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Como construir móveis com blocos de concreto

Decoração com blocos de concreto está em alta e é super fácil de fazer! Quer saber como adaptar os móveis da sua casa nesse estilo? Confira!

Decoração é um assunto sempre recorrente quando pensamos em reformar algo em casa e, assim como a moda, tem tendências que surgem a todo o momento e tomam espaço nas lojas e sites de referências sobre o assunto. Atualmente, a decoração industrial ou com um toque de construção rústica aparente tem ganhado visibilidade e despertado o interesse dos mais antenados em decoração.Os blocos de concreto são materiais simples e fáceis de encontrar, com preço em conta e que geralmente não exigem muitos materiais para dar um up na decoração. São úteis como base para a confecção de mesas, que podem ser utilizadas na área externa ou interna, racks para TV e acessórios ou mesas de centro para sala, e até mesmo como suporte para camas.

Listamos para você algumas ideias que podem ser replicadas em casa sem muita dificuldade. Confira algumas referências para se inspirar. 

1 – Blocos de concreto no home office: como criar uma mesa de trabalho


Já pensou em criar uma mesa para sua área de trabalho com 8 blocos de concreto e uma ripa de madeira? Pois saiba que é possível, usável e também muito barato fazer uma como a da foto. Você só precisa escolher blocos vazados em quantidade suficiente para a altura que você deseja. Feito isso, basta providenciar uma ripa de madeira como as utilizadas em prateleiras, com largura suficiente para ficar apoiada sobre os blocos. Prontinho, sua mesa está pronta para usar. Opte por lugares que tenham tomadas fáceis e uma boa iluminação. Bom trabalho! 

2 – Sofá para área externa: como ter um espaço para curtir o dia também na parte de fora de casa


Nessa referência, temos 6 blocos utilizados em cada lateral do sofá, totalizando 12 unidades para confecção do móvel. Foram necessários 4 unidades colocadas umas ao lado das outras na vertical e outras 2 na horizontal para servir de suporte para as vigas de madeira. Como o concreto é um material resistente, serve como uma boa base para o que será o assento. Colocadas as vigas entre os buracos dos blocos, basta caprichar com almofadas macias e curtir o seu novo sofá para área externa.

3 – Blocos no rack da TV: como construir a sua peça do zero


Se você se mudou recentemente e precisa economizar nos móveis, essa é uma excelente alternativa. Os blocos são uma ótima base para criar o seu próprio rack de sala com apenas algumas unidades e ripas de madeira. No caso desta da imagem foram necessários apenas 6 blocos para criar níveis de alturas diferentes e 3 ripas de madeira para dar suporte aos acessórios e eletrônicos da casa. Tudo bem simples e resistente!
Com essa dica é possível adaptar para estantes como a da imagem. Fica lindo e ajuda a organizar os acessórios melhor no ambiente. Caso deseje, você pode também pintar os blocos para combinar com o restante da decoração. 

4 – Cama com blocos para dormir e guardar acessórios: ideal para quartos pequenos e infantis


Essa ideia exige uma quantidade um pouco maior de blocos e algum planejamento antes da montagem. Para isso, você pode tirar as medidas do espaço onde vai deixar a cama e o tamanho do colchão que será utilizado. Assim terá uma noção prévia de quantos blocos comprar. Após organizá-los conforme o planejado, basta cobrir com o colchão e sua cama estará pronta. Essa ideia é boa para quem tem cômodos pequenos em casa e precisa aproveitar melhor os espaços. 

5 – Mesa de centro: um móvel tradicional com um visual repaginado e moderno


Essa dica é a mais simples, pois você depende apenas dos blocos para criar a sua mesa de centro. Caso você deseje, também pode cobrir com um tampo de madeira ou vidro para deixar ainda mais bonito e fácil de limpar.
Gostou dessa dica super atual, estilosa e barata? Continue acompanhando todo o nosso conteúdo e mantenha sempre as referências de decoração em dia.
Fonte: Imovelweb

Síndico pode ter férias?

Antes de planejar o descanso é importante organizar tarefas e responsabilidades

Síndico pode ter férias?

Uma época do ano em que todos esperam com ansiedade para poder relaxar e esquecer a rotina, os meses de janeiro e fevereiro para muitos são sinônimo de férias. E apesar de muitos moradores acreditarem que o síndico é alguém que trabalha 24 horas por dia à disposição do condomínio, este também pode se ausentar das funções, para alguns dias de descanso.

De acordo com Dirlei Magro, advogada da Plac Administração de Condomínios, não há previsão legal de férias ao síndico, por isso, para que ele possa tirar férias é importante se organizar de forma a efetuar as tarefas antecipadamente.

“É importante contar com o auxílio do conselho ou do subsíndico para as demais tarefas durante a ausência. Lembrando que isso deve ser de comum acordo entre as partes”, explica. Antes de planejar as férias, é importante que o síndico programe em especial os pagamentos que devem ser efetuados durante sua ausência, pois somente ele tem esse poder. “O ideal é deixar um telefone de contato e uma pessoa que possa substituí-lo.

E para que possa ter um descanso tranquilo é recomendável que não tenha nenhuma obra em andamento ou outras ocorrências excepcionais durante o período”, destaca Dirlei. Segundo a advogada, normalmente o síndico é substituído pelo subsíndico, porém não havendo subsíndico será o conselho que o substituirá, lembrando que essa substituição é apenas nas tarefas do dia a dia, pois somente o representante legal do condomínio, ou seja, o sindico, poderá assinar cheques e outros documentos legais, como admissão de empregados, rescisões etc. “Sempre deve ser observada a convenção do condomínio, que pode trazer outras determinações com relação ao assunto”, explica.

Remuneração
Com relação à remuneração no período de ausência, Dirlei explica que algumas convenções trazem a determinação de que seja passada ao substituto, quando a ausência for superior a dez dias, mas na lei não há menção sobre o assunto. No caso dos síndicos profissionais deve ser cumprido o contrato ou o que for determinado em ata de eleição.

Não havendo cláusula sobre o assunto, não há direito a afastamento. “O que temos visto é o síndico profissional se organizando para se afastar alguns dias sem prejuízo no andamento do trabalho, adiantando a assinatura de cheques e deixando algumas pessoas de sobreaviso”, descreve. Em caso de emergência no período de ausência, a responsabilidade será do substituto se houver um ato formal de repasse do cargo, do contrário o síndico responderá pelo condomínio e poderá mais tarde, mediante provas, entrar com ação regressiva contra o responsável de fato.

Períodos curtos de ausência
Síndica do condomínio Garden Ville Residence, em São José, na Grande Florianópolis, Daniely Cardoso explica que não costuma tirar férias, mas caso haja a necessidade de se ausentar por algum período, é necessário informar o conselho e convocar uma assembleia para verificar o que pode ser feito. “Nosso condomínio é grande e com uma boa demanda de atividades, por isso contamos com uma equipe de zeladores e administrativo que dão suporte se houver necessidade”, relata.

Zélia Kretzer de Souza Machado, síndica do Condomínio Saint Germain, no Kobrasol, em São José, também não costuma tirar férias. “Nós síndicos não temos férias, pelo menos no nosso condomínio, pois o mandato é de um ano. Mas também já fui síndica em outro condomínio onde a gestão era de dois anos e não tive férias também”,explica.

Segundo Zélia, se precisa se ausentar por alguns dias, deixa com a recepção o número de telefone ou onde estará e fica atenta 24 horas, e se estiver por perto volta para resolver o problema. “Comunico aos membros do conselho que estarei fora por determinados dias e peço ajuda para o caso de acontecer algo durante minha ausência. Quanto a cheques, deixo assinado com a administradora que já faz os pagamentos durante todo o ano e se acontecer algo extraordinário eles providenciam o pagamento”, descreve.

Fonte: CondomínioSC

Como decorar apartamento pequeno com cozinha americana

Ideal para ambientes pequenos, a cozinha americana pode ser decorada de forma bem criativa. Confira a seguir algumas dicas sobre o assunto a seguir.

Não é novidade que os apartamentos construídos ultimamente estão cada vez mais compactos. Com isso, a cozinha americana tornou-se ideal para esses novos modelos de imóveis.
Ter uma cozinha integrada com outro ambiente é uma forma prática de economizar espaço e otimizar cada ambiente. Aliás, essa é a principal vantagem de uma cozinha americana: a interação com sala de jantar ou sala de estar.

A cozinha americana interliga os dois ambientes facilitando o convívio dos espaços e o equilíbrio da casa, pois, geralmente, a divisão dos dois locais se dá apenas por uma meia parede que também pode ser utilizada como balcão.

Porém, justamente por essa junção de ambientes é preciso ter cuidado para que exista uma harmonia entre os dois espaços. As decorações dos dois cômodos interligados devem conversar, então fique atento as nossas dicas e confira como decorar sua cozinha americana para que ela se torne simples, prática e elegante, tudo ao mesmo tempo!

Cores

A cozinha americana quase sempre é um ambiente reduzido. Portanto, para ter a sensação de amplitude no local, invista em móveis de cor branca.  Mas calma! Isso não quer dizer que sua cozinha tem que parecer um hospital.

Para não cair na mesmice de um ambiente monótono invista em cores nos utensílios e detalhes do ambiente. Use aparelhos elétricos coloridos, faça uma parede com um fundo multicolor, ou invista em azulejos com detalhes e luminárias que deixem o ambiente mais despojado e moderno. Lembre-se que as cores utilizadas na cozinha devem conversar com os cômodos que são integrados a ela.

Armários

É quase impossível encontrar um armário que fique bem em uma cozinha americana em lojas de móveis prontos. O ideal nessa hora é investir em um armário de cozinha planejado que, além de aproveitar o seu espaço de forma inteligente, vai agregar exclusividade à sua cozinha.

Para otimizar seu ambiente ainda mais, coloque prateleiras e armários suspensos, principalmente se a sua cozinha for do tipo corredor e não oferecer muito espaço para movimentação no local.

Cheiro de comida

O cheiro de comida costuma ser um problema para quem usa cozinha americana, já que a fumaça e o cheiro dos alimentos acabam invadindo a sala ou o cômodo integrado ao ambiente. Para evitar que isso aconteça, coloque uma coifa acima do seu fogão. Além de deixar o ambiente mais elegante, isso vai minimizar o cheiro da cozinha nos outros cômodos.


Piso

Como falamos acima, é preciso ficar atento a decoração dos dois ambientes que estão integrados. Bom, isso também vale para o piso! Como tratamos de cômodos separados apenas por um balcão – e em alguns casos, nem mesmo o balcão –, o ideal é utilizar o mesmo piso na sala e na cozinha, assim evitamos a sensação de delimitar cada cômodo.


Detalhes

Fique atento aos detalhes dos ambientes integrados. Se a sala tiver muitos detalhes em madeira, invista nos mesmos detalhes para a cozinha. A madeira pode ser colocada na bancada, por exemplo, ou você pode optar por cadeiras de madeira/que tenham detalhes do material.

Se a sala tiver algum rebaixamento de gesso, faça o mesmo na cozinha. Da mesma forma com as janelas, caso exista algum detalhe em mármore, coloque a mesma pedra de mármore na pia e assim por diante. Assim você vai desenvolver identidade ao seu apartamento, com muito estilo.

Área de serviço

Apesar de citarmos quase sempre a cozinha integrada com a sala, existem situações em que a cozinha se integra com a área de serviço. Nesse caso também é preciso tomar alguns cuidados, principalmente em relação a higiene. Separe bem os utensílios de cada setor e leve as roupas sujas para serem lavadas apenas na hora em que for executar a atividade, nada de acumular roupa suja próxima ao local em que serão preparados alimentos.

Paredes

Além dos utensílios, a maior parte da decoração da sua cozinha americana será responsabilidade das paredes. Como já orientamos que seus móveis sejam preferencialmente brancos, agora você vai aprender como estampar nas paredes todos os detalhes para que sua cozinha seja moderna e funcional ao mesmo tempo.


Use pastilhas: As pastilhas são divertidas e podem ser usadas de uma forma clássica ou moderna. Além de ser uma opção muito econômica, é possível criar desenhos que ficarão visíveis do outro cômodo. Utiliza-las na bancada pode separar os dois locais. Coloca-las na parede da pia também é uma opção, já que elas são impermeáveis e fáceis de limpar com água.

Use papel de parede: Existem diversos modelos de papel de parede, inclusive laváveis, o que é ideal para ser usado na cozinha, já que o ambiente costuma ficar com gordura ao longo do tempo.  Ouse com papéis de parede clássicos de uma cor só, ou seja mais moderno e invista em papeis coloridos. Uma ótima opção é usar o papel lousa no qual você pode aproveitar para escrever receitas ou recadinhos.

Use azulejos: Outra ideia interessante para decorar cozinha americana é usar um mix de azulejos. Cubra a bancada e a parede com vários azulejos de cores e desenhos diferentes. Unindo móveis brancos e detalhes em madeira, a sua cozinha vai ficar incrível.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Como evitar acidentes com crianças em condomínios

Casos em condomínios são comuns e síndico deve saber como evitar riscos para os pequenosCasos em condomínios são comuns e síndico deve saber como evitar riscos para os pequenos

Quando se trata de crianças, todo cuidado é pouco. Afinal, os pequenos são os maiores tesouros da sua família.

E o dia delas está chegando, é comemorado dia 12 de outubro!

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) afirma que até os doze anos o indivíduo é considerado criança e após essa idade, até os 18 anos, é considerado adolescente.

E é por causa desse entendimento que diversos condomínios não permitem que crianças (menores de dez ou doze anos) circulem pelas áreas comuns sem a presença de um responsável como pais, babá ou avós.

Essa informação deve estar expressa no regulamento interno. O documento deve mostrar, com exatidão, as idades necessárias para usar todos os itens da área comum: da brinquedoteca à piscina, passando pelas quadras e a academia.

“Muita gente opta por um condomínio com diversas áreas voltadas para os pequenos, para que eles sejam livres ali. Mas é importante salientar que a criança não deve estar sozinha no condomínio. E mesmo quando for maior que dez anos, deve contar sempre com, pelo menos, um amigo”, explica Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

Não deixar as crianças “livres” – sem um adulto por perto – para brincar no condomínio é um choque de realidade para muitas pessoas, que acreditam que as áreas comuns sejam como um quintal de suas casas.

O que geralmente não se leva em conta é que a combinação “crianças desacompanhadas e área comum” nem sempre pode terminar bem.

Há diversos locais que não são aconselháveis para crianças: área de máquinas, centros de medição, elevadores, garagens, entre outros.

Até mesmo locais sempre associados aos pequenos, como a piscina, playground e a quadra podem representar um perigo real, uma vez que sem ninguém por perto para acudir em uma emergência, um mal súbito pode terminar em uma fatalidade.

Responsabilidade

“Já vi casos de moradores querendo alterar o regulamento interno para colocar câmeras na área da piscina, para conseguirem monitorar os filhos sem ter que sair de casa”, assinala Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé

A responsabilidade pelo bem-estar das crianças é sempre dos seus responsáveis. Se nesse caso acima uma criança se afogasse na piscina, mesmo com as câmeras, recai sobre os pais a tarefa de zelar por seus filhos, como mostra a decisão judicial no link abaixo:

O condomínio só poderia ser responsabilizado em um caso desses se condomínio contasse com um salva-vidas, como é obrigatório no Rio de Janeiro.

Em outras áreas, a responsabilidade é do condomínio apenas quando houver um funcionário destacado explicitamente para a função de cuidar das crianças, como um monitor para recreação, por exemplo.

Importante ressaltar que cidades como São Paulo e Rio de Janeiro contam com leis que proíbem que menores de dez anos usem os elevadores desacompanhados. A ideia é pensar na segurança dos pequenos, evitando assim que fiquem presos, sozinhos, no elevador.

Como agir

Muitos novos moradores ficam incomodados com as regras para uso das áreas comuns e as restrições de idade.

Por isso, é fundamental conhecer esse tipo de informação antes de comprar a unidade.

Há locais que apenas jovens com mais de 16 anos podem frequentar, como a sauna e a academia, por exemplo.

“Às vezes a mãe ou o pai querem fazer exercícios, mas não têm com quem deixar a criança. Então, acham que tudo bem ficar na esteira e a criança brincando ao lado”, argumenta Nilton Savieto. Aqui, o ideal é lembrá-los dos regramentos do condomínio e solicitar que a criança não permaneça no local.

Multas

E como agir quando há flagrante descaso com as regras do condomínio? Crianças sozinhas pintando paredes, xingando funcionários ou avariando itens nas áreas comuns pode ser mais frequente do que se imagina.

O ideal, num primeiro momento, é que os responsáveis sejam chamados para acompanhar o filho nas áreas comuns. Importante salientar que os funcionários devem ser orientados a não dar instruções para as crianças – a conversa deve ser com os pais.

Após uma primeira conversa com os responsáveis pela criança, pode-se notificar e então, multar. Isso depende do que estiver no regulamento interno. Há documentos que prevêem multa já no primeiro episódio.

Crianças na gestão

Às vezes, se o empreendimento enfrenta problemas com o comportamento das crianças no condomínio, uma boa alternativa é ouvi-los em suas demandas.

A especialista em condomínios Rosely Schwartz contou que quando foi síndica do prédio onde mora, recebia muitas reclamações sobre os horários de uso da quadra – as crianças achavam que poderiam usá-la mais do que o horário permitia.

“Expliquei também que era necessário um quórum específico para isso, mas que poderíamos botar o assunto em pauta para a próxima assembleia. Deixei claro que não era chatice minha ou do zelador, mas a forma como as coisas eram no nosso condomínio”, relata.

Outra dica para melhorar o relacionamento com os pequenos moradores é eleger um síndico-mirim.

“Ele fica encarregado não apenas de trazer os pedidos das crianças à administração do condomínio, mas também cuida para que todos respeitem as regras”, finaliza.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/ 

3 vantagens para apostar na compra de imóveis por leilão

Preço reduzido da compra de imóveis por leilão tem atraído clientes. Quer saber mais? Conheça as vantagens de adquirir um imóvel nessa modalidade a seguir.

Comprar imóvel é uma decisão única, que requer pesquisa, procura e apuração. Dentro das diversas negociações possíveis para adquirir uma propriedade, o leilão de imóvel vem se destacando e ganhando cada vez mais adeptos.

Pra quem nunca participou de um leilão e tem interesse em conhecer, existem empresas especializadas no assunto como a Mega Leilões. No mercado há alguns anos, a Mega Leilões é um portal especialista em leilões eletrônicos. Se você tem dúvida, o site tem muitas informações e os eventos postados costumam ser autoexplicativos e qualquer um pode participar.

Conheça agora três vantagens de comprar um imóvel por leilão:

1 – Economia

A grande maioria das pessoas que optam por comprar um imóvel num leilão, o fazem buscando a redução no preço. Objetivo que na grande maioria das vezes é alcançado.

É possível encontrar imóveis com lances iniciais mínimos e valores finais muito abaixo da média de mercado. Cerca de 40% a menos do que em um financiamento comum e em casos extremos a economia pode chegar a até 70%.

O leilão proporciona a chance de o comprador encontrar imóveis prontos com preço abaixo de empreendimentos na planta, por exemplo.

2 – Oportunidade

No atual momento da economia brasileira o índice de inadimplência está bastante alto, principalmente em relação ao financiamento imobiliário. Isso tem gerado inúmeras oportunidades de arremates de imóveis de todos os padrões em todas as regiões do país.

A oferta nunca esteve tão propícia à compra, pois com o boom imobiliário da última década seguido da crise da atual, há vasta disponibilidade de imóveis novos, com pouco ou nenhum uso.

3 – Tempo

Para quem sonha em ter a sua primeira residência ou para quem investe no mercado imobiliário o tempo de espera até a construção de uma casa ou o da entrega de um empreendimento sempre foi um obstáculo. Além de outros inúmeros contratempos que podem surgir.

No leilão você encontra imóveis prontos, do jeito que você precisa, com preço competitivo e sem a espera de execução do projeto.

Outras pequenas adversidades burocráticas a serem solucionadas podem surgir, por isso é primordial o acompanhamento de uma empresa especializada e com credibilidade para realizar a compra da maneira mais tranquila e segura.

*A Mega Leilões é um portal especializado em leilões eletrônicos, tanto judiciais como extrajudiciais, de bens móveis e imóveis.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

15 perguntas sobre inquilinos em condomínios

Aprenda as diferenças entre ser proprietário e locatário em condomínioAprenda as diferenças entre ser proprietário e locatário em condomínio

O inquilino é uma figura bastante comum em condomínios. Apesar de não ser o dono da unidade, mora ali e usufrui, da mesma forma, da área comum.

Porém, mesmo tendo direitos e deveres bastante similares ao dos proprietários, ainda há bastante curiosidade sobre o tema.

Algo importante de se notar é que o condomínio não tem relação jurídica com o inquilino, mas sim com o proprietário. Isso significa que o condomínio, ao reportar problemas de multas, no momento de cobrar, de comunicar sobre assembleias, e até de prestar contas, deve fazê-lo ao proprietário.

Pensando em tirar essas – e outras – dúvidas sobre o assunto, o SíndicoNet trouxe as 15 perguntas mais comuns sobre inquilinos em condomínios para você aprender tudo sobre o assunto!

Confira!

1. Inquilino é considerado condômino?

O inquilino não é considerado condômino.

“A qualificação do locatário (inquilino) no contexto condominial, por força dos artigos do Código Civil que tratam do condomínio edilício (arts. 1.331 a 1.358), é a de “possuidor””, analisa João Paulo Rossi, advogado especialista em condomínios.

São considerados condôminos apenas os proprietários das unidades.

2. Quais despesas são de responsabilidade do inquilino?

As despesas que devem ser honradas pelos inquilinos dizem respeito à manutenção e ao dia-a-dia do condomínio, tais como:

  • Salários e encargos trabalhistas dos funcionários;
  • Limpeza, conservação e pintura das instalações e dependências de uso comum;
  • Consumo de água, luz, esgoto;
  • Manutenção e conservação dos jardins
  • Manutenção e conservação de equipamentos, como: elevadores, bombas hidráulicas, interfones, portões, segurança, etc.;
  • Manutenção e conservação de equipamentos de lazer, como: piscina, sala de ginástica, etc.;
  • Rateios de saldo devedor, salvo se referentes a período anterior ao início da locação;
  • Reposição do fundo de reserva, total ou parcialmente utilizado no custeio ou complementação das despesas referidas nas alíneas anteriores, salvo se referentes a período anterior ao início da locação;
  • Seguro condominial

CASO ESPECÍFICO: Quem paga o conserto do portão?

Aqui o importante é saber distinguir qual será o tipo de reparo no portão.

“Se for uma manutenção comum, o condomínio paga e rateia, como despesa usual, ordinária. Nesse caso, geralmente é o inquilino quem arca com esse custo”, explica o advogado especialista em locação Jaques Bushatsky.

Ele ressalta, porém, que há algumas outras situações, como um acidente, em que um morador causou o dano no equipamento – então, este deverá ser o responsável pelo custeio do conserto.

Há também a possibilidade de que o “conserto” no portão seja uma benfeitoria maior, de embelezamento. Nesse caso, quem deve pagar por isso será o dono da unidade

3. Inquilino pode ser síndico?

Isso vai depender do que diz a convenção de cada condomínio.

Em alguns empreendimentos, o documento veta a participação não apenas de inquilinos, como de qualquer outra pessoa que não seja condômina – ou seja: dona de uma das unidades.

Porém, a prática não é mais tão comum e geralmente não há problemas em haver um síndico que seja inquilino.

4-  Inquilino pode participar de assembleia? 

Essa questão é complexa e muitas vezes não se chega a um consenso.

CONTRA A PARTICIPAÇÃO: Há especialistas que afirmam que não, que o inquilino não pode participar de assembleias, como é o caso do advogado João Paulo Rossi:

“A lei deixa claro quando diz que é direito do condômino votar e participar da assembleia, estando quite com o condomínio. Como esse não é o caso do locador, que tem uma relação de contrato com o condômino, não considero adequado que inquilinos tomem parte na assembleia de condomínio.

Código Civil, art. 1.335. - São direitos do condômino: (…) III – votar nas deliberações da assembleia e delas participar, estando quite.

A FAVOR DA PARTICIPAÇÃO: Já o advogado André Junqueira tem um outro entendimento sobre a questão:

“O inquilino podem sim, participar, mas seu voto somente será contabilizado em matérias que tratem exclusivamente de despesas condominiais, classificadas como ordinárias pela Lei do Inquilinato”.

Por não haver consenso na interpretação da legislação, é importante conhecer qual é o costume do seu condomínio sobre o tema. Os inquilinos costumam participar das reuniões? Tem voz nas assembleias? Ou apenas escutam as discussões e não votam? Investigue e evite situações constrangedoras no momento do encontro.

5 – Em caso de multas por infração no condomínio, quem paga, inquilino ou proprietário? 

O condomínio sempre irá cobrar o condômino: seja o valor de uma multa ou cotas condominiais atrasadas.

“O inquilino, porém, deverá pagar ao condômino por multas que por acaso tome, e isso deve constar no contrato de locação”, explica Rodrigo Karpat.

6. Quem paga o fundo de reservas do condomínio, inquilino ou proprietário?

Essa é uma dúvida bastante comum em condomínios, que tem sua origem em se saber se o fundo é uma despesa ordinária ou extraordinária.

“É muito comum a dúvida sobre a natureza do fundo de reserva, a saber, se o mesmo caracteriza espécie de despesa ordinária ou extraordinária. A composição ou constituição do fundo de reserva depende da contribuição dos locadores, tendo a natureza de despesa extraordinária”, explica o  João Paulo Rossi Paschoal.

Ou seja: a responsabilidade pelo pagamento do fundo de reservas é do dono da unidade.

A exceção aqui é quando o fundo de reservas do condomínio é usado para cobrir despesas do dia-a-dia – o que não é recomendável. Nesse caso, o inquilino deve, sim, contribuir para a reposição do fundo em questão.

O ideal, para que não haja cobrança indevida, é que o condomínio conte com dois fundos separados: um para gastos ordinários – esse sim, com participação dos inquilinos – e outro para gastos extraordinários, com aporte dos proprietários.

7. Como agir com um inquilino antissocial?

Um inquilino antissocial deve ser tratado como qualquer outro morador que esteja infringindo as regras do condomínio: advertência e multa, de acordo com o que estiver descrito no regulamento interno e na convenção de cada empreendimento.

Respeitando todo o procedimento – inclusive o direito de defesa -, a multa, em si, deve ser endereçada sempre ao condômino (proprietário). Ele deverá conversar com o inquilino e cobrar deste o valor da multa.

Porém, se o inquilino se recusar a pagar, será o condômino o responsável pelo débito.

Há entendimentos que o condomínio até pode cobrar do próprio inquilino, mas via de regra, é o condômino (proprietário) o acionado nesses casos.

Há também uma alternativa para o condomínio não precisar ‘conviver’ com esse morador, como explica André Junqueira.

“O descumprimento de normas condominiais é infração do contrato de locação, o que permite seu despejo com base no art. 23, X, da Lei nº 8245/91. Por esse motivo, recomendo que toda advertência ou multa sejam direcionadas ao condômino, que poderá despejar o seu inquilino”.

Ou seja: é possível ‘expulsar’ um inquilino antissocial do condomínio, por meio do seu proprietário. Já se o morador antissocial for o dono da unidade, essa possibilidade fica muito mais difícil.

Assim, o condomínio pode solicitar intervenção ao proprietário, cabendo a este decidir qual providência será tomada.

O correto, antes de ações extremas, é comunicar o morador de seu comportamento inadequado e, após as tentativas em vão, partir para atitudes mais enérgicas, como notificações, advertências e multas em nome do proprietário.

8. O boleto da cota condominial deve estar no nome do inquilino ou proprietário?

É fundamental para o condomínio que todos os boletos sejam emitidos no nome dos proprietários das unidades.

Dessa forma, o condomínio consegue cobrar judicialmente, com muito mais agilidade, quem realmente deve ao empreendimento.

8.1 Em caso de inadimplência, quem cobrar?

É importante frisar que a relação legal é sempre do condomínio com o condômino. Por isso, é o condômino (proprietário) quem deve ser acionado judicialmente quando a taxa não for paga – mesmo se for responsabilidade do inquilino arcar com esse custo.

O caráter da dívida da taxa de condomínio está sempre atrelado ao bem – e nesse caso, se o inquilino não pagar, e o condômino também não, a própria unidade poderá responder pela dívida.

O mesmo vale para o pagamento do IPTU.

Por isso, o que se aconselha é que o condômino efetue esses pagamentos ele mesmo, não delegando a tarefa para o inquilino.

9. Se constar no contrato de aluguel, o inquilino deve pagar taxas ordinárias e extraordinárias?

Locador e locatário não podem fazer esse ‘combinado’, nem mesmo no contrato.

“É proibido ao locador transferir a responsabilidade pelo pagamento das despesas extraordinárias ao locatário. E caso isso esteja em contrato, tal cláusula será considerada nula”, explica João Paulo Rossi.

10. Caso o proprietário não repasse o pagamento da taxa condominial ao condomínio, o inquilino pode ser despejado (em caso de ação judicial)?

“Nesse caso o bem pode ir a hasta pública, (leilão), e o proprietário perder a unidade. Nesse caso, o inquilino deverá desocupar a unidade, sim”, esclarece Rpdrigo Karpat.

Caso isso aconteça, o inquilino poderá entrar com ação de reparação de danos contra o proprietário do bem.

11. A administradora deve tirar as dúvidas dos inquilinos?

A administradora é uma empresa que trabalha para o condomínio e para sua coletividade.

Deve, sempre que possível, atender às demandas de todos, sem fazer distinção entre os moradores.

12. Os inquilinos podem reservar as áreas comuns como os proprietários?

Importante frisar que no que diz respeito às áreas comuns, não se pode fazer nenhuma diferenciação entre proprietários e inquilinos.

“O locatário tem o direito de usar e fruir das áreas comuns, em igualdade de condições com os condôminos. No que diz respeito ao uso da propriedade, o locatário não pode sofrer qualquer restrição ou diferenciação”, alerta João Paulo Rossi.

13. Inquilino pode cobrar diretamente o síndico sobre melhorias ou reclamações efetuadas?

Depende muito da natureza da cobrança.

Se a situação for sobre uma melhoria no condomínio, não, já que o inquilino não contribui para esse tipo de benfeitoria.

Mas ele pode cobrar o síndico quanto à providências referentes a barulho ou infrações ao regulamento interno ou outras reclamações que tenham a ver com o uso do condomínio

14. Se o condomínio usar um fundo com o qual o inquilino contribui para cobrir despesas ordinárias, ele deve contribuir para sua reposição?

Sim, uma vez que o fundo pode ser usado para despesas do dia-a-dia também, inclusive enquanto o inquilino estiver morando ali.

“Imaginemos o rateio e constituição de um “fundo”, para a compra em 2 meses, quando o inquilino ainda estará no prédio, de material de limpeza”, exemplifica Jaques Bushatsky.

15. Inquilino pode cobrar prestação de contas do síndico? 

Diretamente do síndico, não.

“O que ele pode é fazer isso por intermédio do proprietário da unidade”, explica Rodrigo Karpat.

BÔNUS: QUESTÕES MAIS ESPECÍFICAS

A) O proprietário pode continuar usando as dependências do condomínio enquanto seu imóvel está alugado?

Esse tipo de arranjo não é comum, principalmente porque as áreas comuns do empreendimento foram dimensionadas para serem desfrutadas pelo número de seus moradores.

Afinal, se todos alugarem suas unidades e quiserem – inquilinos e proprietários – se utilizar da piscina e da quadra em um dia de sol certamente o espaço não seria suficiente.

Pode haver exceção no uso de áreas reserváveis, como área gourmet e salão de festa. Nesse caso, vale o que constar no regulamento interno do local. Porém, se o documento for omisso, pode-se conversar com o síndico para saber se é possível reservar o local sem problemas.

B) Quando há correspondência para o proprietário, como se deve proceder?

Quando a correspondência é multa, imposto ou tributo referente ao imóvel, o inquilino tem a obrigação legal de contatar o proprietário para entregar a correspondência.

Como geralmente esse não é o único tipo de correspondência que o condômino (proprietário) recebe na unidade, pode-se deixar na portaria e o mesmo, de tempos em tempos, passa ali para recolhe-las.

Outro arranjo é deixar na administradora que cuida do condomínio ou imóvel.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Dicas para uma organização rápida

A organização e limpeza pode influenciar no bom funcionamento do lar; veja idéias práticas e rápidas

Ter uma casa arrumada, organizada e com aquele cheirinho de limpeza é realmente gratificante. Não há nada melhor do que chegar em casa e poder sentir tudo isso ao abrir a porta, não é mesmo? Além disso, a organização da casa influencia positivamente no bom funcionamento do lar, tornando as atividades mais rápidas e práticas. Montar uma composição que seja de fácil entendimento a todos os moradores pode até influenciar no humor dos mesmos, acredita? Se a sua casa está com um clima pesado, acredite, a organização pode ser um fator crucial nisso.

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Para os fãs de organização, a arrumação da casa pode ser notada em diversos pontos, até mesmo na disposição dos móveis, que ajuda na decoração. Confira algumas boas ideias e comece a colocá-las em prática de forma rápida.

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Item que ajuda muito na organização: prateleira 

Não ocupam espaço, ajudam na organização e ainda por cima são lindos itens para a decoração. Nelas você pode colocar alguns livros, revistas e adereços de decoração. Os modelos são os mais variados, como as prateleiras retas, em L, circulares, ovais, entre outros, além de cores e materiais. O importante, também, é não errar na composição. Use modelos de acordo com o restante da sua decoração.

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Caixas organizadoras chegaram para ficar 

Você, provavelmente, já deve ter visto essas caixas em algum lugar. São extremamente úteis, espaçosas para armazenar diversos objetos e ficam muito bonitas expostas. Podem ser usadas em qualquer cômodo, como: quartos, salas, cozinhas e banheiros. Os seus materiais também são diversos, como: papelão, plástico, madeira e etc…

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Móveis multifuncionais são ótimos 

Sabe aquela cabeceira que pode virar um baú? Aquela cama que vira um sofá? O aparador que vira uma mesa de jantar? Então, esses são os móveis multifuncionais que podem fazer parte da decoração e organização da sua casa. Acredite, vale a pena investir nesse tipo de móvel, pois, mesmo sendo um pouco mais caro, elas são as melhores saídas para uma casa mais otimizada e arrumada.

Fonte: ImovelWeb

Bicicletários

Como implementar ou organizar esse espaço cada vez mais requisitado em condomínios

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O uso das bicicletas está cada vez mais em alta nas grandes cidades. É uma tendência mundial.

Seja para passear no final de semana, fazer exercício ou se locomover até o trabalho, muitos condomínios têm se preocupado em oferecer um espaço adequado para a guarda desse meio de locomoção.

E não é à toa. Como esse tipo de demanda vem crescendo a cada ano, não dá mais para o síndico ficar omisso. O ideal é que ele, a administração e os moradores encontrarem uma solução para o caso, como, por exemplo, a instalação de um bicicletário.

Condomínios novos

Em algumas cidades, como São Paulo, atualmente novos condomínios já são obrigados, por leis municipais, a contarem com espaços destinados a bicicletários.

O decreto 53.942, de 28 de maio de 2013, elaborado pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, regulamenta a lei 15.649, sancionada em 2012, que obriga as novas construções e reformas de prédios residenciais e comerciais na cidade a reservarem até 10% das vagas para estacionamento de bicicletas.

“A lei altera o Código de Obras do Município e determina que os locais reservados para guardar as bicicletas devem ser facilmente acessíveis, com adequação ao piso mais próximo das ruas e calçadas.

O espaço deve ter até 1,80 metro de extensão e a altura não pode ser inferior a 2 metros. A instalação de suportes para prender as bicicletas com distância mínima de 75 centímetros também é obrigatória”, ressalta Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e colunista SíndicoNet

Implantação

Já em condomínios já existentes, a maior dificuldade para a criação de um bicicletário é a falta de espaço.

Uma vez que boa parte dos condomínios veta o uso da garagem para guarda das bicicletas, pode ser difícil atender ao desejo dos moradores de não deixar a bicicleta dentro da unidade.

“Em muitos casos o condomínio não tem um lugar onde caiba pelo menos uma bicicleta por unidade. Isso pode acabar inviabilizando o projeto”, aponta Sergio Meira, da vice-presidência de condomínios do Secovi-SP.

Mesmo com pouco espaço, é possível dar uma destinação para as magrelas dos moradores.

“Há diversas opções no mercado para condomínios. Aqueles onde realmente não há espaço podem optar por ganchos nas paredes da garagem. Nesse caso, é importante padronizar o gancho, para dar uma uniformizada. Para quem tiver um pouco mais de espaço, há bicicletários tanto de chão, quanto de parede”, argumenta o síndico profissional Nilton Savieto.

O custo não é elevado: há modelos simples, que guardam 10 bicicletas, por R$ 700, em média, no mercado.

Crisleine Correa de Freitas, do departamento de marketing da Altmayer, empresa fabricante de bicicletários e outros acessórios para a prática de ciclismo, afirma que a demanda de condomínios por bicicletários aumenta a cada ano.

“Vendemos muitos produtos de correr (aqueles em que as bicicletas ficam penduradas), que são os que economizam mais espaço, e os de chão também”, afirma.

Aprovação

Para implantar um espaço do tipo é necessário convocar uma assembleia para discutir o assunto.

O quórum necessário para a benfeitoria, porém, varia entre maioria simples dos presentes – quando nenhuma área comum do condomínio será alterada – para dois terços dos condôminos, se houver a necessidade de mudar uma área comum.

Essa aprovação de 2/3 serve para realizar a adequação da convenção.

Uma dica é fazer constar em assembleia um período de teste para a implantação do abrigo.

“Colocamos na ata, geralmente, que o bicicletário foi implantado em caráter excepcional e que o mesmo poderá ser desfeito futuramente”, explica Nilton. Dessa forma, a coletividade não encontrará tantos entraves se não ficar satisfeita com o resultado da mudança.

“Em certos condomínios até há espaço em algum lugar da garagem, mas o morador que estaciona ali não gosta da ideia de crianças circulando de bicicleta por perto”, exemplifica Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé.

Nesse caso, se o bicicletário for aprovado em assembleia, o ideal é que o morador insatisfeito tente trocar sua vaga com outra pessoa.

Segurança

Importante salientar que o condomínio não fica responsável por danos ou furtos das bicicletas apenas por ter um local para sua guarda. Essa responsabilidade só é passada ao empreendimento caso o bicicletário fique trancado – e que apenas o zelador possa abrir ou fechar o local.

“Já tivemos problemas com moradores que reclamaram de sumiço de seus equipamentos do bicicletário. Se, realmente, for uma bicicleta caríssima, nossa sugestão é que o morador a leve para a unidade, pensando em evitar futuros dissabores”, aponta Vania.

“Vale lembrar que abrigá-las na sacada do prédio é uma prática proibida em muitos regimentos internos, mas que, muitas vezes, é desrespeitada”, alerta Rodrigo Karpat

Organização

Como em qualquer área comum do condomínio, o bicicletário deve ter suas regras.

A criação de um regulamento específico para o local, definindo regras e responsabilidades, e com aprovação em assembleia (maioria simples), pode evitar futuros transtornos, como a utilização incorreta de outros espaços para guardar as bicicletas.

O ideal é o uso de tags nas bikes, que mostrem quem a que unidade e bloco pertencem. Também é recomendável que todas as bicicletas sejam trancadas com cadeado.

Mesmo com essa identificação, sugere-se que a cada seis meses o condomínio faça uma campanha de recadastramento das bicicletas, evitando assim que equipamentos velhos de moradores que já se mudaram ocupe o espaço que poderia abrigar outra bike.

Tipos de bicicletário

Há basicamente dois tipos de bicicletário: os de chão e os de parede.

Os de chão podem ter diversas formas e são mais em conta.  Seu ponto fraco é ocupar mais espaço do que os de parede, que são mais caros, mas economizam mais no quesito espaço.

“O ideal é que o condomínio busque três orçamentos antes de fechar com uma empresa específica”, ensina Nilton Savieto.

Fonte: SindicoNet

Previsão orçamentária

Como fazer e quais itens considerar

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A decisão de como será gasto o dinheiro arrecadado no ano deveria chamar muitos condôminos à assembleia. Porém sabemos que um assunto tão delicado mereceria muito mais a atenção dos moradores.

A boa previsão orçamentária deve ser feita com base nos gastos do ano anterior e deve levar em conta itens como: inflação do período, inadimplência do condomínio, dissídio dos funcionários, férias e décimo terceiro, e contratos a serem negociados. Além disso tudo, também deve permitir uma folguinha, para que o pagamento das contas não fique apertado.

Para tanto, vale fazer uma conta simples, levando em conta todos os meses do ano, o gasto com cada item do orçamento, como água, luz, manutenção dos aparelhos, gastos com funcionários, etc. Somam-se esses valores e divide-se por doze. Daí há um cálculo do peso de cada na soma geral do mês.

E mesmo com a inflação, é possível melhorar os serviços prestados pelo condomínio sem aumentar muito a taxa mensal. A adequação do quadro da mão de obra do empreendimento às necessidades do local, por exemplo,  podem gerar bastante economia, caso haja excesso de horas extras, ou de funcionários com acúmulo de função. Para fazer esse cálculo, vale a pena conversar com uma empresa de gestão de funcionários, ou até com a sua administradora, caso haja. Dessa forma, um dos maiores gastos do condomínio – a mão de obra – que pode chegar a até 60% do custo total, se encolhe, dando espaço a outros gastos necessários.

Também pode ajudar no momento de se fazer uma boa previsão orçamentária a readequação dos contratos para o período. Faça uma pesquisa de preços com outras empresas para saber se o cobrado está dentro do mercado.  Pense também se vale a pena ficar com um contrato mais barato, mas que não inclui peças – que geralmente são um pouco mais caros, mas também têm sua vantagem, principalmente em prédios mais antigos.

Outro cálculo a ser incluído é o das melhorias que o empreendimento precisa. Seja uma limpeza da fachada, impermeabilização da laje ou uma troca de fiação, é muito importante que esse tipo de gasto já esteja acomodado na previsão orçamentária para o próximo ano. Portanto, vale saber o tamanho do investimento antes de fazer a previsão. Dessa forma, evita-se o desgaste de haver a necessidade de rateios extras, o que nunca é bem visto pelos moradores.

O nível de inadimplência também deve ser levado em conta, evitando assim que a previsão fique extremamente justa – e também leve a necessidade de rateios extras. Para reaver esse dinheiro atrasado, os especialistas são taxativos: primeiro um acordo e, então, ação judicial.

Dicas

  • Fatores como a sazonalidade dos gastos são importantes. O consumo de água, por exemplo, costuma ser mais alto nos meses de verão, o que pode ser previsto no cálculo do valor do condomínio para esse período.
  • O padrão do prédio também influi na contabilidade: em edifícios de alto padrão, as pessoas costumam viajar mais durante as férias, o que diminui despesas como luz e água, entre outras.
  • É importante analisar os gastos e consumo ao longo de todos os meses nos anos anteriores para fazer uma previsão do valor do condomínio
  • O aconselhável é fazer uma média aritmética para que o valor do condomínio seja igual ao longo de todo o ano.
  • Todas as previsões de gastos, despesas extraordinárias e de manutenção devem constar na previsão orçamentária.
  • É importante fazer uma escala de prioridades para as despesas extraordinárias;
  • O rateio, tanto no caso das despesas extraordinárias como nas ordinárias, deve ser feito levando em conta o que a Convenção dispõe. Se ela silencia a respeito, a divisão deve ser feita pela fração ideal de cada apartamento, de acordo com a legislação em vigor.
  • É aconselhável que, na assembleia Geral Ordinária, se deixem em aberto ajustes a serem feitos no orçamento do condomínio ao longo do ano.
Fonte: SindicoNet

Veja 5 dicas para fazer a iluminação correta dos ambientes

Para atingir um visual equilibrado e convidativo, basta utilizar uma combinação de tipos diferentes de iluminação

Um bom projeto de iluminação pode mudar um ambiente por completo, criar diversos cenários e valorizar o aconchego e a praticidade. E não é só isso: além do seu papel principal, a luz também exerce função decorativa, destacando o desenho das peças, dos elementos arquitetônicos e fazendo dos lustres e abajures componentes estéticos importantes. Por isso, o décor e a iluminação precisam andar sempre de mãos dadas para que o resultado final fique bem equilibrado. Precisa de uma ajudinha para levar luminosidade para os cômodos da sua casa? Então, anote aí algumas dicas:

Temperatura de cor

Não adianta nada caprichar na roupa de cama acolhedora, nas almofadas e nas mantas quentinhas se a luz do seu quarto for fria e dura. Para ambientes como a sala de estar, televisão e dormitórios, onde o descanso e o lazer são prioridade, o ideal é apostar nas lâmpadas de luminosidade amarelada e quente. Já os lugares que demandam concentração e trabalho, como a cozinha, lavanderia, banheiros e até mesmo escritórios, são beneficiados pela luz fria.

Ambientes devem aliar iluminação e decoração para que fiquem aconchegantes (Foto: Shutterstock)

Evite o ofuscamento

O ofuscamento acontece quando a luz bate em alguma superfície e reflete diretamente nos nossos olhos, incomodando e interferindo na visão. Para evitar esse fenômeno indesejado dentro de casa é preciso tomar cuidado com os pontos de luz intensa perto de materiais reflexivos, como os espelhos, utilizados no acabamento ou detalhes decorativos.

Visual harmônico

Para atingir um visual equilibrado e convidativo, basta utilizar uma combinação de tipos diferentes de iluminação.  A luz geral, geralmente centralizada, deve ser a mais forte e iluminar o cômodo todo de forma uniforme – para ajudar a refletir a luminosidade, mantenha o teto e as paredes claras.

Inclua pontos de luz indireta com a ajuda de alguns abajures dispostos sobre as mesas laterais, aparadores, buffets e criados-mudos. Para finalizar, acrescente iluminação dirigida com luminárias articuladas, de mesa ou de piso, ou arandelas de parede.

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Detalhes bem iluminados

Deseja dar destaque a sua coleção exposta na estante da sala? Então, aposte em uma iluminação de destaque dentro dos nichos e nas próprias prateleiras. Uma solução que vem ganhando muitos adeptos é a instalação de fitas de Led na parte interna do móvel, que ilumina de forma homogênea os nichos e prateleiras. Outra opção, que requer um pouco mais de manutenção, é embutir spots com lâmpadas dicroicas na estante ou armário, que fornecem uma iluminação mais pontual. Quer algo mais prático? As arandelas articuladas e os abajures com clip também são ótimas escolhas.

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Luminárias do tamanho certo

Levar em conta a dimensão do cômodo antes de adquirir o lustre é imprescindível para evitar dores de cabeça. Sempre escolha uma luminária que seja proporcional ao espaço onde ela será instalada: se a sua sala é pequena e tem o teto rebaixado, melhor optar por um lustre pendente mais discreto ou um modelo embutido e simples. O living é integrado, amplo e com pé-direito duplo? Os modelos maiores e chamativos vão funcionar muito bem.

Fonte: ZapImoveis

Você sabe quais são seus direitos e deveres de condômino?

Viver em um condomínio exige bom senso, educação e respeito de todos para que tudo ocorra bem no dia a dia. Porém, é comum existir conflitos, reclamações e insatisfação por parte dos condôminos. E para evitar esse tipo de cenário, foram criados os direitos e deveres dos moradores, mas, muitos ainda os desconhecem.

De acordo com o advogado Daphnis Citti de Lauro, especialista em Direito Imobiliário, morar em um condomínio é uma prática cada vez mais comum, e o conforto, sossego e a comodidade são os fatores mais desejados pelos moradores. “Não há nada melhor do que deixar o bom senso prevalecer e lembrar sempre que todo direito não está isento de deveres”, explica.

Patrícia Santos, moradora de um condomínio em Campinas, acredita que se todos respeitassem as regras a convivência no condomínio seria muito melhor. “Infelizmente, muitas vezes, as pessoas não se preocupam com as outras. No condomínio onde moro, apesar de ser pequeno, as pessoas cometem muitas falhas como fumar nas escadas, deixar os animais fazerem xixi nas áreas comuns, entre outras coisas”, relata.

Para ajudar a amenizar os problemas encontrados nos condomínios, o especialista listou cinco direitos e cinco deveres que os moradores têm obrigação de saber.

Direitos

1. Ter animais de estimação, desde que em pouca quantidade, e, no caso de cães, preferencialmente os que não latem muito. A convenção do prédio, entretanto, pode proibir raças tidas como ferozes e deve exigir uso de coleira, de elevador de serviço, etc.

2. Ter acesso ao nome e número do apartamento dos condôminos inadimplentes.

3. Usufruir de todas as áreas em comum do condomínio.

4. Participar e votar em assembleias.

5.  No caso do síndico cometer irregularidades, os condôminos têm o poder de destituí-lo do cargo por meio de votação em assembleia.

Deveres

1. Respeitar o “horário de silêncio”, compreendido entre 22h e 7h, e também os demais períodos. Perturbar alguém, o trabalho ou o sossego alheio pode render multa e até prisão simples, de 15 dias a 3 meses.

2. Manter em dia seus pagamentos para com o condomínio. O não cumprimento do prazo estipulado pode acarretar multa.

3. Ter conduta social adequada. Desrespeitar normas e comprometer o bem estar das outras pessoas também pode acarretar multa.

4. Qualquer tipo de obra não pode comprometer a segurança do local (e, por consequência, dos moradores) nem alterar a forma ou a cor da fachada ou esquadrias externas.

5. Responder por qualquer ato ou contratempo de pessoas para as quais faz locação (do apartamento, de parte do imóvel ou mesmo de garagem).

Fonte: Condoworks

Decoração de apartamento pequeno: veja como solucionar a falta de espaço

É possível transformar metragens reduzidas em ambientes confortáveis

Morar bem não significa, necessariamente, viver em um lugar grande. Casas ou apartamentos pequenos podem ser muito aconchegantes, basta seguir alguns truques. Integrar de maneira harmônica os espaços, apostar em acessórios coringas e dispor as peças de mobiliário de forma inteligente são alguns dos artifícios que podem fazer a diferença para atingir o conforto desejado.

Antes de dar início às reformulações ou reformas, no entanto, é preciso fazer uma análise do seu estilo de vida, além das prioridades e necessidades para cada ambiente da casa. “O valor disponível para ser gasto nesse primeiro momento é, na maioria das vezes, fator determinante para o projeto dos espaços”, destaca Clarice Franke, arquiteta

apartamento pequeno

Cozinhas e quartos devem ter móveis planejados, se possível. Estes ambientes precisam “ganhar” espaço (Foto: Shutterstock)

Acerte nos móveis

“O móvel feito sob medida é o principal aliado de um projeto para ambientes pequenos”, garante Clarice. Mesmo estreitos, armários com portas de correr são excelentes alternativas para guardarmos diferentes objetos. “As estantes vazadas têm baixo custo e ajudam a organizar, porém, quando se tem muita coisa para guardar, o ideal é que o armário tenha porta para não acumular pó e esconder uma possível bagunça, que poderia causar um mau aspecto”, explica a arquiteta.

Nichos e prateleiras são ótimas opções para organizar os utensílios do banheiro

Nichos e prateleiras são ótimas opções para organizar os utensílios do banheiro

Caso o orçamento esteja apertado e você não possa utilizar móveis planejados em todos os cômodos, a arquiteta sugere que a cozinha e os quartos sejam priorizados. “Esses espaços são os que mais temos coisas para guardar, além do uso ser prioridade”, justifica.

Além disso, pufes e poltronas pequenas com rodinhas são ótimos para acomodar visitas e podem ser encaixados em compartimentos de outros móveis quando não estiverem sendo utilizados. Espelhos, por sua vez, também podem ser considerados coringas em espaços pequenos, mas somente quando empregados de forma correta e pontual. “Do contrário, usados de forma exagerada, eles sufocam o espaço, sugerindo ‘infinitos’ que podem confundir as pessoas”, alerta Clarice.

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Prefira usar tons claros na decoração, mas aposte em detalhes coloridos

A cor certa

Usar cores claras não é regra para ambientes pequenos, mas é preciso saber dosar a quantidade de cores selecionadas e distribuí-las no ambiente para criar uma unidade. No entanto, para evitar problemas, Clarice indica o uso de cores neutras nas paredes e no piso, pois proporcionam uma sensação de amplitude. “Dessa forma, podemos jogar com colorido no restante, colocando cores em objetos, quadros, almofadas e, também , em móveis únicos ou luminárias de mesa”, esclarece. Outra dica é utilizar um tom para as paredes próximo ao tom do piso, além de abusar da luz natural.

Fonte: ZAP Imóveis

Gavetas velhas são ótimas para reaproveitar

Prateleiras, jardins e até novos móveis são algumas das utilidades que elas podem na hora serem inseridas na decoração

Renovar, reaproveitar, reutilizar e botar a cabeça para funcionar. Como não gostar desses termos quando eles são relacionados à decoração, né? Já pensou pegar aquele objeto velhinho que está jogado num canto e transformá-lo no ponto de impacto na sua casa? E, acredite se quiser, mas isso é muito mais fácil do que parece. Todos temos um pouco de criatividade dentro de nós, além, é claro, das vontades que temos de repaginar o nosso cantinho. Mesmo para quem não mora sozinho, um cantinho sempre precisa ter a nossa cara.

E para falar de aproveitamento de objetos, sabe aquele móvel que você irá dar um fim nele? Guarde as gavetas velhas. Acredite, elas podem ser muito uteis na decoração. Não conseguiu pensar ainda como elas podem funcionar na sua sala, quarto, cozinha ou banheiro? Então fica ligado e confira as nossas dicas.

Organização de cozinha 

Como neste cômodo temos um pouco de dificuldade para organizar os milhares de objetos, por que não usar as gavetas como prateleiras e desafogar um pouco os armários? Canecas, copos e taças, por exemplo, podem ficar lindas expostas dessa maneira. Antes de pregar a gaveta na parede, lembre-se de dar uma repaginada nela, usando a decoupage, pintura ou outro método que lhe agrade. Veja como pode ficar lindo:

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Jardim de gavetas 

Com uma variação do jardim vertical, o jardim de gavetas pode ser uma opção para quem tem pouco espaço em casa. Colocadas lado a lado, elas servem de inspiração para um espaço mais rústico e com lindas flores. Para quem gosta de cozinhar, você pode substituir as flores por uma linda hortinha com diversos temperos. E o interessante desse projeto é que com a variação de gavetas e de tamanhos, fica a impressão de um móvel com gavetas abertas e fechadas. Bacana, né?

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Novo móvel 

Ok! Nesse caso você, provavelmente, precisará da ajuda de um bom marceneiro. Mas, fala aí se o resultado não fica incrível. Para quem busca inspirações vintages, esse novo rack pode ser fabuloso. Imagina ele com uma linda parede de tijolinhos a vista atrás. Além desse, listamos umas outras possibilidades, como uma barzinho para a parte externa.

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Fonte: ImovelWeb

Mural de avisos pode ser eficaz para condomínios

A comunicação eficiente e clara nos condomínios é essencial para evitar contratempos. Os murais de aviso ainda são uma boa pedida para auxiliar nessa comunicação. Eles podem conter informações como contato do síndico e administradora, avisos de festas, reformas, manutenções, entre outros.mural de avisos

De acordo com Jurema Luzia Cannataro, analista e consultora de comunicação empresarial, muitas vezes não é dada atenção a alguns recursos que podem ser implantados e mantidos de forma simples e com baixo custo. “Quando bem planejado e estruturado, o quadro de avisos pode se tornar um instrumento de informação e formação bastante atrativo e eficaz”, explica.

Jurema destaca que é interessante criar um nome atrativo para o mural. O ideal é fazer uma votação entre todos para a escolha do nome mais atraente. “Outro ponto é a localização do quadro de avisos. É necessário coloca-lo em um local que todos tenham acesso”, diz. Nos condomínios, um dos locais mais eficientes é próximo aos elevadores e escadas.

A atualização do mural também é outro item indispensável para que os moradores tenham interesse em verifica-lo sempre. “Algumas informações vão precisar ficar mais tempo no quadro, por isso procure sinalizar as antigas e novas informações para que os leitores se concentrem diretamente naquelas que ainda não viram”, acrescenta a analista.

É importante também que se eleja um grupo de moradores que possam atualizar o quadro para não virar bagunça. Além disso, os assuntos podem ser variados como informações sobre o condomínio, dicas de culinária, decoração, viagens, enfim, assuntos de interesse geral e que atraiam a atenção dos moradores.

Dicas para um bom mural

Os murais devem conter informações importantes para os condôminos e devem ser alimentados regularmente com novos conteúdos.

A garagem pode ser um local de propagação da informação e colocação de um mural de avisos, pois muitos moradores só entram e saem do prédio em seus automóveis, não passando pelo hall de entrada.

Lembre-se de usar o bom senso na hora de escrever a mensagem. O conteúdo deve ser claro, conciso e não deve comprometer nem intimidar nenhum morador.

Tenha cuidado com erros de português: uma mensagem bem escrita com certeza é melhor compreendida.

Fonte: Condoworks

Como limpar piscinas?

Como é realizado o trabalho de limpeza e manutenção em piscinas?

HTH- Limpeza e manutenção de piscinas é realizado em dois processos, limpeza física (escovação de paredes, peneira, limpesa de borda e filtração) limpeza quimica – uso de ajustadores de ph e cloro.

ABCDÁGUA-

TRATAMENTO PARA PISCINAS RESIDENCIAIS NO VERÃO

PROCESSO QUÍMICO

  Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
Medir a Alcalinidade Total (entre 80 e 120 ppm) Medir 1 vez por mês
Medir o pH (7,0-7,4) sim   sim  
Clorar com hth® Cloro Granulado ou Pace® sim   sim   sim  
Medir o Cloro Livre   sim   sim   sim  
Clarificar com hth® Maxfloc   sim  
Acrescentar hth® Algicida Manutenção   sim  
Decantar Quando necessário
 

PROCESSO FÍSICO

  Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
Filtrar a Água sim
Limpar o Pré-Filtro - sim -
Retrolavar o Filtro Seguir as Instruções do Fabricante
Aspirar/Peneirar Quando necessário
Escovar Quando necessário
Usar hth® Limpa Bordas Quando necessário

AQUANOBRE-Existem vários processos de limpeza e manutenção de piscinas, citaremos alguns abaixo:

Com cloro (convencional) Com Ozônio Com UV Com eletrodos de cobre ou prata Com células geradoras de cloro através de adição de sal

Segue abaixo, tratamento convencional:

DIARIAMENTE:

Verificar as condições de transparência da água. Colher folhas do espelho d água com a peneira cata folhas. Filtrar a água da piscina. Clorar a água (sempre ao entardecer).

SEMANALMENTE:

Medir PH E CLORO ou sempre que observar qualquer alteração na transparência da água. Limpeza das bordas com limpa borda. Escovar a parte interna da piscina. Colocar algicida de manutenção na água da piscina. Colocar floculante no dia seguinte. Fazer aspiração no dia seguinte.

QUINZENALMENTE:

Fazer a retrolavagem da areia do filtro.

MENSALMENTE:

Colocar oxidante (Oxida matéria orgânica) diluído na piscina, gerando economia de cloro

ANUALMENTE:

INDISPENSÁVEL, fazer a troca da carga de areia do filtro.

Qual a diferença de manutenção entre uma piscina pequena e uma muito grande?

HTH- Adiferença esta na quantidade de produtos.
ABCDÁGUA-
Praticamente a mesma.
AQUANOBRE-
Quantidade de produto a ser usado.

A água da piscina tem que ser trocada?

HTH- Não! A água é renovada por evaporação, lavagem de areia, corpo do banhista. Areposição é feita com água nova, em um ano já estamos com outra água.
ABCDÁGUA-Não, com o tempo acabamos repondo quase a totalidade da água sem esvazia-la.
AQUANOBRE-Não. Em aproximadamente 01 (um) ano, toda a água da piscina foi trocada devido o processo de aspiração drenando e reposição de água na piscina, ou seja, não é necessário trocar a água da piscina.

Quantas pessoas são responsáveis pela realização desse trabalho?

HTH- Piscinas de até 500 m³ só uma pessoa.
ABCDÁGUA-1 pessoa ou no máximo duas!
AQUANOBRE- Depende, pois tudo se relaciona ao tempo que se quer a piscina ou trabalho pronto.Geralmente tem 01 (uma) pessoa responsável por esse trabalho em todo local com piscina.

Os funcionários do condomínio podem fazer o trabalho ou um profissional é necessário? Pq?

HTH- Sim qualquer pessoa pode fazer o tratamento, orientamos que façam o curso gratuito da hth.
ABCDÁGUA- Um profissional com experiência é sempre aconselhado para não acarretar prejuízos aos usuários.
AQUANOBRE-Depende, pois tudo se relaciona ao tempo que se quer a piscina ou trabalho pronto.Geralmente tem 01 (uma) pessoa responsável por esse trabalho em todo local com piscina.

Qual o custo médio da tercerização da limpeza de piscina? Como o contrato é calculado?

HTH- Um tratador de piscina cobra de mão de obra, de 70 a 150 reais, de produto gasta-se 130,00.
ABCDÁGUA-
 É calculado pela metragem quadrada além da distância, é claro. Muitos degraus e curvas também é importante analisar. Até uma piscina 8.00×4.00m investe-se aproximadamente R$ 120,00 / 10.00×5.00 R$ 150,00 / Maior R$ 350,00
AQUANOBRE-Depende, somente com orçamentos poderemos chegar a um valor, os preços variam de empresa para empresa. O cálculo é feito de acordo com o tamanho e número de piscinas.

Há a necessidade de se ter algum tipo de treinamento para exercer esse trabalho?

HTH- Sim, nós entregamos certificados.
ABCDÁGUA-
De preferência sim, para evitarmos prejuizos aos usuários
AQUANOBRE-Muito treinamento.

Em que período e com que frequência é realizada a limpeza da piscina?

HTH- Depende da época tem que tratar todo dia.
ABCDÁGUA-
 No mínimo 2 vezes por semana
AQUANOBRE-Diariamente, 365 dias por ano.

Quais os métodos e equipamentos existentes no mercado e qual é o mais eficaz?

ABCDÁGUA-Existem muitos métodos para limpeza de piscina. Os convencionais são o tratamento químico por adição de cloro com filtração de 8 horas diárias da piscina. Além do tratamento convencional, existem métodos de automação como: salinização (gerador de cloro a base de cloro), tratamento a base de ions de cobre, a base de ozonio, a base de ultravioleta. O tratamento mais eficaz ainda é o tratamento convencional e o gerador de cloro a base de sal.
AQUANOBRE-Ver 1ª pergunta, todos os métodos são eficazes segundo seus fabricantes.
HTH- Existem equipamentos para dosagem de produtos que são em sua maioria bons;

Existe algum tipo de manutenção preventiva para os equipamentos de tratamento da água?

ABCDÁGUA- Sim, devemos sempre lubrificar, regular e limpar o filtro e a Motobomba além de trocar os elementos filtrantes como a areia.
AQUANOBRE-Sim, porém pouco praticado, são eles: Anualmente, fazer a troca de areia do filtro e troca de rolamentos e selo mecânico da bomba.
HTH- Sim, todo ano os equipamentos devem ser vistoriados.

Existe alguma diferença no tratamento da água dependendo do tipo da piscina (fibra, Concreto ou Vinil)?

ABCDÁGUA- Todos eles usamos algicidas, floculantes, limpa borda, cloro etc… mas as piscinas de vinil e fibra devem receber um tratamento especial como dissolver bem o cloro antes de jogar na piscina, dentre outros.
AQUANOBRE-Sim, em piscina de concreto (azulejo) você pode aplicar os produtos químicos com tranqüilidade e utilizar todos os equipamentos disponíveis no mercado, já as piscinas de fibra e vinil, requerem um pouco mais de cuidado, mas todas lhe proporcionam os mesmos momentos de prazer.
HTH- não, o tratamento é o mesmo.

Quas os produtos químicos utlizados? Eles oferecem algum tipo de risco à saúde?

ABCDÁGUA-Devemos ter muito cuidado no manuseio dos produtos. Os produtos mais utilizados são: elevador e redutor de Ph que podem ser liquidos ou não, algicida de manutenção e de choque, clarificante / floculante, limpa borda, cloro que pode ser granulado ou estabilizado, pastilhas de cloro e estabilizador de PH.
AQUANOBRE-Muitos produtos são utilizados e sendo corretamente aplicados, não oferecem risco algum à saúde.
HTH- cloro, algicidas, clarificante, limpa borda, ajustadores de alcalinidade e ph – eles oferecem risco a saúde.

Fonte: Condoworks

 

Sofá de canto otimiza espaço e dá estilo ao ambiente. Veja ideias

Modelos são ótimos para aproveitar o espaço em salas e home theaters

Os sofás de canto são uma excelente opção para otimizar o aproveitamento do espaço e trazer estilo às salas e home theaters. Para salas mais compactas, as opções claras e neutras com encosto mais baixo criam um ambiente confortável sem pesar. Já ambientes mais amplos, por exemplo, podem receber peças em cores mais escuras e design mais elaborado.

Sofá de canto claro

 Para a arquiteta Carmen Calixto, o capitonê é uma tendência forte e pode complementar a decoração de salas mais clássicas. Esta técnica de estofamento também consegue pontuar ambientes jovens e contemporâneos.

 sofá-de-canto-módulos

“As opções compostas por módulos são as mais versáteis, apresentando boas soluções para diversos ambientes. Usar alguns dos módulos sem encosto contribui para uma atmosfera leve e contemporânea. Almofadas coloridas ou estampadas podem completar a ambientação”, sugere.

Modelos

Para Carmen, os modelos de linhas retas são sempre elegantes e atemporais. Já as peças em capitonê são clássicas, versáteis e uma grande tendência no momento. As opções em módulos se adequam a diversos ambientes, e se for montada uma composição interessante, complementa bem salas contemporâneas.

“Para ambientes menores, as opções em módulos soltos se adequam melhor. Por exemplo, um módulo sem encosto pode servir de chaise ou se transformar em pufe para acolher visitantes. Encostos baixos e cores claras impedem que o cômodo pareça menor”, explica a arquiteta.

Fonte: ZapImoveis

Viver em paz em condomínio é possível – conheça seus direitos e deveres

A vida em condomínio pode ser bem complicada, já que conviver com outras pessoas nunca é fácil. As eternas brigas por cachorro, vagas em garagem e por problemas estruturais às vezes chegam aos tribunais. Viver pacificamente em um condomínio requer paciência e conhecimento dos direitos e deveres de cada morador.

Fabio Kurbhi, vice-presidente da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios), afirma que ao analisar as reclamações feitas pelos condôminos é fácil perceber que se eles conhecessem o regulamento interno e participassem das assembleias o problema seria evitado. “Discutir melhorias e buscar soluções para os conflitos é um caminho mais fácil e menos oneroso do que recorrer à justiça”, diz.

Os moradores devem ter conhecimento dos três principais documentos do condomínio – Regulamento Interno, Convenção do Condomínio e a Lei de Condomínio. Os dois primeiros variam de cada residencial.

Para que a harmonia e segurança reinem é necessário ter uma convenção bem discutida. Nela existe um acordo para que o espaço comum entre os moradores seja bem utilizado e lá está registrado a vontade da maioria que deve ser obedecida por todos os condôminos e ter a fiscalização do síndico.

Kurbhi explica que tudo isso é por um objetivo – garantir o equilíbrio e uma vida segura e tranquila para quem escolheu viver em condomínio.

Outra opção que pode ajudar na convivência e que foi esquecida pela falta de tempo é conhecer o vizinho de porta. A diminuição do convívio afasta o princípio de viver em um residencial que é conhecer pessoas e achar soluções em conjunto para problemas comuns. O síndico também é fundamental para garantir a tranquilidade e evitar com que as discussões ultrapassem os muros do condomínio.

Pequenas ações evitam discussões entre vizinhos

Respeite a lei do silêncio. Barulhos de furadeira, máquina de lavar e música alta só entre às 10h e às 22h.

-O animal de estimação do seu vizinho faz muito barulho? Converse com o dono, às vezes ele passa o dia fora de casa e não sabe que o bichinho faz tanta bagunça.

- Ao usar o elevador tenha bons modos. Certas ações podem causar desconforto entre os vizinhos.

- Cachorros devem circular na área comum com coleira, focinheira e dependendo do porte, no colo.

- Não leve animais na área da piscina. Eles podem contaminar a água e causar acidentes.

- Vai fazer uma festa no salão? Confira quantas pessoas podem ser convidadas. Antes de sair, deixe o local limpo.

Fonte: Condoworks

Como atender os condôminos

Síndico deve ser claro e demonstrar como é possível entrar em contatoSíndico deve ser claro e demonstrar como é possível entrar em contato

Não adianta negar: nada pior do que chegar em casa depois de um dia de trabalho e não conseguir descansar, já que o interfone, com solicitações diversas dos moradores, não para de tocar.

Para evitar que  a carreira do síndico comece mal, é possível que já na ata da sua eleição estejam discriminados  os canais de comunicação a serem utilizados. Assim, fica claro como o condômino deve agirno momento em que precisar se comunicar com o síndico – seja um e-mail ou um registro no livro de ocorrências.

Mas não é só o morador que deve se adequar ao síndico. Esse deve responder em um certo período de tempo aos moradores. O considerado adequado pelos especialistas ouvidos foi em até quatro dias. Mais do que isso pode gerar um sentimento de desconforto.

Nem sempre, porém, o síndico consegue responder às questões levantadas pelos moradores nesse período de tempo, seja pela complexidade da situação, ou simplesmente por estar com muitos afazeres. Nesses casos, o síndico deve ser honesto, responder que recebeu o e-mail do morador e que irá tomar as medidas cabíveis em breve.

Para reclamações no livro de ocorrências, o prazo se estica para até sete dias.

Outra forma para se comunicar com os moradores é ter um quadro de avisos também na garagem, já que muitos condôminos entram e saem apenas por ali.

O quadro de avisos também pode estar no elevador, mas com ressalvas. Os assuntos tratados ali não devem ser nem de segurança ou de inadimplência.

Internet

  • Sites para condomínios vem se tornando cada vez mais comuns. Usando o site é possível integrar a comunicação do síndico com todos os condôminos para envio de comunicados e registro de ocorrências, por exemplo. Também é possível fazer reservas de áreas de lazer, controle de acesso da portaria, publicar atas, documentos e classificados, entre outros.
  • Algumas administradoras oferecem também um ambiente digital para a comunicação entre condôminos e síndico. Nesse tipo de plataforma, o morador também consegue acessar dados sobre as finanças do prédio e balancetes, o que diminui o número de pedidos para o síndico.
  • A internet ou o uso de e-mail também é uma possibilidade para quem tem reclamações sobre a zeladoria ou sobre os funcionários do prédio. Nesses casos, ou se fala diretamente com o síndico ou se escreve para ele. Muita gente não se sente confortável registrar esse tipo de problema no livro de ocorrências.
  • O uso de informativos - online ou impressos – é uma boa opção. Assim não se passa aquela ideia equivocada de que o síndico resolve tudo sozinho

Pessoalmente

  • Mesmo com tantos outros canais de comunicação, é indispensável que o síndico disponha que algum tempo para atender os moradores pessoalmente.
  • É imprescindível que o síndico tenha pelo menos um período do dia a cada duas semana para conversar com os moradores.
  • Ele também indica o atendimento em horários diferenciados, como aos finais de semana, em prédios de veraneio, quando estes estão mais cheios.

Ajuda

  • Mesmo sendo a principal peça na mediação de conflitos, o síndico não precisa fazer tudo sozinho. A ajuda do conselho também é importante nessas horas.
  • Quando houver comitês, como de obras, os participantes também podem ajudar o síndico provendo os moradores de informações quando necessário.

Crianças e Adolescentes

  • Uma forma diferenciada de melhorar a comunicação com crianças e adolescentes – um grupo muitas vezes visto como complicado – é a eleição de um representante da “classe” para pleitear melhorias desejadas pelos mais joves, como redes novas para as quadras das áreas comuns ou bolas novas.

Dica do leitor

  • Eliane do Rocio Pedro Bom, síndica de um condomínio com duas torres em Curitiba, encontrou uma alternativa para o livro de ocorrências. Ela conta que em seu prédio, o livro existe apenas para registros de determinadas ocorrências e controle de correnspondências e entrada de visitantes.
  • Reclamações ou ocorrências mais reservadas, como condômino sobre outro condômino, são relatadas em formulário próprio individual e colocado num envelope lacrado e endereçado ao síndico.

Formas de comunicação

Assuntos não urgentes Assuntos urgentes:
Livro de ocorrências ou Caixa de sugestão Telefones
E-mails Interfone
Quadro de avisos
Fórum de discussão, blog ou site do prédio

Acesso à documentação

  • Quando o condômino solicita verificação na documentação do condomínio, como pasta de pestação de contas, normalmente, marca-se dia e hora.
  • Não convém permitir que ele leve os papéis para sua casa, pois a responsabilidade pela guarda dos documentos é do síndico.
  • Vale ressaltar que o síndico não é obrigado a fornecer explicações para o condômino na ocasião, devendo fazê-las nos balancetes mensais, e em assembleia, principalmente na Ordinária, com a prestação de contas do ano anterior.

Os sete passos para uma melhor comunicação com os moradores

  1. Estipule regras
  2. Desde o início da gestão deixe claro como devem ser direcionadas as reclamações e sugestões
  3. Determine um prazo para as respostas. O ideal é demorar menos que uma semana para atender o morador que se manifestou.
  4. Não centralize. É possível pedir ajuda aos membros do Conselho e à Administradora: em caso de dúvidas, os moradores também podem recorrer a eles
  5. Atenda pessoalmente. Mesmo que só duas vezes por mês, é importante separar um tempo para atender pessoalmente os condôminos
  6. Comunique-se: O uso de informativos (online ou impresso) é valioso e poupa o síndico de ter que explicar a mesma coisa inúmeras vezes
  7. Interfone – só para assuntos urgentes. Deixe claro que telefone e interfone do síndico não são para primeiro contato, a não ser em urgências, como incêndios, acidentes ou roubos
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Inspiração: tons terrosos na decoração

Veja uma seleção de ambientes para se inspirar

Para quem quer trazer o clima rústico para dentro de casa, e não quer ousar tanto, uma dica é apostar nos tons terrosos na hora de decorar e deixar os ambientes com aquela carinha de aconchego o ano todo.

É possível apostar nos mais variados tons: desde areias até marrons variados, passando por cobre e ferrugem. Cada uma dela vai despertar uma sensação diferente e deixar a casa confortável.

Cada um pode incluir os tons terrosos na decoração da maneira que preferir: seja pintando paredes, ou até mesmo apostando em objetos que podem ser facilmente mesclados com outras tonalidades.

Veja abaixo uma seleção de ambientes e combinações feitas pelo ZAP em Casa em parceria com o Pinterest e inspire-se para usar tons terrosos na decoração.

 

 

tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Veja 5 cálculos simples que você pode fazer antes de iniciar a reforma

Dicas ajudam a economizar na compra de materiais para a reforma de casa

cálculo de materiais

Calcular a quantidade certa de materiais é simples (Foto: Shutterstock)

Como saber calcular reforma e a quantidade de material que você vai precisar para sua obra? Normalmente o pedreiro passa uma lista. Além disso, existem diversas calculadoras online que podem te ajudar com quantidade de tinta, de piso, entre outros materiais.

Mas é sempre bom ter uma noção das quantidades para não errar, nem gastar comprando material a mais e nem atrasar a obra comprando menos.

Listamos alguns cálculos simples que ajudam a estimar a quantidade de material que você vai precisar comprar. A questão é saber ficar no controle.

tijolos

Use uma trena para fazer os cálculos da área (Foto: Shutterstock)

Cálculo da quantidade de tijolos

O segredo aqui é calcular a área (largura x altura) e saber que tipo de tijolo você quer usar.

Passo 1 – Cálculo da área: Use a trena para medir a largura e a altura da parede que você irá construir. Para uma parede retangular simples, é só multiplicar a altura pelo comprimento. Se houver portas e janelas, desconte a área que elas vão ocupar. Depois some cada uma das paredes para chegar à área total.

Passo 2 – Tipo de tijolo: Escolha o tipo de tijolo que você vai usar. Depois verifique nesta tabela de referência quantos tijolos são necessários para preencher 1 metro quadrado.

Bloco de concreto 9x19x39 cm / 14x19x39cm = 12,5 unidades por m²

Bloco cerâmico (tijolo baiano) em pé em parede com 10 cm de largura = 23 unidades por m²

Bloco cerâmico (tijolo baiano) deitado em parede com 20 cm de largura= 46 unidades por m²

Tijolo comum maciço em parede com 10 cm de largura = 92 unidades por m²

Tijolo comum maciço em parede com 20 cm de largura = 184 unidades por m²

Se o bloco escolhido for de outro tipo, cheque com o fornecedor quantos tijolos vão para cada m².

Passo 3 – O resultado: É só multiplicar a área de parede pela quantidade de tijolos. É recomendável comprar 10% a mais porque pode haver perdas durante a obra.

Sala com piso frio

Compre 10% a mais para os pisos porque pode haver perda de material (Foto: Shutterstock)

Cálculo de quantidade de revestimento

As peças são vendidas por m². Em geral, peças menores ficam melhores em ambientes pequenos e geram menos perda com recortes.

Faça o cálculo da área do piso, multiplicando o comprimento pela largura do cômodo. Aí você saberá quantos m² de piso precisa comprar. É recomendável, também, comprar 10% a mais porque pode haver perdas. Se você escolher colocar o piso na diagonal, a perda com recortes pode ser maior. Compre 20% a mais.

O cálculo é o mesmo para a parede. Só é preciso descontar as áreas de portas e janelas. O cálculo de rodapé é mais simples ainda porque ele é vendido por metro linear. É só medir os contornos da parede.

tinta

Um galão de 18 l dá para pintar 90 m² (Foto: Shutterstock)

Cálculo de quantidade de tinta

Considere que quanto maior a qualidade da tinta, menos demãos você vai usar. Nem sempre tinta mais barata significa economia.

Calcule a área da parede: Multiplique largura pela altura de cada parede e some todas. Se houver muitas portas e janelas, desconte a área que elas ocupam ao final. Se não forem muitas, não se preocupe com isso.

Para o teto, faça o mesmo cálculo de área, multiplicando comprimento e largura.

Em geral, cada litro de tinta do tipo standard pinta 5 m². Escolha se você irá comprar o galão de 3,6 litros ou a lata de 18 l. Considere também quantas demãos você precisará fazer. Então:

Um galão de 3,6 l dá para pintar 18 m². Se for fazer duas demãos, dá para 9 m².

Um galão de 18 l dá para pintar 90 m². Se for fazer duas demãos, dá para 45 m².

caixa d'água

A caixa d’água deve ser um reservatório suficiente para dois dias (Foto: Reprodução/Pinterest)

Cálculo do tamanho da caixa d´água

Em geral, cada pessoa consome 150 l de água por dia, se morar numa casa. Se morar em apartamento, esse número sobe para 200 l/pessoa.

A recomendação é de que a caixa d´água seja um reservatório suficiente para dois dias. O cálculo é simples: a quantidade de pessoas que usam a casa pela quantidade de litros que cada uma precisa (150 l) por dois dias: X pessoas x 150 l x 2 dias (por exemplo, numa casa com 4 pessoas a caixa d´água precisaria ter 1.200 l).

As caixas d´água têm dimensões padrão: 310 l, 500 l, 1000 l, 1500 l ou as maiores, com capacidade de 4.000 l. É possível escolher uma única, com volume próximo do que você precisa, ou combinar duas caixas d´água, que juntas deem o volume necessário. A vantagem de usar duas é que isso distribui mais o peso sobre a laje.

Só de curiosidade, em apartamentos, o consumo diário por pessoa é maior (200 l) em função da maior pressão da água, que acarreta também em maior consumo.

benjamim

Não faça isso. Prefira o uso de mais tomadas do que o benjamim (Foto: Shutterstock)

Quantidade de tomadas

Use a referência de quantidade, mas pense bem quais equipamentos você pretende usar em cada cômodo.

Há uma quantidade mínima de tomadas de uso geral (que ligam os equipamentos TV, liquidificador, entre outros) que devem ser instaladas de acordo com a área dos cômodos.

A recomendação técnica é de que seja instalada pelo menos uma tomada de 100VA em cada cômodo de até 6 m². Para cômodos maiores que isso, calcule uma tomada para cada 5 m de parede.

Em cozinhas, copas e áreas de serviço são usadas mais tomadas. Pelo menos uma tomada a cada 3,5 m. Acima da pia, instale pelo menos uma tomada. Lembre-se que máquinas de lavar, micro-ondas e outros equipamentos que geram calor precisam de uma tomada exclusiva.

Nos banheiros coloque pelo menos uma tomada e garanta que ela esteja, no mínimo, a 60 cm de distância do box.

Em subsolos, varandas, garagens e sótãos, utilize no mínimo uma tomada.

Pense na quantidade de aparelhos que pretende ligar e prefira fazer mais tomadas a usar extensões e benjamins.

Fonte: ZAP Imóveis

Segurança nas alturas

Tarefas realizadas na fachada do prédio devem seguir normas e garantir que os trabalhadores não corram riscos

Retocar a pintura, trocar as pastilhas deterioradas, lavar ou fazer a manutenção externa regular do prédio. Atividades como estas requerem que o profissional fique – literalmente – nas alturas.

Para isso, a empresa prestadora de serviço oferece treinamento de acordo com as normas regulamentadoras (NR) do Ministério do Trabalho, obedecendo às medidas de segurança. Saiba o que deve ser feito para que o condomínio não tenha dor de cabeça com imprevistos.

O primeiro passo é checar se a empresa contratada realmente está provendo treinamento para tornar o trabalhador apto à função. Este treinamento deve ter duração mínima de oito horas, de acordo com o estabelecido pela NR 35, a norma que regulamenta o trabalho em altura. Neste período é ensinada a operação dos equipamentos, ou seja, andaimes, rampas, passarelas e cordas, além do transporte de materiais e pessoas de cima para baixo. Alguns exames de aptidão e check-up também são realizados para a análise da saúde e riscos de mal-estar súbitos durante o trabalho.

Ao contratar uma empresa para a prestação de serviços como esses, “o condomínio deve ficar atento a todos esses pontos e escolher uma que seja certificada”, adverte Manuel Ortega Guerra, engenheiro de segurança do trabalho, da Preven Engenharia.

O processo de escolha – Ao eleger uma empresa para as obras e reparos externos, um condomínio deve realizar de dois a três orçamentos, que são apresentados aos condôminos para que seja escolhido, em assembleia, quem será o prestador do serviço.

Para que possam enviar estes orçamentos ao condomínio, as empresas normalmente vão ao local para saber quais os equipamentos necessários e como serão as condições de trabalho. De acordo com Jonatas Rodrigues, do atendimento da All Clean, empresa de limpeza e reparos externos, a cadeira e as cordas (individual do cinto e a externa) são padrão. Porém, o que pode variar é o preparo para instalação desses equipamentos no teto do prédio.

Ao assinar o contrato, um advogado deve estar presente e “analisar as cláusulas relativas ao cumprimento das normas, multas pelo descumprimento, rescisão e até indenização por eventuais prejuízos”, explica Leandro Khalil, advogado especializado em direito imobiliário, do escritório KK Advogados.

No contrato devem constar três programas obrigatórios: PPRA (Prevenção de Riscos Ambientais); PCMSO (Controle Médico de Saúde Ocupacional) e PCMAT (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção). Esta formalização garante a contratação diligente e efetiva, demonstrando pleno conhecimento técnico e legal acerca da realização das obras nas fachadas (pintura, limpeza e reparos).

Vistoria e punições – No início dos trabalhos, um responsável pela empresa contratada vai ao local e certifica-se de que os equipamentos foram montados de modo correto e que não há riscos para os trabalhadores.

A Superintendência Regional do Trabalho seria a responsável pela fiscalização dos equipamentos, porém, uma vez que é o contratante, o condomínio (na figura do síndico ou zelador) deve observar diariamente a execução do serviço e pode notificar a empresa ou até mesmo rescindir o contrato se forem apontadas irregularidades e inobservância das normas de segurança.

Em caso de acidentes, o condomínio pode responder solidariamente (é a responsabilidade solidária, prevista em lei, que determina responder igualmente perante à Justiça), juntamente com a empresa, e também ser passível de multas – previstas na NR 28, que responde pela fiscalização e responsabilidade.

Driblando os problemas

  • É preciso certificar-se de que a empresa contratada segue as normas técnicas, treina e oferece cursos periódicos aos funcionários
  • É necessário realizar a vistoria dos equipamentos e dos trabalhadores durante as obras. Se for preciso cheque se algum morador que tenha conhecimento efetivo sobre o assunto (um engenheiro, por exemplo) pode ajudar na vistoria
  • O contrato deve ter todas as cláusulas avaliadas por um advogado

Fonte: iCondominial

Com o início da temporada de calor, deve-se redobrar os cuidados com as piscinas em condomínios

Manutenção inadequada pode provocar doenças na pele e diversos tipos de infecções. Saiba como ter uma piscina limpa neste verão.  

Com a chegada do calor, as piscinas se tornam o lugar preferido de adultos e crianças. E com o aumento do fluxo de banhistas nessa época do ano, os cuidados precisam ser redobrados, pois com as altas temperaturas fungos, algas e bactérias podem se desenvolver com mais facilidade. Por isso, durante os meses mais quentes, a limpeza da piscina deve ser mais frequente – de três a quatro vezes por semana.

Veja algumas dicas para manter a piscina sempre limpa

» Em piscinas de uso coletivo o controle do cloro precisa ser rigoroso, geralmente dia sim, dia não, já que é ele que mantem a piscina transparente e evita a transmissão de doenças. Porém, fique atento, já que cloro em excesso pode irritar os olhos e danificar os cabelos.

» O processo de filtragem da água precisa ocorrer todos os dias. Os filtros mais comuns são os de areia. Apesar de serem muito eficientes, é preciso observar o correto tempo de filtração, a carga de areia adequada depositada no filtro e a validade do produto.

» Também é preciso ficar atento ao ph da água. A medição deve ocorrer pelo menos duas vezes por semana. Já a aspiração da piscina depende da demanda de utilização. Em alta temporada é recomendável efetuar o procedimento pelo menos uma ver por semana.

» A aplicação de alguns produtos químicos também se faz necessária durante esse período. O uso de algicidas e produtos para baixar a alcalinidade são os mais comuns.

Como se vê, manter uma piscina com água transparente e livre de doenças é bastante trabalhoso. Por isso, muitos condomínios contratam empresas especializadas. Já outros, com piscinas menores, preferem delegar essa função para seus funcionários.

Na prática, não existe nada que impeça que o próprio condomínio efetue esse procedimento, caso ele possua um profissional competente e com conhecimentos para executar esse serviço.

No entanto, a vigilância sanitária, na Resolução nº 0003/2001, estabelece que todo local que possua piscina de uso coletivo ou especial seja obrigado a possuir alvará de sanitário e profissional da área química como responsável técnico.

Por: Guilherme de Paula Pires

 

Checklist: o que comprar para cada cômodo na hora de mobiliar a casa

Saiba quais são os itens indispensáveis para você viver confortavelmente

Você está prestes a se mudar e precisa mobiliar a casa toda? Vá com calma! Por mais que os detalhes de decoração sejam os itens que mais saltam aos olhos, focar no que é essencial nesse momento é muito importante.

Leve em consideração o básico que você precisará para viver bem e deixe o supérfluo para depois. Você pode seguir a lista abaixo, separada por cômodos, para não esquecer nada e ter uma casa pronta para morar.

QUARTO


Uma cama e um guarda-roupa, isso já é o suficiente para mobiliar seu quarto (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Colchão e box (ou cama);
– Guarda-roupa e cômoda (caso seja necessária);
– Jogos de cama e travesseiros;
– Criado-mudo (senão, aonde você vai apoiar itens como celular, água, etc?);
-Espelho.

Supérfluos

– Luminárias especiais;
– Abajur;
– Cortinas;
-Quadros;
– Almofadas;
– TV.

BANHEIRO


Saiba o que você pode esperar para comprar para colocar no seu banheiro (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Armário;
-Espelho;
-Porta-toalhas;
– Porta-escovas de dente;
– Porta-shampoos;
– Porta-papel higiênico;
– Toalhas;

Supérfluo

– Nichos para colocar itens de decoração;
– Porta-sabonete.

SALA DE ESTAR


Um sofá, rack e tv! Com esses itens você já tem uma sala de estar (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Sofá;
– Estante ou rack;
– Televisão (se você for do tipo que prefere que ela fique na sala).

Supérfluo

– Almofadas;
– Poltrona;
– Painel para a tv;
– Mesa de centro;
– Tapete.

SALA DE JANTAR


É preciso pelo menos uma mesa com quatro cadeira na sala de jantar (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Mesa de jantar de pelo menos quatro cadeiras – tudo vai depender do tamanho da sua família.

Supérfluo

– Aparador.

LAVANDERIA


Alguns itens são essenciais na lavanderia (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Máquina de lavar;
– Tábua de passar;
– Armário para guardar produtos de limpeza;
–  Varal;
– Cesto de roupa suja;
– Vassoura;
– Rodo;
– Balde.

Supérfluo

– Secadora de roupas (tudo vai depender da sua preferência, mas você pode comprar depois ou comprar uma máquina que já faça os dois).

COZINHA


Alguns itens são essenciais na cozinha (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Fogão;
– Geladeira;
– Micro-ondas;
– Armários;
– Jogo de panelas;
– Louças;
– Faqueiro;
– Liquidificador:
– Escorredor de pratos.

Supérfluo

– Forno elétrico;
– Depurador;
– Máquina de lavar louças;
– Batedeira;
– Processador;
– Sanduicheira;
– Mixer.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Como complementar sua decoração com espelhos

Complementar sua decoração com espelhos pode tornar o ambiente mais sofisticado e até aumentar a sensação de espaço. Confira algumas opções!

Se existe uma  unanimidade no mundo da decoração, com certeza é o espelho. Em ambientes amplos, pequenos, simples ou sofisticados, o uso de espelhos para decorar deixa qualquer ambiente mais elegante, além de combinar com todos os tipos de decoração. O espelho pode ser usado cobrindo uma parede por completa ou em pequenos quadros, como um mero detalhe no conjunto final da decoração.

Vamos listar alguns exemplos de espelhos disponíveis no mercado, assim você pode conhecer e decidir o que fica melhor no seu projeto.

Quadrado ou retangular

Geralmente usado em sala ou hall de entrada, esse tipo de espelho pode ser colocado acima de outro móvel (o ideal é que seja um aparador ou um buffet) e combinado com molduras em cores neutras ou coloridas.

O espelho pode acompanhar o cumprimento do móvel ou ser menor que ele.

Facetado ou lapidado

São os chamados espelhos sem molduras, porém com uma borda trabalhada com recortes, o que dá um ar mais moderno à peça. Nada mais é do que um espelho com moldura de… espelho!

Espelho de Bronze

O espelho de bronze é uma peça fora do tradicional e que empresta um ar de requinte indiscutível a qualquer ambiente. Geralmente combinado com madeira, esse tipo de espelho deixa o ambiente mais aconchegante. É ideal para usar em quarto de casal ou sala de leitura/biblioteca.

  • Espelho Veneziano

Rica em detalhes, esse tipo de peça possui um preço um pouco mais elevado por ser muito trabalhada em detalhes oriundos de uma técnica muito antiga desenvolvida em Veneza, na Itália, dai o nome do artefato. Trata-se de um objeto para ambiente de classe, porém se usada em uma área mais descolada pode criar um bom contraste.

Espelho Oval

Uma opção mais moderna e que deve ser usada com cuidado, pois pode delimitar o espaço e não produzir a sensação de ampliação do espaço. Use esse modelo em conjunto com portas e janelas também ovais, criando um conjunto harmônico.

Espelho Rústico

Praticamente uma obra de arte, esse tipo de espelho adequa-se em ambientes que utilizam a madeira rústica como decoração.
É importante ter muita atenção à escolha do restante dos objetos para não se tornar destoante do projeto de decoração final.

Espelho Decorativo

O espelho decorativo pode ser usado em vários tamanhos, recortes e cores. A definição quem vai dar é o estilo da sua decoração. É uma peça adesiva que não tem qualquer intenção de refletir uma imagem ou ampliar um espaço, ela apenas precisa decorar o ambiente em que foi inserido.

Agora que você já conhece várias possibilidades de decoração com espelho, é bom saber os efeitos que ele pode proporcionar no lugar onde for colocado. Cuidado com a posição onde colocar a peça, principalmente se for um espelho grande. Posicione de forma que o espelho não reflita uma imagem indesejada, como um banheiro.

Também evite espelhos em locais que podem tirar o foco de algo, como atrás de uma televisão ou no escritório. Usar espelhos na sala pode ser ou não uma vantagem, cuidado com o excesso e para não deixar o ambiente desconfortável. Um espelho bem usado, pode até mesmo cobrir a parede toda. Para isso evite o acumulo de objetos, pois eles serão refletidos no ambiente.

Optando por cobrir completamente uma parede de um espaço mais reduzido, o seu ambiente ficará aparentemente mais amplo e agradável e a sensação de quem estiver no local será totalmente modificada. Além de amplitude, o uso de espelho ajuda na iluminação do ambiente. Apenas tome um pouco de cuidado, pois como dissemos, queremos ampliar um espaço e não refletir o acúmulo de objetos e mostrar como o ambiente está desorganizado.


Espelhos podem ser forjados e recortados de várias maneiras, não tenha medo de mesclar e ousar na sua decoração. Se ainda está em dúvida sobre como utilizar uma decoração com espelhos que seja clean e sofisticada, tenha em mente o seguinte:

  • Espelhos quadrados combinam com decorações formais e organizadas;
  • Espelhos retangulares ficam perfeitos em locais pequenos, já que tendem a serem maiores. Esses são os melhores para ampliar espaços;
  • Espelhos redondos combinam com ambientes descontraídos ou delicados e também são ótimos para dar destaque a algo específico;
  • Espelhos com motivos gravados ou geométricos, em forma de triângulos, hexágonos ou octógonos, são ideais para criar quadros decorativos em composição abstrata e psicodélica;
  • Espelhos irregulares ficam ótimos em ambientes descontraídos e descolados, use em decoração de ambientes mais joviais e para criar movimentação no espaço;
  • Espelhos grandes trazem elegância e aumentam a sensação de espaço;
  • Espelhos medianos trazem sensação de conforto;
  • Espelhos pequenos ficam excelentes para completar um projeto de decoração mais discreto.

Apesar dos espelhos se tornarem aliados na decoração, tome cuidado ao escolher os outros itens que vão compor o espaço, afinal queremos belos móveis e itens para refletir!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Quais perguntas fazer à empresa de portaria remota?

Saber o que perguntar é fundamental na escolha da empresaSaber o que perguntar é fundamental na escolha da empresa

A portaria remota é um serviço que chegou pra ficar. É cada vez mais comum em cidades grandes e médias sua contratação que, se bem executada, alia economia à melhora no nível de segurança do empreendimento.

Para que se alcance esse objetivo, porém, é fundamental fazer a escolha acertada da empresa que irá prestar esse serviço.

“Optar pelo serviço de portaria remota é uma decisão muito séria e deve ser tomada com calma e muito cuidado”, alerta o especialista em segurança Hugo Tisaka, diretor executivo da NSA, empresa especializada em segurança.

Uma forma de fazer a contratação do serviço com tranquilidade é saber quais perguntas fazer para a empresa. Dessa forma, ao comparar os fornecedores e suas respostas, você terá ótimas pistas sobre qual deverá ser o parceiro escolhido.

“Quando se trata de portaria remota é muito importante que aquela comunidade esteja ciente que o preço não é o fundamental, e sim a qualidade do serviço prestado”, avalia Mauro Mandeltraub, diretor da empresa Mantra Monitoramento.

Além da questão do preço, moradores e condomínio devem se sentir seguros ao se decidirem por fazer a migração da portaria convencional para a remota.

Pensando em quais seriam essas perguntas, o SíndicoNet falou com diversos especialistas no assunto. Eles elencaram mais de 50 perguntas para você tirar suas dúvidas e poder contratar, com segurança, o parceiro ideal para o seu condomínio.

“É importante também visitar dois ou três condomínios com o sistema implantado, além de conhecer, na empresa, como funciona o atendimento”, alerta Odirley Rocha, diretor comercial da Kiper, empresa de portaria remota.

Sobre o funcionamento do sistema

Pré-implantação

  • Como será feito o cadastramento dos moradores?
  • A identificação dos moradores é feita por uso de tags, QRcode ou biometria?
  • Informações dos moradores são armazenadas no local?
  • O que acontece se o morador esquecer o seu controle ou tag?
  • Como os moradores serão avisados sobre a implantação do sistema? Há palestras?
  • Como é o cadastramento e acesso aos funcionários dos moradores? Com uma tag a doméstica da minha unidade pode entrar a qualquer dia e hora?
  • E quanto aos funcionários do condomínio?
  • Vamos despedir todos os funcionários de portaria de uma só vez?
  • Quais adaptações físicas o condomínio deverá fazer?
  • Quanto tempo demora, normalmente, para fazer a implantação do serviço?
  • Qual o custo estimado, por mês, do serviço?
  • O que será cobrado à parte?
  • Qual o papel da administradora durante a transição entre a portaria convencional para a remota?

“Nessa fase, os condôminos devem se sentir bem amparados pela empresa que irá prestar o serviço, ter segurança de que a mesma é capaz de resolver dúvidas e problemas que estão por vir”, assinalou Alexandre Paranhos, diretor da Pro Security.

Pós implantação

  • O sistema da empresa está integrado com o sistema do condomínio de alarme incêndio?
  • Como funcionam as atualizações da solução?
  • O sistema é atualizado de acordo com a legislação?
  • Como funciona se eu perder tag ou QRCode de madrugada?
  • Qual o tempo médio de espera para um convidado ter a sua entrada liberada?
  • O operador tem a imagem de cada morador quando o mesmo tenta entrar no condomínio?
  • Qual sistema de internet é usado pela empresa e por quê?
  • O que é melhor: redundância de internet ou um link dedicado para o condomínio e por que?

“No Brasil, o sinal de internet é muito instável. Sempre optamos é por um link dedicado, que consegue atender com muito mais qualidade o condomínio. Vale dizer também que se houver problema com a internet (mesmo que de dois fornecedores diferentes), o prazo para reparo costuma ser de um dia – enquanto que com um link dedicado, esse tempo de espera cai para duas horas”, argumenta Odirley.

Vale lembrar que há também a opção de envio de dados desse tipo via rádio, uma alternativa viável para algumas empresas de portaria remota.

  • A empresa oferece algum sistema de relatório de segurança do empreendimento?
  • As câmeras da empresa ficam responsáveis também pelo monitoramento das áreas comuns do condomínio?
  • Como são tratados idosos e portadores de necessidades especiais ao entrar e sair do condomínio?
  • O condomínio vai precisar de um gerador?
  • Em quanto tempo o condomínio deve recuperar seu investimento no serviço?
  • As atualizações do sistema são feitas de forma conjunta?
  • Quando houver alguma atualização, ela será feita com todo o sistema?

“Isso é um dos principais problemas hoje. Se o sistema não conversar ‘entre si’, fica difícil para o condomínio fazer com que os equipamentos tenham uma boa durabilidade. Por isso é fundamental contratar um parceiro que ofereça soluções de ponta-a-ponta”, explica Odirley.

Entrada e saída de outros, que não moradores

  • Quem atende os visitantes?
  • Como ficam os sistemas de entregas?
  • Quem recebe a correspondência?
  • Como é para funcionários dos moradores que não são domésticos, como um personal trainer, por exemplo?
  • Como funciona com os casos da imobiliária, se eu quiser colocar meu apartamento para alugar?

“Saber respeitar o regulamento interno de cada condomínio é uma necessidade que o fornecedor deve conseguir entregar. Não adianta oferecer uma ótima infraestrutura se o fornecedor não conseguir respeitar as regras de segurança do cliente. É importante que a portaria remota melhore as condições de segurança do local”, analisa Hugo Tisaka.

Também é importante que o prestador de serviço se adapte às regras do condomínio porque, muitas vezes, para alterá-las, são necessários dois terços dos moradores aprovando as mudanças em assembleia, o que, se sabe, pode ser uma tarefa bastante difícil.

Situações de emergência

  • Em caso de falta de energia, como funciona?
  • Como é o protocolo da empresa para situações como mais de doze horas sem energia no condomínio?
  • Como é o sistema de envio de dados?
  • O sistema funciona offline?
  • Se o portão quebrar de madrugada, qual é o protocolo da empresa?
  • Em quanto tempo a empresa deve mandar um funcionário para uma situação emergencial?
  • Como funciona se o morador perder tag, QRCode ou mesmo o celular?
  • Qual o protocolo para emergências médicas e incêndio, por exemplo?
  • Como funcionará o sistema de pânico para pedestres e pelos veículos?

“É importante fazer esse papel de ‘advogado do diabo’ e realmente tirar as dúvidas sobre esses momentos que geram tensão, principalmente o síndico. É para ele que os moradores irão reclamar quando algo der errado no sistema, principalmente se foi ele quem sugeriu a implantação”, argumenta o síndico profissional Nilton Savieto.

Além de tirar as dúvidas, esse tipo de dado deve constar no contrato com o fornecedor, evitando dores de cabeça futuras para o síndico.

Invasão ao condomínio

  • Caso alguém entrar logo atrás do meu carro?
  • Se alguém arrombar o portão gera algum alerta?
  • Em caso de eu estiver rendido dentro do carro?

“Saber que a empresa contratada tem planos já traçados para todo tipo de situação foi um dos diferenciais que me ajudou a fechar com o meu fornecedor”, explica o síndico profissional Luiz Jorge dos Santos, que demorou três meses para escolher pela empresa de portaria remota do empreendimento onde mora.

Ele acredita que tanta pesquisa tenha valido a pena: mais de 80% dos moradores do seu condomínio aprovaram a mudança que impactou positivamente nos custos e ainda elevou a sensação de segurança dos moradores

Infraestrutura do parceiro

  • Como é o controle de acesso na própria base?
  • As conversas entre morador e base são gravadas?
  • Quantos condomínios ele atende no país?
  • Como é o processo de recrutamento e seleção dos operadores?
  • A empresa conta com seguro de responsabilidade civil?

“Conhecer a infraestrutura do parceiro, saber se há uma tecnologia anti-arrombamento no local, como é o controle de acesso, etc. Também vale saber se os operadores trabalham em um local seguro e se são bem treinados e se contam com um boa reciclagem”, analisa Hugo Tisaka.

Isso é importante porque o prestador de serviços terá acesso a dados dos condôminos. Caso alguém mal intencionado tenha acesso a esses dados, o condomínio ficará com sua segurança fragilizada.

  • Quantos empreendimentos, geralmente, são atendidos por operador?
  • Caso o condomínio precise de um porteiro de madrugada, o mesmo é contratado da empresa ou é terceirizado?
    • Em quanto tempo esse colaborador deve chegar ao condomínio?

“É importante que esteja bem claro no contrato o tempo de resposta que a empresa deve dar, em quanto tempo o funcionário deve chegar, esse tipo de coisa”, explica Alexandre Paranhos.

Isso ajuda a evitar problemas como o portão ficar aberto de madrugada e não haver ninguém para cuidar do espaço durante uma madrugada, por exemplo.

  • A empresa também ficará responsável pela manutenção dos equipamentos do condomínio?
  • Em caso positivo, qual o plano de manutenção preventiva dos equipamentos?
  • A empresa tem conhecimento no setor de portaria remota ou é uma empresa de alarmes entrando no mercado?

“Cada vez mais, infelizmente, vemos empresas que não têm estrutura se aventurando no mercado. O preço pode ser bem melhor, mas o serviço não tem nenhuma comparação com quem trabalha com seriedade”, aponta Mauro Mandeltraub.

Por isso, deve-se frisar a importância de se comparar o serviço prestado entre as empresas, deixando o preço em segundo plano.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Espaço para pets promete diminuir problemas nos condomínios

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Um dos assuntos que causa mais briga entre os condôminos é o convívio com os animais de estimação. Para que os problemas sejam diminuídos e os cães e gatos possam viver pacificamente com os vizinhos, condomínios estão instalando áreas exclusivas, os “petcare”.

Mais da metade dos apartamentos no Brasil já possuem animais de estimação e 80% deles são cães de pequeno porte. Segundo o veterinário Gerson Madureira, os espaços devem ter cerca de 50 m² e ficar longe de áreas com muita movimentação. “Para que o animal possa realmente relaxar, brincar e ser cuidado com seriedade, isolamento e higiene são fundamentais”, afirma.

Maria Carolina Santos de Moraes já teve problemas com vizinhos do prédio, não vê a hora de ter um espaço como esse no condomínio. A vizinha do andar de baixo ficou incomodada com o barulho das patas do cachorro dela, um shitzu. “O espaço para pets facilitaria a minha vida. Talvez o meu cachorro não ficasse tão preso e agitado dentro do apartamento, já que não tenho muito tempo para levá-lo para passear todos os dias”, diz.

Com os animais relaxados e com um espaço para eles no condomínio, o convívio social ajuda muito. Madureira explica que como o bicho vai ver mais as pessoas, o estranhamento e os latidos diminuem consideravelmente. “É como acontece com as pessoas, cada vez que a convivência fica mais natural, menos problemas deverão aparecer”, explica.

Os “petcare” oferecem o espaço para o cão correr, local para a higiene, além de possuir piscina e local para relaxamento e exercícios. Muitos petshops já procuram esses espaços como forma de investimento.

Maria Carolina só vê vantagens em um espaço como esse e pensa em sugerir essa ideia na próxima assembleia do condomínio. “Um espaço como esse trará comodidade, praticidade, conforto e eu não teria mais desculpas para não levar meu cachorro ao petshop”.

Fonte: Condoworks

Caixa reduz para 50% financiamento de imóveis usados

Essa é a segunda vez no ano que o banco anuncia mudanças

Parece que o sonho de comprar a casa própria está cada vez mais difícil. Desde o último dia 25 de setembro, a Caixa reduziu de 70 para 50% o teto para financiamento de imóveis usadas para qualquer linha. Então, com essa mudança, se você quiser comprar um imóvel usado que custa R$ 300 mil, por exemplo, terá que desembolsar mais de R$ 60 mil de entrada pelo sistema SAC (onde as parcelas do financiamento são decrescentes).

Para que não lembra, essa é a segunda vez que a instituição restringe a linha de crédito para imóveis usados. Em agosto, o banco já havia reduzido de 80% para 70%.

 

financiamento imobiliário
(Foto: Shutterstock)

 

A nova regra vale para financiamentos feitos pelo sistema SAC (mais utilizado), no qual as parcelas do financiamento são decrescentes ao longo do tempo. Para o sistema Price, onde as parcelas permanecem iguais, o teto também caiu para 50%, antes era 60%.

Já para a compra de imóveis novos, o banco não fez nenhuma mudança. Em todas as linhas, o teto para financiamento se manteve de 80% se a opção for pelo sistema SAC ou de 70% se a opção for pelo sistema 70%.

O banco divulgou uma nota, onde anuncia que o financiamento de imóveis novos foi mantido, pois tem com o objetivo de “manter aquecida a indústria de construção civil do País, responsável por gera emprego e renda”.

 

financiamento imobiliário
(Foto: Shutterstock)

 

Vale relembrar, que são enquadrados no SFH (Sistema Financeiro de Habitação), os financiamentos de imóveis que custam até T% 95- mil nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, e de até R$ 800 mil para os demais estados.

No sistema SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), atende financiamentos de imóveis de mais de R$ 750 mil nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, e de mais de R$ 650 mil em outros estados do País.

A linha Pró-Cotista permite o financiamento de imóveis novos de até R$ 1,5 milhão em todo o Brasil, e de imóveis usados de até R$ 950 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, e de até R$ 800 mil nos demais estados até o fim de 2017, vale lembrar que essa linha está suspensa pelo banco até o ano que vem.

Já o programa Minha Casa Minha Vida, faz o financiamento de imóveis de até R$ 240 mil em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal para as famílias com renda de até R$ 6,5 mil por mês.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Checklist: saiba o que fazer após pegar as chaves de um novo imóvel

Com os próximos passos planejados sua mudança se tornará muito mais rápida

Pegar as chaves de um novo imóvel é sempre um momento muito aguardado. Não importa se ele foi comprado na planta (o que gera ainda mais ansiedade) ou usado, a vontade de entrar em definitivo no local é imensa.

Por isso, planejar o que fazer logo após a aquisição das chaves ajuda a otimizar o tempo de preparação da casa ou apartamento para que a mudança aconteça o mais rápido possível. Abaixo você confere a lista que o ZAP em Casa fez com os passos que você deve seguir antes de chamar o novo canto de lar.

Solicite a ligação da energia elétrica e a instalação do gás

 


(Foto: Shutterstock)

 

A primeira coisa a fazer é pedir na companhia elétrica da sua cidade que a energia da sua casa seja ligada ou religada no caso do imóvel já ter sido habitado. Se você estiver vivendo a segunda opção, também precisará comparecer em algum ponto de atendimento da companhia para passar a conta de luz para o seu nome. Lembre-se de dar prioridade a isso, pois caso haja reforma, os fornecedores precisarão de luz para trabalhar. A instalação do gás também é primordial, pois o aquecedor já deve estar instalado antes que os revestimentos e móveis planejados sejam colocados.

Crie um projeto de reforma e decoração


(Foto: Shutterstock)

 

É possível procurar os serviços de um arquiteto ou engenheiro mesmo antes de pegar as chaves, é só ter a planta do apartamento em mãos. Mas, caso você ainda não tenha passado por essa etapa, ela deve ser a primeira a receber sua atenção. Profissionais te ajudarão (e muito!) a planejar seu futuro lar, tanto no âmbito de espaço quanto no de orçamento, já que eles conseguem adequar o dinheiro que você tem disponível às possibilidades de mercado.

Priorize o que você precisa para mudar

 


(Foto: Shutterstock)

 

Você pode até ter um projeto completo feito para a sua casa, mas é importante saber que você não precisa ter ele finalizado para se mudar. Priorize a base do imóvel, isso é: piso, gesso, azulejos e revestimentos, pintura, bancadas da cozinha e dos banheiros, e parte elétrica e hidráulica. A seguir, pense nos itens indispensáveis para você conviver bem no local: armários da cozinha, cama, sofá – estes são pontos que você mesmo vai definir de acordo com o seu estilo de vida. Feito e comprado tudo isso, você pode dar atenção aos toques finais da decoração depois que se mudar.

Contrate fornecedores

 


(Foto: Shutterstock)

 

Nesta etapa você vai precisar ir atrás de todos os itens listados acima para a base do imóvel, assim como dos móveis planejados (se for o caso, pois muitas vezes imóveis usados já vêm com armários embutidos). A dica aqui é: pesquise incansavelmente. Muitos itens de reforma, como pisos e cerâmicas, por exemplo, podem variar até 150% de preço. Então, se a pedida é economizar, não se conforme com o primeiro orçamento que receber.

Contrate fornecedores e mão-de-obra

 


(Foto: Shutterstock)

 

Chegou uma das partes mais difíceis da sua pré-mudança: encontrar mão-de-obra de confiança. E para isso não há uma fórmula mágica, o segredo é procurar indicações de amigos e contratar o profissional com melhor recomendação que você puder. Muitas vezes, em condomínios novos, é fácil encontrar profissionais que estejam perto de acabar uma obra vizinha e dispostos a pegarem mais serviços no local. Depois que definir os contratados, lembre-se de comunicar a portaria, caso o seu imóvel seja em um condomínio, e deixar uma lista de pessoas autorizadas a entrarem na sua obra; essa é uma questão de segurança.

Providencie serviços essenciais


(Foto: Shutterstock)

 

Assim que a reforma for finalizada e a mudança feita, você pode começar a solicitar os serviços que precisará no dia a dia, como internet, telefone e tv a cabo. Se o seu imóvel estiver em um condomínio fechado, é provável que existam restrições quanto às empresas disponíveis no local, contate a portaria e se informe antes de solicitar o serviço.

Faça uma limpeza completa no local

 


(Foto: Shutterstock)

 

Se tem uma tarefa pesada na fase pré-mudança é a limpeza da casa pós-reforma. Portanto, organize um mutirão entre os familiares ou contrate uma empresa especializada, hoje em dia existem algumas companhia que enviam mais de uma profissional para fazer a limpeza doméstica por preços bem acessíveis. Por fim, com a casa limpinha e renovada, você estará pronto para curtir o novo lar.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Ibape/SP traz dicas para evitar acidentes em piscinas

Com o aumento da temperatura, as piscinas passam a ter mais utilização nos condomínios e merecem atenção em relação à inspeção dos seus itens e equipamentos

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Acidentes em piscinas são frequentemente veiculados na mídia, sendo certo que, em sua maioria, os sinistros guardam relação com instalações inadequadas e equipamentos comprometidos por falta de manutenção ou uso indevido. É obrigação do condomínio garantir a segurança de seus banhistas, por meio da segurança de suas instalações, da balneabilidade da água, do aspecto sanitário das instalações e do comportamento responsável e defensivo de seus usuários.

Em relação ao comportamento preventivo, o Ibape/SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias em Engenharia de São Paulo), recomenda que as informações aos banhistas devem ser dispostas em local e tamanho visíveis, inclusive com ilustrações compreensivas a analfabetos, contemplando advertências e orientações ao comportamento responsável e defensivo na piscina.

Segundo a Diretora do Ibape/SP e engenheira civil Rejane Saute Berezovsky, um dos cuidados da inspeção preventiva é em relação ao risco de sucção, que se dá pelo sistema de drenagem e tratamento da água do tanque, disposto abaixo da linha d’água, ofertando ao banhista o risco de enlace de cabelos, aprisionamento de membros do corpo, objetos e/ou joias, sob risco de morte. “Recomendamos o uso de tampas antiaprisionamento ou tampas não bloqueáveis, que cubram o dreno de fundo, como consta na cartilha de Inspeção Predial – equipamentos e espaços de lazer”, download gratuito http://www.ibape-sp.org.br.

RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA PARA CONDOMÍNIOS:

  • Salva-vidas identificado e trajado (podendo ser professores de natação), devendo ser treinado, credenciado e capacitado em resgate de vítimas, primeiro socorros e respiração artificial. Deve haver cadeira de observação, telefone acessível, boia de salvamento e equipamentos de pronto-atendimento.
  • Banheiros e vestiários (podendo ser externos e comuns a banhistas e pessoas de fora da área da piscina); corredor de banho e instalações de pronto-atendimento.
  • Dispor de operador de piscina habilitado, treinado em curso para tratamento de água, operação de equipamentos, segurança, manutenção e afins.
  • Quando o tanque estiver com uso suspenso (temporária ou definitivamente) deve dispor de lona, capa, redes ou similares, que assegurem a contenção de corpo, impedindo a imersão total no tanque e/ou sensores que informem a presença do corpo estranho na área interna do tanque. Não utilizar esses, quando tanque total ou parcial vazio. Neste caso, isole fisicamente e monitore a área.
  • Manter o nível e volume de água dos reservatórios, conforme projeto.
  • Não utilizar bronzeadores, já que eles ficam impregnados nas paredes e bordas da piscina e alteram a qualidade da água.
  • Verificar e manter o pH da água conforme recomendação do manual, evitando assim o surgimento de algas, fungos e bactérias.
  • Manter o adequado tratamento da água, de forma a preservar a qualidade e evitar o desperdício com a troca de água.
  • Não utilizar produtos químicos que possam causar manchas no revestimento, no rejuntamento e danificar tubulações e equipamentos. Consulte sempre o manual.
  • Orientar os usuários a não jogar resíduos ou partículas que possam danificar ou entupir o sistema de drenagem/filtragem.

“O recomendável é procurar um profissional habilitado para executar uma inspeção predial e apontar as medidas necessárias em cada local do condomínio. E após essa medida, o gestor condominial precisa estar atento a todos os quesitos citados e realização da manutenção contínua”, declara a engenheira Rejane Berezovsky.

A cartilha gratuita e pode ser adquirida em no site do IBAPE

Fonte:https://www.sindiconet.com.br

Cartilha de prevenção à Dengue

Orientações para o síndico, funcionários e moradores

Orientações para o síndico, funcionários e moradores

Condomínios são locais muito propícios para a proliferação da dengue, por dois motivos: grande concentração de pessoas e diversidade de locais onde o mosquito transmissor da doença, Aedes Aegypti, pode se reproduzir. Segundo dados da FUNASA (Fundação Nacional de Saúde), 90% dos focos da dengue estão nas residências (incluindo prédios).

Por isso, uma ação para erradicar locais que concentrem água parada no seu condomínio poderá ser muito efetiva para proteger a comunidade local. Além disso, contribuirá de um modo geral para conter a expansão da doença.

Cuidados necessários nas áreas comuns dos condomínios

  • Ralos externos e canaletas de drenagens para água da chuvas: usar tela de nylon para proteção ou colocar sal semanalmente.
  • Ralos internos de esgoto: colocar tampa abre-e-fecha ou tela de nylon (trama de um milímetro) ou, ainda, duas colheres de sopa de sal, no mínimo, semanalmente.
  • Lajes e marquises: manter o escoamento de água desobstruído e sem depressões que permitam acúmulo de água, eliminando eventuais poças após cada chuva.
  • Calhas: manter sempre limpas e sem pontos de acúmulo de água.
  • Fossos de elevador: verificar semanalmente se existe acúmulo de água, providenciando o escoamento por bombeamento.
  • Vasos sanitários sem uso diário: manter sempre tampados, acionando a descarga e semanalmente; caso não possuam tampa, vedar com saco plástico aderido com fita adesiva. Não sendo possível a vedação, acionar a válvula semanalmente, adicionando a seguir duas colheres de sopa de sal.
  • Caixas de descarga sem tampa e sem uso diário: tampar com filme plástico ou saco plástico aderido com fita adesiva.
  • Pratos e pingadeiras de vasos de plantas: substituir a água por areia grossa no prato ou pingadeira, até a borda.
  • Caixas d´água: mantê-las vedadas (sem frestas), providenciando a sua limpeza periodicamente.
  • Piscinas em período de uso: efetuar o tratamento adequado com cloro.
  • Piscinas sem uso freqüente: reduzir o máximo possível o volume de água e aplicar, semanalmente, cloro na dosagem adequada ao volume de água.
  • Recipientes descartáveis: acondicionar em sacos de lixo e disponibilizá-los para coleta rotineira da limpeza pública.
  • Bromélias: substitua por outro tipo de planta que não acumule água. Enquanto esta providência for adotada, regar abundantemente com mangueira sob pressão, duas vezes por semana.
Com estas medidas simples, o seu condomínio estará protegendo a saúde dos funcionários e moradores, contribuindo para o controle de dengue em seu município.
Ressalta-se que, em muitos municípios, a Vigilância Sanitária tem efetuado vistoria nos condomínios, com possibilidade de aplicação de multas quando observadas irregularidades que possiblitem a proliferação do mosquito transmissor.

A transmissão

  • A transmissão se dá pela picada do mosquito Aedes aegypti, que ficou infectado porque picou uma pessoa doente.
  • Não há transmissão pelo contato direto de uma pessoa doente para uma pessoa sadia.
  • Também não há transmissão pela água, por alimentos ou por quaisquer objetos.
  • Os ovos são depositados pela fêmeas na superfície da água, e aderem à parede interna dos recipientes.

A doença

  • Início súbito com febre intensa, dor de cabeça, dores fortes nos olhos e em toda a musculatura, nos ossos e nas juntas; podem surgir erupções na pele.
  • As formas mais graves da doença são as formas hemorrágicas: podem ocasionar sangramento pelas gengivas, pele e intestino, choque e morte.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/; Funasa

Como escolher as louças ideais para o banheiro

Existem inúmeras opções de pia e vaso sanitário no mercado e são muitas as variáveis para eleger o modelo perfeito. Confira

As louças sanitárias passaram por um processo de evolução com o passar dos anos. O banheiro se tornou um espaço nobre e de relaxamento e, por conta disso, o conforto fez parte dessa mudança nas características das louças. Outra questão que pesa é a inserção de novas tecnologias, principalmente em um mundo que preza cada vez mais pela sustentabilidade e economia de água. Hoje existe no mercado uma infinidade de opções de vasos e pias e é preciso ter cuidado e atenção para acertar na escolha e deixar o banheiro bonito, moderno e prático, levando em consideração a parte estética e também o orçamento.

Para a arquiteta Renata Furtado, o conforto é, sem dúvida, um dos fatores que levaram à evolução dos produtos, já que o banheiro se tornou um espaço de relaxamento. “Pode-se observar hoje desde a presença de aparelhos eletrônicos até de locais para se maquiar, por exemplo. Isso mostra que as pessoas estão passando mais tempo neste ambiente”, afirma. Outra questão é que, com os novos e muitas opções de modelos de pias e vasos, o banheiro acaba de tornando um espaço mais nobre. “Como exemplo, atualmente temos os banheiros para visita, que são os lavabos”, acrescenta. Além disso, ela ressalta a preocupação com a sustentabilidade. “Isso faz com que os fabricantes invistam em tecnologia e pequisa voltados para a redução do consumo de água”, completa.

 


(Foto: Shutterstock)

 

A primeira questão a se pensar na hora de escolher o modelo que vai usar é o espaço disponível no banheiro. Ou seja, é bom ter o espaço disponível em um projeto na hora de ir na loja decidir, afinal de contas, são muitas as opções. “Cuba e bacia devem aliar beleza, conforto e funcionalidade, mas de nada adianta ter tudo isso senão forem de tamanho apropriado ao banheiro”, garante Renata Furtado. Alguns critérios devem ser levados em consideração na hora de escolher. “O ideal é que o vaso não seja visto por quem estiver do lado de fora e que restem pelo menos 20 centímetros livres em cada uma de suas laterais. Já em relação ao tamanho da pia, é importante que a peça não deva ocupar mais que a metade da extensão da bancada”, explica a arquiteta.

Modelos

Outra decisão importante é na hora de escolher qual modelo comprar. E tanto a pia quanto o vaso sanitário têm uma infinidade de modelos disponíveis no mercado, mas é preciso prestar atenção não apenas na parte estética. Para as bacias, além de tamanhos e formatos, há uma decisão importante a ser tomada. Existem dois tipos de vasos, a convencional e a de caixa acoplada. “A convencional possui o sistema de descarga isolado, com uma válvula na parede, enquanto a acoplada tem a caixa ligada à louça”, diferencia Renata Furtado.

 


(Foto: Shutterstock)

 

A questão que pesa entre os dois tipos de bacias é a sustentabilidade. A caixa acoplada é mais cara, porém ela garante mais economia de água. “As peças com caixa acoplada são mais caras, porém o custo final, incluindo a colocação, compensa. Isso acontece porque o vaso comum requer instalação especializada para fazer a ligação com a descarga. Já as convencionais só precisam ser vedadas e conectadas à entrada de água e à saída de esgoto. Porém a primeira tem vazão de água limitada, ao contrário da válvula, que libera água abundantemente enquanto o mecanismo é pressionado”, diz a arquiteta. Vale ressaltar que, antes de tudo, também é bom analisar o tipo de encanamento. Em imóveis mais antigos, é comum conter o mecanismo acionado por válvula na parede e é preciso fazer uma substituição no sistema de encanamento caso a decisão seja por uma caixa acoplada.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Quanto às pias, também são muitas as opções e o espaço disponível no banheiro pode ser fator determinante, principalmente para ambientes pequenos. “O modelo mais comum é o de coluna, destinado a projetos sem bancada. O lavatório em si ocupa pouca área e tem baixo custo de compra e instalação. Há também lavatórios que ficam apoiados apenas em abraçadeiras, dispensando essas peças”, contextualiza Renata. Já para quem optar por bancada, vai precisar escolher entre quatro modelos de cubas. “De embutir, colada por baixo do tampo; de apoio, que fica sobre a bancada; de semiencaixe, que tem uma parte acima do tampo e outra pendurada; e de sobrepor, fixada sobre um rasgo na bancada e exibe uma borda como acabamento”, acrescenta. Mas a arquiteta ressalta que, de uma forma geral, as mais usadas são as de embutir porque são as mais baratas, mas que as demais estão caindo no gosto de quem deseja ter um visual mais moderno.

Harmonia

É importante frisar que as cubas e os vasos não precisam ser da mesma linha, mas elas devem formar uma composição harmoniosa. Para isso, é preciso ficar atento às cores também. “Com relação ao maior uso recai sobre o branco, seguido por bege e cinza. As marcas têm apostado também no preto. Além desse tom, acabamentos especiais, como o grafite, ganham adeptos”, enumera Renata Furtado. Porém ela faz uma ressalva para a questão da economia, caso o orçamento seja mais apertado. “Uma bacia de cor preta pode custar até 15% mais que outra de cor neutra”, complementa. Ainda existe a possibilidade de ousar. “É possível misturar louça branca e preta, desde que fique dentro da proposta de cores do conjunto. O que não se deve é usar duas peças com tonalidades diferentes de branco, por exemplo”, reforça.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Manutenção

Outra preocupação se deve à limpeza e manutenção das louças do banheiro. “A limpeza e manutenção nos modelos esmaltados são fáceis pois a sujeira não gruda nesses, o que simplifica o processo, realizado com pano e esponja macios, detergentes e desinfetantes”, esclarece. Atenção porque não se aconselha o uso de materiais abrasivos, como ácidos e palha de aço, que podem danificar o produto. “Se a peça for bem instalada e cuidada, a durabilidade é muito significativa. Existem louças com mais de 50 anos em perfeita condição de uso”, conclui a arquiteta Renata Furtado.

 

 


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Cuidados na hora de fazer obras em apartamentos amenizam transtornos

Normas estabelecidas por condomínios e legislação precisam ser respeitadas

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A aposentada Norma Tomassini, de 79 anos, criou um novo hábito recentemente. Quando não tem tarefas para fazer na rua, ela desce até a portaria e fica fazendo palavras cruzadas. A atividade, entretanto, não é um agradável passatempo. Dona Norma está fugindo do barulho de duas obras que tiraram seu sossego há aproximadamente um mês.

— Estou vivendo um inferno — resume ela, que mora em um prédio de nove andares e tem uma obra no piso inferior e outra no mesmo que o dela. — Em alguns dias, tive a sensação de que o prédio viria abaixo. Parecia o barulho de trabalhadores quebrando asfalto na rua.

Histórias como a da moradora revelam um ponto sensível na maioria dos condomínios. Afinal, o barulho e a sujeira causados por uma obra são capazes de deixar qualquer santo com os nervos à flor da pele. Essas intervenções são inevitáveis, mas algumas ações podem amenizar os incômodos.

No caso de dona Norma, o que mais irrita é a falta de comunicação e cordialidade por parte dos responsáveis. Ela afirma que não foi informada sobre cronogramas e ações e, em um dos apartamentos, não foi bem recebida ao tentar dialogar.

PORTAS ABERTAS

É por isso que o arquiteto Chico Viana é entusiasta da política da boa vizinhança. Segundo ele, esse é o principal caminho para evitar bate-boca no condomínio.

— Certa vez, um vizinho estava reclamando e o convidei para conhecer a obra. Feito isso, ele ficou mais tranquilo, porque entendeu tudo o que estava acontecendo — conta ele.

E esse comportamento, segundo Viana, precisa vir acompanhado de concessões dos dois lados. Ele ilustra isso com outra história pessoal:

— Fazíamos a reforma de um apartamento no andar superior ao de um casal que tinha um bebê. Então, combinamos que não faríamos barulho enquanto ele estivesse dormindo e estabelecemos horários para isso.

O arquiteto também lista uma série de cuidados de ordem prática capazes de diminuir os transtornos. Segundo ele, os próprios condomínios costumam estabelecer normas com esta finalidade, que devem ser respeitadas. Na Zona Sul do Rio, por exemplo, quase todos os prédios já proíbem o uso de marteletes (martelos elétricos que servem para romper concreto e cerâmica).

AÇÕES PRÁTICAS

Outro cuidado recomendado por Viana é evitar o corte de materiais dentro do apartamento, como peças de mármore.

— O ideal é tirar as medidas e fazer apenas a instalação no local. Isso evita barulho e poeira — recomenda ele.

A poeira, aliás, também pode ser amenizada de outras maneiras. Obviamente não se pode vedar todo o local de obra, porque isso poria em risco a saúde dos trabalhadores. Mas, quando possível, janelas e saídas que dão para as áreas de circulação podem ser fechadas. Já os vãos embaixo das portas devem ser tapados com uma flanela úmida.

— Se a sujeira chega até as áreas de circulação, também é importante ter um servente fazendo a limpeza rotineiramente — acrescenta Viana.

O engenheiro mecânico David Gurevitz acrescenta que os cuidados também devem levar em consideração os transtornos que podem aparecer após a conclusão da reforma. Neste caso, cabe ao proprietário o cuidado com os profissionais contratados.

— Sempre devem ser pessoas idôneas. Caso contrário, corre-se o risco de prejudicar instalações como as redes elétricas e hidráulicas, afetando outros apartamentos. Quando isso acontece, novas intervenções são necessárias, causando ainda mais dor de cabeça aos vizinhos — alerta o engenheiro.

Os impactos físicos na vizinhança estão sempre no radar da aqruiteta Luciana Machado.

— Não podemos deixar nenhum cuidado de lado. Os problemas aparecem e resolvemos o mais rápido possível. Se uma parede de vizinho aparece trincada, vamos lá e arrumamos. Se o gesso trinca, vamos lá e reparamos. Minha equipe ajuda bastante. São todos muito solícitos em resolver os problemas — garante ela.

O arquiteto Mario Glasberg também defende que, na hora de fazer uma obra, comunicar com clareza deve ser prioridade.

— Sempre agi assim e nunca tive rejeição. Também cuido da limpeza do local e faço uma combinação prévia com síndicos e porteiros sobre o descarte de resíduos. Além disso, providencio a proteção do elevador para o transporte de materiais — lista o arquiteto.

Mas nem todos adotam essas condutas. Segundo o advogado Arnon Velmovistky, especializado em direito imobiliário, sujeira nas áreas comuns e obras sem autorização legal são os problemas mais recorrentes.

O advogado pondera que dificilmente uma intervenção não causará incômodos. Mas existem limites para isso.

— Os prédios devem criar regulamentos, tais como responsabilizar o proprietário pela limpeza diária das partes externas afetadas, o horário de entrada de materiais, para não sobrecarregar o elevador o dia inteiro, e a proibição de depósito de material nas áreas comuns — aconselha o advogado.

Há também restrições na legislação, como a Lei do Silêncio, que estipula os limites máximos de ruídos produzidos, mesmo em horário diurno. Em caso de desrespeito, a vítima pode registrar boletim de ocorrência na delegacia policial ou ligar para o 190.

— É possível também entrar com uma ação de obrigação de não fazer, quando a situação se apresentar de forma continuada — finaliza Velmovistky.

Algumas regras:

Entulhos. O regimento interno regula o assunto, mas também pode-se aplicar o Código Civil. O artigo 1336, inciso IV, estabelece que os condôminos devem dar às “suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes”.

Fachada. O Código Civil também prevê como dever do condômino “não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas”. A mesma regra se aplica em intervenções que visam a anexar a varanda na sala para construir apenas um ambiente.

Remoção de pilastras. Depende da contratação de um engenheiro calculista, que apresente o cálculo estrutural ao condomínio.

Horários. Todas as ações, como atuação de profissionais e recebimento de materiais de construção, devem respeitar o que diz o regulamento interno de cada prédio residencial.

Fonte: Arnon Velmovistky, advogado especialista em mercado imobiliário, O Globo

Melhores atividades ao ar livre para aproveitar o início da primavera

Estamos no início da primavera! Por isso separamos para você algumas opções de atividades para se realizar ao ar livre próximo a sua residência.

A primavera é conhecida como a estação das flores, na qual as atividades ao ar livre são muito bem-vindas, já que a temperatura é na maioria das vezes um meio termo perfeito. Aproveitar essa estação em parques e praças é sinônimo de descanso e tranquilidade.

Lugares como a Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, são perfeitos para realizar um piquenique, fazer uma caminhada, andar de bicicleta, ou apenas passear e bater um papo com amigos.

Construída ainda na época da fundação da capital mineira, a praça é ponto de encontro dos moradores de bairros – como o Funcionários –, além de ser conhecida pelo clima familiar e harmônico presentes nas residências e condomínios do entorno. O Legacy, empreendimento da Somattos, é o mais novo deles.

E para aproveitar ao máximo nesse início da primavera, confira algumas dicas de atividades e lazer no entorno do seu lar, para serem realizadas sem gastar muito ou nada:

Praticando exercícios

Para tirar toda a preguiça presente ao longo do inverno, aproveite o tempo agradável que a primavera proporciona para praticar exercícios e manter-se em forma e de bem com a sua saúde. Boas opções são andar de bicicleta pelo quarteirão, dar algumas voltas em algum parque ou praça mais próximos, meditar debaixo de uma árvore, e terminar dando um mergulho na piscina do condomínio ou utilizando a academia.

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Conhecendo a natureza ao redor

Ver a diversidade de plantas e flores que nascem nessa estação é muito importante para entender mais sobre o assunto. Começar a cultivar plantas e flores, seja na primavera ou em todas as outras estações, nos faz ter sempre um pouco de verde por perto, o que é bastante benéfico para a saúde.

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Momentos em família

Com a correria do dia-a-dia nem sempre é possível saber com detalhes o que aconteceu ao longo da semana daqueles que vivem conosco. Por isso, reservar um tempo para sair, aproveitar o ar puro, fazer um piquenique, ou apenas caminhar com os filhos para tomar um sorvete, é essencial para sair da mesmice e estar sempre próximos daqueles que amamos.

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Lazer e cultura

Se o assunto é aproveitar atividades ao ar livre, museus, cafés e espaços de cultura são apostas certeiras. Na região ao entorno da Praça da Liberdade desde 2010, existe o Circuito Cultural da Praça da Liberdade. O projeto abriga em prédios e edifícios históricos de Belo Horizonte 15 instituições que mapeiam diferentes aspectos do universo cultural e artístico.

Além de aproveitar esses ambientes, sozinho ou em boa companhia, o conhecimento de novas culturas, costumes e história são garantidos nesse passeio.

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Gostou das dicas? Então coloque uma roupa confortável, pegue seu óculos de sol e aproveite o melhor do início da primavera!

* Fundada em 1976, a Somattos Engenharia atua no mercado imobiliário de Belo Horizonte, desenvolvendo soluções de engenharia com qualidade e eficiência, proporcionando satisfação e qualidade de vida aos seus clientes.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Sistema “pay per use” tem virado tendência em condomínios: Veja como funciona.

Consiste em oferecer serviços como limpeza e arrumação que só serão cobrados mediante a contratação dos mesmos.

Além do preço do imóvel, um dos critérios levados em conta na hora de comprar ou alugar um apartamento é a comodidade proporcionada pelo condomínio. E é cada vez mais comum que novos empreendimentos sejam lançados com diversos serviços de lazer e conveniência aos moradores. Desde um espaço para meditação até salão de jogos, cabe tudo (ou quase) nos condomínios modernos. A comodidade proporcionada pela vida em condomínio parece não ter limites. Agora, além de todos os benefícios tradicionais, a novidade é o serviço ‘’pay per use’’ (pague pelo uso).

Para facilitar a vida dos moradores, diversos condomínios passaram a adotar esse sistema com os mais variados serviços: limpeza e arrumação, recreação infantil, serviços de pet shop, lava car e personal trainer são alguns deles. A vantagem desse tipo de oferta é a possibilidade de pagamento apenas por quem utilizar, não onerando o condomínio como um todo.

Segundo a Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínos), a redução dos preços pode chegar até 5%, em média, em relação aos valores praticados no mercado. Dependendo do tamanho do empreendimento, caso feche pacotes com muitos moradores, por exemplo, esse tipo de prestação de serviço pode ser ainda mais vantajoso.

Porém, antes de colocar em prática o sistema, o assunto deve ser aprovado em assembleia e inserido na convenção do condomínio, como qualquer outra matéria. O responsável legal pela contratação da empresa, ou do profissional que irá passar a ofertar os serviços, bem como a forma de pagamento são de responsabilidades do síndico, assunto que também deve ser debatido em reunião.

Caso haja insatisfação com os serviços prestados pela empresa, o morador precisa informar o síndico e relatar o ocorrido. Até mesmo por isso, edifícios que utilizam do sistema “pague para usar” tem optado por criar um site para esse fim. No sistema, é possível organizar o agendamento de horários, a descrição dos serviços, e as sugestões e reclamações podem ser feitas de maneira rápida e segura.

Mais que um modismo passageiro, ao aliar comodidade e praticidade, o sistema “pay per use” parece ter vindo para ficar. E com ele, o fim da desculpa pela falta de tempo.

Por: Guilherme de Paula Pires

Fonte: http://www.vivaocondominio.com.br/

Como remover tinta de pichação em muros de casas e comércios

Teve o seu muro pichado com tinta spray? Confira algumas dicas para recuperar a parede e remover tinta de pichação 

Nas grandes cidades ou até mesmo em municípios pequenos, encontramos uma porção de casas e comércios pichados. Esse gênero de escritura é feito com tinta spray, o que a torna impossível de ser removida apenas com água e sabão.

Sabemos que uma fachada limpa e bonita transmite credibilidade para os clientes de comércio, pois é o cartão de visitas da loja. É essencial manter tudo sempre em ordem livrando-se das eventuais pichações, já que, infelizmente não se pode impedi-las. Alguns acabamentos como pastilhas e cerâmicas são mais fáceis de limpar e podem ser uma boa opção na hora de revestir a fachada, já que ficam bonitas e facilitam a remoção da tinta. No caso das casas residenciais, uma opção é revestir os muros com plantas rasteiras, inibindo a atividade dos pichadores.

Nas superfícies de concreto, uma das alternativas mais comuns para se livrar das pichações é a pintura com tinta que cubra todas as manchas, pois o custo é mais baixo comparado com outros processos de remoção. Algumas pichações podem ser removidas apenas lixando a área desejada, mas isso não tira a necessidade de cobrir com tinta.

Porém, alguns tipos de muro não podem ser cobertos com tinta, como por exemplo, os revestidos em pedra. Para remover tinta de pichação nesses casos é recomendada a utilização de um solvente em pasta feito para a remoção de tintas em spray. O ideal é que se aplique o produto com um pincel e deixe agir por um tempo antes de tirá-lo com o auxílio de um lava-jato.

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Uma opção mais fácil ainda é o spray removedor com solvente orgânico à base de água. Essa mistura consegue remover a tinta sem agredir a superfície original, além de ser ecológico e funcionar em madeira, mármore, pedras e outros.

Independentemente da opção escolhida, é preciso que se use alguns equipamentos de segurança para evitar o contato e inalação do solvente durante a remoção da tinta. É indicada a utilização de máscara, luva e óculos protetores para que não seja atingido por respingos.

Há também no mercado um produto conhecido como Antigraf, que é uma tinta que funciona como uma proteção contra as pichações. Além disso, a criação de Francisco Rodrigues de Lira e Hildebrand Lucas Santos, ambos químicos de São Paulo, possui propriedades anti-impregnantes, fungos, chamas e resistência a dias de sol e chuva extremos. A tinta vem em diversas cores e também tem a versão verniz transparente e pode ser aplicada em argamassa, tijolo, concreto, metais, madeira, e diversas outras superfícies.

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Se apesar das opções você preferir algum método realizado diretamente por profissionais, é possível contratar uma empresa que faça lavagens à pressão. As empresas especializadas nesse tipo de atividade possuem equipamentos próprios para essa situação e utilizam uma combinação de água com agentes químicos solventes para fazer essa limpeza.

Gostou das dicas? Se você já precisou remover pichações ou conhece alguém que tenha sofrido com isso, apresente essas opções e veja qual atende melhor às necessidades. São opções fáceis de encontrar no mercado, com preços variados e que podem ser resolvidos com ou sem a ajuda de um profissional. Divulgue!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Gestão de condomínio comercial exige preparo

Síndico do mês dá dicas de administração e conta como implementou benfeitorias de grande porte

Marcelo Sicoli tem 37, é formado em relações internacionais. Ele também é consultor e corretor de imóveis. Atualmente, é o síndico do maior condomínio comercial do bairro Sudoeste, de Brasília.

Exercendo a função de síndico há cinco anos, Marcelo conta como ser consultor da área médico-hospitalar o ajuda a gerir o empreendimento que conta com 139 salas, com valor médio da taxa condominial de R$ 850.

“Conhecendo a fundo as necessidades dos profissionais que têm suas unidades aqui, fica muito fácil oferecer uma boa gestão”, conta o síndico, que já foi reeleito quatro vezes.

Administrando um condomínio comercial

Cuidar de um condomínio com esse perfil demanda conhecimentos específicos, que não passaram batido por Marcelo.

“Em 2012, quando comecei a me interessar pela área de condomínios, mesmo, fui fazer um curso de formação de síndicos. Desde então nunca mais parei. Aqui em Brasília, hoje, temos muitos cursos, eventos e workshops voltados para esse público”, relembra o gestor.

Atualmente, aliás, Marcelo não apenas assiste aos cursos como também os ministra.

Para ele, a figura do síndico em um empreendimento com esse perfil, mudou bastante nos últimos anos.

“Agora, vejo que os condôminos sabem a diferença que pode fazer ter um bom síndico, alguém que realmente entenda não apenas da gestão do condomínio, mas também das atividades praticadas pelas empresas lá dentro. Eles também entendem que um síndico pouco capacitado pode impactar diretamente em seus negócios”, argumenta ele.

Benfeitorias e obras de grande porte

Grupo Gerador

Justamente por entender as demandas de consultórios, clínicas de estética e profissionais afins é que Marcelo capitaneou o projeto de instalação de um grupo gerador para o condomínio.

“O equipamento atente a 100% das unidades do condomínio e teve um custo de cerca de R$ 300 mil”, enumera o síndico.

Para pagar essa melhoria, o condomínio tinha em caixa cerca de R$ 150 mil. O restante foi parcelado em quatro vezes pelos condôminos.

Troca de cobertura

Porém, a obra que Marcelo acredita ser a principal da sua gestão foi a troca de uma estrutura do condomínio – uma cobertura de cerca de 920 m ².

“Trocamos o todo policarbonato e vigas de sustentação do pátio central que já estavam com mais de 13 anos, por uma estrutura de lona tensionada, que melhorou a iluminação natural, a circulação de ar e o conforto acústico”.

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A benfeitoria custou R$ 700 mil – incluindo, nesse valor, o projeto de arquitetura, demolição da antiga estrutura e iluminação – e gerou também economia de energia, já que o uso de ar condicionado foi diminuído no local.

O valor da obra foi dividido em 17 vezes pelos moradores, e envolveu fornecedores de Brasília para a remoção da antiga estrutura, de Belo Horizonte para a instalação da nova, e demorou quatro meses para ser finalizado.

A gestão da obra também teve foco em sustentabilidade: as sete toneladas de metal removidos foram encaminhados para reciclagem. A lona foi encaminhada para artesões locais, ao invés de ser incinerada, e se transformou em bolsas para os condôminos.

“Fizemos uma obra enorme em nossa área comum com as unidades em pleno funcionamento. Tivemos que ter muito cuidado para que o incômodo fosse o mínimo possível para todos, tanto condôminos quanto visitantes”, explica Marcelo.

O gestor fez até um minidocumentário no Youtube sobre a obra, que você pode conferir aqui.

Devido ao grande empenho em boas práticas durante a demolição da antiga estrutura, o condomínio está concorrendo no “Demolition Summit”, uma premiação mundial da área de construção civil, na categoria “Reciclagem e Meio Ambiente”, com outras três grandes obras ao redor do globo. O ganhador será revelado em Londres, no mês de novembro.

Gestão condominial com visão de longo prazo

Para o síndico, ter uma visão de longo prazo não apenas da gestão, mas das melhorias pelas quais a edificação deve passar, é fundamental.

“O escritório de arquitetura que contratamos ofereceu não apenas uma solução técnica para o nosso problema, como um plano de revitalização para o condomínio. Ou seja: mesmo que eu não seja mais síndico, o empreendimento já tem um plano para seguir”, assegura ele.

Outro objetivo do síndico, dessa vez a médio prazo, é resolver na Justiça um problema com a construtora do condomínio, que foi entregue em 2004.

“Temos cerca de 150 vagas de garagem paradas devido a um litígio com a construtora do condomínio”, conta Marcelo.

O plano do gestor é resolver o problema o mais breve possível para poder disponibilizar as vagas para os condôminos e seus clientes, e assim, ter mais uma fonte de renda para o condomínio.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Como reutilizar caixotes de madeira na decoração

Você sabe como reutilizar caixotes de madeira na sua decoração? Que tal algumas dicas? Confira o que você pode fazer em casa mesmo e gastando pouco!

Caixotes de madeira são objetos que permitem a criação de vários acessórios decorativos. O melhor de tudo é que são práticos e dá para fazer tudo em casa, sem precisar desembolsar muito dinheiro. As possibilidades são infinitas e podem ser adaptadas para usar no quarto, cozinha, área externa, entre outros. Basta colocar a criatividade em ação e fazer tudo do jeito que você gosta e com bastante personalidade.

Separamos algumas dicas superlegais para você tentar em casa e colocamos algumas referências para inspirar, confira:

1 – Suporte para plantas – uma excelente opção para a área externa

Essa composição é simples, moderna e muito bonita. Para fazer você vai precisar de 3 caixotes de mesmo tamanho, pés de apoio e algo para fixar tudo isso. De preferência cola para madeira e parafusos.
Com os caixotes bem limpos e lixados para caprichar no acabamento e fazer a cola fixar melhor, comece juntando um no outro, deixando-os bem alinhados e retos. Feito isso, você pode utilizar parafusos grandes para fixar as pernas de apoio e manter tudo em pé. Está pronto! Um suporte de plantas novinho para deixar os seus vasos organizados. Se desejar, você pode pintar tudo com a cor de sua preferência com tinta para madeira ou spray.

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2 – Estante para livros – para salas amplas de leitores vorazes

Nada como um espaço para deixar suas coisas organizadas e evitar a bagunça que se forma no ambiente, certo? Essa referência é ideal para quem tem muitos livros e discos e precisa de um canto para deixar tudo em ordem. Nessa ideia o fundo dos caixotes de madeira foi removido deixando a peça com aparência de nicho. Foram colados uns sobre os outros e pintados de branco para obter um acabamento leve e sóbrio, deixando as cores para os acessórios que estão na estante. Vale a ideia para criar opções menores para quartos ou até prateleiras de cozinha.

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3 – Fruteira com rodinhas – da cozinha para onde você quiser

Mais uma dica que precisa de apenas 3 caixotes e criatividade para fabricar em casa um móvel super usável e bonito. Essa opção é prática e muito útil, além de manter o clima de feira livre que tem tudo a ver com as frutas.

Você pode encontrar os rodízios para móveis em lojas de materiais para construção ou até mesmo pela internet, com milímetros variados de acordo com o peso que você precisa suportar. Para fixar, utilize parafusos. A pintura da peça novamente é opcional.

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4 – Mesa de centro para sala – um clássico de cara nova

Com ou sem tampo de vidro, a mesa de centro de caixotes fica super estilosa e dá um ar mais natural para a sala. Esse tipo de pintura em verniz amarronzado reforça a aparência de madeira, deixando tudo ainda mais charmoso. Para essa peça, foram usados 4 caixotes pregados entre eles deixando a abertura para o lado de fora do móvel, onde podem ser guardados itens e acessórios decorativos. Ao centro, é possível preencher o espaço com pedras e algum vaso de planta bem bonito para dar mais leveza.

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5 – Criado mudo – caixotes combinam com quarto também

Essa ideia é pura inspiração, pois até a armação da cama reaproveitou pallets para criar um móvel mais moderno. A ideia dos caixotes aqui é servir como criado mudo, permitindo o apoio de abajures, livros de cabeceira, relógios ou até mesmo um vaso de plantas ou garrafa com água. Vale tudo o que a sua criatividade mandar e fica legal com ou sem pintura também.

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Gostou das dicas? Você pode pedir alguns caixotes usados na feira livre mais próxima da sua casa e criar algo novo para decorar sua casa.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Quanto custa morar em condomínio?

Os condomínios paulistanos devem arrecadar em 2018 cerca de R$ 8,5 bilhões. Isso é mais do que a arrecadação de importantes cidades brasileiras como Salvador e Fortaleza e chega perto do orçamento  anual de Curitiba, por exemplo. São 160 mil empregos diretos gerados e mais ou menos outros 100 mil indiretos. Uma fatia importante da economia que faz parte do orçamento mensal de aproximadamente 1,5 milhões de famílias.

Os números são tão grandiosos quanto as questões administrativas a serem superadas. Condomínios envelhecem e precisam de manutenção preventiva e corretiva, são empregadores e como tal estão sujeitos ao cumprimento integral da legislação trabalhista, têm o rigor de retenção tributária de grandes empresas na contratação de serviços  e imploram por mecanismos inovadores de gestão para viabilizar esta complicada equação.

Empreendimentos que foram a febre nas décadas de 60 e 70 em bairros super nobres e com número reduzido de unidades têm hoje um grande desafio para as gerações que os herdaram: conviver com uma cota condominial muito alta, sem grande opções de serviços e convivência na área comum. São Paulo ainda é uma cidade com predominância absoluta de condomínios com baixo número de unidades, 73% dos empreendimentos têm até 70 apartamentos – veja abaixo. Como fazer a conta fechar sendo o condomínio uma despesa com origem em um serviço recorrente e contínuo?

O que é fundamental para determinar o valor do condomínio é o número de apartamentos, casas ou escritórios que o compõem. Quanto mais apartamentos menor o valor que cada um paga. Quanto maior a exclusividade, maior o valor também. É importante saber que o condomínio é um serviço: com ele você paga pela segurança, limpeza, transporte, iluminação, manutenção e conservação das áreas comuns.

Antes de achar que condomínio é um aluguel eterno ou uma obrigação sem qualquer  retorno percebido, comece a prestar atenção como o dinheiro que você paga é empregado. Você vai perceber que, mesmo nos condomínios mais simples, há uma estrutura planejada para que você possa ter qualidade de vida, segurança e a manutenção do seu patrimônio. Se as crianças podem brincar tranquilas no playground é porque ele está conservado, você pode fazer festa nas áreas comuns, os convidados de sua casa são anunciados e identificados, os elevadores estão com a manutenção em dia, seu hall está limpo, enfim, esta operação tem um custo.

Mas chega uma hora em que a conta não fecha! Aí a resposta vem das tais práticas inovadoras que vão  ajudando a construir um novo jeito de morar nas grandes cidades. Serviços compartilhados, portaria virtual, investimento em novas fontes de energia e reúso de água, cada condomínio precisa encontrar a sua forma de se tornar sustentável, e este não é um conceito exclusivamente ligado ao meio ambiente.

Veja o que você paga quando paga seu condomínio e se achar que há um desequilíbrio ou uma oportunidade de otimização, proponha a pauta, converse a respeito com o grupo gestor, monte uma comissão, leia, use o conhecimento da sua administradora. Claro que a economia a qualquer preço vai, no longo prazo trazer muito prejuízo, mas um planejamento consistente pode ajudar a racionalizar as contas, diminuir a inadimplência e fazer as pessoas viverem melhor e mais felizes em seus prédios o que afinal, sempre é o grande objetivo coletivo.

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Confira algumas dicas para ter um valor de condomínio que caiba no seu bolso:

1) Pergunte, compare, escolha. Quando for escolher um apartamento, o valor do condomínio deve ter um peso muito grande em sua decisão. Não se esqueça que ele é uma despesa fixa e permanente.

2) Participe do planejamento do orçamento. A reunião que decide o orçamento anual do condomínio é muito importante. Participe ativamente, conheça o plano de trabalho e se for o caso contribua com alternativas e opiniões que possam ajudar a organizar melhor o orçamento.

3) O barato sai caro, mesmo. Sempre que estiver em discussão a contratação de empresas para manutenção, prefira as empresas que oferecem melhor qualidade e mais garantia. A manutenção preventiva é sempre mais barata do que a corretiva.

4) Faça a sua parte. Economize água, utilize o elevador da maneira correta, evite desperdícios de recursos do condomínio, esta conta é paga por você também. Quando todo mundo economiza, todo mundo ganha.

5) Poupe.  Incentive a criação de uma poupança, nos condomínios ela é chamada de Fundo de Reserva. Isto é fundamental para evitar arrecadações muito altas para fazer frente a uma despesa não prevista.

6) Inovação. Invista seu tempo em conhecer práticas inovadoras na gestão de condomínios na sua cidade, no país ou mesmo em outros lugares do mundo. Existem muitas iniciativas interessantes que vale muito a pena conhecer e compartilhar.

Fonte: http://sao-paulo.estadao.com.br/

Como preparar a decoração para quarto de bebê

Quer saber qual a melhor decoração para quarto de bebê? Separamos dicas simples para um ambiente bonito e seguro para esse novo momento. Confira!

Qualquer fase da gravidez é uma novidade, mas preparar o quarto do bebê é, sem dúvida, uma das etapas mais gostosas. É importante atentar-se a alguns detalhes como a proteção, quais cores escolher, se há praticidade e conforto para a criança e para mamãe e o papai, afinal, são eles quem passarão a maior parte do tempo com o bebê. Inclusive, não adianta pensar somente na beleza do projeto, é indispensável que a segurança da criança seja priorizada em cada detalhe.

Acompanhe nossas dicas e monte o quarto do seu bebê para recebe-lo da melhor maneira:

Medidas

Antes de pensar em móveis, pinturas e outros itens, tire a medida do quarto e faça um projeto – nem que seja um desenho feito à mão – de como você imagina que ele ficará com toda a mobília dentro. Lembre-se que o espaço não pode ficar muito cheio, pois além de acumular poeira o ambiente deve ser de fácil acesso, nada pode atrapalhar os pais de chegarem rápido quando o bebê precisar.

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Prateleiras

As prateleiras são ótimas aliadas para quem tem um espaço pequeno no quarto. Aliás, prateleiras são ótimas em decoração para quarto de bebê, pois podem auxiliar na organização de remédios, fraldas, brinquedos e etc.

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Iluminação

Aposte em uma iluminação fraca, bem suave para não incomodar o bebê. Lembre-se que a visão da criança é nova e está se acostumando. Além do ponto de luz principal, escolha abajur, luminárias ou coloque pontos de luz nas paredes. Assim será mais fácil manter uma fonte de iluminação mais fraca ou mais forte, dependendo da necessidade e do horário do dia.

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Cortinas

As cortinas ajudam a diminuir a fonte de luz natural durante o dia e deixa o quarto do bebê muito mais aconchegante. Use tecidos delicados e de cores suaves, não coloque cortinas longas, lembre-se da segurança da criança e evite possíveis acidentes. Escolha cortinas que apenas cumpram sua função e terminem rente a janela.

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Móveis

Esse é um dos pontos mais importantes na hora de decidir a decoração para um quarto de bebê e nosso item com mais dicas. Coloque os móveis o mais próximo possível e tente sempre encostá-los nas paredes do ambiente. A escolha dos móveis é o que vai definir se o quarto seguirá o estilo moderno ou vintage. Lembre-se que, independente do estilo, os móveis devem ser funcionais e seguros. É fundamental também escolher uma mobília com material lavável e resistente, para isso, pesquise muito em cada loja que for adquirir o mobiliário para decorar o quarto do bebê.

Berço: Existem diversos tipos de berços, desde os modelos mais simples até os modelos provençais. Escolha opções com grades longas e evite brinquedos ou itens que possam machucar o bebê no leito.

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Poltrona: A poltrona pode ser uma aliada para as mamães. Como o bebê precisa se acostumar ao novo ambiente, a presença da mãe e do pai é primordial. Ter uma poltrona auxilia no conforto dos pais enquanto estiverem dentro do cômodo.

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Cômoda: A cômoda auxilia na hora da troca do bebê. Além de ser usada para guardar roupinhas, já é tradicional a sua superfície superior ser usada como trocador. Deixe à mão itens como lenços umedecidos, remédios para o bebê, kit de higiene e qualquer item que dê apoio à mamãe na hora da mamada.

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Os móveis devem ser posicionados de uma forma que não obstrua a passagem da porta até o berço e nem deixe o ambiente abafado. Para complementar a decoração, lembre-se que o organismo do bebê está se adaptando a tudo que para você já é antigo. Como o corpo da criança está criando defesas, utilize sempre tapetes de borracha antialérgicos, cortinas fáceis de limpar e retirar e tenha uma lixeira grande no local.

É importante também que os móveis não tenham quina e o piso seja fácil de limpar. Não acumule muita coisa no local. Por fim, saiba que mais importante do que a decoração é criar um ambiente aconchegante para o bebê. Para tornar o ambiente mais pessoal e com a cara da família, use objetos da família, fotos, coloque na parede um trecho de uma musica que represente esse novo momento da família e personalize o ambiente a sua maneira.

Cada decoração é única, use a sua criatividade, fuja das opções comuns e deixe o ambiente repleto de carinho.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Inspiração: decoração para quarto infantil unissex

Veja uma seleção feita pelo ZAP em Casa e o Pinterest

Decorar um quarto infantil não é uma tarefa fácil! Esse ambiente é um cômodo em que as pessoas deixam a imaginação fluir, mas muitos ainda se prendem a tonalidades que remetam à meninos (azul) ou meninas (rosa). Mas e quando não sabemos o sexo do bebê ainda? E se esse quarto vai ser divididos por irmãos de sexos diferentes? Além disso, já foi o tempo em que somente essas duas tonalidades eram permitidas na hora de decorar o quarto dos pequenos.

Que tal apostar em uma decoração moderna e unissex? Existem diversos tons e formas que ajudam a compor um ambiente aconchegante, agradável e cheio de mimos. É preciso ficar atento em alguns detalhes como: a escolha da cor, dos móveis, e fazer com que a criança (se for o caso de dividir o ambiente com mais alguém), sinta que tem o seu espaço.

Confira abaixo uma seleção de ambientes feita pelo ZAP em Casa em parceria com o  Pinterest, com decoração para quarto infantil unissex e inspire-se para decorar o cantinho do seu pequeno.

 

 

decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Chegou a primavera

Áreas verdes pedem cuidado o ano inteiro, saiba como cuidar

Áreas verdes pedem cuidado o ano inteiro, saiba como cuidar

Assim como a fachada da edificação e o hall de entrada, os jardins fazem  parte do cartão de visitas do condomínio. Por isso, deve estar sempre bonito. Uma área verde descuidada pode passar a impressão de desleixo – o que interfere no diretamente na valorização do patrimônio dos condôminos.

Com a primavera chegando, as atenções se voltam para os cuidados com as áreas verdes do condomínio, afinal, esse é o momento de dar destaque para o paisagismo do empreendimento.

O correto, porém, é que essas áreas recebam atenção durante todo o ano – e de preferência por alguém especializado no assunto, como um engenheiro agrônomo, por exemplo, ou um paisagista, ou até um jardineiro experiente.

Por isso, para a maioria dos condomínios é indicado contratar uma empresa especializada na manutenção das áreas verdes. Apenas para condomínios muito grandes, como os do tipo clube, vale a pena ter um funcionário exclusivo para isso.

Contrato de serviço

Como todos os prestadores de serviço do condomínio, é importante que o contrato seja claro – e que mostre o que cabe a cada parte. Itens importantes a serem observados no documento são:

  • a periodicidade das visitas da empresa
  • qual a equipe de atendimento (se o engenheiro estará presente, ou só jardineiros ou ajudantes)
  • de quem é a responsabilidade sobre a reposição de plantas mortas. Essa, geralmente, fica a cargo do condomínio.

A manutenção periódica é importante para manter os jardins sempre em ordem. Caso o espaço fique abandonado, ficará bem caro ter de revitalizá-lo completamente ao invés de cuidar paulatinamente do mesmo.

Funcionários

Há quem prefira economizar e deixar na mão dos empregados, sem especialização, os cuidados com os jardins. Nesse caso, seja o funcionário o zelador ou outro, o aconselhável é pagar por acúmulo de função.

Os empregados do empreendimento, terceirizados ou próprios, podem sim ajudar a cuidar do espaço, mas com um caráter mais de manutenção, ocupados principalmente da rega – executando-a como um especialista explicou.

Épocas do ano

Cuidar dos jardins tem um bônus a mais: deve-se acompanhar as estações do ano. Os cuidados com a vegetação vão depender muito do clima e do regime de chuva.

Saiba acompanhar o trabalho que deve ser feito em cada estação:

Primavera 
- Época de adubar as plantas
- Retire galhos e folhas secas
- O gramado irá crescer mais rápido e precisará de manutenções mais frequentes

Verão 
- Diminuir a quantidade de podas
- Época com maior incidência de pragas, é preciso atenção e cuidados.
- Necessária a irrigação constante

Outono 
- Realizar a aeração do gramado para a drenagem e o crescimento de raízes
- Realizar adubação
- Época para realizar uma boa limpeza do jardim

Inverno 
- Realizar a poda de árvores e arbustos. (Lembrando que para poda de árvores mesmo dentro dos condomínios, é preciso uma autorização da prefeitura)
- Aproveitar o inverno para preparar os canteiros para o plantio da primavera
- Boa época para semear algumas espécies de flores (amor perfeito, begônia, azaléia)

Fonte: SindicoNet

Impacto da reforma trabalhista nos condomínios

Entenda as mudanças da nova legislação e saiba quais os reflexos para o segmento condominial Entenda as mudanças da nova legislação e saiba quais os reflexos para o segmento condominial

Sabemos que o maior peso nas finanças do condomínio são os colaboradores. Em alguns empreendimentos, eles podem chegar a 70% do orçamento total.

Uma alteração importante nessa relação está prestes a entrar em vigor. A nova legislação trabalhista passa a valer a partir de novembro de 2017.

Com isso, haverá uma série de mudanças que irão impactar no dia-a-dia do relacionamento do condomínio e seus colaboradores, principalmente se os mesmos forem orgânicos, ou seja, do próprio condomínio.

Importante salientar que as mudanças já devem valer para os funcionários contratados, enão só apenas para novas contratações.

“Algumas medidas provisórias (MPs) podem ser expedidas até lá, para mudar alguns artigos das novas regras, mas teremos que esperar para ver quais serão essas alterações”, explica o advogado especialista em direito trabalhista Carlos A. Cabral, da Boucinas Sociedade de Advogados.

Para tirar suas dúvidas sobre esse tema tão caro a todos, o SíndicoNet separou, abaixo, os pontos principais de mudança na relação empregador-empregado que deve afetar os condomínios brasileiros.

Outra novidade que foi bastante discutida é a lei de terceirização, essa já em vigor (leia mais abaxo).

Novas formas de contratação

TRABALHADOR AUTÔNOMO EXCLUSIVO:

O condomínio passará a poder contratar um jardineiro, faxineiro, de forma contínua. Para tanto, o mesmo deve ser um contribuinte autônomo da Receita e deve haver um contrato de trabalho para regulamentar a relação.

A mesma, então, não deverá gerar vínculo trabalhista.

Antes, a orientação era evitar esse tipo de contrato, uma vez que poderia ensejar em problemas trabalhistas. Dessa forma, temos mais uma opção segura de contratação que não deve gerar mais ônus para o condomínio como contratante”, analisa a especialista em condomínios Rosely Schwartz.

CONTRATO DE TRABALHO INTERMITENTE:

Essa modalidade de contratação é diferente da anterior, pois o trabalhador aguarda ser convocado pelo empregador. O mesmo o chama quando precisar. Para condomínios, seria um contrato para um pintor ou pedreiro, por exemplo.

O parceiro pode aceitar ou não o contrato quando for convocado. Porém, se aceitar e não comparecer, paga uma multa de 50% do valor do contrato. O mesmo ocorre se o condomínio convocar o trabalhador e desistir da empreitada.

Distrato

TÉRMINO DO CONTRATO DE TRABALHO:

Atualmente há três formas de se finalizar a relação trabalhista:

  1. demissão,
  2. demissão motivada ou
  3. pedido de demissão por parte do funcionário.

Há também hoje o “acordo”, quando o funcionário pede para ser mandado embora para receber, em sua totalidade, o aviso prévio, férias, décimo terceiro proporcionais, e o seguro-desemprego e o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), e devolve o valor da multa rescisória para a empresa.

“Importante frisar que essa modalidade é algo que é atualmente fora da lei. A grande maioria dos condomínios não se utiliza dela e prefere mandar embora o colaborador com todos os direitos pagos”, frisa Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH.

Com a nova legislação, esse “acordo” será regulamentado. O colaborador passa a receber 50% do aviso prévio e da multa rescisória, e pode sacar apenas 80% do seu FGTS. Não terá direito a receber o seguro-desemprego caso seja o contrato seja rescindido dessa forma.

PLANO DE DEMISSÃO VOLUNTÁRIA

Caso o condomínio tenha interesse em dispensar a massa de funcionários dessa forma, o mesmo deve estar previsto em acordo coletivo por meio do sindicato local.

HOMOLOGAÇÃO DE DISPENSA NO SINDICATO

Atualmente, funcionários com mais de um ano de casa devem ter sua dispensa homologada no sindicato local. Quando a nova lei entrar em vigor, os condomínios não precisarão mais fazer esse trâmite. O empregador terá dez dias para fazer o pagamento das verbas rescisórias.Jornada de trabalho

Jornada de trabalho

HORÁRIO DE TRABALHO

Com a entrada em vigor das novas regras, o tempo do funcionário para trocar de roupa e colocar o uniforme, estudar e até esperar o trânsito baixar para voltar para casa, não contará mais como hora de trabalho.

“Ficava difícil para o empregador comprovar que o funcionário não estava realmente cumprindo seu horário de trabalho enquanto estava à disposição da empresa. Com a alteração, as regras endureceram para esses casos”, explica o advogado Carlos Cabral.

JORNADA 12h x 36h

Hoje em dia é necessário um acordo com o sindicato local para que o funcionário trabalhe nesse esquema.

Com a aprovação da nova lei, um acordo por escrito entre funcionário e empregador já regulamenta a prática.

COMPENSAÇÃO DE JORNADA

Quando um funcionário trabalha na folga e precisa compensar em outro dia, as regras para isso deveriam ter a anuência do sindicato local. Agora teremos três modalidades de banco de horas:

  1. Anual: segue dependendo de convenção coletiva dos sindicatos
  2. Semestral: acordo individual (feito entre empregador e cada funcionário), por escrito, para que as horas sejam compensadas em, no máximo, seis meses
  3. Mensal: acordo individual entre condomínio e empregado, por escrito, para que as horas sejam compensadas no mesmo mês

CONTRATAÇÃO DE TRABALHO EM REGIME PARCIAL

Uma forma interessante que deve ajudar condomínios pequenos e com poucas áreas comuns, que não precisem de um funcionário 44h a seu serviço.

“Com a nova lei, será possível que funcionários que trabalhem até 26h por semana poderão fazer horas- extras, desde que as mesmas não ultrapassem 30h por semana. Quem trabalha 30h semanais, segue não podendo fazer horas extras sob esse regime”, explica Carlos Cabral.

INTERVALO INTRAJORNADA

Hoje em dia, quem trabalha mais de 6 horas seguidas têm direito a uma hora de repouso. Aqueles cuja jornada é inferior a 6 horas têm direito a quinze minutos de intervalo.

Se esse tempo de descanso não for inteiramente aproveitado pelo funcionário hoje, e ele descansar menos (apenas metade do tempo, para ilustrar), o empregador é obrigado a pagar 100% do período.

Com o novo regramento, o pagamento do descanso devido deverá ser proporcional. Ou seja: se o funcionário descansou só meia hora, ao invés de 60 minutos, o mesmo deverá receber apenas os 50% do tempo que não desfrutou do seu intervalo.

Remuneração

PRÊMIOS E ABONOS

A partir da nova lei trabalhista, prêmios e abonos não se incorporam mais ao salário do colaborador.

“Hoje, se um funcionário recebe um ‘prêmio de atividade’ em setembro e depois em outubro, no terceiro mês isso já estaria incorporado no seu salário. Assim como um ‘abono de final de ano’. Depois do segundo ano recebendo, o montante já estaria, também incorporado. É o princípio da ‘habitualidade’”, ensina Carlos Cabral.

Com o novo regramento, esse princípio deixa de ser aplicado dessa forma, e abonos e prêmios podem cessar a qualquer momento. Também não há encargos trabalhistas ou previdenciários nesses extras.

Sindicatos

A contribuição sindical passa a ser opcional.

Férias

Atualmente, as férias só podem ser divididas em dois blocos, e o menor não pode ser inferior a dez dias. Agora, as férias poderão ser divididas em até três blocos. Um deve ter no mínimo 14 dias e os outros não poderão ter menos do que cinco dias corridos.

“Essa é uma alteração que deve facilitar bastante para os condomínios. Ficará mais simples o remanejamento dessa vaga”, explica Ricardo Karpat.

Terceirização de funcionários do condomínio

Além da mudança na lei trabalhista, há alterações que já entraram em vigor: a lei da terceirização.

A lei 13.429/17 passou a permitir a terceirização da atividade-fim das empresas. Então, por exemplo, uma empresa de engenharia pode contratar engenheiros terceirizados para prestar serviços em seu nome.

“Aos que defendem os empregados, os sindicatos por exemplo, afirmam que a alteração na lei de terceirização resultará na precarização das relações de trabalho pela ampla rotatividade de funcionários e a possibilidade de substituição de contratos de trabalhadores por outros terceirizados”, explica a advogada Jessica Souza, sócia da Coelho, Junqueira e Roque Advogados.

Os condomínios seguem livres para terceirizar seus funcionários.

Uma dúvida bastante comum é a possibilidade de terceirizar o zelador ou o gerente predial.

Isso é algo que deve se esclarecer com o tempo.

“Há quem acredite que agora o condomínio pode terceirizar 100% dos funcionários, mas pode ser que não funcione bem assim, uma vez que esse tipo de funcionário tem um relacionamento de bastante subordinação com o síndico”, pesa Ricardo Karpat.

A princípio, a lei de terceirização não deve impactar nas finanças do condomínio.

“A nova lei não tem o condão de gerar redução de custo por si só, já que não interfere em encargos trabalhista e previdenciários devidos pela empresa terceirizadora aos seus empregados”, assinala   Karina Negreli, gerente do Departamento Jurídico do Secovi-SP.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Como fazer um canto alemão em casa?

O canto alemão é ideal para otimizar espaços e complementar a decoração de espaços pequenos

Uma excelente ideia para otimizar espaços, o canto alemão surgiu como uma nova tendência na decoração de apartamentos, casas e outros espaços pequenos. Mas, você sabe exatamente o que é um canto alemão?

Talvez esse seja um novo termo para você, mas o canto alemão é aquele espaço composto por um sofá de canto, que compõe a mesa de jantar. Caso você já tenha uma mesa que fique muito próxima da parede e escolheu um sofá como assento, essa composição também pode ser considerada como um canto alemão.

canto alemão 1

Agora que você já sabe o que é, acompanhe nosso artigo e algumas sugestões de como fazer um canto alemão na sua casa ou apartamento!

O canto alemão é um recurso que o dono do imóvel pode utilizar para aproveitar ao máximo o espaço do canto das mesas, pois, aplicando o sofá, caberão mais pessoas à mesa do que com as cadeiras tradicionais. Comumente são usados os sofás em “L”, mas existem as versões que permitem utilizar o sofá de forma linear apenas com o estofado. É possível encontrar no mercado opções mais modernas, como os sofás que são fixados na parede, uma espécie de banco flutuante que dá mais personalidade ao ambiente.

Antes de montar o espaço é interessante ter o cuidado com as medidas do ambiente para que não fiquem desproporcionais, logo, se a sua mesa for pequena, tente associa-la a um móvel pequeno e vice-versa.

Para ilustrar essa funcionalidade, podemos analisar o seguinte: em uma mesa de 4 lugares, se aplicarmos o sofá transformando em um canto alemão, passamos de 4 para 6 assentos disponíveis ao entorno da mesa, bem como em uma mesa de 6 lugares, será possível acomodar de maneira confortável de 7 a 8 pessoas.

canto alemão 2

Outro ponto interessante desses móveis, é que alguns sofás de canto possuem baús, abaixo de seus assentos. Isso nos traz também um ganho de espaço, para guardar itens que não são utilizados com frequência. Como os novos apartamentos estão cada vez menores, a otimização do espaço precisa ser pensada em primeiro lugar e com um canto alemão bem montado, haverá amplitude no seu ambiente.

A seguir mostramos algumas dicas para quem deseja saber como criar um canto alemão ideal que se adeque ao seu ambiente:

canto alemão 3

Distribuição: Se a ideia é otimizar o espaço, a distribuição requer bastante atenção na hora de montar o seu canto alemão. Atente às proporções bem como as áreas para a sua circulação e de seus visitantes, além do espaço suficiente para que as pessoas se sentem de maneira confortável e não ficarem apertadas.

Escolha a mesa certa: A escolha da mesa deve se ajustar exatamente com a proposta escolhida e também com a área definida do seu ambiente para a montagem do canto alemão. Na hora de definir o formato não existe uma regra final, pode ser mesa quadrada, retangular e até mesmo a redonda, as cadeiras você também pode escolher a melhor distribuição. Seja só de um lado ou dos dois, veja apenas a que melhor lhe atender e que não deixa o ambiente com ar bagunçado.

Atenção com a decoração: no momento da montagem do canto alemão deve ser levado em conta o estilo e o restante da sua decoração para que assim não fique um ponto de destaque, destoando muito do restante do cômodo, e assim sendo um complemento daquilo que já se tem no ambiente.

canto alemão 4

Espelhos: Os espelhos podem trazer mais luz e amplitude na montagem da sua sala de jantar. Se posicionado em uma parede acima do canto alemão, dará a sensação de imensidade em sua sala. Quando associados a cores claras e ao máximo de luz natural possível, o espelho dá ainda mais essa sensação.

Destaque ao móvel: Uma iluminação focada na área onde a mesa está colocada é ideal para que ela se destaque, sem pesar no ambiente. Para isto utilize pendentes, com pontos luz que podem possuir um design que harmonize com todo o ambiente.

Harmonia com o ambiente: O ambiente deve ser pensado como um todo, por isso os móveis escolhidos devem dialogar com o restante da sua decoração, tendo o mesmo formato, cores ou estampas utilizadas no resto da casa.

canto alemão 5

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Madeira e azulejo são opções sofisticadas e práticas para o piso

Beleza, manutenção e durabilidade são qualidades que devem ser levadas em consideração. Conheça as características de cada um e faça a escolha certa

Com tantas opções existentes no mercado, escolher o piso para a casa não é tarefa fácil. Além de beleza, é preciso pensar também na durabilidade e manutenção. Dois materiais despontam como boas opções. Para quem deseja algo mais refinado e sofisticado, que tal optar pela madeira? Já quem busca um resultado bonito, porém mais prático e em conta, o azulejo se torna uma boa opção. Cada um tem suas vantagens e desvantagens. Fique por dentro das características da madeira e do azulejo e faça a melhor escolha.

Se a opção for pelo azulejo, várias vantagens relacionadas à sua versatilidade e vida útil serão logo percebidas. A primeira delas é que ele é um revestimento que pode ser usado tanto em área seca quanto molhada. Mas, claro, que exige alguns cuidados. “Como é um elemento liso, é necessário ter cuidado na hora da aplicação no piso para evitar que aconteçam acidentes, como em box de banheiros, por exemplo”, explica a arquiteta Juliana da Mata. Em relação à manutenção, os azulejos não costumam dar trabalho, são fáceis de limpar e costumam ter vida útil longa. “É verdade que os azulejos geralmente são mais em conta, mais fáceis de limpar e de menos manutenção”, acrescenta a arquiteta do escritório Juliana da Mata Arquitetura.

piso
(Foto: Shutterstock)

Para ter um resultado mais positivo em termos estéticos, é preciso atenção na hora de fazer a aplicação no piso. Os azulejos, de uma forma geral, são peças menores que o porcelanato e, para sua aplicação ficar bonita, tem que ter cuidado de ter um projeto para onde iniciar a colocação da primeira pedra. “A chamada paginação de piso e parede precisa ser feita antes da aplicação do piso para diminuir o trincos, que são os recortes das peças. Com isso, é possível ter um melhor aproveitamento das peças e uma aplicação mais bonita, mais limpa, com menores recortes, valorizando o piso e seu desenho”, explica a arquiteta.

Já a madeira desponta como uma opção bastante elegante e são muitas as formas de se chegar a um belo resultado, já que existem várias opções de uso. “Ela é um piso lindo e muito sofisticado, que aquece o ambiente, dando aconchego e um visual nobre, mas tem suas particularidades e cuidados de manutenção, fora o valor mais alto, que muitas vezes acaba fazendo com que o cliente descarte a possibilidade”, afirma Juliana da Mata. Por isso, é preciso pesar os prós e os contras na hora de decidir por este tipo de piso.

piso
(Foto: Shutterstock)

As madeiras são adequadas mais para locais secos, como quartos e salas, apesar de ser muito usada em madeira natural em áreas abertas, como decks de piscina. “Neste caso, a madeira precisa passar por um tratamento, com um verniz especial, que precisa ser renovado de tempos em tempos para que ela tenha sempre cara de nova”, ressalta a arquiteta.

O piso em madeira natural é o mais nobre e também o que mais pesa no bolso. E é possível ter madeira em tacos, parquet e assoalhos, que geralmente são aplicados nas áreas internas dos imóvel e cada um com a sua peculiaridade. “Os tacos são pequenos pedaços de madeira aplicados, com madeira maciça mais nobre e forte, que formam desenhos como uma escama de peixe. A sua aplicação é mais trabalhosa porque tem que ser colado peça por peça. Mas é um piso lindo que foi muito usado em apartamentos antigos. Há um tempo atrás as pessoas queriam retirá-lo dos imóveis, mas hoje está supervalorizado. Com lixa e verniz, ele fica com cara de novo”, explica a profissional.

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(Foto: Shutterstock)

O parquet também é constituído por pequenos pedaços de madeira, que tem a aplicação parecida com a do taco. “Mas são pisos mais antigos e fazem desenhos geométricos, com várias cores de madeira. Quanto à durabilidade, as características são semelhantes às do taco”, diz Juliana.
Além das três possibilidades citadas acima, ainda foi desenvolvido outro revestimento chamado de carpete de madeira ou piso flutuante, que oferece muitas vantagens. “Ele é mais em conta e de aplicação mais fácil, além de que o acabamento já vem pronto da madeira que o cliente desejar, das mais escuras às mais claras. E, como sua lâmina já vem com proteções, dificilmente arranha e precisa de reparos. Basta passar um pano úmido para limpar”, afirma a arquiteta. Porém, o carpete de madeira também exige cuidado. “Ele é mais frágil por se tratar delâminas finas que não podem ver água e no caso disso acontecer, pode inchar e o cliente perder o piso”, completa.

Efeito

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(Foto: Shutterstock)

Se o orçamento é mais apertado e não cabe nele um piso de madeira natural, existem outras opções que dão um resultado semelhante e pesam menos no bolso. “Se a ideia é dar um ar mais rústico ao ambiente, existem pisos que tem a superfície que imita madeira e podem ser porcelanato, cerâmica e até PVC”, esclarece a arquiteta Juiana da Mata. “Geralmente esses pisos são mais em conta que a própria madeira, duram mais e não precisam de tanta manutenção como a peça original”, complementa.

Para pensar

piso
(Foto: Shutterstock)

Apesar de a madeira ser uma escolha sofisticada e elegante para o piso, algumas questões precisam ser pensadas antes de decidir por este material. Além do valor mais alto e dos cuidados na manutenção, existem outras desvantagens a serem avaliadas. “A madeira faz barulho, o velho ‘toc toc’, não aguenta água parada, pode arranhar com a movimentação de móveis por cima ou com sapatos, o sol pode queimar a sua superfície, mesmo em apartamentos, quando o sol bate em apenas determinadas horas por dia pela janela. Por tudo isso, é um piso que precisa de cuidado e manutenção”, conclui Juliana.

Temperatura

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(Foto: Shutterstock)

Tomando como base as duas opções, a madeira e o azulejo, é preciso ainda levar em consideração o clima de onde o imóvel está localizado. Para regiões mais quentes, pisos frios podem tornar o ambiente mais agradável e aí o azulejo se torna uma boa opção. Porém, para regiões mais frias, a madeira se adequa melhor à temperatura e proporciona maior conforto.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Escolher apartamento para comprar exige conhecer situação do condomínio

Escolher um apartamento para comprar exige muito mais do que conhecer a unidade, verificar seu preço e estado de conservação ou mesmo a região onde o prédio está localizado. A situação do condomínio é fundamental e deve pesar na hora da decisão. A orientação é da Lello, empresa líder em administração de condomínios no Estado de São Paulo.

O primeiro passo, essencial, é conhecer as regras do condomínio, por meio de sua convenção e regimento interno, para verificar as normas para mudanças, festas, uso das áreas comuns, barulho e presença de animais de estimação, entre outras.

Os interessados na compra também devem verificar como é o sistema de funcionamento da garagem, quais equipamentos de segurança o condomínio possui, se há manutenção rotineira de elevadores, bombas e portões e se os equipamentos de combate a incêndios estão com a validade em dia.

Outro item importante é verificar qual é o índice médio de inadimplência do condomínio, que mede o total de boletos em aberto por mais de 30 dias. “Índices acima de 6% são preocupantes, pois comprometem o fluxo de caixa e, consequentemente, a capacidade de o condomínio pagar suas contas em dia”, diz Angélica Arbex, gerente da Lello Condomínios.

Segundo Angélica, é importante que os interessados em comprar um apartamento também se certifiquem como é feita a prestação de contas mensal do condomínio. “Esse procedimento deve ser totalmente transparente, com a descriminação de todos os itens. O futuro morador deve desconfiar de prestações que contenham, por exemplo, valores com indicação de recibo não identificado”, alerta.

A gerente da Lello Condomínios também orienta quem vai escolher um novo apartamento para morar a verificar a situação trabalhista do condomínio, uma vez que pendências com a Previdência Social ou processos movidos por ex-funcionários podem onerar a cota do condomínio e desvalorizar o patrimônio.

Em condomínios com grandes áreas de lazer, convivência e entretenimento, é necessário verificar, ainda, como é feita a manutenção desses espaços, que podem ficar ociosos e abandonados caso não haja um uma gestão adequada, comprometendo, mais uma vez, o patrimônio comum e desvalorizando os apartamentos.

Fonte: https://www.terra.com.br/

Auto de Vistoria dos Bombeiros é fundamental em todos os prédios residenciais

Documento impõe regras que vão da escada e portas corta-fogo até saída de emergência

“Não foi um processo tranquilo, porque são exigências que não estavam claras no projeto. Foi um vaivém. Executávamos e eles pediam uma nova adequação” – Rodrigo Bragança, síndico de 27 prédios em Belo Horizonte

Ele é um documento imprescindível a todas as edificações, mas, em Minas Gerais, é ignorado ou desconhecido pela maioria dos prédios residenciais. O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) atesta a conformidade das construções com normas contra incêndio previstas em lei. Elas determinam regras para vários elementos que vão da escada até sinalizações e saída de emergência. De acordo com dados da corporação, em todo o estado, a quantidade de imóveis em situação irregular ultrapassou os 60% nos primeiros sete meses deste ano. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), o cenário é ainda mais grave: apenas 19% obedecem à legislação.

Todo prédio de apartamentos, independentemente de ser antigo ou novo, precisa do documento de vistoria, que deve ser anexado em local visível, próximo à entrada. Ele é regido pela Lei Estadual 14.130/2001, que dispõe sobre a prevenção e o combate a incêndio e pânico em edificação ou espaço destinado a uso coletivo no estado. “Habitualmente, essa liberação é conseguida pela construtora antes da entrega da obra. E o ideal é que isso ocorra, porque as medidas mais importantes, que garantem a segurança ao prédio, devem ser projetadas antes da construção”, explica o capitão Frederico Paschoal, da diretoria de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros. Um exemplo é o tipo de escada, que depende da altura do edifício e deve garantir aos moradores a possibilidade de deixar a edificação em segurança.

No caso das construções erguidas em época anterior à legislação, há medidas alternativas para a regularização, mesmo que não confiram o mesmo grau de segurança que uma edificação projetada nas normas atuais, segundo o capitão. “A regra determina que a escada seja construída de modo que nem fumaça nem fogo entrem nela. Os prédios menores têm a escada aberta, que é tomada pela fumaça com muita facilidade e não tem como ser adaptada. A alternativa é ter portas resistentes nas unidades habitacionais para a fumaça não sair”, relata.

De janeiro a julho, os bombeiros fizeram 17.614 vistorias em prédios. Dessas, 11.048 resultaram em notificação (62,7%). No mesmo período do ano passado houve 13.813 fiscalizações e 8.866 notificações (64%). Na Grande BH, das 1.567 averiguações feitas até julho, 1.268 estavam em situação irregular (80,9%). Em igual período de 2016, as falhas foram constatadas em 1.570 vistorias em prédios, (70,7%) de um total de 2.219.

O AVCB deve ser feito por um responsável técnico (engenheiro ou arquiteto) contratado pelo condomínio. Ele é válido por cinco anos e, no fim desse prazo, o profissional deve verificar e atestar medidas e equipamentos em perfeitas condições de uso. De acordo com Frederico Paschoal, a fiscalização dos bombeiros é diária e feita mediante denúncia (via telefone 181), solicitação do Ministério Público e seguindo o cronograma da própria corporação. “As pessoas se preocupam com algumas medidas que são secundárias, como extintores e hidrantes. Eles só servem se houver um princípio de incêndio. As principais medidas são projetadas antes da construção, garantindo que as chamas não se propaguem e saídas de emergência estejam em condições adequadas e dimensionadas para a população daquele prédio, bem como a instalação elétrica. As medidas que não vemos são as mais importantes.”

NECESSIDADE 

O presidente do Sindicato dos Condomínios Comerciais, Residenciais e Mistos de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindicon), Carlos Eduardo Alves de Queiroz, destaca a importância do AVCB. “Um projeto de combate a incêndio vai determinar, por exemplo, quantas mangueiras são necessárias, placas de indicação de saída de emergência, como deve ser instalado o corrimão e portas corta-fogo, que não podem ser trancadas. Mas não basta fazer o projeto, é preciso executá-lo e chamar os bombeiros para aprovar”, ressalta. “Não fica barato, mas não pode ser encarado como uma despesa, mas como uma necessidade. É uma questão de segurança e tem que ter na cidade toda”, afirma Queiroz.

Síndico de 27 prédios em Belo Horizonte, Rodrigo Bragança conta que apenas três deles têm o auto de vistoria. Um deles, construído há 18 anos, fica no Bairro Funcionários, na Região Centro-Sul, e foi regularizado depois de ser alvo da fiscalização dos militares. Entre outras medidas, foi preciso trocar fechaduras, pôr sinalização e mais luminárias de emergência, já que o número era insuficiente, e fazer o treinamento de brigadista com os porteiros. Depois de tudo aprovado, ele aguarda agora o documento em mãos. “Não foi um processo tranquilo, porque são exigências que não estavam claras no projeto. Foi um vaivém. Executávamos e eles pediam uma nova adequação. Por isso, apesar de ter outros edifícios sem o documento, prefiro esperar a fiscalização bater à porta, porque é algo burocrático.” l

COMO REGULARIZAR 

O primeiro passo é contratar um responsável técnico (engenheiro ou arquiteto) pelo projeto e as obras. No site dos bombeiros (www.bombeiros.mg.gov.br) tem uma lista de indicações. Somente ele pode dar entrada e movimentar o processo.

O QUE É EXIGIDO 

Extintores, hidrantes, escada que não facilite a propagação de fumaça (em prédios antigos, as portas devem ser resistentes para evitar que fumaça e chamas tomem conta da zona de escape), saídas e luminárias de emergência, corrimão, instalações elétricas, formação de brigadistas (para edifícios com altura superior a 54 metros), entre outros. Tudo deve estar de acordo com as dimensões da edificação e em consonância com as normas técnicas dos bombeiros.

ERROS MAIS COMUNS DOS CONDOMÍNIOS 

>> Não ter o AVCB
>> Saídas de emergência sem condições de segurança de evacuação, como ausência de piso antiderrapante, corrimão inadequado para conduzir as pessoas
>> Obstruções na rota de fuga (lixo nas caixas de escada)
>> Falta de manutenção dos sistemas de iluminação de emergência

FONTE: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais 

O que diz a lei 

A Lei 14.130, de 19 de dezembro de 2001, prevê que os bombeiros façam vistoria de prevenção a incêndio e pânico em edifícios ou espaços comerciais, industriais ou de prestação de serviços e os prédios de apartamentos residenciais. Eles são responsáveis ainda por estabelecer normas técnicas relativas à segurança, incluindo instruções para a instalação de equipamento para detectar e prevenir vazamento de gás, e aplicar sanções administrativas. Em caso de irregularidade, a advertência escrita é aplicada já na primeira vistoria. Depois de 60 dias, se o problema não for sanado, haverá multa de R$ 100 a R$ 3 mil, que pode ser aplicada em dobro e cumulativamente. A interdição vai ocorrer quando houver risco iminente de incêndio ou pânico.

Fonte: http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Como montar um jardim vertical em casa

Confira nossas dicas e aprenda a fazer um jardim vertical em casa. É mais fácil de fazer do que você imagina!

As cidades estão cada vez mais cinzentas, cheias de cimento e concreto, inspirando um forte ar urbano por todos os cantos. Além disso, com a alta demanda de moradias, os espaços disponíveis para áreas verdes são cada vez mais reduzidos. Inclusive, a maioria destas são apartamentos e casas cada vez menores, por ocuparem menos espaço.

Portanto, para respirar um pouco de verde e trazer a natureza para dentro de casa, a melhor opção é ter um jardim vertical! Ele pode ser feito no quintal ou em ambientes internos, como no hall ou na sala. Se a sua escolha for a segunda, porém, é necessário que se tenha alguns cuidados no momento de montar e fazer a manutenção desse jardim privado, por se tratar de um recinto fechado.

Vamos lá! Faça você mesmo seguindo as dicas a seguir:

TIPOS DE PLANTAS

Como dito anteriormente, o jardim vertical pode ficar na sua varanda ou até na sua sala. Dessa forma, é preciso entender antes quais espécies de plantas serão melhores em cada ambiente. Jardins que ficarão expostos ao sol ou que receberão luz solar direta, além de vento e chuva, não podem abrigar plantas com folhas muito delicadas. O ideal é utilizar samambaias, flores como a orquídea ou até árvores de jardim nessa composição. Verifique se a área vai permitir o desenvolvimento da planta e se há espaço para a raiz. Confirme também se não é uma planta do tipo trepadeira, pois, se for, será necessária uma manutenção maior para que você não perca o controle do crescimento da planta e não incomode seus vizinhos, caso seu jardim vertical esteja em um apartamento.

Já se o seu jardim for interno e não receber tanta luz direta, opte por temperos como hortelã, manjericão, alecrim, pimenta e outras ervas. Além de deixar o ambiente mais natural, as plantas podem ser usadas nas suas receitas. Outra boa opção, principalmente se você for alguém que trabalha bastante e não para em casa, são as suculentas ou os cactos. Esse tipo de planta não precisa de irrigação diária e se desenvolve bem em locais com muita sombra.

RECIPIENTES

Estrado de cama: Dentro ou fora de casa você pode usar um estrado de cama como uma base para prender vários vasos, com espécies variadas de plantas. Esse estrado pode ser pregado na parede de diversos ambientes, seja na sala, no quarto ou até na varanda do apartamento.

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Moldura de quadro antiga: Para quem tem um espaço bastante reduzido, por que não fazer um quadro vivo? Use uma moldura de madeira, acrílico, ou outros materiais e preencha o interior com vários tipos de suculentas. Ficará um charme!

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Canos de PVC: Outra ótima alternativa é criar uma cortina de plantas. Isso pode ser feito com canos de PVC cortados pela metade, terra e plantinhas pequenas. É simples, basta cortar o cano em tamanhos pequenos e depois reparti-lo pela metade, de forma que a circunferência desse plano fique aberta. Você pode pintar de várias cores ou de uma cor só. Prenda essas metades em sequência com fio de náilon ou outro tipo de cordão, dando um espaço de 15 ou 20 centímetros entre eles. Escolha uma porta ou parede, pendure como uma cortina, depois é só preencher com terra e plantar sua mudinha de temperos ou flores. Veja a foto desse exemplo e confira como fica lindo!

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Vasos de cerâmica: Outra opção são os velhos e clássicos vasinhos de cerâmica. Coloque uma sequência deles em prateleiras, dispostas como você preferir!

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Potes de vidro: Plantas colocadas em potes de vidro reciclados são uma ótima opção para você que quer economizar e reciclar materiais. Além de criar um jardim lindo para sua casa ou apartamento, você ainda colabora com a sustentabilidade.

Pallets: Sabe aquele pallet que veio na entrega de um móvel, ou que você tem jogado pelo quintal e não sabe como utilizar? Ele pode se tornar a base perfeita  para um jardim vertical na sua casa. A vantagem de usar o pallet são as separações que ele já possui. É ideal para quem deseja plantar temperos ou flores da mesma espécie, porém com cores diferentes.

MANUTENÇÃO

Depois de criar seu jardim vertical em casa, é preciso ter alguns cuidados parta a manutenção do mesmo. É preciso entender que as plantas são vivas, logo precisam de cuidados contínuos, mesmo sendo suculentas, ou qualquer outra especie.

Em casa, tenha cuidado redobrado quando for regar as plantas, para não ter problemas com móveis manchados. Já se o seu jardim vertical for na varanda ou sacada do seu prédio, cuidado para não deixar a parede na qual ele se encontra muito úmida e causar infiltrações, que podem se tornar um problema até mesmo para o apartamento vizinho.
Sempre faça a irrigação com borrifadores e não deixe acumular muita água parada. Lembre-se também que deixar acumulo de água em plantas e vasinhos podem facilitar a aparição de criadouros de mosquitos, podendo transmitir diversas doenças.

Agora é sua vez! Aproveite nossas dicas e crie você mesmo um jardim vertical em casa.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

6 motivos para morar perto do trabalho

Sabia que morar perto do trabalho pode ser mais vantajoso do que você imagina?

Com a rotina cada dia mais agitada, ter os locais que você frequenta diariamente próximos de casa pode ser a solução para uma grande queixa da atualidade: a falta de tempo.

É bem mais fácil quando a localização da sua residência facilita o desenvolvimento das tarefas diárias, como fazer compras, ir à academia, levar o filho na escola e, em especial, trabalhar. Pensando nisso separamos alguns bons motivos que podem te fazer decidir morar perto do trabalho.

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Você ficará menos tempo no trânsito

Em geral, o início da manhã e fim da tarde são os períodos em que a maior parte das pessoas está indo ou voltando do trabalho. E o resultado disso é uma grande concentração de veículos, que faz com que o tempo de deslocamento seja muito maior. Quem mora perto do trabalho consegue evitar trânsito e, com isso, poupar tempo, possíveis atrasos e situações de estresse.

Terá maior produtividade no trabalho

Investir menos tempo no deslocamento pode trazer impacto direto à sua produtividade no trabalho. Quanto maior o trajeto entre a casa e o local do emprego mais chances você tem de ficar preso no trânsito e se atrasar. E vamos combinar: começar o dia assim não é nada bom. Você fica desgastado antes mesmo de iniciar suas atividades e isso pode te deixar menos motivado. Dessa forma, trabalhar perto de casa pode ser um bom passo para que você esteja sempre motivado e produtivo.

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Economizar é a palavra de ordem

Quando o assunto é a distância entre a casa e trabalho, as diferenças também são sentidas no bolso. Você irá gastar bem menos no seu deslocamento, seja com o combustível e para o veículo próprio ou com a passagem, caso tenha que usar transporte público. Além disso, dependendo do caso, é possível ir até mesmo andando ou de bicicleta. É a união do melhor de dois mundos onde você não gastará nada e já estará se exercitando!

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Terá mais tempo com a família

A família é quem sempre acaba sofrendo mais com o excesso de tempo gasto no deslocamento para o trabalho. É muito comum as pessoas terem apenas o final de semana para passarem um tempo com a família em virtude da rotina do emprego. Assim, morando perto do trabalho e perdendo menos tempo no trânsito, é possível ter mais momentos com a família, como no início da manhã, durante o almoço e à noite.

Conseguirá investir em outras atividades

O tempo economizado pode ser investido em atividades importantes para o nosso bem-estar, como a prática de esportes, o descanso e programas com os amigos. Além disso, você pode se dedicar a algum projeto pessoal, iniciar um novo curso ou encontrar um hobbie.

Aumentar sua qualidade de vida

Ter uma qualidade de vida maior é outra dentre as vantagens de morar perto do trabalho. E isso por diversos motivos: você terá mais horas de sono por não precisar acordar tão cedo para trabalhar. Isso irá garantir mais disposição seu dia e, a longo prazo, evitar impactos na saúde que o hábito de dormir pouco podem lhe causar.

O estresse é outra consequência negativa que podemos evitar por não encarar diariamente os grandes congestionamentos. Como o trajeto até o trabalho será menor, você terá menos contato com o trânsito e, dessa forma, ficará menos estressado.

A possibilidade de almoçar em casa também é positiva para uma melhor qualidade de vida. Além das vantagens de estar mais tempo com a família e economizar por não ter que comer fora de casa, é muito mais saudável. Por conta da correria, acabamos por priorizar alimentos mais práticos e acessíveis, que nem sempre são os de maior qualidade e benéficos à saúde. Em casa, você tem maior controle sobre a origem dos produtos e mais segurança quanto à qualidade de preparação da refeição.

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Bom, deu para perceber que o seu local trabalho é um ponto importante a ser analisado e levado em conta na hora de escolher o seu lar. E se você já decidiu se mudar, mas ainda não sabe onde procurar, confira os imóveis da Construtora Sudoeste, que estão disponíveis em diversas regiões de Minas Gerais.

*A Construtora Sudoeste foi fundada em 1991 e tem o foco na construção de unidades residenciais no estado de Minas Gerais, mais especificamente em Belo Horizonte. A empresa busca constantemente novas tecnologias e parcerias com os melhores fornecedores.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Moradores devem ficar atentos às regras de conduta para evitar conflitos no condomínio

Seguir as normas do prédio ajuda a impedir problemas com vizinhos e funcionários

Um grande problema entre os moradores de um condomínio é a convivência. Para que a harmonia esteja presente no dia a dia do prédio, é preciso estar atento às normas de conduta, que ajudam a evitar possíveis conflitos e problemas com vizinhos e funcionários. Pequenas atitudes no dia a dia influenciam no relacionamento e na qualidade de vida de todos. A harmonia e o respeito entre condôminos e funcionários fazem a diferença na rotina do condomínio, além de propiciar um ambiente mais saudável e leve para todos.

Com o objetivo de orientar os moradores de edifícios residenciais sobre as boas práticas de convivência, a ItaBrasil, empresa com 46 anos de expertise em gestão e administração condominial, apresenta algumas dicas com pequenas regras básicas para evitar possíveis conflitos e problemas.

1) Segurança 

Evite facilitar a entrada de pessoas desconhecidas no condomínio sem a devida autorização. De maneira nenhuma abra o portão de entrada para pedestres ou veículos desconhecidos. Todos são responsáveis pela segurança do empreendimento, do condômino ao funcionário.

2) Barulhos 

Não faça barulho após o horário de silêncio estabelecido e respeite as normas do condomínio. Mesmo no horário permitido, utilize o bom senso. Fique atento para não incomodar os vizinhos à sua volta com ruídos excessivos ou volume de som acima do normal.

3) Elevadores

Seja cordial e cumprimente as pessoas ao entrar e sair do elevador. Espere que as pessoas saiam do elevador para que você possa entrar. Segurar a porta é um pequeno gesto de gentileza, que deve ser praticado sempre. Não monopolize e segure o elevador parado em um andar, especialmente em horários de pico. Animais, mudanças, caixas e compras de supermercado devem ser transportados sempre no elevador de serviço.

4) Lixo 

Não jogue papéis, bitucas de cigarros ou quaisquer outros tipos de lixo pela janela da unidade. Seu lixo deve sempre estar devidamente ensacado, sem exalar odor forte.

5) Garagem e estacionamento 

Estacione seu veículo da maneira correta na vaga. Respeite os limites das faixas com espaço para os demais carros e evite conflitos. Respeite a velocidade de 10km/h na garagem. A preferência na circulação da garagem é sempre de quem está chegando. Não utilize sua vaga como depósito. Caso precise de um local para armazenar pertences, fale com o zelador, o gerente ou o síndico do prédio. Em caso de raspadas e batidas de carros em outros veículos, deixe um bilhete se identificando com pedido de desculpas para que o responsável escolha a melhor maneira de reparar os danos ou entre em contato com o proprietário do bem. Sempre devolva o carrinho de compras ao local correto.

6) Funcionários 

Trate todo e qualquer funcionário de forma cordial e educada, eles são pessoas valiosas para o dia a dia do condomínio. Em caso de reclamação, dirija sua queixa ao síndico ou ao gerente do empreendimento. Lembre-se de que o funcionário é contratado para o condomínio, então evite pedir que ele execute serviços particulares.

7) Vizinhos 

Antes de reclamar de um vizinho, avalie se você não comete os mesmos equívocos. Procure dialogar sempre de forma pacífica, com ponderação e bom senso. Problemas e mal-entendidos de condôminos devem ser resolvidos, preferencialmente, pessoalmente, com uma conversa para compreender os dois lados da questão. Um assunto deve ser levado ao síndico do prédio somente em última instância.

8) Crianças 

Ensine as regras do condomínio para os filhos e as crianças de sua unidade. É importante que aprendam a conviver em sociedade desde cedo, respeitando as normas e todas as pessoas igualmente. Menores de 8 anos não devem circular desacompanhados, principalmente em áreas como a piscina. Procure limitar o horário de brincadeiras dentro do apartamento até as 22h, para evitar conflitos com vizinhos por barulho. Opte por carpetes emborrachados e tapetes nas áreas onde as crianças ficam (geralmente nos quartos) para evitar propagação de ruídos.

9) Regras e assembleias 

Conheça a pauta da assembleia antecipadamente e participe sempre que possível. Em caso de dúvidas, consulte sempre o síndico ou o gerente do edifício. Lembre-se de que as regras de condomínio acordadas devem ser seguidas por todos, mesmo quem não estava presente.

10) Obras e reformas 

Consulte sempre o síndico do prédio antes de realizar uma reforma para verificar se o reparo não entrará em conflito com as estruturas do empreendimento. Informe o que será realizado, bem como a duração, horários de ruídos e movimentação de prestadores de serviços. Comunique aos seus vizinhos e peça desculpas antes do início das obras.

11) Animais 

Animais devem ser transportados somente no elevador de serviço. Procure ficar atento ao barulho do animal para não perturbar os vizinhos, especialmente em horários de descanso. Caso o animal suje as dependências comuns do condomínio, o dono ou responsável deve providenciar a limpeza prontamente.

Fonte: http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Como organizar o guarda-roupa de forma inteligente

Organizar o guarda-roupa parece ser uma tarefa difícil, mas com algumas dicas pode se tornar mais fácil do que você imagina!

Sua casa é muito pequena para guardar seus pertences pessoais? Com a correria do dia a dia, você fica sem tempo de organizar suas coisas do jeitinho que gostaria nos armários e guarda-roupas? Ou, quem sabe, você não resiste em comprar uma roupa nova?

Bom, se você respondeu  “sim” a pelo menos uma das perguntas acima, tenha certeza que você não é o único a passar por isso. Com uma rotina agitada, fica cada vez mais difícil deixar o ambiente organizado e funcional, e quando se trata do nosso guarda-roupa, isso se torna mais complicado ainda, já que geralmente é onde a bagunça começa.

Mas, nós queremos te ajudar! Confira nossas dicas que vão não só te ajudar a organizar suas coisas, mas a arrumar seu guarda-roupa de forma inteligente:

1. Coloque tudo para fora

Sim, literalmente, jogue tudo que está no seu guarda-roupa para fora, sem deixar nada no armário. Dessa forma, você consegue ver com mais facilidade a quantidade de roupas e objetos guardados, principalmente aqueles que já estavam no fundo da gaveta, esquecido há meses.

Após isso, comece a separar os itens que serão mantidos e os que serão descartados ou doados. Ah, e não tenha medo de desapegar daquela blusa que você amava há alguns anos, mas que não usa mais ou que não serve. Mantenha roupas que são usadas com frequência, que ainda estejam num bom estado e que caibam bem em você.

Caso ainda sirva, esteja em boas condições, mas você não usa há mais de seis meses, então a melhor opção é doa-la.

Já as peças ruins, rasgadas ou em péssimo estado: jogue fora! Se você não usa mais o item pelo estado em que se encontra, também não servirá para outra pessoa.

Arrumação do guarda roupa

2. Limpeza

Com o armário vazio, passe um pano seco e retire todo o pó acumulado. Depois passe álcool, ou um produto específico para lustrar móveis, antes de guardar suas coisas novamente. Uma boa dica caseira é usar vinagre de vinho branco no lugar do álcool para retirar cheiro de mofo e de “roupa guardada”.

3. Identifique e separe

Passado o momento do “desapego”, separe os itens que você vai manter no guarda-roupa por categorias: camisetas, calças, pijamas, roupas de frio, roupas intimas, além de separar os um espaço para acessórios como cintos, bolsas, calçados e itens pessoais de beleza.

Agrupe os tipos de roupa numa ordem que faça sentido ou que seja mais prática para tirar e devolver ao lugar ao longo do seu dia a dia. Por exemplo: guarde as peças intimas em saquinhos separados, próximos as roupas delicadas. Já os itens mais grossos para o frio separados das roupas de calor. Deixe sempre mais visível as suas peças favoritas, aquelas que você costuma usar mais, ou então deixe combinações que ornam entre si mais próximas.

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4. Roupas de cama e roupas de estação

Por hábito popular, geralmente guardamos roupas de cama, como lençóis, edredons e travesseiros extras, nas prateleiras do canto superior do guarda-roupa. O mesmo serve para as roupas pesadas de frio e acessórios de viagem, como malas e sacolas. Isso acontece pois, como são itens que não são usados com muita frequência, acabamos otimizando melhor o nosso espaço ao deixa-los nesses cantos mais inacessíveis. No alto de um guarda-roupa, dificilmente você deixará alguma roupa favorita ou produto de uso diário. Então não desperdice espaço! Use todos os cantinhos do armário, desde a prateleira mais alta a mais baixa.

5. Dobraduras

Um dos maiores vilões na hora de organizar o guarda-roupa são as dobraduras, ou vincos, nas roupas. Apesar de muita gente não gostar, ao dobrar as roupas da maneira correta, você ganha mais espaço e deixa seu armário com uma cara totalmente nova. Não precisa ser perfeito, mas procure dobrar da mesma forma, deixando as peças do mesmo tamanho, para facilitar a organização.

 

6. Cores e tamanhos

Para aqueles que não querem perdem muito tempo escolhendo uma peça e desejam um guarda-roupa mais funcional, procurem optar por organizar as peças por cores, do tom mais escuro para o claro. Você ainda pode separar por comprimentos, como: vestidos longos, vestidos curtos, blusas de manga comprida, blusas sem mangas, o que for mais prático para você, está valendo.

Uma dica extra é colocar mais de uma peça da mesma cor no mesmo cabide, economizando espaço.

7. Acessórios

Quem nunca guardou o cinto na gaveta de roupa intima, ou deixou os cachecóis escondidos no meio das roupas de frio? Pois é, para facilitar, uma ótima dica usar caixas organizadoras para os acessórios pequenos. Os lenços e cachecóis, você pode amarrar nos cabides e para pendurar os cintos, use ganchos especiais .

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8. Cabides

O que seria do nosso armário sem eles? Pode ser de madeira, de ferro, colorido ou pretinho básico: a verdade é que cabide é um item essencial no seu guarda-roupa organizado e inteligente. Mas nada de manter cabides quebrados e tortos em uso pois, dependendo da peça de roupa, eles podem danificar o formato e o tecido. E, falando em tecido, para roupas delicadas e que não podem esticar, existem diversos tamanhos de cabides, até mesmo de veludo, que dão uma proteção extra na hora de pendurar.
Coloque-os também sempre virados para a mesma direção. Além de não ficar enroscando um no outro, isso dá uma sensação ainda maior de organização.

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9. Calçados e produtos de beleza

Caso você não tenha uma sapateira fora do guarda-roupas, mas tem espaço sobrando nos cantos inferiores do armário, a dica é evitar deixa-los dentro das caixas de papelão fornecidas pela loja. Elas ocupam espaço e acumulam sujeira. As substitua por caixas organizadoras transparentes e, de preferência, com aberturas para deixar o calçado respirar. Existe ainda a opção de utilizar uma sapateira vertical, em forma de cabide, que suporta calçados de todos os tamanhos, inclusive botas.

Independente de qual dessas opções você escolher, adquira o hábito de limpar os calçados sempre que voltar da rua antes de guardá-los.

10. Manutenção

Você descartou, limpou e arrumou tudo. Agora só falta fazer a manutenção de todo esse processo de organização. Dedique-se ao máximo em manter seus itens no lugar certo, dobrados ou devidamente pendurados, pois são nos pequenos detalhes que vamos começando novamente toda a bagunça. É claro que um deslize ou outro vão acontecer, o importante é não deixar acumular para jogar tudo desarrumado dentro do armário. Organizar um guarda-roupa de forma inteligente fica ainda mais fácil para quem conseguir manter as coisas no seu lugar.

Ufa! É tanta dica que agora só falta você começar a sua própria organização! Vá no seu ritmo, desapegue do que não for usar mais e arrume as coisas da forma que melhor funcionam para você.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Como lidar com a oposição

Agradar a todos é quase impossível. Por isso, é bom estar preparado

Agradar a todos é quase impossível. Por isso, é bom estar preparado

Em qualquer condomínio, o síndico deve saber que freqüentemente suas atitudes e ações vão gerar discordâncias, muitas vezes oriundas de um grupo de “oposição” à sua gestão.

Essas discordâncias acontecem mesmo em gestões eficientes, e podem ter naturezas diversas: a incompreensão sobre os motivos das atitudes do corpo diretivo, a luta pelo poder interno, antipatias pessoais, ou mesmo uma real insatisfação com dados objetivos da gestão.

Confira abaixo algumas dicas para administrar com a maior harmonia possível, neutralizando confrontos e mal-entendidos, e defendendo-se de agressões e perseguições.

Comunique-se

O mais sensato é realizar uma gestão que se comunique bem, que transmita para todos os moradores os problemas, os impasses, as soluções tomadas e os devidos resultados, a fim de que sua administração seja marcada pela transparência.

Além das medidas mais usadas, como ter quadros de avisos em áreas comuns e enviar o balancete mensal das contas, aconselha-se realizar assembleias freqüentes e ter um meio de comunicação oficial, como jornal ou blog do condomínio.

Saiba mais sobre Comunicação interna

Divida responsabilidades

Um dos problemas enfrentados pelos síndicos é a centralização de decisões e idéias. Isso freqüentemente gera desconfiança nos demais condôminos. É mais produtivo socializar as decisões para que todos, mesmo que não colaborem efetivamente, sintam-se integrados ao condomínio. Reuniões freqüentes com conselheiros e com a assembleia são as ocasiões mais adequadas a isso.

O ideal é que os conselhos consultivo e fiscal participem efetivamente do seu mandato, com reuniões periódicas, deixando claro que cada um tem uma função e que precisa exercê-la.

Outra boa idéias é estimular a criação de comissões de condôminos para ajudar em tarefas específicas, como obras, atividades de lazer e culturais e outras.

Saiba mais sobre Divisão de tarefas

Não revide

Uma postura neutra e equilibrada colabora para evitar aborrecimentos, e até mesmo boatos a respeito do temperamento do síndico/administrador do condomínio.

Não é conveniente revidar implicâncias, acusações, alimentar discussões ou espalhar “contra-boatos”.

Sempre que necessário, esclareça situações através de comunicações coletivas.

Quando o caso é grave, configurando calúnia ou danos morais, ou mesmo quanto a ameaças ou agressões efetivadas, é melhor fazer um boletim de ocorrência a fim de se resguardar, ou até ingressar com ação judicial. Mostre-se firme e disposto a acabar com este tipo de atitude – revidar na mesma moeda seria justamente alimentar condutas agressivas e anti-sociais.

Confira jurisprudência sobre calúnias e danos morais em condomínios.

E é claro, não deixe de prestar os serviços rotineiros mesmo aos condôminos que o perseguem.

Ampare-se em documentos

Não apenas para prestar contas sempre que necessário à assembleia, mas também para defender-se de acusações feitas sobre a administração e contabilidade do condomínio, tenha sempre à mão planilhas, recibos e notas fiscais para disponibilizar a qualquer morador.

Fonte: SindicoNet

Taxa de condomínio

É possível barateá-la com cuidado com os funcionários

Resultado de imagem para taxa de condominioComo baratear a taxa do condomínio?

Desde de meados de 2014, a crise econômica tem causado grandes impactos na vida do brasileiro: lazer, alimentação, moradia e o crescente desemprego. As taxas de condomínio, devido à manutenção e administração, têm aumentado ano a ano de forma incompatível com o bolso do cidadão como reflexo dessa crise, o que tem contribuído para o aumento de inadimplências, ações judiciais e até mesmo no preço do aluguel.

O morador sem condições de pagar muda-se para outro mais em conta; o proprietário perde o inquilino e tem que arcar com a despesa; e o condomínio não consegue fechar as contas no azul.

Muitas vezes, essa taxa não condiz com a realidade do condomínio, que começa a buscar alternativas para economizar na folha de pagamento. Os encargos advindos de passivos trabalhistas podem contar muito no final do mês, caso o edifício tenha funcionários próprios, que podem chegar a 60% da receita.

Porém, não é somente neste ponto que os condomínios tem a perder. A alta rotatividade de funcionários gera contas absurdas para se pagar no fim do mês, com encargos, indenizações ou multas, além de haver a possibilidade de problemas de relacionamento entre eles e o síndico.

Por isso, a terceirização tem sido a opção mais viável, econômica e tranquila, já que ela assume toda a responsabilidade com os serviços prestados de portaria, zeladoria e limpeza, sozinha.

Ao colocar essa parte de serviço e funcionários nas mãos de uma companhia terceirizada competente, os síndicos passam a ter mais tempo para se dedicar a outras atividades, principalmente pensando em alternativas para economizar com os gastos.

Além de não ter a alta rotatividade de funcionários e os encargos trabalhistas, evitando problemas de relacionamento, há uma previsão de gastos mais exatos nas contas.

Há ainda mais benefícios quando levamos em consideração o preparo dos funcionários terceirizados para atuar na administração com responsabilidade e segurança, estando sempre atentos para possíveis futuros problemas e como saná-los rapidamente com os menores custos e trabalho de qualidade.

Isso ocorre porque a empresa que presta os serviços tem cursos de especialização, que deixam seus funcionários sempre atualizados quanto a diversas questões importantes, como ação de criminosos, por exemplo.

Por isso, os síndicos e moradores de condomínios devem procurar novas possibilidades e procurar empresas terceirizadas que já tenham experiência de mercado, estejam regulamentadas e que comprovem o recolhimento dos direitos trabalhistas.

Em tempos de crise, são necessárias medidas imediatas e preventivas, a fim de estabelecer a harmonia financeira e administrativa dos condomínios e ainda assim, zelar pelo bem-estar de todos os moradores.

Fonte: SindicoNet

Veja dicas para o bom convívio dos pets em condomínios

Conhecer o temperamento do bichinho é fundamental para evitar conflitos. Antes de adotar um animalzinho é preciso estar a par das regras do prédio.

Malu, a companheira inseparavel de Fabiana (Foto: Caca Fagundes/ Arquivo pessoal)

Malu, a companheira inseparável de Fabiana (Foto: Caca Fagundes/G1)

Ter um bichinho de estimação pode ser uma saída para quem quer um companheiro em casa. Este é o caso de Fabiana Ferreira, dona da pequena Malu, uma cachorrinha de quatro meses. Ela decidiu adotar a pequena depois de um ano e meio morando sozinha.

“Eu me mudei para o apartamento e sentia que faltava algo, uma companhia. Então, minha mãe me contou que a cachorra de uma amiga dela estava prenha e me incentivou a pegar a Malu”, conta Fabiana, entre os latidos da espevitada cachorrinha.

Mas isso só foi possível porque no edifício onde Fabiana mora é permitida a posse de animais de pequeno e médio porte. Lázaro Miramontes, o síndico, conta que essa decisão foi tomada durante a primeira assembleia de moradores. “Aqui no prédio a norma diz que os moradores que tenham pets devem transitar com os animais no colo ou em coleiras, para evitar que façam sujeira nas áreas comuns. Essa regra foi estabelecida na época da primeira síndica e qualquer alteração precisa ser aprovada por uma nova assembleia”, explica.

Um dos pontos primordiais para o bom convívio entre os donos de pets e os demais moradores é o bom senso. Fabiana conta que já teve uma “surpresinha desagradável” no hall do prédio. “Acho que é necessário muito diálogo e respeito entre os condôminos, eu mesma já encontrei fezes na porta do elevador, isso é muito desagradável. Eu me preocupo muito em questão ao barulho, sempre pergunto para os meus vizinhos se os latidos da Malu incomodam”, garante.

Por conta de episódios como este, algumas medidas foram tomadas, como a construção de um jardim externo para os pets. “Além da construção de um espaço específico para os animais, foram instaladas câmeras de monitoramento nos corredores para coibir os moradores que não recolhem as sujeiras dos seus bichinhos. Mesmo assim alguns condôminos não cumprem as regras, aí então, depois que a pessoa já foi advertida, aplicamos uma multa no valor da mensalidade do condomínio”, diz o síndico.

Orientações do Secovi
Guido Cussiol Neto, diretor regional do Sindicato da Habitação de Sorocaba (Secovi), orienta os moradores de condomínios que querem ter um animalzinho de estimação. Segundo ele, a primeira coisa é verificar como a convenção e o regimento interno do seu condomínio tratam o assunto.

“Agora, se você adquiriu um apartamento cuja convenção já foi estabelecida também é possível sugerir o assunto nas reuniões de assembleia. Além disso, é importante pesquisar sobre as raças mais adequadas para apartamento, até que tamanho cresce, temperamento, entre outras questões. A orientação do Secovi-SP é que os animais também não podem prejudicar a tranquilidade, a higiene do condomínio e a saúde dos demais moradores”, ressalta Guido.

Segundo ele, a lei vem sendo adaptada às necessidades dos condôminos. “Muitas das convenções de condomínio dizem que é proibida a permanência, mesmo que temporária, de animais nas dependências do condomínio, mas dado o grande número de condôminos que possuem animais de estimação, esta questão foi sendo modificada. Hoje, a jurisprudência está seguindo a seguinte regra: são permitidos animais de pequeno porte, limitados às unidades autônomas (apartamentos), desde que sejam transportados pelo elevador de serviço e não prejudiquem a tranquilidade, a saúde e a segurança dos demais condôminos”, esclarece.

Sandra Vergili e a cachorrinha Nina (Foto: Arquivo pessoal)

Sandra Vergili e sua cachorrinha Nina (Foto: Arquivo pessoal)

Adoção comunitária

Nina, uma vira-latas de aproximadamente 11 anos, apareceu no prédio da subsíndica Sandra Vergili em maio de 2015. E ela não veio sozinha. “A Nina estava bem magra, suja e faminta. Eu e o zelador demos comida e ela foi aparecendo todos os dias. Algumas semanas depois descobrimos que ela estava grávida. Em agosto nasceram cinco filhotes, que foram doados. Segundo o veterinário, se não a tivéssemos resgatado, ela e os filhotes teriam morrido, porque o primeiro deles ficou entalado e foi necessária uma cesárea”, relembra Sandra.

A adoção comunitária aconteceu naturalmente. Aos poucos os moradores passaram a alimentar e presentear o animalzinho. Em pouco tempo Nina já tinha até uma casinha. “Como ela era muito magra, passava por entre as grades do portão social para dormir no jardim do prédio. Sem combinar ou definir nada em reunião, cada morador começou a alimentá-la, trazer roupas e, em menos de 15 dias, ela já tinha uma casinha, cobertores e potinhos”, conta a subsíndica.

Durante o dia a Nina é a companheira inseparável do zelador. Quando a noite chega ela tem um lugarzinho cativo no apartamento da Sandra. “A princípio ela dormia na casinha dela, mas depois que doamos os filhotes, ela ficou muito territorial e passou a latir muito à noite. Para não atrapalhar o descanso dos moradores, resolvi arranjar uma caminha para ela no meu apartamento. À noite ela costuma dormir comigo, mas já passou a noite em outros apartamentos, pelo menos mais dois moradores têm caminhas só para ela”, diz.

Algumas regras foram estipuladas pelos moradores para garantir um bom convívio com a dócil Nina. “Alimentação, só se for ração; não esquecer que, apesar de dócil, ela é um cão e não se deve tirar coisas de sua boca, apertá-la ou puxar rabo e orelha; ter cuidado no momento de entrada e saída de carros da garagem porque ela costuma acompanhar a todos”, adverte a subsíndica.

Fonte: G1

Em quais leis se baseiam as funções do síndico

Constituição, Código civil, Regimento interno, Convenção, Lei do inquilinato, CLT, …

Ao assumir o cargo de síndico são muitas as dúvidas sobre as responsabilidades que esse tipo de ocupação traz.

Porém, os textos em que o síndico deve basear suas decisões são de leitura bastante acessível. É de extrema importância que qualquer interessado no cargo de síndico tenha bastante familiaridade com esses documentos. Eles são um verdadeiro norte para a gestão do condomínio.

Para facilitar, o SíndicoNet destaca aqui os pontos fundamentais dos textos mais importantes para a gestão do condomínio.

Estando mais familiarizado com essas informações, o síndico se sente mais seguro para tomar as melhores decisões para a coletividade que representa.

Código Civil Brasileiro

O Código Civil, em seu capítulo sobre condomínios, é a atual Lei que regulamenta os condomínios. Entrou em vigor em 11 de janeiro de 2003, e seus artigos referentes a condomínios modificaram a Lei que regia o setor, a 4.591/64.

Conhecer tais artigos (do 1.331 ao 1.358), permite que o síndico tenha mais segurança na hora de tomar decisões. Os artigos referem-se a questões como:

  • Despesas do condomínio
  • O que deve haver na Convenção do condomínio
  • Responsabilidades do síndico
  • Os direitos e deveres dos condôminos
  • Quando e como realizar Assembleias
  • Realização de obras
  • Seguros obrigatórios ao condomínio
  • Uso das instalações do condomínio
  • Uso de procurações
  • Multas

Lei 4.591/64

Como vimos, o Código Civil entrou em vigor em 2003 estabelecendo novas diretrizes e regras para a vida em condomínio.

Mas, a antiga Lei de 1964, a 4.591, também conhecida como Lei do Condomínio, ainda tem validade quanto aos assuntos que o Código Civil não abrange.

Ela trata de direito de propriedade, de como convocar e fazer assembleias, das despesas do condomínio (extraordiárias e ordinárias), e da utilização da edificação por parte dos condôminos, além de outros assuntos.

Convenção condominial

É o conjunto de leis internas do condomínio. Geralmente, o documento é elaborado assim que o local começa a ser ocupado pelos moradores.

A convenção condominial é a forma dos condôminos estipularem como será a vida ali. Ela se aplica a condôminos e inquilinos, que devem seguir o combinado da mesma maneira que os donos do imóvel, estando sujeitos a multas, caso haja descumprimento.

A convenção, é claro, não deve contrariar leis municipais, estaduais ou federais.

Para que se altere a convenção são necessários 2/3 dos votos dos condôminos e o documento deve ser registrado no cartório onde o imóvel está registrado.

Também vale oferecer uma cópia da convenção a todos os novos moradores do condomínio. Assim, ficam todos bem informados sobre as regras do local.

Exemplos sobre o que deve conter a convenção:

  • Modo de pagamento de despesas ordinárias e extraordinárias
  • O que se decide em assembleia, como convocá-la e o quórum necessário para deliberações
  • Questões de administração do condomínio
  • O regimento interno

Regimento Interno do condomínio

Regimento Interno

É um conjunto de regras para a vida em condomínio, mas de caráter mais cotidiano.

Antigamente era denominado “Regulamento Interno” – forma que perdura popularmente até hoje. É uma parte da convenção.

Para mudar o regulamento interno, o entendimento atual é o quórum de maioria simples, ou seja, 50% mais um dos presentes na assembleia.

Há casos em que a própria convenção estipula o quórum necessário para a alteração do RI. Se for essa a situação, é essa a regra que o condomínio deve seguir.

Alguns especialistas afirmam que são necessários outros quóruns para alterar o documento, mas esse não é o entendimento da grande maioria. O documento, em geral, contém regras sobre:

  • Dias de mudança
  • Formas de multa aos condôminos
  • Utilização de áreas comuns
  • Entre outros

Lei do Inquilinato

Há duas leis principais que tratam sobre a locação de imóveis: a 8.245, de 1991 e a 12.112, de 2009. As leis tratam principalmente de questões relativas ao aluguel de imóveis.

Há trechos da lei que falam sobre a vida em condomínio, principalmente sobre as despesas extraordinárias – aquelas com as quais o locador NÃO deve arcar. – Acesse aqui: Lei do Inquilinato / Condomínios

CLT

A Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) é o principal conjunto de leis sobre relações trabalhistas.  A CLT se aplica principalmente quando os funcionários são contratados pelo condomínio.

Se há uma empresa terceirizada prestando esse tipo de serviço, deve-se atentar ao contrato assinado entre as partes, além da legislação trabalhista. Ao optar por empresa terceirizada, o condomínio não paga os chamados direitos trabalhistas para o funcionário.

Porém, deve fiscalizar para que a empresa contratada ofereça esse aporte aos trabalhadores já que, em caso de não cumprimento da obrigação, o condomínio pode ser acionado como parte responsável em ação judicial.

Convenção Coletiva

As convenções coletivas referem-se às decisões dos sindicatos de trabalhadores de cada classe, principalmente em relação ao salário-mínimo de cada categoria. Cabe aos condomínios acatar e remunerar aos funcionários de acordo com as negociações coletivas.

A Convenção coletiva também estabelece regras de contratação e convivência entre empregador e empregado, além de direitos e deveres de cada parte. A Convenção Coletiva não pode contrariar a CLT.

FICA A DICA

Os textos que você precisa conhecer bem e ter em mente são o novo Código Civil, a Convenção e o Regulamento Interno. Uma boa leitura deles vai tornar mais simples sua gestão.

A CLT você só vai consultar em caso de necessidade, bem como a Convenção Coletiva e a Lei do Inquilinato.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Dicas de como aproveitar uma cozinha americana

Se você tem uma casa grande ou pequena e sonha com uma cozinha americana, confira agora lindas opções para adaptar agora mesmo!

Uma cozinha americana é um ambiente que geralmente não possui paredes como divisórias, tornando o cômodo mais amplo e, em diversas vezes, integrado a um outro próximo. São preservadas as estruturas tradicionais de uma cozinha comum, mas geralmente a parede principal dela recebe armários embutidos e eletrodomésticos como fogão, geladeira, lava-louças e microondas alinhados um ao lado do outro. Logo atrás, é criado um balcão que vai comunicar com o ambiente a frente, criando uma espécie de divisa entre os cômodos, porém com altura limitada à nível da cintura de uma pessoa em pé.

Parte desses balcões pode ser utilizada para levar a pia da cozinha ou até mesmo um pequeno fogão estilo “cooktop”, uma placa plana com quatro ou cinco bocas que pode ser embutido na parte de cima do balcão, como se fizesse parte da estrutura da peça. Esse tipo de fogão pode ser alimentado à gás ou por eletricidade e substitui o fogão tradicional.

Selecionamos cinco formas de adaptar a sua cozinha americana de forma muito prática e moderna, sem perder o charme e elegância das cozinhas tradicionais.

Cozinha americana com bar suspenso

Os mini bares suspensos tem aparecido como uma tendência que veio para ficar. São peças simples, que podem ser adaptadas na maior parte das casas ou apartamento, sejam eles grandes ou pequenos e que não se limitam apenas às cozinhas. É possível ter um barzinho suspenso na sua sala de estar ou de jantar, por exemplo. Para ter um desses na sua cozinha americana, basta criar uma espécie de prateleira suspensa que pode ser presa no teto ou até mesmo na parede. Você pode dispor as taças e copos de bebida em cima da prateleira ou até mesmo providenciar um suporte para que fiquem expostos de ponta cabeça.

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Cozinha americana integrada com sala de estar ou sala de TV

Não há forma mais confortável de receber convidados na sua casa do que poder integrar os ambientes e manter todos conversando juntos enquanto assistem algo na TV ou bebem esperando a refeição ficar pronta. A integração de sala de estar com cozinha traz modernidade para os apartamentos e permite que o espaço limitado deste tipo de imóvel seja ampliado, causando a sensação de que se trata de um cômodo bem maior. Distribua próximo ao balcão da cozinha sofás e pufes confortáveis. Além de estilosos, eles podem servir como opção extra de assento quando um número maior de pessoas estiver na casa.

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Cozinha americana com balcão como mesa de refeições

Um dos jeitos mais comum de utilizar o balcão da sua cozinha americana é como mesa complementar ou até mesmo mesa principal, no caso de casas ou apartamentos muito pequenos e com poucos moradores, como um casal sem filhos, por exemplo. É permitido criar diversas composições diferentes, com banquinhos coloridos ou neutros e até mesmo cadeiras mais estreitas que ajudam a salvar um pouco de espaço.

Cozinha americana integrada com sala de jantar

Se você tem um pouco mais de espaço em casa, pode ter uma mesa principal para o jantar, onde as principais refeições do seu dia-a-dia serão realizadas. O balcão não dispensa o uso da mesa tradicional, apenas auxilia aqueles que tem um ambiente limitado para móveis com tamanhos avantajados, como são as mesas de jantar. Se sua casa permitir, invista em mesas com um desenho diferente para o ambiente, como as redondas, para até quatro lugares. Isso ajuda a trazer charme e elegância para o seu lar.

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Cozinha americana na área externa

Essa é uma dica excelente para as casas que possuem amplo espaço externo com área para churrasqueira e cujos moradores costumam receber muitos amigos ou familiares para os almoços nos finais de semana ou datas especiais. Esse tipo de formatação pode ser feita em casas com varandas, sobrados ou coberturas e garante uma ótima opção de lazer para quem curte passar um tempo em casa curtindo uma deliciosa refeição em família.

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Gostou das dicas? Que tal aprimorar e adaptar para a sua casa também? Se você mora em um apartamento ou casa pequena, opte por soluções práticas como a integração da cozinha com a sala de estar ou a utilização do balcão como mesa de refeições. Isso te ajudará a poupar espaço e curtir sua casa sem esbarrões em móveis que não cabem confortavelmente no seu lar. Para ambientes maiores, a dica é integrar a casa com a sala de jantar, sem dispensar a mesa principal ou ter uma cozinha americana externa. Já a dica do bar suspenso pode ser adicionada em qualquer cantinho, pois é uma ideia moderna e que não se prende apenas à cozinha.

Fonte: ImovelWeb

4 dicas que você precisa saber para organizar sua geladeira

Saber organizar a sua geladeira é essencial para quem não quer perder alimentos, além de ser imprescindível para a saúde. Confira nossas dicas sobre o assunto.

Manter a geladeira organizada é uma tarefa difícil, ainda mais se você mora sozinho, trabalha o dia todo e não para em casa. Também não é nada fácil para quem tem crianças, o abre e fecha, tira e põe de recipientes, os pedaços de alimentos que sobram… Tudo isso pode virar uma verdadeira bagunça regada por muito desperdício.

Quando chega nessa situação, é definitivo: precisamos limpa-la e organiza-la! Pode não parecer uma tarefa tão fácil, mas, levando em conta que tratamos de um espaço pequeno e que pode ser organizado em pouco tempo, separamos algumas dicas que facilitarão essa tarefa. Acompanhe e saiba como organizar sua geladeira e colocar a limpeza em prática:

1. Limpeza

Antes de qualquer coisa retire tudo de dentro do eletrodoméstico. Além de verificar se os alimentos estão ou não vencidos, assim é possível ver se há algum resto de comida a ser eliminado. Use apenas água e produtos leves que não tenham cheiro como por exemplo detergente neutro. Se não tiver detergente neutro, pode usar um com aroma, mas depois passe um pano com vinagre para desinfetar e tirar qualquer resíduo de perfume de dentro da geladeira. O ideal é realizar essa limpeza uma vez por semana, ou, no máximo, de 15 em 15 dias.

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2. Organizando os alimentos

Nessa etapa procure separar os alimentos mais utilizados, dividindo-os em alimentos líquidos e sólidos. Lembre-se que a parte de cima da geladeira é a parte mais fria, portanto, é preciso organizar os alimentos de modo que os com maior necessidade de refrigeração fiquem na parte superior e  os alimentos que podem ficar em local menos fresco, estejam na parte de baixo.

Na primeira prateleira: coloque os alimentos que precisam ser vistos, os mais usados, os que estragam rápido e as “sobras” (qualquer legume que não tenha sido completamente usado, assim como cebola e alho). Isso evita desperdício.

Na prateleira do meio: coloque frutas que tem muito liquido e itens que não apodrecem tão rápido, como ovos, geleia, manteiga, itens não tão comuns, como azeitonas e outros petiscos que precisam ser refrigerados.

Na última prateleira: saladas, frutas, carnes que estão descongelando e garrafas que precisem ficar deitadas.

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Na gaveta: A gaveta é geralmente usada para verduras e legumes em geral. Para que tudo fique bem separado e a vista, uma boa dica é usar potes/recipientes de armazenamento dentro da gaveta. O ideal é que eles sejam transparentes e do mesmo tamanho para manter um padrão.

Na porta: A porta da geladeira é a que fica menos refrigerada. Geralmente, as fabricantes já deixam as portas com lugares demarcados para garrafas de água, refrigerantes e espaços para pequenos recipientes, como ketchup, mostarda, temperos e outros condimentos.
Mas não caia no senso comum! Ovos e leite, por exemplo, não devem ser deixados na porta, como várias pessoas costumam fazer. Deixe esses alimentos nas prateleiras, pois o abrir e fechar da porta faz com que a temperatura da mesma oscile muito mais do que o interior do eletrodoméstico.

Congelador: Como sabemos, nesta parte colocamos qualquer item que precisa ser congelado e conservado por mais tempo em temperaturas extremamente baixas.

3. Recipientes

Sendo na prateleira, no congelador ou na gaveta, guardar tudo que for colocado na geladeira em potes mantém os alimentos melhor conservados. Procure usar potes de vidros e com tampa para sobras de comidas ou legumes e frutas que não tenham sido consumidos por completo. Procure recipientes médios e transparentes, que facilitem a identificação do que está sendo guardado, lembrando sempre de verificar se esses potes estão fechados corretamente.

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4. Lotação

É comum deixarmos a geladeira cheia, ainda mais após a compra do mês. E se você é daqueles que acham que geladeira lotada é sinônimo de fartura e adora deixar todos os espacinhos preenchidos, temos uma notícia ruim para você: esse não é um bom hábito.

A geladeira é um aparelho com limitações e não pode ser sobrecarregada. Deixar espaços é importante para que o ar circule, principalmente no congelador. Não coloque toalhas nas prateleiras ou lote o congelador de potes e carnes, pois isso só fará com que sua geladeira perca a capacidade de refrigeração e os alimentos se percam com maior facilidade.

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Dica especial do Imovelweb!

Para quem tem aquelas geladeiras em modelo inverse, lembre-se de trocar todas as dicas de baixo para cima. Nesses modelos, a parte inferior é a parte mais fria do refrigerador, portanto considere todas as nossas dicas ao contrário ;)

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Gostou? Então coloque em prática agora mesmo! Lembre-se que organizar a geladeira faz com que sua cozinha seja mais funcional e você economize tempo. Além disso, toda essa limpeza e organização traz economia nas suas compras e na sua conta de luz, já que eliminar o desperdício de alimentos e saber onde está cada item tornam seu dia mais fácil.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Não pagou o condomínio? Veja o que pode (ou não) ocorrer

O inadimplente corre risco de perder o apartamento. Mas as indenizações podem ser pesadas contra aqueles que causem constrangimento ao devedor

 | Albari Rosa/Gazeta do Povo

Não pagar o condomínio pode ter um fim trágico: a perda do apartamento. A mudança das regras de cobrança em março de 2016, facilitando o processo contra o condômino inadimplente, fez com que muitos devedores corressem para fechar acordos com seus síndicos em uma tentativa de evitar a execução da dívida. Ao mesmo tempo em que fogem da via legal, porém, muitos desses mesmos devedores procuram a Justiça para “fazer do limão a limonada”: alvos de vexação e constrangimento por parte de vizinhos, acionam a Justiça com pedidos de indenização, muitas vezes bem-sucedidos nos tribunais.

A jurisprudência é rica de casos bizarros de ações de devedores contra condomínios. Há mais de um registro de síndicos que passaram a violar a correspondência do inadimplente para verificar se ele tinha outras contas em atraso – e pagaram por isso. Situações em que o inadimplente foi hostilizado na assembleia do condomínio e impedido de dar opinião, o que é ilegal. E inumeráveis histórias em que o devedor recebeu indenização após ser proibido de receber visitas, de usar o elevador social e áreas comuns no prédio, preterido em sorteio de vagas de garagem ou destituído de serviços do dia a dia, como a não distribuição da correspondência.

Nas ações de pedido de indenização por danos morais e até algumas representações criminais, os juízes tendem a decidir a favor do condômino inadimplente – ainda que nem sempre seja assim. Entende-se, a princípio, que o devedor já está sendo punido pelas consequências da própria dívida – e a sanha incontrolada dos vizinhos em criar outras restrições seria desproporcional. O atraso em arcar com a cota condominial acarreta multa, juros e a proibição de votar nas assembleias (art. 1335 do Código Civil), e o devedor ainda pode ser obrigado a pagar uma multa punitiva (art. 1337 do Código Civil), cinco vezes o valor do condomínio, caso falte com frequência a esse compromisso.

O tema é polêmico e, além da lei, a decisão depende da convenção do condomínio e, é claro, da interpretação do juiz em cada caso. “Na maioria das vezes, segue-se o entendimento de que não se pode proibir o uso de áreas comuns, por exemplo, mas já houve decisões de juízes permitindo restrições de uso da academia, da sauna”, exemplifica o advogado Tiago Dal Bo Pastore, especialista em Direito Imobiliário do Braga Nascimento e Zilio Advogados.

“Se estiver na convenção [a previsão de restrição de espaços e serviços a condôminos inadimplentes] e ficar comprovado que outros condôminos estão sofrendo prejuízos muito grandes com essa inadimplência, há juízes que dão essa possibilidade de restrição, mas essa questão não está pacificada nos tribunais, uma das partes pode ganhar uma liminar, ser cassada posteriormente, depende muito da interpretação de cada juiz”, completa o advogado Bruno Schirati Guimarães, da Comissão de Direito Imobiliário da OAB-PR.

Para o advogado Alexandre Marques, vice-presidente da Comissão de Direito Condominial da OAB-SP, o melhor para os condôminos é atuar dentro da lei sem tratar o devedor como “cidadão de segunda classe”, pelo bom senso e também porque multiplicar as humilhações pode custar caro, com os custos de eventuais processos. “Ele só é devedor. Amanhã ou depois ele quita a dívida e volta a ser um condômino com todas as prerrogativas”, afirma. Além disso, ele lembra que nas circunstâncias previstas em lei (art. 1351 do Código Civil) é preciso contar com o voto do inadimplente em uma assembleia. “Com a ausência do voto dele nesses casos específicos, prejudicaria o condomínio duas vezes: pela inadimplência e pela impossibilidade de alcançar aquele quórum necessário para a unanimidade”, diz.

Perda do apartamento

O melhor caminho para o condomínio quando há atraso no pagamento das contas é tentar entrar em um acordo sem procedimento judicial. “Não vale a pena propor uma ação de até três ou quatro meses de atraso, até porque acabará com um acordo em juízo e, acordo por acordo, melhor fazer um acordo antes [sem gastos com custas processuais]”, afirma Alexandre Marques, lembrando que há casos circunstanciais, como o desemprego ou problemas familiares que, resolvidos, permitem ao proprietário o saneamento rápido das dívidas.

Mesmo assim, quando há contumácia em não pagar, não há outra solução. “O devedor será citado para pagar a dívida em três dias, sob pena de penhora”, continua Marques. Caso não ocorra a quitação do débito, o juiz pode determinar a penhora do dinheiro em contas bancárias ou de bens, o próprio imóvel em questão ou outros. Persistindo a dívida, o imóvel pode ser leiloado.

Conheça a lei:

Código Civil

Art. 1.335. São direitos do condômino:

(…)

III – votar nas deliberações da assembleia e delas participar, estando quite.

Art. 1.336. São deveres do condômino: 

I – contribuir para as despesas do condomínio na proporção das suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção; (Redação dada pela Lei nº 10.931, de 2004)

II – não realizar obras que comprometam a segurança da edificação;

III – não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas;

IV – dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

§ 1o O condômino que não pagar a sua contribuição ficará sujeito aos juros moratórios convencionados ou, não sendo previstos, os de um por cento ao mês e multa de até dois por cento sobre o débito.

§ 2o O condômino, que não cumprir qualquer dos deveres estabelecidos nos incisos II a IV, pagará a multa prevista no ato constitutivo ou na convenção, não podendo ela ser superior a cinco vezes o valor de suas contribuições mensais, independentemente das perdas e danos que se apurarem; não havendo disposição expressa, caberá à assembleia geral, por dois terços no mínimo dos condôminos restantes, deliberar sobre a cobrança da multa.

Art. 1337. O condômino, ou possuidor, que não cumpre reiteradamente com os seus deveres perante o condomínio poderá, por deliberação de três quartos dos condôminos restantes, ser constrangido a pagar multa correspondente até ao quíntuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, conforme a gravidade das faltas e a reiteração, independentemente das perdas e danos que se apurem.

Art. 1.351. Depende da aprovação de 2/3 (dois terços) dos votos dos condôminos a alteração da convenção; a mudança da destinação do edifício, ou da unidade imobiliária, depende da aprovação pela unanimidade dos condôminos. (Redação dada pela Lei nº 10.931, de 2004)

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/

Perfil dos moradores de condomínio

Conheça os mais comuns e como lidar com eles

Quem não conhece aquele vizinho que reclama de absolutamente tudo que acontece no condomínio? Ou aquele que acha que é o dono do local e passa o dia inteiro querendo ditar a forma como as coisas devem ser feitas – seja para os funcionários ou outros moradores?

Para qualquer síndico, personagens como estes – ou outros – não são novidade.

Afinal, todo condomínio tem suas particularidades, e o perfil das pessoas que ali habitam pode variar muito de um empreendimento para outro.

Dessa forma, saber analisar e identificar as características dos moradores que compõem um condomínio é um atributo essencial para o síndico conseguir implantar uma gestão de sucesso.

É através dessa pré-analise que ele será capaz de moldar seu estilo de gestão e, assim, evitar menos atritos, desgastes e conseguir uma boa aceitação do trabalho a ser desenvolvido.

Foi pensando nisso que elencamos abaixo os tipos mais comuns de condôminos que costumam demandar menos ou mais trabalho ao síndico, para que ele consiga agir de acordo com cada perfil identificado.

Importante ressaltar que ninguém é apenas um perfil dessa lista abaixo – pode-se agregar um pouco de alguns tipos listados. E que nada é imutável. Um “barulhento” pode virar, com o passar dos anos, um “colaborador”, por exemplo.

“É apenas uma ‘brincadeira’ com os perfis mais comuns encontrados em condomínio. Vale como exercício para o síndico entender que, para lidar com pessoas, é importante ser tolerante e ter jogo de cintura ao exercer sua gestão e liderança”, argumenta Julio Paim, diretor do portal SíndicoNet.

1 – O Condômino padrão

O condomino padrão

É aquele morador que costuma não dar muito trabalho. Também não comparece em muitas assembleias, apenas quando entende que há algo muuito errado ou algum assunto particular lhe interessa – como a famosa assembleia onde são escolhidas as vagas de garagem.

Costuma respeitar as regras do condomínio e também geralmente não reclama em excesso.

Situações comuns:

  • Não comete infrações
  • Quase não vai às assembleias
  • Não demanda muito trabalho para o síndico
  • Aparece apenas quando vê algo muito errado

DICA PARA O SÍNDICO: Transparência e agilidade para atender às demandas desse condômino são importantes para manter a harmonia e evitar que ele se transforme em um perfil que possa gerar demandas desnecessárias ao síndico.

2 – O Inadimplente sem noção:

O inadimplente sem noçaõ

Um clássico da vida em condomínio. O condômino não paga o condomínio e vive viajando para fora, trocando de carro e fazendo festas.

Situações comuns:

  • Vive viajando a lazer
  • Troca de carro mesmo estando inadimplente
  • Perfil ostentador em redes sociais

DICA PARA O SÍNDICO: não esperar muito para entrar com ação judicial

“Nesse caso, o melhor é o síndico entrar logo com a ação na justiça. Não vale a pena esperar por quem tem condições e não prioriza o seu compromisso com o condomínio”, ensina o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet, Alexandre Marques.

3 – O Criador de caso

O criador de caso

Esse é aquele morador que não pode ver absolutamente nada fora de ordem. Seja uma escada que um funcionário deixou no canto para guardar dali a dez minutos, ou um pequeno ruído depois das 22h00.

Mesmo sabendo que o vizinho chega sempre esse horário e evita ao máximo incomodar, ele não perde a oportunidade, nunca, de chamar a atenção sobre algo que saiu do “normal”, podendo até registrar a queixa com o porteiro, site do condomínio ou no livro de ocorrências.

Muitas vezes também tende a pedir a intervenção do síndico em situações que não são necessárias.

Situações comuns

  • Postura inflexível e intolerante
  • Está sempre procurando “pelo em ovo”
  • Adora dar pitaco, mas, muitas vezes, não põe a mão na massa
  • A grande maioria das queixas não são sentidas ou também reclamadas por outros moradores

DICA PARA O SÍNDICO Trazer o condômino para a gestão do condomínio, em alguns casos, pode ser uma boa saída.

“Esse tipo de pessoa geralmente conhece bem o condomínio e suas regras. Pode ser bastante útil para o síndico no dia-a-dia da gestão”, afirma o vice-presidente de condomínios do Secovi-SP, Hubert Gebara.

Também é importante que o síndico entenda que nem sempre precisa intervir quando uma situação crítica envolve dois moradores – e não toda a coletividade.

“Nesse caso, o síndico pode deixar o morador que é muito ‘encrenqueiro’ se resolver com outro morador em questão, principalmente se não há outras reclamações sobre o tema”, argumenta Hubert Gebara.

4 – O Barulhento:

O Barulhento

Muitos condomínios têm, pelo menos, um morador assim. Seja o filho que toca bateria a tarde toda, ou aquele que chega tarde do trabalho e quer ouvir a TV em alto volume depois das 22h.

Também não há como deixar de mencionar aquele vizinho que adora uma festa e sempre extrapola os horários de silêncio.

Situações comuns

  • Não se preocupa com os vizinhos
  • Já está acostumado com reclamações e interfone tocando, e não liga pra isso
  • Espera o interfone tocar para, só assim, tomar uma atitude (ou não)
  • Sempre acha que é implicância do vizinho de baixo ou de cima

DICA PARA O SÍNDICO: seguir o que consta na convenção e no regulamento interno. Muitas vezes o procedimento é primeiro dialogar, seguido de advertência por escrito e, então, multa.

“Não é normal ter um morador que acha que tem mais direito que os outros, inclusive mais direito de incomodar. O síndico não pode ter uma postura leniente, porque se não os outros moradores, além de seguirem incomodados, vão achar que esse comportamento é aceitável no local”, pondera Jaques Bushatsky, advogado especializado em condomínios e colunista do SíndicoNet.

5 – O Dono do condomínio:

O dono do condomínio

Figura constante em condomínios mais antigos. É aquele que já mora há muito tempo no condomínio e acredita que entende mais dos procedimentos a serem executados que os funcionários. Passa o dia na portaria e atrás dos outros colaboradores “averiguando” se o serviço está sendo feito corretamente.

Situações comuns

  • Costuma ser morador antigo
  • Vê e cuida das áreas comuns como extensão da sua casa, o que pode ser positivo
  • Está sempre presente e circulando pelas áreas comuns
  • Ajuda a manter o condomínio em ordem, porém, pode cometer excessos
  • Dependendo da situação, pode ajudar ou atrapalhar o síndico a implementar melhorias e novos procedimentos no condomínio

DICA PARA O SÍNDICO: não deixar que o morador ultrapasse os procedimentos da gestão. Lembrar que não é permitido permanecer na portaria e que os funcionários executam suas funções de acordo com as solicitações do síndico e/ou zelador (em caso de colaboradores orgânicos) ou de um gestor externo – caso das empresas terceirizadas.

Um cuidado a mais, nesse caso, é que se o morador ficar “dando ordens” para um terceirizado, isso pode caracterizar “subordinação” entre o condomínio e o colaborador, abrindo, então, uma brecha para possíveis ações trabalhistas.

“O síndico não pode deixar esse morador ‘crescer’ muito nessa função, ou ele vai querer tomar conta de tudo. Às vezes, é um ex-executivo aposentado que está acostumado a ser obedecido e se vê esvaziado de autoridade apenas como morador”, calcula  Vania Dal Maso, gerente geral de atendimento da administradora ItaBr.

Por outro lado, assim como o perfil “Criador de caso” descrito acima, uma boa saída pode ser tentar trazer esse morador para auxiliar o síndico na gestão.

6 – O Ausente

O ausente

Um tipo bastante comum também, é o morador que acredita que sua participação na vida condominial é dispensável. Infelizmente, muitas pessoas que moram em condomínio não valorizam sua própria contribuição para o dia-a-dia do local. Não frequentam as assembleias, e não se sentem, também, representados pelas decisões tomadas ali.

Situações comuns

  • Não geram demandas para o síndico
  • Geralmente, para estes, dinheiro não é problema
  • Muitos não são sociáveis
  • Inquilinos ou inadimplentes também costumam se enquadrar nesse perfil

DICA PARA O SÍNDICO: aposte em campanhas de comunicação e site do condomínio para engajar esses moradores. Mesmo no caso do condômino inadimplente, isso vai motiva-lo a estar em dia com suas contas para ter mais participação no condomínio.

Outra opção é criar eventos no condomínio, como festas, para promover a integração e socialização entre todos.

Há, é claro, condôminos que muitas vezes não participarão da vida em comunidade de jeito nenhum. Mas há uma grande parcela de pessoas que podem, sim, se interessar mais e tomar parte da vida em condomínio.

“O síndico pode apostar em campanhas explicando sobre a importância de todos comparecerem às assembleias, principalmente antes de alguma ocorrer. Mostrar que o condomínio é de todos, e que é dever de todos cuidar do patrimônio”, argumenta Hubert Gebara

7 – O Vendedor de ideias

O vendedor de ideias

Ao contrário do “ausente”, esse perfil de morador tem muito gosto em participar da vida em condomínio. O que ele gosta mais é de sugerir melhorias para o condomínio. E isso é ótimo, desde que represente o interesse da comunidade em geral.

Um ponto negativo desse tipo é que ele geralmente pensa em como uma reforma no playground ou na churrasqueira pode ser incrível para o condomínio, mas não busca orçamentos e também não acompanha o desenvolvimento da sua ideia para a prática.

Também gosta de cobrar o síndico para colocar suas ideias em ação – muitas vezes sem que o assunto tenha sido votado em assembleia.

Situações comuns:

  • Adora dar ideias e sugestões, mas não ajuda a executá-las
  • Costuma ser sociável e é amigo de todos os moradores

DICA PARA O SÍNDICO: Colocar em votação as ideias do “idealizador” é uma ótima forma de passar a limpo se aquela possibilidade realmente é interessante para o condomínio.

“Fazer questão” da sua presença na assembleia pode ajudar tanto a vender a ideia como a mostrar que aquilo não é interessante para a massa condominial.

Sempre convidá-lo – e testá-lo – para ajudar a “por a mão na massa” é uma boa estratégia também. Assim você saberá o quanto ele poderá ser útil ou não para sua gestão.

8 – O Fofoqueiro

O fofoqueiro

Outro clássico da vida em condomínio, esse perfil é bastante comum. É aquela pessoa que passa seus dias ‘fiscalizando’ o que acontece no condomínio e sabe de tudo que acontece ali.

Geralmente, os comentários maldosos são direcionados ao síndico e conselho, já que para essa pessoa a gestão condominial nunca está no caminho certo. Seu alvo, porém, pode incluir também os funcionários e outros moradores.

Situações comuns

  • Sabe da vida de todos
  • Costuma criar “panelinhas” e intrigas
  • Usa o site do condomínio para tumultuar
  • Adora reclamar – sem embasamento – da gestão do síndico para outros moradores

DICA PARA O SÍNDICO: Apostar em transparência na gestão e ser duro com fofocas que atinjam sua honra ou de outros moradores. Vale todo esforço do síndico para cortar o mal pela raiz e não deixar que um simples comentário ou fofoca cresça e promova um estrago maior.

“O síndico deve se mostrar disponível sempre para tirar as dúvidas dos moradores sobre como está a gestão do condomínio. Mas outra coisa, completamente diferente, é ter que lidar com mentiras e acusações infundadas. Nesse caso, se houver provas, como trocas de e-mails, mensagens de whatsapp ou testemunhas, pode-se entrar com ação judicial sem nenhum problema”, afirma o advogado Alexandre Marques

9 – O Colaborador

O colaborador

Uma peça rara, mas que geralmente encontramos pelo menos um representante da categoria no condomínio. É aquele morador que agrega à gestão, entende as decisões tomadas pelo síndico e administração e ajuda na moral geral.

Situações comuns

  • Frequenta as assembleias
  • Lê os comunicados
  • Participa das comissões
  • Ajuda a motivar outros moradores a colaborarem com a gestão

DICA PARA O SÍNDICO: Trazer esse morador sempre para perto da sua gestão e ser sempre aberto aos seus questionamentos.

10 – O Do Contra

O Do Contra

É o contrário do colaborador. Ele faz uma oposição ferrenha ao síndico, mesmo que seja uma decisão votada em assembleia ou algo que vá impactar positivamente no condomínio.  Muitas vezes, pode ultrapassar o limite da crítica e chegar a acusações infundadas para com a pessoa do síndico

Situações comuns

  • Espalha boatos pelo condomínio
  • Fala mal do síndico
  • Usa sempre um viés negativo sobre a gestão atual

DICA PARA O SÍNDICO assim como o “criador de casos”, pode ser interessante trazer esse morador para dentro da gestão do condomínio. Quem sabe um olhar de fora não agrega ao seu mandato? É importante, porém, ser firme e não permitir que boatos infundados ou acusações contra a honra e a dignidade do síndico não se espalhem pelo condomínio

11 – O Solteiro Baladeiro

Solteiro Baladeiro

É aquele que chega de madrugada da balada diversos dias da semana, fazendo barulho. Não comparece nas assembleias e pode ser bastante alheio a outras regras do condomínio

Situações comuns

  • Dá frequentes festas em sua unidade
  • Alta frequência e diversidade de visitantes em sua unidade
  • Barulho recorrente após horário de silêncio
  • É normal chegar de madrugada

DICA PARA O SÍNDICO: Importante salientar que o que o morador faz dentro da sua unidade não é da conta de ninguém, desde que siga o que consta no regulamento interno e na convenção. Para lidar com esse tipo de condômino, campanhas de conscientização sobre uso correto das áreas comuns e barulho devem surtir efeito. Se não, seguir o que está previsto nestes documentos: notificações e multas sempre que a situação pedir.

Como costuma chegar de madrugada em casa, também vale reforçar os procedimentos de segurança com esse tipo de morador.

12 – O Antissocial

O Antissocial

Infelizmente, esse é um tipo tão comum que foi até tipificado pela Justiça. Veja o que diz o art 1.337 do Código Civil:

O condômino, ou possuidor, que não cumpre reiteradamente com os seus deveres perante o condomínio poderá, por deliberação de três quartos dos condôminos restantes, ser constrangido a pagar multa correspondente até ao quíntuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, conforme a gravidade das faltas e a reiteração, independentemente das perdas e danos que se apurem. Parágrafo único. O condômino ou possuidor que, por seu reiterado comportamento anti-social, gerar incompatibilidade de convivência com os demais condôminos ou possuidores, poderá ser constrangido a pagar multa correspondente ao décuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, até ulterior deliberação da assembleia.

Trocando em miúdos: é aquele condômino que não liga para as regras do condomínio. Que é multado reiteradamente por suas condutas que não estão de acordo com o regulamento interno e  convenção do condomínio.

Situações comuns:

  • Barulho alto
  • Conduta desrespeitosa com os vizinhos ou colaboradores (gritar/agredir/ ser violento)
  • Desrespeito reiterado ao regulamento interno ou convenção

DICA PARA O SÍNDICO: se você perceber que há um condômino com esse perfil no seu condomínio, o mais indicado é chamar uma assembleia para explicitar, exatamente, que tipo de comportamento seria encaixado como conduta antissocial, assim como as penalidades. Assim, o síndico fica mais protegido juridicamente quando for aplicar as penalidades previstas na lei. Também é importante dar espaço para o condômino se defender de todas as multas que receber.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

5 dicas para montar um quarto modulado

Quer ter um quarto modulado mas ainda tem dúvidas de quais modelos comprar para fazer sua composição? Confira 5 dicas para quartos que apostam nessa opção

Os quartos modulados são cômodos organizados para preencher o ambiente de forma que haja um melhor aproveitamento do espaço disponível. É uma excelente alternativa para casas e apartamentos menores e com cômodos de tamanho limitado. Geralmente, dispõem de um roupeiro, armários aéreos e módulos ou nichos que comportem as roupas pessoais, de cama, toalhas, entre outros.

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Os móveis de um quarto modulado são anexados às paredes para trazer maior comodidade aos moradores, garantindo o preenchimento e otimizando o espaço . Apesar de serem bastante similares aos móveis planejados, os modulados seguem um padrão de tamanhos e design. Os planejados são pensados sob medida para as casas e apartamentos de cada cliente, tendo assim um custo muito elevado devido a necessidade de contratar uma empresa que crie um projeto exclusivo, já os modulados são pré-definidos e vendidos diretamente ao consumidor final, sendo assim mais baratos.

Para visualizar como ficará a composição de móveis modulados no seu quarto, é possível projetar o seu cômodo em aplicativos e softwares. Basta ter em mãos as medidas da área onde você deseja inserir o móvel e criar composições com os nichos e armários disponíveis, pensando no tamanho total que ele terá depois de montado. O mais importante na hora de fazer sua composição é pensar em como as junções ficarão no final, como por exemplo, onde ficará a cama e se você precisa de um módulo para TV ou para algum outro de aparelho eletrodoméstico, assim como nicho para calçados.

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Esse tipo de composição é bastante comum em quartos de casal e solteiro, mas também pode ser aplicado em outros cômodos como cozinha, sala, closet e também no escritório. É um modelo de móvel bastante democrático, pois dispõe de armários de tamanhos variados, exatamente para atender às necessidades dos moradores da casa.

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Agora que você já sabe por onde começar, que tal algumas referências para se inspirar e criar também no seu lar? Veja a seguir dicas que se encaixam perfeitamente em uma composição de quarto de casal, mas que também podem servir para outros cômodos da sua casa:

1. Quarto modulado com roupeiro grande:

Quando se trata de um quarto de casal os roupeiros precisam ser maiores para comportar as roupas de duas pessoas. Sendo assim, é importante priorizar as medidas do ambiente deixando a maior parede do cômodo livre para essa parte do móvel.

2. Quarto modulado com armário aéreo:

Os armários aéreos são excelentes para complementar o espaço do roupeiro, permitindo que você guarde roupas de cama e toalhas em uma área separada, ganhando assim mais espaço para as roupas pessoais, acessórios e calçados em espaços do móvel que tornam-se mais acessíveis para uso diário.

3. Quarto modulado com área para TV:

A área de TV precisa ser pensada antes da compra do móvel para que o nicho suporte a quantidade de polegadas do seu aparelho. Basta medir a altura e largura aproximada da tela para ter o espaço garantido para a tela e não ocorrerem imprevistos.

4. Quarto modulado com nichos:

Se você gosta de decorar o quarto, os nichos abertos para preencher com acessórios, livros, porta-retratos, entre outros, são uma excelente alternativa e deixam o visual do quarto ainda mais bonito.

5. Quarto modulado com criados-mudos:

Para quem adora uma decoração com abajures, há opções de quartos modulados com criados mudos. Fica bem charmoso e dá um toque retrô para o ambiente, além de tornar essa parte da composição muito útil para guardar acessórios pessoais.

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Gostou das dicas? Após planejar a disposição que você deseja para os móveis e calcular o espaço que você tem disponível, procure pelo modelo modulado que melhor atende ao que você quer em casa.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Escolha o armário perfeito para a sua cozinha

Na hora de escolher o móvel ideal para sua cozinha, confira nossas dicas e torne essa tarefa mais fácil

A decoração da cozinha reserva muitas surpresas para as pessoas. Há detalhes que precisam ser pensados com calma para que não haja arrependimentos posteriormente. Para isso, pensamos em um dos temas mais polêmicos e que as pessoas gostam de discutir quando o assunto é esse cômodo. O interessante é que os armários são peças fundamentais, e estão ganhando cada vez mais variações para ficar muito mais fácil escolher o armário perfeito para sua cozinha. Pensando sempre: isso é apenas uma questão de análise.

Cozinhas maiores, cozinhas menores, mais descoladas, menos descoladas, as tradicionais… Enfim, há uma infinidade de possibilidades que podem agradar, seja lá qual for o seu gosto. E captamos algumas dicas de profissionais da área. Certamente elas serão muito úteis e acrescentarão ao seu gosto pessoal. O armário perfeito para sua cozinha pode estar aqui.

Analise o tamanho do espaço que você tem

É importante medir o espaço e o quanto de coisas você pretende ter na cozinha. Se você é uma pessoa que ama cozinhar e tem, ou pretende ter, muitos itens, atente-se ao espaço e busque soluções em diversos cantos, pois, atualmente, os armários podem ganhar várias formas, se encaixando até mesmo nos espaços mais improváveis.

Agora, se você não liga muito para cozinha e não pretende ter muitos itens, buscar o mais tradicional pode ser de grande valia. Um gabinete, um armário aéreo, um em cima da geladeira… Essas opções convencionais existem de todos os tamanhos, além, é claro, de existir a possibilidade dos planejados.

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Material do armário da cozinha

Sem sombra de dúvida, quando falamos de materiais para armários de cozinha, os de aço são muito mais fáceis para limpar, além de possuírem maior durabilidade. Mesmo em contato com umidade, eles não são danificados. É um ponto bem positivo. Talvez, os modelos não sejam tão bonitos, mas se formos analisar a questão de duração, é uma aposta excelente.

Já os armários de madeira também são bem duradouros, no entanto, precisam de um cuidado maior na hora da limpeza, pois a umidade danifica e pode estufar os móveis. No entanto, os modelos de madeira costumam ser mais bonitos do que os de aço. Olhe nas imagens e veja o que acha:

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Organização

É importante ressaltar esse ponto. Já alertamos sobre isso no primeiro tópico, mas é bem legal fazer uma ressalva para organização deles. Quanto mais coisas você tiver, maior precisará ser a sua organização. Tente ao máximo evitar o acúmulo de peças desnecessárias.

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Fonte: ImovelWeb

Barulho de bares, boates, da rua, etc.

Saiba como agir quando o incômodo vem de fora do condomínioSaiba como agir quando o incômodo vem de fora do condomínio

Sabemos que barulho é um dos principais problemas de quem mora em condomínio. Mas não são só os vizinhos a origem dos problemas com barulho em condomínio

O ruído fora de hora pode vir de pancadões, bares, casas noturnas, igrejas que funcionem até tarde, postos de gasolina, grandes canteiros de obras que não param (ou parecem que não param), o caminhão de lixo, os ônibus ou uma caçamba sendo retirada de madrugada.

Infelizmente, nos grandes centros, são muitos os locais que podem incomodar o horário de silêncio (das 22h às 7h)

O direito ao descanso é tão importante que é garantido por uma lei federal: a lei da paz pública.

Pancadões

Os ”pancadões”, bailes de rua, geralmente ilegais, são um tormento para toda a vizinhança. Incomodam não apenas pelo volume do som, mas também pelo grande número de pessoas que atraem.

O sugerido é ligar para a PM, para evitar que novos encontros do tipo sigam acontecendo no local.

Nesses casos, quando o incômodo acontece sempre por um barulho externo, e há a perturbação do sossego dos moradores, é papel do síndico  representar a coletividade e o interesse comum.

Para essas situações, elaboramos esse material para orientá-lo sobre como e onde recorrer, de acordo com a ocorrência e a região em que se encontra.

Legislação

O direito ao sossego está assegurado pela lei federal nº 3.688 de 23 de outubro de 1941, em seu capítulo IV.

Trecho da lei:

“…Capítulo IV – Das Contavenções Referentes à Paz Pública / Perturbação do Trabalho ou do Sossego Alheios: Art. 42. Perturbar alguém, o trabalho ou o sossego alheios: I – com gritaria ou algazarra; II – exercendo profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais; III – abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos; IV – provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem guarda…”

Para reforçar o que manda a lei federal, há em muitas cidades algum programa de silêncio urbano, como é o caso do PSIU, em São Paulo. No Rio de Janeiro, há a central de Poluição Sonora. Esses órgãos fiscalizam queixas relacionadas a ruídos.

Em São Paulo, o PSIU autua bares, restaurantes e igrejas/ templos religiosos. A principal queixa é que o órgão não comparece ao local imediatamente após a denúncia. Para reclamar, o ideal é explicitar os dias e horários de barulho, para que a vistoria aconteça quando haja barulho.

No Rio de Janeiro, a Central de Poluição Sonora atua de forma semelhante e também vistoria os mesmos tipos de estabelecimentos.

Importante dizer que esses programas municipais tem como objetivo estabelecer um máximo de nível de ruído e não o silêncio completo.

Em caso de uma contestação judicial, qual dessas leis deve ser usada? A recomendação do advogado e consultor jurídico da área condominial Cristiano de Souza Oliveira é que a lei mais próxima seja considerada para fins de fiscalização – ou seja, as municipais e estaduais. Ele explica que são as leis federais que regem e normatizam todas as outras e valem em caso da inexistência de uma lei local.

Obras, construções e caçambas

Segundo a lei federal nº3.688 citada acima, o horário de descanso em geral começa às 22h e termina às 8h. Por isso, nesse horário não é permitido realizar reformas, obras e construções. Carregar ou descarregar caçambas também não é permitido, já que essa atividade  gera ruídos consideráveis.

Mas há obras que acontecem, sim, pela noite e madrugada afora. É o caso de obras do metrô, ou de melhorias urbanas que não poderiam ser feitas durante o dia, pois seriam um transtorno enorme para o trânsito, por exemplo.

Há, porém, casos de empresas concessionárias (de água, luz ou telefonia, por exemplo), que decidem fazer reparos “de urgência” no horário de descanso. Vale ligar para a companhia para saber se há realmente a necessidade do serviço ocorrer àquela hora. Se o ruído for muito alto é possível acionar a polícia, que irá avaliar a situação.

Estabelecimentos NÃO comerciais

Há casos em que o infrator não é um estabelecimento comercial. Pode ser, por exemplo, uma residência ao lado de um condomínio, o som alto proveniente de carros estacionados em um posto de gasolina. Nesse caso, o recomendado é primeiro tentar conversar.

Caso não seja  possível, pode-se acionar a Polícia Militar, alegando perturbação do sossego.

Alternativas

Se a situação de barulho excessivo se tornar rotineira, o síndico ou a administradora do local podem iniciar um diálogo com o responsável pelo batalhão da área. Assim, pode-se pedir um reforço de atenção no local, com viaturas, por exemplo, nos dias e horários mais críticos.

Outra possibilidade é conversar com a associação de moradores. Em geral, esse tipo de organização é articulada e pode cobrar melhor da prefeitura e de outras autoridades soluções para o barulho excessivo.

Artifícios

Outra forma de se encontrar paz na metrópole é a instalação de vidros anti-ruídos. Há duas formas de se usar esse artifício. A primeira, e mais barata,  é o uso de vidros duplos. Aplicados diretamente na janela existente, sua instalação não configura em alteração de fachada.

Assim, quem tiver interesse em instalar o vidro duplo, não precisa submeter sua vontade à assembleia, dando mais agilidade à obra.

Há também a possibilidade de se fazer uma janela sob medida para o cliente. Sua estrutura tem perfil diferenciado, vidro especial, feito sob medida. Dessa forma, o isolamento acústico é maior.

Nesse caso, quando houver mudança na estrutura da janela, a alteração pode ser considerada alteração de fachada.

Conheça abaixo a legislação e como reclamar sobre o barulho:

Curitiba – PR

Onde e como reclamar Secretaria do Meio Ambiente – Pelo telefone: 156 ou 3335.2112

Que lei me protege? Lei número 10.625/02- de 19 de dezembro de 2002 – Dispõe sobre ruídos urbanos, proteção do bem estar e do sossego público e dá outras providências.

Fonte: SindicoNet

Taxa condominial: o que é levado em conta na hora do cálculo?

Taxa condominial: o que é levado em conta na hora do cálculo?

Número de unidades, inadimplência, variação no consumo de água, manutenções… A lista parece infinita, mas é possível chegar a um valor ideal para cada condomínio.

Com 256 unidades, o condomínio Flores do Bosque é um dos mais novos edifícios do bairro Roçado, em São José. Quem assumiu a responsabilidade pelo imóvel foi o síndico profissional Yuri Vaz, que logo se deparou com uma importante incumbência: calcular a taxa condominial que os futuros moradores iriam pagar.

Quem mora em condomínio sabe que a taxa é um compromisso ‘eterno’, pois a mensalidade é a garantia da estrutura e dos serviços em pleno funcionamento. Mas, afinal, o que compõe essa taxa? Como se chega ao valor ideal para cobrir as despesas? E os reajustes, o que é levado em conta na hora de calculá-los?

Antes de responder a essas perguntas, é importante saber que o Código Civil dá liberdade quanto aos critérios utilizados no cálculo, explica Dennis Martins, que é advogado, consultor, palestrante e professor na área de Direito Imobiliário. Os quesitos considerados, por sua vez, são divididos basicamente em: despesas ordinárias (como salário de funcionários, água, luz e conservação) e extraordinárias (como obras de benfeitorias e valorização do patrimônio).

Chegando ao valor ideal

No Condomínio Milano, no bairro Itaguaçu, em Florianópolis, o síndico Fernando Moraes tem dificuldade, na hora do cálculo, de considerar as despesas que não podem ser parceladas. Com isso, o valor da taxa acaba saindo da média em alguns meses. “Mas é necessário para recompor o caixa do condomínio. Todas as despesas são custeadas e rateadas entre os moradores, para não mexer no fundo de reserva”, conta Fernando, que fixa no mural o resumo de gastos, além de fazer constar no site da administradora todos os detalhes, com gráficos e dados detalhados. “As informações têm de estar na mão do morador”.

Segundo Rosely Schwartz, que é contabilista e administradora especializada em gestão predial, além de palestrante e autora de um livro e artigos na área, a previsão deve ser feita com bastante atenção, para que realmente reflita as necessidades do condomínio no próximo período. “Deve-se verificar as médias das despesas do ano anterior, os reajustes previstos e as manutenções e reparos que serão realizados no próximo período”, detalha.

Para melhor visualização, deve-se pensar que cada item das despesas possui diferentes percentuais de reajuste, em diferentes meses, que serão lançados nos respectivos períodos. “Após todos os lançamentos em uma planilha anual e a inclusão das manutenções e reparos que excederem os valores médios, serão somadas e apuradas novas médias, e assim calculado o novo rateio”, explica Rosely.

A periodicidade do reajuste, por sua vez, costuma ser anual e aprovada em assembleia no primeiro trimestre. Segundo o advogado Dennis, em lei federal é estabelecido que o período máximo seja de um ano. Caso haja necessidade de alteração do valor, para mais ou para menos, o cálculo poderá ser revisto em qualquer outra oportunidade, acrescenta Rosely. “A aprovação do orçamento anual será peça fundamental para as ações de cobrança, segundo o Novo Código de Processo Civil”, frisa a especialista.

A influência do número de unidades

O número de unidades de determinado condomínio pode ter influência direta no valor da taxa – o que inclui aqueles compostos por várias torres. Isso porque, quando o rateio é dividido entre mais moradores, o montante será proporcionalmente menor. Nesse quesito, a administradora Rosely exemplifica que edifícios com poucos apartamentos muitas vezes possuem o mesmo número de funcionários de outros maiores, o que costuma pesar em até 70% das despesas.

A estrutura do condomínio também tem relação direta no cálculo, já que espaços como piscinas, academia, salão de jogos e cinema, por exemplo, exigem um maior número de funcionários, assim como mais manutenção. “A taxa de condomínio ideal é aquela que permite manter a normalidade da vida condominial, ainda diante da existência de inadimplentes, o que sempre ocorrerá”, observa o advogado Dennis.

Com nove unidades, o Residencial Villa Marianna, no Itacorubi, em Florianópolis, tem duas taxas: R$ 160 para os apartamentos de dois quartos, e R$ 180 para os de três quartos. Segundo o síndico, Ricardo Costa Limas, a administradora ajudou no cálculo e utilizou o critério da fração ideal. “Como são apartamentos de tamanhos diferentes, esse cálculo era o mais justo para todos”, relata.

Por ser um edifício de pequeno porte, o síndico não enfrenta problemas na hora de compor a taxa. Outro quesito também ajuda: oito das nove unidades são de moradores proprietários. “Com a ajuda da administradora, estabeleceu-se um custo mensal para despesas como material e serviço de limpeza, segurança, manutenção e administradora”, detalha o síndico, que considera o IGP-M na projeção dos gastos fixos do próximo ano, como a conta de luz. “Graças a uma boa gestão e com o bom caixa que tivemos, foi rateado apenas 50% do valor das despesas extras e melhorias que realizamos neste ano”, comemora.

Boleto detalhado

Para que haja transparência em todo esse processo, é fundamental a especificação no boleto do que é taxa e do que é despesa extra. “Para o fundo de reserva é cobrado um percentual estabelecido na Convenção do condomínio. Já os demais fundos serão aprovados em Assembleia. A separação no boleto auxiliará o gestor a apurar os valores recebidos e transferir para as respectivas contas”, explica Rosely, ao recomendar que cada fundo tenha uma conta individual aberta no banco, que poderá ser vinculada à conta corrente. “Facilita muito na prestação de contas”, acrescenta.

O cálculo das despesas extras, por sua vez, é geralmente aprovado em assembleias extraordinárias, algumas vezes necessitando de quórum qualificado. Para as obras voluptuárias, como exemplo, é preciso a aprovação de 2/3 dos condôminos, enquanto as obras úteis exigem 50%. “Somente nas obras necessárias o quórum é maioria simples”, comenta Rosely.

O boleto detalhado é uma prática dos síndicos Yuri, Fernando e Ricardo, além de Carlos dos Santos, do Condomínio Villa Giardino, no bairro Ingleses, também na capital catarinense. Segundo Carlos, isso ajuda tanto a administração quanto os moradores. “Dá mais clareza e transparência”, comenta ele sobre o residencial de 154 unidades. O síndico Ricardo, no entanto, pondera: “todas as despesas são informadas no boleto, mas confesso que nem sempre muito claras”.

A taxa em condomínios recém-entregues

No condomínio Flores do Bosque, o síndico profissional Yuri utilizou como base alguns critérios para compor a primeira taxa: o número de unidades (para calcular o consumo médio de água) e serviços a serem contratados. “Por mais que seja o desejo do administrador compor uma taxa com valores baixos, o senso de responsabilidade deve estar em evidência, e variáveis devem ser levadas em consideração, sendo uma delas a inadimplência”, relata Yuri, que chegou ao valor de R$ 247,63 para as 256 unidades.

A diferença de calcular a taxa de um edifício recém-entregue é que os equipamentos são novos e a edificação possui garantia, o que diminui gastos com manutenções, por exemplo. “Contudo, há os custos de implantação nos primeiros trinta dias, como o seguro e abastecimento de gás”, pondera Yuri, ao citar ainda a dificuldade em saber quantos apartamentos serão ocupados de imediato, para que seja feito o cálculo dos consumos. “Por isso optamos por uma administradora com experiência para nos auxiliar corretamente na composição da taxa”.

No condomínio Flores do Bosque, o síndico profissional Yuri utilizou como base para compor a primeira taxa o número de unidades, para calcular os maiores custos de produtos e serviços e a serem contratados.

Reclamações: como contornar?

Embora a taxa sirva para cobrir despesas essenciais e manter o condomínio em dia – o que, consequentemente, valoriza o patrimônio de todos os moradores -, ouvir reclamações sobre os valores é rotina para muitos síndicos. Para contornar essas situações, Yuri publica o balancete todos os meses. “Desta forma, há como acompanhar a aplicação dos recursos, assim como a evolução dos saldos do fundo de reserva”.

No condomínio de Fernando, por sua vez, as reclamações são constantes. “Eles reclamam, pois o condomínio só tem 17 unidades, mas em toda reunião faço demonstrações da situação econômica de todos os gastos para a manutenção do condomínio. A informação e a transparência são fundamentais para conscientizar o morador”, diz o síndico.

O que levar em conta na hora do cálculo

  • Histórico das despesas: Analisar as despesas do ano anterior para avaliar o que precisa ser ajustado. Cada item deve ser observado separadamente (a demanda de alguns pode aumentar, enquanto a de outros pode diminuir).
  • Funcionários: Os gastos com funcionários chegam a 70% das despesas do condomínio, por isso é preciso atenção nesse quesito. Não se esqueça de acrescentar o 13º salário e as férias, como exemplo, para que os últimos meses do ano não fiquem sobrecarregados.
  • Contas de rotina: No cálculo das contas de luz e água, é indicado considerar possíveis reajustes em relação aos gastos do ano anterior, podendo-se utilizar o IGP-M.
  • Manutenções: As manutenções são necessárias para evitar gastos maiores com reparos, por isso devem-se analisar estruturas e equipamentos que deverão passar por esse processo no próximo período.
  • Inadimplência: Ela existe e precisa ser considerada na hora do cálculo. Para isso, analise o histórico de inadimplentes e dilua a porcentagem devedora média na taxa. Isso garante que os serviços essenciais continuem funcionando.

PARA AJUDAR monte uma planilha anual, listando todos os gastos de cada período (inclusive os fixos), usando como base o ano anterior. Nesse momento, não se esqueça de incluir despesas que excederam o valor programado (assim como as que ficaram abaixo do previsto), além da média de possíveis reajustes nas contas fixas. Depois, inclua os gastos previstos para o próximo ano, faça a soma e calcule o novo valor da taxa.

Fonte: CondominioSC

Morando em condomínio

Vida cercada oferece mais conforto e segurança

Resultado de imagem para condominio desenhoEles oferecem conforto, área de lazer e verde, porém exigem maior atenção e cuidado com a segurança e manutenção

Atualmente, diante de tantas notícias de assaltos, sequestros, roubos e crimes de forma geral, a preocupação com a segurança da casa se tornou unanimidade na hora de pesquisar um lugar para morar. Não basta apenas estar bem localizado ou ter estabelecimentos por perto: é preciso ter segurança como plano primordial.

Por isso, ano após ano cresce o número de pessoas, principalmente de famílias, que procuram um bom condomínio para morar. Esta preferência está relacionada principalmente ao medo de ladrões e assaltos.

Elas levam em conta critérios como a paisagem, vista da janela ou do quintal, comércio próximo e a facilidade de acesso, além da possibilidade das crianças poderem brincar na rua com maior liberdade, pois o risco de atropelamento é menor.

Em sua maioria eles são mais silenciosos dando um conforto inigualável para os moradores, bem diferente de quem mora em casas de rua ou vilas, por exemplo, que ficam mais expostos a barulhos de movimento de trânsito e, muitas vezes com pouca segurança, ficando bem mais expostos a assaltos, invasões e vandalismo.

Porém, hoje muitos condomínios, visando um maior conforto e segurança, além de seus muros altos estão preferindo contratar empresas terceirizadas para prestação de serviços como portaria, limpeza e segurança.

“Além de ser mais eficiente, acaba gerando uma maior economia.”, informa a síndica Pilar Moreno, que administra o Condomínio Martha Regina há quatro anos.

Esses profissionais terceirizados passam por um rigoroso treinamento preparatório, com testes situacionais e são instruídos a ter boa convivência com os moradores. Quando há uma boa comunicação entre moradores e funcionários, as chances de maior segurança e serviços bem executados são maiores. Mesmo assim, os condôminos devem evitar intimidades com esses profissionais, como por exemplo, não deixá-los adentrar em suas casas, não ostentar posses, entre outras atitudes.

Além da contratação de equipe treinada e especializada, outra preocupação dos condomínios são os equipamentos de segurança que são peças fundamentais para o bem estar de todos os condôminos. A guarita dos prédios deve ser fechada, blindada, mantida trancada e com ar-condicionado, película escurecida, passa documentos, banheiro e água, para que o porteiro não precise sair do local e com um controle de abertura de porta com monitoramento por imagem.

Em muitos condomínios os compartilhamentos dos custos possibilitam usar sistemas mais sofisticados e com o número menor de condôminos andando pelas ruas, facilitando a vigilância assim como a percepção de pessoas estranhas no condomínio.

Fonte: http://jornaldiadia.com.br/

Como funciona o Depósito em Juízo em Condomínios

O que é, como é feito e quando é utilizadoO que é, como é feito e quando é utilizado

Usado em casos extremos e muito polêmico, exige análise jurídica individual, mas pode ser evitado

Se há uma coisa habitual em um condomínio, é a discordância. São muitas pessoas morando no mesmo lugar e querendo que tudo que as cercam esteja de acordo com os seus desejos.

Uma das armas dos insatisfeitos é o depósito de determinadas quantias em juízo – na nomenclatura oficial, a consignação judicial, ou seja, o dinheiro é depositado, mas não cai na conta do condomínio, fica pendente e, na maioria das vezes, na mão de um juiz que determina se aceita ou não as reivindicações do pagante.

Para o condômino parece simples, mas, para a administração do condomínio, é mais uma grande polêmica.

O que é?

O depósito judicial é uma ação judicial. Na grande maioria dos casos são motivados por discordâncias e desentendimentos relacionados a valores cobrados entre o condômino e a administração do condomínio.

Essa ação somente é válida se existe uma justificativa e argumentos que fundamentem a reclamação. Esses argumentos serão analisados pelo poder judiciário para determinar quem ganha o processo.

Vale lembrar que o depósito judicial não pode ser usado como uma maneira de adiar pagamentos, por exemplo, ou ser usado de maneira inadequada ou com má fé. Se o juiz do caso determinar que  a ação foi aberta com um desses objetivos, pode multar a pessoa que abriu o processo em 20% do valor em questão. O perdedor também arca com todos os custos do processo ao final.

O processo

O condômino ou condomínio que deseja fazer um depósito judicial deve entrar em contato com um advogado para que seja instruído quanto ao local adequado para fazer o depósito – se no banco do fórum mais próximo ou em um juizado especial.

No momento do depósito, o solicitante deve apresentar suas justificativas e argumentos. Se aceitos, é fornecida autorização para o depósito e a ação é iniciada.

Quem deve receber o valor é avisado que determinada quantia está disponível. Se o valor depositado for aceito, o processo é encerrado. Se não, cabe ao recebedor apresentar seus argumentos para a negativa. O juiz do caso, então, decide quem tem razão com relação aos valores apresentados.

Em quais casos é aplicado

Um processo judicial como este pode levar de um a oito anos, segundo o advogado Kaersus Donizete de Deus, da Michel Rosenthal Wagner Advogados.

Os depósitos judiciais podem ser usados em inúmeras situações. A grande maioria, no entanto, gira em torno de duas bases:

  • 1ª. Contestar valor cobrado O depósito judicial pode ser usado para questionar um valor cobrado, seja porque não é o valor combinado inicialmente ou porque uma das partes não concorda com os cálculos para obter esse valor. Encaixam-se nesse perfil situações como: aumento da taxa condominial sem aviso ou votação, pagamento de dívidas que incluem o cálculo de juros e correções, obras ou reformas que ultrapassam o valor estipulado para rateio, intenção de pagamento de dívida sem aceitação de recebimento por parte do condomínio, entre muitos outros.
  • 2º. Contestar possíveis irregularidades na aprovação de valores Nesse caso, diferente do primeiro, tem-se, inicialmente, uma ação judicial que deve ser aberta para questionar determinada atitude da administração do condomínio – como a cobrança de valores sem aprovação ou a irregularidades na votação de orçamentos. Para que o condômino não fique inadimplente ele pode solicitar ao juiz do caso uma autorização para o depósito judicial do valor em questão. Se autorizado o depósito, o juiz determina o valor e, somente assim, ele será válido até o fim do processo, evitando danos por inadimplência. Caso o pagante perca a ação, ele deverá arcar com os custos totais e com a diferença do pagamento já efetuado.

Inadimplência

Uma prática comum é usar o depósito judicial para contestar valores sem ir para a lista dos inadimplentes.

O advogado Cristiano de Souza Oliveira lembra que, até o momento que o condomínio é notificado do depósito judicial, o condômino é considerado inadimplente.

Depois de avisado, o condomínio pode manter o condômino na lista de devedores, mas com uma observação para o fato do valor estar retido judicialmente.

Como evitar

Com ou sem razão o depósito de quantias em juízo é, antes de qualquer coisa, prejuízo para o condomínio, que não recebe um dinheiro que poderá fazer falta no orçamento.

Por isso, evitar situações que possam se alongar por muitos anos é a melhor opção.

Mais uma vez, a Assembleia é a grande arma do síndico ou administrador. O que foi decido em votação é incontestável, já que representa a decisão da maioria. Por isso, sempre que for tomar decisões relacionadas a custos, organize uma votação em Assembleia.

Outra atitude preventiva é sempre levar questões que envolvem dinheiro para votações mesmo que não exista a necessidade legal.

Outra dica importante, nesse caso para quem pretende fazer o depósito em juízo, é sempre notificar a intenção de pagamento por meio de carta ou algum tipo de documento. Assim, evita-se o argumento de que a iniciativa de pagar determinado valor era desconhecida e essa carta pode ser usada como prova na ação judicial.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Inspiração: modelos de espelhos para o banheiro

Veja uma seleção feita pelo ZAP em Casa e Pinterest

Há muito tempo o banheiro deixou de ser um ambiente esquecido na decoração e passou a ter mais atenção. Não importa o tamanho, é possível deixar o cômodo bonito e aconchegante. Uma dica é usar espelhos para dar aquele charme a mais.

Seja eles redondo, quadrados, grandes ou pequenos, fato é que existe espelho para o banheiro de todos os gostos e para todos os bolsos. Por isso o ZAP em Casa e o Pinterest fez uma seleção de espelhos para o banheiro para você se inspirar e mudar já a decoração do seu.

 

 

espelhos para banheiro
Os espelhos mais compridos estão em alta (Foto: BR.Pinterest.com.br)
espelhos para banheiro
As molduras delicadas estão ganhando cada vez mais destaque (Foto: BR.Pinterest.com.br)
espelhos para o banheiro
Os espelhos redondo sempre são os queridinhos (Foto: BR.Pinterest.com.br)
espelhos para banheiro
Aposte nas molduras (Foto: BR.Pinterest.com.br)
espelhos para banheiro
O modelo do espelho pode mudar toda a decoração do ambiente (Foto: BR.Pinterest.com.br)
espelhos para o banheiro
As molduras mais diferentes prometem personalidade (Foto: BR.Pinterest.com.br)
espelhos no banheiro
É possível fazer diferentes composições com os espelhos (Foto: BR.Pinterest.com.br)
espelhos para banheiro
Eles podem vir com moldura ou sem (Foto: BR.Pinterest.com.br)
espelhos para banheiro
Vale a pena apostar em diferentes formas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
espelhos para banheiro
Os espelhos podem mudar o ambiente (Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Aluguel do topo de prédios para antenas de operadoras

Saiba o que considerar, valores e o quórum necessárioSaiba o que considerar, valores e o quórum necessário

Conseguir aumentar a arrecadação do condomínio sem aumentar a taxa mensal – talvez até conseguindo baixa-la um pouco – é um desejo de dez entre dez condomínios.

E um caminho para se alcançar esse dinheiro extra no fim do mês é alugando o topo do prédio para antenas de TV, telecomunicações e radiotransmissor.

Afinal, com o advento do 4G, as operadoras vão precisar instalar cada vez mais torres Brasil afora.

A proposta é tentadora, mas ainda há muitas dúvidas sobre o assunto entre os síndicos e moradores: Qual o quórum para aprovação? Faz algum mal à saúde? Serve para qualquer condomínio? Como ir atrás de uma operadora?

Para sanar essas e outras dúvidas, conversamos com especialistas do setor e levantamos nessa matéria os principais esclarecimentos sobre o assunto.

Como alugar o topo do prédio para a instalação de antenas?

O primeiro passo é cadastrar o espaço em uma empresa especializada, denominada Site Acquisition. São essas empresas quem fazem a ponte entre os condomínios e as empresas que efetivamente alugam o espaço.

Há também sites, como o MyTower, que funciona como uma espécie de classificados de imóveis, porém, focado para locação de espaços para antenas.

É possível, sim, o condomínio entrar diretamente em contato com as operadoras que alugam o topo, mas é pouco provável que consigam fechar o negócio.

Do que o prédio precisa para conseguir alugar seu topo?

Além de uma boa localização e aprovação dos condôminos, alguns documentos em dia, como AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) e Laudo técnico do Para-raio, são imprescindíveis para viabilizar o processo.

“Algo que compromete muito é o empreendimento não estar com o AVCB em dia. Isso acontece em torno de 80% dos condomínios que nos procuram”, explica Tiago Albino, diretor do site MyTower.

Caso o condomínio estiver em processo para emissão do AVCB, dependendo do caso, o protocolo de emissão pode ser aceito como documento pela empresa.

Outro documento importante é cópia da ATA da assembleia que aprovou a instalação da torre.

Boa localização

Prédios altos, regiões elevadadas, áreas abertas e descampadas são os principais atributos para tornar o ponto atraente para as operadoras.

Isso, porém, não quer dizer que prédios mais baixos em bairros menos elevados estejam descartados.

Vai depender muito de cada caso. Se o condomínio fica em um bairro elevado e é o prédio mais alto da região, isso certamente contará a favor na negociação dos valores de locação, afirma Tiago Albino.

Restrições

Há também restrições e regras para a instalação de antenas.

O empreendimento não pode estar a menos de 50 metros de uma escola de ensino infantil, hospital ou posto de saúde, assim como também não pode estar a menos de 100 metros de uma outra torre instalada na região.

Resumo dos requisitos necessários:

  1. Localização
  2. AVCB e Laudo de Para-raios em dia
  3. Não estar a menos de 50 metros de escola infantil, hospital ou posto de saúde
  4. Não estar a menos de 100 metros de outra torre
  5. Aprovação dos condôminos + cópia da ATA de aprovação

Qual o quórum para aprovar o aluguel do topo no condomínio para antenas?

Havendo interesse das empresas e o empreendimento estando com os documentos pedidos em dia, é hora de aprovar a instalação das antenas em assembleia.

O quórum necessário para aprovar a instalação das antenas, porém, não é consenso entre os especialistas do mercado. Há quem defenda unanimidade ou quem defenda anuência de dois terços dos moradores.

“O correto é que se faça a aprovação com dois terços dos condôminos”, ensina Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios.

Rodrigo Karpat, também advogado especialista em condomínios, concorda com o quórum, mas aponta que no dia-a-dia, os síndicos aprovam esse aluguel com maioria simples dos presentes.

Danos à saúde

Até o momento, segundo as fontes consultadas, não há nenhuma prova científica de que a instalação de antenas interfira negativamente na saúde dos moradores do local.

A única exceção que pode ocorrer são marca-passos cardíacos e desfibriladores. O ideal é que seus portadores procurem um médico para determinar o risco de interferência que a antena causaria no aparelho, como aponta a Cartilha da Anatel.

O que pedir da operadora que quer alugar o topo do prédio

É fundamental que nessa assembleia a empresa que quer alugar o topo forneça os seguintes documentos:

  1. Apólice de seguros da empresa (com cópia da apólice), cercando o condomínio com todo tipo de cuidados referentes ao cuidado da área alugada
  2. Atestado de estabilidade estrutural e responsabilidade civil da empresa, com ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)
  3. Licença de funcionamento na prefeitura
  4. Laudo Radiométrico
  5. Licença de Funcionamento de Estação da Anatel
  6. Atestado de impermeabilização do local pós instalação

Vale ressaltar que cada município possui legislação própria e, eventualmente, dependendo da região, a prefeitura local pode exigir também Licença Ambiental, caso o empreendimento esteja próximo a alguma mata ou floresta.

“A empresa deve ainda oferecer um alvará da prefeitura sobre a obra a ser feita no topo da edificação, além de um laudo de pré-instalação onde se constate o estado de conservação do local ANTES da instalação”, assinala o advogado Alexandre Marques.

Fiscalização e co-responsabilidade

Outro ponto importante é que o condomínio pode ser co-responsável, caso a operadora seja multada por não estar com as licenças em dia.

Portanto, é essencial que o condomínio peça regularmente, a cada 6 meses, essas licenças.

Além disso, e tão importante quanto, é que tal documentação fique disponível, em alguma pasta em local protegido e visível no acesso à torre, para casos de fiscalização.

Quanto pode gerar de receita para o condomínio

Como dissemos, cada caso é um caso. O atributo que mais conta é a localização.

Há casos extremos de condomínios que recebem R$ 800,00/mês, assim como prédios na região da Paulista, em São Paulo, com valores próximos dos R$ 100mil por mês, esclarece Tiago.

Ou seja, o valor pode variar muito, mas a média do mercado costuma girar em torno de R$ 6mil a R$ 8mil por mês.

Como deve ser o contrato de aluguel para antenas de telecomunicação

No contrato de aluguel é fundamental que se especifique os seguintes itens:

  • Duração do contrato pode chegar a 30 anos
  • Os custos de instalação correm por conta de quem aluga o espaço
  • O documento também deve prever que caso haja algum dano às áreas comuns do condomínio decorrentes da instalação das antenas (infiltrações são comuns), é a empresa quem deve se responsabilizar pelo reparo
  • Especificação do índice que irá corrigir o valor da locação anualmente
  • Explicar que os técnicos da empresa devem seguir o regulamento interno no que tange a identificação para entrada no prédio
  • Manutenção da área deve ficar a cargo da empresa que aluga o local
  • O momento ideal para negociação de valores é na renovação do contrato.
  • Conta de luz: é a empresa quem arca com os custos da conta de luz das antenas. Para isso, pedem um relógio separado. Quando o prédio é antigo e não há essa possibilidade, o ideal é fazer uma média do que foi gasto no condomínio nos últimos seis meses com energia elétrica.  O que for gasto além disso será despesa da empresa.
  • Sublocação: quando a empresa aluga o topo inteiro, geralmente vai ceder o espaço para outras empresas também se utilizarem do local, e pagarem um aluguel para a empresa. O contrato deve, portanto, prever esse tipo de situação. O comum é que o condomínio fique também com 50% da receita da sublocação

Novidades do setor de locação do topo de prédio para antenas

  • Lease by out: modalidade em que empresas de investimento compram o contrato de aluguel. Situação interessante para condomínios que estejam com dificuldade financeira.

“A empresa de investimento paga metade do valor do contrato para o prédio à vista, e administra para si o resto do contrato”, explica Tiago Albino, da My Tower.

  • Sharings: é quando o condomínio aluga seu topo para uma empresa e essa irá oferecer o espaço para diversas empresas utilizarem ao mesmo tempo.

O que fazer com a receita do aluguel para antenas de telecomunicação?

Há condomínios que conseguem investir a receita do aluguel no próprio condomínio, e assim, renovar áreas comuns ou até viabilizar um retrofit.

Importante salientar que os recursos extras arrecadados pelos condôminos com a locação devem ser declarados no imposto de renda.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

A internet vai invadir a decoração da sua casa

Os movimentos do mundo digital e as inspirações que estão virando desejo de consumo

Na internet causa uma grande revolução em diversas áreas, e no mundo da decoração não foi diferente! A influência causada pelo meio digital com seus emojis e suas campanhas em diversos setores, como o empoderamento feminino, vem ganhando cada vez mais espaço fora desse meio.

Com isso, as empresas estão investindo cada vez em objetos de decoração que trazem mensagens positivas, leves e divertidas e usando os emojis para decorar cada cantinho da casa.

Além disso, o Pinterest, rede social que serve de inspiração para muita gente, conta com decorações de cair o queixo, e a indústria também está de olho neles, e produzindo objetos que podem ir para dentro da sua casa.

Abaixo algumas seleções de produtos que prometem deixar a sua casa ainda mais divertida e conectada.

Os quadrinhos com frases fofas e elementos como a Costela-de-Adão fazem sucesso nas redes. Esses são da marca Urban (Foto: Lucas Gabriel/ZAP em Casa)

Os nichos com formas geométricas são um sucesso no Pinterest. Esses são da marca Urban (Foto: Lucas Gabriel/ZAP em Casa)

Nichos em formato de colmeia também estão super em alta e são sucesso no Pinterest. Esses são da LaHome DecorGlass (Foto: Lucas Gabriel/ZAP em Casa)

Os terrários que fazem um imenso sucesso no Pinterest podem ser incorporados na decoração em vasos de porcelanas. Esses são da Urban (Foto: Lucas Gabriel/ZAP em Casa)

O empoderamento feminino está em alta e as frases desse movimento pode render uma ótima decoração. Esses quadros são da Geguton (Foto: Lucas Gabriel/ZAP em Casa)

Uma casa digna de Pinterest merece muitas formas geométricas (Foto: Lucas Gabriel/ZAP em Casa)

Grafite, formas e frases divertidas também estão em alta. Esses são da AsBueno (Foto: Lucas Gabriel/ZAP em Casa)

Peças minimalistas também fazem sucesso na internet. Essas são da 5L Trevisan (Foto: Lucas Gabriel/ZAP em Casa)

Frases motivacionais e muitas flores! Esses produtos são da Geguton (Foto: Lucas Gabriel/ZAP em Casa)

Emojis e unicórnios! Tem combinação mais fofa? Esses são da Geguton (Foto: Lucas Gabriel/ZAP em Casa)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

 

Como funciona permuta de imóvel financiado pela caixa?

Permuta de imóvel é uma nova tendência no mercado imobiliário, mas você sabe como funciona? Acompanhe nosso artigo e entenda todos os detalhes

Conquistar o sonho da casa própria através de um financiamento de imóveis já é uma realidade na vida de muita gente, porém ao longo do caminho os planos podem mudar e aparecer à necessidade de mudança para um imóvel maior ou com alguma característica diferente do imóvel atual. Para esses casos, surge uma nova tendência no mercado imobiliário: a permuta de imóveis.

A permuta de imóveis é realizada quando em uma negociação feita entre duas partes, acontece a troca de bens equivalentes. Na permuta imobiliária de bens, os imóveis obrigatoriamente devem se equivaler financeiramente e o pagamento de impostos para a transação é bem menor, o que acaba tornando a permuta uma opção mais barata e simples para os donos de imóveis.

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Exatamente por isso existe a dispensa de qualquer pagamento em dinheiro. A única diferença entre a permuta e a venda de fato é que a forma de pagamento não pode ser em dinheiro, caso contrário a troca é descaracterizada e o contrato passa a ser encarado como um contrato simples de compra e venda, com todos os impostos previstos para a transação.

Embora em porcentagem menor, o pagamento em dinheiro é feito em quantias pequenas, como uma forma de compensação para imóveis com pequena diferença de valores. A esse processo se dá o nome de “torna”. Um processo de permuta imobiliária pode acontecer em qualquer tipo de imóvel, como apartamentos, casas, terrenos, imóveis em construção e etc.

Como foi citado, caso algum imóvel ou bem seja de valor inferior, pode haver uma compensação de valores através de dinheiro, mas os clientes envolvidos na transação devem se cercar de inúmeros cuidados.

Quando é possível realizar a permuta de imóveis?

Mas e se o imóvel já for financiado? É possível trocar a dívida ou realizar a permuta de imóvel financiado pela caixa?

O processo de financiamento de imóveis através da Caixa Econômica Federal tem vários detalhes que são precisos conhecer antes de efetuar qualquer negócio. No caso de um imóvel financiado, é possível que ele sirva de garantia para novos créditos dentro da própria Caixa (no caso de um segundo financiamento, por exemplo), porém no caso do contrato de permuta a negociação precisa ser muito bem analisada.

Para um financiamento ser aprovado é preciso analisar idade do cliente, período de financiamento, condições de renda entre outros detalhes. Portanto, ao solicitar uma permuta de imóvel financiado pela Caixa é preciso ter ciência de que não só ela, mas a maioria dos bancos não aceitam a permuta de um imóvel que já está financiado, pois se outra pessoa será a dona desse imóvel será preciso realizar a mesma analise de perfil, renda, idade que foi aplicada ao primeiro financiamento. Como se tratam de perfis diferentes, nunca é possível manter o mesmo financiamento.

Ou seja, para quem já possui um imóvel financiado pela Caixa e está pensando em realizar uma permuta, saiba que o mais indicado é colocar o imóvel que você possui à venda e oferecer ao possível comprador uma transferência de dívida.

Uma possibilidade a se considerar também é a utilização do pagamento a receber pelo imóvel que foi colocado à venda para quitar seu saldo devedor. Nesse caso, ao receber o pagamento pelo imóvel, o cliente pode realizar a quitação de divida e entrar em um novo financiamento no mesmo banco ou em banco diferente, já que sua renda não estará mais comprometida com um financiamento de imóveis.

Procure também um profissional do mercado imobiliário ou vá até o banco onde seu bem está financiado e verifique todas as opções para realizar a permuta do seu imóvel.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Quadro de avisos do condomínio

Saiba quais documentos deixar afixados e quais não deixar à vista de todos

Saiba quais documentos deixar afixados e quais não deixar à vista de todos

O Uber não acabou com os táxis, assim como a Netflix não varreu a TV por assinatura das casas definitivamente. Tem espaço para todos! Talvez por isso, a tecnologia não tenha acabado com um item tão popular nos condomínios brasileiros: o quadro de avisos.

Esse recurso ainda é forma bastante eficiente de mostrar alguns dos documentos mais importantes do condomínio para os moradores, como o RIA (Relatório de Inspeção Anual dos elevadores) ou o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).

Um site do condomínio, porém, não deixa de ser uma ótima ferramenta para disponibilizar esses e outros diversos documentos, oferecendo assim mais transparência acerca da gestão do síndico e também uma facilidade a mais para os moradores.

O que colocar no quadro de avisos do condomínio

O quadro de avisos não é obrigatório no condomínio, mas, caso o síndico opte pelo seu uso, o mesmo deve ser regrado em uma assembleia.

“Com maioria simples deve-se aprovar os documentos que ficarão expostos ali”, aponta Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios.

O síndico profissional Nilton Savieto aponta o caminho das boas notícias para usar o quadro.

“Prefiro focar em benfeitorias, AVCB e RIA e em datas comemorativas, parabéns aos funcionários, esse tipo de coisa. Assim, o quadro é visto como algo positivo e não damos informações demais para quem está apenas de passagem pelo condomínio”, argumenta.

Documentos para colocar no quadro de avisos (e no site do condomínio)

  • CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA: Além de mandar para todos os condôminos, nos moldes da convenção, pode-se, sim, colocar esse documento no quadro, para deixar “fresco na memória” dos moradores dia e horário do encontro. A pauta do encontro é fundamental. O documento pode ficar ali desde a emissão da convocação até o dia da assembleia.
  • INTERVENÇÕES NAS ÁREAS COMUNS Explicitar o que será feito, alertar sobre transtornos como barulho e/ou sujeira, e sobre horários e locais possivelmente fechados ou sem condições de uso. O aviso deve permanecer no tempo que durar a intervenção ou obra. Ele é útil pois ajuda os moradores a se programarem caso a benfeitoria seja em áreas como a garagem ou em áreas como playground. Colabora também por questões de segurança contra acidentes.
  • AUTO DE VISTORIA DO CORPO DE BOMBEIROS (AVCB): Um dos documentos mais importantes do condomínio. Comprova que a edificação possuía, no momento da verificação, condições de segurança contra incêndio. É um documento que pode ficar afixado o tempo que for necessário – há condomínios que o deixam sempre no quadro.
  • FUNCIONÁRIO DO MÊS: Destacar os serviços de um colaborador é sempre interessante. E deixar todos no condomínio a par do seu bom trabalho é, com certeza, uma das melhores partes do prêmio. Se possível deixe a foto do contemplado, com o cargo, durante o mês inteiro no quadro.
  • RELATÓRIO DE INSPEÇÃO ANUAL DOS ELEVADORES (RIA): Assim como o AVCB, um documento fundamental para o condomínio. Ele comprova que o elevador está em boas condições de uso. O RIA é de responsabilidade da empresa de manutenção dos elevadores, e a mesma, se for de São Paulo, deve estar inscrita na prefeitura de sua cidade, o Contru (Departamento de Controle do Uso de Imóveis). No Rio de Janeiro é obrigatório que esse documento seja mantido em local visível, de acordo com a lei 2546/97. Da mesma forma que o AVCB, o RIA pode ficar costumeiramente no quadro de avisos.

O que é opcional colocar no quadro de avisos (e no site do condomínio)

  • AVISO E ATESTADO DE LIMPEZA DAS CAIXAS D´ÁGUA: Avisar, com antecedência, sobre o assunto, permite que os moradores economizem água antes e durante a limpeza. Pode ser afixado dois dias antes da limpeza e retirado logo após o serviço ser finalizado. O certiticado da limpeza e do teste da análise de água também podem ser afixados no quadro.
  • COMUNICAÇÃO DE MANUTENÇÃO DO ELEVADOR: É uma maneira de avisar com antecedência que os equipamentos não estarão operando em um dia e horário específico. Pode ficar no quadro com uma semana de antecedência ao dia da manutenção. Vale ressaltar que para esse tipo de comunicação, o uso do site ou app do condomínio costuma ser mais eficiente.
  • AVISO E ATESTADO DE CONTROLE DE PRAGAS: Colocar o aviso de que será feito uma dedetização ou um controle de pragas possibilita que os moradores tenham mais cuidados com crianças e pets nas áreas comuns. Ao optar por afixar esse aviso, não deixe de ressaltar quais pragas estarão sendo combatidas com a ação.

O que não colocar no quadro de avisos (e no site do condomínio)

  • LISTA DE INADIMPLENTES: Quando se expõe o condômino inadimplente, o mesmo pode se sentir constrangido e entrar com uma ação contra o condomínio por danos morais. O lugar apropriado para mostrar quais unidades estão em dia com suas obrigações e quais não estão é o balancete mensal. No site do condomínio, a lista pode estar disponível na área financeira para fins de prestação de contas, desde que não mencione nomes – apenas unidades -, não seja enviada via e-mail aos condôminos e o acesso ao site seja restrito por login e senha.
  • ANÚNCIOS: Caso haja interesse por parte dos moradores, o ideal é que haja um quadro de avisos separado para anúncios como oferta de serviços, venda de carros e imóveis, etc. Só não é sugerido que esses classificados dos moradores fique no mesmo local que os documentos do condomínio. Nesse caso, a criação e bom uso desse quadro também pode ser discutida em uma assebleia. Deve-se discutir de quanto em quanto tempo os anúncios ficarão no mural, quem vai tirar os antigos e colocar os novos, se vai haver algum critério para saber quem vai anunciar primeiro. O indicado é que o zelador faça essa troca de anúncios na periodicidade acordada em assembleia.

“O ideal é que apenas bens e serviços dos próprios moradores sejam ofertados nesse espaço”, ensina Nilton Savieto, síndico profissional. Assim, evita-se problemas que envolvam pessoas que não pertençam ao condomínio.

  • CIRCULARES VEXATÓRIAS: Colocar no quadro “broncas” aos moradores não é uma boa opção. Se o condomínio estiver com problemas referentes a itens sendo atirados pela janela, lixo no local errado, excesso de velocidade na garagem, o melhor caminho é mandar uma circular para todos.

Outros documentos

A grande maioria dos documentos do condomínio diz respeito apenas aos moradores e condôminos. Por isso, o sugerido é que o pagamento de contas de energia, água, guias da previdência social estejam discriminados no balancete mensal enviado aos condôminos.

Por razões de segurança também não sugerimos que a escala de funcionários fique à vista de todos que passarem pelo condomínio, assim como os avisos de férias. Caso algum morador precise de informação sobre o assunto, o zelador ou gerente predial podem ajudar a esclarecer.

A ata de assembleia deve ser enviada aos condôminos, de acordo com o que pede a convenção do condomínio. Como nem sempre as assembleias são tranquilas, o sugerido é que as atas também não fiquem afixadas para leitura de todos que transitarem pelo condomínio.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Comissão aprova reserva de vagas em condomínios para veículos que transportem pessoas com deficiência

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou na quarta-feira (16) proposta que reserva 1% das vagas nos estacionamentos de uso comum em condomínios residenciais e comerciais para veículos que transportem pessoas com deficiência que apresentem dificuldade de locomoção.

Billy Boss/Câmara dos Deputados

Professora Dorinha Seabra Rezende: regra se aplica às vagas de uso comum em condomínios

A proposta altera a Lei da Acessibilidade (10.098/00), que hoje prevê a reserva de 2% das vagas em vias ou espaços públicos, mas não em condomínios.

O cálculo dos espaços reservados deverá considerar o número mínimo de vagas de estacionamento exigido pelo município para cada tipo de imóvel. As regras propostas serão aplicadas às novas edificações.

O texto prevê ainda que a convenção do condomínio poderá estabelecer condições específicas para o uso preferencial de vagas próximas de elevadores e dos acessos de pedestres.

Condomínios residenciais ou comerciais

Relatora, a deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) recomendou a aprovação da proposta – Projeto de Lei 4108/15, do deputado Marcelo Belinati (PP-PR) – na forma do substitutivo proposto anteriormente pela Comissão de Desenvolvimento Urbano.

O projeto de lei original trata da reserva de vagas em estacionamentos de condomínios residenciais ou comerciais, mas o substitutivo aprovado nessa comissão, proposto pelo deputado João Paulo Papa (PSDB-SP), aplica a regra às vagas de uso comum em condomínios, uma vez que a legislação atual prevê a reserva de espaços em áreas e espaços de uso públicos.

Embora a legislação já garanta que em vias e estacionamentos públicos sejam reservadas vagas especiais destinadas a pessoas com dificuldade para se locomover, o mesmo não ocorre nos condomínios, disse.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Newton Araújo

Fonte: https://www.jurisway.org.br

 

Como escolher o tapete ideal para sua sala?

Gosta de tapetes mas está com dúvidas sobre qual escolher para sua sala? Confira algumas dicas que vão te ajudar a definir qual usar de acordo com o seu ambiente

Usar tapete na decoração deixa qualquer ambiente com o ar mais leve e confortável. E sabendo que hoje existem infinitas opções de tapetes no mercado, ir para as compras conhecendo o seu ambiente e já pensando em diferentes composições decorativas, vão te ajudar a achar o tapete perfeito sem erro.

Do tamanho do ambiente à cores das paredes e móveis, tudo isso influencia diretamente na escolha da peça e precisam ser levados em consideração para garantir que orne com todo o restante do cômodo na medida certa.

Por exemplo, o ideal para ambientes amplos é usar tapetes grandes e mais pesados, já que o tamanho do espaço permite brincar com esses modelos sem ficar carregado. Agora, em casas e apartamentos menores, é legal usar modelos que preencham o espaço entre os sofás ou até mesmo aqueles apenas para a mesa de centro.

Quer saber mais? Confira algumas dicas de como escolher tapete para sala e saiba identificar as melhores opções para a sua casa!

1 – Tapetes longos para salas amplas com mais de um estofado

Os tapetes grandes ficam ótimos em salas largas e com bastante espaço disponível. Esse tipo de ambiente costuma ter a sua decoração valorizada por ter móveis melhor distribuídos no cômodo.
Neste exemplo da foto, temos uma sala bastante espaçosa, com móveis neutros em tons de preto e branco e com o tapete felpudo marrom, deixando a composição harmoniosa e ainda mais elegante. A combinação dos tons do tapete com o das almofadas, além da poltrona e acabamentos em madeira da parede e prateleira deixam a decoração ainda mais charmosa.

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2 – Tapetes para cobrir o ambiente entre sofá e estante em salas com espaço limitado

O ideal em salas curtinhas ou com pouco espaço é utilizar um tapete que cubra toda a região entre o sofá e a estante ou uma peça menor, apenas para a área da mesa de centro, se houver.
O tapete escuro da foto vai super bem com os móveis em tons marfim, branco e sofá cinza claro. Os acessórios do rack em tons metalizados e as almofadas estampadas e coloridas ajudam a deixar o ambiente cheio de estilo e quebrar um pouco a seriedade dos tons neutros, também reforçada pela cor crua da cortina.

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3 – Tapetes coloridos e estampados para usar com móveis neutros

Quando a decoração é neutra, há uma liberdade maior para brincar com os acessórios, cores da parede e tapetes da casa. Neste caso, temos um tapete estampado lindo em tons de cinza, amarelo, preto e creme que combina com as almofadas do sofá e parede. Para fechar a composição da sala sem sobrecarregar o ambiente, temos duas mesinhas com tampo transparente e armação escura, além dos abajures grandes nas laterais do estofado, que trazem elegância para o cômodo.

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4 – Tapetes neutros ou com estampas discretas para usar com móveis coloridos

Se você não abre mão de móveis em cores vibrantes, o restante da decoração complementar deverá ser em tons neutros para não pesar no visual e nem transformar o cômodo num bloco de carnaval. Você pode escolher um tapete em cor neutra com estampa discreta, como esse de bolinhas, que ajuda a deixar o ambiente leve e descontraído mesmo com uma peça de cor forte se destacando. Os demais móveis aparecem todos em tom de madeira clara e o tampo de vidro volta a dar as caras na mesa de centro.

tapetes_neutros_com_moveis_coloridos

5 – Tapetes para sala com cozinha americana, um excelente separador de ambientes

Em casas e apartamentos pequenos, onde a cozinha é do tipo americano, vale aproveitar melhor os espaços investindo em um tapete para separar os ambientes. Dessa forma, além de ajudar a delimitar o espaço da sala e sala de jantar, torna a composição mais clean e harmoniosa.

Na imagem, vemos uma decoração composta por um tapete claro, com móveis em tons neutros escuros, bem diferente dos exemplos que vimos anteriormente. A cadeira moderna ajuda a ganhar mais um espaço para o cômodo, assim como os banquinhos do balcão americano, que são práticos e versáteis.

tapete_salas_com_cozinha_americana

6 – Tapetes para a clássica decoração em preto e branco

Preto e branco combina com tudo, além de estar super em alta e trazerem um ar moderno pro ambiente. E para aqueles que amam decoração PB, podem escolher opções de tapetes que combinam as duas cores. Invista móveis neutros e adicione cor nas almofadas, vasos e outros objetos decorativos.

O legal dessa combinação, é que ela é bem democrática e fácil de ser replicada em casas e apartamentos de todos os tamanhos, além de servir de inspiração para os outros cômodos da casa. Pode anotar sem medo, que essa é uma dica coringa!

tapetes_para_decoração_preto_e_branco

Fonte:  http://www.imovelweb.com.br/

Segurança do trabalho: Saiba quais são as normas mais importantes na gestão de um condomínio

Comprar, treinar e fiscalizar o uso dos equipamentos de segurança pelos funcionários evita acidentes e futuras ações na justiça contra o condomínio.

Um condomínio – seja residencial ou comercial – para funcionar corretamente necessita da contratação de diversos colaboradores. Limpeza, segurança e prestadores de serviços são os mais requisitados. Para garantir a segurança dos trabalhadores é importante que o síndico ou administradora esteja em conformidade com as Normas Regulamentadoras e, por consequência, observe a utilização dos equipamentos de segurança (EPIs).

Geralmente se cobra a utilização dos EPIs em grandes obras pesadas ou em altura elevada. Engana-se, porém, quem pensa que é somente nesses casos que podem ocorrer acidentes. Até mesmo durante a execução de serviços corriqueiros e aparentemente sem nenhum risco precisa ser fiscalizado e exigido pelo síndico a utilização dos equipamentos de segurança dos funcionários. Uma simples limpeza de calçada, ou retirada  do lixo para fora do condomínio, por exemplo, pode causar acidentes.

Caso o funcionário, na hora da limpeza do piso não esteja com o calçado adequado (botas de borracha) poderá escorregar e cair no chão, sofrendo alguma lesão. Na hora de retirar o lixo é comum que alguns moradores não identifiquem nos sacos os itens cortantes. Neste caso, se o funcionário não estiver com uma luva adequada poderá cortar a mão.

O síndico também deverá cobrar dos empregados terceirizados a utilização dos EPIs. Isso porque o síndico é corresponsável pela segurança dos contratados indiferentemente do regime de trabalho. Na hora da assinatura do contrato para a execução do serviço esse deve ser uma exigência do síndico.

Abaixo você conhece as principais Normas Regulamentadoras que estabelecem, entre outras coisas, a correta utilização dos equipamentos de segurança.

- NR9: Ponto de partida por onde são identificados os ambientes, as atividades e os procedimentos capazes de gerar acidentes. Essa norma estabelece a obrigatoriedade da elaboração e da implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA). Visa a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores por meio do reconhecimento; da antecipação; da avaliação; e do controle dos riscos ambientais existentes ou que venham existir no ambiente de trabalho.

- NR6: Regulamenta os usos dos Equipamentos de Proteção Individual (luvas, botas, capacetes, óculos de proteção, etc). Esses equipamentos só devem ser comercializados com a indicação do Certificado de Aprovação expedido pelo órgão nacional competente. A empresa é obrigada a fornecer os equipamentos aos funcionários, orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação. A omissão na entrega ou na fiscalização por parte do síndico poderá fazer com que ele responda na justiça do trabalho posteriormente.

- NR7: Estabelece os parâmetros mínimos e diretrizes gerais a serem observados na execução do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), parte integrante de um conjunto mais amplo de iniciativas da empresa no campo da saúde dos trabalhadores. Essa norma estabelece que a empresa contratante de mão de obra prestadora de serviços deve informar a contratada dos riscos existentes e auxiliar na elaboração e implementação do PCMSO nos locais de trabalho onde os serviços estão sendo prestados.

- NR 28: trata das multas e penalidades pelas infrações observadas pelo técnico durante uma visita em um local de trabalho. Caso o agente observe que a situação é grave e de iminente risco à saúde e integridade física do trabalhador poderá propor o embargo da obra só podendo voltar a executá-la depois de entrar em conformidade com o auto lavrado pelo inspetor. Para estar em conformidade com a NR 28 o síndico deve observar a segurança do ambiente de trabalho e higiene.

- NR 35: Dispõe dos requisitos mínimos de proteção para o trabalho em altura envolvendo o planejamento, a organização e a execução de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores. Um síndico atento só contrata uma prestadora de serviço em alturas que esteja em conformidade com a NR 35. Isso é necessário porque evita expor a vida de um trabalhador a riscos, evitando que em caso de acidente o condomínio venha a ser responsabilizado, desde que no ato da contratação tenha assegurado que a prestadora atendia os requisitos solicitados pela norma.

Por: Guilherme de Paula Pires

Fonte: http://www.vivaocondominio.com.br/

Entenda como conquistar seu imóvel por leilão

Adquirir um imóvel por leilão é uma alternativa mais barata. Entenda melhor como funciona e saiba como fechar um bom negócio

O sonho da casa própria é quase uma unanimidade na vida da maioria das pessoas. Para quem economizou e está no momento certo para adquirir um imóvel próprio, uma boa opção é aproveitar os excelentes preços dos leilões de imóveis.

Participar de um leilão é simples. Atualmente os próprios leiloeiros produzem ampla divulgação desses eventos e atraem cada vez mais adeptos para essa modalidade de compra. Uma empresa especializada nessa atividade é a Mega Leilões, com imóveis em todo o Brasil com valores bem chamativos. A Mega Leilões realiza eventos de leilão eletrônico, judicias ou extrajudiciais.

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Leilão Judicial e Leilão Extrajudicial

Um leilão pode ser judicial ou extrajudicial, a diferença não é tão grande, mas é importante que o cliente entenda:

Judicial: Se o leilão for autorizado dentro de um processo judicial ou determinado por um juiz, ele deverá cumprir algumas regras do Código de Processo Civil. Nesses casos os imóveis estão a leilão para pagar alguma dívida, extinguir uma propriedade que pertença a muitas pessoas, resolver imbróglio processual de inventários, falência, entre outros.

Em leilões judiciais o processo pode ser mais demorado por conta de liminares e pendências de documentações.

Extrajudicial: Nesses casos os bens leiloados não têm qualquer interferência do Estado e do Poder Judiciário, geralmente essa modalidade é realizada pelos bancos. Qualquer pessoa pode vender seu imóvel dessa forma e o processo é muito mais rápido.

Esse é o modelo empregado quando um cliente perde o imóvel para o banco após atrasar várias parcelas de um financiamento.

Para comprar um imóvel em leilão é preciso se certificar de muitas informações. É importante que o cliente interessado em comprar um imóvel fique atento e tenha disponibilidade para buscar algumas informações importantes, como:

- Ler o edital do leilão com todas as regras estipuladas (geralmente o documento traz uma descrição das condições de venda, estado de conservação do imóvel, preço mínimo, modelo de contrato, impostos, entre outras informações importantes).

- Após ler o edital e se interessar por algum imóvel, é fundamental que haja uma visita ao local. Certifique-se das condições reais do local, pesquise a vizinhança e a região. Se realmente decidir que o local é ideal para você e sua família, dê continuidade ao processo.

- É bom checar as condições de venda e registro da sua nova propriedade, bem como as taxas pagas pela transação. O cliente vai precisar arcar com encargos como ITBI (Imposto sobre a transmissão de bens imóveis).

- Outro ponto de atenção relevante é levantar toda a documentação do imóvel e checar a possibilidade de qualquer dívida antiga, afinal, como esses imóveis são provenientes de processos judiciais, em alguns casos os antigos donos podem entrar com recursos ou liminares que vão acabar atrasando sua ocupação do bem.

- Sobre a forma de pagamento, é essencial verificar todas as possibilidade e ler o que o edital do leilão descreve sobre regras e formas de pagamentos disponíveis. Em alguns casos o imóvel só pode ser adquirido à vista, mas também existem possibilidades de comprar o bem usando um valor de entrada e obter uma autorização para financiar o saldo devedor.

- É importante que o cliente saiba também que não é possível desistir do imóvel após o arremate. Essa desistência só será aceita se o comprador conseguir provar judicialmente que foi enganado ou que alguma informação como dívidas em atraso foi ocultada seja por culpa do leiloeiro ou do credor.

Após se certificar de todas essas informações, é hora de saber se é de fato um benefício conquistar seu imóvel através de um leilão. Será que é uma boa alternativa?

Podemos afirmar que sim, é uma excelente alternativa e permite uma economia considerável em relação aos preços praticados no mercado usual.

Apesar de ser uma boa opção, antes de decidir adquirir um bem através de um leilão de imóvel, pesquise muito e procure ajuda de uma empresa especializada no ramo, além de profissionais de confiança.

*A Mega Leilões é um portal especializado em leilões eletrônicos, tanto judiciais como extrajudiciais, de bens móveis e imóveis.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

O guia da suculenta: conheça as espécies e como cultivá-las

Já matou uma suculenta afogada? Isso é muito comum: apesar de serem fáceis de cuidar, existem deslizes graves que atrapalham o cultivo

Todo cacto é uma suculenta, mas nem toda suculenta é um cacto: aqui, vamos falar do segundo grupo, as primas dos reis do deserto, pequenas, gordas e sem espinhos.

Não é muito difícil tomar conta de uma suculenta. Então, se você ama plantas, mas costuma assistir as verdinhas definharem apesar dos seus esforços, suculentas podem ser a solução. Carol Costa, jornalista especializada em jardinagem, explica: tudo que elas precisam é de muito sol e pouca água.

Porém, existem alguns truques importantes. Um deles é estar atento à rega: é muito comum afogar as suculentas no cultivo em casa. Para evitar que as raízes fiquem empoçadas, invista em vasos com furos (mesmo que elas não estejam em um modelo tradicional) e em uma mistura de areia com terra para drenagem.

Mas e a frequência da rega? A quantidade semanal será diferente dependendo da estação do ano e da temperatura. Mais que focar em um número específico de irrigações, repare na aparência da planta e da terra, que deve ser mantida úmida, nunca encharcada.

Para medir, é só fingir que a terra é aquele bolo de chocolate delicioso no forno e espetar um palito. Se ele sair sujo, ainda não está pronto. Ou seja: não é hora de regar. Saindo seco, pode pegar a quantidade de água de um copinho descartável de café e colocar, devagar e com bom senso.  Uma boa ideia é usar uma bisnaga plástica, como aquelas de lanchonete, para dosar bem a quantidade. Para as suculentas grandes, o esquema é o mesmo, porém com medidas maiores.

Preste muita atenção no tamanho de sua planta. Suculentas que se tornam compridas, com folhas bem separadas e até um pouco desmilinguidas, sofrem com falta de luz solar. A planta saudável é bem compacta. Leve-as para tomar banhos de sol durante a manhã para evitar que elas percam seu formato natural.

Evite também aqueles pedriscos brancos, pequenos, usados para enfeitar vasos: eles nada mais são que mármore picado e, molhados, liberam um pó que faz mal para a planta. No lugar deles prefira coberturas naturais como casca de pinus e palha de arroz.

As suculentas deram certo, você gostou muito e agora quer replantar? Fazer a muda é fácil: corte o caule da suculenta e deixe-o secar por dois dias – se ele for replantado imediatamente, encherá de fungos. Depois é só coloca-lo novamente na terra e esperar a planta “pegar”!

Conheça algumas espécies de suculentas que ficam lindas em casa:

Nome científico: Aeonium leucoblepharum

(mountaincrestgardens) | Nome popular: Orelha de Shrek. Nome científico: Crassula ovata Gollum

(Reprodução | Flickr | Bri Weldon) | Nome popular: Planta-jade. Nome científico: Crassula ovata

Nome científico: Echeveria carnicolor

(Reprodução | Flickr | Diego Delso) | Nome popular: Echevéria ou Rosa-de-Pedra. Nome científico: Echeveria Elegans

(Divulgação) | Nome popular: colar-de-pérolas. Nome científico: Senecio rowleyanus

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum adolphi

(Reprodução | cactusjungle) | Nome científico: Sedum carnicolor

(Reprodução | Balamore) | Nome científico: Sedum cauticola

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum clavatum

Nome científico: Sedum compactum

(Reprodução | Achiland) | Nome científico: Sedum lydium

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum makinoi

(Reprodução | Etsy) | Nome científico: Sedum multiceps

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum oreganum

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum pachyphyllum

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum pluricaule

(Reprodução | llifle | Julio C. Garcia) | Nome científico: Sedum lucidum

(Reprodução | Flickr | Ryan Somma) | Nome científico: Sedum nussbaumerianum

Fonte: https://casa.abril.com.br/

Seu vizinho é barulhento? Veja o que pode ser feito para ter a sua paz de volta

Lara Pinheiro*

Convívio em condomínio deve ser facilitado por regimento interno e consciência do direito do outro - Foto: Editoria de Arte | Ag. A TARDE

Convívio em condomínio deve ser facilitado por regimento interno e consciência do direito do outro
Editoria de Arte | Ag. A TARDE

No começo deste ano, os vizinhos do andar de cima da auditora fiscal Tânia Cardoso, 56, se mudaram: foi o fim de uma odisseia barulhenta que durou 15 anos.

“Desde a época em que meu filho nasceu eles já faziam barulho. Construíram uma academia em cima do quarto dele quando ainda era bebê. Eles deixavam os pesos caírem de qualquer jeito”, conta.

O problema piorou quando a família começou a fazer encontros com amigos. “Eram festas, jogos, conversas altas e palavrões. Foi uma via crucis, chegamos a pensar em nos mudar”, conta a auditora, que interfonava para os vizinhos barulhentos e reclamava do problema repetidamente na portaria, chegando até a relatar o ocorrido por escrito aos outros moradores.

O advogado condominial e síndico profissional Alexandre Almeida, sócio da Elitte Síndicos Profissionais, acredita na conciliação para resolver problemas como o de Tânia. “Existem muitos condomínios em que o síndico quer atuar como se tivesse poder de polícia: quer que o porteiro vá lá e desligue o som, e não é assim que se resolve, ainda mais em uma festa. As pessoas podem estar alcoolizadas e ter confusão”, avalia.

Almeida considera que não diz respeito ao síndico tomar parte em problemas envolvendo vizinhos específicos, que não atinjam a coletividade. “Não cabe ao síndico atuar nesse ramo, porque se [o barulho] é dentro do apartamento e só afeta um ou outro vizinho, é um problema entre vizinhos, então cabe à parte prejudicada tomar providências”, diz.

Segundo o advogado, as pessoas tendem a delegar o impasse à administração ou à portaria. “Os moradores acham que o síndico é juiz do prédio e acabam terceirizando um problema que é deles para a administração, sem tentar contato com o vizinho, por medo de como o outro vai reagir. Muitas vezes a pessoa que produz o barulho não percebe, então tem muita falta de comunicação também”, pontua.

Poluição sonora

O ator Heraldo Borges, 30, escolheu não arriscar conflitos com os vizinhos barulhentos. Na rua onde mora, em um bairro na periferia de Salvador, eles são um problema constante. “É música, som alto, não respeitam o horário do silêncio (entre 22h e 7h, de acordo com a lei municipal nº 5.354/98). Tocam desde arrocha até Olodum, de segunda a sexta, não importa se tem festa ou não”, reclama Borges. O ator, que optou por não falar diretamente com os vizinhos, relata já ter feito denúncias à prefeitura, mas nunca viu nenhuma providência ser adotada.

A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), responsável por demandas de poluição sonora, afirmou, em e-mail à reportagem, que “a prefeitura não pode adentrar a residência, ainda que o som esteja muito acima do índice permitido, sem que haja uma autorização por parte do morador”. Quando não há permissão, é feita uma medição do ruído na casa do próprio denunciante. Se o excesso de barulho for confirmado, a pessoa pode, segundo a Semop, prestar queixa em uma delegacia ou no Ministério Público.

A escolha de Borges em evitar o conflito direto está de acordo com o que o presidente do Sindicato da Habitação da Bahia, Kelsor Fernandes, recomenda. “Eu não aconselho a ninguém que vá bater na porta do vizinho. Tem que ser via condomínio, para evitar um litígio pessoal”, alerta. Em locais onde há síndico, ele acredita que este deve notificar o vizinho barulhento.

Tanto Fernandes quanto Almeida ressaltam, no entanto, que é difícil não ter problemas com barulho ao viver em grupo, e pontuam a necessidade de se pensar no coletivo.

“Além disso, os processos [judiciais] são difíceis, porque ninguém quer testemunhar, para não se meter no problema”, conclui Almeida.

*Sob supervisão da editora Cassandra Barteló

 

 

Comprar um imóvel: melhor momento para negociar no mercado imobiliário

Menor taxa Selic registrada nos últimos anos, redução no valor dos imóveis, acesso às contas inativas do FGTS, entenda esses e outros motivos que provam isso

Durante o início dos anos 2000, nosso país estava em um grande momento quando o assunto era o mercado imobiliário. O valor dos imóveis estava cada vez mais no alto, graças à taxa de juros reduzida e a facilidade com que os clientes conseguiam um financiamento com os bancos.

No entanto, esse incentivo à compra de imóveis impulsionou a indústria da construção civil de maneira exagerada. Aliás, durante a crise mundial dos anos 2000, onde o Brasil quase não foi afetado, a indústria civil foi a única que não chegou a demitir funcionários baseada na crise, pelo contrário, o número de corretores era cada vez mais crescente.

Romantic couple standing in front of their new house

Vamos abrir um parêntese aqui para te explicar uma coisa: os clientes estavam sim com facilidade para conseguir um empréstimo, mas isso não quer dizer que necessariamente todos eles tinham como pagar. Você já deve imaginar o que veio a seguir. Boa parte dos clientes não tinham como honrar seus financiamentos, a porcentagem de inadimplência no Brasil disparou a níveis jamais vistos, somamos a isso a descoberta do episódio mensalão e o início da crise política do país.

Aí você já sabe o que aconteceu: inflação disparada, redução do poder de compra e desvalorização da moeda. Junte todas essas informações com aquela que te demos no início, o crescimento exagerado da construção civil.

Acredito que nesse ponto você já deve ter entendido o que houve. Alta inflação, pessoas endividadas, muitos imóveis novos, muitos imóveis vendidos, mas devolvidos e o cenário mudou: muito produto, poucos compradores e o setor imobiliário se vendo obrigado a recuar, abrindo cada vez mais espaço para negociações.

Esse é o cenário atual vivido em nosso país. Sim, com maior poder de negociação, juros menores e podendo sacar FGTS de contas inativas, os clientes que souberam poupar e estavam aguardando, já podem comemorar. Estamos no momento ideal para adquirir imóveis no Brasil.

Pesquisas apontam que esse é o melhor momento de toda a última década para quem tem valores e pode investir em um imóvel. Apenas considerando a liberação das contas inativas do FGTS, o governo federal está projetando que R$30 bilhões sejam injetados na economia brasileira, o que pode contribuir para a redução no endividamento das famílias e para o crescimento econômico.

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Além disso, em termos reais os preços de imóveis caíram segundo dados do mercado. Infelizmente o mercado imobiliário foi bastante afetado pela crise econômica, mas esse cenário pode estar ficando realmente no passado. De acordo com Otair Guimarães, grande empresário do setor imobiliário, o mercado enxerga com expectativas positivas essas liberações de FGTS, aliadas a redução da taxa Selic, apesar de ainda não sentir o impacto dessas alterações.“O mercado imobiliário ainda aguarda para avaliar o impacto da liberação desses recursos do FGTS inativo no mercado e aguarda uma redução ainda maior na Selic. O fato do trabalhador poder sacar o dinheiro e utilizar naquilo que preferir é bastante interessante. Além disso, a expectativa do trabalhador quitar dívidas pode resultar na queda da inadimplência, que tem impacto na melhoria das condições de financiamento. Fato positivo para o mercado de forma geral”, diz o empresário.

Com todas essas informações, não há dúvida. Se você é uma das pessoas que conseguiram poupar valores até aqui e conseguiu somar a isso um dinheiro que não estava previsto, não perca tempo. O cenário avaliado pela pesquisa é real e mostra que os donos de imóveis, construtoras e bancos estão abertos a negociar. Para os clientes é o momento ideal de comprar o imóvel dos sonhos, garantindo ótimas condições de pagamento.

Portanto, aproveite o momento atual que é ideal para comprar imóveis, mas o faça com muito planejamento. Se você possui valores para uma compra à vista, pode barganhar um bom desconto e fechar o negócio dos sonhos. Caso não tenha o valor completo, mas pode apresentar uma boa parte no valor de entrada, não hesite e aproveite para fazer bons negócios da mesma forma. Para que isso aconteça da melhor maneira, procure sempre um profissional da área, como um corretor de imóveis. Ele é o profissional ideal para te ajudar nesse momento de conquista de sonhos e realização de projetos.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Conheça iniciativas simples para evitar aumento na taxa de condomínio

Padronizar a limpeza, capacitar funcionários e substituir as lâmpadas por modelos LED são alternativas para otimizar o orçamento do empreendimento

por Sharon Abdalla

Em tempos de economia de recursos, diminuir – ou pelo menos não elevar – a taxa de condomínio pode garantir um respiro ao orçamento das famílias e ao planejamento financeiro dos empreendimentos que convivem com o fantasma da inadimplência. Para isso, síndicos e moradores precisam investir em ações que reduzam o consumo de materiais e recursos naturais e se conscientizar que a participação de todos é fundamental para o sucesso da inciativa.

É o que afirma o síndico Alessandro Barbosa de Oliveira, que há um ano e oito meses administra o Fit Marumbi, empreendimento localizado no Guaíra que conta com 672 apartamentos e cerca de dois mil moradores. A gestão dele é tida como um bom exemplo pelo Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR).

Maiores condominios residencias de Curitiba . Na foto Residencial Fit Marumbi , na Vila Guaira .

Desde que assumiu a gestão, ele implantou uma política de economia em diversas áreas do condomínio, o que permitiu que a taxa paga pelos moradores – de cerca de R$ 330 – não precisasse ser reajustada, ao contrário do que costuma ocorrer em outros empreendimentos.

“Se não tivéssemos tomado estas atitudes, seria necessário aumentar a taxa do condomínio em cerca de 14,5% em 2017”, simula Oliveira.

Para os condomínios que desejam seguir o mesmo caminho, o síndico compartilha a “receita de sucesso” e deixa um recado: “Muitas dessas ideias surgiram dos próprios moradores. A dica, então, é o síndico se abrir [para elas] e colocar as melhores em prática”, sugere.

Energia elétrica

A substituição das lâmpadas das áreas comuns por modelos LED foi a primeira iniciativa tomada com o objetivo de reduzir os custos com energia elétrica no Fit Marumbi. Para dar conta da iluminação das 12 torres, quase três mil lâmpadas foram trocadas. As bombas d’água que alimentam as torres também passaram a ser desligadas durante a madrugada (entre meia-noite e 5h). Com essas duas atitudes, o condomínio passou a economizar em torno de R$ 14 mil por mês nos gastos com energia elétrica.

Limpeza

A padronização da limpeza dos espaços comuns foi outra iniciativa que trouxe economia para o condomínio. “Temos oito colaboradores que cuidam da limpeza e cada um deles trabalhava de uma forma”, lembra Oliveira. Para solucionar esta questão, o condomínio fez uma parceria com a empresa que fornece os produtos de limpeza, que ofereceu treinamento aos funcionários. “Eles aprenderam a utilizar e diluir os produtos na proporção correta. Com isso, tivemos queda de 40% no consumo dos materiais de limpeza”, conta o síndico. “Isso resultou em uma economia de R$ 2,3 mil mensais na compra dos produtos”, acrescenta.

Capacitação

A revisão dos contratos terceirizados e a capacitação dos funcionários que já constam na folha de pagamento do condomínio para a execução de tarefas antes delegadas a empresas externas foi outra estratégia adotada para reduzir os custos. “Demos treinamento para nossos colaboradores da manutenção geral sobre limpeza da piscina, elétrica e manutenção do jardim. Hoje, eles executam estes serviços que, antes, nós terceirizávamos”, lembra. Além da economia decorrente do cancelamento dos contratos, que é de cerca de R$ 4,8 mil mensais, o condomínio não precisou direcionar recursos para os treinamentos, que foram ofertados pelos fornecedores ou realizados nos cursos que o Secovi-PR disponibiliza para seus associados.

Manutenção preventiva

Criar uma rotina de verificação dos itens necessários ao funcionamento adequado do condomínio é outra dica do síndico Alessandro de Oliveira. Desta forma, segundo ele, é possível se antecipar e fazer a manutenção preventiva das instalações e equipamentos, o que costuma sair mais barato do que a realização de consertos emergenciais. “O síndico pode criar uma tabela para se lembrar de rever as lâmpadas todas as segundas e as bombas d´água as terças-feiras [e assim sucessivamente]”, sugere Oliveira.

Conscientização

Promover ações para conscientizar os moradores sobre a necessidade de se contribuir para a manutenção das áreas e instalações do condomínio é a nova estratégia que o Fit Marumbiestá adotando para otimizar o orçamento do empreendimento. “Não adianta se economizar no material de limpeza quando um morador passa pelo hall com um saco de lixo vazando logo após a funcionário ter limpado o local”, ilustra o síndico. “Em casos como este, a economia que se consegue de um lado é perdida de outro. Por isso a campanha de conscientização é importante”, resume Oliveira.

Fonte:  http://www.gazetadopovo.com.br

Inovação urbana traz evolução na qualidade de vida dos cidadãos por meio da tecnologia

Experimentos garantem melhores experiências e resultados no sentido coletivo desde que alcancem o engajamento da população

O conceito de uma cidade tem como princípio básico a ideia de que ela seja movimentada de acordo com as necessidades dos cidadãos e, através dela, seja possível alcançar as melhores experiências e resultados no sentido coletivo. Em busca dessas características, as cidades cada vez mais procuram se reinventar para garantir uma evolução na qualidade de vida urbana para a população. As inovações urbanas usam da tecnologia em busca dessas soluções para que os moradores se conectem com a cidade da maneira mais eficiente possível.

Apesar de a ideia de uma cidade se basear no conceito do coletivo, seja com as experiências se dando em torno de um centro comercial ou de lazer, a questão da segurança pesa principalmente quando se trata de cidades latino-americanas. A falta dela acaba isolando a população em bolhas individuais, quebrando o conceito do que seria uma cidade. Porém, as inovações urbanas buscam esse resgate do sentido do coletivo, com soluções que melhorem a qualidade urbana.

 

inovação urbana
No exterior, Detroit pode ser uma considerada uma cidade que tem buscado soluções através da inovação urbana (Foto: Shutterstock)

 

“Em uma visão prática, as inovações urbanas procuram desenvolver experimentos que engajem os cidadãos no desenvolvimento da cidade e ajudam em novas soluções de problemas complexos”, afirma James Wright, professor de Estratégia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Profuturo-Fia, reforçando que essas são problemáticas multidisciplinares, que envolvem saúde, educação e tecnologia, por exemplo.

Porém, dentro deste conceito de inovações urbanas é fundamental salientar que não basta apenas a criação de novas tecnologias e meios que melhorem a qualidade de vida da população na cidade. Tão importante quanto isso é alcançar o engajamento da sociedade com os experimentos criados. Isso significa que as ferramentas digitais, por mais que sejam capazes de trazerem melhorias para os cidadãos, não se torna viável sem o engajamento efetivo deles. “A mudança depende de como a pessoa se relaciona com a cidade e, por mais capaz de evolução que seja uma inovação, não é possível inventar algo essencial para um cidadão se ele não o conhece”, explica Francisco Cunha, formado em Arquitetura e Urbanismo e sócio da TGI Consultoria em Gestão.

 


No Brasil, o projeto Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, também pode ser considerado um exemplo de inovação urbana (Foto: Shutterstock)

 

Uma cidade muda a depender de como o cidadão se relaciona com ela, ou seja, se vai na padaria a pé, de carro ou de bicicleta pode mudar sua perspectiva sobre ela, por exemplo. E essa visão pode mudar o direcionamento das inovações urbanas. “Se eu só ando de carro, vou reivindicar melhorias de acordo com a minha perspectiva do para-brisa. Muitas pessoas vivem em um túnel refrigerado: elevador, carro, escritório e shopping. Mas a realidade não é essa, já que existem os espaços públicos, que são as ruas, e o espaço comum, que são as praças, se não estou dentro da cápsula”, acrescenta o consultor. Ele reforça ainda que a inovação é a tecnologia necessária para quem vive na cidade no nível do chão, na velocidade de 5 km/h de quem anda a pé e na altura do pé.

Para Clóvis Ultramari, professor arquiteto da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), a inovação urbana traz várias questões e implica que uma hora uma cidade desponta para alguma coisa e depois para outra. “São Paulo é um centro econômico, mas desponta também como polo cultural. Umas cidades contam com uma proposta específica para o turismo, como Gramado e Canela (RS).Já Camboriú (SP) tem o mercado imobiliário explosivo”, diz.

 

inovação urbana
Já Vancouver, no Canadá, conseguiu diminuir a entrada de automóveis em 20% nos últimos 20 anos (Foto: Shutterstock)

 

No exterior, Detroit pode ser uma considerada uma cidade que tem buscado soluções através da inovação urbana, já que depois do colapso econômico de 2014, novos empresários estariam com acesso às áreas rosas com objetivo de impulsionar um negócio com tempo menor e menos trâmite. Já Vancouver, no Canadá, conseguiu diminuir a entrada de automóveis em 20% nos últimos 20 anos, enquanto o deslocamento a pé cresceu 26%, sendo considerada a quinta cidade mais peadonal, segundo o indicador Walk Score, que monitora mais de 140 cidades norte-americanas.

No Brasil, o projeto Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, também pode ser considerado um exemplo de inovação urbana. O projeto revitalizou a zona portuária da cidade, com enfoque na qualificação do sistema de infraestrutura de mobilidade urbana, iluminação e saneamento.

Fonte: ZAP em Casa

6 dicas de manter o local do seu animal limpo

Você não abre mão de ter seu pet por perto, mas a casa está ficando uma bagunça? Calma, veja essas dicas de limpeza que nós separamos para você e resolva seu problema!

Eles são a melhor companhia do mundo e merecem toda atenção e carinho. No entanto, dentro de casa, a situação pode sair do controle, principalmente quando o assunto é a limpeza. Afinal, acontece do seu pet ainda não acertar o lugar de fazer xixi, ter um monte de brinquedos espalhados e claro, babas e pelos espalhados por toda casa.

Mas calma, não é preciso ser neurótico por limpeza nem entrar em desespero: reunimos 6 dicas de limpeza para deixar sua casa sempre limpa sem precisar abrir mão da companhia do seu melhor amigo.

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1 – Cheiro forte no cantinho do xixi? Calma que tem jeito

Retire o excesso de urina com um pano ou um esfregão. Deixe secar bem, passe um pouco de vinagre branco e polvilhe com um punhado de amido de milho. Deixe agir por 4 horas, depois retire com um pano ou aspirador de pó.

2 – Pelos, pelos e mais pelos – por que tê-los?

Se o seu pet não é um Pelado Mexicano (Xolotlzcuintle), desista: sofás, cadeiras e tapetes vão ficar cheios de pelos, não tem jeito.
É claro que se você o mantiver bem tosado e limpinho, a quantidade de pelo caído será menor. Então nesse caso, apenas aqueles rolinhos adesivos para tirar pelos já resolve a situação dos estofados e roupas.

Agora, se o seu pet é desses bem peludos e você vive com uma vassoura na mão para recolher tudo rapidinho, atenção! Varrer só ajuda a espalhar mais pela casa, já que muitas vezes ele sai voando e a gente nem percebe. Nesse caso o melhor é aspirar.

Mas caso o foco é tirar pelo de carpete ou tapetes, aqui vão duas dicas incríveis e fáceis de fazer: para o carpete, a dica de limpeza para animais é usar aqueles rodinhos de pia, que ao passar pelo tecido, junta um bolinho de pelos sem dor de cabeça. Outra ideia é usar luvas de borracha, que além de ajudar a limpar o cantinho do seu bicho e móveis, serve inclusive para tirar pelos soltos do próprio animal. É prático e seu pet ainda vai sentir como se você estivesse fazendo um carinho gostoso.

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3 – Cubra sofás e poltronas

Outra forma de procurar manter os pelos longe dos móveis é cobrindo poltronas, sofás, cadeiras e pufes com um tecido grosso, que não agarre muito pelo. Pode ser sarja ou brim, por exemplo. Forre com mantas e substitua por outras apenas quando for lavá-las

4 – Brinquedos, tigelas e utensílios

Todo amigão que se preza tem seu arsenal de brinquedinhos, como bolas, ossinhos e outras distrações. Esses itens devem ser lavados semanalmente, assim como a caminha em que ele dorme. De preferência, deixe-os secar ao sol, garantindo assim que tanto a casinha quanto os brinquedos estejam higienizados e limpos.

Já as tigelas de água e de ração devem ser limpas diariamente. Use uma escovinha para limpar bem os resíduos mais difíceis.

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5 – Evite aquele cheirinho que você já nem sente mais

A convivência diária faz com que a gente se acostume com o cheirinho dos nossos amigões, mas acredite, ele está lá. Fica impregnado nas coisas, nos tecidos, e quem chega de fora com certeza sente aquele odor característico no ar.

Mas calma, nada de pânico, é possível controlar o cheiro do cantinho com uma dica de limpeza bastante simples: não esfregue a área, deixe secar. Depois passe um pano embebido em uma mistura feita de água, detergente de louça e vinagre.

Já para tirar o cheiro dos bichinhos dos sofás, faça uma mistura de água, álcool, bicarbonato, vinagre branco e amaciante, nessa ordem. Misture bem e coloque em um borrifador. Agora é só aplicar no sofá ou nos móveis e deixar secar.

Se você tem jardim e ele está sempre com aquele cheirinho chato, plante ervas aromáticas e flores, como hortelã e manacá. Além de emprestar um odor gostoso à casa, também ajudam a decorar o ambiente.

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6 – Dica para limpar o espaço do meu cachorro

Quando for limpar o cantinho do seu pet, comece passando um aspirador de pó na caminha ou na casinha. Se for lavar, use detergente neutro líquido ou sabão de coco (em barra ou líquido).

Para desinfetar, os produtos veterinários específicos para esse tipo de limpeza são as melhores opções. Prefira sempre produtos naturais ou até misturas caseiras e aplique semanalmente durante a faxina mais pesada, intercalando com cuidados diários.

Para o quintal, a dica é bem simples: encha um balde com 2/3 de água morna e 1/3 de vinagre branco. Jogue por todo espaço e deixe secar naturalmente.

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Para ter a companhia do nossos bichinhos sem abrir mão de uma casa cheirosa e limpinha, vale qualquer esforço e dica! Por isso, se você gostou das nossas dicas de como limpar o cantinho do seu animal ou tem seus próprios métodos de limpeza, conta aqui pra gente! Afinal, dica boa nunca é demais, não é mesmo?

Fonte: Imovelweb

Inspiração: veja como combinar mármore e madeira na decoração

O ZAP em Casa e o Pinterest fizeram uma seleção de ambientes inspiradores

Na hora de decorar sempre fica aquela dúvida: qual material usar? Será que escolho madeira, ou mármore? Mas saiba que é possível utilizar os dois e o resultado vai ficar incrível.

A combinação dos dois materiais permite criar ambientes ao mesmo tempo rústicos, mas com um toque de sofisticação

Além disso, ambos podem ser utilizados nos mais diversos cômodos e combinações: seja no piso, na pia, ou em pequenos detalhes, como objetos de decoração.

Para se inspirar, o ZAP em Casa e o Pinterest, fizeram uma seleção de ambientes com mármore e madeira na decoração. Confira.

 

mármore e madeira na decoração
Usar o mármore com a madeira dá um toque sofisticado e rústico (Foto: BR.Pinterest.com.br)
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A combinação pode ser feita de maneira bem sutil (Foto: BR.Pinterest.com.br)
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A combinação geralmente faz sucesso nos banheiros (Foto: BR.Pinterest.com.br)
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Na cozinha também podemos usar a combinação (Foto: BR.Pinterest.com.br)
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Os dois materiais no mesmo ambiente pode ser colocado de diversas maneiras (Foto: BR.Pinterest.com.br)
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A combinação pode vir em detalhes (Foto: BR.Pinterest.com.br)
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É possível fazer a combinação com armários e paredes (Foto: BR.Pinterest.com.br)
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A combinação fica perfeita em uma decoração escandinava (Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

 

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A pedra de mármore não precisa ser totalmente branca (Foto: BR.Pinterest.com.br)
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Quem disse que não pode misturar os dois materiais no chão? O resultado fica incrível (Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Vazamento em condomínios

Saiba quem deve pagar pelos reparos causados em outras unidades

Especialista da Apsa destaca pontos do Código Civil

Problemas com encanamentos são sinônimo de dor de cabeça para moradores e síndicos. Os vazamentos podem derrubar um dominó de outros problemas, passando por comprometer a estrutura física do prédio, causar infiltrações — que, por sua vez, geram mofo e problemas de saúde —, além de possíveis brigas entre vizinhos. A responsabilidade sobre o conserto dessas falhas por vezes é tida como incerta, mas a lei é clara quanto a isso.

É comum que os condôminos recorram ao síndico sempre que há um contratempo do tipo. Porém, na maior parte dos casos, a administração não é a responsável por fazer o reparo. Segundo o Código Civil, é dever do síndico intervir quando o vazamento ocorre apenas em tubulações de uso comum.

“O solo, a estrutura do prédio, o telhado, a rede geral de distribuição de água, esgoto, gás e eletricidade, a calefação e refrigeração centrais, e as demais partes comuns, inclusive o acesso ao logradouro público, são utilizados em comum pelos condôminos, não podendo ser alienados separadamente, ou divididos”, determina o artigo 1.331.

Na outra ponta, os espaços e itens de uso exclusivo devem ser zelados pelos proprietários.

“Os apartamentos possuem uma rede de canos diferente da de uso comum”, explica Jean Carvalho, gerente geral de condomínios da Apsa.

Ele se refere aos encanamentos verticais e horizontais. Nos primeiros, passa a água que vai abastecer o prédio inteiro e para onde vai o esgoto dos apartamentos. Esse é de responsabilidade do condomínio. Já os sistemas horizontais são as ramificações que ligam os canos principais aos imóveis, ou seja, são de uso privado, ficando os moradores responsáveis.

“Ao constatar um vazamento, é necessário que um encanador ou engenheiro detecte qual cano está com defeito e a quem ele pertence”, recomenda Carvalho, destacando que o condomínio só deve exercer gerência se o caso for difícil de ser identificado.

É muito comum que o cano furado de um apartamento prejudique o imóvel do vizinho do andar abaixo, então o morador prejudicado depende da atitude do outro condômino, o que nem sempre acaba bem.

Se os vizinhos não se entenderem, a administração do condomínio pode atuar. O morador afetado tem a opção de formalizar um comunicado para que o vizinho problemático assine uma das vias e comprove saber o que se passa.

Se isso não adiantar, cabe aí uma ação no Juizado Especial Cível, para obter uma liminar que o obrigue a reparar o cano e até a pagar indenização, desde que um perito comprove que o cano do vizinho que foi o culpado pelo estrago.

Se o problema for causado por um cano da rede vertical, alguns cuidados são recomendados por Jean Carvalho.

“Moradores, síndico e a administradora devem escolher uma boa construtora ou profissional para fazer o reparo, para evitar obras malfeitas que vão durar pouco e gerar dores de cabeça em todos”, sugere.

Além disso, o rateio do custo deve ser feito da maneira que manda o Código Civil. O artigo 1.336 diz que os apartamentos de tamanhos diferentes devem pagar fatias de acordo com sua fração ideal, salvo disposição em contrário na convenção. É nessa hora que também entra em ação o fundo de reserva, preparado para emergências condominiais.

 

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Ligações clandestinas, ou os populares “gatos”, são cada vez mais frequentes: Saiba como identificá-los

Podem ocorrer na ligação elétrica, na rede de água e esgoto ou em televisões por assinatura. Os “gatos” estão em toda parte.

Antes restritas à periferia das grandes cidades, as ligações clandestinas (água-luz-tevê por assinatura), popularmente conhecidas como “gatos”, já podem ser encontradas com frequência em regiões nobres. Uma operação deflagrada pela Polícia Civil no inicio de 2017, em um condomínio de luxo no estado do Maranhão, foram encontradas diversas ligações clandestinas na rede de luz. Segundo a Companhia Energética do Maranhão (Cemar), o prejuízo pode chegar a R$ 264 milhões.

Em abril do mesmo ano, em Foz do Iguaçu, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) identificou em um condomínio comercial de classe média o roubo de água por meio da adulteração dos medidores. Das 22 lojas que funcionavam no local, somente dois tinham medidores individuais e consumo compatível com a atividade registrada na prefeitura. A companhia de água do estado calcula um prejuízo mensal de 400 mil com esse tipo de fraude.

E não é somente na rede de distribuição elétrica ou de água que são encontrados “gatos”. Embora mais sofisticado, é muito comum o furto do sinal da tevê por assinatura.

Ele pode se dar de duas maneiras:

A primeira é quando o morador contrata esse tipo de serviço e outros vizinhos fazem ligações clandestinas destas mesmas instalações sem avisar ninguém.

A outra forma, mais sofisticada, e que muitos síndicos ignoram é a instalação de uma central clandestina no condomínio. Na prática, acontece que alguns moradores contratam o serviço e por meio de um profissional a ligação é feita, mediante pagamento mensal, para todos os outros condôminos.

Embora a prática seja caracterizada como furto, com punição de um a quatro anos de detenção, dados do Sindicato das Empresas de Televisão por Assinatura (Seta) mostram que, em média, 14% dos domicílios que possuem televisão por assinatura, o que corresponde a 275 mil lares, são provenientes de “gatos”. Vale lembrar que esse índice já chegou ao patamar de 40% em algumas regiões.

Quando ocorridas em condomínios e for provada a conivência do síndico com instalações irregulares ele e o infrator individual podem ser penalizados. Desde 2007, quando o edifício Mont Blanc, em São Paulo, foi considerado responsável por um dos condôminos ter pirateado uma conexão de tevê a cabo, síndicos e administradoras têm investido na conscientização dos moradores sobre essa prática que pode prejudicar a todos.

Se você mudou há pouco tempo para um imóvel e desconfia que sua energia elétrica, água ou tevê está sendo desviada, fique atento para essas dicas.

1- Confira as faturas: Compare os valores que você gastava na antiga residência com as de agora. Apesar da mudança de endereço, os valores pagos precisam estar próximos. Em caso de muita diferença ligue para a distribuidora de água ou luz do seu estado.

2- Fique atento a oscilações: Existem duas maneiras de furtar energia elétrica. Na primeira é desviando do próprio vizinho. Na outra, a energia é desviada diretamente da rede pública, antes de passar pelo relógio. Ao identificar grandes variações de consumo de um mês para o outro pode ser sinal de que alguém está fazendo “gato”. Oscilações no fornecimento de energia podem, também, ser um indício que sua energia está sendo desviada para outro morador. Caso desconfie entre em contato com o síndico para que tome as providências cabíveis.

3- Problemas na imagem: Quando ocorre o furto de sinal da tevê a cabo diretamente do vizinho é comum que a imagem perca a qualidade. Nesse caso, a primeira providência a ser tomada é consultar a operada sobre eventuais problemas de sinal no dia.  Em caso de recorrência o melhor é solicitar uma visita técnica.

4- Áreas comuns: Em condomínios residenciais a maioria dos furtos de sinal de tevês acontece nas áreas comuns entre os apartamentos. Isso porque os televisores nesses espaços são usados com menos frequência e as oscilações na qualidade de imagem são mais difíceis de serem notadas. Nessas áreas, zeladas por todos os condôminos e geridas pelo síndico, em caso de fraude o condomínio inteiro pode ser responsabilizado pelo ato do vizinho. Portanto, fique atento.

Por: Guilherme de Paula Pires

Fonte: http://www.vivaocondominio.com.br/

7 dicas de decoração de casas pequenas gastando pouco

O orçamento apertou e você está procurando dicas de decoração de casas pequenas gastando pouco? Confira as dicas

Decorar a casa não precisa ser sinônimo de alto custo. Usando de criatividades e peças certas, a casa inteira pode ser decorada gastando menos do que você imagina. Mesmo no pouco espaço e baixo orçamento não devem ser encarados como um problema para sua decoração, saiba que com um pouco de criatividade, é possível imprimir no ambiente uma identidade totalmente única e funcional.

A seguir listaremos algumas dicas de decoração para ambientes pequenos que custam pouco e fazem o espaço ser bem aproveitado.

1. Nichos de caixotes

Espaço na cozinha, na sala, no quarto e em qualquer cômodo é sempre algo muito bem-vindo. Utilizar nichos e prateleiras para decorar é uma forma de melhorar a organização e tornar o espaço mais funcional. Além disso, a utilização de nichos para a acomodação de utensílios domésticos, no caso da cozinha, é excelente, já que deixa tudo à mostra.

Para isso, podem ser utilizados caixotes de feira! Sim, estes mesmos que você encontra na feira ou no mercado. Você pode recolher estes caixotes e em casa lavar, lixar, pintar com uma cor que vá interagir bem com seu ambiente e pregar na parede, criando assim várias prateleiras. O bom é que, como dissemos no início, essa dica não é necessariamente só para a cozinha, você pode utilizar no escritório para guardar livros e pastas de documentos, no quarto de crianças para guardar brinquedos, além de ser uma alternativa barata e que pode deixar sua decoração bonita e despojada.

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2. Papel de parede

Decoração com papel de parede é uma ótima opção para dar vida aos ambientes sem ter que gastar com mão de obra e muito material. A aplicação do papel de parede autoadesivo é muito simples e tem uma ótima relação custo-benefício, já que pode ser aplicado por você mesmo e isso acaba gerando mais uma boa economia. Existem diversos modelos de papel de parede disponíveis no mercado por um bom preço, além disso, estampas e cores não vão faltar se você quiser ousar um pouco mais e misturar. Você vai conseguir uma decoração original e bem interessante.

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3. Contact

Assim como cobrir paredes com papel é mais barato do que pintar, cobrir móveis com contact sai mais barato do que trocá-los. Ter uma cozinha toda de uma cor só, pode se tornar entediante em algum momento para algumas pessoas. Então para solucionar isso, cubra armários, bancadas, cadeiras e tudo que quiser com o contact. Este material pode ser encontrado bem barato em qualquer papelaria e tem fácil aplicação, com várias opções em cores únicas ou com variadas estampas. Na hora de aplicar, pode se jogar sem medo na criatividade, escolha se quer fazer um mosaico de várias cores ou até mesmo intercalar entre um azulejo original e outro colorido na parede da cozinha.

4. Fita isolante

Nem só para componentes elétricos e fiações serve uma fita isolante. Essa fitinha muito barata pode ser utilizada na decoração de casa, deixando os eletrodomésticos com um tom personalizado. Você pode criar faixas em preto nos móveis ou paredes e até mesmo em interruptores, dando uma nova cara a um eletrodoméstico velho ou ao quarto do bebê. É interessante também pensar que não somente fitas pretas estão disponíveis no mercado, já existem cores como azul, amarelas e vermelhas. Podem ser aplicadas como faixas, criando desenhos geométricos, bordas em torno do eletrodoméstico, interruptores e móveis que podem ser repaginado.

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5. Fazer seus próprios móveis

Pode parecer uma ideia bem complicada, afinal nem todos têm habilidades manuais. Na internet você encontra alguns tutoriais que facilitam bastante a vida de quem quer optar por uma decoração personalizada e exclusiva. Imagine só, poder contar que você mesmo deu um toque especial na sua decoração e de um jeito bem fácil? E o legal é que para essas criações você pode utilizar materiais recicláveis, como pneus, pallets e até caixas de ovos, ou seja, além de criativo você também estará contribuindo para o ambiente.

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6. Quadros

Seguindo a linha de faça você mesmo, uma opção é fazer os seus quadros para ter uma decoração barata. Nada melhor que arte para tirar a parede da mesmice. Se for feito por você mesmo, melhor ainda. Use tinta e pincel, telas em aquarela, tecidos e qualquer outro material que te ajude a ter uma decoração de casa pequena gastando pouco. Além de trazer para o ambiente uma decoração autoral, você vai aprender uma nova atividade. Você ainda pode encontrar artes prontas na internet, ou pôsteres que você também pode imprimir e colocar em molduras para compor o ambiente.

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7. Vidros e itens antigos

Ainda na mesma linha de pensamento para uma decoração com itens recicláveis, utilize garrafas de vidro como vaso de flores, potes grandes (devidamente pintados ou cobertos com contact) como nichos ou organizadores de mesa, entre outros. Xícaras e chaleiras que não estão mais em uso, podem se tornar ótimos para a montagem de arranjos para a casa, além de trazer um toque vintage. Você pode decorar os potes de vidro, com rendas, fitas e até mesmo com pinturas personalizadas e colocar flores neles. E o melhor, você terá uma excelente decoração gastando pouco.

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Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Aprenda a criar uma decoração com suculentas

Se você gosta de suculentas e quer utilizá-las na sua decoração, confira essas dicas!

Suculentas são plantas que estão super em alta nas decorações das casas. Recomendadas para quem tem pouco tempo e procura um tipo de planta que não precise de cuidados excessivos, as suculentas podem decorar qualquer ambiente da sua casa, seja na área externa ou dentro na sala de estar, jantar e até mesmo quarto.

Mas apesar de ser a espécie mais fácil de ser cultivada, é justamente nos cuidados que você deve prestar atenção. Diferente das plantas convencionais, as suculentas não precisam ser irrigadas diariamente ou com bastante frequência. Por isso preste bastante atenção na aparência de sua suculenta e quando achar necessário, deixe a terra apenas umedecida, nunca encharcada.

Ainda tem dúvidas sobre como cuidar da sua suculenta? Então olha essa dica incrível: com o auxílio de um palitinho de madeira, é possível observar como está a terra e quando está na hora de regar a suculenta. Se ao espetar o palito sair úmido, não precisa regar ainda. Caso o palito saia sequinho, talvez seja hora de adicionar um pouco de água.

Outra dica indispensável é ter cuidado quando for escolher as pedras decorativas no vaso da sua suculenta, já que algumas podem soltar corante que contamina a terra. Procure usar coberturas naturais.

Existem diferentes tipos de espécies, desde as menorzinhas perfeitas para decorar mesas e beirais de janelas por exemplo, às maiores para áreas externas. Há suculentas que dependem do sol diretamente para sobreviver e outras que precisam estar em luz indireta ou com baixa exposição solar durante o dia. Procure saber disso na hora de escolher o local ideal para colocar essa planta.

O legal é misturar diferentes espécies da suculenta para não se limitam a uma área só, abrindo um leque de possibilidades na decoração. Elas por si só, já são bem democráticas e versáteis, deixando espaço aberto para sua criatividade rolar solta. Confira aqui algumas sugestões de decoração para adaptar na sua casa ou apartamento.

Ideia 1: Suculentas em xícaras coloridas

Essa dica é incrível, pois permite que você aproveite as xícaras que já tem em casa ou até mesmo compre algumas brancas para decorar da forma como desejar, com pinturas, adesivos, desenhos, entre outros. Basta colocar o adubo e cuidar para não regar demais, já que o espaço das xícaras é pequeno e a água vai evaporar com mais dificuldade.

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Ideia 2: Copos decorativos de cerâmica

Os copos de cerâmica coloridos são lindos e dão um charme especial para a decoração. Assim como as xícaras, é possível comprar o copo cru e decorar de acordo com a sua preferência.

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Ideia 3: Inove decorando com bules

A decoração com suculentas pode ser feita até mesmo dentro de bules usados que estão largados por aí. Decore com vários de cores, tamanhos e formatos diferentes para criar uma composição alegre e divertida. Esse tipo de decor fica lindo nas áreas externas e cozinhas.

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Ideia 4: Latinhas variadas

Se você tem produtos enlatados como leite condensado, conservas e achocolatados, guarde para reutilizá-los para o plantio de suculentas menores. Basta dar uma repaginada na latinha, lavando bem e personalizar a seu gosto. Fica lindo, além de prático e barato.

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Ideia 5: Gaiolinhas decorativas

As gaiolinhas decorativas são lindas e estão super em alta, são perfeitas para criar decorações suspensas, cheias de estilo. Aposte nessa decoração com suculentas se você preferir os acessórios prontos e deseja criar uma composição com vários vasinhos.

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Ideia 6: Mini terrário de suculentas dentro do aquário de vidro

Os aquários de vidro também ganharam a atenção de quem adora decorar. Fora sua função original, os aquários podem ser adaptados para criação de terrários de plantas. Fica charmoso e natural na medida certa.

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Suculentas está com tudo e você não pode ficar de fora. Anote as dicas de como criar suculentas e use e abuse na decoração. Seu lar vai ficar incrível.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Proibição de atividades comerciais em condomínios residenciais – Uma questão de bom senso

Em tempos de contenção de despesas e como alternativa para não enfrentar os trânsitos caóticos, uma das práticas vem sendo o exercício de atividades profissionais em casa ou remotamente, o famoso “home-office”.

Cada unidade condominial é privativa, mas se a natureza do condomínio for RESIDENCIAL, alguns cuidados devem ser observados para que a atividade laboral via “home-office” não seja um transtorno aos demais moradores, objeto de discussão ou até mesmo motivo para imposição de multa. Veja abaixo algumas dicas:

  1. A atividade exercida não pode ser causadora de um aumento significativo do fluxo de visitantes (salão de beleza e estética, por exemplo). Isso afeta a segurança dos demais, pois a portaria pode, neste caso, perder o foco da segurança como um todo;
  2. Não transforme seu apartamento em cozinha industrial ou outra atividade que utilize os recursos rateados de forma a onerar os demais moradores, ou ainda que exale odores ou ruídos constantes. Tais condutas podem causar incômodo aos vizinhos;
  3. O recebimento constante de encomendas de grande porte interfere na rotina do condomínio, pois demanda acompanhamento de funcionário e uso exclusivo do elevador;
  4. Não armazenar, em hipótese alguma, substâncias inflamáveis, explosivas ou que representem qualquer tipo de risco ao condomínio como um todo;
  5. Atividades intelectuais ou comerciais que não aumentem o fluxo de pessoas e não perturbem a segurança e o sossego dos outros moradores podem, tranquilamente, ser exercidas. Ex.: professores que ministram aulas particulares remotamente, revisores de livros, administradores de comércios eletrônicos.

A medida é o bom senso. Que cada morador faça uso da sua unidade com liberdade de ação que seja pacífica e compatível com as normas de boa conduta, salubridade, segurança, sossego, saúde e bem-estar de todos os moradores.

Karla Pluchiennik Moreira.
Empresária, coach e sócia do Portal Viva o Condomínio.

Quem paga cada tipo de despesa do condomínio?

Manutenções no condomínio podem gerar dúvidas sobre quem é o responsável pelo investimento em questão

Ao decidir morar em condomínio, muitos pensam na comodidade, na segurança, e em como residir ali dariamenos trabalho do que cuidar de uma casa. Isso porém nem sempre é verdade, uma vez que morando em condomínios deve-se dar atenção não apenas à manutenção da sua unidade, como também às áreas comuns do empreendimento.

Algo que pode gerar questionamentos e problemas entre vizinhos e síndico é quando uma situação sai dos trilhos. Pode ser um vazamento entre apartamentos, a rede de gás, uma infiltração que esteja vindo da fachada – tudo deve ser estudado com cautela.

Por isso enumeramos abaixo uma série de situações difíceis, para que a comunidade condominial tenha por onde partir. Confira:

Vazamentos entre apartamentos

Problemas de infiltrações ou vazamentos costumam gerar muita confusão em condomínios

Geralmente, quando há problemas de encanamento em um apartamento e os reflexos são sentidos na unidade do andar de baixo, o embate é na hora de providenciar o reparo e, logicamente, pagar a conta.

Os edifícios têm duas redes de encanamento: a horizontal e a vertical (também chamada de coluna principal).

Rede vertical (coluna) Rede horizontal
Conduz água e esgoto entre rua e andares Liga coluna e unidade
Uso geral Uso particular
Responsabilidade do Condomínio Responsabilidade da Unidade
  • A rede vertical conduz água e esgoto por todos os andares. É de uso comum, portanto, de total responsabilidade do condomínio - inclusive obras realizadas nos apartamentos, em virtude de problemas nesta rede.
  •  A rede horizontal comporta os canos que servem às unidades, recebendo água da rede vertical e conduzindo esgoto para a mesma. As unidades ficam responsáveis pelos reparos e danos aí ocorridos.
  • Se há um vazamento no teto do banheiro, em virtude de problemas na rede horizontal, o responsável pelo reparo é o morador da unidade de cima, com todos os custos.

 

Varandas e Sacadas

  • A manutenção do piso e/ou teto das varandas é de responsabilidade de cada unidade (proprietários).
  • Porém se comprovado que o vazamento possui como origem, por exemplo, uma tubulação vertical da rede central que serve todas as unidades, então essa resposabilidade será do condomínio, ou seja todos pagarão pelo reparo.
  • A manutenção das partes externas e visíveis da varanda, cabem ao condomínio

Coberturas

  • As despesas relativas a partes comuns de uso exclusivo de um condômino, ou de alguns deles, incumbem a quem delas se serve – assim dispõe o artigo 1.340 do Código Civil.
  • Infiltrações e outros problemas com origem em terraço de uso e propriedade comum são de responsabilidade do condomínio.

Fachadas

  • Não adianta adiar a manutenção da fachada do prédio só porque a obra será custosa. Além da deterioração do patrimônio comum, o condomínio pode ser responsabilizado pelos custos de reparação dentro das unidades, caso seja comprovado que foi pela fachada que adentrou a umidade.
  • Em geral é o condomínio quem arca com esse tipo de custo. Para evitá-lo, é importante manter amanutenção da fachada em dia, seja com a recolocação ou substituição de pastilhas, pintura ou a feitura de um novo acabamento.
  • O importante é manter a umidade longe das unidades, já que são elas as causadoras das infiltrações.

Janelas

  • Há casos, porém, de infiltrações vindas das janelas cuja responsabilidade não é do condomínio. Por exemplo, quando há falta de manutenção das esquadrias de janelas, como borrachas, silicone ou escova. Também vale verificar se a raiz da infiltração não é a instalação incorreta de aparelhos de ar-condicionado. Quando a situação é uma dessas, a responsabilidade pela infiltração é do condômino.

Rede ou instalações de gás

Apesar da instalação de gás ser composta por diferentes canos, todos individualizados, cada qual servindo a uma dada unidade, é considerada coisa comum, tendo em vista o potencial de perigo que cerca o assunto e por conta da instalação percorrer áreas de uso comum.

Desta forma, tanto a instalação, quanto a manutenção dos canos de gás, são de responsabilidade e incumbência do condomínio, e seus gastos deverão ser arcados por todos os condôminos, com base no critério de rateio de despesa previsto na Convenção.

 Veja abaixo parecer jurídico sobre a questão:

Todo o regime jurídico que tutela o ora chamado condomínio edilício (arts. 1.331 a 1.358 do novo Código Civil) se presta a reger os interesses, a convivência, as áreas e as coisas comuns. Em outras palavras, o síndico do condomínio é o responsável pela manutenção e conservação das partes comuns do edifício, como evidenciam os arts. 1331, § 2°, e 1.348, V, ambos do novo Código Civil

Rede elétrica

Geralmente é o condômino o responsável por pagar danos ocorridos na parte de dentro da sua unidade - o resto é de responsabilidade do condomínio.

Porém, quando o morador decide trocar a fiação da sua unidade, por uma mais potente, deve ser bastante cauteloso. Se essa obra não for dimensionada corretamente, a mesma pode causar danos na rede elétrica comum do condomínio. Nesse caso é o condômino quem arca com o prejuízo. Importante frisar que para fazer uma obra desse tipo hoje, dentro da unidade, é necessária uma ART e aprovação do síndico.

Interfones

  • É de responsabilidade do condomínio, mesmo que houver problema apenas em uma unidade – a não ser, é claro, que a empresa de manutenção ateste que o dano ocorreu por mau uso do equipamento na unidade.
  • Neste caso, quem paga é o morador, mesmo se for inquilino.

Cupins

  • Há polêmica em definir se a descupinização é despesa do condomínio ou da unidade. Na maior parte das vezes, a infestação ocorre em muitas unidades do mesmo prédio.
  • Mesmo antes do problema aparecer, é conveniente colocar o assunto em pauta numa assembleia, para garantir uma proteção coletiva.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

7 tipos de decoração para sala de jantar com espelho

Espelhos podem fazer mágica em qualquer ambiente, deixando o local mais iluminado e até mesmo fazendo com que eles pareçam mais amplos

Utilizar espelhos pode ser uma boa saída para quem quer garantir ambientes mais amplos e iluminados. Dos clássicos aos mais sofisticados e com variados tamanhos e estilos, fica fácil encontrar o melhor modelo para cada ambiente da casa, inclusive para salas de jantar.

Seja pra quem quer dar um up no ambiente, com toques de originalidade e espaçamento, ou aqueles que já gostam de usar espelhos na decoração, mas não sabe utilizá-los da maneira correta. Confira abaixo nossas 7 dicas de decoração de sala jantar com espelho.

1. Parede coberta por inteiro

Se sua sala de jantar é de tamanho médio, o ideal é valorizar o espaço usando um modelo que cubra uma ou mais paredes, desde que a parede fique coberta por inteiro. Ao cobrir uma parede com espelho de cima a baixo, é importante checar a disposições dos móveis que estão sendo refletidos nele, já que o objetivo aqui é dar aquela sensação de um espaço mais amplo e refletir luminosidade, não um amontoado de objetos e desorganização.

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2. Mais de um espelho

Por vezes, o excesso de reflexos pode gerar certo incômodo e trazer o efeito contrário do que queremos. Por isso, para evitar esse desconforto, a dica citada no item 1 só deve ser utilizada em ambientes de tamanhos médios a grandes.

Se você vive num micro apartamento ou se sua sala de jantar é muito pequena, use e abuse da decoração com espelhos, mas opte por utilizá-los em apenas uma parede.

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3. Molduras

Um ponto que vale muito a nossa atenção e que dão uma cara a mais na decoração para sala de jantar são as molduras dos espelhos.

Se sua intenção é cobrir a parede inteira com espelho, a moldura não é necessária e pode deixar o comprimento dele bem rente ao limite da parede. Mas se você estiver usando um espelho menor que a parede, a escolha de uma moldura faz toda diferença no ambiente.

Uma boa opção é decorar com espelhos de molduras mais grossas, que dão aquele toque moderno e sofisticado. Com essa dica, não tem erro!

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4. Quadros de espelhos

Não tem espaço para cobrir uma parede inteira de espelho? Sala de jantar é muito pequena? Sem problemas! Você pode ter uma bela sala de jantar criando composições de vários espelhos, de diferentes formatos e molduras, como se fossem quadros na parede.

Além de ficar um charme e não carregar o ambiente com muito reflexo, é uma ótima ideia pra quem adora uma mudança na decoração da sala de jantar, podendo brincar com a disposição e moldura dos espelhos quando e do jeito que quiser.

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5. Efeitos

Saiba quais efeitos você quer causar usando o espelho na sala de jantar como decoração. Se você pretende apenas criar a sensação de um espaço mais amplo e iluminado, é ótimo. Agora se além disso você quiser ousar um pouquinho, você pode decorar com espelhos de diferentes formatos, cortes, pode usar adesivos e até comprar aqueles espelhos com detalhes foscos, desenhos.

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6. Formato

São tantas opções de formatos, modelos e estilos de espelhos que é natural que a gente fique em dúvida sobre quais deles vão harmonizar melhor cada ambiente ou vão dar um toque especial na nossa decoração na sala de jantar. Dessa forma, separamos aqui alguns formatos que você que você pode utilizar sem erro na sua decoração:

Redondos: Os espelhos redondos são mais delicados, modernos e imprimem um tom mais descontraído no seu ambiente. São ideais para aqueles que desejam destacar um ponto focal na sala.

Quadrados: São aqueles que passam a sensação de maior organização. Se sua intenção é criar um espaço mais formal ou que transita estabilidade, é a escolha perfeita.

Retangulares: O formato retangular para sala de jantar costuma ser usado em espelhos grandes e são mais presentes em paredes pequenas, para criar o efeito de preenchimento. É também um formato coringa, desses que transmitem tranquilidade e ficam bem em todos os ambientes.

Irregulares: Para quem quer criar um ambiente mais moderno e ousado, os espelhos de formato irregular são os mais indicados. Isso porque permite que você brinque na composição, criando diferentes efeitos.
Eles têm como característica trazer uma sensação de movimento para o ambiente, por isso são ideais para quem quer uma sala de jantar bonita e cheia de personalidade.

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7. Tamanhos

Não sabe qual tamanho ideal do espelho para o seu ambiente? Segue mais uma dicas para decorar com espelhos:

Pequenos: Os espelhos pequenos podem ser bem interessantes quando utilizados como coadjuvantes para compor uma parede toda decorada. Para isso, fique atento para deixar o espelho num canto que não roube muita atenção ou que não fique muito em evidencia. Agora, se sua ideia é fazer uma parede cheia de pequenos espelhos, usados em conjunto, uma dica é misturar bastante modelos e molduras para deixar a sala ainda mais moderna e com personalidade.

Médios: Para quem deseja trazer uma sensação de aconchego e conforto na decoração da sala de jantar, pode seguir sem erro com os tradicionais espelhos de tamanho médio. São clássicos, elegantes e combinam com qualquer ambiente.

Grandes: Estes espelhos são essenciais para quem deseja dar amplitude na sua sala de jantar. Como citamos nas primeiras dicas, espelhos grandes devem ser usados principalmente em ambientes pequenos e médios e com uma decoração mais clean, para não pesar nos reflexos.

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Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Recursos usados para economizar água

Sistemas e intervenções que ajudam a reduzir o consumo d´água em condomíniosSistemas e intervenções que ajudam a reduzir o consumo d´água em condomínios

Hoje em dia, o que não falta é tecnologia e outros aparatos para ajudar a diminuir o consumo de água no condomínio. O uso desses artifícios, porém, deve estar intimamente ligado a adoção de procedimentos de economia de água, como não tomar banhos muito demorados, só usar a máquina de lavar roupas em sua capacidade total, etc.

Abaixo, algumas sugestões que podem reduzir os gastos no seu edifício:

1) Inspeções de rotina contra vazamentos

A melhor medida profilática para a economia de água é a vistoria periódica de todas as válvulas e torneiras do edifício. Assim, a cada seis meses, a medida deve ser botada em pauta e votada em assembleia.

No ato da vistoria, o técnico identificará se há desperdício de água devido aos vazamentos, e se estes devem ser arrumados pelo condomínio ou pelas unidades, individualmente. Se o problema for gerado pelo mau uso dos equipamentos, então é o condômino quem deve arcar com as despesas.

Inspeções periódicas contra vazamentos em todo o condomínio também podem e devem ser feitas pelo zelador.

Vale sempre combinar com os moradores antes que o zelador irá passar pelas unidades para verificar se há focos de vazamento, mantendo todos, assim, a par da situação

2) Individualização dos hidrômetros

Essa é, sem dúvida, a principal medida para economizar água em condomínio. Uma vez que cada um paga o que consome em sua unidade, esse é o maior fator de motivação para  uma diminuição no uso da água.

No sistema tradicional, o condomínio rateia o gasto total de água entre os moradores.

O custo do investimento na individualização dos hidrômetros vem caindo sistematicamente nos últimos anos. Vale a pena fazer um orçamento para o seu edifício e calcular em quanto tempo haverá um retorno do investimento.

3) Redutores de vazão

  • Instalados em chuveiros e torneiras geram uma boa economia de água.
  • Esses aparelhos podem ser sofisticados, como as torneiras automáticas ou com leitores fotoelétricos, ou simples, como redes de ferro que direcionam a água. Os gastos têm retorno garantido, uma vez que a economia começa logo que são instalados.

4) Troca de vasos sanitários

  • A troca de vasos sanitários significa economia. As bacias e válvulas mais antigas despejam entre 12 litros e 24 litros de água por descarga. Já os vasos com caixa acoplada diminuem esse volume para 6 litros.
  • Há no mercado vasos sanitários “inteligentes”. Há, na caixa acoplada, dois botões distintos que despejam 3 litros ou 6 litros de água, dependendo da necessidade do uso na descarga.
  • O síndico pode convocar uma assembleia para aprovar a substituição de todos os vasos sanitários da área comum do edifício, e estimular a troca nas unidades. Dessa forma, todos ganham – e muito – com a economia de água, seja nas áreas comuns ou nas unidades
  • Algumas empresas financiam a troca dos vasos sanitários.

5) Reaproveitamento da água da chuva

  • Alguns condomínios optam por construir reservatórios para armazenar a água das chuvas ou reaproveitar . Essa água seria usada para a limpeza de áreas comuns e também para regar os jardins.
  • Outros condomínios se utilizam do reservatório para escoar a água da chuva já existente, para bombear a água acumulada para fora do subsolo, e assim reaproveitá-la para limpeza de áreas comuns.
  • O síndico deve avaliar se o investimento, relativamente alto, vale a pena diante do volume de água que é tradicionalmente utilizado para esses fins.

6) Reuso da água

  • Trata-se da implementação de uma pequena estação de tratamento de águas de uso “nobre” (banho e pias) para reutilização em fins “menos nobres”, como descargas, lavagens de pisos e outros.
  • No Brasil, o sistema está sendo bastante utilizado por indústrias, e começa a ser utilizado em novos condomínios.

7) Aquecedores

  • A forma mais econômica para o aquecimento da água é quado isso ocorre diretamente nas saídas(torneiras e chuveiros), em vez de se utilizar um aparelho central. Isso porque, a cada vez que vai usar água quente, o morador precisa esperar que toda a água fria saia do encanamento. Isso gera um gasto desnecessário.
  • Se possível, recomenda-se que, ao menos, o aquecimento das torneiras das pias sejam elétricos, ou seja, instalados diretamente nas saídas.
  • Aquecimento através de boilers elétricos também evitam desperdícios, mas menos que os aquecedores eléticos individuais

8 ) Eliminador de ar

  • Em muitos lugares, uma parte da conta de água é causada pela passagem de ar pelo hidrômetro.
  • As válvulas eliminadoras ou bloqueadoras de ar, são instaladas antes (ou depois) do hidrômetro e prometem acabar com este problema. Mas a economia não é garantida. Depende muito da região em que se situa o condomínio e se há entrada de ar frequente na tubulação da concessionária de água responsável.
  • Algumas concessionárias ainda não aceitam o produto.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

5 dicas para realizar a vistoria do seu imóvel

Prestes a receber as chaves do imóvel? Veja as dicas para vistoria que separamos para você e fique esperto em relação aos seus direitos!

Vai receber seu imóvel novo? Essa é sempre uma data importante, cercada de expectativas, seja pela realização de um sonho, seja pelo investimento que está sendo feito. De qualquer forma, a vistoria de imóvel é parte fundamental desse processo, até para não ter problemas futuros.

Pensando nisso, separamos 5 dicas para vistorias infalíveis para você saber se todos os itens estão realmente em ordem. Você pode ir sozinho ou levar um engenheiro ou arquiteto, mas o importante é estar bem orientado. No entanto, se o apartamento tiver sido personalizado durante a sua construção, o ideal é ir acompanhado do arquiteto responsável pelo processo.

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1 – Como vistoriar meu imóvel?

Antes de mais nada, marque a vistoria para um dia calmo, que você possa dedicar exclusivamente à empreitada. Isso para que você não se deixe levar pela pressa em atender a outro compromisso – nem pela emoção e acabar deixando passar algum ponto importante. Lembre-se de olhar tudo com olhos críticos para que todas as correções e ajustes sejam feitos.

Por outro lado, você vai observar, checar, testar – e para isso o ideal é montar um verdadeiro kit vistoria. Comece com uma cópia do memorial descritivo, que é onde estão listados todos os materiais empregados. Você terá que checar se eles realmente foram colocados de acordo, seguindo as especificações e marcas. Leve também todos os folders e materiais promocionais para servir de material de apoio.

Agora atenção aos itens que você deve levar: adesivos, mangueira e balde, lâmpada e luminária, papel e caneta. Se alguma coisa não estiver funcionando ou não estiver de acordo com o memorial descritivo, anote na sua check-list e cole uma etiqueta no item do apartamento.

Lembre-se que a vistoria de imóvel é a sua garantia de que está levando o que está pagando e foi acordado.

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2 – Teste as instalações elétricas e não se esqueça da hidráulica

Geralmente nos apartamentos novos o medidor de energia ainda não está instalado. Se for o caso, deixe claro no relatório que a instalação elétrica não foi testada e o porquê. No entanto, isso não impede que você cheque outros itens.

Abra o quadro de disjuntores e verifique se todos estão devidamente identificados. Veja também se todas as tomadas, interruptores e pontos de energia que estavam no projeto foram devidamente instalados.

Se a energia já estiver sido ligada, teste os pontos com a luminária. Se os soquetes já estiverem no lugar, teste-os com a lâmpada que você está levando. Não esqueça de testar também o interfone.

A rede hidráulica também deve ser averiguada. Para isso, abra todos os registros e torneiras e veja se a água está com bom escoamento. Essa é a hora para reparar também no nível da bancada: se ela estiver torta a água se acumulará em algum canto.

Repare também no caimento do piso para os ralos. Pegue o balde ou a mangueira e jogue água: ela deve ir em direção ao ralo. Jogue água também diretamente no local para observar se ele não está entupido. Depois acione a descarga do vaso sanitário e observe se ela está escoando bem e se há alguma vazamento.

3 – Dicas para vistoria de janelas, portas e esquadrias

Elas também são itens importantes a ser checado. Todas as portas da casa devem ser abertas e fechadas para ver se não estão prendendo no piso e se as maçanetas, trincos e fechaduras estão fechando e abrindo sem problemas. Teste também todas as chaves da casa.

Faça o mesmo com as janelas e observe se os vidros não estão arranhados, manchados ou se há respingo de tinta. Nas esquadrias não deve haver nenhum ponto de ferrugem ou pintura descascada ou danificada de qualquer forma.

Veja também se não há vazamento nas esquadrias que possa gerar problemas em dias de chuva. Para isso, a dica é fechar todas as venezianas, deixando o cômodo no escuro. A presença de algum ponto de luz com maior intensidade indica falha na vedação.

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4 – Revestimentos, rejuntes, pisos e azulejos

Avalie visualmente se não há rachaduras, manchas ou trincas nos pisos e nos azulejos. As peças devem estar bem colocadas sem desníveis ou descontinuidade e com coloração uniforme. O rejunte também deve estar claro e uniforme. Marque os pontos de correção com adesivos.

Pegue um cabo de vassoura e bata na cerâmica para avaliar o contra piso. Se houver algum ponto com som cavo ou oco, é sinal que o revestimento perdeu ou está perdendo a aderência com o substrato. Além de indicar um provável descolamento da peça no futuro, ela também fica menos resistente a impacto podendo quebrar com mais facilidade.

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5 – Pintura, textura e gesso: não deixe passar nada

As paredes devem estar lisinhas e uniformes, sem manchas nem rachaduras. Se houver textura, veja se não há falhas no padrão. Sancas e rebaixamentos em gesso também devem estar perfeitos, sem irregularidades. Nos pontos de correção, coloque um adesivo para chamar a atenção, fotografe e anote no check-list.

Lembre-se que todos os reparos devem ser solicitados antes da entrega das chaves e que a construtora tem até um mês para fazer os reparos. Depois você deverá fazer uma nova vistoria e, estando tudo correto, assinar um “aceite” do imóvel com um termo de que não há qualquer pendência de correção.

Se ainda assim você descobrir alguma falha grave que não estava aparente durante a vistoria, reclame formalmente pedindo a solução do problema.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Viva o Condomínio disponibiliza para os seus leitores 20 ingressos para o evento “Café com Construtoras”

A equipe do Viva o Condomínio, em parceria com o Clube do Síndico Profissional, irá presentear seus leitores com 20 ingressos para o evento “Café com Construtoras” que será realizado no dia 17 de agosto (quinta-feira) das 18h30 às 22h30 no Espaço Thá. Para ganhar o ingresso basta enviar e-mail para contato@vivaocondominio.com.br e mencionar no assunto ingresso para o evento Café com Construtoras.

Mas seja rápido! A promoção é somente para as 20 primeiras pessoas que entrarem em contato conosco, por e-mail.

Saiba mais sobre o evento

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O encontro com construtoras visa levantar iniciativas de sucesso para desenvolver cada vez mais o nível da excelência nas assembleias de instalação entregando para os moradores os empreendimentos com o maior número de informações possíveis, gerando qualidade total no atendimento.

O evento conta com apoio do Clube Síndico Profissional – Coletivo Nacional de Sindicos do Brasil, Thá Construtora, Imóveis Magazine, Todeshini, Opercomn Portaria Remota e Elevadores  e RPC .

Participe de um dos mais importantes encontros de networking avançados – entre construtoras, administradoras e síndicos da região sul (Litoral do Paraná, Balneário Camboriú, Ponta Grossa, Curitiba e representantes de São Paulo).

Data: 17/08 (quinta-feira)

Horário: 18h30 às 22h30

Participações: Thá Construtora/ representante de associação de construtoras/ Arquiteta Viviane / Qualidade nas áreas comuns/ Valorização do imóvel/ Mercado de Trabalho para o Síndico Profissional/ Desafios da Entrega de Empreendimentos.

Local: Espaço Thá

Programação: 

Construtora: Marcelo Thá – Diretor do Grupo Thá “Entrega de Empreendimentos”.

Arquiteta Viviane Tabalipa – ”Valorização das áreas comuns dos condomínios”.

Headhunter e jornalista: Eli Antonelli “Mercado de Trabalho para Síndicos Profissionais na região sul – Implantação de Novos Condomínios”.

Síndico Profissional: Fernando Capo “Experiências em entregas de empreendimentos – Especialista de São Paulo” – Debate e troca de ideias.

RPC – TV GLOBO – Dicas de como passar informação/Mudança do Sinal Analógico para Digital/condomínios – Eng. Lucas Pellegrini

Sorteio de Brindes

Coffe break / Networking 

Investimento:

Inscrições realizadas até dia 25/07: R$ 80,00- Valor promocional

Inscrições realizadas até dia 05/08: R$ 120,00 – Valor promocional 2

Inscrições realizadas até dia 14/08 (encerramento das inscrições: R$ 150,00).

(pode parcelar em até 4 vezes o valor das inscrições). Em caso de 2 ou mais inscrições 15% de desconto no valor total.

Administradora de Condomínios Associados do Clube Síndico Profissional: Cortesia

Síndico Profissional Associado ao Clube Síndico Profissional: Cortesia

Por: Guilherme de Paula Pires com informações da assessoria | http://www.vivaocondominio.com.br/

Gosta de vinho? Saiba como escolher a adega ideal para sua casa

Estrutura para armazenar bebidas ganha destaque na decoração

Tomar um bom vinho pode marcar um momento de celebração, de reunião com amigos ou familiares e até uma ocasião de merecido descanso e recompensa. E para quem preza por suas bebidas, sabe que é importante armazená-las em um local adequado para preservar a qualidade do vinho selecionado.

Por serem climatizadas, as adegas conseguem manter a temperatura entre 4 e 17 graus em diferentes compartimentos. Dessa forma, vinhos brancos, tintos e rosés podem ser conservados adequadamente, sem variações bruscas de temperatura, como acontece em uma geladeira, por exemplo.

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Associando estética e funcionalidade, as adegas podem ser incorporadas a qualquer ambiente, seja em grandes ou pequenos espaços, dependendo do gosto e da necessidade de cada um. Entre as vantagens de ter uma adega em casa estão: ter um pequeno estoque sempre à disposição; temperatura certa da bebida, já que a adega é climatizada; um toque a mais de charme na decoração da sua casa.

Na hora de escolher o modelo e o local da sua adega, o principal, de acordo com a arquiteta dos apartamentos decorados da A.Yoshii Engenharia, Juliana Meda, são os hábitos do dono da casa. “O importante é trazer o clima gostoso ao abrir uma taça de vinho. Independente do cômodo, a adega vai sempre trazer um ar de elegância e sofisticação”. Como não existe regra, a criatividade é o limite. As adegas podem ser colocadas na cozinha, na sala de estar ou jantar, nas varandas gourmets, quartos e até mesmo no banheiro. “Se o hábito for tomar um vinho enquanto relaxa na banheira, por que não ter uma adega nesse local?”, instiga Juliana.

São inúmeras as opções de adegas que podem ser adaptadas a qualquer ambiente. No decorado do Maison Legend Ecoville, empreendimento da construtora A.Yoshii, lançado recentemente em Curitiba, a sala de estar dispõe de um local exclusivo para as bebidas com decoração sofisticada.

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Para encaixar em outros cômodos, como na cozinha, por exemplo, a adega elétrica pode ser uma ótima opção para guardar vinhos, em quantidades variadas. E o melhor de tudo: ela já vem pronta, sem precisar de reformas ou de outros desgastes necessários quando se trata de locais maiores.

Mesmo em residências menores, com pouco espaço, a arquiteta garante que também é possível colocar uma adega. Para ela, até mesmos os suportes com capacidades para 4 ou 8 vinhos são válidos e dão um charme diferente ao ambiente. A única questão é a climatização, mas nesses casos é possível posicionar a adega em um local com pouca iluminação e que tenha uma temperatura mais baixa para conservar as bebidas.

* A.Yoshii Engenharia desenvolve obras de grande porte, como usinas de açúcar e álcool e fábricas de papel e celulose. No segmento de incorporação, com empreendimentos residenciais e comerciais construídos em importantes cidades do Paraná, a A.Yoshii se destaca pela qualidade e pontualidade na entrega.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Churrasqueiras portáteis na varanda

Como regrar o uso do equipamento no condomínio?

 Como regrar o uso do equipamento no condomínio?

O churrasco está no DNA do brasileiro. De norte a sul do país, não há quem não goste de unir família e amigos em uma confraternização do tipo.

É claro que não há nenhum mal em convidar os amigos para uma reunião na sua unidade. Principalmente se a mesma foi pensada para receber a peça central do evento: a churrasqueira.

Em condomínios onde há churrasqueira na unidade, com exaustão correta, não há nenhum problema em assar algo na brasa. Porém, quando o morador opta por equipamentos portáteis, pode, sim, incomodar os vizinhos.

Por que as churrasqueiras portáteis podem ser um problema no condomínio?

- Incômodo aos vizinhos

“O cheiro e a fumaça realmente incomodam os vizinhos. Por não contarem com uma exaustão adequada, esse tipo de churrasqueira pode se tornar uma questão importante para o síndico”, pontua o síndico profissional Nilton Savieto.

Isso porque as churrasqueiras de alvenaria, que já são entregues junto com a unidade, contam com um sistema de exaustão que percorre todo o edifício – evitando que a fumaça e o

Fazer um sistema de exaustão para a sua unidade também não é possível, uma vez que isso acarretaria em alteração de fachada, algo que só pode ser executado com aprovação de 100% dos moradores.

- Tipo de ligação

O grande porém das churrasqueiras do tipo é como elas funcionam. Isso porque, muitas vezes, o sistema elétrico ou de gás da unidade não foi dimensionado para o uso desse equipamento.

Veja abaixo o problema de cada uma delas:

  • Gás: são, teoricamente, as que fazem menos fumaça. Porém, em diversas cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, é proibido o uso de botijões de gás em prédios.

 “No caso da churrasqueira ser à gás é preciso saber qual é o ramal de gás a ser utilizado,  já que utilizar botijão dentro do apartamento, não é permitido. Todo condomínio possui sua central de gás devidamente protegida em área comum, ou possui gás encanado direto da rua por tubulação até sua unidade. Porém, este gás da rua (gás natural) somente tem o seu ramal dimensionado para um fogão, e, não para uma churrasqueira”, explica George Albert Namesnik, responsável pela empresa Contra Fogo.

Alterações no sistema de gás são algo que pedem a análise de um especialista, e deve obedever à NBR 16.280.

  • Elétrica: Se não pode usar gás, uma churrasqueira na tomada pode parecer uma boa opção, certo? Nem sempre.

“Se a churrasqueira é elétrica (pois existem várias deste tipo hoje), deve ser averiguado se a fiação e o quadro de força da unidade do apartamento está dimensionada para isso, pois normalmente se utiliza a churrasqueira por várias horas. Se não houver o dimensionamento correto da parte elétrica, poderá aquecer a fiação e quadro de força, o que sabemos que não é bom”, ensina George.

  • Carvão: Já que nenhuma das opções mais “modernas” deu certo, e se optarmos pela churrasqueira com carvão? Nesse caso, infelizmente, voltamos ao primeiro problema: a fumaça e o cheiro que se espalham para as outras unidades.

Como normatizar o uso das churrasqueiras no seu condomínio

Não há uma receita pronta para todos os condomínios lidarem com essa situação, infelizmente.

“Acho que depende muito do perfil do síndico e do empreendimento. Se é um churrasco que uma ou outra unidade fazem, bem de vez em quando, é uma coisa. Mas geralmente nossa indicação é que isso não se torne um costume, uma vez que realmente poderá se tornar um incômodo no futuro”, pesa Raquel Tomasini, gerente da área técnica de produtos e parcerias da Lello Condomínios.

Para os residenciais que já enfrentam reclamações pelo uso de churrasqueiras do tipo, a dica é levar o tema para assembleia, caso a convenção ou o regulamento interno não contemplem o assunto.

“Dividir com os moradores essa tomada de decisão é fundamental para o síndico. O gestor decidir, por si só, que algo é proibido é bastante frágil”, analisa o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet Alexandre Marques.

Nos locais onde ainda não há decisão assemblear, a dica de Gabriel Karpat é seguir o artigo 1336 do Código Civil:

Art. 1.336. São deveres do condômino:

IV – dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

“Nem sempre o que não é proibido é permitido.  Caso não haja especificação sobre o equipamentp no condomínio, o síndico pode se apoiar no artigo IV.

O entendimento de Alexandre Marques, porém, é outro.

“Acho que seria uma intromissão grande do condomínio proibir  qualquer tipo de churrasco a ser feito dentro da unidade. Poderia ser considerado até interferência no direito de propriedade dela”, assinala  o advogado.

O fundamental, de toda forma, é que o síndico discuta com os moradores sobre o assunto e decidam, coletivamente, qual caminho seguir.

Advertências e multas

Nos residenciais em que o assunto já foi pacificado, o síndico profissional Nilton Savieto pede que os moradores que estejam transgredindo a regra parem com o churrasco imediatamente.

“Seja ma área comum, como já vi acontecer, ou na unidade, caso esteja incomodando os vizinhos, o correto é interfonar e pedir para que se pare o churrasco. Caso isso não aconteça, multa”, explica.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Inspiração: azul pastel para decorar a casa

Confira uma seleção de ambientes para levar o tom para dentro de casa

Cansou das cores da sua casa, e quer mudar o ambiente? A dica do ZAP em Casa é apostar no azul pastel! Isso mesmo, aquele azul bem clarinho, e que dá um tom clean e fresh em qualquer cômodo.

Se você não quer arriscar tanto, pode apostar em móveis e objetos de decoração que levem o tom na composição, agora, se você não tem medo de mudar, a dica é pintar uma parede com a tonalidade.

Confira abaixo alguns ambientes selecionados pelo ZAP em Casa e Pinterest, e veja como usar o azul pastel na decoração.

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(Foto: BR.Pinterest.com.br)

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(Foto: BR.Pinterest.com.br)

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(Foto: BR.Pinterest.com.br)

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(Foto: BR.Pinterest.com.br)

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(Foto: BR.Pinterest.com.br)

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(Foto: BR.Pinterest.com.br)

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(Foto: BR.Pinterest.com.br)

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(Foto: BR.Pinterest.com.br)

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(Foto: BR.Pinterest.com.br)

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(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: ZAP Imóveis

Animal pode ficar em condomínio desde que não ofereça risco, decide Justiça

Jurisprudência veio após a análise do caso de uma idosa que mora em um condomínio em Águas Claras e foi notificada para se desfazer de sua cadelinha da raça Shih Tzu

AFP / Ezequiel BECERRA

Se você mora em um condomínio que, pelo regulamento interno, não permite animais de estimação, fique tranquilo. Você não precisará mais escolher entre as difíceis opções de se mudar ou procurar um novo lar para o seu bichinho. É que neste mês, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) entendeu que os animais podem ser mantidos nas dependências de um condomínio, desde que não ofereçam risco à saúde ou à segurança dos vizinhos.

A jurisprudência veio após a análise do caso de uma idosa que recebeu uma carta da administração de um condomínio em Águas Claras, notificando a necessidade dela se desfazer de sua cadelinha da raça Shih Tzu. A mulher foi à Justiça e acabou derrotada em primeira instância. Ao recorrer, no entanto, ela explicou que, além de idosa, era cardiopata e o animal era sua única companhia.

Foi, então, que a 4ª Turma Cível do TJDFT entendeu que “a vedação estabelecida na Convenção e no Regimento Interno deve ser aplicada somente aos casos em que a presença do animal oferece risco aos vizinhos, ou perturbação do sossego”. “De mais a mais, não há notícia, tampouco alegação, de qualquer reclamação quanto a barulho excessivo, mau cheiro, risco à saúde, ao sossego ou à segurança por parte dos demais condôminos”, diz trecho da decisão.

O promotor de Justiça e professor de Direito da Universidade católica de Brasília (UCB) Weslei Machado Alves avaliou que a decisão do TJDFT é “um importante marco na discussão da presença de animais em condomínios”. “Apesar de esse entendimento referir-se a um caso concreto, essa decisão mostra uma mudança na interpretação de regimentos internos e dos estatutos dos condomínios”, explicou. Na prática, os moradores que enfrentam problemas para manter seus animais em um condomínio terão, a partir de agora, uma decisão judicial na qual se basear para tentar resolver o problema.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/

Leilão imobiliário é um investimento lucrativo, com desconto de até 50%

Quem tem dinheiro na mão pode conseguir imóveis com valores bem abaixo do mercado

Apesar da crise econômica, especialistas da área de economia são unânimes em dizer que agora é um bom momento para investir em um imóvel, pois os valores estão estacionados e dificilmente vão diminuir ainda mais. Essa fase deve durar pelo menos dois anos, quando o mercado de imóveis ganhará fôlego e os preços voltarão a disparar novamente.

Por outro lado, quem tem dinheiro na mão pode conseguir imóveis com valores bem abaixo do mercado, e os leilões oferecem casas e apartamentos com descontos que podem chegar em até 50%.

 


Apesar da crise econômica, especialistas da área de economia são unânimes em dizer que agora é um bom momento para investir em um imóvel (Foto: Shutterstock)

 

Mesmo que seja necessário algum investimento com reforma em apartamento adquirido em leilão, é uma modalidade que vale a pena, pois o desconto é muito maior do que os gastos posteriores.

Segundo a CEO da Leilão Vip, Cristiana Boyadjian, esta forma de compra disponibiliza para os interessados um laudo completo de todas as informações relevantes do imóvel. “Isso não acontece em outros tipos de transações imobiliárias. Ou seja, quem participa de um leilão dificilmente vai ter surpresas após a compra”, explica.

Principais dúvidas

As empresas de leilões que estão no mercado normalmente têm uma equipe que atende o cliente e levanta todos os débitos do imóvel e procura tratar o negócio com transparência. “Nós agimos como se fosse uma venda direta, ou seja, mostramos as certidões e as matrículas do imóvel, com a vantagem de oferecer um preço muito mais baixo”, diz Cristiana.

Segundo a CEO, deixar disponível para o cliente a matrícula do imóvel e o edital é uma forma de deixar claro todas as informações daquela transação. O interessado deve fazer também a sua parte, que é pesquisar sobre o imóvel, conhecer o bairro e se possível ir até o local.

 


As empresas de leilões que estão no mercado normalmente têm uma equipe que atende o cliente e levanta todos os débitos do imóvel e procura tratar o negócio com transparência (Foto: Shutterstock)

 

“Provavelmente, ele não vai conseguir entrar no apartamento, por exemplo, mas ele pode ir até o local e ver se é seguro, se tem fácil acesso a transporte público, entre outras coisas”, diz a CEO.

Arrematei, e agora?

Quando um felizardo consegue arrematar o imóvel, é preciso finalizar o pagamento. Essas informações estão disponíveis no edital e já devem ser do conhecimento do comprador antes de ele participar do leilão.

 


Mesmo que seja necessário algum investimento com reforma em apartamento adquirido em leilão, é uma modalidade que vale a pena, pois o desconto é muito maior do que os gastos posteriores (Foto: Shutterstock)

 

Em seguida, é necessário fazer o registro do imóvel em nome de seu novo proprietário. “Ou então, você parte para uma promessa de compra e venda com o banco se o pagamento for parcelado. Depois de quitado o parcelamento, é possível já fazer o registro do imóvel”, diz Cristiana. A CEO diz também que caso o local esteja ocupado pelo antigo morador, basta fazer a emissão de posse. Uma vez que esse documento é aprovado, já é possível ocupar o imóvel.

*Native Ad – Leilão VIP

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

Suporte profissional elimina o risco de contrato de aluguel mal elaborado

Antes de fechar um contrato de aluguel de imóvel é importante ler o contrato e buscar ajuda para evitar prejuízos

Jair Amaral/EM/D.A Press

Todo cuidado é pouco na hora de alugar um imóvel, pois contratos mal elaborados ou feitos boca a boca podem acarretar sérios prejuízos financeiros. Para evitar que isso ocorra, é importante consultar um profissional que atua no setor. O mercado imobiliário é um segmento que continuamente vivencia momentos de altos e baixos, principalmente em função do que ocorre economicamente no país e no bolso dos consumidores. Como o preço médio do aluguel continua em queda no Brasil, a oportunidade para quem procura imóveis para locação está sendo agora pela facilidade de negociação.

De acordo com a especialista em direito civil Juliana Micheletti Rocha, do escritório Bernardes & Advogados Associados, com a oportunidade de encontrar imóveis disponíveis para locações mais baratas, o risco de o consumidor fazer um mau negócio é maior em razão de contratos mal elaborados e até mesmo pela ausência de contrato formal. É que, muitas vezes, as pessoas assinam o contrato sem ler e sequer sem entender os seus direitos e suas obrigações. “É comum que as locações sejam realizadas diretamente com o proprietário do imóvel, sem nenhuma consultoria jurídica, por meio de modelos básicos existentes na internet ou, até mesmo, sem contrato formal, que podem trazer sérios problemas ao locatário. Isso, geralmente, ocorre quando o locatário pretende se ver livre das exigências de uma imobiliária”, ressalta.

Juliana esclarece que, embora exista uma lei especial que rege as locações (Lei 8.245/91), há algumas condições que se colocadas no contrato de forma diversa da jei valerá o que constar do contrato, que é interpretado como vontade das partes. “Exemplo disso é a obrigação de pagamento de tributos e seguros, que pela legislação é obrigação do proprietário do imóvel (artigo 22, VIII da Lei 8.245/91). No entanto, como de costume, essa obrigação é assumida, contratualmente, pelo locatário. Certo é que, ocorrendo uma discussão jurídica a esse respeito, prevalecerá o que foi contratado entre as partes e não a previsão legal.”

Advogada Juliana Micheletti Rocha diz que, muitas vezes, as pessoas sequer entendem o que estão assinando - Sebastião Fernandes Mourão/Divulgação
Advogada Juliana Micheletti Rocha diz que, muitas vezes, as pessoas sequer entendem o que estão assinando

INFORMAÇÕES A advogada observa que o contrato é um das etapas mais importantes a serem analisadas antes do fechamento do negócio. “No documento de locação, por exemplo, deve haver informações precisas sobre o valor do aluguel, reajustes, benfeitorias, garantias, rescisão e cláusulas de vigência e de desocupação do imóvel. A dica é sempre procurar uma imobiliária com um histórico positivo e um consultor jurídico”, diz.

Juliana explica que, quando a situação se torna um pouco mais complicada, após a assinatura de um contrato ou na dificuldade em um acordo entre locador e locatário, torna-se necessário acionar a Justiça. “As ações mais frequentes são aquelas que pretendem o despejo dos locatários inadimplentes e, ainda, as ações que pretendem a revisional ou consignação de valores a título de locação. Nesta época de muita oferta de imóveis, o risco aumenta se não houver cautela de ambas as partes.”

Fonte: Estado de Minas, Lugar Certo

Saiba como usar as Triangle Shelfes na decoração

Prateleiras triangulares dão estilo a qualquer ambiente da casa

Prateleiras são peças sempre úteis, e que servem para qualquer tipo de cômodo. Elas aparecem coloridas, feitas de diversos materiais, e para sair do lugar-comum, em formatos pouco usuais. As do momento são as chamadas “Triangle Shelfes”, ou simplesmente prateleiras triangulares.

As formas geométricas já apareciam nos revestimentos de parede, em pinturas…a migração para prateleiras, então, já era um caminho esperado. “O triângulo se destaca por ser uma forma fácil de fazer em qualquer material, seja em tecido, adesivo, pintado em paredes, desenhando a mão livre ou objetos decorativos ideais para ambientes minimalistas. As formas geométricas nos atraem pelo conforto visual, nosso olhar se sente satisfeito com as formas, e podemos brincar com as cores e deixar os ambientes e as decorações ainda mais atraentes”, explica a arquiteta e designer de interiores da Tsuru Arquitetura, Ana Carolina Faria.

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O triângulo se destaca por ser uma forma fácil de fazer em qualquer material (Foto: Reprodução/Pinterest)

Mas além de serem lindas, as Triangle Shelfes são muito práticas. É possível fazer várias composições com peças de tamanhos diferentes e profundidades diferentes. “ Tudo vai depender do uso da peça. Elas são ideais para guardarmos o que usamos com frequências, como esmaltes, perfumes, óculos de sol (…) Na sala ou no quarto ficam lindas para guardarmos vasinhos de plantas, livros, e adornos decorativos”, sugere a profissional, emendando que os cômodos mais bacanas para instalar as prateleiras da moda são o hall de entrada, a sala e o quarto. “O único local que não recomendo são nas áreas úmidas, mas mesmo assim, caso queira instalar alguma, o ideal é que a madeira seja própria para locais úmidos e tratada de maneira correta antes da aplicação”, ensina.

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>As formas geométricas nos atraem pelo conforto visual (Foto: Reprodução/Pinterest)

A instalação de prateleiras triangulares funciona como a de qualquer outra comum. A altura escolhida vai depender da finalidade do seu uso, além da quantidade de prateleiras a serem instaladas. Se o local escolhido for acima do sofá, por exemplo, basta uma altura de 25 cm a 30 cm do topo do móvel. “É importante que as composições com as prateleiras fiquem bem harmoniosas, dependendo da cor da prateleira utilizada, é legal que o quadro tenha uma moldura na mesma cor ou em uma cor neutra”, orienta Ana, emendando que as Triangle Shelfes são recomendado para quem gosta de uma decoração moderna e minimalista. Apesar disso, por possuir linhas retas e seu acabamento poder ser tratado de várias formas, ela acaba se tornando bem versátil em qualquer decoração.

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Mas além de serem lindas, as Triangle Shelfes são muito práticas. É possível fazer várias composições com peças de tamanhos diferentes e profundidades diferentes (Foto: Reprodução/Pinterest)

A peça entra na ala do “faça você mesmo”. A lista de materiais inclui madeira, fita de medição, martelo, lixa e prego. Dá ainda para personalizar a prateleira. É possível fazer várias formas diferentes e encaixá-las uma do lado da outra até formar alguma composição bacana, usar a madeira na sua cor natural e apenas envernizá-la para maior durabilidade, pintar com qualquer cor que se deseja, utilizar algum papel de parede ou tecido para forrar ou colocar no fundo,e por aí vai. “É só deixar a imaginação fluir. Não tenho dúvidas de que o resultado será bem bacana”, completa Ana.

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É possível fazer várias formas diferentes e encaixá-las uma do lado da outra até formar alguma composição bacana (Foto: Reprodução/Pinterest)

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A instalação de prateleiras triangulares funciona como a de qualquer outra comum (Foto: Reprodução/Pinterest)

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A altura escolhida vai depender da finalidade do seu uso, além da quantidade de prateleiras a serem instaladas. (Foto: Reprodução/Pinterest)

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Usar a madeira na sua cor natural e apenas envernizá-la para maior durabilidade (Foto: Reprodução/Pinterest)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Elevador do edifício Castelli, no bairro Ponta Negra, despenca do 15º andar

Acidente ocorreu durante manutenção do equipamento, após três funcionários terem saído do elevador

Show elevador

Equipamento do prédio, no bairro Ponta Negra, estava parado há dois meses. Foto: Antônio Lima

O elevador do edifício Castelli, no bairro Ponta Negra, na Zona Oeste de Manaus, despencou nesta quarta-feira (9) do 15º andar. O acidente alerta para segurança desses equipamentos e a necessidade de manutenção regular.

De acordo com o empresário Mário da Silva, morador do edifício, o acidente aconteceu por volta das 10h, quando três funcionários subiram até o 15º andar para realizar serviços. Quando saíram do elevador, ele desabou até o subsolo.

“Quase nem deu tempo de um dos funcionários sair de dentro. Por sorte, ninguém ficou ferido”, afirmou ele, que mora há 14 anos no prédio. Os moradores ouviram o barulho e ficaram em pânico.

Segundo a testemunha, o equipamento  havia apresentado problemas há mais de 60  dias e desde então estava parado. O prédio possui dois elevadores. “Desde terça-feira, colocaram esse elevador para funcionar novamente, mas não sabemos se ele passou por manutenção. E é isso que nos preocupa, por causa da nossa segurança, são vidas que utilizam o equipamento”, afirmou.

O síndico profissional Marcus Almeida afirmou que elevadores são equipamentos que requerem muitos cuidados para evitar acidentes. Ele destacou que costuma realizar treinamentos com empresas especializadas para os agentes de portaria dos edifícios que gerencia.

“O agente de portaria precisa estar preparado para fazer um resgate, porque existe a forma correta para isso. Se a pessoa que ficou presa for retirada de qualquer jeito, ela pode cair do elevador”, afirmou. “Muitas pessoas acreditam que podem manusear esse tipo de equipamento de qualquer forma, mas isso é perigoso. O ideal é procurar sempre a empresa que construiu o elevador, porque cada equipamento tem a sua particularidade”,  disse ele.

Marcus Almeida explicou também que geralmente quando os elevadores param de funcionar é porque a parte elétrica pode estar com defeitos. “Esse tipo de equipamento é basicamente eletricidade, ou seja, quando eles param provavelmente é porque precisa verificar o aterramento, a fiação, os cabos. Muitas vezes as panes também estão relacionadas ao pico de energia, dependo do horário que isso ocorra”, disse.

A CRÍTICA procurou o Corpo de Bombeiros para informar sobre o caso, mas a corporação afirmou que não atendeu a ocorrência.

Fonte: http://www.acritica.com

6 tipos de decoração com velas

Se você quer adicionar velas na decoração, mas ainda não como fazer, confira 6 ideias diferentes e adapte agora mesmo para sua casa!

A decoração com velas, além de dar um charme, trazem elegância para qualquer ambiente. E variedade é o que não falta. Hoje em dia é possível encontrar velas dos mais variados tipos e modelos, fragrâncias, cores e estampas para todos os gostos e decorações.

Você pode usá-las individualmente ou até mesmo criar composições com vários modelos, podendo ir para uma decoração clássica e sofisticada ou mais alternativa e moderna. Seja qual for o seu estilo, você ainda pode se aventurar a criar suas próprias velas, escolhendo tons e fragrâncias que tem mais sua cara, deixando sua decoração ainda mais pessoal e personalizada.

Confira a seguir essas 6 dicas incríveis para ter a sua decoração com velas:

Dica 1: Bandejas decorativas em qualquer ambiente da casa

velas_bandeja

As bandejas já fazem parte de muitas referências de decoração encontrada na web e podem ser encontradas em diversos ambientes, desde salas de estar ou jantar até banheiros com um visual mais sofisticado e elegante.

Dá para brincar com diferentes materiais da bandeja, tais como madeira, aço, vidro e usar velas de tamanhos e modelos variados, combinando com o restante da decoração. Fica lindo e super charmoso.

Dica 2: Copos de vidro, fácil e prático

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Se a dica é fácil, prática e você ainda pode fazer com o que você tem em casa, é ainda melhor! Uma decoração com velas que é cheia de estilo é usando elas dentro de variados copos de vidro. Aqui, a criatividade é a chave. Vale desde os tradicionais lisos, arredondados, ou os mais trabalhos, com desenhos ou um formato diferente. Basta testar se a vela cabe corretamente no fundo do copo e lembre-se que o tamanho do copo deve estar de acordo com a altura da vela escolhida.

Dica 3: Gaiolinhas de velas para decorações mais românticas e delicadas

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Quem ainda não conhece, vai adorar essa dica. Essas luminárias em forma de gaiolinha estão na moda e podem ser encontradas em qualquer loja de artigos decorativos e utensílios.

Para essa decoração, o ideal é usar velas pequenas, já que as próprias gaiolinhas são menores e mais delicadas. As cores mais comuns nesse tipo de acessório são os tons pastéis de rosa, azul e branco, que combina com tudo. Elas deixam qualquer ambiente com um ar romântico e de contos de fadas.

Dica 4: Tigelinhas na decoração da mesa de jantar

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Existem porta-velas em formatos de tigelinhas arredondadas que ficam muito bem quando mesclados às louças da mesa de jantar. Aposte nessa opção se a sua intenção for criar um ambiente sofisticado para receber visitas na sua casa. As velas devem ser baixinhas, para não roubarem a cena e nem atrapalhar a visão. Ah, e procure optar pelas opções de velas decorativas sem fragrância nessas ocasiões.

Dica 5: Porta-velas na taça invertida para decorações de festa

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Se você vai dar uma reunião ou festa em casa e gosta de cuidar de todos os detalhes da decoração, vai adorar essa dica! Com taças transparentes (que podem ser de plástico se você preferir) é possível criar um porta-velas bem estiloso. Basta inverter, usando a base que geralmente fica apoiada à mesa virada para cima e escolher velas pequenas para decorar. Você pode também providenciar flores e pétalas para complementar a decoração.

Dica 6: Faça velas em casa utilizando xícaras como molde e suporte

velas_na_xicara

Se você é adepta do faça você mesmo e adora criar e customizar suas próprias coisas, separe xícaras que estão encostadas ou alguma outra vasilha com o formato similar e use-as como molde para as velas. O mais legal dessa dica é que você não precisará removê-la depois, basta utilizar na decoração e acender quando desejar.

Gostou das dicas? Aproveite para colocar em prática na sua casa!

Fonte: Imovelweb

Modernização de elevadores

Saiba quando e como fazer

Saiba quando e como fazer

Nada dura para sempre, já dizia o poeta. Em se tratando de itens de manutenção do condomínio, então, melhor ficar de olho no prazo das manutenções ou renovações.

Quando se trata de elevadores, os condomínios brasileiros são obrigados, por lei, a manter uma empresa de manutenção para o equipamento.

Mas chega um momento em que, mesmo contando com uma boa manutenção, o elevador precisa de uma modernização estrutural, que troque seus componentes de maneira a fazer com que o equipamento funcione de maneira mais eficiente.

Para se ter uma ideia, só a economia com energia elétrica pode chegar a 40%.

Quando fazer

Os especialistas ouvidos pelo SíndicoNet sugerem que a troca de aparelhos seja feita a partir de 15 anos, ou quando o equipamento passa a apresentar problemas frequentes.

“Geralmente, quando o elevador tem mais de quinze, vinte anos, começa a exigir mais manutenção. As trocas de peças ficam mais frequentes, e mais caras. E, muitas vezes, começam a pesar no orçamento do condomínio”, pondera Julio Herald, gerente de condomínios da administradora Auxiliadora Predial.

Outro ponto a ser observado pelo condomínio é a funcionalidade do elevador. Se ele não é tão antigo, mas já pede intervenções mensais, ou se “trava” mais de uma vez por mês, é sinal que, provavelmente, seja o momento de modernizar o equipamento.

Sinais que antecedem uma modernização:

  • Equipamento começa a dar muitos problemas, com trocas cada vez mais frequentes de peças
  • Apresenta desnível entre o andar e a cabina
  • Emite barulhos mais altos e constantes que o usual
  • Tem falhas e interrupções de serviço cada vez mais constantes
  • Consome muita energia elétrica

Vale ressaltar que mesmo elevadores novos, com menos de um ano de uso, também podem apresentar problemas frequentes, devido à fase inicial de acomodação do equipamento. É o que explica o gráfico a seguir:

Na chamada “mortalidade infantil” há bastante número de defeitos, mas que vão diminuindo no ritmo dos consertos de peças defeituosas, de erros advindos da mão de obra, ou pequenos defeitos no equipamento. Aqui, a manutenção é corretiva, uma vez que o equipamento é novo. Essa fase pode durar até um ano

Quando a manutenção do elevador se estabiliza, entramos em T1, a fase da maturidade do equipamento. Aqui, problemas acontecem devido a componentes externos, como acidentes (um funcionário que usa água para limpar o hall do elevador e a deixa cair), liberação excessiva de energia (problemas no quadro de luz, ou com a concessionária de energia), operação inadequada do equipamento, entre outros. Nessa fase, o ideal é uma manutenção preventiva.

A mortalidade senil (T2, no gráfico) chega quando o equipamento sente o passar dos anos: há desgaste de componentes, corrosão e deterioração mecânica – ele não atende alguns andares, prende passageiros mais de uma vez por mês, e há desnível quando a porta abre. Esse é o momento da modernização.

Como modernizar

É importante assinalar a diferença entre modernização e melhora estética. Essa engloba apenas alterações na cabine, como a troca do piso, espelho e novo revestimento.

A modernização propriamente dita refere-se à troca de diversas peças que, novas, permitirão uma melhora clara do serviço prestado pelo elevador.

“O primeiro passo é contratar uma consultoria, para saber, de antemão, quais peças precisam ser trocadas. Só então faça uma concorrência entre as empresas de manutenção”, ensina Boris Risnic, conhecido como Dr. Elevador.

Geralmente não é necessário trocar o motor do elevador, mas a quadro de comando, o operador de porta, sim.

“Com essas substituições, o elevador passa a economizar cerca de 40% da energia elétrica”, calcula Risnic.

Diminuir a conta de energia elétrica deve ser encarado como um ganho para todos no condomínio – essa diminuição geralmente paga o valor da modernização do equipamento em até dois anos.

Mas não é só na energia elétrica que o condomínio ganha: com um equipamento mais moderno, as viagens serão mais rápidas e seguras – algo fundamental para moradores que porventura tenham medo de elevador ou claustrofobia.

Custos

Modernizar o elevador e deixá-lo mais bonito pode custar caro ao condomínio: R$ 160 mil, na média, por aparelho. Justamente devido ao tamanho do investimento é necessária a aprovação da benfeitoria em assembleia, com maioria dos presentes.

E como geralmente o condomínio não conta com apenas um elevador, o investimento pode ficar ainda mais caro.

O usual é que o condomínio pague de 20% a 40% de entrada – o restante pode ser parcelado em até 60 vezes, dependendo da empresa contratada. Aqui, vale ficar atento ao juro utilizado: o contrato deve discriminar qual será o índice utilizado para corrigir as parcelas anualmente.

Há empresas também que calculam essa diferença e oferecem parcelas fixas.

Vale lembrar que, ao escolher a empresa prestadora de serviços, é importante se certificar também que a mesma é séria – não escolha apenas pelo preço.

Ser registrada na prefeitura é fundamental para o condomínio, assim como ter engenheiros em seu quadro de funcionários. Compare também a garantia do serviço e a manutenção dos equipamentos durante as melhorias – algumas, principalmente as fabricantes, podem oferecer um desconto interessante durante o período de troca.

Sem aprovação

Pode ser que por se tratar de um investimento muito grande para alguns condomínios, a maioria decida por não revitalizar os elevadores.

Caso o elevador não estiver funcionando bem, parando muito entre andares e com diversos problemas técnicos, a sugestão de Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé é que o síndico feche o equipamento.

“Se o elevador despenca e uma pessoa se machuca gravemente, é o síndico e o condomínio quem irão responder. Nesse caso, pela segurança de todos, o melhor é não usar o equipamento”

Fonte: SíndicoNet

Crie um refúgio verde em seu condomínio

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Ter uma vida saudável vivendo em uma cidade grande não é uma tarefa muito fácil. Estar rodeado por asfalto, concreto, carros, ônibus e caminhões está longe de ser o ambiente ideal quando falamos em qualidade de vida da população. Como já vimos, áreas verdes fazem bem à saúde, mas, infelizmente, nem todo mundo tem fácil acesso a locais que propiciem contato com a natureza.

Como consequência, parte da população dessas cidades sofre com problemas respiratórios causados pela péssima qualidade do ar. Para se ter uma ideia, segundo a World Health Organization90% de todos os habitantes das cidades respiram ar poluído todos os dias. Além disso, estima-se que 7 milhões de pessoas morrem anualmente devido à poluição do ar. Tais dados são preocupantes e evidenciam a importância de se ter um refúgio verde para onde correr. Se o bairro em que você mora não possui um espaço como este, que tal criar uma área verde dentro do seu condomínio?

Confira abaixo algumas dicas que separamos para você:

  • Escolha do espaço

O primeiro passo para criar uma área verde dentro do condomínio é identificar o local mais apropriado para recebê-la. Parece óbvio, porém, uma decisão errada nesta etapa poderá arruinar seu futuro refúgio verde. O local escolhido é que vai definir o tipo de área verde que o prédio receberá.

  • Definição das espécies

É possível plantar uma árvore? Investir em uma horta vale a pena? As plantas podem ser robustas ou precisam ser rasteiras? Essas são algumas perguntas que você precisa ter em mente para que a escolha das espécies seja assertiva.

Se escolher plantar uma árvore, é fundamental informar-se sobre o desenvolvimento da espécie. A árvore cresce muito? Como se dá o crescimento de suas raízes? Ela precisa de muita poda? Para tirar estas e outras dúvidas, sempre procure a ajuda de um especialista.

  • Diferenciais darão um toque especial

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Invista em alguns diferenciais para tornar o espaço ainda mais atrativo para moradores e visitantes. Sempre respeitando a área disponível, coloque bancos, mesinhas, cadeiras ou até mesmo redes. Seu refúgio verde precisa ser um espaço para relaxamento, trazendo paz e ajudando, ao menos um pouquinho, a renovar as energias.

  • Atenção à manutenção

Depois que sua linda área verde estiver pronta, será fundamental investir na manutenção do espaço. Os funcionários do condomínio precisam ser treinados para realizar a manutenção adequada da área.

Uma ideia bacana é incentivar os moradores a cuidar das plantas. Se optar por uma horta comunitária, que vai proporcionar alimentos fresquinhos aos moradores, o espaço pode se tornar também um local de aprendizado, especialmente para as crianças!

  • Não tem espaço? Monte um jardim vertical!

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Muitos condomínios não dispõem de grandes áreas para a implantação de refúgios verdes. Então, uma boa alternativa para estes prédios é o jardim vertical. É possível, simplesmente, pendurar diversos vasos na parede ou, se preferir algo mais elaborado, os muros podem ser preenchidos com vegetação. Se no projeto do seu jardim vertical for possível incluir irrigação através do reaproveitamento da água da chuva, não pense duas vezes!

Agora que você já anotou todas as nossas dicas, procure um especialista e comece a planejar seu refúgio verde!Apresente um projeto bacana na assembleia, ressaltando todos os benefícios que o local trará. Vale lembrar que, além de proporcionar melhor qualidade de vida e bem-estar aos moradores, as áreas verdes valorizam o condomínio. Compartilhe com seus vizinhos e amigos!]

Fonte: http://www.condominiosverdes.com.br/

Caixa lança linha de crédito para produção de lotes

Linha será utilizada para o desenvolvimento urbano

 

linha de crédito

Caixa lança nova linha de crédito para produção de lotes (Foto: Shutterstock)

 

A Caixa Econômica Federal (CEF) lançou o Produlote, a primeira linha de crédito do país criada especialmente para a produção de lotes urbanizados e desenvolvimento urbano. O orçamento para a contratação imediata é de R$ 1,5 bilhão.

A nova linha de crédito é destinada para apoiar as empresas urbanizadoras e loteadoras na produção do loteamento urbano. A nova linha de financiamento é destinada a empresas loteadoras ou urbanizadoras com faturamento fiscal anual superior a R$ 15 milhões. O Produlote já está disponível para contratação.

Para o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, o Produlote representa mais um avanço para a indústria da construção civil. Com esses lotes totalmente regularizados, os clientes pessoa física poderão financiar também a aquisição de terreno e construção de moradia própria.

Como funciona

A linha de crédito financia até 70% do custo da infraestrutura do loteamento, limitado a 50% do valor global de vendas. As regras para a liberação do crédito devem atender toda infraestrutura exigida pelo Poder Público e as diretrizes emitidas pelas concessionárias, que vão da limpeza do terreno à implantação das redes de água, esgoto e distribuição de energia elétrica.

Os empreendimentos devem estar inseridos em área urbana e possuírem autorizações emitidas pelo Poder Público Municipal e/ou Estadual. Também são necessárias as autorizações das concessionárias e órgãos do meio ambiente, na forma da Lei 6.766/1.979.

O contrato é assinado após análise do projeto, da empresa e dos tomadores do crédito. A liberação das parcelas do financiamento é feita em conformidade com o cronograma físico-financeiro da obra e após a medição pela Caixa. O prazo de obra é de até 24 meses, a empresa possui mais 6 meses de carência pós-obra e mais 48 meses para quitar o financiamento.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Ideias para decoração de quarto infantil

Use a criatividade e diversão na decoração de quartos infantis!

A decoração de quarto infantil é sempre uma tarefa divertida, ainda mais se os pequenos já tiverem idade suficiente para participar e deixar o ambiente ainda mais personalizado.

Assim como toda decoração de qualquer outro ambiente da sua casa, será necessária uma dose de tempo e paciência para deixar tudo do jeitinho que você quiser. Tenha em mente as preferências da criança ou até mesmo chame seus filhos para ajudar nas escolhas principais, como temas, cores e móveis, e sinta-se recompensada com uma tarefa cheia de sorrisos e com um resultado final perfeito garantido.

1 – Descobrir os gostos e sonhos das crianças:

Os pais sempre dão a palavra final, mas deixe espaço para as crianças escolherem e opinarem durante o processo. Como são eles que ficarão presentes na maior parte do tempo no quarto, é importante descobrir para que o cômodo não só fique mais confortável, como também carregue a personalidade da criança.

Só cuidado para não deixar as crianças para decidirem tudo, afinal, elas têm muita imaginação e desejos que nem sempre podem ser cumpridos.

2 – Colocar uma mesa de estudos:

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Não deixe de reservar um espaço para os estudos da criança. Dependendo da idade dos pequenos, é difícil criar o hábito ter um espaço apenas para se dedicarem a atividades da escola e estudos.

3 – Iluminação:

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Este é um ponto que merece muita atenção. Como se trata de uma decoração de quarto infantil, deixe as cortinas pesadas de lado e opte por aproveitar as mais claras e as que deixam a luz natural entrar com maior facilidade. Quanto mais você usar claridade natural, melhor.

Reserve luminárias ou uma iluminação mais dura para mesa de estudos e trabalhe mais com iluminação indireta no restante do cômodo. É uma ótima pedida.

4 – Cores:

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Nesse item, não tem como deixar de fora a opinião e os gostos das crianças. É legal usar esse momento da decoração para deixá-los participarem e ajudarem a escolher toda palheta de cor do cômodo.

Lembre-se que a cor escolhida não é apenas para as paredes, mas sim para todos os detalhes do ambiente! Em quartos infantis, quanto mais vivo e aconchegante, melhor.

5 – Estímulos:

Quando estamos decorando um quarto infantil, dê atenção para itens que podem estimular a curiosidade dele de acordo com a idade.

Para os menores, vale colocar números, letras, nomes de cores e objetos, contribuindo principalmente para aqueles que estão iniciando a aprendizagem. Para os maiores, é legal trabalhar com tintas e telas de aquarela, lousas na parede, luminárias e objetos como globo terrestre e estrelas em neon.

6 – Livros e brinquedos ao alcance:

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Tenha cuidado para não colocar brinquedos e livros em prateleiras altas. Como uma forma de também estimular a independência e conhecimento dos pequenos, o ideal é que esses itens fiquem sempre ao alcance das mãos das crianças.

7 – Segurança:

Este é um dos temas mais importante para decorações de quarto de criança, afinal, toda atenção é pouca quando se trata da segurança dos filhos.

Antes de decorar, faça uma vistoria nos principais itens de segurança, se está ok ou se falta alguma coisa e refaça essa vistoria após a montagem dos móveis e objetos decorativos, para que não fique nenhuma peça desmontável ou pontiaguda ao alcance das crianças.

8 – Neutralidade:

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Ambientes neutros não tem erro, principalmente se sua intenção é manter a decoração por vários anos ou apenas fazer mudanças ocasionais. Além de econômica, também deixa o espaço aberto para mudanças e novidades no meio do caminho, como uma nova criança.

Essa também é uma ótima opção para irmãos que dividem o quarto. Manter as paredes em tons claros e deixar que as cores dos itens decorativos fiquem a critério das crianças, faz com que o ambiente tenha a personalidade e espaço de cada um. E claro, outro ponto positivo é também ser uma decoração econômica e duradoura.

Gostou? Então junte as crianças e comece a decorar!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Condomínios podem terceirizar 100% dos colaboradores

“Uma desvantagem da terceirização é a insegurança, e o funcionário terceirizado sabe que pode ser alocado a qualquer momento”, explica Dra. Patrícia Roccato, advogada especializada em Direito Tributário e Condominial

O Senado aprovou no início de julho o texto da reforma trabalhista. Ela mudará a lei trabalhista brasileira e suas novas regras entrarão em vigor aproximadamente em quatro meses, conforme a nova legislação.

As mudanças trazem duvidas em todos os setores trabalhistas, inclusive os condominiais. Com muitos postos de trabalho já atuando como terceirizados, há questões jurídicas que necessitam de uma análise para que todos os envolvidos dentro dos condomínios não cometam erros em procedimentos trabalhistas futuros.

O tema de Lei da terceirização no condomínio foi abordado no 2° Congresso de Pró-Síndico de Gestão Condominial, o maior evento do setor da América Latina que contou com mais de 2.500 participantes de todo o país e os melhores especialistas em diversos temas estarão reunidos para discutirem os principais assuntos do segmento de condomínios.

A Dra. Patrícia Roccato, advogada especializada em Direito Tributário e Condominial, e Elvis Leal Novaes, Gerente de Recursos Humanos em administradoras de condomínio, responderão às 7 principais dúvidas sobre a reforma trabalhista na área condominial.

1- Como a terceirização irá funcionar no condomínio?

O funcionamento será o mesmo existente hoje, porém, com alterações legais. Os contratos terão um prazo de 180 dias para serem adaptados às novas exigências legais. De um modo geral, os contratos de terceirização deverão prever uma garantia pela contratada de duas maneiras:

4% do valor do contrato, limitada a 50% de um mês de faturamento.

Em casos de contratos com valor da mão de obra superior a 50% do total, a garantia limite será de 1,3 vezes o valor equivalente a um mês de faturamento.

2- Haverá mudanças no serviço de segurança e limpeza?

Do ponto de vista jurídico, sim, pois haverá a necessidade de adequações legais. Nos serviços de limpeza não haverá mudanças, pois, essa mão de obra, continuará sendo necessária durante muito tempo nos condomínios, não seria possível os condomínios não terem ao menos um funcionário de limpeza para cuidar das áreas comuns, hall social e elevadores, por exemplo.

Com relação ao serviço de segurança, tudo dependerá do tamanho do empreendimento e da sensação de segurança que os moradores estão dispostos a pagar, uma relação de custo e/ou benefício, pois acaba sendo uma mão de obra muito cara para o condomínio e alguns decidem optar por um monitoramento por câmeras que tem um custo bem menor.

3- A função do síndico profissional mudará?

Não, porém suas atribuições ficarão ainda mais autônomas e unilaterais, pois a terceirização traz a ideia de individualidade e que serve para ambos os lados, pois o risco de vínculo trabalhista também será reduzido.

4- Nas profissões habituais, quais sofreriam grandes mudanças dentro dos condomínios?

As principais funções que podem ser afetadas são as de portaria, especialmente por terem sua remuneração muito próxima da remuneração dos funcionários orgânicos.

Para essas funções, já temos um grande número de condomínios que preferem os orgânicos por uma questão de segurança e fidelidade dos funcionários.

Atualmente, o piso salarial para contratação de porteiro orgânico é de R$ 1.287,86, sendo que a data base da categoria é outubro e deverá haver um reajuste em torno de 7%.

Já, o piso do terceirizado é, hoje, R$ 1.309,70, com data base em janeiro, se considerarmos o piso do ano anterior, para melhor comparação com o orgânico, esse valor é de R$ 1.224,03, muito próximo um do outro.

5- Quais seriam as vantagens e as desvantagens da terceirização?

As vantagens são a formalização de contratações duvidosas e a facilidade na gestão de pessoas, visto que é a empresa terceirizada que se preocupa em cobrir o colaborador que faltou ou está afastado. Inclusive, as empresas poderão terceirizar 100% de seu quadro, se acharem conveniente.

As desvantagens são a falta de capital intelectual e a insegurança, pois o terceirizado não tem a mesma fidelização do orgânico, ele sabe que pode ser alocado em outro posto a qualquer momento pela empresa a qual é contratado.

6- Existe algum risco de terceirização nos condomínios?

O risco da terceirização é a contratação de empresas inidôneas. Para tanto, é preciso que o condomínio obedeça alguns preceitos na contratação da prestadora de serviços, tais como: empresas operantes no mercado há algum tempo; empresas com patrimônio suficiente para suprir passivos trabalhistas e que paguem salários de acordo com a categoria e benefícios; que possua certidões negativas em todos os órgãos federais e, além disso, solicitar o comprovante do pagamento mensal do FGTS e INSS.

7- Há diminuição da segurança ao optar por funcionários terceirizados?

Existem duas vertentes. Se a contratação ocorrer obedecendo aos preceitos e às pesquisas necessárias, tal como a dos antecedentes criminais, reduz-se riscos, assim como na contratação dos orgânicos.

Há quem diga que a terceirização traga mais segurança, uma vez que o funcionário não cria intimidade com os moradores e, com a troca periódica deles, a exposição é menor. Por outro lado, na falta do colaborador terceirizado, haverá a reposição com outro que não conhecerá a rotina do condomínio, tão pouco seus moradores.

Com isso, sugere-se mesclar com tecnologia de forma a dispensar o reconhecimento dos moradores um a um, mantendo fisicamente o colaborador apenas para correspondências.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Como usar mesas e cadeiras coloridas para cozinha?

Cores, sejam elas em tons pastéis ou vibrantes, ajudam a dar vida e alegria aos ambientes, principalmente cozinhas e salas de jantar. Podem ser encontradas em móveis como armários, eletrodomésticos e até mesmo na louça, que pode ajudar a dar um charme a mais na decoração se utilizada como parte dela. Hoje em dia, os móveis coloridos tem presença garantida em lojas de decoração e acessórios para casa, podendo ser encontrados com mais facilidade. Não é necessário que você tenha toda uma decoração pautada em tons da mesma cor ou multicolorida. O ideal é adicionar cor a ambientes neutros, dando destaque em um canto ou outro do seu ambiente.

Além dos armários e eletrodomésticos que já são paixões de quem gosta de uma cozinha divertida e charmosa, as mesas e cadeiras coloridas para cozinha estão em alta e tem ganhado a atenção de quem gosta de decorar e modificar sua casa. Eles proporcionam diversas possibilidades de decoração e você pode adicionar ao seu ambiente de tons neutros, essas peças em tons vibrantes nas mais variadas cores.

Separamos algumas sugestões super estilosas com combinações variadas para você adaptar para sua casa ou apartamento, seja ele amplo ou compacto. Há opções com mesas pequenas e redondas e também as maiores, retangulares e que aceitam mais cadeiras em volta. Além disso, é possível criar um ambiente de cozinha também fora de casa, como na área externa da churrasqueira. Fica lindo e agradável para receber a família para aquele almoço de domingo. Falando na sugestão para ambientes externos, vamos à primeira dica!

Dica 1: Cadeiras coloridas para mesa retangular em cozinha na área externa

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Se você tem uma cozinha na área externa de casa e gosta de receber a família para almoços no final de semana, pode criar um ambiente confortável e intimista utilizando cadeiras coloridas à mesa que você já possui. Esse tipo de área, geralmente, possui mesas mais longas e com mais lugares disponíveis para cadeiras, mas isso não é uma regra! Você pode ter mesas menores ou até mais de uma no mesmo lugar. Basta fazer funcionar do jeito que você mais gosta e curtir muito seu novo cantinho!

Dica 2: Cadeiras misturadas para mesa neutra branca retangular

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Não há regras na hora de decorar com cadeiras coloridas. Você pode misturar modelos diferentes na mesma mesa para criar um visual descontraído e alternar as cores e acabamentos usando cadeiras de alumínio e cadeiras acolchoadas juntas, por exemplo. No exemplo da foto, alguns elementos como a luminária e o quadro ajudam a trazer cor para a cozinha, deixando tudo harmônico e alegre. Os móveis são brancos, assim com a parede e as louças também tem detalhes coloridos preenchendo a decoração através dos armários com vidro transparente.

Dica 3: Cadeiras coloridas em mesa redonda de madeira neutra

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Mesas e cadeiras coloridas não precisam se limitar apenas às cozinhas, pois vão muito bem também nas salas de jantar. As mesas redondas são mais delicadas e harmonizam principalmente com ambientes de casas e apartamentos menos amplos. Na referência da foto, temos uma mesa neutra de madeira clara que fica super charmosa com as cadeiras coloridas em tons pastéis. Nesta composição os quadrinhos ajudam a compor o colorido do cômodo na parede que tem um tom de cinza clarinho.

Dica 4: Cadeiras de um único tom em mesa retangular com tampo de vidro

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Se você não deseja ousar na quantidade de cores escolhida para sua cozinha ou sala de jantar, a opção ideal é escolher um único tom e aplicá-lo para todas as cadeiras. Mesas neutras em tons de branco, madeira ou até mesmo com tampo de vidro, permitem que você use a cor que desejar, seja vibrante ou pastel. A composição fica moderna e ao mesmo tempo elegante e você consegue concentrar as cores da decoração em um único tipo de móvel ou local.

Dica 5: Mesas e cadeiras coloridas para cozinha

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Já mostramos opções de cadeiras coloridas de tipos variados com mesas neutras, mas você também pode ousar com uma mesa também colorida. Observe que nessa composição da foto, o ambiente inteiro possui detalhes coloridos, embora todas as paredes sejam brancas e o cômodo bastante iluminado. Esse tipo de escolha ajuda a quebrar lugares muito claros ou escuros, pois traz um maior equilíbrio para o visual da casa.

Dica 6: Banquinhos para complementar a decoração e ganhar espaço nas mesas

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Os banquinhos coloridos também são super charmosos e, além de complementar o espaço das mesas, garantindo uma pessoa a mais no almoço em família, são uma ideia super legal para quem quer mesclar os tipos de cadeiras e criar uma composição irregular como a que sugerimos na dica 2!

Fonte: ImovelWeb

Medidas de conservação lembram que edificações têm vida útil

Ações de manutenção garantem a segurança e valorização dos empreendimentos

Megarome/Divulgação

Em 1998, o Edifício Palace II, no Rio de Janeiro desmoronou com 44 apartamentos porque um dos pilares de sustentação do prédio estava danificado. Oito pessoas morreram soterradas e 150 ficaram desabrigadas. Há cinco anos, também no Rio de Janeiro, o prédio Liberdade desabou e 22 pessoas foram mortas. Dois anos antes, em 2011, em Belém, o Edifício Real Class, de 35 andares, em fase final de acabamento, desabou deixando 20 vítimas. Desastres como esses são causados por um conjunto de fatores, mas dois são apontados como principais responsáveis: erros na execução do projeto e problemas estruturais. Mas uma variável impossível de deixar de fora da equação desastrosa é a falta de manutenção das edificações.

Tão importante quanto a revisão de um veículo, a manutenção das edificações vem do lembrete de que nenhum empreendimento é eterno. Pelo contrário, tem vida útil e dimensão pensadas para um fim específico. A falta da manutenção, é claro, expõe a edificação ao risco de falhas, o que, dependendo da proporção, pode causar de dores de cabeça e desvalorização do imóvel, até tragédias.

Ao conjunto de serviços que mantêm o empreendimento conservado e todos os seus componentes em pleno funcionamento, dá-se o nome de manutenção predial. As ações de conservação devem incluir todos equipamentos e áreas em uso do condomínio. As ações de manutenção são fundamentais para garantir durabilidade e prevenção de qualquer dano futuro.

Três grupos compõem o conjunto de ações de conservação de imóveis: preditiva, para problemas que possam acontecer, preventiva, para problemas que vão acontecer, e corretiva, para problemas que já aconteceram. “Em quase sua totalidade, os condomínios fazem uso da manutenção preventiva e/ou corretiva e podem ser feitas por pessoal próprio do condomínio ou terceirizadas com empresas especializadas”, salienta Victor Antar, diretor de engenharia no Grupo Vegus.

De acordo com a norma técnica NBR 5674-1999, é obrigatório para todo condomínio possuir um Programa de Manutenção Preventiva. “Existem várias maneiras de realizar a manutenção. Para equipamentos de uso esporádico, recomendo a revisão pelo menos uma vez ao ano. Os de uso contínuo exigem mais atenção, então o ideal a manutenção trimestral”, recomenda Victor Antar. E complementa: “Apesar de não existir uma regra específica para a periodicidade, todas as máquinas possuem um tempo de vida útil e prazo de garantia. Dessa forma, é fundamental estar atento e garantir seu bom funcionamento”.

"É preciso averiguar cada pequena coisa" - Eduardo Campos, vice-presidente da Construtora Emccamp

Quando um apartamento está para ser entregue, a Construtora Emccamp fornece, além das chaves, manuais de orientação dos condôminos. O conteúdo aborda desde o que é um condomínio e a convivência nele até os passos das manutenções necessárias e a periodicidade de cada uma: diária, quinzenal, semestral, anual. “É preciso averiguar cada pequena coisa. Por exemplo, averiguar alguns descolamentos de pintura, como aqueles que vemos bastante nos prédios. Se ocorrer, é necessário verificar a causa, corrigir e recuperar para que não deteriore uma área maior. E isso deve ser feito sempre. Os manuais explicam isso e o condômino vai tendo controle”, relata Eduardo Campos, vice-presidente da empresa.

BENEFÍCIOS 

“Os cuidados também são importantes para que o empreendimento continue sendo valorizado e objeto de desejo. Se você vai em um lugar limpo, agradável, com tudo em dia, você gasta mais tempo ali, o que é mais interessante no caso dos imóveis comerciais”, lembra Evandro Negrão de Lima Jr, presidente da incorporadora May Mall e vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon MG). Ou seja, a valorização do imóvel é consequência da manutenção em dia.

A própria conservação e os cuidados com o patrimônio já são benefícios em si. “O aspecto visual de um prédio bem cuidado gera valorização do imóvel. O contrário só trará prejuízos, como queda de valor no mercado, dificultando a possibilidade de comercialização futura por um bom valor”, explica Victor Antar, do Grupo Vegus. *Estagiária soba a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: http://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Aprenda a criar uma decoração de cozinha americana

Quer ter uma cozinha americana ou já tem uma e ainda não sabe como decorar? Confira algumas dicas para ter uma decoração cheia de charme e personalidade.

Cozinha americana nada mais é do que a exclusão das paredes que dividem a cozinha da sala e a adição de apenas um balcão (ou meia parede) separando os dois ambientes. Esse tipo de ambiente é ideal principalmente em casas e apartamentos pequenos, pois é uma forma de ampliar os espaços limitados desse tipo de propriedade. Além disso, a formatação da cozinha americana é super charmosa e deixa tudo com um toque mais aconchegante e íntimo. Com a ligação dos ambientes, receber os amigos e familiares se torna uma tarefa agradável e única, pois você pode conversar com eles enquanto prepara o almoço ou jantar.

Esse tipo de cozinha é democrático e permite uma infinidade de decorações diferentes. Isso te dá margem para mudar um pouco o ambiente sempre que enjoar da cara dele, sem precisar de grandes reformas. Há diversas formas de inovar no estilo da sua casa, seja ele mais sóbrio e neutro ou alegre e vibrante, de acordo com o seu gosto e personalidade. Seguir tendências é legal, mas o importante mesmo é sentir-se confortável na sua casa! Confira algumas dicas que separamos para mostrar que é possível criar um ambiente bonito modificando uma coisa ou outra na sua decoração de cozinha americana.

Dica 1: ligação de ambientes sem meia parede, com balcão central e pia embutida

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Neste exemplo, vemos uma casa que não utilizou a meia parede de divisão entre a sala e a cozinha e deixou o balcão com pia embutida de forma central no ambiente. Esse tipo de móvel é ideal para quem costuma cozinhar bastante e utiliza o balcão para preparar os alimentos com mais facilidade.

Dica 2: balcão de café com bancos, uma alternativa para casais solteiros em apartamentos pequenos

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Apartamentos muito pequenos geralmente tem pouco espaço mesmo para uma mesa de quatro cadeiras. O uso do balcão como mesa de café ou até almoço e jantar, ajuda a aproveitar melhor o ambiente e os banquinhos podem ser encaixados embaixo do balcão, ocupando ainda menos espaço. Esse tipo de propriedade é ideal para casais solteiros sem filhos ou pessoas que moram sozinhas e não precisam de muito espaço nos cômodos.

Dica 3: muito estilo e personalidade com cores vibrantes nos móveis e eletrodomésticos

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As cores vieram com tudo e dão as caras nos móveis e nos eletrodomésticos das casas. Se você é mais ousado e gosta do estilo moderninho, pode combinar os detalhes da sua decoração de cozinha americana com balcão e armários, balcão e acessórios ou até mesmo balcão e geladeira ou fogão coloridos! Fica lindo e cheio de personalidade e as possibilidades de cores são infinitas, desde tons vibrantes aos pastéis.

Dica 4: Iluminação de led embutida nos armários e parede de balcão

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Iluminação embutida de led é uma alternativa para quem não quer fazer grandes mudanças, mas gosta de dar um clima diferente na decoração. É possível adicionar mini lâmpadas em fios de led abaixo dos armários, balcões e mesas para criar um ambiente mais iluminado. Esse tipo de decoração fica excelente em ambientes em tons neutros mais fechados como o cinza grafite e o preto.

Dica 5: Mesa embutida no balcão, ambiente de jantar para espaços menores

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Diferente da opção anterior para lugares bem pequenos, essa ideia exige um pouco mais de espaço e garante mais conforto nas refeições, com uma mesa embutida que ajuda a ampliar o espaço do balcão e torna mais fácil a hora de servir o almoço ou jantar no dia a dia.

Dica 6: Sofá atrás do balcão, ambientes interligados sem mesa de jantar

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Sabemos que os apartamentos com metragens pequenas já são uma realidade. As unidades estão cada dia menores para atender aos novos consumidores, que moram sozinhos como alternativa para ficar mais perto do trabalho ou faculdade e tornar a vida prática. Em propriedades onde não há espaço para muitos móveis, os bancos viram cadeira e o balcão vira mesa de jantar. O sofá menor atrás do balcão ajuda a poupar espaço e garante melhor aproveitamento da sala.

É possível criar novos ambientes sem mudanças muito drásticas e sempre há um estilo especial para cada gosto!

Fonte: ImovelWeb

Investir o FGTS em um imóvel em leilão é um bom negócio?

A publicitária Daniela Marques está há cinco anos juntando dinheiro para poder dar entrada em um imóvel. Em 2017 ela teve uma surpresa: ela pode resgatar seu FGTS que estava no valor de R$ 72 mil. Com essa boa notícia ela finalmente vai poder comprar seu apartamento, dois anos antes do que ela havia planejado. Mas é um bom momento para comprar um imóvel?

O professor de economia do Insper, Otto Nogami, diz que vale a pena utilizar esse dinheiro do fundo de garantia e comprar sua nova casa. “O imóvel de leilão tem um custo base que é o preço mínimo”, explica. O economista diz que os preços chegaram em um valor de “acomodação”, ou seja, não devem cair mais. No entanto, existe uma perspectiva de retomada e a tendência é de que o preço volte a subir.

“Dentro desta ótica, é o momento interessante para adquirir um imóvel, uma vez que estamos no fundo do poço”, explica Nogami. Segundo o economista, o preço vai reagir rapidamente com a retomada da economia e quando o desemprego diminui, aumenta a predisposição das pessoas em se aventurar em projetos mais audaciosos.

A CEO da Leilão Vip, Cristiana Boyadjian, diz que no edital do leilão estão todas as informações que o comprador precisa para conhecer as características do imóvel, principalmente se ele for um local onde o interessado quer morar. “Eu aconselho a pesquisar o local onde o imóvel está, se cadastrar num site de leilões de confiança e tirar todas as dúvidas com a equipe comercial”, explica.

Hoje em dia os sites de leilões são autoexplicativos e acessando esses locais já é possível ter uma ideia de como as transações são feitas. Cristiana conta que algumas pessoas preferem ir pessoalmente até o escritório, para conversar diretamente com a equipe e ter a segurança que precisa para fechar negócio.

Algumas opções de leilão permitem o financiamento, já que muitas transações são feitas com bancos. Assim como a publicitária Daniela, a maioria das pessoas possuem apenas a entrada para comprar um imóvel, no entanto, no edital está a informação se há a possibilidade de financiamento e de parcelamento.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

10 dicas para ter uma casa sustentável

Quer uma casa sustentável, mas ainda não sabe bem por onde começar? Confira nossas dicas e aprenda a adaptar a sua casa.

Sustentabilidade é um tema importante que nos últimos anos ganhou ainda mais espaço na vida das pessoas. Hoje em dia, é possível comprar imóveis que já são planejados e construídos com o objetivo de economizar propriedades naturais e reduzir os custos tornando tudo mais sustentável e econômico. Esse tipo de construção já é projetada, desde o início para respeitar o meio ambiente, através de iniciativas ecológicas.

Você deve estar pensando que há poucas alternativas se sua casa ou apartamento já está construído ou que o investimento necessário para adaptar todos os seus ambientes deve ser altíssimo, mas acredite, pequenas mudanças no nosso comportamento diário já fazem a diferença a longo prazo. Se mudarmos e passarmos as ideias adiante, muitas pessoas podem aderir e os resultados dessa mudança coletiva serão ainda maiores e mais valiosos para o meio ambiente. Você pode começar em casa, educando a si mesmo e sua família e melhorar maus hábitos que todos temos. Confira agora dicas de como ter uma casa sustentável sem grandes esforços:

1 – Se você mora em uma casa, com área externa descoberta, pode utilizar tonéis ou barris de plástico para armazenar água da chuva. Essa mesma água poderá ser utilizada para limpar o quintal ou calçada e evitar o uso da mangueira. Se você tem algum animal de estimação que vive e faz suas necessidades no lado de fora da casa, esses litros que você poupou serão aliados na limpeza sem custo adicional. Essa mesma água pode servir também para a lavagem do seu carro, rega das plantas ou uso da descarga.

2 – Um dos itens que causam maior desperdício de água é a descarga. Optar por um vaso com acionamento duplo ajuda a poupar recursos, pois resíduos líquidos não precisam de uma descarga completa. A troca do vaso sanitário pode significar uma economia de até 36 litros de água POR DIA em uma casa com até 3 pessoas.

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3 – Outro bem que deve ser poupado e que ainda por cima vai te ajudar a economizar um dinheiro todo mês é a energia! Janelas grandes ajudam na entrada de luz natural na sua casa durante boa parte do dia. O uso deste método evita que você acenda as luzes durante a manhã.

4 – Quando a luz natural vai embora é difícil deixar tudo apagado, então busque utilizar lâmpadas fluorescentes ou de LED. Elas tem maior durabilidade e economia do que as incandescentes.

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5 – Alguns eletrodomésticos são vendidos com o selo A do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica). Isso significa maior economia de energia, então opte por comprar aparelhos com este selo. Outra prática que ajuda a poupar energia é o uso de ventiladores ao invés do ar-condicionado, que é um dos aparelhos com maior consumo de energia durante o verão.

6 – O uso de madeira natural demanda o desmate de áreas fundamentais para a sobrevivência humana. Se você quer revestir o seu piso com acabamento de madeira, há milhares de opções que imitam esse tipo de matéria sem agredir o meio ambiente. Além de custos menores, você ajuda a preservar nossos bens.

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7 – A implantação de um sistema térmico ajuda a diminuir o uso do ar-condicionado nos dias mais quentes do verão. É possível implementar o telhado verde, que é um material vegetal bastante similar a um jardim suspenso. Além de absorver 90% mais o calor do que os telhados comuns, evitando que o ambiente interno fique quente, o uso de plantas nas coberturas ajuda também a produzir oxigênio e absorver a água das chuvas, tornando melhor a qualidade do ar e ajudando a evitar possíveis enchentes na região.

8 – Sistemas de aquecimento solar são também alternativas sustentáveis de economizar água e energia elétrica. Esses sistemas funcionam através de coletores solares e um reservatório térmico. O reservatório tem o seu interior revestido de cobre e armazena a água que deverá ser aquecida com o calor do sol. Os coletores solares ajudam a tornar a água quente e o reservatório térmico a preservá-la na temperatura até que seja consumida.

9 – A energia fotovoltaica pode ser captada através de painéis microgeradores, geralmente instalados nos telhados dos imóveis. O sistema fotovoltaico é responsável por abastecer o local com eletricidade captada da energia solar e o que ele produz excedente, é enviado para a empresa que fornece energia para a região. Esse excedente é convertido em créditos, que poderão ser utilizados a noite ou durante os dias nublados, com pouca produção de energia fotovoltaica.

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10 – É possível utilizar alternativas menos agressivas ao meio ambiente nos materiais escolhidos para construção. O concreto verde, por exemplo, emite menos dióxido de carbono e é mais resistente que o comum.

Agora que você já sabe por onde começar, converse com profissionais sobre esses métodos e adicione à sua casa alternativas que possam te ajudar a preservar o meio ambiente e economizar dinheiro a longo prazo!

Fonte: ImovelWeb

Inadimplência na taxa condominial gera grandes prejuízos e sujeita morador a sanções legais

Proprietário que não quitar a sua parte nas despesas do condomínio pode pagar multas e juros, além de ter seu nome inscrito nos cadastros de inadimplentes

Quinho/Ilustração/EM

A inadimplência de condomínios sempre causou sérios problemas para moradores e síndicos. João Paulo Sardinha, consultor jurídico da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), esclarece que o condomínio significa propriedade comum. Um conjunto de direitos e obrigações vinculado à propriedade exclusiva de uma ou mais unidades – apartamentos, casas, lojas, salas e lotes, entre outros – em um mesmo prédio ou terreno, em copropriedade com outras pessoas. A fim fazer a manutenção do espaço, é estipulada uma contribuição (geralmente denominada taxa), que se destina, entre outros, à limpeza e pagamento de funcionários. Dessa forma, a falta de pagamento da contribuição condominial pode gerar grandes prejuízos e sujeitar o condômino inadimplente a sanções legais.

O consultor jurídico esclarece que o Código Civil brasileiro prevê que o condômino que não quitar a sua cota-parte das despesas condominiais ficará sujeito a pagar multa e juros. “Além de ser proibido de participar e votar nas assembleias do condomínio, conforme artigo 1.335, inciso III”, acrescenta. E quando o assunto é a dívida, outra dúvida surge: além das sanções previstas no Código Civil, o condômino inadimplente poderia ser proibido de utilizar as áreas comuns – de lazer, churrasqueira e elevador, entre outras – do residencial, também como forma de punição pelo não pagamento das obrigações condominiais? “Segundo recente entendimento do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, a resposta é negativa”, explica João Paulo.

O especialista ressalta que, em decisão no primeiro semestre deste ano (Apelação Cível 1.0024.12.107675-6/001), o condomínio que vetou o acesso de condômino inadimplente às áreas de lazer do residencial foi condenado ao pagamento de indenização por danos morais no montante de R$ 15.760. “Segundo o tribunal mineiro, proibir a utilização e o acesso às áreas comuns (sejam elas de uso essencial, recreativo, social ou de lazer) significa limitar o direito de propriedade do condômino e expor ostensivamente sua inadimplência aos demais condôminos, ferindo o princípio da dignidade humana”, explica o consultor da ABMH.

NEGATIVAÇÃO 

João Paulo salienta que, a partir do primeiro mês de atraso, como forma de receber a taxa pendente de forma mais rápida e de maneira legal – sem proibir o condômino de usufruir a sua propriedade -, o condomínio poderá optar pela execução do débito. “E/ou pela negativação do nome do devedor por meio do protesto da dívida, já que, desde 2016, as dívidas condominiais são consideradas títulos executivos, conforme preceitua o Código de Processo Civil.”

Segundo o especialista, esse procedimento poderá trazer graves prejuízos ao proprietário inadimplentes. “Uma vez que terá seu nome inscrito nos cadastros de inadimplentes e seu imóvel poderá ser penhorado e levado a leilão, já que o bem responde pela dívida, detalhe importante que a maioria dos condôminos inadimplentes não observa.” Diante disso, João Paulo ressalta que a dica aos condomínios é propor as medidas, inclusive judiciais, o mais breve possível, evitando que o débito se acumule e inviabilize a administração do empreendimento.

“Vale o ditado: ‘O direito não socorre aos que dormem’. Quanto aos condôminos, a orientação é procurar o síndico ou a administradora do condomínio e fazer acordo o mais rápido possível, pois quanto mais a dívida se acumula, mais difícil se torna o pagamento e mais real se torna o risco de perder o imóvel em leilão”, aconselha o consultor da ABMH.

Fonte: http://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Síndica conta como gerir condomínios-clube com sucesso

Gestora profissional fala de suas estratégias e destaca seu lema: “deixar um legado para condomínios”

Gestora profissional fala de suas estratégias e destaca seu lema: “deixar um legado para condomínios”

Taula Armentano, 36 anos, é advogada de formação. Começou na área de condomínios há 15 anos, em uma administradora. Hoje comanda  dois condomínios clube e dois multitorres na capital paulista, onde moram mais de 7 mil pessoas.

Para capitanear a gestão de espaços onde tantas pessoas moram, Taula é pragmática: aposta em práticas de transparência empresarial.

“Organizar a gestão do condomínio nesse sentido é fundamental. Muitos síndicos profissionais enfrentam problemas por não terem visão de médio e longo prazo. Se um dia eu saio do condomínio, ele tem que continuar funcionando”, analisa.

Planejando a gestão do condomínio

E para colocar isso em prática, Taula começa sua gestão sempre com uma pesquisa com os moradores para entender melhor quais as expectativas dos mesmos para a sua administração e para o local.

“Dessa forma, é possível alinhar as necessidades e expectativas de quem mora no condomínio, de forma a traçar um caminho interessante para todos”, argumenta a gestora.

Com base nessas informações, ela elabora um plano diretor para o condomínio, com metas para curto, médio e longo prazo.

“Baseamos, inclusive, a previsão orçamentária no plano diretor, de forma a realmente conseguirmos alcaçar os objetivos dos condôminos. Dessa forma, conseguimos deixar um legado para o local”, explica ela.

Trato com os fornecedores do condomínio

A transparência passa também no trato com os fornecedores do local. Os contratos com os mesmos são baseados em S.L.A., (Service Level Agreeement em inglês) ou  A.N.L. (Acordo de Nível de Serviço). É um acordo que visa alinhar as expectativas do serviço entre fornecedor e cliente, quanto a prazo de atendimento de chamados técnicos e multas por descumprimento, por exemplo.

“Quando fechamos um contrato com uma empresa, explicitamos o que esperamos dele. Há multa mensal caso não se cumpra o que foi acordado e benefícios caso as metas sejam ultrapassadas”, argumenta Taula.

Para que isso aconteça, é fundamental que o contrato esteja muito bem redigido e que haja indicadores claros de como a prestação de serviço deve ser executada.

“Isso é muito bom, pois ajuda tanto a entender por qual motivo dispensamos um fornecedor ou escolhemos um outro. Não tem aquela coisa ‘é amigo da síndica’, já que trabalhamos com critérios objetivos, que todos podem acompanhar”, pondera a gestora.

Equipe como estratégia para focar em condomínios-clube

Como seu foco são os condomínios-clube, Taula precisa lidar com uma gama enorme de pessoas.

Para conseguir atender esse público, ela conta com uma equipe multidisciplinar para ajudá-la nas diversas facetas da gestão condominial.

“Não me acho a super-mulher. Tenho uma equipe que trabalha diretamente para mim. Quando chego em um condomínio, me ajudam detectando os pontos mais urgentes de manutenção, tenho uma gerente predial explicando para os funcionários nossa forma de trabalho, um expert em comunicação. Mas não tenho preposto. A síndica sou eu”, explica ela.

Comunicação faz parte da estratégia

Gerir um empreendimento de grandes proporções não é tarefa para amadores.

Um grande problema nesse tipo de empreendimento pode ser a comunicação com os moradores.

“Semanalmente gravo um vídeo e envio para todos os moradores, seja por whatsapp, e-mail, mensagem, o que o condômino preferir. Explico o que foi feito na semana no condomínio. Temos também um jornalizinho em cada condomínio”.

Outro ponto a ser levado a sério é o tempo de resposta para os moradores, uma vez que, mesmo sendo um grande empreedimento, o síndico deve estar sempre aberto às perguntas dos condôminos.

“Minha política é a de responder em no máximo três dias. É uma forma de ser transparente”, assegura ela.

Cuidados a tomar com condomínios-clube

“Condomínios desse tipo podem sofrer muito sem um bom plano de manutenção preventiva. Uma previsão orçamentária mal dimensionada, ou uma gestão ineficiente da inadimplência podem, realmente, ser grandes desafios nessa situação”, enumera a gestora.

Justamente por isso, estar à frente de um condomínio multitorres e com tantos itens de lazer pede experiência do síndico que irá cuidar de todo esse espaço.

Concorrência e captação de novos condomínios

Taula, recentemente, venceu uma assembleia de eleição e contratação de síndico profissional competindo com dezenas de outros concorrentes. A gestora conseguiu 70% dos votos em um condomínio de grandes proporções.

“Creio que a minha vivência com esse tipo de condomínio seja o grande diferencial em assembleias de eleição. Mostro os resultados que já alcancei, economias que fiz para outros clientes, plano diretor elaborado, seus resultados. Isso, com certeza, dá mais segurança para quem quer contratar”, finaliza ela.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Qual lustre usar na sala de estar?

Quer usar lustre na sala de estar, mas ainda está na dúvida sobre qual escolher? Confira algumas opções incríveis para deixar a sua casa ainda mais bonita.

Sempre que pensamos em lustres, temos uma visão mental de um ambiente clássico, elegante e bastante sofisticado. Essa tendência antiga ainda existe e pode ser encontrada em lojas especializadas em lustres e luzes para casa, mas o visual desse tipo de acessório também ganhou novas versões e foi completamente repaginado para se adequar às decorações mais modernas, ousadas e estilosas. Há para todos os gostos, estilos de casa ou apartamento e também bolsos, visto que algumas peças tem um custo bastante elevado devido ao material utilizado na sua confecção.

Vamos mostrar hoje modelos que conversem com vários tipos de gostos pessoais e casas, para que você possa escolher o que mais combina com o seu lar e adaptar como achar melhor. O primeiro passo para definir a melhor opção é entender o ambiente que você deseja criar. Se você segue uma tendência mais clássica e delicada, pode optar pelos lustres sofisticados de cristal, que possuem acabamentos mais finos e elegantes. Já se você gosta de modernidade, há lustres com formas variadas, contornos geométricos, lâmpadas suspensas, cores metalizadas, etc. Um fator que deve ser levado também em consideração é o tamanho do seu cômodo. A sala de estar nem sempre é grande dentro de um apartamento, por exemplo. Sendo assim, procure utilizar lustres menores e mais curtos.

Lustres costumam combinar com todos os tipos de móveis e cores. Se a sua intenção é dar destaque para essa área da casa, opte por algum colorido ou com acabamento brilhante, maiores e com contornos arredondados. Esse tipo de composição exige um espaço maior da casa, então pense nela apenas se você tem um espaço mais amplo. Agora que já apresentamos para você as dicas para pensar nos lustres que você pode escolher, vamos ver qual lustre usar na sala de estar.

Ideia 1: Lustres curtos e menores para ambientes com espaço limitado

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Os cômodos pouco amplos precisam de lustres menores para não sobrecarregar a composição do ambiente. As opções ideais para casas e apartamentos pequenos são os curtos, sem estruturas muito alongadas para baixo ou acessórios pendurados muito compridos. Você pode utilizar aqui um lustre com fios de cristais curtos, que ajudam a luz a vazar entre eles deixando o cômodo com uma iluminação mais leve e difusa. Eles deixam o ambiente confortável sem perder a elegância. Outra opção, são os lustres arredondados que cobrem toda a extremidade das lâmpadas. Opte pelos que tem a saída de luz mais larga, permitindo que a luz penetre no ambiente e não deixe a sala escura.

Ideia 2: Moderno e vazado, um design arrojado para sua casa

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Os lustres arredondados estão em alta e podem ser encontrados em diversas referências na internet, com acabamentos e cores diferentes. Nesta imagem, temos um lustre vazado bastante moderno sob a mesa de jantar, que fica ao lado da sala de estar da casa. Esse tipo de ambiente é super confortável para receber os amigos e familiares para um jantar, pois combina os dois cômodos favoritos de todo mundo: sala de estar e cozinha. Um visual arrojado que combina os tons de madeira do chão, móveis e lustre ajuda a deixar o ambiente mais amplo e harmônico.

Ideia 3: Lustre metalizado para ousar com estilo e classe

lustre_metalico

Os decoradores e amantes de decoração cederam fortemente aos encantos dos acessórios metalizados e do tom “rose gold”. Esse tom é uma espécie de bronze ou ouro rosado que combina muito bem com ambientes neutros em tons de branco puro ou cinza bem claro. Invista nessa tendência se você gosta de ambientes cheios de atitude, mas sem perder o charme com tons delicados no restante da composição.

Ideia 4: Lustre repaginado com lâmpadas suspensas

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A tendência mais atual desta lista é, sem dúvida alguma, a lâmpada suspensa. Esse tipo de decoração tem dado as caras em barzinhos e cafés mais intimistas e sua iluminação é bastante charmosa e simples. As lâmpadas suspensas são charmosas elegantes e podem ser utilizadas em alturas diferentes e alternadas para criar um visual irregular e moderno. Esse tipo de ideia fica excelente em salas de estar e jantar e cozinhas, podendo se estender até o quarto como um detalhe sobre a escrivaninha.

Ideia 5: Lustre de cristal para quem curte um visual clássico

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Os lustres de cristal são os mais clássicos da lista e lembram as peças de castelos dos filmes de princesa. São extremamente elegantes e sofisticados, necessitando ambientes amplos para recebê-los devido à seus tamanhos avantajados e estruturas longas. Ficam ótimos também em salas de jantar e combinam muito bem com móveis neutros.


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 Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Como tornar o seu imóvel seguro? Veja dicas

Listamos algumas soluções que previvem e evitam invasões

segurança residencial

Segurança monitorada no Terras Alphaville, em Foz do Iguaçu (PR) (Foto: Divulgação/Alphaville Urbanismo)

Quando o assunto é segurança residencial, apostar apenas em soluções de tecnologia para proteger um residencial ou até mesmo um prédio não garante uma proteção completa. Quem contrata serviços como portaria eletrônica, câmeras e até biometria tem que ter em mente que a colaboração dos moradores e o treinamento da equipe são fundamentais para evitar falhas e garantir o bem-estar de todos.

“Entender quais são as soluções de segurança que protegem seu residencial é de extrema importância para os moradores”, disse Klaus Monteiro, diretor comercial da Alphaville Urbanismo. “Assim, é possível colaborar e adotar hábitos que tornem não só o seu dia a dia mais seguro, mas de todos que residem no empreendimento”, completa.

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Portaria do Terras Alphaville Resende, no Rio de Janeiro (Foto: Divulgação/Alphaville Urbanismo)

Atualmente, residenciais e empresas de segurança oferecem diversas opções para prevenir e evitar invasões. Além de capacitar seus funcionários para que saibam usar essas novas tecnologias, os moradores também têm cada vez mais controle sob essas ferramentas, e também recebem orientações sobre seu uso.

Veja como utilizar as tecnologias para tornar seu imóvel mais seguro:

Guaritas: para maior segurança do condomínio, é importante a portaria ter um controle de entrada e saída de pessoas do condomínio. Seja visitantes, funcionários, prestadores de serviço ou veículos, uma dica é sempre pegar pelo menos o número do RG e CPF das pessoas. Existem diversas tecnologias no mercado que gerenciam e guardam todos os dados.

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Portaria do Terras Alphaville Foz do Iguaçu (PR) (Foto: Divulgação/Alphaville Urbanismo)

Câmeras de segurança: a instalação deste equipamento permite que uma central de controle monitore quem entra e sai do imóvel. As câmeras normalmente são instaladas nos portões, muros, elevadores e pontos considerados de risco. Essas câmeras podem ser acessadas tanto pela portaria como numa central de maneira ininterrupta. Desta forma, é possível entrar em contato com as autoridades imediatamente, caso ocorra uma situação de perigo.

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Câmeras de segurança podem ser acessadas pela portaria, central de monitoramento e até pelos moradores (Foto: Shutterstock)

Biometria: muitos prédios comerciais substituíram o famoso crachá pela identificação biométrica, que consiste em cadastrar a digital de seus funcionários para que eles tenham acesso ao escritório. A vantagem desse sistema é que ele é prático, pois o cadastro das pessoas autorizadas leva poucos minutos e é possível levantar posteriormente os horários e a frequência das pessoas que entram e saem de um local. E isso também pode ser feito em condomínios residenciais e nas próprias casas.

Cerca elétrica: em relação aos outros aparelhos de segurança, a cerca é uma das opções mais baratas. Elas são interligadas a alarmes de segurança, repelem e assustam possíveis invasores. A sua carga não é fatal e é muito usada em muros residenciais e em prédios.

(Foto: Lucas Gabriel/ZAP em Casa)

Fonte: ZAP Imóveis

No frio, aproveite a lareira da sua casa.

O inverno já chegou e se você tem lareira em casa pode curtir o frio de forma aconchegante e prazerosa. Veja como aproveitar melhor a sua!

Lareiras são super charmosas e elegantes e sempre que vemos nos filmes as cenas de inverno dá vontade de ter uma em casa, não é? Elas são excelentes oportunidades de aproveitar o melhor do inverno, que é poder curtir a dois ou em família os momentos doces que os dias frios trazem dentro de casa. A prova de que não é tão ruim assim ficar “preso” em casa por conta do frio é que há opções de atividades gostosas e relaxantes para fazer, como tomar aquele delicioso chocolate quente, comer um fondue de queijo ou chocolate e até assistir filmes enrolado no cobertor com um caprichado balde de pipoca.

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Alguns acessórios podem tornar a experiência com a lareira da sua casa ainda melhor, como por exemplo, ter um porta lenhas para lareiras tradicionais que pode ser deixado próximo do móvel, tornando mais prático seu uso. Além disso, uma grelha de lenha também é o ideal para que você não queime a madeira diretamente no fogo. Apoiando a lenha sobre a grelha, ela queimará de forma diferente, fazendo com que as cinzas caiam em uma gaveta e tornando a limpeza muito mais fácil. Falando em limpeza, você deve ter sempre por perto durante o inverno um atiçador, vassoura, pá e também uma pinça para apanhar as lenhas. Você deve estar pensando que, mesmo com os outros acessórios por perto, há um problema com as fagulhas que podem “respingar” em móveis, tapetes e peças decorativas. Usar uma rede de proteção previne sujeiras indesejadas além de proporcionar maior segurança se você quiser ficar pertinho dela para se aquecer.

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Alguns empreendimentos já estão se preocupando em oferecer alternativas de lazer para o inverno como essas em suas unidades. É o caso do lançamento Maison Heritage Ecoville, da A.Yoshii Engenharia, uma solução de alto padrão para quem está interessado em ter a melhor infraestrutura e benefícios na hora de comprar um apartamento em Curitiba (PR). São plantas com unidades de 675m² a 1116m² de área total, com 3 ou 4 suítes, oferecendo muito espaço e conforto nos ambientes. Além disso, o morador tem acesso a 5 ou 6 vagas privativas por apartamento. A copa e cozinha possuem área com iluminação natural e permitem a instalação de triturador na pia. Há ponto de gás e água, para adaptação de ilhas na cozinha e ligação de geladeira e filtro, respectivamente. As unidades possuem também varanda gourmet integrada às salas de estar e jantar com piso em porcelanato e janelas amplas, com churrasqueira, bancada em granito, espaço para cooktop à gás e pontos elétricos e hidráulicos para chopeira.

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Nas suítes, é possível encontrar o melhor em acabamentos com cubas esculpidas em mármore, além de duchas duplas e hidro. Além disso, as suítes master dispõem de assentos automático, jardins de inverno, uma lareira ecológica e toalheiro térmico. As áreas de lazer externas do pavimento 1 contam com uma ampla piscina ao ar livre + piscina coberta com SPA, academia, sala de massagem, espaço zen, bicicletário e estacionamento para visitantes. Já no pavimento 2, é possível encontrar salão de festas com terraço, brinquedoteca e playground para crianças, teen lounge e sala de jogos para jovens e adultos, entre outros itens.

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O empreendimento possui segurança garantida com guarita equipada com vidros reforçados e cancela dupla na entrada de pedestres. O Maison Heritage possui excelente localização em Curitiba, região nobre com excelentes acessos à avenidas importantes da cidade, no coração do bairro Ecoville.

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Se você deseja ter mais informações sobre o empreendimento e detalhes sobre os acabamentos ecológicos e ambientais escolhidos, pode entrar em contato com algum dos corretores ou chat do site da A. Yoshii. Adicione mais conforto na sua vida e de sua família.

Fonte: ImovelWeb

Aprenda a usar poltrona decorativa para sala

Se você deseja mudar o visual da sua sala, conheça algumas opções de poltronas decorativas para deixar o seu lar cheio de conforto e estilo.

Quando falamos em poltronas, pensamos em um acessório confortável e elegante, que ajuda a complementar a composição dos sofás e móveis na sala de estar. As poltronas tiveram os seus modelos reformados e a peça ganhou um visual mais moderno, com cores e acabamentos variados, além de ser encontrada nos mais diversos ambientes hoje em dia, não limitando-se apenas as salas. As decorações com poltronas são excelentes opções tanto para casas amplas, que desejam complementar o ambiente com poltronas, quanto para apartamentos e casas com salas pequenas que não suportam um jogo de sofás completo de dois e três lugares.

Poltronas decorativas para sala são excelentes ideias se você gosta de uma decoração original e estilosa. Hoje em dia, existem modelos variados que podem ser adicionados a todo tipo de composição e selecionamos os modelos mais bacanas para te mostrar como combinar esse acessório com o restante da sua decoração.

Poltrona acolchoada: um clássico em cores neutras para um visual mais elegante e chique

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As poltronas acolchoadas remetem a casas elegantes, onde a decoração é formal e trabalhada em tons neutros. Hoje, mesmo esse tipo de tendência chique, ganhou acabamentos modernos e uma combinação um pouco menos formal. No exemplo da foto, o conjunto de sofá e poltrona nude ajuda a compor uma parede branca com quadros minimalistas. Os acessórios da cena também são básicos, em tons de madeira com preto e branco.

Poltrona arredondada: design moderno e arrojado com cores vibrantes

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Móveis e acessórios coloridos ajudam a dar mais leveza ao ambiente, criando um clima descontraído e alegre. As cores vão muito bem com tons neutros como o preto (e suas variações cinza, chumbo) e branco (também com variações em bege, creme, nude). A transparência dos vidros também é uma forma de neutralizar o ambiente deixando o foco em peças com cores vibrantes. A mesinha de vidro da foto é um charme e traz leveza para a composição da sala.

Poltrona “cápsula”: um visual futurista e aconchegante ao mesmo tempo

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As poltronas redondas, as vezes suspensas no teto, são acolchoadas para tornar o assento confortável e aconchegante. Além disso, o seu design chama a atenção pelo visual moderno e suas cores contrastantes (o vermelho vivo e vibrante + o branco pacífico e neutro). Esse tipo de peça exige bastante espaço e vai melhor em composições de sala bem amplas e com espaçamento entre os móveis.

Poltrona de descanso: para as pausas do dia a dia, sem perder o charme da decoração

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Descansar nos dias de folga é fundamental e essa poltrona é ideal para quem preza pelos momentos de descanso quando está em casa. Esse tipo de acessório mais descontraído não vai bem só na decoração da sala, mas também combina muito bem com áreas externas, quartos e até mesmo ambientes de home office. A cor neutra é coringa, pois vai bem com todos as outras cores de acessórios, pisos e paredes e a base de madeira dá um toque artesanal para o móvel.

Poltrona livreiro: uma dica para os apaixonados por leitura

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Essa poltrona é super moderna, com um design arredondado e estrutura bem diferente do que encontramos nas poltronas comuns. O acolchoado colorido em tom pastel vai bem com a estrutura branca que é neutra e combina com tudo e deixa o assento mais confortável. Além disso, é uma peça multifuncional, pois permite que você armazene as revistas e livros todos em um único lugar de forma estilosa e sem perder a elegância.

Poltrona de palha ou materiais similares: um toque de natureza dentro da sua casa

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A palha, quando adicionada em móveis e acessórios decorativos, torna o visual do ambiente mais natural. Por sua cor em tom neutro, também é fácil combinar a decoração com tons brancos, pretos e coloridos. No caso da imagem de referência, temos um carpete felpudo, mesinha de centro e sofás brancos que complementam o visual de forma elegante e charmosa.

Poltrona quadrada: móveis geométricos para todos os gostos

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Essa poltrona é um outro exemplo de móveis com estrutura diferente do tradicional. Os móveis e acessórios geométricos estão em alta e são tendência em casas e apartamento sofisticados e também nos mais modernos e descolados. No exemplo da foto, temos um visual discreto, com estampa mais formal e elegante, mas esse tipo de peça pode ser encontrada também em cores vibrantes e cheias de vida.

 

Fonte: ImovelWeb

Economia verde

Veja cinco passos simples para economizar de verdade no condomínio, e ainda ajudar o meio ambiente

Veja cinco passos simples para economizar de verdade no condomínio, e ainda ajudar o meio ambiente

Há tempos a sustentabilidade deixou de ser uma moda passageira para ser uma atitude cada vez mais presente em nossa sociedade. Com ela, não é apenas a natureza quem ganha. Utilizar com inteligência os recursos geralmente tem como resultado um impacto positivo nas finanças.

E como em condomínios economizar com inteligência é uma das poucas unanimidades, o SíndicoNet elegeu cinco medidas possíveis de serem implantadas sem grandes esforços – no máximo, a necessidade de aprovação em assembleia -, que geram ganho ambiental e economia, mesmo que em longo prazo. Veja:

1 – Sensor de presença nos elevadores

O elevador é um equipamento que, dependendo da idade, pode ser um dos principais fatores de gasto de energia elétrica no condomínio. Se sua luz interna for do tipo incandescente e ficar acesa 24h por dia, poderepresentar até 60% do gasto de energia do elevador. Um sensor de presença aliado a lâmpadas mais econômicas (fluorescentes ou LED) pode diminuir consideravelmente o peso do elevador na conta de luz.

O uso do sensor de presença já diminuiria muito o consumo de energia no elevador. Se a lâmpada utilizada for de LED pode chegar a consumir apenas 10% do que um equipamento incandescente, utilizado o dia todo.

Mesmo que caras, lâmpadas de LED representam um ganho considerável para o condomínio em médio prazo.Saiba mais abaixo

Por questões de segurança, recomenda-se que fique ao menos uma lâmpada acesa constantemente para evitar que se entre no elevador totalmente escuro, quando não há ninguém nele.

2 – Acompanhando o consumo diário de água diariamente

A inspeção predial é uma das chaves para manter a conta de água do condomínio sob controle – e ao mesmo tempo, evitar o desperdício do insumo. Por isso, é de suma importância estar a par do consumo médio diário do condomínio.

Para isso, o zelador deve controlar o relógio de água diariamente. Dessa forma, quando houver um aumento repentino no consumo, o mesmo será facilmente identificável e mais rápido de se resolver, evitando que a “surpresa” chegue junto com a conta de água.

3 – Arejadores nas torneiras e descarga de duas fases

Uma pequena peça que acoplada às torneiras e mangueiras pode economizar até 50% de água.  Os arejadores não são caros e o retorno que proporcionam ao condomínio é imediato. Para diminuir ainda mais o consumo de água nas áreas comuns, vale também promover campanhas de conscientização com funcionários e moradores.

Dessa forma, a água é usada com cuidado, gastando menos e sem comprometer o cuidado com as áreas comuns.

Também ajuda a economizar água válvulas de duas fases para descarga de sanitários. Se utilizada corretamente, o item pode alcançar economia de 50% da água nas descargas.

4 -  Aposte em lâmpadas de LED nos elevadores e áreas comuns

As lâmpadas do tipo LED podem representar uma enorme economia para o condomínio. Mas apresentam um problema logo de entrada: sua aquisição. Enquanto uma lâmpada fluorescente de 11W e 110V custa em média R$ 17*, uma LED do mesmo tipo chega a valer R$ 70 – quatro vezes mais.

Com lâmpadas de LED, a economia na conta de luz das áreas comuns pode chegar a 60%.

Então, trocar todas as lâmpadas do condomínio, de uma vez, por outras quatro vezes mais caras é uma ação quase proibitiva para a maioria dos residenciais.

Uma alternativa é ir trocando aos poucos as lâmpadas antigas, sejam elas incandescentes ou fluorescentes pelas de LED.

Importante lembrar que se a decisão acarretar em aumento na cota condominial, a mesma deve ser aprovada em assembleia.

Outra opção é buscar um financiamento para a aquisição do equipamento. Dependendo do tamanho do condomínio, o investimento pode se pagar em apenas um ano.

5 – Detecção de vazamentos em unidades

Uma ou duas vezes por ano, o condomínio pode contratar uma empresa para visitar as unidades e detectar possíveis vazamentos, ou instruir o zelador a procurar por esses focos de desperdício.

É muito grande o número de unidades com pequenos vazamentos contínuos, como os de sanitários com descargas ou de torneiras pingando.

Nesse caso, em que  o funcionário irá entrar na unidade, é importante que os condôminos sejam avisados com antecedência. Se a opção for pela empresa especializada, a mesma também deve aprovada pela maioria em assembleia.

Após as inspeções, a conta de água das unidades pode chegar a diminuir até 30% – uma economia bastante significativa.

Reúso de água da chuva em condomínios

Outra mais medida viável e mais acessível do que se imagina é aproveitar a água da chuva, já que a maioria das edificações conta com reservatórios de escoamento para águas pluviais. Apesar disso, boa parte dos síndicos desconhece a existência desse reservatório ou não pensou nessa possibilidade.

“Muitos empreendimentos já contam com um reservatório para a água da chuva. O que acontece é que, atualmente, essa água é bombeada para fora do condomínio, para a rua. E é possível alterar essa saída para dentro do condomínio, para usar essa água na limpeza das áreas comuns e na rega das plantas”, ensina Alexandre Furlan, do Instituto Muda.

A obra é relativamente simples (veja imagens do fim desta matéria). Ao invés de bombear a água coletada para fora do condomínio, a mesma é levada, através da bomba e de um novo encanamento, para os pontos onde será usada, como torneiras das áreas comuns onde se acoplam mangueiras – seja para limpeza ou para molhar as plantas, por exemplo.

Vale lembrar que, para fins de votação, essa obra pode ser considerada necessária, uma vez que o quadro atual de falta de água pede cuidados que não podem ser adiados.

A economia estimada em um sistema desse tipo é de até 20% a 30% na água utilizada nas áreas comuns.

Nos empreendimentos que não contam com reservatório, o primeiro passo é pedir orçamentos de empresas especializadas.

É fundamental que a prestadora de serviços tenha um engenheiro em seu quadro de funcionários, uma vez que, muito provavelmente será necessária uma ART para as alterações que deverão ser feitas no local. Para que o sistema seja viável, o condomínio deve contar com, no mínimo, espaço para mais uma caixa d´água – além do sistema de captação da chuva, que, geralmente aproveita as calhas que já estão instaladas na edificação. O custo parte de cerca de R$ 20 mil por torre.

Dê sua contribuição!

Se você – ou seu condomínio – tem alguma ideia ou sugestão de outras medidas verdes que também podem gerar economia e sustentabilidade, insira como comentário no final desta página!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Conheça 5 tipos de pisos que imitam madeira

Se você desejar utilizar pisos que imitam madeira na sua casa ou apartamento, conheça agora 5 tipos diferentes e escolha o seu!

Pisos de madeira são um ícone de elegância nas decorações, pois deixam tudo mais bonito. Porém, ultimamente as pessoas tem optado por pisos que imitam a madeira e evitado o uso dessa técnica por uma infinidade de razões importante. Para começar, o uso da madeira em piso não é nada sustentável e ecológico. Além disso, seu custo é elevado e fazer o piso de toda uma área com madeira maciça seria excessivamente caro e muito difícil de fazer a limpeza adequada para manter tudo sempre impecável.
Pensando nisso, o mercado desenvolveu outros tipos de acabamentos para pisos que imitam madeira, geralmente bastante fiel ao material original. Esse tipo de piso similar é fácil de encontrar, tem custo menor e não é uma alternativa que vai contra a sustentabilidade que tanto buscamos nos tempos de hoje para nossas casas. Confira agora 5 opções que você pode usar como alternativa:

Tipo de piso 1: pisos de PVC (vinílico)

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Os pisos vinílicos são fabricados a partir de derivados de petróleo, resinas e minerais. São resistentes, bastante flexíveis e podem ser encontrados nos formatos tradicionais ou até mesmo com cortes maiores. Os padrões e texturas desse tipo de piso são variados e além das imitações de madeiras claras, escuras ou até mais desgastadas, é possível encontrar também réplicas perfeitas de acabamentos como o mármore e o concreto. Esse tipo de piso reduz o barulho ao pisar que outros possuem e a limpeza é bem mais fácil por conta do material utilizado nele. O ideal é que o piso vinílico seja utilizado apenas em áreas internas por ter certa restrição à exposição do sol e água em excesso.

Tipo de piso 2: carpetes de madeira

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Os carpetes de madeira são compostos por chapas finas de madeira natural, sobrepostas a uma base de madeira processada, geralmente MDF ou similares. É um piso mais fino do que os demais, com custo mais em conta e fácil instalação nos ambientes, porém, sua duração é menor se comparada com os demais por conta do material. Esse tipo de acabamento pode ser aplicado em cima de pisos frios já instalados na casa.

Tipo de piso 3: porcelanatos

porcelanato
O porcelanato é o tipo mais popular desta lista e o que apresenta os melhores pontos na hora de considerar o piso ideal para sua casa. Possui maior resistência que os demais, é mais durável e prático, além de confiar uma aparência muito próxima ao original com detalhes da textura única da madeira, como suas ranhuras, desgastes causados pelo tempo e desenhos naturais. Diferente do piso vinílico, o porcelanato pode ser utilizado em todas as áreas, inclusive externas, pois não sofrem nenhum tipo de danificação devido a fatores climáticos, desde que aplicados corretamente. A manutenção deste tipo de piso é mínima e os rejuntes bastante profissionais e discretos.

Tipo 4: piso cimentício

O piso cimentício possui alguns atributos para quem prefere o visual dos de madeira mais rústica e natural. O processo para esse acabamento com aparência mais artesanal é feito com aplicação de tintas e produtos para simular os detalhes da madeira após a secagem completa das peças de cimento já feitas em recortes no formato de tábuas. Por se tratar de concreto, nem precisamos dizer que é extremamente resistente, além de antiderrapante, durável e simples de limpar. Esse tipo de acabamento também vai bem em composições em paredes, não limitando-se apenas a função de piso.

Tipo 5: piso laminado

piso_laminado
Assim como o carpete de madeira, o piso laminado é composto por camadas de madeira e materiais derivados. Essas camadas estão divididas em uma base que sustenta as demais, um compensado de maior densidade, laminado decorativo e, por fim, a camada superior de acabamento e proteção. Esse tipo de piso garante uma durabilidade maior do que a madeira de fato possui. Sua instalação também é simples e a limpeza sem maiores complicações. Os pisos laminados são também resistentes e possuem menor desgaste. O único ponto que deve ser observado por quem opta por esse piso é se o acabamento está de acordo com o que deseja, pois pode não ser tão fiel assim como os demais apresentados.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre os acabamentos dos pisos que imitam madeira, pode ir até lojas especializadas e conferir de perto as opções que melhor cabem na sua casa e no seu bolso. Invista em uma decoração cheia de personalidade e estilo, pensando na praticidade da sua escolha e acabamento final. Tenha em mente antes de qualquer coisas os ambiente nos quais deseja utilizar o piso com aparência de madeira e veja se as opções listadas atendem ao que você busca. Fatores como resistência e durabilidade são fundamentais se a intenção é revestir áreas externas.


piso_cimentício

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Qual o meio adequado para alteração da forma de rateio das despesas do condomínio?

O Departamento Jurídico do Secovi Rio explica que a Lei 4.591/64 e o Código Civil são expressos em determinar que o critério de rateio das cotas condominiais será pela fração ideal de cada unidade, salvo se houver disposição em contrário na convenção.

Ou seja, a comunidade pode adotar o critério da fração ideal ou outro que desejar, porém, sempre deverá ser observado aquele que estiver previsto na convenção.

Portanto, para modificação do critério de rateio, é obrigatória a modificação da convenção do condomínio, através de deliberação assemblear com item específico e aprovação por 2/3 dos condôminos.

Fonte: Secovi Rio

Excesso de consumo nas faturas de água

Excesso de consumo nas faturas de água

Problema pode estar nos hidrômetros, alertam os síndicos

Fatura de água com valores excessivos nem sempre é um problema do condomínio: o relógio do hidrômetro pode estar alterado. É o caso do síndico Leomar José Bortoluzzi Kossmann, que administra o Condomínio San Fernando, no bairro Estreito, em Florianópolis. Segundo ele, a própria Casan tem um departamento que faz essa aferição. Para isso, basta ir até uma agência da Companhia e fazer a reclamação que, de acordo com Leomar, deve considerar as três últimas contas. Os técnicos vão até o condomínio, retiram os relógios e levam para a análise.

Nas duas ocasiões que solicitou o serviço, o síndico teve êxito. “Às vezes o condomínio paga uma quantidade de água acima do normal e acredita que pode ser um vazamento ou, se for no verão, achar que o consumo é por causa da piscina ou uso nos apartamentos”, diz Leomar, que fez a reclamação no Pró-Cidadão da Secretaria do Continente. Ele aconselha os condomínios a fazerem uma análise de três em três meses, período que, segundo ele, pode haver alteração nos relógios. A causa mais provável é a pressão mais forte da água que acaba desregulando os hidrômetros. “A partir da constatação da Casan, fomos ressarcidos com as faturas zeradas”, explica.

Problema semelhante aconteceu com o síndico Fabiano Roberto Linhares, responsável pela gestão do Condomínio Reggio Di Calabria, que fica no bairro Pantanal, também em Florianópolis. O residencial reúne três blocos com 180 apartamentos. Para evitar transtornos no consumo de água do condomínio, que possui três hidrômetros, um para cada bloco, é feita a leitura diária duas vezes ao dia: uma às 8h e outra às 17h. “Assim, temos a noção exata do consumo que, normalmente, chega a 20 metros cúbicos ao dia. Quando esse número varia muito e dá um salto, ficamos atentos. E se realmente permanecer fora do padrão, vamos ao setor de atendimento da Casan e solicitamos aferição”, explica Fabiano.

A exemplo de Leomar, o síndico Fabiano solicitou aferição em dois momentos. No primeiro, há dois anos, foi confirmada a alteração em um dos hidrômetros que chegou a registrar um gasto de água de 950 a 1000 metros cúbicos no mês ao invés dos 600 a 700 apontados como normal. O hidrômetro foi trocado por um mais moderno, ultrassônico, que tem a leitura eletrônica ao invés de mecânica. “Embora com mais precisão, é um equipamento muito caro”, avalia Fabiano, ao lembrar que para cada pedido de verificação a Casan cobra uma taxa de R$ 120. No entanto, se confirmado o problema, a taxa não é cobrada.

No mês de janeiro, Fabiano, que há quatro anos administra o condomínio, voltou à Casan para fazer uma outra reclamação. Novamente um dos hidrômetros estava marcando um consumo de 1000 metros cúbicos. Foi feita a troca do equipamento e a fatura foi ajustada. “Nas duas vezes que pedi verificação dos hidrômetros, fui muito bem recebido pela equipe de atendimento da Casan”, elogia Fabiano, lembrando que o pagamento da fatura em questão fica suspenso. O cliente só volta a pagar após a aferição realizada pelos técnicos da Companhia.

Fatura veio em dobro

Desde o ano passado, as contas de água viraram uma dor de cabeça para o síndico do Conjunto Habitacional Argus, Cleverton Cidiclei Maciel. Administrador do residencial pelo terceiro ano consecutivo, Cleverton levou um susto quando recebeu a fatura do mês de junho de 2016: R$ 27 mil, ou seja, mais que o dobro das faturas dos meses de janeiro até maio, que apresentavam um custo, cada uma, de R$ 11 mil “Fizemos a reclamação, mas não fomos ressarcidos”, lamenta o síndico.

No último mês de maio, mais um susto: a fatura registrou o valor de R$ 14 mil, quando o normal é R$ 12 mil. A conta se refere ao consumo de água de 160 apartamentos. “Já pedimos aferição do hidrômetro para Casan, uma vez que não identificamos nenhum vazamento no prédio, uma exigência da Companhia”, diz o síndico, lembrando que o problema aconteceu três vezes só este ano.

Responsável pela gestão do condomínio que fica no bairro Coqueiros, em Florianópolis, e que reúne 34 blocos, 544 apartamentos e dois mil moradores, Cleverton explica que o residencial é dividido em grupos de blocos e possui quatro hidrômetros. “O normal é pagarmos o consumo mínimo, mas algumas vezes a conta vem em dobro”, diz, ao destacar as dificuldades geradas pela questão. Uma delas é a demora na análise do hidrômetro, que leva até três meses. “Até lá, já que a Casan suspende o pagamento até sair o resultado, temos de fazer um rateio para não acumular a dívida”, afirma o síndico. Segundo ele, a outra dificuldade é que a liberação da conta tem de ser acompanhada pelo site, através do protocolo emitido na ocasião do pedido de aferição.

Fonte: CondomínioSC

Tecnologia e segurança

Portaria virtual pode agregar economia e mais segurança para condomínios

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Portaria remota – Novidade para Condomínios

Infelizmente, a crise tem afetado diretamente a arrecadação nos condomínios. Com o aumento do desemprego, muitos condôminos acabam simplesmente deixando de pagar essa conta. Com a inadimplência em alta, administradores e síndicos se veem obrigados 1a buscar alternativas para reduzir as despesas.

A área de segurança, por ser vital, costuma ser a menos impactada pela redução de verbas. Mas, a boa notícia é que graças à tecnologia de portaria remota já é possível economizar também nesse setor sem abrir mão da qualidade.

Para isso, alguns critérios de segurança serão avaliados e devem ser melhorados, como a instalação de sistemas de comunicação mais modernos, câmeras de alta resolução e algumas alterações nos acessos, impactando em um investimento inicial que irá variar de condomínio para condomínio.

Com esse sistema implantado, a presença de porteiros é dispensada, proporcionando uma economia de até 50% do total gasto normalmente pelos condomínios.

O custo do serviço é reduzido e a segurança é melhorada, uma vez que um profissional especializado estará em uma central de monitoramento que controla todos os acessos da portaria à distância.

As ligações e imagens ficam gravadas, garantindo total registro e controle das entradas e saídas.

Os moradores passam a acessar diretamente o condomínio através de um dispositivo tag ou biométrico, quando estiverem a pé. O acesso dos veículos é acompanhado 24 horas e pode ser realizado por controle remoto ou tag.

Em caso de alguma situação de risco, é possível ainda acionar um botão de pânico silencioso, avisando instantaneamente a central de monitoramento sobre pessoas ou movimentos suspeitos. A distância e discrição do porteiro remoto acaba favorecendo a segurança em momentos de vulnerabilidade.

Para os visitantes, o conforto é o mesmo. Ao chegar ao condomínio e tocar o interfone, um sinal é enviado à central de monitoramento.

O porteiro remoto faz o atendimento, acompanhando tudo pelas câmeras. O morador é avisado da visita para que autorize ou não a entrada. Há inclusive a opção de contatar o morador que não esteja presente no condomínio.

Por meio do celular, o condômino é avisado sobre a presença de um visitante.

Além da redução de custo com a portaria, o condomínio reduz drasticamente despesas com processos trabalhistas e manutenção de câmeras e interfones.

Caso o condomínio não queira dispensar totalmente o serviço de um porteiro, pode optar pela portaria remota apenas no período noturno, quando o fluxo de entrada e saída é menor. Cabe destacar ainda que a solução é funcional para prédios com até 80 apartamentos, promovendo muita economia e melhorando a segurança.

Fonte: SíndicoNet

Saiba como incluir as luminárias industriais em qualquer ambiente

Novo hit da decoração é versátil e merece destaque

Tijolos, tubulações aparentes, madeira, metal, concreto, acessórios em cobre e luminárias em forma de pendentes… se você é aficcionado por decoração, provavelmente em suas buscas por referências na internet já se deparou com ambientes que uniam a maior parte destes elementos em um só lugar. Mas, o que talvez você não saiba é que a junção de todos eles forma o que é conhecido como estilo industrial.

Esse tipo de décor nasceu em Nova York, entre 1950 e 1970, quando as pessoas passaram a transformar galpões e estúdios em moradias. Desde aquela época, uma das principais referências do industrial são as luminárias, que hoje, com a popularização do estilo, ganharam praticamente todos os ambientes da casa.

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Uma das principais referências do industrial são as luminárias, que hoje, com a popularização do estilo, ganharam praticamente todos os ambientes da casa (Foto: Reprodução/Pinterest)

Conforme explica a arquiteta Renata Bertoni, do escritório RB Archdesign, o ideal é que as luminárias industriais realmente remetam às fábricas, sendo apresentadas como pendentes ou trilhos: “elas são geralmente fabricadas em metal, sendo eles alumínio, ferro ou aço, e podem ou não ter acabamento em tinta. Muitas vezes, elas são lixadas para terem aspecto de que vieram de uma fábrica abandonada”.

Mas a boa notícia é que para incluir esse item na decoração da sua casa, você não precisa que o local seja inteiramente projetado no estilo industrial. Roberta Fermann, profissional da Renova Arquitetura Express, conta que em qualquer ambiente elas podem ocupar o lugar de destaque: “numa sala de jantar mais clean e moderna, por exemplo, fazer uso de uma peça como esta deixa o ambiente aconchegante e dá destaque para a mesa de jantar”.

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Mas a boa notícia é que para incluir esse item na decoração da sua casa, você não precisa que o local seja inteiramente projetado no estilo industrial (Foto: Reprodução/Pinterest)

Para completar, ela explica que o tom da iluminação também tem muito a agregar ao objeto e ao espaço: “a iluminação é normalmente feita com lâmpada amarela, o que dá muito mais conforto, além de não distorcer as cores. As luminárias com filamento também estão super em alta. Além de lindas, podem ser dimerizáveis (com regulagem da intensidade do brilho), o que possibilita fazer cenas nos ambientes”.

Ainda sobre o tom da iluminação, vale ressaltar que cada ambiente se adequa melhor a uma cor específica de lâmpada, já que elas podem valorizar ou destruir uma decoração. Conforme Renata Bertoni explica, ambientes como quarto e sala pedem lâmpadas amarelas, que “despertam sensação de conforto e provocam o bem-estar”. A luz branca é mais indicada para cozinhas, banheiros, escritórios e lavanderias: “o branco, por ser claro, remete a um ambiente clean (limpo)”, finaliza a arquiteta.

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Numa sala de jantar mais clean e moderna, por exemplo, fazer uso de uma peça como esta deixa o ambiente aconchegante e dá destaque para a mesa de jantar (Foto: Reprodução/Pinterest)

Já para os pendentes e spots em si, essa regra não se aplica, ao contrário do que muitos pensam, eles não se restringem à iluminação da mesa de jantar ou de bancadas de cozinha. “No lavabo, por exemplo, fica lindo colocar o pendente em uma lateral da bancada, torna-se quase que um objeto de arte”, exemplifica a também arquiteta Roberta Fermann.

Isso é, para o quarto, para a sala de estar, hall de entrada, varanda ou escritório, as luminárias industriais estão liberadas, basta seguir as dicas acima que o acerto é garantido.

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Já para os pendentes e spots em si, essa regra não se aplica, ao contrário do que muitos pensam, eles não se restringem à iluminação da mesa de jantar ou de bancadas de cozinha (Foto: Reprodução/Pinterest)
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Isso é, para o quarto, para a sala de estar, hall de entrada, varanda ou escritório, as luminárias industriais estão liberadas (Foto: Reprodução/Pinterest)

Fonte: ZAP Imóveis

Síndico profissional é coisa séria

Função demanda diversos conhecimentos e é uma enorme responsabilidade

 

Função demanda diversos conhecimentos e é uma enorme responsabilidade

O país está em crise e o desemprego, aumentando.

Com isso, é natural que haja interesse em ocupações autônomas, de forma a não depender tanto de um emprego formal.

O cargo de síndico profissional poderia, então, ser uma boa resposta para quem está buscando colocação, algo cada vez mais recorrente.

Porém, será que o cargo de síndico profissional deveria ser ocupado por alguém com pouca experiência no setor? Por uma pessoa pouco preparada?

A resposta unânime entre o entrevistados foi: não.

Isso porque o cargo de síndico profissional não é para qualquer pessoa que se disponha a fazer um curso e já se sinta pronto para o mercado. O nível de exigência é enorme por parte dos moradores e do mercado.

“Já vi casos de pessoas que foram fazer cursos longos e bastante informativos, que perceberam que a função de síndico pede demasiada responsabilidade e que não é indicada para todos os perfis”, conta o advogado especialista em condomínios João Paulo Rossi Paschoal.

O advogado ainda ressalta que fazer cursos é muito importante para quem está no mercado, mas que é fundamental também ter uma experiência prévia na função.

Cuidados para contratar um síndico profissional

É importante que existam critérios claros no momento de se contratar um síndico profissional para o seu condomínio, por ordem de importância.

Veja alguns:

  • VIVÊNCIA PRÁTICA: é fundamental que ao se contratar um síndico profissional, o mesmo já tenha exercido a atividade em outros condomínios. Dê preferência aos gestores com experiência em empreendimentos com perfil similar ao seu. Afinal, pode ser muito diferente administrar um condomínio comercial, clube ou um empreendimento que esteja em fase de implantação.

“Ter experiência mínima de 5 anos na área é importante. Seja em administradoras de condomínio (o ideal), seja na administração de empresas ou áreas correlatas, como direito ou contabilidade aplicada a condomínios. É importante que o síndico tenha referências, seja como síndico, seja como profissional da área condominial ou de gestão”, argumenta o advogado especialista em condomínios André Luiz Junqueira.

  • CONHECIMENTOS TEÓRICOS DE GESTÃO: a atual legislação, regras e normas que regem os condomínios, assim como as responsabilidades que incidem sobre o síndico, têm se tornado cada vez mais complexas e difíceis. Um bom síndico profissional, para exercer o cargo com segurança e confiança, deve estar sempre muito bem capacitado e atento às novidades do mercado. Por isso, estar sempre atualizado é de extrema importância.

Para quem deseja entrar no ramo, os cursos (online ou presenciais) e eventos são um ótimo ponto de partida para os iniciantes, e essenciais para síndicos experientes reciclarem seus conhecimentos. Vale lembrar que também permitem ampliar o networking para futuros trabalhos.

  • CURSOS COMPLEMENTARES: O síndico deve dominar diversos outros assuntos além de gestão condominial. Entender de manutenção de itens como elevador, bombas e portões, cuidados com a segurança, legislação para condomínios, etc.

“Esse tipo de conhecimento é muito importante para um síndico profissional completo, principalmente se ele já fez bons cursos de gestão e quer ampliar seus conhecimentos”, assinala o diretor da Gábor RH Ricardo Karpat.

  • CONHECER CLIENTES ANTIGOS: tão importante quanto conhecer os clientes atuais do gestor é procurar saber o motivo de porque ele não atuar mais em antigos clientes.

“É interessante saber porque ele não trabvalha mais lá e as impressões do conselho acerca do período em que atuou no condomínio”, explica o diretor da administradora Habitacional Fernando Fornícola.

  • GARANTIAS: saber qual é o patrimônio do síndico ou da empresa dele também ajuda a tranquilizar o conselho e os moradores. Outra opção é saber se o profissional conta com um Seguro de Responsabilidade Civil específico para síndicos.

“É válido ver se existem essas garantias em caso de eventuais prejuízos causados pelo síndico”,  afirma André Junqueira.

Complexidade da gestão

Ser síndico, como já vimos, é uma tarefa bastante complexa.

“Fiz um levantamento e, em um ano, o síndico tem 143 obrigações legais para com o condomínio. Ele também responde nas esferas civil, criminal, trabalhista, previdenciária, tributária e ambiental.É uma responsabilidade gigante”, argumenta o advogado especialista em condomínios Marcio Rachkorsky.

E por quê ser síndico profissional é ainda mais difícil?

“Quando você se propõe a exercer uma atividade remunerada, quem contrata quer que o serviço seja muito bem feito”, pesa o advogado especialista em condomínios Jaques Bushatsky.

Daí a fundamental importância de o síndico profissional ter experiência anterior.

“Quando o síndico é morador, a expectativa do trabalho a ser apresentado é bastante diferente, e os moradores entendem quando a pessoa não tem conhecimento sobre um assunto ou outro. Isso muda bastante quando se trata de um síndico profissional”, assinala Ricardo Karpat.

Os riscos de se contratar um síndico profissional inexperiente

Contratar um síndico profissional inexperiente pode impactar profundamente no condomínio. E aqui não está se ressaltando má fé na gestão, mas sim de inexperiência.

Cuidados simples como conferir com atenção um contrato de manutenção antes de assinar, prestar atenção às manutenções preventivas, treinamento de funcionários, saber contemplar a legislação trabalhista, conseguir lidar com as demandas dos moradores, tudo isso demanda conhecimento.

“Até para chamar um especialista para ajudar na gestão, a pessoa precisa saber que não tem aquele conhecimento”, explica João Paulo Rossi.

E esses cuidados básicos podem se transformar em custos enormes para o condomínio, caso sejam negligenciados.

Esquecer do laudo do para-raios, por exemplo, pode significar um alto custo para o condomínio caso haja problemas com um raio na rede elétrica do condomínio – assim como descuidar da ápolice de seguros do condomínio e ficar sem cobertura em um momento de necessidade.

“É importante lembrar que quem paga tudo isso são os próprios moradores, o condomínio como um todo. Claro, depois é possível cobrar judicialmente o gestor, mas demora. Já vi casos em que houve necessidade de se arrecadar cinco vezes a taxa mensal de uma hora para a outra. É preciso estar sempre atento”, alerta Ricardo.

Estar sempre atento é uma necessidade sempre para quem conta com síndico profissional.

“O conselho não deve, nunca, deixar de acompanhar a gestão do síndico profissional. Estar sempre acompanhando é fundamental”, assinala Fernando Fornícola.

Problemas para o mercado

“Ser síndico é uma atividade que demanda demais, são muitos conhecimentos combinados e, por isso, cada vez menos moradores se dispõe a desempenhar essa função”, explica Fernando.

Isso, aliado à crise econômica do país fez gerar uma onda de interessados na função de síndico profissional.

O desejo de ser síndico profissional é legítimo para muitas pessoas, principalmente para quem já está no mercado de condomínios e entende toda a responsabilidade que a função abarca.

“É temerário alguém achar que por ter feito um ou dois cursos de síndico profissional, sem nenhuma experiência prévia, está pronto para administrar um condomínio. Ser síndico profissional é coisa muito séria”, alerta Marcio Rachksorsky.

Ricardo Karpat, concorda com essa visão.

“Você não pode fazer um curso de quatro, cinco horas e achar que está preparado para administrar um condomínio. Isso é ruim para o mercado, porque pode passar a ideia que qualquer pessoa pode ser síndico profissional, sem nenhum preparo – e nada mais longe da verdade do que isso”, afirma.

Fonte: SindicoNet

7 dicas para montar uma biblioteca em casa

Para os amantes da leitura, temos hoje o artigo perfeito. Descubra agora nossas 7 dicas de como montar sua própria biblioteca em casa

Qualquer um que seja viciado em leitura já sonhou em ter sua própria biblioteca. Seja para ler e descansar, lendo seus livros preferidos, ou até mesmo colecionando os exemplares conquistados ao longo da vida.

Nosso artigo de hoje é voltado para essas pessoas, afinal, quem adora ler tem sempre muito carinho por cada livro comprado, conquistado, ganhado, seja como for. Então preste atenção em nossa dica de decoração para ter uma biblioteca em casa e mãos à obra!

1. Escolhendo o espaço

Primeiro é importante que você saiba: não ter uma casa ou apartamento muito grande jamais deve ser usado como desculpa. Qualquer canto pode ser transformado em um local para o acervo de seus livros, uma parede vazia, na parte de baixo da escada, um canto da sala, do quarto ou do escritório, enfim. No caso de a escolha ser embaixo da escada, talvez exista a necessidade de um móvel sob medida, mas isso não é desanimador. Você mesmo pode fazer alguns ajustes para criar um móvel.

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2. Conforto

Lembre-se que a leitura é uma atividade demorada, portanto, requer que seja feita de maneira confortável. Se o cômodo for usado apenas para esse fim e permite um bom espaço, invista em sofás, poltronas, pufes e muitas almofadas para garantir seu conforto e de quem mais for usar essa biblioteca caseira. É bom ter em mente que se você quer uma biblioteca em casa, está montando um local que requer introspecção, mas que também precisa ser aconchegante.

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3. Iluminação

Nada pior do que ler em um ambiente escuro. Além de ser difícil, ler no escuro é prejudicial à saúde dos seus olhos. Portanto, invista em uma boa iluminação. A luz pode vir de um ponto principal, como uma lâmpada no alto ou um lustre, se o ambiente for de um cômodo inteiro só para a biblioteca. Já se o seu investimento for em um canto mais reservado, pode usar pontos menores espalhados, como abajures e luminárias.

Lembre-se que mesmo usando um cômodo todo para a biblioteca caseira, você pode espalhar luminárias e pontos de luz estrategicamente e criar uma iluminação mais baixa, aconchegante e propicia para a leitura.

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4. Ausência de sons

Como já citamos antes, a leitura é uma atividade de introspecção, requer silêncio, concentração e o cômodo/canto de leitura deve ser praticamente sagrado. Evite colocar aparelhos de TV ou rádio no cômodo ou próximos ao canto de leitura. Se for possível, isole o cômodo para que ele tenha uma acústica totalmente livre de qualquer intervenção externa.

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5. Organização

Ok, mas como vamos organizar todos os livros? São várias opções e aqui você deve considerar o que achar mais fácil ou mais prático para você.  Os livros podem ser organizados em orem alfabética dos títulos ou dos autores. Podem ser separados também por gêneros. Os livros não seguem regras de tamanhos, cores e pesos, portanto você pode se sentir livre para organizá-los como preferir. O colorido que essa organização de itens tão diferentes faz é apaixonante.

Tenha cuidado apenas com os livros mais antigos ou que já estejam um pouco danificados. Você pode deixá-los separados ou, se não forem uma raridade original, pode restaurá-los. Se a casa tiver crianças, coloque os livros deles na parte de baixo, facilitando o acesso e evitando acidentes, casos eles queiram subir para pegar algum livro.

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6. Limpeza

Obviamente se você é um amante de livros, sabe que essas belezinhas precisam de cuidados muito especiais.

Jamais manuseie os livros com as mãos sujas, além disso, lembre-se que os livros são nada mais do que papéis, um ótimo chamariz de traças, mofo, bolor, o que faz com que seus cuidados precisem ser redobrados.

Pelos menos duas vezes na semana, faça a limpeza com flanela ou espanador. Passe-os nas laterais e nas extremidades dos livros para retirar o pó acumulado. Para evitar que os livros criem bolor, você pode passar perfume neles, apenas tenha cuidado para não deixar eles molhados.

Aliás, umidade e livros são coisas que não combinam. Procure escolher um canto da casa que não seja úmido para montar sua biblioteca em casa. Caso tenha algum livro úmido, coloque-o no sol antes de guardar o exemplar.

Caso realmente não tenha opção e o cômodo seja úmido, espalhe algodão embebido em terebintina, é uma substancia vendida em loja para produto de artes. Troque os chumaços de algodão a cada dois ou três meses, dependendo do nível de umidade do ambiente.

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7. Móveis

Por fim, mas tão importante quanto as outras dicas para montar uma biblioteca em casa, faça a escolha certa dos móveis que vão receber seus livros. Se tiver exemplares pesados, invista em móveis com madeira grossa ou prateleiras que estejam bem firmadas na parede.

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Lembre-se que se você tem um ambiente pequeno, pode usar apenas prateleiras para montar sua biblioteca em casa. Já se o ambiente será usado apenas para essa finalidade, invista em boas estantes, principalmente as que tenham portas de vidro, elas ajudam a proteger os livros. Lembre-se de limpar os móveis também, pelo menos a cada três meses.

Fonte: ImovelWeb

Corte de gastos pode reduzir a taxa mensal do condomínio

Despesas podem diminuir em até 30% com algumas medidas simples e melhor gestão dos custos

Reprodução/Internet/Blog Nextin

Em tempos de crise econômica, o corte de gastos pode reduzir a taxa mensal do condomínio em até 30%. Quem garante isso é Fabiano Neaime, diretor da Ollo Condomínios. Ele é o idealizador da plataforma Orçamento Base Zero (OBZ), que é responsável por revisar todos os custos de um condomínio sem acessar o histórico de gastos. Dessa forma, são sugeridos ajustes que podem colaborar nessa redução. Por exemplo, um condomínio no Bairro do Brooklin, na cidade de São Paulo, é um dos beneficiados pela OBZ e já pôde sentir no bolso o que é pagar 14% menos.

As despesas de um condomínio são muitas, como a folha de pagamento, manutenção, impostos, água, luz de áreas comuns, limpeza, seguros, fundo de reserva e jardins, entre outras. A lista é extensa e, por isso, reduzir o custo da taxa mensal do condomínio é cada vez mais difícil. Fabiano explica que, quando a gestão do condomínio e os condôminos estão dispostos a colaborar, com revisões em folhas de pagamentos, horas extras e medidas educativas para economia de energia, substituições de lâmpadas e redução do uso da água para manutenções, a taxa de condomínio pode ser reduzida em até 30%.

E para provar que isso é possível, o especialista lista sugestões que podem reduzir em até 30% os custos dos condomínios:

» Horas extras

“Despesas com funcionários representam até 85% dos gastos totais de um condomínio. Planejar as escalas corretamente é o primeiro passo para economizar, diminuindo os gastos com horas extras. “Um condomínio com seis funcionários pagava em torno de 130 horas extras/mês. O síndico não soube explicar por que faziam apenas 15 minutos de horário para refeição e recebiam uma hora extra diariamente. Após a aplicação da OBZ, essas horas foram reduzidas para 42 horas/mês. A contratação de funcionários fixos registrados pode ter um custo menor. Por outro lado, a terceirização protege o condomínio de eventuais passivos trabalhistas.”

» Tecnologia 

“Outra forma de diminuir o custo da folha é investir em tecnologia, como automação de portões, instalação de porteiro eletrônico e câmeras de vigilância. Aconselhamos que seja feito por especialistas em tecnologia, com o RH. A diminuição das horas extras não precisa ser indenizada quando não são cortadas todas as horas feitas pelos funcionários.”

» Inadimplência

“A inadimplência é outro principal fator no aumento da cota condominial. Por isso, é fundamental o papel da administradora fazer uma gestão preventiva, conscientizando os condôminos sobre a importância que tem a falta de pagamento e também exercer cobrança ativa e imediata, procurando não deixar acumular meses em atraso. É muito importante que a administradora exerça a função de interatividade entre o síndico e os condôminos, isso facilita o diálogo para quando houver a necessidade de acordos nos atrasos.”

» Revisões e manutenções 

“Outras formas de reduzir as despesas e consequentemente a taxa condominial é o investimento em tecnologia, como substituição de lâmpadas modernas, manutenções preventivas nas redes de água e energia, motores elétricos, bombas, gerador etc. A manutenção de limpeza de caixa d’água, jardins, hidrantes, extintores e para-raios deve ser feita, pelo menos, a cada seis meses.”

» Luz e água 

“Instalação de sensores de presença, troca de lâmpadas fluorescentes e comuns por LED, modernização de geradores, elevadores, captação de água de reuso etc. Essas são algumas medidas básicas que podem colaborar na redução de custos.”

» Orçamento 

“O planejamento orçamentário é a melhor forma para reduzir a taxa de condomínio, prevendo gastos do próximo ano. Nesse caso, é fundamental a contratação de empresas especializadas, como as administradoras de condomínios.”

Fonte: Estado de Minas, Lugar Certo

Novos aplicativos facilitam a comunicação entre os vizinhos

Gabriela Medrado*

Rose usa app para tratar de assuntos do condomínio - Foto: Mila Cordeiro l Ag. A TARDE

Rose usa app para tratar de assuntos do condomínio

Mila Cordeiro | Ag. A TARDE

Problemas corriqueiros em condomínios, como equipamentos com problema e reclamações sobre vizinhos, podem causar grandes dores de cabeça, sobretudo quando não há uma boa comunicação entre os condôminos, síndicos e administradores.

Pensando em responder melhor aos moradores, facilitar a gestão, e até mesmo controlar a segurança no condomínio, síndicos adotam novos aplicativos específicos. Essas plataformas podem ser acessadas por todos os moradores e contam com funções como cadastro de visitantes, reserva de salão de festas e solicitação de manutenção.

“Através do app o condômino pode, por exemplo, mandar uma foto de uma lâmpada queimada no corredor ou um elevador quebrado. A solicitação de manutenção vai para o síndico, e todos os moradores podem acompanhar o status do problema”, explica Thiago Porto, analista de sistemas e sócio do app Condomob.

A ideia do aplicativo surgiu quando a empresa de Thiago Porto estava criando um sistema para um condomínio. “Percebemos que algumas funções seriam mais práticas em um aplicativo. Ninguém tem tempo para sentar na frente do computador e relatar um problema no prédio”, conta Porto.

Muitas funcionalidades do app foram sugeridas pelos próprios síndicos que o implantaram em seus condomínios, como o agendamento de manutenções e o registro de visitantes. Outra possibilidade é a criação de assembleias virtuais, onde os condôminos podem discutir pautas e, ao final, realizar uma votação por enquete.

A possibilidade de se comunicar com os condôminos atraiu Rose Cordeiro, que gerencia desde janeiro um condomínio de 320 casas em Camaçari e implantou o Condomob um mês depois. Ela já foi síndica outras vezes e utilizou grupos no WhatsApp para a comunicação: “Nesses grupos eu acabava perdendo muita informação e tinha dificuldade de responder aos moradores”, conta Rose.

Utilizando o aplicativo, ela consegue responder aos problemas relatados com mais rapidez e alcançar um número maior de moradores com seus avisos, já que muitos ainda estão com casas em construção e não vão ao condomínio: “Se não fosse pelo app não teria como informar os moradores de assembleias. Lá eu também sei quantas pessoas leram os avisos”, explica.

Já o síndico Jorge Igor Moreira utiliza o aplicativo Sivirino há cerca de um mês e percebe que o número de relatos de problemas no condomínio aumentou: “Os moradores preferem o app em vez do livro de ocorrências, porque o processo é mais fácil, rápido e não expõe o morador“, explica Jorge.

Para ele, a plataforma facilita na observação das normas do condomínio “O síndico e o administrador não são onipresentes, e o sistema facilita muito nosso trabalho”, conta. A segurança do prédio também está sendo incrementada, com o registro de visitantes e uma ferramenta que permite que o morador solicite a abertura do portão do prédio a distância.

Implantar o Sivirino no prédio exigiu alguns preparativos, como a aquisição de novos computadores para a portaria e o treinamento dos funcionários. “O aplicativo levou um tempo para ficar disponível integralmente, porque precisamos nos modernizar. Algumas funções, como a reserva do salão de festas e o cadastro de visitantes, serão feitas só por ele”, diz Jorge.

O síndico foi apresentado ao Sivirino por Thiago Reis, morador do prédio, professor e um dos sócios do aplicativo, que foi lançado há cerca de dois meses. A iniciativa começou a ser desenvolvida por Erick Sodré, aluno de Reis no curso de sistemas da informação, e contou com a adesão de Thiago e mais dois sócios.

Eles trouxeram sua experiência como moradores ao pensar nas funções do sistema, como a ferramenta que possibilita a conversa entre condôminos. “Funciona como uma rede social. É possível falar com os vizinhos, pedir açúcar para um bolo, uma carona, marcar um café”, diz Reis.

O recurso também cria engajamento para iniciativas coletivas. “No meu prédio alguns moradores dividiram os custos de uma professora de ginástica. O evento fica no mural do app e todos podem se inscrever”, conta.

*Sob supervisão da editora Cassandra Barteló

Fonte: A Tarde, UOL

Quais os melhores objetos de decoração para criado mudo?

Para os apaixonados por decoração, a dica de hoje é como aproveitar o criado mudo como aliado na hora de decorar o quarto ou sala. Confira abaixo os melhores objetos de decoração para criado mudo!Hora de decorar a casa, escolher cores, objetos, onde colocar cada item, entre tantas outras escolhas a se fazer. Aliás, quando o assunto é decoração, esses são os itens que surgem na cabeça, certo? Iluminação, cor das paredes, colocar ou não colocar cortina, posição dos móveis, entre outras coisas. Mas, e quanto aos itens menores? Aqueles que dão charme a nossa decoração? Pensando exatamente neles é que chegamos ao precioso criado mudo.Criado mudo é um móvel muito útil, mas por vezes menosprezado. Tem gente que coloca um abajur e pronto, alguns livros talvez, isso se estivermos falando de um criado mudo no quarto. Se o item estiver na sala, talvez tenha apenas um telefone, um arranjo de flores e sirva apenas para jogar aquela chave quando chegamos da rua.Se você, assim como a maioria das pessoas, não sabe como utilizar na decoração um criado mudo ou quais objetos de decoração usar em um criado mudo, leia nossas dicas e mude sua decoração sem gastar muito.

1. Modelo

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Antes de qualquer coisa, você precisa decidir o modelo do seu criado mudo. Atualmente as lojas fornecem inúmeras opções que incluem gavetas, pés, nichos, além desses pequenos móveis também aparecerem em diversos materiais: madeira, acrílico, plástico, vidro, couro e etc. As cores também se tornaram outro item de decisão na hora de decorar o criado mudo, o seu será branco, preto, colorido, estampado, transparente?Veja bem o seu projeto de decoração e deixe que o criado mudo acompanhe todo o resto. Ou se você for das pessoas mais ousadas quando o assunto é decoração, deixe que a decoração do criado mudo seja o ponto alto do se quarto.Se o seu ambiente for de cores clarinhas, faça com que o criado mudo se torne o ponto de atenção. Nesse caso ele pode ser de cor forte ou até estampado. Algumas pessoas são ainda mais ousadas e usam outros objetos para fazer seu criado mudo, como um baú antigo, uma cadeira, um banco, prateleiras estrategicamente colocadas na altura da cama, etc. Seja criativo e escolha a opção que mais transmitir sua personalidade e combinar com sua decoração.Escolhido o modelo e a cor do seu criado mudo, é hora de pensar em quais objetos ele vai abrigar. Nesse momento, lembre-se que o criadomudo é um móvel pequeno e que precisa estar sempre organizado para não virar bagunça. Poucos objetos e objetos importantes é o que devem fazer parte da decoração de um criado mudo.

2. Livros

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Para quem tem o bom hábito da leitura, os livros não podem faltar no criado mudo. Sempre a mão na hora de dormir, os livros também não podem ser jogados no chão quando o sono vier. Portanto, reserve um espaço para um ou dois livros. Se o seu móvel for maior, montar uma mini biblioteca pode ser interessante.

Essa dica serve para criado mudo que fique no quarto ou na sala.

3. Abajur

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Ninguém merece estar deitado, quentinho embaixo das cobertas e depois de ler ou mexer um pouco no celular (onde em dia não tem quem não faça isso antes de dormir), ter que se levantar da cama para apagar as luzes.Aqui nós temos duas opções, uma mais complicada e outra simples, simples. Para os que gostam de coisas diferentes, uma dica que eu sempre tive em casa: um interruptor da luz principal no criado mudo. Para isso é claro que é preciso contratar um marceneiro e um eletricista que possam fazer toda a montagem do sistema, além de deixar o seu móvel praticamente fixo.Se você não quer tanta engenhosidade assim, basta colocar um abajur ou luminária no seu criado mudo. Como esses itens também possuem diversos tamanhos e modelos, mais uma vez você vai precisar prestar atenção no ambiente como um todo e escolher um objeto que não destoe de todo o restante da sua decoração.Assim como os livros, se o criado mudo ficar na sala ou no quarto, um abajur sobre ele sempre será válido. No caso da sala, essa dica será perfeita se o criado mudo ficar no cantinho de leitura.

4. Flores

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Nada melhor do que dormir e acordar com aquele cheirinho suave de flores frescas, não é mesmo? Para isso, basta colocar no seu criado mudo um arranjo pequeno com suas flores preferidas ou até com ervas aromáticas, como hortelã e alecrim.Pode ser um arranjo médio ou até um vasinho pequeno e fino, com apenas uma flor ou ramo de ervas. O bastante para decorar o criado mudo e deixar o ambiente mais cheiroso.Não precisamos nem dizer que na sala ou no quarto, ervas e flores são bem-vindas, não é mesmo?

5. Despertador

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Bom, essa dica é válida apenas se o seu criado mudo ficar no seu quarto. Um despertador é sempre bem-vindo, apesar de quase sempre usarmos essa função no celular. Sabe aqueles despertadores antigos, com cara de vintage? Ficam ótimos na decoração do quarto. Rádios relógios antigos também são ótimas opções.Mas calma, nada impede que você use um despertador moderno também. Como dissemos, tudo depende da sua personalidade e da decoração principal do local. Lembre-se que os objetos menores apenas complementam e fecham a decoração principal.

6. Itens de primeira necessidade

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Mesmo que não sejam itens de decoração, algumas coisas precisam estar sempre à mão quando acordamos, como óculos para quem precisa, além de aparelho auditivo.Se você é da turma que sempre acorda a noite com sede, que tal colocar uma moringa com um copo no seu criado mudo e não precisar se levantar de madrugada.

7. Fotos

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Por fim, na sala ou no quarto, é ótimo dormir e acordar olhando para momentos marcantes da nossa vida ou para o rosto das pessoas que amamos, não é verdade?Escolha as fotos que mais gosta, coloque em um porta retrato que também tenha a ver com o restante da decoração e pronto, fechamos nossa lista de objetos de decoração para criado mudo.

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Fonte: ImovelWeb

Pergunte ao especialista

Essa semana, Rodrigo Karpat fala  sobre uso dos corredores,  fachada e dívida com a administradoraEssa semana, Rodrigo Karpat fala sobre uso dos corredores, fachada e dívida com a administradora

O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

Corredores

Pergunta 1, de Magda Graziela Caldani

Boa tarde, gostaria que me informasse se um morador pode deixar sapatos seus, de familiares, de funcionários, no tapete em frente a sua porta. Ou seja, no corredor onde existem outras portas de outros apartamentos. Isto é permitido? Existem dúvidas pois o corredor é área comum, mas sapatos ou tênis, podem ficar do lado de fora da unidade?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Prezada Magda,

A vida em condomínio tem suas vantagem, porém tem limitadores e um dos principais é não perturbar o sossego dos demais condôminos ( Art. 1.336, IV do CC). Temos limitações impostas também pelo direito de vizinhança ( Art. 1.277 do CC).

Art. 1.277. O proprietário ou o possuidor de um prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos que o habitam, provocadas pela utilização de propriedade vizinha.

Ademais, temos uma máxima no direito que diz que “o meu direito termina onde começa o do outro“.

Em um julgado que tratou também sobre a instalação de objetos em hall social em função dos condôminos colocaram vasos e enfeites no hall social de seus andares, teve o seguinte desfecho:

CONDOMÍNIO. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C.C. PEDIDO DE TUTELA PROVISÓRIA DE URGÊNCIA. RECOLOCAÇÃO DE PORTA CONTRA INCÊNDIO E RETIRADA DE OBJETOS INSTALADOS NO HALL SOCIAL. DESCUMPRIMENTO ÀS NORMAS DE CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO. TUTELA DE URGÊNCIA DEFERIDA. MULTA DIÁRIA. REDUÇÃO DEVIDA. Desde que evidenciada a probabilidade do direito invocado pela parte e configurado o perigo de dano, deve-se conceder a tutela de urgência. Ao fixar a multa diária em obrigação de fazer deve ser observados os limites do art. 497 do CPC. Recurso parcialmente provido.

(TJ-SP – AI: 20970518420178260000 SP 2097051-84.2017.8.26.0000, Relator: Gilberto Leme, Data de Julgamento: 10/07/2017, 35ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 13/07/2017)

Desta forma, entendo que os sapatos não podem ser colocados para fora da unidade em área comum/ hall social, o qual é compartilhado por demais moradores.

Neste sentido, sugiro que a reclamação seja relatada no livro de ocorrências com a solicitação que o síndico tome de imediato as providências cabíveis.

Alteração de fachada

Pergunta 2, de Fernanda Grandi

A mudança na cor do prédio, ou a retirada definitiva das pastilhas localizadas nas sacadas, é alteração de fachada? Qual o quórum exigido? Existe alguma brecha que possibilite utilizar outro quórum?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Fernanda,

A alteração da concepção arquitetônica no condomínio é proibida de forma clara no Art. 1.336 do Código Civil.

Art. 1.336. São deveres do condômino:

III – não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas;

Podemos observar o entendimento acima nos seguintes julgados do Tribunal de Justiça de São Paulo:

ALTERAÇÃO DE FACHADA DE EDIFÍCIO E AUMENTO DA ÁREA CONSTRUÍDA – Irregularidades que destoam do conjunto estético e que caracterizam obra irregular – Obrigação de restituição ao status quo ante corretamente reconhecida – Pedido formulado de adequação à convenção condominial que abrangeu a solução preconizada na sentença – Decisão mantida – Recursos desprovidos.

(TJ-SP – APL: 00754876520038260100 SP 0075487-65.2003.8.26.0100, Relator: Mendes Pereira, Data de Julgamento: 12/06/2015, 7ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 12/06/2015)

ALTERAÇÃO DE FACHADA. Cerceamento de defesa. Inocorrência. No mérito, autor sustenta a impossibilidade de colocação de calhas por alterarem a fachada das casas. Necessidade de votação unânime em assembleia para sua autorização. Sentença que entendeu que a instalação das calhas não altera substancialmente a fachada e que promove valorização e conservação das unidades. Interesse dos condôminos na obra demonstrado. Inconformismo isolado. Preservação dos interesses da coletividade. Inexigibilidade de quorum especial. Apelo desprovido.

(TJ-SP – APL: 00453481920098260554 SP 0045348-19.2009.8.26.0554, Relator: Ana Lucia Romanhole Martucci, Data de Julgamento: 28/08/2014, 6ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 29/08/2014)

A alteração da cor do edífício somente poderá ocorrer com a concordância da unanimidade dos condôminoscom base no artigo acima. Quanto a remoção das pastilhas segue a mesma linha.

Sua alteração se justifica somente se estivermos falando de uma necessidade, por exemplo: Se as pastilhas estiverem caindo e não existe mais o mesmo material para reposição. Nesse caso deve-se buscar material análogo e aprovar tal  modificação em assembleia com base na obra necessária9 Art. 1.341, § 1o e seguintes

Dívida com a administradora

Pergunta 3, de Daniel Sahonero

Boa noite Dr. Rodrigo. Recentemente meu condomínio teve um déficit alto relacionado a execução de obras. Como os gastos não haviam sido planejados, a administradora assumiu a dívida conforme estipulado em contrato.

No entanto, os juros sendo cobrados são demasiadamente altos e fora do praticado pelo mercado.

A administradora se nega em informar a instituição bancária que forneceu o empréstimo. O que posso fazer?

Como exercer o direito do condomínio de ter ciência dessa informação?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Caro Daniel,

Dentre as funções da administradora não está a de assumir a dívida no caso de saldo devedor. Pensemos. Se eles trabalham por um “fee” mensal e se arcarem com déficit de contas, ainda mais de obras, o valor quitado/assumido, vai superar muito o valor cobrado pela administrada como honorários, o que não faria sentido. Pois iriam trabalhar de graça.

E como não é comum tal prática, suspeito que exista algo errado. Pode ser que você tenha interpretado mal as cláusulas do contrato. O que pode estar o ocorrendo é que, quando a conta é “pool”, ou seja, a conta contábil é do condomínio, mas o dinheiro fica na conta física da administradora, caso exista um saldo negativo, este será suportado, de forma momentânea, pela administradora.

De qualquer forma, a administradora deve orientar o condomínio a realizar uma rateio extra e suprir o quanto antes o déficit.

Não é cabível pelo sistema brasileiro que particulares cobrem juros acima dos considerados legais, via de regra 1% ao mês (Art. 406 e 407 do Código Civil).

Para emprestar dinheiro fora disso, tal prática fica restrita a instituições financeiras.  Se a administradora teve que pegar dinheiro no banco para suprir o déficit do condomínio e tal prática está prevista no contrato, a coisa muda de figura.

De qualquer forma, compete ao síndico e corpo diretivo trabalharem para que as contas fiquem em dia e façam os ajustes necessários.

Existe no seu prédio um Corpo Diretivo que deve ser acionado na figura do síndico para prestar as contas e esclarecer as suas dúvidas ( Art. 1.348, VIII). Compete também a administradora a prestação de tais informações pertinentes a gestão.

Lembrando que se a mesmas não forem prestadas, não caberá ao condômino de forma isolada ingressar com ação de prestação de contas, ainda mais se as mesmas forem aprovadas em assembleia, caberá ao condômino de forma isolada exigir a realização de assembleia de prestação de contas.  Nesse sentido:

PRESTAÇÃO DE CONTAS. SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA. REFORMA. EXTINÇÃO, SEM JULGAMENTO DO MÉRITO. ILEGITIMIDADE ATIVA DO CONDÔMINO. AS CONTAS DEVEM SER PRESTADAS PELO SÍNDICO EM ASSEMBLEIA. APELAÇÃO DOS RÉUS PROVIDA. 1- Sentença que julgou procedente a ação movida pelo apelado, para condenar os réus (condomínio e síndico), à prestação de contas. Reforma. 2- Hipótese de extinção do feito, sem julgamento do mérito, por ilegitimidade ativa (art. 267, VI, CPC). 3- As contas devem ser prestadas pelo síndico perante a assembleia, não cabendo ao condômino, individualmente, exigir a prestação de contas. Arts. 1,348, III, e 1.350, CC, e art. 22, § 1º, f, da Lei nº 4.591/64. Precedentes. 4- Hipótese em que o autor sequer compareceu às assembleias. 5- Apelação dos réus provida. ( GRIFEI)

(TJ-SP – APL: 00208833220108260320 SP 0020883-32.2010.8.26.0320, Relator: Alexandre Lazzarini, Data de Julgamento: 25/11/2014, 9ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 25/11/2014)

No mesmo sentido:

AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS – CONDOMÍNIO ATÍPICO – Sentença de extinção, com fundamento no art. 267, VI, do CPC, por ilegitimidade ativa – APELO DOS AUTORES – Inadmissibilidade – Condôminos que não ostentam legitimidade ativa para, individualmente, propor ação de prestação de contas – Síndico que deve prestar contas à assembleia de condôminos – Inteligência do art. 8º da Convenção Condominial e do art. 1.348, VIII, do Código Civil – Sentença mantida – RECURSO DESPROVIDO.

(TJ-SP – APL: 00307752720118260482 SP 0030775-27.2011.8.26.0482, Relator: Fábio Podestá, Data de Julgamento: 25/06/2015, 14ª Câmara Extraordinária de Direito Privado, Data de Publicação: 25/06/2015)

Assim, o caminho legal deverá ser uma notificação para apresentação dos documentos, seguido de medida judicial se necessário*1, e no caso de não aprovação de contas em assembleia, deve-se solicitar legalmente que as contas sejam prestadas nos termos do Art. 1.350 do CC, pela assembleia ou de forma excepcional por qualquer condômino *2.

*1 AÇÃO DE EXIBIÇÃO DE DOCUMENTOS Pedido de condôminos de exibição de documentos relativos à administração do condomínio Ação extinta sem resolução de mérito por falta de interesse de agir Desacerto Demanda que objetivou efetivamente o acesso a determinados documentos, e não prestação de contas por parte da síndica Exame rápido e superficial de alguns documentos por parte dos condôminos quando da realização de assembleia geral ordinária em que contas foram aprovadas não retira dos autores a possibilidade de exigir novamente o acesso aos documentos da gestão do condomínio Arts. 1.348, VIII e 1.350 do novo Código Civil Princípio da transparência Reconhecimento do dever da síndica, na condição de representante do condomínio, de permitir o acesso a documentos referentes à administração, de interesse geral de todos os condôminos Aplicação do art. 515, § 3o, do CPC para julgar desde logo o mérito da demanda Recurso provido, para o fim de afastar o decreto de extinção do feito sem julgamento do mérito e julgar procedente a ação.

(TJ-SP – APL: 40023122420138260001 SP 4002312-24.2013.8.26.0001, Relator: Francisco Loureiro, Data de Julgamento: 23/02/2015, 6ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 23/02/2015)

*2- APELAÇÃO CÍVEL. CONDOMÍNIO. PRESTAÇÃO DE CONTAS. EXIGÊNCIA EFETUADA POR CONDÔMINO. – Compete ao síndico do Condomínio prestar contas à assembléia dos condôminos. Assim, o condômino não detém legitimidade ativa para requerer, de plano, a prestação de contas, pois conduta própria a ser exercida pela assembléia geral. Precedentes do STJ e desta Corte. – Legitimidade ativa reconhecida, no caso concreto, diante da ausência de prestação de contas em assembléia, e mesmo de realização da assembléia prevista na convenção. – Cerceamento de defesa que não se configura pela ausência de intimação para manifestação dos documentos juntados pelo corréu, por se tratar da primeira fase da ação de prestação de contas. Hipótese em que os documentos acostados se destinam à segunda fase do procedimento, ainda não inaugurada. APELAÇÃO DESPROVIDA. (Apelação Cível Nº 70067866475, Décima Oitava Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Heleno Tregnago Saraiva, Julgado em 10/03/2016).( grifei)

(TJ-RS – AC: 70067866475 RS, Relator: Heleno Tregnago Saraiva, Data de Julgamento: 10/03/2016, Décima Oitava Câmara Cível, Data de Publicação: Diário da Justiça do dia 18/03/2016)

(*) Rodrigo Karpat é advogado de Direito Imobiliário e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados.

Fonte: SindicoNet

Mude o visual de casa com cortinas

A cortina é um dos itens principais na hora da decoração. Portanto, é possível modificar totalmente um ambiente trocando apenas a cortina

Decoração é um assunto complexo e cheio de possibilidades. Decoração de parede, de teto, decoração de sala, quarto, banheiro, cada cômodo com sua particularidade, mas você sabia que é possível mudar um ambiente alterando apenas a cortina? Isso mesmo, elas são as responsáveis por aquecer a casa, deixar o ambiente mais claro ou escuro, mais aconchegante para assistir aquele filme no domingo à tarde ou apenas manter sua vida a salvo de vizinhos. A decoração com cortinas é uma opção barata e que você pode fazer sempre que enjoar de uma cor ou queira dar uma cara nova a sua casa.

Existem diversos modelos de cortinas e, dependendo do material e cor da mesma, elas podem contribuir de uma maneira muito particular no que diz respeito ao apelo estético e ao estilo do seu lar.

Antes de escolher o modelo, tecido e cor da cortina, defina o papel que ela terá no ambiente: bloquear ou controlar a luminosidade e ruídos da rua, decorar o cenário ou garantir a privacidade de um ambiente ou cômodo.

Modelos e tipos de cortinas

Bom, você com certeza sabe que os modelos de cortinas são inúmeros. Seda, algodão, renda, transparente, rendado, black-out, persianas, não tem como listar todas as opções aqui. O ideal é que você adeque as várias modelagens ao seu gosto e personalidade. Não adianta uma sala e um quarto decorados de forma alternativa e descolada serem fechados com uma cortina de seda, daquelas bem tradicionais.

Da mesma forma, não faz o menor sentido uma sala com decoração clássica e uma cortina de retalhos, bem colorida e extravagante.

Se você tem dúvidas sobre qual cortina usar, pode escolher entre duas alternativas: escolher a cortina antes de tudo e iniciar a decoração a partir dela ou o que jugamos mais fácil, que é terminar toda a escolha de sofá, cama, flores, móveis e criados mudos, para usar a cortina como a cereja do bolo, aquele detalhe que fica por último, mas que faz toda a diferença no final de tudo.

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Tipo de janelas

Cortinas são geralmente usadas para cobrir janelas, apesar de também servir apenas como item de decoração, cobrindo uma parede inteira, sem portas e janelas.

No caso de cobrir uma parede com janelas, o ideal é adequar o tipo e modelo de cortina ao tipo de janela a ser coberta. Pode ser uma janela pequena, um janelão que serve como porta, a janela do banheiro que pode ser pequena, a janela da cozinha que pode não abrir pelas laterais e etc.

Antes de comprar uma cortina, verifique se o tipo de janela e o tamanho serão adequados ao que pretende comprar.

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Cortinas em ambientes pequenos

Para ambientes pequenos, ela pode servir para separar cômodos e dar mais privacidade para quem divide apartamento com colegas, por exemplo.

A cortina também serve como porta para armários/closets mais alternativos.

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Cortinas no quarto das crianças

A decoração com cortina no quarto das crianças pode e deve ser usada. Cores alegres, cortinas com estampas de flores, bichos, músicas, paisagens, as opções são diversas.

Nesses casos, o ideal é que elas não sejam tão cumpridas, alcançando o chão, já que isso pode provocar acidentes. Prefira cortinas que terminam tão logo a janela termine também.

Quanto ao tecido, siga o perfil de decoração do quarto. Se for uma decoração mais contemporânea, prefira tecidos leves e fluidos.

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Cortinas na sala

Imagine um ambiente clean, todo pintado em cores clarinhas, móveis igualmente claros e aquela cortina estampada ou de cor bem forte contrastando com o ambiente. Só na imaginação já fica maravilhoso, né? Que tal passar da imaginação para um ambiente real?

Nesse caso, as cortinas podem facilmente substituir aquele velho truque de paredes clara e uma só pintada com uma cor mais escura. Além de ser uma opção mais barata e limpa, pode ser trocada facilmente sempre que quiser. Alguns pequenos objetos combinando com a cortina fecham a decoração. Deixando o ambiente limpo cada vez que você mudar a cortina, terá uma casa nova.

Mas, para ter uma casa renovadas usando cortinas, as paredes têm que sempre ser claras e a cortina de cor forte? Claro que não!
Deixe sua criatividade fluir e use cortinas na mesma cor das paredes, tom sobre tom, estampadas, opções para você escolher e se divertir não faltam.

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Agora que você já tem uma ideal de como usar a cortina como decoração em cada ambiente, é importante também decidir entre comprar cortinas prontas ou mandar confeccioná-las.

Caso prefira confeccionar a cortina dos seus sonhos ou comprar pronto, é importante saber as medidas do ambiente em que ela estará inserida. Para os dois casos, some a largura da janela a 40 cm, multiplique o total por 2 se o tecido for encorpado (linho, algodão, shantung) e por 3 se for mais leve (voile, seda).

É importante também deixar pelo menos 10cm de sobra para cada lado, o que pode garantir que a cortina evite realmente claridades indesejadas.

Fonte: ImovelWeb

Moradores de condomínios devem estar atentos para a qualidade da água que consomem

Síndicos devem providenciar semestralmente testes de potabilidade da água. Medida é essencial para evitar doenças.

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Mesmo tratada pelas companhias de saneamento conforme padrões estabelecidos nacionalmente pelo Ministério da Saúde, a água potável consumida dentro dos condomínios deve passar por análise periodicamente para saber se está apta ao consumo. Essa é uma medida necessária, pois a potabilidade da água fornecida pelas companhias é aferida somente até o cavalete. A partir desse ponto, a responsabilidade pela potabilidade passa a ser do condomínio.

É comum que a contaminação da água se dê durante o armazenamento em caixas d’água que não recebem a limpeza no tempo correto, ou possuem rachaduras e/ou tampas danificadas. Portanto, além de realizar a análise da água periodicamente, também é recomendável que a cada seis meses sejam feitas limpezas nos reservatórios com o objetivo de evitar a proliferação de bactérias, principais causadoras de doenças gastrointestinais.

Além das caixas d’água, outra potencial fonte de contaminação são os reservatórios, caso o condomínio possua poços artesianos. Nesse local podem ocorrer infiltrações e acúmulos de resíduos nas paredes que podem ser transportadas até a torneira das casas.

Os condomínios que possuem piscinas também são obrigados a providenciar mensalmente testes em laboratórios. Geralmente o zelador, responsável pelo cuidado da piscina, observa somente se ela está limpa, ignorando os perigos que uma água contaminada pode causar. O tratamento com cloro e outros produtos químicos é apenas uma parte do processo de limpeza da água. Entre as principais doenças transmitidas pela água da piscina estão a hepatite, micose, conjuntivite e infecções de pele.

A garantia de que a água que circula dentro do condomínio está dentro dos parâmetros de potabilidade atesta a preocupação do síndico e moradores com a qualidade de vida. Pois com diz o ditado, “água é vida”.

Saiba mais:

- A Legislação que trata da potabilidade para o consumo da água é a portaria 2914/2011, definido pelo Ministério da Saúde. O teste de potabilidade deve ser realizado a cada seis meses por empresa credenciada pela Vigilância Sanitária.

- Já no caso das piscinas, existe a Norma Técnica Especial que regulamenta seu uso, aprovada pelo Decreto Estadual 13.166, de 1979, que a classifica como “de uso restrito”. Dessa maneira, as piscinas dos condomínios precisam seguir uma série de exigências que abrangem desde a fase de obras até a sua manutenção cotidiana.

- Em caixas d’água e cisternas as análises são realizadas semestralmente e os parâmetros apresentados pela água devem estar em conformidade com a portaria que trata da potabilidade para o consumo da água. Nesse caso, o zelador não pode prestar esse serviço sendo necessária a contratação de uma empresa especializada.

- Nos testes para potabilidade a água passa por diversas análises físico-químicas e microbiológicas que permitem observar a presença de bactérias nocivas aos seres humanos. Durante o teste também são observadas as características visuais da água já que ela deve ser incolor, inodora e insípida.

Por: Guilherme de Paula Pires

Fonte: Viva o Condomínio

Portarias remotas: Vieram para ficar?

Mais segura e eficiente, porém não indicada para todos os tipos de condomínio. Conheça um pouco mais sobre a portaria remota

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Um dos itens que gera mais preocupação nos condomínios é a questão da segurança. Como o número de pessoas que circula nesse tipo de residência é alto, saber quem está dentro das dependências é primordial. Consequentemente as portarias, um dos itens que geram mais gastos com folha de pagamento em empreendimentos residenciais e responsável por controlar o acesso de pessoas e veículos, recebe uma atenção especial por parte dos síndicos.

Com o alto custo para manter funcionários destinados a portaria e as inúmeras reclamações quanto aos serviços prestados por esse tipo de profissional, é cada vez mais comum que os condomínios optem pela portaria remota. De acordo com informações de empresas especializadas no ramo, o serviço de portaria remota pode gerar uma economia de até 60% das despesas com mão de obra para segurança. Outro dado favorável a esse novo tipo de portaria é revelado por uma pesquisa da Guarnieri Segurança, que aponta que cerca de 70% dos porteiros adormecem no turno da noite.

Porém, para realizar essa mudança, o síndico terá que investir em alguns equipamentos como instalação de câmeras de segurança, contratar uma operadora de internet exclusiva para o serviço, automatizar portões, entre outros itens mais sofisticados como leitor biométrico, interface de PABX, além de adquirir um gerador de energia para em caso de queda de luz o serviço não seja interrompido.

Considerando que em casos de assalto a primeira pessoa a ser rendida é o profissional que se encontra na portaria, o serviço remoto elimina essa possibilidade, já que ela passa a ser controlada por uma central a quilômetros de distância do condomínio.

Além do investimento inicial com equipamentos, o síndico terá que levar em conta algumas especificidades antes de escolher essa modalidade. A empresa contratada, o preço dos equipamentos para instalação e principalmente o tamanho do condomínio. Isso porque alguns empreendimentos, como o caso dos novos condomínios clube, são muito grandes, possuem muitas torres e esses sem dúvidas terão mais dificuldades para adaptação ao sistema devido ao número de pessoas que entram e saem do empreendimento.

 É importante lembrar que mesmo com a significativa redução de custos, a opção pela portaria remota só deve ser tomada se ela for funcional para o prédio.

Por: Guilherme de Paula Pires

Fonte: Viva o Condomínio

Participar da reunião de condomínio pode ajudar moradores a economizar

As assembleias decidem o cronograma que o condomínio seguirá durante o ano

As assembleias decidem o cronograma que o condomínio seguirá durante o ano Foto: Internet

Rodrigo Bertolucci

Necessidade de novas obras, contratação de funcionários e valores de taxas são alguns dos itens discutidos pelos proprietários de imóveis nas reuniões de condomínio. Muitas vezes, as decisões são tomadas por votação simples, e a participação de cada morador pode fazer a diferença na hora de economizar.

- É nesse momento que são discutidos os assuntos mais pertinentes, como evitar barulho de obras em determinados horários, e outros que vão aumentar a taxa do condomínio e pesar no bolso de todos os moradores – aponta Antônio Lopes Raposo Netto, síndico de um empreendimento do “Minha Casa, Minha Vida” em São Gonçalo.

Segundo o advogado especialista em Direito Imobiliário Luis Guilherme Russo, as assembleias de moradores decidem o cronograma que o condomínio seguirá durante o ano:

- São nesses encontros que as principais medidas são aprovadas e, muitas vezes, são essenciais para melhorar a economia e a qualidade de vida dos condôminos.

Ainda de acordo com Russo, para eleição de síndico e aprovação de contas, de aumento de taxa condominial e de obras úteis, como individualização dos hidrômetros, é necessário o voto da maioria dos presentes na reunião. Já para obras urgentes, como impermeabilização de um local com vazamento, se não envolver despesas consideradas de alto custo não há necessidade de aprovação.

Fonte: EXTRA

Veja um checklist para alugar um imóvel

Veja os pontos essenciais para evitar imprevistos na hora de se tornar um locatário

Apesar de ser um comprometimento menor do que comprar um imóvel, alugar requer alguns cuidados decisivos que te impedirão de cair numa cilada a qual você precisará aguentar pelos próximos dois anos e meio, pelo menos, se não quiser desembolsar uma grande quantia em dinheiro para a multa de cancelamento de contrato.

Por isso, analise todos os prós e contras do imóvel que você deseja alugar, tenha a mente aberta para as sugestões de mais imóveis do corretor, mantenha-se dentro da regra de não ultrapassar 30% dos ganhos da família para aluguel + condomínio e siga a lista abaixo para não deixar passar nenhum aspecto importante e concluir o processo com segurança.

É preciso tomar alguns cuidados na hora de alugar um imóvel (Foto: Shutterstock)

Confira abaixo um checklist para alugar um imóvel

– Escolha a localização ideal para você

Faça uma lista com seus bairros preferidos e próximos ao seu ciclo social diário (família, amigos e principalmente trabalho) e mãos à obra. Os preços variam muito dentro de um próprio bairro. Então, esteja aberto a opções próximas ao local que você sempre quis.

– Seja flexível com os defeitos

As chances de você alugar um imóvel pelo qual já tenha passado outros moradores são grandes. Então, tente ser flexível com um ou outro defeito que é completamente possível de existir. Um armário que não atenda às suas expectativas de decoração, um andar mais baixo do que você imaginava e até uma localização um pouco diferente do que você previa podem ser fatores com os quais você se acostume com o passar do tempo. E caso isso não aconteça, sempre há a opção de se mudar ao fim do contato.

 


(Foto: Shutterstock)

 

– Cuidado ao calcular o gasto

Muitas pessoas quando vão pesquisar imóveis para alugar se atentam apenas ao preço do aluguel de fato. Mas para saber se um imóvel se encaixa no seu orçamento, lembre-se que você deve levar em conta o valor do aluguel somado ao valor do condomínio e do IPTU.

– Escolha o método de aluguel que se adeque a sua situação

O mais utilizado pelas imobiliárias e locatários hoje em dia é o seguro-fiança. Você precisará contratar uma seguradora, que fará o intermédio e te isentará da necessidade de uma pessoa de garantia (fiador) – o seguro-fiança pode ser pago à vista ou parcelado para a seguradora. Entre as outras opções comuns do mercado estão: o tradicional fiador, que pode ser alguém da sua família ou amigos que possuam garantias suficientes; e o cheque caução, que assegura o locatário caso haja algum problema com a residência durante a locação e é devolvido a você ao final do contrato.

 

(Foto: Shutterstock)

 

– Faça uma vistoria minuciosa

Antes de pegar as chaves, vá ao imóvel e analise cada cantinho. Ligue todas as torneiras e chuveiros, cheque a iluminação, veja as rachaduras, as imperfeições causadas pelo uso e fotografe tudo. Envie suas anotações à imobiliária e veja em quais aspectos é possível haver melhorias antes da sua entrada. Os contratos em geral indicam que a casa deve estar com condições de moradia em dia. Portanto, notifique a imobiliário e o locatários para os pontos que não lhe agradaram. Por fim, guarde as fotos tiradas por você e anexadas ao contrato para ter como garantia e prova do estado do imóvel antes da sua mudança; você deverá entregá-lo exatamente do mesmo jeito que o pegou.

– Verifique as pendências do imóvel

Vale se atentar também para as pendências burocráticas, veja se não há contas em atraso como água, luz, IPTU e peça que o locatário quite tudo antes da sua entrada.

– Leia o contrato atentamente

E a atenção nesse caso deve ser voltada principalmente para valores e períodos. Veja com cuidado as datas de entrada e saída do imóvel; em quanto tempo o aluguel terá aumento; o valor da multa de cancelamento de contrato e as responsabilidades de cada parte.

(Foto: Shutterstock)

Fonte: ZAP Imóveis

6 dicas infalíveis para diminuir os custos do condomínio

A lista de despesas de um condomínio é extensa

A lista de despesas de um condomínio é extensa

Folha de pagamento, manutenção, impostos, água, luz de áreas comuns, limpeza, seguros, fundo reserva e jardins. A lista de despesas de um condomínio é extensa e, raras exceções, reduzir o custo da taxa mensal do condomínio é cada vez mais difícil.

Porém, com algumas alternativas é possível reduzir os gastos em até 30% e, consequentemente, diminuir as inadimplências. Confira abaixo algumas dicas para ajudar os síndicos com cortes de gastos e investimentos.

1 – Horas extras

Despesas com funcionários representam até 85% dos gastos totais de um condomínio. Planejar as escalas corretamente é o primeiro passo para economizar, diminuindo os gastos com horas extras. A contratação de funcionários fixos pode ter um custo menor. Por outro lado, a terceirização protege o condomínio de eventuais passivos trabalhistas.

2 – Tecnologia

Outra forma de diminuir o custo folha é investir em tecnologia, como automação de portões, instalação de porteiro eletrônico, câmeras de vigilância.

3 – Inadimplência

A inadimplência é outro principal fator no aumento da cota condominial. Por isso, é fundamental o papel da administradora em fazer uma ação preventiva, conscientizando os condôminos sobre a importância que tem a falta de pagamento e também exercer cobrança ativa e imediata, procurando não deixar acumular meses em atraso.

4 – Revisões e manutenções

Outras formas de reduzir as despesas é realizar revisões constantes, como substituição de lâmpadas modernas, manutenções preventivas nas redes de água e energia, motores elétricos, bombas, gerador, etc. A manutenção de limpeza de caixa d agua, jardins, hidrantes, extintores e para raios deve ser feita, pelo menos, a cada seis meses.

5 – Luz e água

Instalação de sensores de presença, troca de lâmpadas fluorescentes e comuns por LED, modernização de geradores, elevadores, captação de água de reuso etc. Essas são algumas medidas básicas que podem colaborar na redução de custos.

6 – Orçamento

O planejamento orçamentário é a melhor forma para reduzir a taxa de condomínio, prevendo gastos do próximo ano. Nesse caso é fundamental a contratação de empresas especializadas como as administradoras de condomínios.

*As dicas são de Fabiano Neaime, diretor da Ollo Condomínios e idealizador do OBZ

Fonte: Hoje em Dia

Programa criado e disponibilizado pelo Governo Federal facilita a reforma da casa

Além de oferecer crédito a famílias de baixa renda para a compra de material, Cartão Reforma visa fomentar o mercado da construção civil

Reprodução/Internet/renovasirumah.ga

Em razão da situação que o Brasil vem enfrentando, e em tempos de dinheiro escasso, quem precisa reformar o imóvel fica sempre na dúvida se é a hora certa para tal e como deverá fazer isso sem gastar muito. Afinal, arcar com os custos dos materiais de construção e da mão de obra não está fácil para ninguém. Mas é bom saber que existe um jeito de amenizar esses gastos e o cidadão já pode contar com o Cartão Reforma, programa criado e disponibilizado pelo Governo Federal.

“Por meio do programa, o consumidor ganha um crédito para comprar todo o material de construção que precisar, ficando responsável pela contratação da mão de obra a ser empregada no serviço. E a melhor parte: o crédito concedido é um benefício. Dessa forma, não é necessário devolver o que foi gasto, informa Vinícius Costa, presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH). “O Cartão Reforma foi lançado como medida para sanar um problema comum nas residências de baixa renda e aquecer o mercado. O programa é destinado para pessoas que têm renda familiar de até três salários-mínimos, ou seja, R$ 2,8 mil”, esclarece o executivo

Presidente da ABM, Vinícius Costa afirma que medida vai aquecer o setor e garantir melhor condição de vida à população - Arquivo Pessoal

Presidente da ABM, Vinícius Costa afirma que medida vai aquecer o setor e garantir melhor condição de vida à população

O Cartão Reforma conta com a concessão pelo governo de um valor que pode variar de R$ 2 mil a R$ 9 mil. Vinícius ressalta que o programa não se apresenta como uma modalidade de empréstimo. “Trata-se de um benefício concedido pelo governo, sem a exigência de contraprestação por parte do beneficiário, ou seja, não há pagamento de prestação nem de juros depois da utilização do cartão”, esclarece. “Aqueles que se enquadram nos pré-requisitos, e que necessitam efetuar reparos em sua residência, poderão se inscrever no programa por meio do governo de seu estado ou município, que ficará responsável pela análise de toda a documentação para posterior seleção e liberação dos recursos. Lembrando que a mera inscrição não garante o direito de a família ser agraciada”, alerta o presidente.

DIGNIDADE 

Ele informa que a ideia central do governo é garantir melhor condição de vida (dignidade) para a população de baixa renda e, por outro lado, fomentar o mercado da construção civil. “O projeto vai demandar a contratação de funcionários por parte das lojas de materiais de construção para atender à demanda, assim como a contratação de engenheiros, arquitetos e outros profissionais. Indiretamente, ainda atingirá empresas fabricantes de material de construção, pois, com o aumento da procura, necessário se fará aumentar a produção.”

O executivo esclarece que o cartão poderá ser utilizado para reforma tanto de habitação urbana quanto de habitação rural. “Porém, não poderá ser utilizado para imóveis locados ou localizados em áreas de risco. O cartão também não poderá ser utilizado para pagamento de valores devidos com de mão de obra. Será dada preferência a famílias cujo pilar de sustentação seja a mulher e famílias nas quais haja idoso e pessoas com necessidades especiais como dependentes”, alerta o presidente da ABMH.

Fonte: Estado de Minas, Lugar Certo

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