio estava dentro do que a lei do estado do Rio de Janeiro pede.

Inspeção das instalações

Inspecionar o sistema de gás do condomínio é obrigatório apenas quando o local está renovando o seu AVCB. Nesse momento, o Corpo de Bombeiros pede um laudo, de um engenheiro, com ART, explicitando que está tudo dentro da NBR 15.526/2007 da ABNT.

Mesmo sem a obrigação de fazer um check up anual no sistema de gás, muitos síndicos tomam essa iniciativa buscando cercar o condomínio de segurança. Importante frisar que a empresa contratada deve ser autorizada pela concessionária de gás da região para efetuar esse tipo de serviço.

 Veja como é executada a inspeção completa:

  • Primeiro é feita uma vistoria visual das instalações. Assim, dá para saber se o encanamento está em boas condições ou se vai precisar de reparos.
  • Depois a central de gás (onde não há gás encanado) é observada. O local deve contar com placas e ser gradeado. Também não deve haver ralos a menos de 1,5 m dos botijões  para evitar que, em caso de vazamento, o gás ‘escape’ por ali.
  • Então é feito um teste de estanqueidade em todos os ramais, para saber se há vazamentos.
  • Também deve ser observado se o encanamento de gás não está demasiadamente perto de fios elétricos. Nesse caso, é interessante que o condomínio pense na possibilidade de trocar os canos de lugar.

“Alguns residenciais têm apostado em fazer o encanamento externo, na fachada. É uma alternativa segura”, avalia Velloso, da VIP.

Cuidando da tubulação

Há casos de condomínios com instalações com mais de 15 anos de uso. Nesses locais é comum encontrar problemas de ventilação inadequada, ferrugem, vazamento de gás, falta de válvulas de bloqueio manual para manutenção, falta de extintores próximos aos abrigos, inexistência ou deterioração da pintura da tubulação aparente, falta de tratamento anticorrosivo das tubulações enterradas e existência de vedante vegetal.

Vale dizer que os encanamentos mais antigos (e comuns, até hoje) são de ferro galvanizado. Caso seja necessária a torça da tubulação, o ideal é fazer a substituição toda por peças de cobre, que são muito mais duradouras – e mais caras também.

“Trocar apenas algumas peças apenas acelera o processo de corrosão”, ensina Zeferino Velloso, diretor da VIP, empresa que realiza inspeções prediais. Uma alternativa aos canos de cobre é são aqueles de polietileno.

Há também a opção de passar uma tubulação nova dentro da antiga, ou de se utilizar uma resina que forma uma película dentro do cano antigo.

“Essa forma de recuperação da tubulação cria uma película que fica quase como uma borracha, evitando assim problemas de vazamento”, explica Nilson Merlini, da Merlini engenharia.

 Cuidados extras

Para a especialista em condomínios Rosely Schwartz é de suma importância que as empresas forneçam aos condomínios, quando forem executar um serviço desse tipo, um laudo em conformidade com as normas da ABNT e das regras do Corpo de Bombeiro e da legislação local.

“Não se pode aceitar um laudo como ‘sistema ok’. A empresa deve pedir para o engenheiro assinar o documento. Nele, deve-se discriminar quais locais foram vistoriados, se os ramais, se a central de gás ou ambos. Também se deve expedir uma ART. Dessa forma, o síndico fica protegido e tem com quem dividir a responsabilidade no caso de alguma eventualidade”, argumenta.

Também é importante que os moradores respeitem a validade da válvula que vai do botijão até o fogão. E, é vital que os moradores sempre se atentem quando sentirem cheiro de gás. É fundamental, nesses casos, avisar ao zelador e pedir uma visita urgente de técnicos da concessionária.

Fonte: SindicoNet

Como está a Convenção e o Regimento Interno do seu condomínio?

Elaborados para ajudar a administração, os instrumentos que definem as normas de convivência não devem ficar parados no tempo. O texto precisa estar de acordo com a legislação atual e a realidade de cada um.

Como está a Convenção e o Regimento Interno do seu condomínio?

Leis mudam, entendimentos jurídicos são aperfeiçoados, novas tecnologias surgem a todo instante, questões comportamentais são alteradas em função da modernidade, espaços novos são disponibilizados nos edifícios e exigem um regramento específico. Com tanta novidade, o desafio aqui é manter as leis condominiais sempre atualizadas para evitar problemas e facilitar o dia a dia do síndico. Mas, por exigir a participação ativa da maior parte dos moradores, muitas vezes a convenção e o regimento interno se tornam defasados e não compreendem as reais necessidades dos moradores.

De acordo Dennis Martins, advogado e diretor em SC do Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário, não há uma obrigatoriedade de atualização, seja da convenção ou do regimento, mas sim uma faculdade conferida aos condôminos. Entretanto, ele destaca a necessidade do exercício da observação, quanto à importância da renovação. “Antes de qualquer coisa, entendo que seja importante dar um passo atrás e questionar se, efetivamente, é necessária uma atualização ou se não é o caso de apenas se aplicar os instrumentos já existentes. A convenção e o regimento são normas e, como tais, a sua aplicação prescinde de um exercício de interpretação que comumente já supre a necessidade. No entanto, verificando-se que a situação realmente demanda a alteração de quaisquer dos instrumentos a dica é a de se elaborar cláusulas com um conteúdo objetivo e direto”, avalia.

E, um bom indicador de que está chegando o momento de repensar as regras é quando o síndico começa a ouvir diferentes reclamações que ainda não constam nos documentos. Mas é preciso estar preparado, já que o processo de mudança pode ser polêmico e demorado, exigindo muita paciência por parte dos gestores. Como é o caso do condomínio Portal do Sol, em Florianópolis, administrado pelo síndico Rogério Freitas, que após identificar a necessidade de estabelecer novos parâmetros para manter uma convivência sadia, convocou assembleia e já há algum tempo realizou as alterações. Só que, mesmo com o texto pronto, faz mais de um ano que está realizando a coleta das assinaturas dos moradores, necessárias para validar a convenção.

“Os procedimentos apesar de semelhantes exigem atenções distintas. Com a convenção uma comissão manifestou os anseios da coletividade e os apresentou a um advogado que redigiu o texto. O mesmo foi levado a uma assembleia de maioria simples, convocada para esse fim, onde foi aprovado. E com a proposta em mãos ainda estamos no processo de coleta dos 2/3 de assinaturas obrigatórios para validar a proposta como convenção propriamente dita. Com o regimento interno, o conselho se reuniu e propôs alterações ao texto original, que foi apresentado e lapidado em uma assembleia, também convocada só para isso, e que o aprovou por votação de maioria simples”, explica Rogério.

Já nos condomínios administrados pelo síndico profissional Ronaldo Alves Junior, o processo de alteração nas regras foi tranquilo e os proprietários já aprovaram os documentos. Como dica para os que ainda vão passar pelo processo, na tentativa de que o objetivo seja alcançado com o mínimo de desgaste, ele destaca a importância de pensar na logística. “O síndico ou a comissão devem encontrar um formato, com prazos definidos, para a formulação das propostas de mudanças, passando pela apresentação e votação na assembleia até a colheita das assinaturas. Neste sentido, uma plataforma on-line que permita a discussão antecipada de pontos divergentes pode tornar a assembleia mais objetiva, assim como verificar previamente no cartório de registro de imóveis para saber quem é o proprietárioda unidade evita transtornos indesejados no momento do registro”, conclui.

Ainda de acordo com o gestor, as mudanças devem ir principalmente ao encontro das necessidades atuais, não só pelas atualizações do Código Civil, mas pela necessidade frente à evolução da sociedade. “As normas alteradas devem ficar um retrato mais harmônico e fiel da realidade e dos anseios dos condôminos e por terem sido atualizados por profissionais com experiência na área e vivência na administração de condomínios”, comenta.

Influências do Código Civil

Mesmo após a sua atualização, o Código Civil, de forma proposital, trata do “Condomínio Edilício” de forma bastante genérica, deixando diversas lacunas – de forma expressa e por omissão – para que cada condomínio possa estabelecer normas mais adequadas a sua necessidade, uma vez que as realidades não são iguais em todo o país. Mas, segundo o advogado Alberto Luís Calgaro, especialista no assunto, mesmo com essa ‘liberdade’ dada pela lei, ela sempre será soberana em suas determinações, já que no direito brasileiro é observado um sistema de hierarquia, de modo que uma norma inferior não pode contrariar uma norma superior, sob pena de ser considerada inválida.

“Abordando apenas as normas relevantes para o direito condominial, podemos mencionar a seguinte hierarquia, da maior para a menor: Constituição Federal, Leis Federais, Código Civil, convenção e regimento interno. Assim, o regimento interno não pode contrariar o disposto na convenção, a convenção tem de estar alinhada com o Código Civil e o Código Civil não pode conflitar com as regras da Constituição Federal. Um bom exemplo disso foi a introdução do limite de até 2% para a multa pelo inadimplemento da taxa condominial, prevista no Código Civil (2002), e que na Lei 4.591 e na maioria das convenções existentes era de 20%”, diz.

Por que atualizar as regras?

Não há a necessidade de atualização da convenção a cada vez que surge uma mudança legislativa, já que ela permanece válida, ainda que algum dispositivo tenha perdido sua validade em virtude da nova lei. No entanto, após uma série de mudanças relevantes na legislação, ou até mesmo em virtude do passar do tempo, torna-se recomendável realizar a atualização por dois motivos principais:

  • Fazer com que a convenção e o regimento interno sejam instrumentos claros e suas normas possam ser facilmente compreendidas por todos que realizarem sua leitura, independentemente de conhecimento jurídico
  • Introduzir nas normas condominiais instrumentos modernos para facilitar a administração e o dia a dia do condomínio. Uma lei fácil de compreender é uma lei fácil de cumprir.

Passo a passo para alterar

  • Antes de tudo, é importante verificar junto ao Cartório de Registro de Imóveis competente quais são as exigências que se precisa atender para o registro de uma alteração na convenção. Isso representa a antecipação de uma das etapas, mas certamente terá a função de prevenir muitas dores de cabeça
  • Após, é interessante constituir uma comissão interna para que se possa definir o que se pretende alterar e, então, redigir as alterações
  • Levar as alterações sugeridas à assembleia para deliberação, com ou sem a assessoria profissional, a depender da necessidade do condomínio. Aqui vale lembrar que o quórum para a alteração da convenção é o de 2/3 dos votos dos condôminos e não apenas dos presentes em assembleia. Já quanto ao regimento, a redação atual do Código Civil não especifica o quórum para a sua alteração. Dessa forma, o quórum que passa a valer é o estabelecido na convenção para esse fim e, na sua ausência, o de maioria dos presentes em assembleia
  • Realizada a votação, aprovadas as cláusulas, o documento deve ser levado ao Registro de Imóveis, observando as orientações do início do processo
  • Para os condomínios que não conseguem obter os quóruns necessários caberá, antes de qualquer coisa, identificar o real motivo da evasão. A situação pode representar até mesmo um desinteresse dos condôminos em promoverem a alteração dos instrumentos por concordarem com os existentes e entenderem que são suficientes e adequados.

Assessoria profissional

  • A legislação não exige que os procedimentos de alteração da convenção ou do regimento tenham a assessoria de um profissional. Porém, ter alguma assessoria é muito recomendável.
  • Dentre os papéis do profissional, os principais seriam o bom planejamento da atividade evitando o retrabalho ou até mesmo a não efetividade do trabalho desenvolvido. Além disso, ele contribuirá para a boa redação dos dispositivos de maneira a não lhes dificultar ou até mesmo inviabilizar a futura aplicação.

Temas polêmicos

  • Para garantir a harmonia entre os moradores, é importante que as regras referentes a assuntos que normalmente são polêmicos estejam presentes de forma clara no regimento interno. Mas, nada impede, no entanto, que as questões mais relevantes, como por exemplo, escritório de trabalho em unidade residencial e locação por sites como AIRBNB (por dizerem respeito ao “fim a que se destina a unidade” – art. 1.332, §5º, III, Código Civil), também constem da convenção.

Itens que não podem faltar no documento

  • Tudo aquilo que não esteja regulamentado, nem seja proibido pelo Código Civil, pode ser objeto de disposição na convenção. O que é bom para um condomínio, não necessariamente será bom para outro, portanto, há que se questionar: “Qual a necessidade do nosso condomínio?”
  • A maioria das convenções existentes é extensa, mas se limita a repetir aqueles dispositivos que já estão previstos no Código Civil, deixando de fora outras questões que poderiam ser relevantes ao condomínio. Um bom exemplo é o rateio da taxa condominial, que de acordo com a legislação será feita pela fração ideal, salvo disposição em contrário na convenção (art. 1.336, I). Ou seja, permite que um condomínio que possua uma realidade diferenciada possa estabelecer uma regra de rateio mais adequada
  • Outra situação que segue o mesmo entendimento do item anterior é em relação à venda, locação e cessão de vagas privativas de garagem a terceiros estranhos ao condomínio, que são proibidas pelo Código Civil (art. 1.331, §1º), salvo autorização expressa na convenção de condomínio.

Itens de prevenção

  • A rigor, não é necessário constar na convenção a exclusão de qualquer responsabilidade para que ela ocorra. Porém, é recomendável que seja colocada de forma expressa. Assim a norma fica mais clara aos condôminos e, também, para o Judiciário em caso de julgamento de uma ação.
  • Atualmente, prevalece na Justiça o entendimento de que o condomínio só é responsável por danos, como furtos de veículos, em áreas comuns, se a convenção ou o regimento expressamente admitirem essa responsabilidade. Ou ainda se o condomínio, através de atos como a contratação de empresa de vigilância (não mera portaria), câmeras de vigilância (diferentes da simples gravação de imagens), tenha assumido tacitamente o dever de guarda desses bens em área comum.

Fonte: CondomínioSC

Norma regulamenta trabalho em altura

Norma regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) traz obrigações ao empregador para prevenir risco de queda

Norma regulamenta trabalho em altura

No dia a dia de um prédio, muitas situações precisam ser consideradas para garantir que a gestão do condomínio promova a segurança dos funcionários que executam as tarefas. E nas manutenções que envolvam trabalho em altura, além dos equipamentos de segurança é preciso considerar a NR 35: a norma regulamentadora que trata da exposição do trabalhador ao risco de queda em altura.

Segundo a NR 35, considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, ou seja, da superfície de referência. Em um condomínio, especialmente em duas situações é preciso considerar o perigo de queda em altura: tanto nas ações rotineiras executadas pelos funcionários do prédio, quanto na atenção ao contratar empresas terceirizadas, que geralmente fazem trabalhos específicos, como a pintura do edifício. Em ambos os casos, é necessário assegurar a aplicação da NR 35. A execução do trabalho por alguém que não esteja qualificado pode originar ao condomínio a responsabilidade solidária em um possível acidente de trabalho, o que pode gerar altos custos indenizatórios para o edifício.

Limpador De Janelas Edificio

Segundo a NR 35, trabalho em altura é a atividade executada acima de 2 metros da superfície de referência

Segundo as regras do MTE, além do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) o funcionário deve fazer um curso de capacitação que inclui informações teóricas e práticas sobre os cuidados e os riscos que envolvem o serviço em altura. O curso tem carga mínima de oito horas e o certificado é valido por dois anos.

Serviços terceirizados
No caso de serviços terceirizados, é importante que o síndico esteja atento às certificações obrigatórias. Ricardo Manarin, proprietário de uma empresa de limpeza profissional de vidros e fachadas, ainda destaca outro fator: garantir que o funcionário que está executando o serviço esteja desempenhando a função ao qual está habilitado. “Ao fazer o contrato, indicamos todas as certificações e laudos técnicos dos equipamentos. Além de assegurar o uso dos equipamentos de segurança, é fundamental seguir as normas em todas as etapas de execução de serviço”, ressalta.

Em caso de acidente
Na contratação de uma empreiteira para realizar uma obra, por exemplo, caso aconteça um acidente com um profissional terceirizado, o condomínio pode vir a não ser responsabilizado, desde que na hora de contratar o serviço tenha verificado que a empresa atendia a todos os requisitos da norma, explica o advogado Alexsandro Macedo Vieira. “Mas tudo precisa estar devidamente documentado”, reforça.

Já na contratação de serviço em que o prestador é uma pessoa física, este profissional também deve ter a certificação exigida pelo MTE. O mesmo acontece para funcionários do próprio prédio. “O condomínio deve tomar todas as precauções possíveis, e mesmo assim não significa que não haverá uma responsabilidade subsidiária pelo fato de um acidente de trabalho, dependendo de cada caso”, ressalta Vieira.

Fonte: CondomínioSC

Antes de comprar um imóvel, observe se há dívidas pendentes

Débitos com condomínio e IPTU, por exemplo, podem acabar sendo transferidos futuramente para o novo morador

 Augusto Pio /Estado de Minas

Thiago Fagundes/CB/D.A Press

Todo cuidado deve ser observado na hora de adquirir um imóvel, principalmente se informar se ele não tem alguma dívida pendente, como condomínio e Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O problema é que comprar um imóvel que está com dívidas pode se transformar em um grande problema no futuro. É que essa dívida deverá ser paga pelo novo proprietário, mesmo que a responsabilidade no atraso das contas não seja dele. Em razão disso, vale negociar qualquer pendência do imóvel com o atual dono, pedindo descontos por causa das dívidas ou, em último caso, desistir da compra se esta não for um negócio vantajoso para o adquirente.

Por outro lado, é comum construtoras e incorporadores entregarem imóveis novos para os consumidores já com dívidas de condomínio e IPTU. Essa prática pode virar um problema sério, já que é passível de negativação do nome do consumidor e penhora do imóvel. Segundo Vinícius Costa, presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), pelas promessas de compra e venda, a responsabilidade do comprador pelo pagamento dos impostos e taxas inerentes ao imóvel começa com a averbação do habite-se, o que, muitas vezes, ocorre antes mesmo da entrega das chaves. “Ou seja, pelo construtor/incorporador, a responsabilidade do consumidor independe de ele ter ou não recebido as chaves do imóvel. Contudo, esse não é o entendimento do Poder Judiciário”, esclarece o executivo.

Ele ressalta que nas relações entre particulares em que não se aplica o Código de Defesa do Consumidor, a regra é que o vendedor deve entregar o imóvel livre e desembaraçado de qualquer dívida e ônus. “Para que o comprador possa assumir essa dívida, é necessário que ele tenha ciência e concorde expressamente com seu pagamento. Nos casos em que envolvem construtoras e incorporadoras, o consumidor só toma conhecimento da dívida depois que é cobrado pelo condomínio ou pela municipalidade, isso quando não é surpreendido com uma demanda judicial ou a negativação do seu nome.”

LEILÃO 

O presidente da ABMH explica que, diante da prática comum do mercado de compra e venda de imóveis e do abuso da cobrança sem a prévia utilização do imóvel pelo consumidor, o Poder Judiciário vem afastando a responsabilidade do consumidor pelo pagamento da dívida. “Porém, importante que o comprador, logo após tomar posse do imóvel, procure o síndico do condomínio e a municipalidade para verificar a regularidade dos pagamentos e evitar que isso vire uma bola de neve, pois, na verdade quem responde pela dívida é o imóvel. Logo, se o comprador não paga e se o construtor não paga, quem vai responder é o imóvel, que poderá ir a leilão para pagamento da dívida”, conclui Vinícius.

Diante disso, é bom ficar atento, pois ao comprar um imóvel de um proprietário que não pagou IPTU ou condomínio, saiba que essas dívidas passarão para você. Por isso, corra atrás do valor que o vendedor do imóvel deve. Assim você saberá se conseguirá pagar as pendências. Caso o valor seja alto e você queira tentar um novo pagamento, fale com o síndico antes de fechar a compra. Dessa forma, saberá o que ele espera, quais as formas de pagamento que o condomínio aceita e quais são as possibilidades de negociação.

Por último, se a propriedade tem dívidas, o melhor é pedir um bom desconto no preço final, pois é você quem terá de quitar os valores devidos, o que fará com que gaste mais para regularizar a situação do imóvel.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Sistema “pay per use” tem virado tendência em condomínios: Veja como funciona.

Consiste em oferecer serviços como limpeza e arrumação que só serão cobrados mediante a contratação dos mesmos.

Além do preço do imóvel, um dos critérios levados em conta na hora de comprar ou alugar um apartamento é a comodidade proporcionada pelo condomínio. E é cada vez mais comum que novos empreendimentos sejam lançados com diversos serviços de lazer e conveniência aos moradores. Desde um espaço para meditação até salão de jogos, cabe tudo (ou quase) nos condomínios modernos. A comodidade proporcionada pela vida em condomínio parece não ter limites. Agora, além de todos os benefícios tradicionais, a novidade é o serviço ‘’pay per use’’ (pague pelo uso).

Para facilitar a vida dos moradores, diversos condomínios passaram a adotar esse sistema com os mais variados serviços: limpeza e arrumação, recreação infantil, serviços de pet shop, lava car e personal trainer são alguns deles. A vantagem desse tipo de oferta é a possibilidade de pagamento apenas por quem utilizar, não onerando o condomínio como um todo.

Segundo a Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínos), a redução dos preços pode chegar até 5%, em média, em relação aos valores praticados no mercado. Dependendo do tamanho do empreendimento, caso feche pacotes com muitos moradores, por exemplo, esse tipo de prestação de serviço pode ser ainda mais vantajoso.

Porém, antes de colocar em prática o sistema, o assunto deve ser aprovado em assembleia e inserido na convenção do condomínio, como qualquer outra matéria. O responsável legal pela contratação da empresa, ou do profissional que irá passar a ofertar os serviços, bem como a forma de pagamento são de responsabilidades do síndico, assunto que também deve ser debatido em reunião.

Caso haja insatisfação com os serviços prestados pela empresa, o morador precisa informar o síndico e relatar o ocorrido. Até mesmo por isso, edifícios que utilizam do sistema “pague para usar” tem optado por criar um site para esse fim. No sistema, é possível organizar o agendamento de horários, a descrição dos serviços, e as sugestões e reclamações podem ser feitas de maneira rápida e segura.

Mais que um modismo passageiro, ao aliar comodidade e praticidade, o sistema “pay per use” parece ter vindo para ficar. E com ele, o fim da desculpa pela falta de tempo.

Por: Guilherme de Paula Pires

Fonte: http://www.vivaocondominio.com.br/

Permuta de imóveis com recebimento de torna entre pessoas físicas

Tire suas dúvidas sobre cálculo de permuta e recebimento de torna em transações imobiliárias entre pessoas físicas no artigo a seguir!

Já falamos sobre permuta de imóveis em outros artigos nesse site, porém sempre pode existir uma dúvida ou outra sobre o assunto e que permanece na cabeça de muitas pessoas.

No artigo de hoje, vamos falar sobre uma situação mais especifica da permuta, quando essa transação ocorre com recebimento de torna e quando ocorre entre pessoas físicas.

Mas, vamos antes relembrar o que é permuta: trata-se de uma transação imobiliária que tenha por objetivo a troca de qualquer unidade imobiliária, podendo ser um único imóvel ou mais de um, que estejam já prontas ou ainda um projeto em construção, por outros bens imobiliários.

Ou seja, em um contrato de permuta, as partes se obrigam a dar uma coisa em troca de outra, sem o envolvimento de dinheiro.

Mas, e no caso de uma permuta de imóvel com recebimento de torna? 

Bom, o recebimento de torna nada mais é do que o recebimento de algum valor de volta. Em uma linguagem mais simples, uma das partes do contrato vai retornar ou tornar algum valor de volta para a outra parte envolvida na permuta de bens.

Nada mais é do que a devolução em dinheiro de algum valor que possa ter sido excedido. Mas aqui surge uma possível dúvida: se a permuta se caracteriza por uma transação de troca, sem o envolvimento de dinheiro, como pode haver a possibilidade de permuta com torna, justamente a permuta com devolução de algum valor em dinheiro?

Bom, como toda regra tem sua exceção, na permuta não é diferente. A permuta pode envolver imóveis que podem ou não serem do mesmo valor, mas caso esses bens sejam de valores diferentes, a diferença é devolvida, o que caracteriza a torna.

Vale ainda ressaltar que a torna só é caracterizada quando essa devolução é feita em dinheiro ou outros bens imobiliários (terreno, casas já concluídas, apartamentos, galpão e etc), bens como veículos não entram.

A única exceção da permuta imobiliária é de fato a torna, nada mais.

Mas o nosso artigo não é apenas sobre permuta de imóveis com torna, ele envolve um caso especifico, quando essa transação ocorre entre pessoas físicas.

A permuta é tratada no Código Civil Brasileiro em seu artigo 533:

Art. 533. Aplicam-se à troca as disposições referentes à compra e venda, com as seguintes modificações:
I – salvo disposição em contrário, cada um dos contratantes pagará por metade as despesas com o instrumento da troca;
II – é anulável a troca de valores desiguais entre ascendentes e descendentes, sem consentimento dos outros descendentes e do cônjuge do alienante.

Como a permuta é uma forma de aquisição, logicamente está sujeita a tributação de ganho da capital.

Existe a possibilidade dessa torna ser parcelada e ser tributada também mês a mês, conforme for recebida.

Mas e se a torna for também em forma de imóveis, sem a devolução de valores? Nesse caso, o tratamento de permuta previsto no Art. 121, II, do RIR/1999 não será aplicado e o ganho da capital será calculado normalmente, relativo a cada uma das aquisições.

Para pessoas físicas, existe uma exceção na lei em relação a tributação, essa lei exclui a pessoa física da incidência do Importo de Renda a ser recolhido na transação imobiliária.

No entanto, não é uma regra aplicável a 100% das permutas de imóvel, ela só ocorre nas permutas sem torna ou nas permutas com torna no caso de imóvel rural que tenha passado por alguma benfeitoria. Como citamos antes, estamos falando de permuta entre pessoas físicas.

Para fazer valer essa isenção, a permuta deve ocorrer apenas entre imóveis, mesmo que envolva uma torna em dinheiro – no caso de imóvel rural -, e essa permuta deve ser objeto de uma escritura pública.

As permutas realizadas por meio de contrato particular podem também conseguir a isenção de tributação no Imposto de Renda, para isso quando a escritura pública for lavrada precisa ficar especificado que se trata de uma permuta.

Como citamos antes, quando houver torna, a tributação ocorrerá. Mas essa cobrança acontece apenas sobre esse valor de devolução e de forma proporcional e será óbito da seguinte forma:

1 – O valor da devolução/torna será somado ao custo do imóvel dado em permuta;
2 – Será realizada a divisão do valor da torna pelo valor do custo do imóvel, e o resultado obtido será multiplicado por cem;
3 – O ganho de capital será a porcentagem encontrada sobre o valor da torna.

Exemplo prático:

Valor da aquisição = R$300.000,00
Valor de torna = R$100.000,00
Valor total = R$400.00,00

Cálculo de tributação: 100.000,00 / 400.000,00 = 0,25 x 100.
Porcentagem calculada: 25%

Ou seja, o ganho da capital sobre a transação imobiliária será de R$25.000,00.

Tirou suas dúvidas sobre permuta, torna e tributações para pessoas físicas? Continue acompanhando nossos artigos e saiba muito mais sobre o mercado imobiliário.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Como gerar renda para o condomínio e diminuir a taxa condominial

Aprenda diferentes maneiras para arrecadar dinheiro para o condomínio e, consequentemente, reduzir a sua taxa condominial

É praticamente impossível encontrar alguém que não gosta de economizar dinheiro. Ainda mais em tempos de crise financeira como o que vivemos atualmente. No caso de condomínio, há uma série de ações que podem ser realizadas para arrecadar dinheiro e reduzir a taxa paga pelos moradores ao condomínio. Confira:

Foto: Divulgação / DINO

Aluguel de espaços

Locação pode ser um excelente negócio para o seu condomínio. E estes aluguéis podem ser desde locações de espaços não utilizados no condomínio para algum morador, passando por locar academia e estacionamentos, por exemplo, para empresas terceiras, até o aluguel do terraço do condomínio para instalação de antenas de telefonia e internet.

Em todos estes casos, é necessário aprovação dos moradores em reunião de assembleia do condomínio. Além disso, é preciso estar atento a alguns detalhes, como por exemplo:

No caso de locação para moradores, o síndico precisa dar a chance para todos os condôminos se manifestarem interessados em locar o espaço.

Para a locação de antena, é preciso verificar se o seu condomínio possui os pré-requisitos para instalação dos equipamentos.

E em relação a locação de espaços para empresas terceirizadas, sugere-se que esta seja adicionada a Convenção do condomínio.

Espaço para publicidade

A prática de publicidade em condomínios é muito comum atualmente principalmente em condomínios comerciais. Normalmente, as propagandas aparecem em murais e televisões nos elevadores ou em totens espalhados pelo condomínio.

Para levar esta iniciativa para o seu condomínio, busque por empresas especializadas na área para que quando você levar a ideia para a assembleia, você já tenha uma proposta e consiga quantificar o quanto é possível arrecadar.

Estas são as práticas mais comuns e rentáveis para condomínios. Contudo, é preciso que o síndico esteja atento aos procedimentos tributários necessários para que o condomínio não tenha problemas no futuro.

Ou seja, todo o dinheiro arrecadado deve, obrigatoriamente, constar na prestação de contas do condomínio apresentada pelo síndico. Nesta apresentação, o síndico deve ter os documentos que comprovem a origem da renda.

E o mais importante! Após os contratos serem assinados e as práticas de locação e/ou publicidade iniciarem no condomínio, o síndico deve recalcular a taxa condominial levando em consideração a arrecadação com estas iniciativas.

Website: http://blog.townsq.com.br/

Fonte: https://www.terra.com.br

Como manter meu condomínio seguro

O inciso 9 do artigo 1.348 do Código Civil determina como competência do síndico a realização de seguro da edificação. A lei 4.591/1964 prevê em seu artigo 13 a obrigatoriedade de realização de seguro contra incêndio ou destruição das partes comuns.

E sempre os condomínios se preocupavam em efetuar apenas o seguro de incêndio, não dando o devido valor aos chamados riscos acessórios que as companhias oferecem e que podem ser de grande valia em algumas situações que acabam por ser mais usuais do que o previsto.

Alguns condomínios não têm conhecimento de que existem riscos acessórios que cobrem danos em portas de vidro, danos elétricos, alagamentos, queda de raio, vendaval e responsabilidade civil, dentre outros mais.

Podem até parecer estranhos alguns ‘títulos’ utilizados pelas seguradoras, mas que, no fundo, uma boa análise mostra a devida importância de sua contratação. Como exemplo, temos a cobertura contra alagamento, que às vezes acaba passando despercebido, mas esta cobertura auxilia em caso de rompimento ou vazamento de caixa-d’água superior que venha a alagar os apartamentos.

A apólice voltada a vendaval também é muito importante em regiões em que haja bastante vento, pois pode ocasionar destelhamento e até mesmo a queda de objetos da cobertura do condomínio em cima de veículos ou imóveis vizinhos. Em condomínios que possuam muitas áreas comuns com vidros, é importante utilizar-se da cobertura de quebra de vidros. E, claro, a cobertura de responsabilidade civil, seja para o condomínio ou para o próprio síndico.

Imagine se o condomínio for demandado judicialmente por um terceiro sobre qualquer incidente que possa ter ocorrido nas dependências do condomínio, e venha o mesmo a ser condenado judicialmente. Ao invés de ter de efetuar um rateio para arcar com este prejuízo, basta acionar o seguro.

E o mesmo deve ser levado em consideração em caso de o síndico vir a causar algum prejuízo ao condomínio. A responsabilidade civil do síndico poderá ser coberta pela seguradora.

É importante que o condomínio analise adequadamente as suas necessidades e os riscos que a seguradora cobre, pois, uma apólice de seguro benfeita tem tudo para ser grande aliada do síndico e do condomínio, evitando, assim, que eventual prejuízo seja repassado para os condôminos.

Pense nisso quando for renovar seu seguro.

Fonte: https://www.dgabc.com.br/

Saiba como incluir as luminárias industriais em qualquer ambiente

Novo hit da decoração é versátil e merece destaque

Tijolos, tubulações aparentes, madeira, metal, concreto, acessórios em cobre e luminárias em forma de pendentes… se você é aficcionado por decoração, provavelmente em suas buscas por referências na internet já se deparou com ambientes que uniam a maior parte destes elementos em um só lugar. Mas, o que talvez você não saiba é que a junção de todos eles forma o que é conhecido como estilo industrial.

Esse tipo de décor nasceu em Nova York, entre 1950 e 1970, quando as pessoas passaram a transformar galpões e estúdios em moradias. Desde aquela época, uma das principais referências do industrial são as luminárias, que hoje, com a popularização do estilo, ganharam praticamente todos os ambientes da casa.

luminárias industriais
Uma das principais referências do industrial são as luminárias, que hoje, com a popularização do estilo, ganharam praticamente todos os ambientes da casa (Foto: Reprodução/Pinterest)

Conforme explica a arquiteta Renata Bertoni, do escritório RB Archdesign, o ideal é que as luminárias industriais realmente remetam às fábricas, sendo apresentadas como pendentes ou trilhos: “elas são geralmente fabricadas em metal, sendo eles alumínio, ferro ou aço, e podem ou não ter acabamento em tinta. Muitas vezes, elas são lixadas para terem aspecto de que vieram de uma fábrica abandonada”.

Mas a boa notícia é que para incluir esse item na decoração da sua casa, você não precisa que o local seja inteiramente projetado no estilo industrial. Roberta Fermann, profissional da Renova Arquitetura Express, conta que em qualquer ambiente elas podem ocupar o lugar de destaque: “numa sala de jantar mais clean e moderna, por exemplo, fazer uso de uma peça como esta deixa o ambiente aconchegante e dá destaque para a mesa de jantar”.

luminárias industriais
Mas a boa notícia é que para incluir esse item na decoração da sua casa, você não precisa que o local seja inteiramente projetado no estilo industrial (Foto: Reprodução/Pinterest)

Para completar, ela explica que o tom da iluminação também tem muito a agregar ao objeto e ao espaço: “a iluminação é normalmente feita com lâmpada amarela, o que dá muito mais conforto, além de não distorcer as cores. As luminárias com filamento também estão super em alta. Além de lindas, podem ser dimerizáveis (com regulagem da intensidade do brilho), o que possibilita fazer cenas nos ambientes”.

Ainda sobre o tom da iluminação, vale ressaltar que cada ambiente se adequa melhor a uma cor específica de lâmpada, já que elas podem valorizar ou destruir uma decoração. Conforme Renata Bertoni explica, ambientes como quarto e sala pedem lâmpadas amarelas, que “despertam sensação de conforto e provocam o bem-estar”. A luz branca é mais indicada para cozinhas, banheiros, escritórios e lavanderias: “o branco, por ser claro, remete a um ambiente clean (limpo)”, finaliza a arquiteta.

luminárias industriais
Numa sala de jantar mais clean e moderna, por exemplo, fazer uso de uma peça como esta deixa o ambiente aconchegante e dá destaque para a mesa de jantar (Foto: Reprodução/Pinterest)

Já para os pendentes e spots em si, essa regra não se aplica, ao contrário do que muitos pensam, eles não se restringem à iluminação da mesa de jantar ou de bancadas de cozinha. “No lavabo, por exemplo, fica lindo colocar o pendente em uma lateral da bancada, torna-se quase que um objeto de arte”, exemplifica a também arquiteta Roberta Fermann.

Isso é, para o quarto, para a sala de estar, hall de entrada, varanda ou escritório, as luminárias industriais estão liberadas, basta seguir as dicas acima que o acerto é garantido.

luminárias industriais
Já para os pendentes e spots em si, essa regra não se aplica, ao contrário do que muitos pensam, eles não se restringem à iluminação da mesa de jantar ou de bancadas de cozinha (Foto: Reprodução/Pinterest)
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Isso é, para o quarto, para a sala de estar, hall de entrada, varanda ou escritório, as luminárias industriais estão liberadas (Foto: Reprodução/Pinterest)

Fonte: ZAP Imóveis

Entenda os estilos vintage e retrô para acertar nesta decoração

Quer apostar nos estilos vintage ou retrô na decoração? Entenda a diferença entre os dois, siga nossas dicas e acerte em suas escolhas.

Antes de apostar na decoração vintage ou retrô, é importante saber dizer a diferença entre os dois estilos.

Todos sabem que eles são bem parecidos, mas têm algumas diferenças pontuais importantes.

Por incrível que pareça, o significado da palavra vintage não tem nada a ver com moda.

É um nome dado às boas colheitas de vinho. A origem vem de “vint”, que é relativo à safra de uvas e “age” de, idade em inglês. Que quer dizer, quanto mais velho melhor.

Na decoração, este estilo aposta em elementos das décadas de 50 e 60, com peças antigas, originais deste período.

Já o significado da palavra retrô é: “para trás” e na decoração ou na moda, utiliza objetos e elementos atuais, fazendo uma releitura de estilos do passado.

Qual a diferença entre vintage e retrô, afinal?

A  diferença entre os dois estilos se encontra basicamente no fato de que o retrô imita o vintage.

Quer apostar nesta decoração com bom gosto? Então acompanhe nosso post e veja algumas dicas superbacanas para valorizar ainda mais essa tendência!

Dicas de como utilizar o vintage na decoração

O principal, como vimos, é a utilização de peças antigas e originais de época, se não, você estará confundindo o vintage com o estilo retrô.

Uma aposta interessante é mesclar alguma peça vintage com elementos modernos na decoração. Isso ajuda a trazer o objeto antigo para uma atmosfera mais contemporânea.

Um espelho mais clássico por exemplo, daqueles com a moldura no estilo rococó, pode ser combinado com um armário mais reto em madeira e detalhes em ferro, o que traz este ar moderno para o ambiente.

Uma iluminação em neon também é uma aposta certeira para dar um toque ainda mais contemporâneo para o ambiente.


O mesmo espaço pode conter outros elementos vintage (Foto:Enzo Sobocinski)

Cômodas são um clássico vintage e estão sendo muito usadas nas salas. Este é um elemento que traduz o estilo com inúmeras releituras (Foto:Enzo Sobocinski)

Uma cômoda em madeira envernizada com puxadores de ferro e pés-palito, ajuda a compor um ambiente de muito bom gosto, quando combinada a mais elementos no mesmo estilo, como um sofá de modelo mais tradicional. (Foto: Viva Decora)

Desde que esta escolha seja feita de forma bastante cuidadosa, vale a pena apostar em uma decoração totalmente vintage.

Clássicos vintage têm formas arredondadas e tons mais apagados, por isso é necessário bom gosto para compor ambientes mais contrastantes e produzir um efeito bem diferenciado.


(Foto: Sarah Rayala)

Como usar o retrô na decoração

A dica aqui também é mesclar um estilo mais clássico à elementos modernos para trazer mais equilíbrio na decoração.

Apostar em cores fortes e na atmosfera lúdica que o colorido traz é uma ótima ideia. Eletrodomésticos retrô estão muito em alta, em diversas cores.

O frigobar retrô, além de ser funcional, ajuda a compor uma atmosfera urbana para os ambientes, com muito bom gosto.


(Foto: CASAon CASAon )

Alguns objetos pontuais também ajudam a dar charme para qualquer decoração, sem precisar de muito esforço: como um rádio, ventilador ou uma bicicleta retrô.


(Foto: Tetriz Arquietetura e Interiores )

(Foto: Casa Aberta)

Nos banheiros ou cozinha, vale utilizar adesivos que imitam azulejos antigos para alcançar o toque retrô em sua decoração, sem precisar investir muito dinheiro ou tempo.


(Foto: Andrea Bento )

Estas dicas de decoração vintage e retrô foram criadas pela equipe Viva Decora.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Quem paga cada tipo de despesa do condomínio?

Manutenções no condomínio podem gerar dúvidas sobre quem é o responsável pelo investimento em questão

Manutenções no condomínio podem gerar dúvidas sobre quem é o responsável pelo investimento em questão

Ao decidir morar em condomínio, muitos pensam na comodidade, na segurança, e em como residir ali dariamenos trabalho do que cuidar de uma casa. Isso porém nem sempre é verdade, uma vez que morando em condomínios deve-se dar atenção não apenas à manutenção da sua unidade, como também às áreas comuns do empreendimento.

Algo que pode gerar questionamentos e problemas entre vizinhos e síndico é quando uma situação sai dos trilhos. Pode ser um vazamento entre apartamentos, a rede de gás, uma infiltração que esteja vindo da fachada – tudo deve ser estudado com cautela.

Por isso enumeramos abaixo uma série de situações difíceis, para que a comunidade condominial tenha por onde partir. Confira:

Vazamentos entre apartamentos

Problemas de infiltrações ou vazamentos costumam gerar muita confusão em condomínios

Geralmente, quando há problemas de encanamento em um apartamento e os reflexos são sentidos na unidade do andar de baixo, o embate é na hora de providenciar o reparo e, logicamente, pagar a conta.

Os edifícios têm duas redes de encanamento: a horizontal e a vertical (também chamada de coluna principal).

Rede vertical (coluna) Rede horizontal
Conduz água e esgoto entre rua e andares Liga coluna e unidade
Uso geral Uso particular
Responsabilidade do Condomínio Responsabilidade da Unidade
  • A rede vertical conduz água e esgoto por todos os andares. É de uso comum, portanto, de total responsabilidade do condomínio - inclusive obras realizadas nos apartamentos, em virtude de problemas nesta rede.
  •  A rede horizontal comporta os canos que servem às unidades, recebendo água da rede vertical e conduzindo esgoto para a mesma. As unidades ficam responsáveis pelos reparos e danos aí ocorridos.
  • Se há um vazamento no teto do banheiro, em virtude de problemas na rede horizontal, o responsável pelo reparo é o morador da unidade de cima, com todos os custos.

 

Varandas e Sacadas

  • A manutenção do piso e/ou teto das varandas é de responsabilidade de cada unidade (proprietários).
  • Porém se comprovado que o vazamento possui como origem, por exemplo, uma tubulação vertical da rede central que serve todas as unidades, então essa resposabilidade será do condomínio, ou seja todos pagarão pelo reparo.
  • A manutenção das partes externas e visíveis da varanda, cabem ao condomínio

Coberturas

  • As despesas relativas a partes comuns de uso exclusivo de um condômino, ou de alguns deles, incumbem a quem delas se serve – assim dispõe o artigo 1.340 do Código Civil.
  • Infiltrações e outros problemas com origem em terraço de uso e propriedade comum são de responsabilidade do condomínio.

Fachadas

  • Não adianta adiar a manutenção da fachada do prédio só porque a obra será custosa. Além da deterioração do patrimônio comum, o condomínio pode ser responsabilizado pelos custos de reparação dentro das unidades, caso seja comprovado que foi pela fachada que adentrou a umidade.
  • Em geral é o condomínio quem arca com esse tipo de custo. Para evitá-lo, é importante manter amanutenção da fachada em dia, seja com a recolocação ou substituição de pastilhas, pintura ou a feitura de um novo acabamento.
  • O importante é manter a umidade longe das unidades, já que são elas as causadoras das infiltrações.

Janelas

  • Há casos, porém, de infiltrações vindas das janelas cuja responsabilidade não é do condomínio. Por exemplo, quando há falta de manutenção das esquadrias de janelas, como borrachas, silicone ou escova. Também vale verificar se a raiz da infiltração não é a instalação incorreta de aparelhos de ar-condicionado. Quando a situação é uma dessas, a responsabilidade pela infiltração é do condômino.

Rede ou instalações de gás

Apesar da instalação de gás ser composta por diferentes canos, todos individualizados, cada qual servindo a uma dada unidade, é considerada coisa comum, tendo em vista o potencial de perigo que cerca o assunto e por conta da instalação percorrer áreas de uso comum.

Desta forma, tanto a instalação, quanto a manutenção dos canos de gás, são de responsabilidade e incumbência do condomínio, e seus gastos deverão ser arcados por todos os condôminos, com base no critério de rateio de despesa previsto na Convenção.

 Veja abaixo parecer jurídico sobre a questão:

Todo o regime jurídico que tutela o ora chamado condomínio edilício (arts. 1.331 a 1.358 do novo Código Civil) se presta a reger os interesses, a convivência, as áreas e as coisas comuns. Em outras palavras, o síndico do condomínio é o responsável pela manutenção e conservação das partes comuns do edifício, como evidenciam os arts. 1331, § 2°, e 1.348, V, ambos do novo Código Civil

Rede elétrica

Geralmente é o condômino o responsável por pagar danos ocorridos na parte de dentro da sua unidade - o resto é de responsabilidade do condomínio.

Porém, quando o morador decide trocar a fiação da sua unidade, por uma mais potente, deve ser bastante cauteloso. Se essa obra não for dimensionada corretamente, a mesma pode causar danos na rede elétrica comum do condomínio. Nesse caso é o condômino quem arca com o prejuízo. Importante frisar que para fazer uma obra desse tipo hoje, dentro da unidade, é necessária uma ART e aprovação do síndico.

Interfones

  • É de responsabilidade do condomínio, mesmo que houver problema apenas em uma unidade – a não ser, é claro, que a empresa de manutenção ateste que o dano ocorreu por mau uso do equipamento na unidade.
  • Neste caso, quem paga é o morador, mesmo se for inquilino.

Cupins

  • Há polêmica em definir se a descupinização é despesa do condomínio ou da unidade. Na maior parte das vezes, a infestação ocorre em muitas unidades do mesmo prédio.
  • Mesmo antes do problema aparecer, é conveniente colocar o assunto em pauta numa assembleia, para garantir uma proteção coletiva.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Da planta à decoração: veja dicas para melhorar o aquecimento da casa

Aprenda dicas para manter a casa aquecida no inverno sem gastar muito!

Desde o último dia 21 de junho uma nova estação teve início para a alegria de boa parte da população: o inverno!

Nem todas as regiões do país têm inverno com temperaturas muito baixas, no entanto, em diversas cidades o termômetro cai o suficiente para que as pessoas tirem casacos, botas e cobertores grossos do armário. Porém, existe um ponto que dificilmente passa despercebido durante esse período: o aumento da conta de energia elétrica.

Nosso artigo de hoje se concentra em dicas para que você aprenda como aquecer ambientes gastando pouco, entre elas o uso de aquecedor de ambiente caseiro ou aquecedor de argila, por exemplo.

Mantas, tecidos mais grossos e mantas como aliados

Colocar almofadas e mantas na cama e no sofá podem fazer toda a diferença quando se trata de aquecer um ambiente. Com a ajuda desses itens, o conforto não é somente físico, mas também visual. Colocando esses itens na sala ou no quarto, a sensação de calor aumenta e torna o ambiente mais aconchegante.

As almofadas podem ter capas de tecidos mais grossos, como linho e lã, deixe mantas no pé da cama e sob o sofá e poltronas. Acrescente também tapetes e carpetes.

A influência das cores

Não é novidade que as cores influenciam nosso estado de espirito. Elas podem nos deixar calmos, acelerados, podem aumentar a fome e também a sensação de calor. Exatamente por isso, durante o período mais frio do ano, prefira usar cores mais quentes e escuras, como marrom, vinho, vermelho, tons terrosos e etc.

Essas cores podem estar presentes desde as almofadas e mantas que citamos no item anterior até as paredes, caso você queira aproveitar a estação para mudar a cor da parede com tinta ou até papeis de parede.

Auxilio da iluminação

A iluminação de um local também aumentar a sensação de ambiente aconchegante. Troque as lâmpadas atuais por lâmpadas em tons de âmbar ou amarelo, elas deixam a atmosfera com mais sensação de calor.

Aposte na madeira

Além de ter um tom variado de marrom, cor dentro da paleta que sugerimos para usar no inverno, a madeira também é um isolante térmico natural. Ou seja, ela concentra calor sem precisar do auxílio da energia elétrica.

Caso não possa contar com uma reforma grande e incluir a madeira no piso, por exemplo, inclua em itens menores: vasos de plantas, objetos de decoração, porta-retratos, cadeiras decorativas e outros tipos de móveis.

Se lembra da dica dos tapetes e carpetes? Se não tiver um piso de madeira ou não puder reformar a casa para ter um, conte com o auxílio do tapete para evitar perda de calor pelo chão.

Aquecedores caseiros

Já que citamos o auxílio da energia elétrica para aquecer ambientes, saiba que já existem aquecedores de ambiente caseiro, que não gastam energia. Uma dessas opções é o aquecedor de argila, também chamado de egloo.

No formato de cumbucas, essa invenção precisa apenas de algumas velas para aquecer o ambiente. Após acesas por cerca de 5 minutos, o aquecedor de argila é capaz de manter um calor de 180° por aproximadamente 5 horas ininterruptas.

Considere mudar as cortinas

As cortinas são tecidos e tecidos esquentam, certo? Então elas podem ser ótimas aliadas contra o frio. Troque as cortinas leves e claras usadas durante as estações mais frescas por cortinas pesadas e até blackouts bem grossos.

As cortinas ajudam a compor o visual aconchegante, lembre-se de considerar a dica das cores ao escolher a cortina ideal para o inverno.

Vedar frestas pode ser útil

Conforme o tempo passa, é natural que as janelas e portas não tenham a mesma vedação de quando foram instaladas. Mesmo que você deixe o sol entrar bastante durante o dia, se as portas e janelas estiverem com muitas frestas, todo o calor armazenado será perdido durante a noite.

Nesse caso, ter cortinas não vai reter esse calor e é possível evitar essa perda sem gastar muito e sem precisar trocar janelas e portas: use fitas adesivas, fita isolante ou adquira veda frestas em lojas de construção.

Além de evitar perder o calor, as janelas não ficam tremendo e batendo, portanto, ajuda também para ter uma casa mais silenciosa.

O uso do forno deixa a casa mais quente

É uma solução óbvia e muito eficaz. Se você não é o responsável pelos almoços e jantares da casa, dê a dica para o responsável. O uso do forno aumenta o calor no ambiente, portanto dê preferência para pratos feitos no forno, como pães, bolos, carnes, lasanhas e etc.

Você pode pensar que isso leva a um gasto de gás e energia elétrica, o que não é muito diferente de ligar o aquecedor.

Mas leve em conta que, além de aquecer o ambiente, você também terá outro benefício: um jantar bem-servido e quente no final do dia.

Cuidar da casa durante o inverno é excelente, mas não esqueça dos cuidados com o corpo também. Lembre-se de estar sempre agasalhado e tome mais chás durante o dia para manter a temperatura do corpo agradável.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Playground em condomínio: brincar com segurança

Playground em condomínio exige vistorias constantes: por parte do síndico, quanto à segurança; e pelos pais, no acompanhamento dos pequenos.

Playground em condomínio: brincar com segurança

Playground em condomínio: brincar com segurança

Com o início das férias escolares, o playground do condomínio passa a ser ainda mais concorrido. E para que o espaço esteja em ordem para receber a criançada, o síndico deve ficar atento com a segurança e a eficiência dos brinquedos.

Brincar nas férias desenvolve a coordenação motora da criança e promove a aproximação entre pais e filhos. Logo, os brinquedos promovem diversão e lazer, porém quando não são realizadas vistorias ou seu uso é feito de maneira incorreta, podem ser perigosos.

Por isso, veja algumas dicas que preparamos para você ficar atento a esse local de diversão do condomínio.

1 – Escolha do brinquedo

Na hora da instalação ou reforma desse espaço, o síndico deve lembrar que crianças das mais variadas idades irão ocupar o playground. Portanto, na hora de comprar ou contratar uma empresa para esse fim, deve-se levar em conta os diversos brinquedos disponíveis no mercado de acordo com a idade. Para crianças de 0 a 5 anos, o foco principal da brincadeira deve ser o de promover a sua autonomia.

Já as crianças com idade de 5 a 12 ou mais podem desfrutar de brinquedos mais arriscados como balanços, escorregadores e casinhas para subir e descer com cordas. Lembre-se que é a partir dessa fase que os pequenos já pensam em criar desafios e competir entre si.

2- Companhia de um adulto

O acompanhamento constante de um adulto minimiza muito os possíveis acidentes. Neste espaço, é comum que algumas crianças teimem em utilizar brinquedos não indicados para a sua faixa etária, situação na qual a presença dos pais para dar aquele puxão de orelha faz todo o sentido. Além do mais, estar próximo dos filhos em um local agradável e lúdico tem a capacidade de estreitar a relação.

Pensando nisso, uma alternativa para o síndico é a criação de um espaço, no mesmo local do playground, com cadeiras e mesas para que os pais possam interagir ou se sentar e descansar enquanto os pequenos se divertem.

3- Piso e material indicado para os brinquedos

Os brinquedos devem ser instalados em pisos que absorvam o impacto de uma possível queda como borracha, grama natural ou sintética e areia.

Já o material do brinquedo vai depender da faixa etária. Para os menores o mais indicado é a utilização de brinquedos de plásticos rotomoldado. Para uma faixa etária maior, pode ser utilizado brinquedo de madeira.

Independentemente do material, o síndico deve levar em conta algumas questões antes de comprar os brinquedos: A faixa etária, já que a relação entre tamanho da criança e do brinquedo é algo fundamental, o acabamento dos materiais que precisam ser sempre liso, sem qualquer tipo de lascas ou farpas, e as roscas e parafusos salientes, que devem possuir acabamento de proteção.

4- Atenção com os balanços

Não resta a menor dúvida que escorregadores e balanços são itens indispensáveis para qualquer playground. E para alguns, sobretudo na faixa etária de 7 a 12 anos, esses brinquedos são motivos para intensas competições: quem ganha mais impulso ou consegue chegar mais alto e saltar do balanço em movimento.

Portanto esses são brinquedos que exigem uma maior atenção por parte de síndicos e pais, já que são líderes na ocorrência de acidentes.

Ronan Mendes, proprietário da empresa Bom Balanço, explica que os balanços funcionam em um sistema de atrito/fricção e que em pouco tempo perdem a proteção contra a oxidação, como exige a NBR 16071. Desse modo, os usuários ficam expostos a possíveis acidentes.

“Os ganchos dos balanços convencionais (comuns) precisam ser inspecionados regularmente (mensalmente), porque são utilizados constantemente e devido ao atrito, parafusos e correntes podem se romper”.

Ganchos Bom BalançO

Ganchos produzidos com rolamentos blindados que não requerem lubrificação

Uma alternativa para o síndico garantir a segurança das crianças é investir em tecnologia, também nesses brinquedos. Já existe no mercado uma tecnologia desenvolvida pela empresa Bom Balanço que garante segurança, funcionalidade e a durabilidade desse brinquedo. Uma vez que os “balanços de playground da Bom Balanço são totalmente silenciosos porque o seu conceito de funcionamento não é por fricção/atrito, mas sim por deslizamento/semi-rotação do eixo sobre rolamentos”.

Dessa forma, segundo Mendes, elimina-se “o atrito entre os componentes proporcionando um balanço silencioso, suave e muito mais prolongado”.

5 – Aproveite o espaço e respeite as regras do condomínio

Além das questões técnicas e de segurança que a instalação do playground exige, a dica mais importante que se poda dar para quem mora em condomínio e tem o privilégio de possuir um espaço como esse, é aproveitar muito esse local.

Se observadas as regras existentes no condomínio em relação ao horário e ao barulho, o playground tem tudo para ser o ponto de encontro da criançada. Afinal de contas, brincar é viver.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Conheça o Urban Jungle, tendência que vai levar o verde para a sua casa

A mistura do verde com o cinza, tem nome e está ganhando espaço na decoração. Acompanhe os detalhes dessa nova tendência chamada Urban Jungle.

Se você está por dentro das tendências de decoração, já imagina um pouco do que vamos falar nesse post. Mas se você não é tão assíduo quando se trata de artigos de decoração, mas está procurando uma forma de mudar seu espaço, acompanhe essa novidade: a tendência do Urban Jungle.

Em tradução livre, Urban Jungle significa “floresta urbana”. Já dá para imaginar que estamos falando de muito verde e de ter a natureza dentro de casa, vamos acompanhar as dicas sobre esse assunto e aprender como decorar ambientes com plantas misturadas e outras dicas.

Como usar?

Não existem muitas regras quando se fala de Urban Jungle, apenas apostar em muitas plantas, grandes e pequenas, de todos os tipos e em todos os ambientes. Se você tem dúvida sobre o uso de plantas em apartamentos pequenos e tem medo de deixar o espaço muito cheio, saiba que não é preciso lotar o local de vasos e plantas gigantes.

A criatividade é o que precisa estar em evidência em qualquer ambiente, mas no Urban Jungle isso fica muito mais evidente.

Use plantas misturadas com quadros, com tons claros (palha e cinza claro fazem uma mistura interessante) e lembre-se de ficar atento em relação ao tipo de planta escolhido e os cuidados com cada uma delas.

Voltando ao nosso artigo de hoje, para apostar no Urban Jungle e conseguir um ambiente incrível, anote essas ideias:

Excesso de plantas: aquela história de pecar pelo excesso aqui não existe, afinal, a maneira mais óbvia de criar uma floresta urbana é exagerar nas plantas com folhagens de todos os tons de verde, o segredo está em ter menos protagonismo para flores e total destaque para folhas.

Mas lembre-se do que já citamos acima, se você tem um local menor, use plantas menores e misture o verde das plantas com o verde de outros objetos sem vida, nosso próximo item.

Auxilio dos objetos: as plantas não precisam estar sozinhas nessa tendência, aposte em quadros com estampas de folhagens, almofadas, gravuras, mesa com jogo de jantar temático, peças de barbante em cor crua, rattan e bambu também fazem um bom casamento e dão um clima mais rústico e natural para o ambiente.

Aliás, você pode até usar plantas desidratadas e emoldura-las em quadros.

Complementos: para que seu ambiente fique com mais cara de floresta, dê atenção aos complementos da decoração: móveis, piso, teto e paredes. Aposte em móveis de madeira em qualquer tom, prefira sofá em tons terrosos, o piso pode ser de madeira e as paredes devem ser mantidas em tons de branco, gelo e creme.

Isso não significa que você não pode usar outras cores. Se quiser criar um paisagismo mais ousado na sua casa, use sim cores mais fortes e vibrantes, apenas tenha um pouco mais de cuidado.

Essa decoração com plantas na sala, além de beleza, traz vida, calma e aumenta a sensação de tranquilidade no local.

Em quais cômodos posso usar a tendência?

Apesar de citarmos a escolha de sofá e outros itens característicos de uma decoração na sala, o Urban Jungle fica bem em outros cômodos, como hall, varanda, quarto e até no banheiro.

Decoração de quarto com planta: plantas só trazem benefícios e elas contribuem até mesmo para uma boa noite de sono. Separamos algumas dicas que podem ajudar desde o alivio de dores de cabeça até a melhorar o ar do ambiente.

Se sua intenção é decorar e ter esse tipo de benefício, aposte em plantas como jasmim, babosa, hera, espada de São Jorge, clorofito e palmeira bambu.

Decoração de hall com plantas: a primeira impressão é a que fica, é o que diz o ditado popular. Seguindo essa regra, impressione com plantas já na entrada da sua casa. Para não deixar o local sem espaço para movimentação, prefira vasos menores ou que não interfiram na passagem das pessoas.

Nesse sentido, o jardim vertical e as plantas pendentes no teto podem ser boas opções.

Decoração de varanda com plantas: já mais popular, ter plantas na varanda cria um ambiente aconchegante em quem tem um apartamento em meio ao cinza das grandes cidades. O jardim vertical também harmoniza bastante nesse local e se a varanda receber luz natural durante o dia, você pode até apostar em outros tipos de plantas.

Cômodos como banheiro e cozinha também podem receber plantas sem nenhum problema, apenas use a sua criatividade sem medo de errar e crie um ambiente com paisagismo exclusivo e tenha a natureza dentro da sua casa.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

 

O condomínio pode me proibir de ter animal de estimação?

Convenção pode proibir condôminos de terem animais domésticos ou silvestres? E se o animal do vizinho põe em risco os vizinhos? Saiba o que fazer

Alguns animais precisam de licença do Ibama

Alguns animais precisam de licença do Ibama

“O condomínio pode me proibir de ter animais de estimação no apartamento?” Pergunta da internauta Cecília

Resposta: Não.

Apesar de algumas convenções mais antigas até proibirem as pessoas de terem animais, isso é “letra morta”, garante o advogado especializado em Direito Imobiliário Michel Rosenthal Wagner.

O direito à propriedade, à intimidade e à vida privada estão garantidos na Constituição, em seu artigo 5º, explica.

Mas a coisa muda de figura se o animal em questão perturbar um desses três “S”s: sossego, saúde ou segurança, afirma o advogado.

Wagner conta o caso de um condômino que colocou — num hall social que dividia com outros três apartamentos — uma espécie de cercado na frente da sua porta e lá deixava três cachorros que latiam todas as vezes que alguém saía para pegar o elevador. “Isso obviamente é algo que não se pode fazer”, diz.

Mesmo em condomínio de casas há limites para manter animais. “Há pessoas que acumulam bichos sem nenhum cuidado, prejudicando a limpeza e atraindo vetores como ratos e baratas para a vizinhança. Isso também não pode.”

E os animais silvestres?

Mamba negra

Outra razão para impedir o condômino de ter determinado animal é quando se trata de um animal não tenha autorização do Ibama.

“É possível ter animais exóticos e silvestres de estimação, desde que eles tenham sido adquiridos de um criadouro autorizado e tenham licença do Ibama”, informa a veterinária especializada em animais exóticos Erica Couto, da Clínica Tukan.

“Já ouvi casos de pessoas que tinham cascavéis, najas e até mambas negras. Não tem sequer soro antiofídico no Brasil para uma picada de mamba negra”, diz.

A mamba negra, originária do continente africano, é uma das serpentes mais mortais que existem — sua mordida pode matar um adulto em 20 minutos.

Confira a lista de animais considerados domésticos e que não precisam de autorização do Ibama.

Saiba o que fazer se o animal causa perturbação


Como nem sempre se pode esperar que o bom-senso das pessoas prevaleça, é possível tomar algumas atitudes.

  • O primeiro passo é conversar com o condômino para tentar uma mudança.
  • Se isso não adiantar, fazer uma advertência por escrito.
  • Depois, aplicar multa prevista em convenção
  • Se mesmo isso não surtir efeito, o caminho pode ser chamar o Psiu ou a polícia
  • Pode, ainda, entrar na Justiça para exigir que o animal seja retirado do condomínio.

“Não é proibir animais, mas proibir aquele determinado animal que causa estorvo à comunidade”, diz Michel Wagner.

Saiba o que fazer se querem te impedir de ter um pet

Mas se você deseja ter um animal de estimação e a convenção proíbe, também é possível entrar na Justiça para obrigar o condomínio a aceitar seu pet.

“Mas sempre o melhor caminho é procurar o entendimento pela conversa”, aconselha o advogado.

O que fazer se o animal não tiver licença do Ibama?

Segundo o Ibama, qualquer animal silvestre deve ser adquirido de criadouro comercial autorizado e pode, neste caso, ser criado em ambiente doméstico. O animal deve vir acompanhado de nota fiscal e deve estar marcado com anilha ou microchip. O estabelecimento deve entregar ao comprador uma cartilha com instruções sobre a criação da espécie.

Se o condomínio desconfiar que algum animal não está regulamentado, pode encaminhar a denúncia para o Ibama.

Fontes: Ibama | Erica Couto, veterinária especializada em espécies silvestres e exóticas | Michel Rosenthal Wagner, advogado especializado em Direito Imobiliário | https://noticias.r7.com/

Autonomia do síndico para gastos do condomínio

Quanto o síndico pode gastar sem a necessidade de aprovação em assembleias

Quanto o síndico pode gastar sem a necessidade de aprovação em assembleias

Quando o assunto é o dinheiro do condomínio, todo cuidado é pouco. Afinal, não basta ser honesto. Como diz o ditado, também é importante parecer honesto.

Usar um dinheiro que é de todos antes de uma aprovação em assembleia  específica pode acarretar em futuros problemas para o síndico.

Contas não aprovadas, desconfiança de outros moradores, e até ações judiciais ou ressarcimento da verba em questãosão algumas das consequências para gastos ocorridos sem a anuência dos outros condôminos.

Há, porém, casos em que o síndico pode, sim, se utilizar de dinheiro do condomínio sem pedir. O importante é lembrar que existem regras e que qualquer gasto deverá ser justificado e aprovado em assembleia. Nesse momento, é importante ter documentos que ajudem na comprovação dos gastos, como orçamentos e notas fiscais.

“Sempre deixo muito claro para todos os síndicos com quem trabalho: é fundamental apresentar nota fiscal, de absolutamente tudo que foi gasto com o dinheiro do condomínio. Seja pequenos materiais ou um dia que comprou um café da manhã para os funcionários na padaria, tudo deve ser discriminado”, assinala a advogada especialista em condomínios Maria Estela Capeletti.

GASTAR ATÉ QUANTO

Algumas convenções permitem ao síndico gastos até um limite, sem aprovação por assembleia. Esses gastos podem ser de qualquer natureza?

Depende. O ideal é que a convenção do condomínio estipule um limite de gastos – e também, com o que se pode gastar essa verba. Em geral seu uso está ligado a situações de emergências ou a obras já em andamento. Mesmo sem aprovação prévia, o síndico deverá justificar o uso do dinheiro na próxima assembleia.

“Convenções com esse tipo de disposição ajudam o síndico a ter uma margem de manobra quando algo dá errado. Mas é importante que o gestor se foque em gastos necessários e não em supérfulos”, analisa Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

Se a convenção for omissa, deverá prevalecer o bom senso do síndico, que deverá lançar mão dessa prerrogativa somente em caráter comprovadamente emergencial.

OBRA MAIS CARA

O aumento de custos de uma obra deve ser objeto de nova aprovação pela assembleia? Depende. Se o incremento de custo for alto, não emergencial e fugir ao escopo do projeto que fora aprovado, deve-se convocar nova assembleia para aprovação do custo extra.

Entretanto, em algumas situações, o síndico pode, sim, aprovar gastos extras caso a obra se mostre mais cara que o previsto.

Uma delas é quando ocorre algum problema grave com a reforma e que, se o reparo não for feito, isso irá impactar negativamente no cotidiano dos moradores.

Por exemplo: se uma peça do elevador que seria trocada já danificou outras – caso não sejam repostas e recolocadas, o prédio ficaria sem elevador. Nesse caso, é possível aprovar as contas depois de contratar o serviço. Outro caso é quando o síndico tem uma certa autonomia de gasto para a obra – uma certa “gordurinha”, que deverá estar expressa em ata de assembleia, de, por exemplo, até 5% do valor da obra. O síndico também pode investir sem aprovação prévia quando a obra é emergencial: um portão quebrado, ou um cano estourado que irá deixar os moradores sem água, podem ser consertados e depois ratificados.

“Outro caso é quando houve a assembleia para aprovação inicial da obra, também aprovou-se um teto que o síndico pode gastar, sem assembleia futura, desde que obtenha a anuência do conselho fiscal ou da comissão de obras do condomínio. É uma forma de não parar a benfeitoria, mesmo que ela custe mais do que estava inicialmente previsto”, argumenta Cristiano de Souza, advogado especialista em condomínios.

OUTRO FUNDO

O síndico pode usar a verba de um fundo para outro, sem aviso prévio?

Depende. O fundo de obras deve ser usado apenas para isso – salvo apenas se uma grande emergência acontecer no condomínio. E caso isso aconteça, as contas deverão ser aprovadas em assembleia futuramente.

“Os fundos do condomínio devem ser usados de acordo com sua natureza. Caso aconteça algo muito fora da curva, o síndico pode usar o fundo de reserva para cobrir esse gasto – e, depois, o valor deve ser reposto ao fundo”, ensina Cristiano.

Um dos motivos para não se utilizar os fundos do condomínio para cobrir despesas do dia-a-dia é que nem sempre quem contribui com os fundos é quem paga pelos gastos ordinários – os mensais.

AUMENTO DE TAXA

O síndico pode aumentar a taxa ordinária sem autorização de assembleia?

Não. O síndico, sozinho, não tem poder para decidir se a taxa deve ser reajustada. Para tomar essa medida é necessária uma assembleia.

“É sempre importante lembrar que o síndico, apesar das suas muitas responsabilidades, é um representante do condomínio. Ele não pode dispor do dinheiro dos condôminos sem a anuência dos mesmos”, assinala Maria Estela.

Por isso é tão importante que haja uma boa previsão orçamentária.

“Com uma boa previsão, que indique não só os gastos, mas também as benfeitorias e os investimentos necessários para o período, o síndico fica mais tranquilo para gerir o condomínio, pois sabe que as necessidades do local estão sendo levadas em conta”, analisa Gabriel Karpat.

CONSELHO

Os conselhos fiscais ou consultivos têm poder de autorizar alguns tipos de gastos?

Depende.  A função do conselho fiscal ou consultivo é, a princípio,  verificar as contas e ajudar o síndico – seja na solução de problemas ou trazendo ideias interessantes.

O conselho, porém, não substitui a assembleia condominial. O que ele pode fazer é, em situações específicas, autorizar o gestor a usar o dinheiro do condomínio, como as grandes obras citadas acima.

“Isso, porém, deve ser discutido e decidido previamente em assembleia. E também é importante dizer que mesmo com o ok do conselho, os gastos feitos deverão ser ratificados em assembleia futura”, aponta Maria Estela.

ADVOGADOS

O síndico tem autonomia para contratação de advogados a fim de realizar a cobrança judicial, sem precisar consultar a assembleia?

Sim. Uma das principais funções do síndico é zelar pelo condomínio. Portanto, se há a necessidade de se contratar um advogado, seja por problemas de inadimplência de um condômino ou outros motivos – como alguém movendo uma ação contra o condomínio – o síndico pode, sim, fazê-lo.

Mas é sempre importante cotar diferentes profissionais para se ter uma ideia do valor dos honorários. Esse gasto também deve ser ratificado em futura assembleia.

DEMISSÃO DE FUNCIONÁRIOS

O síndico pode decidir sozinho pela demissão de um funcionário cuja multa rescisória seja alta? Sim. É prerrogativa do síndico demitir e contratar funcionários do condomínio. Porém, em casos em que a multa rescisória seja muito alta, o recomendável é discutir antes a situação em assembleia.

“Ele deverá, porém, justificar, o impacto dessa decisão na próxima assembleia, principalmente se não houvesse dinheiro provisionado para essa demissão”, explica Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios.

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA TERCEIRIZADORA DE MÃO DE OBRA

O síndico pode trocar de empresa terceirizada caso isso não impacte nas contas do condomínio?

Sim. Porém, o recomedável é que o síndico divida a responsabilidade da troca da empresa com uma assembleia.

“Não seria tanto pela questão financeira, mas muito mais pela comunidade aprovar a nova empresa. Caso haja um problema no futuro, o síndico referendou a contratação com  a assembleia”, pesa Alexandre.

ADEQUAÇÕES À LEGISLAÇÃO

O síndico pode gastar em alguma benfeitoria ou alteração pedida pela lei, que não constava na previsão orçamentária?

Sim. É responsabilidade do síndico manter o condomínio e suas atividades dentro da lei. Muitos condomínios, em 2018, tiveram que pagar um extra para que a administradora os inscrevessem no eSocial, por exemplo. Na cidade de São Paulo, esse ano, muitos empreendimentos tiveram que adequar seus portões também, devido a uma lei municipal.

“Esses casos mostram que às vezes o síndico realmente pode se deparar com gastos extras e inesperados, e que devem ser feitos. Não podem esperar. Portanto, os mesmos devem ser feitos e aprovados na próxima assembleia”, explica Alexandre Marques.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Aprenda como limpar porcelanato e conservá-lo por mais tempo

Confira neste artigo algumas dicas para conservar o seu porcelanato e mantê-lo sempre limpo.

O revestimento de porcelanato é bastante democrático, podendo ser utilizado dentro ou fora de casa. Trata-se de um material resistente, com coloração uniforme e baixa absorção de água. Seu acabamento pode ser liso, ligeiramente abrasivo ou esmaltado e o tipo de superfície desejada depende da área onde ele será colocado.

Além dos já citados, há também porcelanatos com textura acetinada, rústica, natural ou antiderrapantes. Sendo os últimos, indicados principalmente para área externas.

Para garantir a durabilidade desse tipo de piso é importante atentar-se aos cuidados com produtos e materiais que podem agredir a superfície. Para a limpeza diária, semanal ou mensal do porcelanato, sendo ele de qualquer um dos tipos, é recomendado apenas o uso de detergente neutro diluído em água e secagem feita através de um pano macio.

A ordem para fazer a limpeza no dia a dia é primeiro varrer o piso com uma vassoura de cerdas mais macias ou uma escova. Na ausência delas, é possível até mesmo aspirar o ambiente para remover a sujeira superficial sem arranhar.

Após isso, dilua uma colher de detergente neutro em um balde de água e passe um pano embebido na solução no porcelanato. Um pano apenas úmido, não molhado, com álcool após essa aplicação, ajuda a não formar manchas durante a secagem.

Já a limpeza feita após obra precisa ser mais pesada e completa, para garantir que todo vestígio seja eliminado com sucesso e garantir a preservação do porcelanato. É necessária que essa limpeza seja feita até 2 semanas após a aplicação do rejunte para que não se cultivem manchas.

Deve-se procurar produtos adequados, geralmente vendidos em lojas de piso e começar com um enxágue total do ambiente para remover o “grosso” da sujeira. Pode ser necessário que essa etapa seja repetida se houver muito resíduo de obra para limpar. Após isso, aplica-se o produto adequado de acordo com as recomendações de tempo e modo de uso da embalagem.

O ideal é que o produto não seque no piso para não manchá-lo, então enxágue novamente e deixe secar conforme orientações do fabricante.

Ainda que o porcelanato seja um material muito resistente, o uso de produtos abrasivos pode estragar a esmaltação do mesmo, fazendo com que perca seu brilho.

Entre os produtos que deve ser evitados estão o sabão em pó, produtos em forma de cera ou com componentes ácidos, água sanitária, acetona, soda cáustica, entre outros. Todos esses são materiais que podem causar manchas definitivas ou até corrosão no acabamento do piso.

Alguns fatores além dos produtos de limpeza podem também danificar o piso. Os pés dos móveis sofrem um desgaste natural do tempo e tendem a estragar ainda mais rápido quando são muito movimentados pelo ambiente ou frequentemente trocados de lugar.

Proteger os pés com algum tipo de material macio como o feltro ajuda a prevenir riscos e é importante sempre ter cuidado ao arrastar os móveis para não agredir o porcelanato.

Bebidas e produtos escolares também podem criar manchas indesejadas no piso, como vinho, café, giz de cera e lápis coloridos. Nesses casos, o processo de limpeza é normal, feito com detergentes e outros tipos de sabão, todos líquidos e diluídos em água.

No caso de tinta, o solvente se faz necessário para remover as manchas, mas deve ser enxaguado com água em abundância logo em seguida.

Algumas precauções ajudam a preservar por mais tempo o seu porcelanato, como esfregar os pés em um tapete antes de pisar diretamente para evitar possíveis sujeiras trazidas da rua que possam grudar. Usar panos e vassouras com cerdas macias é também o mais indicado na hora da limpeza.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Construir um imóvel pode ser vantajoso para quem não tem pressa

A construção de uma casa exige tempo e paciência, mas pode compensar no bolso e na comodidade futura

Na maioria das grandes cidades já não há quase terrenos disponíveis e quem quer uma nova moradia dificilmente pretende começar do zero. Mas pense bem: a construção de um imóvel costuma ser mais barata e ele será exatamente do jeito que for planejado. Por outro lado, você terá muitas reuniões com o arquiteto, orçamentos de materiais e contratação de mão de obra.

construir um imóvel
A construção de um imóvel costuma ser mais barata (Foto: Shutterstock)

“A construção do imóvel novo permite projetar algo mais próximo do que se deseja. Em geral, custa menos, uma vez que não há o lucro imobiliário”, explica o arquiteto e urbanista Carlos Alberto Maciel, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor em teoria e prática de projetos. A desvantagem, diz ele, é o longo tempo desde aprovação do projeto nos órgãos competentes até a obra em si.

construir um imóvel
A vantagem é que o cliente faz a casa conforme o seu gosto (Foto: Shutterstock)

O arquiteto e urbanista Wellington Fellipe Argolo, da Diacora Arquitetura e Instalações, do Rio de Janeiro, diz que, ao construir, a pessoa pode fazer opção por uma edificação inteligente. “Pode ser pensada e confeccionada conforme o gosto do cliente”. Além disso, “a edificação nova não deixa o cliente preso por longos anos a financiamentos bancários”.

Para quem pretende construir, Maciel explica que é necessário um tripé: bom lugar, projeto adequado e uma construção bem feita. “Se um desses aspectos não está presente, o investimento será jogado fora e toda a expectativa de uma vida boa ficará comprometida”.

construir um imóvel
É necessário um projeto adequado (Foto: Shutterstock)

Argolo afirma que contratar um profissional habilitado fará diferença na hora do planejamento. “Outro fator importantíssimo é a pesquisa de preços para se obter um orçamento mais enxuto, independentemente do padrão do imóvel”.

Edifícios antigos

Quem não quer esperar, mas também acha os imóveis prontos novos são muito caros para o que oferecem, o professor Carlos Maciel dá a dica: comprar um apartamento em edifício antigo e reformá-lo.

“Imóveis em edifícios mais antigos permitem usufruir de endereços consolidados, perto de toda a infraestrutura da cidade, com áreas maiores e mais generosas. Exige investimento na renovação dos espaços, o que ainda é significativamente inferior em custo quando comparado aos imóveis novos”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Tudo o que você precisa saber sobre locação de garagem em condomínios

Se você tem um apartamento com garagem e deseja alugá-la para outros, não deixe de conferir neste artigo como funciona a regra para locação.

Algumas propriedades não dispõem de vagas de garagem e isso pode ser fator determinante para moradores na hora de fechar negócio. Muitas vezes, para não perder um bom preço, os clientes topam ficar sem vagas, mas a longo prazo se arrependem devido ao receio de deixar o carro na rua ou até mesmo se a oportunidade de comprar um carro surja nesse meio tempo.

Quando isso acontece, o morador tende a procurar uma vaga dentro do próprio condomínio para alugar com outro residente do prédio, mas essa prática precisa respeitar algumas regras. Muitos condomínios não se opõem a isso, tornando viável conseguir uma vaga sem grande dificuldades. Ainda assim, tomar certos cuidados jurídicos é uma forma de evitar problemas no futuro.

Os tipos de vagas podem variar entre indeterminadas: quando não existe local fixo para estacionar e a lotação é preenchida de acordo com a ordem de chegada dos automóveis, e determinadas: quando existe local fixo demarcado para o proprietário, constando até mesmo na escritura do imóvel.

No segundo caso, o dono da vaga pode até gerar um contrato de locação do espaço para outro morador.

No caso de confecção de contrato, o mesmo deve conter algumas informações como endereço e localização da vaga, finalidade da locação, valores acordados considerando possíveis cobranças de juros ou multas, se houverem atrasos nas mensalidades, e por fim, os dados de ambas as partes envolvidas na negociação.

Caso deseje, o proprietário da vaga poderá também exigir uma cópia do documento do automóvel do solicitante da vaga.

É importante atentar-se na hora de fechar negócio com o tamanho das vagas. Embora não pareça, elas possuem tamanhos diferentes, variando entre P, M e G. Se o seu veículo for um carro popular, a vaga P pode atender às suas necessidades sem grandes problemas, já no caso de carros maiores como SUVs, pode ser necessária a locação de uma vaga um pouco maior.

Se você é quem está alugando uma vaga para outros, é possível realizar um cálculo prévio para avaliar se o que você vai cobrar por uma ela é um valor justo.

Usar de referência 1% do valor pago pelo espaço é uma boa forma de começar essa conta, mas você poderá também estimar valores com base no preço praticado no condomínio, manutenção do ambiente e localização da vaga. Se a sua vaga possui depósito para ferramentas ou espaço é fechado o valor final poderá ser maior devido a esses diferenciais que a maior parte das vagas não possui.

Para evitar dor de cabeça, é importante sempre comunicar ao síndico as mudanças que você deseja realizar nas vagas, como por exemplo, adicionar uma cobertura para chuva e etc. Além disso, é importante entender a finalidade de quem quer alugar a sua vaga, pois nem sempre os condomínios permitem o uso das mesmas para guardar coisas diferentes de automóveis.

Outro ponto delicado e que deve ser questionado antes é a possibilidade de lavar o automóvel na vaga. Geralmente toda a manutenção e limpeza feita no carro deve ser realizada com o mesmo fora da vagas para não causar incômodos para outros usuários do condomínio.

Certifique-se de todos esses pontos na hora de alugar a sua vaga ou enquanto você procura uma para alugar. É de responsabilidade do ocupante da vaga zelar pelos seus pertences pessoais, evitando deixar coisas dentro do veículo nas áreas coletivas com grande fluxo de pessoas circulando.

Por fim, entenda sempre o regulamento do seu condomínio e respeite as regras para melhor convívio com outros moradores. O regimento interno é a melhor diretriz para transmitir segurança na hora de alugar um espaço dentro do condomínio. Procure o seu síndico e converse para saber mais (;

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Antes da compra, é essencial pensar em fatores que podem depois valorizar ou não o imóvel

A relação entre oferta e procura, infraestrutura do local, segurança, entre outros aspectos, é fundamental no momento de fixar o preço e para observar se um imóvel é valorizado

 José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas
Reprodução/Internet/eecu.org

A compra de imóvel em uma região bem localizada se tornou um dos itens priorizados por quem procura moradia. Residir próximo a centros comerciais, em um bairro agradável ou perto do local de trabalho e da escola dos filhos é um dos maiores requisitos de compradores. A relação entre oferta e procura, infraestrutura do local, segurança, entre outros aspectos, é fundamental no momento de fixar o preço e para observar se um imóvel é valorizado.

Todos aqueles que querem comprar um imóvel esperam que o investimento atenda às necessidades da família e, ao mesmo tempo, seja um local que tende a se valorizar com o tempo, já que comprar uma casa pode ser um negócio futuro, tanto para a venda ou em casos de locação. “Comprar um imóvel para morar é, sim, um investimento. Antes de fechar um negócio, é importante pensar nos fatores que podem valorizar ou desvalorizar o preço do empreendimento ao longo do tempo”, comenta Guilherme Santos, gestor de projetos do Grupo EPO.

De acordo com Leirson Cunha, vice-presidente das Corretoras de Imóveis da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), o fator liquidez, ou seja, a velocidade de negociação de um imóvel, também aumenta consideravelmente quando se tem um local valorizado. “Segundo estudos práticos que colhemos ao longo dos anos, a venda ou locação de um imóvel preparado para ser ofertado, em média, tem sua velocidade de negociação aumentada em torno de 40% a 50%, desconsiderando fatores macroeconômicos”, pontua.

DESTAQUES 

Sem dúvida nenhuma, a localização do imóvel é um dos principais fatores que determinam não só a escolha dele como lar, ou para montar uma empresa, como a perpetuação do empreendimento no mercado imobiliário. “Por isso, móveis com características semelhantes, que estejam localizados em regiões diferentes, podem apresentar uma diferença bem grande no preço. Isso ocorre porque as regiões consideradas mais nobres têm imóveis mais procurados, independentemente de serem residenciais ou comerciais, portanto, com o valor mais alto”, ressalta Guilherme Santos.

Localização não se muda, o que ocorre são mudanças no entorno, que podem ou não valorizar o imóvel. “É uma dúvida muito comum de muitos clientes, sobretudo daqueles que vão adquirir um imóvel, o fato de encontrar um imóvel que é o ideal, porém, no local inadequado. Nesses casos, o amparo do profissional do mercado imobiliário será determinante na decisão, pois ele poderá ter informações – ou buscá-las em fontes seguras – sobre os projetos para aquela localidade e entorno, proporcionando, muitas vezes, ganhos expressivos na valorização do imóvel”, pondera Cunha.

De maneira geral, muitos itens contribuem muito para valorizar o imóvel, sobretudo pelo nosso estilo frenético impulsionado pela vida moderna. Acompanhando a localização, o comércio local também influencia na valorização do imóvel. Hoje, as pessoas buscam por maiores facilidades no seu dia a dia, evitando ter que utilizar o carro ou o transporte público para realizar atividades rotineiras. “Em tempos de trânsito caótico, morar em um local acessível, seja pelo transporte público, seja pela proximidade de vias de acesso rápido, é sinônimo de qualidade de vida para muitos. Ninguém quer perder horas do dia no trânsito. Um local com uma boa acessibilidade reduz esse risco e é, portanto, mais procurado no mercado, o que o faz também ser mais valorizado”, explica Guilherme Santos.

Vagas na garagem se tornaram um item muito importante na compra e venda de imóveis, de acordo com Leirson Cunha. “Existe uma relação direta: quanto maior o valor do imóvel, maior é a dependência direta das vagas de garagem. Como a rede de mobilidade urbana de transporte de massa (trens e metrôs) no Brasil, e de maneira geral em nossa cidade, é ainda incipiente, a nossa dependência pelo transporte individual cria um laço muito forte com o veículo. Portanto, é um item importante na hora de escolher o imóvel, tanto para compra quanto para locação.”

PERSONALIZAÇÃO

Um novo conceito que vem se destacando no mercado imobiliário são os imóveis personalizados. Essas alterações ainda na planta garantem maior economia e uma valorização do bem. “Os projetos com plantas flexíveis têm sido mais atrativos, com isso passamos a adaptar ou adequar o projeto de acordo com a necessidade e o gosto do cliente. Queremos que, ao comprar o imóvel, ele tenha a liberdade de criá-lo internamente conforme seu perfil e estilo de vida, o que o torna único. A flexibilidade para a compra de salas comerciais também se tornou destaque, pois o investidor pode adaptar o espaço ao seu modelo de negócio”, comenta o gestor de projetos.

Leirson Cunha ainda afirma que a disposição dos cômodos é um fator que contribui muito para uma decisão de compra e tem crescido a cada ano também para a locação. “Se a localização é a ideal, o fator adequação da planta pode estar mais no domínio do cliente comprador e uma pequena reforma poderá unir o útil ao agradável”, comenta.

*Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Segurança dentro do condomínio depende da ação diária de todos

Segurança dentro do condomínio depende do cuidado de todos

Segurança dentro do condomínio

Uma das primeiras coisas que o morador busca é verificar os itens de segurança dentro do condomínio. Embora nenhum lugar está 100% seguro, os condomínios fechados se tornaram sinônimo de proteção.

Tecnologia é aliada da segurança dentro do condomínio

A inovação tecnológica contribui para a segurança dos condôminos, embora ainda não substituam a postura correta dos moradores. Quando o assunto é a prevenção de ocorrências dessa natureza é necessário ter atenção.

Kit de segurança

O “kit” de segurança, ferramentas que compõe o conjunto básico de equipamentos de proteção residencial, é composto por cerca elétrica, alarme e câmeras de monitoramento. Cada vez mais tecnológicas, as câmeras de monitoramento agora podem ser controladas por uma central externa, a quilômetros de distancia do local em que elas estão instaladas e suas imagens armazenadas na nuvem, o que facilita o acesso caso haja alguma ocorrência.

Cercas elétricas

As cercas elétricas também evoluíram, pois agora já é possível contar com sistemas de fio de aço e choque inteligente, para o caso de incidência de galhos de arvores, por exemplo. No setor de alarmes, esqueça os que apenas monitoravam por sensores de presença. Agora já se pode contar com sistemas infravermelhos para o controle de circulação, e os biométricos para o acesso dos moradores.

60% da segurança dentro de um condomínio depende da postura dos moradores e funcionários

Mas mesmo com tanta inovação, segundo especialistas em segurança patrimonial, 60% da segurança dentro de um condomínio depende da postura dos moradores e funcionários. Apesar de tanta tecnologia, se o condômino não seguir as regras estipuladas pelo condomínio em assembleias, certamente irá expor os demais moradores a riscos. Isso porque muitos condomínios são pequenas cidades, na qual a segurança depende da ação de todos.

Mantenha portões fechados

Portões abertos e falta de treinamento dos funcionários, principalmente os da portaria, são os erros mais frequentes de moradores e síndicos. Outras práticas, ainda que menores, previnem a presença de criminosos dentro do condomínio. Procurar ligar os faróis e se identificar ao porteiro, caso ele peça, são hábitos que podem diminuir a incidência de crimes. Por fim, invista em treinamento aos funcionários e palestra aos moradores, deixando claro que a segurança de todos depende da ação de cada um.

Confira algumas dicas para manter o seu condomínio seguro

1 – Fique de olho nos acessos ao condomínio. Pessoas estranhas aproveitam esse momento para adentrar ao ambiente. Verifique se o portão está completamente travado depois de sua passagem.

2 – Procure fazer o cadastro prévio de funcionários, visitantes e terceiros.

3 – Fique de olho em entregadores de delivery. Para isso, invista em portões tipo gaiola e peça a colaboração dos moradores para receberam suas encomendas na portaria.

4 – Não deixe objetos de valor dentro do carro no estacionamento. Procure manter o alarme ligado.

5 – Respeite as regras estipuladas nas assembleias do condomínio. Lembre-se que a segurança de todos depende da ação de cada um.

Fonte:  Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Síndicos podem sofrer da Síndrome de Burnout?

Observa-se que a função de síndico de um condomínio vem crescendo exponencialmente nos últimos tempos, e com isso, a necessidade de profissionalização deste servidor.

Síndicos podem sofrer da Síndrome de Burnout?

Esta necessidade cresce na medida em que crescem e se complexam as demandas e exigências dos condôminos e moradores, da mesma forma que do próprio condomínio. Aquilo que se torna mais complexo, exige maior conhecimento.

Profissionalizando-se, o síndico torna-se um colaborador, um prestador de serviços de uma organização, como qualquer outro em qualquer função na sociedade. Suas demandas crescem, as exigências sobre ele também, e desta forma, torna-se suscetível ao estresse e ao adoecimento físico e mental que qualquer ambiente de trabalho pode proporcionar. É claro que ele não é necessariamente um funcionário do condomínio – já que é eleito para o cargo-, mas nem por isso deixa de ter funções, responsabilidades, e exigências definidas como qualquer outro servidor. Sendo assim, ele também pode estar suscetível às intempéries da atividade, ou seja, submetido a responsabilidades e exigências que por vezes podem extrapolar suas funções e desta forma, começar a causar-lhe desconforto e estresse no cargo. Pois bem, surgiu na década de 70, uma síndrome que se caracteriza por ser um estado de tensão emocional e estresse crônicos provocados por condições de trabalho ou função, físicas, emocionais e psicológicas desgastantes, e que se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão ou função exigem relação interpessoal direta e intensa.

A isso se dá o nome de Síndrome de Burnout, ou Síndrome do Esgotamento Profissional, que nada mais é que o adoecimento no ambiente de trabalho ou no exercício de alguma função. Mas este transtorno mental, contudo, não se caracteriza simplesmente pelo adoecimento no ambiente de trabalho, mas, sobretudo devido à qualidade das relações interpessoais que se constroem nele, ou em razão dele. Não é por acaso que muitas das queixas dos síndicos hoje em dia apontem para estas questões, ou seja, uma carga de trabalho exaustiva fora e dentro do seu condomínio, muitas responsabilidades, demandas e exigências, assim como relações interpessoais intensas e desgastantes dentro do seu condomínio. Relacionamentos intensos dentro do condomínio em razão de sua função, somados a uma carga horária exaustiva dentro e fora dele e a uma alta carga de responsabilidades e exigências, são um prato cheio ao desencadeamento desta síndrome. Trata-se de uma síndrome cujo início se dá de forma lenta e insidiosa, debilitante.

Sensações de fadiga, alterações de humor, irritabilidade, e baixa auto-estima, são apenas alguns dos sintomas que podem surgir. Em casos mais graves, esta síndrome pode desencadear sintomas psicóticos e até mesmo suicídio. Não se trata de um transtorno mental dos menos nocivos, por assim dizer, contudo, uma psicoeducação, aliada a novos hábitos de rotina e relacionamentos dentro do condomínio podem evitar e atenuar os riscos desta incidência.

O tratamento para esta síndrome se dá invariavelmente com um profissional psicólogo e psiquiatra, assim como, com uso de medicamentos dependendo da gravidade do caso. Sugiro que se eventualmente, o síndico esteja padecendo de alguns dos sintomas desta síndrome, ou se identifique com este quadro, que possa buscar ajuda profissional e também redefinir e reorganizar melhor sua rotina. Definir somente objetivos que possa alcançar na sua gestão, descentralizar suas decisões e ações.

Pouco se fala e se sabe desta síndrome no ambiente condominial, mas será que não é chegada a hora do síndico refletir e pensar com mais carinho, sobre até que ponto suas funções, responsabilidades, exigências e relacionamentos dentro do seu condomínio estariam por ventura lhe causando um estado de estresse e desconforto emocional e psíquico?

Fonte: CondomínioSC

Garagens ganham nova roupagem

Preparação de pisos irregulares e tintas especiais dão um novo visual ao espaço

Garagens ganham nova roupagem

Garagem do Condomínio Cosmos: o piso foi lixado, ganhou uma aplicação de massa e de pintura epóxi

Se antes as garagens eram espaços feios e esquecidos nos condomínios, hoje a realidade mudou. Depois da chegada de novas tecnologias como tintas especiais, técnicas de nivelamento, entre outras medidas, as garagens ganharam outra roupagem e se transformaram num ambiente bonito, com mais desempenho e ainda promovendo a valorização do imóvel. Para tanto, profissionais estão se dedicando à recuperação de pisos irregulares e, após, preparando o acabamento adequado para cada local.

Afinal, estamos falando de garagem que abriga veículos pesados que geram sujeira, como manchas das borrachas de pneus e de óleo que podem vazar dos carros. Devido a isso, é importante pensar na resistência e durabilidade do piso, e o modo como o revestimento pode auxiliar nesses fatores.

Trabalhando no setor há 13 anos, o engenheiro químico Peter Knoll Santana diz que os problemas mais comuns encontrados em garagens de prédios, especialmente os mais antigos, vão desde pisos de concreto esfarelando e, portanto, gerando constante sujeira, até buracos, trincas e fissuras, situação que pode aumentar e provocar acidentes, caso não seja feita a correção. “É sempre possível regularizar o local com máquinas polidoras para piso e massas epóxi, antes da pintura”, garante Peter.

Para começar, é importante uma avaliação técnica para decidir qual é o melhor processo de pintura, pois são vários tipos de pisos e problemas a serem solucionados. Segundo Peter, a preparação pode ser de várias formas: com lixamento com polidora, regularização com fresadora, limpeza química com ácido ou desengraxantes, pois para uma pintura ter o melhor resultado depende da preparação do piso. “Se não fizer a limpeza adequada, abrir a porosidade do piso e criar a rugosidade necessária – conforme a tinta que está recebendo – pode gerar desplacamento, bolhas, trincas, entre outros”, ensina.

Para o acabamento final, as tintas indicadas vão depender da área em que estão sendo aplicadas, se for uma garagem ou quadra interna (coberta) pode ser usada tinta epóxi para piso; se for uma área externa o recomendado é um acabamento Poliuretano (PU), pois o PU possui resistência a intempéries como sol e chuva, não desbotando, calcinando ou amarelando a cor.

Em se tratando da periodicidade das manutenções, Peter diz que tudo vai depender da frequência na limpeza: se o piso for limpo uma vez por semana ou com um pano ou com um equipamento de limpeza, a durabilidade é de 8 a 10 anos. “Sendo assim, a revitalização terá um custo mais em conta, pois a preparação da ancoragem já foi feita. Será necessária, apenas, uma repintura de uma ou duas demãos”, completa.

Quadras esportivas

Nas áreas de lazer, os pisos das quadras poliesportivas também merecem atenção. Muitas quadras são pintadas com tintas acrílicas à base de água ou solvente, porém são tintas com baixa resistência à abrasão (desgaste por fricção) e a intempéries. Para uma quadra poliesportiva externa, Peter indica as tintas PUs que possuem maior resistência.

“As acrílicas são tintas termoplásticas, sendo mais moles e com abrasão soltam facilmente, marcam mais fácil com fricção de calçados e, em garagens, com pneus dos carros. Já a tinta PU e epóxi são tintas termorrígidas, possuindo maior resistência à abrasão, quando ocorre uma fricção de calçados ou pneus. A marca da borracha sai com a limpeza”, aponta.

Condomínio adere à reforma

Depois de uma reforma no residencial, o Condomínio Cosmos, de Balneário Camboriú, resolveu investir também na revitalização da garagem do prédio. Com duas torres, 33 andares e 90 apartamentos, o prédio apresentava um espaço para abrigar os veículos com piso irregular. De acordo com o síndico Arno Lermen, a reforma tinha como objetivo trazer conforto aos moradores, melhorar a estética do ambiente com demarcação dos espaços, facilitar a limpeza e valorizar o imóvel.

“O piso de concreto levantava poeira, sujava os automóveis, dificultava a manutenção e não atendia às necessidades dos condôminos”, argumenta Arno.

Para tanto, foi contratada uma empresa especializada que executou a obra. A reforma envolveu a regularização do piso com lixamento, contrapiso, aplicação de massa, pintura epóxi e polimento. “Hoje, a garagem só traz facilidades por diversos fatores. Economizamos mão de obra, água, produtos de limpeza e, principalmente, o local está sempre bonito”, elogia o síndico, ao lembrar que no dia a dia é feita apenas uma limpeza com pano e a limpeza geral é realizada de dois em dois meses.

Fonte: CondomínioSC

Faça a lista perfeita e não erre nas compras de supermercado

Ir muitas vezes ao supermercado pode ser cansativo, por isso tenha atenção na hora de revirar as prateleiras

Muita gente vai ao supermercado para comprar determinados produtos, mas acaba levando outros. Pior, esquece daqueles realmente necessários e precisa voltar várias vezes. É perda de tempo e dinheiro, além de muito trabalho.

Confira algumas dicas para não errar:

Anote tudo

A lista é importante para que você não dependa da sua cabeça para lembrar de tudo, o que geralmente falha. “E quando anota, a pessoa acaba indo apenas nas seções certas do supermercado. Evita, por exemplo, comprar aquele chocolate quando está de dieta, só porque passou na frente dele”, diz a personal organizer Priscila Sabóia.


(Foto: Shutterstock)

Olhe a casa

“Além de olhar tudo antes de ir ao supermercado, as pessoas precisam priorizar a organização de suas despensas e geladeiras. Não adianta achar que tem, por exemplo, dois sacos de arroz quando um deles já está vencido”, afirma Rosângela Campos, também personal organizer.

Compre o suficiente

Não compre exageradamente, para não estragar produtos, nem faça compras de menos. “O cardápio é o melhor amigo para isso. Você sabe exatamente o que vai cozinhar, você conhece a rotina dos filhos e sabe, por exemplo, que eles têm escola e precisam levar lanche. Colocando isso tudo na equação, a lista será mais certeira, sem errar na quantidade”, detalha Priscila.


(Foto: Shutterstock)

Mês ou semanal?

“Gosto do modelo de uma compra mensal, mais pequenas compras semanais. Faz uma compra maior no mês, com produtos de limpeza, coisas que usa bastante, mas vai semanalmente ao supermercado repor o que estraga com mais facilidade e algo que possa ter acabado”, orienta Priscila.

Vários locais

Rosângela acha que o ideal é fazer pesquisas em vários supermercados, pois os valores de um mesmo item variam muito. “Eu prefiro comprar frutas e verduras em feiras, pois são frescos e mais acessíveis”.

Na hora da compra

O ideal é começar o supermercado pelas bebidas, que são mais pesadas e podem ir no fundo do carrinho,diz Priscila. Depois, a parte de limpeza. “Por último, deixe as carnes, laticínios, hortifrúti e pães. Tudo isso é mais frágil e pode ficar por cima do carrinho”, explica.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Conheça as qualificações do porteiro do condomínio

Conheça as qualificações do porteiro do condomínio

Conheça mais sobre as atribuições do porteiro do condomínio

Parte fundamental, especialmente para a segurança do edifício, a portaria é um dos locais que exige mais atenção em um condomínio, uma vez que é pela porta de entrada que ocorre a entrada e a saída de moradores, visitantes e prestadores de serviços.

O profissional que exerce serviços de recepção e vigilância na portaria de edifícios comerciais, residenciais e mistos deve seguir uma conduta profissional clara, elaborada previamente pelo empregador a fim de garantir a segurança de todos os moradores.

Portanto, o porteiro personifica a figura de guardião do prédio e deve ter tanto a confiança do síndico, quanto a dos condôminos. Até mesmo por isso, a escolha desse profissional, por parte do gestor ou da administradora, requer uma atenção especial.

Veja agora algumas informações das principais qualidades que um porteiro deve possuir, suas atribuições cotidianas e algumas dicas na hora de contratar esse profissional.

1 – Qualidades do porteiro:

Atenção

Durante o seu expediente, ele deve estar sempre atento para identificar qualquer possível anormalidade que aconteça na portaria e/ou arredores. Qualquer descuido pode facilitar a invasão do condomínio por uma pessoa que venha a pôr em risco a segurança dos moradores.

Responsabilidade

A segurança de um edifício requer muito compromisso desse profissional. Portanto, o porteiro deve procurar se ausentar o mínimo possível da portaria evitando, assim, realizar serviços como carregar encomendas para moradores, manobrar carros e outros pequenos serviços para condôminos que o façam se retirar da portaria.

Cabe alertar que essa prática poderá vir a se caracterizar como desvio de função em uma possível ação trabalhista, além de que realizar esses favores, mesmo que rápidos, toma tempo do porteiro e torna o condomínio um ambiente inseguro.

Boa memória Visual

Apesar de ser um item bastante polêmico, haja vista que existem muitos fatores (posição da guarita, locação de unidades, intempéries do tempo…) que contribuem para que o porteiro tenha dificuldades em reconhecer a pessoa que deseja entrar no edifício, em prédios menores e com poucos moradores, a boa memória visual do porteiro torna a entrada e saída de moradores mais prática.

Apresentação pessoal e boa comunicação

Comunicar-se bem é essencial para qualquer profissional. E para os serviços de portaria de condomínio não é diferente. Compreender claramente uma informação passada pelo morador, anotando e transmitindo o recado, ou interagir de forma correta com o prestador de serviço autorizando ou não a sua entrada no prédio são ações essenciais para o bom andamento cotidiano do edifício.

O profissional da portaria deve ser bem articulado, evitar o uso de gírias, bem como estabelecer intimidade com os moradores. A comunicação deve ser formal, tanto no trato pessoal quanto telefônico.

A formalidade deve passar, também, pelo vestuário. Cuidados com a utilização do uniforme devem ser observados pelo colaborador, já que a primeira impressão do condomínio passa pelo porteiro.

Por fim, é recomendável que ele vista o uniforme somente no seu vestiário e que o retire no fim do expediente, para evitar que desconhecidos identifiquem o seu local de trabalho.

2- Atribuições do porteiro:

As atividades do porteiro consistem em três principais focos: correspondência, autorização de entrada e saída e ordem do local. A seguir, comentamos cada uma delas:

Correspondência

Cartas, pacotes e outras encomendas passam, primeiramente, pelas mãos do porteiro. Recebê-las sem permitir que o entregador entre no condomínio e distribuí-las, posteriormente, no caso das cartas avisando o respectivo morador quando forem pacotes, é uma das suas atribuições.

Quando se tratar de um produto perecível como pizza e afins, solicitar ao morador que desça e retire a encomenda na portaria. Dessa forma, pode ser evitada a entrada de estranhos no interior do condomínio.

Autorização de entrada e saída

O porteiro é o responsável pela entrada e saída de pessoas (visitantes e prestadores de serviços) que não moram no condomínio. Sempre que houver agendado um serviço de terceiros, deve-se pedir a identificação de todos os profissionais que irão realizar o serviço. Após esse procedimento, confirmar, com o morador ou o síndico, a veracidade do trabalho e só depois liberar a sua entrada.

Muitos assaltantes utilizam disfarces para ludibriar o porteiro e assaltar moradores no interior do condomínio.

Ordem do local

Avisar aos moradores de uma eventual quebra do elevador, da falta de energia elétrica, ou de outros problemas pontuais também fazem parte das atribuições do porteiro. Para isso, ele deve se ausentar o mínimo possível da portaria.

Estar atento com o que está a sua volta e cuidar, sempre, das câmeras de segurança o torna um ótimo profissional.

Veja mais algumas atribuições do profissional de portaria do condomínio, segundo o Código Brasileiro de Ocupações (CBO), instituído pelo Ministério do Trabalho.

– Fiscaliza a entrada e a saída de pessoas, observando seu movimento no saguão da portaria principal, nas áreas dos elevadores, nos pátios, corredores do prédio e garagem, procurando identificá-las, para vedar a entrada de pessoas suspeitas, ou encaminhar as demais ao destino solicitado;

– Atenta para o uso dos elevadores, observando e vedando o excesso de lotação ou carga, e a retenção em andares sem motivo justificável, para garantir o cumprimento das disposições internas e legais;

– Susta o uso do elevador, baseando-se na constatação de desarranjos ou mau funcionamento, para evitar danos aos usuários;

– Encarrega-se da correspondência em geral e de encomendas de pequeno porte enviadas aos ocupantes do edifício, recebendo e encaminhando aos destinatários, para evitar extravios e outras ocorrências desagradáveis.

3- Por se tratar de um profissional de extrema importância para o condomínio, sua contratação exige pesquisa e muito cuidado. Veja algumas dicas na hora de contratar esse profissional

Defina o perfil

O primeiro passo na hora de contratar um novo porteiro é definir o perfil que se almeja desse profissional. De nada adianta o síndico contratar um porteiro com dificuldades em tecnologia se a portaria do condomínio for toda modernizada. Portanto, uma boa ideia seria convocar uma reunião para definir as exigências e as necessidades desse novo profissional.

Analise a experiência do candidato

Definido o perfil do profissional que será contratado, observar o tempo de experiência do candidato como porteiro poderá ser um diferencial. Atente-se para o tempo de permanência em empregos anteriores e questione o candidato sobre os motivos de saída. Se achar necessário, ligue para o antigo local de trabalho do pretendente.

Entreviste os candidatos

Lembre-se que quem está sendo entrevistado é a pessoa que está buscando a vaga. Portanto, apenas comande o diálogo. Escute mais do que fale e procure elaborar perguntas abertas para que ela possa se expressar. Dessa forma você poderá conhecer melhor o candidato. Em determinado momento da entrevista, procure ser direto, faça questões pessoais, de forma sutil, como por exemplo, sobre questões familiares. Esta é uma boa estratégia para compreender as necessidades e características dos profissionais.

Realize testes

Existem testes psicológicos que ajudam na identificação das características dos candidatos. Por meio desses exames é possível identificar algum desvio de perfil do profissional para a vaga, o que pode comprometer o desempenho do porteiro para as atividades na função. Para esse tipo de atividade recomenda-se a contratação de um especialista, que será responsável por analisar os resultados obtidos nos testes. Os exames mais comuns durante um período de seleção são:

  • Teste de personalidade: tem a finalidade de traçar a personalidade do indivíduo para entender o seu comportamento.
  • Teste de raciocínio lógico: avalia a capacidade cognitiva do candidato por meio de testes práticos e teóricos.
  • Teste de ação concentrada: a principal característica desse exame é medir a concentração do candidato durante um período pré-determinado.

Como se vê, os serviços do profissional de portaria são essenciais para o bom andamento diário do condomínio. Saber contratá-lo, e posteriormente ter conhecimento das suas atribuições torna o edifício menos suscetível a assaltos e contribui para a harmonização do ambiente.

Fonte: Viva o Condomínio | Guilherme de Paula Pires | https://vivaocondominio.com.br

Em condomínios, programação de atividades para férias gera conflitos

Residenciais contratam equipes para garantir o entretenimento de suas crianças, mas pagamento pode provocar polêmicas entre os moradores

Diversão. Marcela Correia orienta as atividades FOTO: JF DIORIO / ESTADÃO

Jéssica Díez Corrêa, especial para O Estado

As férias escolares trazem uma preocupação extra para muitos síndicos de residenciais: como garantir o entretenimento dos moradores mirins, evitando transtornos maiores para o condomínio? A resposta pode ser a contratação de equipes de recreação e assessoria esportiva. A medida, porém, não está isenta de provocar conflitos. É comum condôminos sem filhos reclamarem do gasto extra nas despesas ordinárias do prédio.

A opinião do síndico profissional Mauro Possatto é de que o pagamento por criança, e não na taxa de condomínio, deve ser feito apenas quando não há dinheiro em caixa. “Se o condomínio tem condição de fazer o pagamento sem nenhum prejuízo, tem de fazer. Primeiro, porque acaba trazendo economia com gastos de manutenção (para resolver problemas eventualmente causados pelas crianças sem atividade dirigida) e, segundo, é um custo que não afeta o orçamento anual.”

A maioria das mães de um residencial no Tatuapé tem o mesmo entendimento. “É um atrativo e o valor é irrisório perto de um aparelho de academia ou de um interfone quebrado”, diz Cristiane Santos, de 43 anos, mãe do Matheus, de 10.

A dona de casa Eliane Aguiar, 44 anos, mãe de João Vitor, de 9, também opina: “No meu prédio, há espaço para pets e eu não tenho cachorro, mas se tiver de fazer melhorias, vou apoiar. E a recreação é um cuidado maior para o condomínio, porque as crianças aprontam muito mais se estão sem acompanhamento”.

A advogada Daniele Froiman, de 38 anos, é mãe de duas crianças que participam da programação de férias, mas não concorda que o pagamento da assessoria esportiva saia do caixa. “Acabamos lesando quem não tem filhos. O rateio (entre quem vai usufruir das atividades) seria a forma mais justa, mais democrática.”

A orientação da Associação dos Síndicos (Assosíndicos) é convocar assembleia para discutir o rateio de custos, a fim de evitar conflitos. “Assim, quem não é favorável pode ir se manifestar”, afirma o vice-presidente da entidade, Carlos Theodoro. Ele, contudo, defende que a programação de férias é uma benfeitoria necessária para melhorar o convívio no conjunto.

Lidiane Genske Baia, profissional do escritório Rachkorsky Advogados, concorda com a orientação da Assosíndicos e explica que deve haver 50% mais 1 de aprovação da massa condominial presente para uma pauta de gasto extra passar.

Arbitragem. A recreadora Gyslaine Teles apita jogo entre crianças do residencial FOTO: JF DIORIO / ESTADÃO

Se a convocação de uma assembleia pode dirimir as divergências sobre o pagamento pelos serviços de recreação infantil no condomínio, a advogada especialista em direito imobiliário Paula Farias, no entanto, afirma que ela não é obrigatória. “A regra é que todos os condôminos paguem por essas benfeitorias e contratações no condomínio”, afirma. “Pode ser que um morador não utilize a brinquedoteca porque não tem criança, ou não utilize a piscina por conta, por exemplo, de alguma doença. Ainda assim, não há como distinguir ou tirar o rateio da manutenção da piscina da taxa dele. Essa é a ideia de morar em condomínio.”

Paula, no entanto, diz que o ideal é que a resp