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Gestão condominial: saiba como ocorre a destituição do síndico

Atualmente, a construção de condomínios está cada vez mais em alta, principalmente nos últimos anos, quando começaram a surgir condomínios que concentram moradia, lazer e serviços num único lugar. 

destituição do síndico

Porém, para que haja a harmonia entre todos, é necessária a criação de regras de convívio social, que devem estar previstas na convenção do condomínio e no regulamento interno.

Assim, o síndico, que será eleito em assembleia, será o responsável pela gestão do condomínio, tendo diversas responsabilidades. E entre elas estão manter a ordem, disciplina e segurança do edifício, além de responder legalmente pelo condomínio.

No entanto, em alguns condomínios a gestão do síndico, eleito ou contratado, pode deixar a desejar, e neste caso ele poderá perder o cargo.

Como ocorre a destituição do síndico?

Inicialmente, é necessário entender em que momento o síndico do condomínio poderá ser destituído.

Hoje em dia, nossa legislação traz como procedimento para a destituição do síndico a convocação de uma assembleia para este fim específico, devendo constar no edital os motivos da destituição.

Veja os casos que justificam a destituição de um síndico:

– Não prestação de contas: é obrigatória a prestação de contas, qual deve demonstrar e comprovar as despesas apresentadas.

O síndico deverá prestar contas à assembleia anualmente ou sempre que solicitado, conforme determinado em lei.

– Má administração do condomínio: quando o síndico não segue ou não faz seguir o que está determinado na convenção do condomínio e/ou no regimento interno.

Aqui se trata da administração conveniente do condomínio, porém é uma questão subjetiva, uma vez que depende muito do perfil de cada condomínio.

– Prática de irregularidades: o síndico deve estar sempre alinhado com os interesses do condomínio. Esta hipótese não trata somente de apropriação de valores do condomínio pelo síndico, e sim de zelo/cuidado do prédio como um todo, ou seja, de uma forma geral.

Um exemplo prático

Realizar uma compra sem 03 (três) orçamentos, quando a convenção diz que precisa dos 03 (três) orçamentos, seria um caso de prática de irregularidade.

Portanto, para a destituição do síndico é necessário haver um fundamento, e a convocação deve explicar de forma clara os motivos que embasam tal pedido.

Contudo, é preciso ficar atento com a forma como serão descritos os motivos da destituição no edital, evitando ensejos para uma ação criminal daquele que está fazendo a convocação. Cuidado!

Uma dica: utilizar no edital de convocação as especificações genéricas trazidas em lei, deixando para o dia da assembleia esclarecimentos e detalhes mais específicos.

E qual a quantidade de votos é necessária para ocorrer a destituição do síndico?

Geralmente há necessidade de que seja a maioria absoluta dos membros do condomínio, ou seja, 50% + 1.

No entanto, a lei traz que o síndico poderá ser destituído pelo voto da maioria dos presentes em assembleia, ou seja, maioria simples, mesmo que a convenção indique diferente quórum.

Caso a convenção do condomínio estipule um quórum maior, a questão deverá buscar o amparo do poder judiciário.

Ainda, a legislação atual diz que a assembleia que visa destituir o síndico pode ser requerida por ¼ dos condôminos, devendo estes estar adimplentes e serem proprietários ou procuradores devidamente habilitados das unidades condominiais.

Desse modo, quando a assembleia for solicitada por ¼ dos condôminos, deverá ser realizado um abaixo assinado no qual deve constar a data da assembleia, horário, local e assunto.

Assim, o síndico ou a administradora somente realizará o edital nos termos especificados, uma vez que quem convoca a assembleia são os condôminos.

Fique atento, pois a destituição do síndico realizada de forma errada poderá trazer prejuízos ao condomínio.

Corrigir é sempre mais caro do que prevenir!

 

Artigo escrito por:

 

SIMONE GONÇALVES
Advogada OAB/RS 74.437
Email:contato@simonegoncalves.com.br
www.simonegoncalves.com.br

Conheça nosso Blog e cadastre-se para receber gratuitamente conteúdos e atualizações. https://simonegoncalves.com.br/blog/

Fonte: https://vivaocondominio.com.br

 

Veja como usar peças vintage numa decoração moderna

Tendência recente no mercado, a decoração com peças vintage pode revolucionar um ambiente. Confira algumas inspirações para o seu lar a seguir!

O assunto decoração abre precedentes para diversas vertentes. Não há qualquer opinião que seja unânime nesse universo.

Para uma decoração criativa, é possível misturar elementos de gerações diferentes e conseguir um resultado harmonioso, afinal, usar objetos antigos em um ambiente moderno pode ajudar a personalizar uma decoração.

Sem contar as peças que carregam um sentimento, como móveis que pertenceram aos avós, tios, pais ou alguma outra pessoa querida.

Mas calma, se essa mistura te pareceu confusa e você não sabe como começar a misturar esses itens e criar uma decoração exclusiva, acompanhe nosso artigo! Trouxemos dicas valiosas e fundamentais para você entrar com tudo nessa tendência.

Madeira com toque de desgaste

Móveis rústicos possuem transmitem uma impressão vintage, pois dão a impressão de serem usados. Nesse caso, você pode usar móveis realmente antigos ou apostar em móveis novos feitos de madeira de demolição.

Outra dica legal é lixar a madeira para dar um efeito de desgaste e trocar puxadores atuais por peças antigas, esse pequeno detalhe fará diferença e dará charme ao móvel “novo”.

Pés de palito

Na década de 50 os pés de palito fizeram muito sucesso e estão de volta com tudo, afinal eles garantem o toque retrô. Aproveite para usar em sofás, poltronas ou mesas de centro.

Molduras barrocas

Você já deve ter visto em algum lugar aquelas molduras cheias de arabescos, certo? São as chamadas molduras barrocas, muito usadas em quadros, porta-retratos, espelhos e podem servir inclusive para decoração como a moldura pura e simples. Além do tom clássico que conferem ao ambiente, o efeito dessas molduras misturadas com peças modernas é incrível!

Aposte ainda em molduras barrocas para pôsteres de filmes antigos ou figuras abstratas e modernas, o contraste será interessante.

Ferro e porcelana

Usar peças de ferro valoriza muito a decoração vintage e essa valorização será ainda maior se o tom das peças for o tom natura, o de ferrugem. Vale a pena investir nessa ideia para colocar em lustres, arandelas, fruteiras, cantoneiras, maçanetas, vasos e etc.

A porcelana também é usada, principalmente as peças ricas em detalhes e com ares de louça antiga. Na cozinha vale a pena apostar em peças de louça e pratos pendurados na parede.

Peças icônicas

Pra quem quer optar por uma única peça de destaque para o ambiente, têm sempre aqueles objetos chave que trazem um aspecto vintage para a decoração, demos destaque a alguma delas:

– Vitrolas
– Vinil
– Aparelhos de rádio antigos
– Telefones com fio antigos
– Máquinas de escrever
– Livros antigos
– Candelabros e luminárias
– Malas antigas

Esses são alguns itens que podem se transformar com criatividade e ficam bem em qualquer tipo de decoração, independentemente do tamanho do espaço a ser decorado.

Estampas clássicas

Seguir padrões é algo extremamente vintage. Utilizar estampas floridas, abstratas, listradas, com formas geométricas, entre outras, podem e devem ser usadas para forro de sofá, poltronas, tapetes, almofadas e até cortinas.

Contraste de cores

Pense nas fotografias antigas de carros na rua… Era uma infinidade de cores que, com o passar dos anos e a modernidade, foram substituídos pelos carros quase sempre pretos, pratas e vermelhos.

Exatamente por isso, as cores vibrantes e a mistura delas remetem a uma decoração vintage. Quando misturadas a tons pastéis, aí realmente não há quem duvide do estilo de decoração refletido com o contraste daquelas cores.

Considere o uso de rosa claro, azul e verde bebê, azul turquesa e misture a tons vivos de vermelho, amarelo, dourado e etc. Vale lembrar que os tons pastéis combinam com os tons de marrom das madeiras.

Couro

Lembre-se dos sofás e poltronas antigos e reflita sobre o tipo de tecido usado para revesti-los, se você pensou no couro está correto. Aposte em poltronas e cadeiras revestidas de couro ou corino, os tons mais usados são pretos, marrom e caramelo.

Gostou das nossas dicas para compor uma decoração vintage e moderna ao mesmo tempo? Então vá atrás de lojas de antiguidades e garanta o uso de cristaleiras e escrivaninhas para ter um ambiente na moda.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Tem varanda? Veja como escolher os melhores materiais para o seu piso

A escolha do piso para a área externa deve ser feita com cuidado, por uma série de motivos. Confira nossas dicas a seguir para não errar!

Pode parecer uma tarefa fácil, mas a escolha do piso ideal para área externa não é tão simples.

Aliás, a escolha do piso para qualquer cômodo deve ser pensada de uma forma prática, afinal estamos falando de uma das primeiras escolhas da decoração de um espaço e nesse momento, devemos levar em conta a utilização dada para o ambiente.

Então se você está procurando informações sobre tipos de piso externo e outras dicas para escolher o piso da sua varanda, acompanhe os conselhos a seguir:

Antes da escolha:

Antes de iniciar qualquer escolha por um modelo ideal, é importante considerar alguns pontos da sua varanda, são eles:

– Circulação do local: Existem as novas varandas gourmet, as vezes acopladas a outros ambientes da casa. Isso faz com que a área seja usada para receber amigos, fazer aquele churrasco no final de semana, entre outras atividades.

Com isso, algumas varadas chegam a abrigar churrasqueira, sofá, minicozinha e até jardim, logo é preciso levar esse conjunto de dados em conta na hora de escolher o piso e selecionar um pavimento resistente, que possa receber o alto fluxo de pessoas e ainda possa aguentar o peso desses móveis sem prejudicar o material.

– Exposição a fatores naturais: Dependendo do tipo de material do piso escolhido, a incidência do sol e da luz natural pode causar machas, além disso, se a área fica exposta a chuva, o piso deve ser preparado para isso, ou você terá que fazer a manutenção e até a troca muito mais cedo do que o desejado.

Essa questão é muito importante e deve ser bem avaliada principalmente para quem tem uma varanda descoberta. A varanda sem cobertura deixa tudo muito mais exposto.

– Umidade local: É comum manter jardins em varandas e com isso a umidade do local tende a ser mais alta, o piso correto para quem tem uma varanda desse tipo são os mais resistentes a água.

– Família com ou sem crianças: Além da questão da segurança do local, com o uso de redes de proteção e etc. Para quem possui crianças em casa, a escolha do piso deve levar em conta as brincadeiras e possíveis quedas que possam acontecer.

– Presença de animais domésticos: Animais domésticos costumam ter brinquedos e fazer sujeira, a opção deve ser por um piso de fácil limpeza.

– Uso da varanda: Pode ser que sua família não tenha o hábito de receber muitos amigos e a varanda seja utilizada apenas para aquele descanso pós almoço, um local para ler um livro ou para ver o movimento da rua. Independente do uso, as atividades realizadas no local devem ser levadas em consideração para a escolha do piso.

Esses são apenas pontos básicos de atenção que devem ser levados em consideração, obviamente após essas definições é preciso verificar questões de durabilidade do piso, escolha do estilo, entre outras coisas.

Agora que você já sabe os pontos mais importantes para refletir na hora de escolher seu piso, vamos saber um pouco mais sobre os revestimentos para área externa existentes no mercado Acompanhe!

Tipo de piso para área externa:

– Piso cerâmico: As opções mais comuns para assentar em varandas ou uma área de lazer com churrasqueira. Esse tipo de piso é resistente, possui alta durabilidade, não pede muita manutenção e é extremamente fácil de limpar.

Existem opções com textura e granilha, os chamados antiderrapantes, ideais para quem tem criança e quer evitar quedas durante as brincadeiras e até na hora da limpeza. A cerâmica possui alta variedade no mercado e acaba sendo a opção mais comum para varandas.

Os pisos em cerâmica são classificados de acordo com o PEI de cada peça. Antes de efetuar a compra, verifique qual o PEI da cerâmica, quanto maior ele for maior será a resistência e a durabilidade do mesmo.

Em áreas externas é comum o uso de cerâmicas com PEI 4 ou 5.

– Porcelanato: Apesar de muito utilizado para salas e outros cômodos internos, o porcelanato pode ser aplicado em ambientes externos, assim como a cerâmica. O ideal é o uso de porcelanato acetinado.

Esse tipo de porcelanato possui um acabamento fosco e por esse motivo se torna ideal para ambientes mais rústicos. O porcelanato também é muito utilizado devido à alta durabilidade que oferece.

– Ardósia: A ardósia é o revestimento perfeito para quem tem área descoberta, exposta a chuva, ou que possui umidade no local, já que ela é resistente à água.

Porém, a ardósia exige um cuidado especifico na hora de efetuar a limpeza, pois pode ficar manchada facilmente. Não é recomendada para quem tem animais domésticos que utilizem o espaço para brincar ou fazer suas necessidades.

Além desses três tipos de revestimento, os mais usados em varandas, é possível também utilizar pedra ou madeira. Para entender mais sobre as diferenças entre cada tipo de revestimentos leia nosso artigo sobre o assunto clicando aqui.

E continue acompanhando nossos artigos com mais dicas de decoração para ambientes internos e externos, em qualquer fase da sua construção ou reforma.

 Fonte: http://www.imovelweb.com.br

37 perguntas e respostas sobre Direito Trabalhista

Confira as principais dúvidas sobre direitos dos funcionários de condomínios

Confira as principais dúvidas sobre direitos dos funcionários de condomínios

A gestão dos funcionários de condomínio pode ser um desafio enorme. Além das dificuldades de se gerir pessoas, há uma extensão legislação para se seguir.

A CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) data de 1943.De lá para cá foram diversas alterações no principal regramento que dita normas entre trabalhadores e empregadores. No ano passado, a CLT sofreu diversas alterações, a chamada Reforma Trabalhista. Com isso, muita coisa mudou.

Como muita coisa mudou, listamos abaixo 37 perguntas e respostas sobre Direito Trabalhista com foco em condomínios. Tire suas dúvidas!

1 – Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado?

O parágrafo primeiro, do artigo 459 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), estabelece que o pagamento do salário deve ser realizado no máximo até o 5º dia útil do mês subsequente ao vencido.

É permitido o pagamento por cheque ou depósito bancário a alfabetizados, desde que o horário do banco permita ao empregado movimentar a conta, devendo a empresa pagar as despesas de condução, se o banco não estiver próximo.

A movimentação da conta através de cartão magnético também é permitida.

2 – Qual o procedimento a ser adotado se o empregado que está cumprindo aviso prévio praticar irregularidades no trabalho?

Independentemente de estar cumprindo aviso prévio, o empregado que cometer irregularidades na prestação de serviços está sujeito às sanções disciplinares, que poderão variar entre advertência e suspensão, podendo ainda implicar na rescisão do contrato por justa causa no caso de reincidência ou dependendo da gravidade da irregularidade.

3 – O que fazer se o empregado demitido, comparecendo ao sindicato ou ao Ministério do Trabalho para homologação da rescisão trabalhista, se negar a receber as verbas devidas?

Se o empregado se recusar a receber as verbas trabalhistas, depositar na conta dele, se não tiver conta, fazer consignação em juízo, para que a Justiça do Trabalho entenda que você cumpriu com sua obrigação. Mas após a Reforma Trabalhista não é mais necessário fazer homologação em sindicato ou Ministério do Trabalho.

4 – O que é Convenção Coletiva de Trabalho?

Trata-se de um acordo entre sindicato de empregados e sindicato de empregadores para a estipulação de normas, que dispõe sobre as condições mínimas de trabalho da categoria, como por exemplo, pisos salariais, benefícios, etc.

Conforme define o artigo 611 da CLT, a convenção coletiva de trabalho é o acordo de caráter normativo, pelo qual dois ou mais sindicatos representativos de categorias econômicas e profissionais estipulam condições de trabalho aplicáveis, no âmbito das respectivas representações, às relações individuais de trabalho.

Os direitos previstos na convenção coletiva têm a mesma força das normas da CLT.

5 – Na rescisão por justa causa é possível a homologação pelo sindicato ou no Ministério do Trabalho?

Após a reforma trabalhista não é necessária homologação do contrato de trabalho, inclusive para demissões por justa causa. Porém, não há impedimento para que a mesma seja homologada.

6 – O empregado que trabalha no horário noturno caso seja transferido para o horário diurno, perde o direito ao adicional noturno?

O empregado perde o adicional, caso seja transferido para o horário diurno, conforme dispõe a Súmula 265 do Tribunal Superior do Trabalho – TST; sendo importante que o empregador obtenha a anuência do mesmo por escrito; caso contrário a mudança de horário não será lícita, por ferir o art. 468 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.

É devido o adicional noturno ao empregado que trabalhar no período entre as 22:00 horas de um dia e as 5:00 horas do dia seguinte. Esse adicional é de 20% (vinte por cento) sobre a remuneração do trabalho diurno.

7 – O empregado que se afastar por motivo de doença, tem o direito de correção salarial igual àquela obtida por outros funcionários, após seu retorno ao trabalho?

Sim, terminado o período de afastamento por motivo de doença, cabe ao funcionário retornar imediatamente ao trabalho e ele também fará juz a correção salarial igual à obtida por outros funcionários durante o seu afastamento.

8 – É possível desistir após ter dado aviso prévio ao empregado?

O aviso prévio é a informação à outra parte que o contrato de trabalho terminou, é possível desistir sim, mas como o contrato de trabalho tem que ter aceitação das duas partes, o avisado tem que concordar com o cancelamento do aviso prévio. Ou ainda as partes podem fazer a quitação do contrato de trabalho e iniciar um novo.

9 – Qual a duração da jornada de trabalho?

Em geral a duração da jornada conforme CLT é de 44 horas por semana e 220 horas por mês.

10 – Quantas horas de descanso deve haver entre uma jornada de trabalho e outra?

Trata-se de intervalo interjornada que não se confunde com o intervalo para refeição e descanso, que deve ser de no mínimo de 1 hora para jornadas superiores a 6 horas. Entre duas jornadas de trabalho haverá um período mínimo de 11 (onze) horas consecutivas para descanso.

11- O trabalho realizado em dia de feriado não compensado é pago de que forma?

A cláusula pertinente ao trabalho em domingos e feriados (folgas trabalhadas) da Convenção Coletiva de Trabalho dos Empregados em Edifícios e Condomínios, determina a remuneração em dobro do trabalho em domingos e feriados não compensados, sem prejuízo do pagamento do repouso remunerado, desde que, para este, não seja estabelecido outro dia pelo empregador.

12 – Qual é o prazo para pagamento da remuneração das férias e abono solicitados?

Hoje, com a reforma trabalhista, as férias podem ser gozadas em até 3 períodos, sendo que um deles não pode ser inferior a 14 dias. O pagamento da remuneração das férias e do abono será efetuado até dois dias antes do início do respectivo período.

13 – Quantas vezes o empregado pode faltar ao serviço sem perder o direito às férias?

O empregado do condomínio pode faltar injustificadamente até 5 dias a cada 12 meses de vigência do contrato para gozar os 30 dias de férias, caso ocorra mais falta, os dias de férias serão descontados na seguinte proporção: 24 dias corridos, quando houver tido de 6 a 14 faltas; 18 dias corridos, quando houver tido de 15 a 23 faltas; 12 dias corridos, quando houver tido de 24 a 32 faltas.

14 – Qual é o prazo para pagamento das verbas oriundas da rescisão do contrato de trabalho?

De acordo com o parágrafo 6º do art. 477 da Consolidação das Leis do Trabalho, o pagamento das parcelas constantes do instrumento da rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado nos seguintes prazos:

  • até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato;
  • ou até o décimo dia, contado do dia da notificação referente à demissão, quando da ausência do aviso-prévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento.

15 – Em caso de morte do empregado, qual o procedimento que o síndico deve ter para efetuar a rescisão?

O síndico deve providenciar a baixa na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), e deve anotar no campo data da saída, o dia do óbito do empregado e efetuar a rescisão contratual por falecimento.

Os valores rescisórios deverão ser pagos em quotas iguais, aos dependentes habilitados perante a Previdência Social. Caso não sejam identificados esses dependentes,os valores deverão ser pagos através de ação de consignação em pagamento perante a Justiça do Trabalho.

16 – Qual a quantidade de horas extras permitidas para o funcionário de condomínio?

Conforme preceitua o art. 59 da CLT, a duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente a duas horas por dia.

17 – As horas extras ficam incorporadas ao salário?

A incorporação das horas extras ao salário não vigora mais, em função do Enunciado 291, do Tribunal Superior do Trabalho que assim determina:

“A supressão, pelo empregador, do serviço suplementar prestado com habitualidade durante pelo menos um ano, assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor das horas mensais suprimidas para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal.

O cálculo observará a média das horas suplementares efetivamente trabalhadas nos últimos 12 meses, multiplicado pelo valor da hora extra do dia da supressão”.

Não é necessário homologar tal ato perante o sindicato ou delegacia do trabalho.

18 – Como proceder caso o empregado abandone o emprego?

O abandono de emprego se caracteriza pela ausência do funcionário no condomínio por mais de 30 dias consecutivos.

O síndico, ao constatar que o funcionário está ausente por esse período, deverá convocá-lo para justificar as suas faltas por correspondência registrada ou pessoalmente. Caso o funcionário não compareça estará caracterizado o abandono de emprego.

A notificação poderá ser feita pelo correio com AR, telegrama ou pelo Cartório de Títulos e Documentos. Aviso pela imprensa não tem grande valor perante a Justiça do Trabalho.

19 – Existe algum critério de precedência para aplicação de penalidades ao empregado, no caso de suspensões e advertências?

O síndico tem o poder disciplinar no condomínio e pode aplicar penalidades aos empregados que violarem o regimento interno do local. Entretanto, não existe um critério de precedência e pode ser aplicada a advertência ou suspensão analisando a gravidade do fato. O síndico deve aplicar essas penalidades sempre com bom senso e em caso de falta grave pode ser aplicada a justa causa.

Se o síndico der 3 advertências, de acordo com a gravidade para a mesma incidência, pode suspender o funcionário ou aplicar demissão por justa causa. Lembrando que existem hipóteses para demissão imediata por justa causa no artigo 482 da CLT.

20 – Qual o prazo que o empregado tem para solicitar a primeira parcela do 13º por ocasião das férias?

Para que o adiantamento possa ser concedido juntamente com o pagamento das férias do empregado, o empregado deve fazer a solicitação ao síndico durante o mês de janeiro do corrente ano.

21 – Qual é o prazo que o empregador tem para devolver ao empregado, a carteira de trabalho, que tomou para anotações?

O empregador tem o prazo, improrrogável, de 48 horas para fazer anotações necessárias e devolver a CTPS. Esse prazo começa a ser contado a partir do momento da entrega da carteira, que deve ser devolvida mediante recibo do empregado.

22 – Quando a carteira de trabalho deve ser atualizada?

A carteira de trabalho deve ser sempre que ocorrer alteração contratual, correção salarial, concessão de férias ou em caso de recolhimento de contribuição sindical.

23 – Em que hipóteses o empregado pode deixar de comparecer ao serviço, sem prejuízo do salário?

O artigo 473 da CLT apresenta determinadas situações em que não pode haver desconto do salário:

a) Falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que viva sob dependência econômica do empregado conforme declarado em sua CTPS: até 2 (dois) dias consecutivos;

b) Em virtude de casamento: até 3 (três) dias consecutivos;

c) Licença-paternidade: 5 (cinco) dias;

 d) Doação voluntária de sangue devidamente comprovada: 1 (um) dia a cada 12 (doze) meses;

e) Alistamento eleitoral: até 2 (dois) dias consecutivos ou não;

f) Serviço militar, durante o tempo em que tiver de cumprir as suas exigências;

g) Nos dias em que estiver realizando exame vestibular para ingresso no ensino superior;

h) Quando tiver de comparecer em juízo, durante o tempo em que for necessário;

i) Aborto não criminoso: 2 (duas) semanas;

j) Quando, na qualidade de representante de entidade sindical, estiver participando de reunião oficial de organismo internacional do qual o Brasil seja membro, pelo tempo que se fizer necessário;

l)Acompanhamento de consultas médicas e exames complementares durante o período de gravidez de sua esposa ou companheira: até 2 (dois) dias;

m) Acompanhamento de filho de até 6 (seis) anos em consulta médica: 01 (um) dia por ano; (Para os empregados em condomínios residenciais, comerciais ou misto, de São Paulo, a Convenção Coletiva prevê que “as faltas ou horas não trabalhadas do empregado que necessitar assistir seus filhos menores de 14 (catorze) anos em médicos, desde que o fato resulte devidamente comprovado, posteriormente, através de atestado médico e no máximo 3 (três) vezes  em cada 12 (doze) meses”, ampliando as hipóteses de falta sem comprometimento do salário).

Outras situações:

Afastamento por doença: pelo tempo em que perdurar a doença. Em caso de afastamento superior a 15 (quinze) dias, o empregador é responsável pelo salário nestes primeiros 15 (quinze) dias e a partir do 16º (décimo sexto) o pagamento ocorrerá por conta da Previdência Social, desde que, constatada a incapacidade do empregado em perícia médica.

24 – É possível implantar o “banco de horas” (as horas extras trabalhadas em um dia serem compensadas com a diminuição em outro dia) para empregados em condomínios?

Considerando que a Lei 13.467/2017 (Reforma Trabalhista) acrescentou o parágrafo 5 (quinto) ao artigo 59 da CLT, em princípio, não há impedimento à implantação de bando de horas, desde que, observados os requisitos legais.

Contudo, cumpre esclarecer que, no tocante à jornada de trabalho, o que for convencionado se sobrepõe ao legislado.  A atual Convenção Coletiva dos Empregados em Condomínio de São Paulo (Sindifícios 2017/2018) é anterior à lei em comento e não prevê tal possibilidade, podendo advir na próxima convenção com efeito modificativo neste sentido.

25 – O condomínio pode contratar um empregado para trabalhar menos que 44 (quarenta e quatro) horas semanais, recebendo salário proporcional à sua jornada?

A Lei 13.467/2017 (Reforma Trabalhista) acrescentou o artigo 58-A, à CLT, que dispõe que “considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais”, sendo que o salário do empregado será proporcional à sua jornada, em relação aos empregados que cumprem, nas mesmas funções, em tempo integral.

26 – Quais as jornadas de trabalho semanal que podem ser adotadas para os empregados em condomínios?

Poderão ser adotadas quaisquer escalas de trabalho (5×1, 6×1), desde que, respeitado o limite de 8 (oito) horas diárias e 44 (quarenta e quatro) horas semanais com a concessão de descanso semanal remunerado em período não excedente a 6 (seis) dias na semana. Também é possível a adoção da escala 12×36, mediante acordo coletivo.

Obs.: as escalas que impliquem em trabalho aos domingos só poderão ser utilizadas para porteiros e ascensoristas, conforme o Regulamento do Decreto nº 27.048/ 49. Deverão também ser observados o limite constitucional das jornadas diária (de, no máximo, 8 [oito] horas) e semanal (de, no máximo, 44 [quarenta e quatro] horas).

27 – O síndico é obrigado a contribuir para a Previdência Social?

Ele deverá contribuir obrigatoriamente se receber remuneração do condomínio pelo exercício do cargo (obs.: o INSS considera a isenção da quota condominial como remuneração).

A obrigação surgiu com a Lei nº 9.876, de 26 de novembro de 1999, que classificou os síndicos de condomínios como contribuintes individuais.

28 – Os condomínios estão obrigados a realizar exames médicos em seus empregados?

Sim, por força do estabelecido no art. 168 da CLT e pela Norma Regulamentadora nº 07 – NR-7, que é parte de um conjunto de normas relativas à segurança e medicina do trabalho, editadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, todos os empregadores estão obrigados à implementação do chamado Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, o qual prevê a realização de exames médicos dos seus empregados, a cada 12 meses.

29 – Em que ocasiões devem ser realizados os referidos exames médicos?

Pode-se dizer, resumidamente, que os exames médicos devem ser realizados nas seguintes ocasiões:

  • antes da admissão do empregado;
  • periodicamente;
  • mudança de função, quando a nova ocupação exponha o trabalhador a agente de risco;
  • quando do retorno ao trabalho após afastamento por período igual ou superior a 30 dias por motivos de doença, acidente ou parto;
  • quando da demissão do empregado.

30 – Quais os intervalos mínimos para a realização dos exames periódicos?

O período minimo é anual podendo ser por um período menor, a critério do médico encarregado, ou se notificado pelo médico agente da inspeção do trabalho, ou, ainda, como resultado de negociação coletiva de trabalho;

31 – Os Condomínios estão obrigados a implementar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA?

O Condomínio, assim como todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, estão sujeitos à Norma Regulamentadora nº 09 – NR-09, do Ministério do Trabalho e Emprego, que impõe a implementação do referido programa, cujo objetivo é o antecipado reconhecimento, avaliação e controle dos riscos que o ambiente de trabalho possa oferecer à saúde do trabalhador.

32 – Feita a primeira avaliação técnica do ambiente de trabalho, após quanto tempo deverá ser renovada?

Conforme dispõe a NR-09, deverá ser feita pelo menos uma vez ao ano uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários, podendo ocorrer avaliação em menor tempo, caso seja identificada necessidade para tal, por exemplo, havendo uma modificação nas instalações ou condições do ambiente de trabalho.

33 – Qual o profissional adequado para a implementação do PPRA?

Tendo em vista que o reconhecimento, a avaliação e o controle dos riscos oferecidos pelo ambiente de trabalho devem ser apurados tecnicamente, de forma que a efetividade do programa possa ser atingida, os profissionais mais aptos a tal serviço são os técnicos e engenheiros de segurança no trabalho, que elaborarão laudo técnico das condições ambientais e indicarão as medidas eventualmente necessárias à eliminação de riscos.

Tal documento deverá ser mantido pelo condomínio à disposição dos trabalhadores e da fiscalização, permanecendo em arquivo por período mínimo de 20 anos.

34 – É obrigatória a existência de CIPA nos Condomínios?

A existência da CIPA nos Condomínios está condicionada ao número de empregados que tenha, pois, conforme o disposto na NR-05 do Ministério do Trabalho e Emprego, caso o Condomínio tenha menos de 51 empregados somente estará obrigado a designar um dentre eles para responsabilizar-se pelos objetivos da NR-05.

Havendo mais de 51 empregados, deverá o condomínio constituir a CIPA com todas as formalidades previstas na Norma Regulamentadora.

35 – Qual a finalidade da CIPA?

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, tem como finalidade a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

36 – No caso do condomínio estar desobrigado da constituição da CIPA devido ao seu número reduzido de empregados, qual a sua obrigação perante o empregado indicado a cumprir os objetivos da NR-05?

Neste caso, após a designação do empregado responsável, caberá ao empregador promover, anualmente, treinamento de no mínimo 20 horas-aula para o designado responsável pelo cumprimento do objetivo desta NR, a fim de que este se torne apto a atuar na prevenção de acidentes.

37 – O empregado cipeiro tem direito à estabilidade?

A Constituição Federal, ao garantir a estabilidade aos cipeiros, o fez somente em relação àqueles que sejam eleitos.

Assim, tendo-se em vista que a eleição é peculiar aos representantes dos empregados, pois os representantes do empregador são por ele designados, a estabilidade somente é conferida ao cipeiro representante dos empregados.

Portanto, o empregado designado como responsável pelo cumprimento da NR-05 nos Condomínios com menos de 51 empregados, por ser indicado pelo empregador, não fará jus à estabilidade provisória do cipeiro.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Realizar obras em imóveis alugados exige uma negociação transparente entre dono e inquilino

Algumas dicas podem contribuir para que eventuais mudanças surtam efeito

José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas

Especialistas sugerem investir na pintura, nos acessórios e em adesivos ou papel de parede em caso de mudanças para deixar o imóvel com aparência de decoração econômica - Thiago Costoli/Divulgação
Especialistas sugerem investir na pintura, nos acessórios e em adesivos ou papel de parede em caso de mudanças para deixar o imóvel com aparência de decoração econômica

Encontrar um imóvel para alugar que atenda a todas as expectativas do novo morador é uma tarefa complicada. Porém, é inevitável que o inquilino queira fazer algumas mudanças ou adaptações no imóvel antes de se mudar. Para isso, é importante que o proprietário e o locatário combinem antes da assinatura do contrato as mudanças necessárias, para que não haja reclamações posteriores.

Quando a pessoa compra um imóvel usado dificilmente vai entrar nele sem precisar fazer algum tipo de mudança. “Antes de adquirir o imóvel, na vistoria será verificada a estrutura, como trincas e fissuras que possam comprometer a segurança do prédio, mas em regra a pessoa pode mudar para qualquer lugar sem fazer nenhum tipo de alteração e só iniciar uma reforma já dentro do imóvel. O que vai determinar isso é o poder aquisitivo e o gosto particular de cada um”, avalia Renato Horta, advogado de família.

Mas, no caso de aluguel, basta o locatário verificar se o imóvel atende às necessidades básicas e às expectativas naquele momento. “Já que o locatário – apesar de ter a posse direta do imóvel – não detém a propriedade, pode rescindir o contrato caso o bem não atenda à finalidade para a qual foi locado”, pontua.

Fazer modificações em uma casa alugada requer planejamento e conversa detalhada com o dono do imóvel. “Depende do tipo de modificação que a pessoa vai fazer, porque se é necessária e não for feita pode comprometer a estrutura do imóvel. E se não houver previsão em contrário no contrato, o inquilino pode fazer essa alteração e depois ser reembolsado por meio de indenização.”

As obras que não são necessárias e não colocam em risco seus moradores são chamadas de benfeitorias úteis. “O inquilino poderá fazê-las, desde que autorizado pelo proprietário para ser reembolsado posteriormente. Se forem outras benfeitorias, só pra embelezar o imóvel, o inquilino, pode até fazer, só que o proprietário não é obrigado a indenizá-lo”, afirma o advogado.

CONTRATO 

Por isso, é preciso estar atento às condições do contrato firmado entre o inquilino e o proprietário ou administradora. “É importante observar a existência de obrigações acessórias, por exemplo, a devolução do imóvel pintado. Deve-se ficar atento também sobre qual período se incidirá multa em caso de rescisão antecipada do contrato. Verificar ainda se há proibição de execução de benfeitorias para que o locatário não venha a ser prejudicado financeiramente caso execute algumas obras.”

Já o locador precisa ter atenção se o imóvel for para fins residenciais. Apesar de a lei não obrigar, é aconselhável que o contrato tenha prazo mínimo de 30 meses, pois fixado prazo inferior a esse poderá o locatário permanecer no imóvel por até cinco anos.

REFORMA 

Para Flaviane Pereira, designer de interiores, e Márcia Coimbra, arquiteta do escritório Ágille Arquitetura, o planejamento é o principal objetivo para o sucesso de qualquer projeto de vida que se deseja alcançar na hora da realização do sonho da casa própria, independentemente se a aquisição do imóvel for na planta ou usado. “Caso encontre um imóvel, mas o inquilino pretende intervir na moradia, é recomendado contratar um profissional habilitado para que faça o planejamento das intervenções desejadas e que em comum acordo com o proprietário sejam validadas e aprovadas para dar início ao projeto”, afirmam.

A contratação de um profissional habilitado é necessária para a emissão da norma técnica e para prosseguir com o andamento das intervenções futuras. Uma cópia desses documentos deverá ser entregue acompanhada de uma do projeto e memorial descritivo para o síndico do condomínio. Se o arquiteto não o fizer, caberá ao síndico solicitar a documentação.

DECORAÇÃO 

Algumas mudanças podem ser feitas sem afetar o projeto original do imóvel. “Se forem para deixar o ambiente com aspecto de decoração econômica e só para renovar o ambiente, invista na pintura e nos acessórios, ou em um adesivo ou papel de parede, reutilize objetos ou acessórios, abuse do verde, monte um jardim sustentável e desfrute desse novo lar”, recomendam Flaviane Pereira e Márcia Coimbra.

A arquiteta e a designer de interiores dão algumas dicas para deixar o novo lar mais aconchegante. “Abuse dos acessórios, como um tapete para esconder algumas patologias no piso, o uso de adornos e almofadas para compor essa área que necessita de algum tratamento especial e deixar o ambiente com um clima acolhedore mais aconchegante. Pinte as paredes com cores claras se seu espaço demanda amplitude ou se existe algum defeito que o incomode. Se algum revestimento do banheiro ou outra área de algum cômodo necessitem de algum tratamento, uma ótima opção será o espelho, que, além de ampliar, é esteticamente belo no décor”, afirmam.

Outra dica importante é o uso de madeiras e plantas, deixando o espaço mais próximo da natureza, trazendo mais conforto para o lar e proporcionando sustentabilidade.

Em áreas externas, grandiosas ou enxutas, para propor um espaço aberto e agradável, a dica para espaços pequenos é ter cuidado com a dimensão do mobiliário escolhido. O espaço mais enxuto é perfeito para uma reunião, assim como um espaço amplo possibilita uma amplitude de opções na hora do planejamento conceitual.

É necessário pensar quais são as suas reais necessidades e assim definir suas prioridades e quais os espaços são mais importantes para você investir no imóvel. “A dica preciosa é identificar suas necessidades e agarrar as oportunidades, olhando sempre os diversos fatores envolvidos, como a localização, qualidade e contrato.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Inspeção predial e a responsabilidade do síndico

Consta na norma técnica ABNT NBR 5674 uma das definições para inspeção predial: “Avaliação do estado da edificação e de suas partes constituintes, realizada para orientar as atividades de manutenção.”

Na inspeção predial é verificado o estado geral – de conservação e de manutenção – da construção do condomínio, com o objetivo de evitar obras emergenciais e, principalmente, zelar pela segurança de todos que usam as instalações.

NBR 15575 – Construções de mais qualidade, síndicos com mais responsabilidade

Norma de Desempenho de Edificações (NBR 15575) aumentou consideravelmente o nível de exigência de empresas do ramo de construção civil. Nos indicadores de desempenho de uma edificação são avaliados quesitos de conforto e qualidade na estrutura, vedações, pisos, instalações e coberturas. Essa norma também ajuda a realizar a correta divisão de responsabilidades entre projetistas, construtoras, usuários (no caso, condomínios) e fabricantes.

Em novas construções, o plano de manutenção deve constar no manual do usuário para execução de todas as especificações, pois do contrário, se houver um problema específico, o condomínio não poderá cobrar ações das construtoras e incorporadoras. O cumprimento correto das manutenções preventivas conforme instruções do manual é a garantia do edifício.

Para condomínios mais antigos, o laudo da inspeção predial pode ser útil para negociar com construtoras que entregam obras com vícios ocultos, podendo inclusive servir de prova em demandas judiciais.

A responsabilidade da manutenção predial é do síndico, que deverá contratar um profissional habilitado (normalmente um engenheiro) ou especialista capacitado, conforme o caso, para efetuar o laudo de inspeção predial.

Quem pode fazer a inspeção predial

Para vistorias mais simples, relacionadas à conservação do prédio, um técnico em edificações poderá auxiliar, mas para a inspeção predial o profissional contratado deverá emitir uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), que comprovará a adequada inspeção do condomínio.

Como funciona

O profissional emitirá um relatório detalhado do que foi observado no edifício – um laudo. Com esse laudo em mãos, caberá ao síndico cumprir rigorosamente as instruções. Na maioria das vezes haverá um cronograma de manutenção priorizando áreas de risco ou que mais necessitam reparo ou manutenção. Esse laudo facilitará o planejamento para execução das futuras obras.

Periodicidade

O tempo das avaliações periódicas varia de acordo com a idade do imóvel e do tipo de construção, devendo o síndico estar sempre atento a fissuras nas paredes ou qualquer deformação nas estruturas; infiltrações e sistema elétrico, principalmente.

O síndico deverá pesquisar se na sua localidade existe uma lei ou norma que trata da periodicidade na inspeção predial. Não havendo legislação a respeito e nenhum vício aparente, uma sugestão é realizar a inspeção a cada cinco anos para prédios com até 10 anos (seguindo as recomendações do manual do usuário); a cada dois anos para prédios acima de 10 até 15 anos, e anualmente para prédios com mais de 15 anos.

Karla Pluchiennik Moreira

Empresária, administradora, coach e diretora do Portal Viva o Condomínio. Presta consultoria para uma rede com mais de cem escritórios nas principais cidades do Brasil.

Fonte: https://vivaocondominio.com.br/

Saiba como ganhar espaço em todos os cômodos da casa

Precisa ganhar espaço em casa e não sabe por onde começar? Separamos algumas dicas infalíveis para aproveitar melhor o ambiente.

Com o passar do tempo, os apartamentos têm ganhado metragens menores, ficando mais compactos e exigindo adaptações para melhor aproveitamento do ambiente.

Esses formatos exigem mais da decoração e pedem móveis mais práticos, que otimizem a rotina do dia a dia mas sem ocupar espaço demais. Por isso, separamos as melhores dicas para aplicar agora mesmo no seu lar!

Quando o espaço já é pequeno, o ideal é tentar gerar um maior percentual de aproveitamento de cada cômodo, e a melhor forma de fazer isso é utilizando móveis planejados, pensados especialmente para a sua situação.

Existem opções de móveis com essa finalidade para todos os ambientes da casa, quartos, cozinhas ou salas. Nem sempre é necessário que a casa inteira seja adaptada com móveis planejados, mas caprichar nos cômodos menores já ajuda e muito na organização diária do ambiente.

Adaptar os guarda-roupas, armários de cozinha e rack da sala tornam os cômodos mais amplos e confortáveis para curtir o melhor da sua casa durante suas folgas do trabalho.

Um rack de chão, menor e mais estreito, ajuda a reduzir o número de elementos expostos, concentrando o espaço apenas para controles, aparelho de home theater, receptor da TV ou videogame. As TVs mais novas são pensadas para facilitar a vida dos usuários quando anexadas a parede.

Já nos quartos, um guarda-roupas embutido pode fazer milagres deixando a circulação mais fácil no ambiente. Abuse de prateleiras, nichos, gavetas e até mesmo do espelho nas portas para deixar as paredes livres.

O modelo ideal é o que melhor atende às suas necessidades, portanto, converse com o profissional que irá cuidar do seu móvel e indique o que é fundamental para você.

Embutir o fogão, a geladeira e a lavadora de louças deixa todos os móveis da cozinha no mesmo nível do cômodo e o corredor torna-se mais espaçoso para realizar as tarefas do dia a dia. Além disso, todas as peças que você pode precisar ficaram próximas, deixando mais ágil a realização dos seus almoços e jantares e minimizando o tempo empenhado na cozinha.

Os balcões são ótimas alternativas para guardar os eletrodomésticos da casa.

Ainda falando sobre cozinhas, a forma ideal de ganhar espaço no ambiente é trocando a sua comum por uma americana! Além de super charmosa, fica mais fácil receber amigos e parentes para um jantar no final de semana. O balcão pode também ser utilizado como mesa para refeições rápidas como cafés da manhã e lanches da tarde.

Para moradores solteiros ou casais sem filhos, a possibilidade de usar o balcão ou necessidade de uma mesa menor automaticamente ajudam a poupar espaço no ambiente.

Nos quartos, use nichos ou prateleiras para guardar acessórios decorativos ou produtos que você use com frequência. Os nichos não ocupam espaço no chão, podendo ficar acima de cômodas ou outros móveis pequenos.

Outro recurso para ganhar espaço nos quartos é ter uma cama sem cabeceira, que atualmente são muito comuns nos modelos Queen e King size. Esse tipo de cama além de não ter cabeceira, possui um baú interno amplo que serve para guardar itens variados e poupar algum espaço.

Nos banheiros, opte por armários pequenos embutidos abaixo da pia e guarde apenas o que for essencial no ambiente.

Evitar acúmulos de produtos e desapegar de coisas que não estão sendo utilizadas é também um jeito prático de aliviar espaço nos cômodos e tornar a vida mais confortável. Tire um dia para fazer aquela limpeza em embalagens de itens já vencidos ou vazios, roupas e sapatos que não são usados há muito tempo e demais artigos que possam estar causando volume em casa.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

O síndico pode invadir a unidade sem autorização do morador?

Saiba em quais situações a entrada é permitida

 

Saiba em quais situações a entrada é permitida

 

 

Entrar em uma unidade condominial sem autorização pode ser um grande problema. Afinal, entrar na casa de alguém sem ser autorizado pode resultar em muitos problemas e até em processos como invasão de domicílio.

Porém, vivendo em condomínio, há coisas que podem acontecer de repente – e que peçam a entrada urgente de terceiros na unidade.

Nesse vídeo da série “Especialistas”, o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich explica quando é possível entrar na unidade condominial sem a autorização do morador.

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Já pensou em fazer seguro residencial? Conheça os detalhes e veja se vale a pena

Saiba quais são as vantagens e desvantagens desse tipo de contratação

Fato: o seguro residencial é muito barato quando comparado ao de um veículo. Com pouco dinheiro você pode garantir coberturas de grandes sinistros, como incêndio. Mas qual a possibilidade de a sua casa pegar fogo? Pois é, a questão é muito individual. Para saber se vale a pena, leia atentamente todas as cláusulas avalie os riscos.

Para o presidente da Comissão de Riscos Massificados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Danilo Silveira, considerando a relação custo-benefício, sempre vale fazer o seguro residencial. Ainda assim, somente 15% das residências têm seguro no Brasil.

“O gasto médio anual é inferior a R$ 350,00, garantindo o principal bem da família contra danos acidentais e oferecendo serviços de assistência emergencial, como chaveiros, eletricistas e outros prestadores de serviços especializados”, ressalta Silveira.

O vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São (Sincor- SP), Boris Ber, diz que a procura ainda é muito baixa, já que boa parte das pessoas nem pensa nisso. Ele lembra que os seguros dos condomínios não cobrem todo, mas apenas a parte da construção.

“As roupas, a mesa de jantar, o sofá, o terno, não estão cobertos pelo seguro do condomínio. A experiência diz que quando você oferece o seguro residencial, explicando bem, 70% fecham”, afirma Ber.

O representante da FenSeg recomenda que as pessoas analisem os riscos aos quais o imóvel está exposto, considerando o histórico da localização, possibilidade de incidência de atos da natureza (ventos fortes, granizo etc), registros de furtos e roubos, e situações que podem causar danos a terceiros para cobertura de responsabilidade civil.

“O cliente deve também indicar valores segurados adequados para as coberturas escolhidas, considerando os preços de reconstrução do prédio e reposição dos bens, bem como a extensão dos eventuais danos em caso de sinistro. Não precisa incluir a valorização imobiliária”.

Adicionais

No seguro da residência, o cliente tem a possibilidade de incluir muitas coberturas adicionais, o que vai encarecendo o valor final contratado. De acordo com Ber, é possível até oferecer cobertura para o caso de queda de avião na casa, quando a pessoa mora perto de aeroporto.

“De impacto de veículos, caso a pessoa more num cruzamento movimentado. De dano elétrico, que é um curto-circuito sem a presença de fogo, e até de pagamento de hotel por determinado período, caso aconteça algo com o apartamento”.

É bom estar preparado para imprevistos (Foto: Shutterstock)

Não desperdice seu dinheiro com seguros que não estejam de acordo com a sua necessidade. Se você mora em bairro com alto índice de roubos e furtos, talvez essa seja uma cláusula interessante para você. Diferentemente se a casa fica em condomínio fechado com seguranças.

Se o seu bairro não for seguro, é uma boa opção (Foto: Shutterstock)

Detalhes:

Preço

Trata-se de um seguro de custo acessível. As coberturas de frequências mais elevadas, como, por exemplo, danos elétricos (a eletrodomésticos e outros bens) e furto e roubo costumam ser mais onerosas, enquanto as básicas são baratas.

Coberturas básicas

Garante proteção contra incêndio, raio e explosão de qualquer causa. Além da cobertura dos danos acidentais, as apólices oferecem serviços de assistências emergenciais e de conveniência.

(Foto: Shutterstock)

Coberturas adicionais

Entre as mais contratadas estão vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo, impactos de veículos e aeronaves, roubo e furto qualificado, danos elétricos, responsabilidade civil familiar (que garante danos materiais e corporais causados a terceiros pelo uso e conservação do imóvel ou atos involuntários dos moradores e empregados da casa) e perda ou pagamento de aluguel em caso de acidente.

Fonte: ZAP em Casa

Fabricação e recarga de extintor devem seguir regras

Empresas que fazem recarga de extintor de incêndio devem ter registro no Inmetro

Fabricação e recarga de extintor devem seguir regras

Pó químico e água. São esses os dois elementos usados em extintores de incêndio. Em todos os estabelecimentos, mesmo naqueles que contam com sistema de chuveiro automático, que é acionado assim que detectada temperatura elevada, é obrigatória a existência de extintores de incêndio.

Para fabricação e recarga de extintores de incêndio no Brasil, é necessário que a empresa possua registro no Inmetro. Em relação ao total de empresas com o registro no país, o sudeste possui o maior número absoluto de cancelamentos, com 41% das empresas, seguidas do sul com 24% e do nordeste com 12%. Considerando o pouco tempo transcorrido desde o início dos registros (2006), o número relativo de empresas com o registro cancelado é muito expressivo, sem contar as empresas com o registro suspenso ou vencido, cerca de 4% do total de empresas já registradas. (Dados de 2012 do Inmetro)

Ao escolher o fornecedor para equipar sua empresa é necessário se certificar que o estabelecimento possui registro ativo no Inmetro e pode prestar o serviço de maneira segura. Como todo equipamento de segurança, a produção de extintores de incêndio requer cuidados especiais, tendo em vista que podem colocar vidas em risco.

Todos os extintores devem obedecer a rigorosos controles de produção. Para os extintores de pó químico, o nível de exigência é ainda mais acentuado, pois são indicados nos casos de incêndios por líquidos inflamáveis e em casos de instalações elétricas ou equipamentos eletrônicos.

Extintor Registro Inmetro

Verifique sempre a validade da recarga e a validade do teste de pressão do extintor

Nele o controle de temperatura e umidade são essenciais, pois se não forem realizados de maneira correta, pode ocasionar empedramento do material e quando precisar ser utilizado não agirá de forma eficaz. A temperatura deve oscilar entre 18ºC e 30ºC, e a umidade relativa do ar deve girar em torno de 55%. Essa exigência é feita pela Portaria do Inmetro 005/2011, que estabelece e regulamenta os serviços de inspeção técnica de manutenção de extintores.

O Corpo de Bombeiros orienta que antes de comprar ou fazer a recarga de um extintor, o consumidor verifique no Inmetro se a empresa é cadastrada e se tem autorização para fazer o trabalho de acordo com os critérios estabelecidos. É importante ainda verificar a validade da recarga e a validade do teste de pressão do extintor.

Fonte: CondomínioSC

Cabeamento de TVs, Internet e Telefonia em condomínios

O que fazer quando a estrutura instalada está comprometida

O que fazer quando a estrutura instalada está comprometida

Você tem um problema: as queixas de condôminos estão pipocando, ora sobre a baixa qualidade do sinal de internet, ora sobre a impossibilidade de instalar o serviço desejado; quando não, as insinuações de que a sua gestão tem um pacto vantajoso com determinada operadora.

Pior é que está difícil encontrar respostas ou uma solução que agrade a todos. Empurrar com a barriga é péssimo em todos os sentidos, e vai além de administrar o clima de animosidade. Pode representar prejuízo financeiro para o condomínio. Até arranhar a sua imagem de síndico.

Se servir de consolo, você não está sozinho nessas questões.

O problema de cabeamento ocorre muito mais do que se supõe. Os advogados que o digam: “É muito comum atender queixas do condomínio contra a empresa cabeadora ou a construtora, ou do condômino, que se sente prejudicado”, conta Alexandre Marques, advogado especialista em direito condominial.

Principais causas de problemas nos dutos de condomínios

  • Dutos (shafs) entupidos;
  • Dutos congestionados por restos de obra (resíduos de pedras, cimento, tijolos etc.)
  • Dutos estreitos, que não comportam a passagem da fiação de diferentes operadoras e funções (telefonia, TV a cabo, internet, fibra ótica e por aí afora);
  • Conduítes mal instalados ou quebrados pelo uso de materiais de baixa qualidade.

De todas as causas, a dos dutos estreitos é uma das mais recorrentes, especialmente nas construções mais antigas. Nesse caso, está diretamente ligada à evolução tecnológica.

“É fácil entender. Nos anos 1980, por exemplo, os construtores não tinham essa previsibilidade de construção, demandas como internet, TV, fibra ótica. Estavam restritos à telefonia”, explica Alexandre.

As operadoras também recebem com frequência esse tipo de demanda por parte dos assinantes.

“Mas isso depende muito da região. Na Cidade de São Paulo, por exemplo, há uma demanda alta devido à existência de muitos edifícios antigos. Mas novos empreendimentos já estão sendo construídos prevendo a demanda necessária de cabos utilizados pelas principais operadoras”, afirma André Buontempo, diretor de operações da NET.

O advogado Márcio Rachkorsky, especialista em condomínios e consultor, observa que o problema ainda ocorre em prédios novos. “Em número menor, porém acontece. Muitas vezes, é uma questão construtiva — ou porque o engenheiro dimensionou mal o projeto, as especificações estão fora das normas, ou o material usado é de baixa qualidade”, descreve.

Apure as responsabilidades

Antes que as reclamações se transformem num balaio de gatos, melhor entender primeiro o que é da alçada de cada parte.

Para ajudar na conclusão, considere três possibilidades:

  1. Se for falha do projeto (prédio novo) e estiver dentro da garantia, a responsabilidade é da construtora;
  2. Se o condomínio não é tão novo, não está no prazo da garantia ou não tem falha no projeto, é uma questão de o condomínio coletivamente pensar na saída técnica;
  3. Em último caso, o condômino vai ter que se adaptar e aderir ao serviço que é possível no condomínio. “Não adianta processar ou brigar com o síndico, porque é uma limitação que não tem como resolver”, diz Rachkorsky.

Quando a responsabilidade é da operadora

Condômino ou condomínio compra um serviço da operadora ou da empresa cabeadora e paga. Depois, descobre que a instalação ou o funcionamento é inviável.

Ao ser cobrada, a empresa não devolve o valor, alegando que ‘fez a sua parte’. Pleitear o ressarcimento para a prestadora de serviço é parte de uma relação de consumo e o Código de Defesa do Consumidor é claro quanto ao direito de responsabilizar aquele que não entregou o que prometeu.

“Acontece, geralmente com empresas pequenas, embora seja um caso raro hoje em dia”, afirma Alexandre Marques. Segundo ele, as empresas estão mais precavidas e mais profissionais, também. “Essa transparência é praticada de uns tempos para cá. Antes, a empresa vendia primeiro, depois verificava a viabilidade e se recusava a devolver. Hoje, antes de fechar um contrato, checa se o serviço pedido está disponível para aquele endereço e se há algum impedimento técnico para o condomínio”.

A engenheira Raquel Bueno Tomasini, gestora do centro de atendimento técnico da administradora Lello também alerta que, infelizmente, muitas empresas envolvidas acabam agindo para resolver o problema do seu cliente e acabam prejudicando o vizinho — a ponto de desligar o cabo de um para aproveitar a infraestrutura para instalar em outra unidade.

“Sem contar com a questão da segurança do condomínio, em que profissionais de diversas empresas acessam o quadro de distribuição”, aponta a profissional.

Quando a construtora deve ser acionada

“Nos casos de problemas estruturais, sendo um condomínio novo, é possível os consumidores reclamarem da construtora, desde que haja em contrato ou publicidade que haverá alguma estrutura especial para esse tipo de serviço”, afirma a coordenadora do Procon-SP, Renata Reis.

Por isso, ela orienta, é muito importante ficar atento às especificações e se certificar que a construtora garanta a qualidade e a adequação dos dutos e dos materiais utilizados para realizar o cabeamento.

RESPONSABILIDADE OBJETIVA

Você deve ter na ponta da língua a questão da prescrição dos prazos para recorrer, quando necessário, a uma ação judicial contra a construtora e ter êxito.

Daí a importância de fazer a lição de casa. A primeira situação a entender é a conhecida como responsabilidade objetiva.

Na prática quer dizer que, ao detectar resto de obra — pedras, cimento, areia e outros resíduos — obstruindo os dutos e impedindo a passagem dos cabos, o condomínio pode acionar judicialmente a construtora num prazo de até cinco anos da entrega do imóvel.

DE OLHO NO VÍCIO OCULTO

O advogado Alexandre Marques explica que, na entrega do empreendimento, ou na primeira vez em que é detectado o problema, o Código de Defesa do Consumidor assegura o direito de regresso — o direito de ser ressarcido de um prejuízo causado por terceiro(s) em juízo.

A situação acontece com frequência, e é bem importante saber, se chama vício oculto — o defeito que não é detectado a olho nu e que, muitas vezes, só é constatado depois de algum tempo.

“Nesse caso, o prazo prescricional é de três anos, a contar do conhecimento do consumidordaquele vício”, avisa Alexandre.

Para entender melhor, vamos supor que, ao contratar o serviço de cabeamento, você descubra que o condomínio não está preparado para receber aquele produto, ou que os conduítes não estão de acordo com as normas técnicas, ou são de baixa qualidade e quebram com facilidade.

“Nessa hora, com o laudo técnico, o condomínio tem o direito de pleitear junto à construtora que refaça o trabalho, se for possível tecnicamente, ou então que indenize o condomínio. E, se necessário, vai notificar extrajudicialmente a empresa”.

Quando o condomínio é responsabilizado

  • Se o condômino provar em juízo que o condomínio foi omisso na manutenção da estrutura;
  • Se o condomínio tinha conhecimento prévio do problema e não procurou a construtora;
  • Se o prazo para acionar a construtora prescreveu por omissão do síndico da época ou dos condôminos, que não discutiram o tema em assembleia.

“Nesses casos, ele pode exigir que o condomínio execute a obra ou ele mesmo faz, e depois é ressarcido. Ou irá cobrar do condomínio com ação judicial, garantido pelo Código Civil”, afirma Alexandre.

Quando não há culpados

A situação mais difícil de ganhar a causa, e que invariavelmente termina numa solução conjunta entre condomínio e condôminos, ocorre com construções mais antigas.

Tudo foi construído dentro das normas previstas na época, quando cabeamento era previsto apenas para telefonia. Se a estrutura não suporta passar tanto cabo por causa do estreitamento, não é falha de projeto, e sim uma questão de evolução tecnológica. Não é culpa (no sentido jurídico) da construtora nem do condomínio.

Segundo os especialistas, o judiciário não desconsidera esse fato e o Código de Defesa do Consumidor esclarece que a empresa não é obrigada a acompanhar a evolução tecnológica. Não adianta acionar, pois não houve nada de ilegal.

Nesse caso, cabe a união do síndico com os condôminos para que busquem, juntos, a solução de modernidade que seja apropriada e viável, e façam um rateio.

“Uma questão que gera polêmica é quando o morador não assiste TV ou não usa internet. Raro, mas acontece. Nesse caso, ele não pode ser obrigado a entrar no rateio. Em minha opinião, obrigar essa família a aderir é inconstitucional — o que, de qualquer forma, será decidido em assembleia”, analisa o advogado.

Ameaças de condôminos

No calor da discussão, o condômino pode ameaçar processar o condomínio, alegando ser culpa dele a instabilidade do sinal ou a inviabilidade técnica. Ou poderá acusar o síndico por se sentir impedido de contratara operadora de sua preferência. Não é bem assim.

“Cada pessoa tem direito de escolher a operadora, desde que o condomínio tenha condições físicas para a instalação. Caberá à empresa contratada oferecer a solução técnica para ultrapassar a limitação física, utilizando uma tecnologia que não use fios, por exemplo”, acrescenta Marcio Rachkorsky.

Quando só uma reforma resolve

Em casos onde a situação tornou-se insustentável, devido à estrutura instalada estar muito comprometida, esclarecer a situação aos condôminos que se sentem lesados é o ponto de partida para se chegar a um entendimento.

“Em primeiro lugar, o condômino prejudicado deve acionar o zelador e pedir providências junto ao condomínio. Muitas vezes os dutos estão na capacidade máxima e requerem uma obra de adequação que, dependendo do porte, precisa ser aprovada em assembleia”, explica Raquel.

Uma vez definida a necessidade, convoque assembleia para discutirem abertamente os problemas de cabeamento. “Dessa forma, fica mais difícil que algum condômino alegue um problema e queira acionar o condomínio”, alerta Márcio.

Para evitar problemas futuros, o ideal é pedir que a operadora indique empresas instaladoras que sejam parceiras ou autorizadas. “Além de ser uma garantia a mais de idoneidade e competência, é uma forma de dividir a responsabilidade com a própria operadora,” comenta ele.

“Temos empresas parceiras que são especializadas em construções de cabeamentos estruturados em condomínios. Todos os procedimentos executados por estas empresas são monitorados e auditados por colaboradores próprios da Claro Brasil. Não apenas de forma administrativa, mas também no âmbito técnico, por meio de vistorias técnicas para controle de qualidade”, esclarece André Buontempo.

SOLUÇÕES TÉCNICAS

O engenheiro José Roberto Muratori, diretor-executivo da Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial (Aureside), sugere algumas saídas práticas para resolver o problema de dutos entupidos ou congestionados: “Vários serviços hoje podem ser atendidos por fibra ótica, o que implicaria na substituição de cabos antigos por este tipo de cabeamento”.

Existem, segundo ele, soluções alternativas como a criação de shafts específicos (distribuição vertical) ou novos condutores em forros de gesso e similares. “Serviços como internet via rádio ou via satélite podem ajudar a descongestionar caminhos existentes liberando espaço para novos serviços”.

De acordo com o diretor de operações da NET, as saídas práticas e técnicas variam muito, de condomínio para condomínio. “Como procedimento padrão, agendamos uma vistoria técnica que conta com a presença do responsável pela administração do condomínio e, nesta vistoria, realizamos análises do que poderá ser feito — tanto para desobstruir as tubulações existentes quanto para construir uma nova infraestrutura para passagem de cabos”.

Com estas informações, ele prossegue, são avaliadas as viabilidades técnica e financeira para a execução. “Há casos em que o próprio condomínio providencia esta necessidade de infraestrutura, mas isso não é uma regra”, acrescenta André.

Reformas dentro das unidades

A rigor, tudo o que se faz dentro do apartamento, deve ser submetido às normas da ABNT, mais especificamente à NBR 16.280. Mas cabe o bom senso. “Ou ninguém poderá bater um prego na parede sem a presença de um engenheiro”, diz Alexandre Marques.

Já se a obra for grande, com cabeamento interno e novos dutos, a presença do responsável técnico para assinar a ART ou RRT do projeto será fundamental. Caberá ao morador apresentar o documento para o condomínio de acordo com o que diz a NBR 16.280, que vai arquivar o processo e recorrer a ele, caso aconteça alguma coisa.

Além disso, gambiarras estão fora de cogitação. Levar em conta que roubar sinal de internet ou TV a cabo é crime.  “Se a empresa descobrir o gato, o síndico pode ser indiciado e responder inquérito policial por queixa crime”, adverte Marques.

Portanto, nada de deixar que o morador puxe fios sem um projeto. Gato, só o de estimação.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

MDF, compesado ou maciça: saiba como escolher a madeira certa na decoração

Tipo de decoração, móvel, ambiente e orçamento são questões que pensam na hora da escolha

Na hora de fechar o projeto de arquitetura do imóvel, não basta apenas pensar na beleza ou funcionalidade. Alguns pontos devem ser analisados com atenção para que a decoração vá além do aspecto estético ou prático.

Detalhes como o tipo de material a ser usado devem ser definidos com propriedade a fim de garantir uma maior durabilidade. Afinal de contas, ninguém quer gastar à toa. Um dos pontos importantes a ser levado em consideração é a escolha da madeira para cada tipo de móvel ou ambiente.

 

(Foto: Shutterstock)

 

São três opções, entre MDF, compensando e madeira de lei, e eleger o material de forma adequada pode resultar em beleza, economia, resistência e durabilidade. Saiba como escolher a madeira certa para o seu projeto.

O tipo de ambiente é o primeiro fator determinante na escolha da madeira porque alguns tipos se adequam melhor em ambientes internos e outros podem ser usados nos externos também. “Tanto o MDF como o compensado devem ser utilizados em ambientes internos, pois sofrem com a umidade e exposição solar diretas. Já a madeira maciça pode ser utilizada em ambientes internos ou externos. Mas cuidados e manutenção são essenciais, pois também sofre com a ação de chuva e sol. Para garantir sua durabilidade, precisa da aplicação de vernizes pelo menos uma vez por ano”, explica o arquiteto Artur Diniz.

 

(Foto: Shutterstock)

Porém, é preciso ter muita cautela se for utilizar a madeira em ambientes que tenham mais uso de água, como banheiros, áreas de serviços e cozinhas. “É preciso ter o cuidado de verificar frequentemente se existem pontos de infiltração de água e limpar respingos que possam vir a se infiltrar nos móveis”, sugere Artur Diniz. A questão é que o material pode se danificar em contato com a água. “Algumas madeiras suportam mais o contato do que outras. O MDF e compensado não aguentam água . Se tiverem contato com a água parada por alguns minutos podem inchar e você perder o móvel. Já o compensado naval suporta mais, tem mais resistência e por isso é mais caro”, completa a arquiteta Juliana da Mata.

O resultado esperado para a decoração do ambiente é fator que também deve ser levado em consideração. “O MDF e o compensado são chapas lisas e pouco espessas e, com eles, pode-se obter um design mais leve e moderno, mais adequado a uma decoração clean. Podemos até dar um ar rústico através do revestimento, mas limitado se comparado à madeira maciça”, ressalta Artur Diniz. “Já com a madeira maciça poderemos explorar dormentes, galhos, troncos em seu formato original como uma rica peça de arte ou usá-la da forma tradicional, em móveis rústicos ou modernos. O que vai dar o estilo de decoração é o desenho da peça e seu acabamento”, acrescenta.

 

(Foto: Shutterstock)

Os usos também variam de acordo com o tipo de decoração desejado. “Com o MDF, para obter uma riqueza visual, podemos usar algumas peças laqueadas e outras revestidas com laminados madeirados, o que vai garantir uma riqueza estética”, explica o arquiteto. O compensado, por sua vez, pede linhas retas e vai conferir uma aparência mais moderna ao ambiente.

“Armários, bancadas e prateleiras poderão se repetir e até dialogar com outros materiais ou revestimentos existentes do mesmo ambiente, garantindo harmonia”, sugere. Já a madeira maciça confere um ar de sobriedade a qualquer ambiente e, por isso, pode ser associada a outros materiais mais leves e cores mais claras para não resultar em um ambiente pesado. “Se você tem uma mesa de aspecto pesado, mas pretende quebrar a robustez da madeira, experimente usar cadeiras e outros elementos de design leve no ambiente. Vidros, espelhos e cores claras também são bem vindos”.

 

(Foto: Shutterstock)

O tipo de móvel também deve ser levado em consideração na hora de eleger a madeira ideal. “Se o ambiente for propício e se não vai suportar excesso de peso, poderemos escolher MDF, compensado ou madeira. Neste caso, o que vai influenciar na escolha é o gosto estético. Embora possamos executar uma infinidade de armários e móveis em MDF e compensado, algumas peças, por suas formas e texturas, só conseguiremos executar em madeira maciça”, ressalta o arquiteto. A escolha certa pode garantir não apenas beleza e segurança, mas também uma maior durabilidade. “Às vezes é necessário usar mais de um material em um móvel para obter um bom resultado estético e uma boa vida útil”, complementa.

Segundo Juliana da Mata, o MDF é mais prensado e geralmente mais pesado, por isso é mais usado em corpo de móvel. Já o compensado é mais oco e, por isso, mais leve. “Ele é mais usado em portas de móveis porque impacta menos nas dobradiças e tem menos chances de empenar”, explica a arquiteta. Além disso, é possível encaixar cada tipo de material na decoração do ambiente. “Os mobiliários e roupeiros em geral são de MDF e MDP.

 

(Foto: Shutterstock)

Compensado se usa menos devido ao valor, mas é indicado para mobiliários em geral e mais ainda em áreas molhadas por ter mais resistência à água. Madeira maciça é usada de uma forma mais nobre em portas sociais, tampos de mesas de jantar, mesas de centro , painel ripado, entre outros. As possibilidades são infinitas,mas tudo vai variar de acordo com a disponibilidade de gasto de cada pessoa”, determina.

Fazer um planejamento adequado vai evitar gastos em excesso de imediato e também no futuro. “Faça um planejamento de suas possibilidades porque pode valer a pena fazer uma substituição por um de MDF ou compensado de boa qualidade. A oferta de mobiliário é imensa, com preços bem diversos. Se um móvel de madeira maciça não cabe no seu bolso, podemos substituir por um de MDF ou compensado e garantir uma boa economia. Mas tem que ser uma troca consciente, pois não adianta diminuir a qualidade de ferragens, por exemplo, e se arrepender depois”, atesta Artur Diniz.

 

(Foto: Shutterstock)

Existe diferença de preços e é preciso avaliar bem o orçamento para adequar o melhor tipo de madeira sem estourar o bolso. Geralmente, o MDF e o compensado são mais em conta que o compensado naval. Mas o mais caro é a madeira maciça. “O MDF cru costuma ser em torno de 20% mais barato que o compensado, também sem revestimento. Embora a madeira maciça de boa qualidade seja sempre mais cara, em torno de 2 a 2,5 vezes mais cara que o compensado, alguns quesitos diminuem a diferença para o custo de um móvel de MDF ou compensado, como o design do móvel, a empresa fornecedora, as ferragens, entre outros aspectos”, afirma o arquiteto.

Como usar cada tipo de madeira:

MDF:

Pode ser usado laqueada, revestida com chapa de laminado melamínico ou folheado de madeira. Usar em ambientes banheiros, cozinhas e serviços, mas requer atenção constante contra água. Proteger de infiltrações, limpar respingos de água imediatamente e evitar que os móveis toquem o chão, pois são áreas que precisam ser lavadas constantemente. Também deve ser protegida do calor. Nos balcões de cozinha, serviço e banheiro, o tampo de granito deve se projetar pelo menos 2 centímetros para proteger o armário inferior de respingos constantes.

Compensado:

Seu uso mais comum é revestido com laminado melamínico ou folheado de madeira. Mas poderá também ser usado para fabricação de mesas e até cadeiras, de preferência quando associado a estrutura de madeira maciça. Pode ser usado em armários de cozinha, serviços e banheiros. Apesar de serem mais resistentes que o MDF- em função do seu processo de fabricação- devem seguir os mesmos cuidados em relação à agua.

Madeira de lei:

Pela sua praticidade e beleza, podemos usar em praticamente todos os móveis: cadeiras, mesas de centro, mesas de jantar, aparadores, cristaleira, entre outros. A cor e tonalidade da madeira, a aparência dos veios, os acabamentos desejados, o local de uso, o tipo e estilo do móvel vão dar a tônica da decoração. Cada estilo de decoração vai pedir um tipo de acabamento. Uma decoração rústica pede uma madeira mais marcada, com veios mais visíveis. Uma decoração mais moderna pede uma madeira com acabamento mais fino e delicado.

 

(Foto: Shutterstock)

 

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Veja 10 conselhos para quem está de mudança

Trocar de apartamento pode ser uma experiência cansativa, anote as dicas para evitar estresse

Na hora de escolher um novo lugar para morar, veja se ele possui boa ventilação e incidência de iluminação natural. O ideal é que o sol da manhã incida na cozinha, área de serviço e sala, opinam Fláviane Pereira, designer de interiores, e Márcia Coimbra, arquiteta do escritório Ágille Arquitetura. Ah, você já escolheu e vai começar a preparar a mudança?

Então anota aí algumas dicas:

1 – Por onde começar?

Se o local precisa de reforma, a obra é a primeira coisa. “Pintura, colocação de gesso, depois vem a parte dos armários e cortinas. Por último, móveis e decoração”, diz designer de interiores Laura Santos.

2 – Reforma é tempo e dinheiro

Pense bem e faça as contas. Reformas de imóveis antigos costumam demorar (sempre aparecem novos problemas) e podem custar quase o preço de um novo! “Porém, o imóvel sempre carrega uma memória afetiva, então vale o investimento”, opina Fláviane.

3 – Não esqueça de medir


Dica: Se quer economizar, tente reaproveitar os móveis antigos (Foto: Shutterstock)

Pode parecer mentira, mas muita gente esquece de medir os espaços e, depois, o sofá não passa nem na porta. Se quer aproveitar seus atuais móveis, veja se a nova morada se enquadra ao tamanho deles. Pegue a fita métrica e, se algo não for compatível, exercite o desapego.

4 – Armários


Dica: Tenha um bom planejamento (Foto: Shutterstock)

Antes de começar o planejamento da mudança, já pense em quantos armários vai precisar, onde eles serão colocados na cozinha, área de serviço etc. São itens de primeira necessidade e, na maioria das vezes, é necessário fazer novos projetos. Não espere mudar para ver a bagunça dos marceneiros.

5 – Escolha da empresa


(Foto: Shutterstock)

A arquiteta Márcia Coimbra explica que há empresas especializadas em desmobilizar e organizar tudo no novo lar. Isso economiza tempo e muito trabalho! “Pior do que encaixotar é, sem dúvida, organizar novamente”. Laura Santos diz que uma boa empresa saberá proteger os bens. “O modo de empacotar é importante, porque faz com que a mudança seja mais rápida”.

6 – Misture móveis

Se a pessoa está mudando de uma casa para outra é porque suas necessidades mudaram e, portanto, novos elementos serão necessários para se adequar à nova realidade. Mas nem tudo precisa mudar e a utilização de peças antigas pode fazer uma boa composição com as novidades.

7 – Organização

Faça um lista do que vai levar e organize por ambientes e tipos de produtos. Jogar tudo em caixas, de qualquer jeito, só dará mais trabalho depois e ainda pode resultar em objetos quebrados.

8 – Chame a família

Se você não se importa em dividir a intimidade, pode ser bem divertido – e menos cansativo – chamar familiares para ajudar a desmontar a casa. Nesse meio tempo, com certeza vocês encontrarão fotos antigas e outras lembranças. Só não faça disso uma eterna conversa ou a mudança não sai.

9 – Se antecipe

Se programar com antecedência é um diferencial no Brasil. Mas faça isso. Acredite, muita coisa pode sair diferente e os atrasos são naturais. Se você tiver se planejado com boa margem de tempo, nada acabará com seu bom humor.

10 – Arrumar aos poucos

As especialistas dizem que o ideal é sempre saber onde tudo ficará no ato da mudança, pois assim se faz tudo de uma vez só. A ajuda de um profissional, com um projeto realizado anteriormente, pode facilitar essa parte.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

Escolher corretamente a empresa de segurança do seu condomínio passa pelo exame minucioso de diversos itens. Afinal de contas, com segurança não se brinca. Veja algumas dicas.

Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

 

Cuidar da segurança do seu condomínio é uma das tarefas mais urgentes de todo síndico, considerando que a sensação de estar seguro é um dos principais motivos que levam cada vez mais pessoas a buscarem esse tipo de moradia.

Por isso, é muito comum que condomínios invistam pesado nessa área, principalmente terceirizando serviços. E a contratação de uma empresa de segurança implica o investimento constante na proteção da vida e do patrimônio do morador.

Com tamanha responsabilidade que esse tema suscita, o síndico só deve delegar tal tarefa para empresas de vigilância e segurança qualificadas, que saibam agir nas mais diversas situações.

Se você está na dúvida de como escolher, ou quais detalhes devem ser levados em conta na hora de fechar um contrato com uma empresa de segurança condominial, leia nossas dicas abaixo!

1- Conheça a empresa

Infelizmente moramos em um país com índices altíssimos de violência. Com isso, ao longo dos anos, o mercado de segurança privada se expandiu muito. Se por um lado isso é bom, uma vez que aumenta o leque de negociação do gestor com a empresa, por outro lado pode cria dúvidas na cabeça do síndico quanto à idoneidade da empresa.

Nesse sentido, a primeira grande dica é não ter pressa para assinar o contrato. Avalie bem a instituição, estude a sua rotina de trabalho, pesquise outros condomínios em que ela atua, quais são os procedimentos em dias normais e de ocorrências, e como é a sua abordagem em relação aos moradores.

Enfim, não deixe que a urgência do tema se sobressaia em relação à responsabilidade de escolher corretamente a empresa de segurança do seu condomínio.

2- Consulte órgãos reguladores

Verifique a legalidade da empresa junto à Polícia Federal (PF) e o Sindicato das Empresas de Segurança Privada (SESVESP). Empresas de segurança privada possuem uma legislação bastante específica: lei 7102/83 e a portaria 3233/2012.

A Polícia Federal disponibiliza, em seu site um espaço para verificar a legalidade da empresa contratada.

3- Fique atento à qualidade dos vigilantes da empresa

Vigilantes devem, obrigatoriamente, passar por cursos em academias registradas pela Polícia Federal. Nesses treinamentos são realizados testes psicológicos e a verificação de documentos que atestam a idoneidade do profissional.

Esse curso tem validade de dois anos. Após o término do programa é emitido um Certificado Nacional de Vigilante (CNV), documento expedido pela Polícia Federal que credencia o vigilante a atuar profissionalmente.

4- Verifique se todos os documentos da empresa estão em ordem

Empresas de segurança e vigilância armada ou desarmada devem, obrigatoriamente, possuir uma série de documentos e certificados para comprovar a sua qualificação.

Antes de fechar contrato, verifique se ela está legal junto aos órgãos competentes. Para isso, é recomendado que seja solicitado os seguintes documentos:

– Certificado de segurança: emitido anualmente pela Polícia Federal, certifica que a empresa possui condições técnicas para exercer sua função após fiscalização.

– Autorização de funcionamento: emitida pelo Ministério da Justiça, com publicação no Diário Oficial da União, permite a atuação da empresa neste segmento.

– Alvará de revisão de autorização de funcionamento: fornecido anualmente pela Polícia Federal.

– Certidões negativas de INSS, FGTS, impostos municipais, estaduais e federais.

– Comprovante de recolhimento de contribuição sindical do exercício atual (GRCS).

5- Planejamento

Um dos itens fundamentais que o síndico deverá verificar junto à prestadora de serviços do seu condomínio diz respeito ao plano de segurança. Nesse estudo, todas as atividades deverão ser planejadas com antecedência e escritas em um relatório:

Horário das tarefas executadas; número de profissionais por turno; utilização do sistema de alarmes; escala dos funcionários; controles de acesso; planos de contingência; postura dos funcionários em relação a ações de emergência e de rotina; e o trato com o morador e demais colaboradores são alguns dos itens que devem constar em um bom plano de segurança.

Tudo isso deverá estar formalizado por escrito. Dessa forma, o processo de treinamento dos funcionários na execução das tarefas diárias fica facilitado.

6- Comunicação entre empresa contratada e o síndico

Uma boa comunicação entre contratante e empresa contratada é fundamental para a prestação de um serviço de qualidade. Compartilhar problemas e sugerir soluções em conjunto tem o potencial de elevar os resultados esperados.

Portanto, esse é um aspecto a ser considerado na hora de contratar a empresa. Fique atento e se pergunte: a empresa prestadora facilita ou dificulta a comunicação? Quais os canais que ela utiliza para se comunicar com o seu cliente? É aberta a melhorias?

São perguntas simples que podem fazer uma grande diferença na hora de decidir qual fornecedora contratar para o seu condomínio.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Vizinho não paga: condomínio pode impedir de usar piscina?

Constrangimento pode resultar em processo para o condomínio

Constrangimento pode resultar em processo para o condomínio

“Alguns vizinhos estão devendo o condomínio. Podemos impedir que eles usem a piscina do prédio? E divulgar o nome deles no mural, pode?”

Resposta: Não.

Segundo o presidente do Instituto Cidades e Condomínios, Dostoiévskci Vieira, não é possível usar medidas que causem constrangimento ou impeçam o direito de ir e vir e de uso da propriedade.

As listas com nomes dos condôminos inadimplentes também não podem ser usadas. “Mas é possível incluir na prestação de contas dirigida aos condôminos de forma particular o número das unidades inadimplentes, nunca o nome dos condôminos”, diz.

Ele explica que as medidas legais são multa de 2%, juros de 1% ao mês , impedir de votar nas assembleias.

Multa para quem atrasa sempre

Outra medida que pode ser tomada, segundo Vieira, é a aprovação de uma multa para o devedor contumaz, ou seja, aquele que fica inadimplente de maneira periódica.

“Por exemplo, só paga depois de três meses, volta a ficar devendo, paga de novo. Nesse caso, é possível que a assembleia vote para que seja cobrada uma multa pesada para o condômino que fica devendo de forma corriqueira”, diz.

Essa multa está prevista no artigo 1337, do Código Civil. Segundo a lei, o condômino que não cumpre reiteradamente com os seus deveres perante o condomínio poderá, por deliberação de três quartos dos condôminos restantes, ser constrangido a pagar multa de até cinco vezes o valor do condomínio.

O que acontece com quem não paga o condomínio?

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Além de sofrer as penalidades como multa e cobrança judiciais, quem não paga o condomínio corre o risco de perder a casa ou apartamento, que podem ser penhorados ou levados a leilão para pagamento da dívida.

“O condomínio é uma dívida que acompanha a propriedade. Por isso é importante, ao comprar uma casa, verificar se não há dívida de condomínio, pois será o novo dono quem terá de arcar com esta despesa”, diz. “É uma dívida líquida e certa de receber”, diz.

Fonte: https://noticias.r7.com

Azulejo de metrô é prático e garante visual retrô e charmoso

Revestimento abandonou as estações e invadiu a decoração de casa. Ele é ideal para ambientes molhados, como cozinhas e banheiros

Das maiores estações de metrô do mundo para a decoração da sua casa. O subway tile, ou azulejo de metrô, como foi batizado por revestir as estações americanas e europeias mais antigas do meio de transporte, é retangular branco e com o rejunte aparente. Esta opção se tornou um clássico e saiu dos subsolos das estações para invadir a decoração da casa.

O azulejo de metrô confere ao ambiente um ar retrô e, além disso, é garantia ainda de simplicidade e praticidade.

São muitas as opções de uso do azulejo de metrô na decoração e a escolha vai depender de qual resultado é esperado. “Ele é um tipo de revestimento que combina bem com mármores brancos e louças e também com peças clássicas de decoração e mobiliário. Assim, é possível utilizá-lo tanto em áreas molhadas como em salas e em outros ambientes. Cai bem com pisopadrão madeira, cimentado e ladrilho hidráulico”, afirma o arquiteto Artur Diniz.

azulejo_de_metro

 

 

Com ele, ainda é possível conseguir um ar mais despretensioso ou até mesmo elegante. “Para obter um ar despretensioso, característico de decorações industriais, pode ser mesclado com peças de ferro, madeira e concreto aparente. Já o brilho que lhe é característico destaca ser relevo bizotê ou bold que, aliado ao seu formato retangular, lhe conferem uma elegância sem igual. Para os apaixonados por ambientes retrôs são uma peça-chave”, completa Artur.

O azulejo de metrô é o revestimento ideal para cozinhas e banheiros porque tem uma boa funcionalidade em ambientes molhados. Ele pode substituir aspastilhas para dar um estilo mais charmoso e retrô. Além disso, o azulejo de metrô é maior e pede menos rejunte, fazendo com que acumule menos sujeira e a limpeza seja mais fácil. “Por sua fácil instalação, manutenção e características técnicas, normalmente são ideias para áreas molhadas em substituição aos tradicionais azulejos quadrados e como alternativa aos porcelanatos. Mas é importante seguir à risca as recomendações de argamassas e rejuntes indicados pelos fabricantes para não ter surpresas desagradáveis posteriores”, esclarece o arquiteto.

Cozinha azulejo de metrô

 

 

Outra questão que pesa a favor é a durabilidade. Primeiro porque o azulejo de metrô dura bem mais do que uma pintura ou um papel de parede. A pintura suja mais e está mais sucetível a arranhões e manchas, enquanto o papel de parede pode começar a descolar com o tempo e precisar de reposição com mais frequência. E, além disso, o estilo dele é atemporal e dificilmente vai cansar com o passar do tempo. “Por ser material cerâmico e pela sua grande durabilidade, apresenta vantagens em relação ao papel de parede e pintura pois, para sua manutenção, é necessária apenas a limpeza. Além disso, só em casos de reformas vai ser necessário sua substituição. Então é recomendado que, no ato da compra, seja adquirida uma quantidade a mais para reposição futura”, aconselha Artur Diniz.

Outro ponto positivo é a questão da limpeza. “Eles são fáceis de limpar: basta passar um pano úmido. Também pode ser usado um detergente neutro e escova com cerdas macias. Para sujeiras mais persistentes, evite usar produtos abrasivos. O recomendado é sempre consultar o fabricante que vai indicar o melhor produto a ser utilizado”, acrescenta.

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O azulejo de metrô permite várias formas de uso. O primeiro ponto é decidir se o revestimento será usado na parede inteira ou apenas em um pedaço dela, como atrás da pia. Outra possibilidade é quanto à diagramação. A forma mais tradicional de uso é na horizontal, porém o azulejo de metrô ainda pode ficar disposto na vertical ou misturado, dando um resultado mais ousado e original. “De toda forma, não precisa variar muito a diagramação. Inclusive, a aplicação na horizontal ou vertical pois conferem mais organização visual. Mas a escolha vai depender do efeito final que se pretende obter, afinal, é possível variar de diversas formas a aplicação e obter originalidade”, diz o arquiteto.

E as possibilidades não acabam por aí. “Para um visual mais despojado, pode-se adotar uma diagramação alternada, com azulejos claros e rejuntes em tons grafite. Se pretende obter um visual mais elegante e atual, então pode-se alinhar os azulejos, com rejuntes de cores próximas do revestimento. Se o objetivo é alcançar um efeito retrô, utilize um azulejo de cor marcante com um rejunte na cor branca”, detalha o arquiteto.

azulejo_de_metro_cozinha

 

 

As cores também oferecem muitas possibilidades. O azulejo de metrô tem o branco como sua tonalidade tradicional, já que é assim que ele costuma se apresentar nas estações de metrô originalmente. Porém, o mercado oferece uma variedade de cores. “É possível adotar a cor de sua preferência e pode ousar com variações e deixar o ambiente com mais personalidade”, ressalta Artur. Porém, é preciso cuidado na hora de escolher. “Por ter cor opaca e aspecto sólido, cuidado para o efeito final não pesar no ambiente, por isso, dê preferência às cores claras. Mas é possível adotar uma cor viva em uma das paredes e nas demais aplicar uma cor neutra ou branca”, conclui o arquiteto.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Como me organizar para realizar o projeto e a obra do meu novo apartamento?

Tenha a chance de construir um lar confortável, com a sua cara, onde você se sinta bem e tenha a vida que você sempre quis!

Mudar de imóvel é sempre um marco na vida de alguém e costuma vir acompanhado do desejo de se sentir em casa. É a chance de construir um lar confortável, com a sua cara, onde você se sinta bem e tenha a vida que você sempre quis! Mas, esse sonho traz consigo expectativas, ansiedade e dúvidas.

Depois de comprar o apartamento, quais os próximos passos? Quando devo começar a me planejar para deixar a casa pronta? Como devo me preparar para a obra? Como escolher os fornecedores? Quando vou conseguir me mudar? Quando devo começar a me preocupar com isso?. Todas essas são todas dúvidas bastante comuns.

Comprar um apartamento é um momento especial na vida de qualquer pessoa e exige planejamento. Pensando justamente em tornar a mudança prazerosa, o pessoal da Em Canto Meu preparou um cronograma com todas as etapas e prazos para você não se desesperar.

Claro que tudo isso pode ser feito em menos de 3 meses, mas se planejar com antecedência pode tornar esse processo econômico e prazeroso.

Iniciar o projeto com antecedência em relação a entrega das chaves permite uma mudança com mais tranquilidade. O projeto pode ser idealizado com mais calma, a escolha dos fornecedores pode ser mais organizada e a preparação da obra mais bem feita, evitando riscos, problemas de qualidade e gastos desnecessários.

Logo abaixo vai um cronograma para você saber quais os passos envolvidos até a sua mudança e também 5 dicas especiais para você não ter o stress que grande parte das pessoas tem com a obra.

1.  Encontrar um arquiteto que combine com seu estilo e saberá traduzir seu estilo em realidade

A escolha do arquiteto é algo que afeta profundamente o estilo e o andamento do seu projeto. Encontrar um arquiteto que combine com você pode não ser tarefa fácil, e muitas vezes essa escolha é feita por recomendação. Contratar o arquiteto de um amigo não necessariamente significa que o profissional combine com você e seu estilo.

Na Em Canto Meu, você conta com mais de 50 arquitetos incríveis e, após realizar seu teste de estilo, você seleciona o portfólio dos arquitetos com quem mais se identifica .

2.  Idealizar o projeto e tomar decisões com calma

Parece trivial, mas muitas pessoas deixam o projeto para última hora. Como diz o ditado, a pressa é inimiga da perfeição. Analisar cada etapa do projeto, visitar lojas e pesquisar materiais, buscar inspirações e ouvir a opinião de amigos e parentes são rituais comuns nesse processo.

Além disso, na Em Canto Meu as revisões são ilimitadas, assim você tem a certeza que estará completamente satisfeito com a sua casa e é muito importante que você tenha tempo para revisar o projeto quantas vezes precisar, sem pressa.



Revisões de um projeto de cozinha, para clientes que estavam na dúvida sobre o tipo do revestimento

Um bom planejamento envolve diversas escolhas e reflexões importantes que afetam diretamente a sua relação com seu novo lar por muitos anos. Dê o devido tempo para todas essas reflexões.

3. Negociar com antecedência com os fornecedores de obra

A contratação dos fornecedores envolvidos na obra (empreiteiro, marceneiro, marmoraria e etc) interfere diretamente no sucesso da obra. A escolha de cada fornecedor requer uma análise prévia de qualidade, materiais utilizados, prazos, custos e condições de pagamento.

Reservar um tempo para fazer o leilão reverso com fornecedores permite condições muito melhores de pagamento e orçamentos mais baixos.

Não sabe nada sobre fornecedores e fica nervoso só de pensar nisso? O mercado de fornecedores de obra é extremamente informal e o setor não tem compra recorrente. Por isso, não raro escutamos projetos de confiança, qualidade e prazo. A Em Canto Meu traz recorrência para esse mercado e oferece aos clientes todo o suporte e assessoria.

4. Evitar gastos desnecessários

Quando nosso tão esperado imóvel fica pronto para a entrega das chaves, a vontade de se mudar chega com tudo. Além da ansiedade, demorar para executar a obra também pode ser muito doloroso no bolso. Os custos de moradia, como o aluguel do antigo apartamento, continuam acontecendo e você também já precisa arcar com o novo condomínio.

Outro efeito indesejado, por vezes, é perder dinheiro deixando de alugar o imóvel próprio.

Para cada semana na qual mudança é postergada, estima-se uma perda semanal de R$ 1.260,00. Ao realizar um projeto com antecedência, a mudança pode ocorrer o mais rápido possível após a entrega das chaves, evitando custos desnecessários.

5. Tirar alguns dias para não pensar em nada disso

Planejar o projeto do seu próprio apartamento pode ser uma tarefa extremamente prazerosa, principalmente quando você tem profissionais de qualidade idealizando tudo junto com você. Mesmo assim, é sempre bom reservar alguns dias para o happy hour, a Netflix, ou mesmo para só relaxar e não pensar em nada.

Com um prazo mais largo para tomar as decisões do projeto e obra, descansar a mente pode ser uma ferramenta poderosa e costuma fazer brotar ideias ainda melhores para a sua casa nova.

Sabemos que montar o seu apartamento próprio não é tarefa fácil, e vem acompanhada de muito trabalho e planejamento. Só não podemos deixar esse trabalho se sobrepor ao prazer que é planejar a casa – e a vida – nova! É um momento de conquista e realização de sonhos que merece ser devidamente apreciado e comemorado!

Acreditamos que com a ajuda das pessoas certas você vai tirar de letra. Na Em Canto Meu, estamos preparados para te ajudar em todas as etapas do projeto e da sua obra, tornando tudo mais prazeroso, transparente, personalizado e acessível para você. Se quiser saber mais, é só clicar aqui, agendar uma ligação de 10 min e falamos com você!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Assembleia para aprovação da portaria remota

É necessária aprovação unânime da implantação do serviço?

É necessária aprovação unânime da implantação do serviço?

 

A portaria remota é um serviço que vem se expandindo cada vez mais nos condomínios brasileiros.

Com isso, vem também a necessidade de se aprovar corretamente sua contratação em assembleia. Afinal, um serviço desse porte irá alterar diversos aspectos da vida em condomínio.

Nesse vídeo, o advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat explica sobre como a aprovação deve ser feita, dependendo da convenção de cada condomínio.

Confira:

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Veja como conciliar os gostos na decoração de um apartamento compartilhado

É possível criar um ambiente aconchegante conciliando as preferências de cada um, mas alguns cuidados são necessários para evitar desgastes

Seja ao casar, para dividir despesas ou até mesmo alugar um quarto que está vazio na casa, é comum compartilhar um imóvel entre um casal, amigos e até mesmo pessoas desconhecidas. Se a ideia é dividir o apartamento ou a casa com alguém, alguns cuidados são necessários para evitar qualquer tipo de desgaste.

Antes mesmo de definir as regras sociais para uma boa convivência, é preciso chegar a um consenso em relação à decoração. Afinal de contas, nem sempre os gostos são parecidos. Mas é possível criar um ambiente bonito e aconchegante conciliando as preferências de cada um.

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Antes mesmo de definir as regras sociais para uma boa convivência, é preciso chegar a um consenso em relação à decoração (Foto: Shutterstock)

O primeiro passo é escolher a tonalidade que será usada na pintura e é importante que essa decisão seja tomada em conjunto. “O ideal é pegar uma cartela e escolher as cores juntos”, explica o arquiteto Artur Diniz.

Porém, nem sempre há consenso e, nestes casos, as tonalidades mais neutras são mais favoráveis porque são menos arriscadas. “Desta forma, melhor partir para cores claras, o branco ou para uma cor neutra”, acrescenta. E se a ideia é agradar cada morador com uma cor diferenciada, é preciso ter cuidado. “Se cada um quiser uma cor diferenciada, que não dialogue entre si, recomendo usar apenas uma tonalidade em paredes de ambientes bem distintos, mas lembrando de usar as cores com moderação”, afirma o arquiteto.

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Desta forma, melhor partir para cores claras, o branco ou para uma cor neutra (Foto: Shutterstock)

Outro ponto importante é otimizar o espaço, com um layout bem estudado e que não precisa ser fixo. “Algumas peças podem ser remanejadas de acordo com as necessidades que vão se delineando com a convivência ou até com a chegada de um novo morador. Pode-se também prever as instalações elétricas ou hidráulicas de forma que tornem mais versáteis uma possível mudança na disposição do mobiliário”, explica Artur Diniz.

Na hora de pensar o layout, também deve-se delimitar cada área “privativa” dos moradores. “Seja no armário, na estante, no serviço ou até mesmo um espaço no quarto. Ali ele vai poder guardar seus objetos pessoais sem interferir no espaço do outro”, completa.

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Se o imóvel será compartilhado por amigos, o ideal é ter um quarto para cada morador (Foto: Shutterstock)

Quanto aos móveis, é fundamental adquirir mobiliário e acessórios que facilitem a organização do espaço. Ou seja, eles devem conciliar funcionalidade, praticidade e beleza. “Sofás e poltronas mais leves e fáceis de arrastar são ideias.

Armários móveis com rodízios vão garantir a facilidade na mudança de layout, caso necessário”, diz o arquiteto. Se o imóvel não for muito grande e a falta de espaço seja um problema, situação corriqueira nos apartamentos atuais, será interessante usar móveis mais funcionais.

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Algumas peças podem ser remanejadas de acordo com as necessidades que vão se delineando com a convivência ou até com a chegada de um novo morador (Foto: Shutterstock)

“Algumas soluções são camas com baú, mesas retráteis e armários com portas ou gavetões. E ainda são muitos os recursos para quem quer deixar a casa organizada: armários com pastas, prateleiras, caixas organizadoras, nichos para objetos e gavetas com organizadores na cozinha. Tudo é válido para manter o espaço na mais perfeita ordem sem misturar os pertences”, completa.

Cada detalhe deve ser pensado com atenção, afinal de contas, a decoração dificilmente vai atender aos moradores de forma unânime. Portanto, é fundamental não exagerar nos itens decorativos. “Uma decoração discreta e neutra vai ser útil e poderá ser complementada por alguns objetos de uso pessoal, que deixem o espaço com um pouco da história de cada um. Mas lembre-se que as peças devem ser discretas também”, indica Artur. O arquiteto sugere pequenos objetos de decoração, como retratos de família e vasos com flores, de forma que criem no morador o sentimento de pertencimento daquele lugar.

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Cada detalhe deve ser pensado com atenção, afinal de contas, a decoração dificilmente vai atender aos moradores de forma unânime (Foto: Shutterstock)

Para evitar qualquer tipo de desgaste, também é importante delimitar no layout cada área privativa dos moradores, seja no armário, na estante ou no serviço. Desta forma, ele vai poder guardar os objetos pessoais sem interferir no espaço do outro. “Se a ideia é separar itens pessoais nas áreas comuns, como cozinha e área de serviço, é importante garantir a organização comcestos de roupas e gavetas. E cada espaço pode ser diferenciado com etiquetas para cada morador”, esclarece.

Cômodos

Se o imóvel será compartilhado por amigos, o ideal é ter um quarto para cada morador. Desta forma, além de garantir mais privacidade, é possível fazer daquele o seu espaço, com os seus objetos pessoais, sua decoração, suas cores, sua mobília no seu estilo. “Ali será seu mundo quando estiver cansado da agitação de um espaço compartilhado. Existirá um espaço de silêncio para estudar, ler, descansar, enfim, terá sua privacidade”, afirma Artur Diniz. “E se apenas as áreas comuns forem compartilhadas, será importante ter um frigobar no quarto, mas isto também vai depender das regras e condutas estabelecidas”, acrescenta.

Outra questão, segundo o arquiteto, é que o espaço deve ser pensado para dar privacidade às áreas íntimas. “Para garantir silêncio no quarto enquanto ocorre uma reunião de amigos na sala, por exemplo, pode-se instalar uma porta no corredor para ajudar a isolar o som. Isto pode evitar futuros desentendimentos”, conclui.

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Para garantir silêncio no quarto enquanto ocorre uma reunião de amigos na sala, por exemplo, pode-se instalar uma porta no corredor para ajudar a isolar o som (Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Dicas para contratação de Administradoras de Condomínio

Saiba o que é importante verificar

Saiba o que é importante verificar

Trocar de empresa administradora do condomínio é algo muito sério, e que demanda uma pesquisa proprocional à importância dessa decisão.

“A administradora é realmente uma grande parceira do síndico, por isso temos que estar atentos e escolher uma empresa que passe confiança de que está de olho no condomínios nos seus mais diversos aspectos. Deve passar segurança e profissionalismo e atender bem e com agilidade o síndico, conselho e os moradores”, aponta o síndico profissional Nilton Savieto.

E como são muitas as perguntas a serem feitas, assim como o número de administradoras no mercado condominial, saber por onde começar é fundamental.

Veja abaixo como escolher a empresa certa para o seu condomínio.

Começando a escolher a nova administradora do condomínio

A troca de empresa administradora é algo bastante complexo, e seria muito ruim ter que, mais uma vez, contratar uma outra empresa devido a uma escolha errada. Por isso, vale a pena investir o tempo que for necessário para analisar e comparar cada uma das empresas candidatas.

O primeiro passo é fazer um levantamento e uma seleção inicial das administradoras com potencial e perfil adequado com as características do condomínio.

Nessa etapa, considere os seguintes critérios:

  • INDICAÇÃO: Administradoras indicadas por outros síndicos ou condôminos que se sintam bem assessorados pela empresa é um critério muito importante, e isso deve considerado na seleção dos candidatos.
  • REPUTAÇÃO: Como é a reputação da empresa em sites como ReclameAqui e SíndicoNet? (Especificamente no ReclameAqui, é normal uma administradora de grande porte ter um volume maior de reclamações. O mais importante, nesses casos, é checar, no próprio site, se a empresa vem atendendo e solucionando as reclamações. Já no SíndicoNet, onde o sistema de reputação é mais voltado para a avaliação do atendimento prestado pela empresa, vale uma pesquisada nos comentários que outros síndicos fizeram no perfil da mesma - veja aqui)
  • TECNOLOGIA: A dinâmica de processos, operações e atendimento ao cliente de uma administradora vem sendo altamente beneficiada pela tecnologia nos últimos tempos. Por isso, é importante saber se a empresa possui um bom sistema que permite o síndico acompanhar a prestação de contas e movimentações financeiras do condomínio e, mais do que isso, o que mais ela oferece em termos de tecnologia. Isso vai mostrar se a empresa ”parou no tempo” ou se está se mantendo atualizada e modernizada constantemente.
  • PERFIL: Certifique-se de que a empresa já atua com condomínios com o mesmo perfil que o seu. Uma admnistradora que não possui condomínios-clube em sua carteira, por exemplo, dificilmente terá condições de atender com excelência um empreendimento com essas características.
  • PROXIMIDADE: Não é determinante – principalmente hoje em dia com a tecnologia -  que a empresa esteja próxima ao condomínio, mas esse critério tem um peso na hora de comparar com uma outra administradora.

Aproximando o contato com as administradoras candidatas

Após selecionar o grupo de empresas candidatas e solicitar as propostas, é hora de avaliar as empresas considerando não apenas custos, mas também o mix de serviços prestados e a qualidade do atendimento nesse primeiro contato.

E esse é o momento ideal iniciar um contato mais pessoal, através de uma reunião com algum consultor da empresa, de preferência, no escritório desta.

Essa reunião é essencial para conseguir fazer uma avaliação mais precisa da infra-estrutura da organização, e para ter uma ideia mais concreta de como, de fato, a empresa trabalha o relacionamento interpessoal com seus clientes.

“O que diferencia uma administradora da outra são pessoas, o atendimento, e bom preparo dos gerentes. É essencial, além de ser uma empresa idônea e confiável, pois ela quem cuidará do dia a dia das obrigações admintrativas do síndico. A palavra-chave para mim é que a administradora deve me passar acima de tudo confiança”, ressalta Taula Armentano, síndica profissional.

Fique atento às formas de cobrança

Nessa fase da análise de propostas é muito fácil se iludir com preços muito baixos. Por isso, além de desconfiar de valores muito abaixo do mercado, é importante que o síndico fique atento à forma de cobrança e taxas extras envolvidas. Questione o consultor da administradora quanto a isso.

“Às vezes, o condomínio quer economizar e busca por uma empresa que cobra menos. Mas são tantos extras, que o barato pode sair caro, exemplifica Nilton Savieto, síndico profissional.

O contrato da empresa administradora deve ser claro também sobre o que não está incluso no valor mensal.

Veja abaixo o que a maioria das empresas costuma cobrar à parte.

  • ASSEMBLEIA: as empresas costumam cobrar uma taxa para executá-la, uma vez que há a necessidade de deslocar funcionários ao local fora do seu horário de trabalho
  • TAXAS BANCÁRIAS E BOLETOS: é imprescindível que, ao escolher uma empresa, ela dê uma estimativa de quanto isso deve representar para o condomínio, antes de se fechar o contrato
  • COBRANÇA DE INADIMPLENTES: representação jurídica: caso a administradora conte com advogados para realmente representar o condomínio, isso deve ser cobrado à parte. O síndico, porém, é livre para escolher outros profissionais para isso

Alinhe as expectativas

Para evitar frustrações, compare os pontos fortes da administradora antiga, para que realmente haja um ganho no quesito qualidade da prestação de serviços. Dessa forma, é fundamental que a expectativa do síndico e dos moradores esteja alinhada com a realidade da empresa em questão.

Não adianta, por exemplo, sair de uma empresa que oferecia atendimento ágil para o síndico e um portal financeiro para o síndico e moradores acompanharem os gastos, para outra que não ofereça o mesmo padrão de serviço ou possua tecnologia inferior.

“Não é apenas escolher uma empresa que o síndico imagina que seja boa. Tem que comparar bastante e também saber se a prestação de serviços oferecida ali é alinhada com as expectativas do síndico e do condomínio”, analisa Rosely Schwartz, especialista em condomínios e professora do curso de administração condominial da EPD (Escola Paulista de Direito).

Além disso, ter uma segurança de como a admnistradora atua na prática do dia-a-dia é um passo importante na hora da seleção e contratação.

“Esse nível de comprometimento, o síndico deve conferir junto a outros condomínios atendidos pela empresa em questão. Infelizmente, isso, só no dia-a-dia, no momento das demandas, é que se consegue descobrir”, explica Fernando Schneider, diretor da administradora Apsa.

Segurança contra imprevistos

Outro ponto que deve ser considerado – e que poucas vezes é levado em conta – é o capital social da empresa.

“A grande maioria dos síndicos não procura saber se a empresa realmente tem lastro para fazer frente a algum ato de má gestão, o que deveria ser prioridade para os síndicos. Uma empresa que mexe com o dinheiro de toda uma comunidade não pode ter R$ 10 mil de capital social”, explica Angélica Arbex, gerente de relacionamento com o cliente da administradora Lello.

Também conta pontos a favor se a administradora conta com um seguro que garante a arrecadação caso o funcionário da administradora cometa algum ato de fraude ou se a própria empresa passar por um problema.

“Estamos todos expostos ao erro. É fundamental procurar por uma administradora que tenha plena noção da responsabilidade que é lidar com dinheiro de terceiros”, pesa Fernando Schneider diretor da administradora Apsa.

O que mais considerar?

  • SÓCIOS: Pesquise o nome dos sócios, veja se há ações criminais ou civis contra ele
  • CERTIDÕES NEGATIVAS: Peça à empresa as Certidões dos Distribuidores de Processos Cíveis, Criminais e Trabalhistas, tanto da pessoa jurídica como dos sócios
  • REFERÊNCIAS: Peça uma lista de condomínios administrados pela empresa e visite alguns
  • ESTRUTURA: Conheça a empresa pessoalmente antes de contratá-la
  • PREÇO: Desconfie, sempre, de honorários muito baixos
  • TAXAS: Certifique-se do que será cobrado junto com a taxa e o que será cobrado à parte – isso pode fazer uma diferença enorme no que é pago pelo condomínio no final do mês
  • SEDE: É importante – mas não imprescindível – que a empresa tenha sede própria
  • BENS: Verifique os bens que estão em nome da empresa
  • ENTIDADES: Verifique se o administrador, caso seja autônomo, ou se a empresa administradora é inscrita no Conselho Regional de Administração, se possui CRECI (número de inscrição obrigatória no Conselho Regional de Corretores de Imóveis), e se é filiada a entidades do setor (SECOVI, AABIC, ABADI).

Contrato da administradora de condomínios

O documento que trata dos serviços prestados para o condomínio deve ser minucioso no sentido de explicar perfeitamente itens como:

  • VALOR DA TAXA MENSAL: deve estar explícito como serão cobrado os honorários da empresa, se será um valor fixo mensal ou uma porcentagem da arrecadação do condomínio, e se haverá combrança de uma 13 taxa no ano.
  • GESTÃO DOS FUNCIONÁRIOS: Saber como será o relacionamento da empresa com os colaboradores do condomínio, caso sejam próprios. O básico é cuidar da folha de pagamento e dos encargos trabalhistas. “Uma boa administradora, porém, pode acompanhar o desenvolvimento do funcionário, se preocupar com reciclagens e oferecer caminhos para aquele profissional se destacar em seu serviço”, assinala José Roberto Graiche, diretor da administradora Graiche.
  • CONTA POOL OU VINCULADA: Há duas formas de gerir o dinheiro do condomínio: a chamada conta vinculada, ou própria do condomínio, que é quando a conta é apenas do empreendimento, como o próprio nome diz, ou conta pool. Nesse caso, a administradora usa uma conta para todos os seus clientes, economizando assim em tarifas.
  • ASSESSORIA JURÍDICA: é importante deixar claro qual é o tipo de auxílio que a empresa vai oferecer. “Geralmente, a administradora oferece um apoio para os síndicos para contratos, por exemplo, para tirar alguma dúvida. Cobrança de inadimplentes ou entrada com uma ação na Justiça costumam ser cobrados à parte”, assinala Roberto Graiche. Para o advogado especialista em condomínios André Luiz Junqueira, o ideal é que a empresa não ofereça esse tipo de auxílio. “Administradoras não podem  prestar serviços jurídicos, isso pode gerar problemas com a OAB local”, salienta ele.
  • PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA: Fazer um prognóstico não apenas dos gastos, mas também das necessidades do condomínio no próximo ano é algo que a empresa deve oferecer – e constar no contrato. “Faz parte do trabalho da empresa oferecer esse planejamento para o condomínio”, afirma Rosely Schwartz.
  • PAGAMENTOS DE CONTAS, MULTAS E IMPOSTOS: É responsabilidade da empresa que impostos sejam pagos em dia. “Moradores e síndico devem ter a tranquilidade de que as obrigações do condomínio estão sendo quitadas em dia, claro, se houver saldo para os pagamentos”, enfatiza Graiche.
  • SEGUROS: Cabe à administradora alertar o síndico sobre a renovação da apólice de seguros – e também se há necessidade de alteração no seguro. “Muitos condomínios não contam com uma apólice que realmente cubra as necessidades em caso de um problema sério. O síndico precisa, muitas vezes, do auxílio da administradora para dar uma boa sugestão sobre esse tema”, analisa Nilton Savieto.
  • CLÁUSULA DE RESCISÃO: Uma das grandes questões de quando se contrata a administradora é a questão do distrato. Existem diversas formas de tratar a rescisão dos serviços da empresa – e isso deve estar muito claro no documento. “O contrato deve deixar explícito o que é considerado descumprimento contratual, e, nesse caso, o síndico pode procurar outra empresa sem multa. O prazo também deve estar claro para a rescisão: se em 30, 60 ou no máximo 90 dias”, explica André Junqueira. Na cláusula de rescisão também deve constar como deve ser feita a entrega de documentos do condomínio para a nova empresa. “Muitas vezes, há um volume enorme de documentos que a antiga administradora deve entregar para a nova. Por isso é fundamental haver um calendário de entrega, dos mais urgentes ao menos, evitando assim que a nova parceira do condomínio não consiga, por exemplo, emitir a folha de pagamento do primeiro mês de serviços”, exemplifica Nilton Savieto.

Diferenciais da administradora

“O grande trabalho da administradora é oferecer assessoria intelectual para o síndico”, conceitua o advogado André Junqueira.

E justamente por ter essa característica, é importante que a empresa esteja sempre atenta às novas demandas do mercado.

“Ao procurar por uma parceira do tipo, é importante se perguntar ‘quanto essa empresa investiu em inovação no último ano’”, de acordo com Angelica Arbex, da Lello.

Veja alguns pontos de interesse sobre esse assunto:

  • E-SOCIAL: A integração de envio das informações trabalhistas e previdenciárias, entre outras, para o governo, demandou muita organização não apenas das próprias empresas, mas também dos condomínios com funcionários próprios. “Os próprios síndicos terão que prestar muito mais atenção e realmente se adaptar a essa nova realidade”, assinala José Robertom Graiche. Importante dizer que muitas administradoras cobraram de seus clientes para se adequaren à plataforma.  “Fizemos um enorme investimento no e-Social esse ano, para que nossos clientes fossem atendidos da melhor forma possível”, explica José Roberto Graiche.
  • APPs/ SITE DO CONDOMÍNIO: Aplicativos para acompanhar as demandas dos moradores e do síndico são uma realidade para diversos condomínios. O condomínio pode optar por ter o seu e não ficar preso à administradora, ou, se assim o condomínio preferir, a própria administradora pode oferecer a ferramenta. “É uma ótima maneira de demonstrar transparência e também de descentralizar diversas tarefas do síndico. O próprio morador pode acompanhar o pagamento das contas”, exemplifica Angelica.
  • AUTO-SERVIÇO: Se a administradora conta com bos parceiros de software de gestão, é também um ponto de atenção a menos para o síndico. “É importante que a administradora tenha em mente que para reduzir o tempo de resposta das suas demandas, é importante um parceiro para operacionalizar o auto-serviço da melhor forma possível”, explica André Baldini CEO da Superlógica.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Saiba tudo sobre a lei da empregada doméstica

Trabalhadora deve ter registro em carteira e cumprir regras trabalhistas

Chegar em casa depois de um dia cansativo de trabalho e ter tudo limpinho e arrumado é o sonho de muita gente. E ele tem nome: empregada doméstica. Mas saiba que é preciso cumprir uma série de regras para a contratação de uma profissional, a começar pelo registro em carteira – exigido quando o serviço ocorre mais de duas vezes na semana (deixa de ser apenas diarista).

Veja as dicas para fazer direito:


(Foto: Shutterstock)

A lei

Após a aprovação da Lei Complementar nº 150, em 2015, que regulamentou a Emenda Constitucional n° 72, conhecida como a PEC das Domésticas, foi estendido à empregada doméstica os direitos dos demais trabalhadores registrados com carteira assinada (em regime CLT).

Direitos

“A empregada doméstica deve receber, pelo menos, um salário mínimo, ter jornada estabelecida de até 44 horas semanais e, no máximo, 8 horas diárias, podendo ser contratada em regime parcial. É obrigatório o controle individual de frequência, hora extra, FGTS, entre outros”, explica a advogada Denise Lago, especialista em Direito Trabalhista do escritório Posocco & Associados. No site portal.esocial.gov.br/empregador-domestico/direitos-do-trabalhador-domestico estão mais detalhes.

Como funciona

O empregador deve fazer o cadastro dele e da empregada diretamente no portal eSocial, para isso precisa do PIS ou NIT (Número de Inscrição do Trabalhador) da pessoa que será contratada. A guia de recolhimento mensal ao INSS pode ser gerada no próprio site. “O empregador sempre recolherá 12% do salário pago, referentes à sua contribuição obrigatória. O empregado pagará um percentual, que varia de 8% a 11%, mas que o patrão fica responsável por pagar e depois desconta do salário”, detalha a advogada Roberta de Oliveira Azevedo, que tem escritório em Jundiaí (SP).

Fazer contrato

É muito importante elaborar um contrato de trabalho constando, além da jornada e remuneração, as funções desempenhadas pela empregada. Ambos devem assinar o documento concordando. Há modelos disponíveis na internet, inclusive no eSocial. “Pode-se estender a jornada diária da empregada, de segunda a sexta-feira, além das oito horas e retirar o trabalho no sábado, devendo essa compensação ser pactuada entre as partes”, diz Roberta.

Cuidados

Para o empregador garantir um local de trabalho sempre seguro, de forma a prevenir riscos de acidentes ao trabalhador, terá que investir em aquisição de equipamentos de proteção (como luvas, óculos de proteção, botas etc.) e medidas de alerta em caso de riscos de acidentes (como sinalizar ou avisar sobre um degrau onde há risco de tropeçar).


(Foto: Shutterstock)

Imposto de Renda

No que diz respeito à dedução do Imposto de Renda, pode-se deduzir os recolhimentos das contribuições pagas ao INSS. Agora em 2018 o total é limitado a R$ 1.171,84 (relativo ao ano-calendário 2017). Todo ano há uma pequena correção no valor.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Assembleias virtuais são opções para participação dos moradores

Se forem seguidas algumas regras, as assembleias virtuais pela internet podem trazer inúmeras vantagens e garantir uma maior participação por parte dos moradores nos assuntos em pauta dos encontros.

Assembleias virtuais

Apesar de ainda existir diversas barreiras tecnológicas, legais e de cultura, está mais comum os condomínios realizarem assembleias virtuais. Na contemporaneidade, a maioria dos moradores dos novos condomínios são pessoas da chamada geração Y. Esse público nasceu no ambiente tecnológico e exige informação, mas não dispõe de tempo para tanto. Por isso, as assembleias de condomínio, conhecidas pelo baixo quórum nas reuniões e por discussões acaloradas começam, aos poucos, a ser realizadas no ambiente virtual.

Essa mudança de comportamento tem uma explicação: Segundo pesquisa realizada pelo Secovi-SP, 74% dos síndicos de prédios residenciais na cidade possuem entre 30 e 60 anos e mais da metade (50%) tem curso superior. Como eles são os gestores desses empreendimentos, é normal que esse novo perfil de síndico passe a pensar novas formas de discutir assuntos condominiais.

Por se tratar de uma nova ferramenta, ainda incipiente, é importante que o assunto seja discutido e se aprovado, incluir na convenção do condomínio para que a nova forma de reunião tenha a mesma legalidade jurídica que uma assembleia presencial.

Embora a legislação brasileira não preveja a realização de assembleias virtuais, o artigo 1.350 do Código Civildetermina que “convocará o síndico, anualmente, reunião da assembleia dos condomínios, na forma prevista na convenção (…)”. Desta forma, feita a alteração na convenção, a assembleia virtual estará apta de ser realizada no condomínio.

Após a aprovação na convenção, os condôminos são convidados por e-mail a criar um login e senha. Após inscritos, são chamados para sugerir e conhecer os temas debatidos no ambiente virtual com o síndico.

Ao contrário das assembleias presenciais, no ambiente virtual a votação não se encerra com o término da reunião. Na web, o espaço para votação fica aberto durante um período determinado. Facilitando assim, a aprovação ou a reprovação de determinado assunto.

Mesmo com tantos motivos para se acreditar que as assembleias virtuais já são uma realidade nos condomínios brasileiros, ainda existe alguns empecilhos para a prática se tornar padrão nos empreendimentos. Especialistas recomendam que assuntos tranquilos sejam tratados nos ambientes virtuais e assembleias presenciais foquem em votações importantes.

Confira, abaixo, os prós e contras das assembleias virtuais:

Prós

– Em assuntos que necessitem de um maior quórum, essa modalidade atinge número necessário para a tomada de decisões.

– Proporciona que o assunto seja debatido em sua especificidade, sem desvios e animosidades.

– Maior flexibilização dos horários das assembleias possibilitando assim uma maior participação dos moradores nas decisões condominiais.

Contras

– Por se tratar de uma prática ainda não muito usual, recomenda-se que o síndico use com parcimônia. Especialistas recomendam a forma hibrida de assembleia (presencial e virtual). Isso poderia acarretar maiores custos e baixa adesão nas reuniões.

– A vulnerabilidade de alguns softwares eletrônicos faz com que o ambiente virtual se torne menos seguro quando comparado ao presencial. É importante buscar uma empresa tecnológica especializada no assunto e que garanta uma conexão rápida e segura.

– Ainda existem pessoas que não tem acesso ou facilidade com a internet. Nesse caso, elas poderiam recorrer à justiça pois o seu direito de participação estaria sendo restringido ou dificultado.

Confira nossos modelos de documentos para utilizar em seu condomínio:

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

5 dicas de decoração para quarto infantil além do rosa e azul

Se você deseja decorar o quarto da sua criança e quer fugir dos tradicionais rosa e azul, confira neste artigo 5 referências incríveis agora mesmo.

O clássico azul para meninos e rosa para meninas a cada dia perde espaço quando o assunto é decoração de quartos infantis. Os pais têm buscado inovar na hora de criar o cantinho que vai receber o filho ou filha durante parte de sua infância, e fugir do padrão “rosa e azul” é muito mais fácil do que parece.

Alguns tons como o amarelo, lilás e laranja são vistos como alternativas por quem quer sair do básico, mas é possível ir muito além dessas cores na hora de decorar.

A principal dica para driblar a questão rosa/azul é escolher um tema. Definir um assunto para decorar o quarto é uma das formas de não se apegar a cores e sim a elementos que façam parte daquele universo e comprar as peças seguindo essa linha criativa.

Que tal uma decoração de natureza, com referências às plantas e aos animais? Esse tipo de combinação vai além dos gêneros feminino e masculino, combina com tudo e deixa o ambiente com um aspecto de paz e tranquilidade. Aposte nos tons de verde clarinho, marrom e nude.

Vale brincar também com cores quentes que remetem ao pôr do sol e a vida selvagem, como vermelho, laranja e amarelo.

O fundo do mar é também um ótimo tema, que pode ser inteiro trabalhado em tons de turquesa para escapar um pouco do clássico azul claro. Que tal um tema de praia, com animais marinhos, algas e outros elementos que simbolizam a vida perto do oceano?

Alguns detalhes em palha ou tom de areia ajudam a arrematar o visual, como neste exemplo. O acabamento no alto das janelas e nos amarradores das cortinas traz um clima de aconchego e contato com a natureza. Alguns bichinhos de pelúcia e brinquedos coloridos são bem-vindos para complementar a decor.


Tons neutros também são uma ótima opção para os quartos infantis. Na imagem, temos um exemplo do cinza clarinho aplicado na temática de espaço, que cabe perfeitamente para essa tonalidade de cor.

Use elementos como a lua, planetas, naves e foguetes. Para remeter ao céu estrelado a noite, é possível adicionar alguns pontos espalhados pela parede ou até mesmo adesivos de estrelinhas. Na internet você encontra alguns modelos que brilham no escuro!


Você pode facilitar a mudança sempre que der na telha com a aplicação de papel de parede no quarto das crianças. Desta forma, cada ambiente poderá contar uma história de acordo com o crescimento delas, do quarto de bebê até o final da infância.

Aposte nos padrões coloridos ou em estampas de desenhos animados, animais, mapas, nuvens e o que mais a imaginação mandar. Existem diversas lojas especializadas em papeis de paredes online e muitos vídeos ensinam a aplicar corretamente sozinho em casa.


Se você não deseja revestir toda a parede com o papel autocolante, pode optar pelos adesivos de parede. Essa opção com balões é linda e deixa qualquer quarto charmoso sem esforço. Para não sobrecarregar nas cores, o ideal é manter paredes e móveis neutros, se possível.

Deixe as cores vibrantes para os detalhes, dos acessórios a elementos como cortinas, tapetes, entre outros.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Recarga e manutenção de extintores

Orçamentos fechados ou abertos, qual a melhor opção?

Orçamentos fechados ou abertos, qual a melhor opção?

Com cada vez mais incidentes de incêndio em condomínios nos últimos anos, a atenção dos síndicos e administradores vem sendo redobrada para um item de segurança muito presente e importante no combate ao fogo: os extintores de incêndio.

O equipamento deve ser recarregado anualmente - apenas o de CO2 deve ser inspecionado a cada seis meses, e recarregado se houver necessidade.

As mangueiras dos extintores também merecem atenção, mas devem passar por teste hidrostático apenas a cada cinco anos.

E algo que poderia ser corriqueiro para o cotidiano do condomínio como uma manutenção anual pode virar uma dor de cabeça muito grande para o síndico que não está familiarizado com o processo.

Isso porque um orçamento um pouco mais em conta pode vir com uma surpresa: o custo das peças a serem trocadas a parte, o que encarece bastante o preço final do serviço.

Tipos de orçamento

ORÇAMENTO FECHADO

“Já chegamos a ver diferença de mais de 800% entre a cotação e o preço final do serviço”, explica Raquel Tomasini, gerente de produtos da Lello.

Para evitar esse susto, muitos condomínios optam pelo orçamento fechado, que contempla quase tudo.

Apesar de poder chegar a ser 40% mais caro do que o orçamento inicial sem peças, essa modalidade não cobre, por exemplo, extintores que precisem ser substituídos – ficando esse encargo, sempre, para o condomínio.

Mas, mesmo dando mais tranquilidade para o síndico por saber que o valor cotado será mais próximo do que será cobrado pela prestadora de serviços, nem todos recomendam o orçamento fechado.

ORÇAMENTO ABERTO

“Eu oriento os síndicos a acertarem com a mesma empresa, para que tenham um serviço mais uniforme. O orçamento aberto sempre tem o fator surpresa, mas pode ser que não saia tão caro quanto o fechado. Por isso, escolher o orçamento aberto também é uma opção a ser pensada”, ensina Sergio Meira, do Secovi-SP.

Portanto, é preciso ponderar se o orçamento mais barato – o aberto – será mais vantajoso, já que esse valor certamente não será o final, mas em alguns casos, ele pode, sim ser mais baixo do que o orçamento fechado, dependendo principalmente do estado dos extintores.

A maior dificuldade para se chegar ao preço certo se dá porque isso só acontece quando todos os extintores forem abertos. É apenas nesse momento que o prestador de serviço consegue avaliar com segurança os itens que sofreram mais desgaste e precisam ser trocados.

As peças que apresentam maior índice que troca são: manômetro, o ring, pera, tubo, sifão e válvula. Sendo que essas últimas podem também ser reparadas.

Vale ressaltar que, independente da modalidade do orçamento, o mesmo deve descrever minuciosamente o que está incluso no preço ou não, assim como o valor das recargas de água, pó químico, CO2.

Também deve constar se a pintura dos equipamentos faz parte do pacote ou se deve ser acertada à  parte – o que também encarece o valor final do serviço.

Obrigatoriedade

É importante lembrar que a recarga dos extintores é uma obrigação legal do síndico, e não há opção entre efetuá-la ou não.

Daí a importância de que esse aporte esteja previsto no planejamento financeiro do condomínio, evitando que a manutenção se torne um peso extra nas contas do local.

Como escolher e o que exigir da empresa

Ao escolher a empresa de recarga e manutenção dos extintores e equipamentos contra incêndio, o primordial é que ela seja certificada pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).

No estado de São Paulo, a empresa também deve ser cadastrada na Cetesb.

Também é de suma importância que haja um engenheiro no quadro de funcionários da empresa. Ao efetuar a recarga, os extintores em conformidade com a lei brasileira devem, receber um selo do Inmetro.

A ordem de serviço deve ser preenchida e assinada pelo técnico responsável pela manutenção.

Selo INMETRO

  • Desde de março de 2001, foi criado pelo INMETRO um Selo de Conformidade para extintores, que garante a qualidade do equipamento e das empresas especializadas na manutenção
  • O selo deve ser trocado a cada manutenção do equipamento, com a data do próximo vencimento (como na troca de óleo de um carro), e é válido em todo território nacional
  • O selo garante que o extintor ou serviço de manutenção foi certificado por uma instituição credenciada pelo Inmetro

Evite fraudes na recarga e manutenção dos extintores

É importante escolher uma empresa que ofereça a possibilidade de devolução dos extintores caso não haja acordo depois que o orçamento final – com peças e reparos – seja apresentado. Dessa forma, o síndico não fica obrigado a pagar um serviço cujo valor final passe demais do seu orçamento.

Para garantir que os extintores não sejam trocados pela empresa contratada, nossos consultores sugerem que o síndico peça ao zelador para que anote o número dos extintores, ou que faça uma marca – como um ponto de esmalte de uma cor que se sobressaia – no seu equipamento.

Assim, haverá a certeza de que o extintor devolvido é o mesmo que foi enviado à empresa.

Sem extintores

O condomínio não pode ficar sem extintores. Portanto, para que a manutenção aconteça, e o local não fique desguarnecido, há duas saídas:

  • Empresa faz a manutenção em duas etapas – leva primeiro os extintores de andares pares e depois, dos ímpares; assim se algum pavimento passar por alguma situação de combate ao fogo, é rápido chegar ao equipamento
  • Empresa empresta os extintores: algumas prestadoras de serviço oferecem esse diferencial, se informe ao cotar com o fornecedor

Passo a passo da contratação

  1. Cotação com empresas: Cuidado com orçamentos muito abaixo da média do mercado
  2. Avalie e escolha qual a melhor opção: orçamento fechado ou aberto
  3. Certifique-se de que a empresa é certificada pelo INMETRO
  4. O técnico visita o condomínio, checa os equipamentos, entrega um laudo e orçamento
  5. Aprovado o orçamento, retira os extintores, deixando equipamentos de reserva no local
  6. No retorno, verifique se o lacre não está violado e se os extintores não foram trocados

Inspeção

Mas não é só no momento da manutenção que o condomínio deve ficar atento aos seus extintores.

Pelo menos duas vezes por semana, o zelador deve verificar cada um deles, para se certificar se houve uso ou se foi descarregado. Nesse caso, ou se houve perda de pressão, o mesmo deverá ser recarregado.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Leilões de Imóveis: saiba como ter acesso as oportunidades com segurança

Quer participar de um leilão, mas ainda tem bastante receio sobre essa modalidade? A Mega Leilões veio para te ajudar a sanar todas as suas dúvidas.

Especialistas em leilões de imóveis online, o pessoal da Mega Leilões separou algumas dicas para você que tem interesse nessa modalidade de compra e quer saber quais os passos a seguir para realizar a compra do seu imóvel com segurança.

O leilão de imóveis é um tema que chama a atenção na mesma proporção que gera desconfiança. É bastante comum no dia a dia da Mega Leilões, por exemplo, receber questionamentos de interessados na arrematação de imóveis através de um leilão, mas ainda sim com dúvidas em relação a segurança desse tipo de investimento.

Alguns clientes já ouviram falar de alguém que arrematou um apartamento e perdeu o dinheiro. Ou, que o amigo de um amigo não consegue tomar posse da casa que foi arrematada a mais de 3 anos.

Após ouvir tantas coisas, o receio é quase certo. Porém, vamos explicar melhor como essa modalidade de compra de imóveis funciona e o que você precisa saber para garantir seu novo lar de forma segura.

Diferenças entre leilões

Antes de tudo, é preciso saber que os leilões acontecem em duas modalidades básicas: leilões judiciais e leilões extrajudiciais.

Os leilões judiciais são imóveis leiloados por determinação judicial, independentemente da vontade de seu proprietário. Isso pode acontecer em função da falta de pagamento de condomínio, extinção de sociedade, falência de uma empresa, entre outros.

Geralmente o leilão é divido em duas etapas chamadas de praça. Na primeira praça o imóvel é leiloado a 100% de seu valor de avaliação. Não existindo interessados será realizada a segunda praça com desconto em relação a primeira praça. Geralmente o desconto é de 50% do valor de avaliação.

A legislação brasileira protege o arrematante cancelando penhoras e gravames anteriores a arrematação no momento do registro. Ou seja, a aquisição de um imóvel em leilão judicial é bastante segura. Entretanto, alguns cuidados devem ser observados.

Ao identificar um imóvel de seu interesse é preciso ler o edital de leilão atentamente antes. O edital é o livro de regras de qualquer leilão e nele você encontra data e horário de encerramento da primeira e segunda praça, descrição do bem leiloado, forma e prazos de pagamento, além de eventuais débitos que possam recair sobre o imóvel.

Após essa primeira análise, o mais indicado é contratar um advogado especialista em leilões. Existem escritórios que prestam esse serviço e alguns aceitam cobrar apenas no êxito da arrematação.

O advogado irá fazer uma pesquisa técnica de aspectos processuais e jurídicos que possam dificultar o registro e a posse do imóvel. Nesse momento ele dará um parecer favorável ou contrário à sua participação no leilão, elencando os motivos.

Caso você seja o vencedor do leilão, esse mesmo advogado poderá tomar as medidas judiciais cabíveis para o desembaraço de registro e posse do imóvel.

Já a segunda modalidade de leilão é o chamado leilão extrajudicial. São imóveis leiloados por entes privados, geralmente bancos, sem a intervenção do poder judiciário. Isso significa que o interessado irá adquirir bens imóveis diretamente de um banco.

Existem diferentes modalidades de leilões extrajudiciais sendo as mais comuns o leilão de alienação fiduciária e o chamado terceiro leilão.

O leilão de alienação fiduciária é realizado em função de inadimplência de financiamento em que um imóvel foi alienado fiduciariamente em garantia.

Assim como o leilão judicial, o leilão de alienação fiduciária é composto de duas etapas. A primeira é realizada por valor de avaliação e a segunda pelo valor da dívida.

Já os imóveis que pertencem a categoria de terceiro leilão são aqueles que fazem parte do patrimônio dos bancos e leiloados em leilão único, por preços indicado pelos mesmos. Esses leilões podem conter forma de pagamento flexíveis como parcelamentos e financiamentos. A forma de pagamento e eventuais débitos que recaiam sobre o imóvel devem estar expressos no edital.

Os leilões extrajudiciais são considerados menos burocráticos, mesmo assim, isso não elimina a necessidade de pesquisa e diligencia por parte dos interessados fazendo-se necessário a presença de um advogado.

Isso pois, apesar da propriedade estar registrada em nome da empresa que leva o bem a leilão, muitas vezes o imóvel encontra-se ocupado pelo antigo proprietário, cabendo ao arrematante tomar as medidas para sua desocupação.

E então, conseguiu entender melhor um pouco como funciona a compra de um imóvel por meio de leilões? Caso ainda tenha alguma dúvida, você pode entrar em nosso site e saber mais informações sobre o assunto.

E se você estiver em busca de oportunidades para comprar através de leilões, basta acessar o Imovelweb e conferir todas as ofertas da Mega Leilões que estão disponíveis. Ah, e o melhor é que os leilões são todos online!

*A Mega Leilões é um portal especializado em leilões eletrônicos, tanto judiciais como extrajudiciais, de bens móveis e imóveis.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Empresas garantidoras: alternativa contra a inadimplência?

O aumento no número de empresas garantidoras faz do síndico uma figura ainda mais determinante na hora de contratar esse serviço. Histórico da empresa e consulta aos clientes são fundamentais antes de fechar o contrato.

Empresas garantidoras: alternativa contra a inadimplência?
Empresas garantidoras: alternativa contra a inadimplência?

Com a alta taxa de inadimplência nos condomínios do país, agravada pela crise econômica, síndicos têm encontrado as mais diversas soluções para cobrar os débitos em atraso dos condôminos. Desde as mais comuns, como bater na porta do devedor e alertar para os problemas de não pagar a taxa condominial; até as mais modernas, como recorrer a empresas garantidoras.

E dentro desse cenário, o mercado condominial acompanhou um boom na abertura de empresas garantidoras, o que proporciona mais opções aos condomínios e ao mesmo tempo uma necessidade iminente por informação.

Por isso o site Viva o Condomínio foi conversar com o advogado André Zacarias de Queiroz e esclarecer algumas dúvidas referentes à contratação e à natureza desse tipo de serviço.

Entre outros assuntos Queiroz falou sobre o aumento no número de empresas garantidoras, como identificar a viabilidade da contratação por parte do síndico e a natureza da dívida condominial.

Confira os principais trechos da entrevista

Viva o Condomínio: De uns anos para cá houve um boom na abertura de empresas garantidoras. Diante deste cenário, quais são os principais cuidados que o síndico deve ter na hora de escolher uma empresa garantidora?

André Queiroz: Eu diria que o síndico deve procurar se informar a respeito da tradição da garantidora, do bom nome que ela desenvolveu no mercado. Também pode e deve entrar em contato com clientes atuais da garantidora que pretende contratar, para ouvir diretamente dos clientes acerca da qualidade na prestação do serviço.

VC: O aumento do número de empresas garantidoras pode ser positivo para os condomínios?

AQ: O aumento no número de garantidoras pode ser positivo aos condomínios no sentido de que irá aumentar o leque de opções, além de aumentar a própria concorrência entre as garantidoras. Isso as obriga a prestarem um serviço cada vez melhor de qualidade e inovação, sob pena de outras serem escolhidas.

VC: Considerando que nem todos os condomínios precisam de uma empresa garantidora, como identificar a viabilidade desse tipo de contratação?

AQ: A viabilidade na contratação de uma empresa garantidora passa pela análise do nível de inadimplência do condomínio. Em linhas bastante gerais, a contratação de uma garantidora começa a se tornar uma opção viável ao condomínio quando o índice de inadimplência mensal gira em mais de dez por cento.

VC: Além das finanças em dia, que outras vantagens o trabalho de uma garantidora pode proporcionar ao condomínio?

AQ: A principal vantagem é a segurança financeira e a tranquilidade que o condomínio, na pessoa do síndico ou administradora, possui para trabalhar e fazer os atos de gestão que o condomínio realmente precisa. A geração de boletos, emissão de rateios, bem como auxílio jurídico são outros serviços que geralmente são apontados como muito favoráveis aos condomínios.

VC: Escolhida a empresa, quais os próximos passos do síndico? Essa decisão precisa ser aprovada em assembleia?

AQ: O síndico, após escolher a garantidora, deve submeter à contratação da garantidora em assembleia, para fins de vinculação a todos os condôminos. Todavia, a contratação da garantidora está entre as atribuições que o síndico pode contratar diretamente, caso tal disposição conste expressamente na convenção (vide art. 1.348, par. 2º, Código Civil).  Porém, via de regra, como geralmente não consta tal disposição em convenção, a aprovação prévia em assembleia é necessária.

VC: E o passo seguinte, ou seja, quando efetivamente o trabalho tem início?

AQ: O trabalho tem início na emissão do mês seguinte do rateio das despesas, em que o condomínio deverá enviar, com a antecedência devida, o rateio de despesas à garantidora, para que esta possa fazer a correta emissão dos boletos para pagamento pelos condôminos.

VC: Na relação entre o síndico e os condôminos, como uma garantidora pode facilitar o dia a dia?

AQ: Facilita enormemente a vida do síndico ao lhe liberar da desgastante tarefa de cobrar os inadimplentes, além de lhe facilitar o dia a dia da gestão, ao ter previsibilidade do recebimento dos valores.

VC: Algumas pessoas ainda confundem as atribuições das garantidoras e das administradoras. O que as diferenciam?

AQ: A garantidora é um nicho específico: ela faz a garantia de receita, e cobrança dos valores atrasados. A administradora faz todo o restante trabalho administrativo: auxilia o síndico na contratação de funcionários, paga contas, gera guia e pagamentos de impostos e contribuições, elaboram o balancete mensal do condomínio, etc.

VC: É possível uma empresa oferecer serviços de administradora e de garantidora em um único tipo de contrato?

AQ: Sim, é possível. Há administradoras que estão começando a fazer também o trabalho de garantidoras.

VC: O trabalho da garantidora pode pôr em risco a natureza da dívida? Ou seja, o fato da garantidora fazer a cobrança afeta a natureza propter rem da taxa condominial?

AQ: Não se trata de compra de dívida, ou de empréstimo, mas a natureza jurídica do serviço é de prestação de contas antecipada ao condomínio. Assim, não há alteração na natureza da dívida, que continua condominial, sendo legitimado o condomínio. Igualmente, os tribunais compreendem bem o trabalho das garantidoras, de forma que seus contratos, quando apreciados pelo Poder Judiciário, não levaram a retirar o caráter propter rem da taxa condominial.

VC: A garantidora precisa ter profissionais habilitados na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)? Como funciona a cobrança jurídica? O objetivo é levar o imóvel para leilão?

AQ: A garantidora contrata advogados terceirizados para a cobrança judicial.  Nesse sentido, precisa de advogados devidamente habilitados. A cobrança jurídica funciona mediante o ajuizamento das ações nos foros competentes (seja Juizado Especial Cível, seja Justiça Comum, seja Justiça Federal), no rito executivo, ou comum. O objetivo não é levar o imóvel a leilão, mas receber os valores.

VC: Que fatores podem ter desencadeado a crescente inadimplência condominial nos últimos anos?

AQ: Imputa-se muito à crise econômica dos últimos anos a crescente inadimplência condominial nos últimos anos.  Igualmente, pode-se dizer que a redução de 20% para 2% da multa condominial, ocorrida em 2003 (entrada em vigor do atual Código Civil) teve um impacto significativo.

VC: Por fim, como diminuir a inadimplência? Existe algo que o síndico possa fazer a respeito?

AQ: Uma vez que o síndico contrata uma garantidora, ele pode e deve ajudar a empresa através do envio das informações que possua dos moradores, quando solicitado. Essas informações são cruciais na cobrança, seja amigável ou judicial. A inadimplência pode ser diminuída com uma boa cobrança. As campanhas de conscientização sobre a importância de manter em dia a taxa condominial também são importantes.

Veja nossos formulários sobre o assunto:

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Tome os cuidados certos na hora de escolher móveis usados

Eles podem dar um toque especial na decoração, mas precisam ser comprados e colocados de maneira correta

Móveis usados, em estilo retrô, podem deixar a decoração muito mais interessante. Deixe o preconceito de lado: sua casa não perderá a modernidade por causa de um aparador diferente. “Geralmente, móveis antigos possuem ótima qualidade, tanto na madeira utilizada em sua confecção, quanto dos acabamentos”, diz a arquiteta Mariana Felgas, do Rio de Janeiro.

 

móveis usados
O segredo da decoração é justamente saber equilibrar (Foto: Shutterstock)

 

Além disso, ressalta ela, um móvel antigo pode ser até 35% mais barato do que o novo. “Móveis antigos possuem formas interessantes e cheias detalhes decorativos que, se combinados a móveis modernos, podem conferir muita personalidade ao ambiente decorado”, explica Mariana.

A arquiteta detalha que o ideal é obter ajuda de um profissional especializado em arquitetura de interiores para harmonizar todos os elementos antigos e novos de decoração sem pesar nos detalhes. “O segredo da decoração é justamente saber equilibrar”.

Na hora de comprar

Analise bem o produto que você vai comprar. Móveis usados têm suas marcas, que muitos arquitetos chamam de memórias, mas não podem estar rachados ou infestados de cupins, por exemplo. Procure lojas de confiança e examine bem o móvel.

A arquiteta e designer Raquel Antunes, sócia-proprietária do @studiocaramelo, de São Paulo, acha importante levar para um especialista na hora da compra. “Verificar itens como estrutura, se há proliferação de pragas e pensar em qual será seu uso final: se ao tempo, em áreas secas ou úmidas. Assim, teremos o devido cuidado para o mobiliário perdurar por mais tempo”.

 

móveis usados
Dica: Verificar itens como estrutura, se há proliferação de pragas e pensar em qual será seu uso final (Foto: Shutterstock)

 

Ela diz que mesmo o móvel com necessidade de restauro pode trazer uma nova personalidade ou ser um ponto de atenção no design. “Só não é interessante comprar usado quando o investimento na reforma e restauração ficar muito superior à compra de um novo”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Manutenção e inspeção das instalações de gás

Cuidados extra ajudam a manter a segurança do seu condomínio

Cuidados extra ajudam a manter a segurança do seu condomínio

Em maio de 2015, um andar inteiro de um condomínio em São Conrado, no Rio de Janeiro, explodiu. Danos foram causados nos 72 apartamentos do edifício, que já não corre risco de desabar. A principal suspeita, até o momento, é que um vazamento de gás tenha ocasionado a explosão.

Ninguém morreu, mas alguns moradores se feriram, como o dono da unidade de onde a explosão partiu.

Vale ressaltar que o condomínio, e o síndico do edifício Canoas, estava com a sua documentação em dia: do AVCB à autovistoria obrigatória, o condomínio estava dentro do que a lei do estado do Rio de Janeiro pede.

Inspeção das instalações

Inspecionar o sistema de gás do condomínio é obrigatório apenas quando o local está renovando o seu AVCB. Nesse momento, o Corpo de Bombeiros pede um laudo, de um engenheiro, com ART, explicitando que está tudo dentro da NBR 15.526/2007 da ABNT.

Mesmo sem a obrigação de fazer um check up anual no sistema de gás, muitos síndicos tomam essa iniciativa buscando cercar o condomínio de segurança. Importante frisar que a empresa contratada deve ser autorizada pela concessionária de gás da região para efetuar esse tipo de serviço.

 Veja como é executada a inspeção completa:

  • Primeiro é feita uma vistoria visual das instalações. Assim, dá para saber se o encanamento está em boas condições ou se vai precisar de reparos.
  • Depois a central de gás (onde não há gás encanado) é observada. O local deve contar com placas e ser gradeado. Também não deve haver ralos a menos de 1,5 m dos botijões  para evitar que, em caso de vazamento, o gás ‘escape’ por ali.
  • Então é feito um teste de estanqueidade em todos os ramais, para saber se há vazamentos.
  • Também deve ser observado se o encanamento de gás não está demasiadamente perto de fios elétricos. Nesse caso, é interessante que o condomínio pense na possibilidade de trocar os canos de lugar.

“Alguns residenciais têm apostado em fazer o encanamento externo, na fachada. É uma alternativa segura”, avalia Velloso, da VIP.

Cuidando da tubulação

Há casos de condomínios com instalações com mais de 15 anos de uso. Nesses locais é comum encontrar problemas de ventilação inadequada, ferrugem, vazamento de gás, falta de válvulas de bloqueio manual para manutenção, falta de extintores próximos aos abrigos, inexistência ou deterioração da pintura da tubulação aparente, falta de tratamento anticorrosivo das tubulações enterradas e existência de vedante vegetal.

Vale dizer que os encanamentos mais antigos (e comuns, até hoje) são de ferro galvanizado. Caso seja necessária a torça da tubulação, o ideal é fazer a substituição toda por peças de cobre, que são muito mais duradouras – e mais caras também.

“Trocar apenas algumas peças apenas acelera o processo de corrosão”, ensina Zeferino Velloso, diretor da VIP, empresa que realiza inspeções prediais. Uma alternativa aos canos de cobre é são aqueles de polietileno.

Há também a opção de passar uma tubulação nova dentro da antiga, ou de se utilizar uma resina que forma uma película dentro do cano antigo.

“Essa forma de recuperação da tubulação cria uma película que fica quase como uma borracha, evitando assim problemas de vazamento”, explica Nilson Merlini, da Merlini engenharia.

 Cuidados extras

Para a especialista em condomínios Rosely Schwartz é de suma importância que as empresas forneçam aos condomínios, quando forem executar um serviço desse tipo, um laudo em conformidade com as normas da ABNT e das regras do Corpo de Bombeiro e da legislação local.

“Não se pode aceitar um laudo como ‘sistema ok’. A empresa deve pedir para o engenheiro assinar o documento. Nele, deve-se discriminar quais locais foram vistoriados, se os ramais, se a central de gás ou ambos. Também se deve expedir uma ART. Dessa forma, o síndico fica protegido e tem com quem dividir a responsabilidade no caso de alguma eventualidade”, argumenta.

Também é importante que os moradores respeitem a validade da válvula que vai do botijão até o fogão. E, é vital que os moradores sempre se atentem quando sentirem cheiro de gás. É fundamental, nesses casos, avisar ao zelador e pedir uma visita urgente de técnicos da concessionária.

Fonte: SindicoNet

Como está a Convenção e o Regimento Interno do seu condomínio?

Elaborados para ajudar a administração, os instrumentos que definem as normas de convivência não devem ficar parados no tempo. O texto precisa estar de acordo com a legislação atual e a realidade de cada um.

Como está a Convenção e o Regimento Interno do seu condomínio?

Leis mudam, entendimentos jurídicos são aperfeiçoados, novas tecnologias surgem a todo instante, questões comportamentais são alteradas em função da modernidade, espaços novos são disponibilizados nos edifícios e exigem um regramento específico. Com tanta novidade, o desafio aqui é manter as leis condominiais sempre atualizadas para evitar problemas e facilitar o dia a dia do síndico. Mas, por exigir a participação ativa da maior parte dos moradores, muitas vezes a convenção e o regimento interno se tornam defasados e não compreendem as reais necessidades dos moradores.

De acordo Dennis Martins, advogado e diretor em SC do Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário, não há uma obrigatoriedade de atualização, seja da convenção ou do regimento, mas sim uma faculdade conferida aos condôminos. Entretanto, ele destaca a necessidade do exercício da observação, quanto à importância da renovação. “Antes de qualquer coisa, entendo que seja importante dar um passo atrás e questionar se, efetivamente, é necessária uma atualização ou se não é o caso de apenas se aplicar os instrumentos já existentes. A convenção e o regimento são normas e, como tais, a sua aplicação prescinde de um exercício de interpretação que comumente já supre a necessidade. No entanto, verificando-se que a situação realmente demanda a alteração de quaisquer dos instrumentos a dica é a de se elaborar cláusulas com um conteúdo objetivo e direto”, avalia.

E, um bom indicador de que está chegando o momento de repensar as regras é quando o síndico começa a ouvir diferentes reclamações que ainda não constam nos documentos. Mas é preciso estar preparado, já que o processo de mudança pode ser polêmico e demorado, exigindo muita paciência por parte dos gestores. Como é o caso do condomínio Portal do Sol, em Florianópolis, administrado pelo síndico Rogério Freitas, que após identificar a necessidade de estabelecer novos parâmetros para manter uma convivência sadia, convocou assembleia e já há algum tempo realizou as alterações. Só que, mesmo com o texto pronto, faz mais de um ano que está realizando a coleta das assinaturas dos moradores, necessárias para validar a convenção.

“Os procedimentos apesar de semelhantes exigem atenções distintas. Com a convenção uma comissão manifestou os anseios da coletividade e os apresentou a um advogado que redigiu o texto. O mesmo foi levado a uma assembleia de maioria simples, convocada para esse fim, onde foi aprovado. E com a proposta em mãos ainda estamos no processo de coleta dos 2/3 de assinaturas obrigatórios para validar a proposta como convenção propriamente dita. Com o regimento interno, o conselho se reuniu e propôs alterações ao texto original, que foi apresentado e lapidado em uma assembleia, também convocada só para isso, e que o aprovou por votação de maioria simples”, explica Rogério.

Já nos condomínios administrados pelo síndico profissional Ronaldo Alves Junior, o processo de alteração nas regras foi tranquilo e os proprietários já aprovaram os documentos. Como dica para os que ainda vão passar pelo processo, na tentativa de que o objetivo seja alcançado com o mínimo de desgaste, ele destaca a importância de pensar na logística. “O síndico ou a comissão devem encontrar um formato, com prazos definidos, para a formulação das propostas de mudanças, passando pela apresentação e votação na assembleia até a colheita das assinaturas. Neste sentido, uma plataforma on-line que permita a discussão antecipada de pontos divergentes pode tornar a assembleia mais objetiva, assim como verificar previamente no cartório de registro de imóveis para saber quem é o proprietárioda unidade evita transtornos indesejados no momento do registro”, conclui.

Ainda de acordo com o gestor, as mudanças devem ir principalmente ao encontro das necessidades atuais, não só pelas atualizações do Código Civil, mas pela necessidade frente à evolução da sociedade. “As normas alteradas devem ficar um retrato mais harmônico e fiel da realidade e dos anseios dos condôminos e por terem sido atualizados por profissionais com experiência na área e vivência na administração de condomínios”, comenta.

Influências do Código Civil

Mesmo após a sua atualização, o Código Civil, de forma proposital, trata do “Condomínio Edilício” de forma bastante genérica, deixando diversas lacunas – de forma expressa e por omissão – para que cada condomínio possa estabelecer normas mais adequadas a sua necessidade, uma vez que as realidades não são iguais em todo o país. Mas, segundo o advogado Alberto Luís Calgaro, especialista no assunto, mesmo com essa ‘liberdade’ dada pela lei, ela sempre será soberana em suas determinações, já que no direito brasileiro é observado um sistema de hierarquia, de modo que uma norma inferior não pode contrariar uma norma superior, sob pena de ser considerada inválida.

“Abordando apenas as normas relevantes para o direito condominial, podemos mencionar a seguinte hierarquia, da maior para a menor: Constituição Federal, Leis Federais, Código Civil, convenção e regimento interno. Assim, o regimento interno não pode contrariar o disposto na convenção, a convenção tem de estar alinhada com o Código Civil e o Código Civil não pode conflitar com as regras da Constituição Federal. Um bom exemplo disso foi a introdução do limite de até 2% para a multa pelo inadimplemento da taxa condominial, prevista no Código Civil (2002), e que na Lei 4.591 e na maioria das convenções existentes era de 20%”, diz.

Por que atualizar as regras?

Não há a necessidade de atualização da convenção a cada vez que surge uma mudança legislativa, já que ela permanece válida, ainda que algum dispositivo tenha perdido sua validade em virtude da nova lei. No entanto, após uma série de mudanças relevantes na legislação, ou até mesmo em virtude do passar do tempo, torna-se recomendável realizar a atualização por dois motivos principais:

  • Fazer com que a convenção e o regimento interno sejam instrumentos claros e suas normas possam ser facilmente compreendidas por todos que realizarem sua leitura, independentemente de conhecimento jurídico
  • Introduzir nas normas condominiais instrumentos modernos para facilitar a administração e o dia a dia do condomínio. Uma lei fácil de compreender é uma lei fácil de cumprir.

Passo a passo para alterar

  • Antes de tudo, é importante verificar junto ao Cartório de Registro de Imóveis competente quais são as exigências que se precisa atender para o registro de uma alteração na convenção. Isso representa a antecipação de uma das etapas, mas certamente terá a função de prevenir muitas dores de cabeça
  • Após, é interessante constituir uma comissão interna para que se possa definir o que se pretende alterar e, então, redigir as alterações
  • Levar as alterações sugeridas à assembleia para deliberação, com ou sem a assessoria profissional, a depender da necessidade do condomínio. Aqui vale lembrar que o quórum para a alteração da convenção é o de 2/3 dos votos dos condôminos e não apenas dos presentes em assembleia. Já quanto ao regimento, a redação atual do Código Civil não especifica o quórum para a sua alteração. Dessa forma, o quórum que passa a valer é o estabelecido na convenção para esse fim e, na sua ausência, o de maioria dos presentes em assembleia
  • Realizada a votação, aprovadas as cláusulas, o documento deve ser levado ao Registro de Imóveis, observando as orientações do início do processo
  • Para os condomínios que não conseguem obter os quóruns necessários caberá, antes de qualquer coisa, identificar o real motivo da evasão. A situação pode representar até mesmo um desinteresse dos condôminos em promoverem a alteração dos instrumentos por concordarem com os existentes e entenderem que são suficientes e adequados.

Assessoria profissional

  • A legislação não exige que os procedimentos de alteração da convenção ou do regimento tenham a assessoria de um profissional. Porém, ter alguma assessoria é muito recomendável.
  • Dentre os papéis do profissional, os principais seriam o bom planejamento da atividade evitando o retrabalho ou até mesmo a não efetividade do trabalho desenvolvido. Além disso, ele contribuirá para a boa redação dos dispositivos de maneira a não lhes dificultar ou até mesmo inviabilizar a futura aplicação.

Temas polêmicos

  • Para garantir a harmonia entre os moradores, é importante que as regras referentes a assuntos que normalmente são polêmicos estejam presentes de forma clara no regimento interno. Mas, nada impede, no entanto, que as questões mais relevantes, como por exemplo, escritório de trabalho em unidade residencial e locação por sites como AIRBNB (por dizerem respeito ao “fim a que se destina a unidade” – art. 1.332, §5º, III, Código Civil), também constem da convenção.

Itens que não podem faltar no documento

  • Tudo aquilo que não esteja regulamentado, nem seja proibido pelo Código Civil, pode ser objeto de disposição na convenção. O que é bom para um condomínio, não necessariamente será bom para outro, portanto, há que se questionar: “Qual a necessidade do nosso condomínio?”
  • A maioria das convenções existentes é extensa, mas se limita a repetir aqueles dispositivos que já estão previstos no Código Civil, deixando de fora outras questões que poderiam ser relevantes ao condomínio. Um bom exemplo é o rateio da taxa condominial, que de acordo com a legislação será feita pela fração ideal, salvo disposição em contrário na convenção (art. 1.336, I). Ou seja, permite que um condomínio que possua uma realidade diferenciada possa estabelecer uma regra de rateio mais adequada
  • Outra situação que segue o mesmo entendimento do item anterior é em relação à venda, locação e cessão de vagas privativas de garagem a terceiros estranhos ao condomínio, que são proibidas pelo Código Civil (art. 1.331, §1º), salvo autorização expressa na convenção de condomínio.

Itens de prevenção

  • A rigor, não é necessário constar na convenção a exclusão de qualquer responsabilidade para que ela ocorra. Porém, é recomendável que seja colocada de forma expressa. Assim a norma fica mais clara aos condôminos e, também, para o Judiciário em caso de julgamento de uma ação.
  • Atualmente, prevalece na Justiça o entendimento de que o condomínio só é responsável por danos, como furtos de veículos, em áreas comuns, se a convenção ou o regimento expressamente admitirem essa responsabilidade. Ou ainda se o condomínio, através de atos como a contratação de empresa de vigilância (não mera portaria), câmeras de vigilância (diferentes da simples gravação de imagens), tenha assumido tacitamente o dever de guarda desses bens em área comum.

Fonte: CondomínioSC

Norma regulamenta trabalho em altura

Norma regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) traz obrigações ao empregador para prevenir risco de queda

Norma regulamenta trabalho em altura

No dia a dia de um prédio, muitas situações precisam ser consideradas para garantir que a gestão do condomínio promova a segurança dos funcionários que executam as tarefas. E nas manutenções que envolvam trabalho em altura, além dos equipamentos de segurança é preciso considerar a NR 35: a norma regulamentadora que trata da exposição do trabalhador ao risco de queda em altura.

Segundo a NR 35, considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, ou seja, da superfície de referência. Em um condomínio, especialmente em duas situações é preciso considerar o perigo de queda em altura: tanto nas ações rotineiras executadas pelos funcionários do prédio, quanto na atenção ao contratar empresas terceirizadas, que geralmente fazem trabalhos específicos, como a pintura do edifício. Em ambos os casos, é necessário assegurar a aplicação da NR 35. A execução do trabalho por alguém que não esteja qualificado pode originar ao condomínio a responsabilidade solidária em um possível acidente de trabalho, o que pode gerar altos custos indenizatórios para o edifício.

Limpador De Janelas Edificio

Segundo a NR 35, trabalho em altura é a atividade executada acima de 2 metros da superfície de referência

Segundo as regras do MTE, além do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) o funcionário deve fazer um curso de capacitação que inclui informações teóricas e práticas sobre os cuidados e os riscos que envolvem o serviço em altura. O curso tem carga mínima de oito horas e o certificado é valido por dois anos.

Serviços terceirizados
No caso de serviços terceirizados, é importante que o síndico esteja atento às certificações obrigatórias. Ricardo Manarin, proprietário de uma empresa de limpeza profissional de vidros e fachadas, ainda destaca outro fator: garantir que o funcionário que está executando o serviço esteja desempenhando a função ao qual está habilitado. “Ao fazer o contrato, indicamos todas as certificações e laudos técnicos dos equipamentos. Além de assegurar o uso dos equipamentos de segurança, é fundamental seguir as normas em todas as etapas de execução de serviço”, ressalta.

Em caso de acidente
Na contratação de uma empreiteira para realizar uma obra, por exemplo, caso aconteça um acidente com um profissional terceirizado, o condomínio pode vir a não ser responsabilizado, desde que na hora de contratar o serviço tenha verificado que a empresa atendia a todos os requisitos da norma, explica o advogado Alexsandro Macedo Vieira. “Mas tudo precisa estar devidamente documentado”, reforça.

Já na contratação de serviço em que o prestador é uma pessoa física, este profissional também deve ter a certificação exigida pelo MTE. O mesmo acontece para funcionários do próprio prédio. “O condomínio deve tomar todas as precauções possíveis, e mesmo assim não significa que não haverá uma responsabilidade subsidiária pelo fato de um acidente de trabalho, dependendo de cada caso”, ressalta Vieira.

Fonte: CondomínioSC

Antes de comprar um imóvel, observe se há dívidas pendentes

Débitos com condomínio e IPTU, por exemplo, podem acabar sendo transferidos futuramente para o novo morador

 Augusto Pio /Estado de Minas

Thiago Fagundes/CB/D.A Press

Todo cuidado deve ser observado na hora de adquirir um imóvel, principalmente se informar se ele não tem alguma dívida pendente, como condomínio e Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O problema é que comprar um imóvel que está com dívidas pode se transformar em um grande problema no futuro. É que essa dívida deverá ser paga pelo novo proprietário, mesmo que a responsabilidade no atraso das contas não seja dele. Em razão disso, vale negociar qualquer pendência do imóvel com o atual dono, pedindo descontos por causa das dívidas ou, em último caso, desistir da compra se esta não for um negócio vantajoso para o adquirente.

Por outro lado, é comum construtoras e incorporadores entregarem imóveis novos para os consumidores já com dívidas de condomínio e IPTU. Essa prática pode virar um problema sério, já que é passível de negativação do nome do consumidor e penhora do imóvel. Segundo Vinícius Costa, presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), pelas promessas de compra e venda, a responsabilidade do comprador pelo pagamento dos impostos e taxas inerentes ao imóvel começa com a averbação do habite-se, o que, muitas vezes, ocorre antes mesmo da entrega das chaves. “Ou seja, pelo construtor/incorporador, a responsabilidade do consumidor independe de ele ter ou não recebido as chaves do imóvel. Contudo, esse não é o entendimento do Poder Judiciário”, esclarece o executivo.

Ele ressalta que nas relações entre particulares em que não se aplica o Código de Defesa do Consumidor, a regra é que o vendedor deve entregar o imóvel livre e desembaraçado de qualquer dívida e ônus. “Para que o comprador possa assumir essa dívida, é necessário que ele tenha ciência e concorde expressamente com seu pagamento. Nos casos em que envolvem construtoras e incorporadoras, o consumidor só toma conhecimento da dívida depois que é cobrado pelo condomínio ou pela municipalidade, isso quando não é surpreendido com uma demanda judicial ou a negativação do seu nome.”

LEILÃO 

O presidente da ABMH explica que, diante da prática comum do mercado de compra e venda de imóveis e do abuso da cobrança sem a prévia utilização do imóvel pelo consumidor, o Poder Judiciário vem afastando a responsabilidade do consumidor pelo pagamento da dívida. “Porém, importante que o comprador, logo após tomar posse do imóvel, procure o síndico do condomínio e a municipalidade para verificar a regularidade dos pagamentos e evitar que isso vire uma bola de neve, pois, na verdade quem responde pela dívida é o imóvel. Logo, se o comprador não paga e se o construtor não paga, quem vai responder é o imóvel, que poderá ir a leilão para pagamento da dívida”, conclui Vinícius.

Diante disso, é bom ficar atento, pois ao comprar um imóvel de um proprietário que não pagou IPTU ou condomínio, saiba que essas dívidas passarão para você. Por isso, corra atrás do valor que o vendedor do imóvel deve. Assim você saberá se conseguirá pagar as pendências. Caso o valor seja alto e você queira tentar um novo pagamento, fale com o síndico antes de fechar a compra. Dessa forma, saberá o que ele espera, quais as formas de pagamento que o condomínio aceita e quais são as possibilidades de negociação.

Por último, se a propriedade tem dívidas, o melhor é pedir um bom desconto no preço final, pois é você quem terá de quitar os valores devidos, o que fará com que gaste mais para regularizar a situação do imóvel.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Sistema “pay per use” tem virado tendência em condomínios: Veja como funciona.

Consiste em oferecer serviços como limpeza e arrumação que só serão cobrados mediante a contratação dos mesmos.

Além do preço do imóvel, um dos critérios levados em conta na hora de comprar ou alugar um apartamento é a comodidade proporcionada pelo condomínio. E é cada vez mais comum que novos empreendimentos sejam lançados com diversos serviços de lazer e conveniência aos moradores. Desde um espaço para meditação até salão de jogos, cabe tudo (ou quase) nos condomínios modernos. A comodidade proporcionada pela vida em condomínio parece não ter limites. Agora, além de todos os benefícios tradicionais, a novidade é o serviço ‘’pay per use’’ (pague pelo uso).

Para facilitar a vida dos moradores, diversos condomínios passaram a adotar esse sistema com os mais variados serviços: limpeza e arrumação, recreação infantil, serviços de pet shop, lava car e personal trainer são alguns deles. A vantagem desse tipo de oferta é a possibilidade de pagamento apenas por quem utilizar, não onerando o condomínio como um todo.

Segundo a Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínos), a redução dos preços pode chegar até 5%, em média, em relação aos valores praticados no mercado. Dependendo do tamanho do empreendimento, caso feche pacotes com muitos moradores, por exemplo, esse tipo de prestação de serviço pode ser ainda mais vantajoso.

Porém, antes de colocar em prática o sistema, o assunto deve ser aprovado em assembleia e inserido na convenção do condomínio, como qualquer outra matéria. O responsável legal pela contratação da empresa, ou do profissional que irá passar a ofertar os serviços, bem como a forma de pagamento são de responsabilidades do síndico, assunto que também deve ser debatido em reunião.

Caso haja insatisfação com os serviços prestados pela empresa, o morador precisa informar o síndico e relatar o ocorrido. Até mesmo por isso, edifícios que utilizam do sistema “pague para usar” tem optado por criar um site para esse fim. No sistema, é possível organizar o agendamento de horários, a descrição dos serviços, e as sugestões e reclamações podem ser feitas de maneira rápida e segura.

Mais que um modismo passageiro, ao aliar comodidade e praticidade, o sistema “pay per use” parece ter vindo para ficar. E com ele, o fim da desculpa pela falta de tempo.

Por: Guilherme de Paula Pires

Fonte: http://www.vivaocondominio.com.br/

Permuta de imóveis com recebimento de torna entre pessoas físicas

Tire suas dúvidas sobre cálculo de permuta e recebimento de torna em transações imobiliárias entre pessoas físicas no artigo a seguir!

Já falamos sobre permuta de imóveis em outros artigos nesse site, porém sempre pode existir uma dúvida ou outra sobre o assunto e que permanece na cabeça de muitas pessoas.

No artigo de hoje, vamos falar sobre uma situação mais especifica da permuta, quando essa transação ocorre com recebimento de torna e quando ocorre entre pessoas físicas.

Mas, vamos antes relembrar o que é permuta: trata-se de uma transação imobiliária que tenha por objetivo a troca de qualquer unidade imobiliária, podendo ser um único imóvel ou mais de um, que estejam já prontas ou ainda um projeto em construção, por outros bens imobiliários.

Ou seja, em um contrato de permuta, as partes se obrigam a dar uma coisa em troca de outra, sem o envolvimento de dinheiro.

Mas, e no caso de uma permuta de imóvel com recebimento de torna? 

Bom, o recebimento de torna nada mais é do que o recebimento de algum valor de volta. Em uma linguagem mais simples, uma das partes do contrato vai retornar ou tornar algum valor de volta para a outra parte envolvida na permuta de bens.

Nada mais é do que a devolução em dinheiro de algum valor que possa ter sido excedido. Mas aqui surge uma possível dúvida: se a permuta se caracteriza por uma transação de troca, sem o envolvimento de dinheiro, como pode haver a possibilidade de permuta com torna, justamente a permuta com devolução de algum valor em dinheiro?

Bom, como toda regra tem sua exceção, na permuta não é diferente. A permuta pode envolver imóveis que podem ou não serem do mesmo valor, mas caso esses bens sejam de valores diferentes, a diferença é devolvida, o que caracteriza a torna.

Vale ainda ressaltar que a torna só é caracterizada quando essa devolução é feita em dinheiro ou outros bens imobiliários (terreno, casas já concluídas, apartamentos, galpão e etc), bens como veículos não entram.

A única exceção da permuta imobiliária é de fato a torna, nada mais.

Mas o nosso artigo não é apenas sobre permuta de imóveis com torna, ele envolve um caso especifico, quando essa transação ocorre entre pessoas físicas.

A permuta é tratada no Código Civil Brasileiro em seu artigo 533:

Art. 533. Aplicam-se à troca as disposições referentes à compra e venda, com as seguintes modificações:
I – salvo disposição em contrário, cada um dos contratantes pagará por metade as despesas com o instrumento da troca;
II – é anulável a troca de valores desiguais entre ascendentes e descendentes, sem consentimento dos outros descendentes e do cônjuge do alienante.

Como a permuta é uma forma de aquisição, logicamente está sujeita a tributação de ganho da capital.

Existe a possibilidade dessa torna ser parcelada e ser tributada também mês a mês, conforme for recebida.

Mas e se a torna for também em forma de imóveis, sem a devolução de valores? Nesse caso, o tratamento de permuta previsto no Art. 121, II, do RIR/1999 não será aplicado e o ganho da capital será calculado normalmente, relativo a cada uma das aquisições.

Para pessoas físicas, existe uma exceção na lei em relação a tributação, essa lei exclui a pessoa física da incidência do Importo de Renda a ser recolhido na transação imobiliária.

No entanto, não é uma regra aplicável a 100% das permutas de imóvel, ela só ocorre nas permutas sem torna ou nas permutas com torna no caso de imóvel rural que tenha passado por alguma benfeitoria. Como citamos antes, estamos falando de permuta entre pessoas físicas.

Para fazer valer essa isenção, a permuta deve ocorrer apenas entre imóveis, mesmo que envolva uma torna em dinheiro – no caso de imóvel rural -, e essa permuta deve ser objeto de uma escritura pública.

As permutas realizadas por meio de contrato particular podem também conseguir a isenção de tributação no Imposto de Renda, para isso quando a escritura pública for lavrada precisa ficar especificado que se trata de uma permuta.

Como citamos antes, quando houver torna, a tributação ocorrerá. Mas essa cobrança acontece apenas sobre esse valor de devolução e de forma proporcional e será óbito da seguinte forma:

1 – O valor da devolução/torna será somado ao custo do imóvel dado em permuta;
2 – Será realizada a divisão do valor da torna pelo valor do custo do imóvel, e o resultado obtido será multiplicado por cem;
3 – O ganho de capital será a porcentagem encontrada sobre o valor da torna.

Exemplo prático:

Valor da aquisição = R$300.000,00
Valor de torna = R$100.000,00
Valor total = R$400.00,00

Cálculo de tributação: 100.000,00 / 400.000,00 = 0,25 x 100.
Porcentagem calculada: 25%

Ou seja, o ganho da capital sobre a transação imobiliária será de R$25.000,00.

Tirou suas dúvidas sobre permuta, torna e tributações para pessoas físicas? Continue acompanhando nossos artigos e saiba muito mais sobre o mercado imobiliário.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Como gerar renda para o condomínio e diminuir a taxa condominial

Aprenda diferentes maneiras para arrecadar dinheiro para o condomínio e, consequentemente, reduzir a sua taxa condominial

É praticamente impossível encontrar alguém que não gosta de economizar dinheiro. Ainda mais em tempos de crise financeira como o que vivemos atualmente. No caso de condomínio, há uma série de ações que podem ser realizadas para arrecadar dinheiro e reduzir a taxa paga pelos moradores ao condomínio. Confira:

Foto: Divulgação / DINO

Aluguel de espaços

Locação pode ser um excelente negócio para o seu condomínio. E estes aluguéis podem ser desde locações de espaços não utilizados no condomínio para algum morador, passando por locar academia e estacionamentos, por exemplo, para empresas terceiras, até o aluguel do terraço do condomínio para instalação de antenas de telefonia e internet.

Em todos estes casos, é necessário aprovação dos moradores em reunião de assembleia do condomínio. Além disso, é preciso estar atento a alguns detalhes, como por exemplo:

No caso de locação para moradores, o síndico precisa dar a chance para todos os condôminos se manifestarem interessados em locar o espaço.

Para a locação de antena, é preciso verificar se o seu condomínio possui os pré-requisitos para instalação dos equipamentos.

E em relação a locação de espaços para empresas terceirizadas, sugere-se que esta seja adicionada a Convenção do condomínio.

Espaço para publicidade

A prática de publicidade em condomínios é muito comum atualmente principalmente em condomínios comerciais. Normalmente, as propagandas aparecem em murais e televisões nos elevadores ou em totens espalhados pelo condomínio.

Para levar esta iniciativa para o seu condomínio, busque por empresas especializadas na área para que quando você levar a ideia para a assembleia, você já tenha uma proposta e consiga quantificar o quanto é possível arrecadar.

Estas são as práticas mais comuns e rentáveis para condomínios. Contudo, é preciso que o síndico esteja atento aos procedimentos tributários necessários para que o condomínio não tenha problemas no futuro.

Ou seja, todo o dinheiro arrecadado deve, obrigatoriamente, constar na prestação de contas do condomínio apresentada pelo síndico. Nesta apresentação, o síndico deve ter os documentos que comprovem a origem da renda.

E o mais importante! Após os contratos serem assinados e as práticas de locação e/ou publicidade iniciarem no condomínio, o síndico deve recalcular a taxa condominial levando em consideração a arrecadação com estas iniciativas.

Website: http://blog.townsq.com.br/

Fonte: https://www.terra.com.br

Como manter meu condomínio seguro

O inciso 9 do artigo 1.348 do Código Civil determina como competência do síndico a realização de seguro da edificação. A lei 4.591/1964 prevê em seu artigo 13 a obrigatoriedade de realização de seguro contra incêndio ou destruição das partes comuns.

E sempre os condomínios se preocupavam em efetuar apenas o seguro de incêndio, não dando o devido valor aos chamados riscos acessórios que as companhias oferecem e que podem ser de grande valia em algumas situações que acabam por ser mais usuais do que o previsto.

Alguns condomínios não têm conhecimento de que existem riscos acessórios que cobrem danos em portas de vidro, danos elétricos, alagamentos, queda de raio, vendaval e responsabilidade civil, dentre outros mais.

Podem até parecer estranhos alguns ‘títulos’ utilizados pelas seguradoras, mas que, no fundo, uma boa análise mostra a devida importância de sua contratação. Como exemplo, temos a cobertura contra alagamento, que às vezes acaba passando despercebido, mas esta cobertura auxilia em caso de rompimento ou vazamento de caixa-d’água superior que venha a alagar os apartamentos.

A apólice voltada a vendaval também é muito importante em regiões em que haja bastante vento, pois pode ocasionar destelhamento e até mesmo a queda de objetos da cobertura do condomínio em cima de veículos ou imóveis vizinhos. Em condomínios que possuam muitas áreas comuns com vidros, é importante utilizar-se da cobertura de quebra de vidros. E, claro, a cobertura de responsabilidade civil, seja para o condomínio ou para o próprio síndico.

Imagine se o condomínio for demandado judicialmente por um terceiro sobre qualquer incidente que possa ter ocorrido nas dependências do condomínio, e venha o mesmo a ser condenado judicialmente. Ao invés de ter de efetuar um rateio para arcar com este prejuízo, basta acionar o seguro.

E o mesmo deve ser levado em consideração em caso de o síndico vir a causar algum prejuízo ao condomínio. A responsabilidade civil do síndico poderá ser coberta pela seguradora.

É importante que o condomínio analise adequadamente as suas necessidades e os riscos que a seguradora cobre, pois, uma apólice de seguro benfeita tem tudo para ser grande aliada do síndico e do condomínio, evitando, assim, que eventual prejuízo seja repassado para os condôminos.

Pense nisso quando for renovar seu seguro.

Fonte: https://www.dgabc.com.br/

Saiba como incluir as luminárias industriais em qualquer ambiente

Novo hit da decoração é versátil e merece destaque

Tijolos, tubulações aparentes, madeira, metal, concreto, acessórios em cobre e luminárias em forma de pendentes… se você é aficcionado por decoração, provavelmente em suas buscas por referências na internet já se deparou com ambientes que uniam a maior parte destes elementos em um só lugar. Mas, o que talvez você não saiba é que a junção de todos eles forma o que é conhecido como estilo industrial.

Esse tipo de décor nasceu em Nova York, entre 1950 e 1970, quando as pessoas passaram a transformar galpões e estúdios em moradias. Desde aquela época, uma das principais referências do industrial são as luminárias, que hoje, com a popularização do estilo, ganharam praticamente todos os ambientes da casa.

luminárias industriais
Uma das principais referências do industrial são as luminárias, que hoje, com a popularização do estilo, ganharam praticamente todos os ambientes da casa (Foto: Reprodução/Pinterest)

Conforme explica a arquiteta Renata Bertoni, do escritório RB Archdesign, o ideal é que as luminárias industriais realmente remetam às fábricas, sendo apresentadas como pendentes ou trilhos: “elas são geralmente fabricadas em metal, sendo eles alumínio, ferro ou aço, e podem ou não ter acabamento em tinta. Muitas vezes, elas são lixadas para terem aspecto de que vieram de uma fábrica abandonada”.

Mas a boa notícia é que para incluir esse item na decoração da sua casa, você não precisa que o local seja inteiramente projetado no estilo industrial. Roberta Fermann, profissional da Renova Arquitetura Express, conta que em qualquer ambiente elas podem ocupar o lugar de destaque: “numa sala de jantar mais clean e moderna, por exemplo, fazer uso de uma peça como esta deixa o ambiente aconchegante e dá destaque para a mesa de jantar”.

luminárias industriais
Mas a boa notícia é que para incluir esse item na decoração da sua casa, você não precisa que o local seja inteiramente projetado no estilo industrial (Foto: Reprodução/Pinterest)

Para completar, ela explica que o tom da iluminação também tem muito a agregar ao objeto e ao espaço: “a iluminação é normalmente feita com lâmpada amarela, o que dá muito mais conforto, além de não distorcer as cores. As luminárias com filamento também estão super em alta. Além de lindas, podem ser dimerizáveis (com regulagem da intensidade do brilho), o que possibilita fazer cenas nos ambientes”.

Ainda sobre o tom da iluminação, vale ressaltar que cada ambiente se adequa melhor a uma cor específica de lâmpada, já que elas podem valorizar ou destruir uma decoração. Conforme Renata Bertoni explica, ambientes como quarto e sala pedem lâmpadas amarelas, que “despertam sensação de conforto e provocam o bem-estar”. A luz branca é mais indicada para cozinhas, banheiros, escritórios e lavanderias: “o branco, por ser claro, remete a um ambiente clean (limpo)”, finaliza a arquiteta.

luminárias industriais
Numa sala de jantar mais clean e moderna, por exemplo, fazer uso de uma peça como esta deixa o ambiente aconchegante e dá destaque para a mesa de jantar (Foto: Reprodução/Pinterest)

Já para os pendentes e spots em si, essa regra não se aplica, ao contrário do que muitos pensam, eles não se restringem à iluminação da mesa de jantar ou de bancadas de cozinha. “No lavabo, por exemplo, fica lindo colocar o pendente em uma lateral da bancada, torna-se quase que um objeto de arte”, exemplifica a também arquiteta Roberta Fermann.

Isso é, para o quarto, para a sala de estar, hall de entrada, varanda ou escritório, as luminárias industriais estão liberadas, basta seguir as dicas acima que o acerto é garantido.

luminárias industriais
Já para os pendentes e spots em si, essa regra não se aplica, ao contrário do que muitos pensam, eles não se restringem à iluminação da mesa de jantar ou de bancadas de cozinha (Foto: Reprodução/Pinterest)
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Isso é, para o quarto, para a sala de estar, hall de entrada, varanda ou escritório, as luminárias industriais estão liberadas (Foto: Reprodução/Pinterest)

Fonte: ZAP Imóveis

Entenda os estilos vintage e retrô para acertar nesta decoração

Quer apostar nos estilos vintage ou retrô na decoração? Entenda a diferença entre os dois, siga nossas dicas e acerte em suas escolhas.

Antes de apostar na decoração vintage ou retrô, é importante saber dizer a diferença entre os dois estilos.

Todos sabem que eles são bem parecidos, mas têm algumas diferenças pontuais importantes.

Por incrível que pareça, o significado da palavra vintage não tem nada a ver com moda.

É um nome dado às boas colheitas de vinho. A origem vem de “vint”, que é relativo à safra de uvas e “age” de, idade em inglês. Que quer dizer, quanto mais velho melhor.

Na decoração, este estilo aposta em elementos das décadas de 50 e 60, com peças antigas, originais deste período.

Já o significado da palavra retrô é: “para trás” e na decoração ou na moda, utiliza objetos e elementos atuais, fazendo uma releitura de estilos do passado.

Qual a diferença entre vintage e retrô, afinal?

A  diferença entre os dois estilos se encontra basicamente no fato de que o retrô imita o vintage.

Quer apostar nesta decoração com bom gosto? Então acompanhe nosso post e veja algumas dicas superbacanas para valorizar ainda mais essa tendência!

Dicas de como utilizar o vintage na decoração

O principal, como vimos, é a utilização de peças antigas e originais de época, se não, você estará confundindo o vintage com o estilo retrô.

Uma aposta interessante é mesclar alguma peça vintage com elementos modernos na decoração. Isso ajuda a trazer o objeto antigo para uma atmosfera mais contemporânea.

Um espelho mais clássico por exemplo, daqueles com a moldura no estilo rococó, pode ser combinado com um armário mais reto em madeira e detalhes em ferro, o que traz este ar moderno para o ambiente.

Uma iluminação em neon também é uma aposta certeira para dar um toque ainda mais contemporâneo para o ambiente.


O mesmo espaço pode conter outros elementos vintage (Foto:Enzo Sobocinski)

Cômodas são um clássico vintage e estão sendo muito usadas nas salas. Este é um elemento que traduz o estilo com inúmeras releituras (Foto:Enzo Sobocinski)

Uma cômoda em madeira envernizada com puxadores de ferro e pés-palito, ajuda a compor um ambiente de muito bom gosto, quando combinada a mais elementos no mesmo estilo, como um sofá de modelo mais tradicional. (Foto: Viva Decora)

Desde que esta escolha seja feita de forma bastante cuidadosa, vale a pena apostar em uma decoração totalmente vintage.

Clássicos vintage têm formas arredondadas e tons mais apagados, por isso é necessário bom gosto para compor ambientes mais contrastantes e produzir um efeito bem diferenciado.


(Foto: Sarah Rayala)

Como usar o retrô na decoração

A dica aqui também é mesclar um estilo mais clássico à elementos modernos para trazer mais equilíbrio na decoração.

Apostar em cores fortes e na atmosfera lúdica que o colorido traz é uma ótima ideia. Eletrodomésticos retrô estão muito em alta, em diversas cores.

O frigobar retrô, além de ser funcional, ajuda a compor uma atmosfera urbana para os ambientes, com muito bom gosto.


(Foto: CASAon CASAon )

Alguns objetos pontuais também ajudam a dar charme para qualquer decoração, sem precisar de muito esforço: como um rádio, ventilador ou uma bicicleta retrô.


(Foto: Tetriz Arquietetura e Interiores )

(Foto: Casa Aberta)

Nos banheiros ou cozinha, vale utilizar adesivos que imitam azulejos antigos para alcançar o toque retrô em sua decoração, sem precisar investir muito dinheiro ou tempo.


(Foto: Andrea Bento )

Estas dicas de decoração vintage e retrô foram criadas pela equipe Viva Decora.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Quem paga cada tipo de despesa do condomínio?

Manutenções no condomínio podem gerar dúvidas sobre quem é o responsável pelo investimento em questão

Manutenções no condomínio podem gerar dúvidas sobre quem é o responsável pelo investimento em questão

Ao decidir morar em condomínio, muitos pensam na comodidade, na segurança, e em como residir ali dariamenos trabalho do que cuidar de uma casa. Isso porém nem sempre é verdade, uma vez que morando em condomínios deve-se dar atenção não apenas à manutenção da sua unidade, como também às áreas comuns do empreendimento.

Algo que pode gerar questionamentos e problemas entre vizinhos e síndico é quando uma situação sai dos trilhos. Pode ser um vazamento entre apartamentos, a rede de gás, uma infiltração que esteja vindo da fachada – tudo deve ser estudado com cautela.

Por isso enumeramos abaixo uma série de situações difíceis, para que a comunidade condominial tenha por onde partir. Confira:

Vazamentos entre apartamentos

Problemas de infiltrações ou vazamentos costumam gerar muita confusão em condomínios

Geralmente, quando há problemas de encanamento em um apartamento e os reflexos são sentidos na unidade do andar de baixo, o embate é na hora de providenciar o reparo e, logicamente, pagar a conta.

Os edifícios têm duas redes de encanamento: a horizontal e a vertical (também chamada de coluna principal).

Rede vertical (coluna) Rede horizontal
Conduz água e esgoto entre rua e andares Liga coluna e unidade
Uso geral Uso particular
Responsabilidade do Condomínio Responsabilidade da Unidade
  • A rede vertical conduz água e esgoto por todos os andares. É de uso comum, portanto, de total responsabilidade do condomínio - inclusive obras realizadas nos apartamentos, em virtude de problemas nesta rede.
  •  A rede horizontal comporta os canos que servem às unidades, recebendo água da rede vertical e conduzindo esgoto para a mesma. As unidades ficam responsáveis pelos reparos e danos aí ocorridos.
  • Se há um vazamento no teto do banheiro, em virtude de problemas na rede horizontal, o responsável pelo reparo é o morador da unidade de cima, com todos os custos.

 

Varandas e Sacadas

  • A manutenção do piso e/ou teto das varandas é de responsabilidade de cada unidade (proprietários).
  • Porém se comprovado que o vazamento possui como origem, por exemplo, uma tubulação vertical da rede central que serve todas as unidades, então essa resposabilidade será do condomínio, ou seja todos pagarão pelo reparo.
  • A manutenção das partes externas e visíveis da varanda, cabem ao condomínio

Coberturas

  • As despesas relativas a partes comuns de uso exclusivo de um condômino, ou de alguns deles, incumbem a quem delas se serve – assim dispõe o artigo 1.340 do Código Civil.
  • Infiltrações e outros problemas com origem em terraço de uso e propriedade comum são de responsabilidade do condomínio.

Fachadas

  • Não adianta adiar a manutenção da fachada do prédio só porque a obra será custosa. Além da deterioração do patrimônio comum, o condomínio pode ser responsabilizado pelos custos de reparação dentro das unidades, caso seja comprovado que foi pela fachada que adentrou a umidade.
  • Em geral é o condomínio quem arca com esse tipo de custo. Para evitá-lo, é importante manter amanutenção da fachada em dia, seja com a recolocação ou substituição de pastilhas, pintura ou a feitura de um novo acabamento.
  • O importante é manter a umidade longe das unidades, já que são elas as causadoras das infiltrações.

Janelas

  • Há casos, porém, de infiltrações vindas das janelas cuja responsabilidade não é do condomínio. Por exemplo, quando há falta de manutenção das esquadrias de janelas, como borrachas, silicone ou escova. Também vale verificar se a raiz da infiltração não é a instalação incorreta de aparelhos de ar-condicionado. Quando a situação é uma dessas, a responsabilidade pela infiltração é do condômino.

Rede ou instalações de gás

Apesar da instalação de gás ser composta por diferentes canos, todos individualizados, cada qual servindo a uma dada unidade, é considerada coisa comum, tendo em vista o potencial de perigo que cerca o assunto e por conta da instalação percorrer áreas de uso comum.

Desta forma, tanto a instalação, quanto a manutenção dos canos de gás, são de responsabilidade e incumbência do condomínio, e seus gastos deverão ser arcados por todos os condôminos, com base no critério de rateio de despesa previsto na Convenção.

 Veja abaixo parecer jurídico sobre a questão:

Todo o regime jurídico que tutela o ora chamado condomínio edilício (arts. 1.331 a 1.358 do novo Código Civil) se presta a reger os interesses, a convivência, as áreas e as coisas comuns. Em outras palavras, o síndico do condomínio é o responsável pela manutenção e conservação das partes comuns do edifício, como evidenciam os arts. 1331, § 2°, e 1.348, V, ambos do novo Código Civil

Rede elétrica

Geralmente é o condômino o responsável por pagar danos ocorridos na parte de dentro da sua unidade - o resto é de responsabilidade do condomínio.

Porém, quando o morador decide trocar a fiação da sua unidade, por uma mais potente, deve ser bastante cauteloso. Se essa obra não for dimensionada corretamente, a mesma pode causar danos na rede elétrica comum do condomínio. Nesse caso é o condômino quem arca com o prejuízo. Importante frisar que para fazer uma obra desse tipo hoje, dentro da unidade, é necessária uma ART e aprovação do síndico.

Interfones

  • É de responsabilidade do condomínio, mesmo que houver problema apenas em uma unidade – a não ser, é claro, que a empresa de manutenção ateste que o dano ocorreu por mau uso do equipamento na unidade.
  • Neste caso, quem paga é o morador, mesmo se for inquilino.

Cupins

  • Há polêmica em definir se a descupinização é despesa do condomínio ou da unidade. Na maior parte das vezes, a infestação ocorre em muitas unidades do mesmo prédio.
  • Mesmo antes do problema aparecer, é conveniente colocar o assunto em pauta numa assembleia, para garantir uma proteção coletiva.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Da planta à decoração: veja dicas para melhorar o aquecimento da casa

Aprenda dicas para manter a casa aquecida no inverno sem gastar muito!

Desde o último dia 21 de junho uma nova estação teve início para a alegria de boa parte da população: o inverno!

Nem todas as regiões do país têm inverno com temperaturas muito baixas, no entanto, em diversas cidades o termômetro cai o suficiente para que as pessoas tirem casacos, botas e cobertores grossos do armário. Porém, existe um ponto que dificilmente passa despercebido durante esse período: o aumento da conta de energia elétrica.

Nosso artigo de hoje se concentra em dicas para que você aprenda como aquecer ambientes gastando pouco, entre elas o uso de aquecedor de ambiente caseiro ou aquecedor de argila, por exemplo.

Mantas, tecidos mais grossos e mantas como aliados

Colocar almofadas e mantas na cama e no sofá podem fazer toda a diferença quando se trata de aquecer um ambiente. Com a ajuda desses itens, o conforto não é somente físico, mas também visual. Colocando esses itens na sala ou no quarto, a sensação de calor aumenta e torna o ambiente mais aconchegante.

As almofadas podem ter capas de tecidos mais grossos, como linho e lã, deixe mantas no pé da cama e sob o sofá e poltronas. Acrescente também tapetes e carpetes.

A influência das cores

Não é novidade que as cores influenciam nosso estado de espirito. Elas podem nos deixar calmos, acelerados, podem aumentar a fome e também a sensação de calor. Exatamente por isso, durante o período mais frio do ano, prefira usar cores mais quentes e escuras, como marrom, vinho, vermelho, tons terrosos e etc.

Essas cores podem estar presentes desde as almofadas e mantas que citamos no item anterior até as paredes, caso você queira aproveitar a estação para mudar a cor da parede com tinta ou até papeis de parede.

Auxilio da iluminação

A iluminação de um local também aumentar a sensação de ambiente aconchegante. Troque as lâmpadas atuais por lâmpadas em tons de âmbar ou amarelo, elas deixam a atmosfera com mais sensação de calor.

Aposte na madeira

Além de ter um tom variado de marrom, cor dentro da paleta que sugerimos para usar no inverno, a madeira também é um isolante térmico natural. Ou seja, ela concentra calor sem precisar do auxílio da energia elétrica.

Caso não possa contar com uma reforma grande e incluir a madeira no piso, por exemplo, inclua em itens menores: vasos de plantas, objetos de decoração, porta-retratos, cadeiras decorativas e outros tipos de móveis.

Se lembra da dica dos tapetes e carpetes? Se não tiver um piso de madeira ou não puder reformar a casa para ter um, conte com o auxílio do tapete para evitar perda de calor pelo chão.

Aquecedores caseiros

Já que citamos o auxílio da energia elétrica para aquecer ambientes, saiba que já existem aquecedores de ambiente caseiro, que não gastam energia. Uma dessas opções é o aquecedor de argila, também chamado de egloo.

No formato de cumbucas, essa invenção precisa apenas de algumas velas para aquecer o ambiente. Após acesas por cerca de 5 minutos, o aquecedor de argila é capaz de manter um calor de 180° por aproximadamente 5 horas ininterruptas.

Considere mudar as cortinas

As cortinas são tecidos e tecidos esquentam, certo? Então elas podem ser ótimas aliadas contra o frio. Troque as cortinas leves e claras usadas durante as estações mais frescas por cortinas pesadas e até blackouts bem grossos.

As cortinas ajudam a compor o visual aconchegante, lembre-se de considerar a dica das cores ao escolher a cortina ideal para o inverno.

Vedar frestas pode ser útil

Conforme o tempo passa, é natural que as janelas e portas não tenham a mesma vedação de quando foram instaladas. Mesmo que você deixe o sol entrar bastante durante o dia, se as portas e janelas estiverem com muitas frestas, todo o calor armazenado será perdido durante a noite.

Nesse caso, ter cortinas não vai reter esse calor e é possível evitar essa perda sem gastar muito e sem precisar trocar janelas e portas: use fitas adesivas, fita isolante ou adquira veda frestas em lojas de construção.

Além de evitar perder o calor, as janelas não ficam tremendo e batendo, portanto, ajuda também para ter uma casa mais silenciosa.

O uso do forno deixa a casa mais quente

É uma solução óbvia e muito eficaz. Se você não é o responsável pelos almoços e jantares da casa, dê a dica para o responsável. O uso do forno aumenta o calor no ambiente, portanto dê preferência para pratos feitos no forno, como pães, bolos, carnes, lasanhas e etc.

Você pode pensar que isso leva a um gasto de gás e energia elétrica, o que não é muito diferente de ligar o aquecedor.

Mas leve em conta que, além de aquecer o ambiente, você também terá outro benefício: um jantar bem-servido e quente no final do dia.

Cuidar da casa durante o inverno é excelente, mas não esqueça dos cuidados com o corpo também. Lembre-se de estar sempre agasalhado e tome mais chás durante o dia para manter a temperatura do corpo agradável.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Playground em condomínio: brincar com segurança

Playground em condomínio exige vistorias constantes: por parte do síndico, quanto à segurança; e pelos pais, no acompanhamento dos pequenos.

Playground em condomínio: brincar com segurança

Playground em condomínio: brincar com segurança

Com o início das férias escolares, o playground do condomínio passa a ser ainda mais concorrido. E para que o espaço esteja em ordem para receber a criançada, o síndico deve ficar atento com a segurança e a eficiência dos brinquedos.

Brincar nas férias desenvolve a coordenação motora da criança e promove a aproximação entre pais e filhos. Logo, os brinquedos promovem diversão e lazer, porém quando não são realizadas vistorias ou seu uso é feito de maneira incorreta, podem ser perigosos.

Por isso, veja algumas dicas que preparamos para você ficar atento a esse local de diversão do condomínio.

1 – Escolha do brinquedo

Na hora da instalação ou reforma desse espaço, o síndico deve lembrar que crianças das mais variadas idades irão ocupar o playground. Portanto, na hora de comprar ou contratar uma empresa para esse fim, deve-se levar em conta os diversos brinquedos disponíveis no mercado de acordo com a idade. Para crianças de 0 a 5 anos, o foco principal da brincadeira deve ser o de promover a sua autonomia.

Já as crianças com idade de 5 a 12 ou mais podem desfrutar de brinquedos mais arriscados como balanços, escorregadores e casinhas para subir e descer com cordas. Lembre-se que é a partir dessa fase que os pequenos já pensam em criar desafios e competir entre si.

2- Companhia de um adulto

O acompanhamento constante de um adulto minimiza muito os possíveis acidentes. Neste espaço, é comum que algumas crianças teimem em utilizar brinquedos não indicados para a sua faixa etária, situação na qual a presença dos pais para dar aquele puxão de orelha faz todo o sentido. Além do mais, estar próximo dos filhos em um local agradável e lúdico tem a capacidade de estreitar a relação.

Pensando nisso, uma alternativa para o síndico é a criação de um espaço, no mesmo local do playground, com cadeiras e mesas para que os pais possam interagir ou se sentar e descansar enquanto os pequenos se divertem.

3- Piso e material indicado para os brinquedos

Os brinquedos devem ser instalados em pisos que absorvam o impacto de uma possível queda como borracha, grama natural ou sintética e areia.

Já o material do brinquedo vai depender da faixa etária. Para os menores o mais indicado é a utilização de brinquedos de plásticos rotomoldado. Para uma faixa etária maior, pode ser utilizado brinquedo de madeira.

Independentemente do material, o síndico deve levar em conta algumas questões antes de comprar os brinquedos: A faixa etária, já que a relação entre tamanho da criança e do brinquedo é algo fundamental, o acabamento dos materiais que precisam ser sempre liso, sem qualquer tipo de lascas ou farpas, e as roscas e parafusos salientes, que devem possuir acabamento de proteção.

4- Atenção com os balanços

Não resta a menor dúvida que escorregadores e balanços são itens indispensáveis para qualquer playground. E para alguns, sobretudo na faixa etária de 7 a 12 anos, esses brinquedos são motivos para intensas competições: quem ganha mais impulso ou consegue chegar mais alto e saltar do balanço em movimento.

Portanto esses são brinquedos que exigem uma maior atenção por parte de síndicos e pais, já que são líderes na ocorrência de acidentes.

Ronan Mendes, proprietário da empresa Bom Balanço, explica que os balanços funcionam em um sistema de atrito/fricção e que em pouco tempo perdem a proteção contra a oxidação, como exige a NBR 16071. Desse modo, os usuários ficam expostos a possíveis acidentes.

“Os ganchos dos balanços convencionais (comuns) precisam ser inspecionados regularmente (mensalmente), porque são utilizados constantemente e devido ao atrito, parafusos e correntes podem se romper”.

Ganchos Bom BalançO

Ganchos produzidos com rolamentos blindados que não requerem lubrificação

Uma alternativa para o síndico garantir a segurança das crianças é investir em tecnologia, também nesses brinquedos. Já existe no mercado uma tecnologia desenvolvida pela empresa Bom Balanço que garante segurança, funcionalidade e a durabilidade desse brinquedo. Uma vez que os “balanços de playground da Bom Balanço são totalmente silenciosos porque o seu conceito de funcionamento não é por fricção/atrito, mas sim por deslizamento/semi-rotação do eixo sobre rolamentos”.

Dessa forma, segundo Mendes, elimina-se “o atrito entre os componentes proporcionando um balanço silencioso, suave e muito mais prolongado”.

5 – Aproveite o espaço e respeite as regras do condomínio

Além das questões técnicas e de segurança que a instalação do playground exige, a dica mais importante que se poda dar para quem mora em condomínio e tem o privilégio de possuir um espaço como esse, é aproveitar muito esse local.

Se observadas as regras existentes no condomínio em relação ao horário e ao barulho, o playground tem tudo para ser o ponto de encontro da criançada. Afinal de contas, brincar é viver.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Conheça o Urban Jungle, tendência que vai levar o verde para a sua casa

A mistura do verde com o cinza, tem nome e está ganhando espaço na decoração. Acompanhe os detalhes dessa nova tendência chamada Urban Jungle.

Se você está por dentro das tendências de decoração, já imagina um pouco do que vamos falar nesse post. Mas se você não é tão assíduo quando se trata de artigos de decoração, mas está procurando uma forma de mudar seu espaço, acompanhe essa novidade: a tendência do Urban Jungle.

Em tradução livre, Urban Jungle significa “floresta urbana”. Já dá para imaginar que estamos falando de muito verde e de ter a natureza dentro de casa, vamos acompanhar as dicas sobre esse assunto e aprender como decorar ambientes com plantas misturadas e outras dicas.

Como usar?

Não existem muitas regras quando se fala de Urban Jungle, apenas apostar em muitas plantas, grandes e pequenas, de todos os tipos e em todos os ambientes. Se você tem dúvida sobre o uso de plantas em apartamentos pequenos e tem medo de deixar o espaço muito cheio, saiba que não é preciso lotar o local de vasos e plantas gigantes.

A criatividade é o que precisa estar em evidência em qualquer ambiente, mas no Urban Jungle isso fica muito mais evidente.

Use plantas misturadas com quadros, com tons claros (palha e cinza claro fazem uma mistura interessante) e lembre-se de ficar atento em relação ao tipo de planta escolhido e os cuidados com cada uma delas.

Voltando ao nosso artigo de hoje, para apostar no Urban Jungle e conseguir um ambiente incrível, anote essas ideias:

Excesso de plantas: aquela história de pecar pelo excesso aqui não existe, afinal, a maneira mais óbvia de criar uma floresta urbana é exagerar nas plantas com folhagens de todos os tons de verde, o segredo está em ter menos protagonismo para flores e total destaque para folhas.

Mas lembre-se do que já citamos acima, se você tem um local menor, use plantas menores e misture o verde das plantas com o verde de outros objetos sem vida, nosso próximo item.

Auxilio dos objetos: as plantas não precisam estar sozinhas nessa tendência, aposte em quadros com estampas de folhagens, almofadas, gravuras, mesa com jogo de jantar temático, peças de barbante em cor crua, rattan e bambu também fazem um bom casamento e dão um clima mais rústico e natural para o ambiente.

Aliás, você pode até usar plantas desidratadas e emoldura-las em quadros.

Complementos: para que seu ambiente fique com mais cara de floresta, dê atenção aos complementos da decoração: móveis, piso, teto e paredes. Aposte em móveis de madeira em qualquer tom, prefira sofá em tons terrosos, o piso pode ser de madeira e as paredes devem ser mantidas em tons de branco, gelo e creme.

Isso não significa que você não pode usar outras cores. Se quiser criar um paisagismo mais ousado na sua casa, use sim cores mais fortes e vibrantes, apenas tenha um pouco mais de cuidado.

Essa decoração com plantas na sala, além de beleza, traz vida, calma e aumenta a sensação de tranquilidade no local.

Em quais cômodos posso usar a tendência?

Apesar de citarmos a escolha de sofá e outros itens característicos de uma decoração na sala, o Urban Jungle fica bem em outros cômodos, como hall, varanda, quarto e até no banheiro.

Decoração de quarto com planta: plantas só trazem benefícios e elas contribuem até mesmo para uma boa noite de sono. Separamos algumas dicas que podem ajudar desde o alivio de dores de cabeça até a melhorar o ar do ambiente.

Se sua intenção é decorar e ter esse tipo de benefício, aposte em plantas como jasmim, babosa, hera, espada de São Jorge, clorofito e palmeira bambu.

Decoração de hall com plantas: a primeira impressão é a que fica, é o que diz o ditado popular. Seguindo essa regra, impressione com plantas já na entrada da sua casa. Para não deixar o local sem espaço para movimentação, prefira vasos menores ou que não interfiram na passagem das pessoas.

Nesse sentido, o jardim vertical e as plantas pendentes no teto podem ser boas opções.

Decoração de varanda com plantas: já mais popular, ter plantas na varanda cria um ambiente aconchegante em quem tem um apartamento em meio ao cinza das grandes cidades. O jardim vertical também harmoniza bastante nesse local e se a varanda receber luz natural durante o dia, você pode até apostar em outros tipos de plantas.

Cômodos como banheiro e cozinha também podem receber plantas sem nenhum problema, apenas use a sua criatividade sem medo de errar e crie um ambiente com paisagismo exclusivo e tenha a natureza dentro da sua casa.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

 

O condomínio pode me proibir de ter animal de estimação?

Convenção pode proibir condôminos de terem animais domésticos ou silvestres? E se o animal do vizinho põe em risco os vizinhos? Saiba o que fazer

Alguns animais precisam de licença do Ibama

Alguns animais precisam de licença do Ibama

“O condomínio pode me proibir de ter animais de estimação no apartamento?” Pergunta da internauta Cecília

Resposta: Não.

Apesar de algumas convenções mais antigas até proibirem as pessoas de terem animais, isso é “letra morta”, garante o advogado especializado em Direito Imobiliário Michel Rosenthal Wagner.

O direito à propriedade, à intimidade e à vida privada estão garantidos na Constituição, em seu artigo 5º, explica.

Mas a coisa muda de figura se o animal em questão perturbar um desses três “S”s: sossego, saúde ou segurança, afirma o advogado.

Wagner conta o caso de um condômino que colocou — num hall social que dividia com outros três apartamentos — uma espécie de cercado na frente da sua porta e lá deixava três cachorros que latiam todas as vezes que alguém saía para pegar o elevador. “Isso obviamente é algo que não se pode fazer”, diz.

Mesmo em condomínio de casas há limites para manter animais. “Há pessoas que acumulam bichos sem nenhum cuidado, prejudicando a limpeza e atraindo vetores como ratos e baratas para a vizinhança. Isso também não pode.”

E os animais silvestres?

Mamba negra

Outra razão para impedir o condômino de ter determinado animal é quando se trata de um animal não tenha autorização do Ibama.

“É possível ter animais exóticos e silvestres de estimação, desde que eles tenham sido adquiridos de um criadouro autorizado e tenham licença do Ibama”, informa a veterinária especializada em animais exóticos Erica Couto, da Clínica Tukan.

“Já ouvi casos de pessoas que tinham cascavéis, najas e até mambas negras. Não tem sequer soro antiofídico no Brasil para uma picada de mamba negra”, diz.

A mamba negra, originária do continente africano, é uma das serpentes mais mortais que existem — sua mordida pode matar um adulto em 20 minutos.

Confira a lista de animais considerados domésticos e que não precisam de autorização do Ibama.

Saiba o que fazer se o animal causa perturbação


Como nem sempre se pode esperar que o bom-senso das pessoas prevaleça, é possível tomar algumas atitudes.

  • O primeiro passo é conversar com o condômino para tentar uma mudança.
  • Se isso não adiantar, fazer uma advertência por escrito.
  • Depois, aplicar multa prevista em convenção
  • Se mesmo isso não surtir efeito, o caminho pode ser chamar o Psiu ou a polícia
  • Pode, ainda, entrar na Justiça para exigir que o animal seja retirado do condomínio.

“Não é proibir animais, mas proibir aquele determinado animal que causa estorvo à comunidade”, diz Michel Wagner.

Saiba o que fazer se querem te impedir de ter um pet

Mas se você deseja ter um animal de estimação e a convenção proíbe, também é possível entrar na Justiça para obrigar o condomínio a aceitar seu pet.

“Mas sempre o melhor caminho é procurar o entendimento pela conversa”, aconselha o advogado.

O que fazer se o animal não tiver licença do Ibama?

Segundo o Ibama, qualquer animal silvestre deve ser adquirido de criadouro comercial autorizado e pode, neste caso, ser criado em ambiente doméstico. O animal deve vir acompanhado de nota fiscal e deve estar marcado com anilha ou microchip. O estabelecimento deve entregar ao comprador uma cartilha com instruções sobre a criação da espécie.

Se o condomínio desconfiar que algum animal não está regulamentado, pode encaminhar a denúncia para o Ibama.

Fontes: Ibama | Erica Couto, veterinária especializada em espécies silvestres e exóticas | Michel Rosenthal Wagner, advogado especializado em Direito Imobiliário | https://noticias.r7.com/

Autonomia do síndico para gastos do condomínio

Quanto o síndico pode gastar sem a necessidade de aprovação em assembleias

Quanto o síndico pode gastar sem a necessidade de aprovação em assembleias

Quando o assunto é o dinheiro do condomínio, todo cuidado é pouco. Afinal, não basta ser honesto. Como diz o ditado, também é importante parecer honesto.

Usar um dinheiro que é de todos antes de uma aprovação em assembleia  específica pode acarretar em futuros problemas para o síndico.

Contas não aprovadas, desconfiança de outros moradores, e até ações judiciais ou ressarcimento da verba em questãosão algumas das consequências para gastos ocorridos sem a anuência dos outros condôminos.

Há, porém, casos em que o síndico pode, sim, se utilizar de dinheiro do condomínio sem pedir. O importante é lembrar que existem regras e que qualquer gasto deverá ser justificado e aprovado em assembleia. Nesse momento, é importante ter documentos que ajudem na comprovação dos gastos, como orçamentos e notas fiscais.

“Sempre deixo muito claro para todos os síndicos com quem trabalho: é fundamental apresentar nota fiscal, de absolutamente tudo que foi gasto com o dinheiro do condomínio. Seja pequenos materiais ou um dia que comprou um café da manhã para os funcionários na padaria, tudo deve ser discriminado”, assinala a advogada especialista em condomínios Maria Estela Capeletti.

GASTAR ATÉ QUANTO

Algumas convenções permitem ao síndico gastos até um limite, sem aprovação por assembleia. Esses gastos podem ser de qualquer natureza?

Depende. O ideal é que a convenção do condomínio estipule um limite de gastos – e também, com o que se pode gastar essa verba. Em geral seu uso está ligado a situações de emergências ou a obras já em andamento. Mesmo sem aprovação prévia, o síndico deverá justificar o uso do dinheiro na próxima assembleia.

“Convenções com esse tipo de disposição ajudam o síndico a ter uma margem de manobra quando algo dá errado. Mas é importante que o gestor se foque em gastos necessários e não em supérfulos”, analisa Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

Se a convenção for omissa, deverá prevalecer o bom senso do síndico, que deverá lançar mão dessa prerrogativa somente em caráter comprovadamente emergencial.

OBRA MAIS CARA

O aumento de custos de uma obra deve ser objeto de nova aprovação pela assembleia? Depende. Se o incremento de custo for alto, não emergencial e fugir ao escopo do projeto que fora aprovado, deve-se convocar nova assembleia para aprovação do custo extra.

Entretanto, em algumas situações, o síndico pode, sim, aprovar gastos extras caso a obra se mostre mais cara que o previsto.

Uma delas é quando ocorre algum problema grave com a reforma e que, se o reparo não for feito, isso irá impactar negativamente no cotidiano dos moradores.

Por exemplo: se uma peça do elevador que seria trocada já danificou outras – caso não sejam repostas e recolocadas, o prédio ficaria sem elevador. Nesse caso, é possível aprovar as contas depois de contratar o serviço. Outro caso é quando o síndico tem uma certa autonomia de gasto para a obra – uma certa “gordurinha”, que deverá estar expressa em ata de assembleia, de, por exemplo, até 5% do valor da obra. O síndico também pode investir sem aprovação prévia quando a obra é emergencial: um portão quebrado, ou um cano estourado que irá deixar os moradores sem água, podem ser consertados e depois ratificados.

“Outro caso é quando houve a assembleia para aprovação inicial da obra, também aprovou-se um teto que o síndico pode gastar, sem assembleia futura, desde que obtenha a anuência do conselho fiscal ou da comissão de obras do condomínio. É uma forma de não parar a benfeitoria, mesmo que ela custe mais do que estava inicialmente previsto”, argumenta Cristiano de Souza, advogado especialista em condomínios.

OUTRO FUNDO

O síndico pode usar a verba de um fundo para outro, sem aviso prévio?

Depende. O fundo de obras deve ser usado apenas para isso – salvo apenas se uma grande emergência acontecer no condomínio. E caso isso aconteça, as contas deverão ser aprovadas em assembleia futuramente.

“Os fundos do condomínio devem ser usados de acordo com sua natureza. Caso aconteça algo muito fora da curva, o síndico pode usar o fundo de reserva para cobrir esse gasto – e, depois, o valor deve ser reposto ao fundo”, ensina Cristiano.

Um dos motivos para não se utilizar os fundos do condomínio para cobrir despesas do dia-a-dia é que nem sempre quem contribui com os fundos é quem paga pelos gastos ordinários – os mensais.

AUMENTO DE TAXA

O síndico pode aumentar a taxa ordinária sem autorização de assembleia?

Não. O síndico, sozinho, não tem poder para decidir se a taxa deve ser reajustada. Para tomar essa medida é necessária uma assembleia.

“É sempre importante lembrar que o síndico, apesar das suas muitas responsabilidades, é um representante do condomínio. Ele não pode dispor do dinheiro dos condôminos sem a anuência dos mesmos”, assinala Maria Estela.

Por isso é tão importante que haja uma boa previsão orçamentária.

“Com uma boa previsão, que indique não só os gastos, mas também as benfeitorias e os investimentos necessários para o período, o síndico fica mais tranquilo para gerir o condomínio, pois sabe que as necessidades do local estão sendo levadas em conta”, analisa Gabriel Karpat.

CONSELHO

Os conselhos fiscais ou consultivos têm poder de autorizar alguns tipos de gastos?

Depende.  A função do conselho fiscal ou consultivo é, a princípio,  verificar as contas e ajudar o síndico – seja na solução de problemas ou trazendo ideias interessantes.

O conselho, porém, não substitui a assembleia condominial. O que ele pode fazer é, em situações específicas, autorizar o gestor a usar o dinheiro do condomínio, como as grandes obras citadas acima.

“Isso, porém, deve ser discutido e decidido previamente em assembleia. E também é importante dizer que mesmo com o ok do conselho, os gastos feitos deverão ser ratificados em assembleia futura”, aponta Maria Estela.

ADVOGADOS

O síndico tem autonomia para contratação de advogados a fim de realizar a cobrança judicial, sem precisar consultar a assembleia?

Sim. Uma das principais funções do síndico é zelar pelo condomínio. Portanto, se há a necessidade de se contratar um advogado, seja por problemas de inadimplência de um condômino ou outros motivos – como alguém movendo uma ação contra o condomínio – o síndico pode, sim, fazê-lo.

Mas é sempre importante cotar diferentes profissionais para se ter uma ideia do valor dos honorários. Esse gasto também deve ser ratificado em futura assembleia.

DEMISSÃO DE FUNCIONÁRIOS

O síndico pode decidir sozinho pela demissão de um funcionário cuja multa rescisória seja alta? Sim. É prerrogativa do síndico demitir e contratar funcionários do condomínio. Porém, em casos em que a multa rescisória seja muito alta, o recomendável é discutir antes a situação em assembleia.

“Ele deverá, porém, justificar, o impacto dessa decisão na próxima assembleia, principalmente se não houvesse dinheiro provisionado para essa demissão”, explica Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios.

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA TERCEIRIZADORA DE MÃO DE OBRA

O síndico pode trocar de empresa terceirizada caso isso não impacte nas contas do condomínio?

Sim. Porém, o recomedável é que o síndico divida a responsabilidade da troca da empresa com uma assembleia.

“Não seria tanto pela questão financeira, mas muito mais pela comunidade aprovar a nova empresa. Caso haja um problema no futuro, o síndico referendou a contratação com  a assembleia”, pesa Alexandre.

ADEQUAÇÕES À LEGISLAÇÃO

O síndico pode gastar em alguma benfeitoria ou alteração pedida pela lei, que não constava na previsão orçamentária?

Sim. É responsabilidade do síndico manter o condomínio e suas atividades dentro da lei. Muitos condomínios, em 2018, tiveram que pagar um extra para que a administradora os inscrevessem no eSocial, por exemplo. Na cidade de São Paulo, esse ano, muitos empreendimentos tiveram que adequar seus portões também, devido a uma lei municipal.

“Esses casos mostram que às vezes o síndico realmente pode se deparar com gastos extras e inesperados, e que devem ser feitos. Não podem esperar. Portanto, os mesmos devem ser feitos e aprovados na próxima assembleia”, explica Alexandre Marques.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Aprenda como limpar porcelanato e conservá-lo por mais tempo

Confira neste artigo algumas dicas para conservar o seu porcelanato e mantê-lo sempre limpo.

O revestimento de porcelanato é bastante democrático, podendo ser utilizado dentro ou fora de casa. Trata-se de um material resistente, com coloração uniforme e baixa absorção de água. Seu acabamento pode ser liso, ligeiramente abrasivo ou esmaltado e o tipo de superfície desejada depende da área onde ele será colocado.

Além dos já citados, há também porcelanatos com textura acetinada, rústica, natural ou antiderrapantes. Sendo os últimos, indicados principalmente para área externas.

Para garantir a durabilidade desse tipo de piso é importante atentar-se aos cuidados com produtos e materiais que podem agredir a superfície. Para a limpeza diária, semanal ou mensal do porcelanato, sendo ele de qualquer um dos tipos, é recomendado apenas o uso de detergente neutro diluído em água e secagem feita através de um pano macio.

A ordem para fazer a limpeza no dia a dia é primeiro varrer o piso com uma vassoura de cerdas mais macias ou uma escova. Na ausência delas, é possível até mesmo aspirar o ambiente para remover a sujeira superficial sem arranhar.

Após isso, dilua uma colher de detergente neutro em um balde de água e passe um pano embebido na solução no porcelanato. Um pano apenas úmido, não molhado, com álcool após essa aplicação, ajuda a não formar manchas durante a secagem.

Já a limpeza feita após obra precisa ser mais pesada e completa, para garantir que todo vestígio seja eliminado com sucesso e garantir a preservação do porcelanato. É necessária que essa limpeza seja feita até 2 semanas após a aplicação do rejunte para que não se cultivem manchas.

Deve-se procurar produtos adequados, geralmente vendidos em lojas de piso e começar com um enxágue total do ambiente para remover o “grosso” da sujeira. Pode ser necessário que essa etapa seja repetida se houver muito resíduo de obra para limpar. Após isso, aplica-se o produto adequado de acordo com as recomendações de tempo e modo de uso da embalagem.

O ideal é que o produto não seque no piso para não manchá-lo, então enxágue novamente e deixe secar conforme orientações do fabricante.

Ainda que o porcelanato seja um material muito resistente, o uso de produtos abrasivos pode estragar a esmaltação do mesmo, fazendo com que perca seu brilho.

Entre os produtos que deve ser evitados estão o sabão em pó, produtos em forma de cera ou com componentes ácidos, água sanitária, acetona, soda cáustica, entre outros. Todos esses são materiais que podem causar manchas definitivas ou até corrosão no acabamento do piso.

Alguns fatores além dos produtos de limpeza podem também danificar o piso. Os pés dos móveis sofrem um desgaste natural do tempo e tendem a estragar ainda mais rápido quando são muito movimentados pelo ambiente ou frequentemente trocados de lugar.

Proteger os pés com algum tipo de material macio como o feltro ajuda a prevenir riscos e é importante sempre ter cuidado ao arrastar os móveis para não agredir o porcelanato.

Bebidas e produtos escolares também podem criar manchas indesejadas no piso, como vinho, café, giz de cera e lápis coloridos. Nesses casos, o processo de limpeza é normal, feito com detergentes e outros tipos de sabão, todos líquidos e diluídos em água.

No caso de tinta, o solvente se faz necessário para remover as manchas, mas deve ser enxaguado com água em abundância logo em seguida.

Algumas precauções ajudam a preservar por mais tempo o seu porcelanato, como esfregar os pés em um tapete antes de pisar diretamente para evitar possíveis sujeiras trazidas da rua que possam grudar. Usar panos e vassouras com cerdas macias é também o mais indicado na hora da limpeza.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Construir um imóvel pode ser vantajoso para quem não tem pressa

A construção de uma casa exige tempo e paciência, mas pode compensar no bolso e na comodidade futura

Na maioria das grandes cidades já não há quase terrenos disponíveis e quem quer uma nova moradia dificilmente pretende começar do zero. Mas pense bem: a construção de um imóvel costuma ser mais barata e ele será exatamente do jeito que for planejado. Por outro lado, você terá muitas reuniões com o arquiteto, orçamentos de materiais e contratação de mão de obra.

construir um imóvel
A construção de um imóvel costuma ser mais barata (Foto: Shutterstock)

“A construção do imóvel novo permite projetar algo mais próximo do que se deseja. Em geral, custa menos, uma vez que não há o lucro imobiliário”, explica o arquiteto e urbanista Carlos Alberto Maciel, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor em teoria e prática de projetos. A desvantagem, diz ele, é o longo tempo desde aprovação do projeto nos órgãos competentes até a obra em si.

construir um imóvel
A vantagem é que o cliente faz a casa conforme o seu gosto (Foto: Shutterstock)

O arquiteto e urbanista Wellington Fellipe Argolo, da Diacora Arquitetura e Instalações, do Rio de Janeiro, diz que, ao construir, a pessoa pode fazer opção por uma edificação inteligente. “Pode ser pensada e confeccionada conforme o gosto do cliente”. Além disso, “a edificação nova não deixa o cliente preso por longos anos a financiamentos bancários”.

Para quem pretende construir, Maciel explica que é necessário um tripé: bom lugar, projeto adequado e uma construção bem feita. “Se um desses aspectos não está presente, o investimento será jogado fora e toda a expectativa de uma vida boa ficará comprometida”.

construir um imóvel
É necessário um projeto adequado (Foto: Shutterstock)

Argolo afirma que contratar um profissional habilitado fará diferença na hora do planejamento. “Outro fator importantíssimo é a pesquisa de preços para se obter um orçamento mais enxuto, independentemente do padrão do imóvel”.

Edifícios antigos

Quem não quer esperar, mas também acha os imóveis prontos novos são muito caros para o que oferecem, o professor Carlos Maciel dá a dica: comprar um apartamento em edifício antigo e reformá-lo.

“Imóveis em edifícios mais antigos permitem usufruir de endereços consolidados, perto de toda a infraestrutura da cidade, com áreas maiores e mais generosas. Exige investimento na renovação dos espaços, o que ainda é significativamente inferior em custo quando comparado aos imóveis novos”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Tudo o que você precisa saber sobre locação de garagem em condomínios

Se você tem um apartamento com garagem e deseja alugá-la para outros, não deixe de conferir neste artigo como funciona a regra para locação.

Algumas propriedades não dispõem de vagas de garagem e isso pode ser fator determinante para moradores na hora de fechar negócio. Muitas vezes, para não perder um bom preço, os clientes topam ficar sem vagas, mas a longo prazo se arrependem devido ao receio de deixar o carro na rua ou até mesmo se a oportunidade de comprar um carro surja nesse meio tempo.

Quando isso acontece, o morador tende a procurar uma vaga dentro do próprio condomínio para alugar com outro residente do prédio, mas essa prática precisa respeitar algumas regras. Muitos condomínios não se opõem a isso, tornando viável conseguir uma vaga sem grande dificuldades. Ainda assim, tomar certos cuidados jurídicos é uma forma de evitar problemas no futuro.

Os tipos de vagas podem variar entre indeterminadas: quando não existe local fixo para estacionar e a lotação é preenchida de acordo com a ordem de chegada dos automóveis, e determinadas: quando existe local fixo demarcado para o proprietário, constando até mesmo na escritura do imóvel.

No segundo caso, o dono da vaga pode até gerar um contrato de locação do espaço para outro morador.

No caso de confecção de contrato, o mesmo deve conter algumas informações como endereço e localização da vaga, finalidade da locação, valores acordados considerando possíveis cobranças de juros ou multas, se houverem atrasos nas mensalidades, e por fim, os dados de ambas as partes envolvidas na negociação.

Caso deseje, o proprietário da vaga poderá também exigir uma cópia do documento do automóvel do solicitante da vaga.

É importante atentar-se na hora de fechar negócio com o tamanho das vagas. Embora não pareça, elas possuem tamanhos diferentes, variando entre P, M e G. Se o seu veículo for um carro popular, a vaga P pode atender às suas necessidades sem grandes problemas, já no caso de carros maiores como SUVs, pode ser necessária a locação de uma vaga um pouco maior.

Se você é quem está alugando uma vaga para outros, é possível realizar um cálculo prévio para avaliar se o que você vai cobrar por uma ela é um valor justo.

Usar de referência 1% do valor pago pelo espaço é uma boa forma de começar essa conta, mas você poderá também estimar valores com base no preço praticado no condomínio, manutenção do ambiente e localização da vaga. Se a sua vaga possui depósito para ferramentas ou espaço é fechado o valor final poderá ser maior devido a esses diferenciais que a maior parte das vagas não possui.

Para evitar dor de cabeça, é importante sempre comunicar ao síndico as mudanças que você deseja realizar nas vagas, como por exemplo, adicionar uma cobertura para chuva e etc. Além disso, é importante entender a finalidade de quem quer alugar a sua vaga, pois nem sempre os condomínios permitem o uso das mesmas para guardar coisas diferentes de automóveis.

Outro ponto delicado e que deve ser questionado antes é a possibilidade de lavar o automóvel na vaga. Geralmente toda a manutenção e limpeza feita no carro deve ser realizada com o mesmo fora da vagas para não causar incômodos para outros usuários do condomínio.

Certifique-se de todos esses pontos na hora de alugar a sua vaga ou enquanto você procura uma para alugar. É de responsabilidade do ocupante da vaga zelar pelos seus pertences pessoais, evitando deixar coisas dentro do veículo nas áreas coletivas com grande fluxo de pessoas circulando.

Por fim, entenda sempre o regulamento do seu condomínio e respeite as regras para melhor convívio com outros moradores. O regimento interno é a melhor diretriz para transmitir segurança na hora de alugar um espaço dentro do condomínio. Procure o seu síndico e converse para saber mais (;

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Antes da compra, é essencial pensar em fatores que podem depois valorizar ou não o imóvel

A relação entre oferta e procura, infraestrutura do local, segurança, entre outros aspectos, é fundamental no momento de fixar o preço e para observar se um imóvel é valorizado

 José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas
Reprodução/Internet/eecu.org

A compra de imóvel em uma região bem localizada se tornou um dos itens priorizados por quem procura moradia. Residir próximo a centros comerciais, em um bairro agradável ou perto do local de trabalho e da escola dos filhos é um dos maiores requisitos de compradores. A relação entre oferta e procura, infraestrutura do local, segurança, entre outros aspectos, é fundamental no momento de fixar o preço e para observar se um imóvel é valorizado.

Todos aqueles que querem comprar um imóvel esperam que o investimento atenda às necessidades da família e, ao mesmo tempo, seja um local que tende a se valorizar com o tempo, já que comprar uma casa pode ser um negócio futuro, tanto para a venda ou em casos de locação. “Comprar um imóvel para morar é, sim, um investimento. Antes de fechar um negócio, é importante pensar nos fatores que podem valorizar ou desvalorizar o preço do empreendimento ao longo do tempo”, comenta Guilherme Santos, gestor de projetos do Grupo EPO.

De acordo com Leirson Cunha, vice-presidente das Corretoras de Imóveis da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), o fator liquidez, ou seja, a velocidade de negociação de um imóvel, também aumenta consideravelmente quando se tem um local valorizado. “Segundo estudos práticos que colhemos ao longo dos anos, a venda ou locação de um imóvel preparado para ser ofertado, em média, tem sua velocidade de negociação aumentada em torno de 40% a 50%, desconsiderando fatores macroeconômicos”, pontua.

DESTAQUES 

Sem dúvida nenhuma, a localização do imóvel é um dos principais fatores que determinam não só a escolha dele como lar, ou para montar uma empresa, como a perpetuação do empreendimento no mercado imobiliário. “Por isso, móveis com características semelhantes, que estejam localizados em regiões diferentes, podem apresentar uma diferença bem grande no preço. Isso ocorre porque as regiões consideradas mais nobres têm imóveis mais procurados, independentemente de serem residenciais ou comerciais, portanto, com o valor mais alto”, ressalta Guilherme Santos.

Localização não se muda, o que ocorre são mudanças no entorno, que podem ou não valorizar o imóvel. “É uma dúvida muito comum de muitos clientes, sobretudo daqueles que vão adquirir um imóvel, o fato de encontrar um imóvel que é o ideal, porém, no local inadequado. Nesses casos, o amparo do profissional do mercado imobiliário será determinante na decisão, pois ele poderá ter informações – ou buscá-las em fontes seguras – sobre os projetos para aquela localidade e entorno, proporcionando, muitas vezes, ganhos expressivos na valorização do imóvel”, pondera Cunha.

De maneira geral, muitos itens contribuem muito para valorizar o imóvel, sobretudo pelo nosso estilo frenético impulsionado pela vida moderna. Acompanhando a localização, o comércio local também influencia na valorização do imóvel. Hoje, as pessoas buscam por maiores facilidades no seu dia a dia, evitando ter que utilizar o carro ou o transporte público para realizar atividades rotineiras. “Em tempos de trânsito caótico, morar em um local acessível, seja pelo transporte público, seja pela proximidade de vias de acesso rápido, é sinônimo de qualidade de vida para muitos. Ninguém quer perder horas do dia no trânsito. Um local com uma boa acessibilidade reduz esse risco e é, portanto, mais procurado no mercado, o que o faz também ser mais valorizado”, explica Guilherme Santos.

Vagas na garagem se tornaram um item muito importante na compra e venda de imóveis, de acordo com Leirson Cunha. “Existe uma relação direta: quanto maior o valor do imóvel, maior é a dependência direta das vagas de garagem. Como a rede de mobilidade urbana de transporte de massa (trens e metrôs) no Brasil, e de maneira geral em nossa cidade, é ainda incipiente, a nossa dependência pelo transporte individual cria um laço muito forte com o veículo. Portanto, é um item importante na hora de escolher o imóvel, tanto para compra quanto para locação.”

PERSONALIZAÇÃO

Um novo conceito que vem se destacando no mercado imobiliário são os imóveis personalizados. Essas alterações ainda na planta garantem maior economia e uma valorização do bem. “Os projetos com plantas flexíveis têm sido mais atrativos, com isso passamos a adaptar ou adequar o projeto de acordo com a necessidade e o gosto do cliente. Queremos que, ao comprar o imóvel, ele tenha a liberdade de criá-lo internamente conforme seu perfil e estilo de vida, o que o torna único. A flexibilidade para a compra de salas comerciais também se tornou destaque, pois o investidor pode adaptar o espaço ao seu modelo de negócio”, comenta o gestor de projetos.

Leirson Cunha ainda afirma que a disposição dos cômodos é um fator que contribui muito para uma decisão de compra e tem crescido a cada ano também para a locação. “Se a localização é a ideal, o fator adequação da planta pode estar mais no domínio do cliente comprador e uma pequena reforma poderá unir o útil ao agradável”, comenta.

*Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Segurança dentro do condomínio depende da ação diária de todos

Segurança dentro do condomínio depende do cuidado de todos

Segurança dentro do condomínio

Uma das primeiras coisas que o morador busca é verificar os itens de segurança dentro do condomínio. Embora nenhum lugar está 100% seguro, os condomínios fechados se tornaram sinônimo de proteção.

Tecnologia é aliada da segurança dentro do condomínio

A inovação tecnológica contribui para a segurança dos condôminos, embora ainda não substituam a postura correta dos moradores. Quando o assunto é a prevenção de ocorrências dessa natureza é necessário ter atenção.

Kit de segurança

O “kit” de segurança, ferramentas que compõe o conjunto básico de equipamentos de proteção residencial, é composto por cerca elétrica, alarme e câmeras de monitoramento. Cada vez mais tecnológicas, as câmeras de monitoramento agora podem ser controladas por uma central externa, a quilômetros de distancia do local em que elas estão instaladas e suas imagens armazenadas na nuvem, o que facilita o acesso caso haja alguma ocorrência.

Cercas elétricas

As cercas elétricas também evoluíram, pois agora já é possível contar com sistemas de fio de aço e choque inteligente, para o caso de incidência de galhos de arvores, por exemplo. No setor de alarmes, esqueça os que apenas monitoravam por sensores de presença. Agora já se pode contar com sistemas infravermelhos para o controle de circulação, e os biométricos para o acesso dos moradores.

60% da segurança dentro de um condomínio depende da postura dos moradores e funcionários

Mas mesmo com tanta inovação, segundo especialistas em segurança patrimonial, 60% da segurança dentro de um condomínio depende da postura dos moradores e funcionários. Apesar de tanta tecnologia, se o condômino não seguir as regras estipuladas pelo condomínio em assembleias, certamente irá expor os demais moradores a riscos. Isso porque muitos condomínios são pequenas cidades, na qual a segurança depende da ação de todos.

Mantenha portões fechados

Portões abertos e falta de treinamento dos funcionários, principalmente os da portaria, são os erros mais frequentes de moradores e síndicos. Outras práticas, ainda que menores, previnem a presença de criminosos dentro do condomínio. Procurar ligar os faróis e se identificar ao porteiro, caso ele peça, são hábitos que podem diminuir a incidência de crimes. Por fim, invista em treinamento aos funcionários e palestra aos moradores, deixando claro que a segurança de todos depende da ação de cada um.

Confira algumas dicas para manter o seu condomínio seguro

1 – Fique de olho nos acessos ao condomínio. Pessoas estranhas aproveitam esse momento para adentrar ao ambiente. Verifique se o portão está completamente travado depois de sua passagem.

2 – Procure fazer o cadastro prévio de funcionários, visitantes e terceiros.

3 – Fique de olho em entregadores de delivery. Para isso, invista em portões tipo gaiola e peça a colaboração dos moradores para receberam suas encomendas na portaria.

4 – Não deixe objetos de valor dentro do carro no estacionamento. Procure manter o alarme ligado.

5 – Respeite as regras estipuladas nas assembleias do condomínio. Lembre-se que a segurança de todos depende da ação de cada um.

Fonte:  Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Síndicos podem sofrer da Síndrome de Burnout?

Observa-se que a função de síndico de um condomínio vem crescendo exponencialmente nos últimos tempos, e com isso, a necessidade de profissionalização deste servidor.

Síndicos podem sofrer da Síndrome de Burnout?

Esta necessidade cresce na medida em que crescem e se complexam as demandas e exigências dos condôminos e moradores, da mesma forma que do próprio condomínio. Aquilo que se torna mais complexo, exige maior conhecimento.

Profissionalizando-se, o síndico torna-se um colaborador, um prestador de serviços de uma organização, como qualquer outro em qualquer função na sociedade. Suas demandas crescem, as exigências sobre ele também, e desta forma, torna-se suscetível ao estresse e ao adoecimento físico e mental que qualquer ambiente de trabalho pode proporcionar. É claro que ele não é necessariamente um funcionário do condomínio – já que é eleito para o cargo-, mas nem por isso deixa de ter funções, responsabilidades, e exigências definidas como qualquer outro servidor. Sendo assim, ele também pode estar suscetível às intempéries da atividade, ou seja, submetido a responsabilidades e exigências que por vezes podem extrapolar suas funções e desta forma, começar a causar-lhe desconforto e estresse no cargo. Pois bem, surgiu na década de 70, uma síndrome que se caracteriza por ser um estado de tensão emocional e estresse crônicos provocados por condições de trabalho ou função, físicas, emocionais e psicológicas desgastantes, e que se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão ou função exigem relação interpessoal direta e intensa.

A isso se dá o nome de Síndrome de Burnout, ou Síndrome do Esgotamento Profissional, que nada mais é que o adoecimento no ambiente de trabalho ou no exercício de alguma função. Mas este transtorno mental, contudo, não se caracteriza simplesmente pelo adoecimento no ambiente de trabalho, mas, sobretudo devido à qualidade das relações interpessoais que se constroem nele, ou em razão dele. Não é por acaso que muitas das queixas dos síndicos hoje em dia apontem para estas questões, ou seja, uma carga de trabalho exaustiva fora e dentro do seu condomínio, muitas responsabilidades, demandas e exigências, assim como relações interpessoais intensas e desgastantes dentro do seu condomínio. Relacionamentos intensos dentro do condomínio em razão de sua função, somados a uma carga horária exaustiva dentro e fora dele e a uma alta carga de responsabilidades e exigências, são um prato cheio ao desencadeamento desta síndrome. Trata-se de uma síndrome cujo início se dá de forma lenta e insidiosa, debilitante.

Sensações de fadiga, alterações de humor, irritabilidade, e baixa auto-estima, são apenas alguns dos sintomas que podem surgir. Em casos mais graves, esta síndrome pode desencadear sintomas psicóticos e até mesmo suicídio. Não se trata de um transtorno mental dos menos nocivos, por assim dizer, contudo, uma psicoeducação, aliada a novos hábitos de rotina e relacionamentos dentro do condomínio podem evitar e atenuar os riscos desta incidência.

O tratamento para esta síndrome se dá invariavelmente com um profissional psicólogo e psiquiatra, assim como, com uso de medicamentos dependendo da gravidade do caso. Sugiro que se eventualmente, o síndico esteja padecendo de alguns dos sintomas desta síndrome, ou se identifique com este quadro, que possa buscar ajuda profissional e também redefinir e reorganizar melhor sua rotina. Definir somente objetivos que possa alcançar na sua gestão, descentralizar suas decisões e ações.

Pouco se fala e se sabe desta síndrome no ambiente condominial, mas será que não é chegada a hora do síndico refletir e pensar com mais carinho, sobre até que ponto suas funções, responsabilidades, exigências e relacionamentos dentro do seu condomínio estariam por ventura lhe causando um estado de estresse e desconforto emocional e psíquico?

Fonte: CondomínioSC

Garagens ganham nova roupagem

Preparação de pisos irregulares e tintas especiais dão um novo visual ao espaço

Garagens ganham nova roupagem

Garagem do Condomínio Cosmos: o piso foi lixado, ganhou uma aplicação de massa e de pintura epóxi

Se antes as garagens eram espaços feios e esquecidos nos condomínios, hoje a realidade mudou. Depois da chegada de novas tecnologias como tintas especiais, técnicas de nivelamento, entre outras medidas, as garagens ganharam outra roupagem e se transformaram num ambiente bonito, com mais desempenho e ainda promovendo a valorização do imóvel. Para tanto, profissionais estão se dedicando à recuperação de pisos irregulares e, após, preparando o acabamento adequado para cada local.

Afinal, estamos falando de garagem que abriga veículos pesados que geram sujeira, como manchas das borrachas de pneus e de óleo que podem vazar dos carros. Devido a isso, é importante pensar na resistência e durabilidade do piso, e o modo como o revestimento pode auxiliar nesses fatores.

Trabalhando no setor há 13 anos, o engenheiro químico Peter Knoll Santana diz que os problemas mais comuns encontrados em garagens de prédios, especialmente os mais antigos, vão desde pisos de concreto esfarelando e, portanto, gerando constante sujeira, até buracos, trincas e fissuras, situação que pode aumentar e provocar acidentes, caso não seja feita a correção. “É sempre possível regularizar o local com máquinas polidoras para piso e massas epóxi, antes da pintura”, garante Peter.

Para começar, é importante uma avaliação técnica para decidir qual é o melhor processo de pintura, pois são vários tipos de pisos e problemas a serem solucionados. Segundo Peter, a preparação pode ser de várias formas: com lixamento com polidora, regularização com fresadora, limpeza química com ácido ou desengraxantes, pois para uma pintura ter o melhor resultado depende da preparação do piso. “Se não fizer a limpeza adequada, abrir a porosidade do piso e criar a rugosidade necessária – conforme a tinta que está recebendo – pode gerar desplacamento, bolhas, trincas, entre outros”, ensina.

Para o acabamento final, as tintas indicadas vão depender da área em que estão sendo aplicadas, se for uma garagem ou quadra interna (coberta) pode ser usada tinta epóxi para piso; se for uma área externa o recomendado é um acabamento Poliuretano (PU), pois o PU possui resistência a intempéries como sol e chuva, não desbotando, calcinando ou amarelando a cor.

Em se tratando da periodicidade das manutenções, Peter diz que tudo vai depender da frequência na limpeza: se o piso for limpo uma vez por semana ou com um pano ou com um equipamento de limpeza, a durabilidade é de 8 a 10 anos. “Sendo assim, a revitalização terá um custo mais em conta, pois a preparação da ancoragem já foi feita. Será necessária, apenas, uma repintura de uma ou duas demãos”, completa.

Quadras esportivas

Nas áreas de lazer, os pisos das quadras poliesportivas também merecem atenção. Muitas quadras são pintadas com tintas acrílicas à base de água ou solvente, porém são tintas com baixa resistência à abrasão (desgaste por fricção) e a intempéries. Para uma quadra poliesportiva externa, Peter indica as tintas PUs que possuem maior resistência.

“As acrílicas são tintas termoplásticas, sendo mais moles e com abrasão soltam facilmente, marcam mais fácil com fricção de calçados e, em garagens, com pneus dos carros. Já a tinta PU e epóxi são tintas termorrígidas, possuindo maior resistência à abrasão, quando ocorre uma fricção de calçados ou pneus. A marca da borracha sai com a limpeza”, aponta.

Condomínio adere à reforma

Depois de uma reforma no residencial, o Condomínio Cosmos, de Balneário Camboriú, resolveu investir também na revitalização da garagem do prédio. Com duas torres, 33 andares e 90 apartamentos, o prédio apresentava um espaço para abrigar os veículos com piso irregular. De acordo com o síndico Arno Lermen, a reforma tinha como objetivo trazer conforto aos moradores, melhorar a estética do ambiente com demarcação dos espaços, facilitar a limpeza e valorizar o imóvel.

“O piso de concreto levantava poeira, sujava os automóveis, dificultava a manutenção e não atendia às necessidades dos condôminos”, argumenta Arno.

Para tanto, foi contratada uma empresa especializada que executou a obra. A reforma envolveu a regularização do piso com lixamento, contrapiso, aplicação de massa, pintura epóxi e polimento. “Hoje, a garagem só traz facilidades por diversos fatores. Economizamos mão de obra, água, produtos de limpeza e, principalmente, o local está sempre bonito”, elogia o síndico, ao lembrar que no dia a dia é feita apenas uma limpeza com pano e a limpeza geral é realizada de dois em dois meses.

Fonte: CondomínioSC

Faça a lista perfeita e não erre nas compras de supermercado

Ir muitas vezes ao supermercado pode ser cansativo, por isso tenha atenção na hora de revirar as prateleiras

Muita gente vai ao supermercado para comprar determinados produtos, mas acaba levando outros. Pior, esquece daqueles realmente necessários e precisa voltar várias vezes. É perda de tempo e dinheiro, além de muito trabalho.

Confira algumas dicas para não errar:

Anote tudo

A lista é importante para que você não dependa da sua cabeça para lembrar de tudo, o que geralmente falha. “E quando anota, a pessoa acaba indo apenas nas seções certas do supermercado. Evita, por exemplo, comprar aquele chocolate quando está de dieta, só porque passou na frente dele”, diz a personal organizer Priscila Sabóia.


(Foto: Shutterstock)

Olhe a casa

“Além de olhar tudo antes de ir ao supermercado, as pessoas precisam priorizar a organização de suas despensas e geladeiras. Não adianta achar que tem, por exemplo, dois sacos de arroz quando um deles já está vencido”, afirma Rosângela Campos, também personal organizer.

Compre o suficiente

Não compre exageradamente, para não estragar produtos, nem faça compras de menos. “O cardápio é o melhor amigo para isso. Você sabe exatamente o que vai cozinhar, você conhece a rotina dos filhos e sabe, por exemplo, que eles têm escola e precisam levar lanche. Colocando isso tudo na equação, a lista será mais certeira, sem errar na quantidade”, detalha Priscila.


(Foto: Shutterstock)

Mês ou semanal?

“Gosto do modelo de uma compra mensal, mais pequenas compras semanais. Faz uma compra maior no mês, com produtos de limpeza, coisas que usa bastante, mas vai semanalmente ao supermercado repor o que estraga com mais facilidade e algo que possa ter acabado”, orienta Priscila.

Vários locais

Rosângela acha que o ideal é fazer pesquisas em vários supermercados, pois os valores de um mesmo item variam muito. “Eu prefiro comprar frutas e verduras em feiras, pois são frescos e mais acessíveis”.

Na hora da compra

O ideal é começar o supermercado pelas bebidas, que são mais pesadas e podem ir no fundo do carrinho,diz Priscila. Depois, a parte de limpeza. “Por último, deixe as carnes, laticínios, hortifrúti e pães. Tudo isso é mais frágil e pode ficar por cima do carrinho”, explica.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Conheça as qualificações do porteiro do condomínio

Conheça as qualificações do porteiro do condomínio

Conheça mais sobre as atribuições do porteiro do condomínio

Parte fundamental, especialmente para a segurança do edifício, a portaria é um dos locais que exige mais atenção em um condomínio, uma vez que é pela porta de entrada que ocorre a entrada e a saída de moradores, visitantes e prestadores de serviços.

O profissional que exerce serviços de recepção e vigilância na portaria de edifícios comerciais, residenciais e mistos deve seguir uma conduta profissional clara, elaborada previamente pelo empregador a fim de garantir a segurança de todos os moradores.

Portanto, o porteiro personifica a figura de guardião do prédio e deve ter tanto a confiança do síndico, quanto a dos condôminos. Até mesmo por isso, a escolha desse profissional, por parte do gestor ou da administradora, requer uma atenção especial.

Veja agora algumas informações das principais qualidades que um porteiro deve possuir, suas atribuições cotidianas e algumas dicas na hora de contratar esse profissional.

1 – Qualidades do porteiro:

Atenção

Durante o seu expediente, ele deve estar sempre atento para identificar qualquer possível anormalidade que aconteça na portaria e/ou arredores. Qualquer descuido pode facilitar a invasão do condomínio por uma pessoa que venha a pôr em risco a segurança dos moradores.

Responsabilidade

A segurança de um edifício requer muito compromisso desse profissional. Portanto, o porteiro deve procurar se ausentar o mínimo possível da portaria evitando, assim, realizar serviços como carregar encomendas para moradores, manobrar carros e outros pequenos serviços para condôminos que o façam se retirar da portaria.

Cabe alertar que essa prática poderá vir a se caracterizar como desvio de função em uma possível ação trabalhista, além de que realizar esses favores, mesmo que rápidos, toma tempo do porteiro e torna o condomínio um ambiente inseguro.

Boa memória Visual

Apesar de ser um item bastante polêmico, haja vista que existem muitos fatores (posição da guarita, locação de unidades, intempéries do tempo…) que contribuem para que o porteiro tenha dificuldades em reconhecer a pessoa que deseja entrar no edifício, em prédios menores e com poucos moradores, a boa memória visual do porteiro torna a entrada e saída de moradores mais prática.

Apresentação pessoal e boa comunicação

Comunicar-se bem é essencial para qualquer profissional. E para os serviços de portaria de condomínio não é diferente. Compreender claramente uma informação passada pelo morador, anotando e transmitindo o recado, ou interagir de forma correta com o prestador de serviço autorizando ou não a sua entrada no prédio são ações essenciais para o bom andamento cotidiano do edifício.

O profissional da portaria deve ser bem articulado, evitar o uso de gírias, bem como estabelecer intimidade com os moradores. A comunicação deve ser formal, tanto no trato pessoal quanto telefônico.

A formalidade deve passar, também, pelo vestuário. Cuidados com a utilização do uniforme devem ser observados pelo colaborador, já que a primeira impressão do condomínio passa pelo porteiro.

Por fim, é recomendável que ele vista o uniforme somente no seu vestiário e que o retire no fim do expediente, para evitar que desconhecidos identifiquem o seu local de trabalho.

2- Atribuições do porteiro:

As atividades do porteiro consistem em três principais focos: correspondência, autorização de entrada e saída e ordem do local. A seguir, comentamos cada uma delas:

Correspondência

Cartas, pacotes e outras encomendas passam, primeiramente, pelas mãos do porteiro. Recebê-las sem permitir que o entregador entre no condomínio e distribuí-las, posteriormente, no caso das cartas avisando o respectivo morador quando forem pacotes, é uma das suas atribuições.

Quando se tratar de um produto perecível como pizza e afins, solicitar ao morador que desça e retire a encomenda na portaria. Dessa forma, pode ser evitada a entrada de estranhos no interior do condomínio.

Autorização de entrada e saída

O porteiro é o responsável pela entrada e saída de pessoas (visitantes e prestadores de serviços) que não moram no condomínio. Sempre que houver agendado um serviço de terceiros, deve-se pedir a identificação de todos os profissionais que irão realizar o serviço. Após esse procedimento, confirmar, com o morador ou o síndico, a veracidade do trabalho e só depois liberar a sua entrada.

Muitos assaltantes utilizam disfarces para ludibriar o porteiro e assaltar moradores no interior do condomínio.

Ordem do local

Avisar aos moradores de uma eventual quebra do elevador, da falta de energia elétrica, ou de outros problemas pontuais também fazem parte das atribuições do porteiro. Para isso, ele deve se ausentar o mínimo possível da portaria.

Estar atento com o que está a sua volta e cuidar, sempre, das câmeras de segurança o torna um ótimo profissional.

Veja mais algumas atribuições do profissional de portaria do condomínio, segundo o Código Brasileiro de Ocupações (CBO), instituído pelo Ministério do Trabalho.

– Fiscaliza a entrada e a saída de pessoas, observando seu movimento no saguão da portaria principal, nas áreas dos elevadores, nos pátios, corredores do prédio e garagem, procurando identificá-las, para vedar a entrada de pessoas suspeitas, ou encaminhar as demais ao destino solicitado;

– Atenta para o uso dos elevadores, observando e vedando o excesso de lotação ou carga, e a retenção em andares sem motivo justificável, para garantir o cumprimento das disposições internas e legais;

– Susta o uso do elevador, baseando-se na constatação de desarranjos ou mau funcionamento, para evitar danos aos usuários;

– Encarrega-se da correspondência em geral e de encomendas de pequeno porte enviadas aos ocupantes do edifício, recebendo e encaminhando aos destinatários, para evitar extravios e outras ocorrências desagradáveis.

3- Por se tratar de um profissional de extrema importância para o condomínio, sua contratação exige pesquisa e muito cuidado. Veja algumas dicas na hora de contratar esse profissional

Defina o perfil

O primeiro passo na hora de contratar um novo porteiro é definir o perfil que se almeja desse profissional. De nada adianta o síndico contratar um porteiro com dificuldades em tecnologia se a portaria do condomínio for toda modernizada. Portanto, uma boa ideia seria convocar uma reunião para definir as exigências e as necessidades desse novo profissional.

Analise a experiência do candidato

Definido o perfil do profissional que será contratado, observar o tempo de experiência do candidato como porteiro poderá ser um diferencial. Atente-se para o tempo de permanência em empregos anteriores e questione o candidato sobre os motivos de saída. Se achar necessário, ligue para o antigo local de trabalho do pretendente.

Entreviste os candidatos

Lembre-se que quem está sendo entrevistado é a pessoa que está buscando a vaga. Portanto, apenas comande o diálogo. Escute mais do que fale e procure elaborar perguntas abertas para que ela possa se expressar. Dessa forma você poderá conhecer melhor o candidato. Em determinado momento da entrevista, procure ser direto, faça questões pessoais, de forma sutil, como por exemplo, sobre questões familiares. Esta é uma boa estratégia para compreender as necessidades e características dos profissionais.

Realize testes

Existem testes psicológicos que ajudam na identificação das características dos candidatos. Por meio desses exames é possível identificar algum desvio de perfil do profissional para a vaga, o que pode comprometer o desempenho do porteiro para as atividades na função. Para esse tipo de atividade recomenda-se a contratação de um especialista, que será responsável por analisar os resultados obtidos nos testes. Os exames mais comuns durante um período de seleção são:

  • Teste de personalidade: tem a finalidade de traçar a personalidade do indivíduo para entender o seu comportamento.
  • Teste de raciocínio lógico: avalia a capacidade cognitiva do candidato por meio de testes práticos e teóricos.
  • Teste de ação concentrada: a principal característica desse exame é medir a concentração do candidato durante um período pré-determinado.

Como se vê, os serviços do profissional de portaria são essenciais para o bom andamento diário do condomínio. Saber contratá-lo, e posteriormente ter conhecimento das suas atribuições torna o edifício menos suscetível a assaltos e contribui para a harmonização do ambiente.

Fonte: Viva o Condomínio | Guilherme de Paula Pires | https://vivaocondominio.com.br

Em condomínios, programação de atividades para férias gera conflitos

Residenciais contratam equipes para garantir o entretenimento de suas crianças, mas pagamento pode provocar polêmicas entre os moradores

Diversão. Marcela Correia orienta as atividades FOTO: JF DIORIO / ESTADÃO

Jéssica Díez Corrêa, especial para O Estado

As férias escolares trazem uma preocupação extra para muitos síndicos de residenciais: como garantir o entretenimento dos moradores mirins, evitando transtornos maiores para o condomínio? A resposta pode ser a contratação de equipes de recreação e assessoria esportiva. A medida, porém, não está isenta de provocar conflitos. É comum condôminos sem filhos reclamarem do gasto extra nas despesas ordinárias do prédio.

A opinião do síndico profissional Mauro Possatto é de que o pagamento por criança, e não na taxa de condomínio, deve ser feito apenas quando não há dinheiro em caixa. “Se o condomínio tem condição de fazer o pagamento sem nenhum prejuízo, tem de fazer. Primeiro, porque acaba trazendo economia com gastos de manutenção (para resolver problemas eventualmente causados pelas crianças sem atividade dirigida) e, segundo, é um custo que não afeta o orçamento anual.”

A maioria das mães de um residencial no Tatuapé tem o mesmo entendimento. “É um atrativo e o valor é irrisório perto de um aparelho de academia ou de um interfone quebrado”, diz Cristiane Santos, de 43 anos, mãe do Matheus, de 10.

A dona de casa Eliane Aguiar, 44 anos, mãe de João Vitor, de 9, também opina: “No meu prédio, há espaço para pets e eu não tenho cachorro, mas se tiver de fazer melhorias, vou apoiar. E a recreação é um cuidado maior para o condomínio, porque as crianças aprontam muito mais se estão sem acompanhamento”.

A advogada Daniele Froiman, de 38 anos, é mãe de duas crianças que participam da programação de férias, mas não concorda que o pagamento da assessoria esportiva saia do caixa. “Acabamos lesando quem não tem filhos. O rateio (entre quem vai usufruir das atividades) seria a forma mais justa, mais democrática.”

A orientação da Associação dos Síndicos (Assosíndicos) é convocar assembleia para discutir o rateio de custos, a fim de evitar conflitos. “Assim, quem não é favorável pode ir se manifestar”, afirma o vice-presidente da entidade, Carlos Theodoro. Ele, contudo, defende que a programação de férias é uma benfeitoria necessária para melhorar o convívio no conjunto.

Lidiane Genske Baia, profissional do escritório Rachkorsky Advogados, concorda com a orientação da Assosíndicos e explica que deve haver 50% mais 1 de aprovação da massa condominial presente para uma pauta de gasto extra passar.

Arbitragem. A recreadora Gyslaine Teles apita jogo entre crianças do residencial FOTO: JF DIORIO / ESTADÃO

Se a convocação de uma assembleia pode dirimir as divergências sobre o pagamento pelos serviços de recreação infantil no condomínio, a advogada especialista em direito imobiliário Paula Farias, no entanto, afirma que ela não é obrigatória. “A regra é que todos os condôminos paguem por essas benfeitorias e contratações no condomínio”, afirma. “Pode ser que um morador não utilize a brinquedoteca porque não tem criança, ou não utilize a piscina por conta, por exemplo, de alguma doença. Ainda assim, não há como distinguir ou tirar o rateio da manutenção da piscina da taxa dele. Essa é a ideia de morar em condomínio.”

Paula, no entanto, diz que o ideal é que a responsabilidade pela contratação dos serviços não recaia apenas nas mãos do síndico, mas que seja distribuída entre pais. Isso é o que acontece no residencial da síndica Eliane Rasquel, no Butantã, na zona oeste da capital paulista . “Nós criamos uma comissão de lazer que identifica as necessidades das crianças, realiza os orçamentos e define a contratação.”

Antes de escolher a empresa, porém, alguns pontos devem ser observados. “As referências são muito importantes e precisam ser verificadas com cautela”, comenta a professora Rosely Schwartz, da Escola Paulista de Direito. O presidente da Associação Brasileira de Assessoria Esportiva em Condomínios (Abaecon), Marcello Cafaro, diz que as empresas prestadoras desse serviço e seus profissionais devem estar registrados no Conselho Regional de Educação Física (CREF).

O fornecedor deve ter CNPJ de serviço para atividade esportiva, fazer emissão de nota fiscal e estar em dia com o pagamento de impostos. Além disso, todos os funcionários da empresa devem ser registrados. “Fazer contar essas informações traz segurança para as crianças e evita qualquer despesa futura do condomínio”, aconselha Paula Farias.

Histórico. A demanda pelo serviço de assessoria esportiva surgiu em paralelo com a criação dos condomínios-clube, em meados de 2005. Esses empreendimentos possuem ampla infraestrutura e variedade de serviços. Entre os itens de lazer, estão piscina, brinquedoteca, quadra, cinema, academia, área para cães e sauna.

“Antes, o espaço era perdido, porque o morador tinha tudo aquilo e não tinha um educador para orientar”, conta a empresária Sandra Couto, proprietária de uma assessoria esportiva. Além do crescimento desses empreendimentos imobiliários, a crise foi outro fator que influenciou o negócio. “Muitos pais não podem custear férias grandes, então eles buscam atividades dentro do prédio”, diz Sandra.

Os responsáveis apontam, ainda, a falta de tempo, consequência da alta carga de trabalho, como motivo pela procura. “Não dá pra ficar passeando. Esse é o jeito de ficar bem trabalhando e sabendo que eles estão se divertindo”, diz a empresária Andreia Batista, 43 anos, mãe de dois meninos, de 9 e 3 anos.

Ela mora em um condomínio de 88 apartamentos na zona leste de São Paulo e seu filho mais velho participa das atividades de férias há quatro anos. A empresa responsável por montar a programação para as crianças do prédio é a 4Us Consultoria. “Trabalhamos com o resgate das antigas brincadeiras de ruas, sem deixar de lado as atividades modernas”, diz o professor de educação física da 4Us, Celso Luiz Bastos.

Síndico. ‘Serviço entretém crianças que não têm o que fazer’, afirma Possatto Foto: Rafael Arbex / ESTADAO

Entretenimento. Mauro Possatto é o síndico do residencial. Ele afirma que a contratação do serviço “organiza a bagunça”. “Você entretém as crianças que não têm muito o que fazer. Traz a diversão e o convívio deles melhora bastante.”

No condomínio onde Eliane Rasquel é síndica, são cerca de 250 crianças e adolescentes participando das atividades. “Eles acabam tendo ocupações pedagógicas que estimulam muito mais a brincar do que a fazer bagunça.”

O custo das brincadeiras

O valor de contratação de uma assessoria esportiva e de recreação depende de fatores como a quantidade de crianças, o que influencia no número necessário de monitores, e de horas de trabalho. No Tatuapé, um condomínio pagou R$ 6 mil por um mês de atividades para 25 crianças. “O pacote de quatro semanas com três horas e meia diárias gira entre R$ 4 mil e R$ 8 mil”, diz Celso Luiz Bastos, da 4Us Consultoria. Mas algumas empresas, como a de Sandra Couto, optam por cobrar diárias. Desse jeito, o valor médio costuma ser entre R$ 400 e R$ 500.

Hidroginástica. De touca preta, Neide participa da aula FOTO: FELIPE RAU/ESTADÃO

Residenciais também oferecem atividades para idosos

A gama de entretenimento e avidades físicas ofertadas em conjuntos residenciais não está disponível somente para as crianças. Em busca de melhor qualidade de vida, idosos são um público cada vez mais frequente nesse tipo de serviço. “Percebemos essa demanda. Os condomínios vêm oferecendo programação específica para os idosos”, diz o presidente da Associação Brasileira de Assessoria Esportiva em Condomínios (Abaecon), Marcello Cafaro.

Segundo ele, as atividades mais buscadas pelas pessoas acima de 60 anos são alongamento, ioga, treino funcional, ginástica e caminhada.

A dona de casa Neide Cruz, de 72 anos, tem uma rotina intensa. Todos os dias, pratica atividades físicas no condomínio onde vive, na zona sul. “Hidroginástica três vezes por semana e esteira, musculação e alongamento duas vezes por semana”, conta.

O síndico do residencial, Paschoal Lombardi Jr, conta que dona Neide é uma espécie de líder entre os mais velhos do condomínio. “Nós temos uma turminha grande aqui. São pelo menos umas 20 ou 30 pessoas que estão sempre participando.”

O condomínio contratou a assessoria esportiva com o objetivo de facilitar a inclusão dos moradores. O serviço já está em vigor há oito anos. Neide comemora: “Aqui temos aula de tudo e eu acho isso maravilhoso”.

A coordenadora das atividades esportivas do empreendimento, Paula Alessandra Fernandes, da assessoria Body Care, afirma que há uma equipe de professores voltada especialmente para as aulas dos idosos, e que os alunos têm até 80 anos. Para Neide, as atividades a ajudam a dormir melhor e se sentir mais disposta. “Faço para me manter em pé e, quando não vou, sinto falta.”

A aposentada Maria Angélica Louzada, de 65 anos, também faz atividades físicas em seu condomínio, na zona leste, para melhorar a saúde, mas tem uma segunda motivação: o bem-estar do marido. Maria Angélica já tinha aulas de zumba há aproximadamente um ano quando se matriculou também no treino funcional para incentivar Roberto Louzada, de 69 anos. “Ele não faz atividade física, então fiz para que ele se animasse e participasse também.”

Atualmente, o marido e ela gostam muito dos treinos. “O condicionamento físico fica muito melhor, eu fico mais esperta para tudo e ainda é uma maneira de interagir com os outros moradores”, comenta a aposentada.

Além do exercício físico, Maria Angélica começou a participar das classes de violão com um professor que dá aulas no prédio. “É para a cabeça. Não adianta exercitar só o corpo, tem de exercitar o cérebro.” Para o futuro, ela tem planos de fazer dança de salão.

Fonte: https://economia.estadao.com.br

5 maneiras de trazer o estilo hygge para dentro de casa e deixá-la confortável para o frio

Inspire-se no hygge, o estilo de vida e decoração que coloca aconchego e simplicidade no dia a dia e faz a Dinamarca ser o país mais feliz do mundo

Hygge, palavra sem tradução exata para o português, é um estilo que incentiva o aconchego em casa. Fotos: Divulgação

Hygge. Esta pequena palavra dinamarquesa, que não tem tradução exata, tenta nos explicar aquela sensação interna de paz e tranquilidade. O conceito chamado Hygge “significa” aconchego, a arte de criar uma atmosfera simpática seja onde for, e o prazer de curtir momentos simples que prezam pelo conforto e bem estar.

As explicações para o estilo apontam para a felicidade que surge nospequenos momentos da vida, no sentir-se acolhido, relaxado e livre. Não é algo que tenha relação apenas com produtos, mas com a ação de compartilhar os momentos.

“Normalmente são programas caseiros, sem custo e desconectados de tecnologia. Essa tendência veio da Dinamarca, país conhecido pelos altos índices de felicidade do seu povo, que defende que praticar alguns minutos de hygge por dia, ajuda a se sentirem mais felizes”, explica Silvia Scigliano, consultora certificada pelo FIT (Fashion Institute of Technology) que destaca que essa tendência também chegou na moda, em tecidos confortáveis como o moletom, fibras naturais como algodão e lã, e principalmente tricôs, sempre em cores neutras e claras.

E o hygge aparece dentro de casa também e ficam mais intensos com as temperaturas baixas, quando o ficar em casa é ainda mais convidativo. HAUS, com a ajuda da seleção da Todeschini, elenca 5 maneiras fáceis para você se inspirar e transformar o seu lar nesta estação com o estilo hygge. Confira:

1 – Iluminação natural e velas

Cuidar da iluminação é imprescindível para que o ambiente seja convidativo. Velas são importantíssimas: elas trazem aconchego, intimidade; e as perfumadas, estimulam os sentidos.

A luz natural também é fundamental – preste atenção ao aproveitamento das janelas, elimine todo e qualquer adorno que impeça ou dificulte a passagem do sol durante o dia e escolha cortinas que tragam leveza. Para ressaltar a luz natural, é necessário aplicar cores neutras no ambiente, mas não necessariamente deixar tudo branco, asséptico. Uma paleta com tons pastel cai muito bem.

2 – Crie um ambiente sensorial

Colocar uma boa música de fundo, flores naturais sobre uma mesa: aquele toque especial pode provocar um prazer simples e bem estar. Texturas de madeira ou pedra, lã, linho, algodão, todas essas texturas aquecem o ambiente. Almofadas, itens com materiais de toque suave e confortável traduzem perfeitamente o conceito. Todos esses detalhes usando materiais naturais fazem toda diferença no estilo e trazem felicidade através da simplicidade.

3- Aconchego e simplicidade

É importante também criar refúgios, cantinhos com toques especiais em sua casa. E não é preciso um grande investimento ou uma casa enorme. Olhe para os seus ambientes buscando um local onde o descanso seja privilegiado. Novamente, malhas, almofadas e tapetes trazem mais conforto e tornam a casa mais acolhedora.

Comer e beber coisas gostosas como um chocolate quente, e estar próximo à natureza também fazem parte do ritual. Na Dinamarca, as pessoas usam bastante o seu tempo de maneira eficaz, seja para trabalhar ou realizar as tarefas diárias. Além disso, ter um momento para se cuidar e relaxar após as obrigações é necessário.

4 – Objetos afetivos

Que tal neste inverno resgatar lembranças, fotografias e objetos que estavam guardados em caixas e colocar à vista como parte da decoração para lembrar sempre do que te faz feliz? Separe um bibelô, um porta-retratos com uma imagem que te traga uma sensação boa. Lembre-se sempre das experiências, do básico e coisas simples da vida.

5 – Coloque verde dentro de casa

Foto: Ana Gabriela Amorim / Gazeta do Povo.

Plantas sempre são bem-vindas. Trazem vida e pessoalidade, pois carregam consigo o carinho que o morador deve dispensar para cuidar do vaso ou floreira. As espécies dependerão da intensidade de luz do local a ser decorado. Mas cactos, suculentas e folhagens que se adaptam bem em ambientes de meia-sombra e sombra são boas opções. Lembre-se de investir em vasos e cachepôs que combinem com o estilo. Os de maxi crochê são boas pedidas.

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/

Cabeceiras estofadas deixam quartos mais confortáveis

Modelos e tipos de materiais são diversificados para combinar com qualquer ambiente

Escolher a cama box mais adequada para o quarto de casal é importante, assim como um colchão confortável, afinal serão anos de uso. Mas tem um detalhe que muita esquece: a cabeceira. Ela não é luxo ou mera composição, além de agregar à decoração, serve para trazer mais conforto aconchego ao ambiente.

Hoje são inúmeros modelos, porém as estofadas estão ganhando cada vez mais espaço. O tamanho depende do que se pretende. Tradicionalmente, são horizontais, um pouco mais largas que a cama e numa altura suficiente para o casal sentado encostar. Mas podem até ser colocadas comum painel vertical até o teto, por exemplo.

Entre os modelos principais das cabeceiras estofadas estão as de botonê (mais usadas), que têm botões para formar saliências, e capitonê, com o estofado divido por fios que geram retângulos salientes.

Preste atenção nas dicas da arquiteta Carina Korman, Korman Arquitetos:

Escolha

Primeiro a pessoa deve pensar o que quer para o quarto. Se for apenas praticidade e estética, os modelos em madeira ou MDF resolvem. As cabeceiras estofadas são para quem dá preferência ao conforto. É importante considerar que, em muitos casos, a cabeceira pode se tornar o elemento principal do quarto.

Tecidos

Para revestir a cabeceira, o importante é considerar um tecido mais rígido e, por consequência, mais resistente. Ultrasuede, o couro natural e couro sintético são tecidos firmes e fáceis para limpar. Tecidos tramados – desde que produzidos com trama rígida – tendem a não abrir facilmente.

Volume

A espessura da cabeceira vai ao encontro da área útil do quarto. Caso seja muito espessa, a cama acaba indo mais para frente e tomando espaço. Sendo um quarto menor, a recomendação é escolher uma cabeceira mais fina. Se for espaçoso, pode-se trabalhar com mais volume.

Cores

O tom da cabeceira não necessariamente precisa ser o mesmo da cama e dos demais móveis do quarto. Por ser uma peça de destaque, é até possível ousar, colocando um tom completamente diferente ou, até mesmo, uma estampa ou madeira. A premissa é que a cabeceira precisa combinar com o estilo do ambiente em que está.

Tamanho

Não há uma regra que determine um tamanho ideal, apenas alguns parâmetros que devem ser seguidos. Em linhas gerais, a cabeceira pode compreender a largura de parede a parede ou acompanhar o tamanho da cama. O que não pode é uma cabeceira inferior à largura da cama. Na altura, também não há limitações. A recomendação é que, quando o morador estiver sentado, seja possível obter o apoio completo das costas. Assim,  a altura mínima deve ser de 1,10 metro.

Inspire-se:


(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Morar em condomínio possui diversas vantagens

Morar em condomínio confere diversas vantagens, confira quais são elas e encontre o seu tão sonhado lar doce lar.

Cada vez mais pessoas procuram condomínios fechados pela ideia de segurança, utilização dos bens coletivos e valorização do imóvel. Basta acompanhar o mercado imobiliário para perceber o aumento na construção desse tipo de residência. Segundo dados de uma pesquisa da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (ADEMI-PR), o ano de 2016, em Curitiba, fechou com um estoque de apartamentos residenciais novos de 7.709 unidades, o menor patamar em seis anos. Portanto, mesmo com a crise o mercado imobiliário para apartamentos em condomínio voltou a crescer.

Porém, ainda assim, uma das questões que pesam na hora da compra é o valor mensal do condomínio. Muitas pessoas acham que viver em um condomínio fechado tem um custo elevado. Mas se colocado na ponta do lápis a relação custo x benefício, morar em um condomínio que ofereça diversas opções de lazer e segurança é mais vantajoso, quando comparada a uma casa fora de um condomínio. Isso acontece porque no valor do condomínio estão inclusos diversos agregados como segurança, limpeza, área comum, energia e são rateados pelo número dos condôminos.


Foto: Prédios Orla Piedade Jaboatão-PE

As vantagens de morar em condomínio

Segurança

Talvez esse seja o principal atrativo de morar em um condomínio fechado. Controle de entrada e saída, portaria 24 horas, monitoramento por câmeras, cercas elétricas e uma equipe especializada em segurança garantem a tranquilidade dos moradores.

Socialização

Viver em condomínio é uma excelente oportunidade para o convívio social entre pessoas, surgindo inclusive grandes amizades. Crianças também aproveitam muito a interação na hora das brincadeiras nos parques, espaços kids, quadras e piscinas.

Lazer

Muitos condomínios tem uma estrutura completa de lazer. Além dos tradicionais playgrounds, centros de ginástica, quadras poliesportiva, piscinas e espaço gourmet se tornaram tendências. Isso não gera apenas comodidade para o morador, mas também economia já que você não precisa se tornar sócio de um clube ou mensalista de uma academia. Está tudo ali, do lado de sua residência.

Valorização do imóvel

Desde que bem conservado, a consequência natural é a valorização do imóvel. Uma administração inteligente, que priorize a qualidade de vida dentro do condomínio, só trará benefícios pra você e sua família que serão revertidos em uma possível venda futura do imóvel.

Confira nosso modelo de documento para utilizar em seu condomínio:

– Vantagens do Condomínio

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Responsabilidade de quem? Vazamentos ou infiltrações costumam gerar divergências entre síndicos e moradores

Vazamentos ou infiltrações: se não observado rapidamente, danificam a estrutura da edificação, aumentam os custos com o abastecimento de água e trazem grandes prejuízos.

Vazamentos ou infiltrações nas tubulações são uma das maiores dores de cabeça para síndicos e moradores de condomínio. Isso porque são difíceis de serem detectados e há muitas controvérsias sobre quem será o responsável pelo problema: o morador ou o condomínio. E quando o vazamento passa a gerar reflexos nos andares de baixo, costumam se tornar verdadeiras novelas, pois acrescenta-se aí um novo personagem, o vizinho.

O que fazer quando identificar vazamentos ou infiltrações

O primeiro passo que se deve tomar em situações como essa é a de comunicar imediatamente o síndico. É ele quem irá tomar as primeiras providências. Possivelmente, a primeira ação tomada pelo administrador será a de buscar uma empresa especializada no assunto ou, por conta própria, tentar identificar se o vazamento ocorre nos encanamentos horizontais ou verticais.   Essa primeira ação é importante, pois é a partir dela que irá começar a se delimitar responsabilidades.

Todo e qualquer edifício possui duas redes de encanamento: uma horizontal e outra vertical. A rede horizontal, ou ramal, que comporta os canos (água e esgoto) para cada unidade condominial. E a rede vertical, ou coletora, que conduz á agua e o esgoto por todos os andares e áreas comuns do condomínio.

Se o vazamento for detectado na rede horizontal a responsabilidade é do morador. Nesse caso, o síndico deverá apenas observar e cobrar uma solução pelo condômino e mediar possíveis conflitos com vizinhos atingidos pelo vazamento.

Por outro lado, mesmo que o vazamento se dê no interior do apartamento, mas na rede vertical, os custos para manutenção da obra serão de responsabilidade do condomínio. Os problemas mais comuns são vazamentos em ramais nos banheiros e lavanderias.

Se os vizinhos não se entenderem quanto à origem do problema, a administração do condomínio pode atuar. O morador afetado tem a opção de formalizar um comunicado para que o vizinho problemático assine uma das vias e comprove saber o que se passa. Se isso não adiantar, cabe aí uma ação no Juizado Especial Cível, para obter uma liminar que o obrigue a reparar o cano e até a pagar indenização, desde que um perito comprove que o cano do vizinho que foi o culpado pelo estrago.

Fique de olho nos seguintes itens. Geralmente é ali que ocorrem vazamentos e infiltrações:

– Tubulações externas até o reservatório;

– Registros, boias e bombas;

– Verificar o estado do equipamento. Ficar atento a sinais de ferrugem;

– Manchas nas paredes;

– Tintas com bolha, mofo ou bolor;

– Goteiras e manchas no teto;

– Já em casos de infiltrações subterrâneas, o mais correto é recorrer a uma empresa especializada. Embora um indício bastante evidente de vazamentos subterrâneos seja o aumento no consumo de água.

– Faça anotações regulares (na mesma hora do dia) do consumo que está registrado no hidrômetro. Qualquer alteração na quantidade consumida é sinal de vazamentos.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Saiba como acertar na decoração de cozinha

Vejas dicas para escolher armários, cores e luzes para o ambiente

Preparar as refeições em uma cozinha bem decorada e muito gostoso. Mas o projeto deve ir alem do que valorizar apenas o quesito estético. É essencial que o ambiente seja pratico e fácil de organizar.

Na hora de decorar ou reformar, o primeiro passo e remover os aparelhos que não funcionam. Na sequência, escolha a posição dos armários e eletrodomésticos.

 

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E possível incluir uma pequena mesa acoplada a ilha presente na cozinha (Foto: Shutterstock)

 

Uma saída interessante e fazer a “triangulação” entre a pia, o fogão e a geladeira. A medida traz funcionalidade ao trabalho e e indicada para cozinhas em formato em “U”. Outra dica e deixar o fogão próximo da janela, independente da presença da coifa, para que a fumaça saia mais rápido.

 

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Aparelhos, como o forno elétrico, devem permanecer ao alcance dos olhos (Foto: Shutterstock)

 

Lembre-se ainda de que e preciso deixar um espaço minimo de 90 cm nos corredores do ambiente para a abertura dos eletrodomésticos. Os demais aparelhos, como forno e micro-ondas, podem ser instalados em prateleiras ou em nichos das torres de cocção. Cuide apenas para o forno estar na altura dos olhos, já que isso facilita na hora de conferir se o alimento esta pronto.

 

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Uma saída interessante e fazer a “triangulação” entre a pia, o fogão e a geladeira (Foto: Br.Pinterest.com.br)

 

Outra maneira de trazer funcionalidade e investir nas famosas ilhas. O recurso ocupa espaço, sendo indicado para cozinhas grandes, mas permite embutir os eletrodomésticos na própria bancada. Alem de ser possível incluir uma pequena mesa acoplada a ilha.

Fazer a instalação de cooktops e grelhas na bancada. Tais recursos exigem um espaço minimo de 90 cm de profundidade e outros 60 cm de espaço livre em cada lado dos aparelhos.

 

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Os tons mais claros deixam a decoração do ambiente mais clean (Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

A decoracao de cozinha pode ainda contar com prateleiras e mesas corrediças – recursos ideais no ganho de amplitude. E vale apostar em pias com tampos de correr, o que traz praticidade durante o preparo dos alimentos.

Ambientes integrados também devem estar inclusos no projeto. Uma dica para separar, sem prejudicar a integração, e abusar de divisórias. Use fundos vazados na divisão com a sala de estar e placas de vidro translucido com a lavanderia.

 

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As ilhas trazem mais funcionalidade ao ambiente (Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

O projeto de decoração de cozinha pede também capricho na escolha dos armários. Espaços pequenos ficam melhores com modelos planejados. O recurso vantajoso traz praticidade e ganho de amplitude.

 

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Se possível, instale armários ate o teto, evitando acumulo de poeira. tenha cuidado na hora de organizar os utensílios. Deixe o principal ao alcance das mãos (Foto: Shutterstock)

 

Invista em portas de abertura basculante e aproveite os armários em espaços e quinas sem uso. E não se esqueça de instalar os moveis ate o teto, evitando o acumulo de sujeira na parte superior das pecas. Evite somente guardar itens de muito uso nestes armários, pois o local terá difícil acesso.

Outra medida vantajosa e abusar de gavetões e gavetas repletas de divisórias no projeto. Use os primeiros para guardar panelas e itens grandes e deixe as gavetas rasas para os talheres.

 

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Invista em portas de abertura basculante e aproveite os armários em espaços e quinas sem uso (Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

A escolha das cores da cozinha e mais um aspecto importante na decoração. O indicado pelos especialistas e apostar em tons claros e pastel. A medida traz amplitude e harmonia, ao contrario das cores vibrantes como vermelho e amarelo.

Lembre-se de manter a estética nos revestimentos. Pisos e azulejos na cor branca ou gelo deixam o ambiente maior, no entanto, expõem facilmente a sujeira. Já a bancada pode ter mais ousadia no material e na cor. Dê preferência a pedras de baixa porosidade, como o granito preto, ou a materiais sintéticos. A segunda opção permite escolher o formato e a cor, mas tem valores muito elevados. Opções em inox e alumínio são baratas, entretanto, riscam com facilidade.

 

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Cores neutras e tons amadeirados ficam bem na cozinha

 

A decoracao da cozinha precisa ainda de um projeto luminotécnico eficiente. O espaço destinado ao preparo de alimentos exige luzes claras e com índice de refração de luz (IRC) adequado. Desse modo, invista nas lâmpadas com temperatura de cor entre 4.000 K (luz neutra) e 6.000 K (luz branca-azulada) e IRC entre 80 e 100.

E fundamental impedir cantos sem luminosidade e luminárias com foco nos assentos próximos da bancada. O melhor e abusar de trilhos e pendentes distantes, no minimo, 60 cm da ilha, para o calor e a luz não atrapalharem as pessoas sentadas. Evite também o uso de cores coloridas, uma vez que alteram a percepção dos alimentos durante o preparo.

 

decoração de cozinha
Pisos e azulejos na cor branca ou gelo deixam o ambiente maior, no entanto, expõem facilmente a sujeira (Foto: BR.Pinterest.com.br)
Decoração de cozinha
Dê preferência a pedras de baixa porosidade, como o granito preto, ou a materiais sintéticos (Foto: BR.Pinterest.com.br)
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As prateleiras ajudam a manter tudo no lugar (Foto: BR.Pinterest.com.br)
Decoração de cozinha
A iluminação é um ponto que também precisa de atenção na hora de decorar (Foto: BR.Pinterest.com.br)
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Os pisos de madeira também são bem-vindos e deixam o ambiente com um toque rústico (Foto: BR.Pinterest.com.br)
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Os pisos geométricos dão um toque divertido ao ambiente (Foot: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: ZAP Imóveis

 

Ter em dia o AVCB é sinal de respeito à vida

Mesmo com o possível alto investimento, possuir o AVCB em dia traz tranquilidade para o síndico.

Ter em dia o AVCB é sinal de respeito à vida

Ato de verificar se os sistemas e medidas de segurança contra incêndio e pânico do condomínio estão em conformidade com o que exige o corpo de bombeiro, o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), ou documento similar, dependendo do estado, é um documento obrigatório em edifícios comerciais, residenciais e mistos.

Na visita, os agentes da corporação irão observar os seguintes itens:

1- ART do para-raios: a medição ôhmica deve ser feita anualmente e, em caso de sinistro, se for comprovada a falta de manutenção, é possível que o condomínio não receba a apólice do seguro.

2- ART instalação de gás: Aqui se observa a tubulação de gás com o objetivo de identificar possíveis vazamentos

3- Atestado de brigada de incêndio em dia: São pessoas voluntárias, moradores do condomínio, treinadas para enfrentar situações emergenciais contra pânico e fogo dentro do condomínio.

4- Grupo gerador e escada pressurizada: os prédios que contam com esses sistemas devem mantê-lo em dia, antes de solicitar a visita do setor de atividades técnicas do corpo de bombeiros.

5- Laudo elétrico: devidamente assinado por um responsável competente, ele atesta que a parte elétrica do condomínio está em boas condições.

6- Controle de materiais de acabamento e revestimento (CMAR): itens como carpete, tintas e matérias precisam ser do tipo antifogo.

7- Sistemas de combate ao incêndio: são itens de segurança como hidrantes, extintores, iluminação de emergência, alarme de incêndio, corrimãos, portas cortafogo, etc.

Em prédios comerciais outros itens, além dos já mencionados acima, são verificados durante a visita do agente do corpo de bombeiros: alarme obrigatório levando em conta a área e a altura do prédio, chuveiros automáticos e equipamentos de detecção de incêndios ligados a uma central de alarme.

Já os prédios novos, só são entregues pela construtora depois da vistoria dos bombeiros. O procedimento é o mesmo para ambos (novos e antigos).

A única diferença é que em prédios já construídos a vistoria deve ser solicitada por meio de uma anotação de responsabilidade técnica (ART), fornecida por um engenheiro ou arquiteto, pelo síndico por uma ligação telefônica ou se deslocando até a sede mais próxima do grupamento militar.

Uma dica para quem está em fase de renovação do AVCB é contratar uma empresa especializada em vistoria de segurança para fazer uma pré-vistoria no local.

Esse é um procedimento interessante já que a empresa além de detectar possíveis falhas na segurança, e apontar a falta de laudos, elas próprias podem executar as alterações antes mesmo do corpo de bombeiros exigir.

Porém, lembre-se sempre de ao contratar uma prestadora de serviços para esse fim, cobrar a presença de um engenheiro e a sua respectiva ART.

Ter um AVCB em dia pode sair caro se o condomínio já foi negligente no passado

Como a lista de exigências para a adequação às normas do corpo de bombeiros é longa, o AVCB fica realmente caro, sobretudo para o condomínio que nunca passou por esse procedimento.

Os custos com as adequações necessárias vão depender de cada caso, já que algumas alterações poderão ser desde pequenas reformas, ou até mesmo mudanças estruturais.

Outro item que pode custar caro para o condomínio diz respeito à execução do projeto técnico. Caso o condomínio não possua esse documento, que diz respeito às informações da localização dos equipamentos contra fogo, o condomínio pode desembolsar um valor de até R$ 10 mil apenas para a elaboração do projeto, sem falar na própria taxa de vistoria que é cobrada por quem solicita a visita do corpo de bombeiros. O valor da taxa, assim como a periodicidade de renovação, depende de cada estado.

Responsabilidade do síndico

Apesar do elevado custo para o condomínio, possuir o AVCB em dia é de extrema importância para síndicos e moradores. O primeiro ponto a ser levado em consideração, a despeito dos valores investidos para a regularização, é a questão financeira. Em caso de sinistro, como um incêndio, o condomínio pode ter alguma dificuldade para o recebimento da apólice do seguro ou, em alguns casos, nem vir a receber.

Outro ponto para ser levado em conta vem da esfera jurídica. Se for comprovada a negligência do síndico, ele pode ser responsabilizado civil e criminalmente caso aconteça um acidente ou morte e ficar confirmado que o edifício não possuía o AVCB em dia.

Por fim, o ponto mais importante de possuir esse documento em ordem se refere ao cuidado que o gestor tem com a vida do morador. Ter o AVCB é um atestado de preocupação e zelo com a própria vida e de todos os outros condôminos.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Tendência: confira inspirações de paredes geométricas

Leve formas para todos os ambientes da casa

A decoração da nossa casa geralmente mostra um pouco da nossa personalidade. Muitas vezes queremos mudar um ambiente, mas não sabemos por onde começar. Uma dica é fazer uma mudança nas cores das paredes.

Sempre se ouve sobre tendências, as cores que estão em alta, porém as paredes geométricas vem ganhando cada vez mais espaço, e podem ser aplicadas em qualquer ambiente.

As listras geralmente são as queridinhas quando o assunto é fazer uma parede com formas, além disso, criar paredes geométricas é bem simples, tudo o que você precisa é de fitas, um rolo de pintura e tinta.

Confira abaixo algumas inspirações que o ZAP em Casa separou junto com o Pinterest para você colocar em prática, e ter uma parede geométrica para chamar de sua.

 

paredes geométricas
É possível fazer as mais diversas formas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
É preciso prestar atenção na combinação de cores (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
Dá para fazer combinações com cores fortes e claras (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
Quem quiser, pode optar por apenas algumas formas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
As paredes geométricas podem ser usadas em qualquer cômodo (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
As formas escolhidas podem ser as mais variadas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
A maioria das formas podem ser desenhadas com fitas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
As formas podem ter tamanhos diferentes (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
As formas deixam o ambiente mais moderno (Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: ZAP Imóveis

 

Copa do Mundo em casa: Monte sua mesa para receber a galera

Está pensando em deixar a casa pronta para assistir o próximo jogo do Brasil na Copa do Mundo? Veja como decorar seu lar e torcer na companhia dos amigos!

No país do futebol a Copa do Mundo 2018 é assunto muito sério! Enquanto o planeta inteiro mergulha de cabeça na maior competição de futebol do mundo, o brasileiro quer realizar o sonho do hexa e vê em cada jogo um motivo a mais para reunir os amigos em casa.

Várias seleções já deram adeus à competição, mas o Brasil ainda persiste no sonho. Então acompanhe nosso artigo e veja opções de petiscos para o “mata-mata” da copa do mundo e outras ideias de decoração para os ambientes. Se joga!

Defina qual será seu ambiente principal

Tudo começa por ai! Saber qual espaço e o layout dos cômodos e como os convidados poderão circular nesses ambientes fará toda a diferença.

O normal é ver onde a TV está instalada, geralmente a sala, mas é claro que dependendo do espaço que você possui e da quantidade de amigos que vai receber, o espaço pode ficar pequeno e a necessidade de levar o equipamento para o quintal ou outro local deve surgir.

Escolha um local que facilite essa circulação, mas que seja também confortável. Priorize um espaço bacana, seja ele a sala de jantar, sala de estar, varanda ou quintal. A maioria das pessoas se reúne mesmo na sala , então daremos algumas dicas específicas para que você transforme esse cômodo, mas sem deixar outros cantinhos de lado.

Decorando a sala

Uma boa dica para mudar o ambiente sem mexer muito na estrutura da sala é apostar em almofadas. Se você é do tipo “estou com o Brasil e não abro mão”, leve em consideração comprar capas de almofada nas cores verde e amarelo. Misture tecidos e tamanhos, mas preste atenção nos tons corretos de cada cor brasileira: o verde bandeira e o amarelo bem vivo.

A vantagem nesse sentido é que depois da copa você pode continuar usando as capas, criando um mix de estampas com a opção amarela e outro mix com as almofadas verdes.

Outra ideia legal é comprar capas que imitam as bandeiras de cada país, assim se o Brasil não estiver jogando a turma já pode adotar um país para torcer.

Se você possui uma sala mais neutra em relação à cores, basta investir em objetos que remetam as tonalidades do nosso país: quadros, bandeiras, camisas penduradas, bolas de futebol, vasos de flores amarelas e etc.

Apesar das cores amarelo e verde receberem destaque (principalmente porque lembram o uniforme principal da seleção), use também o azul e o branco.

Outros espaços também merecem receber atenção, você pode colocar uma guirlanda verde e amarela na porta de entrada, um tapete temático no hall e até espalhar as flores em outros ambientes, inclusive banheiros.

Decorando a mesa com a comida

A mesa com todos os petiscos para acompanhar os jogos também deve decorada, é preciso usar e abusar das cores da bandeira para dar destaque a essa decoração.

Se a sua casa tiver uma cozinha americana e uma boa visão da TV, fica bem fácil manter tudo como já é. Se esse não for o seu caso, vale a pena deslocar uma mesa para o ambiente em que todos estarão concentrados.

Se não quiser concentrar tudo em um único espaço, espalhe os petiscos em mesas de centro, aparadores e outros espaços, assim todos podem ter acesso à comida e bebida sem precisar se acumular ao redor de uma única mesa.

Use copos nas cores da bandeira (descartáveis ou não), guardanapos coloridos e escolha alimentos com cores para agregar mais criatividade à decoração. Um bom exemplo é essa mesa com torradas e patês para que os convidados se sirvam, note que o responsável pela decoração substituiu os recipientes que receberiam os patês por pimentões nas cores verde e amarelo. Não ficou incrível?

Veja outras fotos com dicas legais de decoração:

Petiscos para Copa do Mundo

E claro, para segurar a ansiedade de cada partida, nada melhor do que comer! Como a Rússia possui um fuso horário bem diferente, o cardápio vai depender do horário do jogo e a dúvida sobre o que servir nos jogos da copa pode surgir em todas as etapas.

Se for cedo, aposte em comidinhas leves e no café da manhã com frutas. Imagine que legal espalhar pela mesa frutas amarelas como manga, melão e banana em conjunto com kiwi, uva e maça verde.

Se o jogo for próximo ao horário do almoço, já podemos até considerar aquele churrasco que junta todo mundo. Nesse caso, aquela ideia dos pimentões pode ser usada e o ideal é optar pela decoração dos utensílios.

Já se o jogo for pós almoço, aí sim podemos priorizar outros quitutes e lanches menores.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Dedetização: veja dicas para evitar transtornos

Embora não desejável, a presença de insetos e pragas em condomínios é muito comum. Veja dicas de dedetização para evitar transtornos

Como todo bom síndico sabe, a época de maior proliferação de pragas e vetores é na primavera e no verão. Mas nem por isso, nas demais estações do ano, devemos nos descuidar da prevenção desses insetos, afinal de contas ratos, baratas e outras pragas se reproduzem o ano todo.

Além disso, existe um consenso de que é necessário contratar serviços de dedetização a cada seis meses. Portanto, não espere até os meses mais quentes para agir.

Quando realizar o controle de pragas?

O síndico é o responsável pelo zelo das áreas comuns do condomínio. Logo, uma infestação de pragas que cause qualquer tipo de prejuízo à saúde dos moradores poderá ser motivo de ação judicial por parte do condômino que se sentir prejudicado.

Dessa forma, como enfatiza Silmara, supervisora da Dedecom Dedetizadora, é mais vantajoso para o condomínio formalizar contratos de prestação de serviços para o ano todo, já que dessa forma o condomínio “garante o supervisionamento profissional da estrutura, torna a proteção contra pragas mais duradouras e economiza em possíveis prejuízos causados por infestações”.

Pragas mais comuns

  • Pombos: aves inimigas;
  • Ratos: transmissores de doenças vivem sob entulho;
  • Baratas: invasoras sorrateiras vivem dentro e fora das casas;
  • Aranha: Vivem dentro das casas e jardins;
  • Cupins: Se alimentam de celulose e lixos, e vivem dentro da casa;
  • Formigas: Surgem mais nos jardins e podem causar alergias;
  • Traças: Pequenos insetos de corpo achatados danificadores de roupas e papéis.

O que exigir na hora de contratar uma empresa?

A contratação de uma empresa especializada para lidar com os pesticidas exige muita atenção por parte do síndico. Afinal de contas, os inseticidas são venenos e se não forem manuseados de forma profissional podem pôr em risco moradores, colaboradores e os próprios profissionais prestadores do serviço.

“Se a aplicação for malfeita, pode causar danos à saúde de moradores, colaboradores e dos animais de estimação. E isso se aplica tanto para a dedetização, quanto para a desratização”, de acordo com Silmara.

Portanto, é essencial que a empresa escolhida seja séria e siga todas as recomendações legais, inclusive com a apresentação dos seguintes documentos na hora da contração da prestação de serviços:

  • Licença de funcionamento da vigilância sanitária;
  • Cópia de contrato social e cartão de CNPJ;
  • Documentos do responsável técnico.

Ainda que muitos síndicos se eximam deste cuidado, é fundamental conferir se a empresa contratada possui responsabilidade socioambiental. Isso porque o decreto n 4.704/02 regulamentou a Lei n 7802 , de julho de 1989, que dispõe sobre pesquisa, experimentação, produção, embalagem e rotulagem, transporte, armazenamento e comercialização desses produtos.

Execução dos serviços

O primeiro passo é uma verificação in loco para averiguação das técnicas empregadas e aplicação dos produtos. Esse conhecimento é relevante tanto para a empresa quanto para o conhecimento dos moradores.

Segundo Silmara, “a empresa deverá anexar, no mural ou em qualquer outro meio de comunicação que dispõe o condomínio, as condições para a isolação das áreas onde serão realizados os serviços, a data e horário do trabalho, e a verificação da presença de animais e crianças durante a aplicação”.

O prestador de serviços também deverá informar por quanto tempo a área deve ser isolada depois da conclusão, para evitar a infecção de animais e humanos. A lei assegura uma garantia de no mínimo 30 dias, embora o mais comum seja as empresas oferecem cobertura de três a seis meses, como é o caso de Dedecom Dedetizadora.

Como prevenir o aparecimento de pragas?

Uma das principais causas de pragas urbanas é a falta de higiene dos ambientes internos e externos. Logo, para evitar a atração dessas pestes, a melhor estratégia é manter o condomínio e os apartamentos sempre limpos.

Cuide para que lixeiras estejam sempre tampadas e para que não fiquem restos de alimento no entorno. O local onde o lixo é armazenado também deve ser higienizado e desinfetado regularmente.

Frestas no chão, muros e paredes também devem ser fechadas para dificultar a entrada das pragas. Telas nos ralos também impedem a entrada dos inconvenientes, e a caixa d’água deve ser lavada a cada seis meses e estar sempre tampada.

Para afastar os pombos, que podem transmitir sérias doenças aos seres humanos, a melhor solução é evitar deixar qualquer resto de alimentos à vista.

Sem comida, o animal será obrigado a procurar outro local para habitar. Outra opção é usar barreiras físicas, como telas e espículas (espécie de haste para repelir a praga) no ambiente.

Veja mais informações e dicas na entrevista exclusiva que Silmara, supervisora da Dedecom Dedetizadora, concedeu ao site Viva o Condomínio.

Viva o Condomínio: Qual a importância da dedetização nos condomínios?

Silmara: O controle de pragas urbanas é de extrema importância e deve fazer parte do calendário e orçamento de manutenção do condomínio, pois as epidemias oferecem inúmeros riscos para a saúde dos moradores, entre elas doenças como lepra, hepatite, tifo, febre amarela e disenteria.

Por que fazer a dedetização periódica em condomínios?

Contratar esse serviço de forma periódica é mais vantajoso, pois garante um supervisionamento profissional na proteção da estrutura, tornando-a mais duradoura e evitando prejuízos causados pelas pragas.

Qual a época do ano de maior proliferação dos insetos?

O período de outubro a novembro é o mais indicado para ação preventiva contra proliferação de pragas urbanas, pois é justamente nessa época, na primavera e também no início do verão que ocorrem os acasalamentos e a formação de novas colônias.

Quando realizar o controle de pragas?

Os serviços devem ser contratados semestralmente e o ideal é que exista um contrato de manutenção anual estipulado com o fornecedor. Isso evitará atrasos na contratação, no caso da manutenção semestral e, provavelmente, irá custar menos ao condomínio.

O que o síndico deve observar na hora de contratar uma empresa para resolver o serviço?

É indispensável que seja feita a contratação de uma empresa especializada, afinal de contas os inseticidas são venenos. Se a aplicação for malfeita, pode causar danos à saúde de moradores, colaboradores e dos animais de estimação. E isso se aplica tanto para a dedetização, quanto para a desratização. A empresa a ser contratada pode ser checada na Aprag (Associação dos Controladores de Pragas Urbanas).

Além disso, é importante solicitar alguns documentos:

  • Licença de funcionamento da vigilância sanitária;
  • Cópia de contrato social e cartão de CNPJ;
  • Documentos do responsável técnico.

Como funciona o serviço de uma empresa de dedetização dentro do condomínio? O que vocês observam, materiais químicos que usam e métodos utilizados?

O primeiro passo é uma vistoria no local para verificar quais serão as formas de aplicação e os locais onde serão empregados os produtos. Todos os detalhes da aplicação dos insumos são detalhados para serem anexados em mural dos condôminos. A empresa também deverá informar quais são as condições para isolação das áreas onde serão realizados os serviços. Esses comunicados serão anexados com pelo menos uma semana de antecedência para que as pessoas não circulem nas áreas pulverizadas. Além disso, deve-se verificar a presença de animais e crianças no condomínio durante as aplicações e quais cuidados devem ser tomados.

A garantia de serviços prestados pela Dedecom é de seis meses com vistoria, caso necessário durante este período, sem nenhum custo adicional.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Leilão de imóveis: confira dúvidas mais frequentes sobre o assunto

O leilão de imóveis é uma modalidade de compra que vem despertando interesse de muitas pessoas. Confira a resposta para as dúvidas mais corriqueiras.

Você está à procura de um imóvel há muito tempo e sente que está na hora de concretizar o sonho da casa própria. Então, fica sabendo de um leilão de imóveis que acontecerá nos próximos dias, mas logo surgem diversas dúvidas na cabeça, afinal, você nunca leu ou ouviu nenhum conteúdo que explique mais sobre esse assunto.

Calma! Você não é o único!

Por isso, selecionamos algumas das dúvidas mais frequentes acerca do assunto e vamos respondê-las para você saber tudo sobre leilões a seguir:

Leilões de imóveis são aprovados por lei?

Sim! A aprovação de leilões de imóveis foi sancionada em 1997, há mais de 20 anos atrás. Desde então, além do mercado ter se expandido e as opções terem se popularizado, em virtude do maior uso da internet, existem atualmente até mesmo leilões online, aprovados desde 2008.

Quais são os tipos de leilão de imóveis?

Existem os leilões judiciais ou extrajudiciais e, em ambos os casos, os imóveis em questão vão para leilão pois não há o pagamento de uma dívida. A única diferença entre eles é que o judicial teve o leilão do imóvel levado a julgamento e o extrajudicial foi entregue sem envolvimento da justiça no processo.

Quem pode ou não participar de leilões de imóveis?

Qualquer pessoa, seja essa física ou jurídica, está apta a participar de um leilão de imóveis. Há ressalvas apenas para aqueles que: tutores, curadores, testamenteiros, administradores, síndicos ou liquidantes, juízes, membros do Ministério Público e da Defensoria Pública, segundo o Art. 690-A do Código de Processo Civil.

Quais as condições de pagamento aceitas?

São várias. O imóvel pode ser tanto parcelado, quanto financiado, ou até mesmo pago à vista. Mas atenção: verifique sempre a comissão do leiloeiro que realizou o leilão. Esse valor normalmente fica em torno de 5%.

E então? Já se sente preparado para encontrar seu imóvel dos sonhos através de leilão?

Fonte: www.imovelweb.com.br

Não é somente uma questão estética. Modernização dos elevadores traz mais segurança aos usuários

Até mesmo um dos meios de transporte mais seguros do mundo precisa de modernização. Saiba mais sobre a modernização dos elevadores.

Não é somente uma questão estética. Modernização dos elevadores traz mais segurança aos usuários

Elevador que para entre os andares, desnível entre a cabina e o pavimento, porta que demora fechar ou botões que não obedecem ao comando, são problemas comuns em prédios antigos que não modernizaram seus elevadores.

Segundo o Sindicato das Empresas de Elevadores de São Paulo (Seciesp), em torno de 60% das cabines de elevadores carece de manutenção.

Mais do que uma questão meramente estética, os elevadores precisam estar em sintonia com as atualizações tecnológicas do setor para dirimir irregularidades que podem, inclusive, colocar em risco a vida de moradores. “A modernização torna o elevador mais seguro e eficiente”, afirma Edilson Rosin.

Segundo o gerente de modernização de elevadores, outro ponto interessante na atualização dos equipamentos se refere a economia no consumo de energia. “Atualmente, em uma modernização, é possível realizar a instalação de um novo sistema que gera redução de até 40% no consumo de energia elétrica. Mas se este novo sistema for regenerativo, esta economia pode chegar a 70% quando comparado aos sistemas convencionais antigos”, ressalta Rosin.

Além de buscar um funcionamento inteligente e seguro, outra importante demanda quando é realizada uma renovação é o atendimento à norma NM-313, que trata de questões relacionadas à acessibilidade nos equipamentos tais como: corrimão, insertos em braile, sinais sonoros etc.

Outras normas que dispõem sobre requisitos de construção e instalação dos elevadores são: NBR 5666, que trata da terminologia; NBR NM 207, que aborda sobre parâmetros de segurança para construção e instalação; e a NBR 15.597/2008, que visa adequar os elevadores antigos aos padrões atuais de segurança.

Quando o elevador precisa ser modernizado?

Especialistas sugerem que a troca de alguns componentes seja feita a partir de 15 anos, ou quando o equipamento passa a apresentar problemas recorrentes.

» Estar atento e observar o funcionamento do elevador é essencial para identificar quando ele deve ser modernizado.

» Outra dica é observar se as despesas para a manutenção se tornaram extremamente altas e muito frequentes, encarecendo a taxa condominial e atrapalhando a vida dos usuários.

» Alteração no consumo de energia, desnível entre os andares, aumento no barulho e interrupções de serviço são sinais de que somente a manutenção já não é o bastante. Está na hora de modernizar.

Tipos de modernização

1. Substituição total do elevador existente: Neste caso, o elevador é substituído por um novo, seja com ou sem casa de máquinas, com tecnologia sustentável.

2. Atualização tecnológica: Os responsáveis pela administração do condomínio e os técnicos especialistas na manutenção de elevadores avaliarão quais os itens que mais necessitam ser modernizados, traçando um plano de trabalho de acordo com as necessidades e condições financeiras do condomínio.

3. Estética: Nesta fase, o desempenho do elevador é satisfatório, mas o visual pode estar ultrapassado. Neste caso, são realizadas modernizações da cabina e de seus componentes estéticos.

Benefícios da modernização:

» Eliminação de trancos

» Portas com abertura e fechamento mais suaves;

» Redução de ruídos na casa de máquinas;

» Precisão do nivelamento, independente da carga;

» Aumento da disponibilidade e segurança dos elevadores;

» Redução significativa no consumo de energia elétrica;

» Sem sujeira ou obra civil pesada;

» Valorização de cada unidade do edifício.

Fonte: Guilherme de Paula Pires com informações da assessoria |  Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Comprar imóvel na planta: entenda mais sobre esse investimento

Está na dúvida de qual tipo de imóvel comprar, seja para morar ou para investir? Nós te ajudamos esclarecendo um pouco mais sobre imóveis na planta!

Comprar imóvel na planta ou  pronto? Essa é uma dúvida frequente entre as pessoas que estão buscando realizar o sonho de comprar um apartamento novo. Pensando nisso, a Emplavi preparou esse blog post para sanar possíveis dúvidas e ajudá-lo nessa importante jornada, apresentando as vantagens e os pontos de atenção que devem ser levados em conta na hora de comprar um imóvel na planta.

Mas o que é um “imóvel na planta”?

O chamado “imóvel na planta” é, na verdade, um termo popularmente  utilizado no mercado imobiliário em geral, para definir a modalidade de compra de imóveis adquiridos junto à uma construtora ou incorporadora.

A incorporação imobiliária, no direito brasileiro (Lei 4.591 de 16/12/1964), é o nome dado ao conjunto de atividades exercidas com a finalidade de construir ou promover a construção de edificações ou conjunto de edificações, bem como a sua comercialização, total ou parcial, compostas de unidades autônomas que, em seu conjunto, formam um condomínio.

Uma incorporação imobiliária é, portanto, composta por 03 elementos essenciais :

O Terreno: a área destinada à construção do empreendimento;

A Incorporadora: em geral , a empresa que se responsabilizará pelo planejamento, gestão e entrega, dentro de prazo, preço e condições determinadas, das obras concluídas, aos futuros moradores adquirentes das unidades autônomas.

A Construtora:  Responsável pela execução do projeto dentro das condições e prazos estabelecidos pelo contrato de Incorporação.

Uma vez atendidas as normas previstas em lei , a aprovação do projeto junto aos órgãos competentes e o devido R.I –  registro do memorial de incorporação junto ao cartório de registro de imóveis, a Incorporadora já poderá comercializar as unidades autônomas do empreendimento, por meio de contrato de promessa de compra e venda, dando início também às obras que , ao final do prazo estabelecido, deverá ser entregue aos devidos proprietários, que  formarão o  condomínio do empreendimento.

Mas afinal, qual a vantagem de comprar imóvel na planta?

À primeira vista, comprar imóveis na planta pode não parecer a melhor das ideias. Muitas dúvidas e insegurança quanto ao futuro da economia, à idoneidade das empresas envolvidas ou mesmo desconhecimento em relação ao processo de aquisição, documentação, além da sensação de estar comprando “apenas um sonho” , podem desanimar o comprador na hora de decidir por essa modalidade. No entanto, comprar um imóvel na planta pode se tornar um excelente negócio e muitas vezes, a única opção de compra para quem deseja viver e morar no lugar que sempre sonhou. Essa experiência, quando bem planejada e orientada, pode ser muito vantajosa e plenamente bem sucedida.

Conheça agora algumas dessas vantagens e comece a sonhar com a sua nova vida no imóvel que sempre desejou.

Planejamento , flexibilidade e maiores descontos na compra

Uma das principais vantagens de se comprar um imóvel na planta é a possibilidade de se planejar os pagamentos com maior tempo e menor comprometimento da renda mensal, uma vez que o plano de pagamento dos valores referentes à captação de recursos, durante o período de obras,  podem ser feitos mensalmente, intercalado com parcelas semestrais e anuais, ao contrário do que acontece com imóveis prontos, cujo pagamento deverá ser integralmente pago à vista ou através de um financiamento imobiliário, o que pode dificultar ou praticamente inviabilizar a compra, dependendo do perfil de renda ou mesmo do montante necessário para a entrada do imóvel, que em geral , pode variar entre 20% a 30% do valor integral do imóvel pretendido.

Além disso, a negociação do imóvel na planta é mais flexível e pode ser ainda mais vantajosa quando o montante de recursos a ser aportado pelo comprador no sinal, ou mesmo durante o período de obras, é maior do que o valor mínimo previsto pela tabela padrão da unidade pretendida.

Assim, quanto mais recursos o comprador aportar na entrada ou durante a obra, maior poderá ser o desconto proporcional, oferecido pela Incorporadora por essa antecipação.

Mais economia e avanços tecnológicos em projetos inovadores

Comprar um imóvel na planta pode ser a melhor solução para quem pode esperar e perfeito para famílias que não tenham a necessidade de se mudarem de imediato para o imóvel e que estejam dispostas à fazerem um investimento a médio prazo com mais tempo para planejarem a compra.

Não ter despesas extras com manutenção é mais um fator decisivo para essa escolha e um benefício a ser levado em consideração na hora de se pensar em comprar imóvel na planta, uma vez que o futuro morador não precisará se preocupar com infiltrações no andar de cima, encanamentos antigos, sistemas elétricos que requerem manutenção e outras avarias precisando de reparos.

Quando o empreendimento sair da planta e se tornar realidade, ele será revestido de materiais novos, modernos e de qualidade.

Aliás, a superioridade qualitativa e as inovações tecnológicas que vão sendo incorporadas a cada novo projeto de imóveis na planta constituem outro fator muito importante a ser levado em conta pois são diferenciais que vão agregando maior valor ao imóvel além de proporcionar mais conforto e facilidades aos futuros moradores.

No entanto,  é imprescindível que juntamente com o planejamento e a decisão de compra, o padrão construtivo e a solidez e segurança da empresa responsável pela incorporação e construção sejam minuciosamente pesquisados afim de garantir que tudo que foi prometido em contrato, bem como , no Memorial descritivo registrado pela empresa, seja de fato entregue.

Personalização: maior poder de escolha e versatilidade nos projetos

Falando ainda sobre projetos e inovações , outro grande benefício da compra de imóvel na planta é a personalização. Em muitos casos é possível, junto à construtora, alterar alguns formatos do apartamento pretendido. Comprar imóvel na planta traz opções de reversibilidade e você pode deixar o apartamento dos seus sonhos do jeito que você sempre quis.

O Preço e valorização de imóveis na planta

A melhor notícia, no entanto, ainda pode estar por vir: a valorização que o imóvel na planta pode ter durante o período de obras.

Muitos são os fatores que podem acelerar essa valorização, tais como localização, tipologia, padrão e diferenciais construtivos, itens de lazer , vizinhança, bem como as variáveis econômicas e de mercado que estão sempre impactando positivamente o mercado imobiliário, sobretudo em momentos de estabilidade econômica , com juros baixos, crédito imobiliário mais acessível, controle inflacionário e aumento da demanda por imóveis novos.

Dentro desse contexto, depois de pronto, o imóvel na planta poderá acumular uma valorização superior se comparado aos valores desembolsados pelo investidor durante o período da construção, uma vez que esses valores estão sujeitos apenas às variações do índice setorial (INCC) que , na maioria das vezes, não acompanha a valorização que o imóvel agrega no mesmo período.

Um exemplo disso é o novo bairro de Brasília, o Setor Noroeste, que atualmente é o bairro com o maior potencial de valorização nos próximos anos, uma vez que a demanda para esse que é o  primeiro bairro ecológico do Brasil é cada vez maior e , o valor do m² ali , ainda está 20% abaixo dos outros bairros nobres do Plano Piloto, indicando iminente valorização.

No entanto, é importante ressaltar mais uma vez que, a solidez e a segurança de se investir em um empreendimento de uma empresa idônea, poderá ser decisiva  para esse ganho.

Mais Segurança e menos burocracia

Mais um ponto positivo para comprar imóvel na planta é ter mais segurança e menos burocracia a vista. Isso acontece porque o empreendimento nunca teve outro proprietário. Sendo assim, a papelada e a documentação necessária para registrar o imóvel tende a ser mais rápida e simples.

A escrituração de um imóvel usado requer uma burocracia muito maior, tanto no âmbito jurídico, civil e criminal , quanto contábil. Não é raro negócios realizados em imóveis usados serem desfeitos na porta de cartórios por conta dessas exigências.

No entanto, vale ressaltar mais uma vez que independente da modalidade de compra ser a de um imóvel na planta , para garantir um bom negócio, é fundamental que o interessado em comprar imóvel na planta pesquise sobre a Incorporadora, a sua saúde financeira , seu histórico, as obras que já entregou e sobretudo  o compromisso que ela comprovou ter com os seus clientes e com a cidade no decorrer de sua história.

Finalmente, a compra de um imóvel na planta pode representar o maior e o mais importante negócio de uma vida inteira. É uma relação duradoura entre comprador e Incorporadora e que, portanto, deverá ser permeada de toda  confiança e segurança possível para o bom andamento dessa longa jornada até a realização do sonho de morar no imóvel da sua vida.

Sobre a Emplavi

Emplavi atua no mercado imobiliário em Brasília há 36 anos. Trabalhando para construir e comercializar imóveis que priorizam a segurança, o conforto e a qualidade de vida de seus clientes. Já são mais de 28 mil imóveis entregues no prazo nas melhores localizações do Distrito Federal.

Fundada em 1982, a empresa é o resultado de uma perfeita sintonia entre planejamento, gestão qualificada e processos construtivos de alto valor agregado. Conheça mais sobre a Emplavi aqui.

Ficou interessado em comprar imóvel na planta? Escolha um Emplavi

O novo ciclo de lançamentos Emplavi no último bairro a ser construído no Plano Piloto incluem 3 prédios de alto padrão. São eles: Jardins dos Lírios (apartamento de 02 quartos, sendo 01 suíte), Parque das Hortênsias (03 suítes) e Parque das Tulipas (04 suítes e opções de reversibilidade). Todos esses novos empreendimentos de alto padrão possuem localização privilegiada em um lugar perfeito para você e a sua família.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Na hora da reforma, algumas medidas podem atenuar conflitos com o condomínio e os vizinhos

No momento de promover melhorias no apartamento, cuidados especiais também garantem o próprio bem-estar

José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas

É preciso seguir regras para incomodar o mínimo possível os moradores do prédio - ABRAVA/Banco de Imagens/Divulgação
É preciso seguir regras para incomodar o mínimo possível os moradores do prédio

Poeira, entulho, barulho, burocracias e muita sujeira. A tão sonhada reforma dentro do lar pode render muita dor de cabeça por envolver diferentes processos. Nesse momento, é preciso organização, minucioso planejamento dos passos de cada alteração e, acima de tudo, muita paciência.

Primeiramente, todas as reformas em uma edificação, mesmo quando realizadas dentro dos apartamentos, devem ser comunicadas ao síndico. “Toda obra deve ser comunicada ao condomínio, mesmo se for algo simples. A partir do momento em que o síndico esteja avisado, ele vai tomar todas as providências em relação ao prédio, como o cadastramento das pessoas autorizadas a entrar no edifício e até mesmo saber qual a magnitude da obra e o quanto vai gerar de incômodo para os outros moradores”, reforça Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Condomínios da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG).

As obras de maior complexidade, com alterações nos sistemas construtivos, pontos elétricos e hidráulicos, demolição ou construção de paredes, devem ter responsável técnico e estão sujeitas à norma brasileira ABNT NBR-16.280, de 2015. A norma existe para garantir que as reformas sejam planejadas e conduzidas seguindo padrões estabelecidos e exigir que os profissionais envolvidos assumam a responsabilidade pelo resultado da obra.

Nesses casos, em que um apartamento altera ou compromete a segurança da edificação ou de seu entorno, a obra precisa ser submetida à análise da construtora/incorporadora e do projetista, exigindo laudo técnico assinado por engenheiro ou arquiteto e urbanista e autorização expressa do proprietário. “Casos em que a reforma modificará significativamente a estrutura do prédio, como o ato de quebrar uma parede por exemplo. Em alguns casos, as paredes têm a função de estrutura da construção e é difícil executar mudanças e reformas, por isso, é importante estar atento. Os profissionais que executam essas obras devem assumir a responsabilidade técnica por todo trabalho que realizam”, pontua o vice-presidente.

Leonardo Mota afirma que em algumas reformas é necessário pedir autorização aos órgãos responsáveis, como a prefeitura local. “Todas as vezes que o proprietário do imóvel desejar realizar acréscimos ou diminuir a área do imóvel em relação à planta original, deverá solicitar alvará de Aprovação de Reforma junto à Prefeitura”, pontua.

CONVIVÊNCIA 

Toda obra gera transtornos. Em condomínios, as reformas têm consequências para os proprietários e seus vizinhos. “Querendo ou não, as reformas vão gerar incômodo em todo o prédio. O barulho que poderão provocar, o acúmulo de sujeiras e a circulação de pessoas estranhas ao condomínio são alguns dos motivos que podem gerar esse desconforto. Por isso, é importante incomodar o menos possível e sempre avisar sobre as obras que serão realizadas”, pontua.

“Para proteger a saúde, é importante, nas obras em apartamentos, deixar sempre as janelas abertas e o ambiente muito bem arejado” – Henrique Cury, especialista em qualidade do ar e conselheiro do Departamento Nacional de Qualidade do Ar Interno da Abrava

O vice-presidente ressalta que é importante ficar atento ao regulamento para reformas de cada prédio, especificado nas assembleias. “Em prédios de comércio, as reformas devem ser feitas, preferencialmente, fora do horário comercial. Já nos empreendimentos residenciais, devem ser feitas em horários específicos. A fim de respeitar todos os condôminos e lojistas”, comenta Leonardo Mota.

É essencial que, na necessidade de grande mudança dentro dos apartamentos, tudo seja muito bem apresentado para os vizinhos. “Algumas pessoas acham que podem fazer mudanças dentro dos prédios sem comunicar ao síndico. Mas, às vezes, até o ato de colocar um prego na parede incomoda o outro, o que acaba gerando reclamações ao síndico. A preocupação com o vizinho deve ser a primeira coisa a ser analisada. É preciso bom senso e tolerância, já que as obras trazem transtornos”, finaliza.

SAÚDE 

Outra medida a ser analisada é sobre a sujeira e a poeira causadas pela reforma. Os procedimentos realizados em obras geram partículas que contaminam ambiente, principalmente o ar. Em época com baixa umidade, esse tipo de problema se agrava, pois as partículas se espalham além do ambiente. De acordo com Henrique Cury, especialista em qualidade do ar e conselheiro do Departamento Nacional de Qualidade do Ar Interno, da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), outro ponto de atenção é em obras realizadas em ambientes fechados. “Esse tipo de poluição fica ainda mais concentrada, comprometendo a saúde do trabalhador, das pessoas no entorno da construção e dos ocupantes do local. É importante, nas obras em apartamentos, deixar sempre as janelas abertas e o ambiente muito bem arejado”, aconselha Henrique Cury.

Vários fatores podem causar doenças nos moradores, como bactérias e micro-organismos encontrados no ar, consequência da poeira causada pelos entulhos. Os produtos usados durante a reforma, como itens de limpeza, fumaça, tinta e cloro, entre outros, podem deixar a saúde do ocupante do local debilitada. “Quanto mais contaminação se tem dentro de casa, mais sobrecarregado fica o sistema imunológico, gerando doenças respiratórias como rinite, sinusite e asma etc. É importante também ficar atento a todos os materiais usados nas obras, verificando todos as químicas desses produtos, evitando problemas futuros”, pontua o especialista.

Henrique Cury ressalta que já existem no mercado soluções que buscam aliar a eficácia do tratamento do ar à sustentabilidade. As tecnologias vão até o problema, promovendo a polarização e a decantação das partículas, depois de deixá-las mais pesadas que o ar. “São tecnologias totalmente ecológicas, que reduzem a poeira e outros materiais particulados que ficam em suspensão no ambiente de uma obra. O uso do ionizador de ambientes e de purificadores de ar é essencial. Além de acabar com a poeira, pó e fumaça, eles reduzem significativamente a transmissão de doenças causadas por vírus e bactéria que têm sua transmissão pelas vias aéreas”, finaliza.

*Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

6 Formas de Decorar a Cozinha sem Erro

Funcionalidade é característica essencial de uma boa cozinha, para que seja um espaço adequado para o manejo correto de alimentos e uso frequente de materiais de limpeza. Mas o ambiente também pode ter uma decoração customizada e estilosa.

Quer saber como decorar a cozinha sem erro? Veja algumas dicas e conheça os materiais mais adequados para não errar nesse ambiente.

1. Aprenda como organizar e decorar a sua cozinha
1. Aprenda como organizar e decorar a sua cozinha

Foto: Viva Decora

1. Nichos organizadores

Você aproveita bem o espaço interno dos armários da sua cozinha? Esta é uma forma de garantir que o ambiente fique mais organizado e prático para o dia a dia. Para isso, instale nichos adaptáveis aos espaços vazios, como os vãos superiores de prateleiras compridas.

Uma boa opção são os modelos aramados, que podem ser instalados por encaixe e permitem readequação de acordo com a necessidade. Assim, potes de tempero, xícaras e miudezas em geral poderão ser reunidos no mesmo lugar.

2. A melhor bancada

Uma boa bancada é essencial para uma cozinha prática. E exatamente por isso, a escolha do material é o ponto-chave para a melhor escolha. As opções variam do mármore à madeira, mas o granito é uma das opções mais indicadas por especialistas, para quem deseja um bom custo-benefício.

Outros dois materiais conhecido para uso em bancadas são silestone e o nanoglass, feitos com compostos industriais e conhecidos por serem altamente resistentes.

2. Invista em uma boa bancada para cozinha decorada
2. Invista em uma boa bancada para cozinha decorada

Foto: Viva Decora

3. Cozinha integrada

Cada vez mais, a cozinha se torna um lugar de destaque na casa. Os modelos integrados à sala de estar, por exemplo, no estilo cozinha americana, são uma ótima opção para quem deseja um ambiente em que seja possível reunir a família sem abrir mão da funcionalidade que uma boa cozinha deve ter.

Nesses casos, o primeiro passo é definir uma paleta de cores que seja comum aos dois cômodos, o que vai promover uma unidade aos espaços. Aposte também em banquetas para que a bancada seja usada como uma mesa de apoio durante os encontros.

4. Horta vertical

Esta dica vale para cozinhas de qualquer tamanho, basta adaptar ao espaço disponível. Plante os seus temperos favoritos em vasos e disponha-os verticalmente em um suporte na parede ou no espaço disponível da estante de mantimento, por exemplo.

Além de dar um charme extra, usar as folhas fresquinhas da sua horta vai deixar as suas receitas ainda mais saborosas!

3. Os detalhes podem fazer toda a diferença na cozinha decorada
3. Os detalhes podem fazer toda a diferença na cozinha decorada

Foto: Viva Decora

5. Cozinha arejada

A sua cozinha é muito pequena ou integrada? Aposte na coifa! O eletrodoméstico pode ter funções de exaustão ou depuração do ar, ideias para que o cheiro dos alimentos não seja um problema na sua casa. Além disso, torna-se também um objeto de decoração estiloso!

6. Use cores

As paredes de cor neutra e clara são as mais indicadas para as cozinhas, mas nada impede que você dê um toque colorido. Eletrodomésticos, panelas e louças expostas podem garantir um charme extra para o cômodo. Que tal testar?

Fonte: https://www.terra.com.br/

Pay per use nos condomínios: sistema tem virado tendência, veja como funciona

Serviço consiste em oferecer serviços como limpeza e arrumação que só serão cobrados mediante a contratação dos mesmos.

Pay per use nos condomínios

Além do preço, um dos critérios na hora de comprar ou alugar um apartamento é a comodidade do condomínio. E é cada vez mais comum que novos empreendimentos sejam lançados com diversos serviços de lazer e relaxamento aos moradores. Desde um simples espaço para meditação até salão de jogos, cabe tudo (ou quase) nos condomínios modernos. E esse pouco serviço não ofertado originalmente pelo condomínio, agora pode ser usufruído na forma de “pay per use” (pague pelo uso). E ai nasceu o pay per use nos condomínios.

Pay per use oferece vários serviços distintos

Para facilitar a vida dos moradores, diversos condomínios passaram a adotar esse sistema com os mais variados serviços: limpeza e arrumação, recreação infantil, serviços de pet shop, lava car e personal trainer são somente alguns deles. A vantagem é a possibilidade de pagar apenas o que utilizar, não onerando custos extras ao condomínio.

Redução dos custos para o condomínio pode chegar até 5%

Segundo a Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínos), a redução dos preços pode chegar até 5%, em média, em relação aos valores praticados no mercado. Dependendo do tamanho do empreendimento, caso feche pacotes com muitos moradores, por exemplo, esse tipo de prestação de serviço pode ser ainda mais vantajoso.

Utilização de sistema deve ser aprovado em assembleia

Porém, antes de colocar em prática o sistema pay per use nos condomínios, o assunto deve ser aprovado em assembleia e inserido na convenção do condomínio, como qualquer outra matéria. O responsável legal pela contratação da empresa, ou do profissional que irá passar a ofertar os serviços, e a forma de pagamento são de responsabilidades do síndico, assunto esse também debatido em reunião.

Caso haja insatisfação com os serviços prestados pela empresa o morador precisa informar o síndico e relatar o ocorrido.

Edifícios que utilizam do sistema “pague para usar” tem optado por criar um site com esse fim. No sistema, agendamento de horários, descrição dos serviços, sugestões e reclamações podem ser feitos de maneira rápida e mais segura.

Ao aliar comodidade e praticidade, o sistema pay per use nos condomínios parece ter vindo para ficar. E com ele, o fim da desculpa pela falta de tempo.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Aprenda a escolher o melhor tipo de churrasqueira para apartamento

O segredo de um churrasco perfeito pode estar na churrasqueira. Veja como escolher a opção perfeita para você que mora em apartamento.

Em tempos de copa do mundo, jogos, reuniões de familiares e amigos, um churrasco é sempre considerado a escolha do cardápio ideal. Mas e se o local da reunião for um apartamento, como fazer?

Já faz algum tempo que para fazer um bom churrasco não é preciso morar em uma casa ou ter um grande quintal, o mercado já conta com várias opções para quem tem um espaço reduzido.

Hoje nosso artigo vai levantar qual a melhor churrasqueira para quem mora em apartamentos e você define o tipo mais adequado ao seu espaço, vamos lá?

Onde colocar?
Antes de mais nada você precisa avaliar se a sua churrasqueira vai ficar em um ambiente interno, como a cozinha, ou se é melhor deixa-la na varanda, caso seu apartamento possua esse espaço.

Essa definição é essencial para que você continue com a ideia, pois caso erre ao construir uma churrasqueira, será complicado modificar todo o projeto. Depois de definir esse item avalie os tipos de churrasqueiras para apartamentos disponíveis no mercado e escolha a que for melhor, listaremos algumas aqui.

Churrasqueira a gás com bancada 
Esse estilo é para os apartamentos que possuem um pouco mais de espaço, pois ela é grande. Apesar de mais moderna e fácil de ser instalada, ela toma um bom espaço que não será usado sempre, pense nisso. Apesar disso, é ideal para quem deseja evitar a sujeira de uma churrasqueira tradicional, com tijolos, carvão e etc.

Churrasqueira a gás embutida
O mesmo princípio da churrasqueira a gás com bancada, com a vantagem de evitar sujeira e de fácil instalação. No entanto, é mais adequada para quem tem um apartamento menor. Como não ocupa muito espaço, é possível combinar com móveis planejados.

Tenha o cuidado de medir corretamente tanto o equipamento quanto o seu espaço na cozinha (caso seja o local escolhido para ela) antes de cortar a pedra da sua pia. As medidas erradas podem comprometer todo o projeto, tenha em mente que esse tipo de churrasqueira tem o formato similar a um cooktop.

As opções a gás são consideradas ecologicamente mais corretas, além de mais econômicas.

Churrasqueira rústica
Já que o apartamento é pequeno, que tal ter uma churrasqueira 2 em 1? Sim, é possível ter uma churrasqueira que também serve como lareira nos dias mais frios do ano. Rústica e moderna ao mesmo tempo, esse tipo de churrasqueira torna o ambiente ainda mais acolhedor.

Churrasqueira portátil
Se você acha que morar em um apartamento pequeno te impossibilita de ter uma churrasqueira ou se sua varanda é muito pequena e não comporta o projeto, tenha uma churrasqueira portátil e acabe com o problema.

Além de não precisar estar no local o tempo todo, algumas são desmontáveis e podem até servir de peça decorativa.

Churrasqueira a carvão
Olha, também existe churrasqueira a carvão para apartamento. Ainda que as opções elétricas e a gás sejam excelentes alternativas, há quem diga que o sabor não é o mesmo de um bom churrasco feito na brasa.
Nesse caso existem modelos que são portáteis e seguros ao mesmo tempo. Para quem não tem muito espaço, o grande vilão pode ser a fumaça e o fogo dentro de casa. Esse modelo geralmente possui tampa, opção para controlar os dois problemas citados. Além disso, é uma boa saída se você tem a intenção de deixar o churrasco com aquele gostinho de defumado.

Churrasqueira elétrica
A churrasqueira elétrica é amiga de quem não deseja fumaça dentro de casa. Além disso, ocupa pouquíssimo espaço e nem precisa citar a facilidade de acende-la: apenas colocando na tomada e apertando um botão.

Alguns modelos possuem ainda controle de temperatura, velocidade e já vem com espetos inclusos. Tudo fácil de limpar e exigindo pouca manutenção. Apesar da praticidade, é vista como uma opção não tão econômica, já que o custo de energia elétrica é elevado.

Churrasqueira a bafo
Apesar de produzir pouca fumaça e ser indicada para ambientes pequenos, é melhor usar esse modelo apenas na varanda. Aliás, você deve lembrar desse estilo de churrasqueira, é muito comum em filmes americanos.

Funciona como um forno, gerando e mantendo calor, também necessita de carvão para funcionar.

Churrasqueira de alvenaria
Se o seu apartamento foge à regra e possui uma varanda mais ampla, e claro, se essa for sua opção, porque não usar a tradicional churrasqueira de alvenaria?

Ideal para espaços maiores, precisa de uma manutenção mais cuidadosa. Funciona a base de carvão ou lenha e permite preparo de churrasco, pizzas e o que mais você achar interessante.

Gostou do nosso artigo sobre churrasqueira pequena para apartamento e outros modelos para escolher? Continue nos acompanhando!

Fonte: Imovelweb

Confira dicas para deixar a sala de jantar mais bonita

Veja uma série de modelos de salas de jantar para se inspirar

No passado, sala de jantar era sinônimo de status. Era nesse ambiente que as famílias exibiam sua riqueza através da fartura de alimentos e de toalhas, arranjos, castiçais, louças e jogos de talheres caros.

Os mais abastados investiam excessivamente na decoração da casa e mantinham essa área reservada para as maiores celebrações e reuniões.

Na modernidade e na contemporaneidade, a sala de jantar passou a reunir o que tem de melhor na vida – comida, amigos e família!

(Imagem/ Reprodução): Patricia Kolanian Pasquini

Se antes a sala de jantar era menos frequentada, em contrapartida, hoje, tem se tornado cada vez mais popular.

Ela continua sendo um dos espaços sociais mais importantes das residências. É onde as famílias se reúnem para interagir de maneira íntima e descontraída.

E o segredo para seu conforto, beleza e praticidade está nos toques sutis dos pequenos detalhes decorativos.

Confira a seguir dicas especiais de como acertar na hora de decorar uma sala de jantar.

Estabelecendo um layout para a sala de jantar

Geralmente, na contemporaneidade, a sala de jantar tem um conceito mais aberto. Ela aparece, nas plantas baixas, integrada a outros ambientes, como às salas de estar, cozinhas, jardins de inverno, varandas e sacadas.

Nesse caso, os móveis é que servem de delimitadores ou de divisórias entre as áreas de preparo dos alimentos, de refeição e de descanso físico.

Não importa se o ambiente é pequeno ou grande, a escolha de móveis, de revestimentos e de peças decorativas deve seguir uma mesma linha.

Na sala de jantar, a regra é primar por uma atmosfera arejada, bonita, descontraída e convidativa. Tudo deve ser bem posicionado.

O espaço de circulação das pessoas precisa ser preservado – entre os móveis, no mínimo 60 cm, e entre a mesa e as paredes 1,20m.

Escolhendo revestimentos de parede e de piso para a sala de jantar

Uma maneira de quebrar com a monotonia da sala de jantar é aplicar cor às paredes. Os tons neutros podem tornar o ambiente muito cansativo.

Para despertar o apetite e aguçar o paladar, os tons de verde ou vermelho são ótimas opções.

Dependendo dos planos livres disponíveis, o proprietário do imóvel pode optar por revestimentos mais caros, como as pedras e os tijolos aparentes; ou mais baratos, como os adesivos.


(Imagem/ Reprodução): In House

 


sala de jantar com parede verde e quadro (Imagem/ Reprodução): Marília Veiga

 

Se a sala tiver um tamanho pequeno, um espelho proporcionaria a sensação de mais amplitude – peças lisas, sem molduras, são as melhores.

De acordo com certas correntes de pensamento, como o Feng Shui, acredita-se que o reflexo da mesa multiplicaria a prosperidade da família.

Outra dica são os quadros com gravuras de frutas e flores, evocando boas energias para esse setor da casa.

No piso, sob as mesas e cadeiras, pode-se ter um tapete. Sim, os tapetes também funcionam na decoração de salas de jantar, principalmente, protegendo o piso do movimento das cadeiras.

Só que as peças que são indicadas para outros cômodos não são as mesmas para esse caso.

Elas devem ter um fio mais curto e ser de um material mais resistente e de fácil limpeza.


Tapete sob mesa jantar e adesivo de parede (Imagem/ Reprodução): Patrícia Azoni

 

Planejando a iluminação da sala de jantar

A primeira questão que deve ser destacada quanto à iluminação de salas de jantar é que não pode haver reflexos nos olhos das pessoas. Nem a área da mesa pode ficar muito quente.

Durante o dia, quanto mais luz natural melhor. Cortinas ou persianas são úteis para fazer a regulação da entrada dos feixes de luz, tornando o visual mais refinado. Já a luz artificial precisa receber uma atenção maior.

Para a sala de jantar ficar aconchegante, recomenda-se a utilização de um sistema de luz difusa, preferencialmente na cor amarela.

Sobre a mesa de jantar, lustres ou luminárias do tipo pendentes são ótimas opções. Elas devem ficar bem posicionadas em relação ao centro, e entre 75 cm a 1 m acima do tampo.

Se houver espelhos nas paredes ao redor, é fundamental estudar os focos de luz e seus possíveis reflexos.


Mesa oval e lustre pendente (Foto: MeyerCortez Arquitetura & Design)

 

Escolhendo os móveis para a sala de jantar

O ponto mais importante para a definição da decoração da sala de jantar é a escolha do mobiliário.

Que as mesas e cadeiras são os elementos mais básicos, a atração principal desse ambiente, todos sabem. Mas, entender como escolher as peças de formato, material, cor e tamanho certos é algo que poucos dominam.

E a resposta até que é simples.

Tudo vai depender da área disponível em planta e do estilo de decoração pré-determinados pelo projetista!

As mesas são o ponto de partida para qualquer tipo de decoração. O formato desse móvel determinará toda a configuração do layout da sala de jantar e os espaços livres para a circulação das pessoas.

Ele pode apresentar um tampo oval, redondo, quadrado ou retangular. Resumidamente, fala-se que ambientes retangulares combinam melhor com mesas de bordas retas – as demais ficam para salas amplas.


(Foto: Codecorar)

 

As redondas, mais versáteis, são indicadas para ambientes menos formais, proporcionando uma melhor interação entre todos. Já as retangulares ficam melhores em espaços estreitos.

Elas podem acomodar um número maior de pessoas, principalmente se seus apoios forem centrais ou recuados.

Mesa Oval (Foto: Andrea Petini )

Mesa Retangular (Foto: Gislene Lopes )

 

Em ambos os casos, para garantir mais conforto, a distância entre a parte inferior do tampo da mesa e o assento das cadeiras deve ser de cerca de 30 cm.

Além do conjunto de mesa e cadeiras, o proprietário do imóvel pode investir em peças complementares para a sua sala de jantar.

São exemplos os aparadores, as cristaleiras e os carrinhos de apoio.

Também os pufes e banquinhos, que serviriam de assentos extras. Clássicos ou modernos não importa. Seu design, cores e materiais devem se adaptar ao tipo de decoração proposto.

O que mais interessa é se são bem estruturadas, resistentes, e se proporcionarão harmonia visual e conforto aos usuários!

(Foto: MeyerCortez Arquitetura & Design )

(Foto: Egeart – Engenharia e Arquitetura)

 

Decorando a mesa de jantar


(Foto: BG Arquitetura )

 

As refeições são o momento mais mágico para quem gosta de design. O toque final da sala de jantar ficará a cargo dos utensílios e elementos decorativos. Vestir a mesa com bonitas toalhas, trilhos ou jogos-americanos é só o primeiro passo.

Por cima disso, ficam todos os outros acessórios, como louças, copos, taças, xícaras, travessas, bandejas, faqueiros e guardanapos.

Castiçais, vasos e arranjos florais – reais ou artificiais – são sempre curingas na decoração de mesas de salas de jantar. Seu mix de tons e brilhos dão aquele “algo-a-mais-requintado” que todos apreciam nas casas de revistas!

Fonte: ZAP em Casa

Veja detalhes para prestar atenção ao alugar direto com o proprietário

Ao alugar diretamente com o proprietário é preciso ter cautela e tomar alguns cuidados. Confira as dicas que separamos e encontre seu imóvel!

Alugar imóveis sem a presença de um corretor ou imobiliária pode causar certo receio nos clientes e gerar maior desconfiança, mas se feito com cautela, é possível ter uma negociação agradável e sem traumas para ambas as partes.

É importante que você, como pessoa interessada no imóvel, conheça seus direitos e deveres, além de ter alguma noção de como funciona o processo de locação de imóvel.

Com esse artigo, visamos orientá-lo em relação aos cuidados necessários na hora de fechar negócio, para que você não caia em golpes ou seja lesado durante a tratativa com o proprietário da casa ou apartamento.

O primeiro passo de todos, e certamente o mais importante, é a confecção de um contrato detalhado! Não se pode pensar em qualquer que seja o tipo de negócio sem que um contrato esteja por trás para firmar o que foi combinado e garantir a sua segurança caso venha a ocorrer algum problema no meio do percurso.

Nele, devem conter informações importantes como condições de valores, formas de pagamento, taxas (caso houver), datas e dados dos envolvidos.

Ainda que você deseje realizar todo o procedimento com maior liberdade sem o envolvimento de um corretor ou imobiliária, é importante que seja consultado um advogado para estruturação do contrato e garantia de que tudo sairá como previsto em lei.

Ele auxiliará vocês sobre a melhor forma de incluir pontos importantes como o que é direito e dever do cliente no que diz respeito a pagamento de taxas e tributos como o IPTU, por exemplo.

Um olhar clínico na hora de visitar o imóvel vai prevenir problemas no futuro. Atente-se a situação da casa ou apartamento que você deseja alugar para cobrar do proprietário os reparos necessários antes de entrar para morar. Um item fundamental que precisa estar discriminado no contrato e é de responsabilidade de quem está ofertando o imóvel para aluguel é a vistoria.

Ela serve como garantia de que você tenha 100% de funcionamento em pontos fundamentais como rede elétrica e tubulação de água. Minúcia na vistoria ajuda a evitar curtos circuitos e vazamentos dentro do imóvel. Identifique possíveis rachaduras ou fios danificados.

Discutir detalhadamente o que é responsabilidade de cada parte envolvida na locação é uma forma de manter as coisas transparentes e estreitar laços com o proprietário do imóvel. Clareza nas conversas ajuda a ter mais abertura para discutir eventuais necessidades de reparos ou até mesmo sugerir melhorias para o ambiente.

Desta forma, você poderá morar com conforto e o dono do imóvel terá mais segurança sobre quem está ocupando o bem que lhe pertence pelo tempo em que o contrato estiver determinado.

Entenda com o dono do imóvel os benefícios e diferenciais presentes no mesmo. Se você tem carro, uma vaga de garagem é sempre bem vinda. Caso tenha animais de estimação, uma casa ou apartamento que possibilite a criação dos bichinhos e atenda às suas necessidades estará à frente de outras opções presentes no mercado.

Converse com o proprietário sobre todos esses detalhes e peça para que ele aponte se há algum diferencial que possa ser fator decisivo na hora de fechar negócio.

Por fim, nunca se esqueça de pesquisar sobre a região do imóvel para não ter surpresas como barulho excessivo não comunicado devido à proximidade com avenidas movimentadas, fábricas ou demais fatores que interfiram no ruído da área.

Além disso, atente-se ao que tem de infraestrutura no bairro, como terminais de ônibus e estações de metrô, escolas, hospitais e prontos socorros, supermercados, entre outros tipos de conveniência. Uma visita à região em horários mais movimentados, se possível, te dará um panorama de como deve ser morar por ali.

Caso consiga, aproveite para trocar algumas palavras como os moradores e pessoas que trabalham próximo do local.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Cuidados básicos podem evitar grandes incêndios em condomínios

Negligências com equipamentos e falha humana estão na raiz de grandes incêndios em condomínios.

Cuidados básicos podem evitar grandes incêndios em condomínios

 

Cuidados básicos podem evitar grandes incêndios em condomínios

 

Todos nós acompanhamos com apreensão o desenrolar dos fatos relacionados ao incêndio no edifício Greenfell Tower, em Londres, em junho de 2017. De acordo com as autoridades daquele país, o incêndio deixou pelo menos 80 mortos e mais de 100 pessoas desaparecidas.

Segundo as investigações, o empreendimento tinha passado recentemente por reformas, que incluíram mudanças nas fachadas e no sistema de calefação, que custaram 10 milhões de libras (42,2 milhões de reais).

Conforme o relato de alguns moradores resgatados, a orientação era para que permanecessem dentro dos apartamentos. Algo totalmente fora do recomendado pelos bombeiros.

O incêndio da capital inglesa ligou o alerta para o assunto em condomínios de todo o mundo.

Apesar desse tipo de acidente estar sujeito a acontecer em qualquer lugar, os prédios mais antigos e sem inspeção correm mais riscos. Portanto, o conhecido ditado popular “prevenir é melhor que remediar”, é o mais verdadeiro quando se refere a assuntos de incêndio.

Fiação antiga e descascada, falta de manutenção, descargas elétricas e falha humana estão entre os principais fatores que começam um incêndio.

Os síndicos precisam estar atentos e providenciar, periodicamente, a verificação dos equipamentos de combate a incêndio. Mas também os moradores precisam fazer o seu papel. Evitar ligar diversos aparelhos em uma mesma tomada usando o famoso benjamim, tomar cuidado com panelas no fogo, fumar em locais indicados e cobrar, por meio das assembleias, a correta manutenção dos equipamentos contra incêndio.

Os equipamentos mínimos necessários para a sinalização e combate ao incêndio podem variar de acordo com a idade de construção do edifício e a área construída, mas o mínimo exigido passa por extintores, iluminação e sinalização de emergência que brilham no escuro, e brigada de incêndio, obrigatório desde 2012.

Para empreendimentos acima de quatro andares é necessária a instalação de hidrantes, alarme, para-raios e gás centralizado. Já as edificações acima de 20 metros, além das exigências anteriores, são indispensáveis, ainda, a instalação de escada enclausurada com portas corta-fogo.

Outro fator fundamental que auxilia no combate e prevenção dos incêndios é a capacitação dos funcionários e síndicos. Para isso, diversos Secovis oferecem cursos de brigadista gratuitamente aos condomínios.

Confira outras dicas para ter um edifício seguro

1- Manutenção

– Os extintores de incêndios devem ser apropriados para o local e distribuídos de acordo com a aprovação do corpo de bombeiros. Sua manutenção e recarga devem ficar a cargo de empresas especializadas.

– Os hidrantes devem ser bem sinalizados e de fácil acesso. Sua manutenção, assim como os extintores, é anual e a mangueira dos hidrantes deve estar bem enrolada e dispor de bico e chave “stortz”

– Desenrole toda a mangueira e verifique se elas podem ser acopladas facilmente nos hidrantes. Não espere o teste anual para realizar esse procedimento.

–  O sistema de iluminação de emergência deve ser testado mensalmente. O tempo de iluminamento necessário é entre 1 a 2 horas.

– O alarme contra incêndio pode ser acionado manual ou automaticamente. No entanto, ele deve ser audível em toda a área envolvida pelo ocorrido. A sua manutenção deve ser verificada com o fabricante.

– Observar periodicamente as molas, maçanetas, trincos e as folhas das portas corta-fogo. Lembre-se que ela deverá sempre se abrir para o lado da saída das pessoas e o seu fechamento deve ser completo.

– Faça, anualmente, testes de resistência no para-raios.

– Não se esqueça de realizar, também, anualmente, o teste de estanqueidade de GLP.

2- Cuidados

– Sinalize e mantenha livre as rotas de fuga. É comum que os moradores deixem objetos nos corredores. Procure alertá-los dos perigos para essa prática.

– Evite o acúmulo de material potencialmente incendiário como tintas, papel plástico e outros em salas dentro do condomínio.

– Oriente os moradores sobre os cuidados com eletrodomésticos e panelas no fogo. Em caso de cheiro de gás, não acenda luz ou risque faísca. Abra todas as janelas do ambiente e espere o gás se dissipar.

3 – Na hora do incêndio

– De imediato chame o Corpo de Bombeiros.

– Os especialistas imediatamente irão lhe auxiliar sobre os primeiros procedimentos até a chegada de uma viatura ao local. Normalmente, as recomendações são as seguintes, mas sempre siga o que o profissional determinar.

– Evite os elevadores. Evacue o local pela escada e oriente os moradores a fechar todas as portas que passarem.

– Desligue a rede elétrica e a central de gás, quando houver.

– Retire todos os moradores do prédio dando uma atenção especial para crianças e idosos. Depois de solucionado o foco de incêndio, faça a identificação de todos e comunique ao bombeiro.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Violência doméstica em condomínios

Qual o papel e postura do síndico diante de ocorrências, ou suspeitas, de violência doméstica?

Qual o papel e postura do síndico diante de ocorrências, ou suspeitas, de violência doméstica?

 

O Brasil ocupa o 5º lugar entre os países mais violentos do mundo no que se refere à violência doméstica contra mulheres.

De acordo com o mais recente levantamento do Mapa da Violência, em média 13 mulheres são assassinadas por dia no País.

E você, como síndico, já parou para pensar como reagiria se presenciasse, ou suspeitasse, de algum caso de agressão no seu condomínio?

Legislação

Antes de qualquer coisa, vale lembrar que os crimes de violência doméstica são aqueles cometidos com a prevalência das relações domésticas, podendo o agressor ser homem ou mulher.

“É muito comum escutar que a violência doméstica ocorre somente quando a vítima é uma mulher, todavia, tal fato está errado, tendo em vista que pode ocorrer da mulher em face ao homem (a Lei 11.340/06, Lei Maria da Penha, inclusive, por ser aplicada por analogia para proteger os homens), de pai para filho entre outros”, explica a advogada especializada no ramo, Gabriele Gonzaga Bueno Garcia.

Além disso, a Lei Maria da Penha não contempla apenas os casos de agressão física. Também estão previstos as situações de violência psicológica, ofensas, destruição de objetos, difamação e calúnia.

Porém, mesmo com todo o aparato protetivo que a lei busca garantir, a síndica profissional e proprietária da Sindinero Serviços, Valéria Martins Del Nero, aponta que não é difícil, em uma área onde se concentram várias famílias de temperamentos e costumes distintos, acontecer alguma agressão física ou moral, até mesmo ameaças, as quais é preciso o síndico intervir para evitar desfechos mais graves.

É preciso manter sigilo

E para estes casos de hostilidades, não é preciso criar uma regra nas convenções, pois a lei já disciplina todos os seus aspectos preventivos e repressivos. Assim como jamais os casos de brigas familiares deverão constar em pauta de assembleia, justamente por ser uma questão particular que ocorreu na intimidade, dentro do apartamento.

O sigilo é importante para não agravar o assunto e, principalmente, para garantir a integridade moral tanto do acusado como da vítima.

“É muito difícil a vítima ou o agressor querer se expor perante o condomínio, devendo tanto os moradores e o síndico zelarem pelo bom senso, interferindo na vida destes moradores somente quando necessário”, comenta o advogado criminalista e sócio do escritório Euro Filho e Tyles Advogados Associados, Gabriel Huberman Tyles.

Prevenção 

Para reprimir o crime, a dica é o administrador distribuir ou veicular, por intermédio de algum canal de comunicação do condomínio, uma cartilha de esclarecimentos a respeito da violência doméstica, mas sem usar possíveis casos ocorridos como exemplo.

“Esse tipo de assunto é um tanto quanto velado em condomínios, pois sendo algo muito particular, corre o risco de o condomínio ser processado por difamação, caso o assunto se espalhe, por isso deve ser tratado com muita cautela. Os funcionários da portaria devem ser instruídos a não comentar sobre o caso com demais colaboradores e moradores”, informa Valéria.

No momento da agressão

Em casos de agressão comprovada, onde os vizinhos escutam a briga, ou quando a vítima grita e solicita ajuda, é importante acionar a Polícia Militar por meio do número de telefone 190 - de forma anônima ou identificada, solicitando a presença de uma viatura para que os policiais possam registrar a ocorrência.

“O síndico, apesar de seu relevante papel em um condomínio, não é o responsável universal pela resolução de todos os problemas dos moradores. Ele deve agir dentro das suas incumbências, mas não deve ir além”, diz Nathalie Murcia Rodrigues dos Santos, Delegada de Polícia Plantonista do 4° Distrito Policial de Santo André.

Mesmo em casos que a vítima não se pronuncia, a polícia poderá ser acionada pelo condomínio e o socorro é obrigatório, mesmo sendo contra a sua vontade.

“A justificativa para essa conduta mais rigorosa se funda no receio de que a situação se torne mais grave e sem possibilidade de ser sanada”, explica Laila Bueno, advogada consultora do Grupo Graiche.

Agressão a menores de idade

Criança sendo agredida

O mesmo procedimento vale em caso de suspeita de agressão a menores. Nesse caso, o conselho tutelar poderá ser acionado para que se possa investigar os fatos e tomar as medidas protetivas cabíveis à situação.

Quando há indícios de violência doméstica

De acordo com a advogada Gabriele, o síndico pode até tentar conversar com a pessoa possivelmente agredida, caso não tenha presenciado a violência, mas ele não pode se envolver. Pois não é uma autoridade e cabe ao agente investigar se houve ou não um crime dentro da unidade em questão.

“Destaco que somente o guarda civil pode apurar o ocorrido na residência e tomar as medidas cabíveis ao caso. O síndico é um administrador e não um investigador, por isso, se ele não presenciou, ele não deve se intrometer”, fala Gabriele.

Além disso, é importante lembrar que uma agressão não precisa ser necessariamente física para configurar em situação de violência. Ofensas também são situações de violência doméstica e, normalmente, antecedem um ataque físico.

A outra maneira de ajudar é fixar cartazes e comunicados impressos nos elevadores e áreas comuns do condomínio para informar às vítimas que devem procurar a polícia em caso de hostilidade. (use o cartaz que disponibilizamos mais acima nessa matéria)

Discussão X Agressão

Entretanto, é necessário saber diferenciar uma divergência entre casais com agressão física e lesão corporal.

Em casos em que o vizinho escuta apenas discussão acalorada, o condomínio não tem como entrar no mérito da questão, apenas advertir por barulho excessivo.

Nestas situações, que geram incômodos aos demais, com barulhos e situações de insegurança, poderão ser tomadas as medidas previstas em regimento e convenção, com a aplicação de advertência e multas, podendo ser aplicadas em dobro ou até o máximo permitido em lei, ou conforme a convenção.

É possível impedir a entrada do agressor no condomínio?  

Situações como esta são delicadas, porém mais comuns do que se imagina.

Valéria Martins relata que existem casos no qual o marido após a agressão sai do condomínio e a esposa procura a administradora pedindo ajuda para proibir a entrada dele no apartamento, por exemplo.

Mas isso só é possível após as medidas protetivas de proibição serem deferidas por um juiz, por intermédio de uma decisão judicial.

“A vítima, se for mulher e estiver acobertada pela Lei Maria da Penha tem direito a algumas medidas protetivas, tais como: afastamento do local de convivência com a ofendida; proibição de determinadas condutas como, aproximação da ofendida, de seus familiares e das testemunhas, fixando o limite mínimo de distância entre estes e o agressor e suspensão de visitas aos dependentes menores”, aponta a advogada Gabrielle.

Portanto, havendo uma medida nesse sentido, o síndico deve orientar os funcionários da portaria a não permitirem a entrada do agressor.

Se, havendo a decisão judicial, o agressor quiser forçar sua entrada, basta ligar para a polícia, e ele será conduzido à Delegacia.

“Evidentemente que, no caso do agressor não ser morador do condomínio, a própria vítima pode proibir a entrada dele, mediante uma simples comunicação na portaria”, esclarece Nathalie.

E em caso de dúvida de como proceder diante de uma determinada situação nesta ordem, o melhor a se fazer é ligar para o 190 ou telefonar para a Delegacia da área buscando uma orientação.

Omissão

O assunto é bastante grave, mas “não meter a colher”, em casos comprovados de violência doméstica, pode gerar uma omissão que agravará o crime, levando a consequências complexas.

Além disso, tanto o síndico, como qualquer outro morador, pode ser responsabilizado pelo crime de omissão de socorro, previsto no artigo 135 do Código Penal, se, deixar de prestar assistência.

Segundo a Valéria, nestes momentos, como por exemplo, de uma mulher que foi violentamente espancada pelo marido e está muito ferida, o síndico ou o morador deve prestar socorro, ou acionar quem possa prestá-lo, sob pena de responder pelo crime de omissão de socorro.

Ressalvados esses casos que caracterizam a omissão de socorro, como a violência doméstica se trata de uma grave afronta aos direitos da mulher, a denúncia deve ser considerada como um dever cívico e ético.

“Havendo relatos de vizinhos sobre gritarias, ou ruídos de brigas, por exemplo, deve-se interfona para unidade para que seja solicitado que a briga cesse ou o barulho diminua. Caso a prática seja recorrente ou não cesse com o pedido, a polícia deverá ser acionada sem objeção”, expõe Laila Bueno, advogada consultora do Grupo Graiche.

O síndico, ou qualquer pessoa que denunciar, somente será processado criminalmente, ou civilmente (danos morais) se, de forma proposital, efetuar uma denúncia de crime que sabe não ter ocorrido, ou se o atribuir a pessoa que o sabe inocente. Portanto, somente se houver uma falsa acusação, realizada de má-fé, é que haverá a responsabilização legal.

Se, posteriormente, a vítima não desejar prosseguir com a acusação, o síndico, ou o denunciante, não poderão ser responsabilizados de qualquer forma.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Formas de Esquentar o Ambiente com Decorações

Os espaços estão cada vez menores nos grandes centros urbanos como Rio de Janeiro e São Paulo. Atualmente, o tamanho médio dos imóveis vem diminuindo e cada m² precisa ser aproveitado da melhor forma. Um cenário que ressalta a importância da decoração, seja para ampliar, para acessibilidade, e até mesmo tornar o ambiente mais quente.

O conceito de decoração progrediu com o passar dos anos, deixou de ser apenas o ato de incluir objetos no ambiente, e passou a ter um poder maior: torná-los harmônicos e funcionais para proporcionar conforto e transmitir a personalidade do morador, e até mesmo da empresa.

 

1. Descubra como esquentar o ambiente com a decoração

 

1. Descubra como esquentar o ambiente com a decoração

Foto: Viva Decora

 

Você deve achar que a dica para esquentar o ambiente com decorações, são formas de aquecer para o inverno que se aproxima, não é mesmo? Você está quase certo!

É claro que nesta época do ano queremos conhecer dicas de decorações que contemplam as principais cidades turísticas, como Petrópolis, no Rio de Janeiro – destino que combina com o charme das construções do período imperial com o clima frio da serra. Aliás, destino de muitos cariocas que sonham em comprar uma casa na cidade.

 

2. Cozinha gourmet com cores quentes. Projeto de Abreu Coimbra Arquitetura

 

2. Cozinha gourmet com cores quentes. Projeto de Abreu Coimbra Arquitetura

Foto: Viva Decora

 

No entanto, esquentar o ambiente com a decoração vai um pouco além, é construir um espaço que todos se sintam acolhidos, relaxados e seja ideal para receber a família, os amigos, e os seus clientes, quando o ambiente for da empresa.

Que tal saber como conseguir todos esses toques na sua decoração? Confira as dicas a seguir!

1 – Cores

Quando falamos em aquecer, a cor é o personagem principal desta história. Mudar as cores das paredes é um importante toque para trazer novos ares para o ambiente e conseguir o resultado desejado. Por isso, as cores ‘quentes’ são as mais indicadas. São elas o amarelo, o vermelho, o laranja, o marrom e os ocres (variação do marrom).

 

2. As cores quentes deixam o ambiente mais aconchegante

 

2. As cores quentes deixam o ambiente mais aconchegante

Foto: Viva Decora

 

Para não errar na aplicação dessas cores, a dica é contrastar com tonalidades claras, como creme, branco e cinza. Se você possui um perfil menos ousado, invista criar apenas uma parede com cor diferenciada. Aquece o ambiente e traz um ar moderno para a sua decoração.

2 – Cozinha

Como deixar a cozinha aquecida, sem pensar na temperatura habitual do ambiente por questões das suas atividades de preparos de alimentos? É bem simples! Além das cores que indicamos acima, você pode apostar em quadros nas paredes – cria uma sensação de acolhimento e ajuda a esconder tomadas e fios.

 

3. Cozinha com parede decorada de quadros vintage. Projeto de Casa Aberta

 

3. Cozinha com parede decorada de quadros vintage. Projeto de Casa Aberta

Foto: Viva Decora

 

3 – Sala

Os truques para deixar a sala mais quente é incluir almofada, xale, manta e tapete. Para as almofadas, escolha capas com tecidos como camurça e estampas. Xales e mantas, os modelos de tricô são algumas opções aconchegantes.

Engana-se quem pensa que o tapete é indicado somente para as estações frias, no verão também possui o seu papel trazendo mais cor para o espaço. Além de esquentar, o tapete delimita e incorpora os móveis ao ambiente.

 

4. Sala de estar turquesa com sofá marrom com manta de tricô. Projeto de Casa Cor SP 2017

 

4. Sala de estar turquesa com sofá marrom com manta de tricô. Projeto de Casa Cor SP 2017

Foto: Viva Decora

 

4 – Quarto

O quarto por ser um cômodo especial para descanso e tranquilidade, você pode investir em diversos detalhes e esquentar o ambiente com decorações.

Na parede atrás da cama, o painel de réguas de laminado de madeira traz um ar diferente para o espaço. Você também pode investir no tecido da cabeceira seguindo a mesma tonalidade que case com a cor do painel escolhido.

 

5. Quarto de solteiro com cabeceira de madeira. Projeto de Maricy Marcos Borges

 

5. Quarto de solteiro com cabeceira de madeira. Projeto de Maricy Marcos Borges

Foto: Viva Decora

 

Uma boa iluminação no quarto faz toda diferença, pois é nele que sempre buscamos passar as horas de relaxamento. Um item indicado para proporcionar esse bem-estar é o abajur. Além de melhorar a visibilidade na hora de ler um livro, cria uma identidade única, e iluminação para o descanso.

O ideal é que o abajur complete a iluminação central do quarto, mesclando com outras fontes de luz.

5 – Escritório

Para esquentar os ambientes da sua empresa, você pode escolher um pouco de cada dica acima e implementá-las. Trabalhar com cores quentes, quadros em paredes frias, buscar a melhor iluminação, tanto para aquecer, como para proporcionar a melhor visualização no dia a dia de trabalho, e por fim, incluir toques na decoração que transmita a essência e missão da sua empresa.

 

6. Escritório com muitos quadros e peças de madeira. Projeto de Doob Arquitetura

 

6. Escritório com muitos quadros e peças de madeira. Projeto de Doob Arquitetura

Foto: Viva Decora

 

Fonte: https://www.terra.com.br

Confira algumas dicas para decorar apartamento compartilhado

Se você vive em um apartamento compartilhado e não faz ideia de como decorá-lo, que tal algumas dicas? Separamos as mais interessantes para você a seguir!

Dividir apartamento é sempre uma ideia interessante para quem precisa economizar uma grana ou está com a renda curta por um período. Vale rachar as contas com um amigo, parente ou até apostar em um conhecido que também precise de um espaço para morar.

Acontece que depois da decisão e de todo o processo burocrático até pegar as chaves, vem a dúvida sobre a decoração do ambiente, e como encontrar um estilo que combine com todos os moradores.

Separamos algumas dicas para criar um ambiente mais neutro, porém sem perder a personalidade e agradar a todas as partes envolvidas! Confira.

A primeira dica para conseguir decorar um espaço que tenha a cara de todo mundo é sentar para conversar sobre gostos e inspirações. Esse é o passo número um para começar a construir alguns ambientes na cabeça de vocês e pensar em elementos que possam ajudar a criar essa atmosfera.

Falem sobre o que vocês gostam de ouvir, ler, assistir e algumas ideias virão sempre que algo em comum aparecer. Discutam também cores que ajudam a dar um clima diferente para o lar ou até mesmo descarte as cores se a intenção for um espaço em tons neutros, claros ou escuros.

Outra dica bacana é começar pelos quartos, pois é o ambiente do apartamento com o qual os moradores têm maior identificação. É no quarto onde as pessoas se sentem confortáveis para ter suas coleções, coisas pessoais e expressar seus gostos através da arte e da decoração.

Após mobiliarem os quartos, identifiquem o que há em comum entre eles e concentre-se nisso para pensar nos demais ambientes.

Uma forma de começar a escolher as coisas certas para comprar para o apartamento em conjunto é tirar uma tarde para olhar referências online. O Pinterest reúne excelentes combinações de imóveis decorados e mobiliados para todos os gostos e com muitos elementos atuais e modernos.

Dá até para descobrir novas lojas no mercado só pesquisando por referências na internet. Crie uma pasta com todas as imagens que mais combinam com o que vocês procuram para a decoração e usem como base para achar no mercado os itens com preços interessantes.

Apesar de a decoração ser um fator que alegre e encha os olhos de quem gosta do assunto, é importante também focar no conforto e ter um bom senso de necessidade.

Pense se o espaço aceita um sofá um pouco maior, se há a necessidade de uma mesa de centro ou estante caso a função seja apenas decorativa e até mesmo se é preciso tudo o que vocês desejam comprar. Às vezes menos é mais e o planeta agradece por menos excessos!

Para ter menos conflitos de gosto na decoração, uma dica legal é apostar em móveis e acessórios neutros. Paredes em tons de branco ou cinza clarinho, cortinas claras para deixar o ambiente iluminado durante o dia, sofás e armários que combinem com o restante da composição, entre outros.

Aposte em móveis planejados para ter 100% de aproveitamento do espaço, ainda mais se o ambiente for pequeno. Em apartamentos com cozinha americana, os armários embutidos, prateleiras, nichos e eletrodomésticos como cooktops ajudam a poupar espaço deixando o cômodo mais amplo e a decoração bonita, mesmo que simples.

Se o apartamento não tem suítes e o banheiro precisa também ser compartilhado, aposte em prateleiras ou armários para cada um guardar as coisas que desejar. Na decoração, combine os elementos usando cores coringas que sempre vão bem umas com as outras e deixam o ambiente harmônico e charmoso.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Inverno é tempo de observar a manutenção da piscina

Para aproveitar em dias mais quentes, o cuidado com a piscina do condomínio começa no inverno. Use essa época do ano para realizar a manutenção da piscina. 

É tempo de frio em diversas regiões do país. E como nesta época do ano as baixas temperaturas costumam afastar as pessoas das piscinas, esse período se torna o mais indicado para obras de reparo, troca de revestimentos e restauração de pisos e decks.

Os dois tipos mais comuns de piscinas instaladas em condomínios são as de resina poliéster com fibra de vidro, menos suscetíveis a furos e vazamentos. E as piscinas feitas de vinil, fáceis de montar e econômicas, por não precisarem de rejuntes.

Em ambos os casos, com o passar dos tempos, invariavelmente elas precisam passar por manutenção. E é isso que iremos tratar a seguir.

Veja agora o que deve pode ser observado pelo síndico, na área da piscina, aproveitando o pouco uso desse espaço em períodos mais frios.

1- Infiltrações e rachaduras

Infiltrações e rachaduras são ocasionadas, na maioria das vezes, pelo recalque que desloca a estrutura da piscina. Nesse caso, deve-se resolver o problema da fissura e, depois, tornar a impermeabilizar e revesti-la.

Geralmente as fissuras aparecem porque no momento da instalação não foi observada a relação entre impermeabilização e estrutura.

Por exemplo: se a impermeabilização escolhida for rígida, mas a estrutura apresentar movimentações é certo que no futuro surgirão fissuras e rachaduras.

Portanto, na hora de escolher o material mais indicado leve em conta a estrutura do espaço e o tipo de impermeabilização escolhido. Isso poderá evitar manutenções futuras fora de hora.

2- Troca de rejunte e azulejo

Apesar de não serem muito comuns em condomínios, os azulejos são uma das formas mais econômicas de revestir piscinas. Além disso, há uma infinidade de tipos de decoração com esse material. E como todo tipo de revestimento, ele também necessita de reformas e manutenções.

Existem duas possiblidades para a troca de azulejo e rejunte. A forma tradicional, a piscina é esvaziada lentamente, deixando somente um espelho d´água para evitar a dilatação da estrutura, e a empresa contratada escova os rejuntes e efetua a troca os azulejos trincados.

Porém, essa opção pode dispender um custo elevado financeiramente para o condomínio e ecologicamente para o planeta.

A segunda opção, denominada de técnica subaquática, já é bastante encontrada no mercado. Nela, o profissional efetua a troca dos azulejos, a reposição dos rejuntes e outros serviços sem precisar esvaziar a piscina.

Desta forma, não é preciso jogar fora milhares de metros cúbicos de água pelo ralo, onerando custos ao condomínio com a fatura mensal da água.

3- Troca do vinil da piscina

Nesse caso, não tem outro jeito. Será preciso esvaziar a piscina. Até mesmo por isso épocas mais frias do ano se tornam a mais indicada para esse tipo de procedimento.

O primeiro passo é a retirada do vinil antigo e a verificação de rachaduras na estrutura. Só depois se aplica um novo vinil.

Porém, antes mesmo do esvaziamento da piscina, é recomendável que o novo vinil já esteja pronto. Isso porque uma piscina vazia por muito tempo é mais propícia a sofrer riscos estruturais.

4- Troca de borda e manutenção do piso no entorno da piscina

Em qualquer tipo de piscina há a possibilidade da troca de sua borda. Para tanto, é fundamental que a nova borda tenha a mesma espessura da antiga, para não criar degraus de um revestimento para o outro.

Em relação à troca de pisos e decks, lembre-se sempre de que o conforto deve ser um aliado da segurança. Logo, os materiais mais indicados são os pisos atérmicos, aqueles que não absorvem muito calor, e os antiderrapantes.

Tratamento da água na piscina deve observado o ano todo

Além das manutenções periódicas, mais indicadas para serem feitas no inverno, o fato do espaço estar sendo menos usado não significa que os cuidados com a qualidade da água e a estrutura do espaço devam ser negligenciados.

Para que os condôminos possam usufruir desse espaço em dias mais quentes, sem pagar a mais por isso, uma vez que a falta de cuidado com a qualidade da água no decorrer do ano pode triplicar o valor do seu tratamento, é necessário que o síndico siga os procedimentos preventivos regularmente.

Veja algumas dicas para manter a piscina sempre limpa 

– Em piscinas de uso coletivo o controle do cloro precisa ser rigoroso, geralmente dia sim, dia não, já que é ele que mantém a piscina transparente e evita a transmissão de doenças. Porém, fique atento, já que cloro em excesso pode irritar os olhos e danificar os cabelos.

– O processo de filtragem da água precisa ocorrer todos os dias. Os filtros mais comuns são os de areia. Apesar de serem muito eficientes, é preciso observar o correto tempo de filtração, a carga de areia adequada depositada no filtro e a validade do produto.

– Também é preciso ficar atento ao pH da água. A medição deve ocorrer pelo menos duas vezes por semana. Já a aspiração da piscina depende da demanda de utilização. Em alta temporada é recomendável efetuar o procedimento pelo menos uma ver por semana.

– A aplicação de alguns produtos químicos também se faz necessária durante esse período. O uso de algicidas e produtos para baixar a alcalinidade são os mais comuns.

Como se vê, manter uma piscina com água transparente e livre de doenças é bastante trabalhoso. Por isso, muitos condomínios contratam empresas especializadas. Já outros, com piscinas menores, preferem delegar essa função para seus funcionários.

Na prática, não existe nada que impeça que o próprio condomínio efetue esse procedimento, caso ele possua um profissional competente e com conhecimentos para executar o serviço.

No entanto, a vigilância sanitária, na Resolução 0003/2001, estabelece que todo local que possua piscina de uso coletivo ou especial seja obrigado a possuir alvará sanitário e profissional da área química como responsável técnico.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

A luz oscilou e o seu eletrodoméstico queimou? Não fique no prejuízo!

As distribuidoras de energia elétrica têm o dever de indenizar clientes que tiveram problemas com aparelhos em casa

O tempo virou, começou aquela chuva, ventania, raios. Tão rápido que nem deu para você correr e desligar tudo das tomadas. Resultado: sua TV queimou. A culpa é de quem? Da concessionária de energia elétrica, claro. Sim, a empresa prestadora do serviço tem o dever de pagar o conserto nesses casos.


(Foto: Shutterstock)

 

“Tempestade, descarga elétrica, oscilação de tensão. Tudo isso diz respeito ao serviço de distribuição de energia que é prestado pela concessionária. Essas variáveis integram o risco do negócio. Então, a responsabilidade por danos em aparelhos é da distribuidora de energia”, afirma o advogado Rafael Quaresma, especialista em Direito do Consumidor e coordenador do Procon de Santos (SP).

Também especializado em Direito do Consumidor, o advogado Fabrício Posocco explica que as regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)) e do Código de Defesa do Consumidor (CDC) preveem o ressarcimento de danos em equipamentos causados por blecautes ou raios.

“Os consumidores residenciais que porventura tenham tido aparelhos danificados pela interrupção do fornecimento de energia devem procurar a distribuidora da sua área no prazo de até 90 dias para solicitar a reparação dos danos”, detalha Posocco.

Como fazer

Quaresma diz que a empresa tem as informações sobre oscilação na rede porque monitora o sistema 24 horas. “A concessionária fará uma perícia no eletrodoméstico que estragou e, constatando que o problema é oriundo da oscilação na rede, indenizará o consumidor, seja com o reparo ou a substituição do produto”

Posocco diz que a distribuidora tem 45 dias corridos para ressarcir o consumidor. O procedimento pode ser solicitado por telefone, pela internet (no site da concessionária) ou pessoalmente, nas agências de atendimento.

“Caso a distribuidora não cumpra algum termo previsto, o cliente deve realizar uma reclamação na Ouvidoria da Aneel pelo telefone 167 ou pelo site www.aneel.gov.br. Deve também fazer uma reclamação no site consumidor.gov.br, além de procurar o Procon”.

Na hipótese da solução não ser alcançada por esses canais, a pessoa prejudicada pode procurar um advogado e ingressar com um processo judicial.

Por conta própria

Se você teve um aparelho queimado durante uma tempestade, mas acha que é muita burocracia procurar a empresa, não se incomoda em deixar de lado seus direitos e quer resolver tudo sozinho, preste atenção: nem sempre compensa arrumar um eletrodoméstico quebrado.

Faça as contas. Especialistas dizem que, geralmente, o reparo é viável quando custa até 35% do valor de um produto novo. Se custar entre 36 e 50%, pense bem e avalie quanto tempo mais ele terá de vida útil. Se passar de 50%, raramente compensa e pode ser barca furada arrumar.


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Cuidados ao adquirir equipamentos de segurança

O que checar na hora de adquirir CFTV, cercas elétricas, sensores de presença, controles de acesso, centrais de alarme, etc.

O que checar na hora de adquirir CFTV, cercas elétricas, sensores de presença, controles de acesso, centrais de alarme, etc.

Equipamentos eletrônicos de segurança (CFTV, cercas elétricas, sensores ativos de movimento e de presença, controles de acesso e centrais de alarme) não são capazes de resolver, de maneira isolada, o problema do condomínio.

Eles devem ser uma parte do sistema de segurança do condomínio e, sem infraestrutura adequada e procedimentos corretos, sua eficiência é quase nula.

Infraestrutura

  • Complementam o trabalho do sistema eletrônico a infraestrutura (muros, cercas, iluminação interna e externa, portão, portaria, guaritas) e o sistema de procedimentos de segurança: treinamento adequado de funcionários e moradores também.

Morador

  • Morador tem parte crucial dentro do sistema de segurança do condomínio. A maior parte das invasões de condomínio são feitas pela porta da frente, por exemplo.

Ao adquirir equipamentos

  • Na hora de adquirir qualquer equipamento eletrônico de segurança, é importante visitar a sede da empresa para ver se ela existe mesmo e se dispõe dos equipamentos, já que é investimento relativamente alto.
  • Também é importante verificar a situação comercial e financeira da empresa para evitar calotes.
  • Na parte técnica, é importante pedir a feitura de projetos de segurança a empresas que não vendam equipamentos. Essas empresas e profissionais podem fazer um levantamento das reais necessidades do condomínio, montando um projeto condizente com o que o condomínio dispõe de recursos e com as características dos moradores. Muitas vezes as revendas têm interesses comerciais que não se ajustam às necessidades do condomínio.
  • É necessário fazer um análise de risco bastante detalhada sobre a infraestrutura e a característica dos moradores. Essa avaliação na maioria das vezes é esquecida.

Revisão permanente

  • Procedimentos de segurança devem ser sempre atualizados, porque métodos criminosos mudam, se adequam às medidas de segurança dos condomínios. Portanto, mesmo instalado um sistema de segurança, com equipamentos, procedimentos e infraestrutura, o condomínio não deve nunca se acomodar. A revisão desses tópicos precisa ser permanente.

Valorização do imóvel

  • Ter processo de segurança sistêmico (infraestrutura, procedimentos e equipamentos) gera uma valorizaçãoimediata do imóvel.

Novas tecnologias

  • Em relação a novos equipamentos, começam a crescer no mercado as vendas de aparelhos de acesso com base na biometria (impressão digital, íris, voz, palma da mão). Os preços já estão mais acessíveis para o mercado em geral e há projetos para condomínios residenciais.
  • Também começa a ganhar mercado o ”transponder” para automóveis. O equipamento, geralmente usado em aviões, emite sinais que permitem ao porteiro identificar imediatamente os carros que estão prestes a entrar na garagem.
  • Na porta do condomínio, um antena receptora do sinal identifica carro do condômino, se é ou não autorizado, proprietário. Após identificação, porteiro abre o portão. O equipamento evita clonagem de carro, artifício que tem sido usado por assaltantes em condomínios
  • Para a entrada da garagem a biometria também é cada vez mais usada
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Associação de moradores

Rodrigo Karpat também tira dúvidas sobre fração ideal e falta de nota fiscal

Rodrigo Karpat também tira dúvidas sobre fração ideal e falta de nota fiscal

 

O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas sobre vida em condomínio.

Associação de moradores

Pergunta 1, de Monica Santana

Tenho uma dúvida sobre associação de moradores. Nòs que moramos em condominio, a associação sò tem poder intra muros. Ou seja dentro do condominio por ser fechado? Pois as informações que consegui é que o condominio tem mais poder que uma associação. Nesse caso, por estar em lugar fechado com portaria, a associação sò serviria para regras e cobranças de dentro do condominio. Outra dúvida: qualquer morador pode abrir uma associação usando o nome do condominio, mesmo contra a vontade da maioria doa moradores?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Prezada Monica,

A primeira coisa que deve ser observada é que um condomínio edilício nasce na maioria das vezes pelo incorporador, quando este, seguindo o Art. 1.331 do Código Civil e os preceitos da Lei 4591/64, cumpre as exigências legais,  tais como; a discriminação e individualização das unidades e das partes comuns, a determinação da fração ideal, o fim a que as unidades se destinam, arquivamento da minuta da convenção, além de demais requisitos previstos, e por fim registra o empreendimento no Cartório de Registro de Imóveis.

Já o loteamento está sob a égide de outra legislação que é a lei de parcelamento do solo Lei 6766/69. Quando o incorporador apenas sub divide uma gleba de terra já existente seguindo os parâmetros legais (Art. 2º).Ficará ainda o incorporador obrigado a destina percentual de área verde e institucional.

Lembrando que no loteamento as ruas continuarão públicas. O que o ocorre no parcelamento do solo é que seguindo as diretrizes da lei, o incorporador apenas desmembra  uma área maior em áreas menores( lotes).

Dai para que seja um local administrado por um representante legal, será necessário criar uma associação de moradores, que é uma empresa, uma pessoa jurídica Lei 6.015/73.

Via de regra  quando um incorporador cria um loteamento e para que  o local possa ser preservado pela sua coletividade, já é  criada a associação de moradores antes das vendas dos lotes, e  os adquirentes acabam ingressando nos quadros associativos.

Pporém temos um complicador ai, o STJ firmou tese que irá vincular as demais decisões no caso de associações e a cobrança da taxa de manutenção ou rateio de despesas, com o julgamento dos  Resp 1.280.871/SP e 1.439.163/SP, em março de2015, no sentido de que a taxa cobrada por loteamento não é obrigatória.

APELAÇÃO CIVEL. CONSTITUCIONAL E CIVIL. AÇÃO DE COBRANÇA. CONDOMÍNIO DE FATO. ASSOCIAÇÃO DE MORADORES. RATEIO DE DESPESAS COMUNS. IMPOSSIBILIDADE. Cinge-se a controvérsia acerca da validade da cobrança de taxas de manutenção ou contribuição de qualquer natureza por associação de moradores de proprietário de imóvel que não seja associado, como no caso dos autos. O STJ, no julgamento dos Recursos Especiais n. 1.280871/SP e 1.469163/SP, submetido ao regime dos recursos repetitivos, firmou entendimento no sentido de que a existência de associação congregando moradores com o objetivo de defesa e preservação de interesses comuns em área habitacional não possui o caráter de condomínio, pelo que não é possível exigir de quem não seja associado o pagamento de taxas de manutenção. Repercussão geral reconhecida no RE 695.911/SP, tema 492, que não obsta a tramitação dos processos sobre o tema. Enunciado 79 do TJRJ cancelado. A cobrança pelos serviços prestados por Associação de Moradores não pode ser exigida do proprietário, que não é associado e não aderiu o ato que instituiu o encargo. PROVIMENTO DO RECURSO.

(TJ-RJ – APL: 00295296820108190209 RIO DE JANEIRO BARRA DA TIJUCA REGIONAL 6 VARA CIVEL, Relator: DENISE NICOLL SIMÕES, Data de Julgamento: 13/03/2018, QUINTA CÂMARA CÍVEL, Data de Publicação: 15/03/2018)

Recentemente foi publicada a Lei nº 13.465, de 2017 que prevê a possibilidade de condomínio de lotes, o que pode significativamente mudar esse cenário quanto a cobrança de taxas associativas.

Desta forma, respondendo o questionamento, se qualquer morador pode abrir uma associação. O ideal é que, esta seja aberta atendendo interesses coletivos. Mas podem sim existirem mais de uma associação para um loteamento, uma vez que não existe impedimento legal nesse sentido. Não obstante em alguns caso pode representar um contrassenso e colocar em risco a associação já existente.

De qualquer forma, em uma situação hipotética em que no ato de se lotear não se criou a associação e os morados prefeririam abrir uma associação para cada Rua ao invés de uma associação geral, não existe prejuízo neste caso. O que deve ser considerado é o interesse coletivo.

Taxa igualitária X taxa por fração ideal

Pergunta 2, de Marcio Fabian Gomes

Você poderia explicar, por favor, a diferença entre taxa igualitária e taxa por fração ideal, por favor?

REPOSTA DO ESPECIALISTA

A questão é relativamente simples, o que deve ser observado é o artigo 1.336, I do Código Civil:

São deveres do condômino: I – contribuir para as despesas do condomínio na proporção das suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção;

Ou seja, o critério adotado pelo Código Civil é a fração ideal, mas nada impede que o critério seja outro, conforme aduz a lei, desde que disposto na convenção a outra forma, como por exemplo; o critério de cobrança por unidade independente do tamanho da unidade ou da fração ideal. Seria rateio por unidade.

Caso o interesse coletivo seja modificar a forma de rateio, será imprescindível alterar a convenção com o voto de 2/3 dos condôminos.

APELAÇÃO CÍVEL. CONDOMÍNIO. AÇÃO ANULATÓRIA DE DECISÃO DE ASSEMBLÉIA E ALTERAÇÃO DE CONVENÇÃO CONDOMINIAL. MODIFICAÇÃO DA FORMA DE RATEIO DAS DESPESAS, POSSIBILIDADE. RESPEITADO O QUÓRUM PREVISTO NO ART. 1.351 DO CÓDIGO CIVIL. De ser tida como válida a alteração realizada na Convenção Condominial por ocasião da Assembléia Geral Extraordinária, no atinente à forma de rateio das despesas condominiais, considerando o quorum maior de 2/3, conforme previsão do art. 1.351, do Código Civil. Previsão na Convenção Condominial atribuindo o caráter de pétrea, à cláusula que tratava…

(TJ-RS – AC: 70040476533 RS, Relator: Nelson José Gonzaga, Data de Julgamento: 28/07/2011, Décima Oitava Câmara Cível, Data de Publicação: Diário da Justiça do dia 02/08/2011)

Os principais problemas inerentes a fração ideal são: lojas que muitas vezes não pagam rateios ou que pagam muito mais do que deveriam, e das coberturas que entendem que não deveriam pagar a maior.

As questões acabam sendo resolvidas no judiciário.

APELAÇÃO – AÇÃO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO – DESPESAS CONDOMINIAIS – Pretensão de alteração da forma de rateio de loja independente – Impossibilidade – Previsão na convenção de condomínio de que o rateio far-se-á mediante observância das frações ideais – Critério eleito pela convenção que se coaduna com art. 1336, inc. I, do CC – Prevalência da vontade da maioria e desnecessidade de intervenção judicial – Negado provimento.

(TJ-SP 10018132620168260506 SP 1001813-26.2016.8.26.0506, Relator: Hugo Crepaldi, Data de Julgamento: 13/11/2017, 38ª Câmara Extraordinária de Direito Privado, Data de Publicação: 13/11/2017)

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. AÇÃO ORDINÁRIA. CRITÉRIO DE RATEIO DAS COTAS CONDOMINIAIS. COBERTURA. FRAÇÃO IDEAL DO TERRENO DE CADA UNIDADE. REGRA GERAL. FORMA DE DIVISÃO QUE SOMENTE PODE SER ALTERADA POR CONVENÇÃO APROVADA NA FORMA DA LEI. Na hipótese, os recorrentes (ocupantes das coberturas do condomínio réu), alegam que há ilegalidade, cobrança abusiva e violação aos princípios da proporcionalidade, da razoabilidade, da isonomia e da boa-fé no rateio das cotas condominiais tendo por base as frações ideais inerentes a cada unidade. No entanto, a regra geral é a utilização das frações ideais como critério para a fixação do valor da cota condominial, que será de observância obrigatória, desde que outro não seja estipulado expressamente na convenção do condomínio. No caso, a convenção, privilegiando a regra geral, instituiu a fração ideal como critério de cálculo da cota condominial. Ausência de ilegalidade ou abuso. Infundada alegação de abusividade diante da impossibilidade de alteração da convenção por meio de assembleia, já que os proprietários das duas coberturas são minoria em relação aos demais condôminos. Impossibilidade de obtenção de 2/3 dos votos. Imposição de um quórum alto para a alteração da convenção de condomínio, especialmente no que tange ao critério de rateio das cotas condominiais, que não significa ilegalidade no critério de rateio. Ao contrário, o que se extrai do texto legal é a norma geral, que considera a proporcionalidade com a fração ideal do terreno como o melhor fator para definição da contribuição de cada condômino na manutenção do bem comum. Erro material. Ocorrência. Acórdão que mencionou a existência de elevadores exclusivos para as coberturas, sem que elas os possuam. Necessidade de alteração do texto para sanar o vício apontado pelas partes, sem que isso acarrete qualquer modificação no julgamento. RECURSO A QUE SE DÁ PARCIAL PROVIMENTO.

(TJ-RJ – APL: 01339351220158190001 RIO DE JANEIRO CAPITAL 24 VARA CIVEL, Relator: CLÁUDIO LUIZ BRAGA DELL’ORTO, Data de Julgamento: 25/10/2017, DÉCIMA OITAVA CÂMARA CÍVEL, Data de Publicação: 26/10/2017)

Sem nota fiscal

Pergunta 3, de Gilmar Faria

No meu condomínio no litoral de São Paulo, a administradora não emite nota fiscal desde 2004 o que devo fazer? Posso denunciar na Receita Federal?

Só tive acesso as documentações depois de uma ordem judicial, pois, em todas as assembleias de prestação de contas éramos ameaçados, caso nos manifestássemos em querer verificar as contas.Não podemos reclamar de nada..

Já solicitei a troca da administradora, esta que assumiu em nosso condomínio pq comprou a carteira da clientes da administradora anterior, tudo irregular ou com a aprovação do síndico. São anos de reclamações, e agora com a falta das NF’s de prestação de serviços da adm, vou tomar todas as providências cabíveis. Grato

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

A emissão da nota fiscal é uma obrigação legal, desta forma, se a empresa não emitir tal documento fica passível de autuação na esfera administrativa, e na esfera criminal de acordo com a Lei 4.729/1965  de sonegação de impostos.

TRIBUTÁRIO – AUTO DE INFRAÇÃO E IMPOSIÇÃO DE MULTA FUNDAMENTADO EM INFRAÇÕES RELATIVAS AO CRÉDITO DE IMPOSTO (NÃO ESTORNO) E A DOCUMENTOS FISCAIS E IMPRESSOS FISCAIS (NÃO EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS)– PRETENSÃO À NULIDADE DA CDA, PORQUE EMBASADA NO AIIM COMBATIDO. PRELIMINAR – Nulidade da sentença – Não ocorrência – Preliminar rejeitada. MÉRITO – Infrações configuradas – Multas devidas, conforme o RICMS/2000, não se mostrando excessivas– Apelo parcialmente provido.

(TJ-SP – APL: 00050244920148260024 SP 0005024-49.2014.8.26.0024, Relator: Spoladore Dominguez, Data de Julgamento: 06/04/2016, 13ª Câmara de Direito Público, Data de Publicação: 07/04/2016)

Quando o condomínio não quita as suas obrigações fiscais, além de conotar má gestão, deixa o condomínio suscetível a vários riscos, tais como; autuação por parte da Receita Federal, uma vez que o retenção/recolhimento de alguns tributos, são de responsabilidade do tomador de serviços.

MANDADO DE SEGURANÇA ISS Lançamento em nome do Condomínio pelo não recolhimento do tributo decorrente da execução por administração, empreitada ou subempreitada de construção civil, por força de responsabilidade solidária Admissibilidade Condomínio que figura como tomador dos serviços e, nessa condição, assume a condição de responsável tributário Inteligência dos arts. 121, II e 124, I, ambos do CTN Prevalência das normas tributárias sobre o disposto no art. 11 da Lei nº 4.591/64, que não inibe a imputação de responsabilidade tributária a terceiro que mesmo não sendo o proprietário possui liame direto e pessoal com o fato jurídico tributário, como se dá no caso concreto, com expressa previsão na lei municipal Sentença que concedeu a segurança reformada Recursos oficial e voluntário providos, com a denegação da segurança.

(TJ-SP – APL: 00604958120088260114 SP 0060495-81.2008.8.26.0114, Relator: Rezende Silveira, Data de Julgamento: 24/04/2014, 15ª Câmara de Direito Público, Data de Publicação: 29/04/2014)

O caminho a ser seguido será a notificação da empresa para que apresente as notas fiscais dos serviços prestados durante todo o período dos serviços, mas principalmente durante o período da gestão em exercício em que ainda não teve as contas aprovadas.

A denúncia a Receita Federal poderá ser feita, desde que previamente avaliada a efetividade e consequências da medida.

(*) Rodrigo Karpat é advogado de Direito Imobiliário e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Para quem sonha com a casa própria antes dos 30 anos, é essencial ter planejamento

A orientação de profissionais do mercado é investir em uma unidade mais simples

Fonte: Augusto Pio /Estado de Minas

Reprodução/Internet/Bom Negócio Imobiliário em SP

Comprar a casa própria é o grande sonho de muita gente e, o quanto antes a pessoa se interessar por adquirir um imóvel, melhor será. Para aqueles que querem fazer negócio, seja para morar ou para investimento, principalmente se tiverem menos de 30 anos, a palavra-chave é planejamento. Na realidade, o sonho da casa própria pode vir antes mesmo do desejo de formar uma família e a escolha pode estar ligada à ideia de independência, da vontade de querer sair da casa dos pais, além de uma forma de investimento.

Uma organização financeira e ótimo planejamento são fundamentais para a conquista do primeiro imóvel, pois, do valor do bem e das prestações, do tamanho à localização, tudo precisa ser cuidadosamente pensado e avaliado. Mas a pergunta é: qual o momento ideal para fazer isso?. A dica é se planejar desde cedo, principalmente quando muitos jovens ainda moram com os pais, época em que os gastos costumam ser menores.

Outro aspecto imprescindível é ter ótima organização financeira, afinal, a compra de um imóvel na planta, novo ou usado, requer alto investimento e pode representar um desembolso a médio e a longo prazos. “Atualmente, a maioria dos jovens entra mais cedo para o mercado de trabalho, ou seja, logo têm uma fonte de renda própria”, ressalta Ronaldo Starling, presidente da Netimóveis BH.

“Essa é a hora então de dar os primeiros passos, o que implica rever o orçamento, cortar o supérfluo, reservar uma quantia mensal e, de preferência, estipular um valor e seguir esse compromisso à risca, bem como buscar a ajuda de especialista sobre a melhor forma de aplicar os recursos próprios”, alerta Starling. Ele salienta que a compra da casa própria é um marco importante na vida de qualquer pessoa e, por isso, alguns cuidados devem ser tomados.

Ronaldo Starling, presidente da Netimóveis BH, alerta que é preciso observar o limite de comprometimento de 30% do salário no pagamento das parcelas - Arquivo Pessoal
Ronaldo Starling, presidente da Netimóveis BH, alerta que é preciso observar o limite de comprometimento de 30% do salário no pagamento das parcelas – Arquivo Pessoal

“Geralmente, em início de carreira, os salários tendem a ser menores, o que demanda disciplina financeira bem-apurada, na ponta do lápis. Nesse sentido, o melhor é começar investindo em um imóvel menor e com maior flexibilidade de venda ou de ser alugado. É o que chamamos de liquidez. A facilidade em converter o bem em dinheiro e sem perdas significativas. Ainda sob essa perspectiva, o mercado já percebeu essa tendência e vem desenvolvendo projetos para atender esse público, como a construção de lofts, apartamentos com serviços incluídos, localização estratégica, unidades próprias para investimento, moradia própria ou de apoio”, diz o presidente da Netimóveis BH.

FINANCIAMENTO 

“Nessa mesma linha de raciocínio, é preciso ter em mente o valor e o tipo de imóvel que se deseja adquirir, além de considerar despesas como ITBI e taxas cartoriais. Na avaliação de Starling, grande parte dos brasileiros recorre ao financiamento imobiliário. “Desse modo, todas essas variáveis devem constar no planejamento do futuro comprador, considerando que o pagamento do empréstimo pode levar de 20 a 35 anos.”

O executivo esclarece que, considerado o investimento de maior preferência pelos brasileiros, o imóvel segue sendo um bem com tendência de valorização. Portanto, a obtenção de uma casa ou de um apartamento quando ainda se é jovem, faz com que o comprador tenha seu imóvel com maior valor de mercado. “Para quem já sonha conquistar o seu primeiro apartamento antes dos 30 anos, o segredo, além de excelente planejamento, inclusive financeiro, é procurar com calma e investir em um imóvel mais simples, observando o limite de comprometimento de 30% do salário no pagamento das parcelas”, orienta o presidente.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Sustentabilidade: como inserir paletes, caixotes e blocos de concreto na decoração

Por um mundo melhor, descubra com as nossas dicas em parceria com o Habitissimo como inserir paletes, caixotes e blocos de concreto na decoração.

Um dos temas mais abordados atualmente é a sustentabilidade. A preocupação com esse assunto permeia as mais diversas áreas, e com a decoração de ambientes não poderia ser diferente.

Para te mostrar como é possível transformar objetos que teoricamente não teriam mais utilidade, como paletes, caixotes e blocos de concreto antigos, em itens de decoração encantadores, nós do site Habitissimo trouxemos algumas dicas valiosas sobre o assunto. Com essas ideias, será fácil perceber como a sustentabilidade pode fazer parte do seu imóvel!

Praticidade e funcionalidade

Que tal construir o seu home office todo com paletes reciclados? Pode parecer uma ideia um pouco absurda a princípio, mas basta olhar para a imagem a seguir e ver como isso é perfeitamente possível. Observe que os vãos dos paletes foram utilizados como gavetas adaptadas para guardar diversos objetos, trazendo ainda mais funcionalidade ao espaço.

Um luxo de sala

Muitas vezes as pessoas associam o uso de objetos reciclados como paletes, caixotes e blocos de concreto a um estilo mais rústico e informal na decoração.

Porém, nem sempre isso é verdade, pois é perfeitamente possível seguir uma tendência mais elegante integrada à ideia da sustentabilidade. Para confirmar isso, basta olhar essa mesa de centro feita de paletes que combina perfeitamente com o ar sofisticado da sala de estar.

Beleza e economia

Está sem dinheiro para adquirir uma estante nova? Pois isso não é mais desculpa, já que com caixotes de madeira é perfeitamente possível ter uma estante novinha para inserir na sala, na cozinha, no quarto ou em qualquer ambiente que você desejar.

Nesse caso, optou-se por manter a cor natural nos caixotes, mas você pode perfeitamente pintá-los com a tinta de sua preferência, se assim desejar.

Um quarto aconchegante

Uma das formas mais comuns de inserir os paletes na decoração é como suporte para criação de móveis, e isso se aplica perfeitamente para quem deseja ter uma cama rústica e original. Além da estrutura da cama, também é possível utilizar os paletes para montar a cabeceira, seguindo assim o mesmo estilo na decoração.

Para os criados-mudos, que tal utilizar aqueles caixotes que estava pensando em jogar fora? O resultado certamente será surpreendente!

Áreas externas encantadoras

Seja no quintal, na varanda ou na sacada, são muitas as opções de áreas externas em que é possível inserir elementos da decoração sustentável utilizando paletes, caixotes e blocos de concreto.

Desde um sofá aconchegante até uma delicada mesinha de centro para aproveitar saborosas refeições ao ar livre, o que não faltam são ideias de como criar elementos diferentes a partir de materiais reciclados.

Viva a criatividade

Para aproveitar melhor todas as possibilidades que os paletes, caixotes e blocos de concreto podem oferecer na área da decoração sustentável, o segredo é soltar a criatividade e dar asas à imaginação.

Quase tudo aquilo que você imaginar pode ser criado, basta ter um pouquinho de paciência e determinação. Confira mais algumas ideias que podem ajudar a inspirá-lo!

* Habitissimo atua há oito anos como uma ponte entre oferta e procura no setor de obras, reformas, decoração e serviços domésticos em todo país com o maior volume de negócios nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Bahia. A página web brasileira já recebeu mais de 2 milhões de pedidos de orçamentos, com uma média de 50 mil pedidos por mês.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Empresas garantidoras surgem como solução para inadimplência nos condomínios

Transparência no contrato, segurança de receita e equilíbrio financeiro são alguns dos benefícios na contratação dessas empresas.

 

Inadimplência nos condomínios

Administrar um condomínio não é uma tarefa fácil. São diversos desafios que se apresentam ao síndico cotidianamente: fazer valer todas as leis, cobrar os deveres dos condôminos e lembrá-los das suas obrigações para o bom andamento diário do condomínio, realizar as manutenções periódicas, fazer compras, contratar empresas, gerir funcionários, resolver conflitos internos e por aí vai.

É realmente muita coisa para uma só pessoa. E ainda nem falamos de um dos maiores problemas que o síndico deve administrar, e que se não for solucionado afeta todas as tarefas citadas acima. Trata-se da questão da inadimplência nos condomínios.

Esse assunto é o terror dos síndicos, pois qualquer atraso ou falta de pagamento da taxa condominial tem o potencial de acarretar danos aos moradores, inclusive aqueles que pagam corretamente, já que as despesas mensais do empreendimento são pagas por meio do rateio. Por isso, é muito importante tomar ações para diminuir a inadimplência no condomínio.

Se você, enquanto síndico, já tentou de todas as formas possíveis receber os atrasados (conscientização, notificação e negociação), e não obteve resultados, talvez seja a hora de pensar em novas estratégias.

Sem dúvida, uma das soluções mais eficazes para receber as cotas condominiais atrasadas e assegurar o pagamento das taxas em dia passa pela contratação de empresas garantidoras.

O que é uma garantidora?

Trata-se de uma empresa que realiza a prestação de contas da receita integral do condomínio um dia após o vencimento, mesmo que os moradores não tenham pago suas taxas, ficando responsável pela cobrança das alíquotas atrasadas dos condôminos que não estão em dia com suas obrigações.

Desta forma, o síndico evita que a cobrança de valores extras recaia sobre condôminos adimplentes e o condomínio volta a contar com um valor fixo para a administração do empreendimento, podendo, assim, honrar e cumprir com a previsão orçamentária, o planejamento e a programação de obras visando o bem-estar dos moradores.

Quais as vantagens?   

Para o condomínio que conta com esse tipo de serviço, o principal benefício é saber que independentemente do pagamento feito pelos condôminos, todas as despesas condominiais serão quitadas sem atraso. E a cobrança da inadimplência, sempre um assunto espinhoso para qualquer síndico, fica a cargo da empresa garantidora, evitando desavenças de ordem pessoal.

Esse tipo de serviço propicia ao síndico uma maior tranquilidade, já que elimina os problemas decorrentes da cobrança efetuada dentro do condomínio, evitando situações embaraçosas para ambas as partes. Com a certeza de que as taxas condominiais serão pagas em sua integralidade, o síndico poderá assegurar o funcionamento normal do condomínio e programar inclusive obras, sem impactar o fundo de reserva.

Para o morador, a presença de uma empresa garantidora cuidando da cobrança do empreendimento assegura um caráter de igualdade no pagamento das taxas condominiais. Isso porque o condômino adimplente não precisará arcar com os custos do condômino inadimplente. Dessa forma, a conservação de áreas comuns, tão importante para os moradores, será mantida mesmo que a situação financeira esteja debilitada pela falta de pagamento.

Além desses serviços observados no dia a dia, ao contratar uma garantidora vinculada à modalidade condomínios garantidos, se viabilizam diversos outros serviços para o morador:

1- Negociação facilitada para o condômino devedor, com possibilidade de parcelamento dos débitos;

2- Impressão de boletos de acordo com as especificações do condomínio;

3- Antecipação de valores para benfeitorias e obras no condomínio, mediante prévia análise.

4- Cobrança extrajudicial.

5- Parceria com escritórios de advocacia para prestar assessoria jurídica e realizar a cobrança judicial.

Veja, em imagens, o antes e o depois da contratação de uma garantidora.

Cond. Res. Caiua – Curitiba/PR

 Antes:

 

Depois:

Administrar um condomínio dá muito trabalho, porém, como atestam diversos síndicos profissionais e moradores é gratificante, pois além de zelar pelo bom funcionamento da estrutura do empreendimento, é uma oportunidade para lidar com vidas e cuidar do bem-estar delas.

Portanto, não deixe que as dívidas se acumulem e atrapalhem a sua gestão. Marque uma visita e procure se informar como uma garantidora poderá ajudar na administração financeira do seu condomínio.

Clique aqui e encontre a garantidora mais próxima de você
Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Veja 5 coisas que você precisa saber na hora de organizar a geladeira

Veja dicas de como limpar o refrigerador e guardar os alimentos no lugar certo

Além de ser uma questão de saúde, a organização periódica da geladeira influencia diretamente na praticidade do dia a dia e na economia da casa, já que mantendo-a sempre limpa e com os itens arrumados você acha tudo de maneira muito mais fácil na hora de cozinhar e evita desperdícios.

Mas, para fazer isso de modo eficaz, é preciso entender como a refrigeração da sua própria geladeira funciona e o que cada espaço dela é preparado para receber, assim como outros detalhes, conforme explica a personal organizer Vanessa Cavalcante: “para a melhor conservação dos produtos na geladeira, devemos além de sempre estar de olho no prazo de validade obedecer ao modo de armazenamento de cada alimento. Alguns necessitam mais refrigeração que outros e por isso a importância de cada item em seu devido lugar”.

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Além de ser uma questão de saúde, a organização periódica da geladeira influencia diretamente na praticidade do dia a dia e na economia da casa (Foto: Shutterstock)

Descubra abaixo mais cinco pontos importantes que você deve saber e se atentar para fazer a uma organização eficiente da sua geladeira:

1. Alguns alimentos precisam de cuidados especiais

Proteínas como carnes e peixes são os itens que requerem maior atenção para serem refrigerados, pois correm um risco maior de deterioração, mas para evitar que isso aconteça precocemente, existem algumas dicas que você pode seguir, conforme conta Vanessa Cavalcante: “elas devem estar sempre em potes com tampa de boa vedação para que não exalem cheiro e devem estar também afastados dos demais itens da geladeira.

como organizar a geladeira
Proteínas como carnes e peixes são os itens que requerem maior atenção para serem refrigerados (Foto: Shutterstock)

Recomenda-se que sejam consumidos em até dois dias. Para as carnes embaladas devemos sempre obedecer ao prazo de validade descrito na embalagem.

2. Cada coisa tem seu lugar

Para saber exatamente onde guardar cada item, primeiro é importante entender que se a sua geladeira é antiga, ela provavelmente tem um sistema de refrigeração diferente das atuais, mais especificamente feito por partes. A personal organizer Bárbara Volnei conta a diferença: “quanto mais perto do freezer, mas refrigerado o espaço. Já os modelos mais novos, possuem um processo de refrigeração mais uniforme por toda geladeira”. Assim que você entender como a sua funciona, já pode começar a se preocupar em setorializar cada tipo e alimento, conforme Bárbara explica.

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Para saber exatamente onde guardar cada item (Foto: Shutterstock)

O que precisa de mais refrigeração (queijo, iogurte, leite, frios, etc) deve ser colocado nas prateleiras superiores e os que precisam de menos refrigeração (sobras do almoço, alimentos que estiverem em processo de descongelamento, sucos, bolos, etc), nas inferiores.

– Gavetas pequenas: de preferências as frutas devem ser colocadas neste espaço. Elas só deverão ser lavadas no momento de serem consumidas.

– Gavetão: as verduras devem ser guardadas de preferência em embalagens plásticas e novas, não as que você trouxe do supermercado, pois podem ter se sujado durante o deslocamento para sua casa. Tenha sempre em casa sacos plásticos, que podem ser adquiridos facilmente em lojas de embalagens ou em supermercados

– Os ovos devem ser armazenados preferencialmente em uma vasilha dentro da geladeira, não na porta, pois eles não sofrerão com a trepidação e alteração de temperatura da porta.

3. Potes funcionais são grandes aliados

Para deixar os alimentos mais visíveis e, consequentemente, evitar desperdícios, aposte em recipientes transparentes, eles são melhores para acondicionar itens perecíveis e facilitam a rotina caso haja a necessidade levar algo ao micro-ondas. No entanto, Bárbara Volnei explica que “alguns potes plásticos liberam uma substância chamada BPA (bisfenol-A) que são cancerígenas, por conterem uma substância tóxica que desprende da embalagem passando para o alimento”.

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Para deixar os alimentos mais visíveis e, consequentemente, evitar desperdícios, aposte em recipientes transparentes (Foto: Shutterstock)

 

4. Ervas e hortaliças têm seu próprio modo de armazenamento

Muita gente imagina que armazenar ervas e hortaliças em saquinhos é uma prática errada. Mas Vanessa Cavalcante explica que os sacos são, na verdade, um meio eficiente de proteger esse tipo de alimento: “ideal é que sejam lavados e muito bem secos. Além disso, colocar de forma que as mesmas não fiquem muito apertadas no saco para que não amassem”.

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As ervas ainda podem ser congeladas em forminhas de gelo, por exemplo, para serem utilizadas depois (Foto: Shutterstock)

Se você ainda assim prefere tirá-las do saco, Vanessa ensina um outro método de armazenamento em recipiente com tampa: “Após lavar e secar muito bem, forre o recipiente com papel toalha, após isso coloque as hortaliças. Você pode fazer mais de uma camada, ou seja, quando cobrir totalmente o papel toalha com as folhas, coloque nova camada de papel toalha e em seguida as folhas as hortaliças”.

As ervas ainda podem ser congeladas em forminhas de gelo, por exemplo, para serem utilizadas depois. Basta lavá-las, picá-las e, quando for utilizar, tirar apenas a porção ideal para o prato.

5. Fazer a limpeza periódica é essencial

A limpeza completa da geladeira pode ser feita apenas uma vez por mês, mas é importante fazer a manutenção da higiene semanalmente passando um pano umedecido com vinagre de álcool para eliminar odores e desinfetar. Já para a limpeza mais pesada, Bárbara Volnei dá o passo a passo que vai facilitar (e muito!) o seu dia a dia:

– Depois que o freezer e a geladeira estiverem vazios, passe uma esponja macia com detergente neutro por toda a parte interna. Retire as gavetas e prateleiras e faça o mesmo procedimento. Com um pano úmido, retire todo o excesso de sabão. Enxágue o pano e passe-o novamente, tirando o sabão por completo.

– Não use esponja de aço e produtos abrasivos, eles podem danificar seu refrigerador de maneira permanente.

– Faça uma mistura de bicarbonato com vinagre de álcool (uma colher de sopa para 100 ml de vinagre de álcool) e passe por toda a geladeira. Essa mistura tem efeito antibactericida.

– Finalize passando um pano seco macio.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Locações de curta temporada no condomínio

Não há um caminho “certo” a se tomar sobre o assunto, entenda o motivo

 

Não há um caminho "certo" a se tomar sobre o assunto, entenda o motivo

As novas formas com que nos relacionamos com o nosso redor estão cada vez mais presentes.

Quem, há dez anos, saberia que hoje usaríamos Netflix, que pedir comida pelo iFood seria uma banalidade, que os táxis ganhariam tanta concorrência com o Uber ou que os condomínios enfrentariam um desafio sem precedentes: a hospedagem ou locação de curta temporada como algo que cresce cada vez mais no nosso país?

O assunto é novo e a lei não é clara. O que configura hospedagem versus locação parece ser, hoje, a grande pergunta a ser respondida.

Isso porque, se for considerada atividade de hospedagem, a mesma não pode ser exercida em condomínios residenciais. Já se o legislador entender que a prática é caracterizada como locação, a mesma poderá ser permitida em condomínios.

Como, então, regulamentar ou restringir esse tipo de prática? Afinal, é possível proibir? Pode-se permitir esse tipo de locação sem restrições?

Veja abaixo o que que descobrimos falando com os principais especialistas do setor:

Legislação

Primeiramente, é bom que se deixe claro: locação por temporada e hospedagem são conceitos diferentes.

A locação por temporada é regida pela lei federal 8.245/91, capítulo II e seção II, ao passo que a hospedagemestá regulamentada pela lei federal 11.771/08.

“No meio jurídico, o que a maioria entende é que se o serviço ofertado não se encaixar em ‘locação por temporada’, deve ser caracterizado como ‘hospedagem’”, explica o advogado especialista em condomínios Alexandre Marques.

A discussão, porém, pode ser grande, uma vez que a lei de locação não determina um prazo mínimo para diferenciar uma da outra.

Proibir ou não? 

E como a própria lei de locação não estipula um prazo mínimo para diferenciar-se de hospedagem, fica difícil proibir.

 “É uma tarefa quase impossível proibir esse tipo de situação no condomínio, são outros tempos”, explica o diretor da administradora Condovel Carlos José Berzoti.

Para ele, o grande entrave é a questão da segurança no condomínio.

“Se nós já sofremos invasões com o condomínio todo fechado, imagina dando a chave para desconhecidos? ”, pondera ele.

O que Carlos defende é que o síndico chame uma assembleia para, assim, deliberar assuntos como horário de entrada e saída dos visitantes, uso de áreas comuns, etc.

Esse também é o entendimento de Angelica Arbex, gerente de marketing da administradora Lello.

“O modelo existe e está consolidado, lutar contra ele não parece ser a estratégia mais adequada. É necessário conhecer e entender como a locação de curta temporada funciona e relacionar isso à realidade e perfil de cada condomínio, e é o síndico quem melhor conhece essa realidade. Criar um conjunto de procedimento e regras a serem seguidas, aprovadas em assembleia, e compartilhadas com a comunidade fica mais fácil de construir um ambiente mais harmonioso”, sugere a gestora.

Discutir o assunto em assembleia também é a sugestão do advogado especialista em condomínios André Junqueira.

O profissional, que atua no Rio de Janeiro, tem participado de diversas discussões sobre o tema em condomínio.

“Os aplicativos de locação são um fenômeno mundial. Caso os municípios, a princípio, não alterem suas legislações, a responsabilidade vai recair sobre os condomínios, realmente”, pesa ele.

Um ponto que o advogado levantou – e que muitos entendem como um ‘caminho do meio’ entre proibir e permitir o serviço em condomínios – é restringir o período que é permitido alugar a unidade.

“Nos locais onde se votou a favor desse tipo de serviço, as ressalvas foram alugar por no mínimo 30 dias e feriados como o carnaval e final de ano, época em que os condomínios em cidade de veraneio já se preparam para receber um afluxo maior de pessoas”, assinala André.

Outros condomínios que conversaram sobre o tema decidiram que o condômino pode alugar, sim, para terceiros, mas desde que seja apenas a sua unidade, e com ele presente.

“Dessa forma, o morador está ali acompanhando mais de perto, é uma segurança a mais”, argumenta Carlos José.

Perfil do condomínio

O perfil do local e dos moradores também deve ser levado em conta ao tomar uma decisão. Há empreendimentos novos, por exemplo, que, inclusive, foram projetados para suportar esse tipo de prática.

“Se for um empreendimento onde haja oferta de serviços como concierge, por exemplo, e outras amenidades, o interesse, via de regra, aumenta”, pontua André Junqueira.

Para esses casos, as questões jurídicas levantadas nessa matéria persistem. Entretanto, como os problemas e riscos enfrentados tendem a ser menores, naturalmente, poderá haver uma maior tolerância por parte da massa condominial que reside no local.

Desvio de finalidade no condomínio

Um dos pontos mais sensíveis para os condomínios é a questão da segurança. Ninguém quer ver o próprio condomínio transformado em um apart-hotel, onde a cada dia se encontra com pessoas diferentes no elevador, e que não façam parte daquela comunidade.

 “Quem quer alugar pensa ‘não tem regra específica contra isso’. Mas a própria lei já proíbe”, pondera o advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat.

Isso porque há também a questão do zoneamento do condomínio. Muitos empreendimentos foram construídos em áreas estritamente residenciais, o que vetaria o uso comercial dessas áreas.

“Para funcionar como um apart-hotel, ou um condo-hotel, o local precisa de um alvará de funcionamento, o que um condomínio não tem. Também é importante dizer que esses locais contem com infraestrutura adequada para receber um grande número de pessoas, o que não é o caso da grande maioria dos prédios residenciais”, argumenta André Junqueira.

Justamente por se tratar de uma atividade comercial, outra questão a ser levantada é se há – ou não – desvio de finalidade, se há mudança na destinação das unidades do local, passando de unidades residenciais para comerciais.

“Eu entendo que sim, e que nesse caso, para que os proprietários sigam ofertando unidades para hospedagem, o ideal é que haja uma mudança na convenção. Para isso, é necessária uma assembleia e concordância de 100% dos condôminos”, assinala Rodrigo Karpat.

Essa não é, porém, a visão do também advogado Cristiano de Souza, especializado em condomínios.

“Entendo que quando você aluga, seja um sofá na sua casa ou um quarto, seria a mesma coisa que receber um amigo que vem de fora. Não cabe a ninguém questionar isso. É sua propriedade. Por outro lado, se você deseja locar a sua unidade, independente do período, se encaixa na legislação de locação. Não há alteração de finalidade da unidade no meu entendimento”, crava ele.

O que o Airbnb diz 

Assim como Cristiano, esse também é o entendimento das plataformas que ofertam esse tipo de serviço, como o AirBnb, que enviou o seguinte posicionamento para nossa reportagem:

“O direito de propriedade é constitucional e regulamentado pela legislação civil e condominial (no que for aplicável). Não há qualquer fundamentação legal para se restringir o aluguel por temporada. Na imensa maioria dos casos, as tratativas desse tipo de locação transcorrem de maneira pacífica por meio da plataforma e de maneira a não prejudicar o direito dos proprietários dos imóveis. Sempre incentivamos o diálogo entre nossos anfitriões e seus condomínios”.

A plataforma apontou também que, “entre as mais de 300 milhões de chegadas de hóspedes já realizadas por intermédio do Airbnb desde a sua fundação, incidentes negativos são extremamente raros”.

Vale mencionar que outros sites também fazem esse “meio de campo” entre quem quer alugar e quem está viajando, como o site Booking, o couchsurfing, e o aluguetemporadas.

Jurisprudências

Importante salientar que há jurisprudências para os dois lados: tanto o de quem quer proibir, como daqueles que querem permitir o aluguel de curtas temporadas em condomínios residenciais. Veja abaixo algumas:

Riscos 

Além de todo o questionamento que envolve o assunto, há também riscos específicos para o condomínio.

“Os empreendimentos hoteleiros têm condições para isso: receber muitas pessoas com qualidade e conforto. Mas me pergunto se um hóspede, estando na área comum do condomínio, sai da piscina, quebra um pé, um braço, e processa o condomínio. É justo que toda a comunidade arque com uma despesa porque uma unidade desejou lucrar com a sua unidade? ”, indaga Alexandre Marques.

Outro ponto também a ser levantado é a possibilidade dessa pessoa receber visitas na unidade.

“O condomínio fica muito vulnerável. Imagine se um hóspede usar a unidade para encontros, e marcar um ou dois, todos os dias. Eu acredito que isso seja prejudicial para os condomínios”, aponta Alexandre.

Há também a questão dos funcionários. Os mesmos podem sentir que estão fazendo além da sua função ao receberem “hóspedes”.

“Depois, o porteiro ou o zelador entram com uma ação trabalhista contra o condomínio e novamente todos devem arcar com os ônus, pelo bônus de uma minoria? ”, questiona Alexandre.

No seu condomínio: como decidir

Mesmo havendo decisões judiciais para os dois lados, caso o seu condomínio decida fazer uma assembleia para deliberar sobre o tema, é importante discutir alguns pontos-chave:

  • Restrições de prazos: qual o período mínimo de estadia e frequência máxima de locação para terceiros
  • Deixar claro que todos devem seguir as regras do regulamento interno e da convenção do condomínio, não importa se está pagando um dia ou o um ano de aluguel
  • Entrega das chaves: os funcionários do condomínio não devem ficar responsáveis por isso (seja para quem está alugando ou para moradores)
  • Entrada e saída: que ocorram, preferencialmente, das 06:00 às 22:00
  • Funcionários do condomínio não devem ficar responsáveis por checar as unidades depois da saída de quem alugou
  • Uso das áreas comuns: alguns condomínios vêm tentando ao máximo restringir o uso das áreas comuns por hóspedes ou locatários de curta duração

“Muitas dessas questões são polêmicas, como a restrição das áreas comuns, por exemplo. Mas alguns juízes entendem que se a assembleia decidiu, é válido para o condomínio”, pesa Rodrigo Karpat.

Conclusão

Infelizmente, não há um caminho certo, ainda, a ser seguido pelos condomínios no que diz respeito ao assunto.

Justamente por isso, o fundamental é que haja uma discussão em assembleia para que, pelo menos na sua comunidade, haja regras claras e todos estejam cientes dos seus direitos e deveres como condôminos.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Já ouviu falar de Tape Art? Conheça essa técnica de decoração incrível

Se você ainda não conhece a técnica de tape art, confira e aprenda novas formas de trabalhar na decoração da sua casa ou apartamento sem gastar muito!

O tape art é uma forma de decoração que utiliza fitas autocolantes para criar desenhos e formas criativas, deixando o ambiente super estiloso e cheio de personalidade. As fitas utilizadas podem ser coloridas ou não, de espessuras variadas e até mesmo estampadas e esse tipo de decoração combina com salas, quartos e até para dar aquele charme na área externa.

Os mais comuns são as formas geométricas tradicionais em desenhos abstratos, porém, é possível ver composições mais elaboradas com traços retos que dão forma a paisagens, desenhos arquitetônicos e até mesmo animais.

Na internet é possível encontrar os mais variados tipos de decoração nesse estilo e se inspirar para fazer agora mesmo em casa. Além de bonito, o material é basicamente fita colante, fácil de achar e num precinho bacana para decorar!

Separamos algumas sugestões e dicas para você brincar com a parede de casa criando um novo estilo todo especial! Confira.

Onde encontrar referências para minha tape art?

A primeira dica é escolher um espaço que dê margem para construir a arte de um jeito harmônico e bonito. Definido esse local, escolha algumas opções de desenho para ele e tenha um plano B caso a ideia inicial não dê certo de primeira.

Um site cheio de ideais ótimas para tentar reproduzir no seu lar é o Pinterest. Ele tem um grande acervo de referências que combina com todos os tipos de ambientes ou até mesmo servem para te inspirar a criar sua própria arte.

Molduras de fita autocolante

Se você não deseja ousar muito, pode começar criando apenas algumas molduras em fita colorida ao redor dos pôsteres, quadros e fotos favoritos que deseja expor na casa. Vale aquele contorno tradicional retangular ou até mesmo um design mais arrojado através de uma segunda camada de fita.


Painel completo de tape art

Já se a ideia é soltar a imaginação e fazer da parede um grande painel artístico, se jogue usando toda a extensão da mesma como se fosse uma tela em branco e abuse das linhas infinitas, ligando umas às outras nas margens para dar a sensação de continuidade.

Não é necessário se apegar a linhas retas, mude o sentido para dar profundidade e movimento, use e abuse das cores para um maior contraste na decoração.


Animais e origamis para decorar

Pássaros, alces, ursos, elefantes, lobos… essas são algumas das referências que encontramos de bichos feitos em tape art. Para os apaixonados por animais, não faltam sugestões e há sempre possibilidade de inventar novas alternativas que combinem com seu gosto e personalidade.


Paisagens e formas arquitetônicas

Que tal referência a algum ponto turístico da cidade onde você mora? O contorno daquele arranha-céu clássico da capital pode ficar incrível na sala ou até mesmo naquele corredor de entrada do apartamento.

Vale também se inspirar em algum monumento ou construção do mundo da fantasia para criar o seu espaço, como o castelo de Hogwarts, por exemplo.

Se você gostou das dicas e tem algum amigo ou amiga que ama novidades de decoração, compartilhe essas e outras ideias para ele se inspirar com você!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Confira brincadeiras para pais e filhos se divertirem em casa ou no condomínio

Pensando nos inúmeros benefícios, listamos algumas brincadeiras que podem ser feitas em família

Para as crianças, brincar pode estar relacionado apenas a se distrair, mas também faz parte do desenvolvimento delas. E quem melhor para ajudar nesse processo do que os próprios pais? Afinal, brincar também pode ser coisa de adulto. Pensando nos inúmeros benefícios – como manter a família unida, por exemplo – listamos algumas brincadeiras que podem ser feitas entre pais e filhos:

Jogos de Tabuleiro: Claro que existe um universo entre os jogos de tabuleiros, mas não é difícil achar alguns que sejam para a família toda. A atividade estimula o desenvolvimento cognitivo tanto de crianças quanto de adultos. Para o público infantil, os jogos ajudam na ampliação da memória e o raciocínio lógico.

Brincadeiras na piscina: A piscina é convidativa para todas as idades, então por que não aproveitar para brincar com as crianças? Brincadeiras como Marco Polo são diversão garantida para toda família.


Vídeo Game e jogos eletrônicos: Quem disse que vídeo game é brincadeira de criança? Muitos adultos continuam apaixonados por essa brincadeira e o hobby pode ser passado de geração para geração.

Atualmente, existem inúmeras opções de jogos tecnológicos que vão além do vídeo game e podem ser jogados em tablets, computadores e celulares. Claro que a escolha do jogos deve ser supervisionada pelos pais e o tempo de atividade também, já que a exposição às telas podem fazer mal a saúde.

Totó ou Pebolim: Dependendo da região do país, pode ser Totó ou Pebolim. Apesar dos nomes distintos, as regras são as mesmas. Para jogar, é necessário ter a mesa disponível – o que é normalmente encontrado em salões de jogos de condomínios. Pode ser jogado em dupla ou individualmente.

Futebol: O esporte mais popular do país é uma das opções de diversão entre a família e, como se sabe, não precisa de muito. Mesmo sem quadra, é possível jogar em um quintal, por exemplo. Se for brincar com crianças mais novas, o ideal é utilizar bolas mais leves.

Outros esportes: No Alphaville Norte, as quadras poliesportivas podem ser aproveitada para prática de tênis, basquete e vôlei, por exemplo.

Parquinho: Na área do Playground do Alphaville Litoral Norte, as crianças podem se divertir no parquinho, com balanços e gangorras.


Patins, bicicleta e patinete: Essas são atividades que, normalmente, aprendemos na infância e seguimos sabendo e praticando nos anos seguintes. Se é assim, pais e filhos podem se reunir para dar uma volta no condomínio seja de patins, bicicleta ou patinete. É importante, claro, estar bem equipado para evitar machucados maiores.

 Fonte: https://www.ibahia.com

O que você deve saber antes de investir num sobrado geminado

Está pensando em comprar um sobrado geminado, mas ainda está na dúvida? Saiba quais são as vantagens e desvantagens desse tipo de projeto.

Realizar o sonho da casa própria é o objetivo que muitas pessoas esperam para alcançar. Porém é difícil decidir se o melhor no momento é adquirir um apartamento, uma casa com quintal ou um sobrado entre tantas outras opções.

Uma opção cada vez mais comum entre os clientes tem sido a compra de sobrados geminados, e exatamente por isso nosso artigo de hoje vai trazer as principais características desse tipo de construção, além das vantagens e desvantagens que ela pode ter.

O que determina que o projeto seja um sobrado?

Bom, antes de mais nada precisamos definir o que é um sobrado. A principal característica dessa construção em relação a uma cada normal é a presença de dois ou mais andares em sua planta.

Exatamente por isso o sobrado se mostra como uma construção versátil para muitos clientes, já que a obra ganha em metragem e é possível começar o levantamento tanto em terrenos grandes como em terrenos menores.

Outro ponto importante a se destacar nesse sentido é que, mesmo em um terreno pequeno a construção de uma casa no estilo sobrado permite que a área seja mais bem aproveitada para a construção uma casa maior ou que o dono escolha ter um quintal, já que terá a possibilidade de ter mais espaço em outros andares.

Existem diversos tipos de sobrados, e entre eles há o sobrado germinado. Mas qual a diferença desse projeto para um sobrado normal?

Uma construção geminada é exatamente o que o nome sugere: uma construção gêmea ou idêntica a outras. Essa exatidão diz respeito à fachada, mas também a disposição dos cômodos do projeto, que serão iguais apesar de estarem em lados opostos.

O normal é que as casas, além de simétricas, compartilhem o mesmo terreno e até a mesma parede. Logo elas podem aparentar se tratar da mesma construção, apenas dividida ao meio.

Vantagens de um sobrado geminado?

1. Custo

Os custos de construção de um sobrado geminado são bem menores do que uma casa única ou um sobrado único. Essa é uma vantagem que não se pode ignorar.

Se houve economia no momento de construir os imóveis, é obvio que essa economia pode se refletir no momento da venda dele, exatamente por isso esse tipo de imóvel costuma ter um valor mais baixo no mercado.

2. Manutenção

Essa construção não costuma ter quintal, e quando tem é uma área pequena, portanto fácil de limpar e manter. Essa característica acaba sendo uma vantagem para quem adquirir o imóvel.

Nesse sentido a manutenção é um benefício. Porém pode ser também uma desvantagem, mas falaremos disso mais adiante.

3. Áreas comuns

É comum ter sobrados geminados simples em terrenos particulares ou sobrados geminados modernos em áreas de condomínios. Nesse caso, é normal que os condomínios possuam áreas comuns, uma vantagem para quem os adquire.

As áreas podem variar, mas costumam ser piscina, jardim, área de churrasco e um ambiente para recreação infantil. A vantagem desse item é que a manutenção e limpeza não ficam a cargo dos moradores, apesar de muito possivelmente existir uma cobrança para o serviço.

4. Segurança

Em condomínio fechado ou não, um sobrado geminado permite a proximidade maior dos vizinhos do que uma casa única. Isso significa o relacionamento construído com os seus vizinhos geminados, sirva também para ajudar na segurança do local.

Os donos de cada sobrado podem entrar em acordo em relação a sistemas de câmeras e cercas elétricas.

5. Economia de espaço

A planta do sobrado geminado pode ser a melhor forma de aproveitar cada canto do terreno, e sem sombra de dúvida esse é um tipo de projeto que permite aproveitar o solo ao seu máximo.

Caso o terreno seja muito menor do que o normal, isso pode ser compensado com a construção de mais andares, desde que a pavimentação tenha sido feita de forma correta. Agora que detalhamos as vantagens de um sobrado germinado, será que existem desvantagens em adquirir um imóvel como esse?

É o que vamos informar agora, assim será possível evitar qualquer problema.

1. Privacidade

Se o dono do sobrado estiver vindo de um apartamento, essa não será uma desvantagem para ele. Mas não podemos deixar de citá-la. Obviamente, se as paredes são compartilhadas, os ruídos dos sobrados vizinhos serão inevitáveis e se tornarão incômodos com o tempo.

O respeito entre as pessoas deve prevalecer, caso contrário a rotina e a privacidade entre os vizinhos podem ser comprometidos. Esse problema pode ser contornado com o uso de isolamentos acústicos, por exemplo.

2. Instalações elétricas e hidráulicas

Falamos dos custos como uma vantagem, mas alguns pontos podem se tornar ruins com o passar dos anos. Para economizar, não só as paredes foram divididas, mas também a rede elétrica e a hidráulica.

Logo, se houver algum problema dessa natureza em uma casa, certamente a vizinha será atingida.

Mesmo que as ligações sejam independentes, a construção foi dividida por igual. Nesse caso evite vazamentos, pias e canos entupidos, entre outros danos maiores.

3. Fachada

A fachada dos imóveis é o que fica a vista por qualquer indivíduo e, nas maiorias dos casos, é regra contratual que elas sejam mantidas exatamente iguais. Com isso, além de não poder modificar em nada o projeto, é preciso mantê-la limpa e cuidada.

Afinal, nada mais desagradável do que ter um conjunto de casas com uma ou duas destoando das demais com aspecto de sujeira e desleixo.

4. Reformas

Reforma traz transtornos para quem reside na propriedade e se tratando de imóveis geminados o transtorno é transferido também aos vizinhos. Se a parede é compartilhada, imagine que o barulho feito dentro de uma casa pode ser quase o mesmo ouvido do outro lado.

Logo, antes de dar início a qualquer tipo de reforma, é preciso informar os vizinhos, verificar os melhores horários para que não atrapalhe a rotina e o bom relacionamento de todos.

5. Iluminação

Sabemos que se uma parede é compartilhada com outro imóvel, essa parede não poderá ter janelas. Isso pode acabar impactando na iluminação e na ventilação do ambiente.

Uma casa escura e sem ar pode se tornar um ambiente com cheiro de mofo e abafado. Isso pode ser evitado com um bom planejamento, ainda na planta do projeto.

E então, percebeu que as vantagens se sobressaem?

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Alternativa tecnológica, a portaria virtual propõe segurança em condomínios

Sistema também promete reduzir mais de 50% no custo efetivo mensal

Nas portarias virtuais, a passagem dos moradores pode ser vinculada a um sistema de biometria, senha ou cartão - INK/Aspa/Divulgação
Nas portarias virtuais, a passagem dos moradores pode ser vinculada a um sistema de biometria, senha ou cartão

Cada vez mais condomínios viram alvos de criminosos aproveitando-se de descuidos de moradores e funcionários. Em Belo Horizonte, por exemplo, o crescimento no número de arrombamentos a residências e condomínios foi de 66% em 2016, comparado ao primeiro trimestre de 2015, de acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). Com o advento das mais diversas tecnologias, há uma variedade de equipamentos de segurança com qualidade e preços diferentes para maior conforto e bem-estar dos condôminos. Porém, uma alternativa tecnológica vem chamando a atenção de condôminos e síndicos e causando polêmica, a portaria virtual ou remota.

O sistema pretende substituir porteiros presenciais por profissionais que, de maneira remota, controlam a entrada e saída dos condôminos. Além de ficar de olho 24 horas no condomínio, por meio de circuito interno de câmeras e internet. A passagem dos moradores pode ser vinculada a um sistema de biometria, senha, cartão ou tag no chaveiro. No caso dos carros, podem-se utilizar controles remotos para abertura do portão. Se tiver um espaço de clausura, melhor ainda.

Na prática, sistemas de portaria virtual contribuem para a segurança porque é bem mais fácil e rápido chamar a polícia em caso de emergências. “Os porteiros correm o risco de ser feitos reféns, no caso de invasões, por causa da vulnerabilidade gerada. Quando o condomínio contrata uma empresa para fazer esse monitoramento, caso ocorra algum assalto a central acionará a polícia sem que os assaltantes percebam, já que ela não é vinculada ao condomínio”, destaca o supervisor técnico da Loja Elétrica, Renato Arcanjo Brandão.

“Outra vantagem do serviço é a economia. O serviço de porteiro é uma das maiores despesas de um condomínio, que chega a ter quatro profissionais para dar conta de fazer as escalas e cobrir férias. Com a implementação desse sistema, a redução é de 50% ou mais no custo efetivo mensal”, comenta Renato Brandão.

A principal questão a ser observada se dá no momento da contratação do serviço. Jean Carvalho, gerente-geral de condomínios da Apsa, aconselha atenção maior na seleção da empresa que fará a implantação e o monitoramento. “Procure quem realmente tenha reputação nesse segmento e que possa oferecer serviço reconhecidamente de qualidade.”

Esses esquemas de segurança digital dependem de eletricidade e boa conexão de internet para transmissão de áudio e vídeo de todas as câmeras de segurança. Caso algum desses fornecimentos seja comprometido, as empresas de segurança do segmento devem enviar imediatamente um profissional ao condomínio. “A companhia deve ficar de olho, também, na manutenção desses equipamentos. Apesar de funcionar bem, como todos os outros equipamentos eletrônicos eles também precisam de vistoria periódica, garantindo, assim, maior segurança para os condôminos”, explica Renato Brandão.

VIABILIDADE 

Em relação aos custos, o investimento inicial gira em torno de R$ 20 mil a R$ 30 mil por cada portaria, e a mensalidade varia em cerca de R$ 8 mil. “Considerando que, para se manter uma portaria 24 horas, o custo é de algo em torno de R$ 15 mil, é fácil concluir que, com a economia gerada na mensalidade, R$ 7 mil por mês, o custo de implantação é facilmente pago em pouco menos de quatro meses”, pontua o gerente de condomínios.

Como toda mudança, os moradores devem aprová-la. Por isso, é importante calcular a viabilidade do projeto, as regras para a entrada de visitantes, entregadores e prestadores de serviço, além de checar se os moradores estão dispostos a mudar hábitos e a se adaptar à nova tecnologia.

Mesmo com o avanço da tecnologia, nem todos os condomínios são bons candidatos para contratar esse tipo de serviço. Empreendimentos de grande porte, com mais de uma portaria e diferentes entradas de garagem são mais difíceis para a implantação e o bom desempenho do sistema. “Quando um prédio tem um fluxo de pessoas muito grande podem ocorrer falhas e, consequentemente, perda efetiva do controle das situações. Antes de qualquer decisão, é necessário fazer um estudo, obedecendo à configuração de cada um desses condomínios”, alerta Renato Brandão.

Para Jean Carvalho, é importante deixar claro que a portaria virtual não substituirá totalmente os funcionários, em razão de que é necessário ter os zeladores para recepcionar as entregas e, se for o caso, pessoal de segurança. Dependendo da região em que o condomínio esteja inserido, os riscos seriam muito baixos. “Penso ser inevitável isso ocorrer. Todas as atividades humanas passam por essa questão, mas acredito também que outras alternativas surjam e absorvam essa mão de obra, sem falar que há evolução natural na quantidade de condomínios construídos e instalados para atender à demanda da população”, comenta Jean Carvalho.

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Gestão de conflitos entre condôminos

Nos dias de hoje, é cada vez mais comum a falta de paciência dentro de condomínios. E a figura do síndico pode ser uma boa ponte para minimizar problemas entre vizinhos

Gestão de conflitos entre condôminos

Mais que uma função técnico-administrativa, ser síndico envolve principalmente a tarefa de gerir pessoas. Tanto o morador que assume o cargo, quanto o profissional que se qualifica para encarar esse desafio, deve estar ciente que na maior parte do tempo o seu trabalho vai ser mediar conflitos entre os condôminos, sendo que no topo do ranking de reclamações estão: o incômodo causado pelo barulho do vizinho, vazamentos, problemas com vagas de garagem e animais de estimação. É o cachorro que não para de latir no apartamento do lado, o vizinho de cima que arrasta os móveis ou a festa que o outro morador deu na noite anterior.

Resolver conflitos e até acordar de madrugada para administrar as mais inesperadas situações fazem parte da rotina de todos os condomínios. E no Residencial Itália, em Florianópolis, não é diferente. A síndica Elis Lazareviski está no cargo há pouco mais de um ano e já enfrentou algumas saias justas, como no caso de condôminos que têm atrito com vários vizinhos. Com MBA em gestão de pessoas, Elis busca em suas experiências profissionais inspirações e técnicas para driblar os impasses diários.

“Em quase todos os locais têm pessoas que são mais impacientes e que reclamam de tudo. Então, se você não gosta de lidar com gente, não adianta ser um excelente administrador. No dia a dia do condomínio você não lida só com números, na maior parte do tempo as questões a serem resolvidas envolvem relacionamento. Eu procuro não interferir em situações corriqueiras, mas sempre que procurada ou se percebo a necessidade de uma interferência, faço de boa vontade. Tento mediar da melhor maneira possível, apaziguando os dois lados para tentar ‘baixar a poeira’. Se eu não souber conduzir ou optar por me omitir na resolução do problema, com certeza terei que enfrentá-lo mais a frente, só que num estágio muito mais grave”, avalia.

É impossível saber quando um morador irá reagir de forma intempestiva. Também não é papel do síndico adivinhar quando dois moradores estão com dificuldades em seu relacionamento. Mas é possível, sim, ajudar o condomínio a ser um local com menos desentendimentos. Como foi o caso da Lia Benthien, síndica do Residencial Carybe, que ao assumir a administração do seu condomínio enviou um comunicado para todos os moradores, onde tentou estimular que eles tentassem resolver entre si os pequenos impasses diários.

“Partindo do princípio de que muitas vezes o outro nem sabe que está incomodando, acho muito válida a conversa entre os vizinhos. Mas, se não funcionar, aí eu entro em ação. Falo com a pessoa sobre as queixas do outro, mas nunca de forma autoritária, sempre pedindo colaboração. Acho que as pessoas têm que entender que vivem em uma comunidade e que todos perdem um pouco para o ganho comum. Ninguém é obrigado a ser amigo do vizinho, mas respeitar quem está ao seu lado é salutar, é educado e civilizado. Aquias regras valem para todos e ninguém tem privilégios ou prejuízos diferenciados”, enfatiza.

De quem é a responsabilidade de resolver o conflito?

De acordo com a advogada Lidiane Genske Baia, especialista com 15 anos de experiência na área condominial, a lei é muito ampla quando fala sobre as responsabilidades que competem ao síndico. No Código Civil, o artigo 1.348 aborda as obrigações que norteiam a atividade, mas em momento algum delega ao gestor a função de mediador. Por isso, a indicação é que o administrador siga sempre as determinações da Convenção e do Regimento Interno, além de tentar manter o bem-estar entre os moradores do condomínio.

“Quando um problema entre condôminos é trazido para o síndico, ele deve entrar em contato com as partes e tentar resolver a questão. É muito importante que ele converse com cada um, podendo até mesmo marcar uma reunião de tentativa de conciliação. Mas, se o assunto não for resolvido, o gestor pode enviar uma notificação extrajudicial e dependendo do assunto, até uma multa. Agora, se a questão não for solucionada depois de todas estas providências, o próximo passo é a propositura de ação judicial, e daí quem tem que tomar essa providência são as partes envolvidas”, explica.

A advogada ainda destaca como princípios básicos de um bom gestor ser paciente, mediador e buscar ser o mais imparcial possível. Além disso, ter bom senso e saber mostrar ao morador que ele precisa se adaptar às regras para ter uma boa convivência dentro do condomínio. “É importante que o administrador atue em tudo que pode causar conseqüências para o condomínio. Vale sempre lembrar que mesmo se você estiver com 100% da parte financeira em dia, mas deixar a gestão de pessoas de lado, o seu condomínio vai estar um caos”, analisa.

Já para o advogado Cristiano de Souza, consultor jurídico condominial, o síndico deve ouvir as reclamações, avaliar e conforme a questão informar as partes envolvidas do fato, comunicando sempre o suposto infrator e garantindo-lhe a ampla defesa. Antes de multar, ele destaca a necessidade de procurar apaziguar, podendo inclusive fazer mediações de conflitos, por meio de terceiros contratados, como um mediador profissional com experiência e capacitação em condomínios, que possua técnicas apropriadas para que não haja envolvimento direto e possíveis favorecimentos. “O gestor deve ter uma postura de negociador e ser totalmente transparente. Mas, acima de tudo, ser um profissional criterioso, que não confundirá questões pessoais com suas obrigações legais ao gerenciar um conflito”, comenta.

Segundo ele, o síndico estará ajudando o morador na convivência em comunidade fazendo com que ele entenda que faz parte de uma organização social com regras que devem ser seguidas e cumpridas por todos os envolvidos. “Uma das formas de existir um conflito é negar a participação ou mesmo ocultar informações. Gerenciar e ser proativo em uma visão a frente da coletividade, não apagando fogo com querosene, é o dever do síndico”, conclui.

Gestão de crise

Confira algumas orientações dos especialistas sobre os recursos que os síndicos e condôminos dispõem para evitar que os conflitos fujam ao controle:

  • O síndico deve intervir quando o problema se relacionar, de alguma forma, com as questões do condomínio. Todos os assuntos que dizem respeito à segurança, sossego e saúde dos condôminos devem ter atenção especial do síndico;
  • A comunicação no condomínio é muito importante, portanto, enviar comunicados sobre as regras mais importantes, ou sobre uma obra que está realizada ou algum outro assunto de interesse comum é sempre recomendável;
  • É interessante que o síndico marque reuniões periódicas para ouvir os condôminos. Também o que ajuda muito na adaptação das pessoas e na boa convivência, é fazer eventos sociais como festas juninas, festa de dia das crianças, natal e outras, para que os vizinhos se conheçam e passem a interagir melhor;
  • Do ponto de vista legal, é aconselhável que os moradores resolvam pequenos problemas de convivência entre si.Mas quando não conseguem, podem sim pedir a ajuda do síndico;
  • O gestor deve participar de todos os momentos, porém como um dos atores que pode identificar e tratar um conflito ainda não instaurado;
  • O síndico deve contratar uma boa administradora e um bom advogado, para assim conseguir dar conta de todas as questões. Desde a convivência entre vizinhos, inadimplência, manutenção das áreas comuns, funcionários etc. Levando em conta os possíveis reflexos dos conflitos, é importante que o jurídico atue preventivamente também, e não só depois que acontece um problema;
  • Não se pode confundir perfil mediador com ações de gestor. Havendo um impasse, se instaurado, a função do síndico é de informar os limites e integrar o reclamante no sistema chamado condomínio, fazendo-o entender os danos que poderá causar. O gestor pode colocar o condomínio à disposição para indicar formas de solução, mas não solucionar.

Fonte: CondomínioSC

Playground: diversão e segurança para os pequenos

Implantado em diferentes espaços, o playground pode ser conservado para garantir o entretenimento da criançada e a tranquilidade dos pais.

Playground: diversão e segurança para os pequenos

As férias escolares estão chegando e com ela aumenta o entusiasmo da criançada. E para quem mora em apartamento, nada como ter um espaço ao ar livre para os pequenos gastarem essa energia com segurança. Em meio a uma realidade em que os condomínios têm as áreas comuns cada vez mais utilizadas pelos moradores, e também em que cresce a sensação de insegurança nas grandes cidades – a ideia de deixar as crianças soltas na rua fica cada vez mais para trás -, o playground surge como uma boa opção para garantir a diversão e ocupar o tempo livre.

Os brinquedos para cada área

Embora grande parte dos novos edifícios seja entregue já com esse ambiente, engana-se quem pensa que não é possível implantá-lo nas construções mais antigas. A adaptação para diferentes áreas é feita por empresas especializadas no ramo, que lista os brinquedos mais indicados e cuida da instalação. Os mais usados são os módulos que incluem escorregadores, tobogã, balanços, escadas, tubos e rampas. Nos espaços pequenos, por sua vez, é possível acomodar, de modo avulso, o carrossel, gangorra e balanços, explica Nelson Krenke, gestor de uma empresa de equipamentos de brinquedos.

Playground

Os síndicos devem exigir da fornecedora a certificação de que os brinquedos estão dentro da norma ABNT

“A busca por playgrounds em condomínios tem aumentado”, comenta Nelson, ao avaliar que alguns fatores têm impulsionado essa procura. O primeiro é a qualidade de vida, já que as famílias querem aproveitar as horas de lazer para se divertir ao ar livre. O segundo é a segurança: “as áreas públicas não possuem uma supervisão periódica dos equipamentos, podendo não oferecer a segurança necessária para as crianças, e muito menos a possibilidade de deixá-las sozinhas”, avalia.

Garantindo a segurança

A segurança, aliás, não está relacionada apenas ao modo que o playground é utilizado. Segundo Nelson, o condomínio deve cobrar da fornecedora a certificação de que os brinquedos estão dentro da norma ABNT 16070-2012. Além disso, deve ser feita vistoria visual todos os dias pela gestão do edifício, e duas vezes por ano pela empresa que fez a implantação, com emissão de um laudo de conformidade. Outra medida eficaz é que o piso seja emborrachado, “para garantir a segurança contra possíveis quedas”, alerta. A limpeza, por sua vez, deve ser feita somente com água e produtos ecológicos, que não afetem o meio ambiente e as crianças.

Nos playgrounds, fique atento:

TODOS OS BRINQUEDOS devem possuir certificação segundo a norma ABNT 16070-2012.

PARA GARANTIR A SEGURANÇA deve ser contratada empresa especializada e certificada, que também se encarregue da manutenção periódica. Ao utilizar o espaço, é sempre indicada a presença de um adulto, além da instalação de pisos emborrachados contra possíveis quedas.

A FAIXA ETÁRIA indicada é estipulada conforme o brinquedo, variando entre 0 a 12 anos, mas sempre com uma estrutura mínima para que um adulto possa ter acesso.

PARA A MANUTENÇÃO a vistoria visual deve ser realizada todos os dias (pela gestão do condomínio), e de uma a duas vezes por ano pela empresa certificada, que emite laudo de conformidade.

Fonte: CondomínioSC

Corte de gastos pode prejudicar vida em condomínio, diz especialista

Carlos Berzoti cita como exemplo a segurança que um porteiro traz para evitar a ação de quadrilhas

Redução de gastos no condomínio precisa ser estudada

Redução de gastos no condomínio precisa ser estudada | Reinaldo Canato/29.11.2016/Folhapress

A arrecadação de um condomínio tem o valor estipulado depois de uma análise detalhada nos custos dos últimos 12 meses e tem os números discutidos para ser aprovados na assembleia dos condôminos. Para chegar à quantia necessária, o síndico precisa fazer uma previsão orçamentária. O empresário e especialista em condomínios Carlos Berzoti explica ao R7 que as contas precisam ser avaliadas minuciosamente para evitar erros.

“Para uma boa previsão, é importante pegar as contas dos últimos 12 meses, tem que calcular também a inflação e avaliar, além das despesas fixas, os gastos que acontecem mês a mês”, detalha ele, que recomenda ainda trabalhar com uma previsão anual para não correr o risco de “aumentar o condomínio a todo momento.

O quadro de funcionários também tem que ser levado em consideração para os cálculos do rateio mensal. “Nos que têm funcionário próprio, é preciso ver a folha de pagamento, prever férias, décimo terceiro, contar com possíveis demissões. Nos que usam empresas terceirizadas, esse cálculo tem que ser personalizado”, avalia.

Corte de gastos

Segundo ele, síndicos tentam cortar despesas para agradar condôminos e, com isso, podem colocar em risco a segurança dos moradores. “Todo mundo quer pagar um condomínio mais em conta, por isso os condomínios estão cada vez mais enxutos. A tecnologia ainda é muito cara de ser instalada. Quando o empreendimento tem mais de 40 unidades, a segurança pode ficar comprometida dependendo da tecnologia que for instalada”, garante. “Eu, particularmente, acho que o porteiro traz uma segurança e inibe ações de quadrilhas. Ele é um terceiro elemento. Economia sem critério, a qualquer custo, é perigoso, não é o melhor caminho para a segurança.”

O síndico profissional Paschoal Lombardi Junior, que administra um condomínio grande, composto por seis torres há quase sete anos, também tem cuidado ao cortar gastos.

“Logo quando começa a trabalhar num condomínio, você consegue renegociar contratos e talvez consiga diminuir gastos. Mas com o passar dos anos, você não consegue mais essa manobra. Tem que ser prudente ao enxugar os gastos, porque não pode afetar a vida do morador”, alerta.

Inadimplência

Como nem sempre é possível diminuir o valor, um outro problema que surge é a inadimplência em tempos de crise. Berzoti aconselha como se prevenir com os maus pagadores.

“Precisamos prever a falta de pagamento. Trabalhamos com uma média, mas a inadimplência é sazonal e bem pontual”, explica. “Um condômino atrasa uns dois meses e depois paga, o outro atrasa um mês e logo paga. Existe uma linearidade e, por mais que tenha atraso, o morador acaba pagando. Consideramos inadimplente mesmo aquele que demora mais de três meses para pagar.”

O síndico profissional diz que é preciso ter uma postura mais firme para os inadimplentes.

“Minha inadimplência é muito baixa atualmente, mas desde o início, quando entrei há mais de seis anos, pego pesado. Se completou três meses, levo para o jurídico e eles tomam as providências. Porque se você não agir, corre o risco de perder o controle.”

Imprevistos

Para evitar falta de dinheiro no caixa com imprevistos, Lombardi Junior faz uma estimativa sempre contando com gastos extras e inadimplências. “Nunca penso em deixar as contas no 0 a 0 para não ser pego de surpresa. Muitos caem no erro de fazer a previsão de que vai gastar R$ 10 mil e arrecada os R$ 10 mil. Sempre deixo uma gordura para poder queimar e poder suprir um problema ou outro”, diz. “Tenho fundo de reserva, mas existem regras para mexer nele. A melhor forma de não cometer erros é verificar o fluxo de caixa mês a mês, porque isso vai indicar se está indo para o positivo ou negativo.”

O especialista Berzoti concorda com o síndico profissional e recomenda trabalhar com uma certa segurança para possíveis emergências. “Uma boa margem para imprevistos é de 5%. O fundo de reserva nem sempre está disponível e não pode ser usado sempre que tiver algum problema.”

Valor contestado por moradores

O valor do condomínio, por sua vez, acaba sendo contestado por moradores. O síndico profissional recomenda transparência na prestação de contas. “Como a corrupção chegou nos condomínios também, o melhor a se fazer é contratar uma auditoria externa”, explica. “As minhas contas são todas auditadas. O conselho contratou uma auditoria de fora e todas as contas são prestadas de maneira transparente.”

Berzoti tem outra dica para os síndicos apresentares suas previsões orçamentárias. “A melhor coisa é prestar as contas mensalmente e, na hora da prestação de contas, é legal mostrar em um telão. É bom abrir para o debate com os moradores e acatar as boas ideias”.

Ambos recomendam ainda que os condôminos devem participar da assembleia geral ordinária, para que exista um consenso sobre os valores referentes à taxa de condomínio.

Registrar o que foi discutido em assembleia

Às vezes, é inevitável aumentar o valor do condomínio devido à inflação e à alta em despesas fixas. No entanto, pode acontecer de a assembleia dos moradores vetar a proposta. Lobardi Junior explica que o síndico tem que se precaver se isso acontecer.

“A previsão tem que ser justa para todos. A apresentação na assembleia é importantíssima e, por isso, precisa ser feita da maneira mais transparente possível com a prestação de contas. Apesar de todos os cálculos, os moradores podem negar esse aumento. Se ocorrer, o síndico precisa colocar na ata que fez a previsão e o aumento foi negado. Lá para frente, quando faltar dinheiro no caixa, ele apresenta isso como defesa.”

Fonte: https://noticias.r7.com/

5 aplicativos de decoração para transformar sua casa

Quer uma dica ideal para ganhar mais tempo na hora de decorar seu lar? Temos aqui alguns Apps que irão te ajudar bastante! Confira!

A tecnologia está dominando nossas vidas em vários aspectos. A facilidade para pagar contas, falar com amigos, pesquisar informações e… Decorar a casa ou planejar uma reforma também entraram nessa lista.

Já existem diversos aplicativos que ajudam a decidir o que fica melhor em cada ambiente, você pode errar e mudar de ideia quantas vezes quiser até chegar em um projeto final.

Separamos as melhores opções para que você possa baixar, se familiarizar e planejar a próxima reforma sem pressa, abuse da criatividade e deixe a tecnologia facilitar essa tarefa.

1. Para se inspirar

Homestyler Interior Design

Esse aplicativo de decoração para celular deixa que os usuários insiram modelos tridimensionais em fotos do próprio app. Assim, o usuário decora virtualmente a casa e pode combinar cores, móveis em vários estilos, quadros, entre outros.

Existe um banco de imagens disponível no app, além de artigos sobre o assunto e tutoriais de orientações, o Homestyler Interior Design está disponível para Android e IOS.

Houzz Interior Design Ideas

Também criado para quem busca inspirações, o Houzz Interior Design Ideas possui um banco de imagens completo com mais de 6 milhões de imagens em alta resolução para auxiliar os usuários na criação de ambientes virtuais.

O diferencial do aplicativo é que existem projetos reais realizados por profissionais do ambiente. O app funciona até se você estiver off-line, não é maravilhoso?

Casa e Jardim

Mais de 550 ideias de decoração já prontas para você copiar ou adaptar ao seu estilo. Existem exemplos de como combinar quadros, organizar a bagunça de brinquedos das crianças, reformar móveis usados, entre outros.

O uso é prático já que existem seções onde o usuário pode navegar, desde paisagismo (onde ver dicas para jardins) até arquitetura (com dicas de revestimento uso de materiais e integração de ambientes).

2. Para escolher cores

Crie Suvinil

Já popular entre os amantes de decoração, esse aplicativo é perfeito para quem pensa em mudar a cor das paredes, mas ainda não está tão certo da cor a ser escolhida. É possível testar cores e texturas em um cômodo ou na casa inteira com mais de 1500 opções de cores.

Uma boa função é saber como a cor vai ficar de acordo com a quantidade de luz que o ambiente recebe, testando lâmpadas de cor branca, florescentes, luz natural e etc. Gratuito, está disponível para Android e IOS.

Color Snap, da Sherwin Willians

Viu uma cor em algum lugar e não tem ideia de como descobrir o nome? Baixe o Color Snap e nunca mais tenha esse problema. Esse aplicativo de decoração de ambientes consegue identificar a cor de uma parede, um ambiente ou até de algum objeto, basta que você fotografe e coloque a foto no aplicativo.

Ele também aceita que você use fotos existentes na memória do seu aparelho.

O aplicativo informa a cor que você deseja e também indica uma paleta de tons que combinam com aquela tonalidade. Ele dá dicas de combinações e também pode ser usado em celulares Android e IOS, além de ser gratuito.

3. Para medir corretamente

iHandy Level 

Tem muita gente que gosta de pendurar quadros com uma simetria milimetricamente calculada, donos de olhos poderosos que são capazes de ver um quadro torto, mesmo que seja apenas um milímetro.

Se você não tem todo esse poder, mas quer manter seus quadros alinhados, baixe o iHandy Level. Ele ajuda a verificar se um quadro está nivelado, como colocar uma prateleira perfeitamente nivelada, mas também pode ser usado em qualquer superfície onde o nivelamento é necessário.

A utilização é bem simples, basta posicionar o aparelho na superfície a ser avaliada e aguardar o resultado que aparece em instantes. Também disponível para IOS e Android.

MagicPlan

Esse aplicativo pode ser usado na casa inteira para descobrir as medidas corretas da sua casa. Ele mede e já transforma os cálculos em uma planta virtual sem a necessidade de usuário saber desenhar. Perfeito para quem deseja mudar os móveis ou apenas trocar os que já possui de lugar.

O uso é fácil, basta inserir no app as fotos de cada cômodo da forma que está, com móveis mesmo ou sem eles. Está disponível para iOS e Android, mas é exclusivo para celulares que possuem giroscópio.

É gratuito para download, porém algumas funções dentro do app são pagas, como gerar as plantas em formatos PDF e JPG.

Photo Measures Lite

Está na loja, gostou de um sofá e não sabe se vai caber ou não na casa nova. Isso acontece muito, mas se você baixar o Photo Measures, ele te ajuda nessa missão.

Infelizmente ele não funciona de forma automática, é preciso eu o usuário insira as medidas de cada ambiente no sistema. Uma vez em uma loja, basta inserir as medidas dos móveis que está interessado e o app vai dizer se ficará bom ou não.

Meça cortinas, tapetes, sofás e outros objetos e deixe as dúvidas para trás.

4. Para calcular gastos

Arquitecasa

Uma parceria da revista Arquitetura & Construção da editora Abril, esse aplicativo de decoração de interiores consegue calcular o custo total de uma reforma.

Para o cálculo é preciso informar o cômodo que será reformado e suas medidas exatas, além de destacar o que será feito no local. Com essas informações, o usuário terá acesso a uma lista com o material necessário para a obra, bem como mão de obra e custo de cada item. Usuário de aparelhos IOS e Android podem baixar o app.

Carpet & Floors Calculators

Perfeito para quem estuda designers de interiores, quem apenas se interessa pelo assunto ou para quem deseja calcular a média de material gasto em cada projeto. Basta inserir os dados básicos aproximadas da quantidade de azulejo, papel de parede ou revestimento necessário.

5. Para pesquisar locais de compra

Dekorazi

Uma lista completa com o endereço, telefone, e-mail, fotos de produto e aplicação em ambientes, ofertas e serviços de cada loja, como chegar (o app gera uma rota a partir do ponto de sua localização no momento da consulta), assim é o Dekorazi.

É possível navegar em seções de tipo de loja, como materiais de construção, decoração e etc. Tem acesso a todas as cidades do Brasil, mas fica disponível apenas para IOS por enquanto.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Troca de administradora

Síndico precisa de aprovação prévia da assembleia?

 

Síndico precisa de aprovação prévia da assembleia?

 

 

Trocar de administradora é um passo e tanto: a empresa é uma das maiores parcerias do síndico no dia-a-dia da administração condominial.

Justamente por isso, para o síndico tomar essa decisão, ele deve ter suas razões e argumentos.

Porém, uma dúvida bastante comum é se o síndico precisa de anuência assemblear prévia para efetuar esse troca.

Nesse vídeo, o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich explica que o síndico pode, sim, mudar a administradora do condomínio, mesmo sem assembleia prévia.

A empresa não deve, ainda, reter documentos sob o pretexto da necessidade de uma assembleia para deliberar sobre o tema.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Não faça feio: acerte nos ambientes compartilhados

Nem tudo precisa ser preto e branco para ter uma integração perfeita e arrancar elogios

Já ouviu aquela história de que a sala deve conversar com a cozinha americana? Pois é, e esse diálogo pode ir além da bancada. A decoração faz isso por você, integra perfeitamente os ambientes – e não pense que tudo precisa ter a mesma cor para combinar, dê colorido à sua casa!

“A integração perfeita é aquela em que os ambientes conversam entre si. Mesmo que tenha uma diferenciação, seja de piso ou cores, é importante que eles tenham estilos e design complementares, pois assim não terá a sensação de um ruído na comunicação” explica a arquiteta Nina Abadjieff.


(Foto: Osvaldo Cruz)

A designer de interiores Fabiana Visacro dá logo a dica: o fundamental é a pessoa se sentir confortável em casa. “Que não tenha que ficar desviando dos móveis para chegar num próximo ambiente e crie uma sensação de unidade. O recurso para setorizar os ambientes pode ser feito com gesso, iluminação, piso, revestimento,tapete”.

Para ser um sucesso

Nina destaca a harmonia entre materiais, que eles sejam similares. E muito cuidado com o excesso, ou você vai querer deixar seu lar poluído visualmente? “Se o ambiente for pequeno, o uso do espelho é essencial, pois, além de criar uma sensação maior de amplitude, ajuda a setorizar os espaços de maneira mais leve”.


(Foto: Osvaldo Cruz)

Fabiana acha que o piso não precisa ser igual quando os ambientes são integrados. Isso porque é possível fazer a demarcação das áreas utilizando pisos diferentes. “Quanto à luz, eu gosto de usar a mesma, se uso uma tonalidade amarela na sala, ela se repetirá na cozinha”, diz ela, lembrando que a iluminação pode mudar a tonalidade de móveis.

Ousar mais

Pode sim, caprichar nas cores. Tonalidades fortes são pouco usadas em ambientes integrados por medo de que enjoem rápido. Porém, existem alguns revestimentos com cores mais ousadas que não são cansativos. “Além disso temos a iluminação, que pode ser de trilho ou um lustre com design irreverente”, aposta a arquiteta.


(Foto: Osvaldo Cruz)

“Uma maneira bem legal de trabalhar os ambientes integrados é usar algo com estilo diferenciado. Vamos supor seja um ambiente com proposta contemporânea: o lustre da sala de jantar pode ser clássico. Isso causa uma sensação boa de surpresa no espaço”, aponta a designer.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Aprenda o que fazer antes de começar uma reforma

Um planejamento bem feito diminui os riscos de intercorrências e aumento dos gastos ao longo das obras

Há quem tenha trauma de reforma: é pedreiro que falta, material que atrasa, prazo que não é cumprido e gastos que são ampliados por qualquer motivo. Tudo isso, porém, pode ser diminuído se o dono do imóvel definir as prioridades, sabendo o que quer logo de início. Claro que um arquiteto ajuda muito nessa hora, principalmente se a obra envolver partes estruturais.

Objetivo

“A primeira coisa a pensar numa reforma é o objetivo que se tem. O que vai ser transformado: se é uma construção inteira ou um ambiente. E o que se pretende com a reforma, ampliar o espaço, ganhar luminosidade, mudar apenas o estilo”, detalha a arquiteta Denise Aurora, do escritório Aurora Arquitetura.


(Foto: Shutterstock)

Planejamento

Primeiro é preciso saber o nível de interferência, se é algo mais estético ou mexe alguma questão estrutural como, por exemplo, a divisão de um ambiente. Isso impacta no tempo. Também é preciso definir quanto se pretende gastar para adequar a reforma ao orçamento.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Planta do imóvel

A arquiteta Gislene Lopes afirma que a planta é essencial. “Todos os proprietários deveriam ter o projeto arquitetônico e o complementar em mãos. Mas nem sempre isso ocorre. Nesses casos, pedimos a microfilmagem do projeto na prefeitura e temos acesso à planta do imóvel dessa forma”.

Ajuda profissional

Um arquiteto sempre dará mais segurança à reforma. A ideia é que o profissional saiba evitar gastos desnecessários, planejando o orçamento de forma correta. “Porém, caso a pessoa queira fazer a obra por sua conta e risco, saiba que é impossível derrubar e construir paredes sem a devida orientação”, diz Gislene.

Partes essenciais

As partes hidráulica e elétrica devem ser sempre revisadas, principalmente em imóveis antigos. Ninguém pensa em quebrar tudo de novo ao término da reforma porque um cano deu vazamento, certo? Para Gislene, também se deve ter atenção à instalação de novas tomadas. “Não adianta você colocar a cama e não ter tomadas para acender um abajur”. Segundo Denise, esse é um passo chamado “detalhamento”. “Quando o arquiteto entende os objetivos do cliente, o projeto vai se desenrolando”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Acordo extrajudicial, conta do condomínio e falta de atas

Especialista Viviane D´Annibale tira as dúvidas dos leitores do SíndicoNet sobre vida em condomínio.

Especialista Viviane D´Annibale tira as dúvidas dos leitores do SíndicoNet sobre vida em condomínio.

A advogada Viviane Basqueira D´Annibale tira as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

A profissional atua há 18 anos na área de condomínios e é uma grande especialista no assunto.

Acordo extrajudicial

Pergunta 1, de Estela Edison Mariano

Na condição de síndico eu posso tomar a iniciativa de fazer acordo com condômino inadimplente que está com ação ajuizada pelo condomínio e que até o momento só houve a notificação para audiência?

O condômino manifestou interesse em realizar o acordo, mas o departamento jurídico da administradora no meu entendimento está dificultando, querendo cobrar multas e juros que concordo em abrir mão pelo fato da saúde financeira do condomínio estar em péssimas condições. O departamento jurídico insiste em cobrar honorários de sucumbência sobre o acordo.

Dentro da minha ignorância jurídica entendo que honorários de sucumbência quem arbitra é o juiz dentro de uma sentença, então no meu humilde entendimento se não houve ainda sequer a audiência, como o jurídico insiste em cobrar sucumbência sobre o valor do acordo sem a devida determinação da autoridade judiciária. Observação: no contrato entre o condomínio e a administradora está incluída a assistência jurídica.

RESPOSTA DA ESPECIALISTA

Resposta: Primeiro quero tratar de uma questão que vc mencionou na pergunta ”…o departamento jurídico da administradora no meu entendimento está dificultando querendo cobrar multas e juros que concordo em abrir mão pelo fato da saúde financeira do condomínio estar em péssimas condições.”

Na verdade, o departamento jurídico da administradora está correto e certamente está tentando lhe proteger. Você se arrisca muito em conceder descontos de juros e multa considerando que lei veda esta prática.

O dinheiro proveniente de cotas condominiais pertence a massa condominial e mesmo você como síndica, com a melhor das intenções em querer zelar pela saúde financeira do condomínio, pode ser responsabilizada pela devolução destes valores a título de descontos ao caixa do condomínio.

O artigo 1348 do Código Civil dispõe a respeito das competências do síndico.

Destaco o item VII – cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas devidas; ao mesmo tempo é dever do condômino contribuir com as despesas do condomínio. Quando vc faz cumprir a lei e própria convenção vc está zelando pelo condomínio como um todo. 

Com relação ao aos honorários de sucumbência a OAB assim se pronuncia;

9 – A sucumbência relativa a honorários advocatícios pertence ao advogado do vencedor da lide, sem qualquer redução nos honorários contratados, em conformidade com o que estipula a lei, descabendo com relação a estes e em qualquer hipótese a imposição de compensações, reduções ou exclusões.

Portanto os honorários são devidos ainda que a ação tenha sido recém distribuída e mesmo que não haja sentença. Dependendo da natureza da ação o juiz fixa honorários já no 1º despacho.

Ocorre que a própria OAB também oferece uma espécie de escalonamento no pagamento dos honorários da seguinte forma:

6 – Na ausência de especificação, 1/3 da verba honorária contratada, por escrito ou verbalmente, deverá ser paga no ato da outorga da procuração, início do trabalho, outro tanto até a sentença de primeiro grau e o restante no final, nos termos do artigo 22, § 3º, da Lei nº 8.906/1994, devidamente atualizada monetariamente.

Este pode ser um argumento com os advogados responsáveis pelo processo em questão.

Não sei em que termos o contrato de honorários foi assinado,  mas você pode utilizar esta ferramenta para negociar com os advogados. Entendo que uma boa conversa pode resolver a questão.

Falta de documentos do condomínio

Pergunta 2, de Ada Virginia

O condomínio tem conta bancaria no Itaú desde 2005. Este ano, ao apresentar a ata de eleição do novo síndico, o banco solicitou regulamento interno.

Expliquei que não há regulamento interno, apesar de contar na convenção, pois todos concordam que nada melhor que uma boa conversa e todo o mais, seria resolvido de acordo com cada demanda em reuniões condominiais.

O banco não aceitou. Então não consigo fechar a conta no Itaú (já abri em outro banco) e o banco não fecha a conta pois entende que o condomínio está sem representante legal. Como proceder?

RESPOSTA DA ESPECIALISTA

O documento legal que comprova a representação de um condomínio é a ata de eleição de síndico. Este fato é incontroverso e a exigência do banco no envio do Regulamento Interno para este fim (comprovação de representação legal) demonstra desconhecimento e não encontra amparo legal.

Uma solução é o envio de uma notificação extrajudicial na tentativa de esclarecer ao banco que a exigência dele é infundada. Se ainda assim o banco não encerrar a conta, o caminho terá que ser judicial.

Falta de atas

Pergunta 3, de Ana Maria Agilda

A síndica do meu condomínio já está no seu terceiro mandato porque sempre é eleita por procurações (proprietários que não moram no condomínio). Ela faz as assembleias e não entrega as atas para os condôminos. Nós cobramos e não temos resposta, inclusive mandamos e-mails para ela e nada de respostas. Pedimos pra ela colocar assuntos que achamos conveniente em pauta para apreciação dos condôminos e ela não nos da resposta alguma

Nesses casos, o que podemos fazer para que ela nos dê atenção e resolva alguns problemas que temos nos condomínio?

RESPOSTA DA ESPECIALISTA

Primeiramente quero esclarecer que é perfeitamente possível que um síndico seja eleito em assembleia por condôminos representados por procuração.

No entanto é preciso analisar a convenção do seu condomínio com cuidado para saber o que está disposto a respeito de procurações, pois muitas convenções limitam as quantidades por pessoa, outras proíbem que o síndico e o conselho recebam procurações, enfim, esta análise é que vai dizer se a prática está correta.

Outro ponto é a não entrega das atas. As convenções estabelecem prazo para o envio de das atas de assembleia e realmente ela não está cumprindo as regras da convenção.

Se o problema afeta a maioria do condomínio você pode reunir 1/4 dos condôminos e pleitear da administradora a convocação de uma assembleia para todos estes esclarecimentos e até a destituição da síndica se for interesse da maioria.

* Viviane Basqueira D´Annibale é advogada especializada em Direito Civil, e especialista em direito condominial
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Veja como fazer um jogo americano para deixar o Dia dos Namorados mais especial

Fácil e barato, esse passo a passo vai deixar a data ainda mais romântica

Sair para jantar no Dia dos Namorados nem sempre é a melhor opção. Restaurantes cheios, com filas de espera e menus especialmente caros podem transformar a data em uma verdadeira do de cabeça.

Nossa dica é: prepare um jantar romântico para o seu par em casa e capriche na decoração, para fugir da impressão que será só mais uma refeição comum.

Para isso, a Cre, do canal de Youtube Blog da Cre, ensinou ao ZAP em Casa como fazer um jogo americano em formato de coração que vai deixar a sua noite bem temática e especial.

Materiais:

 


Lista de materiais (Foto: Cre/Blog da Cre)

 

– 4 E.V.As vermelhos;
– 1 cartolina branca;
– 8 metros de fita de cetim;
– 1 prato;
– Estilete;
– Tesoura;
– Lápis.

Passo a passo

 

 

Dia dos namorados
Dobre a cartolina ao meio (Foto: Cre/Blog da Cre)

Centralize um prato com a metade sobre a cartolina, a outra metade sobre o EVA, e desenhe um lado do coração. O prato vai servir de base para o seu desenho ficar ajustado (Foto: Cre/Blog da Cre)

Recorte o coração com a cartolina ainda dobrada (Foto: Cre/Blog da Cre)

Abra a cartolina e posicione o molde de coração sobre o EVA. Contorne-o com o lápis (Foto: Cre/Blog da Cre)

Retire o molde e recorte o coração (Foto: Cre/Blog da Cre)

Feito isso, faça pequenos riscos de mais ou menos 1 cm, medindo com o dedo indicador o espaço entre eles. E a cada dois traços, meça três dedos de distância. Faça isso em toda a borda do coração (Foto: Cre/Blog da Cre)

Com o estilete, faça um pequeno corte em cada risquinho, sem cortar a borda do coração (Foto: Cre/Blog da Cre)

Passe a fita de cetim em todos os buraquinhos, começando no segundo corte de baixo para cima (Foto: Cre/Blog da Cre)

Finalize com um laço na ponta do coração (Foto: Cre/Blog da Cre)

Está pronto o seu jogo americano romântico (Foto: Cre/Blog da Cre)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Home office em condomínios: é possível conciliar trabalho e moradia?

Mesmo que não exista uma lei específica que regule o home office em condomínios, para se trabalhar em casa é preciso que se observem algumas regras de boa convivência.

Home office em condomínios

Se já não bastassem os problemas com cachorros, garagem e barulho, agora os síndicos têm mais um assunto para se preocupar. Trata-se do Home Office em condomínios, ou em bom português o Escritório em Casa. Tendência que se tornou parte do cotidiano dos condomínios, é comum que profissionais liberais optem por exercer suas profissões em casa.

Motivos da popularização do home office em condomínios

São dois os principais motivos que levam cada vez mais jornalistas, arquitetos, designers, editores, professores e outros profissionais a aderirem ao home office em condomínios. Entre eles o trânsito, sempre caótico nas nossas grandes cidades, e a possibilidade de estar mais perto da família e acompanhar o crescimento dos filhos. Até aí nenhum problema. As vantagens para quem trabalha em casa realmente são muitas. No entanto, para os outros condôminos, talvez o home office em condomínios não seja legal assim.

Não existe legislação vigente sobre o assunto

Apesar de não existir nenhuma lei que impeça um morador de implantar um home office, síndicos e administradoras utilizam o art. 1336, do Código Civil para fixar algumas regras sobre o assunto. “Dar as suas partes a mesma distinção que tem a edificação, e não utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes”.

A circulação de pessoas estranhas em áreas comuns, a maior demanda por funcionários como porteiros, e o aumento de volume em correspondências e entrega de mercadorias são os principais problemas reclamados por condôminos vizinhos de home office.

Atento a essa nova tendência, alguns novos empreendimentos já costumam ser projetados com escritórios nas áreas comuns dos edifícios. São espaços equipados com mesas, internet e sofás que podem ser alugados para eventuais reuniões.

São novos tempos e o síndico precisa lidar com isso. A solução nem sempre é banir determinada atividade, mas encontrar uma solução que fique melhor para ambos. Nesse, e em diversos outros casos relacionados à vida em condomínio, o bom senso deve prevalecer.

Está pensando em montar um home office no seu apartamento? Confira algumas dicas.

O que é permitido ou aconselhável?

– Receber visitas, clientes, ou marcar reuniões, desde que os visitantes não fiquem circulando nas áreas comuns do condomínio.

– Desenvolver atividades que não demandem excessos de visitas e entregas de mercadorias.

– Atividades que não exijam gastos exorbitantes com água e luz.

– Qualquer profissão que não cause nenhum tipo de prejuízo ao condomínio ou ao condômino.

O que não é permitido ou aconselhável?

– Atividades que demandem um fluxo alto de pessoas estranhas ao condomínio entrando e saindo.

– Atividades que possam gerar riscos à saúde de terceiros.

– Excesso de visitas ou reuniões dentro do condomínio.

– Uso de áreas comuns para práticas profissionais como reuniões ou apresentações.

– Uso do hall como sala de espera.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Conheça o porcelanato líquido, solução para um piso sem rejunte

Você sabe quais são as vantagens de escolher o porcelanato liquido para o piso da sua casa? Nós separamos algumas informações para você a seguir. Confira!

Sempre bate uma dúvida na hora de escolher o piso em uma reforma ou construção, é uma escolha difícil e que precisa ser analisada em suas vantagens e desvantagens.

Como uma das opções em destaque, hoje vamos detalhar como funciona o porcelanato liquido. Como aplicar, durabilidade, acabamento, como limpar e outros detalhes para que sua escolha seja bem fundamentada. Vamos lá?

O que é?

É bem comum ouvir falar de porcelanato, são aquelas placas de cerâmica feitas de minerais compactados, usadas para pisos e com uma durabilidade alta. Devido a sua delicadeza, geralmente as peças são aplicadas uma a uma.

Mas e o porcelanato líquido? Bom, na verdade o porcelanato líquido não tem nada de porcelanato. Ele só tem esse nome porque seu resultado uniforme, com muito brilho, fácil de limpar e com alta durabilidade lembra o porcelanato de verdade, feito de cerâmica.

Além disso, o porcelanato verdadeiro quando bem aplicado conta com o mínimo de dilatação em suas junções, o que dá a sensação de um piso único.

Porém, o porcelanato líquido constitui-se de resina epóxi, resina de uretano ou resina de poliuretano e sua aplicação líquida resulta num piso liso e que pode ser uniforme ou desenhado, daí sua fama para ser usado em decoração de ambientes.

Pode ser em cores sólidas, espelhado ou até aplicado transparente sob pisos já existentes ou adesivos.

Como aplicar?

Como citamos, o porcelanato líquido é na verdade uma resina. Por ser uma resina autonivelante quando colocada sobre outra superfície, a aplicação é feita sem muitas dificuldades, basta o auxílio de um rodo.

A forma de aplicar difere para os três tipos de resina que compõe o porcelanato liquido e essa composição é quem vai definir seus cuidados na hora de sobrepor, como o piso ficará quando pronto e até em relação aos cuidados que deverá ter manutenção.

– Resina Epóxi: a resina epóxi é dividida em 3 outros produtos: a própria resina, um componente endurecedor e a carga autonivelante. Os três ingredientes vêm separados e devem ser bem misturados antes da aplicação. Devido ao brilho que proporciona, sua durabilidade e também por ser o primeiro tipo de resina desenvolvido, é o mais utilizado.

É muito resistente e não costuma quebrar ou trincar facilmente a longo prazo, é o mais indicado para áreas residenciais, pois em áreas externas é mais suscetível a mudanças climáticas e pode acabar trincando rapidamente.

– Resina de Uretano: Uma derivação da resina de poliuretano, não usa solventes ou outra mistura. Traz resistência a choques e é bem durável em atrito com produtos químicos, porém é fraco para a incidência de raios UV, logo não é o ideal para áreas externas.

– Resina de Poliuretano: a aplicação da resina de poliuretano é um pouco diferente. Antes da aplicação o piso deve ser todo nivelado e a instalação deve ser feita com rolo, como se tivesse usando tinta de parede. Essa opção tem menos cores e não disponibiliza a versão transparente. Seu uso é mais indicado para áreas externas.

Antes da aplicação de qualquer um dos tipos é preciso preparar o solo de forma básica: limpar, eliminar qualquer possibilidade de poeira ou sujeira menor e impermeabilizar o local que vai receber a mistura.

Cuidados na limpeza

Como dissemos, alguns tipos de resina não se dão bem quando expostas a algum produto químico. Logo, a limpeza requer alguns cuidados especiais.

Após a sobreposição é preciso aguardar o prazo de 24 horas para limpar o local. Para a limpeza utilize apenas água e detergente ou sabão neutros. Devido a sua superfície lisa, é muito fácil fazer essa higienização.

Já a manutenção deve ser feita aproximadamente de 6 em 6 meses ou de acordo com a indicação do seu fornecedor. Apesar de ser um material bem resistente, o porcelanato líquido não se dá bem com móveis sendo arrastados, portanto quando for fazer uma limpeza em casa evite fazer isso, pois vai arranhar o porcelanato.

Vantagens x Desvantagens

Bom, até aqui você já deve ter percebido inúmeras vantagens do porcelanato. De qualquer forma, vamos listar para que você perceba de forma mais clara.

Pontos positivos:

– Fácil limpeza e higienização
– Pode ser aplicado em áreas internas ou externas
– Não tem juntas por ser um “piso único”, logo não acumula sujeiras como os pisos comuns fazem em suas junções.
– Pode ser aplicado por cima de outras superfícies.
– Possui opção de cor transparente, o que pode te proporcionar manter um piso de madeira ou cerâmica, apenas tornando a superfície mais “fácil de limpar”.
– Não absorve óleo, gordura, bebidas, portanto é muito indicado para cozinhas.
– Alta durabilidade se usar a resina correta no ambiente adequado.
– Aplicação simples.
– Custo baixo de manutenção.

Pontos negativos:

– Não permite usar produtos abrasivos ou qualquer produto de limpeza.
– Tempo de secagem superior aos pisos comuns.
– A aplicação deve ser feita por um profissional especializado.
– A aplicação por cima de um piso antigo deve ser analisada antes.
– O material de qualidade é mais caro e não é facilmente encontrado em qualquer loja de construção.

Gostou de conhecer mais sobre o porcelanato líquido? Continue acompanhando nossas diversas dicas de decoração!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Medição individualizada de água traz economia para condomínios

Além de tornar pagamento mais justo ao morador, existem sistemas de monitoramento Wifi com APP Android

A medição individualizada de água virou lei. A nova regra de sustentabilidade ambiental vale apenas para residentes em condomínios novos, conforme a Lei Federal 13.312 sancionada em 12 de julho de 2016, e entra em vigor em 2021.

Foto: DINO

Na maioria dos condomínios o consumo de água é coletivo e representa cerca de 15% dos gastos, segundo pesquisa no site Valor Econômico. O pagamento deste custo acaba sendo rateado entre todos os moradores, tornando impossível saber quem gastou mais e quem economizou no final do mês.

Conhecer seu próprio consumo e pagar sua conta individualmente é fundamental para quem busca evitar desperdícios de água. A medição pode ser feita manualmente com a entrada de um leiturista no condomínio, ou utilizando recursos tecnológicos já existentes no mercado como o sistema de Medição Individualizada Wifi.

Esta nova tecnologia permite a leitura em tempo real do hidrômetro de forma 100% automática, e o morador vê seus dados de consumo pelo computador ou APP mobile de maneira fácil e segura. A Medição Individualizada Wifi traz mais praticidade inclusive ao administrador do condomínio, pois o sistema cria gráficos e relatórios do uso, e sempre que houver consumo excessivo em algum dos apartamentos ou ainda nível baixo no reservatório de água, o sistema Wifi envia alertas no celular do administrador, possibilitando a solução do problema antes que falte água para os moradores.

Quem mora em condomínio garante que a mudança vem para melhorar.“Gostei muito do sistema Wifi, porque além do pagamento ser mais justo, sei o quanto estou gastando, ou se existe algum vazamento no apartamento pelo meu computador,” comenta Davi Nunes, morador de um condomínio em Recife. De acordo com o diretor superintendente da APSA, Leonardo Schneider, a Medição Individualizada pode chegar a uma economia de 30 a 60% no condomínio, e em muitos casos o investimento é pago em dois ou três meses por causa da redução na conta de água.

No seu condomínio ainda é feito o rateio coletivo? Então conheça o Gestag, o melhor sistema de Medição Individualizada Wifi do Brasil.

Acesse: www.gestag.com.br

Website: http://www.gestag.com.br

Fonte:  https://www.terra.com.br

Apartamento pronto para morar ou pronto para mudar? Saiba a diferença

Os apartamentos prontos para morar são uma ótima opção para investir e para morar. Mas você conhece os apartamentos prontos para mudar? Entenda a diferença!

Quando buscamos um novo lar, os anúncios de imóveis novos brilham aos olhos. Afinal de contas, tem coisa melhor do que se mudar para um apartamento novinho em folha? Pronto para chamar de seu e ainda com cheirinho de novo?

Essa é a sensação que todos tem ao conquistar um imóvel novo.

Os ótimos preços e condições de pagamento, além das diversas opções de lazer no condomínio, são ótimos atrativos. Mas, o melhor de tudo, é que, ao apostar nesse tipo de empreendimento, você será a primeira pessoa a morar naquele imóvel.

Outra vantagem de imóveis novos, que acabaram de ser entregues, é que seus moradores poderão mudar-se e já começar a desfrutar do conforto do novo lar em pouco tempo após assinatura da papelada.

Os chamados “prontos para morar” contam, tradicionalmente, com a estrutura mínima necessária para que o proprietário se mude para o local, ou seja, já com instalação elétrica e hidráulica, com os revestimentos (apenas em áreas molhadas, como banheiros e cozinha) e janelas e portas básicas.

Porém, isso não significa que, ao chegar ao apartamento, a família terá tudo realmente pronto para morar sem antes realizar alguns ajustes ou instalações.

Esses apartamentos, por exemplo, não vêm com sistema de ar condicionado instalado. Esse é um ponto importante a se considerar, pensando que, caso o morador queira instalar posteriormente, esse serviço torna-se um pouco mais trabalhoso.

Mas, então, qual a melhor saída?

A boa nova é que já está disponível no mercado o apartamento pronto para mudar. Esse tipo de imóvel tem a facilidade de ser não apenas pronto para o proprietário morar, eles têm como principal funcionalidade todo o conforto necessário para que ele se mude de imediato, sem necessidade de nenhuma instalação prévia.

Nessa opção, além de já ter o apartamento entregue com sistema de ar condicionado instalado, há ainda o cuidado dos idealizadores de entregar o imóvel aos compradores já com os revestimentos colocados.

E mais: o conceito de imóveis prontos para mudar ainda dá ao morador na entrega das chaves alguns dos eletrodomésticos mais necessários para o dia a dia, já instalados!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

 

 

Condomínios buscam alternativas para facilitar o pagamento da taxa mensal

Parcelamento, extinção de multas e troca por serviços são opções


Ilustração: Pagu/CORREIO

A inadimplência sempre foi um entrave na vida de qualquer administrador condominial. Durante o período da crise financeira do país, esse problema se tornou ainda mais presente, em decorrência, principalmente, dos altos índices de desemprego no país. Só no mês de maio de 2018, o Sindicato da Habitação da Bahia registrou um crescimento de 25,2% em relação ao mesmo período do ano passado, mas apesar do avanço no número de ações, a efetividade dos processos tem sido questionada por administradores. Para evitar que o caso vá parar na justiça, e lá permaneça por anos, síndicos buscam alternativas que vão desde os parcelamentos e extinção das multas e juros, até a troca de serviços prestados por devedores pelo perdão das dívidas.

O impacto da crisenas folhas dos condomínios que administra foi sentido de imediato pelo gerente geral da Rane Administração Condominial, Herivalter Pereira. Ignorar a questão não era opção e a judicialização ao menos em um primeiro momento também não parecia uma alternativa muito atrativa, considerando a sobrecarga dos tribunais. Pensando nisso, ele orientou os administradores a convocarem assembleias onde os moradores deliberaram sobre mutirões de parcelamento e perdão dos encargos sobre as taxas atrasadas. “Foi a melhor decisão, pois a justiça não tem resolvido e o condomínio continua com contas para pagar”, explica. “Hoje temos condomínios que parcelam as dívidas em 10 vezes e em casos mais extremos, 20 vezes. As multas e juros também podem ser perdoadas, mas para isso tem que haver diálogo e priorizamos o diálogo sempre”.

“A taxa de condomínio é algo referente a coletividade, por isso é importante buscar uma orientação jurídica antes de tomar qualquer decisão por mais bem-intencionada que seja” – Stéphanie Nery, advogada imobiliária.

Apesar da análise individual dos casos ser uma alternativa, o presidente do  Secovi-Ba e colunista do CORREIO, Kelsor Fernandes ressalta que a concessão feita a um morador, deve ser estendida a todos os membros do condomínio, por isso a importância da discussão do tema em assembleia. Uma outra solução que tem sido considerada por síndicos e administradores é a troca de um serviço fornecido pelo condômino devedor ao condomínio. “Tenho visto casos no qual o condomínio está precisando de uma manutenção do prédio, e por exemplo, há um morador que é engenheiro e se predispõe a elaborar o projeto em troca da quitação das dívidas, pois está desempregado. É uma opção que surge como solução para as duas partes”, aponta. Ele ressalta que o método é totalmente legal e pode ser comparado ao caso dos síndicos que não pagam a taxa condominial em função do serviço administrativo prestado.

Por mais que pareça uma solução fácil a advogada especializada em direito imobiliário, Stéphanie Nery, indica que a troca de um serviço de interesse do condomínio pela quitação da taxa demanda cuidados tanto para a administração como para o condômino. “Algumas convenções proíbem a prestação de serviços por parte dos moradores, caso não haja esse impedimento, recomendo que o condomínio contrate o condômino para a prestação de serviço e após o pagamento, a dívida seja quitada”, explica citando que o método oferece maior segurança para as duas partes. No caso da isenção das multas e juros, apontada como alternativa mais comum, ela explica que a condição deve estar explícita na convenção ou o síndico pode ser responsabilizado. “Temos casos em Salvador em que o síndico foi obrigado a ressarcir o condomínio pois a justiça entendeu que ele não tinha poder de deliberação individual sobre o assunto”, diz. “A taxa de condomínio é algo referente a coletividade, por isso é importante buscar uma orientação jurídica antes de tomar qualquer decisão por mais bem-intencionada que seja”, finaliza.

A melhor forma de negociar sua dívida

Iniciativa Uma das melhores maneiras de evitar a evolução da dívida até a disputa judicial é abrindo um canal de diálogo com a administração. Converse com o síndico, exponha a sua situação e demonstre interesse em solucionar a inadimplência.

Condições Analise os seus limites financeiros e verifique se será capaz de honrar o tamanho das parcelas e as datas de pagamento das prestações. Busque a solução o quanto antes e evite o acúmulo das mensalidades.

Serviço Caso a opção escolhida seja a troca de um serviço necessário ao condomínio pelo perdão da dívida, priorize uma contratação com emissão de nota e  a quitação da dívida após o pagamento, pois o contrato garantirá uma maior segurança jurídica para ambas as partes.

Fonte: https://www.correio24horas.com.br

Como preparar o condomínio para a coleta seletiva

Adequação das instalações e comissão de moradores

 

Adequação das instalações e comissão de moradores

 

 

Ter um plano de ação é fundamental para que a coleta seletiva seja bem sucedida. O ideal é que os moradores interessados formem uma comissão.

Dessa forma, as decisões não ficam tão dependentes do síndico.

É importante que essa comissão seja referendada em uma assembleia, que também aprove a implementação da coleta seletiva.

A comissão deve decidir itens como:

  • O lixo reciclável será separado por material (papel, plástico, vidro, metal, embalagem longa vida) ou todos recicláveis na mesma lixeira? Em geral, há mais adesão quando o projeto prevê  os recicláveis na mesma lixeira.
  • Como essa separação será feita? O condomínio pode distribuir sacos de cor diferente para os materiais recicláveis, assim não há confusão por parte dos funcionários
  • Os funcionários do condomínio irão retirar o material reciclado dos apartamentos ou haverá uma lixeira grande, separada por material, para os próprios condôminos depositarem ali os resíduos? Nesse caso, deve-se levar em conta o preço da lixeira
  • Onde o lixo reciclável vai ser acondicionado até ser coletado?
  • Quem irá retirar a coleta seletiva do condomínio? Seja uma ONG, cooperativas ou empresa, o importante é que haja compromisso na coleta dos recicláveis.
  • Há também empresas que prestam consultoria para o condomínio implantar um programa de reciclagem.Os custos vêm acompanhados de farto material de divulgação, e de seis meses de apoio ao projeto.

Durante a tomada dessas decisões é importante que se leve em conta:

  • O espaço que irá receber os reciclados deve ser ventilado, já que esses materiais são bem inflamáveis.
  • O local deve conseguir abrigar certo volume de lixo, já que cooperativas, empresas ou ONGs em geral retiram de 1 a 2 vezes por semana.
  • Esse ponto também deve ser de fácil acesso tanto para os funcionários do prédio quanto para aqueles que irão retirar o material.
  • Esse material pode ser acondicionado em bags ou contêineres. Veja se na sua cidade a prefeitura oferece algum incentivo para quem deseja implementar a coleta seletiva.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Dia dos Namorados: invista em um jantar em casa

Sugestão é uma saída para evitar filas e economizar. Veja algumas ideias e inspire-se

Se ao pensar no Dia dos Namorados vem automaticamente à cabeça a imagem de filas enormes, a lembrança de horas de espera e a preocupação com a conta bancária, uma saída é apostar em um jantar em casa. “É uma forma elegante e criativa de evitar os transtornos da data, fora a possibilidade de fazer um evento com a ‘cara’ dos pombinhos”, afirma a especialista em decoração e proprietária da For My Guest, Nathalia Prazak.

Para os casais mais apaixonados, a sugestão da especialista é abusar das figuras literais. “Dá para investir sem medo em corações, objetos com as palavras love, amor, declarações como ‘eu te amo’ e fotografias do casal”.

Para os mais contidos, mas não menos românticos, a dica é apostar nos detalhes. “Um guardanapo de tecido em forma de coração, uma taça de vinho com velas dentro, flores e louças de prata ajudam a dar um tom mais sofisticado”.

dia dos namorados, veja como montar uma mesa para jantar em casa

Flores fazem toda a diferença nesse tipo de decoração. Elas podem ser colocadas em vasos, taças, estarem espalhadas pela mesa e até dentro dos cubos de gelo (Fotos: Divulgação/ For My Guest)

Se o que pesa é o bolso, mais um motivo para não sair de casa. “Muitas ideias podem ser feitas com o que já se tem, usando o conceito de faça você mesmo”, diz Nathalia. “Caso não tenha tempo ou habilidade, é possível alugar os itens. O custo da locação de pratos, talheres e copos para um jantar de duas pessoas é, em média, de R$ 50. Com R$ 100 monta-se a mesa completa, com o aluguel de louças, roupas de mesa e objetos decorativos”.

Dia dos Namorados, confira dicas para montar a mesa de jantar perfeita

Casais mais românticos podem apostar em louças mais finas, como talheres e sousplat de prata. Itens podem ser alugados, em média, por R$ 50 (Fotos: Divulgação/ For My Guest)

De acordo com a especialista, seja qual for a pedida, uma coisa é certa: “vela, vinho, flores e boa comida é receita para nenhum casal botar defeito”.

Dia dos namorados, saiba como decorar a mesa para fazer um jantar romântico em casa

Fotografias e livros são recursos sem custo que trazem bastante charme e personalização à mesa (Fotos: Divulgação/ For My Guest)

Sugestão de prato para o Dia dos Namorados

jantar dia dos namorados, confira sugestão de prato para a data

Um prato leve para celebrar a data, o risoto de cenoura com gengibre promete deixar a noite do Dia dos Namorados ainda mais especial (Foto: Pedro Klingenfuss/Arquivo Pessoal)

Risoto de cenoura com gengibre

Ingredientes:

1 colher (sopa) de azeite de oliva extra virgem
1 cebola pequena finamente picada
3 dentes de alho finamente picados
1 colher (sopa) cheia de gengibre ralado
1 cenoura crua ralada
1 xícara de arroz arbório
3/4 de xícara de vinho branco seco
2 xícaras de suco de cenoura (uma garrafa de 500ml)
2 a 3 xícaras de caldo vegetal ou caldo de carne caseiro
1/3 de xícara de queijo parmesão ralado na hora
1 colher de manteiga
Sal e pimenta do reino branca a gosto

Preparo:

Aqueça ligeiramente o azeite na panela e acrescente as cebolas. Mexa bem a coloque o alho picado. Mexa até que comecem a dourar. Acrescente o gengibre e a cenoura ralada. Acrescente o arroz mexendo por um minuto. Acrescente o vinho branco. Quando o vinho secar, acrescente uma xícara de suco de cenoura, mexa e tampe. Repita este procedimento com o caldo de preferência sempre que o líquido secar, até que o arroz esteja ‘al dente’, em cerca de 12-15 minutos.

Quando estiver quase no ponto ( teste: o arroz deve ter um pequeno ponto branco no meio dele), coloque a outra metade do suco de cenoura, o queijo parmesão, manteiga, sal e pimenta. Mexa bem, desligue o fogo, tampe de deixe e descansar por dois minutos. É importante que o risoto não pode estar muito líquido, deve ter consistência.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Seixo é a nova tendência de decoração

Já ouviu falar no Seixo? Saiba como usar essa nova tendência em ambientes internos e externos e decore de um jeito novo o seu lar.

Não há dúvida de que decorar ambientes, sejam eles em áreas pequenas ou maiores, dentro ou fora de casa, acaba virando um hobby. Pra quem busca novidades na área vamos falar sobre o uso de seixos na decoração e quais os tipos de seixo correto para cada ambiente.

Talvez você não esteja ligando o nome a “pessoa”, mas seixo nada mais é do que aquelas pedrinhas lindas e delicadas que geralmente são usadas para ornamentar jardins ou vasos de planta. No entanto, a nova tendência é usar seixos também na área interna do imóvel, além de encontrar outras utilidades para essas pedrinhas sem ser como revestimento de paredes, chão e etc.

Nosso artigo de hoje vai mostrar como aproveitar essa nova opção e deixar seus ambientes muito mais bonitos e agradáveis.

Tipos de Seixo

Os seixos são conhecidos também como pedrinha de rio, justamente pelo local em que costumam ser encontrados. Como estão sempre em locais molhados, possuem superfície lisa e formato arredondado devido a ação da água na rocha. Essas pedras são fragmentos de minerais ou rochas, geralmente quartzo.

Como são muito usados em paisagismo e construção civil, existem também os seixos artificiais, criados pela indústria. Geralmente a pedra usada para o seixo artificial é a dolomita.

Esse tipo de seixo artificial adquire uma forma arredonda através da rolagem em máquinas e passa a ser conhecido como seixo britado.

Como usar o seixo na decoração

O uso do seixo é bem diverso e pode ser aplicado de várias formas, em áreas úmidas, externas, internas e até soltos, sem a necessidade de revestimentos. Vamos destacar as formas mais usadas e outras possibilidades.

Parede

Uma das opções mais populares, o seixo em parede é usado das mais diversas formas. Em áreas externas pode ser apenas uma parede diferente ou fazer parte do jardim. É importante destacar que existem várias cores de seixos, mas por ser uma pedra natural, não são idênticas e as cores podem variar em seus tons. Mesmo o seixo artificial não tem sua padronização garantida.

Outro ponto importante é saber que quanto mais escura a pedra for, mais baixo será o valor cobrado por ela. Nessa foto externa, vemos o seixo usado como decoração de um jardim.

Piso

Não tão usual, o seixo pode ser usado em conjunto com outro tipo de piso. Na foto abaixo vemos o trabalho de decoração do seixo em conjunto com a madeira, sendo usado apenas na área onde a mesa está disposta. É claro que nesse sentido pode haver mudanças e o seixo pode criar desenhos no piso, ser usado apenas como detalhe em laterais e etc.

Uma dica importante sobre o seixo como piso é não o colocar em uma área tão grande, pois por ser irregular e causar dificuldades para andar devido ao seu formato desconfortável e também pode causar algum acidente por ser uma pedra lisa.

Para evitar esse tipo de acidente, cabe intercalar o seixo com outros tipos de materiais que o torne mais firme.

Cozinha

Um excelente exemplo de como o seixo pode ser aproveitado em ambientes internos e sem a associação com a natureza. A parede foi toda revestida de seixo e a cor (branca em sua maioria, mas com tons de cinza) acompanha a paleta do armário em tom cinza mais escuro e do cinza metálico da torneira e do relógio.

A questão aqui é a limpeza da parede, já que a cozinha é uma área que costuma acumular gordura naturalmente.

A limpeza não pede nenhum produto especial, apenas com água o seixo volta ao seu estado natural. Porém, como a cozinha acumula resíduos mais facilmente, o uso de esponja e sabão neutro associado a uma limpeza mais recorrente seja o ideal.

Banheiro

Existem duas opções para usar seixo no banheiro. Além da mesma receita da cozinha, sendo apenas uma parede diferente, o seixo pode ser usado como decoração para a pia. Nessa foto eles foram colocados soltos em uma pia de madeira com a superfície de vidro. O uso das pedras na cor branca combina com a escolha das louças também em cor clara.

Na foto foi usado apenas o seixo, mas se for uma casa pequena e o dono do imóvel queira ter um pedacinho de natureza na área interna, essa área seria perfeita para um jardim.

É claro que pela dificuldade de manutenção as plantas escolhidas devem ser aquelas que não necessitam de tantos cuidados, como as suculentas.

Jantar

Uma forma bem inusitada de usar o seixo, como decoração em mesas de jantar ou almoço ao ar livre. Imagine um casamento no campo, na praia e aquela mesa linda com o acabamento em seixo.

Nas fotos abaixo ele foi usado como detalhe no guardanapo, com opção lisa ou desenhada, e como decoração junto com as velas. Qualquer das opções deixa a mesa charmosa e de uma forma muito econômica.

Jardim artificial

Quer trazer um ar de natureza para dentro de casa, mas não tem tempo nenhum para cuidar de plantas, nem mesmo aquelas mais independentes? Olha essa ideia de como usar seixo na decoração.

Olhando rápido nem dá para perceber, mas não são cactos nesses vasos de planta. Aqui os seixos maiores foram pintados em tons de verde e substituem os cactos naturais, enquanto os seixos bem menores na cor branca fazem a função de segurar os “cactos” e embelezar o jardim.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Vítima de furto em condomínio deve ser indenizada?

Rodrigo Ferrari Iaquinta*

Rodrigo Ferrari Iaquinta. FOTO: DIVULGAÇÃO

A segurança é um dos principais temas do cotidiano dos brasileiros, ainda mais em grandes cidades – nas quais a exposição a riscos é constante. Nesse sentido, tal problemática também é enfrentada nos condomínios. Moradores buscam, cada vez mais, se precaverem de situações de violência. Mas, quem é o responsável se ocorrer um roubo ou furto dentro do condomínio?

A questão já foi muito discutida nos tribunais de todo país. Hoje, o entendimento consolidado é o de que o condomínio só poderá ser responsabilizado se tal previsão constar expressamente na convenção condominial. Assim, quando não há previsão expressa de responsabilização condominial, não existe, via de regra, qualquer responsabilidade do condomínio.

Na hipótese de ausência de previsão e de interesse dos condôminos de discutirem essa possibilidade, é imprescindível a convocação de uma assembleia condominial na qual seja colocado em votação o tema. É necessária a aprovação de 2/3 (dois terços) dos votos dos condôminos, conforme dispõe o artigo 1.351 do Código Civil.

Por outro lado, na hipótese de contratação de empresas de segurança, desde que comprovada a falha na prestação do serviço por parte da empresa contratada, essa pode vir a ser responsabilizada. No entanto, se ficar comprovado que o condômino deu causa, facilitou ou foi desidioso com as regras de segurança do condomínio, nem a empresa de segurança e nem o condomínio poderão ser responsabilizados por conta da culpa exclusiva da vítima ou de terceiro (no caso outro condômino).

No caso, se foi outro morador que facilitou o ingresso de meliantes, não há como se responsabilizar nem o condomínio e nem a empresa de segurança. O responsável será o próprio morador.

É importante destacar que a escolha de um prestador e serviço de excelência, com funcionários treinados e experientes, é de suma importância. Por outro lado, o condômino deve ter claro que também deve adotar medidas que não coloquem em risco o condomínio. Ele deve colaborar com as regras de segurança e estar atento para não perder cartões de acesso, para não desrespeitar funcionários que exijam o controle de acesso e informar placas de visitantes com a máxima segurança, entre outros atos que podem ser estabelecidos nas assembleias visando o bem comum.

Dessa forma, é fundamental que o síndico e que todos os moradores conheçam bem o regramento que existe na vida condominial. Além disso, ainda que seja a função do síndico administrar diretamente a coisa comum, é importante que haja uma consciência coletiva de todos os moradores para que, suspeitando de falhas na prestação dos serviços, falhas em geral na administração e até mesmo condutas reprováveis dos próprios moradores, desidiosos com as regras de segurança, sejam reportadas às pessoas responsáveis. Tudo isso para tornar a vida em comum mais segura e saudável.

* Rodrigo Ferrari Iaquinta é advogado do Departamento Imobiliário do Braga Nascimento e Zilio Advogados

Fonte: http://politica.estadao.com.br

Inadimplente em assembleia

Devedor não deveria participar e nem votar no encontro

Devedor não deveria participar e nem votar no encontro

Em muitos condomínios, quem não está em dia com as suas obrigações condominiais ainda consegue assistir a assembleia, sem, contudo, votar.

Para o advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat, o mais indicado é não permitir que isso aconteça.

“Penso que o melhor é criar essa cultura no condomínio, de não permitir a presença do devedor em assembleia”, analisa ele.

Veja mais no vídeo

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Aproveitando os espaços: decoração para debaixo da escada

Grandes aliadas na decoração, as escadas podem transformar ambientes. E tem como decorar até mesmo debaixo delas. Veja como a seguir!

Decorar ambientes tem sido o novo hobby de muita gente, com o auxílio da internet é possível criar espaços e aproveitar locais que nós jamais pensaríamos em utilizar. Isso acontece muito com a escada.

Isso mesmo, esse espaço que deveria apenas servir para nos levar de um andar a outro da casa pode deixar de ser apenas um local de passagem e passar a ter outras funções se o dono da residência souber usar a criatividade.

Como hoje em dia as casas e apartamentos tendem a ser cada vez mais apertados e os novos imóveis em construção já chegam ao mercado em uma metragem menor, é preciso aprender a aproveitar os espaços que os imóveis possuem e utilizá-los da melhor forma possível.

Separamos algumas ideias que podem ser executadas facilmente e são capazes de transformar qualquer escada em um item da sua decoração.

1. Home Office

Já pensou em ter aquele cantinho de estudo ou trabalho, mas não tem um cômodo para isso e nem enxerga espaço no ambiente? Coloque-o embaixo da escada. Na foto que usamos para ilustrar essa ideia, podemos ver o quão simples é ter esse ambiente.

A mesa é uma prateleira extensa e larga que foi apoiada em um dos degraus. A extensão é perfeita para conter o básico: telefone, notebook, papel, caneta e espaço para se movimentar. Note que a altura é perfeita para colocar um armário abaixo da superfície da mesa.

O espaço pode ser delimitado com um papel de parede diferente, decorado com pequenos quadros ou conter um painel de avisos, vai da sua criatividade e necessidade.

2. Banheiro

Que tal um banheiro para as visitas? Como ele será apenas para uso de visitantes, não há a necessidade de incluir box com chuveiro, basta uma pia pequena, um vaso sanitário e um espelho. Ou seja, um lavabo.

Na foto abaixo podemos perceber que o espaço é pequeno, mas foi bem decorado e muito bem aproveitado. A porta acompanha a linha da escada e o ambiente interno pode ser decorado da maneira que o proprietário achar melhor.

Tenha cuidado apenas com ambientes úmidos, pois é quase certo que esse espaço não terá janelas.

3. Estante de livros

Talvez essa seja a forma mais conhecida de aproveitar uma escada. Usar o espaço abaixo para incluir prateleiras ou colocar um armário embutido para incluir livros. Na verdade, o espaço pode ser usado para qualquer objeto: livros, quadros, miniaturas, retratos e etc.

Se for de fato usar o espaço para livros, cuide para que não acumule poeira.

4. Jardim

Tem gente que não abre mão de ter um pouquinho da natureza dentro de casa, considerando que vivemos em um mundo com cada vez mais concreto, a ideia é perfeita.

Possivelmente o espaço não receberá iluminação natural, nesse caso prefira plantas que possam ser criadas a sombra. Lembre-se também de usar plantas que não necessitem de muita manutenção ou que não precise ser regada constantemente.

Afinal a escada pode se tornar úmida e o ambiente molhado pode causar problemas na residência.

5. Casinha do animal de estimação

É notório que os animais sempre estiveram presentes na vida de muitas famílias. No entanto, de alguns anos para cá, alguns casais até evitam ter filhos e preferem criar animais domésticos, tratando esses bichinhos como verdadeiros filhos e membros da família.

Com isso, aquela história do cachorro cuidar da casa e dormir no quintal já era. Agora eles vivem no mesmo ambiente que os donos e alguns até dormem na mesma cama.

Se você quer manter seu animal confortável e por perto, mas não gosta que ele suba em móveis, que tal usar o espaço da escada para criar o ambiente dele dentro de casa?

Na foto vemos que a escada obteve uma pequena abertura na parte de baixo e recebeu a decoração indicativa de que ali vive um animalzinho. O espaço interno pode ser preenchido com espumas, colchões vendidos em lojas especializadas e brinquedos para seus pets.

6. Bar

Ter um bar em casa também é uma ótima alternativa para usar o espaço da sua escada. Um pequeno balcão, duas ou três prateleiras, alguns bancos e está pronto um espaço onde suas visitas poderão se divertir.

Dividir seus convidados entre a sala, a cozinha e o bar pode ser uma boa pedida para uma recepção em casa, sem contar que o charme de um bar embaixo da escada seria uma atração à parte.

7. Organização

Coisas para se guardar e organizar em uma casa é o que não falta. A escada também pode ser usada para esse fim. Divida o espaço com quadrados e coloque caixas organizadoras ou cestas. Se a escada for próxima à porta, instale ganchos para que suas visitas possam pendurar casacos, bolsas, entre outros itens.

Nada impede que o espaço também receba algum item decorativo. Existem inúmeras outras possibilidades para aproveitar a escada em sua decoração, use sua criatividade e surpreenda a todos usando esse espaço de uma forma diferente.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Guarda de chave na portaria pode trazer problemas

Muitos moradores têm o habito de deixar a chave do apartamento na portaria – quando viajam ou mesmo no dia a dia – para filhos, parentes ou para prestadores de serviço como empregados domésticos.

Guarda de chave na portaria pode trazer problemas

Outra situação é aquela em que os proprietários deixam a chave com porteiros ou zeladores quando o apartamento está disponível para locação ou venda prática que acaba favorecendo a entrada de desconhecidos no condomínio e fragilizando a segurança. Diante de tais situações, pergunta-se: qual a responsabilidade jurídica do condomínio se houver algum problema como furtos, danos no imóvel e entrada de pessoas não autorizadas?

Para o advogado Felipe Luz, especialista em Direito Imobiliário, se ocorrer algum evento (furto, dano) e ficar comprovado que houve relação desse evento com alguma ação ou omissão do porteiro que estava com as chaves, o condomínio pode ser, sim, responsabilizado nos termos do artigo 186 e 927 do Código Civil. “Esta prática, acredito, não deve ser utilizada, não apenas por questão de segurança, mas também por uma questão administrativa. Imaginem se todos os condôminos resolvem deixar as chaves na portaria”, pontua o advogado.

Especialista em Direito Processual Civil, com extensão em Advocacia Condominial, o advogado Guilherme Diehl de Azevedo lembra que sempre que se deixa algo em poder de outra pessoa para que esta a guarde por um período determinado ou por alguma situação, o que se está realizando, em verdade, é um contrato de depósito. Assim, toda e qualquer questão referente a essa situação deve respeitar os ditames do Código Civil em seus artigos 627 a 646.

A exemplo do advogado Felipe Luz, Azevedo também lembra que o Código Civil dispõe acerca da responsabilidade civil para casos onde o dever legal ou contratual, uma vez descumprido, gera danos à outra parte (artigos 186 e 927). Exemplo: o condômino entregou as chaves para que fossem entregues ao seu filho, mas o porteiro as entregou a estranhos e estes furtaram objetos do imóvel, o porteiro terá o dever de indenizar o condômino nos prejuízos causados pela sua ação.

No entanto, mesmo que o porteiro não tenha autorização para ficar com as chaves, se ficar, o condomínio é responsável por todas as suas ações, posto que é seu empregador. Se, ao contrário, o condômino entrega suas chaves ao porteiro sob determinação de que as mesmas fossem entregues ao seu filho e/ou a terceiros determinados, como, por exemplo, algum representante de uma imobiliária, e estes, recebendo as chaves, acabam gerando danos ao imóvel, o condômino não tem direito de exigir posterior reparação de eventuais danos ocasionados pelas pessoas autorizadas por si a retirarem a chave.

Saiba mais

Toda e qualquer regulamentação condominial deve ser decidida em conjunto entre os condôminos, que deverão avaliar a necessidade de determinada conduta. Se os condôminos, em assembleia, decidirem por permitir que os funcionários recebam as chaves, estes, então, deverão ser orientados para seguir estritamente as recomendações do condômino. Sem esquecer que a prática passa a integrar as normas do condomínio, com os devidos esclarecimentos legais.

A fim de garantir maior resguardo do condomínio, a guarda das chaves deve ser feita com o preenchimento por escrito das devidas determinações referentes ao que o condômino deseja que seja feito comas mesmas. Assim, o condomínio garante que, tendo sido adotadas todas e tão somente as determinações expressas pelo condômino, não possuirá qualquer responsabilidade por eventuais danos causados.

Fonte: CondomínioSC

Copa do Mundo em condomínios

Veja alguns cuidados para aproveitar esta época do ano com tranquilidade e segurança

Veja alguns cuidados para aproveitar esta época do ano com tranquilidade e segurança

A Copa do Mundo da Rússia está se aproximando, e é muito comum, nesta época do ano, alguns moradores passarem dos limites, gerando incômodo para os demais condôminos.

Por isso, para que a paixão nacional não atrapalhe a ordem do condomínio, o síndico precisa também entrar em jogo e traçar seu ‘esquema tático’ para relembrar algumas regras básicas da boa convivência.

Pensando nisso, o SíndicoNet falou com especialistas sobre qual deve ser a postura do síndico e quais providências tomar para evitar transtornos e desgastes que possam abalar a harmonia do condomínio.

 “A Copa do Mundo é um momento de festa e confraternização, especialmente nos jogos do Brasil. É preciso estar atento apenas a algumas regras e fazer valer o bom senso para garantir a diversão e evitar problemas com a segurança, o bem-estar e a comodidade dos moradores de condomínios”, comenta Angélica Arbex, gerente de relacionamento com o cliente da Lello Condomínios.

Comunicando as regras durante o período da Copa

Algumas regras de etiqueta devem ser observadas, como evitar barulho em excesso e uso das áreas comuns pelos visitantes. O uso de fogos de artifício nas sacadas dos apartamentos deve ser evitado. (veja mais abaixo sobre fogos de artifício)

De acordo com a advogada especializada no ramo, Gabriele Gonzaga Bueno Garcia, é interessante que seja enviada uma cartilha amigável para os moradores, enaltecendo o momento festivo, mas também esclarecendo as regras e alertando que o descumprimento destas gerará multa.

Agora, se o condomínio tiver um histórico constante de problemas com moradores que costumam abusar em dias de jogos, festas e confraternizações, a advogada orienta que essa cartilha pode ser ainda mais enfática, informando que, dependendo da infração, será chamada a autoridade policial, podendo o condômino, além de pagar a multa, responder por processo criminal.

Criando um espaço coletivo para assistir os jogos no condomínio

Uma boa alternativa para integrar os moradores e aproximar a convivência é organizar um espaço na área comum para assistir aos jogos.

Nesse caso, a advogada consultora do Grupo Graiche, Laila Bueno, sugere realizar uma pesquisa prévia entre os moradores, a fim de verificar se a ideia da festa coletiva é de interesse da maioria.

Se assim for, é preciso se organizar para que seja definida a forma da realização dos eventos e jogos, assim como a divisão das despesas.

“Aconselho sempre a união dos moradores em eventos como estes, o que contribui com o melhor convívio social e convivência em harmonia”, diz a advogada Gabriele.

E é assim que o condomínio de responsabilidade da síndica profissional e proprietária da Sindinero Serviços, Valéria Martins Del Nero, vai fazer. Neste ano, ela planejou remanejar um espaço da garagem para o uso de grupos de moradores nos dias de jogos do Brasil.

“Vamos montar um espaço com televisão de 55 polegadas e tecnologia 4K, espalhar pufes para acomodação de todos os que frequentarem o espaço e disponibilizar bebidas não alcoólicas e petiscos. Essa medida vem de encontro à necessidade de um melhor controle nesta época, pois muitos moradores se reunirão em um único espaço, facilitando o controle da vigilância e zeladoria do condomínio”, conta ela.

Em relação ao salão de festas, se houver muita procura pela reserva do espaço para os dias de jogos do Brasil, a orientação é para que o síndico promova um sorteio entre os condôminos.

Segurança redobrada ao receber visitas

Segundo levantamento da Lello, cerca de 30% dos moradores de condomínios de São Paulo devem receber visitantes, o que representa o dobro do registrado em finais de semana. Por isso, alguns cuidados devem ser redobrados, especialmente em relação à segurança. O recebimento de visitas deve seguir o estabelecido no regulamento interno de cada condomínio.

No caso de festas e confraternizações, é importante que os condôminos deixem uma lista de convidados na portaria, site do condomínio ou aplicativo da empresa de portaria remota, com nome completo e, se possível, número do RG, para conferência.

Para garantir reforço na segurança, a Lello sugere que, se possível, os síndicos evitem dar férias aos funcionários nesta época do ano.

Televisão para o porteiro, pode?

A atenção dos funcionários da portaria também deve ser redobrada durante a Copa. José Elias de Godoy, consultor de segurança e autor de dois livros sobre o assunto, sugere liberar para os porteiros mais fanáticos um rádio para acompanhar os jogos.

“Televisão deve ser evitada, assim como os celulares com TV. A visão dos porteiros deve estar toda voltada para a entrada e guarita do condomínio para eliminar qualquer grau de risco”, afirma ele.

Além disso, ele deve ser instruído a fazer uma triagem rigorosa e individualizada no controle de acesso, impossibilitando a entrada de pessoas em grupos e pedindo aos condôminos uma lista de visitantes, como em dias de festas.

Decoração das áreas comuns e interna

Decoração é outro tema que gera polêmica entre os moradores, e para evitar problemas, muitos condomínios preferem aprovar em assembleia o que pode ou não ser colocado nas varandas dos apartamentos em época de festa.

Mas no geral, Gabriele explica que é vedada a decoração nas áreas comuns do condomínio sem a aprovação dos moradores, a ser realizada por meio de assembleia.

Também é vedada a utilização de tintas nas áreas comuns dos condomínios. Já a decoração interna do apartamento não precisa de nenhuma aprovação do condomínio.

“Vale o bom senso. Fazer bandeiras e fixar de forma que não estrague a pintura e pendurar bexigas, faixas, etc podem sim. Mas no início e fim é feito a vistoria com fotos e após o termino do campeonato se não estiverem iguais, os responsáveis devem arrumam e pagam pelos custos dos serviços, mas nunca tivemos este tipo de problema”, conta o síndico profissional Luciano Gennari.

Legislação sobre fogos de artifícios

A questão de fogos de artifícios é muito discutida também nos condomínios.

Pela legislação, são permitidos os fogos classificados de menor risco, que podem ser comprados por qualquer pessoa, inclusive menor de idade.

De acordo com a advogada Gabriele, eles são aqueles classificados como A e B no Decreto nº 3665 de 20 de novembro de 2000, tais como:

  • Classe A: a) fogos de vista, sem estampido; b) fogos de estampido que contenham até 20 (vinte) centigramas de pólvora, por peça; e c) balões pirotécnicos;
  • Classe B: a) fogos de estampido que contenham até 25 (vinte e cinco) centigramas de pólvora, por peça; b) foguetes com ou sem flecha, de apito ou de lágrimas, sem bomba; e c) “pots-à-feu”, “morteirinhos de jardim”, “serpentes voadoras” e outros equiparáveis.

É vedada a utilização de fogos classificados como maior risco que estão localizados na modalidade C e D da legislação, sem a licença da autoridade competente.

  • Entre estes fogos estão: a) fogos de estampido que contenham acima de 25 (vinte e cinco) centigramas de pólvora, por peça; e b) foguetes, com ou sem flecha, cujas bombas contenham até 6 (seis) gramas de pólvora, por peça; d) fogos de estampido, com mais de 2,50 (dois vírgula cinquenta) gramas de pólvora, por peça; e) foguetes, com ou sem flecha, cujas bombas contenham mais de 6 (seis) gramas de pólvora; f) baterias; g) morteiros com tubos de ferro; e, h) demais fogos de artifício.

“Destaco que a utilização dos fogos de menor potencial só pode ocorrer fora do alcance dos seguintes ambientes: na classe a: portas, janelas, terraços, etc., dando para a via pública; na classe b: portas, janelas, terraços, etc., dando para a via pública e na própria via pública; e nas proximidades dos hospitais, estabelecimentos de ensino e outros locais determinados pelas autoridades competentes”, aponta Gabriele.

A permissão ou a proibição do uso de fogos deve estar prevista no regulamento interno do condomínio. Caso não exista nenhuma previsão, recomenda-se que o síndico ou ¼ dos moradores convoquem uma assembleia para aprovar a vedação ou permissão da queima de fogos de artifícios dentro do condomínio.

Por fim, é importante ressaltar que a utilização indevida de fogos de artifícios pode gerar, em face do condômino infrator, multa por parte do condomínio, processo criminal (respondendo este pelo artigo 251 do Decreto-Lei Nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940) e processo na esfera cível (indenização por dano material e moral, se o caso).

No caso da esfera cível, vale lembrar que também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.

Fonte: SíndicoNet

Escolher apartamento para comprar exige conhecer situação do condomínio

Escolher um apartamento para comprar exige muito mais do que conhecer a unidade, verificar seu preço e estado de conservação ou mesmo a região onde o prédio está localizado. A situação do condomínio é fundamental e deve pesar na hora da decisão. A orientação é da Lello, empresa líder em administração de condomínios no Estado de São Paulo.

O primeiro passo, essencial, é conhecer as regras do condomínio, por meio de sua convenção e regimento interno, para verificar as normas para mudanças, festas, uso das áreas comuns, barulho e presença de animais de estimação, entre outras.

Os interessados na compra também devem verificar como é o sistema de funcionamento da garagem, quais equipamentos de segurança o condomínio possui, se há manutenção rotineira de elevadores, bombas e portões e se os equipamentos de combate a incêndios estão com a validade em dia.

Outro item importante é verificar qual é o índice médio de inadimplência do condomínio, que mede o total de boletos em aberto por mais de 30 dias. “Índices acima de 6% são preocupantes, pois comprometem o fluxo de caixa e, consequentemente, a capacidade de o condomínio pagar suas contas em dia”, diz Angélica Arbex, gerente da Lello Condomínios.

Segundo Angélica, é importante que os interessados em comprar um apartamento também se certifiquem como é feita a prestação de contas mensal do condomínio. “Esse procedimento deve ser totalmente transparente, com a descriminação de todos os itens. O futuro morador deve desconfiar de prestações que contenham, por exemplo, valores com indicação de recibo não identificado”, alerta.

A gerente da Lello Condomínios também orienta quem vai escolher um novo apartamento para morar a verificar a situação trabalhista do condomínio, uma vez que pendências com a Previdência Social ou processos movidos por ex-funcionários podem onerar a cota do condomínio e desvalorizar o patrimônio.

Em condomínios com grandes áreas de lazer, convivência e entretenimento, é necessário verificar, ainda, como é feita a manutenção desses espaços, que podem ficar ociosos e abandonados caso não haja um uma gestão adequada, comprometendo, mais uma vez, o patrimônio comum e desvalorizando os apartamentos.

Fonte: https://www.terra.com.br/

Cuidados na hora de fazer obras em apartamentos amenizam transtornos

Normas estabelecidas por condomínios e legislação precisam ser respeitadas

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A aposentada Norma Tomassini, de 79 anos, criou um novo hábito recentemente. Quando não tem tarefas para fazer na rua, ela desce até a portaria e fica fazendo palavras cruzadas. A atividade, entretanto, não é um agradável passatempo. Dona Norma está fugindo do barulho de duas obras que tiraram seu sossego há aproximadamente um mês.

— Estou vivendo um inferno — resume ela, que mora em um prédio de nove andares e tem uma obra no piso inferior e outra no mesmo que o dela. — Em alguns dias, tive a sensação de que o prédio viria abaixo. Parecia o barulho de trabalhadores quebrando asfalto na rua.

Histórias como a da moradora revelam um ponto sensível na maioria dos condomínios. Afinal, o barulho e a sujeira causados por uma obra são capazes de deixar qualquer santo com os nervos à flor da pele. Essas intervenções são inevitáveis, mas algumas ações podem amenizar os incômodos.

No caso de dona Norma, o que mais irrita é a falta de comunicação e cordialidade por parte dos responsáveis. Ela afirma que não foi informada sobre cronogramas e ações e, em um dos apartamentos, não foi bem recebida ao tentar dialogar.

PORTAS ABERTAS

É por isso que o arquiteto Chico Viana é entusiasta da política da boa vizinhança. Segundo ele, esse é o principal caminho para evitar bate-boca no condomínio.

— Certa vez, um vizinho estava reclamando e o convidei para conhecer a obra. Feito isso, ele ficou mais tranquilo, porque entendeu tudo o que estava acontecendo — conta ele.

E esse comportamento, segundo Viana, precisa vir acompanhado de concessões dos dois lados. Ele ilustra isso com outra história pessoal:

— Fazíamos a reforma de um apartamento no andar superior ao de um casal que tinha um bebê. Então, combinamos que não faríamos barulho enquanto ele estivesse dormindo e estabelecemos horários para isso.

O arquiteto também lista uma série de cuidados de ordem prática capazes de diminuir os transtornos. Segundo ele, os próprios condomínios costumam estabelecer normas com esta finalidade, que devem ser respeitadas. Na Zona Sul do Rio, por exemplo, quase todos os prédios já proíbem o uso de marteletes (martelos elétricos que servem para romper concreto e cerâmica).

AÇÕES PRÁTICAS

Outro cuidado recomendado por Viana é evitar o corte de materiais dentro do apartamento, como peças de mármore.

— O ideal é tirar as medidas e fazer apenas a instalação no local. Isso evita barulho e poeira — recomenda ele.

A poeira, aliás, também pode ser amenizada de outras maneiras. Obviamente não se pode vedar todo o local de obra, porque isso poria em risco a saúde dos trabalhadores. Mas, quando possível, janelas e saídas que dão para as áreas de circulação podem ser fechadas. Já os vãos embaixo das portas devem ser tapados com uma flanela úmida.

— Se a sujeira chega até as áreas de circulação, também é importante ter um servente fazendo a limpeza rotineiramente — acrescenta Viana.

O engenheiro mecânico David Gurevitz acrescenta que os cuidados também devem levar em consideração os transtornos que podem aparecer após a conclusão da reforma. Neste caso, cabe ao proprietário o cuidado com os profissionais contratados.

— Sempre devem ser pessoas idôneas. Caso contrário, corre-se o risco de prejudicar instalações como as redes elétricas e hidráulicas, afetando outros apartamentos. Quando isso acontece, novas intervenções são necessárias, causando ainda mais dor de cabeça aos vizinhos — alerta o engenheiro.

Os impactos físicos na vizinhança estão sempre no radar da aqruiteta Luciana Machado.

— Não podemos deixar nenhum cuidado de lado. Os problemas aparecem e resolvemos o mais rápido possível. Se uma parede de vizinho aparece trincada, vamos lá e arrumamos. Se o gesso trinca, vamos lá e reparamos. Minha equipe ajuda bastante. São todos muito solícitos em resolver os problemas — garante ela.

O arquiteto Mario Glasberg também defende que, na hora de fazer uma obra, comunicar com clareza deve ser prioridade.

— Sempre agi assim e nunca tive rejeição. Também cuido da limpeza do local e faço uma combinação prévia com síndicos e porteiros sobre o descarte de resíduos. Além disso, providencio a proteção do elevador para o transporte de materiais — lista o arquiteto.

Mas nem todos adotam essas condutas. Segundo o advogado Arnon Velmovistky, especializado em direito imobiliário, sujeira nas áreas comuns e obras sem autorização legal são os problemas mais recorrentes.

O advogado pondera que dificilmente uma intervenção não causará incômodos. Mas existem limites para isso.

— Os prédios devem criar regulamentos, tais como responsabilizar o proprietário pela limpeza diária das partes externas afetadas, o horário de entrada de materiais, para não sobrecarregar o elevador o dia inteiro, e a proibição de depósito de material nas áreas comuns — aconselha o advogado.

Há também restrições na legislação, como a Lei do Silêncio, que estipula os limites máximos de ruídos produzidos, mesmo em horário diurno. Em caso de desrespeito, a vítima pode registrar boletim de ocorrência na delegacia policial ou ligar para o 190.

— É possível também entrar com uma ação de obrigação de não fazer, quando a situação se apresentar de forma continuada — finaliza Velmovistky.

Algumas regras:

Entulhos. O regimento interno regula o assunto, mas também pode-se aplicar o Código Civil. O artigo 1336, inciso IV, estabelece que os condôminos devem dar às “suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes”.

Fachada. O Código Civil também prevê como dever do condômino “não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas”. A mesma regra se aplica em intervenções que visam a anexar a varanda na sala para construir apenas um ambiente.

Remoção de pilastras. Depende da contratação de um engenheiro calculista, que apresente o cálculo estrutural ao condomínio.

Horários. Todas as ações, como atuação de profissionais e recebimento de materiais de construção, devem respeitar o que diz o regulamento interno de cada prédio residencial.

Fonte: Arnon Velmovistky, advogado especialista em mercado imobiliário, O Globo

Cama elevada: alternativa para ambientes pequenos

Se você tem um ambiente pequeno e gostaria de aproveitá-lo melhor, não deixe de conferir a novidade para esse tipo de cômodo.

Com o passar do tempo temos visto um número alto de lançamentos, especialmente apartamentos, nas grandes cidades. Mas contrário à quantidade de opções, os tamanhos andam cada vez mais reduzidos, necessitando de móveis planejados, adaptados especialmente para cômodos pequenos. Nos quartos, a tendência que tem sido adotada é a das loft beds, conhecidas em português como camas elevadas.

As camas elevadas são geralmente adaptadas em quartos com pé direito de ao menos 2,5 m, para garantir que se consiga ficar sentado quando estiver nela. Além de ter um aproveitamento incrível do ambiente, esse tipo de planejamento do móvel permite a criação de um espaço para estudos, canto para sofá ou penteadeira e até mesmo um mini escritório embaixo da cama.

Para subir há sempre escadas, como as utilizadas em beliches. Apesar de ser bastante moderno e diferente, é possível até mesmo adotar um visual mais clássico com móveis neutros e espaço para um home office, por exemplo.

Essa ideia é ótima para quem precisa trabalhar em casa com frequência, mas não tem um cômodo inteiro disponível para um escritório. O adequado é montar esse tipo de espaço de acordo com a necessidade de cada um.

Um cantinho para leitura também vai bem com uma estante para os livros, além de um abajur para auxiliar na leitura em momentos do dia onde está mais escuro. Vale tudo na hora de escolher como usar esse cantinho novo.

Na hora de decorar o ideal é usar elementos que combinem entre si e que tenham a ver com a sua personalidade. Que tal umas luzes de led, quadros decorativos ou até mesmo uma parede diferente para destacar na decoração? Não há regras quando a missão é criar um canto confortável para você passar as melhores horas do seu dia, seja descansando ou até mesmo aproveitando o tempo livre para fazer alguma atividade que você goste muito, como assistir aquele filme especial ou jogar um videogame.

Na internet, é possível encontrar milhares de referências para construções deste tipo e ter novas ideias de como adaptar o seu quarto para receber as loft beds. O ideal é que você tenha um bom número de inspirações nas mãos quando for procurar um profissional para te ajudar a compor esse espaço.

As camas elevadas são móveis planejados, que precisam acompanhar o formato do ambiente que você já tem em casa. O indicado, é que se busque por um profissional qualificado que conheça bem este tipo de composição e consiga criar uma de acordo com as suas expectativas.

É esperado que esse profissional faça a medição correta do espaço, para entender qual é a melhor alternativa para o ambiente novo que será montado. Com isso em mãos, ele deve orientá-lo melhor e apresentar opções possíveis para sua casa. Depois de pronto e instalado, é só decorar de acordo com o seu gosto e aproveitar cada segundo do seu cantinho.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Vícios e defeitos de construção

Saiba como identificar e analisar ocorrências

 

Saiba como identificar e analisar ocorrências

Condomínio novo, novos moradores e muitas dúvidas no ar. O cuidado com o que foi entregue pela construtora deve ser grande, principalmente para checar se o condomínio foi executado conforme o prometido pela empresa. Afinal, segurança deve ser a prioridade de todos.

Essa checagem, chamada também de vistoria, é fundamental. Se feita por um profissional, consegue encontrar vícios e defeitos na nova edificação. Isso permitirá ao síndico do empreendimento pedir à empresa que arrume o que estiver fora do acordado – o que impactará em um condomínio com áreas comuns melhores e mais seguras para todos.

Vícios e defeitos em novas construções podem ser considerados comuns na grande maioria dos casos. Há uma diferença técnica entre eles, veja:

  • Vícios, segundo o manual “Saúde dos Edifícios” do CREA-SP (Conselho Regional dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos), são “falhas que tornam o imóvel impróprio para o uso, ou lhe diminuem o valor”. Podemos citar aqui itens como vícios: material diferente do que consta no memorial descritivo, falta de espelhos nas instalações elétricas, vazamentos evidentes, etc.
  • Defeitos, segundo a mesma fonte, são falhas que podem “afetar a saúde e segurança do consumidor”, como por exemplo: pastilhas da fachada se desprendendo e podendo machucar moradores ou pedestres, uso de produtos tóxicos, como tintas fora dos padrões de segurança, material cortante em áreas como quadras e salão de festa, etc..

Os dois têm, porém, um ponto em comum: podem ser tanto aparentes como ocultos como aparentes. Ou seja, podem estar visíveis a um especialista – ou até a uma pessoa leiga em engenharia – ou estar invisível, como uma concretagem mal executada ou uma impermeabilização mal feita. Nesse caso, em que são ocultos os defeitos e vícios, a situação só irá ser percebida depois de algum tempo.

O que diz a lei

A garantia legal de uma construção é de cinco anos após a expedição do Habite-se. Mas o prazo legal para entrar com uma ação na Justiça é de 20 anos.

Vícios e defeitos podem gerar danos à própria obra, aos moradores e a terceiros (como uma pessoa que passa na rua e é atingida por materiais caídos da obra).

O que dificulta um pouco para o condomínio, ao demorar para entrar com a ação, é que, com o passar dos anos, fica cada vez mais desafiador comprovar que aquele problema foi realmente causado pela construtora ao executar a edificação – e não devido às intervenções feitas no local com o passar dos anos.

Precaução

Por isso é de suma importância que o primeiro síndico do empreendimento se cerque de cuidados no momento de “receber” as áreas comuns.

O primeiro cuidado é ter em mãos todos os documentos necessários para essa checagem: habite-se, AVCB, manual do proprietário, entre outros, para ter uma base documental para comparar o que foi acordado com o que foi efetivamente entregue.

“O síndico deve ‘receber’ sem ressalvas as áreas comuns apenas com apoio documental e profissional, para que isso possa ser feito com a maior segurança possível para ele e para os moradores”, aponta Zeferino Velloso, engenheiro e diretor da VIP, empresa de inspeções prediais.

Para isso, uma vistoria geral é necessária – e deve ser feita por um engenheiro, caso o síndico não seja da área. O profissional deve checar se há vazamentos, rachaduras e se instalações elétricas e hidráulicas estão de acordo com o prometido.

O assunto é tão importante que conta até com uma norma técnica para balizar o assunto. É a NBR 5671, que está em revisão.

A norma pede que o síndico (ou seu preposto, como um engenheiro), emita um laudo, após a vistoria, para informar a construtora se os espaços estão adequados ou não. Caso haja necessidade de reparos, o síndico deve discriminá-los.

Nesse momento, como é comum haver algumas demandas, o ideal é organizar uma lista dos problemas das áreas comuns, e outra das áreas privativas, pedindo para cada condômino inspecionar sua unidade e informar por escrito ao síndico o que não está de acordo com o que havia sido descrito no momento da compra .

Depois de entregue esse o documento, o usual é que a construtora faça as alterações pedidas. Porém, se as negociações amigáveis com a empresa não impactarem em resultados, pode-se entrar com uma ação judicial de “obrigação de fazer”.

A ação pode ser em nome do condomínio. Nesse caso, o juiz deve nomear um perito para realizar uma vistoria na edificação. Além da ação de “obrigação de fazer”, pode-se também requerer indenização por “perdas e danos”. Esta prescreve em 20 anos, segundo jurisprudência do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Benfeitorias

Obras de melhoria no prédio durante os cinco anos iniciais podem tirar a validade da garantia da construção, por alterar os itens assegurados. Portanto, durante esse período – e preferencialmente durante toda a gestão do condomínio – o ideal é apostar em manutenção preventiva.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Restrição aos inadimplentes: uso das das áreas comuns

Apesar de possível, é mais seguro não restringir o devedor

 

Apesar de possível, é mais seguro não restringir o devedor

 

 

A inadimplência é um dos grandes problemas do condomínio. Mesmo com a agilidade trazida pelo novo CPC, muitos condomínios se veem em uma posição de tentar limitar o que o devedor pode fazer ou não nas áreas comuns.

Em se tratando de uso de piscina, sauna, salão de festas, etc. há entendimentos que beneficiam os condomínios que optaram por restringir o uso dessas áreas comuns ao morador inadimplente e também que punem empreendimentos que usaram esse tipo de medida.

E mesmo encontrabdo respaldo na jurisprudência para os dois lado, o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich aconselha que não se aplique esse tipo de restrição aos inadimplentes.

Saiba mais no vídeo:

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Automação residencial oferece conforto aos moradores e deixa o imóvel mais seguro

Sistema integra proteção e inteligência por meio de aplicativo. É possível controlar tudo o que ocorre dentro de casa, de qualquer lugar onde estiver

Reprodução/Internet/Caio Vital Imóveis

Casas totalmente automatizadas, como as vistas em filmes, estão se tornando uma realidade cada vez mais próxima. A vocação da tecnologia nas casas é forte, seja para conforto, segurança ou as duas coisas juntas. Não é preciso transformar a sua casa num lar high-tech, mas é sempre bem-vinda uma ajuda a mais da tecnologia para tomar conta do que é seu.

A automação residencial é capaz de garantir, por exemplo, que os filhos estejam em casa no horário ou estudem quando for necessário. A integração traz aos pais autonomia para desligar a televisão ou o computador quando for preciso. Conferir horário de saída e chegada das pessoas em casa também é possível ao colocar sensores na porta e acompanhar, no visor do smartphone ou tablet, se estão dentro da residência.

Um sistema que integra segurança e automação residencial foi lançado pela Porto Seguro Proteção e Monitoramento. Além de proteger a residência, o sistema permite que o usuário controle tudo que ocorre na residência por meio de um aplicativo no celular.

O Alarme Mais é uma das soluções que integram diversos equipamentos: são instalados sensores em pontos estratégicos, para identificar possíveis invasões no imóvel; a câmera faz a transmissão de imagens e sons, permitindo a interação com quem estiver na residência; com o sensor de temperatura, é possível acompanhar a temperatura e umidade do ar; além do acionador inteligente de luzes, que permite ligar e desligar as luzes de onde estiver. Tudo isso integrado ao aplicativo, que pode ser instalado no smartphone ou tablet.

“Por meio do aplicativo, o usuário consegue interagir com o Alarme Mais, recebendo os alertas de invasão, a temperatura e a umidade do ambiente, e interação com quem está no imóvel, além de poder controlar e programar o horário de acionamento das luzes, bem como ativar e desativar o sistema, permitindo o controle, de onde estiver, de tudo o que ocorre no imóvel”, explica Ronaldo Pinho, superintendente da sucursal da Porto Seguro em Minas Gerais.

COMODIDADE 

Segundo ele, uma das funcionalidades que faz o Alarme Mais ser mais que um sistema de segurança é a sua central com biometria. Com a leitura da digital, é possível fazer o controle de ponto eletrônico de funcionários domésticos, podendo extrair relatórios por meio da plataforma web.

Quem aprova o sistema é o empresário Gustavo Travassos, que utiliza o Proteção e Monitoramento há cerca de um ano e meio em sua residência, no Vale dos Cristais, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o executivo, o maior benefício do sistema é que, além da segurança, ele entrega mais comodidade e conforto com todas as funcionalidades disponíveis.

“No meu caso, por exemplo, consigo controlar a temperatura da minha adega, acionar a ventilação em um sistema de som, que pode aquecer e causar algum problema, armar e desarmar o sistema de alarmes quando viajo, programando um horário específico para cada ação, além de acionar luzes remotamente. Tudo na palma da mão, com um simples comando no celular”, explica.

Fonte: Lugar Certo

Treinamento em condomínio

Quem mora em condomínio se sente mais seguro em diversas situações, como chegar tarde em casa ou simplesmente deixar a casa sozinha. São câmeras, alarmes, monitoramento, sensores, dentre outros, que contribuem para essa sensação. No entanto, a maioria das ações criminosas que ocorrem em condomínios acontece por falha humana – moradores ou porteiros despreparados. Por isso mesmo que o treinamento é de fundamental importância para esse tipo de serviço. Quando o condomínio busca profissional para esse cargo, precisa ter em mente que ele deve ter tal preparação ou até o próprio condomínio arcar com o investimento. Procurar e saber a respeito de cursos, trabalhar a gestão de pessoas e a administração do local são um pouco mais desgastantes, além de não se ter a certeza de que o profissional contratado passou ou passará pelo aprendizado. Vale se certificar de que as empresas de serviços terceirizados realmente possuem expertise no assunto e investem em treinamento acoplado aos serviços que prestam.

O treinamento é fundamental para ensinar como os prestadores de serviço do seu condomínio devem agir – principalmente em ações adversas, como assaltos e roubos. Mas ele não serve apenas para casos de segurança, englobando também os serviços de limpeza e manutenção. Antes de mais nada é preciso entender que cada empreendimento possui necessidades diferentes; portanto, o ideal é que um consultor ajude a identificá-las para, a partir disso, aplicar o conteúdo em treinamento. Número de torres, localização e quantidade de apartamentos podem influenciar nele. A personalização do projeto do serviço prestado é fundamental para a efetividade do serviço.

O treinamento pode ocorrer no local do trabalho – ou seja, no condomínio –, mas pode também ser em local externo, pois é previsível que seja necessário ter conteúdos aliados com as práticas. O que se vê mais hoje em dia são empreendimentos com regimentos internos pouco debatidos sobre isso e menos ainda de cumprimento de normas, o que é um dos grandes pontos falhos. O treinamento não consiste apenas em saber o que fazer ou apenas abrir porta, mas também é preciso que o funcionário desenvolva percepção, observação, identificação de algo suspeito, resguardo de informações e boa conduta.

Eles também são agentes de segurança, são o coração do condomínio, polo de concentração de todas as atividades. Tudo passa por eles. Portanto, na hora de contratar é interessante contar com o auxílio de empresas de confiança no mercado. Esses prestadores de serviço são treinados periodicamente – estando, assim, preparados para atender às necessidades do condomínio.

Amilton Saraiva é especialista em condomínios da GS Terceirização.

Fonte: http://www.dgabc.com.br/

Porta de correr pode ser peça coringa para ampliar o espaço do ambiente, mas exige cuidados

São muitas as opções de estilos e de materiais e elas podem fazer parte da decoração de qualquer ambiente

A porta de correr pode ser uma peça coringa na decoração de um apartamento, principalmente em imóveis com metragem reduzida. Além de ter a possibilidade de despontar como uma solução para garantir mais espaço no ambiente, ela também pode dar um charme a mais na  decoração, deixando-a mais sofisticada ou descolada, a depender do tipo de porta de correr eleita. O gosto pessoal é que vai determinar se ela será  discreta ou se vai se tornar o destaque da decoração. Mas o que é fato é que ela é versátil e pode ser usada em qualquer ambiente. Porém, é  preciso tomar alguns cuidados para que, o que seria uma solução, não se  transformar em um grande problema dentro de casa.

Uma das características da porta de correr é a versatilidade. Ela é bastante funcional e pode ser usada de diversas formas. A maneira mais tradicional é para delimitar os espaços. “É legal usá-la como divisória de ambiente. Pode dividir a área social da íntima, como separar a sala do quarto, por exemplo, porque no dia a dia fica o ambiente aberto, mas se você está recebendo uma visita e vai ligar o ar-condicionado na sala, consegue fechá-la”, diz a arquiteta Renata Inojosa. Porém, a porta de correr também pode servir para enriquecer a decoração. “Ela pode estar discretamente presente no ambiente ou ganhar um destaque todo especial, seja por um desenho caprichado, pelo material, pela cor ou mesmo pelas ferragens”, afirma o arquiteto Artur Diniz.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Entre as vantagens, uma das principais é a economia de espaço. Para além disso, a questão estética também pode pesar na decisão. “Uma porta de giro, às vezes, inviabiliza uma circulação ou a utilização de um ambiente pequeno. E, além disso, as portas de correr valorizam os ambientes e lhe conferem ar de modernidade. Nos apartamentos menores, as portas tipo divisória de correr são cada vez mais imprescindíveis para integrar e delimitar os espaços”, acrescenta Artur.

Opções

São muitas as opções de porta de correr existentes no mercado. A escolha deve levar em consideração a questão prática do que fica melhor para aquele espaço e também a parte estética. “Podemos ter as portas de  correr tradicionais, suspensas no trilho superior. O trilho poderá ser  embutido no teto, fixo na parede ou mesmo aparente. Temos também as portas de correr com abertura sanfonada, as portas divisórias e as portas tipo painel”, enumera o arquiteto.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

As características do ambiente que vai receber a porta de correr podem ser determinantes na escolha do material. Isso porque alguns locais pedem materiais mais fáceis de limpar, outros pedem materiais mais resistentes à umidade e outros necessitam a garantia de maior privacidade. “Para o quarto, precisa pensar em uma acústica legal pra ver se ela vai fazer uma vedação direitinho”, diz Renata. Artur Diniz acrescenta que, nas salas de televisão, uma porta de vidro pode prejudicar a acústica e, em banheiros, é melhor usar portas mais resistentes à umidade.

Materiais

O estilo da casa também pode ser fator importante a ser levado em consideração na hora de escolher o material e decorar o imóvel com uma porta de correr. Inclusive são muitas as opções, como madeira, vidro refletivo ou fosco, policarbonato, PVC, alumínio, chapa metálica, ferro e muitos outros. “Na dúvida, prefira sempre os materiais leves, que vão exigir menos força para manuseio. Se usar a madeira, prefira uma porta de madeira leve, como o cedro. Portas revestidas com espelho vão proporcionar a sensação de aumento do espaço; portas ripadas ou de venezianas podem ser boas escolhas quando precisamos deixar o espaço arejado, principalmente para ocultar balcões de cozinha, closets ou áreas de serviço”, aconselha o arquiteto.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

Uma dica importante é que, se optar pela porta de correr, não vale a pena economizar nas ferragens porque um material de melhor qualidade pode evitar um problema em um futuro muito próximo. “Escolha a mais adequada, mesmo que custe um pouco mais, pois um bom funcionamento vai evitar o desgaste precoce da porta. Os puxadores devem ser de boa qualidade e bem firmes”, detalha Artur.

A escolha também deve levar em consideração o peso da estrutura e o ideal é optar por portas mais leves porque facilita o abrir e fechar diário, além de precisar de uma estrutura mais simples. Isso porque, segundo o arquiteto, o sistema de roldanas deverá ser especificado em função do peso da porta, do material e de sua espessura, além do gosto estético do cliente e da decoração adotada. “A questão é que, se ela não tiver trilho,  se for suspensa, tem que ter uma estrutura que suporte essa carga. Ela  tem que estar sempre muito bem nivelada pra que ela não solte do trilho. Ou seja, tem que ter uma mão de obra qualificada”, complementa Renata.

Estilo

São diferentes estilos, cores,modelos e formas de utilizações. Mas, ainda assim, é importante ter coerência na hora de escolher a porta de correr, já que elas devem dialogar com o estilo predominante da decoração da casa.

“Um ambiente mais clean pede uma porta lisa, com revestimento liso ou uma pintura; uma decoração mais clássica pede uma porta mais trabalhada, de preferência de madeira aparente ou pintada; uma decoração rústica pede uma porta igualmente rústica. Em ambientes mais descolados, uma porta pode ser trabalhada como objeto de arte, e se tornar o centro das atenções”, esclarece Artur.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

A decoração, no final das contas, depende do gosto do cliente. Tem gente que gosta de uma coisa mais clássica, tem gente que gosta de algo mais ousado. Portanto, a escolha das cores deve levar em consideração o perfil do morador do apartamento. “Se o desejo é ter um ambiente claro, o ideal é usar tons mais claros”, explica Renata. Já uma cor mais forte pode ser uma opção para quem busca um ambiente mais descolado. “Em um espaço mais moderno, certamente teremos a chance de ousar na cor. Prefira usar uma cor diferenciada em portas mais largas, pois ganham destaque e enriquecem a decoração”, completa Artur.

Cuidados

De toda forma, existem muitas questões que precisam ser pensadas e estudadas antes da decisão de ter uma porta de correr. “Ela tem que ser pensada, a começar por onde vai correr, se por dentro ou por fora. Em um quarto, por exemplo, se coloca ela pra correr por dentro na porta de entrada, não necessariamente vai ganhar espaço porque o quarto é pequeno e a porta vai correr pro lado onde estaria o guarda-roupa, então não poderia colocar”, explica Renata.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

Outra questão diz respeito à manutenção. Com o passar do tempo, as portas de correr podem emperrar devido ao acúmulo de sujeira no sistema de roldanas, problema que pode ser resolvido com a manutenção. “Por este motivo, prefira os trilhos aparentes, que permitem uma manutenção  Mais fácil”, conclui Artur.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Ligar vários aparelhos juntos no mesmo benjamim representa grande risco

Utilização incorreta dos Ts compromete a segurança da edificação, principalmente quando não atende às recomendações dos projetos elétricos

Ilustração/Danilson

No Sul e Sudeste, ele é conhecido como benjamim, porém em outras regiões do país, é chamado de T ou T-extensão. O fato é que esse multiplicador de tomadas está presente em todas as casas, no mundo inteiro, e muitas pessoas o usam de maneira incorreta, o que pode trazer sérios riscos aos locais onde estão instalados. Infelizmente, o uso desse equipamento nem sempre recebe a devida importância com relação às recomendações dos projetos de instalação elétrica. Assim, problemas sérios como perda de energia, incêndios, choques e queima de aparelhos domésticos são recorrentes, principalmente em domicílios.

Para se ter uma ideia, de acordo com Mágino Alves Barbosa Filho, Secretário de Segurança Pública de São Paulo,o incêndio que levou ao desabamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, em São Paulo, no Dia dos Trabalhadores, foi ocasionado por uma tomada no quinto andar do prédio. As informações é que nesse local estava instalado um benjamim, que repassava a energia para um micro-ondas, uma televisão e uma geladeira. Isso acabou ocasionando um curto-circuito que se transformou em um incêndio de grandes proporções, culminando com a queda do prédio.

Muito embora a causa desse incêndio ainda não tenha sido concluída, tudo sugere que a má utilização de adaptadores, além da qualidade e do estado desses equipamentos, pode ter interferido diretamente na ocorrência dessa fatalidade. Assim, antes de instalar um benjamim em casa, é importante buscar orientações para que o mesmo seja colocado da maneira correta, o que poderá evitar acidentes futuros. “Normalmente, o uso do benjamim se faz necessário em casos ondeas instalações são antigas (acima de 20 anos), o número de tomadas das edificações não seja suficiente para alimentar a quantidade de eletro eletrônicos e eletrodomésticos e nas instalações em que não se aplicaram os critérios estabelecidos pela norma NBR5.410 2004/ABNT, que determina o número mínimo de tomadas para uso geral e de uso específicos em uma edificação.

SUPERAQUECIMENTO 

De acordo com o engenheiro e supervisor do Centro de Capacitação em Tecnologia (CCT) do Grupo Loja Elétrica, João Carlos Lima, a seção mínima do condutor para alimentação de tomada é de 2,5mm², que suporta uma corrente de 21A, suficiente para diversos aparelhos ao mesmo tempo. “Ao utilizar o benjamim para ligar vários equipamentos a uma mesma tomada, pode ocorrer uma má conexão dos pinos, o que certamente provocará um superaquecimento no ponto, deteriorando a isolação e tornando extremamente perigoso”, alerta.

"As tomadas hoje são em módulos, o que permite uma configuração em até três no mesmo ponto, o que certamente evitará aquecimentos irregulares" - João Carlos Lima, engenheiro elétrico da Loja Elétrica
“As tomadas hoje são em módulos, o que permite uma configuração em até três no mesmo ponto, o que certamente evitará aquecimentos irregulares” – João Carlos Lima, engenheiro elétrico da Loja Elétrica

Conforme João Carlos, muitos incêndios residenciais se iniciam pelo mau uso do benjamim e das extensões de tomadas. “Além disso, o aquecimento dos fios colabora para o aumento do preço na conta de luz e desperdícios de energia elétrica. Para não haver problemas, alguns cuidados são necessários. Ao aumentar a potência de uma tomada, usando eletrodomésticos em um T, deve-se aliviar outras que estejam ligadas no mesmo circuito, para não sobrecarregá-lo”, aconselha o engenheiro.

“Uma maneira de reduzir o uso do benjamim é aumentar o número de tomadas no mesmo ponto. As tomadas hoje são em módulos, oque permite uma configuração em até três no mesmo ponto, o que certamente evitará aquecimentos irregulares”, alerta João Carlos. Ele ressalta que a segurança em eletricidade deve receber atenção redobrada, para prevenir acidentes que podem ser causados por instalações elétricas inadequadas. Crianças, principalmente, devem ser educadas desde cedo sobre os perigos e uso adequados dos equipamentos elétricos e eletrônicos.

“Em resumo, nunca devemos utilizar um benjamim conectado a outro e não sobrecarregar um ponto de tomada, mas sim distribuir os Ts por outros pontos da casa, para dividir a potência da rede de maneira mais homogênea. A utilização de filtro de linha é mais seguro, uma vez que substitui o benjamim com maior segurança”, aconselha o engenheiro.

Fonte: Augusto Pio / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Paisagismo alia estética à qualidade de vida

Paisagismo alia estética à qualidade de vida

Projetos renovam aparência de condomínios além de atender às necessidades contemporâneas dos moradores

Espaços de convívio que valorizem o verde, a sustentabilidade e as áreas convidativas para o convívio com a natureza estão cada vez mais em alta. A natureza toma forma nos condomínios em paredes vivas, hortas coletivas, jardins e áreas de convívio social, e ganha destaque entre as tendências da arquitetura moderna. Em novas edificações tais espaços ganham propostas especiais e em condomínios já existentes são a aposta para trazer características mais modernas aos espaços.

“Jardins verdes com traço contemporâneo que valorizam as formas estão em alta no momento”, revela a arquiteta paisagista, Juliana Castro, que ainda observa que apesar das tendências o importante é entender quais as necessidades e possibilidades em cada condomínio. “Podemos aplicar vários materiais, depende da situação. Não há uma regra. Cada lugar e cada grupo são especiais e individuais”, afirma.

Paisagismo Condominio
Jardins, lounges, pergolados, pet places, hortas: Apesar das tendências não há uma regra, o projeto de paisagismo deve atender às necessidades e possibilidades de cada condomínio

A arquiteta ainda destaca que, assim como a variedades de materiais que podem ser usados, características sobre o clima, durabilidade e floração também são aspectos a serem analisados na hora de propor alternativas paisagísticas. “Há muitas plantas adequadas para uso em paisagismo na nossa região. Nosso clima é ótimo para os jardins, por exemplo. Os cuidados na escolha da vegetação são importantes, especialmente em situações com grande incidência dos ventos e da maresia direta em áreas próximas ao mar”, aponta.

Segundo ela, outro fator que não pode ser esquecido é o tipo de raiz em áreas sobre laje ou próximas de estruturas construídas. “Além das árvores, há vários arbustos e herbáceas com raízes agressivas, a exemplo das arecas, yuccas e dracenas. Plantas perenes e de fácil manutenção são ótimas opções para o paisagismo em condomínios. Vale pensar em florações com épocas alternadas e belas composições com tons de verdes e diferentes texturas. Assim o jardim estará bonito e ano todo sem troca de vegetação”, analisa.

A arquiteta paisagista Ana Trevisan ainda pondera que, embasado nas tendências e inúmeras possibilidades de aplicação, o paisagismo pode propor releituras a espaços pouco valorizados. “Tudo vai depender do uso que se pretende dar. Ambientes com pouca luminosidade podem ganhar vida com plantas de sombra como jardins de inverno. Já ambientes muito ensolarados podem ganhar áreas de sombras com árvores ou palmeiras. Um jardim pode ser uma opção de contemplação ou de recreação e lounges, pergolados, pet place, playground, fogo de chão e horta”, sugere.

Ana ainda pondera que investir no paisagismo também é apostar na qualidade de vida dos usuários. “Quando falamos em revitalização paisagística das áreas verdes em condomínios, é no intuito de trazer mais beleza e qualidade de vida aos usuários do local. Investir em jardins e áreas de lazer nos condomínios é um grande benefício para os moradores, pois o contato com a natureza influencia diretamente na saúde das pessoas”, considera.

Fonte:  Fabiane Berlese | http://www.condominiosc.com.br

Decore seu escritório para a Copa do Mundo

Deixe o ambiente de trabalho mais animado durante o Mundial

Um escritório que reflita o clima da Copa durante o Mundial pode ser uma boa pedida para deixar os funcionários mais animados para o trabalho ou mesmo para assistir aos jogos. Assim, uma decoração pode ser adaptada para deixar o ambiente mais descolado e divertido.

 

Decoração de escritório para Copa do Mundo (Foto: Reprodução internet/Vinicius Lugon)

 

“Decore seu escritório usando peças com cores lisas e que se destaquem no ambiente. Uma poltrona na cor verde, por exemplo, remeterá ao tema tão esperado nesse ano”, recomenda a arquiteta e designer de interiores Lessandra Dottori.

“Se você tiver um jardim em que possa receber seus funcionários para a hora dos jogos, invista em flores, bexigas, velas e bandeirinhas. Use as cores verde, amarela, azul e branca”, orienta a designer de interiores Cláudia Bergamasco.

“Com EVA, aquela espécie de borracha que você compra em placas, faça porta-copos, tudo nas cores da bandeira ou, apenas verdes e amarelos. Na hora do jogo, vale oferecer aos torcedores embalagens com tira-gostos. Use cartolinas coloridas, corte retângulos e dobre-os como um cone. Prenda com fita adesiva e encha de pipoca, amendoim e outros quitutes”, sugere Cláudia.

 

 

As cores também podem ser usadas em móveis como mesas de apoio (Foto: Thinkstock)

 

As cores verde e amarela também podem ser usadas em móveis como mesas de apoio, laterais ou mesas de café, ou ainda em utensílios como bandejas, pratos, copos, xícaras e canecas. Vale usar a sua criatividade!

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

ESocial e condomínios

Saiba o que é, como funciona e por que condomínios e administradoras devem se adequar Saiba o que é, como funciona e por que condomínios e administradoras devem se adequar

Estamos cada vez mais perto de integrar o envio de informações para o INSS, Receita Federal e Ministério do Trabalho em uma única plataforma – e com o prazo próximo de se esgotar.

O  eSocial - Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas – já está funcionando para empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões.

Para os condomínios, sua obrigatoriedade passará a valer a partir do dia 1 de julho de 2018.

“Agora o eSocial já é realidade e não é possível voltar atrás. Os condomínios e as empresas administradoras devem estar preparadas para o novo sistema, totalmente online, que irá pedir muito mais organização e planejamento da gestão, explica José Roberto Junior Graiche, vice-diretor da administradora Graiche. (leia mais abaixo)

O que o eSocial agrega?

“Com o eSocial, as informações dos funcionários do condomínio para o governo chegarão de forma online, quase que em tempo real. É uma forma de coibir possíveis abusos, como aqueles ‘acordos’ de demissão, que infelizmente, ainda existem no país”, argumenta o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet, Marcelo Meirelles.

As informações enviadas pelo e-Social já são informadas ao governo atualmente. A diferença é que o envio das mesmas será unificado e online, enviado em tempo real. Veja o que estará aglutinado no portal:

  • GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social
  • CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais.
  • LRE – Livro de Registro de Empregados
  • CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
  • CD – Comunicação de Dispensa
  • CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social
  • PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte
  • DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
  • QHT – Quadro de Horário de Trabalho
  • MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais
  • Folha de pagamento
  • GRF – Guia de Recolhimento do FGTS
  • GPS – Guia da Previdência Social

Cronograma

Apesar de estar previsto já há cerca de três anos, houve diversas mudanças no prazo para a implementação do eSocial nos condomínios.

“A ideia era que, uma vez que implantado, iria facilitar bastante a troca de informações entre empregador e órgãos do governo. Mas o caminho não está tão linear e tem encontrando muitas críticas dos departamentos de recursos humanos das empresas que já estão utilizando o sistema”, e explica o advogado especialista nas áreas trabalhista e previdenciária Alan de Paula

O previsto é que o eSocial seja obrigatório para condomínios e administradoras agora, em 1º de julho de 2018, mas seguindo diversas etapas ou fases conforme a Receita Federal define. Veja o cronograma abaixo:

  • Fase 1: Julho/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas
  • Fase 2: Set/18: Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos
  • Fase 3: Nov/18: Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento
  • Fase 4: Janeiro/19: Substituição da GFIP (Guia de informações à Previdência Social) e compensação cruzada
  • Fase 5: Janeiro/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador.

(fonte)

Impacto

eSocial

Os condomínios que contam com o serviço de uma administradora não serão muito impactados pela mudança, uma vez que a prestadora de serviços é quem transmitirá as informações pelo novo sistema.

O que os condomínios devem mudar é mais em relação à sua cultura. Todas as admissões deverão passar pela administradora, assim como informações referentes à férias ou acidentes de trabalho.

Com o eSocial, o esperado é que esse tipo de informação chegue mais rápido, e com mais qualidade, ao governo.

As administradoras, por sua vez, devem se preparar para a mudança, procurando acompanhar as novidades no site do eSocial.

Para as empresas, é importante lembrar que o eSocial trará consigo uma integração de áreas como TI, recursos humanos e jurídico. Já há empresas que preparam folhas de pagamento que oferecem módulos para o eSocial.

Vale a pena se informar com os seus fornecedores, para não deixar a migração para a última hora.

“Os condomínios que optam por autogestão também devem se informar, principalmente com o contador que cuida dos registros do condomínio, para saber como irão aderir à mudança. A empresa que faz a folha de pagamento dos funcionários provavelmente poderá oferecer um módulo de acesso ao eSocial”, explica Vania Dal Maso, gerente de relacionamento de condomínios da administradora Itambé.

Marcelo Meirelles, advogado especialista em condomínios, tem outra visão sobre o e-Social e condomínios que optem pela autogestão.

“Minha concepção é que os condomínios que não contam com a assessoria de uma boa administradora podem se complicar com as novas regras”, pesa ele.

Terceirizadoras

Para quem contrata mão de obra terceirizada em condomínios, o eSocial trará mais transparência, uma vez que será mais fácil acompanhar se os recolhimentos devidos estão sendo feitos corretamente.

“Poderá trazer mais transparência, sim, no pagamento de encargos, horas-extras, etc. Mas o síndico deve sempre acompanhar de perto a empresa”, argumenta Vania.

Obrigações

Não está claro ainda se todos os condomínios – mesmo os que não possuem funcionários – serão obrigados a aderir ao eSocial, mas a perspectiva é que sim.

Deve ser um movimento similar ao da implantação do certificado digital. No início houve uma certa resistência à mudança, mas atualmente há a necessidade da assinatura eletrônica na transmissão de diversos dados – mesmo para os condomínios que não dispõem de funcionários próprios.

O entendimento atual é que as empresas seguirão usando o certificado digital para transmitir os dados de seus empregados via eSocial. Quem não aderir não irá conseguir transmitir ao governo os dados trabalhistas, previdenciários e fiscais de seus funcionários, o que deve render multa.

Multas

Atualmente é mais simples evitar pagar multas pelo envio de informações incorretas relativas aos funcionários, uma realidade que deve se alterar com o eSocial.

“Mesmo os condomínios que contam apenas com funcionários terceirizados devem se cadastrar no eSocial. O síndico deve orientar os colaboradores a manterem seus dados cadastrais atualizados para evitar as multas. Depois da implantação do eSocial, as mesmas serão praticamente em tempo real, o que deverá impactar em uma mudança de cultura por parte dos condomínios”, explica Angelica Arbex, gerente de Relacionamento com o Cliente da administradora Lello.

Para Patrícia Marina, diretora de RH da administradora Prop Starter, é justamente esse lado de ‘mudança de cultura’ dos síndicos que deverá ser o maior desafio do eSocial.

“Muitos condomínios passam as informações para a administradora bem depois do ocorrido – isso quando passam. Precisamos deixar claro que a colaboração dos sindico é essencial para que a administradora consiga realizar os procedimentos dentro do prazo. Até porque as multas sao pesadíssimas, e a empresa não deverá arcar com estes custos por falta de atenção do gestor”, argumenta.

Veja abaixo os valores de algumas multas:

1 – Admissão do trabalhador

Atualmente, a admissão de um colaborador é enviada através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), até o dia sete do mês subsequente ao que ocorreu a movimentação do empregado. Com o eSocial, a admissão deve ser enviada até o final do dia que antecede o início da prestação de serviço do trabalhador contratado. A falta de registro do empregado sujeita o empregador à multa prevista no artigo 47 da CLT, que pode variar de R$ 402,53 a R$ 805,06 por empregado, dobrada por reincidência.

2 – Alteração de dados cadastrais e contratuais

Uma fase importante do eSocial é o saneamento dos dados dos colaboradores. Essa etapa irá garantir que os dados dos funcionários estejam atualizados de acordo com as novas exigências do eSocial. É responsabilidade do empregador informar as alterações existentes no contrato de trabalho e nos dados cadastrais do trabalhador durante a vigência do vínculo empregatício, como prevê o artigo 41, parágrafo único da CLT. O valor da multa por empregado pode variar de R$ 201,27 a R$ 402,54.

3 – Atestado de Saúde Ocupacional (ASO)

Segundo o artigo 168 da CLT, regulamentado pela NR (Norma Regulamentadora) nº 7 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), é necessária a realização dos seguintes exames médicos nos empregados: admissional, periódico, retorno ao trabalho, mudança de função e demissional. A não realização desses tipos de exames sujeita o empregador à multa pela infração ao artigo 201 da CLT. O valor, que é determinado pelo fiscal do trabalho, vai de R$ 402,53 a R$ 4.025,33.

4 – Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)

Quando o empregado sofre um acidente de trabalho, de acordo com os artigos 19 a 21 da lei nº 8.213/91, as companhias devem transmitir a CAT ao INSS, mesmo se o empregado não se afastar do trabalho. O prazo de envio desse evento no eSocial é o mesmo de apresentação da CAT, ou seja, até o primeiro dia útil seguinte à ocorrência do acidente, ou imediatamente em caso de falecimento do trabalhador. Caso não aconteça a entrega desse documento, a multa pode variar entre o limite mínimo e o limite máximo do salário de contribuição, podendo dobrar de valor em caso de reincidência.

5 – Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)

De acordo com o artigo 58, da lei nº 8.213/91, as empresas são obrigadas a fornecer informações aos empregados expostos a agente nocivos químicos, físicos e biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física. O intuito dessa documentação é comprovar que o empregado esteve exposto a um risco durante o exercício do trabalho. Dessa forma, dependendo do tipo do risco, ele terá direito à aposentadoria especial, ou seja, com menos tempo de contribuição para o INSS. O valor da multa em caso de descumprimento varia entre R$ 1.812,87 a R$ 181.284,63, sendo determinada de acordo com a gravidade da situação.

6 – Afastamento temporário

Quando o colaborador se afasta (férias, auxílio-doença, licença-maternidade, dentre outros), isso impacta seus direitos trabalhistas e previdenciários e também suas obrigações tributárias. A falta dessa informação sujeita o contribuinte às sanções legais, especialmente à multa prevista no artigo 92 da Lei nº 8.212/9 que pode variar de R$ 1.812,87 a R$ 181.284,63, sendo determinada pelo fiscal do Ministério do Trabalho.

Fonte:  https://www.sindiconet.com.br

5 dicas de como decorar o ambiente com rack retrô

O estilo retrô conquistou o decoração e vai conquistar sua casa com apenas um móvel. Veja dicas de como decorar ambientes com rack retrô.

Mais do que bonito e versátil, o estilo retrô é capaz de resgatar o charme de outras épocas com aquele aconchego familiar da infância. Com inspirações vindas desde os anos 20 até os anos 70, sua aparência “antiga” carrega muita personalidade, além de ser uma decoração que se mescla perfeitamente com itens modernos e contemporâneos.

Em diferentes formatos, cores e texturas, o rack retrô é um dos itens que mais representa esse estilo decorativo e é a opção perfeita para quem não abre mão da estética com comodidade. Seja na sala, no quarto ou no escritório, esse móvel se adapta e valoriza qualquer espaço sem perder a objetividade de compor de acordo com a necessidade de cada ambiente.

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Conheça 5 dicas de como decorar o ambiente com rack retrô:

Pé Palito

Sucesso na década de 60, o pé palito está super em alta e é o que traz o verdadeiro ar retrô para o rack. Independente da base do rack escolhida, opte pelos pés nesse formato.

Eles não só remetem a uma outra época, como deixam a peça com uma pegada minimalista e, consequentemente, mais fácil de misturar com os outros elementos do ambiente. É um detalhe que faz toda a diferença na decoração.


Madeira

Os racks retrô de madeira são mais fáceis de serem encontrados em antiquários ou brechós de móveis. Sua aparência rústica enaltece o minimalismo, tornando-se uma peça ideal para uma decoração vintage para sala de estar, sala de leitura ou até mesmo o quarto do casal.

Apesar de cumprir sua função prática com gavetas e espaço para utensílios, a proposta da peça mostrada abaixo é estética. Nos objetos de decoração para rack, a dica aqui é o “menos é mais”. Aposte em artigos com transparência ou em tons neutros.

Branco 

A regra é clara: tons neutros dão certo com tudo. Nesse caso, a regra é tão verdadeira que os modelos mais populares no mercado são na cor branca.

Nesse tom, até mesmo os modelos maiores e mais robustos ganham delicadeza e valorizam o espaço, ideal para racks modernos para salas pequenas.

Quando na cor branca, o rack fica discreto e versátil, deixando toda atenção aos elementos decorativos. Em qualquer cômodo, se sua intenção é ter uma peça charmosa e grande o suficiente para armazenar seus objetos, o rack branco não tem erro.

Colorido ou com estampas

Se o branco assume o papel secundário e discreto, o rack retrô colorido é a estrela de qualquer decoração. Linhas retas, cores fortes e estampas são algumas das características mais comuns desse estilo.

Além de ser tendência, os racks coloridos e estampados por si só refletem muito a personalidade dos moradores da casa. Escolha a cor que você mais gostar e invista sem medo. O legal do rack retrô é justamente poder brincar com uma peça “antiga” usando cores modernas para destacar.

Se você já tem um rack e está querendo dar mais vida a ele, nada de jogar fora e comprar outro.

Arredondado

Para os mais moderninhos, uma dica muito boa é apostar em rack moderno com o formato arredondado. Assim como as peças coloridas, os modelos arredondados carregam muita personalidade e são peças-chave da decoração de um cômodo.

Com painel

Os racks costumam ser usados principalmente como apoio de TV, mas percebendo a modernização da tecnologia, recentemente começaram a surgir modelos de rack retrô com painel. Além de deixar o cômodo mais bonito e estiloso, isso permite que você coloque a TV numa posição mais alta, escondendo os fios e liberando o espaço para outros objetos necessários.

Já deu para perceber que o rack retrô é mais uma dessas peças coringas que todo mundo deve conhecer. Fácil de decorar, prático e funcional para organizar suas coisas. Gostou? Continue nos acompanhando aqui em nosso blog.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Chama o síndico! Saiba como driblar conflitos nos condomínios

Ações trabalhistas, brigas entre vizinhos e o papel do síndico. Saiba o que fazer e como evitar dor de cabeça no dia a dia

A vida em condomínio pode ser mais simples
A vida em condomínio pode ser mais simples | Reinaldo Canato/29.11.2016/Folhapress

Um dos principais desafios nos condomínios é a relação com os funcionários. Em alguns prédios, os gastos com folha de pagamento chegam a 50% do orçamento, além das ações trabalhistas. Fora os conflitos entre vizinhos, o que nem sempre é fácil de gerenciar. E como equilibrar as contas e os relacionamentos entre moradores e funcionários?

Para Pedro Schaffa, sócio fundador da SBAC Advogados, com relação aos funcionários, é muito importante que haja um controle adequado das horas extras. “Contratos mal feitos, descuido com o horário dos funcionários e a relação entre moradores com as pessoas que trabalham no prédio geram inúmeras ações trabalhistas”, alerta.

Um condômino pode causar um grande problema para todos os moradores. “Tivemos um caso de briga entre um morador e um funcionário que gerou um processo por assédio moral e uma indenização alta”, conta Schaffa. O respeito é sempre a melhor escolha.

Para reduzir custos, muitos condomínios optam por contratar empresas terceirizadas. Em parte, isso ajuda, mas é preciso ficar atento aos contratos, principalmente se essas empresas estão pagando todos os encargos trabalhistas da forma correta.

Os 4 C’s da discórdia

E quando o assunto é vida em condomínio, vale lembrar dos quatro c’s da discórdia: crianças, carro, cachorro e cano. “Esses quatro pontos, independentemente do local, são fontes de stress entre os moradores e podem ser evitados se todos colaborarem”, diz o advogado.

Manutenção e cuidado com os vazamentos. O síndico deve cuidar das áreas comuns. Se houver vazamento entre apartamentos, o proprietário da unidade originadora do problema é o responsável pelas despesas da obra.

Garagem é a dor de cabeça na certa. Respeitar a vaga demacarcada é fundamental para a boa convivência. No caso de sorteio, idosos e deficientes físicos devem ser contemplados com vagas mais espaçosas ou com entrada privilegiada.

Não permitir que crianças desrespeitem as regras ou façam muito barulho. Crianças menores de 5 anos devem estar acompanhadas de adultos no parquinho. Não devem andar nos elevadores sozinhas aquelas menores de 10 anos e jamais deixá-las sozinhas na piscina. Funcionário do prédio não é babá e não tem obrigação de cuidar dos filhos dos moradores.

O mesmo vale para os pets: respeitar o regulamento interno, segurar os animais no colo para que não avancem em outros moradores ou sujem as áreas comuns. Os condomínios podem restringir o porte dos cachorros e exigir o uso de guias. Uma saída interessante é a construção de um play para os pets.

Algumas situações geram conflitos que extrapolam os muros do prédio vão parar na administradora ou, em casos extremos, na Justiça. “Um cachorro foi atropelado na garagem. Quem atropelou argumenta que o cachorro estava sem coleira. O dono do pet, por sua vez, diz que o morador não prestou socorro e o bicho morreu. A briga foi parar na administradora do condomínio”.

Em casos como este, vale chamar o síndico? “É preciso entender qual é o papel desta figura. Na prática, é um morador que assina pelo prédio e responde civil e criminalmente. Alguém que auxilia a resolver problemas, mas é um morador como qualquer outro que não deve ser incomodado à toa”. Um jeito de melhorar a vida do síndico e sua relação com os demais condôminos, que nem sempre é simples, é criar comissões de moradores que trabalhem em conjunto com o síndico.

Outra alternativa é contratar um síndico profissional. “É preciso que seja uma pessoa habilitada, com formação em administração de empresas ou engenharia. Ele será mais cobrado, afinal, está ali para isso, no entanto, da mesma forma que o síndico morador, ele não está ali para resolver problemas pessoais ou de relacionamento entre vizinhos, apenas as questões do edifício”.

Inadimplentes

A falta de pagamento do condomínio é um caso sério. Administradoras de condomínio aceitam negociar com os inadimplentes, o que, no dia a dia, se torna um incentivo negativo.

Muitos moradores deixam de pagar o valor do condomínio, investem esse dinheiro em uma aplicação e no fim do ano pagam o valor total com desconto. “Essa é uma prática comum e a recomendação é que as administradoras não tolerem a falta de pagamento, salvo em casos muito específicos. A negociação penaliza aqueles que estão em dia com suas contas”.

Reforma trabalhista

A nova legislação trabalhista, publicada em novembro de 2017, altera algumas resoluções da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) que impactam diretamente as relações trabalhistas em condomínios, principalmente no que se refere ao custo.

Com a mudança na legislação, o condomínio pode contratar serviços de jardineiro e faxineiro como trabalhadores autônomos, ou ainda registrá-lo com horário diferenciado, alternativo às 44 horas semanais, podendo contratar o serviço com uma carga horária menor e com custo menor. A cláusula sobre a terceirização da atividade-fim das empresas e condomínio possibilita que os condomínios terceirizem qualquer área de trabalho do empreendimento.

“A legislação abrange ainda cláusulas sobre férias, rescisão contratual e demais pontos de interesse entre trabalhadores e empresas, que devem ser considerados e negociados caso a caso, estes pontos específicos podem representar grandes benefícios aos condomínios”, afirma Schaffa.

Fonte: https://noticias.r7.com/

Quais são as novas tendências de marmorite na decoração?

O marmorite hoje é uma tendência de decoração nas casas e apartamentos, que