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Veja 5 coisas que você precisa saber na hora de organizar a geladeira

Veja dicas de como limpar o refrigerador e guardar os alimentos no lugar certo

Além de ser uma questão de saúde, a organização periódica da geladeira influencia diretamente na praticidade do dia a dia e na economia da casa, já que mantendo-a sempre limpa e com os itens arrumados você acha tudo de maneira muito mais fácil na hora de cozinhar e evita desperdícios.

Mas, para fazer isso de modo eficaz, é preciso entender como a refrigeração da sua própria geladeira funciona e o que cada espaço dela é preparado para receber, assim como outros detalhes, conforme explica a personal organizer Vanessa Cavalcante: “para a melhor conservação dos produtos na geladeira, devemos além de sempre estar de olho no prazo de validade obedecer ao modo de armazenamento de cada alimento. Alguns necessitam mais refrigeração que outros e por isso a importância de cada item em seu devido lugar”.

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Além de ser uma questão de saúde, a organização periódica da geladeira influencia diretamente na praticidade do dia a dia e na economia da casa (Foto: Shutterstock)

Descubra abaixo mais cinco pontos importantes que você deve saber e se atentar para fazer a uma organização eficiente da sua geladeira:

1. Alguns alimentos precisam de cuidados especiais

Proteínas como carnes e peixes são os itens que requerem maior atenção para serem refrigerados, pois correm um risco maior de deterioração, mas para evitar que isso aconteça precocemente, existem algumas dicas que você pode seguir, conforme conta Vanessa Cavalcante: “elas devem estar sempre em potes com tampa de boa vedação para que não exalem cheiro e devem estar também afastados dos demais itens da geladeira.

como organizar a geladeira
Proteínas como carnes e peixes são os itens que requerem maior atenção para serem refrigerados (Foto: Shutterstock)

Recomenda-se que sejam consumidos em até dois dias. Para as carnes embaladas devemos sempre obedecer ao prazo de validade descrito na embalagem.

2. Cada coisa tem seu lugar

Para saber exatamente onde guardar cada item, primeiro é importante entender que se a sua geladeira é antiga, ela provavelmente tem um sistema de refrigeração diferente das atuais, mais especificamente feito por partes. A personal organizer Bárbara Volnei conta a diferença: “quanto mais perto do freezer, mas refrigerado o espaço. Já os modelos mais novos, possuem um processo de refrigeração mais uniforme por toda geladeira”. Assim que você entender como a sua funciona, já pode começar a se preocupar em setorializar cada tipo e alimento, conforme Bárbara explica.

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Para saber exatamente onde guardar cada item (Foto: Shutterstock)

O que precisa de mais refrigeração (queijo, iogurte, leite, frios, etc) deve ser colocado nas prateleiras superiores e os que precisam de menos refrigeração (sobras do almoço, alimentos que estiverem em processo de descongelamento, sucos, bolos, etc), nas inferiores.

– Gavetas pequenas: de preferências as frutas devem ser colocadas neste espaço. Elas só deverão ser lavadas no momento de serem consumidas.

– Gavetão: as verduras devem ser guardadas de preferência em embalagens plásticas e novas, não as que você trouxe do supermercado, pois podem ter se sujado durante o deslocamento para sua casa. Tenha sempre em casa sacos plásticos, que podem ser adquiridos facilmente em lojas de embalagens ou em supermercados

– Os ovos devem ser armazenados preferencialmente em uma vasilha dentro da geladeira, não na porta, pois eles não sofrerão com a trepidação e alteração de temperatura da porta.

3. Potes funcionais são grandes aliados

Para deixar os alimentos mais visíveis e, consequentemente, evitar desperdícios, aposte em recipientes transparentes, eles são melhores para acondicionar itens perecíveis e facilitam a rotina caso haja a necessidade levar algo ao micro-ondas. No entanto, Bárbara Volnei explica que “alguns potes plásticos liberam uma substância chamada BPA (bisfenol-A) que são cancerígenas, por conterem uma substância tóxica que desprende da embalagem passando para o alimento”.

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Para deixar os alimentos mais visíveis e, consequentemente, evitar desperdícios, aposte em recipientes transparentes (Foto: Shutterstock)

 

4. Ervas e hortaliças têm seu próprio modo de armazenamento

Muita gente imagina que armazenar ervas e hortaliças em saquinhos é uma prática errada. Mas Vanessa Cavalcante explica que os sacos são, na verdade, um meio eficiente de proteger esse tipo de alimento: “ideal é que sejam lavados e muito bem secos. Além disso, colocar de forma que as mesmas não fiquem muito apertadas no saco para que não amassem”.

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As ervas ainda podem ser congeladas em forminhas de gelo, por exemplo, para serem utilizadas depois (Foto: Shutterstock)

Se você ainda assim prefere tirá-las do saco, Vanessa ensina um outro método de armazenamento em recipiente com tampa: “Após lavar e secar muito bem, forre o recipiente com papel toalha, após isso coloque as hortaliças. Você pode fazer mais de uma camada, ou seja, quando cobrir totalmente o papel toalha com as folhas, coloque nova camada de papel toalha e em seguida as folhas as hortaliças”.

As ervas ainda podem ser congeladas em forminhas de gelo, por exemplo, para serem utilizadas depois. Basta lavá-las, picá-las e, quando for utilizar, tirar apenas a porção ideal para o prato.

5. Fazer a limpeza periódica é essencial

A limpeza completa da geladeira pode ser feita apenas uma vez por mês, mas é importante fazer a manutenção da higiene semanalmente passando um pano umedecido com vinagre de álcool para eliminar odores e desinfetar. Já para a limpeza mais pesada, Bárbara Volnei dá o passo a passo que vai facilitar (e muito!) o seu dia a dia:

– Depois que o freezer e a geladeira estiverem vazios, passe uma esponja macia com detergente neutro por toda a parte interna. Retire as gavetas e prateleiras e faça o mesmo procedimento. Com um pano úmido, retire todo o excesso de sabão. Enxágue o pano e passe-o novamente, tirando o sabão por completo.

– Não use esponja de aço e produtos abrasivos, eles podem danificar seu refrigerador de maneira permanente.

– Faça uma mistura de bicarbonato com vinagre de álcool (uma colher de sopa para 100 ml de vinagre de álcool) e passe por toda a geladeira. Essa mistura tem efeito antibactericida.

– Finalize passando um pano seco macio.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Locações de curta temporada no condomínio

Não há um caminho “certo” a se tomar sobre o assunto, entenda o motivo

 

Não há um caminho "certo" a se tomar sobre o assunto, entenda o motivo

As novas formas com que nos relacionamos com o nosso redor estão cada vez mais presentes.

Quem, há dez anos, saberia que hoje usaríamos Netflix, que pedir comida pelo iFood seria uma banalidade, que os táxis ganhariam tanta concorrência com o Uber ou que os condomínios enfrentariam um desafio sem precedentes: a hospedagem ou locação de curta temporada como algo que cresce cada vez mais no nosso país?

O assunto é novo e a lei não é clara. O que configura hospedagem versus locação parece ser, hoje, a grande pergunta a ser respondida.

Isso porque, se for considerada atividade de hospedagem, a mesma não pode ser exercida em condomínios residenciais. Já se o legislador entender que a prática é caracterizada como locação, a mesma poderá ser permitida em condomínios.

Como, então, regulamentar ou restringir esse tipo de prática? Afinal, é possível proibir? Pode-se permitir esse tipo de locação sem restrições?

Veja abaixo o que que descobrimos falando com os principais especialistas do setor:

Legislação

Primeiramente, é bom que se deixe claro: locação por temporada e hospedagem são conceitos diferentes.

A locação por temporada é regida pela lei federal 8.245/91, capítulo II e seção II, ao passo que a hospedagemestá regulamentada pela lei federal 11.771/08.

“No meio jurídico, o que a maioria entende é que se o serviço ofertado não se encaixar em ‘locação por temporada’, deve ser caracterizado como ‘hospedagem’”, explica o advogado especialista em condomínios Alexandre Marques.

A discussão, porém, pode ser grande, uma vez que a lei de locação não determina um prazo mínimo para diferenciar uma da outra.

Proibir ou não? 

E como a própria lei de locação não estipula um prazo mínimo para diferenciar-se de hospedagem, fica difícil proibir.

 “É uma tarefa quase impossível proibir esse tipo de situação no condomínio, são outros tempos”, explica o diretor da administradora Condovel Carlos José Berzoti.

Para ele, o grande entrave é a questão da segurança no condomínio.

“Se nós já sofremos invasões com o condomínio todo fechado, imagina dando a chave para desconhecidos? ”, pondera ele.

O que Carlos defende é que o síndico chame uma assembleia para, assim, deliberar assuntos como horário de entrada e saída dos visitantes, uso de áreas comuns, etc.

Esse também é o entendimento de Angelica Arbex, gerente de marketing da administradora Lello.

“O modelo existe e está consolidado, lutar contra ele não parece ser a estratégia mais adequada. É necessário conhecer e entender como a locação de curta temporada funciona e relacionar isso à realidade e perfil de cada condomínio, e é o síndico quem melhor conhece essa realidade. Criar um conjunto de procedimento e regras a serem seguidas, aprovadas em assembleia, e compartilhadas com a comunidade fica mais fácil de construir um ambiente mais harmonioso”, sugere a gestora.

Discutir o assunto em assembleia também é a sugestão do advogado especialista em condomínios André Junqueira.

O profissional, que atua no Rio de Janeiro, tem participado de diversas discussões sobre o tema em condomínio.

“Os aplicativos de locação são um fenômeno mundial. Caso os municípios, a princípio, não alterem suas legislações, a responsabilidade vai recair sobre os condomínios, realmente”, pesa ele.

Um ponto que o advogado levantou – e que muitos entendem como um ‘caminho do meio’ entre proibir e permitir o serviço em condomínios – é restringir o período que é permitido alugar a unidade.

“Nos locais onde se votou a favor desse tipo de serviço, as ressalvas foram alugar por no mínimo 30 dias e feriados como o carnaval e final de ano, época em que os condomínios em cidade de veraneio já se preparam para receber um afluxo maior de pessoas”, assinala André.

Outros condomínios que conversaram sobre o tema decidiram que o condômino pode alugar, sim, para terceiros, mas desde que seja apenas a sua unidade, e com ele presente.

“Dessa forma, o morador está ali acompanhando mais de perto, é uma segurança a mais”, argumenta Carlos José.

Perfil do condomínio

O perfil do local e dos moradores também deve ser levado em conta ao tomar uma decisão. Há empreendimentos novos, por exemplo, que, inclusive, foram projetados para suportar esse tipo de prática.

“Se for um empreendimento onde haja oferta de serviços como concierge, por exemplo, e outras amenidades, o interesse, via de regra, aumenta”, pontua André Junqueira.

Para esses casos, as questões jurídicas levantadas nessa matéria persistem. Entretanto, como os problemas e riscos enfrentados tendem a ser menores, naturalmente, poderá haver uma maior tolerância por parte da massa condominial que reside no local.

Desvio de finalidade no condomínio

Um dos pontos mais sensíveis para os condomínios é a questão da segurança. Ninguém quer ver o próprio condomínio transformado em um apart-hotel, onde a cada dia se encontra com pessoas diferentes no elevador, e que não façam parte daquela comunidade.

 “Quem quer alugar pensa ‘não tem regra específica contra isso’. Mas a própria lei já proíbe”, pondera o advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat.

Isso porque há também a questão do zoneamento do condomínio. Muitos empreendimentos foram construídos em áreas estritamente residenciais, o que vetaria o uso comercial dessas áreas.

“Para funcionar como um apart-hotel, ou um condo-hotel, o local precisa de um alvará de funcionamento, o que um condomínio não tem. Também é importante dizer que esses locais contem com infraestrutura adequada para receber um grande número de pessoas, o que não é o caso da grande maioria dos prédios residenciais”, argumenta André Junqueira.

Justamente por se tratar de uma atividade comercial, outra questão a ser levantada é se há – ou não – desvio de finalidade, se há mudança na destinação das unidades do local, passando de unidades residenciais para comerciais.

“Eu entendo que sim, e que nesse caso, para que os proprietários sigam ofertando unidades para hospedagem, o ideal é que haja uma mudança na convenção. Para isso, é necessária uma assembleia e concordância de 100% dos condôminos”, assinala Rodrigo Karpat.

Essa não é, porém, a visão do também advogado Cristiano de Souza, especializado em condomínios.

“Entendo que quando você aluga, seja um sofá na sua casa ou um quarto, seria a mesma coisa que receber um amigo que vem de fora. Não cabe a ninguém questionar isso. É sua propriedade. Por outro lado, se você deseja locar a sua unidade, independente do período, se encaixa na legislação de locação. Não há alteração de finalidade da unidade no meu entendimento”, crava ele.

O que o Airbnb diz 

Assim como Cristiano, esse também é o entendimento das plataformas que ofertam esse tipo de serviço, como o AirBnb, que enviou o seguinte posicionamento para nossa reportagem:

“O direito de propriedade é constitucional e regulamentado pela legislação civil e condominial (no que for aplicável). Não há qualquer fundamentação legal para se restringir o aluguel por temporada. Na imensa maioria dos casos, as tratativas desse tipo de locação transcorrem de maneira pacífica por meio da plataforma e de maneira a não prejudicar o direito dos proprietários dos imóveis. Sempre incentivamos o diálogo entre nossos anfitriões e seus condomínios”.

A plataforma apontou também que, “entre as mais de 300 milhões de chegadas de hóspedes já realizadas por intermédio do Airbnb desde a sua fundação, incidentes negativos são extremamente raros”.

Vale mencionar que outros sites também fazem esse “meio de campo” entre quem quer alugar e quem está viajando, como o site Booking, o couchsurfing, e o aluguetemporadas.

Jurisprudências

Importante salientar que há jurisprudências para os dois lados: tanto o de quem quer proibir, como daqueles que querem permitir o aluguel de curtas temporadas em condomínios residenciais. Veja abaixo algumas:

Riscos 

Além de todo o questionamento que envolve o assunto, há também riscos específicos para o condomínio.

“Os empreendimentos hoteleiros têm condições para isso: receber muitas pessoas com qualidade e conforto. Mas me pergunto se um hóspede, estando na área comum do condomínio, sai da piscina, quebra um pé, um braço, e processa o condomínio. É justo que toda a comunidade arque com uma despesa porque uma unidade desejou lucrar com a sua unidade? ”, indaga Alexandre Marques.

Outro ponto também a ser levantado é a possibilidade dessa pessoa receber visitas na unidade.

“O condomínio fica muito vulnerável. Imagine se um hóspede usar a unidade para encontros, e marcar um ou dois, todos os dias. Eu acredito que isso seja prejudicial para os condomínios”, aponta Alexandre.

Há também a questão dos funcionários. Os mesmos podem sentir que estão fazendo além da sua função ao receberem “hóspedes”.

“Depois, o porteiro ou o zelador entram com uma ação trabalhista contra o condomínio e novamente todos devem arcar com os ônus, pelo bônus de uma minoria? ”, questiona Alexandre.

No seu condomínio: como decidir

Mesmo havendo decisões judiciais para os dois lados, caso o seu condomínio decida fazer uma assembleia para deliberar sobre o tema, é importante discutir alguns pontos-chave:

  • Restrições de prazos: qual o período mínimo de estadia e frequência máxima de locação para terceiros
  • Deixar claro que todos devem seguir as regras do regulamento interno e da convenção do condomínio, não importa se está pagando um dia ou o um ano de aluguel
  • Entrega das chaves: os funcionários do condomínio não devem ficar responsáveis por isso (seja para quem está alugando ou para moradores)
  • Entrada e saída: que ocorram, preferencialmente, das 06:00 às 22:00
  • Funcionários do condomínio não devem ficar responsáveis por checar as unidades depois da saída de quem alugou
  • Uso das áreas comuns: alguns condomínios vêm tentando ao máximo restringir o uso das áreas comuns por hóspedes ou locatários de curta duração

“Muitas dessas questões são polêmicas, como a restrição das áreas comuns, por exemplo. Mas alguns juízes entendem que se a assembleia decidiu, é válido para o condomínio”, pesa Rodrigo Karpat.

Conclusão

Infelizmente, não há um caminho certo, ainda, a ser seguido pelos condomínios no que diz respeito ao assunto.

Justamente por isso, o fundamental é que haja uma discussão em assembleia para que, pelo menos na sua comunidade, haja regras claras e todos estejam cientes dos seus direitos e deveres como condôminos.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Já ouviu falar de Tape Art? Conheça essa técnica de decoração incrível

Se você ainda não conhece a técnica de tape art, confira e aprenda novas formas de trabalhar na decoração da sua casa ou apartamento sem gastar muito!

O tape art é uma forma de decoração que utiliza fitas autocolantes para criar desenhos e formas criativas, deixando o ambiente super estiloso e cheio de personalidade. As fitas utilizadas podem ser coloridas ou não, de espessuras variadas e até mesmo estampadas e esse tipo de decoração combina com salas, quartos e até para dar aquele charme na área externa.

Os mais comuns são as formas geométricas tradicionais em desenhos abstratos, porém, é possível ver composições mais elaboradas com traços retos que dão forma a paisagens, desenhos arquitetônicos e até mesmo animais.

Na internet é possível encontrar os mais variados tipos de decoração nesse estilo e se inspirar para fazer agora mesmo em casa. Além de bonito, o material é basicamente fita colante, fácil de achar e num precinho bacana para decorar!

Separamos algumas sugestões e dicas para você brincar com a parede de casa criando um novo estilo todo especial! Confira.

Onde encontrar referências para minha tape art?

A primeira dica é escolher um espaço que dê margem para construir a arte de um jeito harmônico e bonito. Definido esse local, escolha algumas opções de desenho para ele e tenha um plano B caso a ideia inicial não dê certo de primeira.

Um site cheio de ideais ótimas para tentar reproduzir no seu lar é o Pinterest. Ele tem um grande acervo de referências que combina com todos os tipos de ambientes ou até mesmo servem para te inspirar a criar sua própria arte.

Molduras de fita autocolante

Se você não deseja ousar muito, pode começar criando apenas algumas molduras em fita colorida ao redor dos pôsteres, quadros e fotos favoritos que deseja expor na casa. Vale aquele contorno tradicional retangular ou até mesmo um design mais arrojado através de uma segunda camada de fita.


Painel completo de tape art

Já se a ideia é soltar a imaginação e fazer da parede um grande painel artístico, se jogue usando toda a extensão da mesma como se fosse uma tela em branco e abuse das linhas infinitas, ligando umas às outras nas margens para dar a sensação de continuidade.

Não é necessário se apegar a linhas retas, mude o sentido para dar profundidade e movimento, use e abuse das cores para um maior contraste na decoração.


Animais e origamis para decorar

Pássaros, alces, ursos, elefantes, lobos… essas são algumas das referências que encontramos de bichos feitos em tape art. Para os apaixonados por animais, não faltam sugestões e há sempre possibilidade de inventar novas alternativas que combinem com seu gosto e personalidade.


Paisagens e formas arquitetônicas

Que tal referência a algum ponto turístico da cidade onde você mora? O contorno daquele arranha-céu clássico da capital pode ficar incrível na sala ou até mesmo naquele corredor de entrada do apartamento.

Vale também se inspirar em algum monumento ou construção do mundo da fantasia para criar o seu espaço, como o castelo de Hogwarts, por exemplo.

Se você gostou das dicas e tem algum amigo ou amiga que ama novidades de decoração, compartilhe essas e outras ideias para ele se inspirar com você!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Confira brincadeiras para pais e filhos se divertirem em casa ou no condomínio

Pensando nos inúmeros benefícios, listamos algumas brincadeiras que podem ser feitas em família

Para as crianças, brincar pode estar relacionado apenas a se distrair, mas também faz parte do desenvolvimento delas. E quem melhor para ajudar nesse processo do que os próprios pais? Afinal, brincar também pode ser coisa de adulto. Pensando nos inúmeros benefícios – como manter a família unida, por exemplo – listamos algumas brincadeiras que podem ser feitas entre pais e filhos:

Jogos de Tabuleiro: Claro que existe um universo entre os jogos de tabuleiros, mas não é difícil achar alguns que sejam para a família toda. A atividade estimula o desenvolvimento cognitivo tanto de crianças quanto de adultos. Para o público infantil, os jogos ajudam na ampliação da memória e o raciocínio lógico.

Brincadeiras na piscina: A piscina é convidativa para todas as idades, então por que não aproveitar para brincar com as crianças? Brincadeiras como Marco Polo são diversão garantida para toda família.


Vídeo Game e jogos eletrônicos: Quem disse que vídeo game é brincadeira de criança? Muitos adultos continuam apaixonados por essa brincadeira e o hobby pode ser passado de geração para geração.

Atualmente, existem inúmeras opções de jogos tecnológicos que vão além do vídeo game e podem ser jogados em tablets, computadores e celulares. Claro que a escolha do jogos deve ser supervisionada pelos pais e o tempo de atividade também, já que a exposição às telas podem fazer mal a saúde.

Totó ou Pebolim: Dependendo da região do país, pode ser Totó ou Pebolim. Apesar dos nomes distintos, as regras são as mesmas. Para jogar, é necessário ter a mesa disponível – o que é normalmente encontrado em salões de jogos de condomínios. Pode ser jogado em dupla ou individualmente.

Futebol: O esporte mais popular do país é uma das opções de diversão entre a família e, como se sabe, não precisa de muito. Mesmo sem quadra, é possível jogar em um quintal, por exemplo. Se for brincar com crianças mais novas, o ideal é utilizar bolas mais leves.

Outros esportes: No Alphaville Norte, as quadras poliesportivas podem ser aproveitada para prática de tênis, basquete e vôlei, por exemplo.

Parquinho: Na área do Playground do Alphaville Litoral Norte, as crianças podem se divertir no parquinho, com balanços e gangorras.


Patins, bicicleta e patinete: Essas são atividades que, normalmente, aprendemos na infância e seguimos sabendo e praticando nos anos seguintes. Se é assim, pais e filhos podem se reunir para dar uma volta no condomínio seja de patins, bicicleta ou patinete. É importante, claro, estar bem equipado para evitar machucados maiores.

 Fonte: https://www.ibahia.com

O que você deve saber antes de investir num sobrado geminado

Está pensando em comprar um sobrado geminado, mas ainda está na dúvida? Saiba quais são as vantagens e desvantagens desse tipo de projeto.

Realizar o sonho da casa própria é o objetivo que muitas pessoas esperam para alcançar. Porém é difícil decidir se o melhor no momento é adquirir um apartamento, uma casa com quintal ou um sobrado entre tantas outras opções.

Uma opção cada vez mais comum entre os clientes tem sido a compra de sobrados geminados, e exatamente por isso nosso artigo de hoje vai trazer as principais características desse tipo de construção, além das vantagens e desvantagens que ela pode ter.

O que determina que o projeto seja um sobrado?

Bom, antes de mais nada precisamos definir o que é um sobrado. A principal característica dessa construção em relação a uma cada normal é a presença de dois ou mais andares em sua planta.

Exatamente por isso o sobrado se mostra como uma construção versátil para muitos clientes, já que a obra ganha em metragem e é possível começar o levantamento tanto em terrenos grandes como em terrenos menores.

Outro ponto importante a se destacar nesse sentido é que, mesmo em um terreno pequeno a construção de uma casa no estilo sobrado permite que a área seja mais bem aproveitada para a construção uma casa maior ou que o dono escolha ter um quintal, já que terá a possibilidade de ter mais espaço em outros andares.

Existem diversos tipos de sobrados, e entre eles há o sobrado germinado. Mas qual a diferença desse projeto para um sobrado normal?

Uma construção geminada é exatamente o que o nome sugere: uma construção gêmea ou idêntica a outras. Essa exatidão diz respeito à fachada, mas também a disposição dos cômodos do projeto, que serão iguais apesar de estarem em lados opostos.

O normal é que as casas, além de simétricas, compartilhem o mesmo terreno e até a mesma parede. Logo elas podem aparentar se tratar da mesma construção, apenas dividida ao meio.

Vantagens de um sobrado geminado?

1. Custo

Os custos de construção de um sobrado geminado são bem menores do que uma casa única ou um sobrado único. Essa é uma vantagem que não se pode ignorar.

Se houve economia no momento de construir os imóveis, é obvio que essa economia pode se refletir no momento da venda dele, exatamente por isso esse tipo de imóvel costuma ter um valor mais baixo no mercado.

2. Manutenção

Essa construção não costuma ter quintal, e quando tem é uma área pequena, portanto fácil de limpar e manter. Essa característica acaba sendo uma vantagem para quem adquirir o imóvel.

Nesse sentido a manutenção é um benefício. Porém pode ser também uma desvantagem, mas falaremos disso mais adiante.

3. Áreas comuns

É comum ter sobrados geminados simples em terrenos particulares ou sobrados geminados modernos em áreas de condomínios. Nesse caso, é normal que os condomínios possuam áreas comuns, uma vantagem para quem os adquire.

As áreas podem variar, mas costumam ser piscina, jardim, área de churrasco e um ambiente para recreação infantil. A vantagem desse item é que a manutenção e limpeza não ficam a cargo dos moradores, apesar de muito possivelmente existir uma cobrança para o serviço.

4. Segurança

Em condomínio fechado ou não, um sobrado geminado permite a proximidade maior dos vizinhos do que uma casa única. Isso significa o relacionamento construído com os seus vizinhos geminados, sirva também para ajudar na segurança do local.

Os donos de cada sobrado podem entrar em acordo em relação a sistemas de câmeras e cercas elétricas.

5. Economia de espaço

A planta do sobrado geminado pode ser a melhor forma de aproveitar cada canto do terreno, e sem sombra de dúvida esse é um tipo de projeto que permite aproveitar o solo ao seu máximo.

Caso o terreno seja muito menor do que o normal, isso pode ser compensado com a construção de mais andares, desde que a pavimentação tenha sido feita de forma correta. Agora que detalhamos as vantagens de um sobrado germinado, será que existem desvantagens em adquirir um imóvel como esse?

É o que vamos informar agora, assim será possível evitar qualquer problema.

1. Privacidade

Se o dono do sobrado estiver vindo de um apartamento, essa não será uma desvantagem para ele. Mas não podemos deixar de citá-la. Obviamente, se as paredes são compartilhadas, os ruídos dos sobrados vizinhos serão inevitáveis e se tornarão incômodos com o tempo.

O respeito entre as pessoas deve prevalecer, caso contrário a rotina e a privacidade entre os vizinhos podem ser comprometidos. Esse problema pode ser contornado com o uso de isolamentos acústicos, por exemplo.

2. Instalações elétricas e hidráulicas

Falamos dos custos como uma vantagem, mas alguns pontos podem se tornar ruins com o passar dos anos. Para economizar, não só as paredes foram divididas, mas também a rede elétrica e a hidráulica.

Logo, se houver algum problema dessa natureza em uma casa, certamente a vizinha será atingida.

Mesmo que as ligações sejam independentes, a construção foi dividida por igual. Nesse caso evite vazamentos, pias e canos entupidos, entre outros danos maiores.

3. Fachada

A fachada dos imóveis é o que fica a vista por qualquer indivíduo e, nas maiorias dos casos, é regra contratual que elas sejam mantidas exatamente iguais. Com isso, além de não poder modificar em nada o projeto, é preciso mantê-la limpa e cuidada.

Afinal, nada mais desagradável do que ter um conjunto de casas com uma ou duas destoando das demais com aspecto de sujeira e desleixo.

4. Reformas

Reforma traz transtornos para quem reside na propriedade e se tratando de imóveis geminados o transtorno é transferido também aos vizinhos. Se a parede é compartilhada, imagine que o barulho feito dentro de uma casa pode ser quase o mesmo ouvido do outro lado.

Logo, antes de dar início a qualquer tipo de reforma, é preciso informar os vizinhos, verificar os melhores horários para que não atrapalhe a rotina e o bom relacionamento de todos.

5. Iluminação

Sabemos que se uma parede é compartilhada com outro imóvel, essa parede não poderá ter janelas. Isso pode acabar impactando na iluminação e na ventilação do ambiente.

Uma casa escura e sem ar pode se tornar um ambiente com cheiro de mofo e abafado. Isso pode ser evitado com um bom planejamento, ainda na planta do projeto.

E então, percebeu que as vantagens se sobressaem?

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Alternativa tecnológica, a portaria virtual propõe segurança em condomínios

Sistema também promete reduzir mais de 50% no custo efetivo mensal

Nas portarias virtuais, a passagem dos moradores pode ser vinculada a um sistema de biometria, senha ou cartão - INK/Aspa/Divulgação
Nas portarias virtuais, a passagem dos moradores pode ser vinculada a um sistema de biometria, senha ou cartão

Cada vez mais condomínios viram alvos de criminosos aproveitando-se de descuidos de moradores e funcionários. Em Belo Horizonte, por exemplo, o crescimento no número de arrombamentos a residências e condomínios foi de 66% em 2016, comparado ao primeiro trimestre de 2015, de acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). Com o advento das mais diversas tecnologias, há uma variedade de equipamentos de segurança com qualidade e preços diferentes para maior conforto e bem-estar dos condôminos. Porém, uma alternativa tecnológica vem chamando a atenção de condôminos e síndicos e causando polêmica, a portaria virtual ou remota.

O sistema pretende substituir porteiros presenciais por profissionais que, de maneira remota, controlam a entrada e saída dos condôminos. Além de ficar de olho 24 horas no condomínio, por meio de circuito interno de câmeras e internet. A passagem dos moradores pode ser vinculada a um sistema de biometria, senha, cartão ou tag no chaveiro. No caso dos carros, podem-se utilizar controles remotos para abertura do portão. Se tiver um espaço de clausura, melhor ainda.

Na prática, sistemas de portaria virtual contribuem para a segurança porque é bem mais fácil e rápido chamar a polícia em caso de emergências. “Os porteiros correm o risco de ser feitos reféns, no caso de invasões, por causa da vulnerabilidade gerada. Quando o condomínio contrata uma empresa para fazer esse monitoramento, caso ocorra algum assalto a central acionará a polícia sem que os assaltantes percebam, já que ela não é vinculada ao condomínio”, destaca o supervisor técnico da Loja Elétrica, Renato Arcanjo Brandão.

“Outra vantagem do serviço é a economia. O serviço de porteiro é uma das maiores despesas de um condomínio, que chega a ter quatro profissionais para dar conta de fazer as escalas e cobrir férias. Com a implementação desse sistema, a redução é de 50% ou mais no custo efetivo mensal”, comenta Renato Brandão.

A principal questão a ser observada se dá no momento da contratação do serviço. Jean Carvalho, gerente-geral de condomínios da Apsa, aconselha atenção maior na seleção da empresa que fará a implantação e o monitoramento. “Procure quem realmente tenha reputação nesse segmento e que possa oferecer serviço reconhecidamente de qualidade.”

Esses esquemas de segurança digital dependem de eletricidade e boa conexão de internet para transmissão de áudio e vídeo de todas as câmeras de segurança. Caso algum desses fornecimentos seja comprometido, as empresas de segurança do segmento devem enviar imediatamente um profissional ao condomínio. “A companhia deve ficar de olho, também, na manutenção desses equipamentos. Apesar de funcionar bem, como todos os outros equipamentos eletrônicos eles também precisam de vistoria periódica, garantindo, assim, maior segurança para os condôminos”, explica Renato Brandão.

VIABILIDADE 

Em relação aos custos, o investimento inicial gira em torno de R$ 20 mil a R$ 30 mil por cada portaria, e a mensalidade varia em cerca de R$ 8 mil. “Considerando que, para se manter uma portaria 24 horas, o custo é de algo em torno de R$ 15 mil, é fácil concluir que, com a economia gerada na mensalidade, R$ 7 mil por mês, o custo de implantação é facilmente pago em pouco menos de quatro meses”, pontua o gerente de condomínios.

Como toda mudança, os moradores devem aprová-la. Por isso, é importante calcular a viabilidade do projeto, as regras para a entrada de visitantes, entregadores e prestadores de serviço, além de checar se os moradores estão dispostos a mudar hábitos e a se adaptar à nova tecnologia.

Mesmo com o avanço da tecnologia, nem todos os condomínios são bons candidatos para contratar esse tipo de serviço. Empreendimentos de grande porte, com mais de uma portaria e diferentes entradas de garagem são mais difíceis para a implantação e o bom desempenho do sistema. “Quando um prédio tem um fluxo de pessoas muito grande podem ocorrer falhas e, consequentemente, perda efetiva do controle das situações. Antes de qualquer decisão, é necessário fazer um estudo, obedecendo à configuração de cada um desses condomínios”, alerta Renato Brandão.

Para Jean Carvalho, é importante deixar claro que a portaria virtual não substituirá totalmente os funcionários, em razão de que é necessário ter os zeladores para recepcionar as entregas e, se for o caso, pessoal de segurança. Dependendo da região em que o condomínio esteja inserido, os riscos seriam muito baixos. “Penso ser inevitável isso ocorrer. Todas as atividades humanas passam por essa questão, mas acredito também que outras alternativas surjam e absorvam essa mão de obra, sem falar que há evolução natural na quantidade de condomínios construídos e instalados para atender à demanda da população”, comenta Jean Carvalho.

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Gestão de conflitos entre condôminos

Nos dias de hoje, é cada vez mais comum a falta de paciência dentro de condomínios. E a figura do síndico pode ser uma boa ponte para minimizar problemas entre vizinhos

Gestão de conflitos entre condôminos

Mais que uma função técnico-administrativa, ser síndico envolve principalmente a tarefa de gerir pessoas. Tanto o morador que assume o cargo, quanto o profissional que se qualifica para encarar esse desafio, deve estar ciente que na maior parte do tempo o seu trabalho vai ser mediar conflitos entre os condôminos, sendo que no topo do ranking de reclamações estão: o incômodo causado pelo barulho do vizinho, vazamentos, problemas com vagas de garagem e animais de estimação. É o cachorro que não para de latir no apartamento do lado, o vizinho de cima que arrasta os móveis ou a festa que o outro morador deu na noite anterior.

Resolver conflitos e até acordar de madrugada para administrar as mais inesperadas situações fazem parte da rotina de todos os condomínios. E no Residencial Itália, em Florianópolis, não é diferente. A síndica Elis Lazareviski está no cargo há pouco mais de um ano e já enfrentou algumas saias justas, como no caso de condôminos que têm atrito com vários vizinhos. Com MBA em gestão de pessoas, Elis busca em suas experiências profissionais inspirações e técnicas para driblar os impasses diários.

“Em quase todos os locais têm pessoas que são mais impacientes e que reclamam de tudo. Então, se você não gosta de lidar com gente, não adianta ser um excelente administrador. No dia a dia do condomínio você não lida só com números, na maior parte do tempo as questões a serem resolvidas envolvem relacionamento. Eu procuro não interferir em situações corriqueiras, mas sempre que procurada ou se percebo a necessidade de uma interferência, faço de boa vontade. Tento mediar da melhor maneira possível, apaziguando os dois lados para tentar ‘baixar a poeira’. Se eu não souber conduzir ou optar por me omitir na resolução do problema, com certeza terei que enfrentá-lo mais a frente, só que num estágio muito mais grave”, avalia.

É impossível saber quando um morador irá reagir de forma intempestiva. Também não é papel do síndico adivinhar quando dois moradores estão com dificuldades em seu relacionamento. Mas é possível, sim, ajudar o condomínio a ser um local com menos desentendimentos. Como foi o caso da Lia Benthien, síndica do Residencial Carybe, que ao assumir a administração do seu condomínio enviou um comunicado para todos os moradores, onde tentou estimular que eles tentassem resolver entre si os pequenos impasses diários.

“Partindo do princípio de que muitas vezes o outro nem sabe que está incomodando, acho muito válida a conversa entre os vizinhos. Mas, se não funcionar, aí eu entro em ação. Falo com a pessoa sobre as queixas do outro, mas nunca de forma autoritária, sempre pedindo colaboração. Acho que as pessoas têm que entender que vivem em uma comunidade e que todos perdem um pouco para o ganho comum. Ninguém é obrigado a ser amigo do vizinho, mas respeitar quem está ao seu lado é salutar, é educado e civilizado. Aquias regras valem para todos e ninguém tem privilégios ou prejuízos diferenciados”, enfatiza.

De quem é a responsabilidade de resolver o conflito?

De acordo com a advogada Lidiane Genske Baia, especialista com 15 anos de experiência na área condominial, a lei é muito ampla quando fala sobre as responsabilidades que competem ao síndico. No Código Civil, o artigo 1.348 aborda as obrigações que norteiam a atividade, mas em momento algum delega ao gestor a função de mediador. Por isso, a indicação é que o administrador siga sempre as determinações da Convenção e do Regimento Interno, além de tentar manter o bem-estar entre os moradores do condomínio.

“Quando um problema entre condôminos é trazido para o síndico, ele deve entrar em contato com as partes e tentar resolver a questão. É muito importante que ele converse com cada um, podendo até mesmo marcar uma reunião de tentativa de conciliação. Mas, se o assunto não for resolvido, o gestor pode enviar uma notificação extrajudicial e dependendo do assunto, até uma multa. Agora, se a questão não for solucionada depois de todas estas providências, o próximo passo é a propositura de ação judicial, e daí quem tem que tomar essa providência são as partes envolvidas”, explica.

A advogada ainda destaca como princípios básicos de um bom gestor ser paciente, mediador e buscar ser o mais imparcial possível. Além disso, ter bom senso e saber mostrar ao morador que ele precisa se adaptar às regras para ter uma boa convivência dentro do condomínio. “É importante que o administrador atue em tudo que pode causar conseqüências para o condomínio. Vale sempre lembrar que mesmo se você estiver com 100% da parte financeira em dia, mas deixar a gestão de pessoas de lado, o seu condomínio vai estar um caos”, analisa.

Já para o advogado Cristiano de Souza, consultor jurídico condominial, o síndico deve ouvir as reclamações, avaliar e conforme a questão informar as partes envolvidas do fato, comunicando sempre o suposto infrator e garantindo-lhe a ampla defesa. Antes de multar, ele destaca a necessidade de procurar apaziguar, podendo inclusive fazer mediações de conflitos, por meio de terceiros contratados, como um mediador profissional com experiência e capacitação em condomínios, que possua técnicas apropriadas para que não haja envolvimento direto e possíveis favorecimentos. “O gestor deve ter uma postura de negociador e ser totalmente transparente. Mas, acima de tudo, ser um profissional criterioso, que não confundirá questões pessoais com suas obrigações legais ao gerenciar um conflito”, comenta.

Segundo ele, o síndico estará ajudando o morador na convivência em comunidade fazendo com que ele entenda que faz parte de uma organização social com regras que devem ser seguidas e cumpridas por todos os envolvidos. “Uma das formas de existir um conflito é negar a participação ou mesmo ocultar informações. Gerenciar e ser proativo em uma visão a frente da coletividade, não apagando fogo com querosene, é o dever do síndico”, conclui.

Gestão de crise

Confira algumas orientações dos especialistas sobre os recursos que os síndicos e condôminos dispõem para evitar que os conflitos fujam ao controle:

  • O síndico deve intervir quando o problema se relacionar, de alguma forma, com as questões do condomínio. Todos os assuntos que dizem respeito à segurança, sossego e saúde dos condôminos devem ter atenção especial do síndico;
  • A comunicação no condomínio é muito importante, portanto, enviar comunicados sobre as regras mais importantes, ou sobre uma obra que está realizada ou algum outro assunto de interesse comum é sempre recomendável;
  • É interessante que o síndico marque reuniões periódicas para ouvir os condôminos. Também o que ajuda muito na adaptação das pessoas e na boa convivência, é fazer eventos sociais como festas juninas, festa de dia das crianças, natal e outras, para que os vizinhos se conheçam e passem a interagir melhor;
  • Do ponto de vista legal, é aconselhável que os moradores resolvam pequenos problemas de convivência entre si.Mas quando não conseguem, podem sim pedir a ajuda do síndico;
  • O gestor deve participar de todos os momentos, porém como um dos atores que pode identificar e tratar um conflito ainda não instaurado;
  • O síndico deve contratar uma boa administradora e um bom advogado, para assim conseguir dar conta de todas as questões. Desde a convivência entre vizinhos, inadimplência, manutenção das áreas comuns, funcionários etc. Levando em conta os possíveis reflexos dos conflitos, é importante que o jurídico atue preventivamente também, e não só depois que acontece um problema;
  • Não se pode confundir perfil mediador com ações de gestor. Havendo um impasse, se instaurado, a função do síndico é de informar os limites e integrar o reclamante no sistema chamado condomínio, fazendo-o entender os danos que poderá causar. O gestor pode colocar o condomínio à disposição para indicar formas de solução, mas não solucionar.

Fonte: CondomínioSC

Playground: diversão e segurança para os pequenos

Implantado em diferentes espaços, o playground pode ser conservado para garantir o entretenimento da criançada e a tranquilidade dos pais.

Playground: diversão e segurança para os pequenos

As férias escolares estão chegando e com ela aumenta o entusiasmo da criançada. E para quem mora em apartamento, nada como ter um espaço ao ar livre para os pequenos gastarem essa energia com segurança. Em meio a uma realidade em que os condomínios têm as áreas comuns cada vez mais utilizadas pelos moradores, e também em que cresce a sensação de insegurança nas grandes cidades – a ideia de deixar as crianças soltas na rua fica cada vez mais para trás -, o playground surge como uma boa opção para garantir a diversão e ocupar o tempo livre.

Os brinquedos para cada área

Embora grande parte dos novos edifícios seja entregue já com esse ambiente, engana-se quem pensa que não é possível implantá-lo nas construções mais antigas. A adaptação para diferentes áreas é feita por empresas especializadas no ramo, que lista os brinquedos mais indicados e cuida da instalação. Os mais usados são os módulos que incluem escorregadores, tobogã, balanços, escadas, tubos e rampas. Nos espaços pequenos, por sua vez, é possível acomodar, de modo avulso, o carrossel, gangorra e balanços, explica Nelson Krenke, gestor de uma empresa de equipamentos de brinquedos.

Playground

Os síndicos devem exigir da fornecedora a certificação de que os brinquedos estão dentro da norma ABNT

“A busca por playgrounds em condomínios tem aumentado”, comenta Nelson, ao avaliar que alguns fatores têm impulsionado essa procura. O primeiro é a qualidade de vida, já que as famílias querem aproveitar as horas de lazer para se divertir ao ar livre. O segundo é a segurança: “as áreas públicas não possuem uma supervisão periódica dos equipamentos, podendo não oferecer a segurança necessária para as crianças, e muito menos a possibilidade de deixá-las sozinhas”, avalia.

Garantindo a segurança

A segurança, aliás, não está relacionada apenas ao modo que o playground é utilizado. Segundo Nelson, o condomínio deve cobrar da fornecedora a certificação de que os brinquedos estão dentro da norma ABNT 16070-2012. Além disso, deve ser feita vistoria visual todos os dias pela gestão do edifício, e duas vezes por ano pela empresa que fez a implantação, com emissão de um laudo de conformidade. Outra medida eficaz é que o piso seja emborrachado, “para garantir a segurança contra possíveis quedas”, alerta. A limpeza, por sua vez, deve ser feita somente com água e produtos ecológicos, que não afetem o meio ambiente e as crianças.

Nos playgrounds, fique atento:

TODOS OS BRINQUEDOS devem possuir certificação segundo a norma ABNT 16070-2012.

PARA GARANTIR A SEGURANÇA deve ser contratada empresa especializada e certificada, que também se encarregue da manutenção periódica. Ao utilizar o espaço, é sempre indicada a presença de um adulto, além da instalação de pisos emborrachados contra possíveis quedas.

A FAIXA ETÁRIA indicada é estipulada conforme o brinquedo, variando entre 0 a 12 anos, mas sempre com uma estrutura mínima para que um adulto possa ter acesso.

PARA A MANUTENÇÃO a vistoria visual deve ser realizada todos os dias (pela gestão do condomínio), e de uma a duas vezes por ano pela empresa certificada, que emite laudo de conformidade.

Fonte: CondomínioSC

Corte de gastos pode prejudicar vida em condomínio, diz especialista

Carlos Berzoti cita como exemplo a segurança que um porteiro traz para evitar a ação de quadrilhas

Redução de gastos no condomínio precisa ser estudada

Redução de gastos no condomínio precisa ser estudada | Reinaldo Canato/29.11.2016/Folhapress

A arrecadação de um condomínio tem o valor estipulado depois de uma análise detalhada nos custos dos últimos 12 meses e tem os números discutidos para ser aprovados na assembleia dos condôminos. Para chegar à quantia necessária, o síndico precisa fazer uma previsão orçamentária. O empresário e especialista em condomínios Carlos Berzoti explica ao R7 que as contas precisam ser avaliadas minuciosamente para evitar erros.

“Para uma boa previsão, é importante pegar as contas dos últimos 12 meses, tem que calcular também a inflação e avaliar, além das despesas fixas, os gastos que acontecem mês a mês”, detalha ele, que recomenda ainda trabalhar com uma previsão anual para não correr o risco de “aumentar o condomínio a todo momento.

O quadro de funcionários também tem que ser levado em consideração para os cálculos do rateio mensal. “Nos que têm funcionário próprio, é preciso ver a folha de pagamento, prever férias, décimo terceiro, contar com possíveis demissões. Nos que usam empresas terceirizadas, esse cálculo tem que ser personalizado”, avalia.

Corte de gastos

Segundo ele, síndicos tentam cortar despesas para agradar condôminos e, com isso, podem colocar em risco a segurança dos moradores. “Todo mundo quer pagar um condomínio mais em conta, por isso os condomínios estão cada vez mais enxutos. A tecnologia ainda é muito cara de ser instalada. Quando o empreendimento tem mais de 40 unidades, a segurança pode ficar comprometida dependendo da tecnologia que for instalada”, garante. “Eu, particularmente, acho que o porteiro traz uma segurança e inibe ações de quadrilhas. Ele é um terceiro elemento. Economia sem critério, a qualquer custo, é perigoso, não é o melhor caminho para a segurança.”

O síndico profissional Paschoal Lombardi Junior, que administra um condomínio grande, composto por seis torres há quase sete anos, também tem cuidado ao cortar gastos.

“Logo quando começa a trabalhar num condomínio, você consegue renegociar contratos e talvez consiga diminuir gastos. Mas com o passar dos anos, você não consegue mais essa manobra. Tem que ser prudente ao enxugar os gastos, porque não pode afetar a vida do morador”, alerta.

Inadimplência

Como nem sempre é possível diminuir o valor, um outro problema que surge é a inadimplência em tempos de crise. Berzoti aconselha como se prevenir com os maus pagadores.

“Precisamos prever a falta de pagamento. Trabalhamos com uma média, mas a inadimplência é sazonal e bem pontual”, explica. “Um condômino atrasa uns dois meses e depois paga, o outro atrasa um mês e logo paga. Existe uma linearidade e, por mais que tenha atraso, o morador acaba pagando. Consideramos inadimplente mesmo aquele que demora mais de três meses para pagar.”

O síndico profissional diz que é preciso ter uma postura mais firme para os inadimplentes.

“Minha inadimplência é muito baixa atualmente, mas desde o início, quando entrei há mais de seis anos, pego pesado. Se completou três meses, levo para o jurídico e eles tomam as providências. Porque se você não agir, corre o risco de perder o controle.”

Imprevistos

Para evitar falta de dinheiro no caixa com imprevistos, Lombardi Junior faz uma estimativa sempre contando com gastos extras e inadimplências. “Nunca penso em deixar as contas no 0 a 0 para não ser pego de surpresa. Muitos caem no erro de fazer a previsão de que vai gastar R$ 10 mil e arrecada os R$ 10 mil. Sempre deixo uma gordura para poder queimar e poder suprir um problema ou outro”, diz. “Tenho fundo de reserva, mas existem regras para mexer nele. A melhor forma de não cometer erros é verificar o fluxo de caixa mês a mês, porque isso vai indicar se está indo para o positivo ou negativo.”

O especialista Berzoti concorda com o síndico profissional e recomenda trabalhar com uma certa segurança para possíveis emergências. “Uma boa margem para imprevistos é de 5%. O fundo de reserva nem sempre está disponível e não pode ser usado sempre que tiver algum problema.”

Valor contestado por moradores

O valor do condomínio, por sua vez, acaba sendo contestado por moradores. O síndico profissional recomenda transparência na prestação de contas. “Como a corrupção chegou nos condomínios também, o melhor a se fazer é contratar uma auditoria externa”, explica. “As minhas contas são todas auditadas. O conselho contratou uma auditoria de fora e todas as contas são prestadas de maneira transparente.”

Berzoti tem outra dica para os síndicos apresentares suas previsões orçamentárias. “A melhor coisa é prestar as contas mensalmente e, na hora da prestação de contas, é legal mostrar em um telão. É bom abrir para o debate com os moradores e acatar as boas ideias”.

Ambos recomendam ainda que os condôminos devem participar da assembleia geral ordinária, para que exista um consenso sobre os valores referentes à taxa de condomínio.

Registrar o que foi discutido em assembleia

Às vezes, é inevitável aumentar o valor do condomínio devido à inflação e à alta em despesas fixas. No entanto, pode acontecer de a assembleia dos moradores vetar a proposta. Lobardi Junior explica que o síndico tem que se precaver se isso acontecer.

“A previsão tem que ser justa para todos. A apresentação na assembleia é importantíssima e, por isso, precisa ser feita da maneira mais transparente possível com a prestação de contas. Apesar de todos os cálculos, os moradores podem negar esse aumento. Se ocorrer, o síndico precisa colocar na ata que fez a previsão e o aumento foi negado. Lá para frente, quando faltar dinheiro no caixa, ele apresenta isso como defesa.”

Fonte: https://noticias.r7.com/

5 aplicativos de decoração para transformar sua casa

Quer uma dica ideal para ganhar mais tempo na hora de decorar seu lar? Temos aqui alguns Apps que irão te ajudar bastante! Confira!

A tecnologia está dominando nossas vidas em vários aspectos. A facilidade para pagar contas, falar com amigos, pesquisar informações e… Decorar a casa ou planejar uma reforma também entraram nessa lista.

Já existem diversos aplicativos que ajudam a decidir o que fica melhor em cada ambiente, você pode errar e mudar de ideia quantas vezes quiser até chegar em um projeto final.

Separamos as melhores opções para que você possa baixar, se familiarizar e planejar a próxima reforma sem pressa, abuse da criatividade e deixe a tecnologia facilitar essa tarefa.

1. Para se inspirar

Homestyler Interior Design

Esse aplicativo de decoração para celular deixa que os usuários insiram modelos tridimensionais em fotos do próprio app. Assim, o usuário decora virtualmente a casa e pode combinar cores, móveis em vários estilos, quadros, entre outros.

Existe um banco de imagens disponível no app, além de artigos sobre o assunto e tutoriais de orientações, o Homestyler Interior Design está disponível para Android e IOS.

Houzz Interior Design Ideas

Também criado para quem busca inspirações, o Houzz Interior Design Ideas possui um banco de imagens completo com mais de 6 milhões de imagens em alta resolução para auxiliar os usuários na criação de ambientes virtuais.

O diferencial do aplicativo é que existem projetos reais realizados por profissionais do ambiente. O app funciona até se você estiver off-line, não é maravilhoso?

Casa e Jardim

Mais de 550 ideias de decoração já prontas para você copiar ou adaptar ao seu estilo. Existem exemplos de como combinar quadros, organizar a bagunça de brinquedos das crianças, reformar móveis usados, entre outros.

O uso é prático já que existem seções onde o usuário pode navegar, desde paisagismo (onde ver dicas para jardins) até arquitetura (com dicas de revestimento uso de materiais e integração de ambientes).

2. Para escolher cores

Crie Suvinil

Já popular entre os amantes de decoração, esse aplicativo é perfeito para quem pensa em mudar a cor das paredes, mas ainda não está tão certo da cor a ser escolhida. É possível testar cores e texturas em um cômodo ou na casa inteira com mais de 1500 opções de cores.

Uma boa função é saber como a cor vai ficar de acordo com a quantidade de luz que o ambiente recebe, testando lâmpadas de cor branca, florescentes, luz natural e etc. Gratuito, está disponível para Android e IOS.

Color Snap, da Sherwin Willians

Viu uma cor em algum lugar e não tem ideia de como descobrir o nome? Baixe o Color Snap e nunca mais tenha esse problema. Esse aplicativo de decoração de ambientes consegue identificar a cor de uma parede, um ambiente ou até de algum objeto, basta que você fotografe e coloque a foto no aplicativo.

Ele também aceita que você use fotos existentes na memória do seu aparelho.

O aplicativo informa a cor que você deseja e também indica uma paleta de tons que combinam com aquela tonalidade. Ele dá dicas de combinações e também pode ser usado em celulares Android e IOS, além de ser gratuito.

3. Para medir corretamente

iHandy Level 

Tem muita gente que gosta de pendurar quadros com uma simetria milimetricamente calculada, donos de olhos poderosos que são capazes de ver um quadro torto, mesmo que seja apenas um milímetro.

Se você não tem todo esse poder, mas quer manter seus quadros alinhados, baixe o iHandy Level. Ele ajuda a verificar se um quadro está nivelado, como colocar uma prateleira perfeitamente nivelada, mas também pode ser usado em qualquer superfície onde o nivelamento é necessário.

A utilização é bem simples, basta posicionar o aparelho na superfície a ser avaliada e aguardar o resultado que aparece em instantes. Também disponível para IOS e Android.

MagicPlan

Esse aplicativo pode ser usado na casa inteira para descobrir as medidas corretas da sua casa. Ele mede e já transforma os cálculos em uma planta virtual sem a necessidade de usuário saber desenhar. Perfeito para quem deseja mudar os móveis ou apenas trocar os que já possui de lugar.

O uso é fácil, basta inserir no app as fotos de cada cômodo da forma que está, com móveis mesmo ou sem eles. Está disponível para iOS e Android, mas é exclusivo para celulares que possuem giroscópio.

É gratuito para download, porém algumas funções dentro do app são pagas, como gerar as plantas em formatos PDF e JPG.

Photo Measures Lite

Está na loja, gostou de um sofá e não sabe se vai caber ou não na casa nova. Isso acontece muito, mas se você baixar o Photo Measures, ele te ajuda nessa missão.

Infelizmente ele não funciona de forma automática, é preciso eu o usuário insira as medidas de cada ambiente no sistema. Uma vez em uma loja, basta inserir as medidas dos móveis que está interessado e o app vai dizer se ficará bom ou não.

Meça cortinas, tapetes, sofás e outros objetos e deixe as dúvidas para trás.

4. Para calcular gastos

Arquitecasa

Uma parceria da revista Arquitetura & Construção da editora Abril, esse aplicativo de decoração de interiores consegue calcular o custo total de uma reforma.

Para o cálculo é preciso informar o cômodo que será reformado e suas medidas exatas, além de destacar o que será feito no local. Com essas informações, o usuário terá acesso a uma lista com o material necessário para a obra, bem como mão de obra e custo de cada item. Usuário de aparelhos IOS e Android podem baixar o app.

Carpet & Floors Calculators

Perfeito para quem estuda designers de interiores, quem apenas se interessa pelo assunto ou para quem deseja calcular a média de material gasto em cada projeto. Basta inserir os dados básicos aproximadas da quantidade de azulejo, papel de parede ou revestimento necessário.

5. Para pesquisar locais de compra

Dekorazi

Uma lista completa com o endereço, telefone, e-mail, fotos de produto e aplicação em ambientes, ofertas e serviços de cada loja, como chegar (o app gera uma rota a partir do ponto de sua localização no momento da consulta), assim é o Dekorazi.

É possível navegar em seções de tipo de loja, como materiais de construção, decoração e etc. Tem acesso a todas as cidades do Brasil, mas fica disponível apenas para IOS por enquanto.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Troca de administradora

Síndico precisa de aprovação prévia da assembleia?

 

Síndico precisa de aprovação prévia da assembleia?

 

 

Trocar de administradora é um passo e tanto: a empresa é uma das maiores parcerias do síndico no dia-a-dia da administração condominial.

Justamente por isso, para o síndico tomar essa decisão, ele deve ter suas razões e argumentos.

Porém, uma dúvida bastante comum é se o síndico precisa de anuência assemblear prévia para efetuar esse troca.

Nesse vídeo, o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich explica que o síndico pode, sim, mudar a administradora do condomínio, mesmo sem assembleia prévia.

A empresa não deve, ainda, reter documentos sob o pretexto da necessidade de uma assembleia para deliberar sobre o tema.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Não faça feio: acerte nos ambientes compartilhados

Nem tudo precisa ser preto e branco para ter uma integração perfeita e arrancar elogios

Já ouviu aquela história de que a sala deve conversar com a cozinha americana? Pois é, e esse diálogo pode ir além da bancada. A decoração faz isso por você, integra perfeitamente os ambientes – e não pense que tudo precisa ter a mesma cor para combinar, dê colorido à sua casa!

“A integração perfeita é aquela em que os ambientes conversam entre si. Mesmo que tenha uma diferenciação, seja de piso ou cores, é importante que eles tenham estilos e design complementares, pois assim não terá a sensação de um ruído na comunicação” explica a arquiteta Nina Abadjieff.


(Foto: Osvaldo Cruz)

A designer de interiores Fabiana Visacro dá logo a dica: o fundamental é a pessoa se sentir confortável em casa. “Que não tenha que ficar desviando dos móveis para chegar num próximo ambiente e crie uma sensação de unidade. O recurso para setorizar os ambientes pode ser feito com gesso, iluminação, piso, revestimento,tapete”.

Para ser um sucesso

Nina destaca a harmonia entre materiais, que eles sejam similares. E muito cuidado com o excesso, ou você vai querer deixar seu lar poluído visualmente? “Se o ambiente for pequeno, o uso do espelho é essencial, pois, além de criar uma sensação maior de amplitude, ajuda a setorizar os espaços de maneira mais leve”.


(Foto: Osvaldo Cruz)

Fabiana acha que o piso não precisa ser igual quando os ambientes são integrados. Isso porque é possível fazer a demarcação das áreas utilizando pisos diferentes. “Quanto à luz, eu gosto de usar a mesma, se uso uma tonalidade amarela na sala, ela se repetirá na cozinha”, diz ela, lembrando que a iluminação pode mudar a tonalidade de móveis.

Ousar mais

Pode sim, caprichar nas cores. Tonalidades fortes são pouco usadas em ambientes integrados por medo de que enjoem rápido. Porém, existem alguns revestimentos com cores mais ousadas que não são cansativos. “Além disso temos a iluminação, que pode ser de trilho ou um lustre com design irreverente”, aposta a arquiteta.


(Foto: Osvaldo Cruz)

“Uma maneira bem legal de trabalhar os ambientes integrados é usar algo com estilo diferenciado. Vamos supor seja um ambiente com proposta contemporânea: o lustre da sala de jantar pode ser clássico. Isso causa uma sensação boa de surpresa no espaço”, aponta a designer.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Aprenda o que fazer antes de começar uma reforma

Um planejamento bem feito diminui os riscos de intercorrências e aumento dos gastos ao longo das obras

Há quem tenha trauma de reforma: é pedreiro que falta, material que atrasa, prazo que não é cumprido e gastos que são ampliados por qualquer motivo. Tudo isso, porém, pode ser diminuído se o dono do imóvel definir as prioridades, sabendo o que quer logo de início. Claro que um arquiteto ajuda muito nessa hora, principalmente se a obra envolver partes estruturais.

Objetivo

“A primeira coisa a pensar numa reforma é o objetivo que se tem. O que vai ser transformado: se é uma construção inteira ou um ambiente. E o que se pretende com a reforma, ampliar o espaço, ganhar luminosidade, mudar apenas o estilo”, detalha a arquiteta Denise Aurora, do escritório Aurora Arquitetura.


(Foto: Shutterstock)

Planejamento

Primeiro é preciso saber o nível de interferência, se é algo mais estético ou mexe alguma questão estrutural como, por exemplo, a divisão de um ambiente. Isso impacta no tempo. Também é preciso definir quanto se pretende gastar para adequar a reforma ao orçamento.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Planta do imóvel

A arquiteta Gislene Lopes afirma que a planta é essencial. “Todos os proprietários deveriam ter o projeto arquitetônico e o complementar em mãos. Mas nem sempre isso ocorre. Nesses casos, pedimos a microfilmagem do projeto na prefeitura e temos acesso à planta do imóvel dessa forma”.

Ajuda profissional

Um arquiteto sempre dará mais segurança à reforma. A ideia é que o profissional saiba evitar gastos desnecessários, planejando o orçamento de forma correta. “Porém, caso a pessoa queira fazer a obra por sua conta e risco, saiba que é impossível derrubar e construir paredes sem a devida orientação”, diz Gislene.

Partes essenciais

As partes hidráulica e elétrica devem ser sempre revisadas, principalmente em imóveis antigos. Ninguém pensa em quebrar tudo de novo ao término da reforma porque um cano deu vazamento, certo? Para Gislene, também se deve ter atenção à instalação de novas tomadas. “Não adianta você colocar a cama e não ter tomadas para acender um abajur”. Segundo Denise, esse é um passo chamado “detalhamento”. “Quando o arquiteto entende os objetivos do cliente, o projeto vai se desenrolando”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Acordo extrajudicial, conta do condomínio e falta de atas

Especialista Viviane D´Annibale tira as dúvidas dos leitores do SíndicoNet sobre vida em condomínio.

Especialista Viviane D´Annibale tira as dúvidas dos leitores do SíndicoNet sobre vida em condomínio.

A advogada Viviane Basqueira D´Annibale tira as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

A profissional atua há 18 anos na área de condomínios e é uma grande especialista no assunto.

Acordo extrajudicial

Pergunta 1, de Estela Edison Mariano

Na condição de síndico eu posso tomar a iniciativa de fazer acordo com condômino inadimplente que está com ação ajuizada pelo condomínio e que até o momento só houve a notificação para audiência?

O condômino manifestou interesse em realizar o acordo, mas o departamento jurídico da administradora no meu entendimento está dificultando, querendo cobrar multas e juros que concordo em abrir mão pelo fato da saúde financeira do condomínio estar em péssimas condições. O departamento jurídico insiste em cobrar honorários de sucumbência sobre o acordo.

Dentro da minha ignorância jurídica entendo que honorários de sucumbência quem arbitra é o juiz dentro de uma sentença, então no meu humilde entendimento se não houve ainda sequer a audiência, como o jurídico insiste em cobrar sucumbência sobre o valor do acordo sem a devida determinação da autoridade judiciária. Observação: no contrato entre o condomínio e a administradora está incluída a assistência jurídica.

RESPOSTA DA ESPECIALISTA

Resposta: Primeiro quero tratar de uma questão que vc mencionou na pergunta ”…o departamento jurídico da administradora no meu entendimento está dificultando querendo cobrar multas e juros que concordo em abrir mão pelo fato da saúde financeira do condomínio estar em péssimas condições.”

Na verdade, o departamento jurídico da administradora está correto e certamente está tentando lhe proteger. Você se arrisca muito em conceder descontos de juros e multa considerando que lei veda esta prática.

O dinheiro proveniente de cotas condominiais pertence a massa condominial e mesmo você como síndica, com a melhor das intenções em querer zelar pela saúde financeira do condomínio, pode ser responsabilizada pela devolução destes valores a título de descontos ao caixa do condomínio.

O artigo 1348 do Código Civil dispõe a respeito das competências do síndico.

Destaco o item VII – cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas devidas; ao mesmo tempo é dever do condômino contribuir com as despesas do condomínio. Quando vc faz cumprir a lei e própria convenção vc está zelando pelo condomínio como um todo. 

Com relação ao aos honorários de sucumbência a OAB assim se pronuncia;

9 – A sucumbência relativa a honorários advocatícios pertence ao advogado do vencedor da lide, sem qualquer redução nos honorários contratados, em conformidade com o que estipula a lei, descabendo com relação a estes e em qualquer hipótese a imposição de compensações, reduções ou exclusões.

Portanto os honorários são devidos ainda que a ação tenha sido recém distribuída e mesmo que não haja sentença. Dependendo da natureza da ação o juiz fixa honorários já no 1º despacho.

Ocorre que a própria OAB também oferece uma espécie de escalonamento no pagamento dos honorários da seguinte forma:

6 – Na ausência de especificação, 1/3 da verba honorária contratada, por escrito ou verbalmente, deverá ser paga no ato da outorga da procuração, início do trabalho, outro tanto até a sentença de primeiro grau e o restante no final, nos termos do artigo 22, § 3º, da Lei nº 8.906/1994, devidamente atualizada monetariamente.

Este pode ser um argumento com os advogados responsáveis pelo processo em questão.

Não sei em que termos o contrato de honorários foi assinado,  mas você pode utilizar esta ferramenta para negociar com os advogados. Entendo que uma boa conversa pode resolver a questão.

Falta de documentos do condomínio

Pergunta 2, de Ada Virginia

O condomínio tem conta bancaria no Itaú desde 2005. Este ano, ao apresentar a ata de eleição do novo síndico, o banco solicitou regulamento interno.

Expliquei que não há regulamento interno, apesar de contar na convenção, pois todos concordam que nada melhor que uma boa conversa e todo o mais, seria resolvido de acordo com cada demanda em reuniões condominiais.

O banco não aceitou. Então não consigo fechar a conta no Itaú (já abri em outro banco) e o banco não fecha a conta pois entende que o condomínio está sem representante legal. Como proceder?

RESPOSTA DA ESPECIALISTA

O documento legal que comprova a representação de um condomínio é a ata de eleição de síndico. Este fato é incontroverso e a exigência do banco no envio do Regulamento Interno para este fim (comprovação de representação legal) demonstra desconhecimento e não encontra amparo legal.

Uma solução é o envio de uma notificação extrajudicial na tentativa de esclarecer ao banco que a exigência dele é infundada. Se ainda assim o banco não encerrar a conta, o caminho terá que ser judicial.

Falta de atas

Pergunta 3, de Ana Maria Agilda

A síndica do meu condomínio já está no seu terceiro mandato porque sempre é eleita por procurações (proprietários que não moram no condomínio). Ela faz as assembleias e não entrega as atas para os condôminos. Nós cobramos e não temos resposta, inclusive mandamos e-mails para ela e nada de respostas. Pedimos pra ela colocar assuntos que achamos conveniente em pauta para apreciação dos condôminos e ela não nos da resposta alguma

Nesses casos, o que podemos fazer para que ela nos dê atenção e resolva alguns problemas que temos nos condomínio?

RESPOSTA DA ESPECIALISTA

Primeiramente quero esclarecer que é perfeitamente possível que um síndico seja eleito em assembleia por condôminos representados por procuração.

No entanto é preciso analisar a convenção do seu condomínio com cuidado para saber o que está disposto a respeito de procurações, pois muitas convenções limitam as quantidades por pessoa, outras proíbem que o síndico e o conselho recebam procurações, enfim, esta análise é que vai dizer se a prática está correta.

Outro ponto é a não entrega das atas. As convenções estabelecem prazo para o envio de das atas de assembleia e realmente ela não está cumprindo as regras da convenção.

Se o problema afeta a maioria do condomínio você pode reunir 1/4 dos condôminos e pleitear da administradora a convocação de uma assembleia para todos estes esclarecimentos e até a destituição da síndica se for interesse da maioria.

* Viviane Basqueira D´Annibale é advogada especializada em Direito Civil, e especialista em direito condominial
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Veja como fazer um jogo americano para deixar o Dia dos Namorados mais especial

Fácil e barato, esse passo a passo vai deixar a data ainda mais romântica

Sair para jantar no Dia dos Namorados nem sempre é a melhor opção. Restaurantes cheios, com filas de espera e menus especialmente caros podem transformar a data em uma verdadeira do de cabeça.

Nossa dica é: prepare um jantar romântico para o seu par em casa e capriche na decoração, para fugir da impressão que será só mais uma refeição comum.

Para isso, a Cre, do canal de Youtube Blog da Cre, ensinou ao ZAP em Casa como fazer um jogo americano em formato de coração que vai deixar a sua noite bem temática e especial.

Materiais:

 


Lista de materiais (Foto: Cre/Blog da Cre)

 

– 4 E.V.As vermelhos;
– 1 cartolina branca;
– 8 metros de fita de cetim;
– 1 prato;
– Estilete;
– Tesoura;
– Lápis.

Passo a passo

 

 

Dia dos namorados
Dobre a cartolina ao meio (Foto: Cre/Blog da Cre)

Centralize um prato com a metade sobre a cartolina, a outra metade sobre o EVA, e desenhe um lado do coração. O prato vai servir de base para o seu desenho ficar ajustado (Foto: Cre/Blog da Cre)

Recorte o coração com a cartolina ainda dobrada (Foto: Cre/Blog da Cre)

Abra a cartolina e posicione o molde de coração sobre o EVA. Contorne-o com o lápis (Foto: Cre/Blog da Cre)

Retire o molde e recorte o coração (Foto: Cre/Blog da Cre)

Feito isso, faça pequenos riscos de mais ou menos 1 cm, medindo com o dedo indicador o espaço entre eles. E a cada dois traços, meça três dedos de distância. Faça isso em toda a borda do coração (Foto: Cre/Blog da Cre)

Com o estilete, faça um pequeno corte em cada risquinho, sem cortar a borda do coração (Foto: Cre/Blog da Cre)

Passe a fita de cetim em todos os buraquinhos, começando no segundo corte de baixo para cima (Foto: Cre/Blog da Cre)

Finalize com um laço na ponta do coração (Foto: Cre/Blog da Cre)

Está pronto o seu jogo americano romântico (Foto: Cre/Blog da Cre)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Home office em condomínios: é possível conciliar trabalho e moradia?

Mesmo que não exista uma lei específica que regule o home office em condomínios, para se trabalhar em casa é preciso que se observem algumas regras de boa convivência.

Home office em condomínios

Se já não bastassem os problemas com cachorros, garagem e barulho, agora os síndicos têm mais um assunto para se preocupar. Trata-se do Home Office em condomínios, ou em bom português o Escritório em Casa. Tendência que se tornou parte do cotidiano dos condomínios, é comum que profissionais liberais optem por exercer suas profissões em casa.

Motivos da popularização do home office em condomínios

São dois os principais motivos que levam cada vez mais jornalistas, arquitetos, designers, editores, professores e outros profissionais a aderirem ao home office em condomínios. Entre eles o trânsito, sempre caótico nas nossas grandes cidades, e a possibilidade de estar mais perto da família e acompanhar o crescimento dos filhos. Até aí nenhum problema. As vantagens para quem trabalha em casa realmente são muitas. No entanto, para os outros condôminos, talvez o home office em condomínios não seja legal assim.

Não existe legislação vigente sobre o assunto

Apesar de não existir nenhuma lei que impeça um morador de implantar um home office, síndicos e administradoras utilizam o art. 1336, do Código Civil para fixar algumas regras sobre o assunto. “Dar as suas partes a mesma distinção que tem a edificação, e não utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes”.

A circulação de pessoas estranhas em áreas comuns, a maior demanda por funcionários como porteiros, e o aumento de volume em correspondências e entrega de mercadorias são os principais problemas reclamados por condôminos vizinhos de home office.

Atento a essa nova tendência, alguns novos empreendimentos já costumam ser projetados com escritórios nas áreas comuns dos edifícios. São espaços equipados com mesas, internet e sofás que podem ser alugados para eventuais reuniões.

São novos tempos e o síndico precisa lidar com isso. A solução nem sempre é banir determinada atividade, mas encontrar uma solução que fique melhor para ambos. Nesse, e em diversos outros casos relacionados à vida em condomínio, o bom senso deve prevalecer.

Está pensando em montar um home office no seu apartamento? Confira algumas dicas.

O que é permitido ou aconselhável?

– Receber visitas, clientes, ou marcar reuniões, desde que os visitantes não fiquem circulando nas áreas comuns do condomínio.

– Desenvolver atividades que não demandem excessos de visitas e entregas de mercadorias.

– Atividades que não exijam gastos exorbitantes com água e luz.

– Qualquer profissão que não cause nenhum tipo de prejuízo ao condomínio ou ao condômino.

O que não é permitido ou aconselhável?

– Atividades que demandem um fluxo alto de pessoas estranhas ao condomínio entrando e saindo.

– Atividades que possam gerar riscos à saúde de terceiros.

– Excesso de visitas ou reuniões dentro do condomínio.

– Uso de áreas comuns para práticas profissionais como reuniões ou apresentações.

– Uso do hall como sala de espera.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Conheça o porcelanato líquido, solução para um piso sem rejunte

Você sabe quais são as vantagens de escolher o porcelanato liquido para o piso da sua casa? Nós separamos algumas informações para você a seguir. Confira!

Sempre bate uma dúvida na hora de escolher o piso em uma reforma ou construção, é uma escolha difícil e que precisa ser analisada em suas vantagens e desvantagens.

Como uma das opções em destaque, hoje vamos detalhar como funciona o porcelanato liquido. Como aplicar, durabilidade, acabamento, como limpar e outros detalhes para que sua escolha seja bem fundamentada. Vamos lá?

O que é?

É bem comum ouvir falar de porcelanato, são aquelas placas de cerâmica feitas de minerais compactados, usadas para pisos e com uma durabilidade alta. Devido a sua delicadeza, geralmente as peças são aplicadas uma a uma.

Mas e o porcelanato líquido? Bom, na verdade o porcelanato líquido não tem nada de porcelanato. Ele só tem esse nome porque seu resultado uniforme, com muito brilho, fácil de limpar e com alta durabilidade lembra o porcelanato de verdade, feito de cerâmica.

Além disso, o porcelanato verdadeiro quando bem aplicado conta com o mínimo de dilatação em suas junções, o que dá a sensação de um piso único.

Porém, o porcelanato líquido constitui-se de resina epóxi, resina de uretano ou resina de poliuretano e sua aplicação líquida resulta num piso liso e que pode ser uniforme ou desenhado, daí sua fama para ser usado em decoração de ambientes.

Pode ser em cores sólidas, espelhado ou até aplicado transparente sob pisos já existentes ou adesivos.

Como aplicar?

Como citamos, o porcelanato líquido é na verdade uma resina. Por ser uma resina autonivelante quando colocada sobre outra superfície, a aplicação é feita sem muitas dificuldades, basta o auxílio de um rodo.

A forma de aplicar difere para os três tipos de resina que compõe o porcelanato liquido e essa composição é quem vai definir seus cuidados na hora de sobrepor, como o piso ficará quando pronto e até em relação aos cuidados que deverá ter manutenção.

– Resina Epóxi: a resina epóxi é dividida em 3 outros produtos: a própria resina, um componente endurecedor e a carga autonivelante. Os três ingredientes vêm separados e devem ser bem misturados antes da aplicação. Devido ao brilho que proporciona, sua durabilidade e também por ser o primeiro tipo de resina desenvolvido, é o mais utilizado.

É muito resistente e não costuma quebrar ou trincar facilmente a longo prazo, é o mais indicado para áreas residenciais, pois em áreas externas é mais suscetível a mudanças climáticas e pode acabar trincando rapidamente.

– Resina de Uretano: Uma derivação da resina de poliuretano, não usa solventes ou outra mistura. Traz resistência a choques e é bem durável em atrito com produtos químicos, porém é fraco para a incidência de raios UV, logo não é o ideal para áreas externas.

– Resina de Poliuretano: a aplicação da resina de poliuretano é um pouco diferente. Antes da aplicação o piso deve ser todo nivelado e a instalação deve ser feita com rolo, como se tivesse usando tinta de parede. Essa opção tem menos cores e não disponibiliza a versão transparente. Seu uso é mais indicado para áreas externas.

Antes da aplicação de qualquer um dos tipos é preciso preparar o solo de forma básica: limpar, eliminar qualquer possibilidade de poeira ou sujeira menor e impermeabilizar o local que vai receber a mistura.

Cuidados na limpeza

Como dissemos, alguns tipos de resina não se dão bem quando expostas a algum produto químico. Logo, a limpeza requer alguns cuidados especiais.

Após a sobreposição é preciso aguardar o prazo de 24 horas para limpar o local. Para a limpeza utilize apenas água e detergente ou sabão neutros. Devido a sua superfície lisa, é muito fácil fazer essa higienização.

Já a manutenção deve ser feita aproximadamente de 6 em 6 meses ou de acordo com a indicação do seu fornecedor. Apesar de ser um material bem resistente, o porcelanato líquido não se dá bem com móveis sendo arrastados, portanto quando for fazer uma limpeza em casa evite fazer isso, pois vai arranhar o porcelanato.

Vantagens x Desvantagens

Bom, até aqui você já deve ter percebido inúmeras vantagens do porcelanato. De qualquer forma, vamos listar para que você perceba de forma mais clara.

Pontos positivos:

– Fácil limpeza e higienização
– Pode ser aplicado em áreas internas ou externas
– Não tem juntas por ser um “piso único”, logo não acumula sujeiras como os pisos comuns fazem em suas junções.
– Pode ser aplicado por cima de outras superfícies.
– Possui opção de cor transparente, o que pode te proporcionar manter um piso de madeira ou cerâmica, apenas tornando a superfície mais “fácil de limpar”.
– Não absorve óleo, gordura, bebidas, portanto é muito indicado para cozinhas.
– Alta durabilidade se usar a resina correta no ambiente adequado.
– Aplicação simples.
– Custo baixo de manutenção.

Pontos negativos:

– Não permite usar produtos abrasivos ou qualquer produto de limpeza.
– Tempo de secagem superior aos pisos comuns.
– A aplicação deve ser feita por um profissional especializado.
– A aplicação por cima de um piso antigo deve ser analisada antes.
– O material de qualidade é mais caro e não é facilmente encontrado em qualquer loja de construção.

Gostou de conhecer mais sobre o porcelanato líquido? Continue acompanhando nossas diversas dicas de decoração!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Medição individualizada de água traz economia para condomínios

Além de tornar pagamento mais justo ao morador, existem sistemas de monitoramento Wifi com APP Android

A medição individualizada de água virou lei. A nova regra de sustentabilidade ambiental vale apenas para residentes em condomínios novos, conforme a Lei Federal 13.312 sancionada em 12 de julho de 2016, e entra em vigor em 2021.

Foto: DINO

Na maioria dos condomínios o consumo de água é coletivo e representa cerca de 15% dos gastos, segundo pesquisa no site Valor Econômico. O pagamento deste custo acaba sendo rateado entre todos os moradores, tornando impossível saber quem gastou mais e quem economizou no final do mês.

Conhecer seu próprio consumo e pagar sua conta individualmente é fundamental para quem busca evitar desperdícios de água. A medição pode ser feita manualmente com a entrada de um leiturista no condomínio, ou utilizando recursos tecnológicos já existentes no mercado como o sistema de Medição Individualizada Wifi.

Esta nova tecnologia permite a leitura em tempo real do hidrômetro de forma 100% automática, e o morador vê seus dados de consumo pelo computador ou APP mobile de maneira fácil e segura. A Medição Individualizada Wifi traz mais praticidade inclusive ao administrador do condomínio, pois o sistema cria gráficos e relatórios do uso, e sempre que houver consumo excessivo em algum dos apartamentos ou ainda nível baixo no reservatório de água, o sistema Wifi envia alertas no celular do administrador, possibilitando a solução do problema antes que falte água para os moradores.

Quem mora em condomínio garante que a mudança vem para melhorar.“Gostei muito do sistema Wifi, porque além do pagamento ser mais justo, sei o quanto estou gastando, ou se existe algum vazamento no apartamento pelo meu computador,” comenta Davi Nunes, morador de um condomínio em Recife. De acordo com o diretor superintendente da APSA, Leonardo Schneider, a Medição Individualizada pode chegar a uma economia de 30 a 60% no condomínio, e em muitos casos o investimento é pago em dois ou três meses por causa da redução na conta de água.

No seu condomínio ainda é feito o rateio coletivo? Então conheça o Gestag, o melhor sistema de Medição Individualizada Wifi do Brasil.

Acesse: www.gestag.com.br

Website: http://www.gestag.com.br

Fonte:  https://www.terra.com.br

Apartamento pronto para morar ou pronto para mudar? Saiba a diferença

Os apartamentos prontos para morar são uma ótima opção para investir e para morar. Mas você conhece os apartamentos prontos para mudar? Entenda a diferença!

Quando buscamos um novo lar, os anúncios de imóveis novos brilham aos olhos. Afinal de contas, tem coisa melhor do que se mudar para um apartamento novinho em folha? Pronto para chamar de seu e ainda com cheirinho de novo?

Essa é a sensação que todos tem ao conquistar um imóvel novo.

Os ótimos preços e condições de pagamento, além das diversas opções de lazer no condomínio, são ótimos atrativos. Mas, o melhor de tudo, é que, ao apostar nesse tipo de empreendimento, você será a primeira pessoa a morar naquele imóvel.

Outra vantagem de imóveis novos, que acabaram de ser entregues, é que seus moradores poderão mudar-se e já começar a desfrutar do conforto do novo lar em pouco tempo após assinatura da papelada.

Os chamados “prontos para morar” contam, tradicionalmente, com a estrutura mínima necessária para que o proprietário se mude para o local, ou seja, já com instalação elétrica e hidráulica, com os revestimentos (apenas em áreas molhadas, como banheiros e cozinha) e janelas e portas básicas.

Porém, isso não significa que, ao chegar ao apartamento, a família terá tudo realmente pronto para morar sem antes realizar alguns ajustes ou instalações.

Esses apartamentos, por exemplo, não vêm com sistema de ar condicionado instalado. Esse é um ponto importante a se considerar, pensando que, caso o morador queira instalar posteriormente, esse serviço torna-se um pouco mais trabalhoso.

Mas, então, qual a melhor saída?

A boa nova é que já está disponível no mercado o apartamento pronto para mudar. Esse tipo de imóvel tem a facilidade de ser não apenas pronto para o proprietário morar, eles têm como principal funcionalidade todo o conforto necessário para que ele se mude de imediato, sem necessidade de nenhuma instalação prévia.

Nessa opção, além de já ter o apartamento entregue com sistema de ar condicionado instalado, há ainda o cuidado dos idealizadores de entregar o imóvel aos compradores já com os revestimentos colocados.

E mais: o conceito de imóveis prontos para mudar ainda dá ao morador na entrega das chaves alguns dos eletrodomésticos mais necessários para o dia a dia, já instalados!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

 

 

Condomínios buscam alternativas para facilitar o pagamento da taxa mensal

Parcelamento, extinção de multas e troca por serviços são opções


Ilustração: Pagu/CORREIO

A inadimplência sempre foi um entrave na vida de qualquer administrador condominial. Durante o período da crise financeira do país, esse problema se tornou ainda mais presente, em decorrência, principalmente, dos altos índices de desemprego no país. Só no mês de maio de 2018, o Sindicato da Habitação da Bahia registrou um crescimento de 25,2% em relação ao mesmo período do ano passado, mas apesar do avanço no número de ações, a efetividade dos processos tem sido questionada por administradores. Para evitar que o caso vá parar na justiça, e lá permaneça por anos, síndicos buscam alternativas que vão desde os parcelamentos e extinção das multas e juros, até a troca de serviços prestados por devedores pelo perdão das dívidas.

O impacto da crisenas folhas dos condomínios que administra foi sentido de imediato pelo gerente geral da Rane Administração Condominial, Herivalter Pereira. Ignorar a questão não era opção e a judicialização ao menos em um primeiro momento também não parecia uma alternativa muito atrativa, considerando a sobrecarga dos tribunais. Pensando nisso, ele orientou os administradores a convocarem assembleias onde os moradores deliberaram sobre mutirões de parcelamento e perdão dos encargos sobre as taxas atrasadas. “Foi a melhor decisão, pois a justiça não tem resolvido e o condomínio continua com contas para pagar”, explica. “Hoje temos condomínios que parcelam as dívidas em 10 vezes e em casos mais extremos, 20 vezes. As multas e juros também podem ser perdoadas, mas para isso tem que haver diálogo e priorizamos o diálogo sempre”.

“A taxa de condomínio é algo referente a coletividade, por isso é importante buscar uma orientação jurídica antes de tomar qualquer decisão por mais bem-intencionada que seja” – Stéphanie Nery, advogada imobiliária.

Apesar da análise individual dos casos ser uma alternativa, o presidente do  Secovi-Ba e colunista do CORREIO, Kelsor Fernandes ressalta que a concessão feita a um morador, deve ser estendida a todos os membros do condomínio, por isso a importância da discussão do tema em assembleia. Uma outra solução que tem sido considerada por síndicos e administradores é a troca de um serviço fornecido pelo condômino devedor ao condomínio. “Tenho visto casos no qual o condomínio está precisando de uma manutenção do prédio, e por exemplo, há um morador que é engenheiro e se predispõe a elaborar o projeto em troca da quitação das dívidas, pois está desempregado. É uma opção que surge como solução para as duas partes”, aponta. Ele ressalta que o método é totalmente legal e pode ser comparado ao caso dos síndicos que não pagam a taxa condominial em função do serviço administrativo prestado.

Por mais que pareça uma solução fácil a advogada especializada em direito imobiliário, Stéphanie Nery, indica que a troca de um serviço de interesse do condomínio pela quitação da taxa demanda cuidados tanto para a administração como para o condômino. “Algumas convenções proíbem a prestação de serviços por parte dos moradores, caso não haja esse impedimento, recomendo que o condomínio contrate o condômino para a prestação de serviço e após o pagamento, a dívida seja quitada”, explica citando que o método oferece maior segurança para as duas partes. No caso da isenção das multas e juros, apontada como alternativa mais comum, ela explica que a condição deve estar explícita na convenção ou o síndico pode ser responsabilizado. “Temos casos em Salvador em que o síndico foi obrigado a ressarcir o condomínio pois a justiça entendeu que ele não tinha poder de deliberação individual sobre o assunto”, diz. “A taxa de condomínio é algo referente a coletividade, por isso é importante buscar uma orientação jurídica antes de tomar qualquer decisão por mais bem-intencionada que seja”, finaliza.

A melhor forma de negociar sua dívida

Iniciativa Uma das melhores maneiras de evitar a evolução da dívida até a disputa judicial é abrindo um canal de diálogo com a administração. Converse com o síndico, exponha a sua situação e demonstre interesse em solucionar a inadimplência.

Condições Analise os seus limites financeiros e verifique se será capaz de honrar o tamanho das parcelas e as datas de pagamento das prestações. Busque a solução o quanto antes e evite o acúmulo das mensalidades.

Serviço Caso a opção escolhida seja a troca de um serviço necessário ao condomínio pelo perdão da dívida, priorize uma contratação com emissão de nota e  a quitação da dívida após o pagamento, pois o contrato garantirá uma maior segurança jurídica para ambas as partes.

Fonte: https://www.correio24horas.com.br

Como preparar o condomínio para a coleta seletiva

Adequação das instalações e comissão de moradores

 

Adequação das instalações e comissão de moradores

 

 

Ter um plano de ação é fundamental para que a coleta seletiva seja bem sucedida. O ideal é que os moradores interessados formem uma comissão.

Dessa forma, as decisões não ficam tão dependentes do síndico.

É importante que essa comissão seja referendada em uma assembleia, que também aprove a implementação da coleta seletiva.

A comissão deve decidir itens como:

  • O lixo reciclável será separado por material (papel, plástico, vidro, metal, embalagem longa vida) ou todos recicláveis na mesma lixeira? Em geral, há mais adesão quando o projeto prevê  os recicláveis na mesma lixeira.
  • Como essa separação será feita? O condomínio pode distribuir sacos de cor diferente para os materiais recicláveis, assim não há confusão por parte dos funcionários
  • Os funcionários do condomínio irão retirar o material reciclado dos apartamentos ou haverá uma lixeira grande, separada por material, para os próprios condôminos depositarem ali os resíduos? Nesse caso, deve-se levar em conta o preço da lixeira
  • Onde o lixo reciclável vai ser acondicionado até ser coletado?
  • Quem irá retirar a coleta seletiva do condomínio? Seja uma ONG, cooperativas ou empresa, o importante é que haja compromisso na coleta dos recicláveis.
  • Há também empresas que prestam consultoria para o condomínio implantar um programa de reciclagem.Os custos vêm acompanhados de farto material de divulgação, e de seis meses de apoio ao projeto.

Durante a tomada dessas decisões é importante que se leve em conta:

  • O espaço que irá receber os reciclados deve ser ventilado, já que esses materiais são bem inflamáveis.
  • O local deve conseguir abrigar certo volume de lixo, já que cooperativas, empresas ou ONGs em geral retiram de 1 a 2 vezes por semana.
  • Esse ponto também deve ser de fácil acesso tanto para os funcionários do prédio quanto para aqueles que irão retirar o material.
  • Esse material pode ser acondicionado em bags ou contêineres. Veja se na sua cidade a prefeitura oferece algum incentivo para quem deseja implementar a coleta seletiva.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Dia dos Namorados: invista em um jantar em casa

Sugestão é uma saída para evitar filas e economizar. Veja algumas ideias e inspire-se

Se ao pensar no Dia dos Namorados vem automaticamente à cabeça a imagem de filas enormes, a lembrança de horas de espera e a preocupação com a conta bancária, uma saída é apostar em um jantar em casa. “É uma forma elegante e criativa de evitar os transtornos da data, fora a possibilidade de fazer um evento com a ‘cara’ dos pombinhos”, afirma a especialista em decoração e proprietária da For My Guest, Nathalia Prazak.

Para os casais mais apaixonados, a sugestão da especialista é abusar das figuras literais. “Dá para investir sem medo em corações, objetos com as palavras love, amor, declarações como ‘eu te amo’ e fotografias do casal”.

Para os mais contidos, mas não menos românticos, a dica é apostar nos detalhes. “Um guardanapo de tecido em forma de coração, uma taça de vinho com velas dentro, flores e louças de prata ajudam a dar um tom mais sofisticado”.

dia dos namorados, veja como montar uma mesa para jantar em casa

Flores fazem toda a diferença nesse tipo de decoração. Elas podem ser colocadas em vasos, taças, estarem espalhadas pela mesa e até dentro dos cubos de gelo (Fotos: Divulgação/ For My Guest)

Se o que pesa é o bolso, mais um motivo para não sair de casa. “Muitas ideias podem ser feitas com o que já se tem, usando o conceito de faça você mesmo”, diz Nathalia. “Caso não tenha tempo ou habilidade, é possível alugar os itens. O custo da locação de pratos, talheres e copos para um jantar de duas pessoas é, em média, de R$ 50. Com R$ 100 monta-se a mesa completa, com o aluguel de louças, roupas de mesa e objetos decorativos”.

Dia dos Namorados, confira dicas para montar a mesa de jantar perfeita

Casais mais românticos podem apostar em louças mais finas, como talheres e sousplat de prata. Itens podem ser alugados, em média, por R$ 50 (Fotos: Divulgação/ For My Guest)

De acordo com a especialista, seja qual for a pedida, uma coisa é certa: “vela, vinho, flores e boa comida é receita para nenhum casal botar defeito”.

Dia dos namorados, saiba como decorar a mesa para fazer um jantar romântico em casa

Fotografias e livros são recursos sem custo que trazem bastante charme e personalização à mesa (Fotos: Divulgação/ For My Guest)

Sugestão de prato para o Dia dos Namorados

jantar dia dos namorados, confira sugestão de prato para a data

Um prato leve para celebrar a data, o risoto de cenoura com gengibre promete deixar a noite do Dia dos Namorados ainda mais especial (Foto: Pedro Klingenfuss/Arquivo Pessoal)

Risoto de cenoura com gengibre

Ingredientes:

1 colher (sopa) de azeite de oliva extra virgem
1 cebola pequena finamente picada
3 dentes de alho finamente picados
1 colher (sopa) cheia de gengibre ralado
1 cenoura crua ralada
1 xícara de arroz arbório
3/4 de xícara de vinho branco seco
2 xícaras de suco de cenoura (uma garrafa de 500ml)
2 a 3 xícaras de caldo vegetal ou caldo de carne caseiro
1/3 de xícara de queijo parmesão ralado na hora
1 colher de manteiga
Sal e pimenta do reino branca a gosto

Preparo:

Aqueça ligeiramente o azeite na panela e acrescente as cebolas. Mexa bem a coloque o alho picado. Mexa até que comecem a dourar. Acrescente o gengibre e a cenoura ralada. Acrescente o arroz mexendo por um minuto. Acrescente o vinho branco. Quando o vinho secar, acrescente uma xícara de suco de cenoura, mexa e tampe. Repita este procedimento com o caldo de preferência sempre que o líquido secar, até que o arroz esteja ‘al dente’, em cerca de 12-15 minutos.

Quando estiver quase no ponto ( teste: o arroz deve ter um pequeno ponto branco no meio dele), coloque a outra metade do suco de cenoura, o queijo parmesão, manteiga, sal e pimenta. Mexa bem, desligue o fogo, tampe de deixe e descansar por dois minutos. É importante que o risoto não pode estar muito líquido, deve ter consistência.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Seixo é a nova tendência de decoração

Já ouviu falar no Seixo? Saiba como usar essa nova tendência em ambientes internos e externos e decore de um jeito novo o seu lar.

Não há dúvida de que decorar ambientes, sejam eles em áreas pequenas ou maiores, dentro ou fora de casa, acaba virando um hobby. Pra quem busca novidades na área vamos falar sobre o uso de seixos na decoração e quais os tipos de seixo correto para cada ambiente.

Talvez você não esteja ligando o nome a “pessoa”, mas seixo nada mais é do que aquelas pedrinhas lindas e delicadas que geralmente são usadas para ornamentar jardins ou vasos de planta. No entanto, a nova tendência é usar seixos também na área interna do imóvel, além de encontrar outras utilidades para essas pedrinhas sem ser como revestimento de paredes, chão e etc.

Nosso artigo de hoje vai mostrar como aproveitar essa nova opção e deixar seus ambientes muito mais bonitos e agradáveis.

Tipos de Seixo

Os seixos são conhecidos também como pedrinha de rio, justamente pelo local em que costumam ser encontrados. Como estão sempre em locais molhados, possuem superfície lisa e formato arredondado devido a ação da água na rocha. Essas pedras são fragmentos de minerais ou rochas, geralmente quartzo.

Como são muito usados em paisagismo e construção civil, existem também os seixos artificiais, criados pela indústria. Geralmente a pedra usada para o seixo artificial é a dolomita.

Esse tipo de seixo artificial adquire uma forma arredonda através da rolagem em máquinas e passa a ser conhecido como seixo britado.

Como usar o seixo na decoração

O uso do seixo é bem diverso e pode ser aplicado de várias formas, em áreas úmidas, externas, internas e até soltos, sem a necessidade de revestimentos. Vamos destacar as formas mais usadas e outras possibilidades.

Parede

Uma das opções mais populares, o seixo em parede é usado das mais diversas formas. Em áreas externas pode ser apenas uma parede diferente ou fazer parte do jardim. É importante destacar que existem várias cores de seixos, mas por ser uma pedra natural, não são idênticas e as cores podem variar em seus tons. Mesmo o seixo artificial não tem sua padronização garantida.

Outro ponto importante é saber que quanto mais escura a pedra for, mais baixo será o valor cobrado por ela. Nessa foto externa, vemos o seixo usado como decoração de um jardim.

Piso

Não tão usual, o seixo pode ser usado em conjunto com outro tipo de piso. Na foto abaixo vemos o trabalho de decoração do seixo em conjunto com a madeira, sendo usado apenas na área onde a mesa está disposta. É claro que nesse sentido pode haver mudanças e o seixo pode criar desenhos no piso, ser usado apenas como detalhe em laterais e etc.

Uma dica importante sobre o seixo como piso é não o colocar em uma área tão grande, pois por ser irregular e causar dificuldades para andar devido ao seu formato desconfortável e também pode causar algum acidente por ser uma pedra lisa.

Para evitar esse tipo de acidente, cabe intercalar o seixo com outros tipos de materiais que o torne mais firme.

Cozinha

Um excelente exemplo de como o seixo pode ser aproveitado em ambientes internos e sem a associação com a natureza. A parede foi toda revestida de seixo e a cor (branca em sua maioria, mas com tons de cinza) acompanha a paleta do armário em tom cinza mais escuro e do cinza metálico da torneira e do relógio.

A questão aqui é a limpeza da parede, já que a cozinha é uma área que costuma acumular gordura naturalmente.

A limpeza não pede nenhum produto especial, apenas com água o seixo volta ao seu estado natural. Porém, como a cozinha acumula resíduos mais facilmente, o uso de esponja e sabão neutro associado a uma limpeza mais recorrente seja o ideal.

Banheiro

Existem duas opções para usar seixo no banheiro. Além da mesma receita da cozinha, sendo apenas uma parede diferente, o seixo pode ser usado como decoração para a pia. Nessa foto eles foram colocados soltos em uma pia de madeira com a superfície de vidro. O uso das pedras na cor branca combina com a escolha das louças também em cor clara.

Na foto foi usado apenas o seixo, mas se for uma casa pequena e o dono do imóvel queira ter um pedacinho de natureza na área interna, essa área seria perfeita para um jardim.

É claro que pela dificuldade de manutenção as plantas escolhidas devem ser aquelas que não necessitam de tantos cuidados, como as suculentas.

Jantar

Uma forma bem inusitada de usar o seixo, como decoração em mesas de jantar ou almoço ao ar livre. Imagine um casamento no campo, na praia e aquela mesa linda com o acabamento em seixo.

Nas fotos abaixo ele foi usado como detalhe no guardanapo, com opção lisa ou desenhada, e como decoração junto com as velas. Qualquer das opções deixa a mesa charmosa e de uma forma muito econômica.

Jardim artificial

Quer trazer um ar de natureza para dentro de casa, mas não tem tempo nenhum para cuidar de plantas, nem mesmo aquelas mais independentes? Olha essa ideia de como usar seixo na decoração.

Olhando rápido nem dá para perceber, mas não são cactos nesses vasos de planta. Aqui os seixos maiores foram pintados em tons de verde e substituem os cactos naturais, enquanto os seixos bem menores na cor branca fazem a função de segurar os “cactos” e embelezar o jardim.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Vítima de furto em condomínio deve ser indenizada?

Rodrigo Ferrari Iaquinta*

Rodrigo Ferrari Iaquinta. FOTO: DIVULGAÇÃO

A segurança é um dos principais temas do cotidiano dos brasileiros, ainda mais em grandes cidades – nas quais a exposição a riscos é constante. Nesse sentido, tal problemática também é enfrentada nos condomínios. Moradores buscam, cada vez mais, se precaverem de situações de violência. Mas, quem é o responsável se ocorrer um roubo ou furto dentro do condomínio?

A questão já foi muito discutida nos tribunais de todo país. Hoje, o entendimento consolidado é o de que o condomínio só poderá ser responsabilizado se tal previsão constar expressamente na convenção condominial. Assim, quando não há previsão expressa de responsabilização condominial, não existe, via de regra, qualquer responsabilidade do condomínio.

Na hipótese de ausência de previsão e de interesse dos condôminos de discutirem essa possibilidade, é imprescindível a convocação de uma assembleia condominial na qual seja colocado em votação o tema. É necessária a aprovação de 2/3 (dois terços) dos votos dos condôminos, conforme dispõe o artigo 1.351 do Código Civil.

Por outro lado, na hipótese de contratação de empresas de segurança, desde que comprovada a falha na prestação do serviço por parte da empresa contratada, essa pode vir a ser responsabilizada. No entanto, se ficar comprovado que o condômino deu causa, facilitou ou foi desidioso com as regras de segurança do condomínio, nem a empresa de segurança e nem o condomínio poderão ser responsabilizados por conta da culpa exclusiva da vítima ou de terceiro (no caso outro condômino).

No caso, se foi outro morador que facilitou o ingresso de meliantes, não há como se responsabilizar nem o condomínio e nem a empresa de segurança. O responsável será o próprio morador.

É importante destacar que a escolha de um prestador e serviço de excelência, com funcionários treinados e experientes, é de suma importância. Por outro lado, o condômino deve ter claro que também deve adotar medidas que não coloquem em risco o condomínio. Ele deve colaborar com as regras de segurança e estar atento para não perder cartões de acesso, para não desrespeitar funcionários que exijam o controle de acesso e informar placas de visitantes com a máxima segurança, entre outros atos que podem ser estabelecidos nas assembleias visando o bem comum.

Dessa forma, é fundamental que o síndico e que todos os moradores conheçam bem o regramento que existe na vida condominial. Além disso, ainda que seja a função do síndico administrar diretamente a coisa comum, é importante que haja uma consciência coletiva de todos os moradores para que, suspeitando de falhas na prestação dos serviços, falhas em geral na administração e até mesmo condutas reprováveis dos próprios moradores, desidiosos com as regras de segurança, sejam reportadas às pessoas responsáveis. Tudo isso para tornar a vida em comum mais segura e saudável.

* Rodrigo Ferrari Iaquinta é advogado do Departamento Imobiliário do Braga Nascimento e Zilio Advogados

Fonte: http://politica.estadao.com.br

Inadimplente em assembleia

Devedor não deveria participar e nem votar no encontro

Devedor não deveria participar e nem votar no encontro

Em muitos condomínios, quem não está em dia com as suas obrigações condominiais ainda consegue assistir a assembleia, sem, contudo, votar.

Para o advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat, o mais indicado é não permitir que isso aconteça.

“Penso que o melhor é criar essa cultura no condomínio, de não permitir a presença do devedor em assembleia”, analisa ele.

Veja mais no vídeo

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Aproveitando os espaços: decoração para debaixo da escada

Grandes aliadas na decoração, as escadas podem transformar ambientes. E tem como decorar até mesmo debaixo delas. Veja como a seguir!

Decorar ambientes tem sido o novo hobby de muita gente, com o auxílio da internet é possível criar espaços e aproveitar locais que nós jamais pensaríamos em utilizar. Isso acontece muito com a escada.

Isso mesmo, esse espaço que deveria apenas servir para nos levar de um andar a outro da casa pode deixar de ser apenas um local de passagem e passar a ter outras funções se o dono da residência souber usar a criatividade.

Como hoje em dia as casas e apartamentos tendem a ser cada vez mais apertados e os novos imóveis em construção já chegam ao mercado em uma metragem menor, é preciso aprender a aproveitar os espaços que os imóveis possuem e utilizá-los da melhor forma possível.

Separamos algumas ideias que podem ser executadas facilmente e são capazes de transformar qualquer escada em um item da sua decoração.

1. Home Office

Já pensou em ter aquele cantinho de estudo ou trabalho, mas não tem um cômodo para isso e nem enxerga espaço no ambiente? Coloque-o embaixo da escada. Na foto que usamos para ilustrar essa ideia, podemos ver o quão simples é ter esse ambiente.

A mesa é uma prateleira extensa e larga que foi apoiada em um dos degraus. A extensão é perfeita para conter o básico: telefone, notebook, papel, caneta e espaço para se movimentar. Note que a altura é perfeita para colocar um armário abaixo da superfície da mesa.

O espaço pode ser delimitado com um papel de parede diferente, decorado com pequenos quadros ou conter um painel de avisos, vai da sua criatividade e necessidade.

2. Banheiro

Que tal um banheiro para as visitas? Como ele será apenas para uso de visitantes, não há a necessidade de incluir box com chuveiro, basta uma pia pequena, um vaso sanitário e um espelho. Ou seja, um lavabo.

Na foto abaixo podemos perceber que o espaço é pequeno, mas foi bem decorado e muito bem aproveitado. A porta acompanha a linha da escada e o ambiente interno pode ser decorado da maneira que o proprietário achar melhor.

Tenha cuidado apenas com ambientes úmidos, pois é quase certo que esse espaço não terá janelas.

3. Estante de livros

Talvez essa seja a forma mais conhecida de aproveitar uma escada. Usar o espaço abaixo para incluir prateleiras ou colocar um armário embutido para incluir livros. Na verdade, o espaço pode ser usado para qualquer objeto: livros, quadros, miniaturas, retratos e etc.

Se for de fato usar o espaço para livros, cuide para que não acumule poeira.

4. Jardim

Tem gente que não abre mão de ter um pouquinho da natureza dentro de casa, considerando que vivemos em um mundo com cada vez mais concreto, a ideia é perfeita.

Possivelmente o espaço não receberá iluminação natural, nesse caso prefira plantas que possam ser criadas a sombra. Lembre-se também de usar plantas que não necessitem de muita manutenção ou que não precise ser regada constantemente.

Afinal a escada pode se tornar úmida e o ambiente molhado pode causar problemas na residência.

5. Casinha do animal de estimação

É notório que os animais sempre estiveram presentes na vida de muitas famílias. No entanto, de alguns anos para cá, alguns casais até evitam ter filhos e preferem criar animais domésticos, tratando esses bichinhos como verdadeiros filhos e membros da família.

Com isso, aquela história do cachorro cuidar da casa e dormir no quintal já era. Agora eles vivem no mesmo ambiente que os donos e alguns até dormem na mesma cama.

Se você quer manter seu animal confortável e por perto, mas não gosta que ele suba em móveis, que tal usar o espaço da escada para criar o ambiente dele dentro de casa?

Na foto vemos que a escada obteve uma pequena abertura na parte de baixo e recebeu a decoração indicativa de que ali vive um animalzinho. O espaço interno pode ser preenchido com espumas, colchões vendidos em lojas especializadas e brinquedos para seus pets.

6. Bar

Ter um bar em casa também é uma ótima alternativa para usar o espaço da sua escada. Um pequeno balcão, duas ou três prateleiras, alguns bancos e está pronto um espaço onde suas visitas poderão se divertir.

Dividir seus convidados entre a sala, a cozinha e o bar pode ser uma boa pedida para uma recepção em casa, sem contar que o charme de um bar embaixo da escada seria uma atração à parte.

7. Organização

Coisas para se guardar e organizar em uma casa é o que não falta. A escada também pode ser usada para esse fim. Divida o espaço com quadrados e coloque caixas organizadoras ou cestas. Se a escada for próxima à porta, instale ganchos para que suas visitas possam pendurar casacos, bolsas, entre outros itens.

Nada impede que o espaço também receba algum item decorativo. Existem inúmeras outras possibilidades para aproveitar a escada em sua decoração, use sua criatividade e surpreenda a todos usando esse espaço de uma forma diferente.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Guarda de chave na portaria pode trazer problemas

Muitos moradores têm o habito de deixar a chave do apartamento na portaria – quando viajam ou mesmo no dia a dia – para filhos, parentes ou para prestadores de serviço como empregados domésticos.

Guarda de chave na portaria pode trazer problemas

Outra situação é aquela em que os proprietários deixam a chave com porteiros ou zeladores quando o apartamento está disponível para locação ou venda prática que acaba favorecendo a entrada de desconhecidos no condomínio e fragilizando a segurança. Diante de tais situações, pergunta-se: qual a responsabilidade jurídica do condomínio se houver algum problema como furtos, danos no imóvel e entrada de pessoas não autorizadas?

Para o advogado Felipe Luz, especialista em Direito Imobiliário, se ocorrer algum evento (furto, dano) e ficar comprovado que houve relação desse evento com alguma ação ou omissão do porteiro que estava com as chaves, o condomínio pode ser, sim, responsabilizado nos termos do artigo 186 e 927 do Código Civil. “Esta prática, acredito, não deve ser utilizada, não apenas por questão de segurança, mas também por uma questão administrativa. Imaginem se todos os condôminos resolvem deixar as chaves na portaria”, pontua o advogado.

Especialista em Direito Processual Civil, com extensão em Advocacia Condominial, o advogado Guilherme Diehl de Azevedo lembra que sempre que se deixa algo em poder de outra pessoa para que esta a guarde por um período determinado ou por alguma situação, o que se está realizando, em verdade, é um contrato de depósito. Assim, toda e qualquer questão referente a essa situação deve respeitar os ditames do Código Civil em seus artigos 627 a 646.

A exemplo do advogado Felipe Luz, Azevedo também lembra que o Código Civil dispõe acerca da responsabilidade civil para casos onde o dever legal ou contratual, uma vez descumprido, gera danos à outra parte (artigos 186 e 927). Exemplo: o condômino entregou as chaves para que fossem entregues ao seu filho, mas o porteiro as entregou a estranhos e estes furtaram objetos do imóvel, o porteiro terá o dever de indenizar o condômino nos prejuízos causados pela sua ação.

No entanto, mesmo que o porteiro não tenha autorização para ficar com as chaves, se ficar, o condomínio é responsável por todas as suas ações, posto que é seu empregador. Se, ao contrário, o condômino entrega suas chaves ao porteiro sob determinação de que as mesmas fossem entregues ao seu filho e/ou a terceiros determinados, como, por exemplo, algum representante de uma imobiliária, e estes, recebendo as chaves, acabam gerando danos ao imóvel, o condômino não tem direito de exigir posterior reparação de eventuais danos ocasionados pelas pessoas autorizadas por si a retirarem a chave.

Saiba mais

Toda e qualquer regulamentação condominial deve ser decidida em conjunto entre os condôminos, que deverão avaliar a necessidade de determinada conduta. Se os condôminos, em assembleia, decidirem por permitir que os funcionários recebam as chaves, estes, então, deverão ser orientados para seguir estritamente as recomendações do condômino. Sem esquecer que a prática passa a integrar as normas do condomínio, com os devidos esclarecimentos legais.

A fim de garantir maior resguardo do condomínio, a guarda das chaves deve ser feita com o preenchimento por escrito das devidas determinações referentes ao que o condômino deseja que seja feito comas mesmas. Assim, o condomínio garante que, tendo sido adotadas todas e tão somente as determinações expressas pelo condômino, não possuirá qualquer responsabilidade por eventuais danos causados.

Fonte: CondomínioSC

Copa do Mundo em condomínios

Veja alguns cuidados para aproveitar esta época do ano com tranquilidade e segurança

Veja alguns cuidados para aproveitar esta época do ano com tranquilidade e segurança

A Copa do Mundo da Rússia está se aproximando, e é muito comum, nesta época do ano, alguns moradores passarem dos limites, gerando incômodo para os demais condôminos.

Por isso, para que a paixão nacional não atrapalhe a ordem do condomínio, o síndico precisa também entrar em jogo e traçar seu ‘esquema tático’ para relembrar algumas regras básicas da boa convivência.

Pensando nisso, o SíndicoNet falou com especialistas sobre qual deve ser a postura do síndico e quais providências tomar para evitar transtornos e desgastes que possam abalar a harmonia do condomínio.

 “A Copa do Mundo é um momento de festa e confraternização, especialmente nos jogos do Brasil. É preciso estar atento apenas a algumas regras e fazer valer o bom senso para garantir a diversão e evitar problemas com a segurança, o bem-estar e a comodidade dos moradores de condomínios”, comenta Angélica Arbex, gerente de relacionamento com o cliente da Lello Condomínios.

Comunicando as regras durante o período da Copa

Algumas regras de etiqueta devem ser observadas, como evitar barulho em excesso e uso das áreas comuns pelos visitantes. O uso de fogos de artifício nas sacadas dos apartamentos deve ser evitado. (veja mais abaixo sobre fogos de artifício)

De acordo com a advogada especializada no ramo, Gabriele Gonzaga Bueno Garcia, é interessante que seja enviada uma cartilha amigável para os moradores, enaltecendo o momento festivo, mas também esclarecendo as regras e alertando que o descumprimento destas gerará multa.

Agora, se o condomínio tiver um histórico constante de problemas com moradores que costumam abusar em dias de jogos, festas e confraternizações, a advogada orienta que essa cartilha pode ser ainda mais enfática, informando que, dependendo da infração, será chamada a autoridade policial, podendo o condômino, além de pagar a multa, responder por processo criminal.

Criando um espaço coletivo para assistir os jogos no condomínio

Uma boa alternativa para integrar os moradores e aproximar a convivência é organizar um espaço na área comum para assistir aos jogos.

Nesse caso, a advogada consultora do Grupo Graiche, Laila Bueno, sugere realizar uma pesquisa prévia entre os moradores, a fim de verificar se a ideia da festa coletiva é de interesse da maioria.

Se assim for, é preciso se organizar para que seja definida a forma da realização dos eventos e jogos, assim como a divisão das despesas.

“Aconselho sempre a união dos moradores em eventos como estes, o que contribui com o melhor convívio social e convivência em harmonia”, diz a advogada Gabriele.

E é assim que o condomínio de responsabilidade da síndica profissional e proprietária da Sindinero Serviços, Valéria Martins Del Nero, vai fazer. Neste ano, ela planejou remanejar um espaço da garagem para o uso de grupos de moradores nos dias de jogos do Brasil.

“Vamos montar um espaço com televisão de 55 polegadas e tecnologia 4K, espalhar pufes para acomodação de todos os que frequentarem o espaço e disponibilizar bebidas não alcoólicas e petiscos. Essa medida vem de encontro à necessidade de um melhor controle nesta época, pois muitos moradores se reunirão em um único espaço, facilitando o controle da vigilância e zeladoria do condomínio”, conta ela.

Em relação ao salão de festas, se houver muita procura pela reserva do espaço para os dias de jogos do Brasil, a orientação é para que o síndico promova um sorteio entre os condôminos.

Segurança redobrada ao receber visitas

Segundo levantamento da Lello, cerca de 30% dos moradores de condomínios de São Paulo devem receber visitantes, o que representa o dobro do registrado em finais de semana. Por isso, alguns cuidados devem ser redobrados, especialmente em relação à segurança. O recebimento de visitas deve seguir o estabelecido no regulamento interno de cada condomínio.

No caso de festas e confraternizações, é importante que os condôminos deixem uma lista de convidados na portaria, site do condomínio ou aplicativo da empresa de portaria remota, com nome completo e, se possível, número do RG, para conferência.

Para garantir reforço na segurança, a Lello sugere que, se possível, os síndicos evitem dar férias aos funcionários nesta época do ano.

Televisão para o porteiro, pode?

A atenção dos funcionários da portaria também deve ser redobrada durante a Copa. José Elias de Godoy, consultor de segurança e autor de dois livros sobre o assunto, sugere liberar para os porteiros mais fanáticos um rádio para acompanhar os jogos.

“Televisão deve ser evitada, assim como os celulares com TV. A visão dos porteiros deve estar toda voltada para a entrada e guarita do condomínio para eliminar qualquer grau de risco”, afirma ele.

Além disso, ele deve ser instruído a fazer uma triagem rigorosa e individualizada no controle de acesso, impossibilitando a entrada de pessoas em grupos e pedindo aos condôminos uma lista de visitantes, como em dias de festas.

Decoração das áreas comuns e interna

Decoração é outro tema que gera polêmica entre os moradores, e para evitar problemas, muitos condomínios preferem aprovar em assembleia o que pode ou não ser colocado nas varandas dos apartamentos em época de festa.

Mas no geral, Gabriele explica que é vedada a decoração nas áreas comuns do condomínio sem a aprovação dos moradores, a ser realizada por meio de assembleia.

Também é vedada a utilização de tintas nas áreas comuns dos condomínios. Já a decoração interna do apartamento não precisa de nenhuma aprovação do condomínio.

“Vale o bom senso. Fazer bandeiras e fixar de forma que não estrague a pintura e pendurar bexigas, faixas, etc podem sim. Mas no início e fim é feito a vistoria com fotos e após o termino do campeonato se não estiverem iguais, os responsáveis devem arrumam e pagam pelos custos dos serviços, mas nunca tivemos este tipo de problema”, conta o síndico profissional Luciano Gennari.

Legislação sobre fogos de artifícios

A questão de fogos de artifícios é muito discutida também nos condomínios.

Pela legislação, são permitidos os fogos classificados de menor risco, que podem ser comprados por qualquer pessoa, inclusive menor de idade.

De acordo com a advogada Gabriele, eles são aqueles classificados como A e B no Decreto nº 3665 de 20 de novembro de 2000, tais como:

  • Classe A: a) fogos de vista, sem estampido; b) fogos de estampido que contenham até 20 (vinte) centigramas de pólvora, por peça; e c) balões pirotécnicos;
  • Classe B: a) fogos de estampido que contenham até 25 (vinte e cinco) centigramas de pólvora, por peça; b) foguetes com ou sem flecha, de apito ou de lágrimas, sem bomba; e c) “pots-à-feu”, “morteirinhos de jardim”, “serpentes voadoras” e outros equiparáveis.

É vedada a utilização de fogos classificados como maior risco que estão localizados na modalidade C e D da legislação, sem a licença da autoridade competente.

  • Entre estes fogos estão: a) fogos de estampido que contenham acima de 25 (vinte e cinco) centigramas de pólvora, por peça; e b) foguetes, com ou sem flecha, cujas bombas contenham até 6 (seis) gramas de pólvora, por peça; d) fogos de estampido, com mais de 2,50 (dois vírgula cinquenta) gramas de pólvora, por peça; e) foguetes, com ou sem flecha, cujas bombas contenham mais de 6 (seis) gramas de pólvora; f) baterias; g) morteiros com tubos de ferro; e, h) demais fogos de artifício.

“Destaco que a utilização dos fogos de menor potencial só pode ocorrer fora do alcance dos seguintes ambientes: na classe a: portas, janelas, terraços, etc., dando para a via pública; na classe b: portas, janelas, terraços, etc., dando para a via pública e na própria via pública; e nas proximidades dos hospitais, estabelecimentos de ensino e outros locais determinados pelas autoridades competentes”, aponta Gabriele.

A permissão ou a proibição do uso de fogos deve estar prevista no regulamento interno do condomínio. Caso não exista nenhuma previsão, recomenda-se que o síndico ou ¼ dos moradores convoquem uma assembleia para aprovar a vedação ou permissão da queima de fogos de artifícios dentro do condomínio.

Por fim, é importante ressaltar que a utilização indevida de fogos de artifícios pode gerar, em face do condômino infrator, multa por parte do condomínio, processo criminal (respondendo este pelo artigo 251 do Decreto-Lei Nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940) e processo na esfera cível (indenização por dano material e moral, se o caso).

No caso da esfera cível, vale lembrar que também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.

Fonte: SíndicoNet

Escolher apartamento para comprar exige conhecer situação do condomínio

Escolher um apartamento para comprar exige muito mais do que conhecer a unidade, verificar seu preço e estado de conservação ou mesmo a região onde o prédio está localizado. A situação do condomínio é fundamental e deve pesar na hora da decisão. A orientação é da Lello, empresa líder em administração de condomínios no Estado de São Paulo.

O primeiro passo, essencial, é conhecer as regras do condomínio, por meio de sua convenção e regimento interno, para verificar as normas para mudanças, festas, uso das áreas comuns, barulho e presença de animais de estimação, entre outras.

Os interessados na compra também devem verificar como é o sistema de funcionamento da garagem, quais equipamentos de segurança o condomínio possui, se há manutenção rotineira de elevadores, bombas e portões e se os equipamentos de combate a incêndios estão com a validade em dia.

Outro item importante é verificar qual é o índice médio de inadimplência do condomínio, que mede o total de boletos em aberto por mais de 30 dias. “Índices acima de 6% são preocupantes, pois comprometem o fluxo de caixa e, consequentemente, a capacidade de o condomínio pagar suas contas em dia”, diz Angélica Arbex, gerente da Lello Condomínios.

Segundo Angélica, é importante que os interessados em comprar um apartamento também se certifiquem como é feita a prestação de contas mensal do condomínio. “Esse procedimento deve ser totalmente transparente, com a descriminação de todos os itens. O futuro morador deve desconfiar de prestações que contenham, por exemplo, valores com indicação de recibo não identificado”, alerta.

A gerente da Lello Condomínios também orienta quem vai escolher um novo apartamento para morar a verificar a situação trabalhista do condomínio, uma vez que pendências com a Previdência Social ou processos movidos por ex-funcionários podem onerar a cota do condomínio e desvalorizar o patrimônio.

Em condomínios com grandes áreas de lazer, convivência e entretenimento, é necessário verificar, ainda, como é feita a manutenção desses espaços, que podem ficar ociosos e abandonados caso não haja um uma gestão adequada, comprometendo, mais uma vez, o patrimônio comum e desvalorizando os apartamentos.

Fonte: https://www.terra.com.br/

Cuidados na hora de fazer obras em apartamentos amenizam transtornos

Normas estabelecidas por condomínios e legislação precisam ser respeitadas

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A aposentada Norma Tomassini, de 79 anos, criou um novo hábito recentemente. Quando não tem tarefas para fazer na rua, ela desce até a portaria e fica fazendo palavras cruzadas. A atividade, entretanto, não é um agradável passatempo. Dona Norma está fugindo do barulho de duas obras que tiraram seu sossego há aproximadamente um mês.

— Estou vivendo um inferno — resume ela, que mora em um prédio de nove andares e tem uma obra no piso inferior e outra no mesmo que o dela. — Em alguns dias, tive a sensação de que o prédio viria abaixo. Parecia o barulho de trabalhadores quebrando asfalto na rua.

Histórias como a da moradora revelam um ponto sensível na maioria dos condomínios. Afinal, o barulho e a sujeira causados por uma obra são capazes de deixar qualquer santo com os nervos à flor da pele. Essas intervenções são inevitáveis, mas algumas ações podem amenizar os incômodos.

No caso de dona Norma, o que mais irrita é a falta de comunicação e cordialidade por parte dos responsáveis. Ela afirma que não foi informada sobre cronogramas e ações e, em um dos apartamentos, não foi bem recebida ao tentar dialogar.

PORTAS ABERTAS

É por isso que o arquiteto Chico Viana é entusiasta da política da boa vizinhança. Segundo ele, esse é o principal caminho para evitar bate-boca no condomínio.

— Certa vez, um vizinho estava reclamando e o convidei para conhecer a obra. Feito isso, ele ficou mais tranquilo, porque entendeu tudo o que estava acontecendo — conta ele.

E esse comportamento, segundo Viana, precisa vir acompanhado de concessões dos dois lados. Ele ilustra isso com outra história pessoal:

— Fazíamos a reforma de um apartamento no andar superior ao de um casal que tinha um bebê. Então, combinamos que não faríamos barulho enquanto ele estivesse dormindo e estabelecemos horários para isso.

O arquiteto também lista uma série de cuidados de ordem prática capazes de diminuir os transtornos. Segundo ele, os próprios condomínios costumam estabelecer normas com esta finalidade, que devem ser respeitadas. Na Zona Sul do Rio, por exemplo, quase todos os prédios já proíbem o uso de marteletes (martelos elétricos que servem para romper concreto e cerâmica).

AÇÕES PRÁTICAS

Outro cuidado recomendado por Viana é evitar o corte de materiais dentro do apartamento, como peças de mármore.

— O ideal é tirar as medidas e fazer apenas a instalação no local. Isso evita barulho e poeira — recomenda ele.

A poeira, aliás, também pode ser amenizada de outras maneiras. Obviamente não se pode vedar todo o local de obra, porque isso poria em risco a saúde dos trabalhadores. Mas, quando possível, janelas e saídas que dão para as áreas de circulação podem ser fechadas. Já os vãos embaixo das portas devem ser tapados com uma flanela úmida.

— Se a sujeira chega até as áreas de circulação, também é importante ter um servente fazendo a limpeza rotineiramente — acrescenta Viana.

O engenheiro mecânico David Gurevitz acrescenta que os cuidados também devem levar em consideração os transtornos que podem aparecer após a conclusão da reforma. Neste caso, cabe ao proprietário o cuidado com os profissionais contratados.

— Sempre devem ser pessoas idôneas. Caso contrário, corre-se o risco de prejudicar instalações como as redes elétricas e hidráulicas, afetando outros apartamentos. Quando isso acontece, novas intervenções são necessárias, causando ainda mais dor de cabeça aos vizinhos — alerta o engenheiro.

Os impactos físicos na vizinhança estão sempre no radar da aqruiteta Luciana Machado.

— Não podemos deixar nenhum cuidado de lado. Os problemas aparecem e resolvemos o mais rápido possível. Se uma parede de vizinho aparece trincada, vamos lá e arrumamos. Se o gesso trinca, vamos lá e reparamos. Minha equipe ajuda bastante. São todos muito solícitos em resolver os problemas — garante ela.

O arquiteto Mario Glasberg também defende que, na hora de fazer uma obra, comunicar com clareza deve ser prioridade.

— Sempre agi assim e nunca tive rejeição. Também cuido da limpeza do local e faço uma combinação prévia com síndicos e porteiros sobre o descarte de resíduos. Além disso, providencio a proteção do elevador para o transporte de materiais — lista o arquiteto.

Mas nem todos adotam essas condutas. Segundo o advogado Arnon Velmovistky, especializado em direito imobiliário, sujeira nas áreas comuns e obras sem autorização legal são os problemas mais recorrentes.

O advogado pondera que dificilmente uma intervenção não causará incômodos. Mas existem limites para isso.

— Os prédios devem criar regulamentos, tais como responsabilizar o proprietário pela limpeza diária das partes externas afetadas, o horário de entrada de materiais, para não sobrecarregar o elevador o dia inteiro, e a proibição de depósito de material nas áreas comuns — aconselha o advogado.

Há também restrições na legislação, como a Lei do Silêncio, que estipula os limites máximos de ruídos produzidos, mesmo em horário diurno. Em caso de desrespeito, a vítima pode registrar boletim de ocorrência na delegacia policial ou ligar para o 190.

— É possível também entrar com uma ação de obrigação de não fazer, quando a situação se apresentar de forma continuada — finaliza Velmovistky.

Algumas regras:

Entulhos. O regimento interno regula o assunto, mas também pode-se aplicar o Código Civil. O artigo 1336, inciso IV, estabelece que os condôminos devem dar às “suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes”.

Fachada. O Código Civil também prevê como dever do condômino “não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas”. A mesma regra se aplica em intervenções que visam a anexar a varanda na sala para construir apenas um ambiente.

Remoção de pilastras. Depende da contratação de um engenheiro calculista, que apresente o cálculo estrutural ao condomínio.

Horários. Todas as ações, como atuação de profissionais e recebimento de materiais de construção, devem respeitar o que diz o regulamento interno de cada prédio residencial.

Fonte: Arnon Velmovistky, advogado especialista em mercado imobiliário, O Globo

Cama elevada: alternativa para ambientes pequenos

Se você tem um ambiente pequeno e gostaria de aproveitá-lo melhor, não deixe de conferir a novidade para esse tipo de cômodo.

Com o passar do tempo temos visto um número alto de lançamentos, especialmente apartamentos, nas grandes cidades. Mas contrário à quantidade de opções, os tamanhos andam cada vez mais reduzidos, necessitando de móveis planejados, adaptados especialmente para cômodos pequenos. Nos quartos, a tendência que tem sido adotada é a das loft beds, conhecidas em português como camas elevadas.

As camas elevadas são geralmente adaptadas em quartos com pé direito de ao menos 2,5 m, para garantir que se consiga ficar sentado quando estiver nela. Além de ter um aproveitamento incrível do ambiente, esse tipo de planejamento do móvel permite a criação de um espaço para estudos, canto para sofá ou penteadeira e até mesmo um mini escritório embaixo da cama.

Para subir há sempre escadas, como as utilizadas em beliches. Apesar de ser bastante moderno e diferente, é possível até mesmo adotar um visual mais clássico com móveis neutros e espaço para um home office, por exemplo.

Essa ideia é ótima para quem precisa trabalhar em casa com frequência, mas não tem um cômodo inteiro disponível para um escritório. O adequado é montar esse tipo de espaço de acordo com a necessidade de cada um.

Um cantinho para leitura também vai bem com uma estante para os livros, além de um abajur para auxiliar na leitura em momentos do dia onde está mais escuro. Vale tudo na hora de escolher como usar esse cantinho novo.

Na hora de decorar o ideal é usar elementos que combinem entre si e que tenham a ver com a sua personalidade. Que tal umas luzes de led, quadros decorativos ou até mesmo uma parede diferente para destacar na decoração? Não há regras quando a missão é criar um canto confortável para você passar as melhores horas do seu dia, seja descansando ou até mesmo aproveitando o tempo livre para fazer alguma atividade que você goste muito, como assistir aquele filme especial ou jogar um videogame.

Na internet, é possível encontrar milhares de referências para construções deste tipo e ter novas ideias de como adaptar o seu quarto para receber as loft beds. O ideal é que você tenha um bom número de inspirações nas mãos quando for procurar um profissional para te ajudar a compor esse espaço.

As camas elevadas são móveis planejados, que precisam acompanhar o formato do ambiente que você já tem em casa. O indicado, é que se busque por um profissional qualificado que conheça bem este tipo de composição e consiga criar uma de acordo com as suas expectativas.

É esperado que esse profissional faça a medição correta do espaço, para entender qual é a melhor alternativa para o ambiente novo que será montado. Com isso em mãos, ele deve orientá-lo melhor e apresentar opções possíveis para sua casa. Depois de pronto e instalado, é só decorar de acordo com o seu gosto e aproveitar cada segundo do seu cantinho.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Vícios e defeitos de construção

Saiba como identificar e analisar ocorrências

 

Saiba como identificar e analisar ocorrências

Condomínio novo, novos moradores e muitas dúvidas no ar. O cuidado com o que foi entregue pela construtora deve ser grande, principalmente para checar se o condomínio foi executado conforme o prometido pela empresa. Afinal, segurança deve ser a prioridade de todos.

Essa checagem, chamada também de vistoria, é fundamental. Se feita por um profissional, consegue encontrar vícios e defeitos na nova edificação. Isso permitirá ao síndico do empreendimento pedir à empresa que arrume o que estiver fora do acordado – o que impactará em um condomínio com áreas comuns melhores e mais seguras para todos.

Vícios e defeitos em novas construções podem ser considerados comuns na grande maioria dos casos. Há uma diferença técnica entre eles, veja:

  • Vícios, segundo o manual “Saúde dos Edifícios” do CREA-SP (Conselho Regional dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos), são “falhas que tornam o imóvel impróprio para o uso, ou lhe diminuem o valor”. Podemos citar aqui itens como vícios: material diferente do que consta no memorial descritivo, falta de espelhos nas instalações elétricas, vazamentos evidentes, etc.
  • Defeitos, segundo a mesma fonte, são falhas que podem “afetar a saúde e segurança do consumidor”, como por exemplo: pastilhas da fachada se desprendendo e podendo machucar moradores ou pedestres, uso de produtos tóxicos, como tintas fora dos padrões de segurança, material cortante em áreas como quadras e salão de festa, etc..

Os dois têm, porém, um ponto em comum: podem ser tanto aparentes como ocultos como aparentes. Ou seja, podem estar visíveis a um especialista – ou até a uma pessoa leiga em engenharia – ou estar invisível, como uma concretagem mal executada ou uma impermeabilização mal feita. Nesse caso, em que são ocultos os defeitos e vícios, a situação só irá ser percebida depois de algum tempo.

O que diz a lei

A garantia legal de uma construção é de cinco anos após a expedição do Habite-se. Mas o prazo legal para entrar com uma ação na Justiça é de 20 anos.

Vícios e defeitos podem gerar danos à própria obra, aos moradores e a terceiros (como uma pessoa que passa na rua e é atingida por materiais caídos da obra).

O que dificulta um pouco para o condomínio, ao demorar para entrar com a ação, é que, com o passar dos anos, fica cada vez mais desafiador comprovar que aquele problema foi realmente causado pela construtora ao executar a edificação – e não devido às intervenções feitas no local com o passar dos anos.

Precaução

Por isso é de suma importância que o primeiro síndico do empreendimento se cerque de cuidados no momento de “receber” as áreas comuns.

O primeiro cuidado é ter em mãos todos os documentos necessários para essa checagem: habite-se, AVCB, manual do proprietário, entre outros, para ter uma base documental para comparar o que foi acordado com o que foi efetivamente entregue.

“O síndico deve ‘receber’ sem ressalvas as áreas comuns apenas com apoio documental e profissional, para que isso possa ser feito com a maior segurança possível para ele e para os moradores”, aponta Zeferino Velloso, engenheiro e diretor da VIP, empresa de inspeções prediais.

Para isso, uma vistoria geral é necessária – e deve ser feita por um engenheiro, caso o síndico não seja da área. O profissional deve checar se há vazamentos, rachaduras e se instalações elétricas e hidráulicas estão de acordo com o prometido.

O assunto é tão importante que conta até com uma norma técnica para balizar o assunto. É a NBR 5671, que está em revisão.

A norma pede que o síndico (ou seu preposto, como um engenheiro), emita um laudo, após a vistoria, para informar a construtora se os espaços estão adequados ou não. Caso haja necessidade de reparos, o síndico deve discriminá-los.

Nesse momento, como é comum haver algumas demandas, o ideal é organizar uma lista dos problemas das áreas comuns, e outra das áreas privativas, pedindo para cada condômino inspecionar sua unidade e informar por escrito ao síndico o que não está de acordo com o que havia sido descrito no momento da compra .

Depois de entregue esse o documento, o usual é que a construtora faça as alterações pedidas. Porém, se as negociações amigáveis com a empresa não impactarem em resultados, pode-se entrar com uma ação judicial de “obrigação de fazer”.

A ação pode ser em nome do condomínio. Nesse caso, o juiz deve nomear um perito para realizar uma vistoria na edificação. Além da ação de “obrigação de fazer”, pode-se também requerer indenização por “perdas e danos”. Esta prescreve em 20 anos, segundo jurisprudência do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Benfeitorias

Obras de melhoria no prédio durante os cinco anos iniciais podem tirar a validade da garantia da construção, por alterar os itens assegurados. Portanto, durante esse período – e preferencialmente durante toda a gestão do condomínio – o ideal é apostar em manutenção preventiva.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Restrição aos inadimplentes: uso das das áreas comuns

Apesar de possível, é mais seguro não restringir o devedor

 

Apesar de possível, é mais seguro não restringir o devedor

 

 

A inadimplência é um dos grandes problemas do condomínio. Mesmo com a agilidade trazida pelo novo CPC, muitos condomínios se veem em uma posição de tentar limitar o que o devedor pode fazer ou não nas áreas comuns.

Em se tratando de uso de piscina, sauna, salão de festas, etc. há entendimentos que beneficiam os condomínios que optaram por restringir o uso dessas áreas comuns ao morador inadimplente e também que punem empreendimentos que usaram esse tipo de medida.

E mesmo encontrabdo respaldo na jurisprudência para os dois lado, o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich aconselha que não se aplique esse tipo de restrição aos inadimplentes.

Saiba mais no vídeo:

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Automação residencial oferece conforto aos moradores e deixa o imóvel mais seguro

Sistema integra proteção e inteligência por meio de aplicativo. É possível controlar tudo o que ocorre dentro de casa, de qualquer lugar onde estiver

Reprodução/Internet/Caio Vital Imóveis

Casas totalmente automatizadas, como as vistas em filmes, estão se tornando uma realidade cada vez mais próxima. A vocação da tecnologia nas casas é forte, seja para conforto, segurança ou as duas coisas juntas. Não é preciso transformar a sua casa num lar high-tech, mas é sempre bem-vinda uma ajuda a mais da tecnologia para tomar conta do que é seu.

A automação residencial é capaz de garantir, por exemplo, que os filhos estejam em casa no horário ou estudem quando for necessário. A integração traz aos pais autonomia para desligar a televisão ou o computador quando for preciso. Conferir horário de saída e chegada das pessoas em casa também é possível ao colocar sensores na porta e acompanhar, no visor do smartphone ou tablet, se estão dentro da residência.

Um sistema que integra segurança e automação residencial foi lançado pela Porto Seguro Proteção e Monitoramento. Além de proteger a residência, o sistema permite que o usuário controle tudo que ocorre na residência por meio de um aplicativo no celular.

O Alarme Mais é uma das soluções que integram diversos equipamentos: são instalados sensores em pontos estratégicos, para identificar possíveis invasões no imóvel; a câmera faz a transmissão de imagens e sons, permitindo a interação com quem estiver na residência; com o sensor de temperatura, é possível acompanhar a temperatura e umidade do ar; além do acionador inteligente de luzes, que permite ligar e desligar as luzes de onde estiver. Tudo isso integrado ao aplicativo, que pode ser instalado no smartphone ou tablet.

“Por meio do aplicativo, o usuário consegue interagir com o Alarme Mais, recebendo os alertas de invasão, a temperatura e a umidade do ambiente, e interação com quem está no imóvel, além de poder controlar e programar o horário de acionamento das luzes, bem como ativar e desativar o sistema, permitindo o controle, de onde estiver, de tudo o que ocorre no imóvel”, explica Ronaldo Pinho, superintendente da sucursal da Porto Seguro em Minas Gerais.

COMODIDADE 

Segundo ele, uma das funcionalidades que faz o Alarme Mais ser mais que um sistema de segurança é a sua central com biometria. Com a leitura da digital, é possível fazer o controle de ponto eletrônico de funcionários domésticos, podendo extrair relatórios por meio da plataforma web.

Quem aprova o sistema é o empresário Gustavo Travassos, que utiliza o Proteção e Monitoramento há cerca de um ano e meio em sua residência, no Vale dos Cristais, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o executivo, o maior benefício do sistema é que, além da segurança, ele entrega mais comodidade e conforto com todas as funcionalidades disponíveis.

“No meu caso, por exemplo, consigo controlar a temperatura da minha adega, acionar a ventilação em um sistema de som, que pode aquecer e causar algum problema, armar e desarmar o sistema de alarmes quando viajo, programando um horário específico para cada ação, além de acionar luzes remotamente. Tudo na palma da mão, com um simples comando no celular”, explica.

Fonte: Lugar Certo

Treinamento em condomínio

Quem mora em condomínio se sente mais seguro em diversas situações, como chegar tarde em casa ou simplesmente deixar a casa sozinha. São câmeras, alarmes, monitoramento, sensores, dentre outros, que contribuem para essa sensação. No entanto, a maioria das ações criminosas que ocorrem em condomínios acontece por falha humana – moradores ou porteiros despreparados. Por isso mesmo que o treinamento é de fundamental importância para esse tipo de serviço. Quando o condomínio busca profissional para esse cargo, precisa ter em mente que ele deve ter tal preparação ou até o próprio condomínio arcar com o investimento. Procurar e saber a respeito de cursos, trabalhar a gestão de pessoas e a administração do local são um pouco mais desgastantes, além de não se ter a certeza de que o profissional contratado passou ou passará pelo aprendizado. Vale se certificar de que as empresas de serviços terceirizados realmente possuem expertise no assunto e investem em treinamento acoplado aos serviços que prestam.

O treinamento é fundamental para ensinar como os prestadores de serviço do seu condomínio devem agir – principalmente em ações adversas, como assaltos e roubos. Mas ele não serve apenas para casos de segurança, englobando também os serviços de limpeza e manutenção. Antes de mais nada é preciso entender que cada empreendimento possui necessidades diferentes; portanto, o ideal é que um consultor ajude a identificá-las para, a partir disso, aplicar o conteúdo em treinamento. Número de torres, localização e quantidade de apartamentos podem influenciar nele. A personalização do projeto do serviço prestado é fundamental para a efetividade do serviço.

O treinamento pode ocorrer no local do trabalho – ou seja, no condomínio –, mas pode também ser em local externo, pois é previsível que seja necessário ter conteúdos aliados com as práticas. O que se vê mais hoje em dia são empreendimentos com regimentos internos pouco debatidos sobre isso e menos ainda de cumprimento de normas, o que é um dos grandes pontos falhos. O treinamento não consiste apenas em saber o que fazer ou apenas abrir porta, mas também é preciso que o funcionário desenvolva percepção, observação, identificação de algo suspeito, resguardo de informações e boa conduta.

Eles também são agentes de segurança, são o coração do condomínio, polo de concentração de todas as atividades. Tudo passa por eles. Portanto, na hora de contratar é interessante contar com o auxílio de empresas de confiança no mercado. Esses prestadores de serviço são treinados periodicamente – estando, assim, preparados para atender às necessidades do condomínio.

Amilton Saraiva é especialista em condomínios da GS Terceirização.

Fonte: http://www.dgabc.com.br/

Porta de correr pode ser peça coringa para ampliar o espaço do ambiente, mas exige cuidados

São muitas as opções de estilos e de materiais e elas podem fazer parte da decoração de qualquer ambiente

A porta de correr pode ser uma peça coringa na decoração de um apartamento, principalmente em imóveis com metragem reduzida. Além de ter a possibilidade de despontar como uma solução para garantir mais espaço no ambiente, ela também pode dar um charme a mais na  decoração, deixando-a mais sofisticada ou descolada, a depender do tipo de porta de correr eleita. O gosto pessoal é que vai determinar se ela será  discreta ou se vai se tornar o destaque da decoração. Mas o que é fato é que ela é versátil e pode ser usada em qualquer ambiente. Porém, é  preciso tomar alguns cuidados para que, o que seria uma solução, não se  transformar em um grande problema dentro de casa.

Uma das características da porta de correr é a versatilidade. Ela é bastante funcional e pode ser usada de diversas formas. A maneira mais tradicional é para delimitar os espaços. “É legal usá-la como divisória de ambiente. Pode dividir a área social da íntima, como separar a sala do quarto, por exemplo, porque no dia a dia fica o ambiente aberto, mas se você está recebendo uma visita e vai ligar o ar-condicionado na sala, consegue fechá-la”, diz a arquiteta Renata Inojosa. Porém, a porta de correr também pode servir para enriquecer a decoração. “Ela pode estar discretamente presente no ambiente ou ganhar um destaque todo especial, seja por um desenho caprichado, pelo material, pela cor ou mesmo pelas ferragens”, afirma o arquiteto Artur Diniz.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Entre as vantagens, uma das principais é a economia de espaço. Para além disso, a questão estética também pode pesar na decisão. “Uma porta de giro, às vezes, inviabiliza uma circulação ou a utilização de um ambiente pequeno. E, além disso, as portas de correr valorizam os ambientes e lhe conferem ar de modernidade. Nos apartamentos menores, as portas tipo divisória de correr são cada vez mais imprescindíveis para integrar e delimitar os espaços”, acrescenta Artur.

Opções

São muitas as opções de porta de correr existentes no mercado. A escolha deve levar em consideração a questão prática do que fica melhor para aquele espaço e também a parte estética. “Podemos ter as portas de  correr tradicionais, suspensas no trilho superior. O trilho poderá ser  embutido no teto, fixo na parede ou mesmo aparente. Temos também as portas de correr com abertura sanfonada, as portas divisórias e as portas tipo painel”, enumera o arquiteto.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

As características do ambiente que vai receber a porta de correr podem ser determinantes na escolha do material. Isso porque alguns locais pedem materiais mais fáceis de limpar, outros pedem materiais mais resistentes à umidade e outros necessitam a garantia de maior privacidade. “Para o quarto, precisa pensar em uma acústica legal pra ver se ela vai fazer uma vedação direitinho”, diz Renata. Artur Diniz acrescenta que, nas salas de televisão, uma porta de vidro pode prejudicar a acústica e, em banheiros, é melhor usar portas mais resistentes à umidade.

Materiais

O estilo da casa também pode ser fator importante a ser levado em consideração na hora de escolher o material e decorar o imóvel com uma porta de correr. Inclusive são muitas as opções, como madeira, vidro refletivo ou fosco, policarbonato, PVC, alumínio, chapa metálica, ferro e muitos outros. “Na dúvida, prefira sempre os materiais leves, que vão exigir menos força para manuseio. Se usar a madeira, prefira uma porta de madeira leve, como o cedro. Portas revestidas com espelho vão proporcionar a sensação de aumento do espaço; portas ripadas ou de venezianas podem ser boas escolhas quando precisamos deixar o espaço arejado, principalmente para ocultar balcões de cozinha, closets ou áreas de serviço”, aconselha o arquiteto.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

Uma dica importante é que, se optar pela porta de correr, não vale a pena economizar nas ferragens porque um material de melhor qualidade pode evitar um problema em um futuro muito próximo. “Escolha a mais adequada, mesmo que custe um pouco mais, pois um bom funcionamento vai evitar o desgaste precoce da porta. Os puxadores devem ser de boa qualidade e bem firmes”, detalha Artur.

A escolha também deve levar em consideração o peso da estrutura e o ideal é optar por portas mais leves porque facilita o abrir e fechar diário, além de precisar de uma estrutura mais simples. Isso porque, segundo o arquiteto, o sistema de roldanas deverá ser especificado em função do peso da porta, do material e de sua espessura, além do gosto estético do cliente e da decoração adotada. “A questão é que, se ela não tiver trilho,  se for suspensa, tem que ter uma estrutura que suporte essa carga. Ela  tem que estar sempre muito bem nivelada pra que ela não solte do trilho. Ou seja, tem que ter uma mão de obra qualificada”, complementa Renata.

Estilo

São diferentes estilos, cores,modelos e formas de utilizações. Mas, ainda assim, é importante ter coerência na hora de escolher a porta de correr, já que elas devem dialogar com o estilo predominante da decoração da casa.

“Um ambiente mais clean pede uma porta lisa, com revestimento liso ou uma pintura; uma decoração mais clássica pede uma porta mais trabalhada, de preferência de madeira aparente ou pintada; uma decoração rústica pede uma porta igualmente rústica. Em ambientes mais descolados, uma porta pode ser trabalhada como objeto de arte, e se tornar o centro das atenções”, esclarece Artur.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

A decoração, no final das contas, depende do gosto do cliente. Tem gente que gosta de uma coisa mais clássica, tem gente que gosta de algo mais ousado. Portanto, a escolha das cores deve levar em consideração o perfil do morador do apartamento. “Se o desejo é ter um ambiente claro, o ideal é usar tons mais claros”, explica Renata. Já uma cor mais forte pode ser uma opção para quem busca um ambiente mais descolado. “Em um espaço mais moderno, certamente teremos a chance de ousar na cor. Prefira usar uma cor diferenciada em portas mais largas, pois ganham destaque e enriquecem a decoração”, completa Artur.

Cuidados

De toda forma, existem muitas questões que precisam ser pensadas e estudadas antes da decisão de ter uma porta de correr. “Ela tem que ser pensada, a começar por onde vai correr, se por dentro ou por fora. Em um quarto, por exemplo, se coloca ela pra correr por dentro na porta de entrada, não necessariamente vai ganhar espaço porque o quarto é pequeno e a porta vai correr pro lado onde estaria o guarda-roupa, então não poderia colocar”, explica Renata.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

Outra questão diz respeito à manutenção. Com o passar do tempo, as portas de correr podem emperrar devido ao acúmulo de sujeira no sistema de roldanas, problema que pode ser resolvido com a manutenção. “Por este motivo, prefira os trilhos aparentes, que permitem uma manutenção  Mais fácil”, conclui Artur.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Ligar vários aparelhos juntos no mesmo benjamim representa grande risco

Utilização incorreta dos Ts compromete a segurança da edificação, principalmente quando não atende às recomendações dos projetos elétricos

Ilustração/Danilson

No Sul e Sudeste, ele é conhecido como benjamim, porém em outras regiões do país, é chamado de T ou T-extensão. O fato é que esse multiplicador de tomadas está presente em todas as casas, no mundo inteiro, e muitas pessoas o usam de maneira incorreta, o que pode trazer sérios riscos aos locais onde estão instalados. Infelizmente, o uso desse equipamento nem sempre recebe a devida importância com relação às recomendações dos projetos de instalação elétrica. Assim, problemas sérios como perda de energia, incêndios, choques e queima de aparelhos domésticos são recorrentes, principalmente em domicílios.

Para se ter uma ideia, de acordo com Mágino Alves Barbosa Filho, Secretário de Segurança Pública de São Paulo,o incêndio que levou ao desabamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, em São Paulo, no Dia dos Trabalhadores, foi ocasionado por uma tomada no quinto andar do prédio. As informações é que nesse local estava instalado um benjamim, que repassava a energia para um micro-ondas, uma televisão e uma geladeira. Isso acabou ocasionando um curto-circuito que se transformou em um incêndio de grandes proporções, culminando com a queda do prédio.

Muito embora a causa desse incêndio ainda não tenha sido concluída, tudo sugere que a má utilização de adaptadores, além da qualidade e do estado desses equipamentos, pode ter interferido diretamente na ocorrência dessa fatalidade. Assim, antes de instalar um benjamim em casa, é importante buscar orientações para que o mesmo seja colocado da maneira correta, o que poderá evitar acidentes futuros. “Normalmente, o uso do benjamim se faz necessário em casos ondeas instalações são antigas (acima de 20 anos), o número de tomadas das edificações não seja suficiente para alimentar a quantidade de eletro eletrônicos e eletrodomésticos e nas instalações em que não se aplicaram os critérios estabelecidos pela norma NBR5.410 2004/ABNT, que determina o número mínimo de tomadas para uso geral e de uso específicos em uma edificação.

SUPERAQUECIMENTO 

De acordo com o engenheiro e supervisor do Centro de Capacitação em Tecnologia (CCT) do Grupo Loja Elétrica, João Carlos Lima, a seção mínima do condutor para alimentação de tomada é de 2,5mm², que suporta uma corrente de 21A, suficiente para diversos aparelhos ao mesmo tempo. “Ao utilizar o benjamim para ligar vários equipamentos a uma mesma tomada, pode ocorrer uma má conexão dos pinos, o que certamente provocará um superaquecimento no ponto, deteriorando a isolação e tornando extremamente perigoso”, alerta.

"As tomadas hoje são em módulos, o que permite uma configuração em até três no mesmo ponto, o que certamente evitará aquecimentos irregulares" - João Carlos Lima, engenheiro elétrico da Loja Elétrica
“As tomadas hoje são em módulos, o que permite uma configuração em até três no mesmo ponto, o que certamente evitará aquecimentos irregulares” – João Carlos Lima, engenheiro elétrico da Loja Elétrica

Conforme João Carlos, muitos incêndios residenciais se iniciam pelo mau uso do benjamim e das extensões de tomadas. “Além disso, o aquecimento dos fios colabora para o aumento do preço na conta de luz e desperdícios de energia elétrica. Para não haver problemas, alguns cuidados são necessários. Ao aumentar a potência de uma tomada, usando eletrodomésticos em um T, deve-se aliviar outras que estejam ligadas no mesmo circuito, para não sobrecarregá-lo”, aconselha o engenheiro.

“Uma maneira de reduzir o uso do benjamim é aumentar o número de tomadas no mesmo ponto. As tomadas hoje são em módulos, oque permite uma configuração em até três no mesmo ponto, o que certamente evitará aquecimentos irregulares”, alerta João Carlos. Ele ressalta que a segurança em eletricidade deve receber atenção redobrada, para prevenir acidentes que podem ser causados por instalações elétricas inadequadas. Crianças, principalmente, devem ser educadas desde cedo sobre os perigos e uso adequados dos equipamentos elétricos e eletrônicos.

“Em resumo, nunca devemos utilizar um benjamim conectado a outro e não sobrecarregar um ponto de tomada, mas sim distribuir os Ts por outros pontos da casa, para dividir a potência da rede de maneira mais homogênea. A utilização de filtro de linha é mais seguro, uma vez que substitui o benjamim com maior segurança”, aconselha o engenheiro.

Fonte: Augusto Pio / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Paisagismo alia estética à qualidade de vida

Paisagismo alia estética à qualidade de vida

Projetos renovam aparência de condomínios além de atender às necessidades contemporâneas dos moradores

Espaços de convívio que valorizem o verde, a sustentabilidade e as áreas convidativas para o convívio com a natureza estão cada vez mais em alta. A natureza toma forma nos condomínios em paredes vivas, hortas coletivas, jardins e áreas de convívio social, e ganha destaque entre as tendências da arquitetura moderna. Em novas edificações tais espaços ganham propostas especiais e em condomínios já existentes são a aposta para trazer características mais modernas aos espaços.

“Jardins verdes com traço contemporâneo que valorizam as formas estão em alta no momento”, revela a arquiteta paisagista, Juliana Castro, que ainda observa que apesar das tendências o importante é entender quais as necessidades e possibilidades em cada condomínio. “Podemos aplicar vários materiais, depende da situação. Não há uma regra. Cada lugar e cada grupo são especiais e individuais”, afirma.

Paisagismo Condominio
Jardins, lounges, pergolados, pet places, hortas: Apesar das tendências não há uma regra, o projeto de paisagismo deve atender às necessidades e possibilidades de cada condomínio

A arquiteta ainda destaca que, assim como a variedades de materiais que podem ser usados, características sobre o clima, durabilidade e floração também são aspectos a serem analisados na hora de propor alternativas paisagísticas. “Há muitas plantas adequadas para uso em paisagismo na nossa região. Nosso clima é ótimo para os jardins, por exemplo. Os cuidados na escolha da vegetação são importantes, especialmente em situações com grande incidência dos ventos e da maresia direta em áreas próximas ao mar”, aponta.

Segundo ela, outro fator que não pode ser esquecido é o tipo de raiz em áreas sobre laje ou próximas de estruturas construídas. “Além das árvores, há vários arbustos e herbáceas com raízes agressivas, a exemplo das arecas, yuccas e dracenas. Plantas perenes e de fácil manutenção são ótimas opções para o paisagismo em condomínios. Vale pensar em florações com épocas alternadas e belas composições com tons de verdes e diferentes texturas. Assim o jardim estará bonito e ano todo sem troca de vegetação”, analisa.

A arquiteta paisagista Ana Trevisan ainda pondera que, embasado nas tendências e inúmeras possibilidades de aplicação, o paisagismo pode propor releituras a espaços pouco valorizados. “Tudo vai depender do uso que se pretende dar. Ambientes com pouca luminosidade podem ganhar vida com plantas de sombra como jardins de inverno. Já ambientes muito ensolarados podem ganhar áreas de sombras com árvores ou palmeiras. Um jardim pode ser uma opção de contemplação ou de recreação e lounges, pergolados, pet place, playground, fogo de chão e horta”, sugere.

Ana ainda pondera que investir no paisagismo também é apostar na qualidade de vida dos usuários. “Quando falamos em revitalização paisagística das áreas verdes em condomínios, é no intuito de trazer mais beleza e qualidade de vida aos usuários do local. Investir em jardins e áreas de lazer nos condomínios é um grande benefício para os moradores, pois o contato com a natureza influencia diretamente na saúde das pessoas”, considera.

Fonte:  Fabiane Berlese | http://www.condominiosc.com.br

Decore seu escritório para a Copa do Mundo

Deixe o ambiente de trabalho mais animado durante o Mundial

Um escritório que reflita o clima da Copa durante o Mundial pode ser uma boa pedida para deixar os funcionários mais animados para o trabalho ou mesmo para assistir aos jogos. Assim, uma decoração pode ser adaptada para deixar o ambiente mais descolado e divertido.

 

Decoração de escritório para Copa do Mundo (Foto: Reprodução internet/Vinicius Lugon)

 

“Decore seu escritório usando peças com cores lisas e que se destaquem no ambiente. Uma poltrona na cor verde, por exemplo, remeterá ao tema tão esperado nesse ano”, recomenda a arquiteta e designer de interiores Lessandra Dottori.

“Se você tiver um jardim em que possa receber seus funcionários para a hora dos jogos, invista em flores, bexigas, velas e bandeirinhas. Use as cores verde, amarela, azul e branca”, orienta a designer de interiores Cláudia Bergamasco.

“Com EVA, aquela espécie de borracha que você compra em placas, faça porta-copos, tudo nas cores da bandeira ou, apenas verdes e amarelos. Na hora do jogo, vale oferecer aos torcedores embalagens com tira-gostos. Use cartolinas coloridas, corte retângulos e dobre-os como um cone. Prenda com fita adesiva e encha de pipoca, amendoim e outros quitutes”, sugere Cláudia.

 

 

As cores também podem ser usadas em móveis como mesas de apoio (Foto: Thinkstock)

 

As cores verde e amarela também podem ser usadas em móveis como mesas de apoio, laterais ou mesas de café, ou ainda em utensílios como bandejas, pratos, copos, xícaras e canecas. Vale usar a sua criatividade!

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

ESocial e condomínios

Saiba o que é, como funciona e por que condomínios e administradoras devem se adequar Saiba o que é, como funciona e por que condomínios e administradoras devem se adequar

Estamos cada vez mais perto de integrar o envio de informações para o INSS, Receita Federal e Ministério do Trabalho em uma única plataforma – e com o prazo próximo de se esgotar.

O  eSocial - Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas – já está funcionando para empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões.

Para os condomínios, sua obrigatoriedade passará a valer a partir do dia 1 de julho de 2018.

“Agora o eSocial já é realidade e não é possível voltar atrás. Os condomínios e as empresas administradoras devem estar preparadas para o novo sistema, totalmente online, que irá pedir muito mais organização e planejamento da gestão, explica José Roberto Junior Graiche, vice-diretor da administradora Graiche. (leia mais abaixo)

O que o eSocial agrega?

“Com o eSocial, as informações dos funcionários do condomínio para o governo chegarão de forma online, quase que em tempo real. É uma forma de coibir possíveis abusos, como aqueles ‘acordos’ de demissão, que infelizmente, ainda existem no país”, argumenta o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet, Marcelo Meirelles.

As informações enviadas pelo e-Social já são informadas ao governo atualmente. A diferença é que o envio das mesmas será unificado e online, enviado em tempo real. Veja o que estará aglutinado no portal:

  • GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social
  • CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais.
  • LRE – Livro de Registro de Empregados
  • CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
  • CD – Comunicação de Dispensa
  • CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social
  • PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte
  • DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
  • QHT – Quadro de Horário de Trabalho
  • MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais
  • Folha de pagamento
  • GRF – Guia de Recolhimento do FGTS
  • GPS – Guia da Previdência Social

Cronograma

Apesar de estar previsto já há cerca de três anos, houve diversas mudanças no prazo para a implementação do eSocial nos condomínios.

“A ideia era que, uma vez que implantado, iria facilitar bastante a troca de informações entre empregador e órgãos do governo. Mas o caminho não está tão linear e tem encontrando muitas críticas dos departamentos de recursos humanos das empresas que já estão utilizando o sistema”, e explica o advogado especialista nas áreas trabalhista e previdenciária Alan de Paula

O previsto é que o eSocial seja obrigatório para condomínios e administradoras agora, em 1º de julho de 2018, mas seguindo diversas etapas ou fases conforme a Receita Federal define. Veja o cronograma abaixo:

  • Fase 1: Julho/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas
  • Fase 2: Set/18: Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos
  • Fase 3: Nov/18: Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento
  • Fase 4: Janeiro/19: Substituição da GFIP (Guia de informações à Previdência Social) e compensação cruzada
  • Fase 5: Janeiro/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador.

(fonte)

Impacto

eSocial

Os condomínios que contam com o serviço de uma administradora não serão muito impactados pela mudança, uma vez que a prestadora de serviços é quem transmitirá as informações pelo novo sistema.

O que os condomínios devem mudar é mais em relação à sua cultura. Todas as admissões deverão passar pela administradora, assim como informações referentes à férias ou acidentes de trabalho.

Com o eSocial, o esperado é que esse tipo de informação chegue mais rápido, e com mais qualidade, ao governo.

As administradoras, por sua vez, devem se preparar para a mudança, procurando acompanhar as novidades no site do eSocial.

Para as empresas, é importante lembrar que o eSocial trará consigo uma integração de áreas como TI, recursos humanos e jurídico. Já há empresas que preparam folhas de pagamento que oferecem módulos para o eSocial.

Vale a pena se informar com os seus fornecedores, para não deixar a migração para a última hora.

“Os condomínios que optam por autogestão também devem se informar, principalmente com o contador que cuida dos registros do condomínio, para saber como irão aderir à mudança. A empresa que faz a folha de pagamento dos funcionários provavelmente poderá oferecer um módulo de acesso ao eSocial”, explica Vania Dal Maso, gerente de relacionamento de condomínios da administradora Itambé.

Marcelo Meirelles, advogado especialista em condomínios, tem outra visão sobre o e-Social e condomínios que optem pela autogestão.

“Minha concepção é que os condomínios que não contam com a assessoria de uma boa administradora podem se complicar com as novas regras”, pesa ele.

Terceirizadoras

Para quem contrata mão de obra terceirizada em condomínios, o eSocial trará mais transparência, uma vez que será mais fácil acompanhar se os recolhimentos devidos estão sendo feitos corretamente.

“Poderá trazer mais transparência, sim, no pagamento de encargos, horas-extras, etc. Mas o síndico deve sempre acompanhar de perto a empresa”, argumenta Vania.

Obrigações

Não está claro ainda se todos os condomínios – mesmo os que não possuem funcionários – serão obrigados a aderir ao eSocial, mas a perspectiva é que sim.

Deve ser um movimento similar ao da implantação do certificado digital. No início houve uma certa resistência à mudança, mas atualmente há a necessidade da assinatura eletrônica na transmissão de diversos dados – mesmo para os condomínios que não dispõem de funcionários próprios.

O entendimento atual é que as empresas seguirão usando o certificado digital para transmitir os dados de seus empregados via eSocial. Quem não aderir não irá conseguir transmitir ao governo os dados trabalhistas, previdenciários e fiscais de seus funcionários, o que deve render multa.

Multas

Atualmente é mais simples evitar pagar multas pelo envio de informações incorretas relativas aos funcionários, uma realidade que deve se alterar com o eSocial.

“Mesmo os condomínios que contam apenas com funcionários terceirizados devem se cadastrar no eSocial. O síndico deve orientar os colaboradores a manterem seus dados cadastrais atualizados para evitar as multas. Depois da implantação do eSocial, as mesmas serão praticamente em tempo real, o que deverá impactar em uma mudança de cultura por parte dos condomínios”, explica Angelica Arbex, gerente de Relacionamento com o Cliente da administradora Lello.

Para Patrícia Marina, diretora de RH da administradora Prop Starter, é justamente esse lado de ‘mudança de cultura’ dos síndicos que deverá ser o maior desafio do eSocial.

“Muitos condomínios passam as informações para a administradora bem depois do ocorrido – isso quando passam. Precisamos deixar claro que a colaboração dos sindico é essencial para que a administradora consiga realizar os procedimentos dentro do prazo. Até porque as multas sao pesadíssimas, e a empresa não deverá arcar com estes custos por falta de atenção do gestor”, argumenta.

Veja abaixo os valores de algumas multas:

1 – Admissão do trabalhador

Atualmente, a admissão de um colaborador é enviada através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), até o dia sete do mês subsequente ao que ocorreu a movimentação do empregado. Com o eSocial, a admissão deve ser enviada até o final do dia que antecede o início da prestação de serviço do trabalhador contratado. A falta de registro do empregado sujeita o empregador à multa prevista no artigo 47 da CLT, que pode variar de R$ 402,53 a R$ 805,06 por empregado, dobrada por reincidência.

2 – Alteração de dados cadastrais e contratuais

Uma fase importante do eSocial é o saneamento dos dados dos colaboradores. Essa etapa irá garantir que os dados dos funcionários estejam atualizados de acordo com as novas exigências do eSocial. É responsabilidade do empregador informar as alterações existentes no contrato de trabalho e nos dados cadastrais do trabalhador durante a vigência do vínculo empregatício, como prevê o artigo 41, parágrafo único da CLT. O valor da multa por empregado pode variar de R$ 201,27 a R$ 402,54.

3 – Atestado de Saúde Ocupacional (ASO)

Segundo o artigo 168 da CLT, regulamentado pela NR (Norma Regulamentadora) nº 7 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), é necessária a realização dos seguintes exames médicos nos empregados: admissional, periódico, retorno ao trabalho, mudança de função e demissional. A não realização desses tipos de exames sujeita o empregador à multa pela infração ao artigo 201 da CLT. O valor, que é determinado pelo fiscal do trabalho, vai de R$ 402,53 a R$ 4.025,33.

4 – Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)

Quando o empregado sofre um acidente de trabalho, de acordo com os artigos 19 a 21 da lei nº 8.213/91, as companhias devem transmitir a CAT ao INSS, mesmo se o empregado não se afastar do trabalho. O prazo de envio desse evento no eSocial é o mesmo de apresentação da CAT, ou seja, até o primeiro dia útil seguinte à ocorrência do acidente, ou imediatamente em caso de falecimento do trabalhador. Caso não aconteça a entrega desse documento, a multa pode variar entre o limite mínimo e o limite máximo do salário de contribuição, podendo dobrar de valor em caso de reincidência.

5 – Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)

De acordo com o artigo 58, da lei nº 8.213/91, as empresas são obrigadas a fornecer informações aos empregados expostos a agente nocivos químicos, físicos e biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física. O intuito dessa documentação é comprovar que o empregado esteve exposto a um risco durante o exercício do trabalho. Dessa forma, dependendo do tipo do risco, ele terá direito à aposentadoria especial, ou seja, com menos tempo de contribuição para o INSS. O valor da multa em caso de descumprimento varia entre R$ 1.812,87 a R$ 181.284,63, sendo determinada de acordo com a gravidade da situação.

6 – Afastamento temporário

Quando o colaborador se afasta (férias, auxílio-doença, licença-maternidade, dentre outros), isso impacta seus direitos trabalhistas e previdenciários e também suas obrigações tributárias. A falta dessa informação sujeita o contribuinte às sanções legais, especialmente à multa prevista no artigo 92 da Lei nº 8.212/9 que pode variar de R$ 1.812,87 a R$ 181.284,63, sendo determinada pelo fiscal do Ministério do Trabalho.

Fonte:  https://www.sindiconet.com.br

5 dicas de como decorar o ambiente com rack retrô

O estilo retrô conquistou o decoração e vai conquistar sua casa com apenas um móvel. Veja dicas de como decorar ambientes com rack retrô.

Mais do que bonito e versátil, o estilo retrô é capaz de resgatar o charme de outras épocas com aquele aconchego familiar da infância. Com inspirações vindas desde os anos 20 até os anos 70, sua aparência “antiga” carrega muita personalidade, além de ser uma decoração que se mescla perfeitamente com itens modernos e contemporâneos.

Em diferentes formatos, cores e texturas, o rack retrô é um dos itens que mais representa esse estilo decorativo e é a opção perfeita para quem não abre mão da estética com comodidade. Seja na sala, no quarto ou no escritório, esse móvel se adapta e valoriza qualquer espaço sem perder a objetividade de compor de acordo com a necessidade de cada ambiente.

Dê mais estilo para a sua casa com a nossa ajuda!

Conheça 5 dicas de como decorar o ambiente com rack retrô:

Pé Palito

Sucesso na década de 60, o pé palito está super em alta e é o que traz o verdadeiro ar retrô para o rack. Independente da base do rack escolhida, opte pelos pés nesse formato.

Eles não só remetem a uma outra época, como deixam a peça com uma pegada minimalista e, consequentemente, mais fácil de misturar com os outros elementos do ambiente. É um detalhe que faz toda a diferença na decoração.


Madeira

Os racks retrô de madeira são mais fáceis de serem encontrados em antiquários ou brechós de móveis. Sua aparência rústica enaltece o minimalismo, tornando-se uma peça ideal para uma decoração vintage para sala de estar, sala de leitura ou até mesmo o quarto do casal.

Apesar de cumprir sua função prática com gavetas e espaço para utensílios, a proposta da peça mostrada abaixo é estética. Nos objetos de decoração para rack, a dica aqui é o “menos é mais”. Aposte em artigos com transparência ou em tons neutros.

Branco 

A regra é clara: tons neutros dão certo com tudo. Nesse caso, a regra é tão verdadeira que os modelos mais populares no mercado são na cor branca.

Nesse tom, até mesmo os modelos maiores e mais robustos ganham delicadeza e valorizam o espaço, ideal para racks modernos para salas pequenas.

Quando na cor branca, o rack fica discreto e versátil, deixando toda atenção aos elementos decorativos. Em qualquer cômodo, se sua intenção é ter uma peça charmosa e grande o suficiente para armazenar seus objetos, o rack branco não tem erro.

Colorido ou com estampas

Se o branco assume o papel secundário e discreto, o rack retrô colorido é a estrela de qualquer decoração. Linhas retas, cores fortes e estampas são algumas das características mais comuns desse estilo.

Além de ser tendência, os racks coloridos e estampados por si só refletem muito a personalidade dos moradores da casa. Escolha a cor que você mais gostar e invista sem medo. O legal do rack retrô é justamente poder brincar com uma peça “antiga” usando cores modernas para destacar.

Se você já tem um rack e está querendo dar mais vida a ele, nada de jogar fora e comprar outro.

Arredondado

Para os mais moderninhos, uma dica muito boa é apostar em rack moderno com o formato arredondado. Assim como as peças coloridas, os modelos arredondados carregam muita personalidade e são peças-chave da decoração de um cômodo.

Com painel

Os racks costumam ser usados principalmente como apoio de TV, mas percebendo a modernização da tecnologia, recentemente começaram a surgir modelos de rack retrô com painel. Além de deixar o cômodo mais bonito e estiloso, isso permite que você coloque a TV numa posição mais alta, escondendo os fios e liberando o espaço para outros objetos necessários.

Já deu para perceber que o rack retrô é mais uma dessas peças coringas que todo mundo deve conhecer. Fácil de decorar, prático e funcional para organizar suas coisas. Gostou? Continue nos acompanhando aqui em nosso blog.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Chama o síndico! Saiba como driblar conflitos nos condomínios

Ações trabalhistas, brigas entre vizinhos e o papel do síndico. Saiba o que fazer e como evitar dor de cabeça no dia a dia

A vida em condomínio pode ser mais simples
A vida em condomínio pode ser mais simples | Reinaldo Canato/29.11.2016/Folhapress

Um dos principais desafios nos condomínios é a relação com os funcionários. Em alguns prédios, os gastos com folha de pagamento chegam a 50% do orçamento, além das ações trabalhistas. Fora os conflitos entre vizinhos, o que nem sempre é fácil de gerenciar. E como equilibrar as contas e os relacionamentos entre moradores e funcionários?

Para Pedro Schaffa, sócio fundador da SBAC Advogados, com relação aos funcionários, é muito importante que haja um controle adequado das horas extras. “Contratos mal feitos, descuido com o horário dos funcionários e a relação entre moradores com as pessoas que trabalham no prédio geram inúmeras ações trabalhistas”, alerta.

Um condômino pode causar um grande problema para todos os moradores. “Tivemos um caso de briga entre um morador e um funcionário que gerou um processo por assédio moral e uma indenização alta”, conta Schaffa. O respeito é sempre a melhor escolha.

Para reduzir custos, muitos condomínios optam por contratar empresas terceirizadas. Em parte, isso ajuda, mas é preciso ficar atento aos contratos, principalmente se essas empresas estão pagando todos os encargos trabalhistas da forma correta.

Os 4 C’s da discórdia

E quando o assunto é vida em condomínio, vale lembrar dos quatro c’s da discórdia: crianças, carro, cachorro e cano. “Esses quatro pontos, independentemente do local, são fontes de stress entre os moradores e podem ser evitados se todos colaborarem”, diz o advogado.

Manutenção e cuidado com os vazamentos. O síndico deve cuidar das áreas comuns. Se houver vazamento entre apartamentos, o proprietário da unidade originadora do problema é o responsável pelas despesas da obra.

Garagem é a dor de cabeça na certa. Respeitar a vaga demacarcada é fundamental para a boa convivência. No caso de sorteio, idosos e deficientes físicos devem ser contemplados com vagas mais espaçosas ou com entrada privilegiada.

Não permitir que crianças desrespeitem as regras ou façam muito barulho. Crianças menores de 5 anos devem estar acompanhadas de adultos no parquinho. Não devem andar nos elevadores sozinhas aquelas menores de 10 anos e jamais deixá-las sozinhas na piscina. Funcionário do prédio não é babá e não tem obrigação de cuidar dos filhos dos moradores.

O mesmo vale para os pets: respeitar o regulamento interno, segurar os animais no colo para que não avancem em outros moradores ou sujem as áreas comuns. Os condomínios podem restringir o porte dos cachorros e exigir o uso de guias. Uma saída interessante é a construção de um play para os pets.

Algumas situações geram conflitos que extrapolam os muros do prédio vão parar na administradora ou, em casos extremos, na Justiça. “Um cachorro foi atropelado na garagem. Quem atropelou argumenta que o cachorro estava sem coleira. O dono do pet, por sua vez, diz que o morador não prestou socorro e o bicho morreu. A briga foi parar na administradora do condomínio”.

Em casos como este, vale chamar o síndico? “É preciso entender qual é o papel desta figura. Na prática, é um morador que assina pelo prédio e responde civil e criminalmente. Alguém que auxilia a resolver problemas, mas é um morador como qualquer outro que não deve ser incomodado à toa”. Um jeito de melhorar a vida do síndico e sua relação com os demais condôminos, que nem sempre é simples, é criar comissões de moradores que trabalhem em conjunto com o síndico.

Outra alternativa é contratar um síndico profissional. “É preciso que seja uma pessoa habilitada, com formação em administração de empresas ou engenharia. Ele será mais cobrado, afinal, está ali para isso, no entanto, da mesma forma que o síndico morador, ele não está ali para resolver problemas pessoais ou de relacionamento entre vizinhos, apenas as questões do edifício”.

Inadimplentes

A falta de pagamento do condomínio é um caso sério. Administradoras de condomínio aceitam negociar com os inadimplentes, o que, no dia a dia, se torna um incentivo negativo.

Muitos moradores deixam de pagar o valor do condomínio, investem esse dinheiro em uma aplicação e no fim do ano pagam o valor total com desconto. “Essa é uma prática comum e a recomendação é que as administradoras não tolerem a falta de pagamento, salvo em casos muito específicos. A negociação penaliza aqueles que estão em dia com suas contas”.

Reforma trabalhista

A nova legislação trabalhista, publicada em novembro de 2017, altera algumas resoluções da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) que impactam diretamente as relações trabalhistas em condomínios, principalmente no que se refere ao custo.

Com a mudança na legislação, o condomínio pode contratar serviços de jardineiro e faxineiro como trabalhadores autônomos, ou ainda registrá-lo com horário diferenciado, alternativo às 44 horas semanais, podendo contratar o serviço com uma carga horária menor e com custo menor. A cláusula sobre a terceirização da atividade-fim das empresas e condomínio possibilita que os condomínios terceirizem qualquer área de trabalho do empreendimento.

“A legislação abrange ainda cláusulas sobre férias, rescisão contratual e demais pontos de interesse entre trabalhadores e empresas, que devem ser considerados e negociados caso a caso, estes pontos específicos podem representar grandes benefícios aos condomínios”, afirma Schaffa.

Fonte: https://noticias.r7.com/

Quais são as novas tendências de marmorite na decoração?

O marmorite hoje é uma tendência de decoração nas casas e apartamentos, quer saber como adicionar no seu lar? Confira neste artigo.

Bastante comuns nas áreas sociais dos prédios e também nos pisos de banheiros dos anos 40, o marmorite foi peça fundamental da decoração ao longo das décadas por ser mais barato do que o mármore puro. Sua composição consiste em uma mistura que leva: granito, mármore, vidro, quartzo e outros tipos de materiais, que o fazem poder ser encontrado das mais variadas cores.

Atualmente pode ser visto nas decorações além das pias de lavabo, como por exemplo em acabamentos nas paredes e em detalhes adicionados ao restante do ambiente. Separamos abaixo algumas ideias para você incluir em casa também.

Na sala de estar:

O chão de marmorite ajuda a trazer um clima retrô para quem gosta de um visual mais vintage e estiloso. O piso branco com formas coloridas combina super bem com tons neutros como as cadeiras de madeira e a parede em tom terroso da referência que escolhemos.

As cortinas são de um azul vibrante para trazer mais alegria ao espaço, destacando-se por combinar com as almofadas dos assentos. As luminárias e lâmpadas do ambiente são simples para não sobrecarregar a decoração, assim como as plantas em vaso branco neutro.

Nas escadas:

Para quem não deseja ousar muito, mas gosta do estilo, uma outra opção é aplicar o marmorite nas escadas de casa, sejam da área interna ou externa.

O tom escolhido nesta imagem é escuro com mescla de branco, o que ajuda a suavizar a aparência escura do material. Ficou muito charmoso com os detalhes em prata do corrimão.

Na cozinha:

Essa cozinha é pura elegância e tem muitos detalhes em marmorite para inspirar na reforma da sua casa. A composição com o material começa no piso em tom de creme e marrom. Já na escada e na parede temos marmorite verde, que dita a cor principal da decoração.

Os móveis e eletrodomésticos acompanham em uma composição retrô com tons pastéis que lembram as casas das décadas de 50 e 60. Os armários embutidos fecham o visual do ambiente dando uma certa modernidade devido a ausência dos puxadores.

Quer outra inspiração para cozinha? Que tal essa combinação toda em tons de rosa? A cor tem sido usada frequentemente em itens decorativos nos últimos anos e vai muito bem com marmorite.

Nos quartos:

Se você quer um detalhe mais discreto no quarto, mas não tem coragem de usar o acabamento em marmorite, que tal um papel de parede que imite o efeito? É simples, barato e fácil de aplicar, além de garantir a possibilidade de alterar a decoração sempre que você desejar.

Esse branco com tons multicoloridos ficou perfeito com a cadeira rosê e os detalhes decorativos em tons de rosa, roxo e branco. Fica lindo!

Na área externa:

O piso de marmorite na área externa é um clássico e combina muito com qualquer tipo de decoração que você deseja para o quintal de casa. Vai bem com móveis em tons neutros e mais sérios e também para os coloridos e vibrantes que garantem mais harmonia e alegria para o ambiente.

As colunas em madeira dessa referência deixam o espaço ainda mais elegante e estiloso, pois criam uma atmosfera industrial e confortável.

No banheiro:

Marmorite nos banheiros é um clássico, seja nos balcões, pias dos lavabos, paredes, etc. É a área da casa mais fácil de decorar com esse tipo de material, por de ser muito democrático e sempre estar presente neste tipo de ambiente.

Vale brincar com a composição misturando texturas e cores ao marmorite com detalhes em ouro rosê nas torneiras e seguradores de toalhas, por exemplo. Usar nichos coloridos pode também ajudar a compor um espaço cheio de personalidade.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

O condomínio pode proibir a locação por meio do Airbnb?

Por Douglas Ribas Jr.

Imagine que você vai viajar por um tempo, deixando vago o imóvel onde mora. Por que não fazer um dinheiro extra colocando-o para locação no Airbnb? Afinal de contas, o imóvel é seu, estará lá sem uso e essa grana extra vai te ajudar bastante no pagamento do custo da viagem. Certo? Antes de tomar essa decisão, veja alguns cuidados para fazer tudo dentro da legalidade.

Airbnb em condomínios residenciais

O Airbnb chegou ao Brasil em 2012 e é inegável que sua operação trouxe muitos questionamentos jurídicos, principalmente quando o imóvel se encontra em edifício residencial, onde as normas próprias de cada condomínio devem ser seguidas.

Essa nova forma de locação por temporada, em que a contratação se dá on-line, gerou divergências entre aqueles que buscam colocar seus apartamentos para locação através de aplicativos ou sites (como o próprio Airbnb e afins) e aqueles que veem nessa operação um desvio de finalidade do condomínio, alterando toda a sua dinâmica, não raramente fragilizando sua segurança.

App é um dos mais populares em todo o mundo entre quem quer disponibilizar ou alugar um imóvel por temporada

Conflitos entre síndicos, vizinhos e moradores

Embora seja uma prática relativamente nova, o Poder Judiciário vem sendo acionado há algum tempo para julgar os conflitos de interesses entre proprietários e condomínios, de modo que, em alguns estados, já existe jurisprudência formada a respeito do tema.

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo vem defendendo que o Interesse Coletivo (convenção de condomínio, regulamento interno e decisões das assembleias gerais) se sobrepõe ao interesse individual.

O principal problema envolvendo a locação para temporada é a discordância entre locadores, os donos dos apartamentos e o condomínio, fazendo com que este adote medidas proibitivas para afastar a prática da locação temporária on-line daquela coletividade, advertindo, multando e levando o assunto às reuniões de condomínios que, no geral, reforçam a proibição já existente, com veto expresso da locação temporária por aplicativos.

Os proprietários do imóvel, usuários dos aplicativos como o Airbnb, sentem-se prejudicados e comumente alegam:

  • ofensa ao seu direito de propriedade
  • possibilidade de locação para temporada existente na Lei de Locação (Lei n° 8.245/91)
  • inexistência de restrição na Convenção de Condomínio ou mesmo no Regulamento Interno
  • não comprometimento da finalidade residencial do condomínio
  • ilegalidade da proibição do condomínio

Entretanto, na prática, esses argumentos não têm prosperado em razão de critérios maiores, tais como aqueles que envolvem a finalidade residencial para a qual o condomínio foi formado, nos termos da sua convenção, a segurança defendida pelo grupo que o integra e a soberania das suas decisões tomadas em assembleias regulares que podem, de fato, restringir o direito de propriedade.

Nesse sentido, os julgadores têm entendido que, por meio do Airbnb e afins, o uso que se pretende fazer do imóvel não é meramente residencial, pois, ainda que para temporada, a locação por tal plataforma é voltada à alta rotatividade, à semelhança da finalidade hoteleira ou de hospedaria, o que, segundo eles, seria possível extrair da própria divulgação no site do Airbnb.

Então, o que dizem a lei e as decisões judiciais?

(Foto: Depositphotos)

Ora, o Judiciário tem buscado deixar claro que não se trata de proibição de locação residencial para temporada, prevista na nossa legislação, mas sim daquela com contornos de hotelaria em condomínio com finalidade residencial, configurando-se, na realidade, uma atividade comercial.

Desta maneira, tem prevalecido o entendimento de que a utilização da unidade condominial residencial para hotelaria, em razão da sua rotatividade, altera a rotina e a segurança do condomínio, autorizando as medidas proibitivas e protetivas do interesse dos moradores, em desfavor daqueles que pretendem obter renda através dos seus imóveis mediante locação on-line.

Verifique com o síndico e consulte a convenção do condomínio

Então, parafraseando os termos da página eletrônica do Airbnb, se você quer transformar seu espaço extra em dinheiro e mostrá-lo para milhões de pessoas, sendo o seu imóvel um apartamento ou casa em condomínio residencial, é recomendável que se certifique previamente quanto a tal possibilidade, tendo como foco a natureza do seu condomínio, residencial ou comercial.

Verifique a convenção condominial, o regulamento interno, bem como procure saber se existe alguma definição tratada em assembleia geral do condomínio, para agir dentro das normas da sua comunidade, evitando possíveis multas condominiais e outras providências que o condomínio poderá adotar para coibir sua intenção de ganho extra através da locação por temporada por meio de aplicativos como o Airbnb e afins.

Fonte: https://canaltech.com.br/

Como tornar a multa um instrumento eficiente?

A aplicação da multa por descumprimento das regras do condomínio está prevista no Código Civil

Como tornar a multa um instrumento eficiente?

Previstas nos Arts. 1336 e 1337 do Código Civil, as multas são instrumentos legais utilizados para penalizar o desrespeito às regras em condomínios. Entenda o processo para aplicação, os requisitos legais, os valores e a forma de aplicação das multas condominiais.

A aplicação da multa deve estar prevista em convenção ou regimento interno para ter validade?
A aplicação da multa por descumprimento das regras do condomínio está prevista no Código Civil, deve constar na convenção e pode ser inserida ainda no regimento interno. O Código Civil dá o direito de o condomínio multar, a convenção aceita e institui a regularização. Os valores e a forma de cobrança são decididos em assembleia, por dois terços dos condôminos, e o resultado vai para o regimento interno.

Quando o síndico pode aplicar a multa?
A motivação para a aplicação da multa varia em cada condomínio, mas está sempre relacionada ao desrespeito às regras. A multa deve ser disciplinada pela convenção e/ou regimento, nos quais o síndico deve se basear para aplicar a penalidade. É comum que haja uma gradação que segue: advertência verbal, depois escrita e somente depois a aplicação da multa. Algumas convenções suprimem algumas das etapas. Por exemplo, determinam advertência verbal e multa ou ainda advertência escrita e então a punição financeira. Portanto, tanto o síndico como os condôminos devem utilizar a convenção ou regimento para regularem essa questão em especial.

É necessário comprovar a infração?
É importante que o síndico tenha provas materiais da infração, tais como: fotos, áudios, vídeos, relatos por escrito no livro de registro, testemunhas, dentre outras.
As imagens e áudios captados devem ser utilizados de forma não invasiva e endereçadas justamente com a advertência ou multa somente ao seu destinatário e não divulgadas aos demais condôminos. A finalidade única deve ser a de constituir prova e não ser um sinal da presença da administração na vida dos condôminos ou forma de punição através de exibição pública.

O que são advertências? É necessário mandar uma advertência formal antes da multa?
Advertências são instrumentos de manutenção da ordem nos condomínios e tem por finalidade a admoestação do condômino que venha a praticar qualquer ação contrária à convenção e regimento interno, bem como à lei, à moral e aos bons costumes, antes da aplicação da multa.

Para a boa convivência da coletividade de moradores é recomendado, antes de aplicar uma multa, ter um diálogo amigável com os condôminos que infringem as regras internas do condomínio e a advertência pode operar-se de forma verbal – tratando-se de infração leve –, com o alerta de que a repetição da mesma conduta poderá originar a aplicação de multa. Deve-se consultar e respeitar o regimento interno e/ou a convenção condominial, ou seja, se houver disposição expressa de advertir por escrito, por exemplo, antes de aplicar a multa, o síndico deve seguir essa determinação, objetivando tratamento idêntico para todos os condôminos.

Quando a advertência não funciona, como o síndico deve proceder?
Na hipótese da conversa não ser suficiente e, a partir da constatação de que deve ser aplicada determinada multa, faz-se necessário o envio de uma notificação. A notificação é um comunicado oficial de que o condômino foi multado por descumprir uma regra do regimento interno ou da convenção. As notificações devem ser enviadas por escrito e devem contar com a confirmação de recebimento do morador infrator.

E se o infrator se negar a assinar ou receber a notificação, o que fazer?
Se o condômino se recusar a receber ou assinar a notificação acaba fazendo o processo se arrastar e termina por desmoralizar e inibir a multa, fracassando a punição. Nesses casos o síndico poderá fazer a entrega na presença de duas testemunhas, do subsíndico, de membro do conselho fiscal ou de funcionário do condomínio.

Deve ser concedido ao morador o direito de defesa? De que forma?
O envio da notificação é importante porque no documento deverão ser lançadas com objetividade e clareza a data e os fatos que fundamentam a advertência, bem como as regras que foram infringidas e a multa a ser cobrada na taxa do mês seguinte. Essa ação possibilita que condômino ou morador possa defender-se, através de recurso que será levado à apreciação da assembleia geral extraordinária, se assim estiver previsto na convenção.

Qual o valor das multas, como se chega a um valor?
Os valores das multas devem ser definidos em assembleia e explicitados na convenção ou regulamento interno e ao síndico cabe apenas o papel de executar. O valor máximo da multa deve seguir as determinações do Artigo 1336 do Código Civil: multas regimentais e convencionais não podem ser superiores a cinco vezes o valor atribuído à taxa condominial, conforme a gravidade das faltas, independentemente das perdas e danos que se apurarem.

O Código Civil também determina a multa para casos qualificados como comportamento antissocial. O parágrafo único do artigo 1337 prevê que o condômino ou possuidor que, por seu reiterado comportamento antissocial, gerar incompatibilidade de convivência com os demais condôminos ou possuidores, poderá ser constrangido a pagar multa correspondente ao décuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, até ulterior deliberação da assembleia.

A aplicação de multa sem discernimento pode gerar dano moral ao condomínio? Quais os cuidados que os síndicos devem ter?
É importante que o síndico tenha certeza ao advertir ou multar o morador infrator. Provas materiais como fotos, imagens do CFTV, áudios, e relatos por escrito no livro de ocorrências ajudam a garantir a segurança do síndico e do condomínio, pois a aplicação de multa sem discernimento pode gerar dano moral ao condomínio. Tudo dependerá do grau de publicidade dado ao assunto, de injustiça causada e do eventual constrangimento. Por isso, recomenda-se que o síndico tenha alguma evidência concreta da infração para confirmar a aplicação da multa, comprovar a infração e também, inclusive, para possibilitar a defesa do infrator.

No caso de multas aplicadas em razão de atos praticados por filhos e dependentes de condôminos, de quem é a responsabilidade?
Tratando-se de atos praticados por descendentes ou pessoas que mantenham qualquer relação de guarda e dependência para com o proprietário da unidade, assim como empregados deste ou no exercício da função deve-se obedecer ao estatuto no art. 932 do Código Civil, restando a responsabilidade para o proprietário da unidade.

Fonte: CondomínioSC

Playgrounds em condomínios: regras, manutenção e cuidados

Playgrounds em condomínios: regras, manutenção e cuidados

Uso correto evita problemas, riscos para crianças, e exime o síndico de responsabilidades

Se há crianças no condomínio, com certeza o playground é uma das áreas comuns mais utilizadas.

Isso porque ter uma área destinada ao lazer dos pequenos é, ainda, uma das grandes razões de se optar por morar em condomínio.

Porém, como tudo em condomínio, é fundamental que a área seja bem cuidada, de acordo com o que pedem as normas técnicas, e também que conte com boas regras de uso.

Afinal – sempre é bom lembrar -, segundo o artigo 1.348 – V do Código Civil, cabe ao síndico ”diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns”. Ou seja, em caso de um acidente causado por negligência na manutenção, o síndico pode, sim, ser responsabilizado.

Portanto, toda atenção é válida ao tratar desse tema, principalmente, em época de férias. Veja abaixo nossas orientações sobre o assunto:

O que deve constar nas regras de utilização do playground:

  • Afixar no local as normas de utilização.
  • Deverá haver acompanhamento de adulto para o uso
  • Estabelecer horário para uso, assim você saberá quando cobrir a caixa de areia, efetuar inspeções e possíveis limpezas ou fechar o portão quando o playground estiver dentro de um cercado.
  • Limitar o acesso à caixa de areia, por exemplo, quando a criança portar alimentos – os restos podem apodrecer no local ou atrair animais;

Vale lembrar que é fundamental que as regras de utilização do playground sejam aprovadas em assembleia. Se o RI for parte da convenção, o quórum necessário é de dois terços dos condôminos. Se não, basta maioria simples para aprovar o conjunto de regras.

Cuidados com a areia do playground:

  • No mercado já existem produtos específicos esterilização de areia. Trata-se de uma fórmula atóxica, capaz de descontaminar a areia e solos, inclusive de vermes, bactérias, vírus, fungos.
  • Uma outra alternativa é substituir a areia. Já há no mercado uma areia especial atóxica. Ela é mais fácil de limpar e os gatos não gostam muito dela.

Preservação e segurança dos brinquedos do playground:

Os cuidados com o playground devem estar na lista de tarefas que a equipe de manutenção executa diariamente. É fundamental fazer, além da limpeza, e da cobertura da areia,  uma boa observação dos equipamentos.

Durante a inspeção dos brinquedos: verificar se há parafusos soltos, presença de ferrugem em brinquedos com estrutura metálica, se há parafusos sem proteção, manutenção dos espaços do brinquedo, partes com tinta solta, tudo isso contribui para dar mais segurança às crianças, bem como para a durabilidade dos brinquedos, confira outras dicas

  • Manutenção sempre deve ser preventiva, verifique sempre parafusos, encaixes, apertos e se os brinquedos estão chumbados de maneira adequada;
  • A norma 16071, parte 2, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABTN), estabelece que o playground deve ter livro de inspeção e inspeções, diárias, semanais e mensais;
  • Os brinquedos devem estar separados por pelo menos 1,30m; e a norma da ABNT define os espaços, e condições dos equipamentos para que o mesmo garanta a segurança a seus usuários.
  • Qualquer defeito no brinquedo deve ser comunicado ao zelador ou ao corpo diretivo do condomínio; e interdição deverá ser imediata até a correção do problema
  • A durabilidade dos brinquedos varia conforme o material: os de plástico devem durar, em média, três anos, já os de plástico com estrutura metálica são mais resistentes, duram entre 15 e 20 anos;
  • Cubra as caixas de areia;
  • Pisos de borracha são a melhor alternativa, eles diminuem o atrito com o chão em caso de queda, melhoram a aderência dos brinquedos, proporcionando mais segurança;

Playground novo, como implantar:

Se o seu condomínio não tem playground, os especialistas sugerem que, antes de levar o tema para votação, você levante três orçamentos, isso também vale para reforma.

A seguir, algumas dicas dos especialistas que participaram da formulação da norma atual para playgrounds

  • Meça o espaço onde será instalado o playground, as medidas são fundamentais para fazer cotações;
  • A norma ABNT NBR 16071 define os critérios para a para a escolha dos brinquedos e também para a para planejamento, montagem do playground e ações necessárias de manutenção, as quais devem ser analisadas quanto aos custos de sua vida útil, para definição do modelo e tipo a ser implementado;
  • Quando for fazer os orçamentos, opte sempre pelas empresas que produzem equipamentos de acordo com as normas da ABNT;
  • Por conta da durabilidade, os brinquedos mais procurados são os de plástico com estrutura metálica ou de madeira, que casam com projetos paisagísticos atuais. Esses de madeira não são aqueles antigos com rolinhos de eucaliptos, eles possuem design moderno e bom acabamento;
  • Exija sempre brinquedos confeccionados com materiais atóxicos;
  • Em condomínios novos, as construtoras são responsáveis pelos equipamentos por cinco anos.
Fonte: SíndicoNet

Tem filho pequeno ou animal de estimação? Cuidado com os móveis!

Saiba o que é melhor evitar e como fazer para que sua casa não vire uma brincadeira de criança

Seu filho é o melhor do mundo, não é mesmo? Mas tanto amor não faz você deixar de ver que ele rabisca e arranha móveis, joga água e suco no sofá… Ah, você não tem filhos, só um lindo cachorrinho? E quantas vezes ele já destruiu seus tapetes, roeu o pé da cadeira ou mastigou partes do estofado? Pois é, ninguém quer fazer de você uma pessoa sozinha na vida. Mas alguns cuidados são essenciais para uma convivência mais tranquila. É só prestar atenção!

Sofás

Das duas, uma: ou você coloca uma capa bem resistente no sofá (e bonita, porque não adianta tirar na hora que chega visita), em sarja ou jeans, ou compra o móvel mais adequado. “O ideal é escolher sempre materiais firmes, se possível impermeáveis, como couro ou courino. Algodão precisa ter Acquablock (tecido impermeável)”, ensina a arquiteta Catia Ferreira, de São Paulo.

Tapetes

Esqueça tapetes muito peludos e pele de vaca, de carneiro etc. Eles retém os pelos dos animais e acumulam ácaros, fungos e bactérias que são prejudicais a todos. A limpeza é muito mais difícil. Faça a opção por estruturas baixas e laváveis de sintético.

 

(Foto: Shutterstock)

 

Outros móveis

Os materiais proibidos para móveis, ou seja, que não combinam com animais e crianças, são de fibras naturais, como junco ou palha. Lindos acabamentos em laca também devem ser evitados porque logo estarão arranhados e lascados pelos seus lindões. “Também não indico tecidos frágeis, com tramas, cujos fios são puxados pelas unhas dos animais e pelas crianças, além da retenção de sujeira. Móveis em MDF e carpetes de madeira também não são bons porque não resistem a líquidos”, diz Catia.

Espelhos

Já viu a criança brincando na frente do espelho ou um cachorro ‘brigando’ com ele? Por isso mesmo, tome cuidado onde coloca. Móveis espelhados, jamais. “O animal fica enlouquecido com o reflexo e acaba danificando o material tentando arranhar a própria imagem”, afirma a arquiteta.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Vamos falar de inadimplência em condomínios?

O mestre em Direito Econômico e especialista em Direito Imobiliário André Queiroz conversa sobre o maior vilão da gestão de condomínios: a inadimplência.

Confira:

Copa do Mundo: da bandeira do Brasil para a sua casa

Use o símbolo nacional e suas cores para decorar os ambientes e entrar no clima do Mundial

A Copa do Mundo já está chegando e as bandeiras nacionais dos países participantes do campeonato são ideais para a decoração de vários ambientes.


Sala em clima de Copa do Mundo (Fotos: Shutterstock)

Naturalmente, elas podem ficar penduradas nas janelas, mas que tal usá-las sobre a mesa, estantes, balcões e até mesmo em móveis como poltronas, mesas de apoio e mesas de centro?

Na opinião da designer de interiores Rita Kattoua, as bandeiras podem até mesmo ser usadas nos detalhes, como em enfeites pequenos para a casa, baldes de cerveja, guardanapos, balões ou qualquer arranjo que lembre a bandeira nacional. “Tudo isso deixa o espaço com o clima de torcida”, diz.

Almofadas – Rita também recomenda personalizar as almofadas com o tema da Copa. “É simples: costure ou amarre bandeiras do Brasil nas almofadas. As lojas de decoração têm opções de bandeiras em diversos tamanhos e acabamentos para a sua casa ficar brasileiríssima”, sugere a designer.


Aproveite o momento e abuse das cores brasileiras

Aproveite o momento e abuse de tecidos nas cores verde, azul e amarela, que remetem às cores da nossa bandeira nacional, e deixe o seu sofá mais bonito e confortável para assistir às partidas.


Almofada da Cinerama (Foto: Verônica Lima)

“A bandeira é um item clássico e pode ser usada para decorar toda a casa. Para entrar no clima da Copa do Mundo, você também pode enfeitar a sua residência com motivos de futebol. Assim, ficará mais divertido receber seus amigos para assistir aos jogos e torcer pelo Brasil”, aconselha a designer.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Segurança comunitária

Integração entre condomínios é fundamental

Integração entre condomínios é fundamental

A segurança é um dos maiores interesses para quem mora em condomínio.

Entretanto, treinar os funcionários, contar com procedimentos de segurança e investir em tecnologia são tidos como “feijão com arroz” atualmente. Afinal, todos sabemos que, infelizmente, apenas isso não é mais suficiente para enfrentar a violência nos dias de hoje.

Diante desse cenário, uma forma de ir além – e que vem ganhando força nos condomínios – , é investir na segurança comunitária.

O conceito é algo que deveria interessar a todos porque, se cada um fizer um pouco, como manter a segurança em dia do seu condomínio, seus funcionários treinados e se estiver ligado aos órgãos de segurança e a sua vizinhança, todos ganham.

“Chamamos isso de colmeia de segurança. Se houver, em cada parte do bairro, uma câmera voltada para a rua, e uma boa comunicação entre os condomínios, com certeza aquele bairro será mais seguro”, explica José Elias de Godoy, especialista em segurança condominial e capitão da reserva pela PM.

Para tanto, é preciso que condomínios, comércios, casas e até a polícia consigam se organizar para atender objetivos em prol de uma determinada região ou vizinhança.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, há diversos programas voltados para ruas, quarteirões ou bairros inteiros.

Veja abaixo como a união de dois programas comunitários de segurança - o City Câmeras (da prefeitura) e CONSEGs (de âmbito estadual),  integrados à polícia e com envolvimento de síndicos – , podem ajudar no combate à violência de uma determinada região, bairro ou até cidade.

Exemplos que vêm de fora

“Muitas vezes, o cidadão comum não enxerga que pode ajudar muito a segurança do seu bairro apenas prestando atenção em coisas simples, como um carro que de repente passou quatro, cinco vezes na sua rua”, explica Elias de Godoy.

Ele explica que em países como o Japão, a cultura da segurança comunitária é muito forte, o que ajuda no policiamento e a manter baixos os índices de criminalidade.

“Em locais onde tudo é filmado, e que a vizinhança está de olho no que acontece na rua, é mais difícil acontecer uma ocorrência. Com certeza alguém mal intencionado vai optar por um local com menos chances de ser pego, ou da sua imagem ser registrada”, argumenta ele.

Outro exemplo vem de Londres. O programa londrino concentra câmeras onde há taxas maiores de crimes e de problemas como depredação de bens públicos: São cerca de 500 mil câmeras em uma área bem inferior à da cidade de São Paulo.

“Londres tem um projeto pioneiro de vídeomonitoramento e tem tido uma ótima resposta”, aponta o especialista em segurança, Nilton Migdal, especialista em segurança.

Projeto City Câmeras, em São Paulo

A cidade de São Paulo segue a tendência mundial de monitorar cada vez mais suas vias – seja a partir de câmeras da prefeitura ou da iniciativa privada.

Com a expansão e barateamento de diversos equipamentos, a grande maioria dos condomínios pode dispor de câmeras de CFTV (circuito fechado de televisão) com uma boa resolução.

A ideia é conectar essas câmeras – e seu armazenamento – com a polícia, de forma a manter áreas maiores vigiadas.

“Se acontece algo estranho, como um roubo de carro, por exemplo, se aquela rua for filmada pelo condomínio, conseguimos ver a que horas isso aconteceu, ou até o rosto de quem levou o carro”, elabora Nilton Migdal.

Esse é um dos pilares do City Câmeras, um programa da prefeitura de São Paulo.

Para se cadastrar, os condomínios precisam apenas ter uma câmera que atenda às exigências do programa e contratar o serviço de armazenamento dessas imagens em nuvem com uma empresa parceira da prefeitura.

Conselhos de segurança – CONSEGS

Ainda em SP, uma das bases da segurança comunitária no estado são os Consegs, os conselhos de segurança.

O site do programa explica o que são os Consegs:

  • Os CONSEGs são grupos de pessoas do mesmo bairro ou município que se reúnem para discutir e analisar, planejar e acompanhar a solução de seus problemas comunitários de segurança, desenvolver campanhas educativas e estreitar laços de entendimento e cooperação entre as várias lideranças locais.  

As reuniões são mensais e contam com a presença de diversas lideranças do local, como o delegado da polícia civil, o responsável pelo batalhão da PM da área, da Guarda Civil, e representantes de serviços da prefeitura, entre outros.

 “É muito importante que os condomínios, seja pelos síndicos ou conselheiros, integrem esse tipo de reunião. Ajuda muito a melhorar a segurança não só do condomínio, mas de toda a área”, explica Hubert Gebara, vice-presidente de condomínios do Secovi-SP.

O impacto de uma sociedade atuante nos Conselhos de Segurança é positivo não apenas para quem participa, mas para todos no entorno.

“É muito bom que os síndicos realmente tomem parte nessas reuniões. Assim, conseguem cobrar melhor as autoridas competentes e também recebem informações valiosas sobre seu bairro, que tipo de trabalho o poder público está fazendo ali, quais os problemas dos outros moradores. É uma experiência válida, sim”, argumenta Nilton Savieto, síndico profissional.

Ele conta que durante os anos em que participou do Conseg da Vila Mariana, sua área de atuação, sempre que aderia a um programa, como o Vigilância Solidária, os porteiros recebiam aconselhamento da PM, de forma a consgeuir agir de forma preventiva.

É fato que nem todos os conselhos de segurança funcionam da mesma maneira, mas também é verdade que isso pode depender também da população que frequenta o local.

“Vejo muitos comentários positivos sobre os Consegs do Morumbi, Vila Madalena e Itaim. Quando há essa sinergia entre governo e sociedade civil, a tendência é realmente melhorar os índices de criminalidade e a qualidade dos serviços da prefeitua”, analisa Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH

Caso prático

Dois síndicos que estão muito satisfeitos com a atuação do Conseg de seu bairro são Luciano Gennari e Carlos Abreu, este atual secretário do Conseg do Morumbi.

Carlos atua há três anos no conselho de seu bairro.

“Comecei com aquele pensamento de que ‘alguém deveria fazer algo’ sobre os problemas do entorno. Cheguei a conclusão que essa pessoa era eu mesmo”, conta.

Ele explica que muitos moradores do bairro se mobilizam para ir às reuniões apenas quando há problemas sérios, como assalto ou sequestro-relâmpagos – uma realidade que o bairro, hoje, não enfrenta com tanta periodicidade.

“Se eu quero que a cidade fique limpa, eu limpo a frente da minha casa. É a mesma coisa com a segurança dos condomínios. Com ações mais articuladas entre o poder público e os cidadãos, conseguimos avançar com mais facilidade ”, exemplifica ele.

Essa também é a sensação do síndico Luciano Gennari. Para ele, além de participação mais ativa na vida da comunidade, integrar o Conseg é importante porque te coloca em contato com as pessoas que são realmente responsáveis pela área.

De carros que eram abandonados na rua e ficavam meses ali, ocupando vagas, à poda de árvores e demandas com a PM e com a prefeitura, ele afirma que o quadro geral é muito positivo.

“Quantas vezes liguei na prefeitura e abri 4 ou 5 protocolos e a demanda demorava muitos meses para ser atendida, não havia um retorno, um posicionamento, nada. Aqui, se você tem um pedido, pode pedir, protocolar e no próximo mês o responsável pelo seu pedido se posiciona, explica se foi feito ou não”, enumera ele.

Carlos também explica que unido a mais síndicos, ele e Luciano conseguiram pleitear, com uma empresa parceira da prefeitura, um desconto na mensalidade do City Câmeras.

“Quando unimos forças, seja para economizar, gerar mais segurança para toda a região ou para cobrar serviços públicos de qualidade, estamos fazendo a diferença. E o que esperamos é que cada vez mais síndicos se unam a nós, não apenas no nosso Conseg, mas também em diversos outros, de forma a criar uma rede melhor para todo mundo”, explica Carlos.

Uma empresa para toda comunidade

O síndico e corretor de seguros Carlo Stefanini viu o nível de segurança das ruas próximas ao seu condomínio aumentar consideravelmente depois que conseguiu costurar um acordo entre empreendimentos de três ruas e uma empresa de segurança.

“No começo de 2016, estava muito difícil a questão da segurança aqui. Roubo de carro, celular, bolsa. Estávamos realmente nos sentindo inseguros. Ano passado, estavam roubando já na esquina do nosso prédio”, conta ele.

Desde essa época ele tentava, sem sucesso, reunir mais síndicos para aprovar a contratação de uma empresa de segurança e vigilância.

O primeiro passo foi colocar uma câmera apontada para a esquina problemática, o que já começou a surtir efeito ali – apesar de nas redondezas, os vizinhos ainda sentiam-se inseguros.

“Consegui, depois de muito trabalho, reunir os síndicos dos 27 condomínios dessas três ruas, que formam um triângulo. Expliquei como uma câmera estava fazendo a diferença no local. Saímos da reunião com um prazo para todos fazerem as assembleias em seus respectivos condomínios, para discutir a aprovação da contratação”, explica.

Depois de cotar com diversas empresas, Carlo optou por uma que já atuava na reunião, fazia um bom serviço e que respeitava o limite de preço afixado por unidade anteriormente.

“Nesse primeiro momento, 19 condomínios aderiram. Daí, elaboramos selos para carros e placas para os condomínios que estavam participando da ação, de forma a facilitar a identificação pela empresa de segurança. Desde então, mais 4 empreendimentos fazem parte da contratação, faltando agora só mais quatro para finalizarmos todos da região”, conta o síndico.

Com a melhora na segurança, muitos empreendimentos migraram da portaria comum para a remota.

“Foi muito difiícil e trabalhoso todo esse processo. Mas está valendo muito a pena”, finaliza ele.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Tendência: 5 formas de usar o painel de grade na sua decoração

Já pensou em utilizar painéis de grade na sua decoração? Nós te mostramos como. Conheça a tendência de decoração que facilitará sua vida.

Apesar de não ser uma novidade, o painel de grade ou tela aramada, voltou a fazer parte das dicas para de uma decoração moderna e flexível. Como aqui não perdemos nada, separamos algumas dicas e formas de você utilizar essa peça conhecida pela sua versatilidade.

Separamos formas bem simples para que você embarque nessa tendência e deixe sua decoração bem funcional.

1. Tela aramada na cozinha

Nesse cômodo, que é o coração da casa e geralmente recebe muitas pessoas, e se você for daquele tipo bagunceiro enquanto cozinha deixando as coisas espalhadas, o painel de grade pode ser mais do que um item de decoração, ele vai virar seu socorro e sua salvação na hora de organizar tudo.

Na foto abaixo temos dois exemplos de tela aramada. À esquerda a tela foi posicionada em frente ao fogão. Isso facilita na organização de conchas, itens como fouet, xícaras, pano de prato, entre outros. O sentido foi de facilitar deixando os itens ao alcance das mãos.

Já na foto à direita, o painel de grade toma a parede de cima até embaixo e a dona da cozinha optou por colocar quadros decorativos e até um quadro negro com receita. Apesar de não enxergarmos itens de cozinha organizados na tela, nada impediria que houvesse a junção de quadros e utensílios domésticos na mesma tela.

Para quem tem uma cozinha pequena que não comporta um armário, mesmo que compacto, essa é uma excelente opção. Outra alternativa é posicionar a tela aramada na horizontal, acima da altura da cabeça das pessoas e não nas paredes. Assim ele pode ser utilizado para pendurar copos, taças, panelas e etc.

Na foto abaixo, mais um exemplo de organização e decoração no mesmo espaço.

2. Jardim vertical com painel de grade

Em nosso site temos diversos artigos para quem não tem espaço externo, quintal, varanda e queira levar a natureza para dentro de casa ou simplesmente acha legal ter um jardim vertical nos cômodos da casa. Você pode acessar esses artigos e outros através da sessão de decoração em nosso blog.

E não é que um jardim vertical pode ser feito com o painel de grade? A opção pode ser legal para dar suporte às plantas, como vemos na foto da direita, ou para plantas acompanhadas dos utensílios usados na manutenção desse jardim.

Assim como na cozinha, o tamanho da sua grade de metal pode variar de acordo com o espaço onde você pretende inserir o painel e com os itens que você pretende prender nele.

Já na foto abaixo vemos que o dono da residência optou por usar o mural de grade para, além de ter um jardim vertical, delimitar dois ambientes.

Perceba que há uma separação entre o local que está o sofá e o local de onde a foto foi tirada. Essa ideia é excelente para espaços pequenos e para quem opta por não ter paredes separando cada cômodo. Esse é um truque conhecida para ampliar a sensação de espaço em ambientes apertados.

3. Painel de grade no escritório ou home office

Se o seu escritório é um ambiente colaborativo, que tenha pouco espaço e não comporte armários e grandes mesas com gavetas e etc. Ou simplesmente você é adepto da decoração menos poluída, ter um painel de grade colaborativo é uma boa ideia.

Deixe ali materiais como tesoura, grampeador, durex, blocos de anotação, fotos, avisos, entre tantas outras opções. O painel pode ser de um tamanho que tome uma parede inteira e usado por todos no escritório ou você pode optar por pequenas grades para uso individual.

Já se o espaço é apenas o seu home office, ele pode ficar em frente a sua mesa de trabalho e em tamanho menor. Vai da sua imaginação.

4. Painel de grade no quarto

Temos inúmeras funções para um mural de grade no quarto. Se for um quarto de casal ou de mulher – que geralmente tem muito sapato, que tal utilizá-lo como sapateira? Para essa opção o painel não pode estar totalmente grudado na parede.

Na hora de pendurá-lo, deixe um espaço de dois a três centímetros entre a grade e a parede, o que vai facilitar a questão com os saltos. Se seus calçados incluírem tênis, pendure cada peça através do cadarço.

Além da sapateira, que tal usar a tela aramada para fotos? Prenda desenhos, fotos, lembranças de viagens, festas ou qualquer outro momento legal com mini pregadores, lacinhos, durex, com o que você achar melhor.

Em quartos de crianças e jovens, utilize a tela para organizar fones de ouvido, brinquedos, bolsas e mochilas, óculos de grau ou de sol e etc.

5. Onde encontrar

A essa altura, se você está pesquisando sobre o assunto ou olhou as fotos com mais atenção, vai perceber que existem telas de várias cores e tamanhos. Você pode adquirir telas pretas ou coloridas ou até modificar a cor em casa mesmo, usando sprays ou outro tipo de tinta.

As telas estão à venda em lojas de decoração, lojas de construção, sites de compra e venda e até em sites de comprar internacionais.

Como citamos no início, essa peça é muito versátil e pode ser usada de outras formas que não colocamos fotos aqui, como organizadora de materiais de limpeza, de oficinas mecânicas, para um espaço de maquiagem em conjunto com um bom projeto de iluminação.

Enfim, as alternativas são inúmeras. Continue nos acompanhando e saiba mais sobre decoração de ambientes.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Condomínios têm até junho para aderir ao sistema e-Social

Thiago Conceição*

Maciel, da Exata, entende que o programa moderniza as regras - Foto: Margarida Neide l Ag. A TARDE
Maciel, da Exata, entende que o programa moderniza as regras

Os condomínios têm até junho deste ano para se enquadrar no e-Social, sistema de escrituração digital de informações fiscais previdenciárias e trabalhistas. A adequação obrigatória traz mudanças para os síndicos e administradores, que pagarão multas por atrasos no envio das informações dos funcionários e colaboradores que atuam na  área condominial.

“Depois  da implantação do e-Social, as rotinas trabalhistas, como admissão, rescisões, pagamento de férias, normas de segurança do trabalho, alteração de jornada de trabalho, não poderão mais ser realizadas de forma retroativa, a exemplo do que vinha acontecendo antes da mudança”, explica Marcos Bélens, sócio-diretor da MS Administração de Condomínios.

Como resultado das mudanças trabalhistas, síndicos e administradores precisam ficar atentos para as atividades cotidianas desenvolvidas pelos colaboradores do condomínio. A medida é justificada pela necessidade de informar para a contabilidade as informações dos funcionários em tempo real, visto que os atrasos no envio dos dados ao sistema do e-Social vai gerar multa para os gestores do espaço.

“Só para ter uma ideia, conteúdos sobre admissões, dados pessoais e informações trabalhistas, devidamente organizados, devem ser informados ao e-Social um dia antes do colaborador iniciar suas atividades, caso contrário, o condomínio poderá ser penalizado”, conta  Bélens.

Organizar e fiscalizar

Para Rosely Schwartz, especialista em gestão predial, os síndicos precisam ficar atentos para o conjunto de 45 arquivos que deverão ser preenchidos e enviados para o site do e-Social, dentro de determinados prazos e exigências.

O síndico ainda precisa observar e fiscalizar o trabalho da empresa administradora, afirma Schwartz. A estratégia serve para trazer mais segurança sobre a circulação e envio de informações para a plataforma digital, medidas consideradas cruciais para o encarregado do local não receber multas administrativas.

“O sistema tem muitos arquivos, com layouts bem padronizados. Respeitando os prazos estabelecidos pela norma do e-Social, torna-se obrigatório enviar dados que incluem FGTS, Imposto de Renda. No processo de gestão das informações, caso o síndico caminhe fora de sintonia com a administradora, o risco de receber multas por envios atrasados fica maior“, explica Schwartz.

De acordo com Edney Maciel, analista contábil na área condominial da Exata – Administração de Condomínios, caso o trabalho de administração do condomínio seja feito por um ou mais escritórios de contabilidade, a observação do síndico deve ficar no trabalho destas empresas.

“O programa vem para trazer uma grande modernização nas regras desde atendimento quanto a contratação dos colaboradores. No entanto, para que a implantação ocorra de forma tranquila, os síndicos e os contadores devem trabalhar em conjunto, diante da obrigação de fazer as informações trabalhistas circularem de forma rápida e precisa”, diz Maciel.

O analista afirma que o e-Social vai melhorar a administração dos funcionários e contribuir para o correto cumprimento das leis trabalhistas e condominiais.

*Sob supervisão da editora Cassandra Barteló

Na prática - Todos os dados incidentes sobre as remunerações pagas ou creditadas pelo condomínio aos seus funcionários serão enviados pelos  síndicos para o portal.esocial.gov.br

Confira 7 cuidados que o locatário deve ter para alugar tranquilo

Na hora de alugar um imóvel é preciso observar alguns pontos que, lá na frente, podem fazer bastante diferença. Listamos alguns deles para você se preparar.

Morar de aluguel ainda é a realidade de muitos brasileiros. Em um país onde o sonho da casa própria faz parte da vida das pessoas, ainda existem aqueles que por opção moram em um imóvel alugado ou aqueles que realmente não possuem condições de adquirir a casa própria.

Seja qual for o caso, é natural que na hora de assinar um contrato surjam inúmeras dúvidas sobre o que pode e o que não pode.

Confira abaixo os principais cuidados que o locador deve ter antes de fechar um contrato de aluguel:

1. Não alugue o primeiro imóvel que achar

Precipitação não é bom em nenhum caso, nem mesmo na hora de alugar um imóvel. Pesquise muito em sites, ande na vizinhança do local onde deseja morar – ainda existem muitos proprietários que não colocam os anúncios na internet – ou também procure uma imobiliária e analise todas as opções que ela possui.

2. Garantias

Para proteger o locador ou mesmo o locatário na hora de alugar um imóvel, geralmente são pedidas garantias dessa locação. São elas as mais comuns:

Fiador: Essa ainda é uma das formas de garantia mais conhecidas, embora não seja mais tanto utilizada. Nessa modalidade, um terceiro se responsabiliza obrigatoriamente perante o credor, ele é quem será cobrado em caso de inadimplência do contrato.

Seguro Fiança: Menos comum, essa opção não é tão vista, embora esteja crescendo em novos contratos. Aqui o locador é representado por uma seguradora. Há um valor pago mensalmente e, em caso de inadimplência o dono do imóvel recebe os pagamentos através da seguradora, garantindo os valores da locação.

Depósito: Com certeza você já ouviu falar desse tipo de garantia. Nessa modalidade, o locador adianta o equivalente a 2 ou 3 meses de aluguel assim que assina o contrato. O valor pode ser usado para garantir os últimos meses de aluguel, se o contratante resolver sair do local e avisar com antecedência e até mesmo pode ficar preso, caso haja avarias no imóvel no ato da devolução do mesmo.

3. Condições do imóvel

A lei do inquilinato é bem clara em relação ao estado de conservação do imóvel. Ela determina que o imóvel esteja em boas condições de uso para se viver. Isso significa que as peças sanitárias devem estar instaladas no imóvel, bem como as ligações de luz e água devem estar funcionando corretamente.

Não podem existir infiltrações, vazamentos ou mofos que possam trazer risco de saúde ou vida para quem reside no local.

4. Vistoria documentada

Antes de entrar no imóvel, exija uma vistoria documentada com todos os detalhes do local. Essa vistoria desse ser realizada cômodo por cômodo e conter qualquer detalhe da locação, como janelas com dificuldade de abrir, azulejos rachados, pintura, estado de elétrica, hidráulica, entre outros.

Uma boa vistoria deve até mesmo verificar possíveis problemas em relação a estrutura, analisando rachaduras e outros pontos do imóvel.

5. Contrato

Preste muito a atenção ao contrato assinado na hora de locar um imóvel. Leia à respeito da lei do inquilinato e não aceite cláusulas abusivas.

Entre os principais itens do documento, deve ser mencionado o prazo total da locação, o prazo mínimo da mesma, o valor do aluguel, o endereço do imóvel, regras para desistência do aluguel antes do prazo estipulado e as taxas para fins de reajustes, que só pode ocorrer uma vez no ano e de acordo com o índice estipulado em contrato.

6. Saída do imóvel

O momento da entrega das chaves tem sido motivo de muita discussão entre inquilinos e proprietárias/imobiliárias. Isso porque são aplicadas regras abusivas para os inquilinos. Um grande exemplo é a exigência em relação a pintura. Os proprietários costumam exigir marca e cor, porém essa exigência não pode ser feita.

Em relação as contas geradas durante a moradia, todas devem ser quitadas. E o imóvel deve ser entregue nas mesmas condições em que foi alugado, a fim de que possa ser alugado novamente sem grandes problemas ou perda de tempo.

7. Direitos e deveres

É claro que existe a necessidade de garantir seus direitos, mas a Lei 8.245 do ano de 1991, mais conhecida como lei do inquilinato, não fala apenas sobre os direitos dos inquilinos, mas também dos seus deveres.

Portanto, uma das dicas imprescindíveis é que o inquilino leia um pouco mais sobre as regras que deve seguir e o que exatamente essa lei diz em relação as suas obrigações.

Entre as obrigações de quem aluga um imóvel está mantê-lo em ordem e cuidar do local como se fosse de sua propriedade, além de devolvê-lo nas mesmas condições que o recebeu.

Além disso, caso exista desistência antes do prazo estipulado em contrato, a lei permite que o inquilino pague um valor de multa. Dependendo do acordo realizado, pode ser que essa multa seja dispensada pelo dono do imóvel.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Entenda as diferenças entre condomínio e loteamento fechado

Enquanto no primeiro toda a área pertence aos moradores, no segundo os espaços comuns são considerados públicos

No condomínio, todo o terreno pertence aos moradores, se diferenciando apenas os espaços privados do de uso comum, coletivo (cada morador tem uma fração dele). Nesse caso, há cobrança da taxa de manutenção mensal e o local é de entrada restrita. Já nos loteamentos, apenas a área do lote é de quem mora. As demais, são subordinadas à prefeitura do município.

“Cada loteamento terá sua forma de constituição e administração, a depender do estatuto aprovado. O acesso de pessoas estranhas deve ser controlado, mas não proibido, pois as ruas internas são públicas”, explica o diretor jurídico da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), José Roberto Graiche Júnior.


(Foto: Banco de Imagens / Think Stock)

O advogado Fernando Augusto Zito, especialista em Direito Condominial, afirma que, nos condomínios, para cada tipo de obra é necessário fazer reunião e respeitar o quórum (número mínimo de moradores que aprovam) previsto na legislação. Nos loteamentos, não existe essa necessidade.

“O corretor deve explicar ao cliente em potencial as características de cada empreendimento, sua forma de contribuição mensal e também deixar muito claro que, mesmo sendo distintos, nos dois existem regras que devem ser seguidas”, diz Zito.


(Foto: Shutterstock)

O arquiteto Daniel Szego, sócio da SZK Arquitetura, explica que nos loteamentos pode ser criada uma associação, com objetivo de elaborar um regulamento aprovado por todos. “Nos loteamentos, a iluminação e as ruas, por exemplo, são mantidas pela prefeitura. Mas a portaria fica sob responsabilidade dessa associação”.

Segurança

José Roberto Graiche Júnior pontua que o loteamento é mais seguro do que um bairro aberto, mas tudo depende da forma de segurança contratada. “Deve haver um controle rigoroso de entrada de pessoas estranhas ao empreendimento, sistema de câmeras etc”. Daniel Szego concorda: “mesmo não podendo proibir a entrada de qualquer pessoa, ele possui controle e vigilância maiores”.

A insegurança jurídica é o que preocupa Fernando Augusto Zito. “Parte da doutrina jurídica entende que o loteamento fechado é inconstitucional, pois interfere no direito de ir e vir de pessoas não vinculadas a ele. Existem inúmeros pedidos de fechamento de loteamentos”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Documentação dos imóveis de leilão: devo me preocupar?

Imóveis adquiridos em leilão tem a fama equivocada de estarem sempre documentações irregulares ou em dívida. Mas isso não é uma verdade universal. Entenda!

Você já deve ter ouvido falar na compra de imóveis por meio de leilões. Essa modalidade vem crescendo cada dia mais, em virtude do preço mais baixo e, por ser uma compra que, na maioria das vezes, te dá a chance de se mudar para o imóvel em pouco tempo, diferentemente de imóveis

Mas uma grande dúvida de muitas pessoas que se interessam por leilões é se os motivos pelos quais o imóvel está sendo leiloado podem lhes dar dor de cabeça após a aquisição.

Isso ocorre no imaginário do comprador porque, em alguns casos, o imóvel pode ter chegado ao leilão em virtude de dívidas, como atraso de condomínio ou não pagamento da escritura do antigo proprietário, o que, em teoria, seria mais uma dívida para o novo dono arcar.

Então, devemos nos preocupar em comprar em um leilão?

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que nem sempre um imóvel que está sendo leiloado tem dívidas extras com as quais o interessado na compra deve arcar. Esse é o caso de imóveis que foram hipotecados ou penhorados, por exemplo.

Já para os imóveis que realmente têm uma dívida pendente, proveniente do último proprietário, há diversas soluções e medidas que o novo comprador pode tomar tanto para resolver essas questões, quanto para se prevenir de quaisquer problemas futuros.

Antes de tudo, é preciso prestar bastante atenção ao edital do leilão, para saber detalhes que, muitas vezes passam despercebidos, como valor mínimo para lances, se ele será realizado de forma online ou presencial, se há comissão ao leiloeiro, entre outros.

Após isso, é preciso ter calma! O preço dos imóveis de leilão pode empolgar a todos, por ser bastante interessante. Mas, às vezes, ao se impressionar muito determinada casa ou apartamento, os detalhes podem passar batido e o imóvel, por alguma razão, pode até não estar de acordo com as suas necessidades.

Por isso, é indicado estudar ao máximo todos os detalhes de vários imóveis, para ter o máximo de certeza que fez uma boa escolha.

E ah, quando efetuar a compra, com 100% de certeza, é recomendado sempre registrar a compra do imóvel junto ao cartório o quanto antes. Isso pois é possível que a casa ou apartamento escolhido possa estar disponível para penhora em outro lugar, ao mesmo tempo. Registrando a efetivação da compra o quanto antes, a venda e a data ficarão registradas na matrícula do imóvel.

E, se o seu receio é apostar em imóveis com dívidas, como por exemplo quando este está com as prestações do financiamento em atraso, há meios de contornar a situação e fazer com que o imóvel continue valendo bastante a pena.

Atualmente, as dívidas não precisam ser pagas de uma só vez para a aquisição do imóvel e nem mesmo são passadas para o nome do novo proprietário. Instituições financeiras procuram, inclusive, facilitar a venda desses imóveis fazendo um refinanciamento do valor.

Oportunidade para encontrar o seu imóvel através de leilão!

Dependendo do valor de débitos do imóvel, alguns bancos, inclusive, quitam toda a quantia antes da data do leilão.

Esse é o caso do banco Santander, que, graças a uma parceria com o site Leiloei.com facilitou ainda mais a compra de imóveis através de leilões.

Na parceria, é possível contar com uma taxa de Crédito Imobiliário de apenas 8,99% + TR, com parcelamento em até 11 vezes sem juros, tendo a possibilidade de comprar à vista e receber 10% de desconto, além de uma das vantagens mais atraentes: se o imóvel no qual você se interessar tiver débitos de Condomínio e/ou IPTU, esses serão quitados até o dia do leilão!Viu só? Prestando atenção e fazendo tudo com bastante cautela não porque temer. Afinal de contas, com a economia em recuperação, esse é um ótimo momento para investir no seu próprio imóvel.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Modernização de elevadores

Saiba quando e como fazer

Saiba quando e como fazer

Nada dura para sempre, já dizia o poeta. Em se tratando de itens de manutenção do condomínio, então, melhor ficar de olho no prazo das manutenções ou renovações.

Quando se trata de elevadores, os condomínios brasileiros são obrigados, por lei, a manter uma empresa de manutenção para o equipamento.

Mas chega um momento em que, mesmo contando com uma boa manutenção, o elevador precisa de uma modernização estrutural, que troque seus componentes de maneira a fazer com que o equipamento funcione de maneira mais eficiente.

Para se ter uma ideia, só a economia com energia elétrica pode chegar a 40%.

Quando fazer

Os especialistas ouvidos pelo SíndicoNet sugerem que a troca de aparelhos seja feita a partir de 15 anos, ou quando o equipamento passa a apresentar problemas frequentes.

“Geralmente, quando o elevador tem mais de quinze, vinte anos, começa a exigir mais manutenção. As trocas de peças ficam mais frequentes, e mais caras. E, muitas vezes, começam a pesar no orçamento do condomínio”, pondera Julio Herald, gerente de condomínios da administradora Auxiliadora Predial.

Outro ponto a ser observado pelo condomínio é a funcionalidade do elevador. Se ele não é tão antigo, mas já pede intervenções mensais, ou se “trava” mais de uma vez por mês, é sinal que, provavelmente, seja o momento de modernizar o equipamento.

Sinais que antecedem uma modernização:

  • Equipamento começa a dar muitos problemas, com trocas cada vez mais frequentes de peças
  • Apresenta desnível entre o andar e a cabina
  • Emite barulhos mais altos e constantes que o usual
  • Tem falhas e interrupções de serviço cada vez mais constantes
  • Consome muita energia elétrica

Vale ressaltar que mesmo elevadores novos, com menos de um ano de uso, também podem apresentar problemas frequentes, devido à fase inicial de acomodação do equipamento. É o que explica o gráfico a seguir:

Na chamada “mortalidade infantil” há bastante número de defeitos, mas que vão diminuindo no ritmo dos consertos de peças defeituosas, de erros advindos da mão de obra, ou pequenos defeitos no equipamento. Aqui, a manutenção é corretiva, uma vez que o equipamento é novo. Essa fase pode durar até um ano

Quando a manutenção do elevador se estabiliza, entramos em T1, a fase da maturidade do equipamento. Aqui, problemas acontecem devido a componentes externos, como acidentes (um funcionário que usa água para limpar o hall do elevador e a deixa cair), liberação excessiva de energia (problemas no quadro de luz, ou com a concessionária de energia), operação inadequada do equipamento, entre outros. Nessa fase, o ideal é uma manutenção preventiva.

A mortalidade senil (T2, no gráfico) chega quando o equipamento sente o passar dos anos: há desgaste de componentes, corrosão e deterioração mecânica – ele não atende alguns andares, prende passageiros mais de uma vez por mês, e há desnível quando a porta abre. Esse é o momento da modernização.

Como modernizar

É importante assinalar a diferença entre modernização e melhora estética. Essa engloba apenas alterações na cabine, como a troca do piso, espelho e novo revestimento.

A modernização propriamente dita refere-se à troca de diversas peças que, novas, permitirão uma melhora clara do serviço prestado pelo elevador.

“O primeiro passo é contratar uma consultoria, para saber, de antemão, quais peças precisam ser trocadas. Só então faça uma concorrência entre as empresas de manutenção”, ensina Boris Risnic, conhecido como Dr. Elevador.

Geralmente não é necessário trocar o motor do elevador, mas a quadro de comando, o operador de porta, sim.

“Com essas substituições, o elevador passa a economizar cerca de 40% da energia elétrica”, calcula Risnic.

Diminuir a conta de energia elétrica deve ser encarado como um ganho para todos no condomínio – essa diminuição geralmente paga o valor da modernização do equipamento em até dois anos.

Mas não é só na energia elétrica que o condomínio ganha: com um equipamento mais moderno, as viagens serão mais rápidas e seguras – algo fundamental para moradores que porventura tenham medo de elevador ou claustrofobia.

Custos

Modernizar o elevador e deixá-lo mais bonito pode custar caro ao condomínio: R$ 160 mil, na média, por aparelho. Justamente devido ao tamanho do investimento é necessária a aprovação da benfeitoria em assembleia, com maioria dos presentes.

E como geralmente o condomínio não conta com apenas um elevador, o investimento pode ficar ainda mais caro.

O usual é que o condomínio pague de 20% a 40% de entrada – o restante pode ser parcelado em até 60 vezes, dependendo da empresa contratada. Aqui, vale ficar atento ao juro utilizado: o contrato deve discriminar qual será o índice utilizado para corrigir as parcelas anualmente.

Há empresas também que calculam essa diferença e oferecem parcelas fixas.

Vale lembrar que, ao escolher a empresa prestadora de serviços, é importante se certificar também que a mesma é séria – não escolha apenas pelo preço.

Ser registrada na prefeitura é fundamental para o condomínio, assim como ter engenheiros em seu quadro de funcionários. Compare também a garantia do serviço e a manutenção dos equipamentos durante as melhorias – algumas, principalmente as fabricantes, podem oferecer um desconto interessante durante o período de troca.

Sem aprovação

Pode ser que por se tratar de um investimento muito grande para alguns condomínios, a maioria decida por não revitalizar os elevadores.

Caso o elevador não estiver funcionando bem, parando muito entre andares e com diversos problemas técnicos, a sugestão de Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé é que o síndico feche o equipamento.

“Se o elevador despenca e uma pessoa se machuca gravemente, é o síndico e o condomínio quem irão responder. Nesse caso, pela segurança de todos, o melhor é não usar o equipamento”

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Confira 7 cuidados que o locador deve ter para alugar tranquilo

Na hora de alugar um imóvel é preciso observar alguns pontos que, lá na frente, podem fazer bastante diferença. Listamos alguns deles para você se preparar.

Morar de aluguel ainda é a realidade de muitos brasileiros. Em um país onde o sonho da casa própria faz parte da vida das pessoas, ainda existem aqueles que por opção moram em um imóvel alugado ou aqueles que realmente não possuem condições de adquirir a casa própria.

Seja qual for o caso, é natural que na hora de assinar um contrato surjam inúmeras dúvidas sobre o que pode e o que não pode.

Confira abaixo os principais cuidados que o locador deve ter antes de fechar um contrato de aluguel:

1. Não alugue o primeiro imóvel que achar

Precipitação não é bom em nenhum caso, nem mesmo na hora de alugar um imóvel. Pesquise muito em sites, ande na vizinhança do local onde deseja morar – ainda existem muitos proprietários que não colocam os anúncios na internet – ou também procure uma imobiliária e analise todas as opções que ela possui.

2. Garantias

Para proteger o locador ou mesmo o locatário na hora de alugar um imóvel, geralmente são pedidas garantias dessa locação. São elas as mais comuns:

Fiador: Essa ainda é uma das formas de garantia mais conhecidas, embora não seja mais tanto utilizada. Nessa modalidade, um terceiro se responsabiliza obrigatoriamente perante o credor, ele é quem será cobrado em caso de inadimplência do contrato.

Seguro Fiança: Menos comum, essa opção não é tão vista, embora esteja crescendo em novos contratos. Aqui o locador é representado por uma seguradora. Há um valor pago mensalmente e, em caso de inadimplência o dono do imóvel recebe os pagamentos através da seguradora, garantindo os valores da locação.

Depósito: Com certeza você já ouviu falar desse tipo de garantia. Nessa modalidade, o locador adianta o equivalente a 2 ou 3 meses de aluguel assim que assina o contrato. O valor pode ser usado para garantir os últimos meses de aluguel, se o contratante resolver sair do local e avisar com antecedência e até mesmo pode ficar preso, caso haja avarias no imóvel no ato da devolução do mesmo.

3. Condições do imóvel

A lei do inquilinato é bem clara em relação ao estado de conservação do imóvel. Ela determina que o imóvel esteja em boas condições de uso para se viver. Isso significa que as peças sanitárias devem estar instaladas no imóvel, bem como as ligações de luz e água devem estar funcionando corretamente.

Não podem existir infiltrações, vazamentos ou mofos que possam trazer risco de saúde ou vida para quem reside no local.

4. Vistoria documentada

Antes de entrar no imóvel, exija uma vistoria documentada com todos os detalhes do local. Essa vistoria desse ser realizada cômodo por cômodo e conter qualquer detalhe da locação, como janelas com dificuldade de abrir, azulejos rachados, pintura, estado de elétrica, hidráulica, entre outros.

Uma boa vistoria deve até mesmo verificar possíveis problemas em relação a estrutura, analisando rachaduras e outros pontos do imóvel.

5. Contrato

Preste muito a atenção ao contrato assinado na hora de locar um imóvel. Leia à respeito da lei do inquilinato e não aceite cláusulas abusivas.

Entre os principais itens do documento, deve ser mencionado o prazo total da locação, o prazo mínimo da mesma, o valor do aluguel, o endereço do imóvel, regras para desistência do aluguel antes do prazo estipulado e as taxas para fins de reajustes, que só pode ocorrer uma vez no ano e de acordo com o índice estipulado em contrato.

6. Saída do imóvel

O momento da entrega das chaves tem sido motivo de muita discussão entre inquilinos e proprietárias/imobiliárias. Isso porque são aplicadas regras abusivas para os inquilinos. Um grande exemplo é a exigência em relação a pintura. Os proprietários costumam exigir marca e cor, porém essa exigência não pode ser feita.

Em relação as contas geradas durante a moradia, todas devem ser quitadas. E o imóvel deve ser entregue nas mesmas condições em que foi alugado, a fim de que possa ser alugado novamente sem grandes problemas ou perda de tempo.

7. Direitos e deveres

É claro que existe a necessidade de garantir seus direitos, mas a Lei 8.245 do ano de 1991, mais conhecida como lei do inquilinato, não fala apenas sobre os direitos dos inquilinos, mas também dos seus deveres.

Portanto, uma das dicas imprescindíveis é que o inquilino leia um pouco mais sobre as regras que deve seguir e o que exatamente essa lei diz em relação as suas obrigações.

Entre as obrigações de quem aluga um imóvel está mantê-lo em ordem e cuidar do local como se fosse de sua propriedade, além de devolvê-lo nas mesmas condições que o recebeu.

Além disso, caso exista desistência antes do prazo estipulado em contrato, a lei permite que o inquilino pague um valor de multa. Dependendo do acordo realizado, pode ser que essa multa seja dispensada pelo dono do imóvel.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Geradores em condomínios

Equipamento é caro, mas pode ser um bom investimento se comprado corretamente.

Equipamento é caro, mas pode ser um bom investimento se comprado corretamente

Ficar sem luz é uma situação que todo condomínio gostaria de evitar. Justamente por isso, é cada vez mais comum a presença de grupos geradores em condomínios.

Um equipamento do tipo não é apenas uma mão na roda para evitar a subida de diversos lances de escada. Ele é um fator importante quando falamos de segurança no condomínio.

Apesar de ser considerado um investimento alto para diversos empreendimentos, muitos optam em se planejar para a compra de um. Isso porque o equipamento permite que elevadores, portões, luzes da área comum e, dependendo do caso, até que as unidades disponham de energia elétrica durante um apagão.

Como funcionam

Os grupos geradores têm sua potência medida em KVA (kilovoltampere) e, claro, quanto maior for sua potência, mais equipamentos conseguem funcionar ligados ao gerador.

Ele também precisa de combustível – pode funcionar à base de diesel, etanol, biocombustível ou gás natural. Em condomínios, o mais utilizado, atualmente, é à base de diesel.

Geralmente, a opção é por um aparelho que consiga manter luzes das áreas comuns acesas, sistema de segurança, interfones, portões automáticos e um elevador funcionando.

O tempo que o grupo gerador “aguenta” permanecer ligado depende da configuração do equipamento, do consumo do condomínio e do tamanho do seu tanque. O ideal é que o modelo a ser comprado tenha uma autonomia de, pelo menos, 6 horas.

Vale lembrar que os geradores, via de regra, podem ser abastecidos enquanto estiverem ligados, sem problemas.

Abastecimento

O zelador ou outros funcionários do prédio não devem buscar o combustível no posto para usar no gerador – além de atividade insalubre, isso é contra a lei. O correto é contratar uma empresa especializada que faça a entrega diretamente no condomínio.

Da mesma forma, não custa lembrar que a estocagem de combustível nas áreas comuns, além de não recomendada, também é proibida por lei.

Custos

Há geradores de diversos portes.  E, claro, quanto mais potente for, mais caro custará.

“Geralmente, um equipamento de 60 KVA consegue suportar um elevador e as luzes das áreas comuns. Já um gerador de 85 KVA pode chegar a levar até três elevadores, principalmente se foram dos modelos novos, mais econômicos”, ensina Eduardo Botelho, proprietário da Skopo engenharia.

No mercado, um equipamento de 60 KVA, carenado e com isolamento acústico, custa, em média, de R$ 40mil a R$ 60 mil. Mas isso pode variar muito, dependendo da marca e do modelo.

O condomínio deve se preocupar também com o cabeamento. Essa parte do processo é cara e pode chegar a custar mais de um terço do preço do produto. Por isso, quanto mais perto estiver do quadro de força, mais em conta será a instalação.

Além dos custos já citados, equipamentos que funcionam à diesel precisam de manutenção mensal. A manutenção anual, que pede limpeza de filtros, é obrigatória para todos os equipamentos.

Aprovação

Como o investimento pode ser considerado alto em muitos condomínios, é necessário apresentar o projeto de se colocar o gerador no condomínio para aprovação assemblear.

“Por se tratar de uma obra útil ao condomínio, a aprovação necessária é de maioria de todos os condôminos: 50% mais um”, ensina Rosely Schwartz, especialista em condomínios.

É importante também que, no ato da convocação, já esteja detalhado que esse assunto será posto em pauta.

“Mesmo sendo um investimento grande, instalar um gerador vale a pena para o condomínio. Além de ser um conforto, valoriza o patrimônio de todos”, calcula Rosely.

Escolha da empresa

Antes de escolher a empresa, é importante checar se há engenheiros em seu quadro de funcionários, uma vez que são eles quem irão fazer os estudos sobre qual o equipamento indicado para as necessidades do seu condomínio.

Há uma série de regras, previstas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que a empresa deve seguir para a instalação de geradores com segurança para o local. Em São Paulo, há a lei 15.095, que, desde 2012 obriga geradores a usarem um oxicatalisador, entre outros itens. A peça ajuda a diminuir os resíduos da combustão gerada dentro do equipamento.

Local de instalação

Localização, espaço, barulho, segurança e até poluição emitida, como visto acima, são fatores que devem considerados na hora de estabelecer o local de instalação.

Em média, um gerador de 60 KVA demanda um espaço útil entre 6m² e 9m². À medida que o equipamento tiver mais potência, mais espaço ele ocupa.

Por ser identificado como item de segurança, o gerador deve ficar em um local trancado, onde não haja circulação de pessoas.

O ideal é que fique o mais próximo possível do quadro de força, o que é interessante também para evitar gastos maiores com o cabeamento.

Alguns condomínios optam por instalar na garagem. Mas caso esse espaço também não comporte o equipamento, há modelos específicos que podem ser instalados ao ar livre, na área comum externa, por exemplo. Estes já vêm com proteção (carenados) e isolamento acústico, e devem ficar protegidos e gradeados para evitar o acesso.

O barulho, que é um tema também abordado na lei 15.095 citada acima, também deve ser considerado, pois pode ser um problema e incômodo aos moradores, mesmo o aparelho só emitindo ruídos quando ligado.

Os fornecedores ouvidos informaram que os equipamentos emitem de 75 a 87 decibéis. Por isso, se necessário, a recomendação é optar por modelos que já venham com isolamento acústico. Apesar de mais caros, conseguem abafar consideravelmente o ruído.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

O locador pode pedir imóvel antes do término do contrato? Entenda

Saiba como funcionam as modalidades de contrato de aluguel e o que é ou não permitido relacionado ao encerramento do mesmo.

Existe uma diferença a respeito da duração dos contratos de locação com tempo determinado, que pode ser encontrada na Lei 8.245/91, nos artigos 46 e 47. Essa diferença diz respeito ao contrato com prazo maior ou igual a 30 meses, o equivalente a dois anos e meio de aluguel.

Antes de mostrarmos a definição de cada contratação com base no período estipulado vale ressaltar que em contratos que tem tempo determinado o proprietário não tem direito a devolução do imóvel (há exceções) sem responder pela quebra de contrato com o pagamento de valores devidos.

Caso não haja devolução do imóvel pelo locatário após prazo definido em contrato ou pedido do imóvel pelo locador, o contrato passa a valer como negociação por tempo indeterminado.

Em caso de término do contrato de locação de 30 meses, o inquilino tem até 1 mês para liberação do imóvel. É um direito do locatário, mesmo que sem motivos, o pedido de desocupação do imóvel desde que seja respeitado o prazo de 30 dias após o vencimento do período contratado de aluguel para que o locador desocupe a propriedade.

O ideal e mais recomendado nesses casos, é que o locador sinalize o inquilino de que o prazo do contrato está se aproximando e que ele não tem interesse em renovar a contratação por qualquer que seja o motivo. Dessa forma, o locatário terá tempo para buscar um novo espaço para alugar.

Se o contrato tinha tempo indeterminado ou passou a ter devido ao ocupante continuar residindo no imóvel mesmo após o vencimento do prazo acordado, o proprietário poderá solicitar a casa ou apartamento a qualquer momento, considerando um novo prazo (de 30 dias após notificação) para desocupação.

Já no caso de contrato de locação inferior a 30 meses (considerada também como tempo indeterminado), há algumas regras para o pedido do imóvel pelo proprietário.

O primeiro motivo é inadimplência, caso não haja pagamento do aluguel, o locador tem direito ao pedido de despejo, desde que o locatário não tenha apresentado algum tipo de garantia como caução, seguro ou fiador. Se a garantia não cobrir as parcelas não quitadas, é possível entrar com o pedido de desocupação.

O segundo motivo que permite a quebra de contrato por tempo indeterminado é a extinção do contrato de trabalho. Caso o locatário tenha alguma relação trabalhista com o locador e em razão disso utilize o imóvel para moradia a quebra do vínculo de trabalho implica na possibilidade de despejo, pois não há mais relação entre as partes.

Outro motivo que autoriza o pedido de liberação da casa ou apartamento é a intenção do proprietário em morar no imóvel, seja ele próprio ou seu cônjuge ou companheiro. É possível também fazer o pedido para a utilização por seus pais ou filhos, desde que eles nem seus cônjuges tenham imóveis próprios.

Caso o locador não utilize o imóvel como declarou no pedido de desocupação, o locatário poderá pedir indenização sob a acusação de despejo por motivo infundado.

A demolição do imóvel, realização de obras, sublocação ou exploração de hotel ou pensão na propriedade também autorizam a quebra de contrato, desde que estejam licenciadas ou aprovadas pelo poder público (em caso de obras), devendo respeitar a legalidade das informações para se fazer valer o pedido de despejo.

No caso de obras aprovadas, é obrigatório o aumento da área construída em no mínimo 20%.

Por fim, se o período vigente no imóvel exceder o prazo de 5 anos o locador tem o direito de pedir a desocupação sem motivos específicos, apenas pelo desejo de encerramento do contrato.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Drones e manutenção de fachada

Rápido e seguro, tecnologia pode ser uma boa opção

Inspeção Predial de Fachadas com Drones à luz da ABNT NBR 5674:2012 – Manutenção de Edificações

A fachada de um edifício pode apresentar manchas provenientes da existência de infiltrações, além de fissuras e rachaduras por falta de manutenção periódica. Em curto prazo as imperfeições desvalorizam o patrimônio predial, já em médio e longo prazo podem comprometer a segurança da edificação.

O devido cuidado na preservação desse elemento construtivo garante a estanqueidade (impermeabilização) da construção, o qual esta diretamente relacionada à durabilidade da edificação.

Uma das recomendações da ABNT NBR 5674:2012 – Manutenção de Edificações é realizar a inspeção da fachada e de todos os seus elementos com periodicidade de pelo menos três anos. Além de atender as prescrições do relatório ou laudo de inspeção.

Uma metodologia com alta eficácia que reduz tanto o tempo quanto o custo dessa atividade é a inspeção de fachada com uso de uma Aeronave Remotamente Pilotada (RPA – Remotely Piloted Aircraft) ou o conhecido drone.

Com drone é possível realizar uma filmagem completa em alta resolução (HD) de todos os pontos da fachada. Essa investigação detalhista pode registrar problemas não observados a olho nu, como por exemplo: infiltrações, descolamento ou furos no revestimento e/ou fissuras e trincas.

O profissional do método tradicional, alpinismo industrial, pode realizar o registro fotográfico dos pontos principais pontos observados. No entanto, nessa atividade as variáveis custo e tempo são superiores quando comparadas a vistoria com drones.

Para mensurar isso, vale o seguinte questionamento: em quantas horas/dias de trabalho o profissional leva para escalar e fotografar uma fachada de um prédio de 15 andares? E o piloto do drone, em quanto tempo faria o registro desse mesmo edifício?

Certamente o serviço de vistoria com drones tende a ser mais rápido e seguro, haja vista, por exemplo, em caso de queda do equipamento (drone), o mesmo pode ser substituído, mas a vida humana em serviços de altura não.

Este artigo não visa menosprezar o serviço de alpinismo. Vale destacar que essa atividade é suma importância para serviços de reparo, por exemplo.

Entretanto é razoável considerar que para vistoria de fachadas, o uso de RPA é mais proveitoso.

Vale esclarecer que a facilidade de aquisição de um drone atualmente não torna o usuário apto a pilotar o equipamento. Existem inúmeras regras, normas e procedimentos para se tornar piloto de uma Aeronave Remotamente Pilotada.

Como, por exemplo, solicitar autorização de voo ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). Mas esse é assunto para outro artigo tendo em vista ser extenso e fascinante.

Então uma vez habilitado para levantar voo, o piloto pode realizar vistoria de fachadas correto? A resposta é não! O piloto de RPA, uma vez apto, pode realizar seus voos da maneira que achar conveniente, porém para inspeções de fachada, as imagens registradas devem ser avaliadas por um profissional legalmente habilitado em engenharia ou arquitetura.

O engenheiro ou arquiteto analisará o registro fotográfico (ou de filmagem) e irá indicar as possíveis falhas no sistema de fachada com as devidas recomendações de ações corretivas. Para então elaborar o Laudo de Inspeção Predial de Fachadas.

Para agregar valorização profissional desse serviço é importante inserir no referido laudo a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ou o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) fornecidos, respectivamente, pelo engenheiro ou arquiteto.

A ART permite o acompanhamento do exercício profissional, coibindo-se o Exercício Ilegal da Profissão, além de constituir o Acervo Técnico do profissional.

Vale comentar que a NBR 5674 possui abrangência em todo território nacional e no estado de Rio de Janeiro é um dos requisitos para a elaboração obrigatória da Autovistoria Predial, também assunto para outro artigo. Haja vista o Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 39, inciso VIII veda a prestação de serviços em desacordo com as normas expedidas da pela Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Em suma, a NBR 5674 recomenda a periodicidade de três anos para realização de Inspeção Predial de Fachadas, orientada por um engenheiro ou arquiteto, o qual poderá usar a metodologia de filmagem por drones. Seja o engenheiro o próprio piloto da aeronave ou atuando em conjunto com um piloto habilitado.

Este artigo não visa esgotar o extenso assunto de drones e inspeção de fachadas, mas propõe a atuação em equipe multidisciplinar na produção de Laudo de Inspeção Predial de Fachadas.

Com isso ganha quem contratou o serviço, pois receberá um relatório de alta qualidade técnica com registro de imagens, e ganha a equipe multidisciplinar operando com valorização profissional.

Por Gabriel Aguilar, Engenheiro Civil e Assiste Técnico Judicial

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Dicas para usar cores neutras na decoração da sua casa

Uma decoração com cores neutras não significa uma decoração sem vida e personalidade. Pelo contrário! Confira como utilizar esses tons da maneira certa.

As cores neutras e mais puxadas para os tons pasteis vieram para ficar! Desde a moda das ruas, até a decoração de interiores, todos os setores foram atingidos por essa onda monocromática.

E, por falar em tendência, essa foi uma das mais utilizadas em mostras de arquitetura e design dos últimos anos, como é o exemplo da Casa Cor do ano passado, que contou com diversos ambientes dentro das paletas de cores mais iluminadas e com cores neutras.

Ao usar esses tons, principalmente para decorar ambientes, a impressão de mais luminosidade e amplitude do espaço é quase certa. Ao contrário do que muitos podem imaginar, tons neutros não remetem falta de personalidade e vida ao ambiente; elas, na verdade, trazem maior calma e tranquilidade ao espaço, sensações importantíssimas para manter a harmonia de um lar, como afirmam diversas teorias de psicologia das cores.

Para apostar nas cores certas para o seu lar, é preciso atentar a alguns detalhes!

Antes de tudo, é preciso pensar em uma cor base. Ela irá permear a decoração de todos os cômodos do lar, para que não haja nenhum conflito visual e, principalmente, para que os cômodos não destoem entre si.

A dica acima, porém, não se aplica aos pisos e revestimentos. Isso pois há uma liberdade maior na hora de escolher tipos diferentes, principalmente, nas áreas molhadas (como cozinhas e banheiros) e secas da casa.

Para aqueles que, mesmo com estilo mais básico, não dispensam um toque de cor, apostar nos detalhes multicoloridos é a solução. Eles acabam se tornando pontos de fuga visual e tornam-se destaques em meio aos outros elementos da composição.

Na hora de escolher os móveis, é importante escolher tons um pouco mais escuros do que você já selecionou para as paredes. Nesses exemplos vemos bastante a utilização de móveis de madeira de diversas tonalidades e eles combinam bastante com o gênero mais minimalista de decoração.

O cinza é uma cor que cai bem nesse gênero de decoração, mas com moderação e cuidado, já que, dependendo do objeto ou espaço, ao utilizar uma cor de cinza muito escuro, pode destoar do resto da decoração.

Já no quarto das crianças é permitido abusar um pouco mais das cores, lembrando sempre de utilizá-las em tons mais frios, para que, ao mesmo tempo que tenha cara de quarto de criança, não destoe do resto da casa, tornando o espaço dos pequenos um lugar “a parte” do resto do lar.

O uso de papeis de parede e de texturas está sempre permitido. Além disso, espelhos são sempre uma boa ideia, já que eles dão ainda mais sensação de amplitude ao lar.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/noticias

Inventário de unidade devedora

Rodrigo Karpat responde também sobre síndica-funcionária e transparência na gestão

O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

Inventário 

Pergunta 1, de Caio Zorpe

Uma proprietária faleceu há 10 anos deixando três herdeiros, que não fizeram o inventário. Um dos herdeiros mora na unidade e não paga condomínio há um ano. Não estamos conseguindo entrar com uma ação. De quem é a responsabidade ? A quem cobrar?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

A situação é com certeza delicada para os herdeiros da unidade em função do falecimento familiar. De qualquer forma, isso não pode onerar os demais condôminos, pois sempre que um condômino não arca com sua cota parte, os demais estarão pagando por ela, até que o dinheiro do inadimplente volte ao caixa do condomínio.

O fato do condômino ter falecido coloca os familiares, através do inventário, na responsabilidade de arcar com tais despesas – o que muitas vezes não ocorre. Assim, o condomínio deve seguir as mesmas medidas que tomaria em qualquer caso de inadimplência. Mandar cartas de cobrança e com a acúmulo das cotas, ingressar com a ação judicial.

O que deve ser observado é que os herdeiros, apesar de terem direitos sobre o bem, não são parte legítima para figurarem no polo passivo de uma ação de cobrança.  O responsável deve ser o inventariante.

Assim, se o inventário estiver aberto esse deve ser acionado e no caso de não quitação da dívida a unidade poderá ir a leilão, uma vez que a dívida é em função da coisa ¨propter rem”, e nesse caso o imóvel responde pelo débito independente de quem seja o novo proprietário, o que será definido somente no decorrer do inventário se houverem mais bens a partilhar.

Em alguns casos, quando os herdeiros não tomam qualquer medida para regularizar o bem e não existe inventário, o condomínio deverá abrir judicialmente o inventário e se habilitar como credor.

Nesse sentido:

Agravo de Instrumento. Despesas de Condomínio. Cobrança. Abertura de inventário. Legitimidade concorrente. 1. Conforme preceitua o artigo 988, inciso VI, do Código de Processo Civil, tem legitimidade concorrente o credor para requerer a abertura de inventário e providenciar a habilitação do seu crédito. 2. Recurso improvido.

(TJ-SP – AI: 3095401920118260000 SP 0309540-19.2011.8.26.0000, Relator: Vanderci Álvares, Data de Julgamento: 30/01/2012, 25ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 02/02/2012)

PROCESSO CIVIL CONDOMÍNIO AÇÃO DE COBRANÇA AJUIZAMENTO EM FACE DE CONDÔMINO FALECIDO INEXISTÊNCIA DE INVENTÁRIO OU PARTILHA DOS BENS SUBSTITUIÇÃO PELO ÚNICO HERDEIRO E ADMINISTRADOR PROVISÓRIO CONHECIDO POSSIBILIDADE LEGITIMIDADE PASSIVA RECURSO DESPROVIDO. Via de regra, na hipótese de inexistência de inventário ou partilha de bens, cabe ao credor do autor da herança, uma vez decorrido “in albis” o prazo do art. 983 do CPC, promover a abertura do inventário, nos termos dos arts. 987 e 988, VI do CPC, ou então requerer a substituição do polo passivo da ação pelos herdeiros do réu falecido. Todavia, havendo administrador provisório conhecido, que no caso é o único herdeiro que já se encontra na posse do bem, afigura-se possível e suficiente que apenas este integre o polo passivo da ação de cobrança de despesas condominiais. Precedentes desta Corte e do STJ. Recurso provido. INTERPELAÇÃO PRÉVIA DESNECESSIDADE. Constituindo as despesas de condomínio espécie de obrigação positiva, líquida e com termo, tem-se, na esteira do disposto no art. 397 do Código Civil, por desnecessária a prévia constituição do devedor em mora.

(TJ-SP – APL: 01330154220128260100 SP 0133015-42.2012.8.26.0100, Relator: Clóvis Castelo, Data de Julgamento: 30/09/2013, 35ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 30/09/2013)

Desta forma, importante a atenção dos gestores para que façam os procedimentos corretos a fim de receberem os débitos em aberto e minimizarem os impactos causados pelos inadimplentes.

Síndica-funcionária

Pergunta 2, de Elizabeth Ferres

Estou com duas situações estranha em meu condomínio:

1.A sindica do nosso prédio é também a faxineira, porém sem registro trabalhista, é pago o INSS por fora sem nenhum desconto. Caso ela saia do cargo de faxineira ela poderá colocar o prédio na justiça? Como síndica ela é a responsável por essa “provável” reclamação trabalhista?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

O fato da síndica ser faxineira não é ilegal, embora possa ser imoral em algumas situações. Esse fato me lembra a citação do Caio Mario da Silva Pereira quando ele menciona que o limite da proibição é o interesse coletivo.

 Assim, se a decisão de contratar a sÍídica como faxineira partiu da coletividade, tem legitimidade. Não quer dizer que a situação não possa ser revista com base no interesse coletivo que tende a mudar de tempo em tempos.

De toda forma, caso a síndica exerça a função de faxineira até duas vezes por semana não haverá vínculo empregatício, assim não haverá férias ou 13º. O correto será emitir um recibo que sofrerá o recolhimento de autônomo, devendo tomar cuidado com a subordinação e o acréscimo de dias na prestação de serviços para não criar vínculo.

 RELAÇÃO DE EMPREGO. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DUAS A TRÊS VEZES NA SEMANA. AUXILIAR DE LIMPEZA. VÍNCULO RECONHECIDO. A prestação de serviço duas ou três vezes na semana, por mais de dois anos consecutivos, é suficiente para caracterizar o trabalho não eventual, nos termos do art. 3º, caput, da CLT. Isso porque, de acordo com a teoria dos fins do empreendimento, trabalhador eventual é aquele que realiza tarefa não inserida nos fins normais da empresa, esporádicas, de estrita duração, de modo que a aferição da natureza eventual dos serviços prestados há de ser feita tendo em vista os fins normais da empresa (MARANHÃO, Délio, Direito do Trabalho, 14ª Ed, Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1987, p. 49-50). No caso, o serviço de limpeza se insere nas atividades normais e cotidianas da reclamada, empresa que atua no mercado de revestimento em couro de estofados automotivos, não podendo ser considerado esporádico, ainda mais prestado duas a três vezes na semana, por mais de dois anos seguidos. Presentes os demais requisitos do art. 3º da CLT, deve ser reconhecido o vínculo empregatício existente entre as partes.

(TRT-2 – RO: 00009740920135020064 SP 00009740920135020064 A28, Relator: MANOEL ARIANO, Data de Julgamento: 24/07/2014, 14ª TURMA, Data de Publicação: 01/08/2014)

Caso ela trabalhe mais de 2 vezes na semana o ideal é registrá-la em nome do condomínio. Com a reforma trabalhista existe a opção do Contrato intermitente.

 “O Contrato de Trabalho Intermitente é uma nova modalidade de contratação do trabalhador, expressamente prevista na Lei da Reforma Trabalhista.

Considera-se como intermitente o Contrato de Trabalho no qual a prestação de serviços, com subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador, exceto para os aeronautas, regidos por legislação própria.

Interessante destacar que o trabalhador poderá prestar serviços de qualquer natureza a outros tomadores de serviço, que exerçam ou não a mesma atividade econômica, utilizando contrato de trabalho intermitente ou outra modalidade de contrato de trabalho.”

Fonte 

2. A administradora do condomínio está correta em aceitar essa ordenação da assembleia mesmo que corramos o risco de uma ação trabalhista?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

A administradora do condomínio precisa acatar o que foi definido em assembleia e documentar o risco de se implantar uma situação irregular.

Lembrando que a assembleia é deliberativa e o síndico executivo e a administradora apenas uma preposta do condomínio que deve seguir as determinações do síndico.

Transparência na gestão

Pergunta 3, de Cristian Lourenço

Meu condomínio insiste em fazer pagamentos na conta do síndico referentes a vários recibinhos de serviços que são prestados (mesmo a empresa prestadora tendo CNPJ) e não fornecem nota fiscal, só um recibo simples e a administradora paga na conta dele particular.

Já foi colocando em ata de reunião que não seriam mais aceitos esse tipos de pagamentos, mas a administradora continua a pagar do mesmo jeito. O que fazer?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

O condomínio precisa seguir as regras de recolhimento de tributos na prestação de serviços ou na contratação de profissionais autônomos.

A não realização do procedimento para a prestação de serviços deixa o condomínio em situação de risco, seja em função de uma fiscalização por parte de um ente público, seja ele a receita federal, a prefeitura ou até mesmo no caso de uma ação de prestação de contas. O falta de regularidade na tomada do serviços pode implicar em fiscalização e no dever de indenizar.

PROCESSUAL CIVIL – INTERESSE DE AGIR – CONFIGURADO – ALEGAÇÃO DE CARÊNCIA AFASTADA. A petição inicial permite a perfeita compreensão do pedido, e os documentos juntados são suficientes para se averiguar a existência do direito para a propositura da ação. In casu, o condomínio não está cobrando do requerido o imposto em si (ISS) mas, sim, os acréscimos da multa, juros e correção monetária decorrente do parcelamento do tributo inadimplido de modo que não há que se falar em falta de interesse. PROCESSUAL CIVIL – JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE – PEDIDO DE CONVERSÃO DO JULGAMENTO EM DILIGÊNCIA – INADMISSIBILIDADE – DILAÇÃO PROBATÓRIA PROCRASTINATÓRIA – ALEGAÇÃO AFASTADA. O juiz é o destinatário da prova e deve decidir quais provas são relevantes à formação de sua convicção, a teor do disposto nos artigos 370 e 371, do Novo CPC (art. 130 e 131 do antigo CPC). In casu, desnecessária a expedição de ofício à PMSP e a exibição das pastas contábeis do condomínio. Assim, presente o requisito do art. 355, I, do Novo CPC, de rigor o julgamento antecipado da lide, não constituindo este fato a nulidade de cerceamento de defesa ante a não conversão do julgamento em diligência. CONDOMÍNIO – AÇÃO DE COBRANÇA – – RESPONSABILIZAÇÃO DO RÉU, SÍNDICO E ADMINISTRADOR, PELA FALHA NO RECOLHIMENTO DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS (ISS) – PROCEDÊNCIA – SENTENÇA CONFIRMADA POR SEUS FUNDAMENTOS – ART. 252 DO RITJSP – RECURSO NÃO PROVIDO. Não trazendo o apelante fundamentos suficientes a modificar a sentença de primeiro grau, que reconheceu a procedência da ação principal em razão do dano material causado pelo réu ao condomínio autor, de rigor a manutenção integral da sentença, cujos fundamentos se adotam como razão de decidir na forma do art. 252 do Regimento Interno deste Tribunal.

(TJ-SP – APL: 10408184620158260100 SP 1040818-46.2015.8.26.0100, Relator: Paulo Ayrosa, Data de Julgamento: 05/07/2016, 31ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 05/07/2016) ( GRIFEI)

O fato da empresa não fornecer Nota fiscal ou o prestador de serviços autônomo não se sujeitar aos recolhimentos legais conota sonegação fiscal o que é crime previsto em lei e apenado com reclusão.

Lei nº 8.137 de 27 de Dezembro de 1990

Art. 1° Constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório, mediante as seguintes condutas: (Vide Lei nº 9.964, de 10.4.2000)

I – omitir informação, ou prestar declaração falsa às autoridades fazendárias;

II – fraudar a fiscalização tributária, inserindo elementos inexatos, ou omitindo operação de qualquer natureza, em documento ou livro exigido pela lei fiscal;

III – falsificar ou alterar nota fiscal, fatura, duplicata, nota de venda, ou qualquer outro documento relativo à operação tributável;

IV – elaborar, distribuir, fornecer, emitir ou utilizar documento que saiba ou deva saber falso ou inexato;

V – negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo com a legislação.

Pena – reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

Parágrafo único. A falta de atendimento da exigência da autoridade, no prazo de 10 (dez) dias, que poderá ser convertido em horas em razão da maior ou menor complexidade da matéria ou da dificuldade quanto ao atendimento da exigência, caracteriza a infração prevista no inciso V (GRFEI)

Prestação de serviços por empresa

“A contratação de empresa para prestar serviços de limpeza, manutenção e outros obedece a regras tributárias muito específicas. Porém, sempre há exigência de nota fiscal.

Quando ela somar mais de R$ 5.000,00, o condomínio deve reter 4,65% de seu valor a título de contribuição ao PIS (Programa de Integração Social), COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) e CSSL (Contribuição Social Sobre o Lucro). O valor será recolhido por DARF (Documento de Arrecadação Federal). A empresa optante pelo Simples não precisa efetuar esse recolhimento.

No caso de prestação de serviços por empreitada (com aplicação de mão-de-obra), além retenção acima descrita, é preciso reter 11% sobre o total da nota fiscal para a Previdência Social, da mesma forma descrita para o autônomo. A contribuição ao INSS também é devida pelas empresas optantes pelo Simples Nacional.

Se o prestador estiver em outro município, há necessidade de verificar se há recolhimento de ISS (imposto sobre serviços).

Prestação de serviços por autônomo

O controle acerca do profissional contratado começa por uma ficha de cadastro do prestador de serviço que contenha sua identificação básica. Em relação aos tributos, é preciso, inicialmente, saber quais são devidos e quais as alíquotas.

No tocante à contribuição para a Previdência Social (INSS), o condomínio deve reter 11% do valor pago (contribuição do autônomo) e recolher 20% desse valor a título de contribuição patronal. Ambos são recolhidos na Guia GPS, que é a mesma da folha de pagamento dos funcionários. O prazo para pagamento é o dia 2 do mês seguinte.

No que diz respeito ao ISS, devido no caso de prestador de serviço autônomo, o síndico deve consultar na Prefeitura se há obrigatoriedade de retenção da alíquota.”( Fonte)

A questão precisa ser tratada diretamente com o prédio que não deve transferir o problema a administradora. Se o síndico não atende o que a assembleia determinou precisa ser avaliado se não é caso de destituição do mesmo por má gestão.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Como decorar apartamentos pequenos sem perder espaço!

O Em Canto Meu recebe vários pedidos de projetos para apartamentos pequenos e irão compartilhar conosco as melhores soluções para esses tipos de imóveis.

Em grandes cidades, cada metro quadrado tem muito valo. E, muitas vezes, há quem prefira um apartamento pequeno, porém que seja muito bem localizado, próximo ao trabalho, restaurantes legais, supermercados e outras facilidades.

Assim, a preocupação em aproveitar e otimizar espaços é cada vez maior. Afinal, todo mundo quer usufruir melhor o espaço e aproveitar ao máximo a própria casa. Até porque ninguém quer desperdiçar metros quadrados conquistados com muito suor!

E acreditem, com bastante ciência e criatividade, é super possível ter a casa com todas as funcionalidades desejadas, de forma aconchegante e confortável, mesmo que, inicialmente, esse desejo pareça incabível.

A seguir, o pessoal da Em Canto Meu, startup de arquitetura de interiores especialista em otimizar espaços, listou truques chave para aumentar a percepção de espaço em apartamentos pequenos.

Integrar ambientes

Com sala pequena e cozinha estreita, o melhor é unir forças! A famosa cozinha americana ganhou novas caras e versões que dão maior flexibilidade para adaptar o espaço a diferentes usos e estilos de vida.

Seja com ilha central, mesa de jantar, balcão de cozinha, é possível separar sutilmente os ambientes, sem comprometer a circulação, e assim, fazer caber muito mais pessoas em casa.

Cozinha americana feita pelo pessoal da Em Canto Meu

Delimitar usos do espaço

Esse pode parecer contraditório ao item anterior, mas na verdade, é bem complementar!

Procure definir o cantinho de pendurar bolsas e deixar sapatos, e designar bem a função de cada área, para evitar bagunça. Se você tiver um hobby, é legal trazer itens associados a ele para separar os espaços.

Projeto de sala integrada pela Em Canto Meu

Cores claras

Essa dica é uma velha conhecida, mas sempre vale a pena lembrar. As cores claras ajudam a aumentar a sensação de espaço. Isso não significa deixar os cômodos todos brancos. É importante usar pontos de cor para destacar alguns elementos e quebrar a monotonia da casa.

Sala de projeto da Em Canto Meu que aborda cores claras e um futon baixo para otimizar espaço e aumentar a sensação de amplitude

Móveis com diferentes funcionalidades

Mesinha de centro como apoio de pés, adegas embutidas no armário de cozinha, mesas dobráveis, são alguns exemplos de móveis que oferecem maior flexibilidade de uso e economizam espaço.

Na hora de mobiliar um apartamento pequeno, vale muito a pena explorar alternativas assim, que oferecem bom custo benefício para aproveitar espaços menores.

Mesa dobrável em projeto da Em Canto Meu

Armazenamento em lugares alternativos

Use os espaços não triviais para armazenar itens. Laterais de porta, teto sobre balcões, e espaço inferior de móveis se tornam partes de cobiça e nichos e prateleiras são grandes aliados nessas hora.

Sala e cozinha de um apartamento antigo que foi reformado pela Em Canto Meu, com foco total em aproveitamento de espaços

Explorar também a verticalização da capacidade de armazenamento ajuda a livrar a circulação e evitar que o apartamento fique abarrotado.

Independente da metragem da sua casa, com ajuda profissional você pode fazer caber ali dentro todos os seus objetos desejados e, mais do que isso, seus sonhos. Não é porque o apartamento é pequeno que você vai se privar de viver a vida e a rotina que sempre quis.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Prédio que desabou não tinha condições mínimas de segurança contra incêndio, aponta relatório da Prefeitura de SP

Documento do ano passado aponta ausência de extintores, mangueiras e luzes de emergência no edifício.

O prédio que desabou no Largo do Paissandu, no Centro de São Paulo, não tinha condições mínimas de segurança contra incêndio, segundo relatório da prefeitura obtido com exclusividade pela TV Globo. O documento foi finalizado pela Secretaria Municipal de Licenciamento em 26 de janeiro do ano passado.

O edifício Wilton Paes de Almeida, de 24 andares, pegou fogo e desabou na madrugada de terça-feira (1º). O local era uma ocupação irregular, e moradores afirmam que o fogo começou por volta da 1h30, no 5º andar, e se espalhou rapidamente pela estrutura.

Veja o que o documento indicou:

  • Ausência de extintores;
  • Sistema de hidrantes inoperante;
  • Ausência de mangueiras;
  • Ausência de luzes de emergências;
  • Ausência de sistema de alarme;
  • Instalações elétricas irregulares: fios sem isolamento adequado e expostos, além entrada de energia improvisada;
  • Elevadores inoperantes e fechados por tapumes;
  • Ausência de corrimão nas escadas;
  • Instalações do sistema de para-raios não puderam ser avaliadas, pois acesso estava bloqueado.

Após indicar esses nove pontos, o relatório conclui que “a edificação não reúne condições mínimas de segurança contra incêndio”.

“Trata-se de uma edificação ocupada por movimento social, onde os equipamentos de prevenção e combate a incêndio, ou foram retirados ou estão inoperantes. As instalações elétricas não atendem às normas técnicas, tendo sido feitas uma série de improvisações”, afirma o documento.

Fonte: https://g1.globo.com

Morar perto do trabalho garante mais qualidade de vida, mas nem sempre é viável

Deslocamentos menores garantem menos tempo nos congestionamentos e mais tempo para o lazer. Saiba quais as soluções para conseguir alcançar essa equação

A busca por mais qualidade de vida se tornou uma constante para população das grandes cidades. Seja para fugir do trânsito caótico, do agito ou para buscar uma rotina menos acelerada, são vários as alternativas para tentar uma relação mais tranquila com a cidade. Os bairros mais verdes ou a escolha de um lugar fora dos grandes centros urbanos já são opções reais. Porém, essa busca também tem mudado a forma de se relacionar com o trabalho, já que algumas mudanças no âmbito profissional também são capazes de proporcionar bem-estar no dia a dia.

A forma como as cidades enfrentam os grandes congestionamentos hoje é herança da revolução industrial. “Naquela época, todos os horários foram sincronizados e, enquanto for assim, os engarrafamentos vão acontecer”, explica Francisco Cunha, formado em Arquitetura e Urbanismo e sócio da TGI Consultoria e Gestão. O problema acontece de forma mais forte porque os horários de entrada e saída do trabalho são basicamente na mesma hora.


A busca por mais qualidade de vida se tornou uma constante para população das grandes cidades (Foto: Shutterstock)

 

Outra herança do modernismo industrial, segundo Francisco Cunha, é a forma como os cidadãos são zoneados nas cidades, já que, de uma forma geral, existe um lugar para morar, outro para trabalhar e um para o lazer. “É preciso estar conectado com carro ou com um bom transporte público. E tem a questão também que antigamente existiam poucos carros e hoje fica difícil chegar com rapidez”, acrescenta.

O uso múltiplo do solo é importante nesse processo. Ou seja, os lugares residenciais não devem ser isolados para, desta forma, diminuir os impactos. “Tem que ter moradia, comércio, serviços, lazer, saúde e emprego próximos. De preferência, até no próprio prédio”, afirma James Wright, professor de Estratégia da Universidade de São Paulo e coordenador do Profuturo-Fia. Francisco Cunha reforça que ter esses elementos juntos ajuda na ocupação da cidade. “Não adianta ter só uma coisa ou outra porque fica isolado e se torna perigoso. É preciso ter gente circulando para que aquele local não tenha os horários de uso limitados com espaços construídos desocupados. As ruas só são seguras quando tem gente circulando”, completa.


Seja para fugir do trânsito caótico, do agito ou para buscar uma rotina menos acelerada (Foto; Shutterstock)

 

A capital de São Paulo, que concentra 58,2% da população ocupada, levou em média 139 minutos nos deslocamentos casa-trabalho-casa. Já na Região Metropolitana a média foi de 137 minutos. O último levantamento do Sistema Firjan, de 2013 e divulgado em outubro passado, leva em consideração a população ocupada com deslocamentos acima de 30 minutos. O município de São Paulo ainda respondeu a 64,1% do total da Região Metropolitana quando considerado o custo nominal dos deslocamentos. Os dados mostram que a dinâmica econômica (PIB e empregos) é determinante para o impacto do custo dos deslocamentos sobre a produtividade. Isso significa que, quanto maior o PIB, maior o volume da produtividade sacrificada per capita.

Ou seja, é preciso pensar em soluções para aproximar a população de seus locais de trabalho como forma de garantir mais qualidade de vida e também de ocupar melhor as cidades. Morar perto do ambiente físico profissional é uma alternativa, mas nem sempre viável. A reurbanização dos centros das cidades pode despontar como uma alternativa, desde que siga seja feito de forma organizada.


Atualmente a tecnologia também é uma aliada para aqueles que podem trabalhar remotamente, de casa, no home office (Foto: Shutterstock)

 

“Existem movimentos para reocupar com qualidade os centros da cidade, isso está acontecendo, mas desde que se possa morar com segurança”, afirma James Wright. Porém, esse é um processo que ainda promete demorar para se tornar uma realidade concreta. “A reurbanização não é um projeto de uma gestão apenas. É para olhar para os próximos 40 anos”, completa André Gomyde, presidente da Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas.

Atualmente a tecnologia também é uma aliada para aqueles que podem trabalhar remotamente, de casa, no home office. “Empresas e governos precisam se reinventar e entender que a presença não é mais necessária. Qualquer trabalho hoje cabe essa lógica, até mesmo o trabalho braçal, que está acabando com as máquinas controlando mais. Desta forma, evitaria mais os deslocamentos, conclui Gomyde.

A capital de São Paulo, que concentra 58,2% da população ocupada, levou em média 139 minutos nos deslocamentos casa-trabalho-casa (Foto: Shutterstock)

Fonte: ZAP em Casa

 

Fundo de reserva X fundo de obra

Utilizados para auxiliar na administração dos condomínios, os fundos têm regras parecidas, mas destinação completamente diferente

Fundo de reserva X fundo de obra

Facilmente a administração de um condomínio é comparada à gestão de uma empresa, sendo que a maior diferença entre os dois está na entrada de receita. Ou seja, enquanto em um modelo existe a oferta de serviços ou produtos para terceiros, o que gera lucro e incrementa o caixa, no outro a receita normalmente depende exclusivamente dos seus próprios moradores, através do pagamento da taxa condominial. E dentre tantos desafios enfrentados diariamente pelo síndico, certamente o de manter as contas em dias, controlando as finanças de forma transparente, objetiva e eficaz, é o principal.

Para ajudar nesse trabalho, a criação de fundos é uma prática recorrente e que faz toda a diferença em casos emergenciais e extraordinários, que geram despesas não estimadas no orçamento anual. Ou ainda, em situações que irão demandar uma quantia mais significativa e que podem ser planejadas, como é o caso da pintura das edificações e obras no salão de festas. Mas mesmo assim, muitos síndicos ainda têm dúvidas legais e de ordem prática sobre a constituição do fundo de reserva e do fundo de obra.

De acordo com o advogado Rogério Manoel Pedro, não existe referência aos tipos de fundo no novo Código Civil, por isso a sua aplicação está baseada nas determinações da convenção. Esta será responsável por definir se há a necessidade da criação e de que forma será feita a contribuição, entre outras questões. “Geralmente, os novos condomínios já incluem na minuta da convenção algumas regras, como por exemplo, se a taxa condominial será composta de despesas ordinárias, despesas extraordinárias, fundo de reserva e rateio. Mas, caso não haja essa previsão, e por se tratar de uma alteração nas regras do edifício, o quorum deve ser de dois terços dos condôminos. O mesmo vale para a criação de um fundo de obra, com ou sem fim específico”, explica.

A convenção também é responsável por disciplinar qual a porcentagem do fundo de reserva (geralmente 10% da taxa condominial da respectiva unidade), se será cobrado por prazo indeterminado, ou por algum tempo, ou ainda, se deve alcançar determinado limite (por exemplo, 100% da arrecadação mensal das taxas ordinárias). E, de acordo com o especialista em administração condominial, João Machado, o pagamento de qualquer um dos fundos citados deve ser feito pelo proprietário, sendo que o seu acompanhamento deve ser realizado através dos balancetes, onde são demonstradas todas as movimentações financeiras.

Entenda mais do assunto

• O fundo de reserva pode ser utilizado em despesas imprevistas emergenciais, como rompimento de tubulação, reparos emergenciais em elevador, entre outros. Também pode ser empregado para financiar aquisições e obras no condomínio, podendo ser reposto em parcelas o valor que foi usado

• O fundo de reserva pode ter sua cobrança por prazo indefinido, uma vez que esteja previsto na convenção sua cobrança

• A cobrança do fundo de obra serve para fazer uma reserva, que será utilizada em obras no condomínio. Ele será disciplinado pela assembleia que a criou e recomenda-se embasar a decisão demonstrando a necessidade das obras

• Antes de começar a cobrança, é importante determinar quais serão as obras e colher três orçamentos, isso servirá de parâmetro para determinar o valor da cota do fundo

• Para evitar incômodos, os síndicos devem administrar os fundos em contas ou aplicações separadas, principalmente da utilizada para o pagamento das despesas ordinárias, e suas movimentações devem ser disciplinadas em assembleia.

Fonte: CondomínioSC

Deixar os canos aparentes na decoração se tornou a nova tendência

Quer entrar para a tendencia do momento e utilizar canos na decoração da sua casa? Confira algumas inspirações incríveis para fazer agora mesmo!

A tendência de decoração industrial veio com tudo e hoje em dia é possível encontrar detalhes desse estilo nos mais variados ambientes das casas e apartamentos modernos. O uso de canos aparentes vem para quebrar a decoração mais certinha e tradicional, trazendo um clima mais despojado e arrojado para o dia a dia.

Apesar de bastante ousado, não é necessário que a casa ou apartamento seja inteiramente adequado para a decoração industrial. Você pode incluir detalhes pontuais para adicionar um pouco de personalidade no ambiente, através de móveis adaptados com elementos deste estilo.

Os canos são fáceis de encontrar e você pode criar seus próprios acessórios com essa inspiração. Separamos formas únicas e cheias de estilo para usar a técnica em todos os ambientes da casa.

Sala de estar:

Que tal prateleiras e estante modernas e fáceis de fazer? É possível criar a forma que você deseja apenas ligando os canos uns nos outros. Os materiais podem variar entre o aço e o PVC, mas independentemente da escolha, ambos são fáceis de encontrar em lojas de construção.

Para fazer a versão colorida dessas prateleiras, basta utilizar tinta spray e deixar secar bem. Para peças mais elaboradas, adicione placas de madeira ou paletes.


Sala de jantar:

Um vinho na hora de receber os amigos em casa vai bem e você pode fazer um suporte ou minibar personalizado usando a mesma técnica de ligar os canos. Além de prático e útil, ainda serve para deixar as garrafas e copos expostos de forma decorativa.


Cozinha:

De prateleira suspensa no balcão americano a suporte para temperos, as ideias são variadas e tudo fica muito charmoso e único! Combinado com a madeira, os canos deixam a decoração criativa e elegante ao mesmo tempo.

Ainda que seja bastante comum o uso da madeira em sua cor natural, dá para pintar a peça para que ela combine com os demais acessórios da cozinha. Para o suporte de temperos, procure utilizar potes iguais criando harmonia na composição.

Quarto:

As araras são uma ótima ideia para quem tem pouco espaço ou deseja guardar as roupas longe dos armários. Dá para criar uma linda usando canos e ainda montar ótimos suportes para sapatos.

Assim fica tudo alinhado, sem bagunça espalhada pela casa e fácil de escolher na hora de sair. Dá para usar ganchos personalizados atrás das portas para pendurar bolsas e lenços evitando que os mesmos amassem dentro de um armário.

Banheiro:

Suporte para toalha e papel higiênico são algumas das ideias possíveis nesse ambiente da casa. Às vezes nos esquecemos de decorar também essa parte do nosso lar, mas existem milhares de ideias possíveis para ele, utilize algumas dessas inspirações para decorar o seu.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Saiba como utilizar as placas em condomínio

Em alguns edifícios, prática é considerada irregular. Em outros, há regras para aplicação

Quando permitido, anúncio deve ter tamanho padrão
Quando permitido, anúncio deve ter tamanho padrão | Foto: Divulgação

Aluga-se ou vende-se este imóvel.” Quem nunca leu esse tipo de anúncio na janela ou na varanda de alguma unidade? Apesar de ser uma estratégia de divulgação ainda utilizada por moradores e imobiliárias, a prática é cada vez mais restrita em condomínios.

“Atualmente, aproximadamente 80% dos empreendimentos na Grande Vitória não permitem esse tipo de publicidade, seguindo o que estabelece o regimento interno”, afirma a proprietária da Personal Condomínio, Aline Moraes.

A poluição visual é um dos motivos para a proibição de propaganda na fachada da unidade e o comercial também contribui para desvalorizar o imóvel, afirmam os especialistas. “Certa vez, um morador se pendurou para colar um anúncio debaixo do vidro da sua janela, na cerâmica da unidade. Além de não ter autorização, o proprietário poderia ter sofrido um acidente. E, por gerar danos ao imóvel, o morador teve de pagar multa”, lembra a gerente administrativa da M&M Gestão Condominial, Juliana Lopes Monteiro.

Ela adianta que, hoje, a forma mais praticada para a divulgação de aluguel ou venda de empreendimento é a comunicação boca a boca. “Normalmente, o morador informa à portaria que tem interesse em alugar ou vender o imóvel. E o porteiro faz a ponte com os vizinhos e as pessoas que têm interesse em ocupar a unidade”, comenta Juliana Monteiro.

Exceções

Quando o condomínio que permite a divulgação de placas de imobiliárias, é importante seguir algumas orientações. O proprietário deve comunicar o fato ao síndico ou à administradora. Além disso, o anúncio deve ter tamanho padrão, sem excesso; ser instalado em local adequado e com material de fácil remoção. “O que vai prevalecer é o bom senso, pois o imóvel fechado não é negócio para o proprietário nem para a administradora”, salienta o vice-presidente do Sindicato Patronal de Condomínios (Sipces), Gedaias Freire da Costa.

Fonte: https://www.gazetaonline.com.br/

Cabeceiras de cama podem garantir luxo à decoração do quarto

As peças valorizam o ambiente, principalmente depois da popularização da cama-box, e a escolha ideal passa em decidir material, tamanho e formato

As cabeceiras de cama se tornaram itens importantes na decoração do quarto, principalmente depois de as camas-box ganharem popularidade. Sem os encostos das camas tradicionais, as cabeceiras são capazes de valorizar o ambiente. Existem muitas possibilidades para a escolha e eleger o material, o tamanho e a cor de forma correta pode deixar o espaço mais requintado. Conheça as muitas possibilidades de cabeceiras de cama e saiba como escolher a ideal para o ambiente e para o seu bolso.

Os encostos de cama passaram a ser utilizados na ambientação dos quartos como itens especiais. “Com a popularização de camas-box, as cabeceiras se tornaram peças de interesse na decoração. Valorizando o espaço, elas têm sido amplamente detalhado de formas diversas”, explica a arquiteta Ira Oliveira, que acrescenta que dificilmente essas são peças dispensadas na hora de reformar o quarto. “Boa parte do interesse estará voltado para a cama, suas mesinhas de cabeceiras e ao acabamento da parede atrás, onde o painel estofado entra para agregar valor ao conjunto”, acrescenta.

 

cabeceira de cama
A função da cabeceira, no entanto, vai além da questão estética (Foto: Shutterstock)

 

A função da cabeceira, no entanto, vai além da questão estética.”Além de beleza, esses encostos protegem a parede e apoiam os travesseiros semelhante às cabeceiras das camas tradicionais, hoje pouco utilizadas. Eles também podem fazer composição com as mesas laterais e a cama”, diz Ira Oliveira.

 

cabeceira de cama
Os encostos podem ser feitos sob medida e também podem ser encontrados já prontos em um perfil mais padronizado (Foto: Shutterstock)

 

São inúmeras as possibilidades de escolha da cabeceira de cama. Desde material, tamanho, formato, cor, tudo pode fazer a diferença no resultado final. Os encostos podem ser feitos sob medida e também podem ser encontrados já prontos em um perfil mais padronizado. “As variedades de acabamentos e formatos dependem da criatividade dos profissionais que projetam peças sob medidas e em harmonia com o restante do detalhamento do quarto. Também é possível encontrar encostos no mercado desenvolvidos com tamanhos e acabamentos específicos que se adequam aos padrões de camas-box existentes”, explica a arquiteta.

 

cabeceira de cama
São inúmeras as possibilidades de escolha da cabeceira de cama. (Foto: Shutterstock)

 

Outra gama de possibilidades se abre com a decisão sobre qual material escolher e ele pode influenciar no resultado final da decoração, seja mais simples ou mais sofisticada. “Os acabamentos podem ser, normalmente, estofados e revestidos em couro, napas, couros sintéticos ou tecidos de diversos tipos combinados com madeiras ou MDF com acabamentos naturais ou laqueados”, afirma Ira Oliveira. Os detalhes também podem fazer a diferença e deixar o encosto mais requintado. “Possibilidades de costuras, pespontos, capitonês e peças separadas dependem do estilo e do desenho do painel”, completa.

 

cabeceira de cama
A escolha do material, tamanho e formato vai definir também o custo da cabeceira (Foto: Shutterstock)

 

A escolha do material, tamanho e formato vai definir também o custo da cabeceira. Ou seja, se a ideia é economizar ou investir na peça, essa parte do projeto é importante. “O custo do material está vinculado aos acabamentos e tamanhos das peças que, quanto maiores e mais nobres, mais custosos podem ficar”, ressalta a arquiteta. A decisão passa por quanto vai pesar no bolso e também pelo resultado esperado. “Existe uma procura por materiais de fácil manutenção e, por isso, os couros acabam sendo uma opção mais prática. Já tecidos tipo linhos e camurças enobrecem esses painéis e colaboram para uma decoração mais elegante”, conclui.

 

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As cabeceiras de cama se tornaram itens importantes na decoração do quarto (Foto: Shutterstock)

Fonte: ZAP Imóveis

 

70% dos elevadores em uso no Brasil precisa de modernização. Saiba como evitar falhas

Falhas técnicas e mecânicas nos elevadores de prédios antigos tiram o sono dos moradores, mas não precisam acontecer. Especialista explica como evitar esses transtornos

 

Elevadores antigos precisam de manutenção preventiva e modernização de componentes para que continuem funcionando normalmente. Foto: Bigstock
Elevadores antigos precisam de manutenção preventiva e modernização de componentes para que continuem funcionando normalmente. Foto: Bigstock

por Carolina Werneck*

A maioria dos elevadores em uso no Brasil atualmente carece de algum tipo de modernização. A informação é do Sindicato das Empresas de Elevadores de São Paulo (Seciesp), que calcula algo em torno de 60% de cabines com necessidade de atualização.

Elevadores que param com os moradores dentro dele, não obedecem os comandos dos botões ou travam em um andar. Esses dilemas são ainda mais comuns em prédios antigos. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normatização de transportes verticais, como os elevadores, no Brasil. De acordo com a NBR 16083/2012, a manutenção dos elevadores prevê:

  • lubrificação e limpeza;
  • verificação das funcionalidades;
  • operações de resgate de passageiros;
  • operações de configurações e ajustes;
  • reparos ou mudanças de componentes que podem ocorrer devido ao desgaste e que não afetem as características da instalação.

Monica Gorostarzu é síndica do Condomínio Andreas, em Curitiba. Ela conta que os dois elevadores do edifício são originais e têm, portanto, a mesma idade do prédio, quase 50 anos. Mesmo com todo esse tempo de uso, ela explica que as cabines continuam sendo seguras para os moradores e afirma que a manutenção é fundamental para que os veículos permaneçam funcionais. “O maior problema é o desgaste das peças, que têm de ser trocadas com um pouco mais de frequência. Junto a isso há o gasto energético, que é maior do que o dos elevadores modernos”, afirma.

De acordo com Fernando Peiter, diretor de vendas e marketing da Otis no Brasil, uma das causas para as falhas é a tecnologia utilizada nos equipamentos mais velhos. “Um quadro de comando de elevador de 30 anos atrás tinha algumas dezenas de relés – chaves eletromecânicas em constante atuação – com possibilidade de falhas bem maior que as placas eletrônicas existentes nos elevadores novos.” Ele afirma que a substituição de peças e mecanismos é uma alternativa possível para diminuir os problemas técnicos enfrentados em prédios antigos. Essa troca dos quadros de comando eletromecânicos por quadros de comando microprocessados, além de evitar falhas técnicas, ajuda a reduzir o consumo de energia em até 70%.

No Andreas, a manutenção é feita mensalmente. “Geralmente a empresa olha o nivelamento da cabine, verifica o controle mecânico, o óleo, a extensão das correias e outros detalhes”, explica Monica. Uma vez por ano, a Atlas Schindler, empresa responsável pelos elevadores do condomínio, faz um levantamento geral. Nesse controle anual são avaliadas todas as questões de segurança e apontadas as mudanças que precisam ser feitas também em decorrência da legislação vigente. “Nossos elevadores demandam muito dinheiro para a manutenção. Não há problemas graves, mas é preciso ter cuidado para que as pessoas estejam seguras.” A síndica afirma que, devido ao tempo de uso dos elevadores, algumas vezes é preciso fazer consertos paliativos enquanto a peça para substituição não é encontrada.

De acordo com o Seciesp, embora o elevador seja considerado um meio de transporte seguro, quedas podem ser fatais. Em 2017 já foram registrados quatro casos de quedas e falhas que causaram a morte de usuários em todo o país. O sindicato considera que um dos motivos desse tipo de acidente seja a instalação de equipamentos inadequados e irregulares. “Temos receio que elevadores fora das normas da ABNT estejam sendo comercializados e operando na cidade o que coloca a vida dos usuários em risco”, declara o presidente do Seciesp, Jomar Cardoso.

Peiter explica que há alguns sintomas de que o equipamento precisa ser modernizado. “Partidas e paradas bruscas, desnivelamento da cabina com o piso do andar, alto consumo de energia e elevados gastos com manutenção devido à reposição de peças são sinais de que é preciso substituir peças.” Segundo ele, o conforto do usuário também pode ser prejudicado quando esse tipo de substituição é negligenciado. Sem a troca de peças o elevador pode, inclusive, tornar-se mais barulhento e produzir mais vibrações durante as viagens.

Na hora de fazer as trocas necessárias, o especialista dá a receita: “o pacote básico da modernização prevê a substituição do quadro de comando, fiações e botoeiras/indicadores de posição. Os demais componentes podem permanecer originais”. Outros detalhes dos elevadores podem ser modernizados de acordo com a necessidade e vontade de cada cliente. Entre esses detalhes estão as portas e até mesmo a parte estética da cabine. No edifício que Monica administra, a modernização dos elevadores já está nos planos. “Nós ainda não substituímos as cabines porque o condomínio tem poucos moradores, então precisamos guardar o dinheiro necessário. Além de modernizar as cabines, temos que trocar toda a parte mecânica dos equipamentos”, avalia.

Vantagens de modernizar os elevadores

De acordo com Peiter, algumas das vantagens da modernização de elevadores são:

  • Eliminação de trancos e degraus;
  • portas com abertura e fechamento mais suaves;
  • redução de ruídos na casa de máquinas;
  • melhora a aparência do equipamento;
  • precisão do nivelamento, independente da carga;
  • aumento da disponibilidade dos equipamentos;
  • redução significativa no consumo de energia elétrica dos elevadores;
  • valorização de cada unidade do edifício.

*Especial para a Gazeta do Povo

Fonte: Gazeta do Povo

 

Quanto vale seu apê?

Conheça os fatores que colocam o valor do empreendimento sempre em alta e permitem bons negócios na hora da revenda

Quanto valeria uma unidade em seu condomínio? Será que o empreendimento, da forma como está hoje, ajuda a valorizar cada apartamento existente?

Resultado de imagem para quanto vale seu ape

Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular em 2013, mais de 50% dos proprietários de imóveis condominiais fazem a compra pensando se será possível ter um bom valor de negociação alguns anos adiante.

Em imóveis localizados em áreas como o litoral, 73% dos entrevistados afirmam que o principal motivo da aquisição é garantir uma fonte de renda futura. E como garantir renda se não houver valorização?

Tudo em dia – Um primeiro ponto, que pode até parecer algo sem muita importância, é estar de olho nas contas do condomínio.

“Um condomínio financeiramente desequilibrado passa a ser um mau negócio para os proprietários, pois as unidades começam a ter problemas para revenda”, explica o diretor de condomínio Antonio Jorge Neto. Isso sem falar que, no caso de valores considerados muito altos, o proprietário se vê obrigado a baixar demais o preço da unidade para conseguir negociar.

Manter a administração em ordem e as contas em dia é, portanto, tarefa essencial para valorizar o empreendimento. ” Em condomínio, além de ter a unidade em perfeito estado, o proprietário que pensa em revender futuramente o imóvel deve ser exigente com a administração”, complementa Jorge Neto.

Áreas comuns x privativas – A valorização de cada unidade depende do quanto é possível “casar bem” o conjunto entre área privativa e área comum.

“Quando não são problemas financeiros que atrapalham as negociações, normalmente são os chamados problemas de manutenção das áreas comuns. Um proprietário que pensa em revender o imóvel futuramente precisa estar atento aos cuidados que a administração presta a essas áreas”, orienta Neto.

Os cuidados com áreas externas, como a fachada do prédio, ou internas, como salão de festas, playground ou quadra são fundamentais para manter o empreendimento bem visto. Quem gostaria de chegar a um condomínio e observar que ele tem áreas abandonadas?

Quem procura um condomínio para morar também o faz pensando na segurança que o lugar pode oferecer. Desta forma, além dos cuidados relacionados à manutenção e aparência do empreendimento, vale manter os equipamentos de segurança sempre em bom funcionamento e os funcionários sempre bem treinados.

Um condomínio que oferece segurança será sempre bem visto e desejado como sonho de consumo.

Sem dívidas  Do ponto de vista do morador, vale estar atento a possíveis dívidas que venham a desvalorizar a unidade conforme aumentam de valor.

O consultor de negócios imobiliários Wagner Vieira afirma que estar em atraso com o IPTU do imóvel pode alterar o preço de revenda em até 40%, dependendo do valor e do tempo de vencimento.

“Quando um imóvel está com débitos em aberto, o comprador pode sugerir um valor abaixo da tabela convencional de venda para cobrir os gastos e isso prejudica o retorno financeiro que o proprietário teria com a venda.”

Fonte: iCondominial

Segurança: prevenção nunca é demais

Medidas simples podem impedir furtos e roubos no condomínio e livrar o síndico de acusações e aborrecimentos judiciais

É fato que, nos últimos anos, os condomínios têm sofrido um número maior de invasões, roubos e furtos. Dentro de um novo panorama, que requer maior segurança, é natural que surjam novas necessidades e questionamentos. Prevenir é a ferramenta número um, e nisso os moradores também podem ajudar, atuando conjuntamente na adoção de medidas de segurança. Mas e se a prevenção falha? O que o síndico deve fazer e qualcâmera 3 a sua responsabilidade neste caso?

Muitos acham que o síndico deve ser responsabilizado por tudo que acontece intramuros no prédio, mas a segurança pública é uma obrigação do Estado. Ele apenas responde se, de alguma forma, houve culpa por parte do condomínio, como a omissão do porteiro ao deixar um portão aberto.

“O Poder Judiciário tem reiteradamente decidido que o condomínio não é responsável por roubos, salvo se ficar comprovada falha na ação dos funcionários ou se o condomínio oferecer segurança privada para proteger os condôminos e seus pertences, o que precisa estar previamente descrito em convenção”, explica o advogado Rodrigo Karpat, especialista em Direito Imobiliário.

O que fazer

Se mesmo tomando-se todos os cuidados necessários e investindo-se em tecnologia acontecer um roubo, é preciso “a imediata comunicação às autoridades policiais, com o comparecimento das vítimas juntamente com o representante do condomínio, ou seja, o síndico, à delegacia mais próxima para instaurar um boletim de ocorrência”, diz Karpat.

Claudete Alves mora em um condomínio da capital paulista onde já ocorreram furtos nos apartamentos, porém, nenhum culpado foi punido. “Uma vizinha deixou a porta destrancada e teve equipamentos eletrônicos e joias roubadas por um visitante, mas ninguém foi indiciado”, conta.

Neste caso, como em outros similares, é bom saber que quando some algum pertence de um morador e as suspeitas recaem sobre funcionários ou vizinhos, é preciso encaminhar o caso às autoridades policiais. São elas que cuidarão das investigações.

Reforçando a segurança

  • O síndico deve informar constantemente que todos os condôminos contribuem para segurança, comunicando com antecedência a entrada de visitantes, descendo para receber entregas e não estacionando veículos não cadastrados
  • A instalação de um portão duplo na entrada de veículos evita a entrada de veículos “por carona”, já que o motorista, para entrar no condomínio, precisa fechar o primeiro portão. Vale a pena investir no sistema
  •  Também é válido instalar portão duplo nas entradas de pedestres do edifício, impedindo o acesso fácil de quem queira aproveitar para entrar sem ser anunciado
  • É preciso realizar treinamento constante dos funcionários, mantendo os colaboradores capacitados a identificar situações suspeitas e utilizar direito equipamentos de segurança
  • Deve-se instalar câmeras de segurança nas áreas comuns e liberar o telefone na portaria, já que ele é a principal arma de quem se encontra em emergência, seja para ligar para polícia, bombeiro ou hospital
  • Se acontecer um roubo ou um furto dentro do condomínio é preciso comunicá-lo imediatamente às autoridades policiais, que farão a investigação

Fonte: iCondominial

6 dicas infalíveis para diminuir os custos do condomínio

A lista de despesas de um condomínio é extensa

A lista de despesas de um condomínio é extensa

Folha de pagamento, manutenção, impostos, água, luz de áreas comuns, limpeza, seguros, fundo reserva e jardins. A lista de despesas de um condomínio é extensa e, raras exceções, reduzir o custo da taxa mensal do condomínio é cada vez mais difícil.

Porém, com algumas alternativas é possível reduzir os gastos em até 30% e, consequentemente, diminuir as inadimplências. Confira abaixo algumas dicas para ajudar os síndicos com cortes de gastos e investimentos.

1 – Horas extras

Despesas com funcionários representam até 85% dos gastos totais de um condomínio. Planejar as escalas corretamente é o primeiro passo para economizar, diminuindo os gastos com horas extras. A contratação de funcionários fixos pode ter um custo menor. Por outro lado, a terceirização protege o condomínio de eventuais passivos trabalhistas.

2 – Tecnologia

Outra forma de diminuir o custo folha é investir em tecnologia, como automação de portões, instalação de porteiro eletrônico, câmeras de vigilância.

3 – Inadimplência

A inadimplência é outro principal fator no aumento da cota condominial. Por isso, é fundamental o papel da administradora em fazer uma ação preventiva, conscientizando os condôminos sobre a importância que tem a falta de pagamento e também exercer cobrança ativa e imediata, procurando não deixar acumular meses em atraso.

4 – Revisões e manutenções

Outras formas de reduzir as despesas é realizar revisões constantes, como substituição de lâmpadas modernas, manutenções preventivas nas redes de água e energia, motores elétricos, bombas, gerador, etc. A manutenção de limpeza de caixa d agua, jardins, hidrantes, extintores e para raios deve ser feita, pelo menos, a cada seis meses.

5 – Luz e água

Instalação de sensores de presença, troca de lâmpadas fluorescentes e comuns por LED, modernização de geradores, elevadores, captação de água de reuso etc. Essas são algumas medidas básicas que podem colaborar na redução de custos.

6 – Orçamento

O planejamento orçamentário é a melhor forma para reduzir a taxa de condomínio, prevendo gastos do próximo ano. Nesse caso é fundamental a contratação de empresas especializadas como as administradoras de condomínios.

*As dicas são de Fabiano Neaime, diretor da Ollo Condomínios e idealizador do OBZ

Fonte: Hoje em Dia

Tecnologia e segurança

Portaria virtual pode agregar economia e mais segurança para condomínios

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Portaria remota – Novidade para Condomínios

Infelizmente, a crise tem afetado diretamente a arrecadação nos condomínios. Com o aumento do desemprego, muitos condôminos acabam simplesmente deixando de pagar essa conta. Com a inadimplência em alta, administradores e síndicos se veem obrigados 1a buscar alternativas para reduzir as despesas.

A área de segurança, por ser vital, costuma ser a menos impactada pela redução de verbas. Mas, a boa notícia é que graças à tecnologia de portaria remota já é possível economizar também nesse setor sem abrir mão da qualidade.

Para isso, alguns critérios de segurança serão avaliados e devem ser melhorados, como a instalação de sistemas de comunicação mais modernos, câmeras de alta resolução e algumas alterações nos acessos, impactando em um investimento inicial que irá variar de condomínio para condomínio.

Com esse sistema implantado, a presença de porteiros é dispensada, proporcionando uma economia de até 50% do total gasto normalmente pelos condomínios.

O custo do serviço é reduzido e a segurança é melhorada, uma vez que um profissional especializado estará em uma central de monitoramento que controla todos os acessos da portaria à distância.

As ligações e imagens ficam gravadas, garantindo total registro e controle das entradas e saídas.

Os moradores passam a acessar diretamente o condomínio através de um dispositivo tag ou biométrico, quando estiverem a pé. O acesso dos veículos é acompanhado 24 horas e pode ser realizado por controle remoto ou tag.

Em caso de alguma situação de risco, é possível ainda acionar um botão de pânico silencioso, avisando instantaneamente a central de monitoramento sobre pessoas ou movimentos suspeitos. A distância e discrição do porteiro remoto acaba favorecendo a segurança em momentos de vulnerabilidade.

Para os visitantes, o conforto é o mesmo. Ao chegar ao condomínio e tocar o interfone, um sinal é enviado à central de monitoramento.

O porteiro remoto faz o atendimento, acompanhando tudo pelas câmeras. O morador é avisado da visita para que autorize ou não a entrada. Há inclusive a opção de contatar o morador que não esteja presente no condomínio.

Por meio do celular, o condômino é avisado sobre a presença de um visitante.

Além da redução de custo com a portaria, o condomínio reduz drasticamente despesas com processos trabalhistas e manutenção de câmeras e interfones.

Caso o condomínio não queira dispensar totalmente o serviço de um porteiro, pode optar pela portaria remota apenas no período noturno, quando o fluxo de entrada e saída é menor. Cabe destacar ainda que a solução é funcional para prédios com até 80 apartamentos, promovendo muita economia e melhorando a segurança.

Fonte: SíndicoNet

Veja um checklist para alugar um imóvel

Veja os pontos essenciais para evitar imprevistos na hora de se tornar um locatário

Apesar de ser um comprometimento menor do que comprar um imóvel, alugar requer alguns cuidados decisivos que te impedirão de cair numa cilada a qual você precisará aguentar pelos próximos dois anos e meio, pelo menos, se não quiser desembolsar uma grande quantia em dinheiro para a multa de cancelamento de contrato.

Por isso, analise todos os prós e contras do imóvel que você deseja alugar, tenha a mente aberta para as sugestões de mais imóveis do corretor, mantenha-se dentro da regra de não ultrapassar 30% dos ganhos da família para aluguel + condomínio e siga a lista abaixo para não deixar passar nenhum aspecto importante e concluir o processo com segurança.

É preciso tomar alguns cuidados na hora de alugar um imóvel (Foto: Shutterstock)

Confira abaixo um checklist para alugar um imóvel

– Escolha a localização ideal para você

Faça uma lista com seus bairros preferidos e próximos ao seu ciclo social diário (família, amigos e principalmente trabalho) e mãos à obra. Os preços variam muito dentro de um próprio bairro. Então, esteja aberto a opções próximas ao local que você sempre quis.

– Seja flexível com os defeitos

As chances de você alugar um imóvel pelo qual já tenha passado outros moradores são grandes. Então, tente ser flexível com um ou outro defeito que é completamente possível de existir. Um armário que não atenda às suas expectativas de decoração, um andar mais baixo do que você imaginava e até uma localização um pouco diferente do que você previa podem ser fatores com os quais você se acostume com o passar do tempo. E caso isso não aconteça, sempre há a opção de se mudar ao fim do contato.

 


(Foto: Shutterstock)

 

– Cuidado ao calcular o gasto

Muitas pessoas quando vão pesquisar imóveis para alugar se atentam apenas ao preço do aluguel de fato. Mas para saber se um imóvel se encaixa no seu orçamento, lembre-se que você deve levar em conta o valor do aluguel somado ao valor do condomínio e do IPTU.

– Escolha o método de aluguel que se adeque a sua situação

O mais utilizado pelas imobiliárias e locatários hoje em dia é o seguro-fiança. Você precisará contratar uma seguradora, que fará o intermédio e te isentará da necessidade de uma pessoa de garantia (fiador) – o seguro-fiança pode ser pago à vista ou parcelado para a seguradora. Entre as outras opções comuns do mercado estão: o tradicional fiador, que pode ser alguém da sua família ou amigos que possuam garantias suficientes; e o cheque caução, que assegura o locatário caso haja algum problema com a residência durante a locação e é devolvido a você ao final do contrato.

 

(Foto: Shutterstock)

 

– Faça uma vistoria minuciosa

Antes de pegar as chaves, vá ao imóvel e analise cada cantinho. Ligue todas as torneiras e chuveiros, cheque a iluminação, veja as rachaduras, as imperfeições causadas pelo uso e fotografe tudo. Envie suas anotações à imobiliária e veja em quais aspectos é possível haver melhorias antes da sua entrada. Os contratos em geral indicam que a casa deve estar com condições de moradia em dia. Portanto, notifique a imobiliário e o locatários para os pontos que não lhe agradaram. Por fim, guarde as fotos tiradas por você e anexadas ao contrato para ter como garantia e prova do estado do imóvel antes da sua mudança; você deverá entregá-lo exatamente do mesmo jeito que o pegou.

– Verifique as pendências do imóvel

Vale se atentar também para as pendências burocráticas, veja se não há contas em atraso como água, luz, IPTU e peça que o locatário quite tudo antes da sua entrada.

– Leia o contrato atentamente

E a atenção nesse caso deve ser voltada principalmente para valores e períodos. Veja com cuidado as datas de entrada e saída do imóvel; em quanto tempo o aluguel terá aumento; o valor da multa de cancelamento de contrato e as responsabilidades de cada parte.

(Foto: Shutterstock)

Fonte: ZAP Imóveis

Motivos para fazer a limpeza dos estofados com frequência no imóvel alugado

Assim como todos os móveis da casa, o estofado também precisa de cuidados para ser preservado por mais tempo e evitar doenças respiratórias. Saiba mais.

Os estofados são parte importante da composição de qualquer casa, estão nas salas de todos e nos colchões e travesseiros que acompanham o cotidiano das pessoas. E claro, precisam também de alguns cuidados para que sejam conservados por muito tempo.

Além disso, limpezas periódicas ajudam a preservar a saúde dos moradores da casa ou apartamento, evitando problemas respiratórios ou alergias.

Quando alugamos um imóvel mobiliado, é importante garantir certos cuidados para manter a conservação do ambiente e evitar problemas com o locador. Separamos cinco motivos importantes para você começar essa prática de limpeza agora mesmo.

1 – Uma limpeza adequada ajuda a reduzir as chances de que alguém desenvolva alergias ou problemas respiratórios. Doenças como sinusite, rinite alérgica e asma podem surgir através do acúmulo de poeira, ácaros, umidade e demais tipos de sujeiras que acumulam nos estofados.

Esse tipo de limpeza pode ser feito com uma escova de cerdas macias e uma mistura de água, vinagre branco e bicarbonato de sódio. Caso o material do sofá seja emborrachado ou de courino, pode ser higienizado com um pano úmido e uma toalha macia para tirar o excesso de água restante.

2 – Ter estofados higienizados é importante para a saúde da família que irá alugar o local. A presença de idosos e crianças na casa dobra a necessidade de limpeza dos estofados, pois os mesmos são mais propensos a desenvolver problemas de saúde devido à presença de fungos, bactérias e poeira nos ambientes.

Procure realizar uma limpeza completa nos estofados pelo menos uma vez ao mês, reduzindo para a cada 15 dias ou menos se o ambiente tiver umidade excessiva. A presença de bichinhos de estimação com muitos pelos, como gatos e cachorros que moram dentro de casa, também aumenta a necessidades de higienizar os sofás em intervalos menores de tempo.

3 – Conservar o estofado depende de cuidados esporádicos como a limpeza com soluções apropriadas para sofás ou até mesmo misturas caseiras como a que mencionamos anteriormente. Além de limpeza, alguns modelos de estofado possuem material que necessita de hidratação, como o courino, por exemplo.

É indicado que seja realizada essa prática uma vez ao mês, com o auxílio de um pano macio e hidratante para couro ou até mesmo os feitos para pele.

4 – Além da poeira e desgaste natural do tempo, os sofás podem acumular sujeiras como restos de alimentos, manchas e outros tipos de resíduos que atraem insetos e bactérias. Nesses casos, o ideal é que seja feita uma limpeza mais profunda com profissionais especializados, que farão uma remoção mais potente do que fica impregnado ao longo do tempo no tecido.

O procedimento feito corretamente ajuda a manter o estofado como se fosse novo!

5 – A ausência de limpeza ajuda a acumular ácaros, que são nocivos para a saúde humana, podendo causar alergias respiratórias. Esses pequenos “aracnídeos” são microscópicos, não podendo ser vistos a olho nu e costumam habitar tapetes, colchões, sofás e bichos de pelúcia, por exemplo.

A única forma de evitar esse tipo de inseto nos estofados é com a limpeza frequente do ambiente!

Agora que você já sabe como limpar seus estofados, preste atenção em volta. Afinal, a casa toda precisa de uma limpeza mais minuciosa de vez em quando.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Uso correto e regras para CFTV e Cercas Elétricas

Saiba como monitorar e proteger o condomínio corretamente

Saiba como monitorar e proteger o condomínio corretamente

Se há uma preocupação cada vez maior em condomínios é com a segurança de quem mora e trabalha no local.

Prova disso é que muita gente opta pela vida em condomínios justamente pela sensação de segurança.

Outro ponto que deve ser levado em consideração é o uso das imagens geradas pelo CFTV (Circuito Fechado de Televisão). Quem pode acessá-las? Quais locais não devem ser filamdos para respeitar a privacidade de todos?

Veja abaixo algumas dicas sobre CFTV  e cerca elétrica, para manter seu condomínio sempre seguro – e respeitando quem mora e trabalha no local!

Como escolher corretamente os equipamentos de segurança para o condomínio

O primeiro passo na escolha certa dos equipamentos para o seu condomínio é apostar em dois prestadores de serviços diferentes: um que irá visitar o condomínio e estudar realmente o espaço físico e indicará os equipamentos necessários e outro fornecedor de quem o condomínio irá efetivamente comprar o que foi solicitado.

“É muito importante que o síndico conte com um plano de segurança, e que isso seja anterior ao momento da compra. Assim, ele fica seguro de que está comprando o que realmente é necessário para o seu condomínio”, analisa José Elias de Godoy, consultor de segurança para condomínios.

É com base nessa análise que o síndico pode ficar tranquilo de que está com os equipamentos certos nos locais adequados, e não apenas comprando de quem vende câmeras e instala a cerca elétrica.

“Muitos síndicos cometem esse erro. Mas um especialista vai indicar os equipamentos mais adequados, onde posicioná-los, sua altura e angulação ideal. Também vai explicitar onde as câmeras com maior definição e qualidade técnica devem ficar”, afirma Jorge Lordello, palestrante e especialista em segurança pública e privada.

Como deve ser o CFTV do condomínio

O importante do CFTV do condomínio é que ele ofereça gravações das áreas do condomínio, e que as imagens possam ser resgatadas no futuro caso haja necessidade futura.

“Em um cenário ideal, o CFTV deve contar com câmeras IPs de última geração, com gravação em nuvem e também disponíveis em uma sala do condomínio escondida e blindada, onde nem os funcionários saibam onde é, para evitar que falem se houver um assalto”, enumera José Elias.

Já o mínimo para a segurança do condomínio é contar com câmeras IPs nas áreas mais sensíveis (leia abaixo), e analógicas em outras áreas, com gravação em nuvem.

 Algo que não deve acontecer é a gravação do CFTV  ficar na portaria do condomínio – e ser esse o único local onde essas imagens são disponibilizadas.

“É o primeiro local onde os ladrões procuram pelas gravações”, assinala Lordello.

Tipos de equipamento

As câmeras de CFTV podem ser divididas, atualmente, em analógicas e IPs.

“Existem câmeras ótimas analógicas, também, com ótima resolução e que atendem muito bem aos condomínios. A maior diferença entre elas é que a câmera IP oferece um sinal digitalizado, superior em definição, e tem mais funcionalidades”, explica David Fernandes.

Já as cercas elétricas variam principalmente na força do choque, o que depende da legislação de cada região. É fundamental que o condomínio não se esqueça de colocar placas que sinalizem a presença da cerca elétrica e das câmeras.

A lei federal 13.477/2017 lista os cuidados que se deve tomar com o equipamento, seja na cidade ou no campo.

O regramento não cita uma altura mínima e nem um máximo de amperagem a ser usado no equipamento, mas o apontado pelos especialistas é que a cerca fique a 2,2 m do níevl da rua, para evitar acidentes.

Instalação e manutenção do CFTV e da cerca elétrica do condomínio

Da mesma forma que o condomínio deve partir de um estudo antes de comprar os equipamentos, os cuidados na instalação devem ser os mesmos.

“Quando se faz uma análise de riscos e um projeto de segurança eletrônica baseado num plano de segurança serão aplicados equipamentos da linha profissional, cabeamento de alta qualidade e instalação baseada nas normas técnicas”, explica David Fernandes.

Sobre os cuidados de manutenção, e para evitar aquele pesadelo de descobrir, bem quando se precisa, de que os equipamentos não estavam gravando, é necessário contar com a assessoria mensal de uma empresa especializada.

A empresa deve ir mensalmente ao condomínio e verificar as gravações, câmeras, se não há cabos soltos e se está tudo dentro do planejado.

A mesma empresa pode cuidar do CFTV e da cerca elétrica, mas deve ter conhecimento para tanto. Caso sinta que o fornecedor deixa a desejar em um dos equipamentos, o mais indicado é trocar de fornecedor, especializado em cada um deles.

Áreas do condomínio que merecem mais atenção do CFTV

É certo que todo o condomínio deve ser cuidado e seguro. Mas há áreas que pedem mais atenção do monitoramento de segurança, justamente por serem onde necessariamente um ladrão vai passar para adentrar o local.

“Todo o perímetro do condomínio, as entradas da garagem e pedestre, a entrada dos elevadores e da escada, deve ser monitorado com câmeras IPs, que demandam mais investimento. Áreas como brinquedoteca, playground, etc., podem contar com um equipamento mais simples, desde que funcionando bem”, explica Elias.

Importante salientar que na grande maioria dos casos em que o condomínio não conta com portaria remota não há ninguém assistindo às câmeras 24h.

O porteiro deve ficar atento às demandas de entrada e saída, mas não é dele a responsabilidade de vigiar as câmeras todo o tempo.

“O fundamental é que as imagens fiquem gravadas em nuvem para que possam ser acessadas posteriormente”, aponta Lordello.

Privacidade  X segurança em condomínio

E como há áreas que pedem muito mais atenção e cuidado do monitoramento, há outras onde não se deve gravar. São locais como vestiários e banheiros.

A piscina também é um local onde o monitoramento pode gerar incômodo entre os moradores. Caso haja desconforto, o ideal é que seja votado em assembleia se deve haver câmeras no local ou não, ou se as imagens geradas ali fiquem disponíveis apenas caso haja um problema futuro.

Locais como salão de festa e área gourmet também podem se beneficiar desse tipo de medida, que coíbe o vandalismo no local sem ferir a privacidade dos condôminos aio darem festas, por exemplo.

Outro ponto que gera dúvidas é sobre o acesso dos moradores às câmeras do CFTV, algo cada vez mais comum, principalmente via celular.

Os especialistas ouvidos foram unânimes em dizer que não há necessidade dos moradores visualizarem todas as imagens.

“É importante que tenham a imagem interna da guarita, pois não há arrastão sem rendição da mesma. Também pode-se ter imagens dos perímetros, principalmente para os moradores olharem se há algo estranho na frente de seu prédio por exemplo antes de voltarem para casa”, orienta Nilton Migdal, especialista em segurança de condomínios.

CFTV e portaria remota

Para os condomínios que optam pelo serviço é fundamental que os equipamentos sigam as necessidades do fornecedor.

“Para os condomínios que apostam em portaria remota, é importante que não façam a famosa ‘economia boba’ em equipamentos e se foquem em bons produtos – além de dois links de internet de ótima qualidade”, sinaliza Nilton Migdal

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Riscos do Airbnb nos condomínios residenciais

Maria José de Souza Arakaki*

Maria José de Souza Arakaki. FOTO: DIVULGAÇÃO

Atualmente, o uso de plataformas de economia colaborativa, tais como o Airbnb e similares, tornaram-se populares, porém pouco se fala sobre as implicações jurídicas e riscos percebidos no mundo real em razão da utilização destas plataformas em edifícios que foram concebidos, construídos e comercializados para serem residenciais.

É importante lembrar que parte considerável dos imóveis oferecidos nessas plataformas estão dentro de condomínios residenciais, o que coloca em risco a segurança, o patrimônio e o sossego dos condôminos, cabendo ao síndico a responsabilidade de coibir tais situações sob pena de responder por omissão dolosa.

Justamente por isso, visando trazer o lado jurídico e fático deste modelo, teceremos algumas considerações.

Primeiramente, é de suma importância que o síndico, assim como os proprietários dos imóveis, tenha conhecimento da incompatibilidade entre o condomínio residencial e atividades similares à hospedagem.

O próprio Airbnb, em seu site, expõe um aviso alertando os donos de imóveis que consultem previamente a convenção de seu condomínio para verificar se há restrição quanto à exploração dessa atividade de hospedagem.

Esclareça-se que não se veda as locações típicas das unidades habitacionais para fim de estabelecer residência fixa ou por temporada, o que se veda são as locações atípicas com finalidade de exploração de hospedagem cuja locação é feita por dias ou mesmo por horas dentro de condomínios residenciais.

Do mesmo modo, é extremamente relevante ao síndico entender como esses aplicativos influem no Direito condominial e no Direito de vizinhança dos condôminos.

Cumpre lembrar que a vida em condomínio exige a observância de regras de comportamento e deveres de boa vizinhança, no qual os condôminos devem abster-se de tudo que cause incômodo aos demais e façam o que seja conveniente para todos, visando evitar danos patrimoniais e perturbação de sossego.

Neste sentido, a convenção de condomínio constitui “lei particular” dentro do condomínio, sujeitando a todos a sua observância, sob penas de sofrer as sanções impostas na referida convenção, sendo que até mesmo pessoas que transitoriamente frequentem o condomínio estão sujeitas às regras.

Dito isso, cumpre fazer breves observações sobre o direito de propriedade do condômino.

Se por um lado o proprietário da unidade habitacional é coberto pelo direito de propriedade, exercendo seu direito individual exclusivo sobre a sua unidade habitacional, por outro lado, a partir do momento que ele adquire uma propriedade dentro de um condomínio, que é uma copropriedade, ele se sujeita à convenção desse condomínio, assim como os demais, para que seja possível a convivência do grupo.

Portanto, o direito de propriedade do condômino não é absoluto, pois sofre limitação pela convenção de condomínio ao qual o condômino voluntariamente aceitou no momento que adquiriu sua propriedade.

Um exemplo disso é a questão de animais de estimação, que podem ser permitidos ou não pela convenção.

Da mesma forma, quando há previsão que somente os condôminos e assemelhados podem fazer uso da piscina, salão de festas, academia, garagem, etc., referido conceito não pode ser estendido aos terceiros que se hospedam por dias em uma unidade habitacional que compõe o condomínio residencial, pois em nada se parece com aquele que estabelece residência fixa ou provisória, assemelhando-se a um hóspede hoteleiro, não tendo os direitos previstos em lei ou na convenção para uso de tais espaços, tendo em vista a destinação destes espaços comuns.

Assim, a locação da unidade habitacional por diária é um desvirtuamento da destinação do condomínio que por si só já é uma infração contra as normas da convenção de condomínio e pode sujeitar o infrator ao pagamento de multa, podendo referida multa ser majorada e, se o caso for tido como comportamento antissocial, pode ser objeto de deliberação em assembleia, podendo o caso até mesmo ser levado para apreciação pelo judiciário.

Também é fato que o uso das plataformas de economia colaborativa traz riscos à segurança, ao patrimônio e ao sossego dos condôminos, razão pela qual passaremos a abordar algumas das preocupações dos condomínios residenciais.

O primeiro ponto preocupante é a rotatividade dos hóspedes que locam imóveis por horas ou por diárias, transformando um ambiente residencial e familiar em um lugar inseguro pela presença constante de estranhos sobre os quais os demais condôminos nada sabem, bem como pelo fato do condomínio residencial não ter estrutura de segurança e nem funcionários treinados para lidar com esse tipo de demanda.

A própria estrutura do condomínio residencial não foi concebida para este tipo de finalidade, não há nos condomínios residenciais nem mesmo um cadastro completo destes estranhos e nem segurança suficiente para garantir a observância das regras do condomínio por estes.

Outrossim, não se pode esquecer o fato de que estes estranhos por vezes recebem amigos e convidados, que também são estranhos ao condomínio e que farão uso das áreas comuns.

Essas pessoas transitarão livremente pelo condomínio e, se mal intencionadas, podem tentar adentrar em outras unidades que ficam vazias em determinados horários. Um risco não só para o proprietário do imóvel locado, mas para todos os moradores do empreendimento.

Além disso, não é difícil encontrar notícias de casos problemáticos envolvendo tal modelo de hospedagem, dentre os quais choca os seguintes casos: destruição do imóvel pelo hóspede, festa regrada a álcool e drogas, uso do imóvel para prostituição, caso de furto e até mesmo morte.

Saliente-se que todos estes casos foram noticiados pela mídia, sendo que o mais emblemático foi o caso ocorrido em Calgary, no Canadá, no qual um casal alugou a casa para quatro pessoas que supostamente iriam para um casamento na região, porém o que aconteceu foi o uso da casa para uma festa com mais de cem pessoas regrada a álcool e drogas, que pelo noticiado resultou na destruição da casa, dos móveis e objetos de decoração, além dos proprietários encontrarem molho nas paredes, restos de comida dentro dos calçados, poças de álcool no chão, vasos sanitários entupidos com preservativos, etc.

Outro caso igualmente popular e noticiado pelas mídias foi o uso de apartamento residencial para serviços de prostituição no Reino Unido, no qual pessoas envolvidas com a indústria do sexo alegaram em entrevista que referida prática é comum.

Definitivamente, o ambiente de um condomínio residencial não é compatível com as referidas destinações.

A rotatividade de pessoas estranhas entrando e saindo do condomínio pode fragilizar o controle de acesso. Mas já existem sistemas de gerenciamento que contribuem com o registro de informações de visitantes no empreendimento e ajudam a monitorar com que frequência o hóspede vai até o local e por quanto tempo permanece lá. Todas as informações ficam vinculadas à unidade, o que pode ajudar a identificar com rapidez uma situação suspeita.

Vale lembrar que, tratando-se de exploração de atividade de hospedagem, aplica-se a responsabilidade objetiva prevista no Código Civil, segundo a qual é de responsabilidade do estabelecimento responder pelos danos de seus hóspedes ainda que não haja culpa de sua parte, ou seja, por regra, será de responsabilidade do condomínio, representado pelo síndico, responder por tais danos.

Por todo o exposto, é imprescindível que esteja claro na convecção do condomínio a permissão ou proibição da locação dos imóveis por diária. A prática irregular do exercício de tal atividade pode e deve ser coibida pelo síndico com a aplicação das penalidades previstas na convenção de condomínio, no regimento interno e nas determinações da assembleia, sob pena da responsabilização do próprio síndico por omissão dolosa, uma vez que é obrigação dele zelar pela aplicação das regras dentro dos condomínios.

Para um trabalho mais efetivo, os síndicos podem reforçar a comunicação com os condôminos distribuindo materiais de apoio a fim de conscientizá-los sobre os perigos de oferecer serviço de hospedagem em locais com a finalidade de moradia.

*Sócia do escritório Arakaki Advogados, é vice-presidente da Comissão de Direito aplicado à Hotelaria e ao Turismo na OAB/SP e membro efetiva da Comissão de Direito Notarial e Registros Públicos na OAB/SP

Fonte: http://politica.estadao.com.br

Veja como decorar a casa com quadros grandes

Inserir na decoração é mais fácil do que parece; veja como

Para dar personalidade a um lar, nada mais indicado do que quadros. Eles embelezam o ambiente e imprimem nele toda a personalidade de quem o habita. No entanto, nem todos os modelos são fáceis de serem inseridos na decoração; os quadros grandes, por exemplo, podem gerar muitas dúvidas em quem quer tê-los em casa, mas não sabe por onde começar. Veja como utilizar os seus sem agredir visualmente o local.

Antes de mais nada, faça uma análise do tamanho do quadro em relação ao tamanho dos móveis e do ambiente. Isso é, veja se tudo se encaixa de forma proporcional, principalmente.

Feito isso, você deve pensar onde posicioná-lo de forma harmoniosa. E, para não errar, a arquiteta Natália Salla dá a dica: “O quadro grande sempre será um elemento de destaque predominante, então o ideal é que seja o centro de atenção do ambiente, sendo colocado, por tanto, em uma parede principal”.


Foto: Reprodução/Pinterest

Ela ainda explica que, em geral, quadros grandes são centralizados em móveis maiores do que ele, como mesas de jantar, sofás, camas ou aparadores. “Se for um projeto clean, por exemplo, um quadro único e centralizado tende a ser a opção mais adequada; enquanto um projeto mais contemporâneo e ‘cool’ recebe bem quadros posicionados estrategicamente deslocados”, completa.

Ainda há a opção de colocar o quadro no chão; os de tamanho grande são especialmente propícios para isso. Nesse caso, o ideal é que o ambiente seja amplo, para que a moldura no “meio do caminho” não atrapalhe a circulação. Já em casa com crianças, essa ideia não é a mais adequada, pois há risco de esbarramento e de danificação da peça. Considere o seu dia a dia e o modo com que você e sua família utilizam os cômodos, se houver um espaço pouco explorado, inclusive pelos pequenos, você pode apostar nele.

Foto: Reprodução/Pinterest

Se assim como foi sugerido antes, sua ideia é fazer uma composição com várias molduras na parede, você deve seguir duas orientações importantes que a designer de interiores Cibelly Ferreira explica: “Coloque os quadros no chão e monte a prévia de como eles ficarão na parede. Lembre-se que para uma composição que mescle quadros grandes com outros tamanhos, o ideal é que o pé direito do ambiente seja alto”.

Como segunda dica, ela indica que as molduras também ganhem atenção. É importante combiná-las com o estilo do ambiente: “Elas não precisam ser iguais, necessariamente, mas é bacana decidir se vai utilizar molduras clássicas ou contemporâneas e ser fiel a isso”.

Para concluir a harmonização do seu quadro grande com o ambiente, vem a parte mais importante: a escolha do conteúdo dele. É imprescindível “casar” tema, cor e textura entre si e com o restante do ambiente, conforme explica Natália Salla.

Foto: Reprodução/Pinterest

Para ela, ignorar estes três pontos pode gerar desconforto visual e tornar o ambiente desagradável. Quando for escolher o objeto, concilie as cores presentes nele com a cor da parede onde ele vai ser inserido (por isso a importância de planejar o posicionamento antes de comprar a peça).

Pronto! Seguindo estas dicas à risca, você certamente terá um ambiente lindo, confortável e cheio de estilo.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

5 maneiras diferentes de transformar o ambiente com o teto decorado

O teto pode ser o protagonista da sua decoração. Quer descobrir como? Saiba mais sobre teto decorado e veja dicas para transformar seu ambiente a seguir!

Decoração de apartamento ou casa traz sempre uma infinidade de opções, quadros, cores cortinas, espelhos, tapetes, móveis e plantas estão sempre em pauta para quem deseja dar uma cara nova a um ambiente.

Mas, você já parou para pensar nas possibilidades que existem, além do óbvio? Qualquer lugar de uma casa merece atenção na hora de reformar ou decorar, isso inclui também o teto. Sim, afinal, ele também faz parte do ambiente.

Em nosso artigo de hoje, vamos destacar maneiras diferentes para decorar teto com gesso, papel de parede e outras opções. Vamos lá?

1. Teto decorado com papel de parede

Não é só porque o papel é de parede que ele tem que ser colocado somente na parede, ok? A criatividade está aí para isso, hoje em dia pode-se usar o papel de parede para mudar móveis, vasos de plantas, cobrir nichos de paredes e muito mais.

Mas, além disso, ele pode ser aplicado também no teto. O papel de parede pode ser igual ao que será utilizado na parede ou combinando de outra forma, com uma cor que contraste com o restante do ambiente ou que acompanhe a tonalidade dos móveis, por exemplo.

Na foto acima vemos um exemplo muito legal: o papel de parede colocado no teto é um floral de rosas com fundo azul, combinando perfeitamente com as cores claras da sala e com o sofá também azul. Além disso, as rosas também combinaram com as poltronas em cetim. Um casamento perfeito.

2. Teto decorado com adesivos

Seu teto é muito grande e cobri-lo com papel de parede vai dar trabalho e gastar muito? Sem problemas.

Também é possível decorar teto gastando pouco e sem reformas grandiosas. Adesivos também são a solução perfeita nesse caso. Além do teto, os adesivos podem descer pela parede e completar a decoração.

Na foto abaixo o teto branco foi coberto com adesivos de flores, arabescos e formas geométricas na cor preta. Os desenhos descem pela parede e complementam o restante da decoração: porta preta com móveis e paredes brancas. O responsável pela decoração desse ambiente ainda foi ousado e colocou cor nas almofadas, na mesa de centro e em parte da parede. Muito original e exclusivo.

3. Teto decorado com madeira

A madeira pode fazer parte de tudo na casa, desde o piso até o teto, passando pelos móveis. Como as possibilidades são várias, pode casar com vários estilos e dar vida a espaços totalmente diferentes e com propostas distintas. Separamos algumas possibilidades, tudo vai depender do gosto pessoal do dono da casa.

Madeira desgastada: Dependendo do estilo do dono da casa, a madeira pode ser rústica, propositalmente desgastada. Na foto abaixo, a madeira desgastada foi colocada no teto inteiro e combinada com móveis despojados e cores fortes: vermelho e preto. A combinação ficou ao mesmo tempo descolada, moderna e atual.

Madeira lisa e uniforme: Em contrapartida, a madeira lisa e uniforme pode ser colocada da mesma forma, no teto inteiro ou em apenas uma parte do local, como no exemplo da foto. Aqui o teto de madeira desce até a parede e acaba delimitando o espaço entre a sala e a cozinha, ideal para ambientes pequenos e que precisam daquele truque para parecer maior.

A cor da madeira pode ser escura ou clara, a opção vai depender do gosto e do restante da decoração.

Vigas aparentes: As vigas aparentes podem ser colocadas na casa de campo ou na casa da cidade. Em ambos os locais ficam charmosas e deixam o espaço aconchegante. Na primeira foto o teto é inteiramente de madeira com vigas aparentes, combinado com a parede de tijolos e a decoração em tons quentes, a decoração fica linda em uma casa de campo.

Mas como dissemos, as vigas não servem apenas para casas de campo. Olha que lindo esse exemplo de sala com teto branco e vigas de madeiras colocadas propositalmente no teto. Para não ficar tão pesado, a decoração foi complementada com móveis e paredes em tons claros com um ou outro item de cor quente, nesse caso seriam as poltronas.

No último exemplo, as vigas foram colocadas como um detalhe e foi pintada de preto, a decoração seguiu essa linha: branca com detalhes pretos e ficou linda.

4. Teto decorado com gesso

É claro que não poderíamos deixar de citar o clássico teto com gesso. Com certeza você já viu inúmeros projetos de gesso, dos mais simples aos mais elaborados. O gesso traz um acabamento fino a qualquer ambiente e combinado com um bom projeto de iluminação, pode transformar um local.

5. Teto decorado com tinta

Por último, deixamos para falar do mais simples e nem por isso uma opção a ser descartada. O teto pode ser pintado com uma tinta de cor forte, combinando com pequenos detalhes na decoração ou, para os mais ousados, pode jogar cor no teto, na parede, nos móveis e onde mais preferir. Use a criatividade!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Danos morais em grupos de WhatsApp

Síndico que se sentir prejudicado pode ir à JustiçaSíndico que se sentir prejudicado pode ir à Justiça

A comunicação é fundamental para a vida condominial. Isso não significa, porém, que ela possa ser feita de qualquer forma.

Nesse vídeo, o especialista Zulmar Koerich explica sobre os grupos de WhatsApp em condomínios.

O advogado salienta que moradores não devem encarar grupos do tipo como uma extensão da assembleia, que é o local ideal para a discussão dos problemas do condomínio, onde ânimos  exaltados são mais tolerados.

Zulmar explica que os síndicos que se sentirem prejudicados podem ir à Justiça pedir reparação por danos morais.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Confira como reformar um banheiro antigo em poucos passos

Deseja reformar um banheiro antigo e ainda não sabe por onde começar? Separamos algumas dicas importantes para te ajudar com essa tarefa!

Para muitos, reforma é sinônimo de filme de terror! Quebra-quebra de paredes, sujeira, barulho e muitos dias de tensão. Mas nem sempre é necessário passar por toda essa confusão para fazer uma mudança radical no ambiente e criar algo totalmente novo.

Quer descobrir como? Continue lendo este artigo e veja algumas sugestões inspiradoras para fazer agora mesmo no seu banheiro (;

Aquele azulejo do banheiro que parecia sensacional já está meio caído e fora de moda? Isso é mais comum do que você possa imaginar!

Com a umidade e o passar do tempo o azulejo vai desgastando e perdendo a graça. Mas isso não significa que você deve sair trocando tudo de uma vez. É nessa hora que entra em cena o papel de parede! Com ele, é possível revestir as paredes da maneira que você quiser, inclusive por cima dos azulejos e ainda podem ser aplicados sem auxílio de um profissional.

É só escolher o modelo, cor, estampa e textura. Simples e perfeito para uma reforma de banheiro de baixo custo e que você mesmo pode fazer.

E como toda dica é bem vinda, aqui vai uma ótima, caso você resolva transformar seu banheiro com essa técnica: aplique uma camada de massa corrida sobre a superfície para nivelar a parede e lembre-se de priorizar os modelos que tem acabamento mais emborrachado.

Outra opção para reformar banheiros pequenos gastando pouco, é aproveitar os azulejos lisos e pintá-los completamente de uma só cor ou até mesmo adicionar adesivos ao revestimento.

Agora, se parte que está meio sem vida no comodo é a de dentro do box, que tal investir em pastilhas coloridas? Além de serem tendência de decoração para banheiros, elas podem deixar o banheiro com uma cara totalmente nova.

É possível optar por pastilhas da mesma cor, em tons complementares e até mesmo compondo um mosaico colorido. Existem diversos modelos disponíveis no mercado que vão deixar o seu banheiro renovado.

Agora, para reformar um banheiro pequeno gastando pouco, nós temos uma dica extra: espelhos! Como sempre falamos por aqui, espelho é peça certeira para quem deseja aproveitar melhor o ambiente e criar sensação de amplitude.

Capriche no acessório escolhendo um modelo mais moderno, com recorte diferente ou aplicações na moldura. Pode parecer simples, mas é um truque que dá uma cara nova ao seu banheiro sem exigir grandes mudanças ou envolver grandes custos.

Para quem quiser investir num ambiente mais natural e suave, aposte também em vasos com plantas simples e até mesmo algumas velas para aromatizar o ambiente. Você pode utilizar o beiral da janela, ou um espaço vazio cima da pia ou como apoio. Se preferir, é possível também colocar nichos ou prateleiras nas paredes do lugar.

Depois dessa mudança toda, porém, nós sabemos que mais difícil que realizar uma reforma, é manter o ambiente sem se incomodar com as sujeiras que vão se acumulando ao longo do tempo. Por isso, seja qual for a dica que você utilizará na sua casa, escolha aplicar sempre um rejunte antimofo no banheiro!

Essa aplicação é recomendada, pois é bem comum aparecer manchas no rejunte com o passar do tempo, então esteja preparado e retoque assim que elas começarem a aparecerem. E não há desculpas! Os anti-mofos, além de necessários para manter o ambiente saudável, tal como a saúde de todos os moradores da casa, são fáceis de encontrar e aplicar, fora seu custo baixo e a existência de diferentes opções de cores a sua escolha.

Prático né? Não fique aí parado, dê uma repaginada no seu banheiro antigo sem drama e bagunça.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Reforma de apartamentos tem de seguir regra

Quebra-quebra gera incômodos entre vizinhos e muitas vezes síndico tem de intervir e aplicar multas; seguir o estatuto e o bom senso evita problemas

O incômodo de ter um vizinho realizando obras é algo que dá muita dor de cabeça, não só aos moradores em volta, mas também aos síndicos e administradores. Logo surgem reclamações e medidas precisam ser tomadas. Para isso, a administração deve levar em consideração o estatuto de regimento interno (o conjunto de normas e regras do condomínio) e o próprio Código Civil, que prevê algumas situações e resguarda os moradores prejudicados com os transtornos.

A situação é mais comum do que parece e a administradora Jamile Falcão, responsável pela gestão de três condomínios em Salvador, confirma isso. Ao longo de sua carreira, ela ficou impressionada com um morador em especial. Isso porque ele acabou pagando a maior multa que ela já aplicou.

O valor pago, R$ 1.400, foi referente aos três delitos cometidos pelo morador: usar a garagem como depósito, ocupar os elevadores de serviço e social com entulho e ainda utilizar a furadeira até as 21h, quando o permitido era até 17h.  “Infelizmente, algumas pessoas só aprendem depois da punição e a prova disso é que,  após a multa, ele nunca mais causou maiores problemas”, afirma.

Categorias

A administradora ainda separa os problemas em duas categorias: as obras que acontecem em prédios que já são habitados há algum tempo e os que são recém-construídos. O primeiro caso é mais fácil de se resolver porque o próprio estatuto interno e algumas normas técnicas estabelecidas pela ABNT dão autonomia a síndicos e administradores para notificar e multar o morador.

A segunda situação, além de mais frequente, é mais difícil de se resolver. O motivo é que, por ser um empreendimento novo, o condomínio não possui um regimento interno bem delimitado e acordado entre os moradores.

No entanto, o Código Civil prevê algumas situações e pode resguardar o morador incomodado. O advogado João Filipe de Sá explica que,  independentemente, do prédio, toda administração deve seguir essas regras.

“As obras no condomínio podem ser voluptuárias  ou úteis. Dependendo de cada tipo, existe uma regra diferente”, ressalta. As chamadas voluptuárias são aquelas dispensáveis, que o morador normalmente realiza apenas por motivos estéticos. “Nesse caso, dois terços dos condôminos devem concordar com a intervenção”, explica. No caso das obras úteis, aquelas que vão trazer algum benefício relevante para o condomínio ou morador, como individualização do gás e água, por exemplo,  a maioria dos moradores deve apoiar a mudança.

Porém, o advogado alerta que, caso as obras ou reparações sejam necessárias, como uma intervenção para evitar um prejuízo ao prédio, não há a necessidade de autorização do síndico ou outros moradores. O condômino que realizar obras ou reparos necessários será reembolsado das despesas.

Outro fator determinante é a Norma de Reformas da ABNT  16.280. Ela foi alterada  em 2014. Desde então,o proprietário é responsável pela contratação de um profissional para executar as obras no local. O síndico apenas confere toda a documentação.

Fique Atento para evitar dor de cabeça – para você e para os vizinhos

Repeite as regras - Cada condomínio possui suas normas personalizadas, procure conhecê-las para evitar transtornos e possíveis
multas.

Elevador de serviço - Ao transportar material de construção, evite o elavador social.

Comunique à administração - Antes de iniciar qualquer reforma, por mais simples que seja, a ABNT determina que a administração deverá ser informada.

Contrate um profissional - Ele deverá se responsabilizar pelo projeto e certificar à gestão de que a obra não causará danos ao coletivo.

De olho no relógio - O horário normalmente reservado para obras é: de seg. a sex. das 8h às 12h e das 14h às 17h. No sábado é permitido das 8h às 12h. É proibido realizar reformas aos domingos e feriados.

Atenção à documentação -  Agora, o morador deve entregar a ART ou RRT do arquiteto ou engenheiro para realizar a reforma.

Reforma necessária  – Caso seja uma intervenção considerada imprescindível, o condômino não necessita da autorização do síndico ou outro morador.
Código Civil  Se o condomínio não oferecer uma determinada regra, é levado em conta o que está estabelecido no Código Civil sobre o assunto.

* Sob a supervisão do editor Flávio Oliveira

Fonte:  https://www.correio24horas.com.br

Construção civil adota práticas para melhorar as condições de trabalho dos funcionários

Empresas também realizam ações voltadas para a prevenção de acidentes e a promoção de saúde extensiva aos familiares

Kleber Sales/CB/D.A Press

A promoção de benefícios e ações de saúde e segurança contribuem para a melhoria na qualidade de vida dos trabalhadores e seus familiares e devem fazer parte do diferencial de qualquer empresa. Práticas sociais direcionadas aos funcionários podem transformar sua vida por meio de melhorias em suas condições de trabalho, na prevenção de acidentes e na promoção da saúde. Atento a essa necessidade e importância, o setor da construção civil tem investido cada vez mais em ações para promover o bem-estar dos profissionais que atuam no setor.

O Serviço Social da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Seconci-MG) é uma referência no exercício da responsabilidade social empresarial e promove ações sociais, de saúde e segurança do trabalho para colaboradores e seus familiares. “Praticar e exercer a responsabilidade social é uma ação que busca valorizar a mão de obra. É uma prática que ajuda no desenvolvimento e no aperfeiçoamento do potencial dos funcionários, já que ações de promoção de saúde, bem-estar e segurança de trabalho impactam diretamente a vida dos empregados. A construção civil avança nas questões sociais”, destaca Sylvia Helena Costa, supervisora do Departamento de Serviço Social do Seconci-MG.

Ao tratar da saúde e bem-estar do operário e dos dependentes, o empresário favorece o aumento da produtividade e da qualidade nos serviços de sua empresa. Porém, a supervisora do Departamento de Serviço Social aponta que mais que produtividade, essas ações fortalecem a cidadania. “Essas ações têm um desempenho importante na produtividade e evolução, mas, antes de tudo, a cidadania é valorizada e reconhecida. E está presente e se envolve nas ações e atividades realizadas dentro do ambiente de trabalho”, aponta.

Sylvia Helena Costa afirma que a família tem um papel fundamental nessa relação mútua entre funcionários e empresa na construção. “É importante que a família seja contemplada nessas ações. Com a família amparada, o funcionário trabalha mais tranquilo”, comenta.

As ações oferecidas pelo Seconci-MG são direcionadas para cada necessidade. A entidade oferece palestras de temas variados, como prevenção de doenças e dicas de segurança no trabalho. As palestras são feitas nos próprios canteiros de obras ou em salas e auditórios. “Esse trabalho de sensibilização faz a diferença nas empresas e é um tratamento importante”, afirma Sylvia Helena.

GESTÃO 

A Construtora Patrimar é uma das empresas que incentivam ações que visam melhorar o ambiente de trabalho dos seus funcionários para que sejam transmitidos assuntos de maior relevância e atividades que possam ajudar a eliminar ou minimizar acidentes ou doenças acometidas no trabalho. “Promovemos diversos programas, como ginástica laboral em todos os canteiros de obras, duas vezes por semana, a partir do horário de trabalho. Na área da educação, é feito um questionário para ver o nível de alfabetização e, a partir daí, encaminhamos o empregado para projetos de ensino e se ele precisar de passagem, alimentação ou sair mais cedo, a Patrimar auxilia o funcionário”, como conta Darci Viera, engenheiro de segurança da construtora.

Além de ações como palestras e oficinas, muitas empresas optam por um atendimento ocupacional. “Quando um empregado apresenta algum problema no exame admissional, fazemos um acompanhamento com ele com o médico ocupacional. Além de palestras, fazemos acompanhamento de vacinação e promovemos, durante o ano, ações de conscientização. Caso o funcionário informe que alguém da família precisa de um atendimento médico e não está conseguindo, procuramos os nossos parceiros para que possam auxiliá-lo e à sua família”, ressalta Darci Vieira.

RESULTADOS 

O engenheiro responsável pela segurança do Grupo EPO, Leandro Campos, analisa que funcionários motivados e inspirados são importantes para uma equipe produtiva e eficiente. Esse tipo de incentivo e ações de responsabilidade social podem ser simples e, ainda assim, promover resultados de extrema eficiência.“Realizamos treinamentos antes de tudo e fazemos também treinamentos de reciclagem, quando é necessário. E percebemos resultados efetivos nessa capacitação. O resultado é nítido”, comenta.

Uma prática adotada pelo Grupo EPO são diálogos diários como ferramenta de socialização. “Nós nos preocupamos em saber o que está acontecendo com nossos funcionários. Nós nos reunimos e conversamos sobre propostas de trabalhos, sugestões, reclamações. É um importante instrumento de socialização que adotamos”, destaca Leandro Campos.

Em parceria com o Seconci-MG, o Grupo EPO realiza diversas ações em benefício de seus colaboradores. Um exemplo é a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho, na qual a construtora aborda temas que vão além da segurança do trabalho. Há orientações sobre temas como doenças sexualmente transmissíveis (DST/Aids) e a saúde da próstata. Por meio de apresentações visuais, mostra aos trabalhadores as diversas formas de contágio das DSTs e como se prevenir.

Ações e oficinas artísticas também têm seu espaço e se estendem para os familiares. “Há funcionários que nunca tiveram a oportunidade de assistir ao circo ou a uma peça de teatro, e com essas ações essas pessoas puderam desfrutar de um lazer que nunca tiveram”, finaliza o engenheiro.

Fonte: Lugar Certo

Lei garante melhor qualidade do ar nas áreas climatizadas

Edifícios precisam se adaptar sob pena de sofrerem pesadas multas

Lei garante melhor qualidade do ar nas áreas climatizadas

Em abril de 1998, a suspeita de que a bactéria Legionellapneumophila – por falta de limpeza no sistema de ar-condicionado – foi um dos motivos da morte do então ministro das Comunicações Sergio Motta levou o Ministério da Saúde a editar a Portaria n. 3.523, disciplinando a manutenção de sistemas de climatização em locais de uso comum.

Passados quase 20 anos, essas normas ganharam, no início de 2018, o reforço da Lei n.13.589, publicada no Diário Oficial da União em 6 de janeiro. “As exigências agora têm a força da lei”, observa o gerente adjunto de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (CREA/SC), Carlos Silva.

A legislação já está valendo para novas instalações de ar-condicionado. No caso dos sistemas já instalados, o prazo para cumprimento dos requisitos é de 180 dias depois da regulamentação da lei. Estão obrigados a cumpri-la locais de uso comum que possuam sistemas de climatização acima de 5,0 TRs, ou seja, 60 mil BTUs.

Ar Condicionado

Áreas comuns que possuam sistemas de climatização acima de 60 mil BTUs devem seguir a legislação

Saúde

“É uma questão de saúde pública”, resume a diretora da Vigilância Sanitária Estadual, Raquel Bittencourt. No caso dos condomínios, ela observa que a manutenção do sistema garante maior durabilidade e também afasta a possibilidade de ações trabalhistas de funcionários que foram expostos a locais que prejudiquem a saúde. “Não é um gasto, mas um investimento”.

Os condomínios (com áreas comuns em que os aparelhos somam mais de 60 mil BTUS) precisam fazer a manutenção dos sistemas de climatização com base em um Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC), a fim de prevenir ou minimizar riscos à saúde dos ocupantes. O engenheiro mecânico e de Segurança do Trabalho do CREA/SC, Jaison Fernando Nicolodi, afirma que no site da entidade é possível pesquisar as empresas que estão registradas e habilitadas a prestar esse tipo de serviço.

A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava) participou da redação do texto da lei e comemora a sua aprovação. Conforme a entidade, são inúmeras as doenças comprovadamente causadas pela má qualidade do ar, que podem estar associadas a sistemas com deficiência de manutenção, tais como pneumonia, dores de cabeça, gripes, rinites, asmas, bronquite, entre tantas outras. “Essa lei é de suma importância, pois o não cumprimento desse regulamento técnico configura infração sanitária, sujeitando o proprietário ou locatário do imóvel ou preposto, bem como o responsável técnico, quando exigido, às penalidades previstas em lei, com multa de R$2 mil até R$1,5 milhão, sendo dobrado na reincidência, além de sanções civis”, alerta o diretor da Abrava, Arnaldo Lopes Parra.

Saiba mais

O que é o PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle)?

Plano exigido na Portaria n. 3.523/1998 e pela Lei n.13.589/2018 que busca garantir a qualidade do ambiente e preservar a saúde das pessoas. Ele vale para proprietários, locatários e propostos, responsáveis por sistema de climatização com capacidade acima de 60.000 BTU.

Quem pode assinar o PMOC de sistemas de climatização?

- Para serviços de limpeza e manutenção dos equipamentos: engenheiros mecânicos ou engenheiros industriais (modalidade Mecânica) ou tecnólogos da área de Engenharia Mecânica;

- Para serviços de avaliação biológica, química e física das condições do ar: engenheiros químicos ou engenheiros industriais (modalidade Química), engenheiros de Segurança do Trabalho ou tecnólogos da área de Engenharia Química;

- Os técnicos de nível médio não podem assinar o PMOC. Podem, entretanto, prestar assistência técnica e assessoria no estudo, pesquisa e coleta dedados, execução de ensaios, aplicação de normas técnicas e regulagem de aparelhos e instrumentos concernentes aos serviços de fiscalização de qualidade do ar nos ambientes climatizados.

SERVIÇO:

Para ajudar a esclarecer síndicos e demais segmentos afetados pela lei, a Abrava criou em sua página na internet (www.abrava.com.br) um banner de “Perguntas e Respostas sobre o PMOC” e um e-mail (pmoc@abrava.com.br) para receber perguntas, que serão respondidas por profissionais voluntários da Associação.

Fonte: CondomínioSC

Saiba como decorar a casa com Marantas

Aprenda a cuidar das plantas que são desejo do momento

Se você gosta de plantas e mora em um apartamento ou casa pouco iluminada, precisa conhecer uma planta perfeita para o seu dia a dia: a Maranta. Com o nome botânico de Calantéa, ela é tropical e possui mais de 30 espécies nativas do Brasil ou de países vizinhos. São muito fáceis de serem encontradas.

Por ser uma planta com tantas variações, as diferenças entre suas folhagens estampadas é encantadora a ponto de parecerem ter sido pintadas à mão. Isso também possibilita cultivar muito mais de um exemplar em casa, de forma que a decoração fique bonita e não pareça repetida.

Foto: Reprodução/Pinterest

Mas, segundo Marina Pena, sócia do PiMa Handmade, estúdio de design botânico, há ainda mais explicações para que as Marantas tenham se tornado tão populares, a ponto até de entrarem para o relatório de tendências 2018 do Pinterest.

“Elas são plantas relativamente fáceis de cuidar, o que na correria cotidiana se torna um grande atrativo. Outro ponto importante é que as marantas são resistentes a sombra, o que ajuda muito para quem tem pouca iluminação em casa”, justifica ela.

Foto: Reprodução/Pinterest

Na verdade, a exposição excessiva ao sol pode até queimar as lindas folhagens que ela possui e matá-la. Por isso, atenção quanto aos pontos que mais batem luz solar na sua casa.

Além da facilidade de ser posicionada em locais pouco iluminados, a Maranta não exige grandes cuidados, sendo o principal deles conseguir manter a planta úmida sem encharcá-la. “Um bom modo de testar a necessidade ou não de água para planta é colocar o dedo na terra, se o dedo sair sujo, sinal que a terra está úmida, então não há necessidade de água, já se sair seco sinal que a terra está precisando de rega”, ensina Marina.

Caso o período seja de verão, quando a umidade do ar é menor, é indicado também borrifar um pouco de água em suas folhas. Isso pode ser feito diariamente, ainda que a terra em si esteja com a rega em dia.

Foto: Reprodução/Pinterest

E se sua Maranta tiver o crescimento lento, não se preocupe, isso é normal. Uma forte característica dessa planta é exatamente esse aumento desacelerado e vertical.

Agora que você pegou todas as dicas, que tal ter uma Maranta pra chamar de sua? Cultivada em vasos, jardineiras e até diretamente na terra, ela com certeza vai deixar sua casa mais fresca, aconchegante e linda.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Normas da ABNT para condomínios: isso existe? Por que o síndico deve ficar atento?

Provavelmente você já ouviu falar da Associação Brasileira de Normas Técnicas. A ABNT é bastante conhecida no meio estudantil por ter uma série de regras para trabalhos acadêmicos. Entretanto, há também normas da ABNT para condomínios com o objetivo de garantir a qualidade e a segurança das reformas no condomínio.

Obras 

A norma que regulamenta as obras em condomínio é a NBR 16280 , publicada pela ABNT em 2014 e atualizada no ano seguinte, 2015. De acordo com a NBR 16280, o síndico deve ter conhecimento de todas as reformas dentro do condomínio, sejam elas no interior das unidades ou não. Para realizar qualquer intervenção dentro de uma unidade, é preciso apresentar um projeto assinado por um engenheiro ou arquiteto com o detalhamento do que será feito e a aprovação ficará por conta do síndico.

Acessibilidade 

Além da norma relacionada a obras, há também a NBR 9050 que regulamenta as questões de acessibilidade para cadeirantes e pessoas com dificuldades de mobilidade. As obras de mobilidade também precisam estar de acordo com as leis municipais, estaduais e a constituição que garante o direito fundamental para os humanos, como o de ir e vir.
A lei federal 5296 de 2004 diz que “No planejamento e na urbanização das vias, praças, dos logradouros, parques e demais espaços de uso público, deverão ser cumpridas as exigências dispostas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT.”. Entre as obrigações de itens de acessibilidade estabelecidas pela legislação estão: a construção de calçadas para circulação de pedestres ou a adaptação de situações consolidadas; o rebaixamento de calçadas com rampa acessível ou elevação da via para travessia de pedestre em nível; e a instalação de piso tátil direcional e de alerta.

Papel do Síndico 

É obrigação do síndico conhecer estas regras e fazer com que elas sejam cumpridas no condomínio para evitar problemas com moradores e visitantes que necessitam de obras de acessibilidade. O assunto foi pauta, inclusive, do último Fantástico (15), programa da Rede Globo em que uma moradora cadeirante de um condomínio de São Paulo não conseguia subir a rampa de acesso da garagem pois esta não estava nas condições estabelecidas pela NBR 9050 da ABNT.

Concluindo, as normas existem para garantir o direito básico de ir e vir das pessoas dentro do condomínio, mas mais do que isso. É importante que o condomínio tenha conhecimento das normas e as cumpra para garantir uma vida em condomínio em harmonia, em que há empatia entre os moradores. Afinal, sempre é possível viver ainda melhor em comunidade.

Website: http://blog.townsq.com.br/

Fonte: https://www.terra.com.br/

Planejar cada etapa do negócio é fundamental para conseguir realizar o sonho de adquirir um imóvel

É fundamental investir tempo no planejamento, imaginando cenários para chegar ao perfil que represente o imóvel desejado, tornando a busca mais assertiva

Kleber Sale/CB/D.A Press

 

A compra de um imóvel é sempre um momento importante na vida de qualquer pessoa. Afinal, representa a concretização de um sonho. No entanto, a compra do novo lar, para muitas pessoas, requer planejamento e cautela, já que o valor para a aquisição de um imóvel é muito alto. Todo esse preparativo pode demandar bastante tempo até que seja efetivamente concretizado. Para conquistar a propriedade dos sonhos, é preciso ter bastante organização para que o comprador encontre o melhor lugar para investir, com os melhores preços e opções de lazer, infraestrutura e segurança.

Antes de tudo, é preciso ter um plano traçado para a conquista desse objetivo. Preço, tamanho, que tipo de imóvel comprar, segurança e localização são alguns dos fatores primordiais que precisam ser analisados com cuidado antes de ir em busca desse investimento.

De acordo com Leirson Cunha, vice-presidente das Corretoras de Imóveis da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), o imóvel é um bem de consumo durável e, assim, “para que o comprador possa usar esse bem em sua plenitude, alinhado com os seus desejos imediatos e com os planos futuros – sejam eles de aumento da família ou mesmo já na melhor idade, quando se deseja, em muitos casos, a tendência aos menores cômodos – faz-se necessária uma boa escolha. Assim, é fundamental investir tempo no planejamento, imaginando cenários para chegar ao perfil que represente o imóvel desejado, tornando a busca mais assertiva. Ademais, trata-se de um investimento que envolve valores mais expressivos na vida de uma pessoa ou família e, portanto, encontrar o perfil ideal é sinônimo de economia na certa”, comenta.

DOCUMENTAÇÃO 

Como é um investimento financeiro muito alto, é preciso ter planejamento e controle das finanças. “De acordo com o perfil do comprador, bem como as fontes de renda, muitas podem ser as variáveis, não apenas ligadas ao valor do bem, mas a custos como de documentação também. Há casos em que vale muito a pena realizar a aquisição de imóveis que precisam de reformas. Há uma informação importante, que muitos clientes desconhecem, que são os descontos com documentação para a aquisição do primeiro imóvel. Seguramente, o auxílio do profissional do mercado imobiliário é fundamental, pois, além de agilizar o processo, pode ainda ser uma grande economia financeira. Além disso, o profissional está apto a auxiliar o cliente a vislumbrar cenários de prós e contras de cada imóvel candidato à aquisição”, comenta Leirson Cunha.

Encontrar a melhor alternativa para adquirir o imóvel deve ser precedido de uma análise minuciosa. Hoje, o consumidor tem várias formas de aquisição de um imóvel, sendo que cada uma delas apresenta características próprias e exigências específicas. Cabe ao futuro comprador verificar qual é a melhor maneira de ter o imóvel, de acordo com seu capital e condições.

Junior Bosco, gerente comercial da Direcional, ressalta a opção do financiamento habitacional, já que esse é o modo mais comum quando se vai planejar a compra de um imóvel. “Quando se opta por essa forma de financiamento, é preciso estar ciente de que os bancos públicos não financiam 100% da compra. O crédito oferecido vai até 80%, então é importante se planejar para pagar o restante. A aquisição da casa própria é uma atitude que causa impacto em diversos setores da vida de uma pessoa, principalmente no aspecto financeiro e familiar. Geralmente, as pessoas chegam a parcelar em 360 vezes, que é o mais comum. O melhor que se pode fazer no momento da compra é ter um valor acima de 20% do preço do imóvel para garantir a entrada.”, destaca o representante da Direcional.

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ajudar nesse planejamento financeiro. “Pode-se usar o FGTS para dar a entrada no imóvel, amortizar o saldo devedor ou para pagar as prestações. É possível, ainda, usar o valor do FGTS como uma excelente alternativa para quem não tem a quantia reservada para o sinal”, pontua.

VARIÁVEIS 

Entretanto, é necessário estar atento às regras para sua utilização. Nesse caso, é recomendável que o estudo seja feito individualmente por perfil de cliente comprador, visto que há variáveis que podem ser determinantes na utilização desse recurso, que envolvem não apenas a pessoa que tem o recurso do FGTS, mas também o imóvel, que precisa atender aos parâmetros exigidos por lei.

De acordo com Bosco, entre as vantagens de se planejar para a compra do imóvel está a segurança de poder proporcionar moradia digna para a família. Outra vantagem que ele cita é que, em longo prazo, o imóvel será valorizado. “Ao contrário de outros investimentos, o imóvel não sofre depreciação no valor.”

Contar com a consultoria de um profissional preparado para atuar no mercado imobiliário também é fundamental para encontrar o melhor negócio que se enquadre no perfil do morador. “É fundamental o auxílio de um especialista nesse processo, para passar informações claras e corretas. Fazer as simulações com profissionais também é recomendado para auxiliar na decisão das ferramentas e formas mais corretas para a aquisição”, afirma Júnior Busco.

PESQUISA 

Quando a opção é por um imóvel já construído, a pesquisa deve ser essencial e a internet é uma grande aliada. “O ideal é fazer uma busca pela internet, levantando todos os detalhes dos imóveis na região de interesse. A internet está sendo uma grande aliada nesse processo. Ela proporciona uma facilidade na busca de conhecimento através dos sites de imobiliárias e informações gerais”, comenta o gerente comercial

Não se esqueça sobre a média de preços e infraestrutura, como transporte público, área comercial e segurança. Pode, também, conversar com os corretores, proprietários e vizinhos. Esse é o momento de fazer uma avaliação geral para identificar possíveis problemas. A localização do imóvel e o que ele agrega em lazer, estabelecimentos e valorização são outras considerações a serem feitas na hora da escolha.

Realizar uma volta pela região também é recomendado para análise do ambiente. Mas existem alguns detalhes importantes, pois a segurança de um bairro pode ser relativa. Preste atenção à rotina da sua família e verifique como é a região nos horários em que você costuma sair e chegar em casa. A distância do trabalho também pode ser um elemento importante, em especial em regiões muito urbanizadas, devido ao trânsito e acúmulo de pessoas; um imóvel longe do trabalho pode gerar altos custos de transporte, além do tempo gasto.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

 

Saiba o que o síndico deve fazer em caso de inadimplência

Profissional é responsável cível e criminal por todo controle da verba do condomínio e deve equilibrar o fluxo de caixa

Há quem acredite que ser síndico é tarefa simples, mas se engana. Para um condomínio, o síndico é um dos profissionais que possui grande responsabilidade financeira sob o prédio. O profissional deve fazer cumprir a convenção, o regulamento interno e as determinações das assembleias, além de responder cível e criminalmente por todo o controle da verba oriunda das arrecadações condominiais.

Cuidar da inadimplência, segundo o especialista na compra de inadimplência da CreditCon, Dr.Hadan Palasthy, é uma das responsabilidades mais difíceis, pois mexe com fluxo de caixa e pode refletir em todas as demais tarefas administrativas de um condomínio.

“Muito além da gestão condominial, o síndico deve zelar pela responsabilidade moral e ética perante os vizinhos. Quero dizer que o síndico deve zelar pelo ambiente equilibrado e harmonioso entre os moradores. E um destes fatores de equilíbrio é o senso de justiça que sempre deve prevalecer”, explica.

Para o especialista, a inadimplência é o maior desafio a ser combatido pelo síndico. “Só no primeiro trimestre de 2018, o Brasil concentrava 62 milhões de pessoas negativadas segundo dados do SPC Brasil e CNDL, considerando serviços que são básicos como, água, luz, telefone. O condomínio é outra despesa rotineira para muitos brasileiros, que precisa estar sob uma gestão competente do síndico”, afirma Dr. Palasthy.

Outro ponto que o síndico deve se atentar é ao comportamento dos moradores, sempre tomando cuidado quanto a exposição dos inadimplentes.

“Praticar o senso de justiça é fazer com que os bons pagadores não custeiem as despesas de vizinhos, os quais muitas vezes não estão sensibilizados com a inadimplência e continuam viajando ou trocando de carro, por exemplo. Estes comportamentos fazem com que os adimplentes se sintam ofendidos e o síndico deve observar para providências futuras”, alerta Dr. Palasthy.

O que o síndico deve fazer em caso de inadimplência?

  • Antes de qualquer coisa, o síndico deve entrar em contato com o condômino a fim de verificar se não houve algum mal-entendido ou falha na cobrança
  • O próximo passo é tentar um acordo amigável durante, no máximo, 60 dias.
  • Se após 60 dias não houver acordo, o caso pode ser enviado a cobrança cabível da administradora ou escritório externo de cobrança.

Mesmo após a alteração do Novo Código de Processo Civil, caso seja necessário ajuizar uma ação contra o condômino inadimplente, isto demandará um prazo e custos razoáveis até sua efetiva finalização com todas as custas processuais. Deve ser considerado ainda possíveis fases de leilão com avaliador e publicação.

“Tudo isso pode não ser interessante ao condomínio, pois além de haver a necessidade de continuar gastando dinheiro com esse problema, ainda restarão as dúvidas de quando e como irão receber. E até mesmo se irão receber todo o valor devido”, explica Palasthy.

Cessão de crédito para condomínios

Mesmo que o Novo Código de Processo Civil tenha tornado as cobranças mais ágeis, síndico, subsíndico e conselheiros podem, em assembleia, optar por soluções que visam trazer mais segurança financeira para o condomínio.

“Contratar cessão de créditos do passivo da inadimplência pode ser uma solução rápida e eficaz para o prédio. A medida também livra o síndico de tratar do assunto diretamente com seus vizinhos devedores, favorece o equilíbrio financeiro e não onera a cotas condominiais dos bons pagadores”, explica o diretor da CreditCon Dr.Hadan Palasthy.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

5 ideias de decoração de banheiro com papel de parede

Se você quer decorar o seu banheiro com papel de parede e está sem ideias, separamos algumas que combinam com os mais variados tipos de ambiente. Confira.

Multicoloridos, estampados, xadrez ou de padrões variados. Os papéis de parede vieram pra ficar e agora tomaram conta também dos banheiros! Crie um ambiente super aconchegante, que combine com os demais elementos decorativos do seu lar, sem precisar de um profissional para fazer a instalação e ainda tenha o custo dessa mini reforma super reduzido.

Hoje em dia alguns sites são especializados em papéis de parede, tornando ainda mais fácil a procura pelo material. Existem as opções autocolantes que devem ser aplicadas diretamente na parede limpa e seca e alisadas com uma espátula, para evitar a formação de bolhas na superfície.

Há ainda opções que devem ser fixadas na parede com uma mistura de cola apropriada para esse tipo de material. Para facilitar ainda mais, hoje em dia algumas lojas de grandes redes de decoração e móveis também comercializam papéis de parede.

Separamos algumas ideias de aplicação e tipos para te inspirar na decoração, confira!

1. Que tal um papel de parede texturizado para criar um ambiente novo e moderno no seu banheiro?

Os papéis com textura possuem várias estampas que simulam tijolos, azulejos e padrões que dão a sensação de dimensão e profundidade no desenho. É possível encontrar os que imitam tijolos, palha, madeira, entre outros elementos naturais que hoje são fáceis de replicar em superfícies diferentes.


2. Os papéis de parede estampados são ótimos de combinar em ambientes com detalhes em branco, cinza ou cores neutras no geral.

O destaque da cor deve ficar todo no papel, pois as estampas são coloridas e já chamam muita atenção por si só. Uma ideia ousada e diferente é colocar o papel no teto, deixando todas as cores na parte de cima do ambiente, enquanto abaixo a escolha é por uma cor neutra.


3. Outro elemento que combina muito nos banheiros são as pastilhas!

E agora é possível simplificar fazendo uma parede de pastilhas apenas usando um papel autocolante com a estampa nas cores que você desejar. Procure utilizar nichos, acessórios de lavabo e alguns detalhes coloridos para combinar com a parede escolhida para decorar.


4. Parede de azulejos sem precisar de reforma parece até um sonho, não é?

Acontece que agora é possível sem esforço com o auxílio dos papéis de parede. É possível ter um cantinho decorado de forma criativa e elaborada sem todo o trabalho que daria com a matéria prima original, e o melhor, sem sujeira para limpar depois.


5. Revestimento com desenho único é uma opção para quem não gosta de padrões que se repetem e prefere uma única imagem em tamanho grande que ocupe toda a parede.


Ainda que seja simples de comprar e aplicar, os papéis de parede tem também cuidados que são necessários para manter tudo bonito e no lugar. O vapor em excesso por começar a descolar ou desgastar o material, sendo ideal que não se tome banhos longos ou muito quentes para preservar a parede.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Facilidades na hora da troca de imóveis movimenta o mercado imobiliário

Em crescimento e expansão, após enfrentar a crise, mercado imobiliário traz novidades para facilitar a compra e venda de imóveis.

A vida está em constante mudança. As prioridades mudam e as necessidades também. A família pode aumentar; a promoção de cargo pode finalmente acontecer; ou o emprego dos sonhos pode surgir. E é claro que crescer e se transformar em conjunto com todas essas boas mudanças torna-se necessário.

Se você e sua família estão passando por essa fase e querem transformar a vida em 180º, saiba que o mercado imobiliário atual está mais do que nunca propício para isso.

As ofertas são várias e as novidades surgem a cada dia. A última delas é a possibilidade de utilizar seu imóvel antigo na compra de outro.

Agora, toda a dor de cabeça que os proprietários sofriam no processo de venda do imóvel antigo para utilização do valor como entrada em um novo imóvel, não existe mais.

Essa iniciativa da Tishman Speyer, incorporadora que atua há mais de 30 anos ao redor de todo o mundo, é uma facilidade implementada no Duo Morumbi, empreendimento lançado no ano passado pela empresa.

Conhecido por ser não apenas pronto para morar, mas sim, pronto para mudar, o Duo Morumbi conta com opções de 170m² e 238m² e tem como principal característica ser extremamente completo.

Para os interessados que tiverem a intenção de dar seus imóveis atuais como entrada na compra de um Duo Morumbi, as condições são:

– O imóvel precisa estar localizado nas zonas Oeste e Sul da cidade de São Paulo, em bairros pré-determinados pela construtora (basta entrar em contato clicando aqui para saber quais são);

– Passar por aprovação na análise e avaliação (jurídica e comercial) a ser realizada pela Tishman Speyer;

– O valor do imóvel necessita ser inferior ou igual a 40% do preço do Duo Morumbi.

Lembrando que esse tipo de compra, também conhecido como permuta, é algo que ocorre com frequência entre imóveis usados, mas é uma baita novidade para imóveis novos e que já estão prontos para mudar, como é o caso do Duo.

Além disso, o Duo Morumbi não poderia ser mais completo e uma ótima escolha para investimentos, pois como o próprio nome diz, e empreendimento está localizado em um dos bairros mais valorizados da capital paulistaPróximo a uma vizinhança que conta com diversos serviços, o empreendimento está perto de vias principais e conta com tudo de mais completo que há em um condomínio.

São cerca de 10 mil m² de área verde, fitness center, sala de lutas, piscina, hall privativo, além de todas as suítes contarem com ar condicionado instalado, banheiros com box incluso e cozinha + área de serviço equipadas.

Mas isso é assunto para outra matéria…

Viu só!? O ano começou cheio de mudanças e você pode embarcar em uma dessas e mudar de vida! Continue nos acompanhando para saber sempre das últimas novidades do mercado.

* A Tishman Speyer é uma empresa líder como proprietária, desenvolvedora, operadora e administradora de fundos do mercado imobiliário de primeira classe. Atuando há mais de 30 anos no mercado, a empresa já adquiriu, desenvolveu e operou mais de 390 projetos ao redor do mundo inteiro.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Queda de objetos: quem deve indenizar?

Quando algo é jogado ou cai de uma unidade, de quem é a responsabilidade?Quando algo é jogado ou cai de uma unidade, de quem é a responsabilidade?

Itens que caem da janela ou que são jogados podem ser uma situação corriqueira em muitos condomínios, mas que pode gerar problemas grandes, caso machuque alguém, ou cause algum dano a um carro, por exemplo e seja necessária uma indenização.

Infelizmente, muitos empreendimentos ainda passam por isso.

Na maioria das vezes, se for possível identificar de onde o objeto em questão for lançado, a unidade é responsabilizada pelos danos. Porém, caso não seja possível saber a origem do mesmo, todo o condomínio deverá indenizar pelo dano causado.

Saiba mais sobre essas situações, e outras, no vídeo do especialista Zulmar Koerich.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Queridinho na decoração: cimento queimado vai bem com tudo de paredes e bancadas a pisos

Originalmente usado como opção rústica e menos trabalhosa de piso, o cimento queimado caiu no gosto popular e, rapidamente, virou o queridinho da decoração moderna. Recriado em forma de textura pronta, vendida em latas, o material, que tem bom custo-benefício em relação a outros tipos de revestimento, como mármore e porcelanato, deixou o segundo plano para virar protagonista em paredes de variados ambientes.

Um dos pontos positivos do material, que tem uma pitada de sofisticação e modernidade, é a facilidade com que cai bem em locais modernos, arrojados, clássicos ou até mesmo mais despojados. O motivo, avalia a arquiteta Nina Abadjieff, é o poder transformador e o fato de ser um verdadeiro curinga, que chama a atenção sem roubar a cena.

“Não existe regra para usá-lo. E no caso das texturas (tintas que reproduzem o aspecto do cimento original), além de possibilitarem o uso de cores diferentes, e não só do cinza, podem dar um toque moderno e suave sem brigar com uma decoração clássica, por exemplo”, explica.
A dica da profissional é ficar de olho nas composições e, principalmente, nas combinações de cor. Se o ambiente já tiver cinza demais – o pretinho básico da decoração –, por exemplo, a melhor receita é priorizar a mistura e o degradê, evitando a monotonia. Também vale apostar em pontos de cor nas paredes e em objetos decorativos, orienta Nina.

“Num ambiente clássico, recomendo tons mais claros e uma textura mais uniforme, que dá um toque moderno e suave, valorizando o estilo. Também é permitido brincar com tonalidades semelhantes, criando uma ideia de continuidade e harmonia em todo o espaço”, ensina.

Novo branco

O arquiteto Júnior Piacesi ressalta ainda a versatilidade do material, que chama de “novo branco” da decoração. O motivo é que apesar de ter textura bastante particular, irregular e uma identidade rústica, ele não fica pesado quando colocado ao lado de materiais e composições mais nobres.
“O cimento queimado e suas diferentes variações combinam com tudo. É um material muito versátil, que pode ser usado com madeira, mármore, em pisos, paredes e até em móveis”, justifica o profissional de Belo Horizonte.

Quem optar por usá-lo da maneira mais, digamos, primitiva, ou seja, no piso, tem sinal verde, desde que redobre a atenção no momento de instalá-lo. “O cimento queimado nada mais é do que uma nata aplicada no momento em que se executa o contrapiso. Nesse processo é importante colocar juntas de dilatação, evitando que o material quebre. Por ser um produto muito artesanal (o original e não o industrializado), pode ser que haja trincas, o que é supernormal”, reforça o arquiteta.

Ponto a ponto:

- Apesar de ter se popularizado da maneira convencional, feito da mistura entre argamassa e areia e usado principalmente como piso, o cimento queimado ganhou o mercado e conquistou variações e efeitos. Pioneira na reprodução do estilo no Brasil, a Suvinil, por exemplo, comercializa tintas com efeito marmorizado, que reproduz não só o próprio cimento como a aparência de madeira e até de bambu. A italiana Novacolor também entrou na onda ao fabricar texturas que imitam a aparência do material, rústico e imperfeito.

- A dica do arquiteto Júnior Piacesi é ficar de olho no material para ter certeza de que irá alcançar o efeito desejado. “Existem vários produtos que reproduzem a aparência do cimento original. Além das tintas e texturas, há piso vinílico, porcelanatos e até carpetes. No caso da tinta, é preciso aplicar com uma espátula fininha para ter esse aspecto rústico”, ensina.

- Nina Abadjieff chama a atenção para a segurança no uso. Por se tratar de uma superfície que fica bastante lisa, é bom evitar a aplicação da textura em locais que recebam água constantemente, como banheiro e cozinha – quando usados no piso. Fora isso, está liberado o uso em paredes inteiras, detalhes e até em bancadas. Para os quartos, a dica é fazer um mix de materiais, com mistura de cimento e madeira para proporcionar mais aconchego e sofisticação.

Confira dicas de como usá-lo em casa:

Pinterest/Divulgação

Cimento queimado na decoração

Tom sobre tom 

Material usado na parede do quarto com decoração clássica e cores neutras pouco contrastantes confere sofisticação ao ambiente; cinza mais claro e textura fina “conversam” bem com a cabeceira da cama e com os acessórios

Pinterest/Divulgação

Cimento queimado na decoração

Cinza em tudo 

Problema nenhum se a casa tiver vários elementos no mesmo tom da parede.
Basta escolher nuances mais contrastantes para alcançar o objetivo desejado. Neste ambiente, sofá e mesa de canto são mais claros

Gustavo Xavier/Divulgação

Cimento queimado na decoração

High Tech 

Apesar de o material remeter à rusticidade e, por este motivo, ser geralmente usado em ambientes mais descontraídos, dá para utilizá-lo em decorações modernas e até tecnológicas, como a desse apartamento
Pinterest/Divulgação
Cimento queimado na decoração
Chique e descomplicado 
Luz de LED colocada sobre a parede escolhida para ganhar a textura fez toda
a diferença. Ambiente ficou ainda mais sofisticado com o cuidado especial dado
à pequena parede, que virou ponto de atenção da sala
Pinterest/Divulgação

Cimento queimado na decoração

Mix de cores 

Dá para quebrar a monotonia do cinza apostando em acessórios e móveis coloridos que criam ambientes mais descontraídos e despojados. Contraste entre os tons da parede e do sofá faz toda a diferença no conjunto desta sala

Pinterest/Divulgação
Cimento queimado na decoração
No chão
Originalmente usado em pisos, o cimento queimado amplia os ambientes. Vale uma atenção maior na hora de assentar o material, que pode apresentar trincas ou rachaduras com o passar do tempo
Fonte: http://hojeemdia.com.br/plural

Coleta e descarte de óleo em condomínio

Separar o óleo de cozinha é bom para o condomínio e essencial para o meio ambienteSeparar o óleo de cozinha é bom para o condomínio e essencial para o meio ambiente

O descarte incorreto do óleo que usamos na cozinha de casa pode ser extremamente prejudicial para o meio ambiente.

Se um litro de óleo entrar em contato com um rio, por exemplo, pode contaminar 1 milhão de litros de água.

Vamos combinar: é a perfeita imagem de desequilíbrio ambiental.

E no caso dos condomínios, o problema é ainda pior. Além do dano ambiental, o descarte errado também gera prejuízos financeiros e transtornos, já que o mesmo danifica e entope as tubulações.

A boa notícia é que a opção por um descarte correto é mais simples do que se imagina e fácil de ser implementada em condomínios.

Os 3 passos para o descarte e coleta de óleo em condomínios

  1. DESCARTE: para descartar o óleo usado na cozinha é preciso esperar que o mesmo esfrie para, então, o colocá-lo, com a ajuda de um funil, em uma garrafa PET.
  2. ARMAZENAMENTO: quando a garrafa estiver cheia, o morador deve ser orientado a destinar a garrafa no local estipulado pelo condomínio como ponto de coleta.
  3. COLETA: atualmente, há diversas entidades – em diferentes regiões – que fazem o trabalho de retirada do óleo de cozinha no local. O condomínio deve buscar firmar uma parceria com uma dessas empresas para que o processo seja devidamente implementado.

O síndico não precisa aprovar em assembleia a coleta seletiva do óleo, mas é interessante aproveitar um encontro do tipo para iniciar a campanha de conscientização sobre o assunto.

“Aproveitar aquela assembleia que decide as vagas de garagem, que tem bastante adesão é uma ótima oportunidade. Chamar uma ONG que fale por 10 ou 15 minutos sobre o assunto já ajuda bastante”, sugere Geraldo Bernardes, diretor de Sustentabilidade Condominial do Secovi-SP.

Como as empresas de coleta de óleo trabalham

“Quem faz o descarte correto transforma um problema em solução. Esse óleo usado, sem nenhuma serventia a princípio, pode virar tinta, verniz, ração para animais e até biodiesel, usado em aviões, além de contribuir com o trabalho dos coletadores”, explica a fundadora e atual presidente da Ecóleo, Célia Marcondes.

A entidade faz a ponte entre os condomínios e os coletadores em todos os bairros de São Paulo. Esses profissionais são cadastrados na ONG e são chamados para ir ao condomínio fazer a retirada, quando o recipiente que guarda, conhecido como bombona, o óleo estiver cheio.

“Há duas formas de guardar o óleo: direto na bombona ou armazenado em garrafas PET dentro da bombona. Nesse caso, as garrafas PET também são recicladas”, conta Célia.

“Além disso, rastreamos o óleo e conseguimos saber para onde foi exatamente aquele produto que estava num condomínio da Vila Mariana, e no que ele se transformou”, exemplifica Célia que também é advogada ambiental.

Atualmente a Ecóleo coleta 2,5 milhões de litros de óleo por mês em São Paulo. A entidade recolhe o dejeto também de outros locais, como empresas e restaurantes.

“Parece muito, mas é apenas 10% do que jogamos fora aqui. Nossa meta é arrecadar 100%”, argumenta ela.

A Giglio é outra entidade que faz o trabalho de retirada do óleo dos condomínios. Dos empreendimentos é cobrada apenas a bombona – cerca de R$ 60 – e o condomínio chama a empresa para retirar o óleo quando o recipiente estiver cheio. O óleo nesse caso também é rastreável.

“A cada bombona de 50 litros cheia, trocamos por 20L produtos de limpeza. Optamos por cobrar o recipiente porque infelizmente demora bastante para que as mesmas se encham”, justifica Adriano Mello, supervisor de coleta da empresa.

Para Célia, é importante que os condomínios busquem parceiros sérios no primeiro momento, não focando a troca como vantagem.

“É importante sabermos principalmente a destinação correta do óleo. É nisso que o síndico deve se focar ao procurar alguém para fazer essa coleta no condomínio”, assinala.

Há casos em que o óleo é doado pelo condomínio para causas específicas.

Em Curitiba, por exemplo, a Arquidiocese local faz esse trabalho de coleta do óleo em condomínios, vende o material para epresas que reciclam e o dinheiro é revertido para as causas locais.

“Nós oferecemos a quem doa esse óleo um certificado de destinação também, para que todos fiquem tranquilo quanto ao que será feito com o produto”, explica Jefferson Moreira, estagiário de engenharia ambiental do projeto EcoSolidariedade.

Vantagens para o condomínio

As administradoras também podem ajudar os condomínios que desejam implantar a coleta de óleo usado.

“Para quem for implantar essa coleta nos condomínios residenciais é importante salientar, além da questão ambiental, os ganhos econômicos para o condomínio”, assinala Fernando Fornícola, diretor da administradora Habitacional.

Fernando ressalta que ações desse tipo devem impactar periodicamente o condômino, ressaltando sempre que o benefício é tanto em prol da natureza como daquela comunidade.

“Deixar claro que o condomínio vai economizar no médio e longo prazo com cuidados com o encanamento e com a limpeza da caixa de gordura ajuda a manter o interesse e a responsabilidade dos moradores no assunto, além, é claro, da contribuição com o meio ambiente, que é fundamental”, argumenta ele.

Como escolher o parceiro

Para ele, também é importante que o síndico escolha um parceiro que não “deixe o condomínio na mão” e faça a destinação correta do dejeto.

“Opte por um parceiro que seja bem-estruturado e que não vá demorar duas semanas para retirar o material”, aconselha Fernando.

Além de fazer as coletas com pontualidade, opte por um parceiro que ofereça a possibilidade de se rastrear esse óleo, dando um fim correto para o mesmo.

“O mais importante é saber que esse óleo não vai contanimar a água e o solo. Pelo contrário: ele estará ajudando a gerar oportunidades”, ressalta Célia da Ecóleo.

Ao entrar em contato com uma entidade, você pode também perguntar sobre outros condomínios que tenham essa parceria firmada. Dessa forma, é mais fácil saber quais os pontos fortes e fracos do parceiro e se o mesmo realmente faz o descarte correto do óleo.

Como envolver mais pessoas

Para dar continuidade à ação de descarte e coleta de óleo, também é interessante e válido montar uma comissão de sustentabilidade para cuidar do assunto, que pode englobar outras ações do condomínio, como coleta seletiva, uso consciente da água e a troca de lâmpadas comuns pelas de LED.

“Se reunindo uma vez por mês e acompanhando resultados como o volume de arrecadação do óleo e de outros materiais, além de comunicar à comunidade sobre esses números e o impacto positivo que isso gera no meio ambiente com certeza incentiva os moradores a seguirem as boas práticas”, conclui Geraldo, do Secovi.

Esse tipo de ação continuada é fundamental para que os moradores não desistam do descarte correto do óleo.

“Percebemos que em locais onde há mais comunicação para os moradores, há maior engajamento”, afirma Maria Antonieta Storimo, gerente da Lirium, entidade que também faz o recolhimento do óleo em condomínios.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Atividades ilícitas no condomínio: prostituição, drogas

Saiba como agir nesses casos e o que fazer para que o condomínio não seja alvo dessas situações

Saiba como agir nesses casos e o que fazer para que o condomínio não seja alvo dessas situações

Falar sobre prostituição, drogas, ligações clandestinas, jogatina etc., é sempre muito delicado, ainda mais quando estes crimes são praticados dentro de um condomínio.

É preciso, no entanto, falar sobre eles para prevenir que aconteça no seu condomínio ou para combatê-los antes que o problema piore! O artigo 1336, inciso IV, do Código Civil é muito claro quando diz que são deveres dos condôminos “dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

Em condomínios, a prática mais comum é cogitar a aplicação de advertências e multas ao condômino infrator, sempre resguardado o direito de defesa do mesmo. E caso este seja um inquilino, o proprietário do apartamento será responsabilizado e autuado até tomar uma providência.

Entretanto, para situações mais polêmicas e delicadas como estas apresentadas no início da matéria, o gestor precisa cercar-se de alguns cuidados e, se necessário, acionar a polícia.

De acordo com o advogado especializado em condomínios, Marcio Rachkorsky, o síndico tem a obrigação de envolver a polícia para manter a ordem e a segurança no condomínio, caso seja constatado que há um crimeocorrendo nas dependências.

“No ponto vista administrativo e jurídico, o síndico precisa deixar claro para o infrator que no condomínio existem regras, que a engrenagem jurídica funciona bem e que se continuar com os atos ilícitos, ele será responsabilizado judicialmente. Além disso, o síndico precisa entender que ele não é super-herói ou justiceiro. Ou seja, síndico tem que aprender a ligar para o 190. Crime quem resolve é a polícia. Percebeu alguma coisa fora do comum, está na eminência de que vai acontecer um crime, aciona o 190 porque é a polícia quem vai decidir o que fazer neste caso”, assegura Marcio.

Veja abaixo o que considerar e como agir diante de cada situação:

Prostituição em condomínios

É muito importante entender a lei antes de tomar qualquer atitude sem fundamento.

Segundo o advogado criminalista e sócio do escritório Euro Filho e Tyles Advogados Associados, Gabriel Huberman Tyles, o síndico precisa estar por dentro da legislação penal brasileira para evitar problemas e, principalmente, processos por danos morais. Ele explica que sobre prostituição, por exemplo, a legislação não pune o ato exercido pelo homem ou pela mulher. O que a legislação brasileira pune é o cidadão que vive à custa da prostituição alheia, explorando as prostitutas e incentivando o comércio sexual.

“Sendo assim, o fato de a pessoa receber em seu apartamento ‘clientes’ para ‘prostituir-se’ não motiva o chamamento da polícia, pois, efetivamente, não há crime”, afirma ele.

Por outro lado, se no apartamento ocorrer ‘exploração sexual’, ou seja, se houver notícia de que na unidade do condomínio funciona um local onde há exploração sexual, neste caso a polícia poderá ser acionada, tendo em vista, por exemplo, os crimes descritos nos artigos 228 e 230 do Código Penal Brasileiro.

ENTRADA E SAÍDA DE CLIENTES

Fora isso, o ato de receber vários clientes pode configurar infração, já que o exercício de atividades comerciais em condomínios residenciais não é permitido por lei para preservar o sossego, saúde e salubridade dos que ali coabitem, e ainda para que não ocorra o desvio de finalidade da edificação, conforme determinam os artigos 1.335, inciso II, e 1.336, inciso IV, do Código Civil.

Consumo e tráfico de drogas em condomínios

LEGISLAÇÃO

Com relação ao comércio de entorpecentes, o síndico poderá chamar a polícia que, compreendendo que há o crime de tráfico de drogas, poderá prender em flagrante o condômino responsável.

Contudo, quando se fala em tráfico de entorpecentes é preciso muito cuidado para não confundir o usuário de drogas com o traficante.

Enquanto para o tráfico a lei determina uma pena bastante pesada, que pode variar de cinco a 15 anos de reclusão, o porte de drogas para consumo pessoal estabelece pena branda, como, por exemplo, “advertência sobre os efeitos das drogas, prestação de serviços à comunidade; medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo” (vide artigos 28 e 33 da Lei 11343/06).

As duas condutas (tráfico ou porte de drogas para consumo pessoal) são consideradas “crimes”, mas, de acordo com o advogado, existe um abismo entre as duas condutas, considerando-se a gravidade e quantidade da pena aplicada.

Nos termos da legislação para entorpecentes (11.343/06), para determinar se a droga destinava-se a consumo pessoal, o juiz deve analisar a natureza, a quantidade da substância apreendida, o local e as condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente.

CONSUMO DE DROGAS NAS UNIDADES

O uso de drogas nas unidades gera muita polêmica. Segundo o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet, Alexandre Marques, um dos problemas mais recorrentes está no uso de drogas nas unidades, onde as mesmas são área privativa, o que dificulta fiscalização.

Mas mesmo nestas áreas, havendo uma reclamação fundamentada, o assunto poderá ser tratado pelo síndico.

Assim, caso mais de um morador reclame por conta de cheiro excessivo, por exemplo, o caso passa a ser uma questão da administração do condomínio.

Nesta situação, é recomendável que seja feita uma reunião reservada com o morador ou responsável, e repassada as queixas ouvidas, assim como indicar as implicações legais e criminais do uso de drogas ilícitas.

Esta abordagem deve ser feita, no entanto, sem ameaças, pois isto pode prejudicar o ambiente condominial.

Caso o morador esteja apresentando algum comportamento antissocial relacionado ao uso de drogas, ou represente ameaça aos outros membros da família ou aos outros condôminos, o síndico pode chamar a polícia, mesmo que de forma anônima.

REGRAS

Não há a necessidade de incluir na convenção a questão do consumo de drogas especificamente, já que qualquer outra atividade ilegal não pode ser feita no condomínio. É importante, no entanto, que ela defina regras para o descumprimento de leis federais, estaduais ou municipais – como a aplicação de multas em caso de descumprimento, por exemplo.

Roubos de sinais de TV por assinatura

Está sendo muito abordado nos tribunais o “furto de energia”, pois, atualmente, a justiça tem entendido que a “energia” descrita no terceiro parágrafo do Código Penal é equiparada ao sinal de TV a cabo.

De acordo com o advogado Gabriel, para punir o condômino infrator que pratica a conduta de furtar o sinal da tv a cabo, por exemplo, deve-se, inicialmente, saber se existe alguma infração que possa ser imputado a ele, na própria convenção de condomínio.

Havendo ou não a previsão na convenção de condomínio, o próprio síndico deve conversar com o infrator para descobrir se ele realmente sabia daquela “ligação” clandestina.

Se for o caso, o síndico deve denunciar ou comunicar a própria “empresa – vítima” para desligar as conexões (exemplo: se estavam “furtando” sinal da Net, então a empresa é vítima, pois estava deixando de auferir lucro em razão da ligação clandestina).

O síndico também pode comunicar o fato às autoridades policiais, tendo em vista que a conduta (se for dolosa) é prevista como crime pelo Código Penal Brasileiro, em seu artigo 155, terceiro parágrafo.

Demais atividades ilícitas em condomínios

Já no que se referem à outras atividades ilícitas, como jogatinas, bingos e jogos de azar, os procedimentos e postura do síndico são parecidos.

Ou seja, havendo certeza e, se possível, provas de que há realmente a ocorrência de atos criminonos no condomínio, a polícia deve ser acionada ou uma denúncia anônima deve ser feita. Veja no final dessa matéria alguns casos reais e o que foi feito pelo síndico.

Evite riscos de danos morais

Antes de tornar pública a questão, ou até mesmo ao abordar o possível infrator, o síndico deve ter em mente se tais atos são mesmo graves (criminosos) ou não, e se há certeza ou provas do fato, sob a pena de se criar um constrangimento para o infrator ou todos do condomínio.

“O síndico deve ter cautela para resolver qualquer problema que envolva os moradores, funcionários, prestadores de serviços e outros. Deve ter a consciência de que, para qualquer situação, não pode agir de forma indiscriminada e, quando necessário, buscar a orientação do advogado. Casos com excesso no trato têm fulminado em danos morais que chegam algumas vezes aos patamares de R$ 10 mil. E quem arca com esse valor nem sempre é o prédio, se o causador dos atos (danos) for o síndico agindo em excesso ao exercício de sua função”, destaca Karpat.

Por isso, vale ressaltar mais uma vez, que somente em último caso o síndico deve envolver e comunicar abertamente todo o condomínio sobre estes tipos de problemas, e não acusar ou identificar publicamente o infrator.

Dicas de especialistas para coibir tais atividades

A primeira coisa a se trabalhar é a postura do síndico. Ele deve ser firme e agir com bom senso e rigor para tornar o ambiente condominial controlado e bem regrado. É fundamental que essa sensação de ordem seja transmitida a todos que habitam ou visitam o condomínio.

Mas além disso, o gestor deve valer-se de recursos e procedimentos para coibir tais atividades. Veja o que dizem nossos especialistas:

CONTROLE DE ACESSO

Para tentar combater as atividades criminosas dentro dos condomínios, o síndico ou administradora pode pedir para que os porteiros passem a exigir identificação completa de todos os visitantes do condomínio, como, nome completo, nome do morador e unidade que pretendem visitar.

A identificação costuma afugentar aqueles que procuram o anonimato ou ainda detectar um possível “nome de guerra” do condômino infrator.

Para isso, o síndico precisa aprovar a questão em assembleia e mudar o Regulamento Interno. Segundo o advogado Alexandre Marques, caso algum condômino atual ou futuro se negar a obedecer a regra, pode ser advertido e na reincidência multado. A aprovação deve se dar pela maioria simples dos presentes em assembleia, regra geral do Artigo 1.352 e 1.353 do Código Civil.

O advogado e colunista do SíndicoNet, Zulmar José Koerich Junior, explica que o fator segurança pode servir de pretexto para o síndico tomar tais providências.

“Nas situações em que me deparei com casos envolvendo exploração sexual e tráfico de drogas, busquei conjugar a segurança do condomínio com uma solução efetiva ao problema, sugerindo a adoção destas medidas administrativas, coibindo o ingresso indiscriminado de pessoas sem identificação nas dependências do condomínio, e isso acabou surtindo resultado”, aponta Zulmar.

MONITORAMENTO

Outra maneira de tentar descobrir um comércio ilegal, segundo Roberto Piernikarz, diretor da BBZ Administradora, é ficar de olho no tempo de permanência dessas visitas. Os usuários de drogas, por exemplo, costumam fazer visitas rápidas para adquirir o produto ilegal e sair. Se esse tipo de fluxo for recorrente em uma unidade, é preciso ficar atento.

Além disso, é primordial a instalação de câmeras de segurança, principalmente em áreas de difícil acesso ou pouco fluxo de pessoas, e de luzes automáticas, que acendem quando seus sensores detectam movimento.

É aconselhável ainda, principalmente em condomínios maiores, que os funcionários da noite realizem rondas frequentes pelo condomínio e, caso seja verificado um problema em maior escala, deve ser analisada a ideia de contratar um segurança particular ou terceirizado.

Quanto pode custar ao síndico ser omisso?

O fato de o síndico ser omisso não significa que é a favor do crime. Ou seja, criminalmente ele não responde por nada. Entretanto, se a atividade ilícita for comprovada, os moradores pedirem providências e o síndico não tomar nenhuma atitude, ele pode responder civilmente pelos prejuízos que essa omissão causar a título de danos materiais e morais para o condomínio.

“Obviamente, essas questões dependem de uma análise do caso concreto para tentar mensurar a extensão dos danos, o grau de omissão e as circunstâncias em que essa se deu, para somente depois lançar um juízo de reprovabilidade sobre a conduta do síndico”, comenta Zulmar.

Como denunciar na polícia

O síndico pode ligar diretamente no 190 ou, caso queira fazer uma denúncia anônima, verificar qual o número do Disque Denúncia da sua região.

Outra opção é ir diretamente a uma delegacia, formular a denúncia ou termo circunstanciado e, se necessário, pedir para que não haja a identificação do informante, querelante ou queixoso. A anonimidade depende muito da situação, o Delegado poderá aceitar ou não a condição de “anônimo(a)” de quem faz a denúncia.

Em geral, isso só ocorre quando a “vida” de quem está denunciando estaria sujeita a grave ameaça ou perigo iminente.

Aprenda com casos práticos

Separamos alguns problemas ocorridos nos condomínios para que sirvam de exemplo. Confira:

1 – PEDOFILIA

Este primeiro caso conta o fato de um morador de 20 anos, pedófilo, que foi pego se masturbando dentro da brinquedoteca olhando as crianças brincarem. Uma babá viu e contou para os patrões que foram atrás das imagens das câmeras do local. Foi feita uma reunião extraordinária no condomínio no mesmo dia porque as pessoas queriam matar o rapaz.

Na assembleia estava presente quase a unanimidade dos proprietários. No encontro ficou combinado entre os moradores e o advogado que o ideal era chamar a polícia. A polícia foi ao condomínio porque todo mundo informou que tinha uma ameaça, mostraram as imagens para o delegado, que abriu um inquérito.

No dia seguinte já tinha um posto policial para fazer o recolhimento das testemunhas e iniciar todo Processo Jurídico. O condômino foi processado por vários pais.

Por fim, o morador foi obrigado a sair do condomínio mesmo sendo proprietário do apartamento. Todos os demais proprietários se reuniram para comprar o apartamento dele para ele nunca mais voltar, mas não foi preciso, ele conseguiu vender a unidade e saiu de lá.

2 – JOGATINA Recentemente, o morador de um condomínio subiu uma mesa de carteado para o seu apartamento e passou a receber de 30 a 40 pessoas durante três vezes por semana.

Diante disso, foi investigado o funcionamento de um cassino no imóvel. O primeiro passo do síndico foi notificar o morador. Agora o proprietário precisa explicar o que de fato está acontecendo em seu apartamento.

Por enquanto, o processo está aguardando uma resposta do infrator. Mas o próximo passo será autuar e acionar a polícia, se a questão não for resolvida.

3 – ROUBO DE SINAL DE TV POR ASSINATURA

Em outro caso, o síndico estava preocupado com uma unidade que estava se aproveitando de um sistema de conexão que puxava o sinal de televisão a cabo de uma outra unidade condominial.

De fato, inicialmente, a unidade que estava se aproveitando não sabia da existência daquela ‘conexão’, mas estava ligada e funcionado.

Realmente, a preocupação do síndico estava correta, pois, a conduta do condômino poderia configurar ‘furto de energia’ do artigo 155, terceiro parágrafo do Código Penal.

Assim, o recomendável foi o imediato desligamento daquelas conexões para que não houvesse qualquer responsabilidade criminal da unidade condominial.

4 – DORMINDO COM O INIMIGO

Em um condomínio localizado na Grande São Paulo estava ocorrendo furtos dentro de carros, pneu e um monte de outros itens estavam sendo roubados. Para resolver o problema, o condomínio instalou mais câmeras para descobrir o que estava acontecendo nas suas dependências, uma vez que da rua não estava ocorrendo nenhum crime.

E então o síndico descobriu que quem estava roubando eram dois moradores que estavam dentro de uma unidade locada e usavam aquele ponto para poder roubar todos os veículos dentro do empreendimento.

O síndico tomou uma atitude muito correta e chamou a polícia. Em razão dos vídeos realizados, das provas, os dois meliantes foram presos.

Você sabia? (curiosidade)

Nos Estados Unidos, por ser uma reunião de Estados confederados, existem diversas formas de regulamentação acerca do assunto moradia.

Lá, por excemplo, há muita ênfase e prestígio às regras internas adotadas pelas associações de moradores, e é muito comum – e legal – a exigência de submeter o candidato a novo morador ou inquilino a uma “entrevista” para ser aceito, ou não, no condomínio. Segundo o advogado Zulmar, no Brasil não há possibilidade de realizar esta sabatina antes do ingresso de alguém na coletividade dos condôminos.

Roberto, diretor da BBZ Administradora, também compartilha da mesma opinião.

Aqui, este cuidado é do proprietário do imóvel. Já tivemos casos de alguns donos que preferiram pular etapas importantes do processo de locação, como a de realizar uma análise mais criteriosa na documentação do novo inquilino, porque estavam com pressa para fechar o negócio. Quando isso acontece e um criminoso ocupa o apartamento, o locatário é notificado e multado até que tome uma atitude”, afirma Roberto.

Fonte: Verônica Lima | https://www.sindiconet.com.br/

Decoração de quarto de irmãos: ideias para dividir espaço entre menino e menina de idades diferentes

A arquiteta Ana Luiza Mazini Romero mostra que o segredo para dividir o mesmo espaço entre um menino e uma menina de idades diferentes não é compartimentar, mas misturar elemento

Quarto de irmãos (Foto: Divulgação)

Com espaços cada vez mais compactos, nem sempre é possível que cada filho tenha um quarto para si. Esse era o caso de uma família com filhos de gêneros e idades diferentes. O projeto da arquiteta Ana Luiza Mazini Romero, da Codecorar, para um casal de irmãos é a prova viva de que o quarto compartilhado ainda tem seu encanto.

Com um apartamento de apenas dois dormitórios, a família recorreu à profissional durante a gestação da segunda filha, pela dificuldade em adaptar o quarto do filho mais velho, de 5 anos, levando em conta a diferença de idade e de gênero dos dois. Embora a ideia inicial dos pais fosse um quarto compartimentado, com decorações distintas, a arquiteta optou por dividir o ambiente em área de dormir e área de brincar.

Quarto de irmãos (Foto: Divulgação)

“Como o primeiro filho dormiu muito tempo com os pais, eles não faziam questão do berço. Assim, optamos pelo quarto montessoriano, em que a cama da bebê fica no chão, conferindo autonomia para ela entrar e sair do quarto quando quiser. Nesse caso, a maior dificuldade fica para os pais, que muitas vezes se queixam de agachar”, explica a arquiteta.

Quarto de irmãos (Foto: Divulgação)

A principal preocupação na hora de projetar o quarto era que o menino não sentisse que estava perdendo seu espaço para a irmã mais nova. “Para isso, a mãe abriu mão também da cadeira de amamentação. O apartamento em si é um facilitador, no sentido que o banheiro já é equipado com trocador, não sendo necessário ter esse equipamento no quarto”, conta Ana.

Quarto de irmãos (Foto: Divulgação)

Na decoração, predomina a mistura de elementos, com quadrinhos de futebol lado a lado com um de unicórnio e outro de ursinho. Para o enxoval, a opção foi o preto e branco, que varia harmoniosamente entre uma estampa de futebol e de corações. “Não se trata de evitar misturas, mas misturar bem, que tudo coexista sem precisar ser setorizado. É muito gostoso mostrar para os pais que é possível unir as duas coisas até porque, durante muito tempo, criança é criança”, destaca Ana.

Fonte: https://revistacrescer.globo.com

Entenda porque investir em imóveis na planta pode ser a melhor escolha

Escolheu esse ano para finalmente realizar o sonho da casa própria? Nós iremos te dar dicas para você investir em imóveis na planta.

Você sonha com um novo lar ou está em busca do seu primeiro imóvel, mas ainda tem dúvidas sobre qual é o melhor tipo de investimento a se fazer? Hoje, nós mostraremos as vantagens em adquirir um imóvel ainda na planta.

A modalidade que, para muitos parece um sonho distante, na verdade, pode ser a melhor escolha no momento de comprar um imóvel. Deve-se considerar o fator que mais atrai em um investimento: o preço!

Avaliando os valores de alguns imóveis prontos ou usados, apostar naqueles que ainda estão em fase de construção pode ser mais vantajoso, pois as condições de pagamento de imóveis ainda na planta são facilitadas.

Para os investidores, esta é considerada uma das melhores modalidades, já que com o passar do tempo, o imóvel tem seu preço valorizado diante do mercado. Além disso, nos empreendimentos na planta, o cliente tem à disposição um leque de possibilidades maior, há mais disponibilidades para a escolha do andar, da face do edifício e a documentação tende a ser menos burocrática nessa etapa.

As conveniências e facilidades ao redor do empreendimento são fatores que atraem compradores. E, se este aliar modernidade, conforto e segurança, a valorização é maior ainda.

Destacamos como exemplo, o Smart São Carlos, o novo empreendimento da RNI, uma empresa Rodobens, que reúne todas as vantagens citadas, possui lojas comerciais integradas e está localizado em uma área privilegiada, no centro de São Carlos.

O empreendimento também oferece condições especiais para o financiamento bancário, os apartamentos podem ser financiados no momento da compra, diretamente com o banco, sem a necessidade de esperar pela entrega das chaves.

Outro ponto importante para destacar é a economia feita por quem opta por este tipo de investimento. Isso porque, os custos com reformas e manutenções com infiltrações, aspectos estruturais, tubulações, entre outros, são problemas recorrentes em imóveis antigos.

Gostou das nossas dicas? Que tal investir em um imóvel na planta? Então, não perca tempo e escolha já o seu!

* Fundada em São José do Rio Preto há mais de 26 anos, a construtora e incorporadora RNI tem 172 empreendimentos lançados em todo o Brasil e atuação em 55 cidades de 12 estados brasileiros, fazendo parte das Empresas Rodobens, um dos maiores grupos empresariais do país, com atuação nos segmentos financeiro e de varejo automotivo.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

4 motivos para alugar casa em condomínio fechado

Para quem busca por sossego em meio à cidade e pretende morar em uma região mais tranquila, a casa em condomínio pode ser a opção ideal (Foto: Divulgação/Chaves na Mão)

Para quem busca por sossego em meio à cidade e pretende morar em uma região mais tranquila, a casa em condomínio pode ser a opção ideal! Este tipo de imóvel proporciona mais conforto aos moradores por conta das infinitas vantagens. Sem contar que, normalmente, as casas em condomínios contam com arquitetura moderna.

Os condomínios residenciais podem ser considerados como “minibairros” por contarem com um funcionamento mais dinâmico se comparado aos bairros comuns da cidade.

Saiba quais são os quatro motivos que separamos para procurar por casa para alugar em condomínio fechado:

Segurança

Em boa parte dos condomínios residenciais, o acesso é totalmente controlado, onde somente pessoas autorizadas podem entrar. Além disto, são feitas rondas durante todo o dia e toda a noite, garantindo mais segurança e tranquilidade aos moradores.

Sem contar que, boa parte dos condomínios, contam com equipamentos de segurança como câmeras e cercas elétricas!

Praticidade e comodidade

Muitos condomínios residenciais têm em sua própria dependência mercadinhos, padarias e outros comércios que facilitam o dia a dia dos moradores.

Além disto, as áreas de lazer são um diferencial expressivo para quem busca por casa para alugar em condomínio fechado! É possível encontrar playground, piscina, churrasqueiras e até áreas para lavar o carro.

Privacidade

É o fim daquele velho incômodo de ter que atender vendedores ambulantes ou visitas indesejadas. Na portaria, o acesso é totalmente controlado e não é permitido o acesso de pessoas não autorizadas.

Silêncio

Quando o movimento é reduzido, o silêncio prevalece! Perfeito para quem busca por uma casa para alugar em condomínio fechado. Além disto, boa parte dos condomínios residenciais estão localizados em espaços mais afastados do agito da cidade.

E agora, está convencido de que morar em um condomínio fechado é uma boa alternativa?

Fonte: https://pr.ricmais.com.br/

Consumidor tem várias formas de aquisição de um imóvel; saiba escolher a melhor para você

Cabe ao futuro comprador verificar qual é a maneira mais indicada de adquirir o bem, de acordo com seu capital e condições de pagamento

Reprodução/Internet/Pixabay
“A opção de compra varia de acordo com a condição financeira e com a necessidade do negócio. Se tem recurso próprio, o negócio pode ser feito a qualquer momento. Se quer adquirir de imediato, mas não tem recurso, deve-se buscar um financiamento habitacional. Se quer comprar, mas não importa em esperar, o consórcio ou a poupança é o negócio ideal. Além desses fatores, deve-se ter em mente o custo global de toda a operação. Tudo o que for envolver empréstimo aumentará o custo da operação como um todo”, comenta o presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), Vinícius Costa.

Adquirir um imóvel não é uma atividade simples. Além do dinheiro que será investido, fatores como planejamento e condições de vida impactam muito na hora da escolha. Encontrar a melhor forma para fechar o negócio deve ser uma análise minuciosa. Hoje, o consumidor encontra várias formas de aquisição de um imóvel, sendo que cada uma delas apresenta características próprias e exigências específicas. Cabe ao futuro comprador verificar qual é a melhor maneira de ter o bem, de acordo com seu capital e condições. As mais comuns são financiamento habitacional, consórcio, recursos próprios e financiamento direto com o vendedor.

Antes de adquirir um imóvel, é importante que o comprador tenha em mãos toda documentação do imóvel para certificar se quem está vendendo realmente é o proprietário e se o bem está apto a ser vendido, ou se sobre ele recai algum tipo de garantia real (hipoteca, alienação fiduciária), ou até mesmo restrição judicial. “Também é importante conhecer fisicamente o imóvel, e se possível, ter a companhia de um engenheiro especializado para verificar defeitos visíveis ou indícios de defeitos ocultos para evitar maiores problemas após a finalização da compra”, aconselha o presidente da ABMH.

FORMAS DE AQUISIÇÃO 

Segundo Vinícius Costa, o financiamento é um contrato de mútuo, ou contrato de empréstimo de coisa fungível. Nessa modalidade, o mutuário pega dinheiro emprestado com o mutuante e deve devolver a ele dinheiro acrescido dos encargos contratuais (correção e juros). No financiamento habitacional o banco pega o imóvel adquirido pelo mutuário como garantia do pagamento da dívida. Importante que o mutuário tenha em mente que ele nunca compra o imóvel do banco, ele pega o dinheiro emprestado e devolve dinheiro, porém, se deixar de pagar, é o imóvel que responde pela dívida.

O financiamento habitacional é a forma mais comum e cultural de ser utilizada quando da aquisição de um imóvel. “O financiamento é o mais utilizado por questões culturais e pela facilidade na aquisição de um imóvel em curto espaço de tempo. Existe em nosso país a cultura do financiamento. É o que ocorre com veículos, crediários de móveis e eletrodomésticos, e imóveis também. Não é costume do brasileiro adquirir bens com recursos próprios, não existe a cultura de poupar para comprar. Além disso, o financiamento concede ao comprador a condição de aquisição imediata. Então, quem quer comprar imediatamente e não tem dinheiro busca as instituições financeiras”, comenta Vinícius Costa.

Uma outra forma de adquirir um imóvel é por meio do consórcio. Nesse sistema, o consumidor que adere opta por pagar prestações mensais que em certo momento (sorteio ou lance) lhe conferirá o direito a pegar uma carta de crédito para determinado fim (aquisição de imóvel, casa etc). “O consórcio apresenta menos encargos que o financiamento habitacional e por isso atrai uma parcela do mercado, porém não confere ao consumidor o direito imediato de aquisição do imóvel, pois ele tem inicialmente a expectativa de recebimento do crédito para depois de contemplado poder adquirir o bem. É uma espécie de poupança”, conta.

Porém, ele ressalta que os maiores riscos dos consórcios estão nos casos de fraude. “O consórcio é regulado por lei própria e também existe instituição de âmbito nacional que atua na regulação desse mercado. Se o consumidor fizer uma boa pesquisa sobre a empresa e buscar empresas idôneas, o risco de ter prejuízo diminui bastante.”

No financiamento direto com o vendedor, deve-se respeitar as regras do Código Civil e as regras do Código de Defesa do Consumidor. “Ele pode ter como modelo os contratos de financiamento habitacional, mas é vedada a capitalização de juros. Nesse tipo de relação você tem a liberdade de contratar, ou seja, de escolher se quer ou não. Então, para não cair em golpe, o indicado é levar o contrato a um advogado para entender o significado de todas as cláusulas e como isso vai impactar no financiamento para depois assinar o contrato”, explica Vinícius Costa.

Os maiores problemas relatados de financiamento direto com vendedor dizem respeito ao aumento excessivo das prestações. Não é proibido, porém o prejuízo pode ser evitado com uma conversa prévia antes da assinatura do contrato.

A aquisição com recursos próprios talvez seja a melhor alternativa de compra, de acordo com Vinícius Costa. “Sempre será a melhor alternativa, pois toda operação que envolve terceiros aumenta o interesse e na maioria dos casos impõe ao comprador condições que não são benéficas. Adquirir com recursos próprios confere ao comprador maior poder de barganha perante o vendedor, seja em termos de se tomar posse do imóvel seja em termos de valores na aquisição.”

NÃO CONVENCIONAIS 

A permuta tem se tornado uma forma mais usual adquirir imóvel por meio de troca de bens. Não se trata efetivamente de uma aquisição, mas para todos os efeitos há a substituição do patrimônio existente. “Na compra e venda não há muita vedação à forma de pagamento, então podemos ter a venda de imóvel com pagamento em ouro, carro, empresa, ação em bolsa de valores e por aí vai. Excetuando veículo, os demais casos são bastante incomuns, mas não há uma vedação efetiva para esse tipo de negócio”, observa o presidente da ABMH.

O FGTS pode ser utilizado para aquisição de imóvel independentemente da operação. Contudo, algumas regras específicas devem ser observadas para que a operação tenha sucesso. São três possibilidades de uso: compra e construção, amortização e Pagamento de parte do valor das prestações.

Em relação às entradas, dependerão do acordo entre as partes envolvidas. “Também não há regulação legal para isso se o negócio for feito exclusivamente entre comprador e vendedor. Contudo, se envolver financiamento ou consórcio, a entrada vai ser ditada pelo valor total a ser liberado pelo banco para financiamento ou da carta de crédito do consórcio”, finaliza Vinícius Costa.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte:  José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Penalidades para o devedor contumaz do condomínio

Condômino pode ser penalizado com multa de 5 vezes o valor da cota condominial

 

 

Condômino pode ser penalizado com multa de 5 vezes o valor da cota condominial

 

 

Um problema bastante comum em condomínios é o inadimplente contumaz: aquele que nunca paga em dia o seu compromisso com o condomínio.

Infelizmente, muitos condomínios sofrem com esse tipo de ação: o condômino adia ao máximo o pagamento de cotas condominiais atrasadas, gerando, assim, um ônus para todos os outros moradores.

Pensando em inibir esse tipo de postura, o condomínio tem a possibilidade de multar, em até cinco cotas condominiais, esse tipo de devedor. É o que Zulmar Koerich, nosso especialista, explica no vídeo dessa semana.

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

5 tipos de iluminação para sala de estar

A iluminação é um detalhe muito importante para a composição de um ambiente. A seguir, te damos dicas sobre o assunto para você arrasar na decoração.

Pensar numa boa iluminação nem sempre é prioridade pra quem está de mudança ou redecorando a casa. Mas, como já diria o ditado “luz é vida”, e, aqui, luz também é um detalhe que pode transformar sua residência!

Quer saber como? Então dá uma conferida nessas sugestões de iluminação para salas de estar e jantar que separamos para você!

Diferente do que muita gente pensa por aí, iluminação é um dos itens mais importantes e que deve ser levado em consideração na escolha de uma casa, inclusive na decoração. Isso porque com um simples clique no interruptor, você pode criar desde ambientes românticos para um filme a dois, quanto um encontro aconchegante com a família toda reunida.

A primeira coisa que você deve fazer é verificar quanto de luz natural está entrando na sua casa. Se você tem como aproveitar a claridade do dia na sua residência, não pense duas vezes e use! Afinal, nenhuma luz, por mais poderosa que seja, pode substituir a praticidade e economia da luz solar.

Mas, se não houver essa possibilidade, fica tranquilo porque nós temos várias soluções legais.

1. Iluminação Direta ou Iluminação Indireta

É na sala que a família se reúne para um filme, que os amigos batem papo e que acontece até mesmo reuniões. Ou seja, podemos dizer que é praticamente o coração da casa de tão frequentado! E é justamente por ser um lugar que atende a todas as necessidades da sua família que o projeto de luz deve ser bem flexível.

Para uma boa iluminação na sala de estar é indispensável uma luz geral para o ambiente, podendo optar por essas luminárias de teto mais discretas e com o alcance mais amplo. Para um clima mais acolhedor, a iluminação com gesso é ótima, usando sancas, arandelas ou algum outro ponto de luz embutido no gesso.

Já a iluminação de destaque serve para colocar em evidência alguns itens da decoração, ou seja, são luminárias direcionais e de pequeno alcance. Só escolha com cuidado o objeto a ser destacado e o direcionamento da luz para não gerar reflexos inoportunos.


2. Tipo de lâmpada

Dentre os diferentes tipos de lâmpadas comercializadas, as mais comuns são: incandescentes, LED e fluorescentes.

As lâmpadas incandescentes gastam menos energia e possuem luz amarelada. Já as fluorescentes são muito econômicas e duram mais, possuem versão com luz amarela e luz branca, ideal para quem deseja criar vários pontos de iluminação diferentes.

Enquanto isso, as opções de LED são altamente duráveis e consomem pouquíssima energia para fornecer luz, também são encontradas em versão branca ou amarela.

As lâmpadas com cor amarela também deixam o ambiente mais aconchegante, mas se a ideia é criar uma iluminação para 2 ambientes, então misture as duas cores de lâmpadas, para ter um ambiente adequado para qualquer tipo de necessidade.

3. Cor das paredes

Esse item não tem como errar. Vamos começar repetindo uma das dicas mais faladas por aqui: ambiente claro e bem iluminado dá sensação de amplitude. Já as paredes mais escuras absorvem luz, por isso se esse for o seu caso, invista em lâmpadas mais fortes e em luminárias maiores, para garantir que cada pedacinho do ambiente esteja iluminado.

Nesse momento, a cor da lâmpada também é importante.Imagina uma parede azul iluminada por uma lâmpada amarela, o efeito será uma parede verde e sua sala perderá um pouco da sua essência. Vai mudar a cor da lâmpada ou a cor de parede? Já sabe, pesquise os efeitos de cada luz em diferentes cores.


4. Espaço e disposição

Relembrando a dica anterior, se sua sala não é muito espaçosa, invista em tons mais claros, elementos espelhados e uma luz principal no centro, que é ideal para iluminação de apartamentos pequenos. Nos sofás, é interessante usar pontos de luz de destaque caso alguém queira realizar uma leitura ou prefere uma luz mais baixa.

Para ambientes maiores, sua única preocupação é ter uma boa luz geral que alcance todo o espaço. Fora isso, brinque a vontade com luzes de destaque.

Se na sua casa a sala de estar e de jantar compartilham o mesmo ambiente, então uma novidade é usar spots. O uso de spots para iluminação de dois ambientes é bem versátil e democrático. Uma opção é usar o spot para a sala de estar e um pendente menor para a sala de jantar bem próximo a mesa.

5. Acessórios

Definido o projeto principal de iluminação, agora você pode usar e abusar de luzes de contrastes em objetos menores, que servem também de elementos decorativos. Veja algumas opções:

– Pendentes: Luminárias pendentes servem para dar destaque a luz principal do cômodo. São ideais para mesas de jantar ou cantos de leitura, mas também ficam super legais ao lado da cama, como decoração.

– Lustres: São os astros principais de uma sala de estar. Além de servir como iluminação direta, causa aquele impacto elegante e sofisticado.

– Spots: Os spots são pequenos pontos de luz embutidos no teto. Sozinhos, são responsáveis por uma iluminação mais intimista, perfeitos para quem quiser criar um clima romântico e confortável.

– Arandelas: Com diferentes modelos no mercado, as arandelas ficam lindas na parede composta por quadros ou num cantinho de luz mais baixa, para relaxar. Com lâmpadas amarelas, essa luminária também consegue criar uma atmosfera íntima.

Essas são as principais, mas outras duas opções também estão ganhando cada vez mais espaço nas casas brasileiras:

– Luminárias de chão: Dessas altas, com a base num tripé, deixa o ambiente descolado na medida certa;

– Trilho com spots direcionáveis: é uma opção maravilhosa para ambientes pequenos e compartilhados, pois como já diz o nome, você mesmo pode direcionar para onde quiser. Prático e funcional.

Está querendo mudar alguma coisa na sua casa e não sabe por onde começar? Vai se mudar? Então comece pela iluminação e deixe sua casa brilhar como ela merece!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

O que o síndico pode e o que não pode fazer

Saiba o que o síndico pode e não pode fazer durante sua gestão

Saiba o que o síndico pode e não pode fazer durante sua gestão

“Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”

A frase de Stan Lee serve como um alerta para os super heróis, mas também caem como uma luva para os síndicos de todo país.

Isso porque para o síndico ter uma boa performance, é fundamental que ele conheça não apenas o que ele pode fazer, mas também até onde vão os poderes do seu cargo.

A lei, e mais precisamente o Código Civil, lista diversos deveres do síndico, como cuidar da área comum e sua manutenção, seguir e fazer seguir as decisões assembleares, manter o seguro do condomínio em dia, entre muitas outras obrigações.

E por ser uma responsabilidade enorme, a de gerir um condomínio, como saber qual o limite dos seus poderes como síndico?

Afinal, são tantas as situações inusitadas que podem ocorrer durante a gestão, que fica difícil saber até onde vai o poder do gestor.

“É importante que o síndico saiba que seu poder vem das decisões assembleares e da opinião da maioria. Caso tenha alguma dúvida, o ideal é chamar uma assembleia para dividir com a comunidade a responsabilidade sobre alguma questão pontual”, explica Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

Pensando nisso, elaboramos abaixo uma lista do que o síndico pode ou não fazer, e em quais condições!

Confira e mande suas dúvidas nos comentários para entrarem em nossa próxima atualização!

O SÍNDICO PODE:

  • Cobrar os devedores do condomínio, nos termos acordados pela convenção condominial, de maneira amigável
  • Dividir com a comunidade o número de unidades inadimplentes, assim como quais são e o total da dívida.
  • Contratar e demitir funcionários, desde que a decisão não impacte nas contas do condomínio.
  • Fazer cumprir o que está na convenção e no regulamento interno, incluindo aí multar os moradores que estejam infringindo as regras.
  • Executar obras emergenciais, como um cano que estourou e precisa de reparo imediato. Para isso, porém, vale salientar que não precisa ser síndico, qualquer condômino pode estar à frente a situação, que pede uma ação imediata.
  • Executar campanhas de conscientização junto a moradores e funcionários sobre os mais diversos temas.
  • Contratar uma administradora, conforme o artigo 1348 do Código Civil, que diz: “O síndico pode transferir a outrem, total ou parcialmente, os poderes de representação ou as funções administrativas, mediante aprovação da assembleia, salvo disposição em contrário da convenção”. O ideal, porém, é que ao trocar de prestadora de serviços, a escolha seja comunicada na próxima assembleia.
  • Pagar em dia as contas do condomínio e seguir o que foi acordado na previsão orçamentária.
  • Cobrar que os serviços executados no condomínio sejam feitos de acordo com os contratos acordados entre os prestadores de serviço.
  • Dar plantão presencial, uma vez por mês, para conversar pessoalmente com os moradores e tirar suas dúvidas.
  • Sugerir melhorias nas regras da coletividade e de uso das áreas comuns, a serem votadas e aprovadas em assembleia.
  • Compartilhar tomada de decisões com o corpo diretivo. Isso não exime o síndico da sua responsabilidade, mas ajuda a justificar informalmente a necessidade de medidas e decisões mais imediatas do dia-a-dia.
  • Acompanhar de perto o trabalho dos funcionários do condomínio – sejam orgânicos ou terceirizados – para se certificar de que estão executando bem suas funçõea.
  • Ajudar moradores a tentarem se entender pelo diálogo, quando há reclamações envolvendo as partes.
  • Cobrar dos moradores que lhe apresentem um plano de obras, dependendo da benfeitoria a ser realizada em sua unidade, antes do início da mesma, nos moldes da NBR 16.280.

O SÍNDICO NÃO PODE:

  • Cobrar os devedores de forma extensiva e ou a constranger os moradores.
  • Expor nome e número da unidade devedora em locais como quadro de avisos ou elevador – e nem deixar de cobrar os devedores.
  • Conceder descontos aos inadimplentes como parte do acordo.
  • Negligenciar regras de convivência e deixar de advertir e multar moradores transgressores das normas
  • Proibir a entrada de visitantes autorizados pelas unidades, de acordo com o que está previsto nas regras do empreendimento.
  • Contratar serviços que impactem no equilíbrio das contas do condomínio, como obras não emergenciais ou de ‘embelezamento’ sem contar com anuência prévia da assembleia
  • Deixar de prestar contas anualmente ou quando requisitado.
  • Não se comunicar bem com os moradores, deixando de responder perguntas, por exemplo.
  • Reter documentos quando for deixar sua gestão.
  • Deixar vencer contratos como de seguro do condomínio e de manutenção dos elevadores.
  • Não atualizar documentos como o AVCB quando o mesmo vencer.
  • Tomar partido em conflitos envolvendo moradores, escutando mais um lado do que outro, ou multando um condômino com base apenas na palavra de outro
  • Invadir a intimidade dos moradores, como entrar na unidade sem a permissão dos mesmos.
  • Ser grosseiro no trato com os funcionários, sejam eles orgânicos ou terceirizados.
  • Permitir que moradores façam reformas as nas unidades sem ter um plano de obras em mãos.
  • Deixar de comunicar aos moradores quando o condomínio for acionado judicialmente.
  • Deixar de pagar compromissos do condomínio, como direitos trabalhistas de funcionários, ou contratos, ou vencer o laudo do pára-raios
  • Usar o fundo de reserva para pagar as contas do dia-a-dia.

Como nem tudo é preto no branco existem situações que não cabem em “pode” ou “não pode”. Nesses casos, o mais indicado é convocar uma assembleia, mesmo o síndico, teoricamente, podendo tomar essas decisões. Confira:

  • Contratar e demitir funcionários: A princípio, e pela lei, o síndico pode, sim, contratar e demitir funcionários. Porém, quando a situação for impactar nas contas do condomínio, como uma grande indenização a um funcionário, por exemplo, ou trocar a mão de obra orgânica pela terceirizada, o ideal é que a decisão passe pelo crivo de uma assembleia. Assim, o gestor divide a responsabilidade dessa decisão com toda a comunidade.
  • Contratação de portaria remota: na esteira de que o condomínio pode contratar e demitir funcionários e serviços, o síndico poderia, a princípio, optar pelo serviço, caso o mesmo não impactasse nas contas do condomínio. Porém, como sua implementação causa uma mudança na cultura do local – e pede mudanças de comportamento – o ideal é que essa decisão não seja tomada sozinha.
  • Atualizar AVCB: caso o condomínio já esteja de acordo com a lei, e seja necessário apenas pequenos reparos, o síndico pode levar a situação adiante, provavelmente porque os custos já estavam previstos. Porém, caso o condomínio precise passar por diversas alterações, com aumento dos gastos, o melhor é chamar uma assembleia para explicar a situação.  Além de alertar a todos sobre a questão da segurança, já é possível aprovar as benfeitorias necessárias para que o empreendimento se adeque à lei.
  • Entrar em unidade sem anuência do morador: via de regra o gestor não pode entrar nas unidades sem a autorização. Há casos, porém, em que é possível ter que entrar no local, como suspeita de vazamento de gás ou de água, que estejam botando a coletividade em perigo. Se for este o cenário, o indicado é que o síndico entre no local sempre acompanhado de pelo menos uma testemunha.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Quais cores combinam entre si na decoração?

Você já parou para pensar nas combinações de cores possíveis para sua casa? Confira algumas dicas na nossa matéria e reinvente o seu lar!

Mesmo as pessoas com o estilo mais neutro sabem: um pouquinho de cor não faz mal a ninguém! E se você é desses que adora um ambiente colorido e cheio de personalidade, mas tem medo de errar na combinação, ou quer começar a se arriscar e não sabe por onde começar, vem com a gente e aprenda a inovar os ambientes da sua casa.

O primeiro passo é pensar na cor principal, aquela que você gosta e deseja colocar na decoração da sua casa. Nessa fase, a gente costuma optando sempre pelas cores claras e neutras por serem mais fáceis de combinar.

Porém, a ideia é justamente sair da mesmice e se jogar de cabeça nas cores, por isso escolha sem medo. Acredite: seja qual cor principal você escolher, há como misturar com outras!

Feito isso, você pode pensar em qual caminho seguir. Se a sua intenção é dar mais corpo para a cor principal escolhida, use uma paleta monocromática, ou seja, misturando variados tons da cor, indo do mais claro para o mais escuro.

Isso garantirá harmonia e é ótimo para quem está começando a se aventurar nesse mundo mais colorido, pois será mais fácil de pensar em novas combinações no futuro e você já terá perdido receio de usar mais de um tom no mesmo ambiente.

Outra sugestão é o uso de cores similares. Com o auxílio de uma roda ou círculo de cores, que você pode encontrar facilmente na internet ou em armarinhos, é possível observar como interagem entre si as cores próximas da paleta.

Ao escolher a cor laranja, por exemplo, você tem a sua disposição o amarelo e o vermelho, que são, respectivamente, uma variação mais clara da cor e outra mais escura. Perceba que juntas, as cores se tornam quase como uma unidade. Você pode escolher tonalidades menos intensas dessas cores e combiná-las entre si para ter um resultado mais orgânico no ambientes.

Agora, se você é mais ousado na hora de escolher a decoração da casa, pode apostar numa paleta de cores complementares, que nada mais é que cores que combinam entre si, apesar de serem “opostas”. Ficou confuso? Novamente com a ajuda de uma roda de cores, veja que enquanto de um lado estão as cores frias, no lado oposto estão as cores quentes e, ao escolher uma cor, seu complemento é justamente a cor que estiver na frente.

Conhecendo essas três opções básicas de paletas, você já pode começar a pensar na construção de cores que vai usar na sua decoração, seja em alguns objetos e móveis ou até mesmo nas paredes. Faça pesquisas, busque inspirações em sites e Apps especializados em criar paletas de cores que combinam e siga sua intuição! Afinal, é a sua personalidade que devem prevalecer aqui!

Veja que em todas as referências, as cores podem ser usadas desde um detalhe pequeno num elemento decorativo a uma parede toda colorida. Uma dica bônus muito legal é brincar com as texturas, já que cada material absorve a cor de uma maneira diferente, dando um visual de tons variados. Incrível né!?

Então deixe sua casa ainda mais viva, alegre e com a sua cara. A moda é se jogar na cor!

Fonte: Imovelweb

Vistoria é garantia importante para verificar se tudo está em ordem com o imóvel

É fundamental se certificar de que os novos imóveis sejam entregues com todas as condições prometidas pela construtora, evitando assim dores de cabeça no futuro


A entrega das chaves é o momento mais esperado por quem adquiriu um imóvel, mas antes disso é necessário dar aquela última verificada para saber se toda a estrutura está em ordem. Essa vistoria é uma garantia importante para se certificar de que os imóveis sejam entregues com toda as condições previstas e sem falhas técnicas ou estruturais. A excitação com a entrega do apartamento é tanta que os futuros moradores acabam não percebendo alguns pontos que precisam ser checados durante a avaliação.

Para a realização da vistoria, primeiramente, é preciso reservar um dia exclusivo e sem compromissos extras, para que a visitação seja feita de forma criteriosa, pois é o momento para fazer todos os apontamentos de não conformidades que possam ocorrer. Esse tempo varia de imóvel para imóvel, e fazer uma pergunta nesse sentido ao profissional da construtora no momento do agendamento poderá ser bem útil. A emoção ou a pressa de fechar o negócio acabam prejudicando o olhar e a concentração para uma verificação mais crítica do apartamento, para que as correções e ajustes sejam feitos e anotados no laudo final.

A advogada e especialista em direito e negócios imobiliários Paula Farias conta que esse momento é importante e um dos que merecem maior cuidado. Para facilitar a inspeção, a advogada conta que é necessário ter o memorial descritivo do imóvel em mãos. “Nele estão anotadas todas as características do imóvel, tudo o que foi vendido e prometido. Com o memorial descritivo em mãos, analise tudo o que está mencionado, desde aberturas, fachada, até o material utilizado em todo o imóvel. A vistoria deverá ter como base aquilo que foi vendido no momento da compra e venda. Sugerimos não fazer a vistoria sem o memorial descritivo”, aconselha.

As redes hidráulicas merecem uma atenção especial. Paula Farias conta que as instalações hidráulicas são um dos principais focos de reclamações durante as vistorias. “Abra todas as torneiras e deixe a água sair por cerca de dois minutos para verificar se não existem vazamentos nos sifões. Já nas descargas das bacias sanitárias, acione-as e veja se a vazão d’água é satisfatória, repetindo o acionamento na sequência por mais uma vez para ter certeza do bom funcionamento”, ressalta a advogada.

As instalações elétricas também devem ser consideradas na avaliação, apesar de que nem sempre estão inteiramente instaladas no imóvel “Provavelmente ainda não será possível testar porque o medidor de energia não estará instalado. Nesse caso, deve constar na vistoria que as instalações elétricas não foram verificadas por falta de instalação”, comenta a advogada.

Uma questão importante é verificar a voltagem instalada nos pontos elétricos, e sempre que forem de voltagem específica devem vir com indicações nesse sentido nos pontos de energia (o que é o ideal) ou no manual do proprietário, que em geral é entregue no momento do recebimento das chaves.

A área comum também deve ser inspecionada, verificando se ela atende a todos os requisitos contratados. É importante observar se no revestimento cerâmico não existem peças de tonalidades diferentes, danificadas ou trincadas. “Ao caminhar, verifique se os pisos estão bem assentados e se não há peças soltas. Verifique também se não há desníveis. Verifique a qualidade do revestimento, principalmente próximo aos ralos. Com as mãos ou com o cabo de uma vassoura, bata nos pisos para verificar se estão bem-feitos e se não há pisos ocos, o que poderá comprometer o revestimento futuramente”, pontua Paula Farias.

A advogada aconselha também a verificar visualmente se as paredes estão planas e se não existem pontos que formam sombras. Caso existam falhas na pintura, como manchas, deve ser solicitada a correção.


CÓPIAS DE DOCUMENTOS 

Leirson Cunha, vice-presidente das corretoras de imóveis da Câmara de Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), dá algumas dicas de utensílios que podem contribuir na hora da visitação: “Para prevenir extravios de documentos, recomenda-se levar no dia da vistoria apenas as cópias dos documentos, como o memorial descritivo, aditivos etc. É interessante portar uma trena com pelo menos três metros – o ideal seria de 10 a 30 metros, no caso de imóveis residenciais urbanos – e uma prancheta com papel e caneta para fazer as devidas anotações. Tirar fotos também é essencial para comprovar irregularidades. Assim, o smartphone ou uma câmera fotográfica amadora são suficientes nesse momento”, recomenda.

Segundo o vice-presidente da CMI/Secovi-MG, vale a pena chamar algum conhecido para acompanhar ou, até mesmo, contratar uma empresa especializada nesse tipo de serviço. “Existem inúmeras empresas no mercado que prestam esses serviços de assessoramento em recebimento de imóveis novos. Porém, caso o cliente tenha escolhido uma boa construtora, que tenha programas de qualidade/certificações, pode-se num primeiro momento fazer a vistoria sem investir em consultoria específica. É aconselhável também conversar com outros clientes da mesma construtora que já receberam seus imóveis a fim de estar atento a algumas falhas recorrentes que porventura possam surgir. Levar um amigo(a) que tenha passado pela experiência de receber um imóvel novo também pode ser uma boa dica”, comenta Leirson Cunha.

Caso sejam encontradas não conformidades durante a vistoria de entrega de chaves, devem ser relatadas formalmente ao profissional da construtora que esteja realizando o serviço, e se possível já agendar nova data para vistoria. “Se 100% das questões tiverem sido atendidas no dia da vistoria, pode o cliente receber as chaves e formalizar a assinatura do termo de vistoria. Entretanto, havendo qualquer não conformidade ela deve ser sanada previamente ao aceite definitivo do imóvel. Em geral, as construtoras já têm formulários específicos para relatar as não conformidades encontradas, e assim, deve também o cliente requerer uma cópia para seu controle”, finaliza.

Fonte: Lugar Certo

Trabalho da administradora

Rodrigo Karpat também responde sobre inadimplência e nota fiscal de MEIRodrigo Karpat também responde sobre inadimplência e nota fiscal de MEI

O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

Trabalho da administradora

Pergunta 1, de Carlos Alves

O que fazer quando a administradora deixa de defender os interesses dos moradores, não disponibiliza com regularidade as contas mensais e adota uma postura de defender os interesses do síndico?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

A administradora de condomínios deve ser o braço direito do síndico no exercício da gestão, sem que isso represente influência política ou encubra qualquer irregularidade – uma vez que a administradora também responde pelos atos de gestão para os quais foi contratada. Ademais a administradora é escolhida pelo síndico para auxiliar nas questões administrativas do condomínio.

Situação que deve ocorrer mediante aprovação em assembleia por imposição do parágrafo 2º do artigo 1.348 do CC, que aduz “ § 2o O síndico pode transferir a outrem, total ou parcialmente, os poderes de representação ou as funções administrativas, mediante aprovação da assembléia, salvo disposição em contrário da convenção.”

Ressaltamos que não existe uma lei específica que trate do exercício da administração de condomínios. Sendo que administrar é gerir o patrimônio próprio ou alheio, público ou particular.

O que no caso da administração de condomínios ocorre, via de regra, através de um contrato de administração, quando o síndico delega a terceiros o exercício de algumas atividades de sua responsabilidade. Imperando as normas de mandato, pois é clara a  delegação de poderes para que um terceiro (administradora) em nome do mandatário (síndico) realize alguns atos de gestão conforme ajustado no contrato.( Art. 653 e seguintes do Código Civil)

Pelo fato do síndico ser o responsável direto pela gestão por força de lei Art. 1.348 do Código Civil, se discute inclusive se o síndico pode trocar a administradora e depois ratificar a esta escolha em assembleia.

Situação que particularmente achamos possível, uma vez que quem responde civil e criminalmente pela edificação é o síndico e como sabemos, as inúmeras funções do dia a dia do edifício obrigam o síndico a ter auxílio administrativo, porém legalmente os erros cometidos pela gestão, mesmo que pela administradora, podem atingir o síndico diretamente e em casos extremos pessoalmente, não obstante temos a possibilidade de direito de regresso perante administradora.

Em um primeiro momento o síndico ou o condomínio respondem pelos erros praticados inclusive pela administradora, mesmo que exista a possibilidade legal de responsabilizar e repassar a prejuízo a administradora em um segundo momento.

Por exemplo: No caso de uma ação trabalhista com a condenação do prédio em função de um problema criado pela falta de pagamento de horas extras, a administradora não responde perante a justiça do trabalho e sim o prédio, mas se provado a culpa da administradora, poderá de forma regressiva ter que arcar com sua falha.

Um outro exemplo seria a falta de recolhimento de INSS, mas que foi retido do funcionário. No caso o síndico responde pessoalmente na qualidade de gestor pelo crime de apropriação indébita (168 do CP), mesmo que tenha direito de regresso perante o condomínio.

Porém, se ficar clara a responsabilidade direta da administradora, como por exemplo, no caso de emissão e controle de boletos. E esta falhar na sua função, poderá ser acionada diretamente conforme entendimento do TJSP em Acordão nesse sentido:

CIVIL – PROCESSO CIVIL – ADMINISTRADORA DE CONDOMÍNIO – DANOS MATERIAIS E MORAIS – DÉBITO QUITADO – LEGITIMIDADE PASSIVA DA ADMINISTRADORA – INDENIZAÇÃO CABÍVEL – Administradora de condomínio responsável pela emissão das cobranças e pelos seus recebimentos – Legitimidade passiva configurada – Ré que não se desincumbiu de seu ônus probatório, comprovando a regularidade da cobrança efetuada, diante do pagamento efetuado pela autora – Inteligência do art. 333, II, do CPC/73 – Cobrança indevida – Autora considerada inadimplente perante o Condomínio, o que a impediu de exercer o seu direito de voto em Assembleia – Danos morais – Indenização mantida em R$ 3.000,00 (três mil reais), observados os princípios da razoabilidade e proporcionalidade – Recurso desprovido.

(TJ-SP – APL: 10257799820148260114 SP 1025779-98.2014.8.26.0114, Relator: Carlos von Adamek, Data de Julgamento: 17/05/2017, 34ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 23/05/2017)

Por estes motivos nada mais justo que o síndico possa escolher a administradora do condomínio. Situação que pode ser dividida com o conselho e que deve ser referendada posteriormente em assembleia.

A não disponibilização das contas é uma falta grave, sugiro solicitar formalmente o envio dos documentos e no caso de negativa o síndico deve ser notificado, uma vez que a responsabilidade de prestar contar anualmente e sempre que solicitado compete ao mesmo. (Art. 1.348, VIII do Código Civil)

Sendo que a falta de providências no sentido de mostrar as contas conotará má gestão e poderá implicar na destituição do síndico. (Art. 1.349 do Código Civil)

Inadimplência

Pergunta 2, de Tatiana Fortes Leite ·

Moro num prédio com poucos moradores e um morador não está pagando o condomínio. Quando o cobro ainda reclama que eu devo entrar na Justiça.  Quanto tempo devo esperar para entrar com a ação?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Tatiane,

Infelizmente a inadimplência nos condomínios é um grande problema, ainda mais em prédios menores quando uma única unidade poderá representar um percentual grande. Por exemplo: Um prédio de 10 unidades com 3 inadimplentes. No caso a inadimplência será de 30%. Assim, a cota terá de ser majorada em 30% para fazer frente as despesas de custeio com base na previsão orçamentária que não tenha comtemplado inadimplência.

Situação essa que pode representar inclusive uma desvalorização das unidades imobiliárias, um vez que um imóvel com condomínio de R$ 1.500,00 tem um valor no mercado, e um bem com cota de quase R$ 2.000,00 tem outro valor no caso de venda da unidade. De qualquer forma, precisamos conviver com a situação que existe em grande parte dos condomínios pais afora.

Para tanto, o importante é termos uma boa assessoria de cobrança para os prédios e os síndicos não assumam o papel direto de cobrar, o que pode ocorrer em casos especiais e para ajudar na negociação, mas na maioria das vezes a interferência do síndico na cobrança, o qual tem interesse no recebimento imediato, pode extrapolar a cobrança razoável e inclusive fulminar em ação de danos morais caso a cobrança ao devedor seja agressiva.

APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO INDENIZATÓRIA PELO RITO SUMÁRIO. COBRANÇA VEXATÓRIA DE COTAS CONDOMINIAIS. AFIXAÇÃO DO NOME DOS CONDÔMINOS INADIMPLENTES NA PORTARIA DO EDIFÍCIO, AO INVÉS DA UTILIZAÇÃO DE OUTRA FORMA DE COBRANÇA QUE NÃO EXPUSESSE AO RIDÍCULO OS DEVEDORES. DANO MORAL CONFIGURADO, QUE ENSEJA A DEVIDA REPARAÇÃO. O VALOR DA REPARAÇAO MORAL FOI FIXADO EM CONSONÂNCIA COM OS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADADE. DESPROVIMENTO DE AMBOS OS RECURSOS.

(TJ-RJ – APL: 00147468820078190205 RIO DE JANEIRO CAMPO GRANDE REGIONAL 1 VARA CIVEL, Relator: ODETE KNAACK DE SOUZA, Data de Julgamento: 24/06/2009, VIGÉSIMA CÂMARA CÍVEL, Data de Publicação: 02/07/2009)

O condômino que está com sua cota em atraso tem por lei o acréscimo de juros de 1%, correção monetária índice INPC, multa de 2% e honorários advocatícios mesmo que na fase extrajudicial, salvo disposição em contrário na convenção, que serão devidos a partir do vencimento do boleto, salvo para os honorários advocatícios que serão devidos a partir do envio do caso ao jurídico.

DIREITO CIVIL. RECURSO ESPECIAL. DÉBITOS CONDOMINIAIS. CONDENAÇÃO JUDICIAL. CORREÇÃO MONETÁRIA. ÍNDICE APLICÁVEL. INPC. 1. Discussão relativa ao índice de correção monetária a ser adotado para atualização de débitos de condomínio, objeto de condenação. 2. Esta Corte decidiu que não há ilegalidade ou abusividade na adoção do IGP-M para atualização monetária de débitos, quando esse índice foi eleito pelas partes. 3. Na hipótese, a convenção de condomínio não prevê qual índice deverá ser adotado para atualização de débitos. 4. A correção pelo INPC é adequada à hipótese, além de estar em consonância com a jurisprudência do STJ, no sentido da utilização do referido índice para correção monetária dos débitos judiciais. Precedentes. 5. Recurso especial desprovido.

(STJ, Relator: Ministra NANCY ANDRIGHI, Data de Julgamento: 06/08/2013,  T3 – TERCEIRA TURMA)

Tanto a cobrança extrajudicial, quanto a cobrança judicial não tem um prazo para ocorrerem, o que pode acontecer desde do inadimplemento do primeiro boleto. Porém, os condomínios costumam aguardar um prazo para o ingresso de ação com base no valor das cotas, uma vez que existe um custo para distribuir a ação, em média os condomínios aguardam 3 meses, mas isso não é uma regra.

Nota fiscal

Pergunta 3, de Naianne Félix 

Minha síndica demorou vinte dias para me apresentar duas notas fiscais de um serviço de portão – meu irmão encostou o carro no mesmo. Quando vi a nota, ela não era eletrônica, acho que devido aoo prestador ser Micro Empreendedor de uma serralheria. Eu pedi para ver uma nota que informasse o valor da peça que foi amassada. Ela informou que não tinha, era somente essa nota que informava “portão” na descrição e o valor tota do serviçol, sendo que eram apenas duas peças do portão.

Fiquei impressionada que ela aceitasse uma nota daquelas, na qual nao havia informação da descrição correta do serviço. Fiquei mais impressionada ainda quando ela disse que havia levado a nota para o balancete e o conselho havia aceitado, pois sempre pensei que fossem mais exigentes. É comum e aceitável esse tipo de prática?    

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Prezada Naianne,

Em relação ao Micro empreendedor individual o mesmo não tem obrigatoriedade da emissão da Nota Fiscal Eletrônica. A legislação aplicável é municipal, estamos falando no Município de São Paulo, o site da Município tem a seguinte instrução:

  • 01. O que é Microempreendedor Individual (MEI)?

Considera-se MEI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, que tenha auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, de até R$ 81.000,00 e que seja optante pelo Simples Nacional.

  • 22. O MEI prestador de serviços deve emitir nota fiscal?

O MEI que é prestador de serviços no Município de São Paulo também está dispensado de emitir nota fiscal em relação aos serviços prestados a consumidores, pessoas físicas. Por outro lado, se prestar serviços a empresas (pessoas jurídicas), deverá emitir a nota fiscal. Neste caso, o MEI deve emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e).

Em razão de seu baixo faturamento anual, o MEI não está obrigado a utilizar NF-e. No entanto, os prestadores desobrigados, inclusive o MEI, também podem optar pela utilização de NF-e de serviços no Município de São Paulo. (Fonte)

Naianne, quanto ao prazo de atendimento à sua solicitação perante à síndica, ressaltamos que a morosidade excessiva na apresentação de documentos precisa ser avaliada caso a caso. De qualquer forma, sugerimos que os balancetes com as notas pertinentes fiquem sempre disponíveis on line para consultas dos condôminos. Isso facilita a visualização e traz mais transparência a gestão.

A prestação de contas em condôminos é muitas vezes um ponto nevrálgico e infelizmente e realizada sem muito critério. O ideal é que o condomínio tenha uma administradora com contadores para assinarem as pastas, mesmo que não exista a obrigatoriedade e com um departamento de contas a pagar que faça a verificação de tributos em âmbito Municipal, Estadual e Federal.

Ademais, é salutar que o conselho fiscal seja atuante e que exista uma auditoria preventiva, preferencialmente permanente. 

Os condomínios têm se aprimorado e buscado a profissionalização na gestão, porém ainda existem muitos prédios que precisam alterar a forma temerária de gestão.

Cabendo a qualquer condômino que verifique uma situação de não conformidade, alertar a gestão, se necessário tomar as medidas legais em defesa de seus interesses, e se viável se dispor a ajudar nas mudanças necessárias. O condomínio é um local de domínio comum, ou seja, todos devem participar para que se obtenha melhores resultados.

(*) Rodrigo Karpat é advogado de Direito Imobiliário e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Como decorar apartamento pequeno com cozinha americana

Ideal para ambientes pequenos, a cozinha americana pode ser decorada de forma bem criativa. Confira a seguir algumas dicas sobre o assunto a seguir.

Não é novidade que os apartamentos construídos ultimamente estão cada vez mais compactos. Com isso, a cozinha americana tornou-se ideal para esses novos modelos de imóveis.
Ter uma cozinha integrada com outro ambiente é uma forma prática de economizar espaço e otimizar cada ambiente. Aliás, essa é a principal vantagem de uma cozinha americana: a interação com sala de jantar ou sala de estar.

A cozinha americana interliga os dois ambientes facilitando o convívio dos espaços e o equilíbrio da casa, pois, geralmente, a divisão dos dois locais se dá apenas por uma meia parede que também pode ser utilizada como balcão.

Porém, justamente por essa junção de ambientes é preciso ter cuidado para que exista uma harmonia entre os dois espaços. As decorações dos dois cômodos interligados devem conversar, então fique atento as nossas dicas e confira como decorar sua cozinha americana para que ela se torne simples, prática e elegante, tudo ao mesmo tempo!

Cores

A cozinha americana quase sempre é um ambiente reduzido. Portanto, para ter a sensação de amplitude no local, invista em móveis de cor branca.  Mas calma! Isso não quer dizer que sua cozinha tem que parecer um hospital.

Para não cair na mesmice de um ambiente monótono invista em cores nos utensílios e detalhes do ambiente. Use aparelhos elétricos coloridos, faça uma parede com um fundo multicolor, ou invista em azulejos com detalhes e luminárias que deixem o ambiente mais despojado e moderno. Lembre-se que as cores utilizadas na cozinha devem conversar com os cômodos que são integrados a ela.

Armários

É quase impossível encontrar um armário que fique bem em uma cozinha americana em lojas de móveis prontos. O ideal nessa hora é investir em um armário de cozinha planejado que, além de aproveitar o seu espaço de forma inteligente, vai agregar exclusividade à sua cozinha.

Para otimizar seu ambiente ainda mais, coloque prateleiras e armários suspensos, principalmente se a sua cozinha for do tipo corredor e não oferecer muito espaço para movimentação no local.

Cheiro de comida

O cheiro de comida costuma ser um problema para quem usa cozinha americana, já que a fumaça e o cheiro dos alimentos acabam invadindo a sala ou o cômodo integrado ao ambiente. Para evitar que isso aconteça, coloque uma coifa acima do seu fogão. Além de deixar o ambiente mais elegante, isso vai minimizar o cheiro da cozinha nos outros cômodos.


Piso

Como falamos acima, é preciso ficar atento a decoração dos dois ambientes que estão integrados. Bom, isso também vale para o piso! Como tratamos de cômodos separados apenas por um balcão – e em alguns casos, nem mesmo o balcão –, o ideal é utilizar o mesmo piso na sala e na cozinha, assim evitamos a sensação de delimitar cada cômodo.


Detalhes

Fique atento aos detalhes dos ambientes integrados. Se a sala tiver muitos detalhes em madeira, invista nos mesmos detalhes para a cozinha. A madeira pode ser colocada na bancada, por exemplo, ou você pode optar por cadeiras de madeira/que tenham detalhes do material.

Se a sala tiver algum rebaixamento de gesso, faça o mesmo na cozinha. Da mesma forma com as janelas, caso exista algum detalhe em mármore, coloque a mesma pedra de mármore na pia e assim por diante. Assim você vai desenvolver identidade ao seu apartamento, com muito estilo.

Área de serviço

Apesar de citarmos quase sempre a cozinha integrada com a sala, existem situações em que a cozinha se integra com a área de serviço. Nesse caso também é preciso tomar alguns cuidados, principalmente em relação a higiene. Separe bem os utensílios de cada setor e leve as roupas sujas para serem lavadas apenas na hora em que for executar a atividade, nada de acumular roupa suja próxima ao local em que serão preparados alimentos.

Paredes

Além dos utensílios, a maior parte da decoração da sua cozinha americana será responsabilidade das paredes. Como já orientamos que seus móveis sejam preferencialmente brancos, agora você vai aprender como estampar nas paredes todos os detalhes para que sua cozinha seja moderna e funcional ao mesmo tempo.


Use pastilhas: As pastilhas são divertidas e podem ser usadas de uma forma clássica ou moderna. Além de ser uma opção muito econômica, é possível criar desenhos que ficarão visíveis do outro cômodo. Utiliza-las na bancada pode separar os dois locais. Coloca-las na parede da pia também é uma opção, já que elas são impermeáveis e fáceis de limpar com água.

Use papel de parede: Existem diversos modelos de papel de parede, inclusive laváveis, o que é ideal para ser usado na cozinha, já que o ambiente costuma ficar com gordura ao longo do tempo.  Ouse com papéis de parede clássicos de uma cor só, ou seja mais moderno e invista em papeis coloridos. Uma ótima opção é usar o papel lousa no qual você pode aproveitar para escrever receitas ou recadinhos.

Use azulejos: Outra ideia interessante para decorar cozinha americana é usar um mix de azulejos. Cubra a bancada e a parede com vários azulejos de cores e desenhos diferentes. Unindo móveis brancos e detalhes em madeira, a sua cozinha vai ficar incrível.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Confira como utilizar plantas em ambientes fechados

Conheça plantas que podem se desenvolver bem em lugares pequenos, como apartamentos, e escolha a melhor para utilizar na decoração do seu lar!

Existe algo mais charmoso do que levar a natureza para dentro da nossa casa? Nós achamos que não.

Mas será que é possível manter plantas bonitas e saudáveis mesmo em um lugar fechado e, em alguns casos, sem muita luz? Claro que sim! Basta escolher as espécies certas, veja agora dicas para deixar sua casa cheia de vida.

Não só é possível cultivar plantas para ambientes fechados, como faz bem até para nossa saúde ter um contato com a natureza em meio a tanto cimento e cinza que tomou conta das grandes cidades.

Juntamos nesse artigo todas as espécies que se desenvolvem sem problemas em ambientes internos e ainda servem de decoração, confira nossas dicas:

1. Antúrio

O antúrio é uma planta clássica e muito utilizada para decorar lugares fechados. A espécie se dá super bem em vasos, jardins pequenos e é ideal para ambientes fechados porque não se desenvolve com luz solar direta. Portanto, se o seu apartamento tem pouca ou nenhuma luz natural, invista nessa espécie sem medo.

Alguns antúrios podem medir até 90 cm, logo é necessário que mesmo em um ambiente com pouca luz, exista espaço para que ele possa crescer.


2. Begônia

A flor é bem chamativa e tem um quê de buquê de noiva. É ideal para quem aposta em decorações mais delicadas. A melhor opção para cultivar a begônia é em vasos pequenos que podem ser colocados em cima da mesa, no aparador e em outras superfícies.

Por ser uma planta delicada, é preciso ter mais cuidado para cuidar dessa espécie. Cuidados como regar com pouca ou muita água, como adubar e etc.

Outro ponto importante é saber que existem begônias para ambientes externos e internos, então antes de comprar identifique com um jardineiro a opção ideal para ter na sua casa.


3. Aglaonema

Muito comum em países tropicais, é uma das melhores plantas para se cultivar em ambientes sem muita luz. Não exige tanto cuidado com adubos e se mantem viçosa por bastante tempo. O ideal é regar uma vez ao dia.


4. Samambaia

Quem não conhece a clássica samambaia? Impossível não ter em alguma casa que você já entrou na vida. São plantas bem comuns no Brasil e se adaptam a vários ambientes: internos, externos, úmidos, secos, iluminados ou sem luz.

Justamente por essa facilidade de adaptação, não exige tantos cuidados, mas existem especialistas que não indicam manter a samambaia sob a luz direta do sol.


5. Espada de São Jorge

Outro exemplar muito conhecido dos brasileiros, a Espada de São Jorge além de linda carrega uma mitologia. Algumas pessoas acreditam que a planta fornece proteção para o ambiente em que, afastando o mau olhado e a inveja.

Justamente por isso existe o costume de manter a planta sempre próxima à porta da residência, para afastar energias ruins. Falando de características mais cientificas, a Espada de São Jorge é comprovadamente uma planta que purifica o ar e filtra os poluentes do ambiente.


6. Lírio da Paz

Cultivada em ambientes fechados como residências ou escritórios, o lírio é uma planta que não exige tantos cuidados e não precisa de muita luz. Além de ser um exemplar que traz muita beleza para o lugar em que é colocada. Apesar disso, pode ser colocada também em ambientes externos.


7. Palmeira-leque

A planta tem uma beleza exótica e cresce lentamente, o que é ótimo para quem quer plantas para ambientes internos.

Pode ser colocada no hall de entrada, no banheiro, na sala ou na varanda. Para manter a planta saudável, é preciso remover as folhas secas e velhas de tempos em tempos. Também é preciso trocar a palmeira de vaso a cada dois anos mais ou menos.

Ela só não é ideal para ambientes com ar condicionado, então fique esperto com essa característica.


8. Neoregelia

A Neoregelia é uma espécie da família das bromélias, mas diferencia-se pelas folhas mais largas. Encontrada nos países da América do Sul como Brasil, Peru, Equador e Colômbia, a Neoregelia tem uma beleza única e é um ótimo exemplar de plantas que gostam de sombra e umidade.

Aliás, ela vive até melhor se estiver em lugares úmidos e pode crescer em ambientes com luz natural ou artificial.


9. Clorofito

O Clorofito é ideal para quem mora em cidades mais quentes e também não exige tanta luz para crescer. Alguns jardineiros afirmam que o ideal é deixar que a planta receba um pouco de sol uma vez ao dia, mas não há necessidade de manter a planta sob luz direta do astro rei.

A vantagem dessa planta é que, conforme cresce, mudas podem ser tiradas para dar início a uma nova. Apesar de não precisar de muita luz, o Clorofito exige ser regada com certa frequência.

Aproveite as dicas e preencha o seu espaço com vida e energia!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Furtos em condomínio: de quem é a responsabilidade?

Dificilmente condomínio deve indenizar quem sofre furtos nas áreas comuns

Dificilmente condomínio deve indenizar quem sofre furtos nas áreas comuns

Muitos ficam sem entender o motivo do condomínio não ser obrigado a indenizar, na grande maioria das vezes, os condôminos furtados em áreas comuns.

Isso porque seria uma responsabilidade a mais para o empreendimento.

Nesse vídeo da SíndicoNet-TV, o especialista Zulmar Koerich explica que o empreendimento só deve indenizar os moradores por furtos ocorridos nas áreas comuns caso isso esteja expresso na convenção condominial, ou ter colaborado efetivamente para o ocorrido.

Zulmar também comenta sobre assalto à mão armada e sobre empresas de segurança – e como devem ser cobrados caso hajam problemas na execução do serviço.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Saiba como usar a cor ultra violeta na decoração

Eleito como tom Pantone 2018, ele pode entrar na sua decoração

Todos os anos, a Pantone – principal empresa especializada em cores no mundo – dita qual será o tom tendência para os próximos 365 dias e faz com que áreas como moda, design e decoração se rendem à previsão. Para este ano, a cor selecionada foi a Ultra Violeta, que segundo a marca traduz a energia criativa e inspiradora do Cosmos.

Foto: Divulgação

E, de acordo com a arquiteta Vanessa Chieregato, é esse espírito de inovação mesmo que quem utilizar a cor deve buscar: “A cor traz consigo uma personalidade bastante marcante, um ar de drama, de suspense, de originalidade muito forte. Acredito que seja uma cor que corresponde ao momento de sair do conformismo e da comodidade”, explica.


Foto: Reprodução/Pinterest

Nos anos anteriores, a Pantone lançou cores que fizeram a cabeça do mercado e do público, como o Rosa Quartz (2016) e outras que não chegaram a se tornar uma grande tendência de fato no que diz respeito à área de decoração, como o Greenery (2017).

Vanessa explica que ainda não se sabe se o Ultra Violeta será ou não o tom do momento e isso tem uma justificativa: “Ela é uma cor que traz uma certa inquietação para o ambiente, não é tão confortável quanto o Rosa Quartz, que já é de mais fácil combinação e não limita tanto quanto um roxo tão marcante”.

Pode até não ser certo que o Ultra Violeta vá se tornar o tom do momento, mas a certeza é: se você amou a nova cor, já pode aderir!

O tom é exótico, mas tem muita versatilidade, conforme exemplifica Camila Casagrande, designer de interiores do Design em Todo Canto: “Aposte em acessórios como almofadas e objetos, que dão para mesclar bastante com amarelo ou verde. Mas para quem não tem medo de ousar, um sofá ou poltrona nessa cor deixa o ambiente um tanto quanto inspirador”.


Foto: Reprodução/Pinterest

É preciso se atentar também para que o uso da cor não escureça o ambiente, por isso a dica dos acessórios decorativos, que também incluem quadros, louças e itens de mesa posta, vasos, etc.

“Todo exagero em cor pode causar um certo enjoo, então é sempre bom ponderar o uso”, alerta Camila sobre a utilização em excesso do Ultra Violeta ou de qualquer outro tom forte como ele.

Com todas estas dicas, você já pode começar a pensar onde e como incluir esta linda cor na sua décor. Inspire-se e aposte!


Foto: Reprodução/Pinterest

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Seguros Residencial, Condomínio e Habitacional: entenda a diferença

 

Saiba quais são as vantagens e benefícios de cada um dos seguros

A conquista de um “lar” deve ser preservada, já que todos estão expostos a inúmeros eventos que podem gerar perdas ou danos com elevados custos de reposição e reconstrução. A proteção do imóvel vem se tornando então, cada vez mais, uma importante preocupação do brasileiro, que encontra no mercado soluções muito acessíveis. Para essa finalidade, existem diversos tipos de seguros e, muitas vezes, a nomenclatura similar pode confundir o consumidor na hora de procurar o que exatamente necessita. A Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de experiência no Brasil, conta com várias opções que atendem às mais diversas necessidades dos segurados. Cada um dos produtos conta com garantias específicas para os contratantes e serviços complementares bastante úteis.

Entenda as diferenças:

- Seguro Residência: Voltado para pessoas físicas/jurídicas, apartamento/casa, habitual/veraneio, visa a proteção do imóvel e conteúdo, seja ele quitado, financiado ou sob contrato de aluguel, com garantias para todos os tipos de eventos súbitos e imprevistos que podem gerar perdas/danos: incêndio, explosão, vendaval, queda de aeronave, danos elétricos, vidros, roubo/furto qualificado, pagamento de aluguel, responsabilidade civil familiar, empregados domésticos e danos morais, conjugados com serviço de Assistência 24h.

- Seguro Condomínio: Garantias para bens de uso comum (excluídos os bens particulares), apresenta coberturas parecidas com o Residência, acrescido de guarda de veículos, alagamento, e são voltadas para os condomínios residenciais, comerciais, escritórios/consultórios e mistos. Tem como principais soluções a cobertura para a responsabilidade civil do condomínio e do síndico.

- Seguro Habitacional: São duas as opções: danos físicos ao imóvel, garantindo que o imóvel terá condição de ser habitado, independente do evento súbito e imprevisto que afete esta condição; e vida do mutuário. Protege de um acontecimento imprevisto ou involuntário que causa dano à pessoa. O seguro é uma cobertura fundamental para o crédito imobiliário, pois garante o pagamento da dívida. Se ocorrer a morte ou invalidez permanente total do mutuário, a instituição financeira receberá o valor correspondente ao saldo devedor

Para conhecer mais sobre as soluções para imóveis da Zurich, acesse: https://www.zurich.com.br/pt-br/individuais/imovel

Sobre a Zurich no Brasil

A seguradora Zurich soma o conhecimento do mercado brasileiro, no qual tem mais de 70 anos de experiência, à expertise internacional em soluções de seguros multicanal. A Zurich atesta solidez financeira e segue rígido padrão global de conduta, praticado em todas as suas operações. Dedica-se a compreender as necessidades dos clientes e oferece soluções para pessoas físicas e jurídicas, de pequenas empresas a multinacionais. Tendo o Brasil na sua estratégia de crescimento, e decidida a contribuir com o desenvolvimento social e econômico do país, visando o médio e longo prazo, a companhia dispõe de produtos e serviços sob medida para este mercado.

Zurich Insurance Group (Zurich) é uma seguradora líder multicanal que apresenta soluções para seus clientes e parceiros na esfera local e global. Com cerca de 53 mil colaboradores, fornece uma ampla gama de serviços e produtos em Seguros de Vida e de Ramos Elementares em mais de 210 países e territórios. Entre os clientes da Zurich encontram-se indivíduos, pequenas e médias empresas, assim como grandes empresas e multinacionais. O Grupo está sediado em Zurich, Suíça, onde foi fundado em 1872. O Zurich Insurance Group Ltd (ZURN) está listado no Six Swiss Exchange e tem o Nível I no programa American Depositary Receipt (ZURVY), que é transacionado fora da bolsa no OTCQX. Para mais informações sobre a Zurich, consultar www.zurich.com.

Fonte: http://www.segs.com.br

Confira como fazer decoração geek no seu lar

Quer uma decoração com personalidade e que una suas inspirações? Encontre aqui dicas essenciais para uma decoração geek sem gastar muito!

O universo nerd está cada vez mais em alta e presente na vida de pessoas de todas as idades, apaixonadas por esse mundo fascinante. Filmes, jogos e séries tem sido pauta de conversas desde escolas até escritórios e norteiam a vida de quem se liga em tecnologia, ficção, programação ou apenas aquela galera que acha um ou outro personagem legal e descolado.

Se você está nesse meio e respira cultura pop, está lendo a matéria certa!

Reunimos aqui ideias de decoração nerd para quarto, bem como dicas de como entrar de vez nesse universo geek, no melhor estilo faça você mesmo. Ou seja, naquele precinho que todo mundo gosta!

Anime-se e preste atenção ao nosso post, será impossível terminar de ler sem se encantar pelas possibilidades desse universo que une pessoas tão diferentes, independente de gostos e particularidades de gêneros.

1. Paredes no alvo

Não é novidade para ninguém que uma parede bem decorada tem o poder de mudar qualquer ambiente. E se estamos falando em transformar uma casa ou apenas um quarto em uma amostra do universo geek, nada melhor do que começar pelas paredes.

O ideal é usar um papel de parede que tenha motivos do seu game, filme ou personagem favorito, mas se você não quer imprimir tanto assim essa identidade, que tal apenas pintar a parede com uma cor característica?

Por exemplo, quem curte o Homem-Aranha pode apostar em uma parede vermelha ou azul e depois trabalhar com quadros ou prateleiras com bonecos.

Se você não se importa em ousar e quer deixar o ambiente com cara de nerd mesmo, pode usar um papel de parede que imite uma tirinha do seu HQ favorito ou ter seu personagem pintado em tamanho natural na parede da sua casa. Nada mais original!

2. Prateleiras

Já que citamos prateleiras e bonecos, resolvemos partir logo para nossa segunda dica. Nada mais nerd do que ter coleções dos seus personagens favoritos. Pode ser livros, pelúcias, bonecos, funko pop, botons, canecas, não importa.

Se, assim como nas paredes você não se importar em ousar, use prateleiras específicas para essa decoração. Ao invés de usar as prateleiras mais comuns, adquira prateleiras que tenha o formato do símbolo do seu herói ou que forme o nome da sua saga predileta, como na foto que separamos aqui pra você. Olha como fica incrível:

3. Escritório ou Home Office

Trabalha em um ambiente descontraído ou quer deixar aquele cantinho de trabalho em casa mais a sua cara. Ok, também separamos uma dica sobre isso. Que tal uma escrivaninha que tenha a logo do seu super herói ou as cores que remetem a ele?

Lembra da nossa dica de papel de parede? Ela também pode ser usada aqui ou pode ser substituída por papel contact. A ideia seria revestir um móvel comum e transformá-lo em um móvel exclusivo e original.

4. Escadas

Escadas são escadas, itens comuns na casa de qualquer pessoa. Mas elas podem se tornas AS ESCADAS se decoradas da forma certa.

Seguindo a temática da cultura geek, que tal adesivar os degraus com frases clássicas do cinema, usar o mesmo papel de parede (ou outro diferente, claro) que possa remeter a um filme ou herói da sua preferência ou até mesmo usar imagens dos próprios personagens.


5. Quadros

Falando nisso, um bom aliado na decoração geek são os quadros ou placas decorativas. De tamanhos variados, inúmeros materiais e formatos, as paredes ganham vida com esses itens simples.

Eles podem ser colocados nas paredes que acompanham as escadas, acima do sofá, na cozinha, no banheiro, no hall de entrada e onde mais sua imaginação permitir.

O legal desse tipo de decoração é usar a criatividade e, além de imprimir nossa identidade no local, deixa-lo bem divertido.

6. Um geek minimalista

O universo de cultura pop, nerd, HQs, sugerem sempre uma explosão de cores e informações. E talvez você, apesar de aderir a essa cultura, não seja adepto de tantas cores em um mesmo ambiente.

Afinal, um excesso de informações pode tornar o ambiente confuso ou até passar aquela impressão de que o cômodo é menor, isso devido ao uso de cores fortes e carregadas. Uma boa notícia é que você pode ter uma decoração geek e manter sua decoração mais clean.

Colocamos abaixo fotos que sugerem a presença de algo ligado a cultura nerd, assim você mantém o ambiente mais minimalista sem abrir mão da sua identidade nerd.

7. Quartos

Por fim, vamos supor que você ainda não tenha tanta coragem de expor sua identidade secreta assim que entra em casa ou até não more sozinho e precise entrar em um consenso em relação à decoração.

Bom, nesse caso, podemos sugerir a decoração do seu espaço privado: seu quarto. Aqui não há limites, podemos juntar todas as dicas em uma só e usar quadros, mesas, almofadas, papel de parede e muito mais.

Abaixo exemplos de quartos onde a cultura nerd está mais do que exposta e também decorações subliminares que estão inseridas nesse universo.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Inadimplente não pode votar nas assembleias de condomínio

Justiça entende que o inadimplente não pode ter o mesmo poder de decisão que alguém que manteve seus vencimentos em dia

Com o crescimento do número de prédios e condomínios de forma concomitante à crise econômica e ao consequente aumento da inadimplência, é comum que o pagamento da taxa mensal de condomínio acabe sendo atrasado por algumas pessoas que passam por dificuldades financeiras.

No entanto, caso o indivíduo esteja inadimplente com o condomínio, mesmo que ela já tenha estabelecido um acordo e esteja realizando o pagamento das parcelas estipuladas na negociação, ele não tem direito de voto em assembleias.

De acordo com o advogado Eraldo dos Santos, presidente da Comissão de Direito Imobiliário da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Americana e especializado em direito condominial, a medida se dá pelo fato de que não é considerado certo que ele tenha o mesmo poder de decisão que alguém que manteve seus vencimentos em relação ao condomínio em dia.

“Se ele (condômino) adquire uma dívida e aí ele faz um acordo para pagar em dez parcelas, já pagou duas parcelas e está em dia com a mensalidade, mas ainda deve aquilo que ficou para trás, pois ele só pagou duas parcelas, ele pode votar? O que a jurisprudência dominante tem entendido – então respeitado aí outras opiniões em contrário – é que ele não pode votar, mesmo com um acordo em andamento. Por quê? Você está pagando em dia seu condomínio, eu não. Alguém carregou nas costas ao longo de três, quatro ou cinco meses e aí de repente eu faço um acordo. Eu estou em pé de igualdade com você? Claro que não, eu estou devendo ainda um determinado valor para poder me equiparar”, ressaltou.

Sobre valores cobrados nas taxas, bem como aumentos estipulados em assembleias, o advogado esclarece que, uma vez justificadas as despesas, a lei diz que todos os condôminos são responsáveis pela divisão dos custos do residencial.

“Um preceito básico da vida em condomínio é a obrigação de ratear as despesas. Então, quando há um aumento na taxa condominial, este aumento não é porque alguém queira por simples interesse de aumentar, tem uma razão e essa razão tem que ser explicitada em uma assembleia. A pessoa que mora num condomínio, se ela vai na assembleia, mas é voto vencido (sobre aumento da taxa), se não pagar, ela vai estar descumprindo uma obrigação condominial”, finalizou o advogado.

Fonte: http://liberal.com.br

Confira dicas simples para você, proprietário, alugar seu imóvel

Em tempos de crise, nós te ajudamos a garantir uma renda extra no final do mês. Saiba como alugar seu imóvel de uma maneira simples e rápida.

Sabemos que o mercado imobiliário sofreu uma grande crise nos últimos anos e, embora esteja em processo de recuperação, é preciso pensar em uma estratégia para auxiliar na venda ou no aluguel de imóveis mais facilmente.

Porém, seguindo algumas dicas simples, é possível realizar essa tarefa sem muitos sustos e evitar aquelas várias visitas no local sem que haja um contrato fechado efetivamente.

Conservação do local e vistoria

É claro que para alugar um imóvel prontamente ele precisa estar em um bom estado de conservação. Evite deixar rodapés soltos e/ou trincados, pisos arranhados, pinturas manchadas, infiltrações, ou qualquer item que possa ser visto como negativo para quem visitar o local.

Além de ajudar na construção de uma boa impressão, por parte do interessado, investir em pequenos detalhes, como os citados acima, só ajudam ainda mais para alugar o imóvel mais rápido e melhorar o retorno do bem alugado.

Ou seja, antes de colocar seu imóvel para alugar, o ideal é realizar uma vistoria completa no local. Caso encontre qualquer problema de estrutura, faça o reparo imediatamente, pois, colocar um imóvel para alugar com esse tipo de problema é uma péssima opção e pode gerar dores de cabeça no futuro.

Reforma de acordo com o perfil

Em alguns casos o proprietário aluga para um inquilino e pede uma semana para fazer algum ajuste. Se esse for o caso, que tal realizar benfeitorias de acordo com o perfil do inquilino interessado no local?

Para um público mais maduro e exigente, invista em pisos de qualidade e pinturas sem nenhum tipo de defeitos. Já para jovens, disponibilize itens de mais despojados, como pisos laminados, espelhos pequenos e etc.

Fotos e divulgação

Nada melhor do que uma boa foto divulgada em sites e redes sociais para chamar atenção para o local que você está locando. Hoje em dia as pessoas têm o costume de pesquisar tudo pela internet, porém, é bem difícil se interessar por algo que não podemos ver por completo.

Tente fotografar os espaços por completo e com o maior número de detalhes possível. Não economize na quantidade de fotos, use vários ângulos diferentes, uma boa iluminação e claro, deixe os cômodos limpos e sem objetos ou qualquer bagunça que possa estar à vista.

O preço a se cobrar

Seja justo, flexível e ao mesmo tempo competitivo! Nada de jogar valores muito acima ou muito abaixo da média. Se for necessário, pesquise imóveis parecidos com o seu e o valor cobrado em diferentes localizações da sua cidade.

Se você estiver em busca de lugares para ter uma média de preço, que tal acessar o Index Imovelweb? Nele é possível ver a média de valor cobrado em diversas regiões do país quando o assunto é aluguel.

Os preços também precisam ser coerentes com os valores praticados no mercado atual. Não adianta saber que o último inquilino pagou R$2.000,00 e imputar o mesmo valor ou mais em uma nova locação.

Garantias para todos

Não seja o intransigente do negócio! Não é porque um ou outro inquilino deu um problema que você precisa se resguardar buscando e exigindo um bilhão de garantias para alugar o imóvel, certo!? Um dos pontos mais discutíveis em contratos de locação são os enormes prazos do e as multas caso o inquilino saia antes dos 12 meses contratuais do plano.

Dentre as principais garantias utilizadas em locação estão:

– Fiador: indivíduo que assumirá a responsabilidade dos pagamentos e multas em caso de inadimplência por parte do inquilino.
– Seguro Fiança: valor entre 2 e 3 aluguéis que o inquilino deve contratar para garantir a segurança do proprietário do imóvel.
 Fiança Bancária: um banco escolhido pelo inquilino e que através de um seguro contratado, emite uma garantia para que o valor do aluguel seja pago, caso o inquilino não o faça.
– Depósito: O mais usado em locações residenciais, o depósito nada mais é do que o adiantamento de dois ou três mensalidades do aluguel, porém, eles são depositados assim que o contrato é assinado. O depósito é devolvido no final do contrato, usado para garantir os pagamentos dos últimos meses em caso de desistência ou até pode ficar preso, caso o inquilino devolva o imóvel com alguma avaria.

Contrate um corretor

Alguns proprietários acham que isso é desnecessário, mas, lembre-se que um corretor é um profissional do mercado imobiliário. Portanto, ele mais do que ninguém sabe os melhores meios para alugar seu imóvel de forma rápida e segura.

Além disso, pense que você terá uma pessoa responsável por todas as burocracias, como documentações, taxas e etc. Caso você não tenha muito tempo livre, essa é sem dúvida sua melhor opção.

Outra vantagem é não ter que lidar diretamente com o inquilino, apenas fazer cumprir ordens e deixar os direitos deles garantidos através de um terceiro, praticamente um desvio das dores de cabeça que possam existir. Não total, mas de uma boa parte delas.

Faça um contrato

Obviamente é preciso fazer um bom contrato de aluguel para evitar qualquer tipo de problema posterior ao aluguel. Esse documento deve ser bem detalhado e seguir as determinações da lei do inquilinato.

No contrato devem ser detalhados tempo de duração da locação, tempo mínimo e máximo, bem como valor do aluguel, quem vai morar no local, endereço do imóvel, possibilidades de reajustes, condições para devolução do imóvel antes do prazo e no término do contrato, além de possíveis seguros e clausulas de manutenção do local, estipulando as responsabilidades de cada parte.

O contrato deve ser assinado por ambas as partes e registrado em cartório para ter validade.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Afaste a corrupção do seu condomínio

Veja como evitar que esse problema aconteça no seu condomínio

Veja como evitar que esse problema aconteça no seu condomínio

“A falta de transparência resulta em desconfiança e um profundo sentimento de insegurança”. Frase do Dalai Lama pode parecer repetitiva, mas se encaixa como uma luva quando o assunto é transparência e boas práticas de gestão no condomínio.

É uma dúvida frequente que assola os síndicos bem intencionados. Como evitar ser alvo de acusações injustas transmitir mais confiança aos moradores?

E quanto aos condôminos, como impedir que uma gestão corrupta se instale em seu condomínio?

Primeiro, é importante frisar que não há uma receita definitiva de como manter a corrupção, o desvio de dinheiro e a má gestão longe dos condomínios.

O que se pode fazer em todos os lugares, porém, é ter uma gestão transparente que permita acompanhar, de perto e sistematicamente, os gastos do condomínio.

Para isso, o seu condomínio (ou a sua gestão) deve contar com pelo menos alguns desses itens. Mas, de preferência, todos. Veja:

  • Moradores participativos: quando os moradores acompanham a gestão e vão nas assembleias, o condomínio todo tende a seguir o que foi acordado. Mas quando as reuniões vivem às moscas, esse pode ser o sinal verde de que “a ocasião faz o ladrão”. É aí que o gestor mal intencionado vê pista livre para agir.
  • Conselho ativo: quando o conselho não se reúne com frequência, e “olhar as pastas” se resume a uma passada de olhos nos documentos – mesmo sem saber o que aquilo significa – é mais um sinal verde para o síndico mal intencionado. “O ideal é que o conselho saiba lidar com os números e conheça os balancetes do condomínio. É importante também fazer uma ata de todas as reuniões e disponibilizá-las para os demais moradores”, assinala Rosey Schwartz, professora do curso de gestão condominial da Escola Paulista de Direito.
  • Gestão transparente: manter a massa condominial bem informada e deixar os condôminos sempre à vontade quando forem questionar algum gasto, ou pedir para ver a pasta do mês é sempre sinal que o gestor não tem nada a esconder. Optar por empresa administradora que ofereça um portal onde se possaacompanhar os pagamentos feitos pelo condomínio também demonstra transparência e poupa o síndico de desgastes.

O bom síndico é aquele que consegue passar confiança para os moradores e, assim, exercer uma gestão tranquila e positiva. Mas isso só é possível conquistar com muita transparência e umapostura pautada sempre pela ética. Qualquer deslize é fatal, a confiança vai embora. Uma auditoria preventiva independente também pode ser muito útil no sentido de reforçar a segurança e conficança dos moradores, ressalta Julio Paim, diretor do SíndicoNet.

Tipos de fraude

Praticamente, qualquer serviço ou compra efetuada pelo condomínio é passível de fraude. Veja alguns tipos mais comuns:

  • Superfaturamento de serviços: o síndico pede uma porcentagem do valor de uma obra/serviço à empresa que irá executar o trabalho no condomínio. Muitas vezes, pode fazer isso com todas as empresas que oferecem orçamento.
  • Reembolso para o síndico: muitas vezes o gestor pode gastar, sem prévia autorização, um certo montante.Geralmente, esse valor é aprovado previamente em assembleia. Ter essa autonomia não é o problema. Só deve-se saber onde o dinheiro foi gasto.

“Mais importante do que limitar ou não esse gasto, é cobrar comprovação de sua aplicação adequada no condomínio”, explica o advogado especialista em condomínios André Junqueira. O que quer dizer que não basta que o gestor apresente as notas ficais (sempre preferível a recibos). Os gastos discriminados ali devem estar de acordo com o que se espera da função de síndico.

  • Não pagamento de impostos/encargos: esse tipo de desvio é mais difícil de pegar, principalmente se no conselho não houver ninguém mais capacitado a fazer esse tipo de análise. (saiba mais sobre auditoria abaixo)
  • Serviços emergenciais ou de difícil comprovação: quando há diversas manutenções em locais comotelhado, para-raios, canos subterrâneos cujo reparo sempre é feito de maneira emergencial (sem diversos orçamentos e sem prévia autorização assemblear)
  • Recebimento de cotas atrasadas: caso não haja o acompanhamento correto, o gestor pode receber diretamente do devedor o dinheiro de cotas em aberto e não repassar o valor à conta do condomínio.

Auditoria preventiva

Um serviço que ajuda, e muito, o condomínio a perceber logo possíveis desvios e atos de má gestão é a auditoria preventiva feita por uma empresa independente.

Diferente do que muitos acreditam, esse tipo de serviço pode não ser tão pesado para o condomínio, uma vez que o custo para cada unidade pode não ser superior a R$ 5 mensais.

“O valor do serviço depende de itens como o volume de documentos a serem analisados todos os meses, número de funcionários, de unidades”, explica Marcos Roberto, auditor e diretor da Odara auditoria, empresa especializada em condomínios.

Com o acompanhamento mensal dos gastos do condomínio fica muito mais simples – e barato – de detectar problemas como má fé ou falta de conhecimento na gestão.

“Até hoje, nunca pegamos um condomínio que não estivesse com pelo menos alguma coisa pequena errada. E um imposto atrasado já pode receber 20% de multa. Dependendo do valor, se ninguém checar e for atrás, isso vira uma bola de neve enorme para o condomínio”, explica Danilo Sidney Lima Oliveira, auditor e perito judicial e diretor da Destaque Auditores Independentes.

Como funciona?

A auditoria faz o papel de ver se as contas do condomínio “batem” com as notas fiscais oferecidas, se tudo que deveria entrar para a conta do condomínio realmente está lá, na data correta.

Se quem está em dia com o condomínio realmente pagou. Se as notas fiscais apresentadas realmente representam serviços prestados ao condomínio.

Mas o papel da auditoria não termina aí.

“Também é importante fazer um trabalho de campo. Saber se o valor pago por determinados serviços é o de mercado. Fora isso, também checamos a situação de parceiros do condomínio, como empresa terceirizadora, de segurança, etc.”, aponta Marcos Roberto.

Como contratar

O ideal é que a contratação desse tipo de serviço seja posta em pauta em uma assembleia, e aprovado pela maioria simples dos presentes. Dessa forma, não são necessários maiores debates acerca do assunto.

Caso o síndico concorde a princípio com o serviço, mas comece a “enrolar” para contratar uma empresa, o conselho pode aí cumprir seu papel e dar encaminhamento ao que foi decidido em assembleia.

“Se nem assim for possível contratar a auditoria, um quarto dos condôminos pode convocar uma assembleia e pedir explicações para o síndico sobre o assunto. Inclusive, isso pode posteriormente caracterizar má gestão do síndico”, explica Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet.

Alternativas

Uma forma pouco ortodoxa de se contar com auditoria no condomínio é quando um morador, ou um grupo, contrata por si só o serviço, arcando com o investimento. Caso se comprove algum vício ou algo que caracterize má gestão, os condôminos têm, então, provas mais factíveis para pedir que o síndico deixe seu posto.

De que lado está a administradora?

Quando se percebe um rombo nas finanças do condomínio, muitos se perguntam sobre o papel da empresa administradora de condomínios. Não deveria ela ter avisado os condôminos sobre atos praticados ali que pareciam no mínimo estranhos?

Essa é uma questão delicada e polêmica, visto que diversas fontes deram pontos de vista opostos para essa pergunta.

“Muitas vezes as administradoras são omissas em relação a esse tema, ficam com medo de perder o cliente caso apontem as irregularidades”, assinala Nilton Savieto, síndico profissional.

Para Gabriel de Souza, proprietário da administradora Prop Starter, é sim dever da administradora avisar, pelo menos ao conselho, quando o síndico dá sinais claros de erros ou má fé na gestão do condomínio.

“Se a empresa sabe que o gestor está cometendo um crime, por exemplo, e não fala nada, guarda para si a informação, como isso seria algo que não ser cúmplice?” argumenta Gabriel.

Para ele, nesses casos, o indicado para a administradora é sempre chamar para conversar um conselheiro que não seja tão próximo ao síndico e expor os fatos.

Mas para outros especialistas, esse nem sempre é o papel da administradora avaliar o desempenho do síndico.

“Quando contratada, a empresa fica subordinada ao síndico. Daí, muitas vezes pode ficar amarrada a essa situação”, pesa Danilo Oliveira.

administradora, porém, deve ajudar com boas práticas de mercado, como oferecer a prestação de contas mensal, e garantindo que as contas do condomínio sejam auditáveis. Para isso, a contabilidade deve seguir parâmetros internacionais.

Síndico errou – e aí, como fica?

O que acontece quando fica realmente comprovado que o gestor errou, seja por ignorância ou má fé?

O condomínio tem, sim, como se defender de atos ilegais do síndico, como explica o advogado André Junqueira.

“O síndico pode ser processado de 3 formas: administrativamente, civilmente e criminalmente.

Em âmbito administrativo, o condomínio pode aplicar penas como multa, inelegibilidade e outras, recusa de emitir quitação da unidade (no caso de ser condômino), dependendo da convenção e do contrato, nesse último caso, se for síndico profissional.

Na esfera cível, pode-se mover ações judicial, especialmente indenizatória, para obter de volta todo o prejuízo sofrido.

E, perante a justiça criminal, o síndico pode ser até preso pela prática de crimes como apropriação indébita e outros aplicáveis”

Má fé ou má gestão?

É extremamente importante que haja uma diferenciação clara sobre uma situação e outra.

  • má fé ocorre quando o gestor realmente tem intenção em levar vantagem da situação, como, por exemplo, superfaturar obras e apresentar notas fiscais de almoços pessoais para serem pagos pelo condomínio.
  • Já a má gestão nem sempre é fruto de intenção, pode ser apenas desconhecimento. Deixar o condomínio sem AVCB pode ser considerado negligência e um sinal claro de má gestão, mas não pode ser considerada do de má fé se o síndico não sabia que precisava renovar o documento.

Mesmo não sendo intencional, a má gestão pode levar o síndico a perder o cargo e, dependendo do caso e comprovada a negligência, responder na justiça pelos seus atos.

Boas práticas

Não se trata de colocar todos os síndicos no mesmo balaio de corrupção. Para nós, do SíndicoNet, é claro e cristalino que a grande maioria dos síndicos é correta e não é corrupta.

Mas como citamos no começo da matéria, infelizmente, não basta ser honesto. Há que se transparecer honestidade também.

Por isso, elencamos abaixo algumas boas práticas para que se alcance um bom nível de transparência:

  • Pequena prestação de contas mensal: todos os meses enviar, junto com o boleto, um resumo das contas do condomínio
  • Plantão de dúvidas: estar disponível para conversar com os moradores pessoalmente, pelo menos duas vezes por mês, é fundamental. Crie o hábito de avisar os moradores, usando cartazes ou comunicados em áreas comuns, sobre data, horário e local do encontro
  • Comunicação periódica: um pequeno resumo todas as semanas, ou a cada quinze dias, mostrando o que está sendo feito no condomínio é uma ótima maneira de ser transparente. Explicar as etapas de uma grande obra, ou mostrar o que está sendo feito com o dinheiro economizado na conta de água, por exemplo, também é de grande valia
  • Aposte em novas ferramentas de comunicação: hoje há diversas ferramentas para facilitar a comunicação do síndico com os moradores. Um bom exemplo são sites para condomínios, que podem centralizar ali todas as demandas do síndico por parte dos moradores
  • Conversas com o conselho: tão importante quanto estar disponível para a massa condominial é poder dirimir qualquer dúvida que os conselheiros tenham. Não os deixe sem resposta
  • Seguir o que for decidido em assembleia: se foi decidida a contratação de um serviço, o mesmo deve ser feito. Evite ao máximo ‘burlar’ o que foi acordado em assembleia

Casos reais

Sob a condição do anonimato, alguns profissionais da área de condomínio relataram ao SíndicoNet histórias de como lidaram com má gestão e corrupção Veja o que é possível aprender com esses casos e evitar que o mesmo aconteça no seu condomínio.

Caso 1: Reembolso sem fim

“Nós da administradora estávamos recebendo muitos recibos para reembolso do síndico de coisas que considerávamos estranhas: almoço com cerveja em restaurantes longe do condomínio, recibos de botijão de gás – sendo que no local o gás era encanado – e muitos recibos de manutenções feitas às pressas, em locais de difícil acesso.

Explicamos ao síndico que não iríamos pagar diversos custos. Nesse meio tempo, chamei um conselheiro, com quem tínhamos melhor relacionamento, para conversar aqui. Ele trouxe outro conselheiro e mostramos a situação.

Os dois ficaram perplexos, mas entenderam a situação. Eu pedi discrição deles, mas no dia seguinte o prédio inteiro já estava a par da situação.

Como faltava apenas um mês para acabar a gestão dele, esperaram a assembleia de aprovação de contas e eleição para tirar as dúvidas.

Incrivelmente, o síndico assumiu tudo o que fez. Mas disse que fez por desconhecimento. Suas contas não foram aprovadas. E ele ainda quis se candidatar para síndico! Teve apenas um voto”

Caso 2: O mistério das latas de tinta

“Nós já administrávamos o condomínio há uns 20 anos. Sabia que para pintar, eram necessárias 110 latas de tinta. Fizemos o pedido. Dali alguns dias, o zelador pediu mais 75 latas. Disse que deu errado uma parte da pintura, que teve que raspar… eu achei a história mal contada, e fui perguntar para o síndico se devia mesmo fazer o pedido.

Ele disse que sim, e rápido. Foi ríspido. Eu alertei que havia algo estranho acontecendo, e ele disse que confiava no funcionário.

Depois da chegada das 50 latas de tinta, o zelador novamente me ligou pedindo mais 70 latas. Aí tive certeza de que havia algo de errado.

Fui conversar com um conselheiro, que se mostrou um tanto relutante com a situação. O síndico era um senhor, com posses. Não dava mesmo para entender a necessidade de se roubar umas latas de tinta.

O conselheiro me pediu uma reunião para dali a dois dias. Disse que iria averiguar ao máximo o que havia ocorrido.  Fui, então, ao condomínio. Cheguei lá e perguntei, ao zelador, sobre as latas. Haviam apenas 15 no local. Ninguém sabia onde estavam. O zelador disse que já tinham sido usadas – o que era pouquíssimo provável de um dia para o outro.

Disse aos porteiros que alguém tinha que saber para onde as latas tinham ido, porque claramente não tinham sido usadas no condomínio. Que ia ter polícia no prédio, em breve, porque estava pedindo as imagens da CFTV.

Um porteiro, então, me confidenciou que sim, era o zelador quem estava tirando as latas de tinta de dentro do condomínio. Mas que o síndico sabia, uma vez que as latas estavam indo para a empresa do gestor.

Com essa informação em mãos, fui conversar com o conselheiro, pessoa honesta e acima de qualquer suspeita. Ele disse para marcarmos uma reunião todos juntos, para esclarecermos o caso.

O zelador nós mandamos embora por justa causa – ele não quis entregar o síndico. O gestor, por sua vez, apenas avisou o conselheiro que abriria mão do cargo e que não compareceria a reunião por não estar se sentindo bem. Disse que as latas de tinta voltariam para o condomínio.

O funcionário demitido ainda tentou, pela via judicial, se demitir, para não ficar com a ‘carteira suja’. O juiz do trabalho não aceitou quando mostramos as provas da sua participação no esquema de desvio das latas de tinta.

Até hoje o síndico desse condomínio é esse mesmo homem, que já foi conselheiro.”

Caso 3,  A aplicação fantástica

“Havia um síndico que a gente já prestava atenção devido aos excessos de serviços emergenciais efetuados no condomínio.

O empreendimento ia bem, mas, ao fazer o balancete, descobrimos um saque de R$ 40 mil do fundo do condomínio, feito pelo síndico. Ligamos para saber o que estava ocorrendo. Ele me disse que colocou odinheiro em uma aplicação.

Pedi o extrato do banco para comprovar, e ele se negou a me mandar. Como eu estava fazendo o balancete para colocá-lo no verso dos boletos, escrevi “R$ 40 mil sacados pelo síndico, para possível aplicação, sem comprovação”.

No dia seguinte, ele estava aqui na empresa, esbravejando. Infelizmente (ou felizmente), os boletos já tinham sido impressos e/ou encaminhados por e-mail para os moradores.  Disse que estava pronto para me corrigir perante os moradores. Só queria mesmo um extrato do banco. Ele não quis me mostrar.

Pediu-se uma assembleia para explicar o que havia sido feito com o dinheiro do condomínio.

Nesse ínterim, o gestor sacou mais R$ 20 mil da conta do condomínio.

No dia da assembleia, ele fez um depósito, em cheque, e mostrou para todos na assembleia que estava quite com o condomínio.

Disse que havia colocado o dinheiro em uma aplicação que renderia 2,5% por mês ao condomínio. Sorte que havia pessoas que trabalhavam em banco e disseram que essa taxa não era prática comum. Outros quiseram saber onde era essa ‘maravilha’ para poderem investir também.

Como não havia ninguém interessado na vaga, ele permaneceu no posto. Então, deu a entender que dispensaria os nossos serviços. A assembleia se revoltou e disse que para ele ocupar o cargo, a condição era nos manter na administração.

Nós demos as nossas condições: síndico e administradora, juntos, assinariam os cheques do condomínio, a empresa decidiria e ofereceria suporte quando fossem necessárias obras (sempre indicaríamos os fornecedores) e não pagaríamos mais nada que não fosse orçado previamente.

Ele devolveu o que devia ao condomínio, e entregou o cargo no ano seguinte.”

Caso 4, Rombo nas contas

Muita gente deve contratar um síndico profissional pensando que essa vai ser a saída para os problemas de falta de tempo de fiscalizar a gestão condomínio, o que geralmente não é o caso.

Faço parte do conselho do meu condomínio e já fui síndico. Como o condomínio é pequeno, optamos pelos serviços de um gestor profissional.

Só que, infelizmente, nós não acompanhamos o trabalho como deveríamos.

O novo gestor trocou a empresa terceirizada por outra. Disse que não haveria multa rescisória. Ninguém do conselho foi atrás, porque a nova empresa era muito boa.

Depois, contratou um serviço emergencial de desentupimento no valor de R$ 14 mil. Ele disse à administradora que havia pago do próprio bolso, e pediu o reembolso pelo serviço.

Detalhes: na verdade, havia multa sim, uma vez que a dispensa à empresa não foi motivada. Além, é claro, do serviço de desentupimento que não foi pago ao prestador de serviços, o síndico embolsou todo o valor. Ou seja: pelo menos R$ 35 mil de prejuízo aos cofres do condomínio.

Ficamos muito surpresos por não termos sido alertados pela administradora. Mas a empresa, muitas vezes, não se vê na obrigação de fiscalizar os atos do síndico.

Agora contratamos um advogado especializado em condomínios para reaver esses valores. Mas que fique a lição: é fundamental que o conselho do condomínio seja ativo. Não importa se síndico profissional ou morador: estar atento aos feitos do gestor é sempre de suma importância”

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Casa em ordem: 10 dicas para organizar a sala de estar

Acomodar no ambiente somente o que é utilizado quando se está nele é uma das sugestões mais importantes

A sala de estar é o ambiente mais público de nossa casa, um verdadeiro cartão de visitas. Nesse local, acolhemos amigos e familiares e confraternizamos. E cuidar para que tudo tenha um setor específico nesse cômodo facilita a rotina de organização. Mais ainda, garante o bem-estar de todos, sejam moradores ou visitantes.

Sala de estar bem organizada (Foto: shutterStock)

O segredo é sempre deixar apenas o essencial para o ambiente (Foto: shutterStock)

Quem não gosta de beleza e requinte, com tudo organizado e bem-disposto? Chegar em casa depois de um dia de trabalho ou estudos e encontrar a sala lindamente aconchegante é uma delícia. Para que isso aconteça, contudo, é preciso manter nesse ambiente o que a ele pertence. Parece simples ou lógico demais? Na verdade, muitas vezes, acumulamos na sala inúmeros itens que poderiam estar acomodados em outros lugares da casa, evitando excessos desnecessários.

A Revista do ZAP separou 10 dicas com a consultora de organização, Rosângela Campos que serão valiosas para sua casa. Veja:

1. Mantenha no ambiente uma caixa de primeiros socorros eletrônicos, com carregadores, fios, pilhas e adaptadores;

Rolos vazios de papel higiênico podem ajudar a organizar os fios (Foto: Reprodução/ ourthriftyideas.com)
Rolos vazios de papel higiênico podem ajudar a organizar os fios (Foto: Reprodução/ ourthriftyideas.com)

2. Tenha uma lanterna em um local estratégico para evitar tumulto quando faltar luz;

3. Deixe um cofrinho para as moedas à disposição. É um excelente motivador de economia doméstica;

4. Pufes com abertura, no estilo baú, são úteis para guardar mantas, álbuns de fotos e outros itens. Aposte numa peça dessas na sua sala;

5. Utilize fotografias no ambiente para rever lembranças esquecidas e queridas. Pode ser, inclusive, em um porta-retratos digital;

6. Dedique um pequeno espaço para expressar sua religiosidade. Ele pode ajudar você e acalmar seu coração em momentos difíceis;

7. Utilize um cesto para acomodar bolsas ou pastas. Isso evita que fiquem soltas em sofás ou mesas;

8. Tenha flores! Elas embelezam e dão boas-vindas;

flores artificiais

Flores dão charme à decoração9. Organize uma bandeja bem bonita com velas, taças e garrafas. Fica muito chique!

10. Por fim, deixe na sala somente o que é da sala. O que isso significa? Documentos, por exemplo, podem ficar no escritório. Medicamentos, por sua vez, no guarda-roupas. E assim por diante.

Fonte: ZAP Imóveis

Aprenda a utilizar formas geométricas na sua decoração

Elementos em formato geométricos na decoração deixam a composição mais moderna e descolada. Mas você sabe como utilizá-las? Aprenda como a seguir.

A decoração de interiores possibilita uma gama gigante de estilos para se inspirar na hora de compor o lar. Cada centímetro ganha mais vida quando há um projeto decorativo pensado especialmente para aquele espaço.

É comum que, com o passar dos anos, para tornar a decoração de uma casa mais moderna e de acordo com as tendências de decoração durante mais tempo, decoradores e amadores optem pelo uso de elementos geométricos na composição dos ambientes.

Isso pois as estampas e composições geométricas só se atualizaram com o tempo. Afinal, a gama de cores, de degrades e de texturas no mundo da decoração cresce cada vez mais a cada dia.

Outro motivo para que o uso de formas geométricas seja quase unanime é que redecorar uma casa ou um apartamento, por menor que seja a metragem do imóvel, é algo que exige tempo, investimento financeiro, planejamento e, principalmente, paciência.

Porém, cuidado! Quando a ideia é apostar em elementos geométricos para decorar o lar é possível que, em meio a tantas opções, haja uma sobrecarga de referências.

Mas agora vamos para o que interessa! Confira a seguir as dicas para acertar em cheio e se inspirar na hora de usar a geometria na sua decoração:

A primeira dica é para aqueles que são mais sutis e querem utilizar elementos com formas geométricas para compor o ambiente e não como foco principal do lugar. É possível e está bastante em alta o uso de almofadas e lençóis decorativos, que contam com estampas e sequências geométricas.

Você pode utilizá-las principalmente no quarto, para dar mais vida e personalidade ao seu espaço.

Outra dica, que serve para diversos cômodos do lar, é apostar na demarcação de linhas visuais e de cores utilizadas na composição. Por exemplo: manter uma cartela pequena de cores por todo o banheiro, além de deixá-lo mais unificado, auxilia na formação de sequências geométricas.

Hoje em dia, para aqueles que são mais modernos e descolados, existe até mesmo móveis que seguem formas geométricas e tornam-se o centro das atenções para os ambientes escolhidos.

No exemplo abaixo podemos ver que a varanda, sem muitos elementos, tem toda sua atenção voltada para a cadeira suspensa em forma de casulo, com material que tem desenhos triangulares em todo seu entorno.

Para ambientes maiores, misturar composições geométricas pode funcionar bastante em elementos de formas e texturas diferentes.

Está muito em alta também os tapetes com estampas geométricas. Seja qual for a composição de cores presente no tapete, ele irá ditar os tons que mais ornarão com seu ambiente.

E, que tal fazer uma composição de quadros em formato quadrado, todos alinhados e com imagens que conversam entre si? As linhas em sequência, além de ampliarem o local, dão equilíbrio visual ao cômodo.

Gostou dos exemplos e dicas? Todos os ambientes fazem parte do decorado do edifício Ybyrá, da Paes & Gregori, que apostou na modernidade e no charme, que são conceitos principais do empreendimento, na hora de se inspirar.

E então? Pronto para ir atrás do seu novo lar e deixá-lo cheio de estilo?

* A Paes & Gregori construiu, ao longo de 23 anos de atuação, uma trajetória de sucesso e reconhecimento no mercado imobiliário. A empresa presa pelo investimento em pesquisas, na formação de seus profissionais, em modernas técnicas construtivas e, acima de tudo, na satisfação de todos.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Condomínios e débitos trabalhistas de empreiteiras

Condomínio deve escolher bem empresa, ou poderá arcar com direitos trabalhistas em atraso

Condomínio deve escolher bem empresa, ou poderá arcar com direitos trabalhistas em atraso

A contratação de uma empresa para executar uma benfeitoria no condomínio deve ser sempre cercada de muitos cuidados. Como geralmente esse tipo de ação demanda bastante dinheiro, o síndico deve, sempre, analisar diversos fatores antes de se decidir por uma empresa em detrimento de outras.

Se ficar de olhos abertos quando o preço é muito mais barato já era uma questão importante antes, para ter certeza que a empresa iria finalizar a obra, agora, ficou fundamental, como explica o especialista Zulmar Koerich.

Isso porque, desde o ano passado, o TST entendeu que se o condomínio não teve a cautela de procurar saber sobre a idoneidade econômica e financeira daquela empresa, deverá, sim, se responsabilizar por débitos trabalhistas dos funcionários que trabalharam ali.

Em resumo: INSS, FGTS, auxílio-alimentação, entre outros, poderá ser cobrado do condomínio caso a empresa não pague corretamente aos funcionários da obra.

Assista ao vídeo e saiba como evitar esse tipo de situação no seu condomínio

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Saiba como transformar os quartos em ambientes mais leves

Uma boa noite de sono depende bastante do ambiente em que você está. E o pessoal da habitissimo irá te mostrar como transformar seu quarto a seguir.

Você já parou para pensar que o quarto é provavelmente o ambiente em que você passa cerca de um terço de sua vida? Considerando a rotina de uma pessoa normal, que descansa em média 8 horas por dia, é fácil chegar a essa proporção e logo perceber a importância que o quarto possui para o seu conforto e bem estar a longo prazo.

Para que o ambiente possa ser favorável a bons momentos de sono e relaxamento, é necessário que ele tenha um toque de leveza, e foi pensando nisso que nós elaboramos essa série de dicas em parceria com o site Habitissimo.

Paredes que transmitem tranquilidade

Embora muitas pessoas prefiram apostar em cores vibrantes para o quarto – e não há nada de errado nisso – o ideal para quem deseja um ambiente mais leve e que estimule o descanso é apostar nas cores suaves.

De acordo com os estudos apontados pela cromoterapia, duas cores recomendadas para o quarto são o azul, que é considerado tranquilizante, e o verde, que é visto como a cor da cura, contribuindo também para acalmar pessoas muito agitadas.

Organização faz a diferença

É comum as pessoas dizerem que se encontram na própria bagunça. Porém, se o objetivo for criar um ambiente mais leve no quarto, o ideal é que essa bagunça seja reduzida ao mínimo possível e que predomine a organização.

Personalização é essencial

Não há nada melhor do que entrar no seu quarto e reconhecer nele traços da sua própria personalidade, como objetos decorativos que possuem um significado especial para você, além de fotos de momentos felizes com os amigos e familiares.

Por isso, não tenha medo de criar um painel de fotos em seu quarto, assim toda vez que olhar pra ele terá a sensação boa de recordar momentos importantes de sua vida.

Cama arrumada é essencial

Sabe aquele conselho de mãe para arrumar a cama que muitas vezes você fingia que não estava escutando? Pois bem, ela tinha razão, uma cama arrumada pode fazer toda a diferença na leveza de um quarto.

Além de proteger a cama da poeira e outros resíduos que poderiam se acumular sobre ela durante o dia, a roupa de cama bem arrumada faz com que você se sinta mais confortável ao entrar no quarto depois de um dia estressante.

Cheirinho de conforto

Ao entrar em um ambiente, uma das primeiras coisas que chegam até você é o cheiro dele, embora muitas vezes esse detalhe acabe por passar despercebido em meio a tantos estímulos. Por isso, vale a pena investir no poder das essências, que podem trazer diversos benefícios para o seu bem estar e relaxamento.

Procure um cheirinho que lhe agrada e que traga boas sensações e espalhe logo pelo seu quarto.

O sol que renova

Você pode até não perceber, mas o sol possui o grande poder de renovar as energias do ambiente e torná-lo mais leve, por isso é fundamental que você mantenha as janelas abertas durante um período do dia para permitir a entrada dele no quarto.

Existem pesquisas que mostram a relação do sol até mesmo no combate à ansiedade e ao estresse, então está mais do que provada a importância do sol em seu quarto.

Um pouquinho de natureza nunca é demais

As plantas também são grandes aliadas quando o objetivo é tornar o ambiente mais calmo e aconchegante, e isso faz com que elas sejam ótimas opções para serem inseridas no quarto.

Além de trazer benefícios para o seu conforto, as plantas também auxiliam no combate de diversos sintomas relacionados ao estresse, como por exemplo dores de cabeça e ansiedade, então não perca tempo e insira já um pouquinho de natureza em seu quarto.

A vez das formas orgânicas

Talvez você nunca tenha pensado nisso, mas um estudo de Harvard mostrou que as formas mais orgânicas, como os círculos e objetos arredondados são capazes de tornar o ambiente mais aconchegantes do que as formas angulares ou pontiagudas. Leve isso em consideração ao escolher os objetos e móveis que irão compor a decoração de seu quarto!

* A Habitissimo atua há oito anos como uma ponte entre oferta e procura no setor de obras, reformas, decoração e serviços domésticos em todo país. A página web brasileira já recebeu mais de 2 milhões de pedidos de orçamentos, com uma média de 50 mil pedidos por mês.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Tudo que você precisa saber sobre Dedetização

Tire suas dúvidas sobre a contratação de descupinização, dedetização, desratização, desinsetização, etc.

Tire suas dúvidas sobre a contratação de descupinização, dedetização, desratização, desinsetização, etc.

 

 

Sabemos que a época de maior proliferação dos insetos é na primavera e verão, certo? E que é geralmente nesse período que concentramos os esforços de enfrentamento às pragas no condomínio.

Nem por isso devemos deixar apenas para essa época os cuidados contra baratas, cupins e ratos, certo? Afinal, eles se reproduzem o ano todo.

Em muitos locais, o controle de pragas a cada seis meses pode ser suficiente, mas em diversos outros, não.

Isso porque cada condomínio tem as suas próprias características como: extensão de área verde, tamanho de área comum, proximidade com córregos, se infestações de pragas são comuns ou não.

Por isso, é importante estar sempre de olho na presença desses bichos indesejados – e nos comentários tanto do zelador quanto dos moradores sobre o assunto.

Quando fazer o controle de pragas ou dedetização?

O ideal é manter os cuidados com essas áreas o ano todo. Dessa forma, o empreendimento estará sempre resguardado em casos de uma infestação, por exemplo.

Para isso, manter um contato de prestação de serviços com uma empresa dedetizadora, pode ser uma boa opção.

Porém, vale sempre avaliar as necessidades do seu condomínio para ter certeza da melhor alternativa para as finanças e para a boa conservação das áreas comuns do local.

Além do cuidado recorrente, outro ponto positivo de se manter um contrato anual de manutenção com o prestador de serviço é o valor. Um pacote de cuidados ao longo do ano pode custar até 30% mais em conta do que pagar pelos mesmos serviços de maneira avulsa.

Vale lembrar que para efetuar qualquer contratação que impacte nas finanças do condomínio, o síndico deve referendar a decisão em uma assembleia.

Outra modalidade de contratação para o condomínio é chamar um prestador de serviços a cada seis meses.

“Alguns prestadores de serviço afirmam que o cuidado duas vezes por ano é mais que o suficiente, mas em nenhum rótulo de um bom produto você acha essa indicação. O que a Vigilância Sanitária indica, inclusive, é um acompanhamento mensal das áreas”, pesa Davidson Gula, presidente da Aprag, Associação dos Controladores de Pragas Urbanas.

Também é importante frisar que é responsabilidade do síndico zelar pelas áreas comuns. Caso haja uma infestação – e se isso impactar em prejuízos para o condomínio devido a ausência de cuidados -, o mesmo poderá ter de indenizar a massa condominial.

Contratação

Contratar

Por lidar com pesticidas, é vital que a empresa escolhida para fazer o serviço seja séria e siga todas as recomendações legais.

No estado de São Paulo, pode-se verificar se a prestadora de serviços é filiada a Aprag (Associação dos Controladores de Pragas Urbanas).

A instituição calcula que haja cerca de 1.200 empresas do ramo no estado de São Paulo atuando dentro da lei – e que existam cerca de 1.800 que não seguem a legislação.

O síndico pode se certificar se a empresa está dentro da lei pedindo os seguintes documentos:

  • Licença de funcionamento da Vigilância Sanitária (seja estadual ou municipal)
  • Responsável técnico. É preciso que um biólogo, engenheiro agrônomo, engenheiro florestal, médico veterinário, químico ou farmacêutico  faça parte do quadro de funcionários da empresa
  • A empresa deve estar registrada no conselho profissional do responsável técnico
  • Ter CNPJ e sede própria: o imóvel não deve ser utilizado para outros fins que não o de sede da empresa

Além desses cuidados, também é importante saber se a empresa trabalha com o conceito de sustentabilidade.

A lei atual pede que as embalagens de pesticidas devem retornar ao fabricante, evitando assim a contaminação do solo e das águas.

O síndico deve ficar atento também ao orçamento feito pela empresa. A mesma deve oferecer um valor fechado pelo serviço, e não cobrar por litro de pesticida – o que dá margem para cobranças  superfaturadas.

Além disso, o síndico deve, ainda, checar referências sempre que possível de outros condomínios que contrataram o serviço.

Limpeza de caixas d´água

Muitas vezes, é a mesma empresa quem cuida tanto do controle de pragas quanto da limpeza da caixa d´água do condomínio.

O sugerido é que os dois serviços não sejam agendados para o mesmo dia, uma vez que os mesmos funcionários iriam executar as duas tarefas, com os mesmos EPIs, o que não seria indicado.

Execução do serviço de controle de pragas

Após escolher o prestador de serviços, é importante que o mesmo faça uma visita ao condomínio para fazer um diagnóstico preciso do local – e de qual será a estratégia utilizada.

Essa tática também ajuda a escolher de que maneira o produto para baratas será aplicado: pode ser em gel,  pulverizado (líquido em gotas maiores) ou atomizado – com gotas bem menores e mais leves, o inseticida paira no ar por alguns instantes e, assim, consegue penetrar em frestas.

Para evitar os ratos, o mais comum é se utilizar de um porta-iscas, com iscas tóxicas. O rato então come o veneno e vai morrer em seu ninho.

A empresa é responsável por passar todo o tipo de informação sobre a dedetização e desratização para o condomínio. Deve explicar por quanto tempo a área deve ser isolada para evitar a infecção de animais ou humanos.

O prestador de serviços também é responsável por fornecer o EPI (equipamento de proteção individual) adequado para o trabalho – não apenas para seus funcionários, mas também para um funcionário que deseje acompanhar.

O controle físico das pragas também é importante para que o serviço fique a contento. A caixa de gordura do condomínio não pode estar com a tampa quebrada, assim como paredes não devem apresentar rachaduras ou fissuras.

Os ralos, por sua vez, devem estar sempre tampados.  Esse tipo de informação também deve ser oferecido pelas prestadoras de serviço.

Depois da visita

É importante que os moradores sejam avisados com pelo menos 48 horas de antecedência sobre o serviço executado, justamente para que possam aguardar e não circular em áreas que acabaram de sofrer pulverização.

Verifique junto à empresa se há necessidade de retirar crianças ou animais domésticos durante a aplicação, e sobre a restrição de sua circulação no período posterior, para comunicar aos condôminos.

A lei assegura a garantia de no mínimo 30 dias sobre esse tipo de serviço. Mas, via de regra, as empresas oferecem uma cobertura maior, que varia de três a seis meses. Algumas inclusive aceitam ser acionadas caso ratos morram nas áreas comuns do condomínio, para fazer a remoção do animal.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Síndico profissional

É realmente necessária a regulamentação da função?

 

É realmente necessária a regulamentação da função?

*Rodrigo Karpat 

O perfil do síndico vem mudando ao longo dos anos. Até pouco tempo o síndico era costumeiramente um morador que tinha disponibilidade de tempo por ser um profissional liberal ou por estar aposentado, o qual normalmente exercia o cargo de síndico de forma graciosa e algumas vezes em troca da isenção da cota condominial.

Porém, com a entrada em vigor do Código Civil que passou a viger em janeiro de 2003, o artigo 1.347 trouxe uma novidade, a de que o síndico poderia ser pessoa estranha ao condomínio, não que antes não poderia, mas a inovação foi a previsão na legislação.

Antes do Código estava em vigor o artigo 22 da lei 4.591/64 a qual estabelecia que o síndico seria eleito na forma da convenção, sem qualquer menção de que poderia pessoa estranha ao condomínio.

E, via de regra, as convenções não traziam a opção de síndico não condômino e nas exceções, quando traziam a opção da eleição de pessoa estranha ao condomínio, a situação gerava conflitos de entendimento. Por exemplo: quanto à representatividade perante administradora e instituições financeiras.

Atualmente, é clara e prática habitual no mercado a possibilidade de eleição de síndico estranho ao prédio. Fato que ocorre mesmo quando a convenção, norma de direito privado, assim proíba, uma vez que a lei de direito público, Art. 1.347 do CC, permite.

Desta feita, a norma de direito público (Código Civil) prevalece sobre a norma de direito privado (convenção). E quando houver divergência o ideal seria atualizar a convenção a partir da vigência do código civil de 2002, para não gerar confusões internas.

Esse síndico, pessoa estranha ao prédio, ficou popularmente conhecido como síndico profissional, mesmo que inexista por ora a regulamentação da profissão.

O crescimento da profissão do síndico profissional, se deve, ao meu ver, a três fatores:

Primeiro a imparcialidade do profissional, uma vez que esse não mora no prédio,segundo, o profissional exerce a função com qualificação, uma vez que se propõe a fazer deste trabalho a sua profissão e por fim, o profissional fica atrelado a um contrato de prestação de serviços.

Não quer dizer que não existam excelentes síndicos moradores e síndicos profissionais desqualificados, mas em tese o profissional tem se preparado cada vez mais para substituir o síndico morador, quando o prédio tiver essa necessidade. Lembrando que a maioria dos síndicos profissionais já foi algum dia síndico morador.

Da profissionalização para a regulamentação da profissão é um caminho longo e precisa ser avaliado se é realmente necessário. O STF entende que a regulamentação de profissões é legítima quando houver “potencial lesivo” na atividade que ele exerce e o inequívoco interesse público.

Conforme aduzido na Constituição Federal Inciso XIII do Art. 5º:

“XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;”

E ainda no Constituição, o Parágrafo único, do Art. 170:

“Parágrafo único. É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei.”

Ou seja, o exercício de uma atividade econômica como a de síndico profissional não requer necessariamente a regulamentação. Atualmente existem mais de 2.400 ocupações reconhecidas pela Ministério do Trabalho e pouco mais de 79 profissões regulamentadas.

E caso seja necessário regulamentar a profissão de síndico profissional, o caminho a seguir passa por: Lei de iniciativa do Congresso Nacional, recomendável que haja o reconhecimento da ocupação pela Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, o exercício da profissão deve ser vinculado ao interesse público e deve haver condições para fiscalização do exercício profissional.

Existe uma nota técnica da assessoria jurídica do Senado por solicitação do Senador Hélio José, a qual se manifestou no seguinte sentido:

É muito comum confundir regulamentação profissional com o reconhecimento da profissão e com a garantia de direitos, quando, na verdade, regulamentar significa impor limites, restringir o livre exercício da atividade profissional, já valorizada, reconhecida e assegurada constitucionalmente.

O poder do Estado de interferir em determinada atividade para limitar seu livre exercício só se justifica se o interesse público assim o exigir.

Sobre o tema da regulamentação de profissões, o Ministro Gilmar Mendes, ao relatar Recurso Extraordinário, em que o Ministério Público Federal e o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo – SERTESP (assistente simples) defendiam a não-recepção, pela Constituição de 1988 (art. 5º, IX e XIII, e art. 220, caput e § 1º), do art. 4º, inciso V, do Decreto-Lei nº 972, de 1969, o qual exige o diploma de curso superior de jornalismo para o exercício da profissão de jornalista, afirma:

A doutrina constitucional entende que as qualificações profissionais de que trata o art. 5º, inciso XIII, da Constituição, somente podem ser exigidas, pela lei, daquelas profissões que, de alguma maneira, podem trazer perigo de dano à coletividade ou prejuízos diretos a direitos de terceiros, sem culpa das vítimas, tais como a medicina e demais profissões ligadas à área de saúde, a engenharia, a advocacia e a magistratura, dentre outras várias.

Na mesma ocasião, o Ministro Gilmar Mendes enfatizou ainda que a profissão que não implicar riscos à saúde ou à vida dos cidadãos em geral não poderia ser objeto de exigências quanto às condições de capacidade técnica para o seu exercício. Eventuais riscos ou danos efetivos a terceiros causados pelo profissional não seriam inerentes à atividade e, dessa forma, não seriam evitáveis pela exigência de um diploma de graduação.

Seguindo a linha de raciocínio até aqui desenvolvida, tais entendimentos, que bem apreendem o sentido normativo do art. 5º, XIII, da Constituição, já demonstram a desnecessidade de regulamentar a profissão pretendida.

Eduardo G. Saad, reconhecido doutrinador justrabalhista, assim define a questão:

Percebe-se que ele (o legislador) age sob a pressão de pequenos grupos interessados na proteção de certas vantagens e de certos privilégios, mediante a eliminação de eventuais concorrentes.

membros através das vias de comunicação entre os vários planos da vida coletiva…

… Essas vias de comunicação não podem ser fechadas por atos do legislador, só justificáveis à luz das conveniências do bem comum. Se persistir em tão perigosa prática, o legislador estará agindo de forma nociva ao desenvolvimento social (CLT Comentada, 21ª ed., 1988, pp. 172-3).

NOTA INFORMATIVA Nº 1.858, DE 2017 Referente à STC nº 2017-05258, do Senador Hélio José, para avaliar a possibilidade de regulamentação da profissão de síndico, uma vez que já existe o curso de tecnólogo em gestão de condomínios. Consultoria Legislativa, 21 de junho de 2017. José Pinto da Mota Filho. Consultor Legislativo

Precisamos lembrar que a Sindicância é um cargo/função, sendo que nos termos do art. 1.347 do Código Civil requer eleição.

Então a sindicância profissional não se trata apenas de contratar um síndico e sim de elegê-lo. Nesse sentido questiono: Os requisitos para ser síndico profissional regulamentado vai de fato trazer síndicos profissionais mais qualificados ou apenas criar uma barreira para o exercício do cargo de síndico?

Essas e outras perguntas somente serão respondidas se de fato tivermos uma regulamentação a qual, por ora, entendo desnecessária pelos motivos acima expostos.

*Rodrigo Karpat, advogado militante na área cível há mais de 10 anos, é sócio fundador do escritório Karpat Sociedade de Advogados e considerado um dos maiores especialistas em direito imobiliário e em questões condominiais do país. Além de ministrar palestras e cursos em todo o Brasil, Dr. Rodrigo Karpat escreve como colunista do site Síndico Net, do Jornal Folha do Síndico e de outros 50 veículos condominiais, é consultor da Rádio Justiça de Brasília, do programa É de Casa da Rede Globo e apresenta os programas Vida em Condomínio da TV CRECI e Por Dentro dos Tribunais do Portal Universo Condomínio, além de ser membro efetivo da comissão de Direito Condominial da OAB/SP.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Saiba como declarar imposto de renda 2018

Prazo para envio dos formulários começa dia 01 de março e vai até 30 de abril

Este mês a Receita Federal começou a receber as declarações do Imposto de Renda 2018, com ano base 2017. A Declaração poderá ser entregue via internet por meio do programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet) ou pelo aplicativo APP IRPF, disponível nas lojas de aplicativos Google Play, para Android, ou App Store, para o iOS. O prazo de entrega é até 30 de abril.

Como declarar imóvel no imposto de renda
A compra de imóveis, financiamento e consórcio devem ser declarados no IR (Foto: Shutterstock)

Quem deve declarar?

Neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2017.

Também deve declarar:

  • Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;
  • Quem obteve, em qualquer mês de 2017, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
  • Quem teve, em 2017, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
  • Quem tinha, até 31 de dezembro de 2017, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
  • Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2017.

Como declarar?

A declaração pode ser elaborada de três formas:

  1. computador, por meio do Programa Gerador da Declaração (PGD) IRPF2018, disponível no site da Receita Federal do Brasil na internet;
  2. Via tablets e smartphones, por meio do serviço “Meu Imposto de Renda”, acessado pelo aplicativo “Meu Imposto de Renda”, disponível também a partir desta quinta-feira no Google play, para o sistema operacional Android, ou na App Store, para o sistema operacional iOS;
  3. computador, mediante acesso ao serviço “Meu Imposto de Renda”, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), com o uso de certificado digital, e que pode ser feito pelo contribuinte ou seu representante com procuração eletrônica.

Restituições

As restituições começarão a ser pagas em junho, e seguem até dezembro, para os contribuintes cujas declarações não caírem em malha fina.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Como decorar kitnet gastando muito pouco

Decorar kitnet ou um apartamento pequeno gastando pouco é possível, nós temos como provar! Confira as dicas que separamos e arrase na sua decoração.

Se mudar para um local pequeno e ficar sem dinheiro para decorar é mais comum do que se imagina, mas saiba que é possível criar um ambiente legal com uma decoração barata e sem gastar muito.

Ter um orçamento baixo não significa que o dono de uma kitnet não deva cuidar da decoração de um apartamento pequeno e simples, pelo contrário!

A animação de decorar um espaço menor existe, e muito! A atividade pode se transformar num lazer muito prazeroso e interessante, basta apostar na criatividade e, claro, na capacidade de garimpar boas peças, buscar inspiração e encontrar boas dicas na internet.

No que depender das dicas, pode deixar que vamos te ajudar agora mesmo.

1. Luminárias
Esse é um item que deixa seu ambiente muito mais charmoso ou divertido, depende do tipo de ambiente que você quer criar.

Invista em luminárias de chão ou até nas pendentes, que são mais baratas e ficam lindas e úteis encima da mesa. Abajur em uma mesa de canto também é uma boa ideia, principalmente se você quer um cantinho – bem cantinho mesmo – de leitura.

2. Piso ou tapete?
O apartamento é antigo e o piso está velho ou danificado, ou então ele apenas não é do seu gosto…. Isso pode acontecer e acontece muito, mas tem uma saída. Não precisa gastar e se endividar com pisos, materiais de construção, diárias de pedreiro e até passar aquele transtorno com obra e ter que limpar aquela sujeira que toda mudança radical deixa para trás.

Só precisa investir em um bom tapete. Isso mesmo! Grandes ou pequenos, lisos ou estampados, com várias opções de materiais e tecidos. Assim fica muito fácil dar outra cara para o chão do seu apartamento. E o melhor é poder trocar o tapete e mudar sempre que achar que deve, algo que fica mais difícil quando se enjoa do piso, não é mesmo?

3. Paredes
Não existe decoração sem mexer nas paredes. E quando se trata delas, existem duas opções baratas e bem simples: tinta ou papel de parede. As paredes coloridas estão em alta, o ambiente pode ser pintado completamente com a nova cor ou podemos apostar em uma única parede pintada com uma cor forte.

Em paralelo a pintura existe a opção do papel de parede, com inúmeras possibilidades de estampas, cores e texturas. Pode ser encontrado em casas de decoração ou até papelarias, em versões bem econômicas.

Para quem quer economizar ainda mais é possível substituir o papel de parede por tecido. Isso mesmo! Enquanto um rolo de papel de parede pode custar de R$19,90 até mais de R$200,00, o metro de um tecido pode ser encontrado a partir de R$2,00 em lojas especializadas.

Prefira um tecido mais grosso e use uma cola especifica para colar a textura na parede. O legal é que o método também pode ser aplicado a móveis, o que permite renovar muito mais do que só o espaço físico do apartamento.

4. Cozinha
Nem sempre um kitnet tem espaço de sala e cozinha separados. Nesse caso você pode separar os dois ambientes através das cores da parede de cada cômodo, com o piso delimitando a divisão de cada ambiente ou até com o uso de itens decorativos nas paredes.

Um bom exemplo econômico para a cozinha é investir em adesivos de parede ao invés de trocar os revestimentos e azulejos do local.

5. Separando cômodos 
Falando em ambientes compartilhados, um apartamento pequeno pode ganhar ares modernos e parecer maior quando eliminamos paredes entre os espaços.

Mas isso não significa que tudo vai virar um cômodo só e que não haverá privacidade em cada local. Nesse caso, uma opção é investir em cortinas, biombos, aparadores e outros itens que vão delimitar as repartições do seu apartamento. É mais original do que muitos projetos de designs de interiores por aí.

6. Tá faltando espaço no chão!
Bom, nesse caso, se o chão não está sendo suficiente… Que tal investir em espaços verticais? Isso mesmo, use as paredes como sua aliada. Acrescente muitas prateleiras e nichos, são itens versáteis, que servem de decoração e para guardar algo que não tenha espaço em armários, como livros, sapatos e objetos menores.

Além disso, são peças que contam com opções muito baratas e que podem ser encontradas em diversos formatos e cores.

7. Brechos
Outra dica legal é garimpar peças decorativas em brechós e lojas populares. Lá é possível encontrar peças variadas e mesclar mesas e cadeiras, estantes, escrivaninhas, além de peças decorativas vintages.

8. Plantas
Sabe o que transforma qualquer ambiente e pode ser comprado com pouquíssimo dinheiro? Plantas! O verde natural tem o poder de transformar qualquer ambiente e ainda traz para o espaço interno a leveza de ter o perfume das flores e a natureza dentro de casa.

Espalhe plantas em vasos grandes ou pequenos, nas paredes como um jardim vertical, na sala, no banheiro, na cozinha, no quarto e em qualquer outro canto. Se existe uma unanimidade em relação às plantas, com certeza é essa: ficam bem em qualquer ambiente.

Por fim, busque utilizar iluminação natural ou cores claras no espaço, isso dá uma sensação de que o ambiente é mais amplo do que realmente é.

Fonte: ImovelWeb

Alteração de fachada: o que pode e o que não?

Alteração de fachada: o que pode e o que não?

Alterar a fachada do prédio: este é um tema muito controverso em condomínios e o que muitas vezes é interpretado de maneira equivocada é a definição de fachada.

Isto ocorre em virtude de um entendimento equivocado de que fachada seria apenas a face do prédio voltada para a rua.

Todavia, não é esta a definição correta de fachada, sendo a mesma constituída de todas as suas faces, sejam a frontal, a posterior ou as laterais.

Portanto, o condomínio ou o condômino não podem simplesmente entender que modificações podem ser efetuadas nas partes laterais do edifício, por supostamente não terem ‘sacadas’ e serem apenas ‘janelas’ ou ‘respiradores de ar’.

Apesar de aparentemente não representar modificações estéticas ou tão ‘significativas’, é entendimento de que se está alterando a fachada. E o quórum para a alteração de fachada é a unanimidade dos condôminos, conforme previsto na Lei 4.591/64, ainda muito utilizada por nossos tribunais, ainda que gerem discussões sobre a aplicabilidade ou não da mesma.

Aliás, o atual Código Civil vigente é claro ao proibir que o condômino altere a forma ou a cor da fachada, trazendo de modo transverso o quórum necessário para eventual alteração, afinal, se toda a coletividade permite a alteração, por óbvio a proibição foi superada.

É importante ainda ressalvar que tal situação é aplicada a todas as unidades, independentemente de sua localização no edifício.

É comum proprietários de cobertura alterarem suas unidades sob alegação de que estariam em um local de pouca visibilidade e acesso de quem se encontra no ‘térreo’ e, portanto, não estariam alterando a fachada. Entretanto, não é correto este entendimento, uma vez que, ainda que não seja tão visível a cobertura, a finalidade e conceito é o mesmo, ou seja, alteração de fachada. E para ser realizado, faz-se necessária a unanimidade para aprovar isso.

E o que fazer caso o condômino altere a fachada sem autorização do condomínio?

Primeiramente, o condomínio deve advertir o condômino por escrito, de que ele está descumprindo uma norma legal, e deverá também verificar em sua convenção e regimento interno os artigos que possam estipular como infração tal alteração, ficando, também, passível de multa, concedendo ao condômino um prazo para desfazimento da obra.

Caso o condômino não cumpra a advertência do condomínio para desfazer a obra, deve então ser adotada a medida judicial para que seja cumprida a determinação legal.

Fonte: CondomínioSC

Conheça as tendências de decoração para o outono 2018

Pensando em renovar a casa para a chegada do outono em 2018? Confira algumas dicas de decoração que serão tendência para essa estação.

O outono chegou e junto com ele vieram várias tendências de decoração que deixarão sua casa com a cara da estação, seja numa mudança sutil na paleta de cor ou na troca dos móveis.

Acompanhe nossas dicas e prepare sua casa para época mais aconchegante do ano!

Pra começar, aquela boa e velha dica que nunca sai de moda: O rosa antigo, rosê ou, conhecido por ai até mesmo como rosa quartzo, é uma cor que caiu de vez no gosto dos profissionais ou amantes de decoração.

Já falamos dele nas dicas de tendências de decoração 2018 e bateremos mais uma vez na mesma tecla, pois, afinal de contas, essa cor  tem realmente tudo a ver com o outono. Com fundo levemente azulado, esse tom aparenta ter uma textura “envelhecida” e pode ser usado em qualquer ambiente, móveis ou elementos decorativos.

Mas calma, pois os tons quentes com fundo terroso também são uma excelente pedida para salas de estar e quartos, principalmente se o cômodo contar com bastante luz natural. Aposte no laranja escuro, laranja avermelhado e no amarelo mostarda, que são cores com uma pegada mais vintage e que ajudam a aquecer o ambiente.

E, caso você queria experimentar essas cores, porém de forma mais discreta, brinque a vontade com os objetos decorativos e acessórios, como molduras e almofadas.

Outra dica que vem lá do passado diretamente para nossa lista de tendência de decoração de 2018 é o veludo. Por si só, o veludo já tem essa característica de aconchego e, por isso, combina muito com ambientes sociais, como sala de estar, biblioteca e escritório.

Apenas com esse acabamento em sofás, poltronas ou bancos, é possível transformar o cômodo em um lugar muito mais sofisticado e com classe.

Para não ter erro, uma dica básica é combinar a cor do veludo com tons neutros, já que o tecido é o elemento principal da decoração. Mas, se o veludo não é sua cara e você não abre mão de investir numa decoração pensada para os dias mais frios, uma ideia é substitui-lo pelo acabamento felpudo, que caí muito bem nos tapetes.

A pele sintética também funciona como uma boa solução para quem quer combinar conforto e elegância.

E tem tendência que surgiu especialmente para móveis e acessórios nesse outono 2018! Invista em peças com formas orgânicas e fluidas que dão sensação de movimento, pois, além de um formato mais original, peças como mesa de centro, poltrona e luminárias em madeira de tons claros ou coloridos também ajudam a quebrar a seriedade do ambiente.

Para criar um contraste legal, aproveite para combinar esses móveis em cômodos mais claros e neutros.

Os quadros também são acessórios decorativos super versáteis e que devem continuar como tendência decorativa em 2018. Hoje em dia você encontra facilmente diferentes modelos de diversos tamanhos e cores, com desenhos abstratos ou frases engraçadas.

É muito legal fazer uma composição com vários quadros variados, mesclando fotos e ilustrações e aplicando molduras estilosas para destacá-los nas paredes. É o tipo de decoração que você precisa ter, já que além de prático, você pode renovar e criar novas composições sempre que quiser, combinando com qualquer ambiente.

Textura de palha ou outros acabamentos mais naturais e rústicos também fazem parte das novidades deste outono. Cestos de chão, acessórios para pendurar, pratos e copos com pintura étnica, vasos e jarros de mesa são opções que ajudam a trazem um clima mais clean para dentro de casa.

Combine com tons neutros como marrom, azul escuro, cinza e branco. Para decorar os vasos, use plantas com muitos galhos e pouca folhagem.

Por último, e não menos importante, aqui vai uma dica valiosa para quem quer investir numa decoração de outono para render até o inverno. Como as duas estações mais frias do ano, abuse a vontade em cores como vermelho, verde militar, marrom e preto.

Para as texturas e estampas, não tem erro: procure sempre pelo couro sintético, madeira e xadrez. Com esses três elementos, você mesmo pode restaurar seu estofado com couro, aplicar mantas xadrez e colocar mais madeira no ambiente.

A gente sabe que estação entra e sai e que nem sempre dá para acompanhar as tendências de decoração na sala, no quarto, na casa inteira. Mas pegando inspiração numa dica ou outra, você mesmo pode criar infinitas combinações com móveis que você já tem e adaptando todo o resto em casa. Inove neste Outono e faça da sua casa seu próprio refúgio quentinho e aconchegante para a estação!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Estratégias empresariais aplicadas à gestão de condomínios

Veja como criar um plano estratégico de sucesso seguindo 8 etapas

Veja como criar um plano estratégico de sucesso seguindo 8 etapas

Já olhou para um condomínio como uma grande empresa e para a função de síndico como a de um CEO?

Caso não, é bom começar, pois independente do tipo ou tamanho do condomínio, o gestor condominial assume atualmente uma posição muito mais estratégica de planejamento, bastante similar ao papel de um executivo de uma grande organização.

Este tema foi abordado pela síndica profissional de grandes condomínios-clube, Taula Armentano, e por Fábio Fiorini, CEO do Grupo FR Vendas e subsíndico do condomínio-clube em que mora, durante a primeira edição presencial do Conexão SíndicoNet, que movimentou recentemente o mercado condominial.

“O grande desafio desse novo profissional é consolidar uma estratégia que vai tornar sua gestão diferente das demais, proporcionando resultados de boa avaliação e mantendo os moradores conectados com o que está sendo feito, e assim conseguindo uma reeleição ou, caso não seja a intenção, permanecendo na função com a certeza de que deixará um legado sólido para os próximos síndicos, sendo recomendado pelo condomínio a outros trabalhos em empreendimentos com dificuldades parecidas”, comenta Taula.

Diante disso, consultamos os especialistas acima para desenhar um plano de mudanças responsável por promover benefícios a todo o condomínio e auxiliar o síndico em suas tarefas diárias, confira:

IMPLEMENTAÇÃO DO PLANEJAMENTO

Fase 1 –  Identifique seus stakeholders

  • Prazo para execução: 30 dias

Um dos primeiros passos na hora de criar um planejamento estratégico é identificar quais são os grupos de pessoas que existem em um condomínio. Deve estar claro o perfil de todos (moradores, funcionários e fornecedores) para que se possa ter em vista suas expectativas e anseios.

Algumas perguntas nos ajudam a saber quem são os stakeholders de um projeto:

  • O resultado obtido no projeto irá afetá-lo de alguma maneira?
  • Eles agregam no projeto de alguma forma?
  • O trabalho exercido por eles impacta o projeto?
  • As decisões tomadas por eles podem alterar o escopo do projeto?
  • Eles impactam o orçamento do projeto?
  • Eles afetam o resultado alcançado pelo projeto?
  • Eles influenciam o atingimento de metas significativas dentro do projeto?

Caso a resposta seja ‘’sim’’ para qualquer uma das perguntas, isso significa que determinada pessoa faz parte dos seus stakeholders.

“Basicamente, eles sempre vão ser aqueles que têm algum tipo de interesse pelo trabalho que o gestor está desenvolvendo: desde os condôminos para quem ele está trabalhando até os funcionários envolvidos nos procedimentos realizados”, explica Taula.

Essa fase dura, em média, 30 dias e envolve também:

  • Ciclo de treinamento com funcionários sobre o novo procedimento de profissionalização do condomínio;
  • Ciclo de alinhamento do corpo diretivo com divisão clara das funções de cada um;
  • Ciclo de divulgação de todas as informações colhidas e executadas nesta primeira fase com os condôminos.

Fase 2 -  Identidade organizacional

Após a primeira fase, fica mais claro definir os três pilares da próxima etapa para identificar as características do condomínio. Essas informações servirão de apoio para a construção de um plano mais preciso e eficiente.

  • MISSÃO: É a razão de existir do empreendimento. Por exemplo, para um condomínio-clube, sua missão pode ser: Oferecer bem-estar, segurança e comodidade aos seus moradores, tudo em um só lugar.
  • VISÃO  É o que o condomínio aspira a ser. Exemplo: Ser referência no bairro como um empreendimento residencial de destaque.
  • VALORES: Conjunto de princípios que servem de guia para o comportamento e as atitudes das pessoas para atingir a visão. Exemplos: Ética, Transparência na gestão, Igualdade para todos moradores, etc.

Fase 3 – Análise do ambiente

Análise SWOT

  • Prazo: 60 a 90 dias

Cada condomínio tem sua própria realidade, pontos fortes e fracos que devem ser muito bem analisados. Para identificar estes pontos, a dica de Taula é adotar a metodologia SWOT (em inglês: Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats), que ela carinhosamente chama de FOFA: Forças, Oportunidades, Fraquezas, Ameaças.

Exemplos:

FORÇAS

  • Equipe engajada com a gestão e preocupada em fazer as “entregas” com qualidade;
  • Alinhamento com fornecedores, implantando metas de entregas ”SLA” nos contratos;

OPORTUNIDADES

  • Apostar na comunicação clara e objetiva para se diferenciar e conquistar confiança dos moradores;
  • Trabalhar com propostas específicas;

FRAQUEZAS

  • Somente projetos pontuais podem ser realizados com a verba existente;
  • Dificuldade de aprovar os investimentos para os projetos;

AMEAÇAS

  • Crise econômica;
  • Orçamentos desequilibrados: receita x despesa;
  • Alto índice de inadimplência;
  • Condomínio sem previsão orçamentaria aprovada em assembleia;

Fase 4 – Construa o mapa estratégico

  • Prazo: 90 dias

Para essa construção do mapa estratégico é fundamental seguir a metodologia do Balanced Scorecard (BSC), que é baseada em quatro pilares -

  1. Perspectiva Financeira: situação financeira atual e futura do condomínio
  2. Perspectiva de Mercado: como o síndico enxerga o cenário futuro para o condomínio
  3. Processos Internos: definição e mapeamento dos processos
  4. Recursos: quais os recursos disponíveis para o síndico e para o condomínio

Esse método tem como finalidade mensurar o desempenho da empresa e ajudar na tomada de decisão e na gestão estratégica, mas é importante lembrar que a capacidade de executar a estratégia é mais importante do que a estratégia em si.

O segredo do BSC está em fazer com que o síndico consiga entender claramente os objetivos de sua estratégiae, a partir deles, chegar à definição das iniciativas estratégicas que devem ser executadas.

“A maioria dos CEOs das empresas falha na execução dos projetos e não na elaboração da ideia, o mesmo ocorre com os síndicos. Sendo assim, traçar objetivos estratégicos mensuráveis por meio de indicadores estratégicos e criar metas é o segredo da boa gestão”, diz ela.

Falando de metas, projetos e processos de forma estruturada dentro de um planejamento estratégico, segundo Taula, não tem como deixar de mencionar o método criado por Peter Drucker, “Teoria da Gestão por Objetivos”, mais conhecido como, S.M.A.R.T.

Todos os projetos e processo devem passar por esta análise, fazendo com que intenções fadadas ao insucesso sejam evitadas. Entenda cada um deles:

  • S – Specific/Específico: A meta precisa obrigatoriamente ser específica, clara e sem dupla interpretação. (Ex. resolver as principais pendências em X meses; aumentar o índice de satisfação em 30%; concluir uma obra; etc.)
  • M – Measurable/Mensurável: Precisamos ter indicadores que nos permitam saber se estamos caminhando em direção às metas, que nos permitam medir a qualquer momento nossa evolução. (Ex. adotar NPS como índice de satisfação (veja mais abaixo); placar de pendências em aberto, concluídas, em andamento; etc.)
  • A – Achievable/Atingível: Metas podem e devem ser desafiadoras, porém, não podem ser impossíveis de realizar no período estabelecido e com os recursos aprovados.
  • R – Relevant/Relevante: A meta precisa estar totalmente relacionada ao objetivo caso não seja é um alerta para revisar a meta.
  • T – Time-based/Temporizável: Ter prazo para executar as metas faz com que o foco das ações da equipe esteja voltado para a obtenção do resultado no prazo.

Fase 5 – Monte um plano de ação

  • Prazo: após aprovação em assembleia do plano diretor ou plano de metas

Definidos os objetivos e metas, e submetido à aprovação dos condôminos, o próximo passo é tirar do papel e executar o projeto.

Este é o momento de apresentar o plano de ação para equipe, mostrando o que será feito na prática para alcançar os objetivos traçados – o síndico é quem define o “como” o condomínio irá atuar para atingir as metas.

Fase 6 – Apuração e acompanhamento dos resultados

Apurar e mensurar os resultados obtidos após a conclusão das tarefas planejadas vão medir as ações e prioridades futuras da gestão condominial. A partir disso, é possível corrigir eventuais erros de procedimento ou concluir que a ação está gerando o resultado esperado.

Nesta etapa, a utilização de ferramentas é indispensável. O gestor pode se organizar usando desde ferramentas mais acessíveis como o Microsoft Excel, até sistemas mais completos como o Microsoft Project para gestão de projetos. Plataformas de sites para condomínios também podem ser úteis para organizar todo o projeto e demandas, assim como softwares de gestão condominial.

“Como trabalho com um programa de gestão de choque desenvolvido por minha equipe, consigo por intermédio dele ter acesso a uma “cabine de comando”, com BI, indicadores principais, modelos de pesquisas, fluxogramas de manutenção preventiva, de limpeza, de segurança, de previsão orçamentaria, etc. E, além disso, faço controles ainda em ferramentas como project, tableau, plataformas google, entre outros no mercado”, conta Taula

Fase 7 – Comunicação constante

A comunicação passou a ser uma ferramenta estratégica de grande importância para o processo de planejamento. Ela é essencial para garantir a transparência de todo trabalho realizado e resultados obtidos para os colaboradores, condôminos e todas as pessoas envolvidas.

Segundo Fábio Fiorini, o grande erro hoje em dia é acreditar que a mesma mensagem chegará a todos por poucos canais e com o mesmo tipo de conteúdo. Para ele, o gestor precisa analisar o perfil dos moradores e definir um planejamento de comunicação que deverá explorar todos os canais possíveis de contato com os condôminos, como comunicados no elevador, e-mails, site do condomínio, etc.

As pessoas têm preferências por diferentes de canais de comunicação (site, e-mail, whatsapp, ou impresso). “A mensagem em cada um destes (canais) precisa ser personalizada, caso contrário não provocará o impacto desejado e as pessoas não entenderão, possibilitando uma avaliação de descrédito”, diz o subsíndico.

Outra dica é personalizar o visual das comunicações por cada assunto, pois uma padronização facilitará o alcance e o entendimento da mensagem. A sugestão é trabalhar layout e/ou cores diferentes, como, por exemplo, verde para os informativos sobre manutenções; laranja para recado do síndico; azul para comunicar sobre investimentos; etc.

Por outro lado, ele resssalta que é fundamental determinar qual será canal oficial - o site do condomínio, por exemplo – que irá armazenar e organizar toda essa comunicação (enquetes, SAC, chamados, documentos, informes, demonstrativos, ocorrências, circulares, etc.)

E como forma de se diferenciar, gravar um vídeo semanal, quinzenal ou mensal pode ser uma ótima forma de mostrar continuidade dos trabalhos e uma visão global de tudo que está sendo feito no condomínio.

Fase 8 – Pesquisas de satisfação

Por fim, não adianta querer fazer uma boa gestão sem ouvir a opinião dos condôminos. Por isso, a implantação de uma pesquisa é uma excelente estratégia. Os estudos quantitativos são mais eficazes neste caso, pois ajudam a tomar decisões mais acertadas. A coleta de dados precisa ser aplicada com rigor para obter a confiabilidade necessária para os resultados. E elas devem ser feitas no mínimo a cada seis meses.

A ferramenta mais indica para isso, segundo o CEO do Grupo FR Vendas, é a Net Promotes Score (NPS). Ela é uma metodologia que mede o grau de satisfação e a lealdade dos clientes de empresas de qualquer segmento ou condomínio. Por ser simples e confiável, oferece informações que podem ajudar tanto a empresa quanto a gestão evoluírem.

Ele explica ainda que o índice é avaliado de acordo com a resposta de uma única pergunta: Em uma escala de 0 a 10, o quanto você indicaria nossa empresa/gestão para um amigo?

Pode não parecer, mas essa é uma pergunta chave, uma vez que ninguém indicaria algo ruim para um amigo. O ponto positivo da metodologia, é avaliar de uma forma geral, toda a experiência do cliente.

Esse tipo de pesquisa pode ser enviado aos moradores semestralmente, perguntando não somente sobre a gestão como um todo, mas também questões especificas, como a qualidade das áreas de lazer. Por exemplo: “Como você avalia, em uma escala de 0 a 10, as nossas áreas de lazer?

“Como bem diz a Coca-Cola: “quando você ouve seus clientes, coisas incríveis acontecem”. E eu complemento: quando você ouve seus condôminos, você se aproxima deles, eles se sentem cuidados, valorizados o que gera um elo de segurança e impulsionamento da gestão”, conclui Taula.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

É preciso ter cuidado ao alugar imóveis por temporada para evitar transtornos

Locação deste tipo é muito procurada em períodos de férias e recesso. Alguns procedimentos simples de segurança são importantes para fechar um bom negócio

Reprodução/Internet/olmedadelasfuentes.es

Alugar um imóvel por temporada é uma ótima opção para quem quer aproveitar as férias ou um período de recesso, como a semana santa, em lugares atrativos. Quando se viaja com um grupo de amigos ou família, essas locações costumam sair mais baratas do que ficar em hotel. Mas é preciso tomar alguns cuidados para que os momentos de lazer não se tornem uma experiência ruim.

Alexandre Rennó, advogado e conselheiro do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci Minas), ressalta que é preciso pesquisar bastante sobre o locador ou a imobiliária e checar as características do imóvel indicadas na oferta. “Tem que pesquisar. Sempre procure por imobiliárias credenciadas. Buscar informações sobre a região onde se pretende alugar o imóvel é fundamental. Referências com amigos ou a partir de comentários na internet de outros clientes que já se hospedaram no local é o melhor meio de identificar possíveis problemas”, comenta.

São pequenos cuidados que evitam dores de cabeça na questão da locação. Antes de fechar o contrato é necessário tomar todas as medidas de segurança para se certificar de que não é um golpe. O turista deve se atentar para anúncios muito extravagantes, que fogem à realidade de mercado. O estelionato é cada vez mais presente em situações como essa. “É muito comum a existência de golpes em locações por temporadas e costumam ocorrer quando o contrato é feito fora de imobiliárias. Por isso, é importante sempre dar preferência a imobiliárias credenciadas no Creci”, destaca Alexandre Rennó.

CONTRATO 

A Lei do Inquilinato (8.245/1991) regula o mercado de aluguéis residenciais e comerciais. Ela prevê duas situações que são a locação típica por mais de 90 dias e por temporada de até 90 dias. O artigo 48 dessa lei considera locação para temporada aquela destinada à residência temporária do locatário, para prática de lazer, realização de cursos, tratamento de saúde, feitura de obras em seu imóvel, e outros fatos que decorrem tão somente de determinado tempo e contratada por prazo não superior a 90 dias, esteja ou não mobiliado o imóvel.

Além das informações básicas – quem está alugando, qual imóvel, para quem, em qual período, por qual valor, por meio de pagamento antecipado – é importante constar no papel todas as exigências das duas partes, para ter provas do que foi acordado caso as cláusulas não sejam obedecidas. “Encargos dos aluguéis podem ser cobrados pelo locador antecipadamente”, ressalta o consultor do Creci Minas.

INTERNET 

Se o inquilino quer alugar um imóvel em um condomínio por meio de sites de hospedagem, deve certificar antes se o local em questão permite esse tipo de comércio. Se contratar pela internet, salve ou imprima as telas, busque contato com o responsável pelo imóvel e saiba que o site que realiza a intermediação também responde em caso de problemas. “Como toda ferramenta de oferta em massa, a internet pode oferecer riscos. A praticidade e economia é um atrativo, mas não dá para garantir que vai ser 100%. Ler os comentários das pessoas que já locaram imóveis por aplicativos é um ótimo termômetro”, finaliza.

Fique de olho

O Creci Minas listou alguns cuidados adicionais que podem garantir mais tranquilidade à locação por temporada: 

» Procurar conhecer pessoalmente o imóvel na cidade desejada, ou, não sendo possível, pedir indicação de imóveis a amigos e parentes que de alguma forma conhecem o bem cuja locação se pretende

» Não acreditar simplesmente em fotografias veiculadas via internet

» Contatar um profissional corretor de imóveis para intermediar a locação

» Firmar o contrato de locação, por escrito, exigindo a comprovação da propriedade ou da regular autorização para a celebração do negócio jurídico. Fazer constar do contrato questões importantes como o número limite de pessoas e a existência ou não de vagas de garagem

» Assinar laudo de vistoria que contemple o real estado físico do imóvel e arrole, de maneira minuciosa, todo o mobiliário que o guarnece

» Evitar efetuar o pagamento de 100% do valor combinado antes de tomar posse

» Recusar-se a depositar valores em nome de pessoas estranhas à transação, a não ser quando a relação com o terceiro for devidamente comprovada

» Vistoriar o imóvel no momento da chegada e, uma vez detectado qualquer problema no mesmo ou divergência entre esse e o laudo de vistoria assinado, comunicar imediatamente e por escrito ao locador

» Inteirar-se das normas internas do condomínio, notadamente no que diz respeito a comportamento e respeito aos vizinhos

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Chuvas X Infiltrações

Quando reparar os danos causados durante a temporada de chuvas

Quando reparar os danos causados durante a temporada de chuvas

Alguns reparos podem esperar pela seca, outros, devem ser feitos emergencialmente

Não é exagero afirmar que, invariavelmente, as chuvas de verão geram problemas e dores de cabeça aos síndicos na grande maioria dos condomínios.

Para se ter uma ideia, dados e pesquisas realizadas pelo SíndicoNet apontam que 85% dos prédios apresentam problemas de infiltração, principalmente nessa época do ano.

Outro problema que o síndico enfrenta é que, mesmo com todo o transtorno causado por goteiras, infiltrações, manchas de umidade, alagamentos, etc., infelizmente, os devidos  reparos muitas vezes não devem ser feitos no período de chuvas. O ideal é aguardar um pouco.

Quando executar os reparos

Os especialistas apontam os meses de maio a setembro como os mais indicados para reparar o estrago. “Vale a pena esperar e fazer bem feito na época seca” sugere o professor de engenharia civil da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Luis Sérgio Coelho.

E para fazer bem feito é importante refletir sobre qual é a necessidade de cada edificação. Há prédios, por exemplo, que nunca sofreram com problemas de telhado, mas com o grande volume de uma tempestade, o dano aconteceu.

Casos de destelhamentos mais graves,  com água entrando nos apartamentos obrigou alguns a tomarem medidas circunstanciais. “Em alguns casos, tivemos que cobrir telhados com lonas de caminhão, para minimizar o ocorrido, e evitar que houvesse perda material dos moradores, como avariação de pisos e móveis”, explica Souza Filho.

O engenheiro civil Zeferino Velloso Neto da VIP, inspeções prediais, empresa especializada em perícias e inspeções nesta área,  também indica o uso de toldos improvisados. “Como a chuva castigou mais os apartamentos de cobertura,  ou a obra é feita com toldo ou se espera a estiagem”, afirma.

O professor do Instituto Mauá de Tecnologia Marcio Estefano de Oliveira, aponta para outros locais que, ao sofrerem algum tipo de dano, devem ser prontamente reparados.

“Muros de arrimo, sistema de esgotamento de água de subsolos e sistema elétrico, por exemplo, devem receber manutenção imediatamente após a ocorrência de danos para evitar riscos maiores aos usuários do prédio. Uma parede que tenha ficado muito encharcada com água, dependendo dos materiais aplicados, pode entrar em colapso. Neste caso, deve-se consultar um engenheiro”, sugere.

Outro problema recorrente apontado por Velloso Neto é a infiltração nas garagens. “Alguns prédios não têm sistema de drenagem adequado. Quando o lençol freático começa a ficar muito alto, não há vazão suficiente para essa água, que pode ficar em contato com o subsolo do prédio”.

Prevenção

Em outras circunstâncias, uma boa manutenção preventiva pode evitar dores de cabeça.  Prédios com telhados sujos e sem manutenção ficam mais propensos a  apresentar goteiras e infiltrações.

Vale ressaltar também a necessidade de se trocar as telhas quebradas ou trincadas. Com limpeza e troca periódica  -feita todos os anos no inverno- o condomínio economiza com os  reparos que teria de fazer no futuro.

Contratação

Antes de assinar o contrato com a empresa que oferecer o orçamento mais baixo, é importante verificar o que está sendo acordado. Por exemplo, quem será o responsável pela compra dos materiais e o prazo para a obra ser executada.

Também vale a pena acordar prazos por escrito no contrato. Assim, fica tudo claro para todas as partes.

O professor Luis Sérgio Coelho, da FEI, chama a atenção para um documento chamado ART, o chamado  ‘anotação de responsabilidade técnica’. “A empresa deve oferecer esse documento, que é uma garantia que o serviço será bem executado. É uma segurança maior do que contratar qualquer pessoa que, muitas vezes, não fará o serviço a contento”, ressalta.

A ser feito todos os anos

  • Limpeza do telhado, de  calhas e condutores
  • Substituição de telhas quebradas ou trincadas
  • Manutenção da bomba de água pluvial
  • Verificação do estado de mantas e impermeabilização
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Marmorite é o novo mármore?

Moda nos anos 1940, o revestimento está de volta como opção mais barata

Se você nunca ouviu falar no nome marmorite, não estranhe, pois você certamente já o viu pessoalmente, talvez até na casa dos seus avós. Muito utilizado durante a década de 1940, este material é fácil de ser encontrado em pisos, escadas ou bancadas de construções antigas. Agora, esta tendência volta a ser foco na decoração e surge como uma alternativa mais barata ao mármore, mas ainda muito estilo e sofisticada.


Foto: Reprodução/Pinterest

Também conhecido como granilite, o material ficou famoso pela garantia de durabilidade e resistência e, por isso mesmo, foi muito utilizado em áreas de grande circulação no passado. As arquitetas Nathiara Pozzebon e Juliane Richetti, da Arqhezze Arquitetura, explicam que quem resgatou esse ícone da decor, foi o designer Max Lamb ao desenvolver para uma empresa especializada na produção de pedras originais o que ele chama de mármore marmoreal.

“O marmorite voltou com um ar mais moderninho e, além de piso, também podemos utilizá-lo nas paredes, móveis e objetos de decoração. Ele é composto por fragmentos de diferentes minerais como mármore, granito, quartzo e apesar de terem a mesma aparência o custo é menor”, explicam elas ao resumirem as vantagens do material.


Foto: Reprodução/Pinterest

Ele ainda é menos suscetível a manchas e desgastes, que é uma característica muito conhecida do mármore tradicional. No entanto, Nathiara e Juliane acreditam que a “novidade” não pode ser encarada como uma substituição “tudo depende do gosto pessoal e do projeto em si”, afirmam.

Se a sua dúvida é sobre como utilizar o marmorite, saiba que possibilidades não faltam, a variedade é imensa, mas o ambiente deve ser levado em consideração como um todo.

A arquiteta Natália Salla dá algumas ideias para quem quer aderir a essa tendência: “As pessoas que se identificam com esse estilo de material podem incluí-lo como revestimentos de bancadas de cozinhas, balcões, banheiros, ou até mesmo em bancadas de escritório/home office. Usá-lo em nichos de banheiros ou como revestimentos de paredes específicas também podem ser boas opções”, lista ela.

Tampos de mesas, prateleiras e itens de decoração como vasos e porta objetos também podem ser feitos de marmorite e incluídos no ambiente de forma que tenha estilo e harmonia ao mesmo tempo.


Foto: Reprodução/Pinterest

A grande ressalva desse material é em relação às cores e texturas. E Natália Salla explica que, pela grande variedade que possui até mesmo em uma única pedra, é preciso ter cuidado: “Tenha atenção ao optar pelos que possuem manchas coloridas, maiores e marcantes, pois pode facilmente desequilibrar o acorde cromático e desvalorizar o ambiente. Além disso, também é importante se atentar ao tipo de acabamento pois se for utilizado como piso de áreas molhadas, recomenda-se utilizar o acabamento fulgê, uma vez que o polido é muito escorregadio”, conclui.

Já deu pra notar que além do custo menor há muitos benefícios na escolha do marmorite, certo? Então, se você está em época de reforma e quer ter uma pedra atual, bonita e barata em casa, se jogue nessa tendência!

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Análise de contratos em condomínios

Saiba como analisar e quais cláusulas o documento deve conter

Saiba como analisar e quais cláusulas o documento deve conter

“O combinado é o combinado e não sai caro”

Esse ditado é uma ótima forma de se pensar os contratos do condomínio, certo? O que está ali serve de guia para o que deve acontecer durante aquela prestação de serviço ou condições de compra.

Porém, um contrato pode guardar também muitas minúcias, pegadinhas e até cláusulas abertamente abusivas. 

Como o dinheiro em jogo em um contrato com o condomínio é da coletividade, todo cuidado é pouco. O conselho de Gabriel Souza, diretor da administradora Prop Starter, é simples e direto para os síndicos.

“Não assinar, nunca, nenhum contrato sem antes passar pelo jurídico da administradora ou por um advogado”.

Gabriel explica que conta com uma advogada apenas para analisar os contratos firmados pelos clientes.

“E mesmo tomando todo tipo de cuidado, muitas vezes nos deparamos com situações que vão claramente contra o que está no contrato. Isso porque nos resguardamos com toda a formalidade possível. É perigoso não se ater a todos os detalhes que envolvem uma prestação de serviços ou compra. E, dependendo dos prazos e dos valores envolvidos, pode virar um problema grande para o síndico”, pesa ele.

E para te deixar bem informado, mostramos abaixo quais cuidados devem ser tomados antes de assinar qualquer contrato envolvendo o condomínio. Confira!

Por que ter contrato para tudo é importante para o condomínio?

Devido à informalidade que ainda reina nas relações profissionais em nosso país, muitos podem achar que não há problema nenhum em contratar aquele jardineiro ou serralheiro de sempre sem contrato.

Sem um documento para ditar as regras, quando algo fora do comum acontece, a dor de cabeça para o síndico pode ser grande, como conta o advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat.

“Passamos por uma situação em que um serralheiro que prestava serviços para o empreendimento, sem contrato, se acidentou durante o serviço. Ele conseguiu uma indenização vitalícia devido a isso, paga pelo condomínio”.

Ou seja: imagine ter que pagar, até o final da vida da pessoa, um salário, uma vez que o mesmo não tem mais condições de trabalhar devido a falta de um contrato. Isso não apenas onera o condomínio mensalmente, mas impacta, inclusive, na valorização das unidades – um ponto que o síndico não deve, nunca, perder de vista.

Para ele, vale a analogia feita acima. “Dentro da nossa casa, podemos fazer como acharmos mais conveniente. Em se tratando de dinheiro do condomínio, é melhor que todos os cuidados sejam tomados, uma vez que o síndico é responsável civil e criminalmente por tudo que acontece dentro do condomínio”, analisa Rodrigo.

Cláusulas básicas de um contrato

Os contratos podem ter diversas configurações diferentes, mas veja abaixo quais são as principais cláusulas que o documento deve ter:

SLA

SLA siginifica Service Level Agreement, ou “Acordo de Nível de Serviço”. É uma cláusula comum no mundo corporativo que vem se disseminando no mercado de condomínio com as empresas preocupadas com boas práticas.

Com ela, os condomínios podem combinar prazos de atendimento em caso de necessidade, algo bastante válido para empresas de segurança e portaria remota, por exemplo.

“Com SLA, o síndico tem a confiança de saber em quanto tempo será atendido em caso de problemas nos equipamentos do condomínio, seja de dia ou de noite”, argumenta Delson Ferreira, diretor da White Proteção e Segurança.

Com uma cláusula do tipo, fica mais fácil mensurar se o serviço está sendo feito da maneira que se espera. Pode-se usar indicadores para apontar o que deve ser melhorado e o que está sendo entregue de forma satifatória.

Outro ponto interessante é que o síndico pode atrelar descontos no pagamento caso o serviço em questão não esteja sendo efetuado da maneira correta ou ocorram atrasos, por exemplos.

QUALIFICAÇÃO DAS PARTES

Mostra quem são os responsáveis pela assinatura do contrato.

“É a inclusão de todos os dados necessários para identificar bem as partes envolvidas e garantir que  estejam devidamente representadas no contrato. É comum o condomínio não prestar atenção no fato da pessoa que está assinando pela empresa é devidamente autorizado e, muitas vezes, há necessidade de inclusão de muitos documentos (contrato social, ata de eleição da diretoria, procuração e outros, conforme o caso). E, por outro lado, também esquecem de exigir o mesmo do condomínio, como a ata de eleição do síndico”, explica o sócio titular da Coelho, Junqueira & Roque Advogados André Junqueira.

Isso é importante porque evita que uma pessoa que não seja a qualificada, assine pelo dono da empresa, por exemplo. Nesse caso, o contrato não teria validade jurídica e o condomínio estaria em uma situação delicada.

FORO DE ELEIÇÃO

É a parte do contrato que determina o local escolhido caso haja uma futura ação judicial. É uma cláusula extremamente útil quando se contrata uma empresa de outra cidade ou estado, visando facilitar a vida do condomínio.

O ideal é que o condomínio direcione, sempre, o contrato para o Tribunal de Justiça local.

ESCOPO DO SERVIÇO

Deve explicar o que é o serviço a ser executado e como o mesmo será feito, da forma mais minuciosa possível.

Se for uma empresa terceirizadora de mão de obra, o ideal é que conste ali o número de funcionários, horas trabalhadas, a qualificação dos funcionários, como eles devem se apresentar e ser reciclados, etc.

PRAZO E EXECUÇÃO DO SERVIÇO

Aqui devem estar descritas as etapas da prestação de serviço ou compra.

Em uma obra, devem estar claramente descritas o tempo em que cada etapa deve ser entregue – é interessante, inclusive atrelar o pagamento às fases de entrega, evitando assim que a empresa receba todo o dinheiro antes da finalização do serviço, algo que não é aconselhável.

Caso seja uma compra, de um gerador por exemplo, deve-se especificar o tempo para a chegada do produto e instalação, testes, etc.

FORMA DE PAGAMENTO

É onde fica explicitado como o serviço será pago, dias, prazos, etc. Se será pago via boleto, transferência bancária, em qual conta, etc.

PENALIDADES

Descreve quais serão as sanções para a parte que descumprir itens como não cumprimento do escopo de serviço.

“A multa moratória é uma cláusula penal, específica para o atraso no cumprimento de determinada obrigação. Mas a expressão ‘cláusula penal’ engloba punições para qualquer infração. É muito importante que o contrato estabeleça cláusulas penais claras e fortes para inibir descumprimentos do contrato ou, caso ocorram mesmo assim, restabeleçam o equilíbrio contratual punindo a parte inadimplente. Segundo o art. 412 do Código Civil, a cláusula penal não pode superar o valor do contrato, no entanto, existem Leis específicas que podem limitar ainda mais, como o art. 52, § 1º, do Código de Defesa do Consumidor, que limita a multa por atraso de pagamento em até 2% do valor da prestação”, explica André Junqueira.

Daí a importância de um contrato não apenas bem redigido, mas que esteja claro tanto para o condomínio como para o prestador de serviços.

RESCISÃO

Trata da maneira de como o contrato poderá ser finalizado, em quais termos, e deve mostrar diversos cenários como:

  • Cumprimento: quando o contrato se finaliza com as partes tendo cumprido as suas obrigações
  • Justa causa: quando uma das partes não cumpre o que foi acordado, gerando assim uma infração no contrato
  • Sem justa causa: quando uma das partes, sem motivos pré-estabelecidos, deseja finalizar o contrato. Nesse caso, é possível prever multas para quem pede a rescisão do contrato.

Cláusulas específicas para contratos no condomínio

A contratação de alguns serviços pede cláusulas específicas no contrato a ser firmado. Veja quais são:

EMPRESAS TERCEIRIZADORAS DE MÃO DE OBRA:

Cláusulas que obriguem a empresa a prestar contas sobre pagamentos de direitos trabalhistas dos seus funcionários

“Esse tipo de cláusula é fundamental para os condomínios tentarem evitar, ao máximo, uma ação judicial na esfera trabalhista no futuro”, argumenta o advogado especialista em condomínios Alexandre Marques.

Além dessa, o contrato deve obrigar a empresa a trabalhar com funcionários próprios, evitando a contratação de temporários, por exemplo, o que deixaria o condomínio e sua segurança, fragilizados.

Também deve constar no contrato itens como a periodicidade da reciclagem dos colaboradores.

uso correto de EPI (Equipamento de Proteção Individual) também deve estar discriminado nesse contrato. Mesmo assim, é interessante que o zelador acompanhe e cobre de maneira costumeira o uso do material.

EMPREITEIRAS

Aqui também deve estar claro que os funcionários da empresa devem usar EPIs sempre que necessário.

Uma cláusula fundamental quando se trata de benfeitorias é evitar que a empresa contratada ofereça para uma instituição financeira total ou parcialmente créditos de vendas a uma terceira pessoa – o chamado factoring. 

“Isso é algo muito importante para os condomínios se atentarem no contrato. Mesmo colocando cláusulas que proíbem esse tipo de prática, as empresas seguem tentando executá-la”, pesa Gabriel de Souza.

Outro item importante é uma cláusula que não permita que a empresa ‘venda’ partes da obra para outra, terceirizando assim seu serviço.

“Sempre importante ressaltar que é fundamental atrelar o recebimento do pagamento às entregas da obra. Sem um cronograma muito bem definido, fica difícil para o síndico e para a administradora conferir se está tudo andando conforme o contrato previa”, explica Alexandre Marques.

Também pode valer a pena fazer um seguro, dependendo do valor da obra.

“O condomínio deve, nesse caso, fazer um seguro como sendo o beneficiário, caso ocorra algum problema grave e a obra não seja finalizada”, aponta Rodrigo Karpat.

Outro ponto importante é se certificar que a empresa paga todos os encargos trabalhistas aos seus funcionários. Isso porque, desde o ano passado, o TST passou a entender que o condomínio deverá arcar com esses encargos caso a empresa não honre suas responsabilidades junto aos seus colaboradores.

EMPRESAS DE PORTARIA REMOTA

Não é só o serviço em si que é uma novidade. Os cuidados ao contratar esse tipo de serviço também são novos – e, justamente por isso, muitos síndicos não estão familiarizados com o tema.

É fundamental que a empresa contratada ofereça, em seu contrato, garantias de que ela mesma irá gerir os dados do condomínio, oferecendo suporte próprio 24h.

Também devem constar no documento cláusulas que assegurem que é a própria empresa quem fará a manutenção dos equipamentos empregados na prestação de serviço, evitando aquela situação de “empurra-empurra” quando algo dá errado.

“Esse tipo de cuidado é importante para o síndico, pois ele fica assegurado de que está contratando um ótimo serviço para o condomínio, que irá atende-lo no momento de uma necessidade”, explica Odirley Felício da Rocha, diretor comercial da Kiper, empresa especializada em portaria remota.

Por outro lado, a empresa em questão não pode fazer venda casada de produtos.

“Uma cliente assinou um contrato do tipo, sem a nossa apreciação prévia. O documento previa que o condomínio deveria arcar com um seguro da empresa, uma cobrança extra e abusiva. Agora estamos em contato com a companhia, para tentar evitar essa cobrança sem precisar entrar com uma ação judicial”, conta Gabriel de Souza, da Prop Starter.

Delson Ferreira, diretor da White Segurança, aponta outros cuidados que os síndicos devem tomar.

“O condomínio deve evitar assinar contratos de portaria virtual onde ele fique sujeito a retirada dos equipamentos, caso ele decida rescindir o contrato a qualquer momento por algum tipo de insatisfação com os serviços”.

EMPRESAS DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ELEVADORES

Um serviço fundamental para todos os condomínios verticais, contar com uma empresa que cuide dos elevadores é uma necessidade.

Porém, um problema que muitos condomínios enfrentam com esse tipo de contrato é quando se deseja rescindi-lo.

Na maioria dos casos, a empresa pode aplicar uma multa pelo rompimento do mesmo. Mas é importante salientar que o valor da multa vai depender do tempo que resta do contrato.

“Deve ser algo proporcional ao tempo que ainda haveria de contrato. Assim, se o acordo for finalizado bem antes previsto, o natural é que a multa seja maior. E que esse valor caia conforme o final do contrato se aproxima”, ensina Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios.

Vale ressaltar que a multa não deve, em nenhum caso, ser superior ao valor a ser pago pelo condomínio.

Outro ponto a ser levado em conta antes de assinar o contrato é quando o mesmo engloba as peças do elevador, o chamado contrato de manutenção.

“É importante que, caso a empresa prestadora de serviços não seja a fabricante, que esteja discriminada a origem das peças: se as mesmas são do fabricante ou ‘genéricas’”, ensina João Paulo Rossi Paschoal, advogado especialista em condomínios e professor da Universidade Secovi-SP.

CORRETORAS DE SEGURO

O seguro do condomínio também é algo de fundamental importância. Afinal, ninguém quer uma surpresa negativa no momento em que precisa usar a apólice de seguros.

O diretor da corretora Shelter, Pedro Bento, explica que o contrato completo de seguros do condomínio pode chegar a 120 páginas, e que sua leitura não é das tarefas mais simples.

“O ideal, mesmo, é contar com um corretor ou um advogado para tirar todas as dúvidas sobre o contrato. Isso porque um cláusula pode confundir o síndico. Em ‘coberturas de impacto’ por exemplo, uma leitura rápida pode levar a pessoa a achar que o seguro irá cobrir danos aos veículos caso os mesmos se choquem contra uma estrutura do prédio. Na verdade, essa cláusula garante cobertura para danos na estrutura”, esclarece ele.

Uma dica importante consiste também em levar o corretor para a assembleia de condomínio para que o mesmo possa sanar as dúvidas dos moradores antes de alterar a apólice – seja para uma mais cara ou mais barata.

Outro item a ser considerado é que o seguro do condomínio é uma obrigação legal do síndico, como diz o art 1346 do Código Civil.

“O síndico deve entender muito bem as diferenças entre as apólices, uma vez que os valores e coberturas variam muito, justamente para evitar ser pego de surpresa em um momento de necessidade, como um incêndio nas áreas comuns”, pontua João Paulo.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR EM CONTRATOS DO CONDOMÍNIO

É fundamental que todos os contratos celebrados com o condomínio atendam ao CDC (Código de Defesa do Consumidor).

Dessa forma, o condomínio evita outro tipo de interpretação em uma possível ação judicial no futuro.

“Sendo referendado pelo CDC, por exemplo, o foro de eleição será, sempre, o do consumidor”, exemplifica Rodrigo Karpat.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Confira 4 ideias de decoração para a sua Páscoa

A Páscoa está se aproximando e você já pensou em fazer alguma decoração para o feriado? Calma que dá tempo de se organizar e se inspirar em dicas incríveis!

Aaaah a Páscoa… Família reunida, o almoço que todo mundo adora, chocolates de todos os tipos para sobremesa… Tudo soa maravilhoso, não é? E se eu te contar que você pode deixar o clima ainda mais gostoso inovando na decoração deste ano com dicas simples e fáceis de se colocar em prática?

Para quem se animou, pode já ir se aquecendo para um dos melhores feriados do ano, seguindo nossas dicas de decoração de páscoa para esse ano.

Não existe nada mais clássico do que os ovinhos coloridos nessa época. São típicos da Páscoa e não podem faltar na decoração da mesa e do ambiente. Aqui você pode usar ovos de galinhas ou réplicas decorativas de plástico.

Seja qual for sua escolha, pegue imagens como referências, use sua criatividade e não economize nas cores! Para quem for desenhar nos ovos, uma boa ideia é usar canetas e tintas metalizadas. Fica lindo e deixa o ambiente muito mais alegre, é só se jogar de cabeça na arte e tomar cuidado para não quebrar os ovos, é claro.

Outro lugar muito legal para decorar sua casa na Páscoa é justamente a entrada dela, por onde todos seus familiares e amigos passarão. Adicione uma guirlanda de Páscoa a sua porta e complete com alguns elementos simples e coloridos para deixar o trajeto mais alegre.

Você deve estar se perguntando, “guirlanda na páscoa?”. A resposta é sim! Pode parecer estranho para muitos, já que temos o hábito de usá-las apenas no Natal, mas as guirlandas são super versáteis, além de ser uma decoração simples, barata e que você mesmo pode fazer ai na sua casa. Vale a pena o investimento, já que você pode reutilizá-las da maneira que quiser e ficam perfeitas em qualquer ocasião.

Com apenas alguns retalhos de tecidos, algodão, e cola você pode criar coelhinhos, orelhinhas e ovos de páscoa fofinhos para preencher sua guirlanda. Você pode inclusive reunir toda a criançada para ajudar a montar os arranjos. As crianças vão adorar!

Agora, muita gente vai concordar que Páscoa sem guloseimas não é Páscoa de verdade! Só que você não precisa gastar uma fortuna comprando chocolates só para não deixar a data passar em branco.

Muita gente já aderiu às receitas caseiras e tenho certeza de que você vai entrar nessa onda também. Para presentear sua família, faça seus próprios ovos de chocolate. Pode acreditar, é muito mais em conta e você ainda tem toda liberdade de usar os ingredientes que quiser nos formatos e tamanhos que quiser.

Como sobremesa e docinhos para o dia, não se prenda apenas nas receitas que vão chocolate na receita. Os cookies são ótimos, agradam a todos, dá pra fazer de diferentes sabores e é uma receita rápida.

Mas se cozinhar não é seu forte, não tem problema. Uma ideia é fazer casquinhas de sorvete recheadas de doces, balas de gelatina, confeitos e marshmallows, embalados em formatos de cenoura. Para quem quiser mais dicas de decoração de mesa de páscoa, pode dar uma olhadinha nessa matéria que nós preparamos também. Tudo bem temático, gostoso e econômico na medida certa!

Dica bônus: se pra você o melhor do feriado é mesmo aproveitar para esticar as pernas e viajar, a gente separou um roteiro que é a cara dessa época. A cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul é conhecida principalmente para quem adora o friozinho do inverno.

Mas mesmo na Páscoa, a cidade oferece uma programação para todas as idades, que vão desde passeios pelos jardins, caça ao ninho do coelho e claro, o Festival de Chocolate. Lá, você pode alugar um imóvel de temporadae curtir um final de semana com a família.

Depois dessa matéria, quem está contando os dias para a Páscoa? Difícil não ficar com vontade comer chocolate! Então aproveita que ainda tem tempo de se organizar e prepare a melhor ceia pascoal que a sua família já viu!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Pode o condomínio proibir locação por temporada através da utilização do AirBNB?

-> Este artigo foi publicado originariamente em um blog jurídico, caso queira ler o artigo no site onde foi originariamente postado, acesse www.fellipeduarte.adv.br/blog

Síndicos e moradores diariamente discutem sobre as mais variadas questões em condomínios. E algo ultimamente muito debatido em alguns condomínios é sobre a utilização do imóvel residencial para locação por temporada, através de sites e aplicativos, como o AirBNB.

Mas afinal, pode o condomínio proibir que o proprietário utilize seu imóvel para a locação por temporada?

Bom, antes de responder à questão acima é preciso entender o que a lei entende por locação por temporada. E para isto é preciso observar o art. 48 da lei 8.245/91:

Art. 48. Considera - se locação para temporada aquela destinada à residência temporária do locatário, para prática de lazer, realização de cursos, tratamento de saúde, feitura de obras em seu imóvel, e outros fatos que decorrem tão-somente de determinado tempo, e contratada por prazo não superior a noventa dias, esteja ou não mobiliado o imóvel.

Portanto, grosso modo a locação por temporada é aquela de até 90 (noventa) dias e sem prazo mínimo.

É preciso, ainda, observar o que diz o Código Civil sobre o direito do proprietário de um imóvel, vejamos:

Art. 1.228. O proprietário tem a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, e o direito de reavê-la do poder de quem quer que injustamente a possua ou detenha.

Trata-se do direito do uso, do gozo, de fruição e de disposição. Ou seja, o proprietário do imóvel tem o direito, por exemplo, de alugar o imóvel e receber os alugueis.

Ademais, a Constituição Federal garante, em seu art. 5º, XXII o direito de propriedade.

Portanto, em que pese o condomínio possuir áreas comuns, que devem se sujeitar a regras da coletividade de moradores, os apartamentos ou casas, áreas estas consideradas privativas, sujeitam-se ao direito de propriedade de cada proprietário. É claro que sua utilização deve ser feita com bom senso, de forma a não ofender direito alheio. Não se pode, por exemplo, extrapolar no barulho em horários inapropriados de forma a prejudicar o vizinho.

Ultrapassada a questão acima, é preciso entender por que razão alguns condomínios pretendem proibir a utilização da propriedade dos condôminos para a locação por temporada. E uma reflexão a ser feita é: por que não existe semelhante proibição na locação tradicional? Afinal, a única diferença dentre elas é o fator tempo. A primeira é por até 90 (noventa) dias, enquanto que para a última não existe esta limitação.

Em geral, o argumento referente à proibição da locação por temporada é a questão da segurança. A utilização destes imóveis por temporada leva a uma alta rotatividade de pessoas nos condomínios, o que pode prejudicar a segurança destes locais.

E a discussão sobre o tema já chegou aos tribunais brasileiros.

O Superior Tribunal de Justiça, em 2017, decidiu que o condomínio não pode proibir a locação por temporada, tendo em vista que prevista em lei, confira:

AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 1.174.291 – SE (2017/0240403-5) RELATOR : MINISTRO MARCO AURÉLIO BELLIZZE AGRAVANTE : CONDOMÍNIO RESIDENCIAL CLUBE ATALAIA ADVOGADO : ROBERTO BALDO CUNHA E OUTRO (S) – SE000046B AGRAVADO : TEREZA CRISTINA CERQUEIRA DA GRACA ADVOGADO : PATRÍCIA TAVARES DE OLIVEIRA E OUTRO (S) – SE003532 AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA. LOCAÇÃO POR PRAZO INFERIOR A 30 (TRINTA) DIAS. OMISSÃO DO TRIBUNAL ESTADUAL QUANTO AO CUMPRIMENTO DO REGIMENTO INTERNO E DA CONVENÇÃO COLETIVA, QUE FAZEM LEI ENTRE OS CONDÔMINOS, OS QUAIS NÃO SE OPÕEM A NORMA LEGAL. QUESTÃO OPORTUNAMENTE SUSCITADA. RETORNO DOS AUTOS À ORIGEM PARA NOVO JULGAMENTO DOS DECLARATÓRIOS. AGRAVO CONHECIDO PARA DAR PARCIAL PROVIMENTO AO RECURSO ESPECIAL. DECISÃO (…) In casu, verifico que a utilização dos apartamentos para locação por temporada é uma prática corriqueira e legal, inclusive com previsão no artigo 48 da Lei 8.145/91. (…) Ora, muito bem ponderou o magistrado a quo: (…) oCódigo Civil assegura aos proprietários o direito de gozar de seus bens. Igualmente, a lei de locações determina que os aluguéis temporários possuem prazo máximo de noventa dias (art. 48). Diante dessas circunstâncias, convém perceber que a norma regimental encontra-se em expresso descompasso com a legislação, pois ao estabelecer apenas um prazo máximo para os alugueis por temporada, a norma, a contrario sensu, autoriza tal instituto por qualquer prazo inferior a este. É evidente o silêncio eloquente do legislador, pois poderia ter estabelecido prazo mínimo, mas contentou-se em apenas ditar o prazo máximo para essa modalidade de contrato.”(…) Desta maneira, não há nenhuma ilegalidade o fato da autora/agravada promover a locação do seu apartamento a pessoas estranhas ao condomínio por curto período de tempo. Inexistente, portanto, plausibilidade nas alegações do recorrente, razão pela qual impõe-se manutenção da decisão agravada. (…)

(STJ – AREsp: 1174291 SE 2017/0240403-5, Relator: Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, Data de Publicação: DJ 24/11/2017)

Ainda sobre o entendimento de nossos tribunais, no final de 2016, o Tribunal de São Paulo concedeu tutela antecipada para que um morador pudesse locar seu apartamento para determinada temporada. O condomínio na ocasião tentava impedir. Na decisão, a Relatora salientou que, desde que resguardados os direitos à segurança e sossego dos demais condôminos, “não há justificativa plausível para restringir o exercício do direito de propriedade do agravante sobre sua unidade condominial” (TJSP, AI 2215036-11.2016.8.26.0000, julgado em 06/12/16).

Apesar dos entendimentos acima, o Tribunal de Pernambuco, em 2016, entendeu a questão de outra forma, vejamos:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO PROCESSUAL CIVIL E CIVIL.CONDOMÍNIO RESIDENCIAL. LOCAÇÃO POR TEMPORADA DE CÔMODOS EM APARTAMENTO. VIOLAÇÃO À CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO. EDIFÍCIO EXCLUSIVAMENTE RESIDENCIAL. USO NOCIVO DA PROPRIEDADE. UTILIZAÇÃO DO IMÓVEL DE MANEIRA PREJUDICIAL À SEGURANÇA, SOSSEGO E BEM ESTAR DOS DEMAIS CONDÔMINOS. RECURSO A QUE SE NEGA PROVIMENTO. 1. Hipótese em que a ré/agravante promove a locação de cômodos de seu apartamento a pessoas estranhas ao condomínio por curto período de tempo (dias, semanas), mediante veiculação de anúncios e propagandas em sites da internet, com a alteração do nome do condomínio para”ART SUÍTES HOME BOA VIAGEM BEACH”. Tal atividade denota prática nitidamente comercial, destinando o apartamento da agravante a espécie de hospedaria/albergue, o que é vedado pela convenção condominial, que atribui caráter exclusivamente residencial do edifício e veda a destinação diversa das suas unidades imobiliárias. 2. Nos termos do art. 1.333 do Código Civil, a convenção de condomínio é obrigatória a todos os titulares de unidades imobiliárias no edifício. Já o art. 1.336, IV, apregoa que é dever do condômino” dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes “. (…)

(TJ-PE – AI: 4295245 PE, Relator: José Fernandes, Data de Julgamento: 08/06/2016, 5ª Câmara Cível, Data de Publicação: 25/07/2016)

Portanto, verifica-se que a questão não é decidida de forma pacífica em nossos tribunais.

Com a licença da palavra, o entendimento correto não seria