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Notícias

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Planejar cada etapa do negócio é fundamental para conseguir realizar o sonho de adquirir um imóvel

É fundamental investir tempo no planejamento, imaginando cenários para chegar ao perfil que represente o imóvel desejado, tornando a busca mais assertiva

Kleber Sale/CB/D.A Press

 

A compra de um imóvel é sempre um momento importante na vida de qualquer pessoa. Afinal, representa a concretização de um sonho. No entanto, a compra do novo lar, para muitas pessoas, requer planejamento e cautela, já que o valor para a aquisição de um imóvel é muito alto. Todo esse preparativo pode demandar bastante tempo até que seja efetivamente concretizado. Para conquistar a propriedade dos sonhos, é preciso ter bastante organização para que o comprador encontre o melhor lugar para investir, com os melhores preços e opções de lazer, infraestrutura e segurança.

Antes de tudo, é preciso ter um plano traçado para a conquista desse objetivo. Preço, tamanho, que tipo de imóvel comprar, segurança e localização são alguns dos fatores primordiais que precisam ser analisados com cuidado antes de ir em busca desse investimento.

De acordo com Leirson Cunha, vice-presidente das Corretoras de Imóveis da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), o imóvel é um bem de consumo durável e, assim, “para que o comprador possa usar esse bem em sua plenitude, alinhado com os seus desejos imediatos e com os planos futuros – sejam eles de aumento da família ou mesmo já na melhor idade, quando se deseja, em muitos casos, a tendência aos menores cômodos – faz-se necessária uma boa escolha. Assim, é fundamental investir tempo no planejamento, imaginando cenários para chegar ao perfil que represente o imóvel desejado, tornando a busca mais assertiva. Ademais, trata-se de um investimento que envolve valores mais expressivos na vida de uma pessoa ou família e, portanto, encontrar o perfil ideal é sinônimo de economia na certa”, comenta.

DOCUMENTAÇÃO 

Como é um investimento financeiro muito alto, é preciso ter planejamento e controle das finanças. “De acordo com o perfil do comprador, bem como as fontes de renda, muitas podem ser as variáveis, não apenas ligadas ao valor do bem, mas a custos como de documentação também. Há casos em que vale muito a pena realizar a aquisição de imóveis que precisam de reformas. Há uma informação importante, que muitos clientes desconhecem, que são os descontos com documentação para a aquisição do primeiro imóvel. Seguramente, o auxílio do profissional do mercado imobiliário é fundamental, pois, além de agilizar o processo, pode ainda ser uma grande economia financeira. Além disso, o profissional está apto a auxiliar o cliente a vislumbrar cenários de prós e contras de cada imóvel candidato à aquisição”, comenta Leirson Cunha.

Encontrar a melhor alternativa para adquirir o imóvel deve ser precedido de uma análise minuciosa. Hoje, o consumidor tem várias formas de aquisição de um imóvel, sendo que cada uma delas apresenta características próprias e exigências específicas. Cabe ao futuro comprador verificar qual é a melhor maneira de ter o imóvel, de acordo com seu capital e condições.

Junior Bosco, gerente comercial da Direcional, ressalta a opção do financiamento habitacional, já que esse é o modo mais comum quando se vai planejar a compra de um imóvel. “Quando se opta por essa forma de financiamento, é preciso estar ciente de que os bancos públicos não financiam 100% da compra. O crédito oferecido vai até 80%, então é importante se planejar para pagar o restante. A aquisição da casa própria é uma atitude que causa impacto em diversos setores da vida de uma pessoa, principalmente no aspecto financeiro e familiar. Geralmente, as pessoas chegam a parcelar em 360 vezes, que é o mais comum. O melhor que se pode fazer no momento da compra é ter um valor acima de 20% do preço do imóvel para garantir a entrada.”, destaca o representante da Direcional.

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ajudar nesse planejamento financeiro. “Pode-se usar o FGTS para dar a entrada no imóvel, amortizar o saldo devedor ou para pagar as prestações. É possível, ainda, usar o valor do FGTS como uma excelente alternativa para quem não tem a quantia reservada para o sinal”, pontua.

VARIÁVEIS 

Entretanto, é necessário estar atento às regras para sua utilização. Nesse caso, é recomendável que o estudo seja feito individualmente por perfil de cliente comprador, visto que há variáveis que podem ser determinantes na utilização desse recurso, que envolvem não apenas a pessoa que tem o recurso do FGTS, mas também o imóvel, que precisa atender aos parâmetros exigidos por lei.

De acordo com Bosco, entre as vantagens de se planejar para a compra do imóvel está a segurança de poder proporcionar moradia digna para a família. Outra vantagem que ele cita é que, em longo prazo, o imóvel será valorizado. “Ao contrário de outros investimentos, o imóvel não sofre depreciação no valor.”

Contar com a consultoria de um profissional preparado para atuar no mercado imobiliário também é fundamental para encontrar o melhor negócio que se enquadre no perfil do morador. “É fundamental o auxílio de um especialista nesse processo, para passar informações claras e corretas. Fazer as simulações com profissionais também é recomendado para auxiliar na decisão das ferramentas e formas mais corretas para a aquisição”, afirma Júnior Busco.

PESQUISA 

Quando a opção é por um imóvel já construído, a pesquisa deve ser essencial e a internet é uma grande aliada. “O ideal é fazer uma busca pela internet, levantando todos os detalhes dos imóveis na região de interesse. A internet está sendo uma grande aliada nesse processo. Ela proporciona uma facilidade na busca de conhecimento através dos sites de imobiliárias e informações gerais”, comenta o gerente comercial

Não se esqueça sobre a média de preços e infraestrutura, como transporte público, área comercial e segurança. Pode, também, conversar com os corretores, proprietários e vizinhos. Esse é o momento de fazer uma avaliação geral para identificar possíveis problemas. A localização do imóvel e o que ele agrega em lazer, estabelecimentos e valorização são outras considerações a serem feitas na hora da escolha.

Realizar uma volta pela região também é recomendado para análise do ambiente. Mas existem alguns detalhes importantes, pois a segurança de um bairro pode ser relativa. Preste atenção à rotina da sua família e verifique como é a região nos horários em que você costuma sair e chegar em casa. A distância do trabalho também pode ser um elemento importante, em especial em regiões muito urbanizadas, devido ao trânsito e acúmulo de pessoas; um imóvel longe do trabalho pode gerar altos custos de transporte, além do tempo gasto.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

 

Saiba o que o síndico deve fazer em caso de inadimplência

Profissional é responsável cível e criminal por todo controle da verba do condomínio e deve equilibrar o fluxo de caixa

Há quem acredite que ser síndico é tarefa simples, mas se engana. Para um condomínio, o síndico é um dos profissionais que possui grande responsabilidade financeira sob o prédio. O profissional deve fazer cumprir a convenção, o regulamento interno e as determinações das assembleias, além de responder cível e criminalmente por todo o controle da verba oriunda das arrecadações condominiais.

Cuidar da inadimplência, segundo o especialista na compra de inadimplência da CreditCon, Dr.Hadan Palasthy, é uma das responsabilidades mais difíceis, pois mexe com fluxo de caixa e pode refletir em todas as demais tarefas administrativas de um condomínio.

“Muito além da gestão condominial, o síndico deve zelar pela responsabilidade moral e ética perante os vizinhos. Quero dizer que o síndico deve zelar pelo ambiente equilibrado e harmonioso entre os moradores. E um destes fatores de equilíbrio é o senso de justiça que sempre deve prevalecer”, explica.

Para o especialista, a inadimplência é o maior desafio a ser combatido pelo síndico. “Só no primeiro trimestre de 2018, o Brasil concentrava 62 milhões de pessoas negativadas segundo dados do SPC Brasil e CNDL, considerando serviços que são básicos como, água, luz, telefone. O condomínio é outra despesa rotineira para muitos brasileiros, que precisa estar sob uma gestão competente do síndico”, afirma Dr. Palasthy.

Outro ponto que o síndico deve se atentar é ao comportamento dos moradores, sempre tomando cuidado quanto a exposição dos inadimplentes.

“Praticar o senso de justiça é fazer com que os bons pagadores não custeiem as despesas de vizinhos, os quais muitas vezes não estão sensibilizados com a inadimplência e continuam viajando ou trocando de carro, por exemplo. Estes comportamentos fazem com que os adimplentes se sintam ofendidos e o síndico deve observar para providências futuras”, alerta Dr. Palasthy.

O que o síndico deve fazer em caso de inadimplência?

  • Antes de qualquer coisa, o síndico deve entrar em contato com o condômino a fim de verificar se não houve algum mal-entendido ou falha na cobrança
  • O próximo passo é tentar um acordo amigável durante, no máximo, 60 dias.
  • Se após 60 dias não houver acordo, o caso pode ser enviado a cobrança cabível da administradora ou escritório externo de cobrança.

Mesmo após a alteração do Novo Código de Processo Civil, caso seja necessário ajuizar uma ação contra o condômino inadimplente, isto demandará um prazo e custos razoáveis até sua efetiva finalização com todas as custas processuais. Deve ser considerado ainda possíveis fases de leilão com avaliador e publicação.

“Tudo isso pode não ser interessante ao condomínio, pois além de haver a necessidade de continuar gastando dinheiro com esse problema, ainda restarão as dúvidas de quando e como irão receber. E até mesmo se irão receber todo o valor devido”, explica Palasthy.

Cessão de crédito para condomínios

Mesmo que o Novo Código de Processo Civil tenha tornado as cobranças mais ágeis, síndico, subsíndico e conselheiros podem, em assembleia, optar por soluções que visam trazer mais segurança financeira para o condomínio.

“Contratar cessão de créditos do passivo da inadimplência pode ser uma solução rápida e eficaz para o prédio. A medida também livra o síndico de tratar do assunto diretamente com seus vizinhos devedores, favorece o equilíbrio financeiro e não onera a cotas condominiais dos bons pagadores”, explica o diretor da CreditCon Dr.Hadan Palasthy.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

5 ideias de decoração de banheiro com papel de parede

Se você quer decorar o seu banheiro com papel de parede e está sem ideias, separamos algumas que combinam com os mais variados tipos de ambiente. Confira.

Multicoloridos, estampados, xadrez ou de padrões variados. Os papéis de parede vieram pra ficar e agora tomaram conta também dos banheiros! Crie um ambiente super aconchegante, que combine com os demais elementos decorativos do seu lar, sem precisar de um profissional para fazer a instalação e ainda tenha o custo dessa mini reforma super reduzido.

Hoje em dia alguns sites são especializados em papéis de parede, tornando ainda mais fácil a procura pelo material. Existem as opções autocolantes que devem ser aplicadas diretamente na parede limpa e seca e alisadas com uma espátula, para evitar a formação de bolhas na superfície.

Há ainda opções que devem ser fixadas na parede com uma mistura de cola apropriada para esse tipo de material. Para facilitar ainda mais, hoje em dia algumas lojas de grandes redes de decoração e móveis também comercializam papéis de parede.

Separamos algumas ideias de aplicação e tipos para te inspirar na decoração, confira!

1. Que tal um papel de parede texturizado para criar um ambiente novo e moderno no seu banheiro?

Os papéis com textura possuem várias estampas que simulam tijolos, azulejos e padrões que dão a sensação de dimensão e profundidade no desenho. É possível encontrar os que imitam tijolos, palha, madeira, entre outros elementos naturais que hoje são fáceis de replicar em superfícies diferentes.


2. Os papéis de parede estampados são ótimos de combinar em ambientes com detalhes em branco, cinza ou cores neutras no geral.

O destaque da cor deve ficar todo no papel, pois as estampas são coloridas e já chamam muita atenção por si só. Uma ideia ousada e diferente é colocar o papel no teto, deixando todas as cores na parte de cima do ambiente, enquanto abaixo a escolha é por uma cor neutra.


3. Outro elemento que combina muito nos banheiros são as pastilhas!

E agora é possível simplificar fazendo uma parede de pastilhas apenas usando um papel autocolante com a estampa nas cores que você desejar. Procure utilizar nichos, acessórios de lavabo e alguns detalhes coloridos para combinar com a parede escolhida para decorar.


4. Parede de azulejos sem precisar de reforma parece até um sonho, não é?

Acontece que agora é possível sem esforço com o auxílio dos papéis de parede. É possível ter um cantinho decorado de forma criativa e elaborada sem todo o trabalho que daria com a matéria prima original, e o melhor, sem sujeira para limpar depois.


5. Revestimento com desenho único é uma opção para quem não gosta de padrões que se repetem e prefere uma única imagem em tamanho grande que ocupe toda a parede.


Ainda que seja simples de comprar e aplicar, os papéis de parede tem também cuidados que são necessários para manter tudo bonito e no lugar. O vapor em excesso por começar a descolar ou desgastar o material, sendo ideal que não se tome banhos longos ou muito quentes para preservar a parede.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Facilidades na hora da troca de imóveis movimenta o mercado imobiliário

Em crescimento e expansão, após enfrentar a crise, mercado imobiliário traz novidades para facilitar a compra e venda de imóveis.

A vida está em constante mudança. As prioridades mudam e as necessidades também. A família pode aumentar; a promoção de cargo pode finalmente acontecer; ou o emprego dos sonhos pode surgir. E é claro que crescer e se transformar em conjunto com todas essas boas mudanças torna-se necessário.

Se você e sua família estão passando por essa fase e querem transformar a vida em 180º, saiba que o mercado imobiliário atual está mais do que nunca propício para isso.

As ofertas são várias e as novidades surgem a cada dia. A última delas é a possibilidade de utilizar seu imóvel antigo na compra de outro.

Agora, toda a dor de cabeça que os proprietários sofriam no processo de venda do imóvel antigo para utilização do valor como entrada em um novo imóvel, não existe mais.

Essa iniciativa da Tishman Speyer, incorporadora que atua há mais de 30 anos ao redor de todo o mundo, é uma facilidade implementada no Duo Morumbi, empreendimento lançado no ano passado pela empresa.

Conhecido por ser não apenas pronto para morar, mas sim, pronto para mudar, o Duo Morumbi conta com opções de 170m² e 238m² e tem como principal característica ser extremamente completo.

Para os interessados que tiverem a intenção de dar seus imóveis atuais como entrada na compra de um Duo Morumbi, as condições são:

– O imóvel precisa estar localizado nas zonas Oeste e Sul da cidade de São Paulo, em bairros pré-determinados pela construtora (basta entrar em contato clicando aqui para saber quais são);

– Passar por aprovação na análise e avaliação (jurídica e comercial) a ser realizada pela Tishman Speyer;

– O valor do imóvel necessita ser inferior ou igual a 40% do preço do Duo Morumbi.

Lembrando que esse tipo de compra, também conhecido como permuta, é algo que ocorre com frequência entre imóveis usados, mas é uma baita novidade para imóveis novos e que já estão prontos para mudar, como é o caso do Duo.

Além disso, o Duo Morumbi não poderia ser mais completo e uma ótima escolha para investimentos, pois como o próprio nome diz, e empreendimento está localizado em um dos bairros mais valorizados da capital paulistaPróximo a uma vizinhança que conta com diversos serviços, o empreendimento está perto de vias principais e conta com tudo de mais completo que há em um condomínio.

São cerca de 10 mil m² de área verde, fitness center, sala de lutas, piscina, hall privativo, além de todas as suítes contarem com ar condicionado instalado, banheiros com box incluso e cozinha + área de serviço equipadas.

Mas isso é assunto para outra matéria…

Viu só!? O ano começou cheio de mudanças e você pode embarcar em uma dessas e mudar de vida! Continue nos acompanhando para saber sempre das últimas novidades do mercado.

* A Tishman Speyer é uma empresa líder como proprietária, desenvolvedora, operadora e administradora de fundos do mercado imobiliário de primeira classe. Atuando há mais de 30 anos no mercado, a empresa já adquiriu, desenvolveu e operou mais de 390 projetos ao redor do mundo inteiro.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Queda de objetos: quem deve indenizar?

Quando algo é jogado ou cai de uma unidade, de quem é a responsabilidade?Quando algo é jogado ou cai de uma unidade, de quem é a responsabilidade?

Itens que caem da janela ou que são jogados podem ser uma situação corriqueira em muitos condomínios, mas que pode gerar problemas grandes, caso machuque alguém, ou cause algum dano a um carro, por exemplo e seja necessária uma indenização.

Infelizmente, muitos empreendimentos ainda passam por isso.

Na maioria das vezes, se for possível identificar de onde o objeto em questão for lançado, a unidade é responsabilizada pelos danos. Porém, caso não seja possível saber a origem do mesmo, todo o condomínio deverá indenizar pelo dano causado.

Saiba mais sobre essas situações, e outras, no vídeo do especialista Zulmar Koerich.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Queridinho na decoração: cimento queimado vai bem com tudo de paredes e bancadas a pisos

Originalmente usado como opção rústica e menos trabalhosa de piso, o cimento queimado caiu no gosto popular e, rapidamente, virou o queridinho da decoração moderna. Recriado em forma de textura pronta, vendida em latas, o material, que tem bom custo-benefício em relação a outros tipos de revestimento, como mármore e porcelanato, deixou o segundo plano para virar protagonista em paredes de variados ambientes.

Um dos pontos positivos do material, que tem uma pitada de sofisticação e modernidade, é a facilidade com que cai bem em locais modernos, arrojados, clássicos ou até mesmo mais despojados. O motivo, avalia a arquiteta Nina Abadjieff, é o poder transformador e o fato de ser um verdadeiro curinga, que chama a atenção sem roubar a cena.

“Não existe regra para usá-lo. E no caso das texturas (tintas que reproduzem o aspecto do cimento original), além de possibilitarem o uso de cores diferentes, e não só do cinza, podem dar um toque moderno e suave sem brigar com uma decoração clássica, por exemplo”, explica.
A dica da profissional é ficar de olho nas composições e, principalmente, nas combinações de cor. Se o ambiente já tiver cinza demais – o pretinho básico da decoração –, por exemplo, a melhor receita é priorizar a mistura e o degradê, evitando a monotonia. Também vale apostar em pontos de cor nas paredes e em objetos decorativos, orienta Nina.

“Num ambiente clássico, recomendo tons mais claros e uma textura mais uniforme, que dá um toque moderno e suave, valorizando o estilo. Também é permitido brincar com tonalidades semelhantes, criando uma ideia de continuidade e harmonia em todo o espaço”, ensina.

Novo branco

O arquiteto Júnior Piacesi ressalta ainda a versatilidade do material, que chama de “novo branco” da decoração. O motivo é que apesar de ter textura bastante particular, irregular e uma identidade rústica, ele não fica pesado quando colocado ao lado de materiais e composições mais nobres.
“O cimento queimado e suas diferentes variações combinam com tudo. É um material muito versátil, que pode ser usado com madeira, mármore, em pisos, paredes e até em móveis”, justifica o profissional de Belo Horizonte.

Quem optar por usá-lo da maneira mais, digamos, primitiva, ou seja, no piso, tem sinal verde, desde que redobre a atenção no momento de instalá-lo. “O cimento queimado nada mais é do que uma nata aplicada no momento em que se executa o contrapiso. Nesse processo é importante colocar juntas de dilatação, evitando que o material quebre. Por ser um produto muito artesanal (o original e não o industrializado), pode ser que haja trincas, o que é supernormal”, reforça o arquiteta.

Ponto a ponto:

- Apesar de ter se popularizado da maneira convencional, feito da mistura entre argamassa e areia e usado principalmente como piso, o cimento queimado ganhou o mercado e conquistou variações e efeitos. Pioneira na reprodução do estilo no Brasil, a Suvinil, por exemplo, comercializa tintas com efeito marmorizado, que reproduz não só o próprio cimento como a aparência de madeira e até de bambu. A italiana Novacolor também entrou na onda ao fabricar texturas que imitam a aparência do material, rústico e imperfeito.

- A dica do arquiteto Júnior Piacesi é ficar de olho no material para ter certeza de que irá alcançar o efeito desejado. “Existem vários produtos que reproduzem a aparência do cimento original. Além das tintas e texturas, há piso vinílico, porcelanatos e até carpetes. No caso da tinta, é preciso aplicar com uma espátula fininha para ter esse aspecto rústico”, ensina.

- Nina Abadjieff chama a atenção para a segurança no uso. Por se tratar de uma superfície que fica bastante lisa, é bom evitar a aplicação da textura em locais que recebam água constantemente, como banheiro e cozinha – quando usados no piso. Fora isso, está liberado o uso em paredes inteiras, detalhes e até em bancadas. Para os quartos, a dica é fazer um mix de materiais, com mistura de cimento e madeira para proporcionar mais aconchego e sofisticação.

Confira dicas de como usá-lo em casa:

Pinterest/Divulgação

Cimento queimado na decoração

Tom sobre tom 

Material usado na parede do quarto com decoração clássica e cores neutras pouco contrastantes confere sofisticação ao ambiente; cinza mais claro e textura fina “conversam” bem com a cabeceira da cama e com os acessórios

Pinterest/Divulgação

Cimento queimado na decoração

Cinza em tudo 

Problema nenhum se a casa tiver vários elementos no mesmo tom da parede.
Basta escolher nuances mais contrastantes para alcançar o objetivo desejado. Neste ambiente, sofá e mesa de canto são mais claros

Gustavo Xavier/Divulgação

Cimento queimado na decoração

High Tech 

Apesar de o material remeter à rusticidade e, por este motivo, ser geralmente usado em ambientes mais descontraídos, dá para utilizá-lo em decorações modernas e até tecnológicas, como a desse apartamento
Pinterest/Divulgação
Cimento queimado na decoração
Chique e descomplicado 
Luz de LED colocada sobre a parede escolhida para ganhar a textura fez toda
a diferença. Ambiente ficou ainda mais sofisticado com o cuidado especial dado
à pequena parede, que virou ponto de atenção da sala
Pinterest/Divulgação

Cimento queimado na decoração

Mix de cores 

Dá para quebrar a monotonia do cinza apostando em acessórios e móveis coloridos que criam ambientes mais descontraídos e despojados. Contraste entre os tons da parede e do sofá faz toda a diferença no conjunto desta sala

Pinterest/Divulgação
Cimento queimado na decoração
No chão
Originalmente usado em pisos, o cimento queimado amplia os ambientes. Vale uma atenção maior na hora de assentar o material, que pode apresentar trincas ou rachaduras com o passar do tempo
Fonte: http://hojeemdia.com.br/plural

Coleta e descarte de óleo em condomínio

Separar o óleo de cozinha é bom para o condomínio e essencial para o meio ambienteSeparar o óleo de cozinha é bom para o condomínio e essencial para o meio ambiente

O descarte incorreto do óleo que usamos na cozinha de casa pode ser extremamente prejudicial para o meio ambiente.

Se um litro de óleo entrar em contato com um rio, por exemplo, pode contaminar 1 milhão de litros de água.

Vamos combinar: é a perfeita imagem de desequilíbrio ambiental.

E no caso dos condomínios, o problema é ainda pior. Além do dano ambiental, o descarte errado também gera prejuízos financeiros e transtornos, já que o mesmo danifica e entope as tubulações.

A boa notícia é que a opção por um descarte correto é mais simples do que se imagina e fácil de ser implementada em condomínios.

Os 3 passos para o descarte e coleta de óleo em condomínios

  1. DESCARTE: para descartar o óleo usado na cozinha é preciso esperar que o mesmo esfrie para, então, o colocá-lo, com a ajuda de um funil, em uma garrafa PET.
  2. ARMAZENAMENTO: quando a garrafa estiver cheia, o morador deve ser orientado a destinar a garrafa no local estipulado pelo condomínio como ponto de coleta.
  3. COLETA: atualmente, há diversas entidades – em diferentes regiões – que fazem o trabalho de retirada do óleo de cozinha no local. O condomínio deve buscar firmar uma parceria com uma dessas empresas para que o processo seja devidamente implementado.

O síndico não precisa aprovar em assembleia a coleta seletiva do óleo, mas é interessante aproveitar um encontro do tipo para iniciar a campanha de conscientização sobre o assunto.

“Aproveitar aquela assembleia que decide as vagas de garagem, que tem bastante adesão é uma ótima oportunidade. Chamar uma ONG que fale por 10 ou 15 minutos sobre o assunto já ajuda bastante”, sugere Geraldo Bernardes, diretor de Sustentabilidade Condominial do Secovi-SP.

Como as empresas de coleta de óleo trabalham

“Quem faz o descarte correto transforma um problema em solução. Esse óleo usado, sem nenhuma serventia a princípio, pode virar tinta, verniz, ração para animais e até biodiesel, usado em aviões, além de contribuir com o trabalho dos coletadores”, explica a fundadora e atual presidente da Ecóleo, Célia Marcondes.

A entidade faz a ponte entre os condomínios e os coletadores em todos os bairros de São Paulo. Esses profissionais são cadastrados na ONG e são chamados para ir ao condomínio fazer a retirada, quando o recipiente que guarda, conhecido como bombona, o óleo estiver cheio.

“Há duas formas de guardar o óleo: direto na bombona ou armazenado em garrafas PET dentro da bombona. Nesse caso, as garrafas PET também são recicladas”, conta Célia.

“Além disso, rastreamos o óleo e conseguimos saber para onde foi exatamente aquele produto que estava num condomínio da Vila Mariana, e no que ele se transformou”, exemplifica Célia que também é advogada ambiental.

Atualmente a Ecóleo coleta 2,5 milhões de litros de óleo por mês em São Paulo. A entidade recolhe o dejeto também de outros locais, como empresas e restaurantes.

“Parece muito, mas é apenas 10% do que jogamos fora aqui. Nossa meta é arrecadar 100%”, argumenta ela.

A Giglio é outra entidade que faz o trabalho de retirada do óleo dos condomínios. Dos empreendimentos é cobrada apenas a bombona – cerca de R$ 60 – e o condomínio chama a empresa para retirar o óleo quando o recipiente estiver cheio. O óleo nesse caso também é rastreável.

“A cada bombona de 50 litros cheia, trocamos por 20L produtos de limpeza. Optamos por cobrar o recipiente porque infelizmente demora bastante para que as mesmas se encham”, justifica Adriano Mello, supervisor de coleta da empresa.

Para Célia, é importante que os condomínios busquem parceiros sérios no primeiro momento, não focando a troca como vantagem.

“É importante sabermos principalmente a destinação correta do óleo. É nisso que o síndico deve se focar ao procurar alguém para fazer essa coleta no condomínio”, assinala.

Há casos em que o óleo é doado pelo condomínio para causas específicas.

Em Curitiba, por exemplo, a Arquidiocese local faz esse trabalho de coleta do óleo em condomínios, vende o material para epresas que reciclam e o dinheiro é revertido para as causas locais.

“Nós oferecemos a quem doa esse óleo um certificado de destinação também, para que todos fiquem tranquilo quanto ao que será feito com o produto”, explica Jefferson Moreira, estagiário de engenharia ambiental do projeto EcoSolidariedade.

Vantagens para o condomínio

As administradoras também podem ajudar os condomínios que desejam implantar a coleta de óleo usado.

“Para quem for implantar essa coleta nos condomínios residenciais é importante salientar, além da questão ambiental, os ganhos econômicos para o condomínio”, assinala Fernando Fornícola, diretor da administradora Habitacional.

Fernando ressalta que ações desse tipo devem impactar periodicamente o condômino, ressaltando sempre que o benefício é tanto em prol da natureza como daquela comunidade.

“Deixar claro que o condomínio vai economizar no médio e longo prazo com cuidados com o encanamento e com a limpeza da caixa de gordura ajuda a manter o interesse e a responsabilidade dos moradores no assunto, além, é claro, da contribuição com o meio ambiente, que é fundamental”, argumenta ele.

Como escolher o parceiro

Para ele, também é importante que o síndico escolha um parceiro que não “deixe o condomínio na mão” e faça a destinação correta do dejeto.

“Opte por um parceiro que seja bem-estruturado e que não vá demorar duas semanas para retirar o material”, aconselha Fernando.

Além de fazer as coletas com pontualidade, opte por um parceiro que ofereça a possibilidade de se rastrear esse óleo, dando um fim correto para o mesmo.

“O mais importante é saber que esse óleo não vai contanimar a água e o solo. Pelo contrário: ele estará ajudando a gerar oportunidades”, ressalta Célia da Ecóleo.

Ao entrar em contato com uma entidade, você pode também perguntar sobre outros condomínios que tenham essa parceria firmada. Dessa forma, é mais fácil saber quais os pontos fortes e fracos do parceiro e se o mesmo realmente faz o descarte correto do óleo.

Como envolver mais pessoas

Para dar continuidade à ação de descarte e coleta de óleo, também é interessante e válido montar uma comissão de sustentabilidade para cuidar do assunto, que pode englobar outras ações do condomínio, como coleta seletiva, uso consciente da água e a troca de lâmpadas comuns pelas de LED.

“Se reunindo uma vez por mês e acompanhando resultados como o volume de arrecadação do óleo e de outros materiais, além de comunicar à comunidade sobre esses números e o impacto positivo que isso gera no meio ambiente com certeza incentiva os moradores a seguirem as boas práticas”, conclui Geraldo, do Secovi.

Esse tipo de ação continuada é fundamental para que os moradores não desistam do descarte correto do óleo.

“Percebemos que em locais onde há mais comunicação para os moradores, há maior engajamento”, afirma Maria Antonieta Storimo, gerente da Lirium, entidade que também faz o recolhimento do óleo em condomínios.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Atividades ilícitas no condomínio: prostituição, drogas

Saiba como agir nesses casos e o que fazer para que o condomínio não seja alvo dessas situações

Saiba como agir nesses casos e o que fazer para que o condomínio não seja alvo dessas situações

Falar sobre prostituição, drogas, ligações clandestinas, jogatina etc., é sempre muito delicado, ainda mais quando estes crimes são praticados dentro de um condomínio.

É preciso, no entanto, falar sobre eles para prevenir que aconteça no seu condomínio ou para combatê-los antes que o problema piore! O artigo 1336, inciso IV, do Código Civil é muito claro quando diz que são deveres dos condôminos “dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

Em condomínios, a prática mais comum é cogitar a aplicação de advertências e multas ao condômino infrator, sempre resguardado o direito de defesa do mesmo. E caso este seja um inquilino, o proprietário do apartamento será responsabilizado e autuado até tomar uma providência.

Entretanto, para situações mais polêmicas e delicadas como estas apresentadas no início da matéria, o gestor precisa cercar-se de alguns cuidados e, se necessário, acionar a polícia.

De acordo com o advogado especializado em condomínios, Marcio Rachkorsky, o síndico tem a obrigação de envolver a polícia para manter a ordem e a segurança no condomínio, caso seja constatado que há um crimeocorrendo nas dependências.

“No ponto vista administrativo e jurídico, o síndico precisa deixar claro para o infrator que no condomínio existem regras, que a engrenagem jurídica funciona bem e que se continuar com os atos ilícitos, ele será responsabilizado judicialmente. Além disso, o síndico precisa entender que ele não é super-herói ou justiceiro. Ou seja, síndico tem que aprender a ligar para o 190. Crime quem resolve é a polícia. Percebeu alguma coisa fora do comum, está na eminência de que vai acontecer um crime, aciona o 190 porque é a polícia quem vai decidir o que fazer neste caso”, assegura Marcio.

Veja abaixo o que considerar e como agir diante de cada situação:

Prostituição em condomínios

É muito importante entender a lei antes de tomar qualquer atitude sem fundamento.

Segundo o advogado criminalista e sócio do escritório Euro Filho e Tyles Advogados Associados, Gabriel Huberman Tyles, o síndico precisa estar por dentro da legislação penal brasileira para evitar problemas e, principalmente, processos por danos morais. Ele explica que sobre prostituição, por exemplo, a legislação não pune o ato exercido pelo homem ou pela mulher. O que a legislação brasileira pune é o cidadão que vive à custa da prostituição alheia, explorando as prostitutas e incentivando o comércio sexual.

“Sendo assim, o fato de a pessoa receber em seu apartamento ‘clientes’ para ‘prostituir-se’ não motiva o chamamento da polícia, pois, efetivamente, não há crime”, afirma ele.

Por outro lado, se no apartamento ocorrer ‘exploração sexual’, ou seja, se houver notícia de que na unidade do condomínio funciona um local onde há exploração sexual, neste caso a polícia poderá ser acionada, tendo em vista, por exemplo, os crimes descritos nos artigos 228 e 230 do Código Penal Brasileiro.

ENTRADA E SAÍDA DE CLIENTES

Fora isso, o ato de receber vários clientes pode configurar infração, já que o exercício de atividades comerciais em condomínios residenciais não é permitido por lei para preservar o sossego, saúde e salubridade dos que ali coabitem, e ainda para que não ocorra o desvio de finalidade da edificação, conforme determinam os artigos 1.335, inciso II, e 1.336, inciso IV, do Código Civil.

Consumo e tráfico de drogas em condomínios

LEGISLAÇÃO

Com relação ao comércio de entorpecentes, o síndico poderá chamar a polícia que, compreendendo que há o crime de tráfico de drogas, poderá prender em flagrante o condômino responsável.

Contudo, quando se fala em tráfico de entorpecentes é preciso muito cuidado para não confundir o usuário de drogas com o traficante.

Enquanto para o tráfico a lei determina uma pena bastante pesada, que pode variar de cinco a 15 anos de reclusão, o porte de drogas para consumo pessoal estabelece pena branda, como, por exemplo, “advertência sobre os efeitos das drogas, prestação de serviços à comunidade; medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo” (vide artigos 28 e 33 da Lei 11343/06).

As duas condutas (tráfico ou porte de drogas para consumo pessoal) são consideradas “crimes”, mas, de acordo com o advogado, existe um abismo entre as duas condutas, considerando-se a gravidade e quantidade da pena aplicada.

Nos termos da legislação para entorpecentes (11.343/06), para determinar se a droga destinava-se a consumo pessoal, o juiz deve analisar a natureza, a quantidade da substância apreendida, o local e as condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente.

CONSUMO DE DROGAS NAS UNIDADES

O uso de drogas nas unidades gera muita polêmica. Segundo o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet, Alexandre Marques, um dos problemas mais recorrentes está no uso de drogas nas unidades, onde as mesmas são área privativa, o que dificulta fiscalização.

Mas mesmo nestas áreas, havendo uma reclamação fundamentada, o assunto poderá ser tratado pelo síndico.

Assim, caso mais de um morador reclame por conta de cheiro excessivo, por exemplo, o caso passa a ser uma questão da administração do condomínio.

Nesta situação, é recomendável que seja feita uma reunião reservada com o morador ou responsável, e repassada as queixas ouvidas, assim como indicar as implicações legais e criminais do uso de drogas ilícitas.

Esta abordagem deve ser feita, no entanto, sem ameaças, pois isto pode prejudicar o ambiente condominial.

Caso o morador esteja apresentando algum comportamento antissocial relacionado ao uso de drogas, ou represente ameaça aos outros membros da família ou aos outros condôminos, o síndico pode chamar a polícia, mesmo que de forma anônima.

REGRAS

Não há a necessidade de incluir na convenção a questão do consumo de drogas especificamente, já que qualquer outra atividade ilegal não pode ser feita no condomínio. É importante, no entanto, que ela defina regras para o descumprimento de leis federais, estaduais ou municipais – como a aplicação de multas em caso de descumprimento, por exemplo.

Roubos de sinais de TV por assinatura

Está sendo muito abordado nos tribunais o “furto de energia”, pois, atualmente, a justiça tem entendido que a “energia” descrita no terceiro parágrafo do Código Penal é equiparada ao sinal de TV a cabo.

De acordo com o advogado Gabriel, para punir o condômino infrator que pratica a conduta de furtar o sinal da tv a cabo, por exemplo, deve-se, inicialmente, saber se existe alguma infração que possa ser imputado a ele, na própria convenção de condomínio.

Havendo ou não a previsão na convenção de condomínio, o próprio síndico deve conversar com o infrator para descobrir se ele realmente sabia daquela “ligação” clandestina.

Se for o caso, o síndico deve denunciar ou comunicar a própria “empresa – vítima” para desligar as conexões (exemplo: se estavam “furtando” sinal da Net, então a empresa é vítima, pois estava deixando de auferir lucro em razão da ligação clandestina).

O síndico também pode comunicar o fato às autoridades policiais, tendo em vista que a conduta (se for dolosa) é prevista como crime pelo Código Penal Brasileiro, em seu artigo 155, terceiro parágrafo.

Demais atividades ilícitas em condomínios

Já no que se referem à outras atividades ilícitas, como jogatinas, bingos e jogos de azar, os procedimentos e postura do síndico são parecidos.

Ou seja, havendo certeza e, se possível, provas de que há realmente a ocorrência de atos criminonos no condomínio, a polícia deve ser acionada ou uma denúncia anônima deve ser feita. Veja no final dessa matéria alguns casos reais e o que foi feito pelo síndico.

Evite riscos de danos morais

Antes de tornar pública a questão, ou até mesmo ao abordar o possível infrator, o síndico deve ter em mente se tais atos são mesmo graves (criminosos) ou não, e se há certeza ou provas do fato, sob a pena de se criar um constrangimento para o infrator ou todos do condomínio.

“O síndico deve ter cautela para resolver qualquer problema que envolva os moradores, funcionários, prestadores de serviços e outros. Deve ter a consciência de que, para qualquer situação, não pode agir de forma indiscriminada e, quando necessário, buscar a orientação do advogado. Casos com excesso no trato têm fulminado em danos morais que chegam algumas vezes aos patamares de R$ 10 mil. E quem arca com esse valor nem sempre é o prédio, se o causador dos atos (danos) for o síndico agindo em excesso ao exercício de sua função”, destaca Karpat.

Por isso, vale ressaltar mais uma vez, que somente em último caso o síndico deve envolver e comunicar abertamente todo o condomínio sobre estes tipos de problemas, e não acusar ou identificar publicamente o infrator.

Dicas de especialistas para coibir tais atividades

A primeira coisa a se trabalhar é a postura do síndico. Ele deve ser firme e agir com bom senso e rigor para tornar o ambiente condominial controlado e bem regrado. É fundamental que essa sensação de ordem seja transmitida a todos que habitam ou visitam o condomínio.

Mas além disso, o gestor deve valer-se de recursos e procedimentos para coibir tais atividades. Veja o que dizem nossos especialistas:

CONTROLE DE ACESSO

Para tentar combater as atividades criminosas dentro dos condomínios, o síndico ou administradora pode pedir para que os porteiros passem a exigir identificação completa de todos os visitantes do condomínio, como, nome completo, nome do morador e unidade que pretendem visitar.

A identificação costuma afugentar aqueles que procuram o anonimato ou ainda detectar um possível “nome de guerra” do condômino infrator.

Para isso, o síndico precisa aprovar a questão em assembleia e mudar o Regulamento Interno. Segundo o advogado Alexandre Marques, caso algum condômino atual ou futuro se negar a obedecer a regra, pode ser advertido e na reincidência multado. A aprovação deve se dar pela maioria simples dos presentes em assembleia, regra geral do Artigo 1.352 e 1.353 do Código Civil.

O advogado e colunista do SíndicoNet, Zulmar José Koerich Junior, explica que o fator segurança pode servir de pretexto para o síndico tomar tais providências.

“Nas situações em que me deparei com casos envolvendo exploração sexual e tráfico de drogas, busquei conjugar a segurança do condomínio com uma solução efetiva ao problema, sugerindo a adoção destas medidas administrativas, coibindo o ingresso indiscriminado de pessoas sem identificação nas dependências do condomínio, e isso acabou surtindo resultado”, aponta Zulmar.

MONITORAMENTO

Outra maneira de tentar descobrir um comércio ilegal, segundo Roberto Piernikarz, diretor da BBZ Administradora, é ficar de olho no tempo de permanência dessas visitas. Os usuários de drogas, por exemplo, costumam fazer visitas rápidas para adquirir o produto ilegal e sair. Se esse tipo de fluxo for recorrente em uma unidade, é preciso ficar atento.

Além disso, é primordial a instalação de câmeras de segurança, principalmente em áreas de difícil acesso ou pouco fluxo de pessoas, e de luzes automáticas, que acendem quando seus sensores detectam movimento.

É aconselhável ainda, principalmente em condomínios maiores, que os funcionários da noite realizem rondas frequentes pelo condomínio e, caso seja verificado um problema em maior escala, deve ser analisada a ideia de contratar um segurança particular ou terceirizado.

Quanto pode custar ao síndico ser omisso?

O fato de o síndico ser omisso não significa que é a favor do crime. Ou seja, criminalmente ele não responde por nada. Entretanto, se a atividade ilícita for comprovada, os moradores pedirem providências e o síndico não tomar nenhuma atitude, ele pode responder civilmente pelos prejuízos que essa omissão causar a título de danos materiais e morais para o condomínio.

“Obviamente, essas questões dependem de uma análise do caso concreto para tentar mensurar a extensão dos danos, o grau de omissão e as circunstâncias em que essa se deu, para somente depois lançar um juízo de reprovabilidade sobre a conduta do síndico”, comenta Zulmar.

Como denunciar na polícia

O síndico pode ligar diretamente no 190 ou, caso queira fazer uma denúncia anônima, verificar qual o número do Disque Denúncia da sua região.

Outra opção é ir diretamente a uma delegacia, formular a denúncia ou termo circunstanciado e, se necessário, pedir para que não haja a identificação do informante, querelante ou queixoso. A anonimidade depende muito da situação, o Delegado poderá aceitar ou não a condição de “anônimo(a)” de quem faz a denúncia.

Em geral, isso só ocorre quando a “vida” de quem está denunciando estaria sujeita a grave ameaça ou perigo iminente.

Aprenda com casos práticos

Separamos alguns problemas ocorridos nos condomínios para que sirvam de exemplo. Confira:

1 – PEDOFILIA

Este primeiro caso conta o fato de um morador de 20 anos, pedófilo, que foi pego se masturbando dentro da brinquedoteca olhando as crianças brincarem. Uma babá viu e contou para os patrões que foram atrás das imagens das câmeras do local. Foi feita uma reunião extraordinária no condomínio no mesmo dia porque as pessoas queriam matar o rapaz.

Na assembleia estava presente quase a unanimidade dos proprietários. No encontro ficou combinado entre os moradores e o advogado que o ideal era chamar a polícia. A polícia foi ao condomínio porque todo mundo informou que tinha uma ameaça, mostraram as imagens para o delegado, que abriu um inquérito.

No dia seguinte já tinha um posto policial para fazer o recolhimento das testemunhas e iniciar todo Processo Jurídico. O condômino foi processado por vários pais.

Por fim, o morador foi obrigado a sair do condomínio mesmo sendo proprietário do apartamento. Todos os demais proprietários se reuniram para comprar o apartamento dele para ele nunca mais voltar, mas não foi preciso, ele conseguiu vender a unidade e saiu de lá.

2 – JOGATINA Recentemente, o morador de um condomínio subiu uma mesa de carteado para o seu apartamento e passou a receber de 30 a 40 pessoas durante três vezes por semana.

Diante disso, foi investigado o funcionamento de um cassino no imóvel. O primeiro passo do síndico foi notificar o morador. Agora o proprietário precisa explicar o que de fato está acontecendo em seu apartamento.

Por enquanto, o processo está aguardando uma resposta do infrator. Mas o próximo passo será autuar e acionar a polícia, se a questão não for resolvida.

3 – ROUBO DE SINAL DE TV POR ASSINATURA

Em outro caso, o síndico estava preocupado com uma unidade que estava se aproveitando de um sistema de conexão que puxava o sinal de televisão a cabo de uma outra unidade condominial.

De fato, inicialmente, a unidade que estava se aproveitando não sabia da existência daquela ‘conexão’, mas estava ligada e funcionado.

Realmente, a preocupação do síndico estava correta, pois, a conduta do condômino poderia configurar ‘furto de energia’ do artigo 155, terceiro parágrafo do Código Penal.

Assim, o recomendável foi o imediato desligamento daquelas conexões para que não houvesse qualquer responsabilidade criminal da unidade condominial.

4 – DORMINDO COM O INIMIGO

Em um condomínio localizado na Grande São Paulo estava ocorrendo furtos dentro de carros, pneu e um monte de outros itens estavam sendo roubados. Para resolver o problema, o condomínio instalou mais câmeras para descobrir o que estava acontecendo nas suas dependências, uma vez que da rua não estava ocorrendo nenhum crime.

E então o síndico descobriu que quem estava roubando eram dois moradores que estavam dentro de uma unidade locada e usavam aquele ponto para poder roubar todos os veículos dentro do empreendimento.

O síndico tomou uma atitude muito correta e chamou a polícia. Em razão dos vídeos realizados, das provas, os dois meliantes foram presos.

Você sabia? (curiosidade)

Nos Estados Unidos, por ser uma reunião de Estados confederados, existem diversas formas de regulamentação acerca do assunto moradia.

Lá, por excemplo, há muita ênfase e prestígio às regras internas adotadas pelas associações de moradores, e é muito comum – e legal – a exigência de submeter o candidato a novo morador ou inquilino a uma “entrevista” para ser aceito, ou não, no condomínio. Segundo o advogado Zulmar, no Brasil não há possibilidade de realizar esta sabatina antes do ingresso de alguém na coletividade dos condôminos.

Roberto, diretor da BBZ Administradora, também compartilha da mesma opinião.

Aqui, este cuidado é do proprietário do imóvel. Já tivemos casos de alguns donos que preferiram pular etapas importantes do processo de locação, como a de realizar uma análise mais criteriosa na documentação do novo inquilino, porque estavam com pressa para fechar o negócio. Quando isso acontece e um criminoso ocupa o apartamento, o locatário é notificado e multado até que tome uma atitude”, afirma Roberto.

Fonte: Verônica Lima | https://www.sindiconet.com.br/

Decoração de quarto de irmãos: ideias para dividir espaço entre menino e menina de idades diferentes

A arquiteta Ana Luiza Mazini Romero mostra que o segredo para dividir o mesmo espaço entre um menino e uma menina de idades diferentes não é compartimentar, mas misturar elemento

Quarto de irmãos (Foto: Divulgação)

Com espaços cada vez mais compactos, nem sempre é possível que cada filho tenha um quarto para si. Esse era o caso de uma família com filhos de gêneros e idades diferentes. O projeto da arquiteta Ana Luiza Mazini Romero, da Codecorar, para um casal de irmãos é a prova viva de que o quarto compartilhado ainda tem seu encanto.

Com um apartamento de apenas dois dormitórios, a família recorreu à profissional durante a gestação da segunda filha, pela dificuldade em adaptar o quarto do filho mais velho, de 5 anos, levando em conta a diferença de idade e de gênero dos dois. Embora a ideia inicial dos pais fosse um quarto compartimentado, com decorações distintas, a arquiteta optou por dividir o ambiente em área de dormir e área de brincar.

Quarto de irmãos (Foto: Divulgação)

“Como o primeiro filho dormiu muito tempo com os pais, eles não faziam questão do berço. Assim, optamos pelo quarto montessoriano, em que a cama da bebê fica no chão, conferindo autonomia para ela entrar e sair do quarto quando quiser. Nesse caso, a maior dificuldade fica para os pais, que muitas vezes se queixam de agachar”, explica a arquiteta.

Quarto de irmãos (Foto: Divulgação)

A principal preocupação na hora de projetar o quarto era que o menino não sentisse que estava perdendo seu espaço para a irmã mais nova. “Para isso, a mãe abriu mão também da cadeira de amamentação. O apartamento em si é um facilitador, no sentido que o banheiro já é equipado com trocador, não sendo necessário ter esse equipamento no quarto”, conta Ana.

Quarto de irmãos (Foto: Divulgação)

Na decoração, predomina a mistura de elementos, com quadrinhos de futebol lado a lado com um de unicórnio e outro de ursinho. Para o enxoval, a opção foi o preto e branco, que varia harmoniosamente entre uma estampa de futebol e de corações. “Não se trata de evitar misturas, mas misturar bem, que tudo coexista sem precisar ser setorizado. É muito gostoso mostrar para os pais que é possível unir as duas coisas até porque, durante muito tempo, criança é criança”, destaca Ana.

Fonte: https://revistacrescer.globo.com

Entenda porque investir em imóveis na planta pode ser a melhor escolha

Escolheu esse ano para finalmente realizar o sonho da casa própria? Nós iremos te dar dicas para você investir em imóveis na planta.

Você sonha com um novo lar ou está em busca do seu primeiro imóvel, mas ainda tem dúvidas sobre qual é o melhor tipo de investimento a se fazer? Hoje, nós mostraremos as vantagens em adquirir um imóvel ainda na planta.

A modalidade que, para muitos parece um sonho distante, na verdade, pode ser a melhor escolha no momento de comprar um imóvel. Deve-se considerar o fator que mais atrai em um investimento: o preço!

Avaliando os valores de alguns imóveis prontos ou usados, apostar naqueles que ainda estão em fase de construção pode ser mais vantajoso, pois as condições de pagamento de imóveis ainda na planta são facilitadas.

Para os investidores, esta é considerada uma das melhores modalidades, já que com o passar do tempo, o imóvel tem seu preço valorizado diante do mercado. Além disso, nos empreendimentos na planta, o cliente tem à disposição um leque de possibilidades maior, há mais disponibilidades para a escolha do andar, da face do edifício e a documentação tende a ser menos burocrática nessa etapa.

As conveniências e facilidades ao redor do empreendimento são fatores que atraem compradores. E, se este aliar modernidade, conforto e segurança, a valorização é maior ainda.

Destacamos como exemplo, o Smart São Carlos, o novo empreendimento da RNI, uma empresa Rodobens, que reúne todas as vantagens citadas, possui lojas comerciais integradas e está localizado em uma área privilegiada, no centro de São Carlos.

O empreendimento também oferece condições especiais para o financiamento bancário, os apartamentos podem ser financiados no momento da compra, diretamente com o banco, sem a necessidade de esperar pela entrega das chaves.

Outro ponto importante para destacar é a economia feita por quem opta por este tipo de investimento. Isso porque, os custos com reformas e manutenções com infiltrações, aspectos estruturais, tubulações, entre outros, são problemas recorrentes em imóveis antigos.

Gostou das nossas dicas? Que tal investir em um imóvel na planta? Então, não perca tempo e escolha já o seu!

* Fundada em São José do Rio Preto há mais de 26 anos, a construtora e incorporadora RNI tem 172 empreendimentos lançados em todo o Brasil e atuação em 55 cidades de 12 estados brasileiros, fazendo parte das Empresas Rodobens, um dos maiores grupos empresariais do país, com atuação nos segmentos financeiro e de varejo automotivo.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

4 motivos para alugar casa em condomínio fechado

Para quem busca por sossego em meio à cidade e pretende morar em uma região mais tranquila, a casa em condomínio pode ser a opção ideal (Foto: Divulgação/Chaves na Mão)

Para quem busca por sossego em meio à cidade e pretende morar em uma região mais tranquila, a casa em condomínio pode ser a opção ideal! Este tipo de imóvel proporciona mais conforto aos moradores por conta das infinitas vantagens. Sem contar que, normalmente, as casas em condomínios contam com arquitetura moderna.

Os condomínios residenciais podem ser considerados como “minibairros” por contarem com um funcionamento mais dinâmico se comparado aos bairros comuns da cidade.

Saiba quais são os quatro motivos que separamos para procurar por casa para alugar em condomínio fechado:

Segurança

Em boa parte dos condomínios residenciais, o acesso é totalmente controlado, onde somente pessoas autorizadas podem entrar. Além disto, são feitas rondas durante todo o dia e toda a noite, garantindo mais segurança e tranquilidade aos moradores.

Sem contar que, boa parte dos condomínios, contam com equipamentos de segurança como câmeras e cercas elétricas!

Praticidade e comodidade

Muitos condomínios residenciais têm em sua própria dependência mercadinhos, padarias e outros comércios que facilitam o dia a dia dos moradores.

Além disto, as áreas de lazer são um diferencial expressivo para quem busca por casa para alugar em condomínio fechado! É possível encontrar playground, piscina, churrasqueiras e até áreas para lavar o carro.

Privacidade

É o fim daquele velho incômodo de ter que atender vendedores ambulantes ou visitas indesejadas. Na portaria, o acesso é totalmente controlado e não é permitido o acesso de pessoas não autorizadas.

Silêncio

Quando o movimento é reduzido, o silêncio prevalece! Perfeito para quem busca por uma casa para alugar em condomínio fechado. Além disto, boa parte dos condomínios residenciais estão localizados em espaços mais afastados do agito da cidade.

E agora, está convencido de que morar em um condomínio fechado é uma boa alternativa?

Fonte: https://pr.ricmais.com.br/

Consumidor tem várias formas de aquisição de um imóvel; saiba escolher a melhor para você

Cabe ao futuro comprador verificar qual é a maneira mais indicada de adquirir o bem, de acordo com seu capital e condições de pagamento

Reprodução/Internet/Pixabay
“A opção de compra varia de acordo com a condição financeira e com a necessidade do negócio. Se tem recurso próprio, o negócio pode ser feito a qualquer momento. Se quer adquirir de imediato, mas não tem recurso, deve-se buscar um financiamento habitacional. Se quer comprar, mas não importa em esperar, o consórcio ou a poupança é o negócio ideal. Além desses fatores, deve-se ter em mente o custo global de toda a operação. Tudo o que for envolver empréstimo aumentará o custo da operação como um todo”, comenta o presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), Vinícius Costa.

Adquirir um imóvel não é uma atividade simples. Além do dinheiro que será investido, fatores como planejamento e condições de vida impactam muito na hora da escolha. Encontrar a melhor forma para fechar o negócio deve ser uma análise minuciosa. Hoje, o consumidor encontra várias formas de aquisição de um imóvel, sendo que cada uma delas apresenta características próprias e exigências específicas. Cabe ao futuro comprador verificar qual é a melhor maneira de ter o bem, de acordo com seu capital e condições. As mais comuns são financiamento habitacional, consórcio, recursos próprios e financiamento direto com o vendedor.

Antes de adquirir um imóvel, é importante que o comprador tenha em mãos toda documentação do imóvel para certificar se quem está vendendo realmente é o proprietário e se o bem está apto a ser vendido, ou se sobre ele recai algum tipo de garantia real (hipoteca, alienação fiduciária), ou até mesmo restrição judicial. “Também é importante conhecer fisicamente o imóvel, e se possível, ter a companhia de um engenheiro especializado para verificar defeitos visíveis ou indícios de defeitos ocultos para evitar maiores problemas após a finalização da compra”, aconselha o presidente da ABMH.

FORMAS DE AQUISIÇÃO 

Segundo Vinícius Costa, o financiamento é um contrato de mútuo, ou contrato de empréstimo de coisa fungível. Nessa modalidade, o mutuário pega dinheiro emprestado com o mutuante e deve devolver a ele dinheiro acrescido dos encargos contratuais (correção e juros). No financiamento habitacional o banco pega o imóvel adquirido pelo mutuário como garantia do pagamento da dívida. Importante que o mutuário tenha em mente que ele nunca compra o imóvel do banco, ele pega o dinheiro emprestado e devolve dinheiro, porém, se deixar de pagar, é o imóvel que responde pela dívida.

O financiamento habitacional é a forma mais comum e cultural de ser utilizada quando da aquisição de um imóvel. “O financiamento é o mais utilizado por questões culturais e pela facilidade na aquisição de um imóvel em curto espaço de tempo. Existe em nosso país a cultura do financiamento. É o que ocorre com veículos, crediários de móveis e eletrodomésticos, e imóveis também. Não é costume do brasileiro adquirir bens com recursos próprios, não existe a cultura de poupar para comprar. Além disso, o financiamento concede ao comprador a condição de aquisição imediata. Então, quem quer comprar imediatamente e não tem dinheiro busca as instituições financeiras”, comenta Vinícius Costa.

Uma outra forma de adquirir um imóvel é por meio do consórcio. Nesse sistema, o consumidor que adere opta por pagar prestações mensais que em certo momento (sorteio ou lance) lhe conferirá o direito a pegar uma carta de crédito para determinado fim (aquisição de imóvel, casa etc). “O consórcio apresenta menos encargos que o financiamento habitacional e por isso atrai uma parcela do mercado, porém não confere ao consumidor o direito imediato de aquisição do imóvel, pois ele tem inicialmente a expectativa de recebimento do crédito para depois de contemplado poder adquirir o bem. É uma espécie de poupança”, conta.

Porém, ele ressalta que os maiores riscos dos consórcios estão nos casos de fraude. “O consórcio é regulado por lei própria e também existe instituição de âmbito nacional que atua na regulação desse mercado. Se o consumidor fizer uma boa pesquisa sobre a empresa e buscar empresas idôneas, o risco de ter prejuízo diminui bastante.”

No financiamento direto com o vendedor, deve-se respeitar as regras do Código Civil e as regras do Código de Defesa do Consumidor. “Ele pode ter como modelo os contratos de financiamento habitacional, mas é vedada a capitalização de juros. Nesse tipo de relação você tem a liberdade de contratar, ou seja, de escolher se quer ou não. Então, para não cair em golpe, o indicado é levar o contrato a um advogado para entender o significado de todas as cláusulas e como isso vai impactar no financiamento para depois assinar o contrato”, explica Vinícius Costa.

Os maiores problemas relatados de financiamento direto com vendedor dizem respeito ao aumento excessivo das prestações. Não é proibido, porém o prejuízo pode ser evitado com uma conversa prévia antes da assinatura do contrato.

A aquisição com recursos próprios talvez seja a melhor alternativa de compra, de acordo com Vinícius Costa. “Sempre será a melhor alternativa, pois toda operação que envolve terceiros aumenta o interesse e na maioria dos casos impõe ao comprador condições que não são benéficas. Adquirir com recursos próprios confere ao comprador maior poder de barganha perante o vendedor, seja em termos de se tomar posse do imóvel seja em termos de valores na aquisição.”

NÃO CONVENCIONAIS 

A permuta tem se tornado uma forma mais usual adquirir imóvel por meio de troca de bens. Não se trata efetivamente de uma aquisição, mas para todos os efeitos há a substituição do patrimônio existente. “Na compra e venda não há muita vedação à forma de pagamento, então podemos ter a venda de imóvel com pagamento em ouro, carro, empresa, ação em bolsa de valores e por aí vai. Excetuando veículo, os demais casos são bastante incomuns, mas não há uma vedação efetiva para esse tipo de negócio”, observa o presidente da ABMH.

O FGTS pode ser utilizado para aquisição de imóvel independentemente da operação. Contudo, algumas regras específicas devem ser observadas para que a operação tenha sucesso. São três possibilidades de uso: compra e construção, amortização e Pagamento de parte do valor das prestações.

Em relação às entradas, dependerão do acordo entre as partes envolvidas. “Também não há regulação legal para isso se o negócio for feito exclusivamente entre comprador e vendedor. Contudo, se envolver financiamento ou consórcio, a entrada vai ser ditada pelo valor total a ser liberado pelo banco para financiamento ou da carta de crédito do consórcio”, finaliza Vinícius Costa.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte:  José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Penalidades para o devedor contumaz do condomínio

Condômino pode ser penalizado com multa de 5 vezes o valor da cota condominial

 

 

Condômino pode ser penalizado com multa de 5 vezes o valor da cota condominial

 

 

Um problema bastante comum em condomínios é o inadimplente contumaz: aquele que nunca paga em dia o seu compromisso com o condomínio.

Infelizmente, muitos condomínios sofrem com esse tipo de ação: o condômino adia ao máximo o pagamento de cotas condominiais atrasadas, gerando, assim, um ônus para todos os outros moradores.

Pensando em inibir esse tipo de postura, o condomínio tem a possibilidade de multar, em até cinco cotas condominiais, esse tipo de devedor. É o que Zulmar Koerich, nosso especialista, explica no vídeo dessa semana.

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

5 tipos de iluminação para sala de estar

A iluminação é um detalhe muito importante para a composição de um ambiente. A seguir, te damos dicas sobre o assunto para você arrasar na decoração.

Pensar numa boa iluminação nem sempre é prioridade pra quem está de mudança ou redecorando a casa. Mas, como já diria o ditado “luz é vida”, e, aqui, luz também é um detalhe que pode transformar sua residência!

Quer saber como? Então dá uma conferida nessas sugestões de iluminação para salas de estar e jantar que separamos para você!

Diferente do que muita gente pensa por aí, iluminação é um dos itens mais importantes e que deve ser levado em consideração na escolha de uma casa, inclusive na decoração. Isso porque com um simples clique no interruptor, você pode criar desde ambientes românticos para um filme a dois, quanto um encontro aconchegante com a família toda reunida.

A primeira coisa que você deve fazer é verificar quanto de luz natural está entrando na sua casa. Se você tem como aproveitar a claridade do dia na sua residência, não pense duas vezes e use! Afinal, nenhuma luz, por mais poderosa que seja, pode substituir a praticidade e economia da luz solar.

Mas, se não houver essa possibilidade, fica tranquilo porque nós temos várias soluções legais.

1. Iluminação Direta ou Iluminação Indireta

É na sala que a família se reúne para um filme, que os amigos batem papo e que acontece até mesmo reuniões. Ou seja, podemos dizer que é praticamente o coração da casa de tão frequentado! E é justamente por ser um lugar que atende a todas as necessidades da sua família que o projeto de luz deve ser bem flexível.

Para uma boa iluminação na sala de estar é indispensável uma luz geral para o ambiente, podendo optar por essas luminárias de teto mais discretas e com o alcance mais amplo. Para um clima mais acolhedor, a iluminação com gesso é ótima, usando sancas, arandelas ou algum outro ponto de luz embutido no gesso.

Já a iluminação de destaque serve para colocar em evidência alguns itens da decoração, ou seja, são luminárias direcionais e de pequeno alcance. Só escolha com cuidado o objeto a ser destacado e o direcionamento da luz para não gerar reflexos inoportunos.


2. Tipo de lâmpada

Dentre os diferentes tipos de lâmpadas comercializadas, as mais comuns são: incandescentes, LED e fluorescentes.

As lâmpadas incandescentes gastam menos energia e possuem luz amarelada. Já as fluorescentes são muito econômicas e duram mais, possuem versão com luz amarela e luz branca, ideal para quem deseja criar vários pontos de iluminação diferentes.

Enquanto isso, as opções de LED são altamente duráveis e consomem pouquíssima energia para fornecer luz, também são encontradas em versão branca ou amarela.

As lâmpadas com cor amarela também deixam o ambiente mais aconchegante, mas se a ideia é criar uma iluminação para 2 ambientes, então misture as duas cores de lâmpadas, para ter um ambiente adequado para qualquer tipo de necessidade.

3. Cor das paredes

Esse item não tem como errar. Vamos começar repetindo uma das dicas mais faladas por aqui: ambiente claro e bem iluminado dá sensação de amplitude. Já as paredes mais escuras absorvem luz, por isso se esse for o seu caso, invista em lâmpadas mais fortes e em luminárias maiores, para garantir que cada pedacinho do ambiente esteja iluminado.

Nesse momento, a cor da lâmpada também é importante.Imagina uma parede azul iluminada por uma lâmpada amarela, o efeito será uma parede verde e sua sala perderá um pouco da sua essência. Vai mudar a cor da lâmpada ou a cor de parede? Já sabe, pesquise os efeitos de cada luz em diferentes cores.


4. Espaço e disposição

Relembrando a dica anterior, se sua sala não é muito espaçosa, invista em tons mais claros, elementos espelhados e uma luz principal no centro, que é ideal para iluminação de apartamentos pequenos. Nos sofás, é interessante usar pontos de luz de destaque caso alguém queira realizar uma leitura ou prefere uma luz mais baixa.

Para ambientes maiores, sua única preocupação é ter uma boa luz geral que alcance todo o espaço. Fora isso, brinque a vontade com luzes de destaque.

Se na sua casa a sala de estar e de jantar compartilham o mesmo ambiente, então uma novidade é usar spots. O uso de spots para iluminação de dois ambientes é bem versátil e democrático. Uma opção é usar o spot para a sala de estar e um pendente menor para a sala de jantar bem próximo a mesa.

5. Acessórios

Definido o projeto principal de iluminação, agora você pode usar e abusar de luzes de contrastes em objetos menores, que servem também de elementos decorativos. Veja algumas opções:

– Pendentes: Luminárias pendentes servem para dar destaque a luz principal do cômodo. São ideais para mesas de jantar ou cantos de leitura, mas também ficam super legais ao lado da cama, como decoração.

– Lustres: São os astros principais de uma sala de estar. Além de servir como iluminação direta, causa aquele impacto elegante e sofisticado.

– Spots: Os spots são pequenos pontos de luz embutidos no teto. Sozinhos, são responsáveis por uma iluminação mais intimista, perfeitos para quem quiser criar um clima romântico e confortável.

– Arandelas: Com diferentes modelos no mercado, as arandelas ficam lindas na parede composta por quadros ou num cantinho de luz mais baixa, para relaxar. Com lâmpadas amarelas, essa luminária também consegue criar uma atmosfera íntima.

Essas são as principais, mas outras duas opções também estão ganhando cada vez mais espaço nas casas brasileiras:

– Luminárias de chão: Dessas altas, com a base num tripé, deixa o ambiente descolado na medida certa;

– Trilho com spots direcionáveis: é uma opção maravilhosa para ambientes pequenos e compartilhados, pois como já diz o nome, você mesmo pode direcionar para onde quiser. Prático e funcional.

Está querendo mudar alguma coisa na sua casa e não sabe por onde começar? Vai se mudar? Então comece pela iluminação e deixe sua casa brilhar como ela merece!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

O que o síndico pode e o que não pode fazer

Saiba o que o síndico pode e não pode fazer durante sua gestão

Saiba o que o síndico pode e não pode fazer durante sua gestão

“Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”

A frase de Stan Lee serve como um alerta para os super heróis, mas também caem como uma luva para os síndicos de todo país.

Isso porque para o síndico ter uma boa performance, é fundamental que ele conheça não apenas o que ele pode fazer, mas também até onde vão os poderes do seu cargo.

A lei, e mais precisamente o Código Civil, lista diversos deveres do síndico, como cuidar da área comum e sua manutenção, seguir e fazer seguir as decisões assembleares, manter o seguro do condomínio em dia, entre muitas outras obrigações.

E por ser uma responsabilidade enorme, a de gerir um condomínio, como saber qual o limite dos seus poderes como síndico?

Afinal, são tantas as situações inusitadas que podem ocorrer durante a gestão, que fica difícil saber até onde vai o poder do gestor.

“É importante que o síndico saiba que seu poder vem das decisões assembleares e da opinião da maioria. Caso tenha alguma dúvida, o ideal é chamar uma assembleia para dividir com a comunidade a responsabilidade sobre alguma questão pontual”, explica Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

Pensando nisso, elaboramos abaixo uma lista do que o síndico pode ou não fazer, e em quais condições!

Confira e mande suas dúvidas nos comentários para entrarem em nossa próxima atualização!

O SÍNDICO PODE:

  • Cobrar os devedores do condomínio, nos termos acordados pela convenção condominial, de maneira amigável
  • Dividir com a comunidade o número de unidades inadimplentes, assim como quais são e o total da dívida.
  • Contratar e demitir funcionários, desde que a decisão não impacte nas contas do condomínio.
  • Fazer cumprir o que está na convenção e no regulamento interno, incluindo aí multar os moradores que estejam infringindo as regras.
  • Executar obras emergenciais, como um cano que estourou e precisa de reparo imediato. Para isso, porém, vale salientar que não precisa ser síndico, qualquer condômino pode estar à frente a situação, que pede uma ação imediata.
  • Executar campanhas de conscientização junto a moradores e funcionários sobre os mais diversos temas.
  • Contratar uma administradora, conforme o artigo 1348 do Código Civil, que diz: “O síndico pode transferir a outrem, total ou parcialmente, os poderes de representação ou as funções administrativas, mediante aprovação da assembleia, salvo disposição em contrário da convenção”. O ideal, porém, é que ao trocar de prestadora de serviços, a escolha seja comunicada na próxima assembleia.
  • Pagar em dia as contas do condomínio e seguir o que foi acordado na previsão orçamentária.
  • Cobrar que os serviços executados no condomínio sejam feitos de acordo com os contratos acordados entre os prestadores de serviço.
  • Dar plantão presencial, uma vez por mês, para conversar pessoalmente com os moradores e tirar suas dúvidas.
  • Sugerir melhorias nas regras da coletividade e de uso das áreas comuns, a serem votadas e aprovadas em assembleia.
  • Compartilhar tomada de decisões com o corpo diretivo. Isso não exime o síndico da sua responsabilidade, mas ajuda a justificar informalmente a necessidade de medidas e decisões mais imediatas do dia-a-dia.
  • Acompanhar de perto o trabalho dos funcionários do condomínio – sejam orgânicos ou terceirizados – para se certificar de que estão executando bem suas funçõea.
  • Ajudar moradores a tentarem se entender pelo diálogo, quando há reclamações envolvendo as partes.
  • Cobrar dos moradores que lhe apresentem um plano de obras, dependendo da benfeitoria a ser realizada em sua unidade, antes do início da mesma, nos moldes da NBR 16.280.

O SÍNDICO NÃO PODE:

  • Cobrar os devedores de forma extensiva e ou a constranger os moradores.
  • Expor nome e número da unidade devedora em locais como quadro de avisos ou elevador – e nem deixar de cobrar os devedores.
  • Conceder descontos aos inadimplentes como parte do acordo.
  • Negligenciar regras de convivência e deixar de advertir e multar moradores transgressores das normas
  • Proibir a entrada de visitantes autorizados pelas unidades, de acordo com o que está previsto nas regras do empreendimento.
  • Contratar serviços que impactem no equilíbrio das contas do condomínio, como obras não emergenciais ou de ‘embelezamento’ sem contar com anuência prévia da assembleia
  • Deixar de prestar contas anualmente ou quando requisitado.
  • Não se comunicar bem com os moradores, deixando de responder perguntas, por exemplo.
  • Reter documentos quando for deixar sua gestão.
  • Deixar vencer contratos como de seguro do condomínio e de manutenção dos elevadores.
  • Não atualizar documentos como o AVCB quando o mesmo vencer.
  • Tomar partido em conflitos envolvendo moradores, escutando mais um lado do que outro, ou multando um condômino com base apenas na palavra de outro
  • Invadir a intimidade dos moradores, como entrar na unidade sem a permissão dos mesmos.
  • Ser grosseiro no trato com os funcionários, sejam eles orgânicos ou terceirizados.
  • Permitir que moradores façam reformas as nas unidades sem ter um plano de obras em mãos.
  • Deixar de comunicar aos moradores quando o condomínio for acionado judicialmente.
  • Deixar de pagar compromissos do condomínio, como direitos trabalhistas de funcionários, ou contratos, ou vencer o laudo do pára-raios
  • Usar o fundo de reserva para pagar as contas do dia-a-dia.

Como nem tudo é preto no branco existem situações que não cabem em “pode” ou “não pode”. Nesses casos, o mais indicado é convocar uma assembleia, mesmo o síndico, teoricamente, podendo tomar essas decisões. Confira:

  • Contratar e demitir funcionários: A princípio, e pela lei, o síndico pode, sim, contratar e demitir funcionários. Porém, quando a situação for impactar nas contas do condomínio, como uma grande indenização a um funcionário, por exemplo, ou trocar a mão de obra orgânica pela terceirizada, o ideal é que a decisão passe pelo crivo de uma assembleia. Assim, o gestor divide a responsabilidade dessa decisão com toda a comunidade.
  • Contratação de portaria remota: na esteira de que o condomínio pode contratar e demitir funcionários e serviços, o síndico poderia, a princípio, optar pelo serviço, caso o mesmo não impactasse nas contas do condomínio. Porém, como sua implementação causa uma mudança na cultura do local – e pede mudanças de comportamento – o ideal é que essa decisão não seja tomada sozinha.
  • Atualizar AVCB: caso o condomínio já esteja de acordo com a lei, e seja necessário apenas pequenos reparos, o síndico pode levar a situação adiante, provavelmente porque os custos já estavam previstos. Porém, caso o condomínio precise passar por diversas alterações, com aumento dos gastos, o melhor é chamar uma assembleia para explicar a situação.  Além de alertar a todos sobre a questão da segurança, já é possível aprovar as benfeitorias necessárias para que o empreendimento se adeque à lei.
  • Entrar em unidade sem anuência do morador: via de regra o gestor não pode entrar nas unidades sem a autorização. Há casos, porém, em que é possível ter que entrar no local, como suspeita de vazamento de gás ou de água, que estejam botando a coletividade em perigo. Se for este o cenário, o indicado é que o síndico entre no local sempre acompanhado de pelo menos uma testemunha.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Quais cores combinam entre si na decoração?

Você já parou para pensar nas combinações de cores possíveis para sua casa? Confira algumas dicas na nossa matéria e reinvente o seu lar!

Mesmo as pessoas com o estilo mais neutro sabem: um pouquinho de cor não faz mal a ninguém! E se você é desses que adora um ambiente colorido e cheio de personalidade, mas tem medo de errar na combinação, ou quer começar a se arriscar e não sabe por onde começar, vem com a gente e aprenda a inovar os ambientes da sua casa.

O primeiro passo é pensar na cor principal, aquela que você gosta e deseja colocar na decoração da sua casa. Nessa fase, a gente costuma optando sempre pelas cores claras e neutras por serem mais fáceis de combinar.

Porém, a ideia é justamente sair da mesmice e se jogar de cabeça nas cores, por isso escolha sem medo. Acredite: seja qual cor principal você escolher, há como misturar com outras!

Feito isso, você pode pensar em qual caminho seguir. Se a sua intenção é dar mais corpo para a cor principal escolhida, use uma paleta monocromática, ou seja, misturando variados tons da cor, indo do mais claro para o mais escuro.

Isso garantirá harmonia e é ótimo para quem está começando a se aventurar nesse mundo mais colorido, pois será mais fácil de pensar em novas combinações no futuro e você já terá perdido receio de usar mais de um tom no mesmo ambiente.

Outra sugestão é o uso de cores similares. Com o auxílio de uma roda ou círculo de cores, que você pode encontrar facilmente na internet ou em armarinhos, é possível observar como interagem entre si as cores próximas da paleta.

Ao escolher a cor laranja, por exemplo, você tem a sua disposição o amarelo e o vermelho, que são, respectivamente, uma variação mais clara da cor e outra mais escura. Perceba que juntas, as cores se tornam quase como uma unidade. Você pode escolher tonalidades menos intensas dessas cores e combiná-las entre si para ter um resultado mais orgânico no ambientes.

Agora, se você é mais ousado na hora de escolher a decoração da casa, pode apostar numa paleta de cores complementares, que nada mais é que cores que combinam entre si, apesar de serem “opostas”. Ficou confuso? Novamente com a ajuda de uma roda de cores, veja que enquanto de um lado estão as cores frias, no lado oposto estão as cores quentes e, ao escolher uma cor, seu complemento é justamente a cor que estiver na frente.

Conhecendo essas três opções básicas de paletas, você já pode começar a pensar na construção de cores que vai usar na sua decoração, seja em alguns objetos e móveis ou até mesmo nas paredes. Faça pesquisas, busque inspirações em sites e Apps especializados em criar paletas de cores que combinam e siga sua intuição! Afinal, é a sua personalidade que devem prevalecer aqui!

Veja que em todas as referências, as cores podem ser usadas desde um detalhe pequeno num elemento decorativo a uma parede toda colorida. Uma dica bônus muito legal é brincar com as texturas, já que cada material absorve a cor de uma maneira diferente, dando um visual de tons variados. Incrível né!?

Então deixe sua casa ainda mais viva, alegre e com a sua cara. A moda é se jogar na cor!

Fonte: Imovelweb

Vistoria é garantia importante para verificar se tudo está em ordem com o imóvel

É fundamental se certificar de que os novos imóveis sejam entregues com todas as condições prometidas pela construtora, evitando assim dores de cabeça no futuro


A entrega das chaves é o momento mais esperado por quem adquiriu um imóvel, mas antes disso é necessário dar aquela última verificada para saber se toda a estrutura está em ordem. Essa vistoria é uma garantia importante para se certificar de que os imóveis sejam entregues com toda as condições previstas e sem falhas técnicas ou estruturais. A excitação com a entrega do apartamento é tanta que os futuros moradores acabam não percebendo alguns pontos que precisam ser checados durante a avaliação.

Para a realização da vistoria, primeiramente, é preciso reservar um dia exclusivo e sem compromissos extras, para que a visitação seja feita de forma criteriosa, pois é o momento para fazer todos os apontamentos de não conformidades que possam ocorrer. Esse tempo varia de imóvel para imóvel, e fazer uma pergunta nesse sentido ao profissional da construtora no momento do agendamento poderá ser bem útil. A emoção ou a pressa de fechar o negócio acabam prejudicando o olhar e a concentração para uma verificação mais crítica do apartamento, para que as correções e ajustes sejam feitos e anotados no laudo final.

A advogada e especialista em direito e negócios imobiliários Paula Farias conta que esse momento é importante e um dos que merecem maior cuidado. Para facilitar a inspeção, a advogada conta que é necessário ter o memorial descritivo do imóvel em mãos. “Nele estão anotadas todas as características do imóvel, tudo o que foi vendido e prometido. Com o memorial descritivo em mãos, analise tudo o que está mencionado, desde aberturas, fachada, até o material utilizado em todo o imóvel. A vistoria deverá ter como base aquilo que foi vendido no momento da compra e venda. Sugerimos não fazer a vistoria sem o memorial descritivo”, aconselha.

As redes hidráulicas merecem uma atenção especial. Paula Farias conta que as instalações hidráulicas são um dos principais focos de reclamações durante as vistorias. “Abra todas as torneiras e deixe a água sair por cerca de dois minutos para verificar se não existem vazamentos nos sifões. Já nas descargas das bacias sanitárias, acione-as e veja se a vazão d’água é satisfatória, repetindo o acionamento na sequência por mais uma vez para ter certeza do bom funcionamento”, ressalta a advogada.

As instalações elétricas também devem ser consideradas na avaliação, apesar de que nem sempre estão inteiramente instaladas no imóvel “Provavelmente ainda não será possível testar porque o medidor de energia não estará instalado. Nesse caso, deve constar na vistoria que as instalações elétricas não foram verificadas por falta de instalação”, comenta a advogada.

Uma questão importante é verificar a voltagem instalada nos pontos elétricos, e sempre que forem de voltagem específica devem vir com indicações nesse sentido nos pontos de energia (o que é o ideal) ou no manual do proprietário, que em geral é entregue no momento do recebimento das chaves.

A área comum também deve ser inspecionada, verificando se ela atende a todos os requisitos contratados. É importante observar se no revestimento cerâmico não existem peças de tonalidades diferentes, danificadas ou trincadas. “Ao caminhar, verifique se os pisos estão bem assentados e se não há peças soltas. Verifique também se não há desníveis. Verifique a qualidade do revestimento, principalmente próximo aos ralos. Com as mãos ou com o cabo de uma vassoura, bata nos pisos para verificar se estão bem-feitos e se não há pisos ocos, o que poderá comprometer o revestimento futuramente”, pontua Paula Farias.

A advogada aconselha também a verificar visualmente se as paredes estão planas e se não existem pontos que formam sombras. Caso existam falhas na pintura, como manchas, deve ser solicitada a correção.


CÓPIAS DE DOCUMENTOS 

Leirson Cunha, vice-presidente das corretoras de imóveis da Câmara de Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), dá algumas dicas de utensílios que podem contribuir na hora da visitação: “Para prevenir extravios de documentos, recomenda-se levar no dia da vistoria apenas as cópias dos documentos, como o memorial descritivo, aditivos etc. É interessante portar uma trena com pelo menos três metros – o ideal seria de 10 a 30 metros, no caso de imóveis residenciais urbanos – e uma prancheta com papel e caneta para fazer as devidas anotações. Tirar fotos também é essencial para comprovar irregularidades. Assim, o smartphone ou uma câmera fotográfica amadora são suficientes nesse momento”, recomenda.

Segundo o vice-presidente da CMI/Secovi-MG, vale a pena chamar algum conhecido para acompanhar ou, até mesmo, contratar uma empresa especializada nesse tipo de serviço. “Existem inúmeras empresas no mercado que prestam esses serviços de assessoramento em recebimento de imóveis novos. Porém, caso o cliente tenha escolhido uma boa construtora, que tenha programas de qualidade/certificações, pode-se num primeiro momento fazer a vistoria sem investir em consultoria específica. É aconselhável também conversar com outros clientes da mesma construtora que já receberam seus imóveis a fim de estar atento a algumas falhas recorrentes que porventura possam surgir. Levar um amigo(a) que tenha passado pela experiência de receber um imóvel novo também pode ser uma boa dica”, comenta Leirson Cunha.

Caso sejam encontradas não conformidades durante a vistoria de entrega de chaves, devem ser relatadas formalmente ao profissional da construtora que esteja realizando o serviço, e se possível já agendar nova data para vistoria. “Se 100% das questões tiverem sido atendidas no dia da vistoria, pode o cliente receber as chaves e formalizar a assinatura do termo de vistoria. Entretanto, havendo qualquer não conformidade ela deve ser sanada previamente ao aceite definitivo do imóvel. Em geral, as construtoras já têm formulários específicos para relatar as não conformidades encontradas, e assim, deve também o cliente requerer uma cópia para seu controle”, finaliza.

Fonte: Lugar Certo

Trabalho da administradora

Rodrigo Karpat também responde sobre inadimplência e nota fiscal de MEIRodrigo Karpat também responde sobre inadimplência e nota fiscal de MEI

O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

Trabalho da administradora

Pergunta 1, de Carlos Alves

O que fazer quando a administradora deixa de defender os interesses dos moradores, não disponibiliza com regularidade as contas mensais e adota uma postura de defender os interesses do síndico?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

A administradora de condomínios deve ser o braço direito do síndico no exercício da gestão, sem que isso represente influência política ou encubra qualquer irregularidade – uma vez que a administradora também responde pelos atos de gestão para os quais foi contratada. Ademais a administradora é escolhida pelo síndico para auxiliar nas questões administrativas do condomínio.

Situação que deve ocorrer mediante aprovação em assembleia por imposição do parágrafo 2º do artigo 1.348 do CC, que aduz “ § 2o O síndico pode transferir a outrem, total ou parcialmente, os poderes de representação ou as funções administrativas, mediante aprovação da assembléia, salvo disposição em contrário da convenção.”

Ressaltamos que não existe uma lei específica que trate do exercício da administração de condomínios. Sendo que administrar é gerir o patrimônio próprio ou alheio, público ou particular.

O que no caso da administração de condomínios ocorre, via de regra, através de um contrato de administração, quando o síndico delega a terceiros o exercício de algumas atividades de sua responsabilidade. Imperando as normas de mandato, pois é clara a  delegação de poderes para que um terceiro (administradora) em nome do mandatário (síndico) realize alguns atos de gestão conforme ajustado no contrato.( Art. 653 e seguintes do Código Civil)

Pelo fato do síndico ser o responsável direto pela gestão por força de lei Art. 1.348 do Código Civil, se discute inclusive se o síndico pode trocar a administradora e depois ratificar a esta escolha em assembleia.

Situação que particularmente achamos possível, uma vez que quem responde civil e criminalmente pela edificação é o síndico e como sabemos, as inúmeras funções do dia a dia do edifício obrigam o síndico a ter auxílio administrativo, porém legalmente os erros cometidos pela gestão, mesmo que pela administradora, podem atingir o síndico diretamente e em casos extremos pessoalmente, não obstante temos a possibilidade de direito de regresso perante administradora.

Em um primeiro momento o síndico ou o condomínio respondem pelos erros praticados inclusive pela administradora, mesmo que exista a possibilidade legal de responsabilizar e repassar a prejuízo a administradora em um segundo momento.

Por exemplo: No caso de uma ação trabalhista com a condenação do prédio em função de um problema criado pela falta de pagamento de horas extras, a administradora não responde perante a justiça do trabalho e sim o prédio, mas se provado a culpa da administradora, poderá de forma regressiva ter que arcar com sua falha.

Um outro exemplo seria a falta de recolhimento de INSS, mas que foi retido do funcionário. No caso o síndico responde pessoalmente na qualidade de gestor pelo crime de apropriação indébita (168 do CP), mesmo que tenha direito de regresso perante o condomínio.

Porém, se ficar clara a responsabilidade direta da administradora, como por exemplo, no caso de emissão e controle de boletos. E esta falhar na sua função, poderá ser acionada diretamente conforme entendimento do TJSP em Acordão nesse sentido:

CIVIL – PROCESSO CIVIL – ADMINISTRADORA DE CONDOMÍNIO – DANOS MATERIAIS E MORAIS – DÉBITO QUITADO – LEGITIMIDADE PASSIVA DA ADMINISTRADORA – INDENIZAÇÃO CABÍVEL – Administradora de condomínio responsável pela emissão das cobranças e pelos seus recebimentos – Legitimidade passiva configurada – Ré que não se desincumbiu de seu ônus probatório, comprovando a regularidade da cobrança efetuada, diante do pagamento efetuado pela autora – Inteligência do art. 333, II, do CPC/73 – Cobrança indevida – Autora considerada inadimplente perante o Condomínio, o que a impediu de exercer o seu direito de voto em Assembleia – Danos morais – Indenização mantida em R$ 3.000,00 (três mil reais), observados os princípios da razoabilidade e proporcionalidade – Recurso desprovido.

(TJ-SP – APL: 10257799820148260114 SP 1025779-98.2014.8.26.0114, Relator: Carlos von Adamek, Data de Julgamento: 17/05/2017, 34ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 23/05/2017)

Por estes motivos nada mais justo que o síndico possa escolher a administradora do condomínio. Situação que pode ser dividida com o conselho e que deve ser referendada posteriormente em assembleia.

A não disponibilização das contas é uma falta grave, sugiro solicitar formalmente o envio dos documentos e no caso de negativa o síndico deve ser notificado, uma vez que a responsabilidade de prestar contar anualmente e sempre que solicitado compete ao mesmo. (Art. 1.348, VIII do Código Civil)

Sendo que a falta de providências no sentido de mostrar as contas conotará má gestão e poderá implicar na destituição do síndico. (Art. 1.349 do Código Civil)

Inadimplência

Pergunta 2, de Tatiana Fortes Leite ·

Moro num prédio com poucos moradores e um morador não está pagando o condomínio. Quando o cobro ainda reclama que eu devo entrar na Justiça.  Quanto tempo devo esperar para entrar com a ação?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Tatiane,

Infelizmente a inadimplência nos condomínios é um grande problema, ainda mais em prédios menores quando uma única unidade poderá representar um percentual grande. Por exemplo: Um prédio de 10 unidades com 3 inadimplentes. No caso a inadimplência será de 30%. Assim, a cota terá de ser majorada em 30% para fazer frente as despesas de custeio com base na previsão orçamentária que não tenha comtemplado inadimplência.

Situação essa que pode representar inclusive uma desvalorização das unidades imobiliárias, um vez que um imóvel com condomínio de R$ 1.500,00 tem um valor no mercado, e um bem com cota de quase R$ 2.000,00 tem outro valor no caso de venda da unidade. De qualquer forma, precisamos conviver com a situação que existe em grande parte dos condomínios pais afora.

Para tanto, o importante é termos uma boa assessoria de cobrança para os prédios e os síndicos não assumam o papel direto de cobrar, o que pode ocorrer em casos especiais e para ajudar na negociação, mas na maioria das vezes a interferência do síndico na cobrança, o qual tem interesse no recebimento imediato, pode extrapolar a cobrança razoável e inclusive fulminar em ação de danos morais caso a cobrança ao devedor seja agressiva.

APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO INDENIZATÓRIA PELO RITO SUMÁRIO. COBRANÇA VEXATÓRIA DE COTAS CONDOMINIAIS. AFIXAÇÃO DO NOME DOS CONDÔMINOS INADIMPLENTES NA PORTARIA DO EDIFÍCIO, AO INVÉS DA UTILIZAÇÃO DE OUTRA FORMA DE COBRANÇA QUE NÃO EXPUSESSE AO RIDÍCULO OS DEVEDORES. DANO MORAL CONFIGURADO, QUE ENSEJA A DEVIDA REPARAÇÃO. O VALOR DA REPARAÇAO MORAL FOI FIXADO EM CONSONÂNCIA COM OS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADADE. DESPROVIMENTO DE AMBOS OS RECURSOS.

(TJ-RJ – APL: 00147468820078190205 RIO DE JANEIRO CAMPO GRANDE REGIONAL 1 VARA CIVEL, Relator: ODETE KNAACK DE SOUZA, Data de Julgamento: 24/06/2009, VIGÉSIMA CÂMARA CÍVEL, Data de Publicação: 02/07/2009)

O condômino que está com sua cota em atraso tem por lei o acréscimo de juros de 1%, correção monetária índice INPC, multa de 2% e honorários advocatícios mesmo que na fase extrajudicial, salvo disposição em contrário na convenção, que serão devidos a partir do vencimento do boleto, salvo para os honorários advocatícios que serão devidos a partir do envio do caso ao jurídico.

DIREITO CIVIL. RECURSO ESPECIAL. DÉBITOS CONDOMINIAIS. CONDENAÇÃO JUDICIAL. CORREÇÃO MONETÁRIA. ÍNDICE APLICÁVEL. INPC. 1. Discussão relativa ao índice de correção monetária a ser adotado para atualização de débitos de condomínio, objeto de condenação. 2. Esta Corte decidiu que não há ilegalidade ou abusividade na adoção do IGP-M para atualização monetária de débitos, quando esse índice foi eleito pelas partes. 3. Na hipótese, a convenção de condomínio não prevê qual índice deverá ser adotado para atualização de débitos. 4. A correção pelo INPC é adequada à hipótese, além de estar em consonância com a jurisprudência do STJ, no sentido da utilização do referido índice para correção monetária dos débitos judiciais. Precedentes. 5. Recurso especial desprovido.

(STJ, Relator: Ministra NANCY ANDRIGHI, Data de Julgamento: 06/08/2013,  T3 – TERCEIRA TURMA)

Tanto a cobrança extrajudicial, quanto a cobrança judicial não tem um prazo para ocorrerem, o que pode acontecer desde do inadimplemento do primeiro boleto. Porém, os condomínios costumam aguardar um prazo para o ingresso de ação com base no valor das cotas, uma vez que existe um custo para distribuir a ação, em média os condomínios aguardam 3 meses, mas isso não é uma regra.

Nota fiscal

Pergunta 3, de Naianne Félix 

Minha síndica demorou vinte dias para me apresentar duas notas fiscais de um serviço de portão – meu irmão encostou o carro no mesmo. Quando vi a nota, ela não era eletrônica, acho que devido aoo prestador ser Micro Empreendedor de uma serralheria. Eu pedi para ver uma nota que informasse o valor da peça que foi amassada. Ela informou que não tinha, era somente essa nota que informava “portão” na descrição e o valor tota do serviçol, sendo que eram apenas duas peças do portão.

Fiquei impressionada que ela aceitasse uma nota daquelas, na qual nao havia informação da descrição correta do serviço. Fiquei mais impressionada ainda quando ela disse que havia levado a nota para o balancete e o conselho havia aceitado, pois sempre pensei que fossem mais exigentes. É comum e aceitável esse tipo de prática?    

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Prezada Naianne,

Em relação ao Micro empreendedor individual o mesmo não tem obrigatoriedade da emissão da Nota Fiscal Eletrônica. A legislação aplicável é municipal, estamos falando no Município de São Paulo, o site da Município tem a seguinte instrução:

  • 01. O que é Microempreendedor Individual (MEI)?

Considera-se MEI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, que tenha auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, de até R$ 81.000,00 e que seja optante pelo Simples Nacional.

  • 22. O MEI prestador de serviços deve emitir nota fiscal?

O MEI que é prestador de serviços no Município de São Paulo também está dispensado de emitir nota fiscal em relação aos serviços prestados a consumidores, pessoas físicas. Por outro lado, se prestar serviços a empresas (pessoas jurídicas), deverá emitir a nota fiscal. Neste caso, o MEI deve emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e).

Em razão de seu baixo faturamento anual, o MEI não está obrigado a utilizar NF-e. No entanto, os prestadores desobrigados, inclusive o MEI, também podem optar pela utilização de NF-e de serviços no Município de São Paulo. (Fonte)

Naianne, quanto ao prazo de atendimento à sua solicitação perante à síndica, ressaltamos que a morosidade excessiva na apresentação de documentos precisa ser avaliada caso a caso. De qualquer forma, sugerimos que os balancetes com as notas pertinentes fiquem sempre disponíveis on line para consultas dos condôminos. Isso facilita a visualização e traz mais transparência a gestão.

A prestação de contas em condôminos é muitas vezes um ponto nevrálgico e infelizmente e realizada sem muito critério. O ideal é que o condomínio tenha uma administradora com contadores para assinarem as pastas, mesmo que não exista a obrigatoriedade e com um departamento de contas a pagar que faça a verificação de tributos em âmbito Municipal, Estadual e Federal.

Ademais, é salutar que o conselho fiscal seja atuante e que exista uma auditoria preventiva, preferencialmente permanente. 

Os condomínios têm se aprimorado e buscado a profissionalização na gestão, porém ainda existem muitos prédios que precisam alterar a forma temerária de gestão.

Cabendo a qualquer condômino que verifique uma situação de não conformidade, alertar a gestão, se necessário tomar as medidas legais em defesa de seus interesses, e se viável se dispor a ajudar nas mudanças necessárias. O condomínio é um local de domínio comum, ou seja, todos devem participar para que se obtenha melhores resultados.

(*) Rodrigo Karpat é advogado de Direito Imobiliário e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Como decorar apartamento pequeno com cozinha americana

Ideal para ambientes pequenos, a cozinha americana pode ser decorada de forma bem criativa. Confira a seguir algumas dicas sobre o assunto a seguir.

Não é novidade que os apartamentos construídos ultimamente estão cada vez mais compactos. Com isso, a cozinha americana tornou-se ideal para esses novos modelos de imóveis.
Ter uma cozinha integrada com outro ambiente é uma forma prática de economizar espaço e otimizar cada ambiente. Aliás, essa é a principal vantagem de uma cozinha americana: a interação com sala de jantar ou sala de estar.

A cozinha americana interliga os dois ambientes facilitando o convívio dos espaços e o equilíbrio da casa, pois, geralmente, a divisão dos dois locais se dá apenas por uma meia parede que também pode ser utilizada como balcão.

Porém, justamente por essa junção de ambientes é preciso ter cuidado para que exista uma harmonia entre os dois espaços. As decorações dos dois cômodos interligados devem conversar, então fique atento as nossas dicas e confira como decorar sua cozinha americana para que ela se torne simples, prática e elegante, tudo ao mesmo tempo!

Cores

A cozinha americana quase sempre é um ambiente reduzido. Portanto, para ter a sensação de amplitude no local, invista em móveis de cor branca.  Mas calma! Isso não quer dizer que sua cozinha tem que parecer um hospital.

Para não cair na mesmice de um ambiente monótono invista em cores nos utensílios e detalhes do ambiente. Use aparelhos elétricos coloridos, faça uma parede com um fundo multicolor, ou invista em azulejos com detalhes e luminárias que deixem o ambiente mais despojado e moderno. Lembre-se que as cores utilizadas na cozinha devem conversar com os cômodos que são integrados a ela.

Armários

É quase impossível encontrar um armário que fique bem em uma cozinha americana em lojas de móveis prontos. O ideal nessa hora é investir em um armário de cozinha planejado que, além de aproveitar o seu espaço de forma inteligente, vai agregar exclusividade à sua cozinha.

Para otimizar seu ambiente ainda mais, coloque prateleiras e armários suspensos, principalmente se a sua cozinha for do tipo corredor e não oferecer muito espaço para movimentação no local.

Cheiro de comida

O cheiro de comida costuma ser um problema para quem usa cozinha americana, já que a fumaça e o cheiro dos alimentos acabam invadindo a sala ou o cômodo integrado ao ambiente. Para evitar que isso aconteça, coloque uma coifa acima do seu fogão. Além de deixar o ambiente mais elegante, isso vai minimizar o cheiro da cozinha nos outros cômodos.


Piso

Como falamos acima, é preciso ficar atento a decoração dos dois ambientes que estão integrados. Bom, isso também vale para o piso! Como tratamos de cômodos separados apenas por um balcão – e em alguns casos, nem mesmo o balcão –, o ideal é utilizar o mesmo piso na sala e na cozinha, assim evitamos a sensação de delimitar cada cômodo.


Detalhes

Fique atento aos detalhes dos ambientes integrados. Se a sala tiver muitos detalhes em madeira, invista nos mesmos detalhes para a cozinha. A madeira pode ser colocada na bancada, por exemplo, ou você pode optar por cadeiras de madeira/que tenham detalhes do material.

Se a sala tiver algum rebaixamento de gesso, faça o mesmo na cozinha. Da mesma forma com as janelas, caso exista algum detalhe em mármore, coloque a mesma pedra de mármore na pia e assim por diante. Assim você vai desenvolver identidade ao seu apartamento, com muito estilo.

Área de serviço

Apesar de citarmos quase sempre a cozinha integrada com a sala, existem situações em que a cozinha se integra com a área de serviço. Nesse caso também é preciso tomar alguns cuidados, principalmente em relação a higiene. Separe bem os utensílios de cada setor e leve as roupas sujas para serem lavadas apenas na hora em que for executar a atividade, nada de acumular roupa suja próxima ao local em que serão preparados alimentos.

Paredes

Além dos utensílios, a maior parte da decoração da sua cozinha americana será responsabilidade das paredes. Como já orientamos que seus móveis sejam preferencialmente brancos, agora você vai aprender como estampar nas paredes todos os detalhes para que sua cozinha seja moderna e funcional ao mesmo tempo.


Use pastilhas: As pastilhas são divertidas e podem ser usadas de uma forma clássica ou moderna. Além de ser uma opção muito econômica, é possível criar desenhos que ficarão visíveis do outro cômodo. Utiliza-las na bancada pode separar os dois locais. Coloca-las na parede da pia também é uma opção, já que elas são impermeáveis e fáceis de limpar com água.

Use papel de parede: Existem diversos modelos de papel de parede, inclusive laváveis, o que é ideal para ser usado na cozinha, já que o ambiente costuma ficar com gordura ao longo do tempo.  Ouse com papéis de parede clássicos de uma cor só, ou seja mais moderno e invista em papeis coloridos. Uma ótima opção é usar o papel lousa no qual você pode aproveitar para escrever receitas ou recadinhos.

Use azulejos: Outra ideia interessante para decorar cozinha americana é usar um mix de azulejos. Cubra a bancada e a parede com vários azulejos de cores e desenhos diferentes. Unindo móveis brancos e detalhes em madeira, a sua cozinha vai ficar incrível.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Confira como utilizar plantas em ambientes fechados

Conheça plantas que podem se desenvolver bem em lugares pequenos, como apartamentos, e escolha a melhor para utilizar na decoração do seu lar!

Existe algo mais charmoso do que levar a natureza para dentro da nossa casa? Nós achamos que não.

Mas será que é possível manter plantas bonitas e saudáveis mesmo em um lugar fechado e, em alguns casos, sem muita luz? Claro que sim! Basta escolher as espécies certas, veja agora dicas para deixar sua casa cheia de vida.

Não só é possível cultivar plantas para ambientes fechados, como faz bem até para nossa saúde ter um contato com a natureza em meio a tanto cimento e cinza que tomou conta das grandes cidades.

Juntamos nesse artigo todas as espécies que se desenvolvem sem problemas em ambientes internos e ainda servem de decoração, confira nossas dicas:

1. Antúrio

O antúrio é uma planta clássica e muito utilizada para decorar lugares fechados. A espécie se dá super bem em vasos, jardins pequenos e é ideal para ambientes fechados porque não se desenvolve com luz solar direta. Portanto, se o seu apartamento tem pouca ou nenhuma luz natural, invista nessa espécie sem medo.

Alguns antúrios podem medir até 90 cm, logo é necessário que mesmo em um ambiente com pouca luz, exista espaço para que ele possa crescer.


2. Begônia

A flor é bem chamativa e tem um quê de buquê de noiva. É ideal para quem aposta em decorações mais delicadas. A melhor opção para cultivar a begônia é em vasos pequenos que podem ser colocados em cima da mesa, no aparador e em outras superfícies.

Por ser uma planta delicada, é preciso ter mais cuidado para cuidar dessa espécie. Cuidados como regar com pouca ou muita água, como adubar e etc.

Outro ponto importante é saber que existem begônias para ambientes externos e internos, então antes de comprar identifique com um jardineiro a opção ideal para ter na sua casa.


3. Aglaonema

Muito comum em países tropicais, é uma das melhores plantas para se cultivar em ambientes sem muita luz. Não exige tanto cuidado com adubos e se mantem viçosa por bastante tempo. O ideal é regar uma vez ao dia.


4. Samambaia

Quem não conhece a clássica samambaia? Impossível não ter em alguma casa que você já entrou na vida. São plantas bem comuns no Brasil e se adaptam a vários ambientes: internos, externos, úmidos, secos, iluminados ou sem luz.

Justamente por essa facilidade de adaptação, não exige tantos cuidados, mas existem especialistas que não indicam manter a samambaia sob a luz direta do sol.


5. Espada de São Jorge

Outro exemplar muito conhecido dos brasileiros, a Espada de São Jorge além de linda carrega uma mitologia. Algumas pessoas acreditam que a planta fornece proteção para o ambiente em que, afastando o mau olhado e a inveja.

Justamente por isso existe o costume de manter a planta sempre próxima à porta da residência, para afastar energias ruins. Falando de características mais cientificas, a Espada de São Jorge é comprovadamente uma planta que purifica o ar e filtra os poluentes do ambiente.


6. Lírio da Paz

Cultivada em ambientes fechados como residências ou escritórios, o lírio é uma planta que não exige tantos cuidados e não precisa de muita luz. Além de ser um exemplar que traz muita beleza para o lugar em que é colocada. Apesar disso, pode ser colocada também em ambientes externos.


7. Palmeira-leque

A planta tem uma beleza exótica e cresce lentamente, o que é ótimo para quem quer plantas para ambientes internos.

Pode ser colocada no hall de entrada, no banheiro, na sala ou na varanda. Para manter a planta saudável, é preciso remover as folhas secas e velhas de tempos em tempos. Também é preciso trocar a palmeira de vaso a cada dois anos mais ou menos.

Ela só não é ideal para ambientes com ar condicionado, então fique esperto com essa característica.


8. Neoregelia

A Neoregelia é uma espécie da família das bromélias, mas diferencia-se pelas folhas mais largas. Encontrada nos países da América do Sul como Brasil, Peru, Equador e Colômbia, a Neoregelia tem uma beleza única e é um ótimo exemplar de plantas que gostam de sombra e umidade.

Aliás, ela vive até melhor se estiver em lugares úmidos e pode crescer em ambientes com luz natural ou artificial.


9. Clorofito

O Clorofito é ideal para quem mora em cidades mais quentes e também não exige tanta luz para crescer. Alguns jardineiros afirmam que o ideal é deixar que a planta receba um pouco de sol uma vez ao dia, mas não há necessidade de manter a planta sob luz direta do astro rei.

A vantagem dessa planta é que, conforme cresce, mudas podem ser tiradas para dar início a uma nova. Apesar de não precisar de muita luz, o Clorofito exige ser regada com certa frequência.

Aproveite as dicas e preencha o seu espaço com vida e energia!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Furtos em condomínio: de quem é a responsabilidade?

Dificilmente condomínio deve indenizar quem sofre furtos nas áreas comuns

Dificilmente condomínio deve indenizar quem sofre furtos nas áreas comuns

Muitos ficam sem entender o motivo do condomínio não ser obrigado a indenizar, na grande maioria das vezes, os condôminos furtados em áreas comuns.

Isso porque seria uma responsabilidade a mais para o empreendimento.

Nesse vídeo da SíndicoNet-TV, o especialista Zulmar Koerich explica que o empreendimento só deve indenizar os moradores por furtos ocorridos nas áreas comuns caso isso esteja expresso na convenção condominial, ou ter colaborado efetivamente para o ocorrido.

Zulmar também comenta sobre assalto à mão armada e sobre empresas de segurança – e como devem ser cobrados caso hajam problemas na execução do serviço.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Saiba como usar a cor ultra violeta na decoração

Eleito como tom Pantone 2018, ele pode entrar na sua decoração

Todos os anos, a Pantone – principal empresa especializada em cores no mundo – dita qual será o tom tendência para os próximos 365 dias e faz com que áreas como moda, design e decoração se rendem à previsão. Para este ano, a cor selecionada foi a Ultra Violeta, que segundo a marca traduz a energia criativa e inspiradora do Cosmos.

Foto: Divulgação

E, de acordo com a arquiteta Vanessa Chieregato, é esse espírito de inovação mesmo que quem utilizar a cor deve buscar: “A cor traz consigo uma personalidade bastante marcante, um ar de drama, de suspense, de originalidade muito forte. Acredito que seja uma cor que corresponde ao momento de sair do conformismo e da comodidade”, explica.


Foto: Reprodução/Pinterest

Nos anos anteriores, a Pantone lançou cores que fizeram a cabeça do mercado e do público, como o Rosa Quartz (2016) e outras que não chegaram a se tornar uma grande tendência de fato no que diz respeito à área de decoração, como o Greenery (2017).

Vanessa explica que ainda não se sabe se o Ultra Violeta será ou não o tom do momento e isso tem uma justificativa: “Ela é uma cor que traz uma certa inquietação para o ambiente, não é tão confortável quanto o Rosa Quartz, que já é de mais fácil combinação e não limita tanto quanto um roxo tão marcante”.

Pode até não ser certo que o Ultra Violeta vá se tornar o tom do momento, mas a certeza é: se você amou a nova cor, já pode aderir!

O tom é exótico, mas tem muita versatilidade, conforme exemplifica Camila Casagrande, designer de interiores do Design em Todo Canto: “Aposte em acessórios como almofadas e objetos, que dão para mesclar bastante com amarelo ou verde. Mas para quem não tem medo de ousar, um sofá ou poltrona nessa cor deixa o ambiente um tanto quanto inspirador”.


Foto: Reprodução/Pinterest

É preciso se atentar também para que o uso da cor não escureça o ambiente, por isso a dica dos acessórios decorativos, que também incluem quadros, louças e itens de mesa posta, vasos, etc.

“Todo exagero em cor pode causar um certo enjoo, então é sempre bom ponderar o uso”, alerta Camila sobre a utilização em excesso do Ultra Violeta ou de qualquer outro tom forte como ele.

Com todas estas dicas, você já pode começar a pensar onde e como incluir esta linda cor na sua décor. Inspire-se e aposte!


Foto: Reprodução/Pinterest

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Seguros Residencial, Condomínio e Habitacional: entenda a diferença

 

Saiba quais são as vantagens e benefícios de cada um dos seguros

A conquista de um “lar” deve ser preservada, já que todos estão expostos a inúmeros eventos que podem gerar perdas ou danos com elevados custos de reposição e reconstrução. A proteção do imóvel vem se tornando então, cada vez mais, uma importante preocupação do brasileiro, que encontra no mercado soluções muito acessíveis. Para essa finalidade, existem diversos tipos de seguros e, muitas vezes, a nomenclatura similar pode confundir o consumidor na hora de procurar o que exatamente necessita. A Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de experiência no Brasil, conta com várias opções que atendem às mais diversas necessidades dos segurados. Cada um dos produtos conta com garantias específicas para os contratantes e serviços complementares bastante úteis.

Entenda as diferenças:

- Seguro Residência: Voltado para pessoas físicas/jurídicas, apartamento/casa, habitual/veraneio, visa a proteção do imóvel e conteúdo, seja ele quitado, financiado ou sob contrato de aluguel, com garantias para todos os tipos de eventos súbitos e imprevistos que podem gerar perdas/danos: incêndio, explosão, vendaval, queda de aeronave, danos elétricos, vidros, roubo/furto qualificado, pagamento de aluguel, responsabilidade civil familiar, empregados domésticos e danos morais, conjugados com serviço de Assistência 24h.

- Seguro Condomínio: Garantias para bens de uso comum (excluídos os bens particulares), apresenta coberturas parecidas com o Residência, acrescido de guarda de veículos, alagamento, e são voltadas para os condomínios residenciais, comerciais, escritórios/consultórios e mistos. Tem como principais soluções a cobertura para a responsabilidade civil do condomínio e do síndico.

- Seguro Habitacional: São duas as opções: danos físicos ao imóvel, garantindo que o imóvel terá condição de ser habitado, independente do evento súbito e imprevisto que afete esta condição; e vida do mutuário. Protege de um acontecimento imprevisto ou involuntário que causa dano à pessoa. O seguro é uma cobertura fundamental para o crédito imobiliário, pois garante o pagamento da dívida. Se ocorrer a morte ou invalidez permanente total do mutuário, a instituição financeira receberá o valor correspondente ao saldo devedor

Para conhecer mais sobre as soluções para imóveis da Zurich, acesse: https://www.zurich.com.br/pt-br/individuais/imovel

Sobre a Zurich no Brasil

A seguradora Zurich soma o conhecimento do mercado brasileiro, no qual tem mais de 70 anos de experiência, à expertise internacional em soluções de seguros multicanal. A Zurich atesta solidez financeira e segue rígido padrão global de conduta, praticado em todas as suas operações. Dedica-se a compreender as necessidades dos clientes e oferece soluções para pessoas físicas e jurídicas, de pequenas empresas a multinacionais. Tendo o Brasil na sua estratégia de crescimento, e decidida a contribuir com o desenvolvimento social e econômico do país, visando o médio e longo prazo, a companhia dispõe de produtos e serviços sob medida para este mercado.

Zurich Insurance Group (Zurich) é uma seguradora líder multicanal que apresenta soluções para seus clientes e parceiros na esfera local e global. Com cerca de 53 mil colaboradores, fornece uma ampla gama de serviços e produtos em Seguros de Vida e de Ramos Elementares em mais de 210 países e territórios. Entre os clientes da Zurich encontram-se indivíduos, pequenas e médias empresas, assim como grandes empresas e multinacionais. O Grupo está sediado em Zurich, Suíça, onde foi fundado em 1872. O Zurich Insurance Group Ltd (ZURN) está listado no Six Swiss Exchange e tem o Nível I no programa American Depositary Receipt (ZURVY), que é transacionado fora da bolsa no OTCQX. Para mais informações sobre a Zurich, consultar www.zurich.com.

Fonte: http://www.segs.com.br

Confira como fazer decoração geek no seu lar

Quer uma decoração com personalidade e que una suas inspirações? Encontre aqui dicas essenciais para uma decoração geek sem gastar muito!

O universo nerd está cada vez mais em alta e presente na vida de pessoas de todas as idades, apaixonadas por esse mundo fascinante. Filmes, jogos e séries tem sido pauta de conversas desde escolas até escritórios e norteiam a vida de quem se liga em tecnologia, ficção, programação ou apenas aquela galera que acha um ou outro personagem legal e descolado.

Se você está nesse meio e respira cultura pop, está lendo a matéria certa!

Reunimos aqui ideias de decoração nerd para quarto, bem como dicas de como entrar de vez nesse universo geek, no melhor estilo faça você mesmo. Ou seja, naquele precinho que todo mundo gosta!

Anime-se e preste atenção ao nosso post, será impossível terminar de ler sem se encantar pelas possibilidades desse universo que une pessoas tão diferentes, independente de gostos e particularidades de gêneros.

1. Paredes no alvo

Não é novidade para ninguém que uma parede bem decorada tem o poder de mudar qualquer ambiente. E se estamos falando em transformar uma casa ou apenas um quarto em uma amostra do universo geek, nada melhor do que começar pelas paredes.

O ideal é usar um papel de parede que tenha motivos do seu game, filme ou personagem favorito, mas se você não quer imprimir tanto assim essa identidade, que tal apenas pintar a parede com uma cor característica?

Por exemplo, quem curte o Homem-Aranha pode apostar em uma parede vermelha ou azul e depois trabalhar com quadros ou prateleiras com bonecos.

Se você não se importa em ousar e quer deixar o ambiente com cara de nerd mesmo, pode usar um papel de parede que imite uma tirinha do seu HQ favorito ou ter seu personagem pintado em tamanho natural na parede da sua casa. Nada mais original!

2. Prateleiras

Já que citamos prateleiras e bonecos, resolvemos partir logo para nossa segunda dica. Nada mais nerd do que ter coleções dos seus personagens favoritos. Pode ser livros, pelúcias, bonecos, funko pop, botons, canecas, não importa.

Se, assim como nas paredes você não se importar em ousar, use prateleiras específicas para essa decoração. Ao invés de usar as prateleiras mais comuns, adquira prateleiras que tenha o formato do símbolo do seu herói ou que forme o nome da sua saga predileta, como na foto que separamos aqui pra você. Olha como fica incrível:

3. Escritório ou Home Office

Trabalha em um ambiente descontraído ou quer deixar aquele cantinho de trabalho em casa mais a sua cara. Ok, também separamos uma dica sobre isso. Que tal uma escrivaninha que tenha a logo do seu super herói ou as cores que remetem a ele?

Lembra da nossa dica de papel de parede? Ela também pode ser usada aqui ou pode ser substituída por papel contact. A ideia seria revestir um móvel comum e transformá-lo em um móvel exclusivo e original.

4. Escadas

Escadas são escadas, itens comuns na casa de qualquer pessoa. Mas elas podem se tornas AS ESCADAS se decoradas da forma certa.

Seguindo a temática da cultura geek, que tal adesivar os degraus com frases clássicas do cinema, usar o mesmo papel de parede (ou outro diferente, claro) que possa remeter a um filme ou herói da sua preferência ou até mesmo usar imagens dos próprios personagens.


5. Quadros

Falando nisso, um bom aliado na decoração geek são os quadros ou placas decorativas. De tamanhos variados, inúmeros materiais e formatos, as paredes ganham vida com esses itens simples.

Eles podem ser colocados nas paredes que acompanham as escadas, acima do sofá, na cozinha, no banheiro, no hall de entrada e onde mais sua imaginação permitir.

O legal desse tipo de decoração é usar a criatividade e, além de imprimir nossa identidade no local, deixa-lo bem divertido.

6. Um geek minimalista

O universo de cultura pop, nerd, HQs, sugerem sempre uma explosão de cores e informações. E talvez você, apesar de aderir a essa cultura, não seja adepto de tantas cores em um mesmo ambiente.

Afinal, um excesso de informações pode tornar o ambiente confuso ou até passar aquela impressão de que o cômodo é menor, isso devido ao uso de cores fortes e carregadas. Uma boa notícia é que você pode ter uma decoração geek e manter sua decoração mais clean.

Colocamos abaixo fotos que sugerem a presença de algo ligado a cultura nerd, assim você mantém o ambiente mais minimalista sem abrir mão da sua identidade nerd.

7. Quartos

Por fim, vamos supor que você ainda não tenha tanta coragem de expor sua identidade secreta assim que entra em casa ou até não more sozinho e precise entrar em um consenso em relação à decoração.

Bom, nesse caso, podemos sugerir a decoração do seu espaço privado: seu quarto. Aqui não há limites, podemos juntar todas as dicas em uma só e usar quadros, mesas, almofadas, papel de parede e muito mais.

Abaixo exemplos de quartos onde a cultura nerd está mais do que exposta e também decorações subliminares que estão inseridas nesse universo.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Inadimplente não pode votar nas assembleias de condomínio

Justiça entende que o inadimplente não pode ter o mesmo poder de decisão que alguém que manteve seus vencimentos em dia

Com o crescimento do número de prédios e condomínios de forma concomitante à crise econômica e ao consequente aumento da inadimplência, é comum que o pagamento da taxa mensal de condomínio acabe sendo atrasado por algumas pessoas que passam por dificuldades financeiras.

No entanto, caso o indivíduo esteja inadimplente com o condomínio, mesmo que ela já tenha estabelecido um acordo e esteja realizando o pagamento das parcelas estipuladas na negociação, ele não tem direito de voto em assembleias.

De acordo com o advogado Eraldo dos Santos, presidente da Comissão de Direito Imobiliário da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Americana e especializado em direito condominial, a medida se dá pelo fato de que não é considerado certo que ele tenha o mesmo poder de decisão que alguém que manteve seus vencimentos em relação ao condomínio em dia.

“Se ele (condômino) adquire uma dívida e aí ele faz um acordo para pagar em dez parcelas, já pagou duas parcelas e está em dia com a mensalidade, mas ainda deve aquilo que ficou para trás, pois ele só pagou duas parcelas, ele pode votar? O que a jurisprudência dominante tem entendido – então respeitado aí outras opiniões em contrário – é que ele não pode votar, mesmo com um acordo em andamento. Por quê? Você está pagando em dia seu condomínio, eu não. Alguém carregou nas costas ao longo de três, quatro ou cinco meses e aí de repente eu faço um acordo. Eu estou em pé de igualdade com você? Claro que não, eu estou devendo ainda um determinado valor para poder me equiparar”, ressaltou.

Sobre valores cobrados nas taxas, bem como aumentos estipulados em assembleias, o advogado esclarece que, uma vez justificadas as despesas, a lei diz que todos os condôminos são responsáveis pela divisão dos custos do residencial.

“Um preceito básico da vida em condomínio é a obrigação de ratear as despesas. Então, quando há um aumento na taxa condominial, este aumento não é porque alguém queira por simples interesse de aumentar, tem uma razão e essa razão tem que ser explicitada em uma assembleia. A pessoa que mora num condomínio, se ela vai na assembleia, mas é voto vencido (sobre aumento da taxa), se não pagar, ela vai estar descumprindo uma obrigação condominial”, finalizou o advogado.

Fonte: http://liberal.com.br

Confira dicas simples para você, proprietário, alugar seu imóvel

Em tempos de crise, nós te ajudamos a garantir uma renda extra no final do mês. Saiba como alugar seu imóvel de uma maneira simples e rápida.

Sabemos que o mercado imobiliário sofreu uma grande crise nos últimos anos e, embora esteja em processo de recuperação, é preciso pensar em uma estratégia para auxiliar na venda ou no aluguel de imóveis mais facilmente.

Porém, seguindo algumas dicas simples, é possível realizar essa tarefa sem muitos sustos e evitar aquelas várias visitas no local sem que haja um contrato fechado efetivamente.

Conservação do local e vistoria

É claro que para alugar um imóvel prontamente ele precisa estar em um bom estado de conservação. Evite deixar rodapés soltos e/ou trincados, pisos arranhados, pinturas manchadas, infiltrações, ou qualquer item que possa ser visto como negativo para quem visitar o local.

Além de ajudar na construção de uma boa impressão, por parte do interessado, investir em pequenos detalhes, como os citados acima, só ajudam ainda mais para alugar o imóvel mais rápido e melhorar o retorno do bem alugado.

Ou seja, antes de colocar seu imóvel para alugar, o ideal é realizar uma vistoria completa no local. Caso encontre qualquer problema de estrutura, faça o reparo imediatamente, pois, colocar um imóvel para alugar com esse tipo de problema é uma péssima opção e pode gerar dores de cabeça no futuro.

Reforma de acordo com o perfil

Em alguns casos o proprietário aluga para um inquilino e pede uma semana para fazer algum ajuste. Se esse for o caso, que tal realizar benfeitorias de acordo com o perfil do inquilino interessado no local?

Para um público mais maduro e exigente, invista em pisos de qualidade e pinturas sem nenhum tipo de defeitos. Já para jovens, disponibilize itens de mais despojados, como pisos laminados, espelhos pequenos e etc.

Fotos e divulgação

Nada melhor do que uma boa foto divulgada em sites e redes sociais para chamar atenção para o local que você está locando. Hoje em dia as pessoas têm o costume de pesquisar tudo pela internet, porém, é bem difícil se interessar por algo que não podemos ver por completo.

Tente fotografar os espaços por completo e com o maior número de detalhes possível. Não economize na quantidade de fotos, use vários ângulos diferentes, uma boa iluminação e claro, deixe os cômodos limpos e sem objetos ou qualquer bagunça que possa estar à vista.

O preço a se cobrar

Seja justo, flexível e ao mesmo tempo competitivo! Nada de jogar valores muito acima ou muito abaixo da média. Se for necessário, pesquise imóveis parecidos com o seu e o valor cobrado em diferentes localizações da sua cidade.

Se você estiver em busca de lugares para ter uma média de preço, que tal acessar o Index Imovelweb? Nele é possível ver a média de valor cobrado em diversas regiões do país quando o assunto é aluguel.

Os preços também precisam ser coerentes com os valores praticados no mercado atual. Não adianta saber que o último inquilino pagou R$2.000,00 e imputar o mesmo valor ou mais em uma nova locação.

Garantias para todos

Não seja o intransigente do negócio! Não é porque um ou outro inquilino deu um problema que você precisa se resguardar buscando e exigindo um bilhão de garantias para alugar o imóvel, certo!? Um dos pontos mais discutíveis em contratos de locação são os enormes prazos do e as multas caso o inquilino saia antes dos 12 meses contratuais do plano.

Dentre as principais garantias utilizadas em locação estão:

– Fiador: indivíduo que assumirá a responsabilidade dos pagamentos e multas em caso de inadimplência por parte do inquilino.
– Seguro Fiança: valor entre 2 e 3 aluguéis que o inquilino deve contratar para garantir a segurança do proprietário do imóvel.
 Fiança Bancária: um banco escolhido pelo inquilino e que através de um seguro contratado, emite uma garantia para que o valor do aluguel seja pago, caso o inquilino não o faça.
– Depósito: O mais usado em locações residenciais, o depósito nada mais é do que o adiantamento de dois ou três mensalidades do aluguel, porém, eles são depositados assim que o contrato é assinado. O depósito é devolvido no final do contrato, usado para garantir os pagamentos dos últimos meses em caso de desistência ou até pode ficar preso, caso o inquilino devolva o imóvel com alguma avaria.

Contrate um corretor

Alguns proprietários acham que isso é desnecessário, mas, lembre-se que um corretor é um profissional do mercado imobiliário. Portanto, ele mais do que ninguém sabe os melhores meios para alugar seu imóvel de forma rápida e segura.

Além disso, pense que você terá uma pessoa responsável por todas as burocracias, como documentações, taxas e etc. Caso você não tenha muito tempo livre, essa é sem dúvida sua melhor opção.

Outra vantagem é não ter que lidar diretamente com o inquilino, apenas fazer cumprir ordens e deixar os direitos deles garantidos através de um terceiro, praticamente um desvio das dores de cabeça que possam existir. Não total, mas de uma boa parte delas.

Faça um contrato

Obviamente é preciso fazer um bom contrato de aluguel para evitar qualquer tipo de problema posterior ao aluguel. Esse documento deve ser bem detalhado e seguir as determinações da lei do inquilinato.

No contrato devem ser detalhados tempo de duração da locação, tempo mínimo e máximo, bem como valor do aluguel, quem vai morar no local, endereço do imóvel, possibilidades de reajustes, condições para devolução do imóvel antes do prazo e no término do contrato, além de possíveis seguros e clausulas de manutenção do local, estipulando as responsabilidades de cada parte.

O contrato deve ser assinado por ambas as partes e registrado em cartório para ter validade.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Afaste a corrupção do seu condomínio

Veja como evitar que esse problema aconteça no seu condomínio

Veja como evitar que esse problema aconteça no seu condomínio

“A falta de transparência resulta em desconfiança e um profundo sentimento de insegurança”. Frase do Dalai Lama pode parecer repetitiva, mas se encaixa como uma luva quando o assunto é transparência e boas práticas de gestão no condomínio.

É uma dúvida frequente que assola os síndicos bem intencionados. Como evitar ser alvo de acusações injustas transmitir mais confiança aos moradores?

E quanto aos condôminos, como impedir que uma gestão corrupta se instale em seu condomínio?

Primeiro, é importante frisar que não há uma receita definitiva de como manter a corrupção, o desvio de dinheiro e a má gestão longe dos condomínios.

O que se pode fazer em todos os lugares, porém, é ter uma gestão transparente que permita acompanhar, de perto e sistematicamente, os gastos do condomínio.

Para isso, o seu condomínio (ou a sua gestão) deve contar com pelo menos alguns desses itens. Mas, de preferência, todos. Veja:

  • Moradores participativos: quando os moradores acompanham a gestão e vão nas assembleias, o condomínio todo tende a seguir o que foi acordado. Mas quando as reuniões vivem às moscas, esse pode ser o sinal verde de que “a ocasião faz o ladrão”. É aí que o gestor mal intencionado vê pista livre para agir.
  • Conselho ativo: quando o conselho não se reúne com frequência, e “olhar as pastas” se resume a uma passada de olhos nos documentos – mesmo sem saber o que aquilo significa – é mais um sinal verde para o síndico mal intencionado. “O ideal é que o conselho saiba lidar com os números e conheça os balancetes do condomínio. É importante também fazer uma ata de todas as reuniões e disponibilizá-las para os demais moradores”, assinala Rosey Schwartz, professora do curso de gestão condominial da Escola Paulista de Direito.
  • Gestão transparente: manter a massa condominial bem informada e deixar os condôminos sempre à vontade quando forem questionar algum gasto, ou pedir para ver a pasta do mês é sempre sinal que o gestor não tem nada a esconder. Optar por empresa administradora que ofereça um portal onde se possaacompanhar os pagamentos feitos pelo condomínio também demonstra transparência e poupa o síndico de desgastes.

O bom síndico é aquele que consegue passar confiança para os moradores e, assim, exercer uma gestão tranquila e positiva. Mas isso só é possível conquistar com muita transparência e umapostura pautada sempre pela ética. Qualquer deslize é fatal, a confiança vai embora. Uma auditoria preventiva independente também pode ser muito útil no sentido de reforçar a segurança e conficança dos moradores, ressalta Julio Paim, diretor do SíndicoNet.

Tipos de fraude

Praticamente, qualquer serviço ou compra efetuada pelo condomínio é passível de fraude. Veja alguns tipos mais comuns:

  • Superfaturamento de serviços: o síndico pede uma porcentagem do valor de uma obra/serviço à empresa que irá executar o trabalho no condomínio. Muitas vezes, pode fazer isso com todas as empresas que oferecem orçamento.
  • Reembolso para o síndico: muitas vezes o gestor pode gastar, sem prévia autorização, um certo montante.Geralmente, esse valor é aprovado previamente em assembleia. Ter essa autonomia não é o problema. Só deve-se saber onde o dinheiro foi gasto.

“Mais importante do que limitar ou não esse gasto, é cobrar comprovação de sua aplicação adequada no condomínio”, explica o advogado especialista em condomínios André Junqueira. O que quer dizer que não basta que o gestor apresente as notas ficais (sempre preferível a recibos). Os gastos discriminados ali devem estar de acordo com o que se espera da função de síndico.

  • Não pagamento de impostos/encargos: esse tipo de desvio é mais difícil de pegar, principalmente se no conselho não houver ninguém mais capacitado a fazer esse tipo de análise. (saiba mais sobre auditoria abaixo)
  • Serviços emergenciais ou de difícil comprovação: quando há diversas manutenções em locais comotelhado, para-raios, canos subterrâneos cujo reparo sempre é feito de maneira emergencial (sem diversos orçamentos e sem prévia autorização assemblear)
  • Recebimento de cotas atrasadas: caso não haja o acompanhamento correto, o gestor pode receber diretamente do devedor o dinheiro de cotas em aberto e não repassar o valor à conta do condomínio.

Auditoria preventiva

Um serviço que ajuda, e muito, o condomínio a perceber logo possíveis desvios e atos de má gestão é a auditoria preventiva feita por uma empresa independente.

Diferente do que muitos acreditam, esse tipo de serviço pode não ser tão pesado para o condomínio, uma vez que o custo para cada unidade pode não ser superior a R$ 5 mensais.

“O valor do serviço depende de itens como o volume de documentos a serem analisados todos os meses, número de funcionários, de unidades”, explica Marcos Roberto, auditor e diretor da Odara auditoria, empresa especializada em condomínios.

Com o acompanhamento mensal dos gastos do condomínio fica muito mais simples – e barato – de detectar problemas como má fé ou falta de conhecimento na gestão.

“Até hoje, nunca pegamos um condomínio que não estivesse com pelo menos alguma coisa pequena errada. E um imposto atrasado já pode receber 20% de multa. Dependendo do valor, se ninguém checar e for atrás, isso vira uma bola de neve enorme para o condomínio”, explica Danilo Sidney Lima Oliveira, auditor e perito judicial e diretor da Destaque Auditores Independentes.

Como funciona?

A auditoria faz o papel de ver se as contas do condomínio “batem” com as notas fiscais oferecidas, se tudo que deveria entrar para a conta do condomínio realmente está lá, na data correta.

Se quem está em dia com o condomínio realmente pagou. Se as notas fiscais apresentadas realmente representam serviços prestados ao condomínio.

Mas o papel da auditoria não termina aí.

“Também é importante fazer um trabalho de campo. Saber se o valor pago por determinados serviços é o de mercado. Fora isso, também checamos a situação de parceiros do condomínio, como empresa terceirizadora, de segurança, etc.”, aponta Marcos Roberto.

Como contratar

O ideal é que a contratação desse tipo de serviço seja posta em pauta em uma assembleia, e aprovado pela maioria simples dos presentes. Dessa forma, não são necessários maiores debates acerca do assunto.

Caso o síndico concorde a princípio com o serviço, mas comece a “enrolar” para contratar uma empresa, o conselho pode aí cumprir seu papel e dar encaminhamento ao que foi decidido em assembleia.

“Se nem assim for possível contratar a auditoria, um quarto dos condôminos pode convocar uma assembleia e pedir explicações para o síndico sobre o assunto. Inclusive, isso pode posteriormente caracterizar má gestão do síndico”, explica Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet.

Alternativas

Uma forma pouco ortodoxa de se contar com auditoria no condomínio é quando um morador, ou um grupo, contrata por si só o serviço, arcando com o investimento. Caso se comprove algum vício ou algo que caracterize má gestão, os condôminos têm, então, provas mais factíveis para pedir que o síndico deixe seu posto.

De que lado está a administradora?

Quando se percebe um rombo nas finanças do condomínio, muitos se perguntam sobre o papel da empresa administradora de condomínios. Não deveria ela ter avisado os condôminos sobre atos praticados ali que pareciam no mínimo estranhos?

Essa é uma questão delicada e polêmica, visto que diversas fontes deram pontos de vista opostos para essa pergunta.

“Muitas vezes as administradoras são omissas em relação a esse tema, ficam com medo de perder o cliente caso apontem as irregularidades”, assinala Nilton Savieto, síndico profissional.

Para Gabriel de Souza, proprietário da administradora Prop Starter, é sim dever da administradora avisar, pelo menos ao conselho, quando o síndico dá sinais claros de erros ou má fé na gestão do condomínio.

“Se a empresa sabe que o gestor está cometendo um crime, por exemplo, e não fala nada, guarda para si a informação, como isso seria algo que não ser cúmplice?” argumenta Gabriel.

Para ele, nesses casos, o indicado para a administradora é sempre chamar para conversar um conselheiro que não seja tão próximo ao síndico e expor os fatos.

Mas para outros especialistas, esse nem sempre é o papel da administradora avaliar o desempenho do síndico.

“Quando contratada, a empresa fica subordinada ao síndico. Daí, muitas vezes pode ficar amarrada a essa situação”, pesa Danilo Oliveira.

administradora, porém, deve ajudar com boas práticas de mercado, como oferecer a prestação de contas mensal, e garantindo que as contas do condomínio sejam auditáveis. Para isso, a contabilidade deve seguir parâmetros internacionais.

Síndico errou – e aí, como fica?

O que acontece quando fica realmente comprovado que o gestor errou, seja por ignorância ou má fé?

O condomínio tem, sim, como se defender de atos ilegais do síndico, como explica o advogado André Junqueira.

“O síndico pode ser processado de 3 formas: administrativamente, civilmente e criminalmente.

Em âmbito administrativo, o condomínio pode aplicar penas como multa, inelegibilidade e outras, recusa de emitir quitação da unidade (no caso de ser condômino), dependendo da convenção e do contrato, nesse último caso, se for síndico profissional.

Na esfera cível, pode-se mover ações judicial, especialmente indenizatória, para obter de volta todo o prejuízo sofrido.

E, perante a justiça criminal, o síndico pode ser até preso pela prática de crimes como apropriação indébita e outros aplicáveis”

Má fé ou má gestão?

É extremamente importante que haja uma diferenciação clara sobre uma situação e outra.

  • má fé ocorre quando o gestor realmente tem intenção em levar vantagem da situação, como, por exemplo, superfaturar obras e apresentar notas fiscais de almoços pessoais para serem pagos pelo condomínio.
  • Já a má gestão nem sempre é fruto de intenção, pode ser apenas desconhecimento. Deixar o condomínio sem AVCB pode ser considerado negligência e um sinal claro de má gestão, mas não pode ser considerada do de má fé se o síndico não sabia que precisava renovar o documento.

Mesmo não sendo intencional, a má gestão pode levar o síndico a perder o cargo e, dependendo do caso e comprovada a negligência, responder na justiça pelos seus atos.

Boas práticas

Não se trata de colocar todos os síndicos no mesmo balaio de corrupção. Para nós, do SíndicoNet, é claro e cristalino que a grande maioria dos síndicos é correta e não é corrupta.

Mas como citamos no começo da matéria, infelizmente, não basta ser honesto. Há que se transparecer honestidade também.

Por isso, elencamos abaixo algumas boas práticas para que se alcance um bom nível de transparência:

  • Pequena prestação de contas mensal: todos os meses enviar, junto com o boleto, um resumo das contas do condomínio
  • Plantão de dúvidas: estar disponível para conversar com os moradores pessoalmente, pelo menos duas vezes por mês, é fundamental. Crie o hábito de avisar os moradores, usando cartazes ou comunicados em áreas comuns, sobre data, horário e local do encontro
  • Comunicação periódica: um pequeno resumo todas as semanas, ou a cada quinze dias, mostrando o que está sendo feito no condomínio é uma ótima maneira de ser transparente. Explicar as etapas de uma grande obra, ou mostrar o que está sendo feito com o dinheiro economizado na conta de água, por exemplo, também é de grande valia
  • Aposte em novas ferramentas de comunicação: hoje há diversas ferramentas para facilitar a comunicação do síndico com os moradores. Um bom exemplo são sites para condomínios, que podem centralizar ali todas as demandas do síndico por parte dos moradores
  • Conversas com o conselho: tão importante quanto estar disponível para a massa condominial é poder dirimir qualquer dúvida que os conselheiros tenham. Não os deixe sem resposta
  • Seguir o que for decidido em assembleia: se foi decidida a contratação de um serviço, o mesmo deve ser feito. Evite ao máximo ‘burlar’ o que foi acordado em assembleia

Casos reais

Sob a condição do anonimato, alguns profissionais da área de condomínio relataram ao SíndicoNet histórias de como lidaram com má gestão e corrupção Veja o que é possível aprender com esses casos e evitar que o mesmo aconteça no seu condomínio.

Caso 1: Reembolso sem fim

“Nós da administradora estávamos recebendo muitos recibos para reembolso do síndico de coisas que considerávamos estranhas: almoço com cerveja em restaurantes longe do condomínio, recibos de botijão de gás – sendo que no local o gás era encanado – e muitos recibos de manutenções feitas às pressas, em locais de difícil acesso.

Explicamos ao síndico que não iríamos pagar diversos custos. Nesse meio tempo, chamei um conselheiro, com quem tínhamos melhor relacionamento, para conversar aqui. Ele trouxe outro conselheiro e mostramos a situação.

Os dois ficaram perplexos, mas entenderam a situação. Eu pedi discrição deles, mas no dia seguinte o prédio inteiro já estava a par da situação.

Como faltava apenas um mês para acabar a gestão dele, esperaram a assembleia de aprovação de contas e eleição para tirar as dúvidas.

Incrivelmente, o síndico assumiu tudo o que fez. Mas disse que fez por desconhecimento. Suas contas não foram aprovadas. E ele ainda quis se candidatar para síndico! Teve apenas um voto”

Caso 2: O mistério das latas de tinta

“Nós já administrávamos o condomínio há uns 20 anos. Sabia que para pintar, eram necessárias 110 latas de tinta. Fizemos o pedido. Dali alguns dias, o zelador pediu mais 75 latas. Disse que deu errado uma parte da pintura, que teve que raspar… eu achei a história mal contada, e fui perguntar para o síndico se devia mesmo fazer o pedido.

Ele disse que sim, e rápido. Foi ríspido. Eu alertei que havia algo estranho acontecendo, e ele disse que confiava no funcionário.

Depois da chegada das 50 latas de tinta, o zelador novamente me ligou pedindo mais 70 latas. Aí tive certeza de que havia algo de errado.

Fui conversar com um conselheiro, que se mostrou um tanto relutante com a situação. O síndico era um senhor, com posses. Não dava mesmo para entender a necessidade de se roubar umas latas de tinta.

O conselheiro me pediu uma reunião para dali a dois dias. Disse que iria averiguar ao máximo o que havia ocorrido.  Fui, então, ao condomínio. Cheguei lá e perguntei, ao zelador, sobre as latas. Haviam apenas 15 no local. Ninguém sabia onde estavam. O zelador disse que já tinham sido usadas – o que era pouquíssimo provável de um dia para o outro.

Disse aos porteiros que alguém tinha que saber para onde as latas tinham ido, porque claramente não tinham sido usadas no condomínio. Que ia ter polícia no prédio, em breve, porque estava pedindo as imagens da CFTV.

Um porteiro, então, me confidenciou que sim, era o zelador quem estava tirando as latas de tinta de dentro do condomínio. Mas que o síndico sabia, uma vez que as latas estavam indo para a empresa do gestor.

Com essa informação em mãos, fui conversar com o conselheiro, pessoa honesta e acima de qualquer suspeita. Ele disse para marcarmos uma reunião todos juntos, para esclarecermos o caso.

O zelador nós mandamos embora por justa causa – ele não quis entregar o síndico. O gestor, por sua vez, apenas avisou o conselheiro que abriria mão do cargo e que não compareceria a reunião por não estar se sentindo bem. Disse que as latas de tinta voltariam para o condomínio.

O funcionário demitido ainda tentou, pela via judicial, se demitir, para não ficar com a ‘carteira suja’. O juiz do trabalho não aceitou quando mostramos as provas da sua participação no esquema de desvio das latas de tinta.

Até hoje o síndico desse condomínio é esse mesmo homem, que já foi conselheiro.”

Caso 3,  A aplicação fantástica

“Havia um síndico que a gente já prestava atenção devido aos excessos de serviços emergenciais efetuados no condomínio.

O empreendimento ia bem, mas, ao fazer o balancete, descobrimos um saque de R$ 40 mil do fundo do condomínio, feito pelo síndico. Ligamos para saber o que estava ocorrendo. Ele me disse que colocou odinheiro em uma aplicação.

Pedi o extrato do banco para comprovar, e ele se negou a me mandar. Como eu estava fazendo o balancete para colocá-lo no verso dos boletos, escrevi “R$ 40 mil sacados pelo síndico, para possível aplicação, sem comprovação”.

No dia seguinte, ele estava aqui na empresa, esbravejando. Infelizmente (ou felizmente), os boletos já tinham sido impressos e/ou encaminhados por e-mail para os moradores.  Disse que estava pronto para me corrigir perante os moradores. Só queria mesmo um extrato do banco. Ele não quis me mostrar.

Pediu-se uma assembleia para explicar o que havia sido feito com o dinheiro do condomínio.

Nesse ínterim, o gestor sacou mais R$ 20 mil da conta do condomínio.

No dia da assembleia, ele fez um depósito, em cheque, e mostrou para todos na assembleia que estava quite com o condomínio.

Disse que havia colocado o dinheiro em uma aplicação que renderia 2,5% por mês ao condomínio. Sorte que havia pessoas que trabalhavam em banco e disseram que essa taxa não era prática comum. Outros quiseram saber onde era essa ‘maravilha’ para poderem investir também.

Como não havia ninguém interessado na vaga, ele permaneceu no posto. Então, deu a entender que dispensaria os nossos serviços. A assembleia se revoltou e disse que para ele ocupar o cargo, a condição era nos manter na administração.

Nós demos as nossas condições: síndico e administradora, juntos, assinariam os cheques do condomínio, a empresa decidiria e ofereceria suporte quando fossem necessárias obras (sempre indicaríamos os fornecedores) e não pagaríamos mais nada que não fosse orçado previamente.

Ele devolveu o que devia ao condomínio, e entregou o cargo no ano seguinte.”

Caso 4, Rombo nas contas

Muita gente deve contratar um síndico profissional pensando que essa vai ser a saída para os problemas de falta de tempo de fiscalizar a gestão condomínio, o que geralmente não é o caso.

Faço parte do conselho do meu condomínio e já fui síndico. Como o condomínio é pequeno, optamos pelos serviços de um gestor profissional.

Só que, infelizmente, nós não acompanhamos o trabalho como deveríamos.

O novo gestor trocou a empresa terceirizada por outra. Disse que não haveria multa rescisória. Ninguém do conselho foi atrás, porque a nova empresa era muito boa.

Depois, contratou um serviço emergencial de desentupimento no valor de R$ 14 mil. Ele disse à administradora que havia pago do próprio bolso, e pediu o reembolso pelo serviço.

Detalhes: na verdade, havia multa sim, uma vez que a dispensa à empresa não foi motivada. Além, é claro, do serviço de desentupimento que não foi pago ao prestador de serviços, o síndico embolsou todo o valor. Ou seja: pelo menos R$ 35 mil de prejuízo aos cofres do condomínio.

Ficamos muito surpresos por não termos sido alertados pela administradora. Mas a empresa, muitas vezes, não se vê na obrigação de fiscalizar os atos do síndico.

Agora contratamos um advogado especializado em condomínios para reaver esses valores. Mas que fique a lição: é fundamental que o conselho do condomínio seja ativo. Não importa se síndico profissional ou morador: estar atento aos feitos do gestor é sempre de suma importância”

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Casa em ordem: 10 dicas para organizar a sala de estar

Acomodar no ambiente somente o que é utilizado quando se está nele é uma das sugestões mais importantes

A sala de estar é o ambiente mais público de nossa casa, um verdadeiro cartão de visitas. Nesse local, acolhemos amigos e familiares e confraternizamos. E cuidar para que tudo tenha um setor específico nesse cômodo facilita a rotina de organização. Mais ainda, garante o bem-estar de todos, sejam moradores ou visitantes.

Sala de estar bem organizada (Foto: shutterStock)

O segredo é sempre deixar apenas o essencial para o ambiente (Foto: shutterStock)

Quem não gosta de beleza e requinte, com tudo organizado e bem-disposto? Chegar em casa depois de um dia de trabalho ou estudos e encontrar a sala lindamente aconchegante é uma delícia. Para que isso aconteça, contudo, é preciso manter nesse ambiente o que a ele pertence. Parece simples ou lógico demais? Na verdade, muitas vezes, acumulamos na sala inúmeros itens que poderiam estar acomodados em outros lugares da casa, evitando excessos desnecessários.

A Revista do ZAP separou 10 dicas com a consultora de organização, Rosângela Campos que serão valiosas para sua casa. Veja:

1. Mantenha no ambiente uma caixa de primeiros socorros eletrônicos, com carregadores, fios, pilhas e adaptadores;

Rolos vazios de papel higiênico podem ajudar a organizar os fios (Foto: Reprodução/ ourthriftyideas.com)
Rolos vazios de papel higiênico podem ajudar a organizar os fios (Foto: Reprodução/ ourthriftyideas.com)

2. Tenha uma lanterna em um local estratégico para evitar tumulto quando faltar luz;

3. Deixe um cofrinho para as moedas à disposição. É um excelente motivador de economia doméstica;

4. Pufes com abertura, no estilo baú, são úteis para guardar mantas, álbuns de fotos e outros itens. Aposte numa peça dessas na sua sala;

5. Utilize fotografias no ambiente para rever lembranças esquecidas e queridas. Pode ser, inclusive, em um porta-retratos digital;

6. Dedique um pequeno espaço para expressar sua religiosidade. Ele pode ajudar você e acalmar seu coração em momentos difíceis;

7. Utilize um cesto para acomodar bolsas ou pastas. Isso evita que fiquem soltas em sofás ou mesas;

8. Tenha flores! Elas embelezam e dão boas-vindas;

flores artificiais

Flores dão charme à decoração9. Organize uma bandeja bem bonita com velas, taças e garrafas. Fica muito chique!

10. Por fim, deixe na sala somente o que é da sala. O que isso significa? Documentos, por exemplo, podem ficar no escritório. Medicamentos, por sua vez, no guarda-roupas. E assim por diante.

Fonte: ZAP Imóveis

Aprenda a utilizar formas geométricas na sua decoração

Elementos em formato geométricos na decoração deixam a composição mais moderna e descolada. Mas você sabe como utilizá-las? Aprenda como a seguir.

A decoração de interiores possibilita uma gama gigante de estilos para se inspirar na hora de compor o lar. Cada centímetro ganha mais vida quando há um projeto decorativo pensado especialmente para aquele espaço.

É comum que, com o passar dos anos, para tornar a decoração de uma casa mais moderna e de acordo com as tendências de decoração durante mais tempo, decoradores e amadores optem pelo uso de elementos geométricos na composição dos ambientes.

Isso pois as estampas e composições geométricas só se atualizaram com o tempo. Afinal, a gama de cores, de degrades e de texturas no mundo da decoração cresce cada vez mais a cada dia.

Outro motivo para que o uso de formas geométricas seja quase unanime é que redecorar uma casa ou um apartamento, por menor que seja a metragem do imóvel, é algo que exige tempo, investimento financeiro, planejamento e, principalmente, paciência.

Porém, cuidado! Quando a ideia é apostar em elementos geométricos para decorar o lar é possível que, em meio a tantas opções, haja uma sobrecarga de referências.

Mas agora vamos para o que interessa! Confira a seguir as dicas para acertar em cheio e se inspirar na hora de usar a geometria na sua decoração:

A primeira dica é para aqueles que são mais sutis e querem utilizar elementos com formas geométricas para compor o ambiente e não como foco principal do lugar. É possível e está bastante em alta o uso de almofadas e lençóis decorativos, que contam com estampas e sequências geométricas.

Você pode utilizá-las principalmente no quarto, para dar mais vida e personalidade ao seu espaço.

Outra dica, que serve para diversos cômodos do lar, é apostar na demarcação de linhas visuais e de cores utilizadas na composição. Por exemplo: manter uma cartela pequena de cores por todo o banheiro, além de deixá-lo mais unificado, auxilia na formação de sequências geométricas.

Hoje em dia, para aqueles que são mais modernos e descolados, existe até mesmo móveis que seguem formas geométricas e tornam-se o centro das atenções para os ambientes escolhidos.

No exemplo abaixo podemos ver que a varanda, sem muitos elementos, tem toda sua atenção voltada para a cadeira suspensa em forma de casulo, com material que tem desenhos triangulares em todo seu entorno.

Para ambientes maiores, misturar composições geométricas pode funcionar bastante em elementos de formas e texturas diferentes.

Está muito em alta também os tapetes com estampas geométricas. Seja qual for a composição de cores presente no tapete, ele irá ditar os tons que mais ornarão com seu ambiente.

E, que tal fazer uma composição de quadros em formato quadrado, todos alinhados e com imagens que conversam entre si? As linhas em sequência, além de ampliarem o local, dão equilíbrio visual ao cômodo.

Gostou dos exemplos e dicas? Todos os ambientes fazem parte do decorado do edifício Ybyrá, da Paes & Gregori, que apostou na modernidade e no charme, que são conceitos principais do empreendimento, na hora de se inspirar.

E então? Pronto para ir atrás do seu novo lar e deixá-lo cheio de estilo?

* A Paes & Gregori construiu, ao longo de 23 anos de atuação, uma trajetória de sucesso e reconhecimento no mercado imobiliário. A empresa presa pelo investimento em pesquisas, na formação de seus profissionais, em modernas técnicas construtivas e, acima de tudo, na satisfação de todos.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Condomínios e débitos trabalhistas de empreiteiras

Condomínio deve escolher bem empresa, ou poderá arcar com direitos trabalhistas em atraso

Condomínio deve escolher bem empresa, ou poderá arcar com direitos trabalhistas em atraso

A contratação de uma empresa para executar uma benfeitoria no condomínio deve ser sempre cercada de muitos cuidados. Como geralmente esse tipo de ação demanda bastante dinheiro, o síndico deve, sempre, analisar diversos fatores antes de se decidir por uma empresa em detrimento de outras.

Se ficar de olhos abertos quando o preço é muito mais barato já era uma questão importante antes, para ter certeza que a empresa iria finalizar a obra, agora, ficou fundamental, como explica o especialista Zulmar Koerich.

Isso porque, desde o ano passado, o TST entendeu que se o condomínio não teve a cautela de procurar saber sobre a idoneidade econômica e financeira daquela empresa, deverá, sim, se responsabilizar por débitos trabalhistas dos funcionários que trabalharam ali.

Em resumo: INSS, FGTS, auxílio-alimentação, entre outros, poderá ser cobrado do condomínio caso a empresa não pague corretamente aos funcionários da obra.

Assista ao vídeo e saiba como evitar esse tipo de situação no seu condomínio

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Saiba como transformar os quartos em ambientes mais leves

Uma boa noite de sono depende bastante do ambiente em que você está. E o pessoal da habitissimo irá te mostrar como transformar seu quarto a seguir.

Você já parou para pensar que o quarto é provavelmente o ambiente em que você passa cerca de um terço de sua vida? Considerando a rotina de uma pessoa normal, que descansa em média 8 horas por dia, é fácil chegar a essa proporção e logo perceber a importância que o quarto possui para o seu conforto e bem estar a longo prazo.

Para que o ambiente possa ser favorável a bons momentos de sono e relaxamento, é necessário que ele tenha um toque de leveza, e foi pensando nisso que nós elaboramos essa série de dicas em parceria com o site Habitissimo.

Paredes que transmitem tranquilidade

Embora muitas pessoas prefiram apostar em cores vibrantes para o quarto – e não há nada de errado nisso – o ideal para quem deseja um ambiente mais leve e que estimule o descanso é apostar nas cores suaves.

De acordo com os estudos apontados pela cromoterapia, duas cores recomendadas para o quarto são o azul, que é considerado tranquilizante, e o verde, que é visto como a cor da cura, contribuindo também para acalmar pessoas muito agitadas.

Organização faz a diferença

É comum as pessoas dizerem que se encontram na própria bagunça. Porém, se o objetivo for criar um ambiente mais leve no quarto, o ideal é que essa bagunça seja reduzida ao mínimo possível e que predomine a organização.

Personalização é essencial

Não há nada melhor do que entrar no seu quarto e reconhecer nele traços da sua própria personalidade, como objetos decorativos que possuem um significado especial para você, além de fotos de momentos felizes com os amigos e familiares.

Por isso, não tenha medo de criar um painel de fotos em seu quarto, assim toda vez que olhar pra ele terá a sensação boa de recordar momentos importantes de sua vida.

Cama arrumada é essencial

Sabe aquele conselho de mãe para arrumar a cama que muitas vezes você fingia que não estava escutando? Pois bem, ela tinha razão, uma cama arrumada pode fazer toda a diferença na leveza de um quarto.

Além de proteger a cama da poeira e outros resíduos que poderiam se acumular sobre ela durante o dia, a roupa de cama bem arrumada faz com que você se sinta mais confortável ao entrar no quarto depois de um dia estressante.

Cheirinho de conforto

Ao entrar em um ambiente, uma das primeiras coisas que chegam até você é o cheiro dele, embora muitas vezes esse detalhe acabe por passar despercebido em meio a tantos estímulos. Por isso, vale a pena investir no poder das essências, que podem trazer diversos benefícios para o seu bem estar e relaxamento.

Procure um cheirinho que lhe agrada e que traga boas sensações e espalhe logo pelo seu quarto.

O sol que renova

Você pode até não perceber, mas o sol possui o grande poder de renovar as energias do ambiente e torná-lo mais leve, por isso é fundamental que você mantenha as janelas abertas durante um período do dia para permitir a entrada dele no quarto.

Existem pesquisas que mostram a relação do sol até mesmo no combate à ansiedade e ao estresse, então está mais do que provada a importância do sol em seu quarto.

Um pouquinho de natureza nunca é demais

As plantas também são grandes aliadas quando o objetivo é tornar o ambiente mais calmo e aconchegante, e isso faz com que elas sejam ótimas opções para serem inseridas no quarto.

Além de trazer benefícios para o seu conforto, as plantas também auxiliam no combate de diversos sintomas relacionados ao estresse, como por exemplo dores de cabeça e ansiedade, então não perca tempo e insira já um pouquinho de natureza em seu quarto.

A vez das formas orgânicas

Talvez você nunca tenha pensado nisso, mas um estudo de Harvard mostrou que as formas mais orgânicas, como os círculos e objetos arredondados são capazes de tornar o ambiente mais aconchegantes do que as formas angulares ou pontiagudas. Leve isso em consideração ao escolher os objetos e móveis que irão compor a decoração de seu quarto!

* A Habitissimo atua há oito anos como uma ponte entre oferta e procura no setor de obras, reformas, decoração e serviços domésticos em todo país. A página web brasileira já recebeu mais de 2 milhões de pedidos de orçamentos, com uma média de 50 mil pedidos por mês.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Tudo que você precisa saber sobre Dedetização

Tire suas dúvidas sobre a contratação de descupinização, dedetização, desratização, desinsetização, etc.

Tire suas dúvidas sobre a contratação de descupinização, dedetização, desratização, desinsetização, etc.

 

 

Sabemos que a época de maior proliferação dos insetos é na primavera e verão, certo? E que é geralmente nesse período que concentramos os esforços de enfrentamento às pragas no condomínio.

Nem por isso devemos deixar apenas para essa época os cuidados contra baratas, cupins e ratos, certo? Afinal, eles se reproduzem o ano todo.

Em muitos locais, o controle de pragas a cada seis meses pode ser suficiente, mas em diversos outros, não.

Isso porque cada condomínio tem as suas próprias características como: extensão de área verde, tamanho de área comum, proximidade com córregos, se infestações de pragas são comuns ou não.

Por isso, é importante estar sempre de olho na presença desses bichos indesejados – e nos comentários tanto do zelador quanto dos moradores sobre o assunto.

Quando fazer o controle de pragas ou dedetização?

O ideal é manter os cuidados com essas áreas o ano todo. Dessa forma, o empreendimento estará sempre resguardado em casos de uma infestação, por exemplo.

Para isso, manter um contato de prestação de serviços com uma empresa dedetizadora, pode ser uma boa opção.

Porém, vale sempre avaliar as necessidades do seu condomínio para ter certeza da melhor alternativa para as finanças e para a boa conservação das áreas comuns do local.

Além do cuidado recorrente, outro ponto positivo de se manter um contrato anual de manutenção com o prestador de serviço é o valor. Um pacote de cuidados ao longo do ano pode custar até 30% mais em conta do que pagar pelos mesmos serviços de maneira avulsa.

Vale lembrar que para efetuar qualquer contratação que impacte nas finanças do condomínio, o síndico deve referendar a decisão em uma assembleia.

Outra modalidade de contratação para o condomínio é chamar um prestador de serviços a cada seis meses.

“Alguns prestadores de serviço afirmam que o cuidado duas vezes por ano é mais que o suficiente, mas em nenhum rótulo de um bom produto você acha essa indicação. O que a Vigilância Sanitária indica, inclusive, é um acompanhamento mensal das áreas”, pesa Davidson Gula, presidente da Aprag, Associação dos Controladores de Pragas Urbanas.

Também é importante frisar que é responsabilidade do síndico zelar pelas áreas comuns. Caso haja uma infestação – e se isso impactar em prejuízos para o condomínio devido a ausência de cuidados -, o mesmo poderá ter de indenizar a massa condominial.

Contratação

Contratar

Por lidar com pesticidas, é vital que a empresa escolhida para fazer o serviço seja séria e siga todas as recomendações legais.

No estado de São Paulo, pode-se verificar se a prestadora de serviços é filiada a Aprag (Associação dos Controladores de Pragas Urbanas).

A instituição calcula que haja cerca de 1.200 empresas do ramo no estado de São Paulo atuando dentro da lei – e que existam cerca de 1.800 que não seguem a legislação.

O síndico pode se certificar se a empresa está dentro da lei pedindo os seguintes documentos:

  • Licença de funcionamento da Vigilância Sanitária (seja estadual ou municipal)
  • Responsável técnico. É preciso que um biólogo, engenheiro agrônomo, engenheiro florestal, médico veterinário, químico ou farmacêutico  faça parte do quadro de funcionários da empresa
  • A empresa deve estar registrada no conselho profissional do responsável técnico
  • Ter CNPJ e sede própria: o imóvel não deve ser utilizado para outros fins que não o de sede da empresa

Além desses cuidados, também é importante saber se a empresa trabalha com o conceito de sustentabilidade.

A lei atual pede que as embalagens de pesticidas devem retornar ao fabricante, evitando assim a contaminação do solo e das águas.

O síndico deve ficar atento também ao orçamento feito pela empresa. A mesma deve oferecer um valor fechado pelo serviço, e não cobrar por litro de pesticida – o que dá margem para cobranças  superfaturadas.

Além disso, o síndico deve, ainda, checar referências sempre que possível de outros condomínios que contrataram o serviço.

Limpeza de caixas d´água

Muitas vezes, é a mesma empresa quem cuida tanto do controle de pragas quanto da limpeza da caixa d´água do condomínio.

O sugerido é que os dois serviços não sejam agendados para o mesmo dia, uma vez que os mesmos funcionários iriam executar as duas tarefas, com os mesmos EPIs, o que não seria indicado.

Execução do serviço de controle de pragas

Após escolher o prestador de serviços, é importante que o mesmo faça uma visita ao condomínio para fazer um diagnóstico preciso do local – e de qual será a estratégia utilizada.

Essa tática também ajuda a escolher de que maneira o produto para baratas será aplicado: pode ser em gel,  pulverizado (líquido em gotas maiores) ou atomizado – com gotas bem menores e mais leves, o inseticida paira no ar por alguns instantes e, assim, consegue penetrar em frestas.

Para evitar os ratos, o mais comum é se utilizar de um porta-iscas, com iscas tóxicas. O rato então come o veneno e vai morrer em seu ninho.

A empresa é responsável por passar todo o tipo de informação sobre a dedetização e desratização para o condomínio. Deve explicar por quanto tempo a área deve ser isolada para evitar a infecção de animais ou humanos.

O prestador de serviços também é responsável por fornecer o EPI (equipamento de proteção individual) adequado para o trabalho – não apenas para seus funcionários, mas também para um funcionário que deseje acompanhar.

O controle físico das pragas também é importante para que o serviço fique a contento. A caixa de gordura do condomínio não pode estar com a tampa quebrada, assim como paredes não devem apresentar rachaduras ou fissuras.

Os ralos, por sua vez, devem estar sempre tampados.  Esse tipo de informação também deve ser oferecido pelas prestadoras de serviço.

Depois da visita

É importante que os moradores sejam avisados com pelo menos 48 horas de antecedência sobre o serviço executado, justamente para que possam aguardar e não circular em áreas que acabaram de sofrer pulverização.

Verifique junto à empresa se há necessidade de retirar crianças ou animais domésticos durante a aplicação, e sobre a restrição de sua circulação no período posterior, para comunicar aos condôminos.

A lei assegura a garantia de no mínimo 30 dias sobre esse tipo de serviço. Mas, via de regra, as empresas oferecem uma cobertura maior, que varia de três a seis meses. Algumas inclusive aceitam ser acionadas caso ratos morram nas áreas comuns do condomínio, para fazer a remoção do animal.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Síndico profissional

É realmente necessária a regulamentação da função?

 

É realmente necessária a regulamentação da função?

*Rodrigo Karpat 

O perfil do síndico vem mudando ao longo dos anos. Até pouco tempo o síndico era costumeiramente um morador que tinha disponibilidade de tempo por ser um profissional liberal ou por estar aposentado, o qual normalmente exercia o cargo de síndico de forma graciosa e algumas vezes em troca da isenção da cota condominial.

Porém, com a entrada em vigor do Código Civil que passou a viger em janeiro de 2003, o artigo 1.347 trouxe uma novidade, a de que o síndico poderia ser pessoa estranha ao condomínio, não que antes não poderia, mas a inovação foi a previsão na legislação.

Antes do Código estava em vigor o artigo 22 da lei 4.591/64 a qual estabelecia que o síndico seria eleito na forma da convenção, sem qualquer menção de que poderia pessoa estranha ao condomínio.

E, via de regra, as convenções não traziam a opção de síndico não condômino e nas exceções, quando traziam a opção da eleição de pessoa estranha ao condomínio, a situação gerava conflitos de entendimento. Por exemplo: quanto à representatividade perante administradora e instituições financeiras.

Atualmente, é clara e prática habitual no mercado a possibilidade de eleição de síndico estranho ao prédio. Fato que ocorre mesmo quando a convenção, norma de direito privado, assim proíba, uma vez que a lei de direito público, Art. 1.347 do CC, permite.

Desta feita, a norma de direito público (Código Civil) prevalece sobre a norma de direito privado (convenção). E quando houver divergência o ideal seria atualizar a convenção a partir da vigência do código civil de 2002, para não gerar confusões internas.

Esse síndico, pessoa estranha ao prédio, ficou popularmente conhecido como síndico profissional, mesmo que inexista por ora a regulamentação da profissão.

O crescimento da profissão do síndico profissional, se deve, ao meu ver, a três fatores:

Primeiro a imparcialidade do profissional, uma vez que esse não mora no prédio,segundo, o profissional exerce a função com qualificação, uma vez que se propõe a fazer deste trabalho a sua profissão e por fim, o profissional fica atrelado a um contrato de prestação de serviços.

Não quer dizer que não existam excelentes síndicos moradores e síndicos profissionais desqualificados, mas em tese o profissional tem se preparado cada vez mais para substituir o síndico morador, quando o prédio tiver essa necessidade. Lembrando que a maioria dos síndicos profissionais já foi algum dia síndico morador.

Da profissionalização para a regulamentação da profissão é um caminho longo e precisa ser avaliado se é realmente necessário. O STF entende que a regulamentação de profissões é legítima quando houver “potencial lesivo” na atividade que ele exerce e o inequívoco interesse público.

Conforme aduzido na Constituição Federal Inciso XIII do Art. 5º:

“XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;”

E ainda no Constituição, o Parágrafo único, do Art. 170:

“Parágrafo único. É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei.”

Ou seja, o exercício de uma atividade econômica como a de síndico profissional não requer necessariamente a regulamentação. Atualmente existem mais de 2.400 ocupações reconhecidas pela Ministério do Trabalho e pouco mais de 79 profissões regulamentadas.

E caso seja necessário regulamentar a profissão de síndico profissional, o caminho a seguir passa por: Lei de iniciativa do Congresso Nacional, recomendável que haja o reconhecimento da ocupação pela Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, o exercício da profissão deve ser vinculado ao interesse público e deve haver condições para fiscalização do exercício profissional.

Existe uma nota técnica da assessoria jurídica do Senado por solicitação do Senador Hélio José, a qual se manifestou no seguinte sentido:

É muito comum confundir regulamentação profissional com o reconhecimento da profissão e com a garantia de direitos, quando, na verdade, regulamentar significa impor limites, restringir o livre exercício da atividade profissional, já valorizada, reconhecida e assegurada constitucionalmente.

O poder do Estado de interferir em determinada atividade para limitar seu livre exercício só se justifica se o interesse público assim o exigir.

Sobre o tema da regulamentação de profissões, o Ministro Gilmar Mendes, ao relatar Recurso Extraordinário, em que o Ministério Público Federal e o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo – SERTESP (assistente simples) defendiam a não-recepção, pela Constituição de 1988 (art. 5º, IX e XIII, e art. 220, caput e § 1º), do art. 4º, inciso V, do Decreto-Lei nº 972, de 1969, o qual exige o diploma de curso superior de jornalismo para o exercício da profissão de jornalista, afirma:

A doutrina constitucional entende que as qualificações profissionais de que trata o art. 5º, inciso XIII, da Constituição, somente podem ser exigidas, pela lei, daquelas profissões que, de alguma maneira, podem trazer perigo de dano à coletividade ou prejuízos diretos a direitos de terceiros, sem culpa das vítimas, tais como a medicina e demais profissões ligadas à área de saúde, a engenharia, a advocacia e a magistratura, dentre outras várias.

Na mesma ocasião, o Ministro Gilmar Mendes enfatizou ainda que a profissão que não implicar riscos à saúde ou à vida dos cidadãos em geral não poderia ser objeto de exigências quanto às condições de capacidade técnica para o seu exercício. Eventuais riscos ou danos efetivos a terceiros causados pelo profissional não seriam inerentes à atividade e, dessa forma, não seriam evitáveis pela exigência de um diploma de graduação.

Seguindo a linha de raciocínio até aqui desenvolvida, tais entendimentos, que bem apreendem o sentido normativo do art. 5º, XIII, da Constituição, já demonstram a desnecessidade de regulamentar a profissão pretendida.

Eduardo G. Saad, reconhecido doutrinador justrabalhista, assim define a questão:

Percebe-se que ele (o legislador) age sob a pressão de pequenos grupos interessados na proteção de certas vantagens e de certos privilégios, mediante a eliminação de eventuais concorrentes.

membros através das vias de comunicação entre os vários planos da vida coletiva…

… Essas vias de comunicação não podem ser fechadas por atos do legislador, só justificáveis à luz das conveniências do bem comum. Se persistir em tão perigosa prática, o legislador estará agindo de forma nociva ao desenvolvimento social (CLT Comentada, 21ª ed., 1988, pp. 172-3).

NOTA INFORMATIVA Nº 1.858, DE 2017 Referente à STC nº 2017-05258, do Senador Hélio José, para avaliar a possibilidade de regulamentação da profissão de síndico, uma vez que já existe o curso de tecnólogo em gestão de condomínios. Consultoria Legislativa, 21 de junho de 2017. José Pinto da Mota Filho. Consultor Legislativo

Precisamos lembrar que a Sindicância é um cargo/função, sendo que nos termos do art. 1.347 do Código Civil requer eleição.

Então a sindicância profissional não se trata apenas de contratar um síndico e sim de elegê-lo. Nesse sentido questiono: Os requisitos para ser síndico profissional regulamentado vai de fato trazer síndicos profissionais mais qualificados ou apenas criar uma barreira para o exercício do cargo de síndico?

Essas e outras perguntas somente serão respondidas se de fato tivermos uma regulamentação a qual, por ora, entendo desnecessária pelos motivos acima expostos.

*Rodrigo Karpat, advogado militante na área cível há mais de 10 anos, é sócio fundador do escritório Karpat Sociedade de Advogados e considerado um dos maiores especialistas em direito imobiliário e em questões condominiais do país. Além de ministrar palestras e cursos em todo o Brasil, Dr. Rodrigo Karpat escreve como colunista do site Síndico Net, do Jornal Folha do Síndico e de outros 50 veículos condominiais, é consultor da Rádio Justiça de Brasília, do programa É de Casa da Rede Globo e apresenta os programas Vida em Condomínio da TV CRECI e Por Dentro dos Tribunais do Portal Universo Condomínio, além de ser membro efetivo da comissão de Direito Condominial da OAB/SP.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Saiba como declarar imposto de renda 2018

Prazo para envio dos formulários começa dia 01 de março e vai até 30 de abril

Este mês a Receita Federal começou a receber as declarações do Imposto de Renda 2018, com ano base 2017. A Declaração poderá ser entregue via internet por meio do programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet) ou pelo aplicativo APP IRPF, disponível nas lojas de aplicativos Google Play, para Android, ou App Store, para o iOS. O prazo de entrega é até 30 de abril.

Como declarar imóvel no imposto de renda
A compra de imóveis, financiamento e consórcio devem ser declarados no IR (Foto: Shutterstock)

Quem deve declarar?

Neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2017.

Também deve declarar:

  • Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;
  • Quem obteve, em qualquer mês de 2017, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
  • Quem teve, em 2017, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
  • Quem tinha, até 31 de dezembro de 2017, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
  • Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2017.

Como declarar?

A declaração pode ser elaborada de três formas:

  1. computador, por meio do Programa Gerador da Declaração (PGD) IRPF2018, disponível no site da Receita Federal do Brasil na internet;
  2. Via tablets e smartphones, por meio do serviço “Meu Imposto de Renda”, acessado pelo aplicativo “Meu Imposto de Renda”, disponível também a partir desta quinta-feira no Google play, para o sistema operacional Android, ou na App Store, para o sistema operacional iOS;
  3. computador, mediante acesso ao serviço “Meu Imposto de Renda”, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), com o uso de certificado digital, e que pode ser feito pelo contribuinte ou seu representante com procuração eletrônica.

Restituições

As restituições começarão a ser pagas em junho, e seguem até dezembro, para os contribuintes cujas declarações não caírem em malha fina.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Como decorar kitnet gastando muito pouco

Decorar kitnet ou um apartamento pequeno gastando pouco é possível, nós temos como provar! Confira as dicas que separamos e arrase na sua decoração.

Se mudar para um local pequeno e ficar sem dinheiro para decorar é mais comum do que se imagina, mas saiba que é possível criar um ambiente legal com uma decoração barata e sem gastar muito.

Ter um orçamento baixo não significa que o dono de uma kitnet não deva cuidar da decoração de um apartamento pequeno e simples, pelo contrário!

A animação de decorar um espaço menor existe, e muito! A atividade pode se transformar num lazer muito prazeroso e interessante, basta apostar na criatividade e, claro, na capacidade de garimpar boas peças, buscar inspiração e encontrar boas dicas na internet.

No que depender das dicas, pode deixar que vamos te ajudar agora mesmo.

1. Luminárias
Esse é um item que deixa seu ambiente muito mais charmoso ou divertido, depende do tipo de ambiente que você quer criar.

Invista em luminárias de chão ou até nas pendentes, que são mais baratas e ficam lindas e úteis encima da mesa. Abajur em uma mesa de canto também é uma boa ideia, principalmente se você quer um cantinho – bem cantinho mesmo – de leitura.

2. Piso ou tapete?
O apartamento é antigo e o piso está velho ou danificado, ou então ele apenas não é do seu gosto…. Isso pode acontecer e acontece muito, mas tem uma saída. Não precisa gastar e se endividar com pisos, materiais de construção, diárias de pedreiro e até passar aquele transtorno com obra e ter que limpar aquela sujeira que toda mudança radical deixa para trás.

Só precisa investir em um bom tapete. Isso mesmo! Grandes ou pequenos, lisos ou estampados, com várias opções de materiais e tecidos. Assim fica muito fácil dar outra cara para o chão do seu apartamento. E o melhor é poder trocar o tapete e mudar sempre que achar que deve, algo que fica mais difícil quando se enjoa do piso, não é mesmo?

3. Paredes
Não existe decoração sem mexer nas paredes. E quando se trata delas, existem duas opções baratas e bem simples: tinta ou papel de parede. As paredes coloridas estão em alta, o ambiente pode ser pintado completamente com a nova cor ou podemos apostar em uma única parede pintada com uma cor forte.

Em paralelo a pintura existe a opção do papel de parede, com inúmeras possibilidades de estampas, cores e texturas. Pode ser encontrado em casas de decoração ou até papelarias, em versões bem econômicas.

Para quem quer economizar ainda mais é possível substituir o papel de parede por tecido. Isso mesmo! Enquanto um rolo de papel de parede pode custar de R$19,90 até mais de R$200,00, o metro de um tecido pode ser encontrado a partir de R$2,00 em lojas especializadas.

Prefira um tecido mais grosso e use uma cola especifica para colar a textura na parede. O legal é que o método também pode ser aplicado a móveis, o que permite renovar muito mais do que só o espaço físico do apartamento.

4. Cozinha
Nem sempre um kitnet tem espaço de sala e cozinha separados. Nesse caso você pode separar os dois ambientes através das cores da parede de cada cômodo, com o piso delimitando a divisão de cada ambiente ou até com o uso de itens decorativos nas paredes.

Um bom exemplo econômico para a cozinha é investir em adesivos de parede ao invés de trocar os revestimentos e azulejos do local.

5. Separando cômodos 
Falando em ambientes compartilhados, um apartamento pequeno pode ganhar ares modernos e parecer maior quando eliminamos paredes entre os espaços.

Mas isso não significa que tudo vai virar um cômodo só e que não haverá privacidade em cada local. Nesse caso, uma opção é investir em cortinas, biombos, aparadores e outros itens que vão delimitar as repartições do seu apartamento. É mais original do que muitos projetos de designs de interiores por aí.

6. Tá faltando espaço no chão!
Bom, nesse caso, se o chão não está sendo suficiente… Que tal investir em espaços verticais? Isso mesmo, use as paredes como sua aliada. Acrescente muitas prateleiras e nichos, são itens versáteis, que servem de decoração e para guardar algo que não tenha espaço em armários, como livros, sapatos e objetos menores.

Além disso, são peças que contam com opções muito baratas e que podem ser encontradas em diversos formatos e cores.

7. Brechos
Outra dica legal é garimpar peças decorativas em brechós e lojas populares. Lá é possível encontrar peças variadas e mesclar mesas e cadeiras, estantes, escrivaninhas, além de peças decorativas vintages.

8. Plantas
Sabe o que transforma qualquer ambiente e pode ser comprado com pouquíssimo dinheiro? Plantas! O verde natural tem o poder de transformar qualquer ambiente e ainda traz para o espaço interno a leveza de ter o perfume das flores e a natureza dentro de casa.

Espalhe plantas em vasos grandes ou pequenos, nas paredes como um jardim vertical, na sala, no banheiro, na cozinha, no quarto e em qualquer outro canto. Se existe uma unanimidade em relação às plantas, com certeza é essa: ficam bem em qualquer ambiente.

Por fim, busque utilizar iluminação natural ou cores claras no espaço, isso dá uma sensação de que o ambiente é mais amplo do que realmente é.

Fonte: ImovelWeb

Alteração de fachada: o que pode e o que não?

Alteração de fachada: o que pode e o que não?

Alterar a fachada do prédio: este é um tema muito controverso em condomínios e o que muitas vezes é interpretado de maneira equivocada é a definição de fachada.

Isto ocorre em virtude de um entendimento equivocado de que fachada seria apenas a face do prédio voltada para a rua.

Todavia, não é esta a definição correta de fachada, sendo a mesma constituída de todas as suas faces, sejam a frontal, a posterior ou as laterais.

Portanto, o condomínio ou o condômino não podem simplesmente entender que modificações podem ser efetuadas nas partes laterais do edifício, por supostamente não terem ‘sacadas’ e serem apenas ‘janelas’ ou ‘respiradores de ar’.

Apesar de aparentemente não representar modificações estéticas ou tão ‘significativas’, é entendimento de que se está alterando a fachada. E o quórum para a alteração de fachada é a unanimidade dos condôminos, conforme previsto na Lei 4.591/64, ainda muito utilizada por nossos tribunais, ainda que gerem discussões sobre a aplicabilidade ou não da mesma.

Aliás, o atual Código Civil vigente é claro ao proibir que o condômino altere a forma ou a cor da fachada, trazendo de modo transverso o quórum necessário para eventual alteração, afinal, se toda a coletividade permite a alteração, por óbvio a proibição foi superada.

É importante ainda ressalvar que tal situação é aplicada a todas as unidades, independentemente de sua localização no edifício.

É comum proprietários de cobertura alterarem suas unidades sob alegação de que estariam em um local de pouca visibilidade e acesso de quem se encontra no ‘térreo’ e, portanto, não estariam alterando a fachada. Entretanto, não é correto este entendimento, uma vez que, ainda que não seja tão visível a cobertura, a finalidade e conceito é o mesmo, ou seja, alteração de fachada. E para ser realizado, faz-se necessária a unanimidade para aprovar isso.

E o que fazer caso o condômino altere a fachada sem autorização do condomínio?

Primeiramente, o condomínio deve advertir o condômino por escrito, de que ele está descumprindo uma norma legal, e deverá também verificar em sua convenção e regimento interno os artigos que possam estipular como infração tal alteração, ficando, também, passível de multa, concedendo ao condômino um prazo para desfazimento da obra.

Caso o condômino não cumpra a advertência do condomínio para desfazer a obra, deve então ser adotada a medida judicial para que seja cumprida a determinação legal.

Fonte: CondomínioSC

Conheça as tendências de decoração para o outono 2018

Pensando em renovar a casa para a chegada do outono em 2018? Confira algumas dicas de decoração que serão tendência para essa estação.

O outono chegou e junto com ele vieram várias tendências de decoração que deixarão sua casa com a cara da estação, seja numa mudança sutil na paleta de cor ou na troca dos móveis.

Acompanhe nossas dicas e prepare sua casa para época mais aconchegante do ano!

Pra começar, aquela boa e velha dica que nunca sai de moda: O rosa antigo, rosê ou, conhecido por ai até mesmo como rosa quartzo, é uma cor que caiu de vez no gosto dos profissionais ou amantes de decoração.

Já falamos dele nas dicas de tendências de decoração 2018 e bateremos mais uma vez na mesma tecla, pois, afinal de contas, essa cor  tem realmente tudo a ver com o outono. Com fundo levemente azulado, esse tom aparenta ter uma textura “envelhecida” e pode ser usado em qualquer ambiente, móveis ou elementos decorativos.

Mas calma, pois os tons quentes com fundo terroso também são uma excelente pedida para salas de estar e quartos, principalmente se o cômodo contar com bastante luz natural. Aposte no laranja escuro, laranja avermelhado e no amarelo mostarda, que são cores com uma pegada mais vintage e que ajudam a aquecer o ambiente.

E, caso você queria experimentar essas cores, porém de forma mais discreta, brinque a vontade com os objetos decorativos e acessórios, como molduras e almofadas.

Outra dica que vem lá do passado diretamente para nossa lista de tendência de decoração de 2018 é o veludo. Por si só, o veludo já tem essa característica de aconchego e, por isso, combina muito com ambientes sociais, como sala de estar, biblioteca e escritório.

Apenas com esse acabamento em sofás, poltronas ou bancos, é possível transformar o cômodo em um lugar muito mais sofisticado e com classe.

Para não ter erro, uma dica básica é combinar a cor do veludo com tons neutros, já que o tecido é o elemento principal da decoração. Mas, se o veludo não é sua cara e você não abre mão de investir numa decoração pensada para os dias mais frios, uma ideia é substitui-lo pelo acabamento felpudo, que caí muito bem nos tapetes.

A pele sintética também funciona como uma boa solução para quem quer combinar conforto e elegância.

E tem tendência que surgiu especialmente para móveis e acessórios nesse outono 2018! Invista em peças com formas orgânicas e fluidas que dão sensação de movimento, pois, além de um formato mais original, peças como mesa de centro, poltrona e luminárias em madeira de tons claros ou coloridos também ajudam a quebrar a seriedade do ambiente.

Para criar um contraste legal, aproveite para combinar esses móveis em cômodos mais claros e neutros.

Os quadros também são acessórios decorativos super versáteis e que devem continuar como tendência decorativa em 2018. Hoje em dia você encontra facilmente diferentes modelos de diversos tamanhos e cores, com desenhos abstratos ou frases engraçadas.

É muito legal fazer uma composição com vários quadros variados, mesclando fotos e ilustrações e aplicando molduras estilosas para destacá-los nas paredes. É o tipo de decoração que você precisa ter, já que além de prático, você pode renovar e criar novas composições sempre que quiser, combinando com qualquer ambiente.

Textura de palha ou outros acabamentos mais naturais e rústicos também fazem parte das novidades deste outono. Cestos de chão, acessórios para pendurar, pratos e copos com pintura étnica, vasos e jarros de mesa são opções que ajudam a trazem um clima mais clean para dentro de casa.

Combine com tons neutros como marrom, azul escuro, cinza e branco. Para decorar os vasos, use plantas com muitos galhos e pouca folhagem.

Por último, e não menos importante, aqui vai uma dica valiosa para quem quer investir numa decoração de outono para render até o inverno. Como as duas estações mais frias do ano, abuse a vontade em cores como vermelho, verde militar, marrom e preto.

Para as texturas e estampas, não tem erro: procure sempre pelo couro sintético, madeira e xadrez. Com esses três elementos, você mesmo pode restaurar seu estofado com couro, aplicar mantas xadrez e colocar mais madeira no ambiente.

A gente sabe que estação entra e sai e que nem sempre dá para acompanhar as tendências de decoração na sala, no quarto, na casa inteira. Mas pegando inspiração numa dica ou outra, você mesmo pode criar infinitas combinações com móveis que você já tem e adaptando todo o resto em casa. Inove neste Outono e faça da sua casa seu próprio refúgio quentinho e aconchegante para a estação!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Estratégias empresariais aplicadas à gestão de condomínios

Veja como criar um plano estratégico de sucesso seguindo 8 etapas

Veja como criar um plano estratégico de sucesso seguindo 8 etapas

Já olhou para um condomínio como uma grande empresa e para a função de síndico como a de um CEO?

Caso não, é bom começar, pois independente do tipo ou tamanho do condomínio, o gestor condominial assume atualmente uma posição muito mais estratégica de planejamento, bastante similar ao papel de um executivo de uma grande organização.

Este tema foi abordado pela síndica profissional de grandes condomínios-clube, Taula Armentano, e por Fábio Fiorini, CEO do Grupo FR Vendas e subsíndico do condomínio-clube em que mora, durante a primeira edição presencial do Conexão SíndicoNet, que movimentou recentemente o mercado condominial.

“O grande desafio desse novo profissional é consolidar uma estratégia que vai tornar sua gestão diferente das demais, proporcionando resultados de boa avaliação e mantendo os moradores conectados com o que está sendo feito, e assim conseguindo uma reeleição ou, caso não seja a intenção, permanecendo na função com a certeza de que deixará um legado sólido para os próximos síndicos, sendo recomendado pelo condomínio a outros trabalhos em empreendimentos com dificuldades parecidas”, comenta Taula.

Diante disso, consultamos os especialistas acima para desenhar um plano de mudanças responsável por promover benefícios a todo o condomínio e auxiliar o síndico em suas tarefas diárias, confira:

IMPLEMENTAÇÃO DO PLANEJAMENTO

Fase 1 –  Identifique seus stakeholders

  • Prazo para execução: 30 dias

Um dos primeiros passos na hora de criar um planejamento estratégico é identificar quais são os grupos de pessoas que existem em um condomínio. Deve estar claro o perfil de todos (moradores, funcionários e fornecedores) para que se possa ter em vista suas expectativas e anseios.

Algumas perguntas nos ajudam a saber quem são os stakeholders de um projeto:

  • O resultado obtido no projeto irá afetá-lo de alguma maneira?
  • Eles agregam no projeto de alguma forma?
  • O trabalho exercido por eles impacta o projeto?
  • As decisões tomadas por eles podem alterar o escopo do projeto?
  • Eles impactam o orçamento do projeto?
  • Eles afetam o resultado alcançado pelo projeto?
  • Eles influenciam o atingimento de metas significativas dentro do projeto?

Caso a resposta seja ‘’sim’’ para qualquer uma das perguntas, isso significa que determinada pessoa faz parte dos seus stakeholders.

“Basicamente, eles sempre vão ser aqueles que têm algum tipo de interesse pelo trabalho que o gestor está desenvolvendo: desde os condôminos para quem ele está trabalhando até os funcionários envolvidos nos procedimentos realizados”, explica Taula.

Essa fase dura, em média, 30 dias e envolve também:

  • Ciclo de treinamento com funcionários sobre o novo procedimento de profissionalização do condomínio;
  • Ciclo de alinhamento do corpo diretivo com divisão clara das funções de cada um;
  • Ciclo de divulgação de todas as informações colhidas e executadas nesta primeira fase com os condôminos.

Fase 2 -  Identidade organizacional

Após a primeira fase, fica mais claro definir os três pilares da próxima etapa para identificar as características do condomínio. Essas informações servirão de apoio para a construção de um plano mais preciso e eficiente.

  • MISSÃO: É a razão de existir do empreendimento. Por exemplo, para um condomínio-clube, sua missão pode ser: Oferecer bem-estar, segurança e comodidade aos seus moradores, tudo em um só lugar.
  • VISÃO  É o que o condomínio aspira a ser. Exemplo: Ser referência no bairro como um empreendimento residencial de destaque.
  • VALORES: Conjunto de princípios que servem de guia para o comportamento e as atitudes das pessoas para atingir a visão. Exemplos: Ética, Transparência na gestão, Igualdade para todos moradores, etc.

Fase 3 – Análise do ambiente

Análise SWOT

  • Prazo: 60 a 90 dias

Cada condomínio tem sua própria realidade, pontos fortes e fracos que devem ser muito bem analisados. Para identificar estes pontos, a dica de Taula é adotar a metodologia SWOT (em inglês: Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats), que ela carinhosamente chama de FOFA: Forças, Oportunidades, Fraquezas, Ameaças.

Exemplos:

FORÇAS

  • Equipe engajada com a gestão e preocupada em fazer as “entregas” com qualidade;
  • Alinhamento com fornecedores, implantando metas de entregas ”SLA” nos contratos;

OPORTUNIDADES

  • Apostar na comunicação clara e objetiva para se diferenciar e conquistar confiança dos moradores;
  • Trabalhar com propostas específicas;

FRAQUEZAS

  • Somente projetos pontuais podem ser realizados com a verba existente;
  • Dificuldade de aprovar os investimentos para os projetos;

AMEAÇAS

  • Crise econômica;
  • Orçamentos desequilibrados: receita x despesa;
  • Alto índice de inadimplência;
  • Condomínio sem previsão orçamentaria aprovada em assembleia;

Fase 4 – Construa o mapa estratégico

  • Prazo: 90 dias

Para essa construção do mapa estratégico é fundamental seguir a metodologia do Balanced Scorecard (BSC), que é baseada em quatro pilares -

  1. Perspectiva Financeira: situação financeira atual e futura do condomínio
  2. Perspectiva de Mercado: como o síndico enxerga o cenário futuro para o condomínio
  3. Processos Internos: definição e mapeamento dos processos
  4. Recursos: quais os recursos disponíveis para o síndico e para o condomínio

Esse método tem como finalidade mensurar o desempenho da empresa e ajudar na tomada de decisão e na gestão estratégica, mas é importante lembrar que a capacidade de executar a estratégia é mais importante do que a estratégia em si.

O segredo do BSC está em fazer com que o síndico consiga entender claramente os objetivos de sua estratégiae, a partir deles, chegar à definição das iniciativas estratégicas que devem ser executadas.

“A maioria dos CEOs das empresas falha na execução dos projetos e não na elaboração da ideia, o mesmo ocorre com os síndicos. Sendo assim, traçar objetivos estratégicos mensuráveis por meio de indicadores estratégicos e criar metas é o segredo da boa gestão”, diz ela.

Falando de metas, projetos e processos de forma estruturada dentro de um planejamento estratégico, segundo Taula, não tem como deixar de mencionar o método criado por Peter Drucker, “Teoria da Gestão por Objetivos”, mais conhecido como, S.M.A.R.T.

Todos os projetos e processo devem passar por esta análise, fazendo com que intenções fadadas ao insucesso sejam evitadas. Entenda cada um deles:

  • S – Specific/Específico: A meta precisa obrigatoriamente ser específica, clara e sem dupla interpretação. (Ex. resolver as principais pendências em X meses; aumentar o índice de satisfação em 30%; concluir uma obra; etc.)
  • M – Measurable/Mensurável: Precisamos ter indicadores que nos permitam saber se estamos caminhando em direção às metas, que nos permitam medir a qualquer momento nossa evolução. (Ex. adotar NPS como índice de satisfação (veja mais abaixo); placar de pendências em aberto, concluídas, em andamento; etc.)
  • A – Achievable/Atingível: Metas podem e devem ser desafiadoras, porém, não podem ser impossíveis de realizar no período estabelecido e com os recursos aprovados.
  • R – Relevant/Relevante: A meta precisa estar totalmente relacionada ao objetivo caso não seja é um alerta para revisar a meta.
  • T – Time-based/Temporizável: Ter prazo para executar as metas faz com que o foco das ações da equipe esteja voltado para a obtenção do resultado no prazo.

Fase 5 – Monte um plano de ação

  • Prazo: após aprovação em assembleia do plano diretor ou plano de metas

Definidos os objetivos e metas, e submetido à aprovação dos condôminos, o próximo passo é tirar do papel e executar o projeto.

Este é o momento de apresentar o plano de ação para equipe, mostrando o que será feito na prática para alcançar os objetivos traçados – o síndico é quem define o “como” o condomínio irá atuar para atingir as metas.

Fase 6 – Apuração e acompanhamento dos resultados

Apurar e mensurar os resultados obtidos após a conclusão das tarefas planejadas vão medir as ações e prioridades futuras da gestão condominial. A partir disso, é possível corrigir eventuais erros de procedimento ou concluir que a ação está gerando o resultado esperado.

Nesta etapa, a utilização de ferramentas é indispensável. O gestor pode se organizar usando desde ferramentas mais acessíveis como o Microsoft Excel, até sistemas mais completos como o Microsoft Project para gestão de projetos. Plataformas de sites para condomínios também podem ser úteis para organizar todo o projeto e demandas, assim como softwares de gestão condominial.

“Como trabalho com um programa de gestão de choque desenvolvido por minha equipe, consigo por intermédio dele ter acesso a uma “cabine de comando”, com BI, indicadores principais, modelos de pesquisas, fluxogramas de manutenção preventiva, de limpeza, de segurança, de previsão orçamentaria, etc. E, além disso, faço controles ainda em ferramentas como project, tableau, plataformas google, entre outros no mercado”, conta Taula

Fase 7 – Comunicação constante

A comunicação passou a ser uma ferramenta estratégica de grande importância para o processo de planejamento. Ela é essencial para garantir a transparência de todo trabalho realizado e resultados obtidos para os colaboradores, condôminos e todas as pessoas envolvidas.

Segundo Fábio Fiorini, o grande erro hoje em dia é acreditar que a mesma mensagem chegará a todos por poucos canais e com o mesmo tipo de conteúdo. Para ele, o gestor precisa analisar o perfil dos moradores e definir um planejamento de comunicação que deverá explorar todos os canais possíveis de contato com os condôminos, como comunicados no elevador, e-mails, site do condomínio, etc.

As pessoas têm preferências por diferentes de canais de comunicação (site, e-mail, whatsapp, ou impresso). “A mensagem em cada um destes (canais) precisa ser personalizada, caso contrário não provocará o impacto desejado e as pessoas não entenderão, possibilitando uma avaliação de descrédito”, diz o subsíndico.

Outra dica é personalizar o visual das comunicações por cada assunto, pois uma padronização facilitará o alcance e o entendimento da mensagem. A sugestão é trabalhar layout e/ou cores diferentes, como, por exemplo, verde para os informativos sobre manutenções; laranja para recado do síndico; azul para comunicar sobre investimentos; etc.

Por outro lado, ele resssalta que é fundamental determinar qual será canal oficial - o site do condomínio, por exemplo – que irá armazenar e organizar toda essa comunicação (enquetes, SAC, chamados, documentos, informes, demonstrativos, ocorrências, circulares, etc.)

E como forma de se diferenciar, gravar um vídeo semanal, quinzenal ou mensal pode ser uma ótima forma de mostrar continuidade dos trabalhos e uma visão global de tudo que está sendo feito no condomínio.

Fase 8 – Pesquisas de satisfação

Por fim, não adianta querer fazer uma boa gestão sem ouvir a opinião dos condôminos. Por isso, a implantação de uma pesquisa é uma excelente estratégia. Os estudos quantitativos são mais eficazes neste caso, pois ajudam a tomar decisões mais acertadas. A coleta de dados precisa ser aplicada com rigor para obter a confiabilidade necessária para os resultados. E elas devem ser feitas no mínimo a cada seis meses.

A ferramenta mais indica para isso, segundo o CEO do Grupo FR Vendas, é a Net Promotes Score (NPS). Ela é uma metodologia que mede o grau de satisfação e a lealdade dos clientes de empresas de qualquer segmento ou condomínio. Por ser simples e confiável, oferece informações que podem ajudar tanto a empresa quanto a gestão evoluírem.

Ele explica ainda que o índice é avaliado de acordo com a resposta de uma única pergunta: Em uma escala de 0 a 10, o quanto você indicaria nossa empresa/gestão para um amigo?

Pode não parecer, mas essa é uma pergunta chave, uma vez que ninguém indicaria algo ruim para um amigo. O ponto positivo da metodologia, é avaliar de uma forma geral, toda a experiência do cliente.

Esse tipo de pesquisa pode ser enviado aos moradores semestralmente, perguntando não somente sobre a gestão como um todo, mas também questões especificas, como a qualidade das áreas de lazer. Por exemplo: “Como você avalia, em uma escala de 0 a 10, as nossas áreas de lazer?

“Como bem diz a Coca-Cola: “quando você ouve seus clientes, coisas incríveis acontecem”. E eu complemento: quando você ouve seus condôminos, você se aproxima deles, eles se sentem cuidados, valorizados o que gera um elo de segurança e impulsionamento da gestão”, conclui Taula.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

É preciso ter cuidado ao alugar imóveis por temporada para evitar transtornos

Locação deste tipo é muito procurada em períodos de férias e recesso. Alguns procedimentos simples de segurança são importantes para fechar um bom negócio

Reprodução/Internet/olmedadelasfuentes.es

Alugar um imóvel por temporada é uma ótima opção para quem quer aproveitar as férias ou um período de recesso, como a semana santa, em lugares atrativos. Quando se viaja com um grupo de amigos ou família, essas locações costumam sair mais baratas do que ficar em hotel. Mas é preciso tomar alguns cuidados para que os momentos de lazer não se tornem uma experiência ruim.

Alexandre Rennó, advogado e conselheiro do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci Minas), ressalta que é preciso pesquisar bastante sobre o locador ou a imobiliária e checar as características do imóvel indicadas na oferta. “Tem que pesquisar. Sempre procure por imobiliárias credenciadas. Buscar informações sobre a região onde se pretende alugar o imóvel é fundamental. Referências com amigos ou a partir de comentários na internet de outros clientes que já se hospedaram no local é o melhor meio de identificar possíveis problemas”, comenta.

São pequenos cuidados que evitam dores de cabeça na questão da locação. Antes de fechar o contrato é necessário tomar todas as medidas de segurança para se certificar de que não é um golpe. O turista deve se atentar para anúncios muito extravagantes, que fogem à realidade de mercado. O estelionato é cada vez mais presente em situações como essa. “É muito comum a existência de golpes em locações por temporadas e costumam ocorrer quando o contrato é feito fora de imobiliárias. Por isso, é importante sempre dar preferência a imobiliárias credenciadas no Creci”, destaca Alexandre Rennó.

CONTRATO 

A Lei do Inquilinato (8.245/1991) regula o mercado de aluguéis residenciais e comerciais. Ela prevê duas situações que são a locação típica por mais de 90 dias e por temporada de até 90 dias. O artigo 48 dessa lei considera locação para temporada aquela destinada à residência temporária do locatário, para prática de lazer, realização de cursos, tratamento de saúde, feitura de obras em seu imóvel, e outros fatos que decorrem tão somente de determinado tempo e contratada por prazo não superior a 90 dias, esteja ou não mobiliado o imóvel.

Além das informações básicas – quem está alugando, qual imóvel, para quem, em qual período, por qual valor, por meio de pagamento antecipado – é importante constar no papel todas as exigências das duas partes, para ter provas do que foi acordado caso as cláusulas não sejam obedecidas. “Encargos dos aluguéis podem ser cobrados pelo locador antecipadamente”, ressalta o consultor do Creci Minas.

INTERNET 

Se o inquilino quer alugar um imóvel em um condomínio por meio de sites de hospedagem, deve certificar antes se o local em questão permite esse tipo de comércio. Se contratar pela internet, salve ou imprima as telas, busque contato com o responsável pelo imóvel e saiba que o site que realiza a intermediação também responde em caso de problemas. “Como toda ferramenta de oferta em massa, a internet pode oferecer riscos. A praticidade e economia é um atrativo, mas não dá para garantir que vai ser 100%. Ler os comentários das pessoas que já locaram imóveis por aplicativos é um ótimo termômetro”, finaliza.

Fique de olho

O Creci Minas listou alguns cuidados adicionais que podem garantir mais tranquilidade à locação por temporada: 

» Procurar conhecer pessoalmente o imóvel na cidade desejada, ou, não sendo possível, pedir indicação de imóveis a amigos e parentes que de alguma forma conhecem o bem cuja locação se pretende

» Não acreditar simplesmente em fotografias veiculadas via internet

» Contatar um profissional corretor de imóveis para intermediar a locação

» Firmar o contrato de locação, por escrito, exigindo a comprovação da propriedade ou da regular autorização para a celebração do negócio jurídico. Fazer constar do contrato questões importantes como o número limite de pessoas e a existência ou não de vagas de garagem

» Assinar laudo de vistoria que contemple o real estado físico do imóvel e arrole, de maneira minuciosa, todo o mobiliário que o guarnece

» Evitar efetuar o pagamento de 100% do valor combinado antes de tomar posse

» Recusar-se a depositar valores em nome de pessoas estranhas à transação, a não ser quando a relação com o terceiro for devidamente comprovada

» Vistoriar o imóvel no momento da chegada e, uma vez detectado qualquer problema no mesmo ou divergência entre esse e o laudo de vistoria assinado, comunicar imediatamente e por escrito ao locador

» Inteirar-se das normas internas do condomínio, notadamente no que diz respeito a comportamento e respeito aos vizinhos

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Chuvas X Infiltrações

Quando reparar os danos causados durante a temporada de chuvas

Quando reparar os danos causados durante a temporada de chuvas

Alguns reparos podem esperar pela seca, outros, devem ser feitos emergencialmente

Não é exagero afirmar que, invariavelmente, as chuvas de verão geram problemas e dores de cabeça aos síndicos na grande maioria dos condomínios.

Para se ter uma ideia, dados e pesquisas realizadas pelo SíndicoNet apontam que 85% dos prédios apresentam problemas de infiltração, principalmente nessa época do ano.

Outro problema que o síndico enfrenta é que, mesmo com todo o transtorno causado por goteiras, infiltrações, manchas de umidade, alagamentos, etc., infelizmente, os devidos  reparos muitas vezes não devem ser feitos no período de chuvas. O ideal é aguardar um pouco.

Quando executar os reparos

Os especialistas apontam os meses de maio a setembro como os mais indicados para reparar o estrago. “Vale a pena esperar e fazer bem feito na época seca” sugere o professor de engenharia civil da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Luis Sérgio Coelho.

E para fazer bem feito é importante refletir sobre qual é a necessidade de cada edificação. Há prédios, por exemplo, que nunca sofreram com problemas de telhado, mas com o grande volume de uma tempestade, o dano aconteceu.

Casos de destelhamentos mais graves,  com água entrando nos apartamentos obrigou alguns a tomarem medidas circunstanciais. “Em alguns casos, tivemos que cobrir telhados com lonas de caminhão, para minimizar o ocorrido, e evitar que houvesse perda material dos moradores, como avariação de pisos e móveis”, explica Souza Filho.

O engenheiro civil Zeferino Velloso Neto da VIP, inspeções prediais, empresa especializada em perícias e inspeções nesta área,  também indica o uso de toldos improvisados. “Como a chuva castigou mais os apartamentos de cobertura,  ou a obra é feita com toldo ou se espera a estiagem”, afirma.

O professor do Instituto Mauá de Tecnologia Marcio Estefano de Oliveira, aponta para outros locais que, ao sofrerem algum tipo de dano, devem ser prontamente reparados.

“Muros de arrimo, sistema de esgotamento de água de subsolos e sistema elétrico, por exemplo, devem receber manutenção imediatamente após a ocorrência de danos para evitar riscos maiores aos usuários do prédio. Uma parede que tenha ficado muito encharcada com água, dependendo dos materiais aplicados, pode entrar em colapso. Neste caso, deve-se consultar um engenheiro”, sugere.

Outro problema recorrente apontado por Velloso Neto é a infiltração nas garagens. “Alguns prédios não têm sistema de drenagem adequado. Quando o lençol freático começa a ficar muito alto, não há vazão suficiente para essa água, que pode ficar em contato com o subsolo do prédio”.

Prevenção

Em outras circunstâncias, uma boa manutenção preventiva pode evitar dores de cabeça.  Prédios com telhados sujos e sem manutenção ficam mais propensos a  apresentar goteiras e infiltrações.

Vale ressaltar também a necessidade de se trocar as telhas quebradas ou trincadas. Com limpeza e troca periódica  -feita todos os anos no inverno- o condomínio economiza com os  reparos que teria de fazer no futuro.

Contratação

Antes de assinar o contrato com a empresa que oferecer o orçamento mais baixo, é importante verificar o que está sendo acordado. Por exemplo, quem será o responsável pela compra dos materiais e o prazo para a obra ser executada.

Também vale a pena acordar prazos por escrito no contrato. Assim, fica tudo claro para todas as partes.

O professor Luis Sérgio Coelho, da FEI, chama a atenção para um documento chamado ART, o chamado  ‘anotação de responsabilidade técnica’. “A empresa deve oferecer esse documento, que é uma garantia que o serviço será bem executado. É uma segurança maior do que contratar qualquer pessoa que, muitas vezes, não fará o serviço a contento”, ressalta.

A ser feito todos os anos

  • Limpeza do telhado, de  calhas e condutores
  • Substituição de telhas quebradas ou trincadas
  • Manutenção da bomba de água pluvial
  • Verificação do estado de mantas e impermeabilização
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Marmorite é o novo mármore?

Moda nos anos 1940, o revestimento está de volta como opção mais barata

Se você nunca ouviu falar no nome marmorite, não estranhe, pois você certamente já o viu pessoalmente, talvez até na casa dos seus avós. Muito utilizado durante a década de 1940, este material é fácil de ser encontrado em pisos, escadas ou bancadas de construções antigas. Agora, esta tendência volta a ser foco na decoração e surge como uma alternativa mais barata ao mármore, mas ainda muito estilo e sofisticada.


Foto: Reprodução/Pinterest

Também conhecido como granilite, o material ficou famoso pela garantia de durabilidade e resistência e, por isso mesmo, foi muito utilizado em áreas de grande circulação no passado. As arquitetas Nathiara Pozzebon e Juliane Richetti, da Arqhezze Arquitetura, explicam que quem resgatou esse ícone da decor, foi o designer Max Lamb ao desenvolver para uma empresa especializada na produção de pedras originais o que ele chama de mármore marmoreal.

“O marmorite voltou com um ar mais moderninho e, além de piso, também podemos utilizá-lo nas paredes, móveis e objetos de decoração. Ele é composto por fragmentos de diferentes minerais como mármore, granito, quartzo e apesar de terem a mesma aparência o custo é menor”, explicam elas ao resumirem as vantagens do material.


Foto: Reprodução/Pinterest

Ele ainda é menos suscetível a manchas e desgastes, que é uma característica muito conhecida do mármore tradicional. No entanto, Nathiara e Juliane acreditam que a “novidade” não pode ser encarada como uma substituição “tudo depende do gosto pessoal e do projeto em si”, afirmam.

Se a sua dúvida é sobre como utilizar o marmorite, saiba que possibilidades não faltam, a variedade é imensa, mas o ambiente deve ser levado em consideração como um todo.

A arquiteta Natália Salla dá algumas ideias para quem quer aderir a essa tendência: “As pessoas que se identificam com esse estilo de material podem incluí-lo como revestimentos de bancadas de cozinhas, balcões, banheiros, ou até mesmo em bancadas de escritório/home office. Usá-lo em nichos de banheiros ou como revestimentos de paredes específicas também podem ser boas opções”, lista ela.

Tampos de mesas, prateleiras e itens de decoração como vasos e porta objetos também podem ser feitos de marmorite e incluídos no ambiente de forma que tenha estilo e harmonia ao mesmo tempo.


Foto: Reprodução/Pinterest

A grande ressalva desse material é em relação às cores e texturas. E Natália Salla explica que, pela grande variedade que possui até mesmo em uma única pedra, é preciso ter cuidado: “Tenha atenção ao optar pelos que possuem manchas coloridas, maiores e marcantes, pois pode facilmente desequilibrar o acorde cromático e desvalorizar o ambiente. Além disso, também é importante se atentar ao tipo de acabamento pois se for utilizado como piso de áreas molhadas, recomenda-se utilizar o acabamento fulgê, uma vez que o polido é muito escorregadio”, conclui.

Já deu pra notar que além do custo menor há muitos benefícios na escolha do marmorite, certo? Então, se você está em época de reforma e quer ter uma pedra atual, bonita e barata em casa, se jogue nessa tendência!

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Análise de contratos em condomínios

Saiba como analisar e quais cláusulas o documento deve conter

Saiba como analisar e quais cláusulas o documento deve conter

“O combinado é o combinado e não sai caro”

Esse ditado é uma ótima forma de se pensar os contratos do condomínio, certo? O que está ali serve de guia para o que deve acontecer durante aquela prestação de serviço ou condições de compra.

Porém, um contrato pode guardar também muitas minúcias, pegadinhas e até cláusulas abertamente abusivas. 

Como o dinheiro em jogo em um contrato com o condomínio é da coletividade, todo cuidado é pouco. O conselho de Gabriel Souza, diretor da administradora Prop Starter, é simples e direto para os síndicos.

“Não assinar, nunca, nenhum contrato sem antes passar pelo jurídico da administradora ou por um advogado”.

Gabriel explica que conta com uma advogada apenas para analisar os contratos firmados pelos clientes.

“E mesmo tomando todo tipo de cuidado, muitas vezes nos deparamos com situações que vão claramente contra o que está no contrato. Isso porque nos resguardamos com toda a formalidade possível. É perigoso não se ater a todos os detalhes que envolvem uma prestação de serviços ou compra. E, dependendo dos prazos e dos valores envolvidos, pode virar um problema grande para o síndico”, pesa ele.

E para te deixar bem informado, mostramos abaixo quais cuidados devem ser tomados antes de assinar qualquer contrato envolvendo o condomínio. Confira!

Por que ter contrato para tudo é importante para o condomínio?

Devido à informalidade que ainda reina nas relações profissionais em nosso país, muitos podem achar que não há problema nenhum em contratar aquele jardineiro ou serralheiro de sempre sem contrato.

Sem um documento para ditar as regras, quando algo fora do comum acontece, a dor de cabeça para o síndico pode ser grande, como conta o advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat.

“Passamos por uma situação em que um serralheiro que prestava serviços para o empreendimento, sem contrato, se acidentou durante o serviço. Ele conseguiu uma indenização vitalícia devido a isso, paga pelo condomínio”.

Ou seja: imagine ter que pagar, até o final da vida da pessoa, um salário, uma vez que o mesmo não tem mais condições de trabalhar devido a falta de um contrato. Isso não apenas onera o condomínio mensalmente, mas impacta, inclusive, na valorização das unidades – um ponto que o síndico não deve, nunca, perder de vista.

Para ele, vale a analogia feita acima. “Dentro da nossa casa, podemos fazer como acharmos mais conveniente. Em se tratando de dinheiro do condomínio, é melhor que todos os cuidados sejam tomados, uma vez que o síndico é responsável civil e criminalmente por tudo que acontece dentro do condomínio”, analisa Rodrigo.

Cláusulas básicas de um contrato

Os contratos podem ter diversas configurações diferentes, mas veja abaixo quais são as principais cláusulas que o documento deve ter:

SLA

SLA siginifica Service Level Agreement, ou “Acordo de Nível de Serviço”. É uma cláusula comum no mundo corporativo que vem se disseminando no mercado de condomínio com as empresas preocupadas com boas práticas.

Com ela, os condomínios podem combinar prazos de atendimento em caso de necessidade, algo bastante válido para empresas de segurança e portaria remota, por exemplo.

“Com SLA, o síndico tem a confiança de saber em quanto tempo será atendido em caso de problemas nos equipamentos do condomínio, seja de dia ou de noite”, argumenta Delson Ferreira, diretor da White Proteção e Segurança.

Com uma cláusula do tipo, fica mais fácil mensurar se o serviço está sendo feito da maneira que se espera. Pode-se usar indicadores para apontar o que deve ser melhorado e o que está sendo entregue de forma satifatória.

Outro ponto interessante é que o síndico pode atrelar descontos no pagamento caso o serviço em questão não esteja sendo efetuado da maneira correta ou ocorram atrasos, por exemplos.

QUALIFICAÇÃO DAS PARTES

Mostra quem são os responsáveis pela assinatura do contrato.

“É a inclusão de todos os dados necessários para identificar bem as partes envolvidas e garantir que  estejam devidamente representadas no contrato. É comum o condomínio não prestar atenção no fato da pessoa que está assinando pela empresa é devidamente autorizado e, muitas vezes, há necessidade de inclusão de muitos documentos (contrato social, ata de eleição da diretoria, procuração e outros, conforme o caso). E, por outro lado, também esquecem de exigir o mesmo do condomínio, como a ata de eleição do síndico”, explica o sócio titular da Coelho, Junqueira & Roque Advogados André Junqueira.

Isso é importante porque evita que uma pessoa que não seja a qualificada, assine pelo dono da empresa, por exemplo. Nesse caso, o contrato não teria validade jurídica e o condomínio estaria em uma situação delicada.

FORO DE ELEIÇÃO

É a parte do contrato que determina o local escolhido caso haja uma futura ação judicial. É uma cláusula extremamente útil quando se contrata uma empresa de outra cidade ou estado, visando facilitar a vida do condomínio.

O ideal é que o condomínio direcione, sempre, o contrato para o Tribunal de Justiça local.

ESCOPO DO SERVIÇO

Deve explicar o que é o serviço a ser executado e como o mesmo será feito, da forma mais minuciosa possível.

Se for uma empresa terceirizadora de mão de obra, o ideal é que conste ali o número de funcionários, horas trabalhadas, a qualificação dos funcionários, como eles devem se apresentar e ser reciclados, etc.

PRAZO E EXECUÇÃO DO SERVIÇO

Aqui devem estar descritas as etapas da prestação de serviço ou compra.

Em uma obra, devem estar claramente descritas o tempo em que cada etapa deve ser entregue – é interessante, inclusive atrelar o pagamento às fases de entrega, evitando assim que a empresa receba todo o dinheiro antes da finalização do serviço, algo que não é aconselhável.

Caso seja uma compra, de um gerador por exemplo, deve-se especificar o tempo para a chegada do produto e instalação, testes, etc.

FORMA DE PAGAMENTO

É onde fica explicitado como o serviço será pago, dias, prazos, etc. Se será pago via boleto, transferência bancária, em qual conta, etc.

PENALIDADES

Descreve quais serão as sanções para a parte que descumprir itens como não cumprimento do escopo de serviço.

“A multa moratória é uma cláusula penal, específica para o atraso no cumprimento de determinada obrigação. Mas a expressão ‘cláusula penal’ engloba punições para qualquer infração. É muito importante que o contrato estabeleça cláusulas penais claras e fortes para inibir descumprimentos do contrato ou, caso ocorram mesmo assim, restabeleçam o equilíbrio contratual punindo a parte inadimplente. Segundo o art. 412 do Código Civil, a cláusula penal não pode superar o valor do contrato, no entanto, existem Leis específicas que podem limitar ainda mais, como o art. 52, § 1º, do Código de Defesa do Consumidor, que limita a multa por atraso de pagamento em até 2% do valor da prestação”, explica André Junqueira.

Daí a importância de um contrato não apenas bem redigido, mas que esteja claro tanto para o condomínio como para o prestador de serviços.

RESCISÃO

Trata da maneira de como o contrato poderá ser finalizado, em quais termos, e deve mostrar diversos cenários como:

  • Cumprimento: quando o contrato se finaliza com as partes tendo cumprido as suas obrigações
  • Justa causa: quando uma das partes não cumpre o que foi acordado, gerando assim uma infração no contrato
  • Sem justa causa: quando uma das partes, sem motivos pré-estabelecidos, deseja finalizar o contrato. Nesse caso, é possível prever multas para quem pede a rescisão do contrato.

Cláusulas específicas para contratos no condomínio

A contratação de alguns serviços pede cláusulas específicas no contrato a ser firmado. Veja quais são:

EMPRESAS TERCEIRIZADORAS DE MÃO DE OBRA:

Cláusulas que obriguem a empresa a prestar contas sobre pagamentos de direitos trabalhistas dos seus funcionários

“Esse tipo de cláusula é fundamental para os condomínios tentarem evitar, ao máximo, uma ação judicial na esfera trabalhista no futuro”, argumenta o advogado especialista em condomínios Alexandre Marques.

Além dessa, o contrato deve obrigar a empresa a trabalhar com funcionários próprios, evitando a contratação de temporários, por exemplo, o que deixaria o condomínio e sua segurança, fragilizados.

Também deve constar no contrato itens como a periodicidade da reciclagem dos colaboradores.

uso correto de EPI (Equipamento de Proteção Individual) também deve estar discriminado nesse contrato. Mesmo assim, é interessante que o zelador acompanhe e cobre de maneira costumeira o uso do material.

EMPREITEIRAS

Aqui também deve estar claro que os funcionários da empresa devem usar EPIs sempre que necessário.

Uma cláusula fundamental quando se trata de benfeitorias é evitar que a empresa contratada ofereça para uma instituição financeira total ou parcialmente créditos de vendas a uma terceira pessoa – o chamado factoring. 

“Isso é algo muito importante para os condomínios se atentarem no contrato. Mesmo colocando cláusulas que proíbem esse tipo de prática, as empresas seguem tentando executá-la”, pesa Gabriel de Souza.

Outro item importante é uma cláusula que não permita que a empresa ‘venda’ partes da obra para outra, terceirizando assim seu serviço.

“Sempre importante ressaltar que é fundamental atrelar o recebimento do pagamento às entregas da obra. Sem um cronograma muito bem definido, fica difícil para o síndico e para a administradora conferir se está tudo andando conforme o contrato previa”, explica Alexandre Marques.

Também pode valer a pena fazer um seguro, dependendo do valor da obra.

“O condomínio deve, nesse caso, fazer um seguro como sendo o beneficiário, caso ocorra algum problema grave e a obra não seja finalizada”, aponta Rodrigo Karpat.

Outro ponto importante é se certificar que a empresa paga todos os encargos trabalhistas aos seus funcionários. Isso porque, desde o ano passado, o TST passou a entender que o condomínio deverá arcar com esses encargos caso a empresa não honre suas responsabilidades junto aos seus colaboradores.

EMPRESAS DE PORTARIA REMOTA

Não é só o serviço em si que é uma novidade. Os cuidados ao contratar esse tipo de serviço também são novos – e, justamente por isso, muitos síndicos não estão familiarizados com o tema.

É fundamental que a empresa contratada ofereça, em seu contrato, garantias de que ela mesma irá gerir os dados do condomínio, oferecendo suporte próprio 24h.

Também devem constar no documento cláusulas que assegurem que é a própria empresa quem fará a manutenção dos equipamentos empregados na prestação de serviço, evitando aquela situação de “empurra-empurra” quando algo dá errado.

“Esse tipo de cuidado é importante para o síndico, pois ele fica assegurado de que está contratando um ótimo serviço para o condomínio, que irá atende-lo no momento de uma necessidade”, explica Odirley Felício da Rocha, diretor comercial da Kiper, empresa especializada em portaria remota.

Por outro lado, a empresa em questão não pode fazer venda casada de produtos.

“Uma cliente assinou um contrato do tipo, sem a nossa apreciação prévia. O documento previa que o condomínio deveria arcar com um seguro da empresa, uma cobrança extra e abusiva. Agora estamos em contato com a companhia, para tentar evitar essa cobrança sem precisar entrar com uma ação judicial”, conta Gabriel de Souza, da Prop Starter.

Delson Ferreira, diretor da White Segurança, aponta outros cuidados que os síndicos devem tomar.

“O condomínio deve evitar assinar contratos de portaria virtual onde ele fique sujeito a retirada dos equipamentos, caso ele decida rescindir o contrato a qualquer momento por algum tipo de insatisfação com os serviços”.

EMPRESAS DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ELEVADORES

Um serviço fundamental para todos os condomínios verticais, contar com uma empresa que cuide dos elevadores é uma necessidade.

Porém, um problema que muitos condomínios enfrentam com esse tipo de contrato é quando se deseja rescindi-lo.

Na maioria dos casos, a empresa pode aplicar uma multa pelo rompimento do mesmo. Mas é importante salientar que o valor da multa vai depender do tempo que resta do contrato.

“Deve ser algo proporcional ao tempo que ainda haveria de contrato. Assim, se o acordo for finalizado bem antes previsto, o natural é que a multa seja maior. E que esse valor caia conforme o final do contrato se aproxima”, ensina Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios.

Vale ressaltar que a multa não deve, em nenhum caso, ser superior ao valor a ser pago pelo condomínio.

Outro ponto a ser levado em conta antes de assinar o contrato é quando o mesmo engloba as peças do elevador, o chamado contrato de manutenção.

“É importante que, caso a empresa prestadora de serviços não seja a fabricante, que esteja discriminada a origem das peças: se as mesmas são do fabricante ou ‘genéricas’”, ensina João Paulo Rossi Paschoal, advogado especialista em condomínios e professor da Universidade Secovi-SP.

CORRETORAS DE SEGURO

O seguro do condomínio também é algo de fundamental importância. Afinal, ninguém quer uma surpresa negativa no momento em que precisa usar a apólice de seguros.

O diretor da corretora Shelter, Pedro Bento, explica que o contrato completo de seguros do condomínio pode chegar a 120 páginas, e que sua leitura não é das tarefas mais simples.

“O ideal, mesmo, é contar com um corretor ou um advogado para tirar todas as dúvidas sobre o contrato. Isso porque um cláusula pode confundir o síndico. Em ‘coberturas de impacto’ por exemplo, uma leitura rápida pode levar a pessoa a achar que o seguro irá cobrir danos aos veículos caso os mesmos se choquem contra uma estrutura do prédio. Na verdade, essa cláusula garante cobertura para danos na estrutura”, esclarece ele.

Uma dica importante consiste também em levar o corretor para a assembleia de condomínio para que o mesmo possa sanar as dúvidas dos moradores antes de alterar a apólice – seja para uma mais cara ou mais barata.

Outro item a ser considerado é que o seguro do condomínio é uma obrigação legal do síndico, como diz o art 1346 do Código Civil.

“O síndico deve entender muito bem as diferenças entre as apólices, uma vez que os valores e coberturas variam muito, justamente para evitar ser pego de surpresa em um momento de necessidade, como um incêndio nas áreas comuns”, pontua João Paulo.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR EM CONTRATOS DO CONDOMÍNIO

É fundamental que todos os contratos celebrados com o condomínio atendam ao CDC (Código de Defesa do Consumidor).

Dessa forma, o condomínio evita outro tipo de interpretação em uma possível ação judicial no futuro.

“Sendo referendado pelo CDC, por exemplo, o foro de eleição será, sempre, o do consumidor”, exemplifica Rodrigo Karpat.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Confira 4 ideias de decoração para a sua Páscoa

A Páscoa está se aproximando e você já pensou em fazer alguma decoração para o feriado? Calma que dá tempo de se organizar e se inspirar em dicas incríveis!

Aaaah a Páscoa… Família reunida, o almoço que todo mundo adora, chocolates de todos os tipos para sobremesa… Tudo soa maravilhoso, não é? E se eu te contar que você pode deixar o clima ainda mais gostoso inovando na decoração deste ano com dicas simples e fáceis de se colocar em prática?

Para quem se animou, pode já ir se aquecendo para um dos melhores feriados do ano, seguindo nossas dicas de decoração de páscoa para esse ano.

Não existe nada mais clássico do que os ovinhos coloridos nessa época. São típicos da Páscoa e não podem faltar na decoração da mesa e do ambiente. Aqui você pode usar ovos de galinhas ou réplicas decorativas de plástico.

Seja qual for sua escolha, pegue imagens como referências, use sua criatividade e não economize nas cores! Para quem for desenhar nos ovos, uma boa ideia é usar canetas e tintas metalizadas. Fica lindo e deixa o ambiente muito mais alegre, é só se jogar de cabeça na arte e tomar cuidado para não quebrar os ovos, é claro.

Outro lugar muito legal para decorar sua casa na Páscoa é justamente a entrada dela, por onde todos seus familiares e amigos passarão. Adicione uma guirlanda de Páscoa a sua porta e complete com alguns elementos simples e coloridos para deixar o trajeto mais alegre.

Você deve estar se perguntando, “guirlanda na páscoa?”. A resposta é sim! Pode parecer estranho para muitos, já que temos o hábito de usá-las apenas no Natal, mas as guirlandas são super versáteis, além de ser uma decoração simples, barata e que você mesmo pode fazer ai na sua casa. Vale a pena o investimento, já que você pode reutilizá-las da maneira que quiser e ficam perfeitas em qualquer ocasião.

Com apenas alguns retalhos de tecidos, algodão, e cola você pode criar coelhinhos, orelhinhas e ovos de páscoa fofinhos para preencher sua guirlanda. Você pode inclusive reunir toda a criançada para ajudar a montar os arranjos. As crianças vão adorar!

Agora, muita gente vai concordar que Páscoa sem guloseimas não é Páscoa de verdade! Só que você não precisa gastar uma fortuna comprando chocolates só para não deixar a data passar em branco.

Muita gente já aderiu às receitas caseiras e tenho certeza de que você vai entrar nessa onda também. Para presentear sua família, faça seus próprios ovos de chocolate. Pode acreditar, é muito mais em conta e você ainda tem toda liberdade de usar os ingredientes que quiser nos formatos e tamanhos que quiser.

Como sobremesa e docinhos para o dia, não se prenda apenas nas receitas que vão chocolate na receita. Os cookies são ótimos, agradam a todos, dá pra fazer de diferentes sabores e é uma receita rápida.

Mas se cozinhar não é seu forte, não tem problema. Uma ideia é fazer casquinhas de sorvete recheadas de doces, balas de gelatina, confeitos e marshmallows, embalados em formatos de cenoura. Para quem quiser mais dicas de decoração de mesa de páscoa, pode dar uma olhadinha nessa matéria que nós preparamos também. Tudo bem temático, gostoso e econômico na medida certa!

Dica bônus: se pra você o melhor do feriado é mesmo aproveitar para esticar as pernas e viajar, a gente separou um roteiro que é a cara dessa época. A cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul é conhecida principalmente para quem adora o friozinho do inverno.

Mas mesmo na Páscoa, a cidade oferece uma programação para todas as idades, que vão desde passeios pelos jardins, caça ao ninho do coelho e claro, o Festival de Chocolate. Lá, você pode alugar um imóvel de temporadae curtir um final de semana com a família.

Depois dessa matéria, quem está contando os dias para a Páscoa? Difícil não ficar com vontade comer chocolate! Então aproveita que ainda tem tempo de se organizar e prepare a melhor ceia pascoal que a sua família já viu!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Pode o condomínio proibir locação por temporada através da utilização do AirBNB?

-> Este artigo foi publicado originariamente em um blog jurídico, caso queira ler o artigo no site onde foi originariamente postado, acesse www.fellipeduarte.adv.br/blog

Síndicos e moradores diariamente discutem sobre as mais variadas questões em condomínios. E algo ultimamente muito debatido em alguns condomínios é sobre a utilização do imóvel residencial para locação por temporada, através de sites e aplicativos, como o AirBNB.

Mas afinal, pode o condomínio proibir que o proprietário utilize seu imóvel para a locação por temporada?

Bom, antes de responder à questão acima é preciso entender o que a lei entende por locação por temporada. E para isto é preciso observar o art. 48 da lei 8.245/91:

Art. 48. Considera - se locação para temporada aquela destinada à residência temporária do locatário, para prática de lazer, realização de cursos, tratamento de saúde, feitura de obras em seu imóvel, e outros fatos que decorrem tão-somente de determinado tempo, e contratada por prazo não superior a noventa dias, esteja ou não mobiliado o imóvel.

Portanto, grosso modo a locação por temporada é aquela de até 90 (noventa) dias e sem prazo mínimo.

É preciso, ainda, observar o que diz o Código Civil sobre o direito do proprietário de um imóvel, vejamos:

Art. 1.228. O proprietário tem a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, e o direito de reavê-la do poder de quem quer que injustamente a possua ou detenha.

Trata-se do direito do uso, do gozo, de fruição e de disposição. Ou seja, o proprietário do imóvel tem o direito, por exemplo, de alugar o imóvel e receber os alugueis.

Ademais, a Constituição Federal garante, em seu art. 5º, XXII o direito de propriedade.

Portanto, em que pese o condomínio possuir áreas comuns, que devem se sujeitar a regras da coletividade de moradores, os apartamentos ou casas, áreas estas consideradas privativas, sujeitam-se ao direito de propriedade de cada proprietário. É claro que sua utilização deve ser feita com bom senso, de forma a não ofender direito alheio. Não se pode, por exemplo, extrapolar no barulho em horários inapropriados de forma a prejudicar o vizinho.

Ultrapassada a questão acima, é preciso entender por que razão alguns condomínios pretendem proibir a utilização da propriedade dos condôminos para a locação por temporada. E uma reflexão a ser feita é: por que não existe semelhante proibição na locação tradicional? Afinal, a única diferença dentre elas é o fator tempo. A primeira é por até 90 (noventa) dias, enquanto que para a última não existe esta limitação.

Em geral, o argumento referente à proibição da locação por temporada é a questão da segurança. A utilização destes imóveis por temporada leva a uma alta rotatividade de pessoas nos condomínios, o que pode prejudicar a segurança destes locais.

E a discussão sobre o tema já chegou aos tribunais brasileiros.

O Superior Tribunal de Justiça, em 2017, decidiu que o condomínio não pode proibir a locação por temporada, tendo em vista que prevista em lei, confira:

AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 1.174.291 – SE (2017/0240403-5) RELATOR : MINISTRO MARCO AURÉLIO BELLIZZE AGRAVANTE : CONDOMÍNIO RESIDENCIAL CLUBE ATALAIA ADVOGADO : ROBERTO BALDO CUNHA E OUTRO (S) – SE000046B AGRAVADO : TEREZA CRISTINA CERQUEIRA DA GRACA ADVOGADO : PATRÍCIA TAVARES DE OLIVEIRA E OUTRO (S) – SE003532 AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA. LOCAÇÃO POR PRAZO INFERIOR A 30 (TRINTA) DIAS. OMISSÃO DO TRIBUNAL ESTADUAL QUANTO AO CUMPRIMENTO DO REGIMENTO INTERNO E DA CONVENÇÃO COLETIVA, QUE FAZEM LEI ENTRE OS CONDÔMINOS, OS QUAIS NÃO SE OPÕEM A NORMA LEGAL. QUESTÃO OPORTUNAMENTE SUSCITADA. RETORNO DOS AUTOS À ORIGEM PARA NOVO JULGAMENTO DOS DECLARATÓRIOS. AGRAVO CONHECIDO PARA DAR PARCIAL PROVIMENTO AO RECURSO ESPECIAL. DECISÃO (…) In casu, verifico que a utilização dos apartamentos para locação por temporada é uma prática corriqueira e legal, inclusive com previsão no artigo 48 da Lei 8.145/91. (…) Ora, muito bem ponderou o magistrado a quo: (…) oCódigo Civil assegura aos proprietários o direito de gozar de seus bens. Igualmente, a lei de locações determina que os aluguéis temporários possuem prazo máximo de noventa dias (art. 48). Diante dessas circunstâncias, convém perceber que a norma regimental encontra-se em expresso descompasso com a legislação, pois ao estabelecer apenas um prazo máximo para os alugueis por temporada, a norma, a contrario sensu, autoriza tal instituto por qualquer prazo inferior a este. É evidente o silêncio eloquente do legislador, pois poderia ter estabelecido prazo mínimo, mas contentou-se em apenas ditar o prazo máximo para essa modalidade de contrato.”(…) Desta maneira, não há nenhuma ilegalidade o fato da autora/agravada promover a locação do seu apartamento a pessoas estranhas ao condomínio por curto período de tempo. Inexistente, portanto, plausibilidade nas alegações do recorrente, razão pela qual impõe-se manutenção da decisão agravada. (…)

(STJ – AREsp: 1174291 SE 2017/0240403-5, Relator: Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, Data de Publicação: DJ 24/11/2017)

Ainda sobre o entendimento de nossos tribunais, no final de 2016, o Tribunal de São Paulo concedeu tutela antecipada para que um morador pudesse locar seu apartamento para determinada temporada. O condomínio na ocasião tentava impedir. Na decisão, a Relatora salientou que, desde que resguardados os direitos à segurança e sossego dos demais condôminos, “não há justificativa plausível para restringir o exercício do direito de propriedade do agravante sobre sua unidade condominial” (TJSP, AI 2215036-11.2016.8.26.0000, julgado em 06/12/16).

Apesar dos entendimentos acima, o Tribunal de Pernambuco, em 2016, entendeu a questão de outra forma, vejamos:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO PROCESSUAL CIVIL E CIVIL.CONDOMÍNIO RESIDENCIAL. LOCAÇÃO POR TEMPORADA DE CÔMODOS EM APARTAMENTO. VIOLAÇÃO À CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO. EDIFÍCIO EXCLUSIVAMENTE RESIDENCIAL. USO NOCIVO DA PROPRIEDADE. UTILIZAÇÃO DO IMÓVEL DE MANEIRA PREJUDICIAL À SEGURANÇA, SOSSEGO E BEM ESTAR DOS DEMAIS CONDÔMINOS. RECURSO A QUE SE NEGA PROVIMENTO. 1. Hipótese em que a ré/agravante promove a locação de cômodos de seu apartamento a pessoas estranhas ao condomínio por curto período de tempo (dias, semanas), mediante veiculação de anúncios e propagandas em sites da internet, com a alteração do nome do condomínio para”ART SUÍTES HOME BOA VIAGEM BEACH”. Tal atividade denota prática nitidamente comercial, destinando o apartamento da agravante a espécie de hospedaria/albergue, o que é vedado pela convenção condominial, que atribui caráter exclusivamente residencial do edifício e veda a destinação diversa das suas unidades imobiliárias. 2. Nos termos do art. 1.333 do Código Civil, a convenção de condomínio é obrigatória a todos os titulares de unidades imobiliárias no edifício. Já o art. 1.336, IV, apregoa que é dever do condômino” dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes “. (…)

(TJ-PE – AI: 4295245 PE, Relator: José Fernandes, Data de Julgamento: 08/06/2016, 5ª Câmara Cível, Data de Publicação: 25/07/2016)

Portanto, verifica-se que a questão não é decidida de forma pacífica em nossos tribunais.

Com a licença da palavra, o entendimento correto não seria pela proibição da locação por temporada nos condomínios, mas pela regulamentação desta prática em suas convenções e regimentos internos, com regras claras e rígidas sobre a questão. Assim, o proprietário não teria seu direito de propriedade maculado e o condomínio poderia evitar futuros conflitos com os condôminos.

É preciso observar, ainda, que à partir do momento que o condomínio estabelecer tais regras, é preciso que o proprietário, ao anunciar seu imóvel em sites e aplicativos de locação, deixe bem claro as regras aplicáveis no condomínio.

Fellipe DuartePRO
Especialista em Direito Imobiliário e Ambiental
Advogado Pós-graduado em Direito Ambiental (UFPR) e Direito Imobiliário (UNISC). Membro da Comissão do Meio Ambiente da OAB/MG, subseção Juiz de Fora. Membro do Instituto de Direito Privado. www.fellipeduarte.adv.br instagram @fellipesduarte Youtube: www.youtube.com/DicasDireito Telefone (32) 3025-3647 / 98409-1070
Fonte: https://fellipesd.jusbrasil.com.br

10 dicas para deixar a sua mais aconchegante

Sinta o seu lar te abraçando!

É muito bom chegar em casa. Mas é melhor ainda se ela for aconchegante e te trouxer paz. Essas dicas vão ajudar a transformar o seu lar em um ambiente agradável, sem muitos gastos. Sinta a sua casa te abraçando!

No quarto, a cortina tem estampa de Athos Bulcão (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)

1 Coloque cortinas nas paredes

O material e o visual trazem um clima caseiro para o ambiente.

Corredor. Paredes e teto foram pintados com o mesmo tom de cinza-escuro. Em molduras pretas compradas na Ikea, os desenhos feitos pelos filhos e as fotos de família enfeitam o espaço. Na foto, Giulia, a sobrinha da moradora (Foto: Fabrizio Ciccone / Living Inside)

2 Espalhe pela casa fotos dos seus familiares

Seja em quadros ou porta-retratos, fotos da família transformam a casa em um verdadeiro ninho, com muito conforto.

No quarto principal, a poltrona traz tecido com estampa de jacarés alaranjados (Foto: Lufe Gomes / Editora Globo)

3 Coloque uma poltrona no seu quarto

Ela vai praticamente te chamar para um momento de leitura.

Sofá da Bassi, e almofadas à venda na RValentim completam a sala de estar. O espaço para o home office, instalado logo atrás do living, ganhou mesa desenhada pela arquiteta e executada pela marcenaria Maple. Papel de parede da que imita tijolinhos brancos (Foto: Gustavo Awad/Divulgação)

4 Use acessórios

Peças como almofadas e mantas são ótimas para mudar o clima da casa de acordo com a temporada. Uma almofada com uma estampa em xadrez, por exemplo, deixará o seu inverno muito mais aconchegante.

QUARTO | Inspirado em um loft nova-iorquino, o ambiente tem tijolo inglês e cimento queimado nas paredes, além dos detalhes em amarelo. Bancada, criado-mudo e prateleira laqueados, da REM Marcenaria. Cadeira Aeron, da Hermann Miller. Quadros da Urban Arts (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)

5 Pinte a parede do seu quarto

As cores escuras deixam o ambiente ainda mais acolhedor, mas não se esqueça de usar peças mais claras em contraponto, para o quarto não ficar pesado.

Recanto. Confortável poltrona Togo, de Michel Ducaroy, um clássico do design criado em 1973. Nela, um dos muitos chapéus de Walton. Tapete e mesa lateral orientais (Foto: Martin Lof / Living Inside)

6 Experimente criar um cantinho confortável

Uma boa ideia é deixar uma cama ou um sofá que guarde boas memórias encostados na parede em um cantinho, e colocar travesseiros em cima.

Manta Maxi, de lã natural (Foto: Divulgação)

7 Deixe seus cobertores à mostra

Assim, o ambiente fica mais bonito e os cobertores ficam mais acessíveis.

Essa extensão do living, revestida com o mesmo tapete, uma espécie de biombo revestido de camurça e arandelas simétricas da Loja Teo, é pano de fundo para a bancada de granito preto que acomoda as bebidas (Foto: Gui Morelli / Divulgação)

8 Use tapetes

Nada mais aconchegante do que colocar os pés em uma superfície macia.

pisca-pisca-decoração-depois-do-natal-pinterest (Foto: Reprodução/Pinterest)

9 Acrescente pisca-piscas à decoração

Ele não precisa — e nem deve —  ser usado só no Natal!

Lareira. Tijolos estreitos tradicionais e uma moldura de mármore de Pierre de Bourgogne contrastam com o pendente de Enzo Mari e Giancarlo Fassina, que traz um toque contemporâneo para o espaço (Foto: Greg Cox / Bureaux)

10 Acenda uma lareira nos dias frios

O calor do fogo deixa o lugar muito mais agradável.

Fonte: https://revistacasaejardim.globo.com/

Acordo com inadimplentes

Síndico pode dividir com assembleia responsabilidade sobre as condições do acordo

Síndico pode dividir com assembleia responsabilidade sobre as condições do acordo

Jaques Bushatsky*

Embora seja o primeiro dos deveres do condômino, a contribuição para suporte das despesas de condomínio nem sempre é paga, cabendo ao condomínio a obrigação de cobrar.

Superada a fase da cobrança extrajudicial, segue-se o ajuizamento de ação e, com o prolongamento do período de inadimplemento, podem surgir oportunidades de acordo entre condomínio e condômino.

Aí surge a dúvida: quando e em que condições podem ser feitos esses acordos? A resposta está na lei.

Acordos são desejáveis, por isso o Código Civil admite a transação quanto a quaisquer direitos patrimoniais, em qualquer momento: antes do litígio ou para terminá-lo, assim como são, francamente, estimulados pelo atual Código de Processo Civil.

Se o devedor resolve por si, quanto ao síndico a situação é diferente: ele deve se ater aos parâmetros que o condomínio tenha traçado para acordos: dispensar multas, negociar os juros, parcelar o valor, só deve fazê-lo mediante clara autorização dos donos do crédito: os condôminos.

Por evidente dessas decisões – tomadas em assembleia – vale ressaltar que o voto direto do devedor não pode ser admitido, pois devedor não vota se não estiver em dia com as contribuições (art. 1.335 – III, do Código Civil).

Mas, para que a assembleia de condôminos possa decidir, devem antes ser perfeitamente expostos os valores em jogo, a situação processual, as eventuais dificuldades experimentadas na cobrança, exatamente para que os condôminos possam avaliar a conveniência do acordo.

Por ilustração: numa ação judicial já julgada procedente, não havendo qualquer embaraço sobre a unidade condominial, por que dar desconto se a satisfação do crédito está logo adiante?

No exemplo contrário: se pendente dúvida sobre o crédito condominial e acerca da propriedade da unidade (com as consequências disso advindas), talvez interesse abreviar a discussão e ajustar um desconto.

Bem pensada, a lei é explícita quanto ao dever do síndico dar pleno conhecimento à assembleia acerca de quanto interesse ao condomínio, exatamente para que decisões somente sejam tomadas com bons fundamentos e conhecimento dos fatos. Como decidir de outra maneira?

Enfim, acordos são possíveis e instigados legalmente; o condomínio – representado pelo síndico – deve ater-se aos contornos de negociação traçados em assembleia (ou na convenção, situações mais raras) a qual, por sua vez, somente poderá decidir se conhecer bem os aspectos legais e fáticos envolvidos, o que tão só ocorrerá em decorrência da boa e correta atuação do síndico.

(*) Jaques Bushatsky é advogado. Fundador e diretor da Mesa de Debates de Direito Imobiliário (MDDI). Pró-reitor da Universidade Secovi e integrante do Conselho Jurídico do Sindicato da Habitação. É especialista nas áreas de Condomínio e Locação. É sócio da Advocacia Bushatsky.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Condomínios têm dificuldades para receber e armazenar as encomendas no edifício

Com os moradores passando mais tempo fora de casa, a situação fica cada vez mais complicada

Ilustração/Quinho/EM

 

As compras pela internet estão se tornando cada vez mais comuns entre as pessoas. A praticidade e o conforto da compra sem precisar sair de casa é o grande atrativo dessa aquisição. Porém, essa forma de compra tem trazido algumas dificuldades dentro dos condomínios e transtornos para os condôminos.

O consultor jurídico e advogado da CMI/Secovi-MG (Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais), Carlos Adolfo Junqueira de Castro, conta que muitos condomínios vêm encontrando dificuldade no recebimento da grande demanda de encomendas. “Muitos condomínios não têm estrutura para armazenar grandes quantidades de encomendas, e isso vem gerando problemas”, comenta.

A falta de estrutura faz com que alguns síndicos tomem medidas irregulares nesse sentido. “Muitos síndicos estão se recusando a receber as encomendas. E isso tem gerado um grande problema entre os condôminos, já que passam o dia inteiro fora e as encomendas acabam sendo devolvidas”, aponta.

O síndico não pode ditar as regras do condomínio, já que a sua função é fazer com que elas sejam cumpridas. Todas as normas estão presentes no sistema de regulamento interno do próprio condomínio. Se o síndico proibir a entrega ou o recebimento de encomendas, o morador que se sentir lesado, deverá ler o regulamento do condomínio e se informar sobre as iniciativas do síndico. “O síndico não é o deliberador da assembleia, não é o dono do prédio. Quem decide a vida dentro dos condomínios são os próprios condôminos nas assembleias. A própria comunidade condominial decide o que deve ou não deve. O síndico não pode definir”, ressalta o consultor.

Se estiver explícito no regulamento que a entrega/recebimento de certas encomendas e/ou empresas está proibido, é dever do morador aceitar as normas. Caso ele se sinta insatisfeito, deverá convocar uma assembleia geral com os outros condôminos para tratar a respeito do caso e, possivelmente, alterar o regulamento.

De acordo com a lei federal, os responsáveis pelos edifícios, sejam os administradores, os gerentes, os porteiros, zeladores ou empregados são credenciados a receber objetos de correspondência endereçados a qualquer de suas unidades, respondendo pelo seu extravio ou violação.

E um dos motivos para que muitos condomínios venham adotando essa medida é a responsabilidade sob as encomendas. Para Carlos Adolfo, muitos síndicos acreditam que esse recebimento de mercadorias dá trabalho, e é mais fácil proibir. “Essa atitude comodista é prejudicial para os moradores”, diz, acresentando que é possível organizar a logística do edifício e estabelecer regras para evitar confusões com as mercadorias. “A criação de um livro de controle pode ser uma eficiente saída. Pode-se colocar regras nas entregas, entre elas quais mercadorias podem ser recebidas pelo condomínio, tamanho máximo e valor do objeto recebido, comprovante de entrega ao destinatário, entre outros, para não gerar problemas aos porteiros e principalmente ao condomínio”, finaliza.

NOVOS HÁBITOS 

Juliana Lembi, gerente de novos projetos da Novolar/Patrimar, conta que a construtora percebeu uma mudança do comportamento no perfil dos novos moradores. “A Patrimar percebeu há um tempo essa mudança de hábito das pessoas. Elas não têm mais disponibilidade de ir às ruas e acabam usando a internet como maior meio de compra”, comenta.

Com essa nova conduta, os empreendimentos da Patrimar tiveram que se adaptar ao novo estilo de compra dos moradores. “Os novos prédios contam com um cômodo centralizado, próximo a guaritas próprias para o armazenamento de encomendas e correspondências. O porteiro ou o concierge designado recebe a mercadoria e coloca na central de distribuição. Também contam com escaninhos para as correspondências”, conta. O controle da entrada dessas encomendas é feito via internet. O funcionário designado para essa função anota todos os protocolos de entrega e envia uma notificação para o morador, avisando-o do recebimento.

DELIVERY 

Entre as comodidades desses novos hábitos está a facilidade de receber em casa o que se compra pelo telefone ou pela internet. Seja remédio, pizza ou fast food. É recomendado que os entregadores não entrem no condomínio. Nesses casos, o morador ou empregado doméstico é quem deve, sempre, receber o entregador. “As assembleias são determinantes. Elas é que devem normatizar as regras gerais da entrega de comida. Segurança residencial é fundamental”, comenta Carlos Adolfo.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Móveis de madeira: trazendo o tradicional para os dias atuais

Está pensando na decoração do seu lar e se interessou por móveis de madeira? Nós te ajudamos inseri-lo na composição de diversos ambientes no seu lar.

Quando o assunto é decoração de interiores, o material dos móveis que compõem o lar pode dizer muito sobre os moradores do local. Isso pois, geralmente, móveis modernos e com acabamento em laca são muito utilizados por aqueles que gostam de uma decoração mais moderna e clean.

Já aqueles que utilizam móveis retrô e em finalização fosca, são mais descolados e preferem ambientes minimalistas.

Mas, e os tradicionais móveis de madeira?

Algumas pessoas podem considerá-los parte de decorações clássicas, porém as tendências de decorações da atualidade provam o contrário!

Isso porque, com o novo conceito rústico e industrial, ambos muito utilizados em projetos nos últimos anos, houve também a volta da madeira em diversos móveis, além de utilizada como revestimento e aposta certa para os detalhes.

Essa nova tendência foi uma das inspirações para o projeto do decorado da A.Yoshii. Nele, é possível ver que há uma convergência de estilos, fazendo com que os ambientes se tornem únicos, desde os grandes móveis, até os detalhes como peças decorativas, que dão o toque especial ao todo.

Unindo modernidade e personalidade, esse tipo de decoração fez com que os móveis de madeira sofressem uma repaginada. Desde suas estruturas, que tomaram as mais variadas formas, até seus acabamentos, que tem opções envernizadas e foscas também.

Para aqueles que querem inovar na decoração do lar, apostando em bons móveis de madeira, é possível escolher uma peça que seja objeto central da composição do ambiente.

Já para quem gosta do material e almeja um móvel que tome toda a atenção do cômodo, fazê-lo ponto focal do ambiente é essencial. Isso pois todo o restante da decoração nesse espaço será composto de acordo com o móvel em questão para que sua casa não fique sobrecarregada.

Inclusive, é preciso pensar bastante na iluminação ao selecionar revestimentos de madeira ou que ao menos imitem o material, já que, caso não haja pontos de luz suficientes, o cômodo pode ficar escuro e isso pode impactar no restante da decoração.

Porém, se você não quiser se arriscar tanto e preferir uma decoração mais neutra, é possível agregar apenas objetos em madeira. Assim, você ainda estará por dentro das tendências de decoração atuais, mas manterá o seu estilo e personalidade próprios em evidencia.

Viu só? As possibilidades são muitas e você pode se jogar de cabeça nas ideias ao iniciar o projeto do seu novo lar.

A.Yoshii Engenharia desenvolve obras de grande porte, como usinas de açúcar e álcool e fábricas de papel e celulose. No segmento de incorporação, com empreendimentos residenciais e comerciais construídos em importantes cidades do Paraná, a A.Yoshii se destaca pela qualidade e pontualidade na entrega.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Veja alguns reparos que podem ser feitos em até 24 horas

Livre-se de enrolação com obras e reformas demoradas e veja alguns reparos que podem ser feitos no seu lar em até 24 horas a seguir!

Você certamente já pensou em modificar alguma parte de seu lar, mas acabou desistindo só de imaginar o tempo que a reforma poderia durar e os transtornos que ela acaba causando.

Porém, o que muitas pessoas não sabem é que nem sempre os reparos no imóvel precisam durar uma eternidade, se arrastando por semanas ou meses. Se você acertar na escolha dos profissionais e seguir as dicas que nossos parceiros da Habitissimo trouxeram, verá que é possível fazer uma série de mudanças em seu imóvel em menos de 24 horas!

A diferença que faz um piso novo

Não há como evitar, o piso é uma das partes do imóvel mais sujeitas ao desgaste ao longo dos anos, por isso em algum momento acaba surgindo a necessidade de substituí-lo. Para tornar a substituição mais rápida e eficiente, o ideal é que você instale o piso novo sobreposto ao antigo, evitando assim a necessidade de muito quebra-quebra.

Duas ótimas opções de piso para serem aplicados de forma sobreposta são o vinílico e o laminado, e o que não faltam são opções de cores e modelos para você escolher o que mais combina com seu imóvel.

Papel de parede e sua versatilidade

Ele pode ser aplicado nos mais diversos ambientes do imóvel de forma simples e rápida, trazendo uma renovação instantânea.

Além da praticidade, outra grande vantagem do papel de parede reside em sua ampla variedade de cores e estampas, permitindo que você escolha desde os modelos mais tradicionais até aqueles que imitam outros materiais, como o tijolinho ou a madeira, e criam a sensação de que o imóvel recebeu um novo acabamento.

Detalhes que renovam o banheiro

Se você não aguenta mais olhar para o seu banheiro sempre igual, mas também não está disposto a investir em uma reforma completa para modificá-lo, saiba que é possível encontrar um meio termo e conseguir dar um toque de renovação para o cômodo em apenas um dia.

Para isso, você pode, por exemplo, instalar uma bacia com caixa acoplada e substituir os acessórios como torneira, suporte de toalha e papel higiênico, além do chuveiro.

Procure escolher peças que façam parte da mesma linha de decoração, pois isso irá ajudar a tornar seu banheiro mais harmônico.

Nada como uma boa pintura

Além da opção do papel de parede, se você está em busca de uma forma simples e rápida de transformar qualquer cômodo de seu imóvel, apostar na pintura pode ser uma ótima opção.

E a melhor parte dessa ideia é que você não precisa ficar limitado apenas à pintura lisa e tradicional nas paredes. Existem diversas técnicas diferentes que permitem criar um efeito totalmente personalizado na hora de trocar a cor dos ambientes.

As divisórias como aliadas da decoração

Precisa separar dois ambientes mas não deseja ter o transtorno de construir uma parede no meio do imóvel? Então as divisórias são a solução ideal para o seu caso.

Fáceis de serem instaladas, elas podem ser feitas de diversos materiais, como a madeira, o vidro ou o drywall, e permitem que você transforme a distribuição dos ambientes em apenas algumas horas.

Prateleiras funcionais

Sabe aqueles objetos que você carrega na mão e nunca encontra um local adequado para deixá-los sem que eles se percam como por exemplo as chaves do carro e o celular? Pois bem, com a instalação de algumas prateleiras no ambiente já será possível definir um local certo para guardar esses objetos sem ter que ficar horas procurando por eles depois.

Além disso, as prateleiras possuem uma ótima função decorativa, complementando a composição dos ambientes.

Adesivos para substituir os azulejos

Uma das tendências mais atuais na decoração é apostar nos adesivos coloridos que imitam azulejos, são fáceis de aplicar e transformam rapidamente qualquer ambiente, seja ele a cozinha, o banheiro, a área de serviço ou a área de lazer.

Escolha a estampa que mais combina com a decoração de seu imóvel e não tenha meda na hora de fazer a aplicação dos adesivos.

* Habitissimo atua há oito anos como uma ponte entre oferta e procura no setor de obras, reformas, decoração e serviços domésticos em todo país com o maior volume de negócios nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Bahia. A página web brasileira já recebeu mais de 2 milhões de pedidos de orçamentos, com uma média de 50 mil pedidos por mês.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Destituição de síndico e/ou corpo diretivo do condomínio

Decisão deve ser aprovada em assembleia

Decisão deve ser aprovada em assembleia

Em alguns condomínios, a gestão do síndico, ou do conselho, pode deixar a desejar.

Seja por falta de transparência, por não prestar contas corretamente, por não seguir ou não fazer seguir as determinações da convenção ou do regulamento interno, os condôminos podem querer destituir o gestor ou seu grupo de apoio.

Não é impossível, nem ilegal. Só é necessário seguir o que manda a lei – nesse caso, o Código Civil, em seu artigo 1.349:

  • “Art. 1.349. A assembleia, especialmente convocada para o fim estabelecido no § 2o do artigo antecedente, poderá, pelo voto da maioria absoluta de seus membros, destituir o síndico que praticar irregularidades, não prestar contas, ou não administrar convenientemente o condomínio.

Veja abaixo como proceder corretamente:

Convocação

Mas se não é o síndico quem irá convocar essa assembleia, quem irá fazê-la? Aqui, quem dá a resposta novamente é o Código Civil, em seu artigo 1.355:

  • “Art. 1.355. Assembleias extraordinárias poderão ser convocadas pelo síndico ou por um quarto dos condôminos”.

Ou seja, um quarto dos proprietários, com as suas obrigações em dia, devem concordar com a assembleia.Neste caso, são necessárias as assinaturas desta quantidade mínima de condôminos no edital de convocação.

No momento da convocação, também é importante que conste o “fim específico” na pauta – nesse caso, a destituição do síndico e/ou dos conselheiros.

Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios, dá uma dica para evitar problemas judiciais na convocação.

“A pauta pode conter as seguintes informações, nessa ordem: solicitação de explicações ao síndico e conselho de sua gestão, possibilidade de renúncia, deliberação sobre destituição e eleição de novos representantes do condomínio”.

Importante que a causa da destituição também seja apresentada e fundamentada durante a reunião, além de ser registrada na Ata. Assim evita-se alegações de que a causa não foi discutida para que a votação fosse realizada.

Com esses cuidados, fica assegurado o direito de defesa do síndico e dos conselheiros, um ponto importante a ser considerado pela Justiça caso os mesmos procurem entrar com uma ação contra o condomínio.

Com direito de defesa assegurado, é possível que com algumas explicações sobre a gestão, síndico e conselho consigam entrar em acordo com os participantes da assembleia e, assim, evitem a sua destituição.

Vale ressaltar que a convocação deve respeitar uma série de pré-requisitos legais, como prazos e formatos, geralmente expressos na convenção de cada condomínio.

Ainda sobre a convenção: caso o documento expresse outras obrigações diferentes das atuais do Código Civil para a destituição, como votação de dois terços dos condôminos, vale lembrar que é a lei quem deve ser considerada.

Assembleia

Para destituir o síndico ou conselheiros em assembleia, são necessários os votos da maioria dos presentes. É mesma regra da eleição: pela maioria dos presentes (50% mais um).

Mesmo contando com essa anuência, é fundamental que a destituição seja embasada. Portanto, deve haver provas de que o síndico não está administrando bem o condomínio, prestando contas ou que esteja praticando qualquer irregularidade.

Por isso, é importante que haja algum tipo de documento provando as acusações feitas contra o gestor.

Vale lembrar também que acusações como calúnias, difamações e injúrias, contra o síndico ou membros do conselho, podem ainda render processos por danos morais para quem os pratica.

Se após todas as explicações o síndico ou os membros do conselho não conseguirem defender sua gestão, abre-se o espaço para a renúncia do cargo. Caso isso não aconteça, os moradores poderão destituí-los.

Se houver na pauta de convocação a possibilidade de eleição de um novo síndico e corpo diretivo, escolhe-se então um novo gestor e seu grupo de apoio. Caso não haja essa informação na convocação e o síndico for deposto, é o subsíndico quem assume o posto.

O que vem a seguir depende de cada convenção. Em algumas, o subsíndico deve convocar imediatamente uma nova assembleia para eleição do síndico. Em outras, ele assume sem a necessidade de eleger outro representante.

Síndico profissional

Para destituir o síndico profissional do seu cargo, a prática é um pouco diferente. Geralmente, quando o conselho ou moradores não estão mais satisfeitos com os serviços prestados, é possível pedir uma carta de renúncia para o gestor.

Nesse caso, o costume é dar trinta dias para o profissional, uma espécie de aviso prévio, que pode estar estipulado em contrato. Durante esse período, o conselho procura outro gestor para cuidar do condomínio.

Dessa forma, quando o novo síndico for escolhido, é convocada uma assembleia para ratificar a renúncia do antigo gestor e para apresentar o novo profissional aos moradores.

Vale lembrar que na assembleia de apresentação do novo síndico, o mesmo deve ser aprovado pela maioria dos presentes, como em uma votação para síndico morador.

Perguntas frequentes:

Qual o quórum necessário para destituir o síndico?

O quórum necessário para destituir um síndico em uma assembleia legalmente convocada é a da maioria simples presente. Ou seja, metade dos presentes, mais um.

Como chamar a assembleia para destituir o síndico, se a administradora de condomínio se recusa a passar o endereço dos condôminos?

Essa questão é polêmica. Porém, o entendimento mais comum é que a empresa deve cooperar com os condôminos – uma vez que a mesma presta serviços a todos os condôminos e não apenas ao síndico. Dessa forma, os moradores podem entrar na Justiça pedindo que a administradora cumpra com o seu papel de prestadora de serviços do condomínio.

E se o síndico deposto se recusar a entregar o cargo?

Quando for eleito um novo gestor, o síndico deposto deve obrigatoriamente entregar uma série de documentos. Caso o mesmo se recuse, pode ser notificado extra-judicialmente para que repasse a papelada que já não está mais sob sua responsabilidade.

Se mesmo assim continuar obstruindo a função do novo síndico, poderá ser acionado judicialmente a devolver itens como cartão de banco, documentos, pastas com uma ação de busca e apreensão.

Se, além disso, o antigo síndico gerar mais prejuízos para o condomínio, ainda poderá ser obrigado a ressarcir a coletividade, em uma ação de indenização.

Como provar irregularidades ou má gestão?

O síndico deve prestar contas à coletividade uma vez por ano, obrigatoriamente. Caso suas contas não sejam aprovadas, ou não haja a prestação de contas anual, isso pode ser caracterizado como um indício de má gestão.

Empresas auditoras também podem atestar quando o dinheiro do condomínio não está sendo usado corretamente.

Caso o síndico não esteja cumprindo ou fazendo cumprir as deliberações assembleares, vale fotografar faltas como carro estacionado no lugar errado, manutenção incorreta ou relapsa como infiltrações e rachaduras sem cuidados, falta de recarga em extintores de incêndio vencidos, etc.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Aprovação de obras em assembleia de condomínio

Necessárias, úteis ou voluptuárias? Saiba diferenciar e aprovar cada uma no seu condomínio

 

 

Necessárias, úteis ou voluptuárias? Saiba diferenciar e aprovar cada uma no seu condomínio

 

 

Todo condomínio deve passar por benfeitorias. É normal aquele sentimento de que “as obras aqui nunca acabam”. Afinal, para manter o local sempre em dia, com boa manutenção, é importante que todos os cantos estejam bem cuidados, e isso demanda tempo e planejamento da gestão do local.

E, claro, para manter tudo em ordem, há a necessidade de investimento. Por isso, estar bem informado para realizar o processo de aprovação em assembleia, de forma correta e dentro da lei, é essencial. Assim evita-se problemas futuros e dores de cabeça, caso algum condômino venha questionar a legitimidade da benfeitoria aprovada.

O primeiro passo é identificar o tipo de obra ou benfeitoria a ser realizada, que, segundo o artigo 1.341 do Código Civil, pode ser cartacterizada como NecessáriaÚtil ou Voluptuária.

É com esses parâmetros – apesar de não serem os mais fáceis de interpretar – que a lei determina o quórum necessário para a aprovação em assembleia. A exceção são as obras emergenciais – essas devem ser feitas naquele momento, e podem inclusive serem requisitadas por moradores. Veja abaixo:

Tipos de obras O que são? Votação mínima
NECESSÁRIAS As que conservam a coisa ou impedem sua deterioração*Exemplos:  – Pintura de fachada sem trocar a cor – Impermeabilização de laje por causa de infiltração – Reparos elétricos e hidráulicos – Troca de para-raio, interfone, CFTV, etc. – Restauração do jardim – Instalação de corrimão em escadas de emergência – Adequação do playground às normas da ABNT – Obras de acessibilidade – Modernização do sistema do elevador – Substituição dos equipamentos de ginástica - Se urgentes e as despesas não forem grandes, não precisam de aprovação – Se não urgentes: maioria dos presentes na assembleia (50% + 1) – Se urgentes e de gastos excessivos, a obra pode ser providenciada sem aprovação, mas deve-se imediatamente convocar assembleia para dar ciência e esclarecimentos aos condôminos
ÚTEIS As que aumentam ou facilitam o uso da coisa*

Exemplos: – Instalação de coberturas no estacionamento – Implantação e medição de água individual – Instalação de sistema de segurança – Instalação de grades no perímetro do condomínio – Construção ou ampliação de sala de ginástica – Obras para aumento da garagem – Instalação de grupo gerador – Compra de um novo equipamento de ginástica

Maioria de todos condôminos   (50% + 1)
VOLUPTUÁRIAS As que não aumentam o uso habitual da coisa, constituindo simples deleite ou recreio*

Exemplos: – Restauração ou pintura da fachada com cor diferente – Embelezamento da cabina do elevador – Novo projeto paisagístico do jardim – Reforma do salão de festas ou academia para deixar o espaço mais bonito – Fechamento de varandas com projeto específico – Substituição dos equipamentos de ginástica por novos modelos, caso os antigos estejam ainda em boas condições – Decoração de áreas comuns

2/3 de todos condômino

(*) Definições do dicionário Aurélio

Exemplos que merecem atenção

Não é sempre que a mesma obra será classificada da mesma maneira. Tudo vai depender do condomínio e das condições do local no momento da benfeitoria. Veja alguns exemplos abaixo:

  • Troca dos aparelhos da sala de ginástica: Se for apenas para substituir os atuais que não estão em boas condições, a benfeitoria é considerada necessária. Se for para trocar visando modernizar o local com equipamentos mais avançados, a melhoria é voluptuária
  • Reforma no salão de festas: Caso o local esteja em péssimas condições de uso, arrumá-lo e deixá-lo de acordo com as condições originais para o uso dos condôminos é uma benfeitoria necessária. Porém, se a obra tiver como objetivo deixar o local mais bonito, com acabamentos finos e mais caros, será considerada voluptuária
  • Implantação de sistema de gás: Quando houver legislação local sobre o assunto, a obra é considerada necessária. Mas se for da vontade dos condôminos instalar o sistema, a benfeitoria será útil
  • Impermeabilização da laje: Se houver um vazamento na área comum e que esteja comprometendo a estrutura, a obra é necessária. Se a situação for uma impermeabilização preventiva, a benfeitoria é considerada útil
  • Troca do projeto paisagístico do jardim: Se o local estiver sem condições de uso atual, pode ser uma melhoria necessária. Se for para apenas para deixá-lo mais bonito, será uma benfeitoria voluptuária.

Veja o que diz a Lei sobre aprovação de obras em condomínios

Código Civil, artigos 1341, 1342 e 1343

Art. 1.341. A realização de obras no condomínio depende:

I – se voluptuárias, de voto de dois terços dos condôminos; II – se úteis, de voto da maioria dos condôminos.

§ 1o As obras ou reparações necessárias podem ser realizadas, independentemente de autorização, pelo síndico, ou, em caso de omissão ou impedimento deste, por qualquer condômino.

§ 2o Se as obras ou reparos necessários forem urgentes e importarem em despesas excessivas, determinada sua realização, o síndico ou o condômino que tomou a iniciativa delas dará ciência à assembleia, que deverá ser convocada imediatamente.

§ 3o Não sendo urgentes, as obras ou reparos necessários, que importarem em despesas excessivas, somente poderão ser efetuadas após autorização da assembleia, especialmente convocada pelo síndico, ou, em caso de omissão ou impedimento deste, por qualquer dos condôminos.

§ 4o O condômino que realizar obras ou reparos necessários será reembolsado das despesas que efetuar, não tendo direito à restituição das que fizer com obras ou reparos de outra natureza, embora de interesse comum.

Art. 1.342. A realização de obras, em partes comuns, em acréscimo às já existentes, a fim de lhes facilitar ou aumentar a utilização, depende da aprovação de dois terços dos votos dos condôminos, não sendo permitidas construções, nas partes comuns, suscetíveis de prejudicar a utilização, por qualquer dos condôminos, das partes próprias, ou comuns.

Art. 1.343. A construção de outro pavimento, ou, no solo comum, de outro edifício, destinado a conter novas unidades imobiliárias, depende da aprovação da unanimidade dos condôminos.

Aumentos no orçamento que já fora aprovado

O aumento de custos de uma obra deve ser objeto de nova aprovação pela assembleia?

Depende. Se o incremento de custo for alto, não emergencial e fugir ao escopo do projeto que fora aprovado, deve-se convocar nova assembleia para aprovação do custo extra.

Entretanto, em algumas situações, o síndico pode, sim, aprovar gastos extras caso a obra se mostre mais cara que o previsto.

Uma delas é quando ocorre algum problema grave com a reforma e que, se o reparo não for feito, isso irá impactar negativamente no cotidiano dos moradores.

Por exemplo: se uma peça do elevador que seria trocada já danificou outras – caso não sejam repostas e recolocadas, o prédio ficaria sem elevador. Nesse caso, é possível aprovar as contas depois de contratar o serviço.

Outro caso é quando o síndico tem uma certa autonomia de gasto para a obra – uma certa “gordurinha”, que deverá estar expressa em ata de assembleia, de, por exemplo, até 5% do valor da obra.

O síndico também pode investir sem aprovação prévia quando a obra é emergencial: um portão quebrado, ou um cano estourado que irá deixar os moradores sem água, podem ser consertados e depois ratificados.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Como fazer diferentes tipos de textura em parede?

Você conhece as texturas de parede? São uma excelente opção para renovar o visual da sua casa sem gastar muito. Aprenda a fazer diferentes tipos!

Sabe aquela vontade de mudar a decoração da casa, mas ao mesmo tempo sem ter que passar por grandes transformações em todo ambiente? Que tal renovar uma parede não só na cor, mas também em sua textura?

Apesar de parecer trabalhosa à primeira vista, essa técnica vem conquistando o coração e as paredes de várias pessoas, principalmente por seu custo benefício e praticidade. Com um pouco de paciência e dedicação você mesmo pode fazer mudanças incríveis na sua casa.

E para uma textura bem-feita, não tem segredo! Você precisa começar limpando a superfície escolhida e reparar qualquer imperfeição, para que sua parede fique lisinha. E ah! É sempre bom lembrar de proteger todos os móveis e pisos para que não saiam danificados.

Tá, mas e agora? Uma boa sugestão é procurar referencias antes de ir às compras. Adicionar textura às paredes depende de bastante pesquisa, já que cada tipo de acabamento tem seus próprios necessários ou apropriados.

Por isso, para quem já decidiu seu estilo de acabamento e para aqueles que ainda não sabem qual tipo de textura escolher, nós separamos algumas dicas de como fazer diferentes tipos de textura em parede:

Vamos começar por um dos acabamentos favoritos na decoração de casas e apartamentos, o de cimento queimado. Para fazer esse tipo de textura, você só precisa de uma esponja para pintura e tinta apropriada para paredes.

Com o auxílio de uma esponja grande, molhe de tinta e vá espalhando pela parede em movimentos de “arrastar”. As falhas serão visíveis e esse é o charme do efeito!

Com a secagem da primeira camada e aplicação de uma segunda mão, você conseguirá ver que mesmo com um preenchimento que não é perfeito, o visual fica incrível e cheio de personalidade.

Um pouco mais elaborado, outro efeito que dá um acabamento totalmente diferente para as paredes é a técnica do vassourado. Com o auxílio de uma vassoura com as cerdas mais duras e resistentes, como a de piaçava, faça movimentos retos na vertical ou horizontal para o efeito de listras ou até mesmo a mão livre, girando e criando formas e desenhos na tinta ainda fresca.

É importante que seja feito na tinta ainda úmida para que o efeito seja notado sem grandes dificuldades.

Até o efeito de tijolinhos pode ser replicado nas paredes da sua casa com facilidade. Através de uma marcação feita com fita crepe, é possível criar o desenho de tijolos atravessados em várias fileiras diferentes.

Ao pintar, passe a tinta por cima de toda a parede ainda com a fita e só remova quando tudo estiver seco. Rapidamente o desenho dos tijolos irá surgir.

E como fazer textura com argamassa e massa corrida? É simples! Para um acabamento quadriculado, você vai precisar apenas da massa para textura e uma espátula. A técnica faz com que a parede fique parecida com o acabamento de um azulejo com desenhos em relevo.

É importante que a parede esteja lisinha, bem lixada e pronta para receber uma boa camada de massa. Após a aplicação, basta passar a espátula por cima, criando a arte quadriculada. A finalização com cores e tintas fica a seu critério.

Para fechar, um dos acabamentos queridinhos do momento: aprenda como fazer o efeito de papel de parede com rolos desenhados. Geralmente, você consegue encontrar rolos, desses bem parecidos com pinceis em rolinhos, com desenhos de flores e folhas, filigranas decorativas e ornamentos variados em sua superfície.

Os desenhos costumam vir gravados em relevo em toda a extensão do rolo de pintura e o efeito fica incrivelmente bonito quando aplicado na parede.

Mas para quem quer o mesmo efeito sem gastar muito, é possível criar moldes vazados em cartolinas ou em um papel um pouco mais duro, com o desenho que quiser, e pintar a moda antiga, ou seja, pintando sob o molde.

Para ambas as ideias, o ideal é usar duas cores ou tons diferentes, uma para a base da parede e outra para o desenho do rolo ou dos moldes. Dessa forma, ocorrerá um contraste com o fundo, imprimindo a ilustração diretamente sobre a camada da tinta anterior já seca.

Legal, né? Dá para criar vários tipos de ambientes com esses rolos decorativos.

Está vendo como é fácil? Com poucos materiais, você é capaz de transformar sua casa num ambiente decorado cheio de estilo e personalidade. E se você gostou das dicas não deixe de compartilhar com amigos! Renovar faz bem!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Tendências e novidades de móveis para 2018

Afim de renovar os móveis este ano? Separamos as melhores tendências e novidades de decoração de 2018 para você se inspirar agora mesmo!

A chegada de um novo ano é sempre o momento ideal para renovar tudo que está em sua volta, trazendo boas energias e inspirações para o que está por vir. Ainda estamos no início dele, mas já temos muitas novidades por aí que já são consideradas tendência de decoração para o ano de 2018.

E como aqui ninguém fica na mão quando o assunto é arquitetura, paisagismo e decoração, selecionamentos 4 novidades para te ajudar a criar ambientes bonitos, aconchegantes e cheios de personalidade.

Inspire-se nas referências para renovar a casa toda com base no que há de mais legal e moderno na decoração!

Você já ouvir falar em terrários? Eles são pequenos jardins cultivados dentro de aquários decorativos. Mas não se engane! Apesar de parecer apenas decorativo, é um jardim de verdade, que precisa dos mesmos cuidados que qualquer outro, como adubo rico em nutrientes, água e iluminação solar!

Além de inspirar paz e leveza, é uma tendência de decoração prática, de fácil manutenção e que fica bem qualquer cômodo da sua casa. Escolha espécies de plantas que são mais a sua cara, invista em um modelo de aquário diferentão e, para decorar, utilize pedrinhas brancas ou coloridas. Não tem erro!

Além dos terrários, os jardins suspensos também são uma boa técnica para deixar o espaço com um ar mais natural de forma criativa.

Independente do tipo de jardim você preferir, ambas as ideias são tendências para as áreas externas e internas da sua residência, desde que sejam bem arejadas e iluminadas durante o dia.

Algumas novidades do ano passado caíram tanto no gosto do povo que continuam entre as melhores tendências de decoração de 2018. Estamos falando da decoração estilo industrial, com elementos metálicos e paredes com aparência desgastadas aparentes.

Uma forma de adequar esse tipo de inspiração na sua casa é usar tintas com acabamentos diferentes ou papéis de parede. O efeito de cimento queimado pode ser obtido com tinta apropriada e aplicado com uma esponja em duas ou três demãos, de acordo com a sua preferência.

Já a parede de tijolos pode surgir a partir de um papel de parede diferente e estiloso que você consegue encontrar em lojas de reforma, construção e decoração. Ah, o legal desta última opção é que, sempre que você quiser, pode facilmente trocar esse papel de parede por outro da sua escolha.

As cores estão sempre ditando moda e muito mais do que embelezar o ambiente, podem interferir nos ares e até iluminação dentro de casa. Uma das cores que está com tudo e que também vem da lista de tendências de decoração do ano passado para 2018 é o Millenial Pink.

Combinado com elementos mais clássicos, esse tom de rosa é capaz de transmitir elegância e sofisticação para qualquer ambiente. Desde luminárias suspensas a torneiras de banheiro, o rosê vai bem com cores claras como o branco cru, o bege e o cinza claro e diferente do que muita gente imagina, ele também dá super certo quando mesclado com elementos dourados e prateados.

Uma das tendências mais legais de 2018 são os Pegboards. Apesar do nome estranho, você com certeza vai reconhecer: são paredes furadinhas onde se pode pendurar os mais diversos tipos de acessórios como bijuterias, artigos de arte e papelaria, ferramentas, itens de cozinha, entre outros. Ou seja, é perfeito para aqueles que adoram elementos mais ousados e modernos, sem abrir mão de um toque de praticidade.

São infinitas as possibilidades de decoração e uso, e o melhor, tem um custo baixíssimo. Use de diferentes formas, em diferentes ambientes para ter tudo o que você precisa ao alcance de suas mãos e de um jeito bem criativo.

Para renovar, você não precisa investir numa reforma completa ou gastar na estrutura. Acredite, a simples mudança na decoração já pode trazer um efeito melhor que o esperado. São milhares de acabamentos, texturas e cores disponíveis que dão aquela valorizada no ambiente.

Você pode escolher um estofado diferente como o veludo, uma superfície com aspecto mais natural, como a madeira, vasos metalizados como os de bronze, mantas de pelúcia para os sofás ou tapete que imita pele para a sala. O segredo está nos detalhes, por isso esteja sempre antenado nas técnicas e tendências de decoração e sempre quiser, se inspire com as nossas dicas!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Condomínio não é responsável por crimes

Segurança é obrigação do Estado e condomínio só é responsável se o crime foi facilitado de propósito ou por negligência

Com a onda de crimes cada vez mais ousados, tornou-se comum ver notícias de práticas criminosas em condomínios e edifícios.

No entanto, de acordo com Rodrigo Karpat, advogado especializado em direito condominial e questões imobiliárias, a administração do condomínio em si não pode ser responsabilizada por crimes desse tipo, a não ser que seja comprovada a intenção de um funcionário em colaborar com a prática ou até mesmo algum ato de negligência que favoreceu o crime.

Foto: Arquivo / O Liberal

Condomínios não são responsáveis por crimes ocorridos em seu interior

“A responsabilidade da segurança é do Poder Público. O condomínio só vai ser responsável se de alguma forma ele concorreu com esse ato delituoso, por exemplo, se houve uma facilitação do porteiro na entrada do meliante, se o portão foi aberto de forma inadvertida, ou se de alguma forma o condomínio chamou para si a responsabilidade da segurança. Quando ele faz isso? Quando a convenção o obriga a cuidar da segurança, o que é muitas vezes incomum, ou quando ele oferece sistemas de vigilância, não câmeras de segurança, mas por exemplo a contratação de vigilantes armados, aí o Judiciário tem entendido que ele assumiu para si a responsabilidade de fazer guarda daquelas áreas”, explicou.

O advogado completa a explicação lembrando que a função de equipes de segurança desarmadas, formadas por zeladores e porteiros, por exemplo, não é confrontar e prender criminosos, mas sim vigiar o ambiente para situações envolvendo problemas internos. No caso de crimes, os mesmos podem, se possível, acionar as autoridades responsáveis pela segurança pública, que têm a responsabilidade de combater o crime em qualquer lugar.

“É importante que fique bem claro qual é a função deles (zeladores e porteiros), que é controlar acesso, controlar situações inerentes ao convívio e, logicamente, de certa forma, vigiar o perímetro, mas não a vigilância e proteção patrimonial substituindo o Estado”, esclareceu Karpat.

Fonte: http://liberal.com.br

Condomínio e condômino

Síndico e membros do conselho do condomínio respondem pelos danos não indenizados em virtude da não contratação ou de contratação insuficiente do seguro patrimonial

Antonio Penteado Mendonça, O Estado de S.Paulo

O seguro patrimonial de edifícios em condomínio é um seguro obrigatório e a sua não contratação pode implicar multa de até 10% do valor do risco segurável. Ou seja: um edifício no valor de R$ 50 milhões pode resultar numa multa de R$ 5 milhões, caso o seguro não seja contratado.

Além disso, o síndico e os membros do conselho do condomínio respondem pelos danos não indenizados em virtude da não contratação ou de contratação insuficiente do seguro patrimonial. Essas regras são claras e impositivas. Se o seguro não for feito, ou for mal feito, os que tiveram participação na definição dos parâmetros e na tomada de decisão da não contratação, ou da contratação insuficiente, respondem pelos danos decorrentes dos sinistros que deveriam estar cobertos.

Mas, além dos riscos patrimoniais, os condomínios têm outro risco da maior importância, tanto pelo montante dos danos como pelo comprometimento das relações sociais entre os moradores. É o seguro de responsabilidade civil – que indeniza danos causados a terceiros em função da existência e do funcionamento do condomínio.

Em algumas situações, dependendo da garantia, o segurado é equiparado a terceiro, ou seja, tem direito a receber a indenização do seguro em virtude de sofrer danos causados pelo condomínio. Em outras não. Também há situações (raras) em que os condôminos podem ser cossegurados da apólice, caso em que os danos a terceiros são causados pelo condômino e a apólice do condomínio garante indenização dos prejuízos.

Os pacotes de seguros para condomínio normalmente oferecem garantia de responsabilidade civil para os riscos decorrentes da existência e funcionamento do edifício. São acidentes como alguém escorregar no piso molhado e quebrar a perna, ou um vaso pendurado na fachada comum cair em cima de um veículo, ou estourar uma coluna de água e inundar os apartamentos, etc.

Neles, há a participação ativa ou passiva do condomínio – quer dizer, o dano foi causado em função da existência e funcionamento do condomínio, estando cobertos inclusive os danos causados a terceiros pelos seus funcionários.

Nesta situação, os condôminos são equiparados a terceiros e, portanto, no caso de sofrerem perda decorrente de evento envolvendo o condomínio, têm direito à indenização do seguro.

O seguro de responsabilidade civil do condomínio dá garantia para acidentes acontecidos em função da existência das áreas comuns. Ele não contempla os danos causados a terceiros em função de acidentes dentro das unidades particulares. Se um condômino faz uma ligação errada e conecta a rede de água à rede de gás, inundando a tubulação e mesmo outras unidades do edifício, a responsabilidade é dele. O seguro de responsabilidade civil do condomínio não indenizará as vítimas do acidente. A responsabilidade pelos danos não é do condomínio. Consequentemente o seu seguro de danos a terceiros não pagará a indenização.

Além dos riscos em função da existência e funcionamento do edifício, existem outros que podem causar danos a terceiros, comprometendo o caixa do condomínio. É o caso do risco de responsabilidade civil garagista, que indeniza os danos causados aos veículos estacionados no prédio, ou danos sofridos pelos empregados durante seus turnos de trabalho, como, por exemplo, um funcionário cair de uma escada e quebrar um braço, etc.

Já os danos a terceiros causados pela ação ou omissão dos condôminos não são cobertos. Se estoura o boiler de água quente de um apartamento e a água atinge o apartamento de baixo, ou se uma explosão de gás numa cozinha danifica outras unidades do edifício, o seguro de responsabilidade civil do condomínio não indeniza. E a razão é simples: os danos não são de responsabilidade do condomínio, mas de um condômino.

Para estas situações existe um seguro que o condômino contrata para garantir os danos causados a terceiros em função da existência e funcionamento da sua unidade. É um seguro relativamente barato e que, apesar da sua importância, quase não é contratado.

* ANTONIO PENTEADO MENDONÇA É SÓCIO DE PENTEADO MENDONÇA E CHAR ADVOCACIA E SECRETÁRIO GERAL DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS

Fonte: http://economia.estadao.com.br/

Apostando no verde, a cor multiuso para o seu lar

Uma cor que nunca tem erro para compor a decoração da sua casa é o verde. Quer saber o porquê? Confira e veja algumas referências para o seu lar.

Não tem cor que combine melhor com o verão do que o verde!

Com a chegada da estação tudo remete a praia, natureza e frescor. E alguns tons da cor trazem esses elementos para a sua casa! Além das paredes e acessórios, o verde está presente também nas plantas e elementos naturais que cultivamos em nosso querido lar.

O verão pede por muito mais verde, desde vasinhos dentro e fora de casa para ajudar a renovar o ambiente até as cores das paredes, para melhorar as energias e trazer leveza para a sua casa.

Sempre que você quiser renovar os ambientes, sem trocar os móveis ou mudar todos os acessórios decorativos, a alternativa mais simples e barata é pintar as paredes para mudar a cara do espaço inteiro sem mexer em nada ao redor.

Outra opção é renovar objetos, acessórios ou substituir os móveis, caso queira uma reforma mais radical.

Quer ver algumas possibilidades maravilhosas em verde para dar vida nova a sua morada? Confira nossa seleção de inspirações para quem considera trocar as cores da casa:

Tons claros: o verde claro é descontraído e ajuda a trazer bastante leveza e equilíbrio para a casa. Os tons com fundo mais amarelado remetem a flores e folhas, deixam tudo com aspecto de natureza, além de serem puro charme.

Essa cozinha em tom claro é a combinação perfeita entre o verde e a madeira nos detalhes. Além disso, a parede de tijolinhos aparentes deixa tudo mais moderno. Os demais detalhes em cores neutras ajudam a balancear as coisas sem deixar o clima pesado.

Tons escuros: o verde escuro tem o aspecto de mais seriedade e sofisticação para a casa. Ainda assim, remete a natureza, ao tom da mata e traz aconchego. Combina com tons neutros claros e escuros como branco, creme, preto e marrom escuro.

Nas paredes, o ideal é que não seja muito escuro no caso de casas com menos iluminação. Aposte no tom esmeralda, como no da foto. Vai bem nas salas de estar de casas e apartamentos bem arejados, também fica muito em apenas umas das paredes para maior contraste no ambiente.

Os móveis em verde escuro combinam com elementos em madeira, mesas de vidro, vasos claros com plantas e flores. Essas escolhas são mais para quem prefere um espaço mais requintado, com formas e acabamentos mais sérios e clássicos.

Tons azulados: o verde turquesa é a combinação perfeita entre o verde e o azul. Remete ao mar, traz tranquilidade e sobriedade para o ambiente. Combina com elementos em branco, cinza claro e tons neutros em geral.

Parede turquesa alegra o ambiente, pois é uma cor vibrante, bastante viva. O ideal é utilizar em uma ou duas paredes para diminuir a uniformidade das demais em branco. Fica lindo!

Os móveis em verde turquesa dão um up no visual. Existem sofás, estantes e armários nessa cor e eles ficam lindos para divertir ambientes muito escuros.

O verde tem tudo a ver com o Brasil e com o nosso clima tropical. Abuse da cor e renove sua casa!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Placas de imobiliárias em condomínios: ajudam ou prejudicam?

Entenda o que é preciso fazer para não comprometer a estética, segurança e valorização do imóvel

Entenda o que é preciso fazer para não comprometer a estética, segurança e valorização do imóvel

Antes aliadas, as placas de imobiliárias são hoje indesejadas nas fachadas e grades dos condomínios.

Preocupados, principalmente, com questões de segurança, síndicos, administradoras e moradores acreditam que a presença delas aumentam os riscos para o empreendimento. Há ainda a questão da estética, alteração de fachada e possível desvalorização do imóvel quando o condomínio não adota um padrão e regras de uso.

O vice-presidente da Graiche, José Roberto Junior, diz que o maior receio dos condôminos é de qualquer pessoa mal intencionada fingir ser um corretor e entrar com facilidade pela portaria. Além disso, esteticamente, ele acredita que o acúmulo de placas pode desfavorecer o condomínio, com relação ao seu valor econômico.

Vale lembrar que pendurar placas e faixas nas janelas ou varandas caracteriza alteração de fachada, e o ideal é que essa proibição conste na convenção do condomínio.

De acordo com o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, a divulgação feita nas grades e portarias é permitida, desde que todas as imobiliárias disponham de autorização por escrito do proprietário para a intermediação do imóvel e respeitem as regras do condomínio.

Prejudica ou beneficia?

“As placas imobiliárias têm o objetivo de atrair interessados no imóvel tanto para venda como locação, assim como agilizar o fechamento do negócio. Por isso, elas devem ficar em um lugar visível e seguir a legislação, incluindo o número do Creci do profissional responsável”, comenta Viana Neto.

No condomínio que o síndico Nilton Savieto administra, funciona exatamente assim. As placas com telefones das imobiliárias são permitidas, mas a ordem é não receber nenhuma pessoa que não esteja acompanhada de um corretor autorizado e com o número de registro no Creci.

Nestes casos, as edificações que optarem tolerar os anúncios porque apostam mais nos resultados positivos do que nos negativos que eles oferecem, é preciso aprovar em assembleia um padrão a ser seguido, de forma que tente proteger, na medida do possível, a uniformidade das partes externas.

“Deve-se consultar a legislação da cidade para verificar se não existem regras peculiares da localidade. Dependendo da previsão da convenção e dos costumes do prédio, sustento que tal padronização pode ser feita mediante aprovação de 2/3 ou, até, da maioria simples em assembleia em que conste item adequado para essa discussão”, explica André Luiz Junqueira, sócio titular da Coelho, Junqueira e Roque Advogados.

Proibir ou padronizar?

É fato que um número elevado de placas certamente trará poulição visual e possível desvalorização do imóvel. Por isso, a padronização e regras de uso são importantes para evitar esses pontos negativos.

A proibição é possível, se formalizada e aprovada em assembleia com maioria simples, caso não conste na convenção nenhuma regra a respeito. Já se houver necessidade de alterar as regras estipuladas na convenção, deve-se seguir o quórum de 2/3 de todos os condôminos.

O advogado André aposta que a padronização é a melhor alternativa e mais pacífica do que proibir. Para ele, vale mais uma conversa entre os condôminios para definir formato, tonalidade, fonte e o tempo de exposição do anúncio.

“O anúncio geralmente é benéfico ao proprietário ou locador e, a princípio, não durará para sempre. Existe algum risco em chamar atenção com anúncios, mas não maior do que qualquer condomínio pode estar sujeito como, por exemplo, rotatividade, quantidade de unidades e outros. Caberá a cada condomínio, que às vezes diferem tanto quanto países, regulamentar o assunto da forma que lhe for mais conveniente”, diz ele.

Já a administradora Graiche sugere a exclusividade dos serviços de intermediação de venda e locação, comum no exterior, para evitar transtornos.

“O proprietário pode solicitar à imobiliária relatórios semanais sobre a divulgação do imóvel, perfil dos interessados, opiniões de quem visitou, etc”, declara o vice-presidente da Graiche.

Outros cuidados

Para que o processo de compra ou locação do imóvel ocorra da melhor forma possível, o proprietário deve tomar ainda as seguintes medidas:

  • Avisar o síndico antecipadamente sobre a comercialização do imóvel
  • Informar-se sobre as regras do condomínio quanto à visita de corretores e placas de imobiliárias
  • Cadastrar ou solicitar a autorização antecipada de todo visitante (com número de documentos)
  • Entender que as visitas devem ser feitas somente com presença de um corretor devidamente registrado no Creci
  • Listar as imobiliárias e corretores que estão autorizadas a trabalhar o imóvel e compartilhar com o síndico e portaria
  • Comunicar o corretor que é preciso ele entrar em contato com a portaria com antecedência para agendar seu horário de entrada.

Normas sobre placas de imobiliárias

Segundo Viana, há normas específicas que devem ser seguidas pelos corretores. Além disso, em cidades como São Paulo, há outros critérios relativos à Lei Cidade Limpa. Por isso, antes de colocar a placa, o profissional deve checar para verificar se ela atende às normas.

“As empresas e corretores devem obedecer ao Guia de placas e divulgação, disponível para os profissionais, que regulamenta como deve ser a propaganda imobiliária. Quando as imobiliárias e os corretores não obedecem a essa regulamentação, podem ser autuados e, posteriormente, sofrer multa”, conta o presidente.

De acordo com a Lei Cidade Limpa da capital paulistana, o anúncio deverá ter um tamanho máximo, definido segundo a dimensão da testada, que é a linha divisória entre o imóvel e o logradouro ou via pública. O tamanho da testada do imóvel aparece descrito no respectivo carnê do IPTU.

Para facilitar o cálculo do anúncio indicativo permitido, a lei agrupou os imóveis de São Paulo em três categorias, de acordo com a dimensão de suas testadas. De um jeito simples, foram divididos em pequenos, médios e grandes.

Sendo os pequenos, aquele que têm testada inferior a 10 metros. Neste caso, a área total do anúncio com o nome do estabelecimento não poderá ser maior do que 1,5 m². Os médios cuja testada é superior a 10 metros lineares ou superior a 100 metros lineares, o tamanho máximo permitido para a colocação de placa com o nome do estabelecimento será de 4 m².

E, os imóveis grandes, aqueles que possuem testada de tamanho igual ou superior a 100 metros lineares, de acordo com a Lei Cidade Limpa, poderão receber dois anúncios indicativos em sua fachada. Mas, atenção: a área total de cada um deles não poderá ultrapassar 10 m². Além disso, os anúncios deverão também estar separados por uma distância mínima de 20 metros.

Caso o anúncio seja exibido sem autorização ou com dimensões diferentes das aprovadas, as multas podem custar a partir de R$ 10 mil, com outras penalidades, caso persista a infração.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

É preciso seguir alguns cuidados na hora de decidir pela casa própria

Comprar um imóvel é o sonho da maioria dos brasileiros. Ao escolher determinado bem, é importante se precaver para evitar dores de cabeça no futuro

Tamanho do imóvel deve atender ao número de pessoas que vai habitá-lo - Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
Tamanho do imóvel deve atender ao número de pessoas que vai habitá-lo

Escolher o tão sonhado imóvel não é uma tarefa fácil. Antes da decisão final, é necessário pensar minuciosamente em cada detalhe. Comprar uma nova moradia requer planejamento e cuidados para a tão sonhada casa própria não se tornar uma grande dor de cabeça. É importante responder a algumas perguntas e anotar as maiores necessidades do tipo de imóvel que está procurando: ‘O novo imóvel atende a todas as necessidades? A região da nova moradia dispõe de estabelecimentos de uso frequente, como supermercados, padaria e farmácia? O condomínio aceita a entrada de animais de estimação? O local conta com a segurança e a tranquilidade necessárias?’.

“O imóvel ideal deve atender às necessidades dos moradores de conforto, segurança, logística e tranquilidade. Uma vez feita a escolha, é necessário conferir toda a documentação do imóvel e do vendedor também. Evitando-se assim problemas que podem transformar a compra de um imóvel em pesadelo”, aconselha o consultor imobiliário Wellington Barreto, da Casa Mineira Imóveis. A localização do imóvel e o que ele agrega em lazer, estabelecimentos e valorização são outras considerações a serem feitas na hora da escolha, de acordo com o consultor.

Dar uma volta pela região também é recomendado para análise do ambiente. Mas existem alguns detalhes importantes, pois a segurança de um bairro pode ser relativa. Preste atenção à rotina da sua família e verifique como é a região nos horários em que você costuma sair e chegar em casa. A distância do trabalho também pode ser um elemento importante, em especial em regiões muito urbanizadas, devido ao trânsito e ao acúmulo de pessoas; um imóvel longe do trabalho pode gerar altos custos de transporte, além do tempo gasto.

É importante tirar todas as dúvidas na visita de todos os imóveis selecionados com os proprietários ou corretores. “O papel do corretor é o de apresentar o empreendimento ao pretenso comprador e lhe prestar todas as informações que ele julgar necessárias. Inclusive, sendo do interesse do comprador colocá-lo em contato com o síndico do prédio”, comenta o consultor. Além disso, os corretores podem oferecer atendimento personalizado, auxiliando na documentação e na vistoria do apartamento.

Escolha deve ser bem consciente

Gustavo Vaz, CEO da EmCasa, imobiliária digital, listou tudo o que é preciso saber sobre os tipos de imóveis e os fatores que devem ser avaliados no momento da escolha:

Tamanho do imóvel » O principal fator é a quantidade de pessoas que vão residir no imóvel. Um imóvel ideal para apenas uma pessoa é bastante diferente de um imóvel para uma família de cinco membros. Há outros fatores como vida social, gosto pessoal e até mesmo necessidade de um ambiente de trabalho. Porém, o fator mais importante é, de fato, o número de residentes.

 Animais de estimação » A presença de animais de estimação é grande influenciador. Animais de estimação maiores, como um cachorro da raça Labrador, necessitam espaço físico maior, idealmente até um gramado, o que faz com que uma casa seja o imóvel mais adequado nessas condições. Animais pequenos como cachorros de menor porte são mais adaptáveis a apartamentos – nessas condições, é importante que pelo menos haja um parque ou praça perto do imóvel para passeio.

Home Office » Para quem faz “home office” (trabalhar de casa), estilo muito comum entre os jovens atualmente, as especificações recomendadas são ter um ambiente moderno, agradável e confortável, pois a pessoa passará quase que a totalidade do dia no imóvel. Se possível, ter um ambiente de trabalho separado em um escritório ajuda bastante, principalmente se o proprietário tiver filhos, pois assim aumenta sua concentração e produtividade no exercício da profissão.

Características do imóvel » Características como o andar, quantidade de elevadores e manutenção do edifício são às vezes ignorados na hora da decisão, mas que podem influenciar bastante na vida do proprietário. Para quem trabalha em casa, por exemplo, andares baixos não são recomendados, pois pode haver barulho de parquinhos, comércio ou até ruas movimentadas com ônibus e trânsito. Para quem gosta de dormir cedo e tem sono leve, a sugestão também é buscar um andar mais alto ou apartamentos de fundos. A quantidade de elevadores também é bastante relevante. Um prédio com muitos moradores e poucos elevadores pode fazer com que você perca bons 5 ou 10 minutos todos os dias, o que pode vir a ser bem estressante.

Infraestrutura e vizinhança » A infraestrutura é bem importante, dependendo do estilo de vida dos moradores, e varia de família para família. Algumas pessoas valorizam mais ter um condomínio com piscina e parquinho, enquanto outras valorizam mais academia de ginástica. A vizinhança também é algo muito importante de entender e até um pouco mais difícil de descobrir – como saber se o seu vizinho é um DJ de música eletrônica ou tem cachorros que latem o dia todo? Para responder a essas perguntas é sempre válido conversar com o seu corretor ou imobiliária, pois eles são os mais capacitados para responder a essa pergunta, são os que já visitaram os imóveis, conhecem a região, e podem te dizer com imparcialidade como é, de fato, a vizinhança de um determinado imóvel.

Fonte: EmCasa 

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Das contas às queixas; aplicativos facilitam a vida em condomínio

Novas plataformas melhoram a comunicação entre administração e condôminos, veja lista de aplicativos disponíveis para IOS e Android

Frederico Neves tem recebido elogios após a adoção de um aplicativo na administração condominial. (Foto: Marina Silva/CORREIO)

Há quem diga que o síndico é o prefeito do condomínio, e administrar um espaço que concentra o convívio de muita gente pode ser tão desafiador quando gerir uma cidade. É para escapar dos problemas de comunicação e oferecer uma gestão cada vez mais eficiente que administrações condominiais estão investindo cada vez mais em aplicativos que auxiliam na rotina administrativa, melhorando o diálogo entre condôminos e gestores.

As listas de utilidades de cada aplicativo são diversas. No caso do síndico Frederico Neves, que administra um condomínio de 372 unidades, na Federação, a ferramenta contratado foi o MyCond, desenvolvida por uma empresa soteropolitana. Desde que contratou o serviço, ele notou uma melhora imediata nos trabalhos. “Facilita muito a gestão. Antes, quando emitíamos um comunicado, a divulgação precisava ser feita por e-mail ou aviso no elevador, e nem sempre todo mundo tinha acesso e isso criava muitos desentendimentos”, afirma.

Com o aplicativo, Frederico consegue não só mandar os comunicados, mas conferir quem leu e gerir diversos serviços, como reserva de área de lazer, solicitação de manutenção, emissão de guias de pagamento, entre outras facilidades.

“Aproximou toda a comunidade do condomínio, e descomplicou a administração, pois posso gerir de forma remota. Esse final de semana estarei viajando e posso conferir tudo que está acontecendo”, explica.

De acordo com a presidente do MyCond, Ana Rita Oliveira, o app, que foi feito por encomenda para um cliente há três anos, teve uma grande aceitação e opera em 120 condomínios de Salvador. “O objetivo aqui é realmente facilitar a administração condominial, e o sistema é adaptável às necessidades do cliente, pode conter formulário de matrículas para atividades do condomínio, pagamentos, registro de ocorrência, e até atas das assembleias”, comenta.

Rápido e prático

Presidente do Sindicato da Habitação, seção Bahia (Secovi-Ba), Kelsor Fernandes diz que os aplicativos têm sido o alívio de muitos síndicos em função da praticidade que oferecem. “Os empreendimentos em Salvador têm se tornado cada vez mais amplos e populosos, por isso é normal que a administração e os condôminos acabem tendo dificuldade de comunicação em função da velocidade com as quais as coisas acontecem”, ressalta. “É assim que percebo o quanto o uso dos aplicativos tem crescido e se tornado instrumental para uma gestão cada vez mais eficiente”.

Para Kelsor, o rateio do app entre os moradores faz a relação custo benefício vantajosa para o condomínio, pois agrega comodidade para todos. “Os preços em geral são adaptáveis às necessidades do condomínio, mas levando em consideração a desburocratização que esses sistemas oferecem, com certeza vale à pena”.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/

5 regras para escolher o sofá perfeito

Separamos algumas dicas para te ajudar a adquirir o móvel mais importante da sua sala de estar

Sofá-cama da loja virtual da Oppa (Foto: Divulgação)

1. Sempre experimente antes de comprar!

Geralmente, a profundidade do assento de um sofá é de 60 cm. Já a altura do sofá varia de 45 cm a 50 cm. Como não existe uma medida ideal, o certo é que você procure o que for mais confortável para você. A altura de cada pessoa interfere no tipo de sofá que é mais cômodo para ele(a), por isso é tão importante experimentar!

2. Vale a pena pagar por uma boa estrutura

Um sofá é um investimento – e a estrutura é o ponto principal, já que ela terá que aguentar vários cochilos. Preste atenção na garantia do produto (alguns fabricantes oferecem garantia vitalícia). Uma boa pedida é investir em estruturas de madeira sólida.

3. As almofadas também importam

Claro que uma boa estrutura não adianta muito sem boas almofadas. As de pena são muito confortáveis, mas você vai precisar enchê-las com certa frequência. Já aquelas feitas com espuma e/ou fibras podem perder a forma com o tempo. Por isso, o ideal é combinar esses materiais: use as fibras e espuma nas almofadas do assento e as penas para aquelas que servem de apoio às costas.

4. Preste atenção no tecido

O sofá é uma das peças principais da sala de estar, por isso é importante escolher bem o tecido e estampa para que ele combine com o restante da decoração. Se o seu sofá fica perto de janelas, opte por materiais sintéticos, que, ao contrário dos naturais, não se deterioram com a luz solar. Uma capa para o móvel também pode ser algo interessante se você tem pets em casa, já fica mais fácil lavá-las.

5. Só falta medir!

E não é só medir o espaço que o seu sofá ocupará: meça também as dimensões das portas e escadas pelos quais ele terá que passar. Se for o caso, opte por um móvel com pés removíveis ou um que possa ser separado e remontado dentro da sua casa.

Fonte: https://revistacasaejardim.globo.com/

Menos é mais: 5 características do minimalismo

Com espaços cada vez menores e um mundo em que caminhamos no sentido contrário do acúmulo de coisas, o estilo minimalista vem conquistando ainda mais adeptos pelo mundo

Após anos acumulando livros, objetos, coleções e todo tipo de lembranças adquiridas mundo afora, cresce, principalmente nas grandes cidades, o hábito do desapego. Cada vez mais, pessoas têm entendido que não há mais tempo, espaço e até energia para se gastar com coisas que não têm mais função. A opção por um estilo de vida mais simples, que prioriza apenas o essencial, reflete um momento onde a busca pela leveza torna-se um alívio, um conforto para a rotina pesada e estressante. Nesse sentido, espaços mais vazios não necessariamente significam lares menos calorosos. A ideia é justamente o oposto: pensar em lares mais afetivos, que priorizem o convívio e menos engessados em antigos hábitos.

A expressão minimalismo teve origem junto com movimentos artísticos em vários períodos do século XX. Esses movimentos que priorizavam o uso de elementos fundamentais em sua base de expressão influenciaram, inicialmente, as artes visuais e, em seguida, o design. A minimal art, que surgiu nos Estados Unidos nos anos 60, acabou crescendo e chegando ao estilo de vida das pessoas, atingindo também a arquitetura e, finalmente, dando origem ao termo minimalista.

Hoje, quem admira e tenta adotar esse estilo de decoração, busca na limpeza visual e até mesmo no vazio, uma tranquilidade ou refúgio em contraponto ao caos e ao excesso de informação. Mais que um estilo, a decoração minimalista pode refletir um estilo de vida para alguns, no qual a qualidade, em todos os sentidos, está acima da quantidade.

Para quem trabalha com decoração, o maior desafio é deixar o ambiente funcional, agradável e aconchegante, usando poucos elementos. A seleção do que entra na casa e do que permanece, é muito mais criteriosa. Mais que descartar os excessos, os itens que ficam devem ter função, qualidade e apelo estético.

minimalismo-coluna-revollo (Foto: Divulgação)

1 Iluminação Natural

Entre todos os estilos de decoração, o minimalismo é o que mais valoriza a luz natural. A iluminação precisa invadir a casa por completo. Por essa razão, grandes vãos são necessários, além de cores claras e neutras na estrutura. Cortinas e persianas serão sempre com tecidos finos e com muita transparência. A luz natural nesse tipo de decoração é sempre o elemento principal para trazer leveza ao ambiente.

minimalismo-coluna-revollo (Foto: Divulgação)

2 Uso das Cores

A simplicidade desse estilo começa na escolha das cores. O branco é a cor principal e ela quase sempre é a base de um ambiente minimalista. Não se trata de uma preferência apenas estética, o branco funciona muito bem como difusor de luz natural, elemento essencial para o estilo, como descrito no item anterior. Outros tons neutros como off-white, bege, cinza e até mesmo o preto são bem-vindos na hora de compor a paleta de cores.

minimalismo-coluna-revollo (Foto: Divulgação)
(Foto Divulgação)

3 Estrutura

A estrutura “limpa”, ou seja, sem molduras, adereços ou itens decorativos, é uma das características mais marcantes do estilo minimalista. Espaços fluidos, simples, com revestimentos e superfícies lisas e cores neutras devem conter apenas o que for essencial e funcional. Para que o resultado seja um ambiente aconchegante, é indicado que cores e materiais contenham acabamento fosco e a presença da madeira natural. As texturas agradáveis ao toque aquecem o ambiente. Trabalhar com contrastes entre o branco e as demais cores também um artifício simples que deixa a estrutura bastante interessante sem comprometer o estilo.

minimalismo-coluna-revollo (Foto: Divulgação)

4 Decoração

Aqui a regra do “menos é mais” deve ser seguida à risca. Deve-se começar com o que é estritamente funcional e primordial, mas sempre lembrando de respeitar a amplitude, o vazio e a fluidez do espaço. Mais que um ambiente limpo, é no momento da seleção desses móveis que a decoração mínima e tranquilizadora é definida.

O que for apenas item de decoração, sem real função, deve ser repensado e escolhido pontualmente levando em consideração o valor estético ou afetivo. Mesmo que muito do que ganhamos ou compramos tenha um valor ou lembrança afetiva, o filtro para o que fica deve ser rígido. E, em último caso, os armários podem acomodar na parte interna aquilo que tem valor sentimental, mas que não precisa ficar à mostra ou que não segue a linguagem minimal mood.

minimalismo-coluna-revollo (Foto: Divulgação)

5 Organização

O surgimento e a proliferação das organizers é mais que um capricho e refletem essa transição entre espaços menores e excessos que eram permitidos em outras épocas. Ou seja, atualmente nem todo imóvel tem espaço para despejo (o “quarto da bagunça”) e, por isso, a organização é tão importante para os admiradores do estilo minimalista. Ela é bem criteriosa e apenas os itens que têm função, qualidade e beleza permanecem. Deste modo, a limpeza visual resulta em ambiente livre de excessos, organizado e harmônico.

Fonte: https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Colunistas/

Tecnologia vira o grande aliado dos moradores no combate à criminalidade

Número de arrombamentos a residências e condomínios vem crescendo e o uso dos aparatos de segurança oferece praticidade e eficiência contra a violência

Circuito interno de TV tem crescido, com monitoramento em tempo integral e real  - Templuz/Divulgação
Circuito interno de TV tem crescido, com monitoramento em tempo integral e real

Localização e segurança são determinantes na aquisição de qualquer imóvel. Quando se é morador e convive-se com problemas de assaltos na região onde mora, pensar na proteção do seu imóvel e de sua família é primordial. Em Belo Horizonte, por exemplo, o crescimento no número de arrombamentos a residências e condomínios foi de 66% em 2016, comparado ao primeiro trimestre de 2015, de acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). Com o advento das mais diversas tecnologias, há uma variedade de equipamentos com qualidade e preços diferentes para maior conforto e bem-estar dos condôminos. Medidas de segurança devem sempre ser pauta nas reuniões condominiais, na tentativa de coibir assaltantes ou invasores.

“A indústria da segurança tem crescido consideravelmente. A tecnologia tem uma influência muito grande nesse crescimento, pois ela proporciona mecanismos práticos e eficientes para manter uma determinada área protegida. Seja com o monitoramento em tempo integral e acessível a qualquer momento ou qualquer outro lugar ou por meio de restrições de acesso”, esclarece Marcelo Voltolin, gerente regional de operações do Grupo GR.

As centrais de alarmes não são novidades, mas mesmo assim não deixam de ser eficientes. “Outro sistema muito usado nos condomínios são as câmeras de monitoramento, que também não são inovadoras, porém, assim como as centrais de alarmes, continuam tendo sua relativa efetividade. Câmeras ‘fakes’ não são recomendadas”, expõe Marcelo.

Tiago Matos, consultor de vendas da Templuz, do Grupo Loja Elétrica, ressalta que a viabilidade de equipamentos de segurança evoluiu muito com o advento da tecnologia e a internet. Com essa mudança, os preços se tornaram cada vez mais diversos e acessíveis para todos os tipos de soluções. “Os custos viabilizaram bastante e as despesas são bastante relativas com essa aparelhagem. Hoje o mercado oferece sistemas com qualidades e preços diferentes. Um exemplo é o circuito interno de TV, que com o avanço da tecnologia temos câmeras que gravam em HD, FullHD e até com o 4K. O valor nesses sistemas de seguranças se tornou bastante acessível e diversificado”, comenta.

MECANISMOS 

Um ganho na segurança condominial com a tecnologia é no caso da internet interligada entre os aparelhos eletrônicos. Essa modernização auxilia na gestão e nos processos de segurança do condomínio, uma vez que torna os processos de monitoramento cada vez mais acessíveis. “É um benefício desses sistemas. Dá pra monitorar as câmeras do prédio de qualquer lugar com essa comunicação via internet usando um celular”, exemplifica o consultor de vendas.

Um outro mecanismo de proteção que vem aumentando com essa entrada da tecnologia nos prédios são os sistemas biométricos. “Os controles de acesso biométricos consistem em travas de composição corporal única como métrica de desbloqueio. Esses parâmetros podem ser definidos com base nas digitais, estrutura facial ou na retina. Há no mercado muitos modelos e é difícil burlar esse tipo de sistema. Entretanto, os custos de alguns modelos desse sistema são relativamente altos”, comenta Marcelo Voltolin. Os investimentos em aparelhos de qualidade são benéficos, também, em relação à manutenção da aparelhagem. “Se tiver um investimento em equipamentos de qualidade a manutenção é quase zero”, destaca Tiago. É importante que os equipamentos tenham uma manutenção preventiva, por meio de inspeção dos sistemas periodicamente. Evitando assim diversos problemas, como a ausência de gravação, desligamento de sistemas ou atualização de softwares. Outro ponto a ser cuidado é com a rede elétrica. Já que a incidência de raios é muito grande em dias de chuva e esta tensão pode danificar os aparelhos.

Os novos prédios já estão sendo projetados para receber esses equipamentos eletrônicos. Porém, caso o condomínio tenha um modelo antigo, em questões de infraestrutura e suporte para esses dispositivos o condomínio terá que passar por algumas reformas estruturais. “Se o prédio é antigo, basicamente não é um empecilho. O que se faz necessário é melhorar a infraestrutura externa do condomínio para receber os novos equipamentos, depois de uma inspeção de risco corretamente feita para a colocação da aparelhagem”, finaliza Tiago Matos.

SEM PORTEIRO 

Para conter despesas, alguns condomínios optam pela substituição do porteiro por equipamentos eletrônicos. “Alguns condomínios tomam essa iniciativa devido às despesas, que hoje preconizam 60% da arrecadação, impactando diretamente no bolso dos condôminos. Esse tipo de direcionamento é bem tentador. Entretanto, é de suma importância a realização de um estudo minucioso. Mesmo com todo o avanço da tecnologia, nem todos os condomínios estão aptos a realizar essa migração. A figura do porteiro pode ser importante na vida do condomínio, já que sistemas eletrônicos também estão sujeitos a falhas”, finaliza o gerente regional de operações do Grupo GR.

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Regina Werneck

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Ambientes integrados e inspiração para suas divisórias

Está precisando separar dois ambientes em um mesmo espaço e não quer apelar para a reforma? Separamos a seguir ideias de ambientes integrados para você!

Práticos e versáteis, os ambientes integrados são excelentes opções de reforma para quem deseja transformar sua área social num ambiente amplo e confortável para receber todos seus amigos e familiares.

Independentemente do tamanho do seu imóvel, seja optando pelo uso de divisórias ou até mesmo compondo o ambiente com diferentes móveis, esse tipo de integração sempre dá certo e também funciona para quem quer criar cômodos mais modernos, bonitos e aconchegantes.

Para quem ainda não sabe por onde começar ou está na dúvida sobre modelos e materiais usar em sua decoração, pode apostar sem medo em divisórias de madeira. Seja qual for o seu estilo, a madeira é um material coringa que fica bem em qualquer tipo de ambiente.

Para quem está buscando inspiração para cozinha e sala de estar integradas, com um estilo mais moderno, você pode mesclar elementos de diferentes tons de madeira ou apostar em balcões de diversos materiais.

Assim como mostramos na foto, esse aspecto industrial, que mistura algumas matérias primas, é tendência de decoração principalmente em imóveis do tipo loft, onde a divisória também pode ser usada como colunas para separar os cômodos em andares diferentes.

As divisórias de madeira ainda são ótimas na separação, desde os cômodos mais formais, como salas de estudos, bibliotecas e escritórios, quanto em salas e cozinhas. São elegantes e clássicas, dando um charme especial para qualquer ambiente.

As venezianas vazadas também são excelentes opções de divisórias para separar os ambientes integrados de forma discreta e sofisticada. O fato de ser uma divisão vazada permite que os ambientes compartilhem da mesma iluminação e, quanto mais iluminado o ambiente, maior a sensação de amplitude.

Uma boa dica: a cor da veneziana ajuda a clarear ou escurecer o cômodo, por isso, pense bem na hora de escolher a sua!

Se você não tem medo de ousar e inovar no visual da sua casa, então vai adorar conhecer esses ambientes integrados com divisórias metálicas que combinam elementos mais pesados com a construção de formas fluidas e delicadas.

As formas geométricas também são tendência em decoração, por isso, aposte em formatos arrojados e cores cheias de estilo.

Agora, sabemos que criar um ambiente integrado com divisórias modernas é bastante legal, mas, se além de bonita ela também for funcional, ai é melhor ainda, certo?

Para os amantes de leitura ou colecionadores de acessórios decorativos, uma boa alternativa para separar os ambientes são as estantes vazadas. Essa referência que trouxemos tem prateleiras em tamanhos desiguais, o que não só facilita na hora de guardar seus pertences, como também dá sensação de movimento para a peça.

Por ser uma divisória mais pessoal, você pode brincar com diferentes cores e tons de acordo com o seu gosto e a composição do seu ambiente. Cores neutras, principalmente o branco, vão bem com tudo, mas optar por uma cor mais viva ajuda a compor um cômodo mais vivo e alegre.

Outra tendência que voltou com tudo é o famoso cobogó. O nome pode parecer estranho, mas você com certeza já o viu por aí!

Os cobogós são elementos vazados, geralmente em cerâmica, que ajudam a construir divisórias personalizadas e lindíssimas, dando um ar todo vintage e descolado para o seu ambiente integrado.

Por último, a gente não podia deixar de fora as divisórias de palets. É uma ideia sustentável, criativa, econômica e incrivelmente fácil de encontrar. Apesar da pegada mais rústica, é uma divisória que dá certo em quartos integrados com área de estudos e escritório, ou até mesmo em salas pequenas.

Mas não se deixe enganar pela simplicidade da peça! Dando um acabamento com lixa e tinta, ou compondo-a com outras peças, é possível criar uma peça tão exclusiva e aconchegante quanto as demais citadas.

Além de todas essas possibilidades que listamos para te inspirar, é possível criar ambientes integrados bem legais com muito menos. Pequenos balcões ou paredes divisórias permitem que você crie diferentes composições com azulejos, pinturas artísticas e adesivos. Uma boa sacada é passar uma tinta lousa numa dessas divisórias e então usá-la para anotações do dia a dia.

Ufa! Deu para perceber que tem opção para todos os gostos, estilos e bolsos, não é mesmo? Aproveite essas dicas para criar novos espaços sem gastar com reforma e mudanças.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Assembleia mais dinâmica atrai número maior de condôminos

Thiago Conceição*

Barbosa controla pauta e busca criar clima descontraído - Foto: Margarida Neide | Ag. A Tarde
Barbosa controla pauta e busca criar clima descontraído | Margarida Neide | Ag. A Tarde

O síndico Cid Luis Santos, do Condomínio Vivendas da Praia, em Stella Maris, enfrenta o desafio de atrair cada vez mais moradores para as reuniões gerais. Quando assumiu o cargo de síndico, em 2015, apenas 12 pessoas participavam das assembleias do condomínio, que é formado por 80 casas. Para mudar a realidade e aumentar o número de participantes, Santos passou a deixar os encontros mais objetivos e apostou em ferramentas tecnológicas.

Atualmente, um projetor de imagem serve para explicar de forma rápida e didática os assuntos debatidos com os moradores do Vivendas. Como resultado, o síndico elevou a média de participantes das assembleias para 30 pessoas.

“Eu comecei a usar aparatos tecnológicos, cujo o principal é o projeto, para apresentar de forma objetiva e fácil os assuntos das reuniões. Essa mudança motivou uma maior participação dos moradores, por saber que os temas serão bem explicados e focados em debates efetivos”, conta Santos.

O síndico afirma que o auxílio de aparatos tecnológicos nas assembleias tem como ponto positivo, além da maior participação dos moradores, a facilitação da aprovação de reformas estruturais. Para reformar o campo de futebol do Vivendas, ele projetou esquemas relacionados com o resultado final do projeto, ação que convenceu os residentes e tornou possível a execução das obras do espaço.

“O síndico tem que conquistar os moradores com a sua organização. Ele tem que ser sincero, direto e transparente na comunicação com os residentes, isso traz confiança para a sua gestão, fato que tem como consequência o aumento do público presente nas reuniões e facilita a execução de atividades pensadas para o condomínio”, explica Santos.

Santos usa tecnologia para deixar assembleia de condomínio mais objetiva (Foto: Alessandra Lori | Ag. A TARDE)

Focar na objetividade

No decorrer da reunião de condomínio do Vivendas, Santos tem o auxílio de um presidente e um secretário, responsáveis por manter a organização e garantir que as discussões permaneçam focadas apenas nas pautas definidas para o dia.

A adoção de estratégias que tornam os assuntos mais objetivos, assim como ocorre nas reuniões organizadas por Santos, é a principal estratégia de atração de moradores, afirma Kelsor Fernandes, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-Ba).

“A maioria das assembleias de condomínio são bem burocráticas. Nelas, muito se discute e pouco se decide. A falta de objetividade faz com que os moradores fiquem desmotivados para ir nas reuniões, além de abrir margem para discussões desnecessárias, muitas vezes de assuntos que nem estão na pauta”, diz Fernandes.

O presidente explica que a falta de objetividade nas assembleias condominiais resulta no consequente atraso das reuniões, problema que contribui para se ter a baixa adesão de moradores. Como consequência, decisões importantes são tomadas sem o conhecimento da maior parte dos residentes.

“Por causa da correria da vida urbana, as pessoas não têm disponibilidade para reuniões que passam do horário estipulado pelo síndico. É por isso que o atraso no horário de término da assembleia favorece a falta de adesão de moradores. Com isso, decisões importantes são tomadas com cerca de meia dúzia de participantes”, conta o presidente.

No condomínio Manhattan Square Soho, na Paralela, o síndico Valdir Barbosa elabora pautas sucintas, segue na risca o tempo previsto para a reunião e tenta trazer um clima mais descontraído com estratégias como o coffee-break.

“É preciso quebrar a rigidez das reuniões para tentar atrair mais moradores. Para incentivar as pessoas, organizo um coffee-break, controlo as pautas e fico de olho na duração da assembleia”, diz Barbosa.

*Sob supervisão da editora Cassandra Barteló.

Fonte: http://atarde.uol.com.br/

Veja como ter uma decoração para dormir bem

Com poucas mudanças no quarto, você pode melhorar a qualidade do sono

Por conta da correria do dia a dia e do estresse, é comum muita gente ter problemas na hora de dormir. Mas, o que nem todo mundo sabe, é que isso pode ser acertado ou evitado pela decoração do quarto, que tem ligação direta com o conforto e as sensações que serão percebidas por quem entrar e repousar no ambiente. Então, se você sofre desse mal, talvez seja hora de repensar o cômodo e ter uma decoração que te faça dormir bem.


Foto: Reprodução/Pinterest

“Foi-se a época em que as pessoas pensavam em usar apenas o que é bonito, hoje o conforto tem sido tema fundamental para uma decoração”, explica a arquiteta Vanessa Chieregato.

E são muitos os fatores que podem contribuir para isso antes mesmo de você mexer em qualquer aspecto decorativo do ambiente. Tirar os aparelhos eletrônicos do local, por exemplo, é um grande começo, pois eles influenciam no sono de forma a não deixar que o descanso seja integral caso tenham sido utilizados momentos antes de dormir.

A iluminação é outro ponto o qual você pode mudar hoje mesmo, trocando as lâmpadas brancas pelas amarelas, que dão maior sensação de conforto, segundo exemplifica a arquiteta e urbanista Danielle Andraos, do escritório Arquitetura Possível.


Foto: Reprodução/Pinterest

Ainda segundo ela, adicionar elementos naturais no ambiente é uma das fórmulas para o aconchego: “A alfazema, a lavanda e o jasmim são plantas cheirosas, bonitas que aliviam a ansiedade, renovam a energia e ajudam a dormir e respirar melhor”, diz ela, que completa dando a dica de incluir itens decorativos que tenham alguma história e te tragam boas lembranças.

Mas, se a ideia for reformar o quarto de fato para ter noites de sono melhores, um método que pode ser de grande ajuda é o Feng Shui. Desenvolvida pelos chineses há mais de três mil anos, essa ciência milenar estuda nada menos do que os efeitos das energias dos ambientes, naturais e construídos, na vida das pessoas. Ou seja, nada melhor do que isso para entrar em harmonia com o seu cantinho de repouso.


Foto: Reprodução/Pinterest

De acordo com Danielle, uma das dicas essenciais do Feng Shui dita o uso de cabeceiras na cama: “A falta dela traz a sensação de insegurança e as pessoas podem ficar com sono leve e até insônia. Também deve-se evitar os espelhos de frente a cama, pois suga a energia e a qualidade do sono”.

No entanto, não é preciso apenas ser adepto do Feng Shui para entender a interferência do ambiente na tranquilidade do dia a dia. É comprovado cientificamente que as cores das paredes precisam ser pensadas de forma a agir em cada cômodo. Para o quarto, as melhores cores são o azul, o verde e o amarelo, sempre em tons suaves, que acalmam e tranquilizam.

Já as opções mais brilhantes e intensas devem ficar longe do local onde você vai dormir. O marrom e o roxo, por exemplo, estimulam a criatividade, segundo Danielle Andraos, enquanto o laranja e o vermelho acionam o raciocínio, resultando em um sono leve e de pouco descanso.

Mexendo em poucos pontos do ambiente, você já pode fazer uma boa diferença no seu descanso diário. Mas, mudando alguns hábitos, você também consegue aprimorar a qualidade do sono.

“É de extrema importância a organização do quarto, o descanso visual começa quando se olha para um ambiente visualmente organizado, e consequentemente afeta na hora do sono, tendo uma mente mais descansada”, é o que indica Vanessa Chieregato.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Como tratar a questão da Acessibilidade em condomínios

Condomínios devem se adaptar segundo determina legislaçãoCondomínios devem se adaptar segundo determina legislação

Quando ouvimos a palavra “acessibilidade” logo pensamos em um cadeirante ou em um pessoa que não pode se mover, mas que precisa, nesse caso, entrar e sair de seu apartamento.

A questão é que possibilitar o acesso vai muito além desse grupo.

Somente na cidade de São Paulo existem cerca de 3 milhões de pessoas com a mobilidade reduzida.

São cadeirantes, pessoas que precisam de outros equipamentos para se movimentar, como bengalas e andadores, idosos, mães com crianças de colo entre muitos outros.

Além disso, há também as pessoas que estão temporariamente com a mobilidade reduzida, por terem alguma fratura ou por conta de alguma cirurgia.

Ou seja, criar a possibilidade de todos se movimentarem não é somente uma questão legal, mas de cidadania.

O objetivo do SindicoNet com essa reportagem é ajudar o síndico a descobrir porque, onde e como fazer as adaptações, além de conscientizar todos os moradores quanto a essa necessidade legal e social.

Por isso, forneça essa reportagem aos condôminos do seu prédio e incentive a discussão do tema.

LEGISLAÇÃO

Segundo o advogado especializado em condomínios Márcio Rachkorsky, são inúmeras as leis que regem e legitimam a acessibilidade, além das municipais e estaduais.

Mas, a principal delas, é a Constituição, que garante a todo cidadão seus direitos sociais (entre eles o de ir e vir livremente) e garantias fundamentais para a pessoa humana, que incluem todos os indivíduos independentemente de suas condições físicas ou mentais.

A principal lei brasileira que rege essa questão é a Lei de Acessibilidade – Decreto de lei nº 5296, de 2 de dezembro de 2004.

Por ser federal, ela vale em todos os estados do país, mas, estados e municípios ainda possuem legislações locais próprias que tratam da acessibilidade.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, existe a CPA – Comissão Permanente de Acessibilidade que cria normas regulatórias. Em sua resolução CPA/SMPED-G/015/2008, de 14 de novembro de 2008, a instituição define normas e controle que garantam a acessibilidade para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida a edificações, vias públicas, espaços, meios de comunicação, transportes, mobiliário e equipamentos urbanos.

Essas regulamentações podem servir como base para possíveis definições técnicas para qualquer estado ou condomínio, que poderá utilizá-lo como base, desde que oficialize sua fonte e que essas normas não estejam de encontro com normas locais.

Além das normas brasileiras que todos os condomínios devem seguir, há também normas internacionais que garantem que todas as pessoas devem ter o direito de acessar os locais que desejam e que suas limitações motoras não devem impossibilitar essas necessidades.

  • ABNT - Há também a Norma NBR 9050 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) que regula questões de acessibilidade.

APROVAÇÃO DAS OBRAS

Segundo o advogado Márcio Rachkorsky, por se tratar de uma questão legal, não haveria a necessidade da Assembleia aprovar a realização de obras que garantam a acessibilidade do condomínio. Afinal, trata-se de uma determinação da legislação e não de uma obra de embelezamento ou de manutenção.

Entretanto, ele orienta que os síndicos devem, sim, convocar Assembleia para explicar as necessidades legais e sociais e resolver questões como o orçamento da obra.

RESISTÊNCIA POR PARTE DE ALGUM MORADOR

Se um síndico se deparar com um caso de um morador pedindo obra de acessibilidade ou se ele resolver adequar o prédio e, na Assembleia, encontrar algum condômino se dizendo contra, o síndico deve anotar o nome completo e o RG desse morador e fazer constar na ata que esse condômino é contra as obras, mesmo sabendo que existem leis determinando a obrigatoriedade dela.

Isso deixa claro que o síndico é a favor e o morador é contra.

CONDOMÍNIOS NOVOS

Todo condomínio novo deve ser construído já garantindo a acessibilidade de seus moradores e visitantes.

Mas, caso a construtora não realize as obras de acessibilidade em conjunto com a construção do condomínio, o síndico do prédio pode entrar em contato com a construtora e e exigir que as obras sejam realizadas.

Caso isso não ocorra, o condomínio poderá processar a construtora para que ela faça as obras.

CONDOMÍNIOS ANTIGOS

Condomínios um pouco mais antigos não possuem, em geral, instalações que garantam a acessibilidade.

Para fazer as adaptações, no entanto, é importante que a realização de uma análise técnica no condomínio para  que se conheça quais as obras viáveis  e que não irão atingir a estrutura do prédio.

Uma boa dica é consultar empresas de engenharia especializadas em acessibilidade. Uma análise desses profissionais pode indicar o que é possível fazer com mais rapidez e ainda detectar pontos mais críticos – como elevadores pequenos, por exemplo.

PRIORIDADES

Nem todo condomínio está preparado para fazer obras de adaptação em suas instalações imediatamente, por isso, a avaliação das obras que são mais simples e importantes é fundamental.

Substituir escadas por rampas – ou criar rampas – de acesso a espaços da área comum como piscinas, salões de festa e jogos ou da entrada do condomínio são obras prioritárias e que podem ser feitas rapidamente e sem custos muito altos, por exemplo.

Uma boa razão para adotar planos de acessibilidade é a valorização do imóvel perante outros que não tenham essas condições.

VAGA NA GARAGEM

Uma questão que deve ser sempre discutida trata das necessidades especiais de pessoas com limitações motoras no condomínio. Independente das obras de acessibilidade, muitas exceções devem existir para facilitar a vida dessas pessoas.

Uma dessas questões trata da vaga da garagem. Quem tem dificuldades para se movimentar ou usa a cadeira de rodas, por exemplo, precisa de espaço para fazer as transições da cadeira para o carro e do carro para a cadeira, por exemplo.

Para que isso seja possível, o espaço da vaga deve ser maior, de acordo com as normas técnicas e segundo artigo 25 da Lei de Acessibilidade – Decreto de lei nº 5296, de 2 de dezembro de 2004.

– Art. 25. Nos estacionamentos externos ou internos das edificações de uso público ou de uso coletivo, ou naqueles localizados nas vias públicas, serão reservados, pelo menos, dois por cento do total de vagas para veículos que transportem pessoa portadora de deficiência física ou visual definidas neste Decreto, sendo assegurada, no mínimo, uma vaga, em locais próximos à entrada principal ou ao elevador, de fácil acesso à circulação de pedestres, com especificações técnicas de desenho e traçado conforme o estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. § 1o Os veículos estacionados nas vagas reservadas deverão portar identificação a ser colocada em local de ampla visibilidade, confeccionado e fornecido pelos órgãos de trânsito, que disciplinarão sobre suas características e condições de uso, observando o disposto na Lei no 7.405, de 1985. § 2o Os casos de inobservância do disposto no § 1o estarão sujeitos às sanções estabelecidas pelos órgãos competentes. § 3o Aplica-se o disposto no caput aos estacionamentos localizados em áreas públicas e de uso coletivo. § 4o A utilização das vagas reservadas por veículos que não estejam transportando as pessoas citadas no caput constitui infração ao art. 181, inciso XVII, da Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997.

A vaga desse morador também precisa estar o mais próxima possível do elevador, para facilitar sua entrada.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Pequenas economias cotidianas com foco na compra da casa própria

A meta é comprar sua casa própria, mas ainda falta dinheiro? Veja algumas economias que você pode fazer para atingir seu objetivo o quanto antes.

Comprar a primeira casa própria é uma tarefa que exige bastante planejamento e controle, porém, esse sonho pode ser realizado mais rápido se você se organizar e fizer pequenas economias no seu dia a dia. Parece pouco, mas é a melhor forma de manter o foco na missão de conquistar o seu tão sonhado lar.

Listamos algumas dicas infalíveis quando a meta é poupar! Confira as mudanças que podem ser adotadas por você no cotidiano para se aproximar mais ainda do seu sonho.

1. Guarde um valor fixo todo mês

A primeira dica pode soar óbvia para você, mas não tem jeito melhor de se comprometer com um objetivo do que estipular metas e se organizar. Conseguir reservar todo mês um dinheiro para sua casa é fundamental para isso!

Faça suas contas e estipule um valor para separar mensalmente, como se fosse uma conta a mais que você tem para pagar, ou um conjunto de parcelas. Guarde esse dinheiro em uma poupança e evite a todo custo mexer nele.

E lembre-se: Esse valor deve ser “esquecido”, pois a finalidade dele já está bem definida.

2. Faça um controle de custos e planeje seus gastos

Algumas contas que pagamos são rotineiras e podemos prever o quanto vamos gastar com elas antes de chegarem até a nossa casa.

Se você paga algum serviço com valor variável, procure usar uma média mensal para se programar e ter visibilidade de quanto dinheiro vai sobrar para passar o mês, resolver eventuais imprevistos e colocar na poupança.

A melhor forma de se organizar quanto a isso é usar uma planilha ou aplicativo de gerenciamento de finanças.

3. Repense alguns gastos

Alguns gastos precisam ser repensados quando o objetivo é comprar sua casa própria. Viagens caras poderão esperar!

Troque-as por atividades de lazer mais em conta como cinema e passeios dentro da sua cidade. Você também pode trocar produtos e serviços utilizados por uma versão mais simples dos mesmos.

Busque alternativas que sejam boas como as anteriores, mas que, a longo prazo, te farão economizar algum dinheiro. Faça uma análise dos serviços que você paga e conclua se você de fato está fazendo uso de todos eles.

Procure ponderar sobre a academia que você não tem muito tempo para frequentar ou o pacote de TV a cabo mais caro. Substitua-os por alternativas similares, como uma boa caminhada no parque mais próximo ou um pacote de TV simples com valores reduzidos.

4. Busque outras formas de renda

Se você tem alguma habilidade especial, invista o tempo livre na produção de algum bem ou atividade que possa ser remunerado. Um segundo trabalho informal pode ser uma mão na roda quando você precisa fazer dinheiro com mais rapidez.

Vale fazer aquela receita culinária que seja o seu forte, artesanatos ou produtos, serviços de qualquer tipo, entre outros.

5. Escolha o financiamento ideal

Ao escolher o financiamento da casa, procure uma opção que caiba no seu bolso sem causar grandes problemas no futuro. Além das parcelas do imóvel, você deve conseguir pagar todas as contas, alimentação, transporte e ter um valor mínimo reservado para emergências.

Isso garantirá que você viva com algum conforto sem ficar endividado caso um imprevisto aconteça. O seu corretor poderá orientá-lo sobre as melhores alternativas de financiamento e fazer todos os cálculos a longo prazo para que você planeje seu futuro antecipadamente.

Planejamento é tudo na vida de quem quer comprar a primeira casa própria, portanto fique atento, mantenha o foco e continue lendo mais aqui sobre sugestões para realizar esse sonho.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Oficiais de Justiça

Como proceder quando um agente da lei chega à portariaComo proceder quando um agente da lei chega à portaria

Um assunto controverso em muitos condomínios, a visita do oficial de justiça gera muitas dúvidas, seja no síndico ou no funcionário de portaria.

Afinal, quem é aquele homem que quer entrar no condomínio, muitas vezes, sem sequer ser anunciado?

É importante lembrar que o oficial de justiça é um funcionário público, que está ali executando a ordem de um juiz.

Mas nem por isso ele pode se eximir do que todos os não-moradores do condomínio devem fazer ao adentrar o local: se identificar com documento (como RG ou CNH) e carteira funcional e se registrar no livro ou sistema de controle de acesso.

Quem é o Oficial de Justiça e como identificá-lo

O oficial de justiça é um funcionário público do poder Judiciário. Geralmente, esses profissionais são concursados e têm ensino superior – isso pode mudar dependendo da região.

Seu trabalho consiste em fazer valer as decisões de um juiz. Durante a sua atuação, ele tem poder de efetuar uma prisão em flagrante, além de poder acionar a polícia.

Por isso a importância de se tratar corretamente e com honestidade o profissional.

Todo oficial de justiça deve portar um documento de identificação chamado carteira funcional. Este documento possui foto e todos os dados do agente, assim como seu número de registro.

Caso haja dúvida sobre a real identidade do profissional, o indicado é que se chame a polícia (190). O oficial de justiça tem o dever de se apresentar oficialmente aos PMs.

O condomínio pode impedir o acesso do Oficial de Justiça?

É muito importante que os profissionais de segurança e portaria saibam como lidar com esse tipo de imprevisto.

Em alguns casos, pode ocorrer de o oficial de justiça solicitar que não seja anunciado para evitar que a pessoa que está procurando ou querendo entregar uma intimação fuja, ou então que consiga esconder bens que seriam investigados no intervalo de tempo entre o recebimento da ligação da portaria até a chegada do profissional à unidade autônoma.

O que fazer nesses casos?

Como o condomínio não deve atrapalhar o andamento de investigações, é sempre prudente chamar o zelador ou o síndico para conversar honestamente com o oficial de justiça.

Caso haja um funcionário do condomínio para acompanhar o oficial de justiça até a porta da unidade, isso também pode ser feito.

O ideal é que conste no regulamento interno que o agente da lei pode entrar no empreendimento sem ser anunciado, bastando que a portaria confirme se o condômino em questão se encontra.

Com as práticas a serem adotadas descritas no regulamento, o síndico  e os funcionários ficam mais protegidos de possíveis reclamações de condôminos abordados por esse tipo de profissional.

Casos extremos

Na grande maioria das vezes o relacionamento com esses agentes da lei é tranquilo. Há, porém, alguns casos em que ameaças são feitas, principalmente ao porteiro, que pode não deixar o oficial de justiça entrar no condomínio – caso não esteja preparado para lidar com a situação.

O agente da lei pode ameaçar o porteiro de prisão, chamar a polícia, etc.

Por isso, vale instruir o profissional de portaria a ser cordial e respeitoso com todos, sem exceção. Indo na mão oposta, o porteiro também não deve ajudar moradores a se esconderem do oficial de justiça. O condomínio não deve tomar para si a responsabilidade de encobrir a presença de ninguém, mesmo que essa pessoa seja um condômino.

Daí a importância de manter regras claras e atualizadas junto ao pessoal de segurança e portaria.

Sem resposta

Pode acontecer de o oficial de justiça acreditar (com razão ou não) que a pessoa que deve receber a intimação/citação ou qualquer outro está se escondendo, ou não quer receber o documento.

Nesse caso específico, o profissional deixa na portaria um aviso, com os dados do dia e a hora em que vai voltar.

O porteiro então registra o aviso e deve entregá-lo ao morador procurado. Caso o mesmo não se encontre no horário previamente agendado, a intimação/citação, etc. é considerada entregue.

Em outros casos, depende de cada condomínio decidir se o porteiro deve ou não receber intimações/citações/etc. dos moradores. O assunto é controverso e não há consenso entre os especialistas.

Cartilha de procedimentos para porteiros ao receber oficiais de justiça

  1. Pedir para ver sua carteira funcional de trabalho, acompanhada de documento (como RG ou carteia de motorista)
  2. Caso os documentos estejam ok, pergunte o que ele deseja – vai entrar ou deseja apenas entregar algo?
  3. Se houver desconfiança de que seja alguém querendo assaltar o condomínio, o porteiro pode chamar a polícia – o oficial de justiça é obrigado a se apresentar oficialmente
  4. Ele diz que vai à unidade X, mas se não houver ninguém, o porteiro o avisa e pergunta se deseja ir até a porta da unidade
  5. Nesse caso, ele deixa um agendamento com dia e hora da próxima vez que estará ali
  6. Se o morador estiver em casa, o indicado é deixá-lo entrar e fazer seu serviço
  7. Caso haja um funcionário disponível, o mesmo pode acompanhá-lo até a unidade que está sendo procurada

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Cozinhas pequenas e decorações gigantes

Não é necessário ter um espaço enorme para fazer uma composição amigável e bonita aos olhos

Ta aí: decoração de cozinhas. Um assunto bem legal de falar, ainda mais para as pessoas que são verdadeiras amantes dessa arte que consiste em fazer sabores ficarem ainda mais realçados. Mas, não iremos falar de culinárias e nem de receitas – pelo menos não ainda, afinal, né? O nosso foco ainda é decoração. Mas, vamos falar do que interessa: sua cozinha é pequena? Acha que não tem mais espaço para fazer nada? Queria ter ideias fantásticas para decorar e deixá-las iguais às de revista? Então, aqui é o lugar mais indicado para você.

Não precisa mais ficar se preocupando com o espaço, com o resultado final não ser o que espera… Enfim, qualquer desculpa que você queira dar para não aproveitar cada cantinho e fazer uma decoração fantástica, chega ao fim agora. Porque sim! Dá pra ser fantástico com ideias práticas e bem organizadas, afinal, cozinhas pequenas e decorações gigantes só dependem de você.

Cada espaço merece um item de destaque

Vá pelo básico e mais objetivo: cozinhas precisam ter um ponto de destaque. E isso independe dela ser pequena, média ou grande, dá pra fazer isso com todos os tamanhos. Geralmente, balcões ajudam a conferir mais espaço e dar uma sensação bacana. Mesmo sendo pequenas, as cozinhas podem receber esse item. Veja só:

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 Adereços estilosos espalhados pela cozinha

Outra coisa que funciona super bem nas decorações em cozinhas: adereços estilosos. Seja um pote diferente, uma caneca personalizada, utilidades domésticas como colheres, garfos e conchas… Nossa, tem tanto item bacana, até mesmo as travessas e pratos podem ter esse destaque. Quer se inspirar?   

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Saia do tradicional

Cozinhas tradicionais não chamam atenção. Por que manter algo branco e simples se você pode fazer cozinhas com cimento queimado? Adesivos de azulejo? Cores fortes? Utensílios de inox a mostra? Eletrodomésticos diferenciados com adesivos? É mais opção para você ver:

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 Iluminação na cozinha pequena é essencial

Outro fator que favorece a otimização – ou pelo menos essa sensação – de espaço é uma boa iluminação. Cozinhas pequenas e escuras ficam ainda mais com a sensação frio e de pouco espaço. Avive o seu ambiente com luz, seja ela natural ou não, mas sempre buscando algo claro. Deixe a iluminação mais escura para locais que necessitam disso…

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Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

 

Direitos e deveres para quem tem animais de estimação no condomínio

Descumprimento das regras pode virar multa

Em condomínio, assim como os seres humanos, animais de estimação possuem direitos e deveres, e mesmo assim a convivência com pets está entre os assuntos que mais geram polêmica. De acordo com o IBGE, o Brasil está em segundo lugar no ranking mundial dos pet, com uma população total de 32 milhões de animais, entre cães, gatos e aves domésticas, tanto que o direito de criar o bichinho é previsto no Código Civil. Porém, como todo aspecto da vida em condomínio, é preciso diálogo e atenção para evitar desentendimentos e descumprimento das regras.

O administrador Gil Lopes, que possui quatro bulldogs franceses, foi informado pela síndica que não poderia usar o elevador social e as áreas comuns acompanhado por seus bichinhos. Ele acredita que a decisão da administradora foi arbitrária. “Por conta de um vizinho que não tomava cuidado com as necessidades do cachorro, ela argumentou que os moradores estavam deixando sujeira nos locais de convívio”, explica.

A imposição sem diálogo com os condôminos causou revolta. “Ela criou a regra sem convocar a assembleia, daí mobilizei o restante dos moradores e conseguimos reverter a decisão. Até criamos um play dog para os cães”.

As principais queixas destinadas à presença de animais de estimação em condomínios se referem a mau cheiro, medo ou fobia a animais e mesmo o barulho. Por isso, estabelecer regras de convivência que garantam o conforto e a segurança tanto dos condôminos quanto  dos pets é fundamental para evitar brigas.

O presidente do  Sindicato da Habitação, Kelsor Fernandes, aponta que a administração deve estar atenta à legislação e a criação de qualquer regra na convenção deve ser discutida em assembleia, no caso da permanência de animais do condomínio, nem a convenção tem o poder de sobrepor o Código Civil.

Síndico de um condomínio com 576 apartamentos, Tiago Pires explica que a melhor estratégia a ser adotada juntocom as regras são ações educativas. “Manter o controle em condomínios que têm muitos moradores é difícil, então nós criamos cartazes e folhetos para colar nas lixeiras e em áreas de convívio para que as pessoas assimilem as regras”, diz. “Se o condômino infringir o regulamento, a gente tenta conversar e em último caso aplicar uma multa. Na maior parte das vezes, o bonsenso predomina”.

Cuidados com os pets em condomínios

Segurança

Evite deixar os animais fora da coleira ou focinheira quando estiver em áreas comuns, um comportamento que possa comprometer a segurança dos demais moradores pode acabar sendo remediado por meio de determinação formal de retirada do animal. É importante estar atento se a convenção permite a circulação de animais nos locais de convívio geral ou se a locomoção é restrita aos elevadores de serviço para evitar advertências e multas

Silêncio

O barulho dos animais é uma das principais fontes de reclamação em condomínios e não se restringe aos cães, mas também aos gatos e aves. Por ser responsável pelo pet, o dono deve buscar soluções para evitar o barulho em excesso, sobretudo à noite, como forma de evitar possíveis penalidades previstas na “lei do silêncio” das convenções condominiais

Higiene e saúde

Ao levar o seu animalzinho para passear em áreas comuns, lembre-se sempre de levar um saco plástico para recolher as necessidades do animal, negligenciar o cuidado com os dejetos do pet pode acabar em multa. Também fique atento à possibilidade do bichinho estar portando algum tipo de doença transmissível para outros animais e até mesmo para humanos, a administração pode impedi-lo de transitar em áreas comuns

Convenção

Antes de mudar para um novo condomínio busque as regras que contemplam os direitos dos animais de estimação na convenção.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/

Veja como usar papel de parede no banheiro

Dê uma nova cara ao ambiente sem passar por grandes reformas

Para começar um “quebra quebra” de reforma no banheiro, é preciso estar financeira e psicologicamente disposto e estável, já que este é um tipo de obra que pode gerar muita dor de cabeça. Mas, é possível se livrar da sensação de estar enjoado da decoração de uma forma prática e rápida: utilizando papel de parede no banheiro.


Foto: Reprodução/Pinterest

Antigamente, era comum ter o pé atrás para adotar essa opção em cômodos como o banheiro, já que a tecnologia não era tão avançada e o prejuízo poderia ser grande caso o papel de parede deteriorasse com o vapor do ambiente. Dessa forma, era muito mais frequente que ele fosse utilizado apenas em lavabos.

Mas, a arquiteta e urbanista Danielle Andraos, do escritório Arquitetura Possível, explica que hoje, com o avanço da qualidade dos papéis de parede, tudo só depende da decisão certa na hora da compra: “Com a escolha dos materiais indicados, resistentes à umidade e ao vapor, pode-se deixar a criatividade aflorar e usá-los em quaisquer paredes até mesmo dentro do box dando uma cara super atual ao ambiente”.

Os mais indicados são o vinílico e lavável. O primeiro é feito de PVC e tem base de tela ou papel, conforme explicam as arquitetas Nathiara Pozzebon e Juliane Richetti, da Arqhezze Arquitetura. Segundo elas, essa opção conta com um tratamento que dá à ela um aspecto de tecido e aumenta a durabilidade, já que é muito resistente à umidade.

Já o papel de parede impermeável, como o próprio nome já diz, é protegido da exposição à água e conta com uma infinidade de texturas enorme, desde as que imitam couro, cobre e madeira até as estampadas.


Foto: Reprodução/Pinterest

Apesar de toda essa moderna tecnologia que te possibilita decorar o banheiro de modo fácil, a dupla de arquitetas da Arqhezze explica que é preciso investigar o local antes de instalar o papel de parede: “A umidade não ocorre somente nos ambientes tipicamente úmidos, como banheiro, lavanderia e cozinha. Muitas casas possuem mofos nas paredes das salas e quartos. Isso pode ocorrer devido a má impermeabilização das paredes na construção, a pouca iluminação ou a falta de ventilação”. Se houver este problema no ambiente, nem as opções adequadas resistirão.

A opção que você talvez tenha ficado curioso a qual você pode colocar dentro do box é bastante inovadora e recebe o nome de papel de parede com proteção de fibra de vidro, que na verdade é um revestimento com a mesma facilidade de aplicação que os papéis de parede. “Ele possui uma maior durabilidade, é lavável, antimofo, não mancha e não desbota com o tempo, o que permite seu uso sem receio até mesmo na área chuveiro”, detalha Danielle Andraos.


Foto: Reprodução/Pinterest

Além dos atributos técnicos que são práticos, o papel de parede volta em 2018 como uma forte tendência e um de seus pontos fortes é a versatilidade, já que as opções de estampas e texturas são infinitas.

Para dar um ar refinado e especial ao ambiente, você pode se basear nas opções que hoje estão em alta, como os de concreto aparente, cimento queimado, 3D, retrôs, listras e os geométricos. Aliando estas tendências ao seu próprio estilo, você terá a garantia de um banheiro renovado e lindo!

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

Inadimplência condominial

Síndico tem papel preponderante nas finanças da coletividade

por Maria Estela Capeletti da Rocha*

Um dos temas que causam grandes polêmicas nos condomínios – a inadimplência.

É inegável que os últimos anos foram de plena crise econômica no Brasil. Porém, dados estatísticos confirmam que a inadimplência condominial sempre existiu, embora os índices estejam mais acentuados e expressivos.

Os síndicos têm de administrar condomínios com a receita arrecadada mensalmente, para fazer frente aos compromissos e manutenção.

Nesse cenário, a inadimplência traz desequilíbrios às vezes tão abrasivos, que podem trazer prejuízos imensuráveis à massa condominial.

É preciso que o síndico faça campanhas de conscientização nos condomínios, acerca das consequências nefastas que a inadimplência poderá ocasionar.

A atitude positiva e constante dos síndicos é necessária, e comunicados acerca desse tema, devem ser afixados na área comum.

De outra banda, em não sendo frutífera a constante comunicação dos síndicos, deverá o representante condominial, entregar a lista de inadimplentes às mãos da administradora condominial, para notificação de cobrança a ser encaminhada aos condôminos impontuais.

É responsabilidade do síndico recuperar o caixa do condomínio. A responsabilidade acerca deste tema é tão robusta, que em eventual inércia do síndico quanto à recuperação dos créditos condominiais, poderá o mesmo ser recobrado na justiça com seu patrimônio para ressarcimento do condomínio.

Importante salientar que, questões de impontualidade não resolvidas na esfera amigável, deverão ser direcionadas aos advogados, para discussão na esfera judicial.

O que é interessante saber é que o Novo Código de Processo Civil, facilitou e muito os recebimentos dos condomínios atrasados.

A rapidez no procedimento é fato que têm deixado muitos condomínios satisfeitos. O tempo de um processo no antigo procedimento de cobrança, era de dois a 20 anos. Com o advento do Novo CPC, a ação promovida contra os inadimplentes, é a ação de execução de título extrajudicial, que têm seu tempo de resolução bem menor, muitas vezes se resolvendo a pendência com o condômino em um ano.

As antigas práticas, como protestar no cartório os inadimplentes (que por vezes, poderia se revelar medida bem questionada e não recomendada por especialistas), até deixaram de ter aplicabilidade, ante à eficácia que têm se revelado o ingresso das ações de execução pelos moldes do Novo CPC – inclusive é possível pedir a inclusão do nome do devedor nos órgãos de proteção de crédito nos autos da ação promovida.

Por essa razão, é importante frisar que as leis e o Novo CPC vieram para facilitar a vida condominial, imprimindo maior rapidez nos procedimentos, aumentando a qualidade dos serviços do Jurídico, da Administradora e da boa gestão dos síndicos face a esta grande problemática, constantemente enfrentada nos condomínios.

*Maria Estela Capeletti da Rocha é advogada e sócia na Capeleti Advogados, advocacia especializada em direito condominial

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Seguro conteúdo

Site: http://www.mb7.com.br/seguro_conteudo/duplique/desembargador/index.htm

O churrasco perfeito começa com uma boa churrasqueira: saiba escolher a sua

Reunir os amigos e a família para o bom e velho churrasco é parte certa das comemorações brasileiras. Mas como escolher a churrasqueira certa? Confira!

Se você é do tipo de pessoa que fica com água na boca só de imaginar o cheiro da carne na grelha, então deve saber que um dos cuidados fundamentais para fazer um apetitoso churrasco é o de escolher a churrasqueira certa.

Existem no mercado diversas opções de tamanhos, formatos, materiais e acabamentos disponíveis para as churrasqueiras, sendo que cada uma delas é adequada a um tipo de necessidade.

Por isso, antes de escolher a churrasqueira ideal para o seu imóvel, você deve conhecer um pouco mais sobre as características de cada uma delas. Para te ajudar, o Imovelweb conta com a ajuda da Habitissimo para te mostrar ao que você deve se atentar na hora de procurar pela sua:

(Foto: estilosrusticos.blogspot.com)


Descubra as principais vantagens e desvantagens de cada modelo

Alvenaria: Esse é um dos modelos mais tradicionais de churrasqueira e talvez o favorito entre os brasileiros. As churrasqueiras de alvenaria são feitas diretamente no local onde deverão ficar e podem ser abastecidas com lenha ou carvão.

Dentre as vantagens desse modelo, destacamos a sua versatilidade, já que ela pode ser feita nos mais variados formatos, além de ser altamente resistente ao calor. Como pontos negativos é possível afirmar que a churrasqueira de alvenaria costuma ser o modelo mais caro e exige mão de obra especializada para sua construção.

(Foto: bontempo.com)

Pré-moldada: Se você possui certa urgência para que a sua churrasqueira fique pronta, as opções pré-moldadas podem ser as ideais para o seu caso, já que as suas principais vantagens são a rapidez e praticidade na instalação.

A estrutura das churrasqueiras pré-moldadas é feita a partir de uma base de concreto aliada a um material térmico capaz de absorver o calor. Elas são vendidas em modelos padrões, prontos para serem instalados e usados.

Como desvantagem das churrasqueiras pré-moldadas devemos destacar a sua baixa durabilidade e pouca resistência.

(Foto: marisasantina.com)


Elétrica:
 É possível escolher entre uma ampla variedade de churrasqueiras elétricas e a sua principal característica, como o próprio nome sugere, é o fato de funcionar através da eletricidade.

Suas vantagens estão associadas à versatilidade e à possibilidade de serem instaladas em qualquer cantinho do imóvel, mesmo nos ambientes pequenos. Porém, ela apresenta como desvantagem o consumo de energia elétrica, o que pode acabar influenciando no preço do churrasco.

(Foto: elaeeu.com)


Diga adeus à fumaça

Uma das principais reclamações de quem fica perto da churrasqueira é o excesso de fumaça. Para evitá-la você deve ter atenção na hora de escolher a chaminé ou coifa que será instalada.

O ideal é optar por um modelo de chaminé ou coifa compatível com o tamanho de sua churrasqueira e com as características de seu imóvel, lembrando que você também pode instalar um exaustor elétrico dentro da churrasqueira para ajudar a acabar com a fumaça.

(Foto: proyectos.habitissimo.cl)

Fique atento aos acabamentos e acessórios

Engana-se quem pensa que só existem acessórios básicos para a churrasqueira como a grelha e os espetos. É possível encontrar diversos kits de churrasqueira que contam com diferentes tamanhos e formatos de espetos, além de facas e garfos que tornam mais prático o preparo da carne.

Se você é ligado em tecnologia e modernidade pode optar até mesmo por um sistema de rotação automática para sua churrasqueira. No que se refere aos acabamentos, não faltam opções de materiais para revestimento, basta escolher aquele que melhor combina com as características do ambiente no qual ela foi instalada.

Cuide da limpeza e higiene

Como a churrasqueira é destinada ao preparo de alimentos, é fundamental garantir que esteja sempre limpa e devidamente higienizada.

Para isso, uma boa dica é utilizar uma gaveta metálica capaz de armazenar as cinzas e os resíduos de gordura que caem da churrasqueira. Além disso, contar com uma pia próxima pode facilitar e muito a limpeza da churrasqueira.

(Foto: habitissimo.com.br)

* Habitissimo atua há oito anos como uma ponte entre oferta e procura no setor de obras, reformas, decoração e serviços domésticos em todo país com o maior volume de negócios nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Bahia. A página web brasileira já recebeu mais de 2 milhões de pedidos de orçamentos, com uma média de 50 mil pedidos por mês.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

As vantagens de investir em empreendimentos multiuso

Já pensou em morar a alguns passos de um espaço comercial repleto de serviços, sem precisar perder horas no transito? Isso já é possível. Entenda a seguir!

Sabemos que durante o dia a dia a correria é inevitável. Sair para trabalhar; ir à academia; ao supermercado; passar na farmácia. Um dia com 24 horas às vezes é pouco para tantas demandas, não é mesmo?

E para dificultar ainda mais, com a expansão dos grandes centros urbanos, a distância entre cada um desses pontos só aumentou. E até quando relativamente perto, há o trânsito para atrapalhar.

Seria um sonho se pelo menos boa parte desses lugares fosse próximo a nossa casa, certo? Bom, sonhos podem se tornar realidade. Isso porque nos últimos anos, o mercado imobiliário inovou mais uma vez criando os empreendimentos multiuso.

É simples: são prédios com estruturas para lazer, comodidade e segurança que tem em seu espaço inferior o chamado Mall, ou, espaço com diversas lojas, aberto ao público, além de contar com outro espaço que completa o conjunto com salas e espaços comerciais perfeitos para escritórios, consultórios, entre outros. e.

Esses espaços que estão se popularizando cada vez mais nas grandes cidades, são grandes facilitadores para quem não tem tempo a perder.

Afinal de contas, basta pegar o elevador e alguns andares depois é possível encontrar um espaço para rápidas refeições, uma loja com o presente perfeito para a amiga que fará festa de aniversário e até mesmo uma peça para o chuveiro que acabou de dar defeito e precisa ser concertado.

Outra característica positiva é a boa localização. Isso porque imóveis multiuso são construídos, em suma, próximos a grandes vias, com pluralidade de opções quando o assunto é transportes e serviços.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Habitação ecológica ultrapassa os modelos tradicionais com o foco total no papelão

Casa modular e flexível, concebida na Holanda, dá um banho quando o tema é inovação e sustentabilidade, sem esquecer do conforto

Parece mesmo não haver limite para a arquitetura, principalmente quando o assunto são construções sustentáveis. Uma verdadeira revolução tecnológica, acompanhada de uma profusão de boas ideias, invade o setor e ressignifica o sentido do morar. Conceitos que poderiam ser tidos como simples, mas por outro lado são frutos de um trabalho dedicado, saem das pranchetas dos profissionais com a força necessária para se colocar positivamente no espaço, ao respeitar a natureza em todas as fases do processo.

É o caso desta casa modular e ecologicamente correta que um estúdio holandês acaba de apresentar ao mercado. Assinada e concebida pela Fiction Factory, de Amsterdã, a Wikkelhouse (em tradução livre, “casa embrulhada”) é formada quase por inteiro a partir do papelão, e pode ser personalizada em tamanho e função, conforme o desejo do usuário. Os autores do projeto têm expertise na atuação criativa com a arquitetura e o design de interiores, trazendo na bagagem uma experiência de quase 30 anos na área.

A estrutura é feita partindo de 24 camadas do material, de altíssima qualidade, que envolve um molde giratório com o leiaute de uma casa. Cada faixa é colada com uma super-cola ecológica que permite boa durabilidade e ótimo isolamento. Daí o mote para o nome da obra – a palavra holandesa ‘wikkelen’ significa ‘embrulhar’. O acabamento é especificado com uma camada impermeabilizante, além de painéis de madeira que preservam a habitação de intempéries.

Yvonne Witte/Divulgação

Com um modelo três vezes mais sustentável e eco-amigável que uma casa convencional, a Wikkelhouse é toda formada por matérias-primas de baixo impacto ambiental. Ela é completamente reciclável, com componentes que possibilitam a desconstrução para o reaproveitamento infinito. A morada também não requer uma base de apoio – com cada segmento pesando apenas 500 quilos, pode ser alocada e conectada ao terreno em um dia.

A proposta é que a Wikkelhouse possa estar onde for a intenção do cliente. Uma vez concluída, cabe para ser transportada em caminhão ou navio para campos gramados, à praia, em prédios comerciais, içada para o telhado de edifícios, no jardim, com extrema flexibilidade, adaptando-se às necessidades particulares. A casa é feita para durar pelo menos 100 anos e os tipos de pintura no interior seguem as preferências de cada um. A morada pode servir como local de trabalho, de férias, de meditação, para a família, como ambiente para escritores ou músicos.

Constituída por módulos de 4,6 m de comprimento x 1,2 m de largura x 3,5 m de altura, a casa consegue crescer em tamanho de acordo com a demanda – sem limites pré-concebidos, a estrutura é capaz de atingir inclusive 127 partes na profundidade. Com frações inteligentes, a Wikkelhouse pode reunir quarto, salas de estar e jantar, apoio para escritório, cozinha, banheiro e chuveiro, além de janelas e acabamentos personalizáveis, e até lareira.

Yvonne Witte/Divulgação

Oferecida por uma oficina em Amsterdã, por enquanto a casa só pode ser adquirida nos Países Baixos, Bélgica, Luxemburgo, França, Alemanha, Reino Unido e Dinamarca.

Yvonne Witte/Divulgação
Fonte: Lugar Certo

Impugnação de assembleias de condomínios

Regras e lei devem ser seguidas para evitar anulamento das decisões

Assembleia impugnada

Assembleias têm uma série de normas no Código Civil e na convenção dos condomínios, em relação à convocação e às votações. Se alguma regra não for respeitada, a assembleia (e suas decisões) podem ser anuladas por uma assembleia seguinte, ou por decisão judicial.

Do mesmo modo, uma assembleia ou uma decisão judicial podem anular ata que não seja fiel a tudo o que foi discutido e votado. Leia o texto abaixo para mais detalhes.

Para evitar impugnação de ata

  • Fazer uma lista de presença com os dados (nome completo e unidade) de todos os condôminos e assinatura dos presentes;
  • Fazer uma ata clara e objetiva, respeitando a seqüência dos acontecimentos da reunião;
  • Não deixar de lançar em ata discussões ou decisões importantes, pois estes podem ser relevantes e a sua omissão em ata pode determinar sua anulação;
  • Os itens discutidos devem ser especificados, bem como o que foi deliberado sobre cada um.
  • A ata deve estar de acordo com o que foi deliberado, sem nenhum acréscimo ou negligência. É assinada pelo Presidente da Mesa e pelo secretário;
  • Não é preciso alongar-se muito sobre cada assunto, nem registrar todos os comentários realizados. São suficientes o registro dos assuntos, do que foi resolvido e dos eventuais protestos de quem o fizer questão;
  • Enviar uma cópia para cada condômino;
  • A antiga Lei dos Condomínios (4591/64) determinava que a distribuição da cópia da Ata aos condôminos fosse feita em um prazo de até 08 dias. Com o advento do Novo Código Civil (atual Lei dos Condomínios), esta obrigatoriedade não foi mantida. Sendo assim, prevalece o que estiver determinado na convenção do condomínio. A convenção sendo omissa, recomenda-se respeitar o prazo de oito dias previsto pela Lei 4591/64. O não atendimento da entrega da ata aos condôminos em prazo razoável, implica no comprometimento do princípio da transparência, o qual quando atingido, pode levar a insatisfação e desconfiança dos condôminos;
  • Não é obrigatório seu registro em cartório, a não ser que assim determine a Convenção do seu condomínio. Se as decisões que ela contém foram aprovadas com os quóruns e procedimentos corretos, ela já tem valor legal para os condôminos; (Fonte: Secovi)
  • Deve ser mantida no Livro de Atas do condomínio, pelo menos por 5 anos, em poder da administradora ou do síndico. Como qualquer documentação do condomínio, deve estar sempre disponível a qualquer condômino.

Para evitar impugnação de assembleia

  • Deve-se aguardar a segunda convocação para começar a reunião;
  • Discutir e relatar em ata toda a pauta da assembleia em itens e por ordem de assuntos;
  • Convocar todos os condôminos dentro das normas previstas na Convenção. Se a Convenção não mencionar o prazo, aconselha-se dez dias antes da realização da Assembleia;
  • O edital de convocação deve ser exposto em local de ampla circulação no condomínio. Pode também ser distribuída uma notificação para cada unidade;
  • É importante que todos os condôminos estejam cientes da convocação. Se apenas um não for notificado, a assembleia pode perder a validade;
  • A convocação deve deixar claro o motivo da Assembleia. Se a convocação se refere a “Assuntos gerais”, estes só podem ser discutidos. Para serem votados, os assuntos devem estar explícitos na convocação;
  • Respeitar para cada assunto a votação mínima disposta pelo Código Civil. Quando há choque de normas entre a Convenção e o Código Civil, vale o disposto neste último;
  • Não aprovar obras necessárias com qualquer número de presentes, deve-se respeitar a votação mínima de condôminos reunidos na assembleia, conforme disposto no Código Civil;
  • Não deixar de listar na Ordem do Dia da convocação itens relativos à aprovação de cota extra ou despesa. Isso pode causar pedido de anulação da assembleia pelo condômino insatisfeito. Todos devem saber, por exemplo, que serão discutidas questões financeiras em uma assembleia, desde a convocação. Não tratar de assuntos financeiros em ASSUNTOS GERAIS;
  • Discutir e relatar em ata toda a pauta da assembleia em itens e por ordem de assuntos;
  • Convocar todos os condôminos dentro das normas previstas na Convenção.

Como proceder para impugnar

  • Podem os condôminos insatisfeitos convocar assembleia, eles mesmos, desde que tenham a solicitação de ¼ de todos os condôminos;
  • A impugnação é sempre judicial. Pode-se, entretanto, convocar outra assembleia para revogar as decisões anteriores, desde que feita nas formalidades previstas pela Convenção e pelo Código Civil. Caso o síndico não convoque esta outra assembleia, se 1/4 dos moradores convocarem, a mesma tem valor e pode mudar decisões anteriores;
  • O condômino insatisfeito, se não conseguiu juntar ¼ dos condôminos para convocar assembleia, desejando anular as decisões de uma assembleia, deverá sempre se valer de uma ação judicial para que o juiz declare nula tal assembleia;
  • A convocação deve ser para todos, pois se uma ou algumas pessoas deixarem de ser convocadas, a assembleia pode ser anulada judicialmente, ou revogada pela assembleia seguinte.

Itens e condutas que geram impugnação de assembleia

  • Permitir que condôminos inadimplentes votem;
  • Permitir o voto de representante sem procuração;
  • A procuração não precisa estar com firma reconhecida, desde que a Convenção assim não estabeleça;
  • A legislação não é clara sobre permitir ou não a participação de inquilinos em assembleias. Especialistas divergem sobre o assunto;
  • Impedir a eleição de síndico não condômino. O Código Civil estabelece que o síndico pode ou não ser condômino, sendo muito comum, hoje, a figura do síndico profissional;
  • Mudar a Convenção com menos de 2/3 dos condôminos. Isso é ilegal e será decretado nulo;
  • Aprovar obras voluptuárias – aquelas que trazem embelezamento sem agregar utilidade ou necessidade – sem respeitar 2/3 de todos os condôminos;
  • Deixar de convocar, o síndico, reunião solicitada por ¼ dos condôminos.

Fonte: SíndicoNet

Pias modernas podem ser protagonistas na decoração

São muitas as possibilidades, como modelo, formato, material, textura e cor, mas é possível criar uma harmonia com o restante do ambiente

Na hora de planejar um projeto de decoração, todos os detalhes devem ser pensados, independente de qual ambiente receberá o toque especial. Porém, alguns detalhes ainda passam despercebidos. As pias, por exemplo, de uma forma geral são interpretadas como algo funcional na casa e dificilmente ganham um ar diferenciado. Porém, elas podem se tornar o destaque do banheiro, do lavabo ou da cozinha, a depender da escolha do modelo, formato, material, textura e cor. São muitas as possibilidades de ter uma pia mais moderna e diferenciada, saiba como escolher a ideal.

Uma pia mais moderna traz mais personalidade ao ambiente e interfere diretamente na forma como a casa é compreendida.  “Enquanto pessoas discretas vão optar por algo tradicional, pessoas mais chamativas vão fugir do óbvio e terão maior orgulho em apresentar as pias modernas aos amigos”, garante o arquiteto Artur Diniz. Porém, na hora de escolher o modelo ideal, é preciso ter cuidado para que ele não destoe da decoração. “É possível ousar nas peças, mas sem esquecer que elas devem manter o diálogo com o restante da casa. Se você preferir usar pias modernas em uma casa tradicional, não esqueça de encontrar elementos em comum, que proporcionem diálogo com o restante da casa”, sugere.

Reprodução/Pinterest
(Foto: Reprodução/Pinterest)

A pia pode se tornar a protagonista do espaço, principalmente em imóveis nos quais os ambientes estão integrados e cozinhas e áreas de serviço acabam mais expostas. Porém, elas também podem ser o destaque do banheiro ou do lavabo. “Em todas essas áreas é possível ousar e tirar partido de peças diferenciadas e modernas. No mercado existe uma variedade de produtos, com materiais, texturas, cores e formas diferentes que podem ser aplicados no projeto, tornando a pia o destaque do ambiente”, diz a arquiteta Carla Siqueira.  “Não existem regras, tudo fica bom quando está contextualizado e em harmonia com os materiais da bancada, torneiras, revestimentos, móveis, objetos de decoração, entre outros elementos. Utilizando a criatividade e boas combinações é possível inovar”, acrescenta.

Ambientes

As pias podem fazer a diferença nos ambientes. “Com a tendência de integração dos ambientes, podemos transformar as cozinhas ou varandas gourmet em ambientes modernos e atrativos, mas claro que os lavabos e banheiros não serão esquecidos, pois é importante manter a mesma sofisticação em todos os cômodos”, afirma Artur Diniz. Porém cada ambiente terá uma atenção diferenciada na hora de escolher a pia ideal.


(Foto: Shutterstock)

Na cozinha, por exemplo, além de beleza, outras questões como limpeza e praticidade também devem ser levadas em consideração. “É tendência a utilização de pias em grandes formatos, quando a área permite. As de vidro e de inox são muito utilizadas por conta da facilidade de limpeza do local, além de existirem várias opções no mercado que acompanham acessórios como escorredor, tábuas, cestos e porta sabonetes. As de Inox também podem ser encontradas nos acabamentos fosco, brilho e com variações de cores”, diz Carla Siqueira.

Os banheiros e lavabos também são áreas que permitem ousadia nas combinações. “As pias de madeiras e esculpidas, além materiais nobres, são exclusivas. Elas são desenvolvidas sob medida, com design diferenciado e direcionado para o perfil do usuário. Em resumo, é uma peça personalizada e moderna”, ressalta a arquiteta. Para a área de serviço, Artur Diniz reforça que é importante garantir a funcionalidade, beleza, além do diálogo com a cozinha, se os ambientes estiverem interligados.

Formas

Porém, se a ideia é ter um resultado ainda mais moderno, o arquiteto Artur Diniz aconselha deixar de lado as formas e os materiais mais tradicionais, como o mármore e o granito e apostar em peças mais modernas, diferenciadas e criativas. “Existe uma grande variedade de formas, cores e materiais que, quando bem escolhidos, dão a tônica moderna ao ambiente”, garante. “O formato da bancada e da cuba vai contribuir diretamente para transmitir um ar mais moderno. Quanto mais clean a forma, mais moderna a pia”, acrescenta.


(Foto: Shutterstock)

 Segundo o arquiteto, as pias mais acessíveis no mercado e que proporcionam uma linguagem moderna são as de apoio, de sobrepor, de semi-encaixe ou as cubas de piso, com formas retas, puras ou orgânicas. “Nem sempre precisamos apelar para formas exageradas para ter um bom resultado. Formatos retos e simples podem ser responsáveis por um discreto ar de modernidade”, conta.

“Uma bancada em inox, esculpida em pedra ou moldada em material sintético, com linhas retas e integrada à cuba, de aspecto visual sólido, vai resultar em um ambiente incrivelmente moderno”, acrescenta.


(Foto: Shutterstock)

Caso o orçamento esteja menos apertado, é possível investir um pouco mais para ter um resultado ainda mais diferenciado. “Caso você possa investir um pouco mais e queira realmente impressionar, poderá encontrar pias diferenciadas com formas orgânicas e criativas em louça, em materiais sintéticos, em vidro, em resina, em pedra esculpida e até em madeira com verniz, para uso em banheiros e lavabos”, detalha o arquiteto.

Detalhes

Independente do modelo que vá escolher para compor o espaço, a funcionalidade é quesito primordial para cada tipo de ambiente, seja no banheiro, lavabo, cozinha ou área de serviço. “A oferta de pias, de materiais e de metais para cozinhas e banheiros é vasta, mas não podemos esquecer questões básicas, como conforto e ergonomia”, explica Artur Diniz. A questão é que não se deve apenas priorizar o resultado estético. “É importante adquirir uma pia que atenda a funcionalidade e facilite a limpeza”, completa.

Carla Siqueira sugere que todos os detalhes devem ser pensados antes de decidir qual pia será a escolhida. “Deve-se analisar o tamanho da bancada, os acessórios que serão utilizados, entre outras questões importantes. Tudo tem que ser pensado e adequado para o espaço disponível”, esclarece.

Outro ponto importante diz respeito ao orçamento. É preciso também escolher de acordo com o que se pode gastar para que a obra ou reforma não pese no bolso. As pias mais modernas e diferenciadas costumam ser mais caras. “Porém, com pesquisa de mercado, é possível fazer aquisições com preços acessíveis”, indica Carla Siqueira. Outras dicas podem ser levadas em consideração para quem deseja economizar. “É possível encontrar um preço razoável se abrir mão dos últimos lançamentos do mercado ou das peças muito diferenciadas. Escolha os meios termos, como as pias esculpidas em bancadas retas, as cubas de semi-encaixe ou as de apoio, pois são excelentes opções. O resultado, certamente, será moderno”, conclui Artur Diniz.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

5 dicas para você melhorar a segurança em seu condomínio

Para que a sensação de segurança no condomínio seja verdadeira e não apenas um sentimento, são necessários alguns cuidados.

Com o rápido, constante e visível crescimento da criminalidade no Brasil, é visível o aumento do número de condomínios nas cidades do país. Um dos motivos para isto acontecer é a busca por segurança. No condomínio, as crianças podem brincar livremente e é uma boa opção para quem precisa viajar por muito tempo. Mas para que a sensação de segurança no condomínio seja verdadeira e não apenas um sentimento, são necessários alguns cuidados. E engana-se quem acha que garantir a segurança do condomínio é uma tarefa do síndico apenas.

Pensando nisso, reunimos cinco dicas para que você melhore a segurança em seu condomínio. Confira:

1 – Capacite e os porteiros 

Os funcionários do condomínio, principalmente os da portaria, devem estar orientados quanto ao comportamento que eles devem seguir para manter a segurança do condomínio
Oriente para que os mesmos:
- evitem distrações;
- não comentem os hábitos dos moradores
- realizem o controle de entradas e saídas dos visitantes do condomínio;
- sigam um checklist de procedimentos sempre à risca.

2 – Cuidado com as chaves

Somente os moradores e proprietários de unidades devem ter as chaves de acesso ao condomínio. Ou seja, terceiros não devem ter as chaves do condomínio. Quando algum dos moradores perder a chave ou houver uma demissão de funcionários conflituosa, sugere-se que uma nova chave seja feita.

3 – Controle a entrada de visitantes e prestadores de serviço

Inclua na portaria ferramentas que auxiliem a identificar, autorizar e liberar visitantes e prestadores de serviço no condomínio. Além disso, é de extrema importância que sejam registradas entradas e saídas do condomínio. Para isso, você pode utilizar uma planilha de controle de visitantes ou um sistema para gestão de condomínios .

4 – Tenha normas de segurança 

Crie um documento com todas as normas de segurança do condomínio com o objetivo de informar como os moradores podem ajudar na proteção do condomínio em sua rotina. Após, cole o documento nas áreas comuns do condomínio, elevadores e envie para todos moradores e funcionários. No link a seguir você pode fazer o download gratuito de um modelo de normas de segurança para condomínios .

5 – Invista em equipamentos de segurança 

A função de porteiro é facilitada quando o funcionário tem a sua disposição câmeras de segurança e sistemas que controlem a entrada e saída de visitantes. Estes equipamentos podem não ser baratos em um primeiro momento e por isso não serem bem recebidos pelos moradores. Entretanto, o síndico deve explicar a importância deste investimento.

Todas essas ações devem ser relembradas no dia a dia do condomínio e, principalmente, nas reuniões da assembleia. Deixando claro sempre que a segurança do condomínio não é um dever apenas do síndico, mas sim de todos os moradores.

Website: http://www.townsq.com.br

Fonte: http://www.segs.com.br

Saiba como utilizar prateleiras para decorar e organizar seu lar

Prateleiras são uma excelente opção para decorar e otimizar todos os espaços de diversos ambientes. Mas como não deixar o espaço over? Saiba como usar.

Você é do tipo de pessoa que gosta de versatilidade na hora de decorar um ambiente? Se for, está lendo o texto certo.

Hoje vamos falar de decoração, mais precisamente de decoração com prateleiras na parede. O tema é perfeito para quem tem um ambiente pequeno e precisa otimizar o espaço existente ou para quem simplesmente quer dar uma cara diferente ao cômodo.

Na cozinha, na sala, no quarto, no banheiro, no hall de entrada, na lavanderia, na varanda, não há lugar onde as prateleiras não combinem. Assim como não há nenhum espaço onde elas não encontrem utilidade e possam ser aproveitadas de várias formas.

As prateleiras podem ser de inúmeros modelos, cores, espessuras e serem usadas para várias finalidades, além disso, não são peças caras. Realmente não há item mais versátil na decoração do que a prateleira.

Então vamos logo para nossas dicas, acompanhe nosso artigo e se encha de ideias para sua casa.

1. Pensando nas cores

Cor e decoração precisam andar juntas sempre. Não tem como falar de decoração sem citar algo relacionando as cores do ambiente, dos móveis dos enfeites e, nesse caso, das prateleiras.

Se a sua casa já for muito cheia de detalhes, pense em prateleiras mais discretas. Elas podem acompanhar a cor da parede, por exemplo.  Aqui temos também outra linha de pensamento, se a sua casa for discreta, aplique essa linha de decoração as prateleiras também e deixe o foco nos objetos que ficarão nelas.

Assim, em prateleiras brancas, podemos criar um ambiente mais focado no dourado ou em cores mais sóbrias.

2. Extensão Infinita

As prateleiras não precisam ficar delimitadas em um único espaço se você não quiser. Como citamos no início, elas podem ser de vários tamanhos, espessuras e extensões. Logo, sua decoração pode incluir prateleira de ponta a ponta de uma parede, simulando quase uma estante, porém mais clean, moderna e com menos madeira.

Nesse caso, elas servem para livros, quadros, pequenos objetos, plantas, DVDs e etc. Se for no quarto, também substitui o guarda-roupa, se for na cozinha, pode servir como dispensa ou para guardar louça.

3. No Quarto

Acima da cabeceira da cama, as prateleiras comportam retratos de pessoas especiais e livros interessantes.

Se colocadas ao lado da cama na altura em que as pessoas ficam deitadas, é um criado mudo para posicionar abajur ou luminárias, celular, rádio relógio e etc. Nesse caso, elas precisam ser colocadas bem firmes, para evitar acidentes.

4. Prateleiras rústicas

Sua casa é na praia ou simplesmente sua decoração segue uma linha mais despojada e rústica? Olha essa ideia com prateleiras de madeira e tiras de couro para finalizar. Combine com plantas, tons de cinza ou coloque muita cor, qualquer opção combina com a madeira.

5. Prateleiras e paredes

Que tal combinar prateleiras e paredes na decoração? Esses dois itens em conjunto podem transformar qualquer ambiente. Na foto abaixo, o ambiente apesar de pequeno, se transformou num espaço para escritório. Perfeito para quem trabalha como home office ou tem crianças em período escolar.

Aliás, a ideia também é válida para quartos infantis. Coloque as prateleiras em uma altura mais baixa e coloque bonecas, livros, pelúcias e materiais que as crianças podem ter sempre à mão, cuidado apenas com pontas para não machucar a cabeça.

6. Espaços pequenos

Não é nenhuma novidade que as prateleiras são as melhores amigas de quem não tem espaço em casa. Elas não são apenas itens de decoração, mas se tornam imprescindíveis para quem precisa organizar vários itens em um local pequeno.

Usando a criatividade, o espaço que falta no chão surge nas paredes. As prateleiras podem esconder toda a bagunça de caixas e peças largadas pelo chão e que podem incomodar a circulação no ambiente.

No exemplo da foto, o projeto apostou em prateleiras de larguras diferentes. Perceba que na prateleira mais alta, a largura é a ideal para apoiar caixas, enquanto a mais baixa fica disponível para pequenos objetos e até porta-retratos.

Mesmo em um quarto pequeno, onde a cama toma praticamente todo o espaço, ainda existe a possibilidade de guardar diversos itens, decorando o ambiente. Só tome cuidado ao usar caixas transparentes, pois se a ideia é guardar a bagunça, ela ficará visível para quem entrar no local.

Prefira caixas ou cestas em tons mais escuros ou que imitem madeira, assim o ambiente fica mais visivelmente organizado.

7. Sapateiras suspensas

Pelo título desse item já dá para imaginar a ideia, não é mesmo? Olha que criativo usar prateleiras em posições diferentes para criar uma sapateira suspensa na parede.

Para quem tem poucos sapatos, o espaço pode ser criado atrás da porta ou naquele canto do guarda-roupa. Já quem tem espaço e um closet, por exemplo, imagine uma parede toda com sapateiras suspensas. O efeito é incrível.

Gostou das nossas dicas? Então use sua criatividade e transforme seu espaço gastando pouco.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Como funciona a Energia Fotovoltaica em condomínios

Entenda os benefícios, restrições e o que considerar na hora de optar por essa teconologiaEntenda os benefícios, restrições e o que considerar na hora de optar por essa tecnologia

O consumo de energia do seu condomínio é um dos culpados da sua dor de cabeça? Tem ideia de algum remédio para amenizar os sintomas?

Pois é, com o avanço da tecnologia e custos cada vez mais acessíveis, a utilização de placas de energia solar fotovoltaica começa a virar realidade em condomínios.

Inicialmente, o valor de investimento pode até assustar. Ele varia de acordo com a necessidade de cada condomínio, sendo os principais fatores o consumo de energia e a acessibilidade do local de instalação.

Mas a boa notícia é que bancos passaram a oferecer um financiamento para fontes renováveis com prazos de amortização mais longos.

“Existe ainda a possibilidade de parcelamento com a própria empresa contratada. O valor pago mensalmente chega a ser menor do que a conta de luz convencional”, assegura Matheus Rosa, diretor de projetos da Energy Free.

Quanto custa

Para se ter uma ideia: um condomínio que tenha despesa de R$ 2 mil por mês com energia elétrica, teria de investir entre R$ 80 e R$ 90 mil para zerar essa conta.

O sistema, então, se pagaria em até 4 anos e geraria energia por pelo menos 25 anos.

“Em uma conta rápida, após o sistema se pagar, irá gerar uma economia de mais de R$ 500 mil”, diz Lucas Gibram, analista técnico da ForGreen Energia Renovável.

Fora isso, não há taxa a ser paga à concessionária para a instalação. Apenas após o início do uso do sistema fotovoltaico, o que será pago na conta é a taxa mínima (que é a disponibilidade de energia) e encargos como taxa de iluminação pública.

Manutenção

O outro ponto positivo a se destacar é que o custo-benefício da tecnologia compensa porque o sistema tem vida útil longa – de aproximadamente 25 anos – e praticamente não exige manutenção específica.

“Depende apenas da limpeza dos painéis, nos quais a chuva, que é constante em São Paulo, se responsabiliza”, conta Luciano Gennari, síndico profissional de um prédio no Morumbi, que, por questão de espaço, aproveitou as 28 placas solares para ampliar a cobertura da área da churrasqueira de seu condomínio, erguido em 1987.

Espaço necessário e posicionamento das placas solares

Essa tecnologia se adapta bem em qualquer empreendimento. Os mais novos já estão sendo idealizados com ela, enquanto os mais antigos precisam passar por um estudo, mas que também podem conseguir abrigar as placas.

O único limitador, no entanto, é o espaço. Cada painel com potência de 325 W (watt) mede 2,00 x 1 metros, por exemplo.

”Preferencialmente, os painéis são instalados no telhado para não perder a área de solo, mas também já os colocamos em estruturas para garagem e já acomodamos em suportes no chão. Os painéis devem estar apontados para o lado norte com uma leve inclinação para se obter o melhor aproveitamento do mesmo, mas também pode se usar o lado oeste e leste, porém a produção diminui em média 7%”, explica Eder Dias, diretor comercial da Energy Free.

De acordo com Lutgardes de Souza, engenheiro eletricista da Tecno Ready Serviços Eletro Eletronicos, existe ainda a opção de instalação dos módulos fotovoltaicos nas fachadas dos prédios, porém isto ainda não é algo tão usual.

Resultados da energia fotovoltaica em condomínios 

Com um pouco de planejamento e estudo é possível alcançar resultados consideráveis.

“O sistema de energia fotovoltaica está atendendo a área comum do meu condomínio (piscina, sauna, quadras, salas de jogos, cerca elétrica, câmeras, elevadores, etc) e já registramos uma economia de 50% ao ano na conta de luz”, relata o síndico, Luciano Gennari.

O tamanho do espaço de instalação irá interferir na quantidade de energia gerada, mas mesmo em áreas pequenas haverá como reduzir a conta de luz dos meses seguintes.

O condomínio não ganha só com a conta mais baixa, segundo engenheira Raquel Bueno Tomasini, gerente de Produtos e Parcerias da Lello Condomínios, o sistema solar agrega também valor ao imóvel.

“O empreendimento que conta com esse sistema certamente tem mais valor, até pela eficiência energética e pelo desenvolvimento sustentável”, confirma Raquel.

Regulamentação e aprovação em assembleia

Por ser uma benfeitoria que pode ser considerada necessária, segundo especialistas, basta a aprovação em assembleia pela maioria simples dos condôminos presentes.

“O sistema pode ser aprovado por maioria dos participantes em assembleia com item dedicado ao assunto, ou seja, sem quórum qualificado para aprovação. A justificativa é pela economia gerada e contribuição ao meio ambiente, que não devem ser impedidas por um quórum mais rígido. A benfeitoria tem mais relação com necessidade do que com utilidade ou mero deleite, conceitos inclusos no art. 1.341 do Código Civil”, esclarece André.

No âmbito do direito civil, que rege as relações condominiais, ainda não há lei que regulamente esta instalação, segundo o advogado André Junqueira. No entanto, existem normas técnicas que devem ser levadas em consideração, especialmente a resolução da Aneel, que determina que a contratação de profissionais habilitados na área de engenharia elétrica é imprescindível.

Como funciona

  1. As placas ou painéis solares possuem células fotovoltaicas, que quando recebem raios solares, captam a energia solar e transformam em energia elétrica.
  2. As placas são conectadas ao inversores solar, responsáveis por converterem a energia gerada em eletricidade. Há plataformas modernas on-line que permitem o monitoramento de tudo o que acontece na instalação.
  3. Logo em seguida, toda energia gerada é conectada na rede e chega até o “quadro” de luz, no qual é responsável por distribuir toda a energia no condomínio.

Comece aos poucos

Se o condomínio quer implementar a tecnologia de forma gradativa ou parcial, é perfeitamente possível manter a energia convencional para os apartamentos ou casas, e utilizar energia solar fotovoltaica apenas nas áreas comuns dos condomínios.

“Esta, aliás, é a aplicação mais utilizada devido a falta de espaço para instalação do número ideal de painéis que atenda todo o empreendimento”, explica Matheus Rosa.

Diferenças entre energia solar térmica e fotovoltaica

A energia solar térmica é a forma mais conhecida de energia solar, a mais barata e utilizada atualmente no Brasil, ela capta literalmente o calor do sol e aquece o elemento desejado, geralmente água ou gás.

A térmica é uma solução para residências que buscam uma forma de aquecer a água sem depender da energia convencional (dispensando o chuveiro elétrico, por exemplo), enquanto a energia solar fotovoltaica permite o abastecimento total de todas as luzes e equipamentos eletrônicos do imóvel sem utilizar a energia proveniente da rede elétrica.

Panorama da energia fotovoltaica no Brasil

Devido ao incentivo que o próprio governo criou para difundir a tecnologia, como as linhas de crédito oferecidas para financiar a energia solar, os módulos fotovoltaicos estão ganhando cada vez mais adeptos nos últimos anos no Brasil, permitindo que residências e condomínios consigam instalar cada vez mais placas solares.

No entanto, os dígitos sobre fonte limpa e infinita no Brasil ainda são modestíssimos.

Atualmente, o número de conexões de micro e mineração de energia ainda é baixo, chegando apenas a um pouco mais de 20 mil instalações no país, com atendimento a 30 mil unidades consumidoras, o que representa uma potência instalada de 247,30 MW (Megawatt). A classe de consumo residencial é a maior responsável, com 58,71% das conexões.

Ao contrário do que acontece no Brasil, países como Estados Unidos, Alemanha, China, Itália, Japão e Espanha já estão usando todo o potencial do sol em grande escala. Essa discrepância existe porque diferente de outros locais do mundo, os incentivos para utilização de energia verde ainda são incipientes no Brasil.

“Inclusive, existem até obstáculos, favorecendo as formas mais tradicionais de geração de energia. Alguns estados concedem benefícios de ICMS, mas de forma tímida. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) regulamentou a forma de instalação e de conexão do sistema de energia solar à rede elétrica para ter direito à compensação de créditos com a geração própria de energia elétrica”, aponta o advogado André.

E com isso, o Brasil está mais ou menos 15 anos atrasado em relação ao setor fotovoltaico de outros países, segundo a Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), mesmo contando com uma das posições mais privilegiadas para a geração de energia solar em todo o mundo.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Consórcio de imóveis ainda é uma boa opção para quem quer comprar a casa própria

Modalidade atrai clientes que buscam pagar menos pelo financiamento e não têm pressa. Economia pode chegar a 10% do valor final da operação

Qualquer tipo de imóvel pode entrar nessa modalidade e com menos burocracia que no modelo tradicional - Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
Qualquer tipo de imóvel pode entrar nessa modalidade e com menos burocracia que no modelo tradicional

O reaquecimento do mercado imobiliário vem ocorrendo a passos lentos. Alto custo ainda espanta muitos compradores. As opções para financiamento da casa própria são variadas, uma delas é o consórcio de imóveis. Quem estiver pensando em comprar um imóvel, verá que a principal vantagem em aderir ao autofinanciamento é o custo final da operação. Um imóvel adquirido por meio dessa modalidade costuma sair em média 6% mais em conta do que por meio do sistema financeiro habitacional tradicional.

Tomando como exemplo um imóvel de R$ 500 mil, com prazo de 10 anos para pagamento: na compra por meio do consórcio, considerando a média de 17% de taxa de administração, que é a mais usual entre as administradoras da modalidade financeira, acrescida do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), de 5% ao ano, ao final do prazox o imóvel custaria aproximadamente R$ 735 mil. Na compra por meio do financiamento tradicional, considerando uma taxa de 11% ao ano, acrescida da taxa referencial (TR) anual, ao final do prazo o imóvel custaria aproximadamente R$ 780 mil.

Outra vantagem a ser considerada é que na modalidade de consórcio, em caso de contemplação, podem-se adquirir bens residenciais, comerciais e terrenos de uma maneira menos burocrática que o financiamento tradicional, tendo em vista que nessa segunda modalidade existem algumas regras diferentes entre os tipos de bens (principalmente, quando se trata de terrenos).

Mas alguns riscos podem ser evitados se o comprador estiver atento, explica Cláudio Eustáquio da Silva, diretor do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de Minas Gerais (Sindimóveis/MG): “Existem casos de fraudes que não podem ser ignorados, portanto, antes de adquirir um consórcio, pesquise bem sobre a administradora, tanto na internet, quanto nas agências reguladoras, evitando, assim, problemas futuros.”

A inadimplência é um fator a ser considerado, tendo em vista que, no financiamento tradicional, em caso de inadimplência ela está restrita somente ao comprador; já no caso do consórcio, por se tratar de um grupo de participantes, a inadimplência de um ou mais participantes pode comprometer a aquisição do bem.

PÚBLICO-ALVO 

De acordo com Cláudio, o perfil de cliente que normalmente adquire consórcio é aquele que não tem pressa na aquisição do bem e utiliza o consórcio como uma forma de poupança. Também aqueles que por algum motivo (seja por renda insuficiente ou restrição momentânea de crédito) não conseguem financiar pelo sistema tradicional e optam pela modalidade de consórcio.

“A avaliação de ser ou não vantajoso em relação ao financiamento tradicional deve ser bem ponderada, por se tratar de formas diferentes de compra; não deve ser levado em conta apenas o cálculo da economia em dinheiro”, recomenda o diretor da entidade.

Quando se trata de consórcio, o bem adquirido pode ser recebido pelo adquirente apenas no final do prazo contratado, o que pode levar até 10 anos, pois há duas formas de ser contemplado em um consórcio: por sorteio ou quem oferecer o maior lance. Já no financiamento tradicional, a entrega do bem é imediata.

A melhor opção de compra depende de fatores como a possibilidade de espera e de seu custo. Quem está morando de aluguel, por exemplo, deve colocar esse gasto no papel e o consórcio nessa situação pode se tornar bem desvantajoso. Para quem quer comprar para investir e não tem a necessidade imediata do bem, o consórcio pode ser considerado uma poupança forçada.

Fonte: Elian Guimarães / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Adeptos dos exercícios físicos escolhem seus condomínios por dispor de academia

Comodidade e economia são atrativos para a opção, mas o prédio deve ter alguns cuidados dentro desses espaços

Academia de ginástica nos condomínios é considerado fator de atração na venda de imóveis, mas é preciso ficar atento à segurança dos usuários - Eduardo Almeida/RA Studio
Academia de ginástica nos condomínios é considerado fator de atração na venda de imóveis, mas é preciso ficar atento à segurança dos usuários

As academias estão invadindo os novos empreendimentos imobiliários. A comodidade, economia e segurança são algumas das vantagens que levam cada vez mais moradores a optar por condomínios que contêm esse serviço. Seguindo essa “onda fitness”, os prédios veem nisso a oportunidade de valorizar o imóvel e atrair mais moradores. Mas antes de querer estimular vendas ou a saúde e bem-estar dos condôminos é preciso estar atento a uma série de cuidados para a segurança e tranquilidade dos usuários.

Andréa Cristina Kluppel Munhoz Soares, vice-coordenadora da Câmara de Inspeção Predial e diretora de Marketing do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (Ibape-SP), ressalta que esses espaços devem ter uma manutenção periódica, a fim de prevenir qualquer problema. “É importante fazer uma revisão periódica dos equipamentos, piso, ventilação e circuitos elétricos. O mais indicado é contratar empresas especializadas para dar o suporte adequado em cada situação”, pontua Andréa.

No momento da instalação e preservação dos aparelhos, alguns cuidados têm de ser seguidos. Deve-se verificar se a instalação dos equipamentos atende às especificações e orientações dos fabricantes, como a distância recomendada dos equipamentos em relação à parede ou outro aparelho. “Uma orientação é nunca deixar a parte traseira da esteira próxima à parede, para evitar problemas em caso de quedas”, cita Andréa.

Outra dica é sobre o circuito elétrico e as tomadas, que devem sempre estar em constante manutenção, já que equipamentos de academia costumam puxar muita energia. A vice-coordenadora da Câmara de Inspeção Predial do Ibape-SP destaca que a parte elétrica tem que ser bem cuidada, para não correr o risco de sobrecarga: “É preciso verificar se a alimentação dos equipamentos está adequada, para prevenir possíveis curto-circuitos. Outra recomendação é a não utilização de adaptadores e Ts”.

Ventilação e iluminação são pontos que precisam de uma atenção especial já que são fundamentais para o bem-estar dos usuários, adaptando os ambientes da academia a cada horário e às necessidades das diferentes práticas. Andréa Cristina Kluppel aconselha também sobre o uso de espelhos dentro das academias “O uso de espelhos tem que ser bem pensado, pois caso o vidro se quebre, por qualquer motivo, pode vir a causar algum acidente”, pontua.

Além de todas essas questões, assim como todas as áreas dos condomínios, as saídas de emergência, sinalizações e extintores de incêndio devem estar sempre bem indicados em caso de algum incidente. “Além da qualidade dos aparelhos, é necessário pensar na segurança de todos os usuários”, finaliza.

REGRAS DE UTILIZAÇÃO 

“As regras do uso de academias dentro dos condomínios vão aparecendo à medida que os problemas surgem. E isso vai de acordo com a necessidade dos prédios”, ressalta Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Condomínios da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG).

“As regras do uso de academias dentro dos condomínios vão aparecendo à medida que os problemas surgem. E isso vai de acordo com a necessidade dos prédios” – Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Condomínios da CMI/Secovi-MG

Apesar disso, algumas regras específicas podem ser debatidas em assembleias para entrar em vigor no regulamento interno do condomínio. Leonardo Mota ressalta que algumas normas são importantes para o funcionamento e conservação das academias dentro do prédio. “Um ponto é sobre quem pode utilizar o serviço. É recomendado que apenas os condôminos usem a academia, para evitar a entrada de visitantes desconhecidos. O horário de utilização dos equipamentos também deve ser pensado: até que horas o serviço ficará aberto?. É importante pensar nisso. O som proveniente desses espaços também precisa ser pensado para não infringir a Lei do Silêncio e o bem-estar dos outros moradores”, avalia.

A faixa etária é outro fator a ser analisado. Recomenda-se que o uso desses espaços sejam apenas para maiores de 18 anos. Caso o utilizador da academia seja menor de idade, é necessária autorização para a prática das atividades físicas.

Não existe um regulamento para todos os condomínios, portanto, eles não são obrigados a ter um personal trainer para acompanhar os usuários. Mas é aconselhável que o condomínio tome algumas precauções ao disponibilizar esse serviço, como ter alguém treinado para primeiros socorros. Além disso, o condomínio pode pedir aos moradores que apresentem uma avaliação física feita pelo médico, atestando que ele está apto a praticar exercícios.

O vice-presidente das Administradoras de Condomínios da CMI/Secovi-MG conta que em alguns condomínios é necessário o pagamento de uma taxa pela utilização do espaço: “Muitos moradores não usam esses espaços, mas há cobrança de taxas para a manutenção e limpeza dos aparelhos. Não há restrições legais nesse tipo de pagamento, desde que as normas estejam no regulamento interno do condomínio, aprovadas pelos moradores.”

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Aposte nos verdes e leve frescor e modernidade para sua casa

Nesse ano, alguns tons de verde se tornaram tendência! Quer aprender a usar a cor na sua casa? Confira nossas dicas de decoração!

Em um país tropical como o Brasil é natural que, na hora de decorar nossos lares, pensemos diretamente às cores vibrantes, plantas multicoloridas e um clima de calor que dá vontade de cair na praia só de imaginar.

Para adaptar a sua decoração ou até mesmo mudar radicalmente o visual de tudo em casa, separamos as melhores opções para fazer ainda este ano e curtir o verão com o visual da casa repaginado!

Paredes verdes para criar um clima de natureza e trazer leveza para seu cômodo

Que tal mudar aquela parede da sala, usando um tom de verde bem vibrante e colorido? A cor é super democrática, possui uma cartela de tons ampla para os mais variados gostos e ajuda a suavizar o ambiente, pois torna o clima mais leve e natural.

O mais legal dessa mudança é que pode ser feita também em outros cômodos da casa além da sala de estar.

Se você não gosta da ideia de pintar a sala, pode optar por usar papel de parede auto colante ou até mesmo fazer da sua parede um painel construindo um jardim vertical nela. Legal, não é

Móveis coloridos para quem deseja uma mudança divertida!

Brincar com a cor dos móveis pode deixar sua casa muito mais alegre e colorida. Além disso, você pode trocar de cor pintando tudo quando enjoar do visual atual do ambiente.

Vale pegar aquele sofá ou poltrona antiga e reformar com o estofado na cor que você deseja. É uma forma mais barata de trocar de móveis sem precisar comprar novos!

Verde nos detalhes para quem não quer ousar completamente na reforma

Cadeiras, banquinhos, acessórios decorativos de mesa, vasos, entre outros… Esses são alguns detalhes que podem ser adaptados na decoração para receber a cor verde.

Na cozinha, é possível utilizar louças e peças que contenham a cor em seus elementos, fica super bonito!

Plantas para um verde 100% natural

Nada mais próximo da natureza do que levar um pedacinho dela para sua casa. As plantas e flores ajudam a dar um charme todo especial para a decoração e tornar o ambiente lindo sem muito esforço. Escolha vasos neutros e deixe que a coloração natural nas plantas se encarregue de trazer vida para cada um dos cômodos.

O mais legal desta escolha é que você pode optar tanto pelas grandes como pelas pequenas, como na imagem que trazemos de referência.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Precisa de assembleia para…?

Especialistas expõem suas opiniões sobre questões polêmicas

Especialistas expõem suas opiniões sobre questões polêmicas

Nada como uma decisão ser tomada em assembleia para cercar o síndico de segurança. Algo determinado por um quórum específico ou pela maioria dos presentes em reunião de condomínio, caso não contrarie nenhuma lei ou a convenção do condomínio, dificilmente poderá ser revogado.

Há, porém decisões que são prerrogativas do síndico – e, portanto, ele não precisa chamar a assembleia para aprovação. Há outros casos ainda, em que a urgência do momento pede que algo seja feito rapidamente. Então, as providências são tomadas, e só depois se ratifica o que foi decidido e gasto, com uma assembleia.

Como nem sempre o entendimento sobre as situações é o mesmo, convidamos quatro especialistas em condomínios para responder algumas das questões mais comuns e polêmicas geradas em nosso canal Tira Dúvidas.

O time de especialistas é composto por Rodrigo Karpat, advogado especializado em condomínios, colunista do SíndicoNet e sócio da Karpat advogados; Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé, José Roberto Iampolsky, diretor da administradora Paris condomínios, e Alexandre Marques, advogado especializado em condomínios e colunista do SíndicoNet.

Confira  as respostas abaixo:

Troca de administradora

  • Rodrigo Karpat: No artigo 1348 § 2  do Código Civil consta a necessidade de assembleia para a troca de administradora. Porém, nada obriga que ela aconteça antes da troca, podendo ocorrer apenas a ratificação oportunamente. O síndico poderá realizar a mudança uma vez que é função delegada ao mesmo e apenas ratificar a escolha.
  • Vania Dal Maso: A assembleia é necessária para ratificar a nova administradora. Neste caso, com quórum simples, ou seja, 50% + 1 dos presentes.
  • José Roberto Iampolsky: depende da convenção do condomínio, umas exigem assembleia, outras dizem que é de responsabilidade do sindico.
  • Alexandre Marques: O assunto é polêmico, pois envolve mais de um entendimento. Para mim, o síndico pode sim contratar a administradora que achar mais adequada para o condomínio, e apenas futuramente ratificar sua escolha, principalmente se a nova administradora causar impacto nas finanças do condomínio. Para tanto, a anuência da maioria simples dos presentes basta.

Para demitir funcionários

  • RK: Se não representar indenização a qual necessite de rateio extra, entendo que está dentro das atribuições do mesmo, como diz o art. 1348 do CC. Se a despesa for excessiva, para preservação do síndico, sugiro a convocação de uma assembleia que poderá deliberar por maioria simples. Art. 1.352
  • VDM: Somente não há necessidade se não alterar o valor da previsão orçamentária aprovada. Em caso de alteração nesse sentido, haverá necessidade e o quorum será simples.
  • JRI: Não é necessário fazer assembleia, trata-se de prerrogativa do síndico.
  • AM: Sugiro que o assunto seja levado à assembleia apenas quando a rescisão do funcionário impacta nas finanças do condomínio. Nesse caso, uma aprovação por maioria simples em assembleia ajuda no provisionamento do montante.

Para contratar funcionários

  • RK: Se dentro do quadro atual, para suprir demissões, afastamentos, entre outros, o síndico poderá realizar a contratação com base nas suas atribuições definidas no art. 1348 do CC.
  • VDM: Somente não há necessidade se não alterar o valor da previsão orçamentária aprovada. Em caso de mudança nesse sentido, haverá necessidade e o quórum será simples.
  • JRI: Não é necessário fazer assembleia, trata-se de prerrogativa do síndico.
  • AM: Caso não haja impacto nas contas do condomínio, não é necessária assembleia, já que se trata de prerrogativa do síndico.

Para contratar empresa terceirizadora de mão de obra

  • RK: Em caso de troca de funcionários próprios por terceirizados, ou vice e versa, pelo fato de envolver custos com rescisão ou troca sistemática de funcionamento, deverá ocorrer somente mediante aprovação em assembleia por maioria simples, como explica o art. 1352 do Código Civil. A troca de uma terceirizadora por outra não há a obrigatoriedade de assembleia.
  • VDM: Não, mas somente não há necessidade se não alterar o valor da previsão orçamentária aprovada. Em caso de alteração nesse sentido, haverá necessidade e o quorum será simples.
  • JRI: Não é necessário fazer assembleia, embora seja prudente.
  • AM: Não há a necessidade de assembleia, já que esse tipo de contratação é prerrogativa do síndico – caso o contrato da empresa não incorra em gastos excessivos para o condomínio. Quando, porém, houver impacto nas finanças e seja necessário um provisionamento financeiro deve-se, sim,  levar o assunto à assembleia, que vota por maioria simples.

Para revogar multa

  • RK: A assembleia de condomínios tem poderes para revogar a multa por maioria simples dos presentes. Art. 1.352.  As multas aplicadas sem concessão de direito de defesa poderão ser foco de anulação na justiça comum.
  • VDM: A assembleia é necessária, já que e a multa foi aplicada baseada no regulamento interno ou na convenção de condomínio. Portanto, o fórum específico para dizer se pode retirar ou não é a assembleia. Não há necessidade de quorum especifico.
  • JRI: Com qualquer número de presentes, a assembleia pode revogar multa.
  • AM: A assembleia pode sim revogar multa, com aprovação de maioria simples

Para oferecer desconto aos inadimplentes

  • RK: O valor do rateio é aprovado em assembleia geral ordinária através da previsão orçamentária.Art. 1.350. Não sendo permitido o benefício a nenhum condômino em detrimento aos demais. Se um pagar menos, os demais estão pagando para fazer frente à diferença do desconto dado a algum condômino.
  • VDM: É necessária a assembleia, pois o inadimplente deve para a massa condominial como um todo. Portanto é necessário solicitar em assembleia a autorização, com 100% dos condôminos, pois cada fração desta dívida pertence a um condomínio.
  • JRI: É preciso uma assembleia simples, com qualquer número de presentes, desde que esteja expresso na convocação, pois o tema não deve ser tratado em assuntos gerais.
  • AM: O assunto é polêmico e precisa sim de assembleia para ser deliberado. Para a votação ter validade, o desconto – que deverá valer para todos os inadimplentes – precisa ser aprovado por no mínimo dois terços dos condôminos. Há, porém, quem entenda que esse tipo de desconto deve ser aprovado pela totalidade dos condôminos.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Sofisticação e modernidade utilizando tons neutros na decoração

Quer dar um tom moderno a sua decoração? Aposte em móveis e detalhes em tons neutros e a facilidade na hora de combinar os itens será certeira. Acompanhe!

Morar em um ambiente com ar sofisticado, moderno e que está sempre de acordo com as tendências do momento pode parecer algo complicado. Porém, há um truque de decoração que pode facilitar sua vida na hora de deixar seu lar mais harmônico.

De profissionais a amantes de decoração, todos concordam que tons neutros sempre ajudam na hora de compor um cômodo. Afinal, quando entramos em um ambiente onde existe sintonia entre o tom das paredes, as cores dos móveis e o revestimento utilizado no piso, a sensação de organização e conforto imperam automaticamente.

E quando falamos em tons neutros não pense que a cartela de cores se resume a branco, cinza e bege. Pelo contrário, tons mais escuros também entram nessa lista, basta terem fundos azulados para se tornarem mais frios.

Para os móveis com estofados, que podem sujar com o passar do tempo, é importante escolher materiais que sejam fáceis de limpar e em cores escuras.

Lembre-se sempre que a iluminação é um elemento que faz toda a diferença na composição do todo. Afinal, o toque clean que o ambiente propõe não pode ser apreciado em sua totalidade apenas com a luz do dia.

Aposte em spots de luz e em tetos rebaixados para uma iluminação mais intimista e cheia de personalidade. Não se esqueça também das luminárias, de diversos tamanhos, que além de ótimas para iluminar ainda mais determinados pontos da casa, tem cada vez mais marcado presença nos projetos de decoração da atualidade

Como é possível ver nesse decorado, nossas dicas são fáceis de se aplicar em um projeto bem pensado, como esse da A.Yoshii Engenharia. A construtora conta com apartamentos de alto padrão em diversas cidades do Paraná, como em Curitiba. Os decorados já estão disponíveis para visitação.

A última dica, mas não menos importante, é essencial para dar o seu toque ao lar. Afinal, tons neutros trazem sutileza a decoração, porém são os detalhes que trazem vida e a personalidade dos moradores ao ambiente.

Quando os tons frios predominam na decoração, é possível utilizar objetos decorativos com cores mais quentes, para quebrar a mesmice e deixar o espaço com um ar moderno e de certo modo minimalista.

* A.Yoshii Engenharia desenvolve obras de grande porte, como usinas de açúcar e álcool e fábricas de papel e celulose. No segmento de incorporação, com empreendimentos residenciais e comerciais construídos em importantes cidades do Paraná, a A.Yoshii se destaca pela qualidade e pontualidade na entrega.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Condômino antissocial: É possível expulsá-lo do condomínio?

Entenda o que é esse tipo de comportamento e como lidar com ele

Viver em condomínio significa dividir não apenas custos e espaços, mas também valores.

E o que acontece quando um condômino reiteradamente não cumpre os valores divididos pela sua comunidade?

É esse tipo de questão que o especialista Zulmar Koerich aborda no vídeo de hoje, principalmente a possibilidade de expulsar o condômino antissocial - denominação oficial para o morador ou condômino que descumpre as regras do condomínio de forma costumeira.

Assista ao vídeo e saiba mais sobre o assunto!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Em momentos de crise,investir na casa própria é melhor que ser inquilino?

Reprodução/Internet/You,Inc

A compra de um imóvel pode ser um dos investimentos mais importantes na vida de uma pessoa. A casa própria é o sonho de mais de 7 milhões de brasileiros sem teto e os prazos de financiamento podem chegar a até 30 anos. Por outro lado, o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas, usado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel, registrou deflação em 2017. Em dezembro, subiu 0,89%, mas no acumulado do ano manteve a trajetória dos meses anteriores e ficou em -0,52%. Isso não ocorria desde 2009, o que gera, para quem mora como inquilino, a oportunidade de renegociar e, quem sabe, até reduzir os valores.

Segundo o Censo 2010 do IBGE, o Brasil tinha cerca de 11,4 milhões de pessoas morando em favelas. O déficit habitacional brasileiro atingiu a marca de 7,7 milhões de domicílios, o terceiro pior índice da história, segundo estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) a pedido do Sindicato da Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). Os dados foram coletados em Pesquisas Nacionais da Amostra Domiciliar (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e se referem a 2015. A pesquisa analisa o período de implantação do programa Minha casa, minha vida (MCMV), criado em 2009, que não conseguiu eliminar a carência de habitação, apesar da construção de 4,5 milhões de unidades desde então – 3,2 milhões destinados à população de baixa renda.

De acordo com Ricardo Antunes Reis, diretor do Sindimóveis/MG, o mercado imobiliário foi muito afetado pela crise econômica e política, de uma forma até mais intensa que outros segmentos, por lidar com produtos de valores muito altos. “Assim, as pessoas que planejavam comprar, que tinham valores para dar de sinal e iam financiar o restante, suspenderam essa decisão em face do alto investimento e do compromisso que seria assumido por muitos anos; a incerteza e o desemprego fizeram com que essas pessoas adiassem a decisão de compra. À medida que a economia vai melhorando, as pessoas voltam a ter mais confiança para assumir compromissos de longo prazo.”

Segundo o diretor da entidade, a locação sofreu menos que a venda, porque as pessoas que não podem comprar têm que morar e decidem pelo aluguel. Mas esse segmento viu a possibilidade de renegociar valores. Esse movimento foi mais no começo da crise, de uma forma mais intensa em 2016 e 2017. “Acredito que, hoje, os valores já estão em grande parte negociados e ajustados dentro da realidade de mercado.”

Para 2018, a perspectiva é positiva para ambos os casos, acredita Ricardo Reis. Por ser ano eleitoral, gera uma tendência de os governantes não aprovarem nenhuma lei ou medidas impopulares. Isso faz com que o mercado fique mais estável, favorecendo os negócios imobiliários. “Com a economia estável e a inflação sob controle, há expectativa de que os investidores voltem para o mercado, que os construtores voltem a construir e que o número de compradores de imóveis para locação também aumente. A expectativa é de que o setor melhore de uma forma geral, o mercado imobiliário em 2018 está muito promissor, principalmente para as compras, que tendem a ser retomadas.”

VALORIZAÇÃO 

Leonario Felix, consultor imobiliário da Brasil Brokers, considera que a compra de um imóvel para investir em aluguel é uma boa pedida. “O rendimento é de 1% do valor líquido do imóvel. Se ele custou R$ 500 mil, além da valorização em si do patrimônio o comprador terá renda mensal em torno de até R$ 5 mil. A vantagem é que o patrimônio cresce e o imóvel valoriza, além de o proprietário estar se isentando de despesas mensais como IPTU, condomínio, taxa de incêndio e luz, que serão pagas pelo inquilino.”

Para Leonario, sempre é vantajoso investir em imóveis, mais que em qualquer outra aplicação como poupança e outros títulos. No caso de compra para moradia, o consultor aconselha, principalmente, para clientes em condições financeiras menos favoráveis (imóveis entre R$ 300 mil e R$ 800 mil) negociar bem as prestações. Dar pequena entrada, negociar prestações intermediárias como aquelas na entrega das chaves. “Sempre estruturamos o cliente com o pouco que ele tem, sem descapitalizá-lo. Vamos instruí-lo como fazer para morar, pagando aluguel até o recebimento do imóvel adquirido.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Discriminação no condomínio

Liberdade de expressão não pode ser maior que o respeito pelo a dignidade humana

Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito

Albert Einstein

Liberdade de expressão não pode ser maior que o respeito pelo a dignidade humana

Uma das mais célebres frases do talvez maior cientista do século XX, que morreu em 1955, ainda é uma triste realidade.

Diversos são os preconceitos com os quais vivemos diariamente. E, como os condomínios são como um microcosmo da nossa sociedade, também encontramos nesses espaços preconceito e discriminação.

Semana passada foi noticiado um caso que foi bastante debatido nas redes sociais. Um casal carioca recebeu uma carta anônima de um vizinho, com teor racista e homofóbico.

A carta, citando trechos da Bíblia, pedia que os dois se retirassem do condomínio.

O caso já está sendo investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.

O Brasil hoje é um país livre e democrático, onde todos podem expor suas opiniões. A questão é que isso não pode ser feito desrespeitando direitos básicos do próximo, seja ele o vizinho, o funcionário ou um visitante.

“Considero que os condomínios são os ambientes mais discriminatórios que existem. Muitas pessoas reprimem seu racismo em público, mas, em seu condomínio, no ambiente que considera sua casa, não aceitam negros, gays e outras minorias”, pesa André Junqueira, advogado especialista em condomínios.

Isso, justamente por acreditarem que, por estarem “na sua casa”, não estão “obrigados a tolerar” as diferenças que permeiam a vida em sociedade.

Legislação

Acontece que essas diferenças citadas logo acima estão protegidas pela lei, como o caso da injúria racial, por exemplo, que, de acordo com o site do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) consiste em:

“ofender a honra de alguém valendo-se de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem”, e está prevista no artigo 140, parágrafo 3º do Código Penal.

Um exemplo que ilustra bem a injúria racial foi o caso dos torcedores do time de futebol do Grêmio chamando o goleiro de macaco, em 2014.

O preconceito a homossexuais tampouco deve ser aceito. A homofobia não é crime no Brasil. Porém, condutas impróprias envolvendo orientação sexual podem se encaixar em crimes como injúria, difamação ou danos morais, por exemplo, afirmou a advogada cível Rosana Dias Figueiredo.

No que tange a discriminação contra negros, há dois tipos de crimes: a injúria racial e o racismo. O racismo, ainda de acordo com o CNJ:

“implica conduta discriminatória dirigida a determinado grupo ou coletividade e, geralmente, refere-se a crimes mais amplos. Nesses casos, cabe ao Ministério Público a legitimidade para processar o ofensor” e tem pena que variam a até um ano, além de multas compatíveis com o delito, de acordo com a lei 7.437. O crime é inafiaçável.

Outras vítimas

Além das discriminações citadas acima, outros que costumam sofrer discriminação em condomínio são os inadimplentes.

“É importante ressaltar que aquilo que o condomínio pode fazer com o inadimplente está bem claro na lei. Comportamentos como ironias em público, nome do devedor em áreas públicas e a proibição de circular em áreas como a piscina ou o elevador podem, sim, levar o condomínio a ser processado por danos morais”, explica Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios.

Também é importante lembrar de outros tipos de discriminação que também são bastante corriqueiras no condomínio. Funcionários, tanto das unidades como do condomínio, devem sempre ser tratados com igualdade, respeito e cortesia.

Os inquilinos também não devem sofrer nenhum tipo de diferenciação: podem usufruir do condomínio assim como quem é proprietário. O único direito que não os inquilinos não têm é de votar em assembleias sem procuração.

Medidas práticas para evitar discriminações

Se sabemos que educação vem de casa, e o condomínio é a nossa casa, uma boa maneira de ajudar a todos no condomínio a entenderem a diversidade pode ser a realização de ações educativas no local, como sugere o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet, Alexandre Marques.

“Esse tipo de trabalho, para render bons frutos, deve ser feito por uma ONG especializada no assunto. Não é apenas um cartaz, ou mesmo multando que esse tipo de situação para de acontecer”, pontua ele.

Marcelo Gil, presidente fundador da ONG ABCD’S (Ação Brotar pela Cidadania e Diversidade Sexual) acredita que a informação é o primeiro passo para evitar preconceitos. Por isso, a ONG oferece conscientização sobre diversos temas, inclusive racismo, xenofobia, machismo, etc.

“Fazemos palestras e vemos como falta informação a muitos. Quando há um trabalho de conscientização, o ambiente fica mais receptivo para todos”, argumenta ele.

Nos workshops e palestras desenvolvidos pela ONG são oferecidos materiais de apoio e conversas sobre preconceito e discriminação de diversas populações, e não apenas a LGBT.

A ONG oferece palestras em todo o estado de São Paulo e cobra apenas pelo seu deslocamento.

Antes de chamar uma ONG do tipo para uma conversa com os moradores, o ideal é conversar com o conselho e com os próprios moradores, para availar sua aceitação.

“Não adianta fazer algo totalmente vertical, a comunidade precisa estar aberta a esse diálogo”, pesa Alexandre Marques.

E para não ser algo de cima para baixo, o indicado é sempre trazer informação para que os moradores possam evitar esse tipo de comportamento. Aliado a outros tipos de ações, um cartaz como o elaborado abaixo pode ser de grande valia na melhora da convivência em condomínio.

Postura do síndico em caso de discriminação no condomínio

O condomínio, ou mesmo o síndico, apesar de não serem obrigados a se manifestar em situações pontuais entre moradores, pode, sim, deixar claro que não concorda com atitudes discriminatórias em suas áreas comuns.

“A prática de qualquer ato discriminatório no condomínio atenta aos bons costumes, que são protegidos pelo art. 1.336, IV, do Código Civil. Logo, cabe aplicação de multa a quem discrimina assim como aquele que faz barulho. Se o ato é praticado pelo síndico, conselheiro ou outro membro da administração, cabe destituição”, ensina André Junqueira.

Outra maneira do condomínio se posicionar a favor de quem é vítima de uma situação de preconceito é mostrar as imagens do CFTV, caso haja essa possibilidade.

“A praxe é que o síndico realmente não ofereça esse tipo de material sempre que for solicitado. Mas em um caso como o do casal carioca, que há clamor popular, seria melhor mostrar as imagens para mostrar que a administração realmente não compactua com esse tipo de comportamento de discriminação”, relata Rodrigo Karpat.

Responsabilidades

Importante salientar que uma sociedade diversa e apta a conviver com as diferenças que nos permeiam seria o ideal.

Isso não significa ser obrigado a gostar de algum tipo de comportamento. O que não se pode é discriminar, diminuir e insultar o outro por ele ser quem é.

Também é importante que todo o condomínio tenha consciência da importância de se contar com um síndico, corpo diretivo e funcionários capacitados para lidar com respeito com todos os moradores, visitantes e fornecedores do condomínio.

Afinal, caso uma pessoa se sinta discriminada, com razão, o condomínio como um todo poderá ter que ratear o valor da indenização.

Veja o caso do condomínio abaixo:

“INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. Alegação de constrangimento provocado por atitudes agressivas com conotação homofóbica. Procedência da ação e improcedência da reconvenção. Apelo da ré-reconvinte pugnando pela inversão dos julgados. Inconsistência do inconformismo. Ré que, na condição de síndica, em assembleia condominial, exigiu que o autor apresentasse certidão de casamento que o autorizasse a representar o companheiro, proprietário do imóvel, com quem afirmou viver em união estável.

Existência da união homoafetiva reconhecida pela própria demandada e demais condôminos.

Alegação de que, ao exigir a certidão de casamento, objetivou a ré zelar pela regularidade da assembleia. Ré que, no entanto, não exigiu certidão de casamento ou procuração dos demais condôminos.

Versão dos fatos apresentada pelo autor-reconvindo foi corroborada pela prova testemunhal. Situação que extrapolou o mero aborrecimento. Danos morais configurados. Indenização devida e arbitrada em R$ 20.000,00, com observância dos parâmetros da proporcionalidade e razoabilidade. Irrelevância do fato da queixa-crime movida pelo autor contra a ré ter sido rejeitada.

Manutenção dessa rejeição pela Turma Recursal Criminal do Colégio Recursal de São Paulo, sob o enfoque criminal e tendo por base as provas produzidas naquele procedimento. Análise dos fatos, nesta ação, sob o enfoque civil, não havendo vinculação ao resultado da queixa-crime.

Prova testemunhal que rechaçou a imputação de ofensas feitas pelo autor-reconvindo à ré-reconvinte. Ausência de elementos configuradores da responsabilidade civil na reconvenção. Inconformismo manifestado pelo autor-reconvindo, em contrarrazões, que não pode ser apreciado, diante da não interposição de apelo. Sentença mantida. NEGADO PROVIMENTO AO RECURSO.”(v.21829).  (processo número 2 -0197076-09.2012.8.26.0100)

Importante ressaltar que nem sempre o seguro de responsabilidade civil do síndico cobre casos como esse acima.

Caso a conduta discriminatória comprovada tenha partido de um funcionário do condomínio, o mesmo pode ser desligado por justa causa.

Se for o síndico a se comportar dessa forma, pode-se convocar uma assembleia, com um quarto dos condôminos ou quem tenha esse direito previsto na convenção, e destituí-lo.

Exemplos de situações de preconceito

  • Assembleia: quando um casal homoafetivo se pronuncia, pedir para ver a certidão de casamento. Se isso não é solicitado para os casais héteroafetivos, essa deve ser a postura para todos os casais
  • Demonstrações de afeto: casais homoafetivos não podem ser proibidos de se beijar em áreas comuns
  • Livro de ocorrências: o ideal é evitar usar de ironias, sarcasmo ou descrever acontecimentos que não se possa provar
  • Elevador social: pedir para morador (seja negro, pardo ou de qualquer condição social) sair para você entrar ou dar a entender “que não fica em ambiente com gente assim” também pode ser encarado como preconceito
  • Lista de inadimplentes: o local ideal para que todos tenham ciência dos devedores do condomínio é o boleto com o balancete do mês. Publicar a lista com nome e número das unidades e deixar em áreas como elevador e quadro de avisos é expor o devedor a uma situação vexatória e o condomínio a uma ação de danos morais

Como agir?

Caso uma pessoa se sinta discriminada racialmente ou devido a sua orientação sexual, o ideal é procurar a polícia e registrar um boletim de ocorrência. Caso haja perigo, pode-se ligar para o 190 (polícia militar) ou ainda para o Disque 100 (Departamento de Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos).

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Verde acinzentado ganha espaço nas decorações

Tonalidade sóbria traz a sensação da natureza dentro de casa e pode ser usada em todos os ambientes e de diversas formas

Com os centros urbanos cada vez mais inchados, onde o meio ambiente tem perdido espaço para o concreto, é cada vez mais comum que as pessoas busquem o conforto do verde dentro dos próprios imóveis. Desta forma, jardins têm conquistado espaço nos apartamentos, mas este não é o único recurso. A cor verde também tem tido destaque nas decorações por trazer a sensação da natureza para casa. Com tom mais sóbrio e fácil de se encaixar na decoração, o verde acinzentado tem virado tendência, principalmente em ambientes mais sóbrios ou onde as pessoas buscam relaxar. Saiba onde e como usar a tonalidade sem errar.

Usar o verde na decoração é como trazer um pouco da natureza para dentro de casa. “Ele traz as sensações do meio ambiente para o imóvel e é uma cor que faz repousar. Ela pode estar presente em todos os cômodos, mas ganha destaque em ambientes que precisam de mais acolhimento, como sala de estar e quartos”, afirma o arquiteto Artur Diniz. Segundo ele, esta é uma cor que já esteve presente recentemente nas decorações de forma bem incisiva, inclusive de forma mais alegre e vibrante, principalmente em contraponto ao cinza, que predominou o cenário de cores e revestimentos nos últimos anos. “Agora o verde herda um pouco do cinza e se torna sóbrio, mais elegante do que festivo, seguindo a tendência das tonalidades acinzentadas”, completa.


(Foto: Reprodução/ Pinterest)

Como o verde acinzentado é uma cor mais sóbria, ela tende a estar presente em decorações masculinas. Mas ele não se resume apenas isso e, versátil, pode estar presente em diversos ambientes e de várias maneiras. “Ele fica bom em sala, quarto, lavabo, um lugar mais fechado. Só precisa ter cuidado para não escurecer demais o ambiente. A tonalidade também pode ser usada em pintura, mobiliária, poltrona, painel, pode ser pintura nas paredes, um detalhe ou em objetos. É uma cor bem versátil, dá para ir do clássico ao moderno”, explica a arquiteta Renata Inojosa.

É possível brincar de muitas maneiras com o verde acinzentado a depender do estilo a que se pretende chegar na decoração. “Para um estilo mais sóbrio, deixe o cinza dar o tom geral da maioria das paredes e dos estofados e o verde acinzentado em apenas uma parede, para não escurecer demais o ambiente. Para obter uma decoração mais alegre, use o verde acinzentado como protagonista no ambiente, onde estofados e objetos de decoração vão aparecer em tons quentes e vivos, como laranjas, amarelo, azuis. É importante fazer um jogo de contraste entre as paredes, móveis e objetos para o resultado não ficar monótono”, reforça Artur Diniz. “É uma cor que combina bem com algumas cores frias, quentes ou neutras. Assim, poderemos usar no mesmo ambiente os brancos, beges, marrons, laranjas, roxos e amarelos na pintura de paredes ou em peças de mobiliário e objetos de decoração pontuais”, acrescenta.

Resultados

O resultado no estilo da decoração, no entanto, vai depender da forma como o verde acinzentado é utilizado, com as cores e os móveis presentes no ambiente. Por ser uma cor sóbria, poderá ser usada numa decoração mais clássica, com móveis de estilo, mas é possível ter esta cor como fundo para uma decoração minimalista, colorida, alegre. “Se você colocar outra cor bem colorida, mais aberta, contrastando, vai ficar um resultado bem moderno. Ou pode usar também com tons mais sóbrios, como madeira e rosé, para deixar mais clássico”, diz Renata Inojosa.


(Foto: Reprodução/ Pinterest)

Mesmo com toda a sua versatilidade, como o verde acinzentado é uma cor sóbria, é preciso tomar alguns cuidados para não pecar pelo excesso na decoração. “Em ambientes que precisam de menos luminosidade, como o home teather ou os quartos, use a cor em uma parede, em conjunto com marrons, porém dosando bem as tonalidades. Nos ambientes que precisam de mais luminosidade, como sala de estar, cozinha e banheiros, dê preferência a usá-la em uma única parede e complemente o restante com cores claras, com foco nos brancos ou beges”, explica Artur Diniz.

As cores dos objetos e móveis também precisam dialogar com as cores predominantes. Porém, é preciso ficar atento aos detalhes. “Evite usar o mesmo verde na parede, nos móveis e objetos pois o resultado pode ser monótono. Neste caso, invista em peças que façam um tom sobre tom ou mesmo em peças com cores diferentes, mais vivas. O resultado vai ser mais rico”, ressalta o arquiteto. “Essa é um cor que combina também com materiais naturais, como palha natural e madeira, tornando o ambiente ainda mais acolhedor”, completa.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Uso de procurações em assembleias de condomínios

Não há limites para o número de procurações, mas convenção pode restringirNão há limites para o número de procurações, mas convenção pode restringir

O Código Civil, atual lei dos condomínios, legitima o uso de procurações em assembleias, seja qual for o seu propósito: eleições, aprovação de contas, aumento da taxa condominial, etc. Além disso, qualquer pessoa capaz pode receber procuração, sem limitação de quantidade.

Algumas convenções têm um item que restringe a quantidade de procurações a serem apresentadas por um único condômino em assembleia, ou proíbem o síndico de portar procurações de outros condôminos. Convém verificar a convenção do seu condomínio.

Veja o que diz a orientação do Secovi Rio:

O departamento jurídico do Secovi Rio entende que a escritura de convenção pode impor algumas regras próprias, como limitar o número de procurações, proibir que pessoas da administração e seus parentes recebam procuração etc.

Ou seja: a princípio, é liberado o uso desse instrumento de representação. Caso o condomínio deseje restringir ou regrar esse uso, isso deve constar na convenção do empreendimento.

  • O documento deve especificar o objetivo da outorga, ou seja, a sua finalidade, como representação na assembleia do condomínio X no dia Y, ou representação em assembleias do condomínio X.
  • O documento também deve designar a extensão dos poderes conferidos, ou seja, se é só para votar, se é para ser votado em nome de quem passou a procuração, se é para ambos, etc.

Como assinar a lista de presença?

Uma dúvida bastante recorrente é como o procurador deve assinar a lista de presença. Veja, abaixo, a dica de Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

“Na lista, o procurador deve escrever o nome de quem está representando por procuração e o nome do procurador. Assim, se eu estivesse representando o João em uma assembleia ficaria, na lista, ao lado do nome da pessoa: ‘João da Silva, por procuração de Gabriel Karpat’”, exemplifica ele.

Ele também afirma ser essencial que isso fique claro na lista de presença, uma vez que inconsistências na lista de presença podem até levar à impugnação da assembleia.

Confira o texto do Código Civil sobre o assunto, e abaixo dele algumas explicações:

“Art. 653. Opera-se o mandato quando alguém recebe de outrem poderes para, em seu nome, praticar atos ou administrar interesses. A procuração é o instrumento do mandato.

Art. 654. Todas as pessoas capazes são aptas para dar procuração mediante instrumento particular, que valerá desde que tenha a assinatura do outorgante.

§ 1o O instrumento particular deve conter a indicação do lugar onde foi passado, a qualificação do outorgante e do outorgado, a data e o objetivo da outorga com a designação e a extensão dos poderes conferidos.

§ 2o O terceiro com quem o mandatário tratar poderá exigir que a procuração traga a firma reconhecida.”

Algumas explicações sobre as condições de validade para procurações, acima expostas o Código Civil:

  • A firma reconhecida só é obrigatória se a convenção ou o regulamento interno assim o exigirem (Código civil, artigo 654, parágrafo 2º) .
  • Objetivo da outorga: representação na assembleia do condomínio X no dia Y, ou representação em assembleias do Condomínio X.
  • Designação e extensão dos poderes conferidos: se é só para votar, se é para ser votado em nome de quem passou a procuração, se é para ambos.
  • Algumas convenções têm um item que restringe a quantidade de procurações a serem apresentadas por um único condômino em assembleia, ou proíbem o síndico de portar procurações de outros condôminos. Convém verificar a convenção do seu condomínio.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Localize gorduras no orçamento

Identifique gastos desnecessários e desperdícios

Identifique gastos desnecessários e desperdícios

Quando todas as contas do condomínio estão juntas, apresentadas nos boletos e balancetes, a pergunta é a mesma para a grande maioria dos síndicos: o que eliminar no orçamento para economizar?

Encontrar o que pode ser simplesmente extinto ou otimizado é difícil, mas dá para deixar o orçamento mais enxuto com medidas de economia simples, revisão de contratos e a substituição ou instalação alguns equipamentos, como minuterias nas lâmpadas de algumas áreas ou a contratação de um folguista, se as horas-extras já não valem mais a pena.

Confira algumas dicas e orientações para deixar suas contas em dia e o orçamento bem magrinho.

1) FOLHA DE PAGAMENTO

  • Horas extras: normalmente, esta é uma das maiores fontes de gastos excessivos. Faça as contas: muitas vezes sai mais barato contratar um folguista do que acionar horas extras dos funcionários. Conte também com uma escala de revezamento bem organizada. O portal SíndicoNet dispõe de uma planilha-modelo para revezamento de portaria 24h.
  • Terceirização: é importante observar que a terceirização de mão-de-obra nem sempre traz economia, sua maior função é livrar o condomínio do gerenciamento dos funcionários. A empresa cuida de seleção, contratação, treinamento, elaboração de escalas, substituição em faltas e férias, além de toda a burocracia trabalhista. Por outro lado, há empresas que apresentam custos baixos, mas pagam mal os empregados, gerando muitas substituições e serviços de baixa qualidade. Fique atento!

2) ÁGUA

  • Controle de vazamentos: aumentos injustificados na conta podem indicar vazamentos. Além disso, estes podem trazer danos para a estrutura do prédio. É importante que o zelador sempre faça vistorias na edificação, identificando possíveis vazamentos, e comunique imediatamente a administração quando forem encontrados. Também há empresas que realizam vistorias mais aprofundadas, incluindo inspeções nas unidades. O zelador também pode verificar as descargas dos banheiros das unidades, que são outro grande foco “invisível” de vazamento.
  • Individualização de hidrômetros: há empresas que instalam aparelhos de medição em cada apartamento ou unidade, para que cada um pague diretamente o que consumiu. Isso, é claro, gera maior controle e economia na grande maioria dos casos. Cada condômino deixa de pagar a conta de água no condomínio, recebendo-a em casa.
  • Funcionários e condôminos: é importante que todos estejam conscientes de como usar racionalmente a água. Comunicados e campanhas internas costumam surtir grandes economias.
  • Piscinas: devem ser cobertas quando fora de uso, pois há muita perda por evaporação. Há outras dicas de economia: saiba mais.
  • Cadastro por economias (SP): nas regiões atendidas pela SABESP, os condomínios devem se cadastrar para que o consumo seja medido por uma escala apropriada. O valor do metro cúbico sobe quanto maior o consumo total. Se o condomínio não tem esse cadastro, paga como se fosse apenas uma unidade residencial. No cadastro por economias, o valor do metro cúbico cai.

3) ENERGIA ELÉTRICA

  • Luzes: é com a racionalização do uso das luzes que se tem a melhor relação custo-benefício na economia de energia elétrica. A introdução de sistemas inteligentes, que incluem minuterias e sensores de presença, não requer investimentos vultosos.
  • Lâmpadas Fluorescentes gastam menos energia, principalmente se usadas com refletores, e têm maior vida útil do que as incandescentes. Além disso, é preciso verificar se as lâmpadas têm voltagem apropriada para o local, pois se isso não ocorre a vida útil é reduzida.
  • Rodízio de elevadores: pode-se deixar um dos elevadores desligados entre as 22 e as 6 horas. Mesmo parado, o equipamento gasta energia com sua iluminação. E de quebra, evita-se que o usuário chame dois elevadores neste período.

4) ELEVADORES

Contrato de manutenção:

É difícil para o leigo saber se seu condomínio está com contrato superior às necessidades. Mas há algumas dicas:

  • Elevadores de prédios novos não precisam necessariamente de contratos de manutenção, já que não haverá muitas substituições de peças. Nesse caso, a conservação é mais indicada.
  • A manutenção pode ser um bom negócio para prédios mais antigos, desde que o valor cobrado seja compatível com as peças de reposição incluídas.
  • Em elevadores mais antigos, a modernização do equipamento, apesar de exigir investimento elevado, pode gerar economia considerável. O grande desafio é saber se realmente o elevador necessita ou não desta intervenção.
  • Comparar com prédios vizinhos os valores praticados.
  • Anualmente, pedir uma revisão de contratos.
  • Solicitar para outras empresas orçamentos sem compromisso.

Sistemas de economia:

Há equipamentos que geram economia de energia elétrica e/ou protegem o maquinário contra o desgaste excessivo, como o sinalizador contra chamadas múltiplas. Equipamentos antigos também podem ser modernizados, para que não se tenha que futuramente fazer uma reforma total no sistema.

5) MATERIAL DE LIMPEZA

  • Controle: deve-se ter um registro das despesas mensais com este tipo de material, para identificar aumentos injustificados, e até o desperdício consolidado.

6) INADIMPLÊNCIA

  • É uma grande fonte de evasão de divisas do condomínio. Duas atitudes são fundamentais: cobrança ágil (inclusive judicialmente) e ter um fundo de cobertura à inadimplência, para que o condomínio não atrase suas contas, criando assim mais uma fonte de despesas.

7) MANUTENÇÃO

  • Manutenção preventiva: condomínios mais antigos têm tendência a gastar mais em reparos de equipamentos e reformas emergenciais na estrutura. Assim, sempre há taxas extras para custear estas obras ou reparos, ou ainda, estes custos estão sempre embutidos na taxa mensal. A manutenção preventiva pode ser fonte de economia, apesar de ser um gasto constante. Reformas estruturais e nos equipamentos têm custos muito elevados.
  • Prestadores de serviços: o condomínio pode perder dinheiro com prestadores quando não firma contratos adequados, gastando mais do que o previsto, até pagando pelo mesmo serviço duas vezes. Muitas vezes o condomínio tem contratos de manutenção e mão-de-obra que não resguardam seus direitos.

8) PARTICIPAÇÃO DOS CONDÔMINOS

  • Muitas vezes acontece de a falta de interesse dos condôminos gerar descompromisso da própria administração em racionalizar os gastos. É importante que toda a comunidade condominial esteja realmente empenhada em identificar despesas desnecessárias, e descobrir modos de economia em sua própria realidade.

9) SEGUROS

  • Na hora de fazer uma apólice de seguros, verifique se esta é adequada às necessidades do edifício. Peça sempre três orçamentos para ter uma idéia das disparidades de preços e de abrangência dos serviços.
  • O comissionamento do corretor também pode representar um gasto importante, uma vez que ele varia de 1% a 60% do valor da apólice. O mercado trabalha na faixa entre 20% e 30%, em média.

Fonte: SindicoNet

Cinco dicas de home staging para vender mais rápido seu imóvel

Descubra o que é e como funciona a técnica

Se você tem pressa em vender seu imóvel precisa conhecer a técnica do home staging! Calma, o nome até pode ser difícil, mas é bem fácil de ser desenvolvida. No live que apresentamos hoje no canal do ZAP em Casa no Facebook a home stager Susana Damy, do site Staging Casa falou um pouco mais sobre o assunto e deu dicas valiosas para vender seu imóvel rapidamente.

De acordo com a Susana, o home staging já é muito utilizado lá fora, e nada mais é do que um marketing para o seu imóvel, ou seja, a sua casa vira uma vitrine de loja que chama a atenção dos compradores. Isso mesmo, você vai deixar sua casa mais agradável e atraente. Com isso, o tempo de venda é cerca de 50% mais rápido, e a valorização do imóvel pode char até 15% do valor real.

 

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É preciso deixar os ambientes impecáveis (Foto: Shutterstock)

 

Para ajudar a deixar a sua casa com ar de quero no seu comprador, a Susana separou 5 dicas para você usar na sala da sua casa.

Afinal, é na sala que a gente recebe as pessoas, e a expressão “a primeira impressão que fica” é verdadeira quando se trata de um imóvel a venda. Você sabia, que levam apenas 30 a 90 segundos para uma pessoa gostar ou não da sua casa.

1 – Organização

 

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Se por acaso você tem filhos não esqueça de juntar os brinquedos (Foto: Shutterstock)

 

Você já se imaginou vivendo em uma casa com a bagunça de uma outra pessoa? Difícil, né? Então trate de sumir com a sua bagunça, mas não vale entulhar no armário do quarto.

Se você tem filhos pequenos, nada de brinquedos espalhados pelo chão quando o fotógrafo for fazer a produção do seu imóvel. E muito menos no dia de visita, você não quer o seu comprador tropeçando em brinquedos com você atrás se desculpando pela bagunça.

Fique atento aos armários, pois o comprador pode querer dar aquela olhadinha para ver o espaço, e não vai ficar nem um pouco feliz em ver uma montanha de bagunça caindo sobre ele.

2 – Despersonalize sua casa

 

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É importante deixar a casa o mais impessoal possível, ou seja, fotos e objetos pessoais não devem ficar à vista dos compradores (Foto: Shutterstocjk)

 

Despersonalizar consiste em retirar fotos e objetos de uso pessoal do alcance dos olhos dos compradores, que conseguem visualizar melhor a sua casa, sem obstáculos como porta-retratos com fotos, pôsteres, quadros demais espalhados pela sala e objetos pessoais.

Objetos pessoais, por incrível que pareça, desviam a atenção do comprador em relação ao imóvel. E além do mais, retirar as fotos da sua família protege a sua privacidade e a de todos da sua casa.

3 – Espelho

 

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Os espelhos sempre ajudam a dar a sensação de amplitude (Foto: Shutterstock)

 

Espelhos são super bem-vindos para compor o Staging em salas de estar. Eles ampliam e iluminam o ambiente quando colocados na posição correta.

4 – Iluminação

 

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A iluminação é um dos fatores mais importantes para deixar o ambiente mais convidativo (Foto: Shutterstock)

 

É um fator importante. Mesmo se você tenha cortinas pela casa é necessário deixar a janela aberta, para que a iluminação natural entre, mesmo que a dica não seja a mais incrível.

Além da iluminação natural você não pode esquecer da Iluminação artificial que dá um clima acolhedor.

Lâmpadas brancas conhecidas como frias, são duras ao olhar e transmitem ZERO sensação de conforto. Já as lâmpadas de cor amarela, quentes, dão um ar acolhedor em ambientes, fator importante para imóveis que estão à venda. Colocar abajur em cantos aumenta sensação de espaço. Ah, e durante as visitas acenda as luzes, mesmo que for durante o dia.

5 – Cheirinho de bolo

 

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Aquele cheirinho de bolo deixa o compador com a lembrança de que aquele imóvel pode ser o lar ideal para ele (Foto: Shuttertock)

 

Pode parecer bobagem, mas uma dica bacana é deixar aquele “cheirinho de bolo” pela casa.

Cerca de uns 15 minutos antes do comprador chegar, coloque um bolo no forno para que o cheiro entre em todo o imóvel. Assim, quando ele pensar na sua casa, terá a lembrança de um lar e que foi bem acolhido.

Outro ponto é deixar garrafinhas com água e balinhas para o cliente durante a visita.

 

Fonte: ZapImoveis

Especialistas recomendam buscar acordo amigável

Especialistas recomendam buscar acordo amigável

Diante da agilidade da ação e de penalidades que impactam os devedores rapidamente, especialistas aconselham que aqueles que têm dívidas tentem acordos o quanto antes para evitar uma ação judicial.

Procurar o síndico e administradoras para um diálogo em caso de dificuldade de pagamento, justificando os atrasos, estabelece uma relação amigável e pode evitar iniciativas custosas para ambas as partes.

A tolerância para atrasos também ficou mais rígida depois do novo código. Antes, era preciso esperar até 90 dias para que a ação judicial fosse aberta. Com o novo código, o título pode ser cobrado a partir da primeira cota em atraso. Na prática, condomínios definem a tolerância a atrasos em suas convenções.

Os termos do acordo vão depender do volume da dívida, da possibilidade de parcelamento, da retirada de multa e juros e das regras específicas da convenção do condomínio ou decididas em assembleia geral.

Os acordos podem ser feitos a qualquer momento, mas caso uma ação seja ajuizada, só poderão ser efetivados com a homologação do juiz.

Para a síndica profissional Eunice Ribeiro, da Ergus, a melhor inciativa do devedor é se antecipar, inclusive à cobrança extrajudicial. “O novo CPC veio para amparar mais os condomínios contra os inadimplentes, principalmente aos contumazes. Ao inadimplente hoje só resta pagar ou pagar”, diz a síndica.

Fonte:  A tarde

Confira dica de cores para usar nas paredes da sua casa

Está afim de reformar a casa, mas ainda não sabe que cor colocar nas paredes? Confira algumas opções cheias de personalidade para apostar!

Às vezes as reformas em casa se fazem necessárias para dar uma nova cara ao ambiente, renovar as energias e até mesmo trazer mais cor para algum cômodo que anda sem vida, ou que você acabou enjoando ao longo do tempo.

Porém, nem sempre é necessária uma mudança radical que envolva a troca de móveis e todos os acessórios de decoração que você tem. É possível garantir um novo espaço apenas mudando a cor das paredes de casa! Selecionamos 6 cores que vão agradar a todo o tipo de gosto, para testar agora mesmo. Confira:

Para os mais antenados as cores do ano eleitas pela Coral, Suvinil e Pantone são ótimas opções para renovar a pintura em 2018. Os amantes de tons mais neutros e calmos vão gostar da terrosa Adorno Rupestre, que é a aposta da Coral para este ano.

O tom mais queimado de rosa é inspirado na natureza e traz tranquilidade para o ambiente. Sua versatilidade permite um número infinito de combinações e pode ser utilizada em qualquer cômodo sem pesar ou carregar a estética do espaço.

A Suvinil investiu em uma cor com muito apelo à natureza chamada Terra Roxa. Trata-se de um tom de laranja queimado que lembra chão de terra seca e que se assemelha também a cor dos tijolos alaranjados.

Combina com fachadas externas, salas e cozinhas amplas com móveis neutros, claros ou escuros. O tom quente traz inspiração e sensação de acolhimento.


Já para quem gosta de cores vibrantes e com bastante personalidade, a Pantone elegeu o Ultra Violeta como cor de 2018 e já temos uma porção de referências de como utilizar a cor nas paredes da sua casa.

O tom de roxo transmite criatividade, energia e mistério. Além disso, combina com salas e quartos mais amplos, que possuam móveis e roupas de cama neutras em tons crus, como bege e branco.


Outras marcas como Eucatex, Lukscolor e Sherwin-Williams também apostaram em suas cores para este ano. Para elas, os tons frios serão predominantes e existem opções para todos os gostos também!

A Eucatex se inspirou na liberdade e na esperança para eleger o Verde Eucalipto a sua cor do ano. Seguindo a tendência de tons terrosos e com apelo mais “natural”, o verde escuro é sofisticado e discreto para usar principalmente em ambientes amplos e bem iluminados, como salas e áreas externas.


Já para os amantes de tons claros e suaves, a aposta da Lukscolor é o Azul acinzentado Reflection. Com um fundo arroxeado, o tom tem um toque “pastel” que fica perfeito para quartos, cozinhas ou ambientes pequenos com menor iluminação.

Traz tranquilidade e leveza ao cômodo, combinando com móveis neutros ou coloridos em tons complementares ao azul/roxo.


Já a Sherwin Williams preferiu um tom de azul mais vibrante, com fundo esverdeado. O resultado dessa escolha é o turquesa Melodia do Mar.

A cor traz serenidade, concentração e relaxamento, combina com móveis em tons caramelo e acessórios com textura de palha e madeira clara. Dá para usar em cômodos variados, desde salas de estar até as áreas externas.

Agora que você conhece todas as cores selecionadas pelas principais marcas do mercado em 2018 é a sua vez de escolher e brincar com a criatividade!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Trincas em paredes, pilares e lajes

Saiba como identificar e analisar ocorrências no seu condomínio

Saiba como identificar e analisar ocorrências no seu condomínio

Manutenção é um tema primordial em condomínio. É um daqueles assuntos em que o síndico precisa estar sempre de olho, acompanhando de perto, para evitar que um descuido se torne uma catástrofe, como foi o prédio que desabou no centro do Rio de Janeiro em janeiro de 2012.

Por isso é tão importante prestar muita atenção em qualquer corte que porventura apareça nas paredes, cobertura ou garagem do condomínio. Essas aberturas nas estruturas, que podem ser denominadas fissuras, trincas, rachaduras ou fendas podem ser o primeiro sinal de alerta de que algo está acontecendo por trás daquela camada de tinta nas paredes.

Vale lembrar que o síndico é responsável civil e criminalmente por todo o condomínio, incluindo-se aí os cuidados com a edificação, que são fundamentais tanto para a segurança de todos, como para manter o valor do patrimônio sempre em um bom patamar.

Um bom sinal de alerta é quando a fissura começa a se expandir. Pode também mudar de cor, ou minar água. Nesses casos, o tempo de procurar um perito é curto. Quanto mais houver demora na busca de um reparo, mais caro este será.

O aconselhável, para evitar que as fissuras se expandam demasiadamente e atinjam a parte estrutural da edificação, é que a cada dois anos seja feita uma inspeção completa, com um perito no assunto, para construções de até 15 anos. Após esse período, a inspeção pode ser anual, para haver um acompanhamento mais próximo das estruturas.

Se a construção for nova e apresentar muitas rachaduras, pode-se contar com a assessoria de um engenheiro especializado em mecânica do solo. Ele poderá dizer qual é a origem do problema e se houve falha por parte da construtora, que deve dar, no mínimo, cinco anos de garantia.

Para casos em que o local a ser tratado – como uma área externa ou o topo do prédio – fique protegido da chuva, o ideal é que o reparo seja executado durante a época seca do ano. Se for algo muito urgente, pode-se contratar toldos para que o serviço seja feito com segurança e rapidez.

Como agir

Em geral, o aparecimento de pequenas fissuras não é preocupante, já que a estrutura do prédio pode ir se acomodando ao terreno com o passar do tempo, especialmente se a edificação for nova – tiver menos de cinco anos – ou se houver grandes obras por perto, que também podem causar essas rachaduras em diversos locais.

O ideal é que haja um acompanhamento mensal por parte do zelador dessas fissuras. Se a abertura crescer ou se mudar de cor, ou ainda se estiver minando água, é muito importante procurar um especialista.

Veja abaixo algumas dicas importantes:

  • Para acompanhar a evolução de uma trinca,  faça uma marca de lápis grosso em cada extremidade da abertura.
  • Verifique se as trincas se encontram em elementos estruturais: lajes, vigas, pilares.
  • Quando a largura da abertura é acima de 0,5 mm, o CREA-SP (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo) recomenda que se recorra a um engenheiro ou perito habilitado e qualificado.
  • O perito chamado deve ser independente: não peça a ele, nem aceite, sugestões de empresas para realizar as obras. Assim, ele identificará o que deve ser feito, prestando uma informação confiável, sem comprometimentos comerciais.
  • Um tratamento inadequado poderá ocultar problemas maiores que aparecerão no futuro. Neste caso também, sai mais barato consultar um engenheiro especializado, que apresentará uma solução técnica correta, do que arriscar tratamentos paliativos.
  • As principais conseqüências do incorreto tratamento de infiltrações são os danos causados à armação do concreto, cujo reparo é caro e requer conhecimentos técnicos especializados.

Responsabilidade do síndico

Vale ressaltar que, se ocorrer algum tipo de incidente, o síndico pode ser responsabilizado por omissão, caso nada tenha sido feito para prevenir a ocorrência.

Por exemplo, se uma rachadura não for reparada e um muro cair em cima de um morador, a responsabilidade (civil e criminal) será do síndico, caso esse não tenha tomado nenhuma providência.

Tipos de ocorrências

Fissuras, trincas, rachaduras e fendas são aberturas em forma de linha, classificadas de acordo com a espessura, e não quanto ao comprimento.

  • Fissura: abertura de até 0,5 milímetro.
  • Trinca: de 0,5 mm a 1 mm.
  • Rachadura: de 1 a 1,5 mm.
  • Fenda: superior a 1,5 mm

Principais causas

  • Acomodação da obra no terreno: é uma das origens mais comuns em novas edificações. Há um esforço por parte da fundação do prédio, que acaba sendo um pouco transferido para a alvenaria, gerando assim as fissuras
  • Pressa ao dar o acabamento na obra: ao não respeitar o tempo correto para secar alguns materiais (como a massa corrida), há mais chance daquele local apresentar trincas
  • Obras nas unidades: Reformas que ocasionem um excesso de carga num andar ou alterações estruturais como retirada de paredes ou pilastras podem causar desabamentos. Exemplo: construção de uma parede não-prevista pelo projeto original. A laje transfere o peso para os pilares, que podem sofrer avarias.
  • Movimento estrutural: pode parecer estranho, mas a estrutura do prédio é flexível, para conseguir lidar com o vento, sons e obras vizinhas. Porém, muito movimento externo pode gerar fissuras
  • Infiltrações: impermeabilizações não duram para sempre. Quando não há uma renovação do material, a água pode se infiltrar seja pela ação da chuva ou de um vazamento, causando problemas estruturais ou estufando as paredes.
  • Calor: principalmente em andares mais altos, que são mais expostos às intempéries, o calor faz com que haja uma dilatação dos materiais. Quando a temperatura volta ao normal, o local pode apresentar algumas trincas. Também pode acontecer em paredes por onde passem tubos que esquentem, como de água quente ou outros. Para evitar o problema, principalmente na laje superior, o ideal é que seja feita, após a concretagem e sua cura correta, uma impermeabilização, seguida de tratamento térmico e, então, o acabamento escolhido pode ser executado.
  • Água ácida: em cidades com muitos carros, ou alto nível de poluição, a chuva pode se infiltrar em uma laje sem impermeabilização e degradar as estruturas protegidas pelo concreto. Essa água poderá oxidar o aço, comprometendo assim a segurança do local. Nesse caso, há uma transação entre as fases do problema. No primeiro momento, a água se infiltra na laje, e a rachadura ainda não verte água, há apenas uma mancha esbranquiçada. Ao perceber que a água começa a pingar dali, ou que a coloração da mancha migrou para o amarelado ou ocre, é sinal que o aço já foi oxidado e precisa de cuidado especializado urgente.
  • Escolha incorreta ou má qualidade de materiais: infelizmente, se o material usado não é de boa qualidade, ou se não foi utilizado corretamente, o resultado final refletirá isso.
  • Sons, vibrações ou ventos muito fortes: Seja um som extremamente alto, um bate-estaca violento em uma obra próxima ou uma rajada de vento mais forte que o esperado, a edificação pode não estar preparada para recebê-los. Nesses casos, uma trinca pode aparecer

Obras nas unidades

  • Como reformas em unidades podem ocasionalmente comprometer a estrutura do prédio, é conveniente que o síndico seja sempre comunicado antes do início.
  • Seria interessante haver uma norma a respeito no Regulamento Interno ou na Convenção – ou, ao menos, tornar este aviso um procedimento informal no condomínio.
  • Em reformas grandes nos apartamentos, o síndico deve valer-se de um perito para avaliar se elas não trarão danos à estrutura do prédio.
  • O síndico também deve informar ao condômino responsável pela reforma o horário permitido para estas atividades, bem como outros procedimentos básicos, como o que fazer com o entulho.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Quanto custa contratar um síndico profissional no condomínio?

Em todo Brasil cresce a procura pelo síndico profissional nos condomínios.

á se foi o tempo em que a função de síndico era atividade para alguma pessoa que se aposentou ou está com mais tempo livre. É cada dia mais comum a gestão profissional nos empreendimentos.

Sejam condomínios clubes com muitas áreas de lazer, sejam condomínios residenciais recém implantados, condomínios comerciais ou condomínios antigos, todos eles estão em buscando esta contratação. O mercado mudou e o síndico externo, síndico contratado ou como é de costume denominar síndico profissional está cada vez mais sendo solicitado para seleções nos condomínios.

O aumento deste tipo de contratação ocorreu muito após o vinda do Novo Código Civil de 2002 , também com o  aumento dos condomínios clubes (com muitas áreas de lazer) e pelas mudanças na egislação que especificou amplamente a contratação deste profissional que não tem vínculo com o condomínio. Sim, é possível a contratação de um síndico não morador. Muitas pessoas ainda questionam esta possibilidade.

Veja o texto da lei:

“Artigo 1347 do Código Civil (Lei Federal 10.406/02), que institui que “a Assembleia poderá escolher um síndico, não condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se”

As vantagens da contratação do síndico profissional são diversas. O síndico profissional ideal é aquele que atua sob metas,com projetos mensuráveis em que os condôminos podem avaliar muito bem o andamento de uma gestão administrativa.
Muito se questiona se há cursos superior em faculdades na área. A profissão ainda não é regulamentada e  existem muitos cursos com reconhecimento no mercado com alta credibilidade, algumas faculdades também oferecem o curso na modalidade de extensão.

Mas, uma dúvida ainda permanece para muitos conselheiros que estão buscando esta opção devido a total inexistência do candidato morador.

Afinal, quanto pagar para o síndico profissional? Custa muito caro contratar um síndico profissional?

Certamente o mais caro é pagar as contas de uma gestão ineficiente. Os problemas são imensuráveis caso o trabalho do síndico não seja qualificado. Os condomínios adquirem um sonho ao comprar seu imóvel cabe ao síndico manter este sonho com um trabalho qualificado e com constantes itens de controle de avaliação.

Entre os principais itens que devem ser levados em conta na hora de estabelecer o valor a pagar ao síndico profissional estão: número de unidades do condomínio, número de visitas necessária no condomínio, quantidade das áreas de lazer, se há funcionários próprios ou terceirizados, se há administradora de condomínio e/ou é um serviço de autogestão e muitos outros.

O valor vai variar muito conforme perfil do condomínio observamos no mercado gestão média de R$ 3mil a R$ 10mil por condomínio. Sendo que um síndico profissional pode atuar em mais de condomínio, alguns com mais de 50 condomínios sob sua responsabilidade. Neste caso já com equipe constituída de apoio.

Muitos condomínios opta-se pela captação das propostas e os próprios síndicos profissionais candidatos fazem uma proposta de remuneração.

Este procedimento não é muito assertivo, uma vez que numa votação acaba-se, muitas vezes, escolhendo o profissional pelo preço. Um grande erro na maioria das vezes. São diversos itens que devem ser levados em conta na hora de contratar um síndico profissional.

Pensando neste desafio dos condomínios a Brbrasis Condomínios – Assessoria e Pesquisa de Síndico Profissional em conjunto com o Clube Síndico Profissional – Coletivo Nacional de Síndicos do Brasil abriu um serviço gratuito para os condomínios: pesquisa de preço para contratação de síndico profissional.

O Clube Síndico Profissional é o maior grupo do Brasil atuante com síndicos profissionais. Em todos os Estados há representação do coletivo fazendo com quem o grupo se auto ajude levando a informação mais próxima da realidade do condomínio.

Os moradores que precisarem de apoio poderão entrar em contato com o Clube Síndico Profissional – Coletivo Nacional de Síndicos do Brasil e/ou Brbrasis Condomínios – Agência Nacional de Pesquisa e Assessoria para Síndicos Profissionais.

Fonte: https://www.administradores.com.br/

Você sabe quanto custa uma reforma?

Quantas vezes você já pensou em começar uma reforma em casa, mas desistiu por não saber quanto isso custaria? A seguir você pode tirar essas e mais dúvidas.

Pensando em fazer uma reforma e não sabe por onde começar? Uma boa ideia é começar pelos preços! Lembre-se que o preço varia de acordo com a qualidade dos materiais, o tempo de execução e os itens incluídos no orçamento.

Com o guia abaixo você poderá ter uma ideia de quanto pode custar a reforma para poder se planejar da melhor maneira possível.

Não esqueça de levar em conta que são preços médios, alguns correspondem à mão de obra e outros aos trabalhos completos, incluindo o material. Vale lembrar que o preço pode variar de acordo com as regiões.

Gostou? Quer saber quanto custaria fazer uma reforma aí na sua casa? A Habitissimo tem um espaço chamado Guia de Preços que te mostra uma estimativa por região. Acesse clicando aqui!

* A Habitissimo atua há oito anos como uma ponte entre oferta e procura no setor de obras, reformas, decoração e serviços domésticos em todo país. A página web brasileira já recebeu mais de 2 milhões de pedidos de orçamentos, com uma média de 50 mil pedidos por mês. Alguns serviços e profissionais oferecidos pelo Habitissimo são: Construção, Reformas, Instalações, Mudanças, Limpeza, Manutenção entre outros. A empresa oferece também profissionais como Eletricistas, encanadores, pedreiros, construtoras de grande porte, arquitetos, decoradores etc.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Metais dão ar de sofisticação e personalidade à decoração

O material garante mais elegância ao ambiente e pode ser usado de diversas formas e em qualquer cômodo do imóvel

Os metais aparecem de várias maneiras na decoração, mas sempre imprimindo um ar de sofisticação e personalidade ao ambiente. Eles ainda estão associados aos sentimentos de nobreza e, portanto, à elegância de um lugar, talvez porque ainda estão relacionados a um custo alto no orçamento de uma decoração. Os metais podem despontar em qualquer ambiente e de diversas formas, seja mais discretamente em objetos ou até de maneira mais ostensiva em revestimentos, e eles sempre ganham destaque na decoração pelo design ou brilho, chamando a atenção de quem entra no ambiente.

São muitas as maneiras de incorporar os metais na decoração e eles podem ser trabalhados em objetos, móveis, revestimentos de piso e paredes e metais sanitários, por exemplo. Também são muitas as opções do material, como o ferro, alumínio, aço ou cobre, que variam também na tonalidade. As escolhas de como e qual metal encaixar na decoração vai depender do resultado esperado para o ambiente, seja um estilo mais clássico ou mais despojado.

 

 


(Foto: Shutterstock)

 

 

“Vai depender do estilo e atmosfera que se pretende imprimir ao ambiente. Para um ar mais moderno, pode-se optar por peças design consagrado em harmonia com a madeira e o couro por exemplo, procurando dosar a proporção entre objetos e materiais foscos e com brilho. Já o estilo industrial usa muito do recurso desse material nos objetos de composição, com bastante uso de luminárias pendentes ou trilhos, tubulações aparentes, de maneira despojada e misturando com outros materiais”, exemplifica a arquiteta Vanessa Gomes, do escritório Mucam Arquitetura.

Para manter a harmonia do uso dos metais com os demais elementos da decoração, é importante observar a classificação pela temperatura da cor. “Os metais prateados são mais neutros e fáceis de compor com os demais materiais. Os acobreados são mais quentes e possuem um tom alaranjado. Estes são os mais difíceis de harmonizar, porém existem composições clássicas, como o preto e branco e madeiras claras. Os dourados são os mais glamurosos e podem ser utilizados em ambientes onde se deseja imprimir essa atmosfera. Vai bem com branco, tons terrosos e preto”, explica Vanessa Gomes.

Como em toda escolha para uma decoração harmônica, é preciso dosar o uso do metal para não ficar exagerado no ambiente. “O cuidado do uso para não exagerar na quantidade de peças é o mesmo para todo tipo de material numa ambientação. O melhor é ter uma boa dose de bom senso, pensar na harmonia do ambiente e também no tipo de decoração desejada”, ressalta a arquiteta Ira Oliveira. “O excesso de peças frias, por assim dizer, pode deixar o espaço sem calor com a sensação de frieza. Mas, se o objetivo for esse, os metais são muito apropriados quando associados às peças de design mais modernas”, completa a arquiteta do escritório Ira Oliveira Arquitetura e Interiores.

Tonalidades

Os metais são encontrados em várias tonalidades a depender do material, seja prata, grafite, dourado e cobre, e eles podem ser utilizados em harmonia em um mesmo ambiente. Porém, é preciso ficar atento à escolha das peças e também da composição. A decisão em relação à tonalidade que se deseja colocar vai depender do resultado que se deseja para o ambiente. “Atualmente, os metais em tom rosé têm sido os queridinhos da vez, associados a outros materiais nobres, como a madeira, e de características rústicas, como o linho. Na paleta de cores, os cinzas, beges, azuis e rosas fazem composição casando perfeitamente”, explica a arquiteta Ira Oliveira.

 

 


(Foto: Shutterstock)

 

 

As peças douradas costumam imprimir um ar de sofisticação e nobreza. “Elas ficam muito elegantes em decorações de tonalidades mais brancas e beges”, afirma Ira. A escolha do tipo de peça e do ambiente é fundamental. “Peças douradas em living, sala de jantar, varanda gourmet e em lavabos com torneiras sofisticadas têm sido boas opções para ambientes requintados. Papéis de parede metalizados podem ser opções diferenciadas para compor ambientações mais arrojadas”, complementa. Além disso, hoje é possível encontrar diversas opções com mais ou menos brilho, o que possibilita ajustar gostos diferenciados para a mesma tendência.

As áreas molhadas também ganham opções de uso dos metais. “É possível encontrar opções de pastilhas metálicas para uso em áreas molhadas de cozinhas, varandas gourmets e banheiros”, diz a arquiteta. “Em ambientações com pegada industrial ou arrojados, esses materiais são muito utilizados também pela facilidade de manutenção e limpeza, embora o custo ainda seja relativamente alto”, ressalta Ira Oliveira.

Como baratear

Como os metais costumam ter um custo alto para o projeto de decoração de um ambiente, é possível encontrar soluções com resultados semelhantes ao ambiente, porém pesando menos no bolso. “Atualmente encontramos várias outras alternativas que não são necessariamente metais, mas possuem o mesmo aspecto visual. Revestimentos de madeira que podem ser utilizados na composição de painéis e móveis, como também porcelanatos que imitam placas metálicas como, por exemplo, o efeito do aço córten”, ressalta Vanessa Gomes.

Para Ira Oliveira, as peças rústicas ou vintage têm sido muito procuradas para quem gosta de uma decoração mais descolada, moderninha e despretensiosa com jovialidade e frescor. “O uso de peças em ferro pintado com aspecto enferrujado, preto ou colorido barateia os produtos quando comparados aos metais polidos ou escovados em aço inox e peças com banhos cromados. Até os plásticos recebem banhos cromados, porém a durabilidade não é a mesma”, conclui.

 

 

 


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

 

Limpeza de Caixas d´água

Manutenção deve ser periódica e reservatório deve estar sempre limpo

Manutenção deve ser periódica e reservatório deve estar sempre limpo

Cuidar do espaço que guarda a água do condomínio é fundamental.  Em São Paulo, a lei obriga a se fazer ao menos duas limpezas no local por ano. Especialistas consultados nesta matéria também crêem, independente de lei, ser duas vezes por ano o necessário para manter o local em condições higiênicas adequadas.

Os períodos sugeridos para a execução do serviço são os meses de outubro e fevereiro, para que o condomínio se prepare para o uso mais frequente da água no verão e quatro meses depois fique com a caixa em dia para o inverno.

As fontes consultadas também alertam que não é recomendável fazer a limpeza por conta prórpia. Em algumas regiões o empreendimento fica sujeito à multa caso contrate um funcionário para fazer a limpeza da caixa, e não optar por um serviço especializado.

Dicas de contratação

Em geral, empresas de controle de pragas oferecem pacotes desse serviço aliado à limpeza da caixa. Cheque se os funcionários receberam treinamento específico para esse serviço, e se a empresa tem alvará da Vigilância Sanitária.

Os colaboradores da empresa também devem usar o equipamento de proteção individual: luvas, galochas, máscaras de proteção simples, já que ficam em contato com produtos químicos.

O zelador deve acompanhar o trabalho da empresa contratada e verificar os seguintes procedimentos necessários para a limpeza:

A empresa contratada deve:

  • Checar situação estrutural e externa do reservatório
  • Fechar a entrada de água e esvaziar o reservatório
  • Escovar as paredes internas, a tampa e remover o lodo, evitando a entrada de sujeira nas tubulações de saída
  • Eliminar toda a sujeira, inclusive manchas (desde que possível), enxaguar e esvaziar novamente
  • Fechar adequadamente o reservatório, se possível com lacre e cadeado, impedindo a entrada de qualquer elemento estranho
  • O Zelador deve anotar a data da limpeza
  • Terminada a tarefa, deixar encher o reservatório e liberar para o consumo
  • É conveniente (e muito importante) efetuar análise bacteriológica para verificar a eficiência da desinfecção (limpeza)
  • Em edifícios é conveniente fechar antecipadamente a entrada do reservatório inferior, utilizando o superior para o consumo

Potabilidade

O teste de potabilidade é uma análise físico-química laboratorial que visa identificar a presença de bactérias, germes, entre outros organismos nocivos aos seres humanos

  • É aconselhável efetuar o teste semestralmente, após a limpeza da caixa d’água
  • Deve ser realizado por um laboratório especializado, pois o teste só tem um bom resultado se a amostra é bem coletada, ou seja, o frasco deve ser estéril. Outro ponto importante é onde coletar a amostra.
  • As próprias empresas que fazem a limpeza oferecem este tipo de serviço, mas o ideal é que a análise seja feita emlaboratório independente
  • A coleta deve ser efetuada no reservatório, após sua limpeza
  • Ao contratar a empresa para a manutenção e realização do teste, certifique-se que tal empresa ou laboratório tem o alvará da vigilância sanitária em dia, e que o responsável técnico exista realmente
  • Para comprovação, deve exigir a cópia do alvará com a devida validade. A execução dos serviços deve ser acompanhada por um responsável local (zelador/síndico)
  • Se a água da caixa for reprovada na análise de potabilidade, pode-se entrar em contato com a empresa pedindo uma nova limpeza.

 Vale lembrar que o síndico é responsável também por esse quesito no condomínio e que se algum condômino passar mal devido a má qualidade da água, ele poderá ser acionado, inclusive judicialmente

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Piso de madeira garante elegância e aconchego à decoração

O material tem várias opções de texturas, cores e formas de aplicação e pode ser usado em qualquer ambiente da casa. Saiba como escolher e os cuidados necessários

Um projeto de decoração envolve todos os detalhes e cada um deles deve ser pensado para criar harmonia ao ambiente. Do piso ao teto, é possível pensar em soluções para ter uma decoração que agrade a todos os moradores. Mesmo o que parece simples e óbvio pode fazer toda a diferença no resultado final. O piso é capaz de transformar o ambiente, a depender da escolha feita, e são muitas as opções, entre materiais, texturas e cores. O piso de madeira é um bom exemplo do que costuma ser uma boa solução para quem busca mais elegância e conforto à decoração. E a variedade é grande, portanto, saiba como escolher o piso de madeira ideal e quais os cuidados necessários.

A madeira é um material nobre, bastante usado na antiguidade e que volta com toda força para o uso em pisos atualmente. “Ela é um recurso natural que deve ser bem aproveitado, beneficiado e trabalhado com bom trato. Utilizado de forma artesanal ou processada industrialmente, possui características fantásticas que podem ser aplicadas em praticamente todas as etapas da construção civil. E quando é usado no piso não é diferente”, afirma a arquiteta Vanessa Gomes, do escritório Mucam Arquitetura.

Existe uma imensa variedade de cores, de densidade e de resistência da madeira e o próprio material pode desenvolver diversas funções simultaneamente. “Pode ser combinado com outros elementos, ser aplicado isoladamente ou em conjunto com outros tipos de madeira, sendo sempre fonte de beleza, de praticidade, de conforto e durabilidade onde for usado”, conta a arquiteta. Para os pisos residenciais, a madeira se mostra versátil e aconchegante. “Ela é usada com uma infinidade de tons e texturas, formas de aplicação e processos de fabricação”, complementa.

 

piso
(Foto: Shutterstock)

 

Segundo Vanessa Gomes, o piso de madeira confere conforto térmico e acústico e ele proporciona diversas possibilidades plásticas visuais também. “As peças são feitas para serem encaixadas e combinadas entre si, facilitando a logística de transporte e montagem, e criando um amplo universo para desenhos e molduras na composição dos ambientes”, explica. Além disso, o material abre um vasto leque de forma de uso. “Em contraste ou em concordância com as paletas de cores locais, harmonizando um conjunto ou em destaque no projeto, o madeiramento segue as mesmas regras de composição e tem fácil inserção na criação dos espaços”, acrescenta.

Tipos

São muitas as opções de escolha de piso de madeira. Alguns podem pesar mais no orçamento do que outros, mas também pesa, em contraponto, a questão da durabilidade. A arquiteta Vanessa Gomes explica que os tipos de pisos de madeiras mais utilizados atualmente são os laminados (flutuantes) e os convencionais em madeira maciça natural. “Sendo que os primeiros apresentam características semelhantes aos naturais, mas são feitos de aglomerados e resinas industrializados, têm um custo menor e uma instalação mais simples, embora a durabilidade seja bem menor também. Já os pisos maciços, como assoalhos e tacos, têm uma implantação mais trabalhosa, com uma vida útil bem maior, além de aceitarem bem revitalizações sucessivas na manutenção. Sendo assim, o investimento sempre compensa porque acaba gerando uma boa economia”, ressalta.

As possibilidades de uso da madeira no piso são muitas e elas podem influenciar no resultado final do ambiente. Fato é que o formato dos cômodos e sua extensão influenciam diretamente nos desenhos e combinações de tons. “Tanto em tacos, em assoalhos, que são as tábuas corridas, ou em parquets laminados, os gráficos criados no chão podem ajudar a compor local ou amenizar imperfeiçoes nos alinhamentos das paredes ou funcionar como um ‘tapete permanente’ ou unificar e ampliar o espaço ou dar personalidade e identidade à área ou ainda demarcar circulações e usos”, sugere a arquiteta.

Ambientes

O piso de madeira cai bem em qualquer ambiente, seja interno, externo, seco ou molhado. Porém, o o que determina este uso é a forma de aplicação, os tratamentos e a manutenção ao material aplicado. E, em alguns ambientes, o cuidado precisa ser redobrado para garantir uma maior durabilidade. “Devemos considerar cuidados na escolha do material, alguns detalhes na instalação e ainda uma correta manutenção para que a madeira tenha uma grande vida útil. As infiltrações no solo, a umidade no contra piso, o corte e secagem da madeira fora do padrão ou contato direto com água e incidência solar são fatores que podem prejudicar pisos internos de madeira”, ressalta Vanessa Gomes.

As áreas molhadas, por exemplo, merecem atenção especial. “Para áreas de cozinhas e banheiros, existem materiais cerâmicos e vinílicos mais práticos que podem ser substitutos interessantes, ainda mais quando eles imitam visualmente a madeira e se tornam boas opções de acabamento. A resistência aos riscos e à água é uma pequena desvantagem”, conta a arquiteta.

Os pisos externos, como varandas, terraços e decks, também devem ter cuidados em relação à manutenção. “Eles devem receber tratamentos específicos de revestimentos impregnantes e/ou vernizes impermeabilizantes. A manutenção e limpeza devem ser constantes, sem agentes abrasivos e, sim, com vassouras e panos úmidos apenas. Ceras e polidores são bem-vindos e recomendados de acordo com os fabricantes”, esclarece.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Portanto, tomando alguns cuidados na escolha e manutenção, a madeira é bastante recomendada para ser usada em pisos, garantindo um resultado mais requintado, natural e aconchegante. “Mais escura ou mais clara, em tons de vermelho, marrom ou amarelo, a madeira é uma ótima pedida em qualquer ambiente. Considere o local, a umidade, ventilação e a manutenção prevista, a iluminação e seu orçamento. Aproveite as características clássicas aconchegantes e elegantes, ouse com novas formas e usos. Abuse da praticidade e beleza natural da madeira”, conclui Vanessa Gomes.

Fonte:  https://revista.zapimoveis.com.br

Atividades comerciais

Como o condomínio deve lidar com esse tipo de situação?

Por Rodrigo Karpat*

Art. 966. Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços. Código Civil

A proibição da instalação de uma empresa/comércio dentro de uma unidade residencial não pode ser confundida com o exercício profissional dentro de uma unidade residencial, caso contrário o “home office” não seria possível.

Um ocupante de uma unidade pode receber eventualmente um cliente - um médico ou um advogado, por exemplo, que receba esporadicamente seus clientes -, sem que isso desvie a finalidade da edificação. Até mesmo é possível que uma moradora faça quentinhas para vender ou forneça pães na vizinhança. Isso não quer dizer que a cozinha poderá ser industrial ou que seja permitido ofertar produtos aos vizinhos.

A atividade empresarial fica condicionada a não perturbar a rotina do prédio, não colocar em risco os demais moradores em função de aumento de tráfego de pessoas e não sobrecarregar o funcionamento do prédio, desde que a atividade profissional seja secundária a da moradia.

Instalação de empresas dentro de condomínios, com o registro de empresa, contratação de funcionários, recebimento de pessoas, etc.

É proibida a instalação de empresas dentro de condomínios residenciais. O morador não pode abrir uma empresa, contratar funcionários e operar de dentro de um prédio residencial. Esta situação está restrita a prédios comerciais ou mistos.

O que se tem tolerado são profissionais liberais ou pequenos empresários, sem perturbar o funcionamento do prédio e com limitações. Os casos serão tratados a seguir.

Não obstante a proibição da abertura da empresa com endereço no prédio, alguns condomínios têm permitido que os condôminos utilizem os endereços de suas pequenas empresas no edifício apenas para questões fiscais, como, por exemplo, o recebimento de correspondências.

Situação que deve ser tolerada somente mediante declaração assinada pelo precedente de que não utilizará a unidade com finalidade comercial é, por exemplo, quando um morador quer abrir uma loja virtual, é representante comercial e precisa perante os órgãos públicos ter um endereço para abrir a empresa.

Utilização da unidade para pequenos comércios

Não obstante a proibição da atividade principal em unidade, o morador poderá, restrito a algumas condições, exercer atividade secundária dentro da unidade. A restrição é: não perturbação ao sossego, saúde e segurança dos que ali coabitem.

Por exemplo: se vende pães, não poderá instalar um forno industrial. Se cozinha para fora, não poderá instalar uma cozinha industrial, pois essas situações implicariam em fornecimento de gás de forma comercial, bem como envolveriam questões de segurança para a edificação, tais como: piso correto, extintores de incêndio e principalmente autorização municipal.  Mas é permitido cozinhar para fora, assim como fazer pão para fora, dentro de uma estrutura residencial, sem que isso represente risco aos demais moradores ou infrinja a regulamentação do condomínio.

Outras questões precisam ser levadas em conta, como, por exemplo, o fluxo de pessoas e a não utilização da portaria para algo comercial. É plausível também que um médico receba esporadicamente um paciente em sua casa, assim como um advogado que recebe a visita de clientes.

Comércio entre unidades vendendo para vizinho

Não cabe ao condomínio regular a relação entre vizinhos. Porém, se um vizinho quer utilizar o prédio para colocar panfletos, ou divulgar o seu trabalho, isso pode sim representar um risco à finalidade do prédio e perturbar, inclusive, o sossego dos que ali coabitem. Situação diferente do entregador de pizza, que deixa seus folhetos. Este tem anuência do prédio e busca de certa forma atender o coletivo.

Podemos nos agarrar também na teoria da pluralidade dos direitos limitados. Em função das múltiplas propriedades dentro do condomínio, existe limite entre ao exercício do direito de propriedade individual e o interesse coletivo.

Feira no condomínio

Em tese não é permitida feira dentro de condomínios, mas essa prática têm se tornado uma febre, principalmente em condomínios-clube, por ser cômodo e estar próximo de casa.

Assim, a utilização do espaço comum com finalidade diversa para algo permanente deve ter o quórum de 100% da massa condominial, além da autorização municipal para funcionar se tiver destinação comercial.

No caso das feiras, por serem itinerantes, ficam nos prédios apenas um dia na semana e mesmo assim de forma esporádica, normalmente em estacionamentos. A prática tem sido aprovada pelo quórum de maioria simples dos condôminos. É importante que a empresa contratada tenha autorização municipal para operar, caso contrário um prejuízo ou um alimento estragado poderá recair ao condomínio de forma solidária.

Comércio em área comum

O comércio em área comum deve ficar restrito aos espaços já projetados dentro do condomínio para esse fim. A criação de espaços novos, ou utilizações fora do previsto em convenção, precisam do quórum de unanimidade dos condôminos, além de serem legalizados. Em alguns casos, necessitam de autorização municipal para o exercício de atividade empresarial.

Exemplos de locais já projetados: áreas para massagista, salão, academia, etc. Para esses casos, o condomínio deve exigir a regularidade destes profissionais e empresas antes de ceder o espaço.

O registro dos funcionários da empresa deve estar previsto em contrato, o que deve ocorrer atrás de concorrência e com aprovação em assembleia.

Criação de espaços fora dos especificados precisam de aprovação unânime dos condôminos.

Locação de áreas comuns para atividades comerciais como personal/massagista. E se forem moradores?

São profissionais que podem ser contratados pelos condomínios a fim de se oferecer um serviço complementar, bem como podem ser contratados pelo morador diretamente. Quando dentro da residência, não cabe ao condomínio interferir.

Mas não é incomum que professores de natação e personal trainers sejam indicados e passem a fazer parte do dia a dia do condomínio, se tornando parte daquelas edificações.

Tais situações podem representar um risco ao prédio e precisam ser reguladas para que ao mesmo tempo possam atender aos moradores e não colocarem em risco o condomínio, seja com questões trabalhistas ou com a utilização de espaço comum de forma exclusiva.

Desta forma, o condomínio tem papel fundamental para regular essa situação. Primeiro, regulando a utilização de espaços e adequando as regras que possam proteger o prédio, como, por exemplo, firmar termos de utilização de espaço diretamente com o morador e indicação do seu personal, imputado a este a responsabilidade pelo uso de equipamentos e pagamento do profissional.

Ainda deve-se deixar claro no termo que o prédio não tem interferência na relação, e não autorizar que os profissionais contratados utilizem áreas comuns para propaganda e controlando que não utilizem os espaços ou fiquem nas áreas comuns sem que estejam dando aula.

Perturbações de vizinhos

Perturbar o sossego com barulho excessivo é considerado crime previsto na Lei de Contravenções Penais, desde outubro de 1941. Segundo a legislação, “gritaria ou algazarra; exercer profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais; abusar de instrumentos sonoros ou sinais acústicos; e provocar ou não impedir barulho produzido por animal de que tem a guarda” podem resultar em prisão simples, de 15 dias a três meses, ou multa.

A poluição sonora também é crime previsto no artigo 54 da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1.998.

O diálogo deve ser sempre o primeiro caminho, mas nem sempre o vizinho percebe que o barulho dele incomoda. Desta forma, a queixa deve passar para o livro de ocorrências do condomínio e comunicar ao sindico e administradora.

O problema, muitas vezes, está em auferir e provar a existência do barulho. A Legislação Federal prevê tolerável a emissão de ruídos de, no máximo, 55 decibéis durante o dia, 50 durante a noite para áreas externas (áreas comuns abertas, como, por exemplo, a churrasqueira), 45 decibéis durante o dia e 40 durante a noite para ambientes internos (unidades privativas/ salão de festas).

Ruído acima dos limites estabelecidos pela Resolução número 1 de 8.3.90 do CONAMA* , que estabeleceu no seu item II, são prejudiciais à saúde e ao sossego público, os ruídos com níveis superiores aos consideráveis aceitáveis pela NBR 10.151 * (Conselho Nacional do Meio Ambiente, responsável controle da poluição ambiental por força do inciso II do art. 6º  da Lei 6.938/81).

Outra medida mais extrema é chamar a polícia, uma vez que perturbar o sossego com barulho excessivo é considerado crime previsto na Lei de Contravenções Penais. “Art. 42. Perturbar alguém o trabalho ou o sossego alheio.”

Airbnb

A possibilidade de ganhos maiores para os proprietários de imóveis e de maior flexibilidade e preços menores para os hóspedes dão espaço para inovações como as do site AIRBNB, que disponibiliza imóveis para hospedagem/locações por curtos espaços de tempo. Já que não existe nada de ilegal nisso, o site é uma tendência no mercado de economia compartilhada.

Poderá ser utilizado desde que não infrinja as normas do condomínio em que vai funcionar.

No Brasil, ainda temos pouca ação a fim de regular a operação do Airbnb, não obstante a hospedagem seja regulada e exclusiva de meios de hospedagem, sendo que o condomínio pode se encaixar nessa possiblidade.

Para tanto, precisa ter essa previsão na convenção e demais autorizações previstas em lei.

A grande questão é que, por um lado, se o proprietário pode dispor da sua unidade conforme melhor lhe convier, por outro lado, existem limitações ao exercício desse direito.

E o limite é a perturbação ao sossego, saúde, segurança e aos bons costumes daqueles que compartilham a copropriedade, além das limitações impostas pelo direito de vizinhança (Art. 1.277 e 1.336, IV do CC) e pelas leis que regulam o funcionamento de meios de hospedagem.

Na prática, a grande maioria dos casos ofertados pelo sistema de diárias em prédios residenciais não são aptos a operar dessa forma, perturbam a vida dos prédios residências e desviam a finalidade das edificações que é estritamente residencial.

Home office

A proibição da instalação de uma empresa/comércio dentro de uma unidade residencial não pode ser confundida com o exercício profissional dentro da mesma, caso contrário o “home office”, que é trabalhar dentro de casa, mesmo sem que ali se receba clientes, estaria desviando a finalidade da edificação, o que de fato não ocorre.

O morador pode exercer seu ofício dentro de sua residência, ficando restrito às normas do prédio.

Dificuldades ao condomínio

O controle é muito difícil. Por exemplo, o profissional liberal nem sempre dá para saber se ele está recebendo uma visita ou um cliente. E na prática não faz diferença, salvo se a rotina desse advogado estiver interferindo no funcionamento da edificação.

Professores de reforço escolar costumam dar aulas particulares dentro de unidades sem que que isso represente qualquer risco à segurança ou ao sossego da edificação. Porém, um joalheiro pode estar colocando em risco a segurança do prédio, assim como uma prostituta que ali atenda seus clientes.

Quem resolve os problemas

Se constatada utilização fora da finalidade do prédio em desacordo com o regramento e a convenção, o sindico deve resolver a situação juntamente com a administradora e corpo jurídico do condomínio.

Porém, se as atividades forem regulares – um home office, por exemplo -, e houver reclamação, estas precisarão ser avaliadas para verificar se é de responsabilidade do condomínio resolver. A questão de barulho isolado entre unidades deve ser resolvida diretamente entre as partes, pois cabe ao síndico a gestão das áreas comuns.

(*) Rodrigo Karpat é advogado de Direito Imobiliário e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Como garantir lazer para as crianças com conforto e segurança

Ter filhos é estar sempre preocupado com a segurança dos pequenos. Mas, e o lazer? Veja como garantir lazer para as crianças com conforto e segurança.

Ser pai é padecer no paraíso… até a hora em que os pequenos resolvem jogar bola dentro de casa, subir no sofá ou ver a linda vista mais de perto da janela.

Ou seja: é preciso dar a eles o espaço necessário para que tenham um momento de lazer produtivo e que os ajude nessa fase de crescimento tão importante. Para isso é mais do que necessário ter um lugar espaçoso e, simultaneamente, seguro.

E que tal um espaço de lazer completo, que una todos os pré-requisitos anteriores e ainda esteja a poucos passos de distância da sua residência? É essa a proposta que diversos empreendimentos apostam nas áreas de lazer para crianças nas áreas comuns do prédio.

Um ótimo exemplo é o novo empreendimento da Econ Construtora, o Mixer Jump, que conta com diversos espaços pensados para que os pais tenham a certeza de que os filhos estão se divertindo em um local completo e seguro. Assim a hora da diversão não se torna burocrática.

Em um dos espaços mais comuns em condomínios, o playground, é importante ter espaço para todas as idades. Assim, tanto as crianças pequenas, quanto as maiores conseguirão aproveitar ao ar livre a brincadeira entre si.

Outro detalhe importante, dessa vez voltado para o conforto dos pais, é a presença de um espaço com bancos que proporcionem uma visão geral do parquinho. Afinal, é importante sempre estar de olho.

E se a chuva pensar em estragar os planos da criançada, a brinquedoteca é o lugar para que elas possam juntas fazer uma sessão de cinema com os amigos do condomínio, desenhar, ler histórias e até criar suas próprias peças de teatro. É importante que esses espaços sejam lúdicos e tenham espaço suficiente para que a criança não se sinta sufocada, como mostra a imagem abaixo.

Por fim, mas não menos importante, as salas de jogo são o lugar perfeito para entreter aquelas crianças maiores, e até mesmo para unir jovens e adultos em jogos dinâmicos e superdivertidos. Nesses espaços, toda a família pode aproveitar momentos de lazer em conjunto.

As vantagens de investir nesse tipo de empreendimento são muitas. E o melhor: toda a família ganha!

* Desde 2001, a Econ desenvolve a todo momento alternativas inteligentes e metodologias otimizadas para valorizar cada empreendimento ao máximo, utilizando as mais avançadas técnicas de construção. Ao todo, já foram mais de 12 mil unidades entregues.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Bailes de carnaval em condomínios são opção para divertir jovens e crianças com conforto e segurança

Serpentinas, confetes e máscaras penduradas por um salão cheio de crianças fantasiadas, embaladas pelo som de marchinhas tradicionais. O carnaval também invade os condomínios nessa época do ano, como uma alternativa para que a criançada se divirta em segurança, sem precisar sair de casa.

— Queríamos apresentar o carnaval para as crianças, mas tínhamos medo de ir a bailes, porque eles tinham só 1 ano — diz a funcionária pública Luciene Ramos Pereira, de 41 anos.

Do encontro de pais e avós nas dependências do Condomínio Portal da Tijuca veio a ideia de enfeitar o salão, contratar barracas de comida e fazer um bailinho. Surgia o Baby Folia, em 2009. Este ano, a festa custará cerca de R$ 800, com decoração e barraquinhas. O aluguel do salão não foi cobrado do grupo de moradores.

— Cobramos R$ 12 de ingresso por adulto, para as despesas. As crianças não pagam — explica Luciene.

Para jovens também

No Condomínio Flamboyants Vertical Flat, em Araruama, a festa tem DJ e desfile pelo condomínio. Para os jovens, a diversão é no domingo e na terça-feira. Para as crianças, na segunda de carnaval.

— Nós os entretemos e não nos preocupamos, já que estão em casa — diz o síndico Luiz Torres, de 62 anos.

Confira as dicas para preparar o baile

Divirta as crianças

Pense em atividades que podem entreter as crianças, como brincadeiras de roda e cantinhos com atividades: um para a massinha, outro para os desenhos.

Decoração adequada

Micaela Góes, consultora de organização da Reformular, diz que deve-se providenciar uma decoração adequada para o público e o tipo de festa. “De acordo com a faixa etária escolha uma decoração atrativa”, diz.

Sinalização

Sinalize onde ficam banheiro, comida, bebida e lixo. “Faça placas coloridas e engraçadas. Assim, você educa e diverte”, diz.

Pegue com a mão

Escolha comidas e bebidas que não precisem de talheres ou pratos. “Assim, você não gera lixo e não tem despesas com itens descartáveis”, explica. Comidas em porções certas, como sanduíches prontos, ou refrescantes, como gelatinas e saladas de frutas, são a pedida para o verão.

Espaço com segurança

Se não for no térreo, o lugar deve ter proteção nas janelas (redes ou grades). Tenha cuidado também com quinas e escadas. “Isso evita que a diversão vire um pesadelo”, afirma Micaela.

Músicas culturais

A trilha deve ser com músicas tradicionais de carnaval. “É uma boa oportunidade para formar a criança, com sambas-enredo que façam parte da nossa cultura”, ensina.

Fonte: https://extra.globo.com

 

A aposta certa para sua cozinha: piso de porcelanato

O piso que tem sido um dos favoritos na hora da reforma e da construção, tem como um dos principais pontos positivos a alta resistência.

Você está quase no final da construção ou reforma do seu lar; só falta terminar alguns detalhes da cozinha… até que você se depara com uma decisão dificílima: “Qual piso devo escolher para esse cômodo?”

Sabemos que a cozinha é um dos ambientes mais difíceis para se escolher o piso pois é necessário pensar não apenas em design e cor, como pontos principais, mas sim pensar na durabilidade, na facilidade para limpeza, fora os detalhes de se o revestimento ornará ou não com a decoração escolhida para cozinha.

Ufa! Quantos detalhes. Mas, para facilitar sua escolha, selecionamos um dos pisos mais escolhidos por arquitetos e decoradores: o porcelanato. As vantagens são muitas, principalmente para ambientes como a cozinha que precisa de atenção maior para diminuir o número de possíveis problemas no futuro.

Dentre os principais motivos para a escolha desse tipo de piso, estão a alta resistência ao desgaste diário, a durabilidade, a grande variedade de tons e texturas e mais.

No mercado é possível encontrar o porcelanato em distintas cores, texturas e modelos. Há até mesmo opções que imitam outros materiais como madeira, o tão charmoso cimento queimado, revestimentos mais rústicos como pedra, mais modernos como o metal, entre outros.

Uma dica importante, entretanto, é que se você for realmente apostar no porcelanato para a sua cozinha, os pisos em acabamento esmaltados, acetinados e naturais serão os melhores. Isso pois essas três opções são resistentes a água, além de serem mais fáceis de limpar, não grudam gordura e, quando bem conservados, têm alta durabilidade.

Para facilitar a sua vida, caso você ainda esteja procurando por imóveis, aposte naqueles que já contam com acabamentos prontos em toda a casa. Assim o seu custo pode ser menor e a sua obra durará menos, já que seu imóvel terá uma das etapas da reforma já finalizada.

Esse é o caso dos apartamentos do edifício Mondo, da Vilela & Carvalho, localizado no Noroeste de Brasília. O empreendimento conta com porcelanato de tamanho 90×90 na cozinha e ainda nos quartos e salas.

* Fundada em junho de 1968, na capital federal, pelo arquiteto e empreendedor Creso Villela a Construtora Villela e Carvalho tem como filosofia garantir a qualidade nos mínimos detalhes, da concepção à conclusão, com um olhar treinado para entregar o imóvel que dos sonhos aos seus consumidores.

Fonte:  http://www.imovelweb.com.br/

Síndicos buscam alternativas para cobrar taxas atrasadas de condomínio

Pesquisa feita pelo SPC mostrou que 8,1% dos brasileiros com nome sujo são devedores de taxa de condomínio.

No rastro da perda do emprego, vão ficando as contas atrasadas e as dívidas acumuladas. Nas cidades, quando a crise aperta, os condomínios costumam ser afetados com muita rapidez. E haja criatividade para encontrar formas de cobrar os devedores.

A saída para os moradores de um condomínio na capital mineira foi contratar o Reinaldo, um síndico profissional. Ele abriu o leque para receber os atrasados. Passou a aceitar até cartão de crédito e conseguiu resolver os problemas de caixa.

“Esse poder que o devedor tem de negociar em dez, 15 vezes, ajuda demais ele e resolve o problema do condomínio, que recebe no dia seguinte o valor total”, explica Reinaldo Matta Machado, síndico profissional.

Uma alteração no Código de Processo Civil, em 2016, deixou a cobrança da dívida de condomínio mais rápida. Na Justiça, agora, as ações já vão para a execução. Antes, o processo demorava até quatro vezes mais. O devedor também pode ser protestado e ter seus bens penhorados, caso não quite o débito.

O índice de devedores num prédio comercial está nos 4%. “Até 5% a gente considera ainda aceitável. Mas, antes dessa lei, estava esbarrando em 10%”, conta Rodrigo Bragança, síndico profissional.

Na cidade de São Paulo, o número de ações para receber taxas atrasadas de condomínio saiu de mais de 5 mil em 2016 para mais de 13 mil em 2017, uma alta de 162%. Uma pesquisa feita pelo SPC mostrou que 8,1% dos brasileiros com nome sujo são devedores de taxa de condomínio.

“Se um condômino não paga, automaticamente aquela cota dele é rateada aos demais que estão em dia, e assim sucessivamente pode virar uma bola de neve e causar até um problema financeiro grave no condomínio”, afirma Leonardo da Mota Costa, vice-presidente do Secovi-MG.

O síndico de um conjunto adotou uma outra estratégia para diminuir a inadimplência. De tempos em tempos, ele espalha nos corredores uma lista com agradecimento aos condôminos que estão em dia. A cada nova edição chove de gente querendo negociar.

“Elas vêm aqui, e falam assim, quero. Porque que meu nome está na lista? Seu nome não está na lista porque você está devendo. Então, aí resolve pagar”, diz Amauri Reis, síndico.

A medida chegou a ser questionada na Justiça, sob a alegação de que produziu danos morais a um condômino inadimplente, mas o juiz deu ganho de causa ao condomínio.

Sílvio Cupertino Marinho, advogado especialista em condomínios, alerta que os síndicos devem tomar cuidado para evitar o risco de exposição de um devedor: “Não há impedimento algum de se fazer uma lista dos bons pagadores. E o condomínio tomando a iniciativa de criar essa lista deve ter o cuidado para que a divulgação seja feita apenas em ambientes exclusivos aos condôminos. Isso evita a exposição das contas do condomínio às pessoas que não têm relação nenhuma com o condomínio e também daqueles condôminos que não estão em dia com as suas obrigações e que não querem que essa informação chegue a terceiros”.

Fonte: http://g1.globo.com/

5 cuidados para tomar com seu jardim no verão

Todo jardim precisa de cuidados para se manter sempre lindo e cheio de vida e o verão exige ainda mais de quem cuida dele. Confira nossas dicas!

Geralmente o verão é a época mais esperada do ano pela grande maioria das pessoas e muito provavelmente também para quem gosta de plantas e flores. Porém, alguns cuidados precisam ser colocados em prática se você quer mantiver o seu jardim sempre bonito e saudável. Fatores como o sol excessivo, umidade do ar e outros aspectos naturais podem ajudar ou atrapalhar muito, dependendo do tipo de planta que você está criando em casa.

Separamos 5 cuidados para você começar a ter agora mesmo com o seu jardim e cultivar as flores ainda mais bonitas nesta estação. Confira:

1. Regar:

Uma regra fundamental para quem cuida de plantas é a rega. Dependendo do tipo ou exposição que ela tenha a espaços abertos, a chuva poderá te ajudar com essa tarefa, mas é importante ficar ligado na temperatura, se o ar está muito seco, quais as chances de chuva para aquela semana, melhores horários para levar as plantas para fora de casa, entre outras questões. Mas atenção! Muita chuva poderá encharcá-las e apodrecer as raízes, além de algumas espécies de plantas permitem irrigações mais espaçadas, pois retém melhor a água.

Dica: Existem apps exclusivos para a consulta de temperatura dos dias da semana e até mesmo uma busca no Google já te dá visibilidade do comportamento do clima de forma prática e rápida e por horário.

2. Poda:

Podar as plantinhas nesta época não é indicado, pois elas despertam na primeira poda e começam a liberar novos brotos no verão. Remova apenas folhas mortas e galhos secos para manter a flor bonita.


3. Exposição ao sol:

Uma pesquisa online pode te ajudar a descobrir muitas informações valiosas sobre as plantas e flores que você cultiva em casa e isso é fundamental para entender o tempo de exposição ao sol que é recomendado para aquela espécie. Outras informações importantes para se buscar são: quando regar, em que ambiente ela deve ser criada, adubo apropriado para a cultivação, entre outros.
O tempo de exposição solar varia muito de uma planta para outra e por isso é tão importante saber o que fazer com cada espécie.

4. Crescimento e adubação:

O crescimento é a forma de medir o momento ideal para o replantio, que deve ser feito nesta fase e receber bastante água no início do processo para adaptação ao novo local. A adubação das plantas no verão é importante para que elas metabolizem e absorvam os nutrientes do solo mais rapidamente. É nesta época que deve ser removida a terra seca e a feita a troca do adubo.


5. Pragas:

As pragas são os inimigos mais comuns das plantas e flores e é importante o cuidado redobrado nesta época, pois é a alta temporada de epidemias. É preciso que se observe diariamente as plantas para entender a motivação do ataque de pragas, que pode acontecer por problemas na circulação de ar, umidade e iluminação errada.

Se notar problemas deste tipo, tente variar o local, horários de exposição ao sol e quantidade de regas por período. Para eliminar as pragas, opte sempre por métodos naturais, que são menos agressivos para a saúde das flores.

Gostou das dicas? Agora você já tem noção de por onde deve começar a cuidar das suas plantinhas no verão. Aproveite o início do ano e começo da estação para colocar tudo em ordem no seu jardim e mantê-las saudáveis e sempre bonitas. Flores ajudam a alegrar qualquer ambiente e valem cada tempo dedicado!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Lidando com objeções em assembleias de condomínio

Questionamentos ao síndico são comuns, conheça técnicas para manter a reunião focada

Questionamentos ao síndico são comuns, conheça técnicas para manter a reunião focada

“Um bom aluno não faz a lição de casa em sala de aula”

O dito popular pode muito bem ser aplicado para a vida em condomínio. Não se engane, síndico. A assembleia é a hora de estar com a lição de casa em dia. Não é a hora de fazê-la!

E para ser considerado um bom aluno, o síndico deve ter tido boas práticas o ano inteiro.

Além de ter executado uma boa gestão, deve ter sido transparente com as contas e seus atos, ter se comunicado bem com os moradores e funcionários e ter seguido o que pede a convenção e o regulamento interno.

Porém, é importante saber que mesmo tendo cumprido bem o seu trabalho, que as objeções e questionamentos irão acontecer em assembleia.

Isso porque mesmo trabalhando bem, nem todos acompanharam a fundo a sua administração, outros discordam de alguns pontos, tem ainda quem não acompanhou nada e só quer criticar – infelizmente.

E há, também, aqueles que acabaram de se mudar para o condomínio e realmente não conhecem o dia a dia e como a gestão foi feita.

“É fundamental que o síndico saiba de antemão: sim, haverá objeções e questionamentos sobre os seus atos, sobre a sua gestão. É natural e esperado para o momento”, avalia a coach que atua no setor condominial Quelem Machado.

E para você lidar melhor com as objeções e perguntas que devem acontecer durante a assembleia, trouxemos abaixo algumas técnicas para a situação, que não precisa ser de desconforto. Confira!

Seja assertivo e não agressivo na resposta

É muito natural que os condôminos tenham dúvidas e discordem, em certa medida, da gestão condominial.

“O síndico deve saber aceitar críticas, afinal, em assembleia, estão todos querendo o que é melhor para o condomínio”, pontua Roberto Piernikarz, diretor da administradora BBZ

Essa discordância só não deve, nunca, cair para a área do desrespeito, das injúrias, calúnias e difamações.

Se, por exemplo, alguém pergunta o motivo de uma obra ter atrasado meses, o síndico deve saber explicar o motivo. A melhor forma de fazer isso é sendo objetivo e tendo de antemão as informações necessárias, não usando de ironia ou sarcasmo na sua resposta.

“É importante que o síndico tenha calma para responder às objeções e críticas referentes a sua gestão. O que ele não deve, nunca, é entrar no debate, discutir, se exaltar”, aponta Quelem Machado.

Comunicação não-violenta

Comunicação não-violenta

Pode parecer estranho o nome da técnica, mas a comunicação não-violenta pode ser uma ótima ferramentapara aquelas assembleias com clima mais acirrado.

“Comunicar-se dessa forma é extremamente útil para síndicos. Após uma acusação ou pergunta mais ‘descabida’, o ideal é o gestor tentar entender o que foi questionado e tentar se colocar no lugar do outro, e responder sempre com respeito e amabilidade, usando o mesmo tom de voz”, sugere Ana Luiza Pretel, advogada e pioneira no uso de mediação de conflitos em condomínio.

Pode ser difícil para um síndico que esteja extremamente estressado e que vive sendo acusado injustamente, agir dessa forma.

Porém, vale salientar que quando a pessoa não se altera, e se mostra disposta a dialogar, o provável é que o condômino que está fazendo as perguntas incômodas, ou em um tom de voz agressivo, fique cada vez menos alterado.

“Nesses casos, geralmente, a pessoa tende a não querer tirar o outro do sério, porque está vendo o síndico calmo e aberto ao diálogo”, assinala ela.

Esse tipo de conduta também ajuda o síndico a ganhar o apoio dos demais presentes.

“Se o gestor se mostra uma pessoa tranquila e aberta a questionamentos, sem ‘entrar na briga’, o provável é que ganhe a simpatia dos demais partipantes da assembleia”, explica Adriana Adler, consultora de governança e coach.

Dessa forma, o síndico consegue responder à objeção e seguir com a pauta da assembleia sem ‘contaminar’ o clima da reunião.

Prepare-se para o pior!

“Qual é a pior coisa para aquele síndico ouvir? Ser chamado de corrupto? Incompetende? Desonesto? O síndico deve, então, fazer esse exercício de imaginação antes da assembleia: imaginar ser acusado das coisas que mais lhe incomodam. Dessa forma, ele conseguirá não apenas ficar mais calmo caso esse cenário aconteça, como já estará preparado para responder de uma forma mais positiva a uma situação grave como essa”, explica Quelém Machado.

A coach também sugere que ao fazer esse exercício, o síndico realmente se esforce em pensar em uma resposta que não seja agressiva, mas que seja objetiva, clara e honesta, tentando retomar ao assunto da pauta o mais rápido possível.

É importante salientar também que xingamentos contra o síndico, conselho fiscal e outros membros da administração condominial – e até outros moradores – podem configurar como injúrias, calúnias e difamações, e gerar processos civil e criminal contra fez as acusações.

Por isso, é importante que esse tipo de acusação fique registrada em ata, para que posteriormente o síndico ou outra parte prejudicada consiga comprovar o que ocorreu.

Para cada divergência, pedir uma sugestão

Quando houver uma crítica a algo que já foi realizado, ou aprovado, é interessante que o síndico peça uma proposta ou sugestão.

“Quando pedimos para uma pessoa que discorda de uma situação apontar um caminho, ela se sente ouvida e realmente pode contribuir para a melhoria de algo que ela considera um problema”, pesa Adriana Adler.

Além de um caminho alternativo a ser seguido, também é importante que a pessoa aponte como a mudança será feita, por quem, quando e o que deveria ser feito.

“Dá uma nova perspectiva para quem está de fora”, analisa ela.

Dessa forma, o que antes poderia ser encarado apenas como uma crítica vazia, pode realmente agregar e tornar-se um caminho viável para o condomínio.

Caso não haja nenhuma sugestão prática de melhoria, o síndico pode pesar que realmente, algumas vezes, é preciso tomar decisões para a gestão que não irão agradar a todos, mas que eram necessárias ou urgentes naquele momento.

Mantendo o foco

Mantendo o foco

Em quase todo condomínio há aquele morador que acredita que a assembleia seja apenas para tirar as suas dúvidas, e que as suas perguntas são as mais importantes – e que isso lhe daria o direito de interromper os demais e fazer todos os questionamentos possíveis.

“Caso seja um problema recorrente em assembleias, pode-se usar placas de sequência, que sinalizam quem serão os próximos a falar. Também é importante que o presidente da mesa não dê a vez para essa pessoa interromper os colegas na reunião. Dessa forma consegue-se diminuir esse tipo de comportamento”, explica Quélem Machado.

Justamente por ser o responsável em manter a ordem, o presidente da mesa deve ser escolhido com todo o cuidado.

“Deve ser alguém que seja objetivo e que consiga dizer “não” para os presentes. Não adianta ser aquela pessoa que quer ser legal com todo mundo”, pesa Roberto Piernikarz, da administradora BBZ.

Trabalhe com aliados

Pode parecer lobby, mas não é. Caso o condomínio tenha passado por algum momento turbulento e o síndico tenha alguém ao seu lado, que tenha acompanhado o processo, e que entendeu realmente a necessidade daquilo – como uma grande obra, ou a demissão de um funcionário querido, por exemplo – ao ser questionado, o gestor pode pedir ajuda a esse morador ou conselheiro que dê a sua visão dos fatos.

“Trazer outras pessoas e seus entendimentos para o coletivo ajuda o síndico a mostrar que não está sozinho na administração do local”, salienta Adriana Adler.

No começo da assembleia

Mesmo com todas essas técnicas para encarar uma assembleia, é importante fazer alguns “combinados” com os presentes, que podem ficar escritos em um flip chart – assim, eles estão sempre à vista e os atrasados também conseguem vê-los.

  • Espere a sua vez para falar
  • Todos serão ouvidos
  • Combine um tempo de fala, réplica e tréplica – também é importante que um dos presentes seja escolhido para cronometrar esse tempo – e que estes sejam respeitados
  • Peça que todos desliguem ou deixem o celular no silencioso – e que não atendam ao aparelho durante a reunião
  • Escolham, logo no começo, quanto tempo deve durar cada item da pauta – isso evita que a reubião se prolongue além do necessário

Antes da assembleia

FAZENDO A LIÇÃO DE CASA:

Sabemos que a lição de casa do síndico é feita no dia-a-dia.

“Acontecem muitas objeções na assembleia quando o cotidiano é complicado com o síndico. Se ele não está disponível, por exemplo. Quando não retorna as ligações e e-mails dos moradores. Ao não prestar contas ao longo, barrar informações”, exemplifica Roberto Piernikarz.

Também ajuda a manter a assembleia nos trilhos quando o material de consulta é oferecido antes do início da mesma.

“Se os moradores têm acesso aos documentos que serão tema da discussão antes da assembleia, já podem ir estudando, comparando e vão chegar na reunião melhor preparados e com menos dúvidas”, pontua Ana Luiza Pretel.

Outro ponto importante de se manter em dia com os moradores é organizar reuniões mensais ou a cada dois meses com eles - não necessariamente assembleias.

“Um encontro com quem tem dúvidas para tirar com o síndico, em caráter informal. Acho que esse tipo de disponibilidade do síndico ajuda muito a mostrar que ele realmente está empenhado em fazer a melhor gestão possível - e para todos – do condomínio”, assinala Roberto.

CONHEÇA SEU PÚBLICO:

Cada condomínio é de um jeito, tem um perfil diferente. E isso, é claro, reflete nas assembleias de cada local.

Para que a reunião flua bem, e o síndico consiga responder de maneira positiva às questões levantadas, é fundamental que ele conheça bem quem é seu público.

“Se a grande maioria dos moradores é composta de casais sem filhos, por exemplo, não há motivo para o condomínio investir em um playgroud – e é provável que o síndico seja bastante questionado caso deseje investir em um espaço desse tipo”, analisa Quelem.

O síndico também pode fazer, antes da reunião, uma enquete com os moradores no portal do condomínio, para saber, já de antemão, quais são os desejos daquela coletividade.

“Conhecer as prioridades e desejos de quem mora no condomínio ajuda – e muito – o síndico a nortear sua gestão”, afirma Ana Luiza Pretel.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Medidas simples ajudam a proteger o imóvel, garantindo tranquilidade ao viajar

Em época de férias e feriados prolongados, a casa pode virar alvo fácil para ladrões

O período de férias e feriados prolongados acaba sendo um tormento para muitos moradores que vão viajar, deixando suas residências alvo fácil para os ladrões. Para se ter uma ideia, a Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV) espera crescimento de 10% nas vendas de pacotes de viagens em relação ao ano passado, por conta da recuperação da economia e do aquecimento do mercado de turismo, o que fará com que vários lares fiquem vazios por um determinado período. Diante disso, o morador deve buscar algum tipo de proteção ou cuidado antes de se ausentar.

Ronaldo Pinho, diretor das regiões Minas Gerais e Centro-Oeste da Porto Seguro, alerta para o cuidado com o imóvel antes de se ausentar - Yasmin Argolo/Divulgação
Ronaldo Pinho, diretor das regiões Minas Gerais e Centro-Oeste da Porto Seguro, alerta para o cuidado com o imóvel antes de se ausentar

Ronaldo Pinho, diretor das regiões Minas Gerais e Centro-Oeste da Porto Seguro, aponta algumas dicas de como proteger a residência durante o período em que ficará vazia:

1) Antes de viajar, avise um vizinho de confiança sobre a sua ausência e cancele a entrega de correspondências para que não se acumulem na porta, causando uma impressão de abandono do imóvel.

2) Evite deixar as chaves na portaria do prédio. E se residir em casa, não deixe o cadeado no lado de fora do portão, pois seria um indicador de que o imóvel está vazio. Além disso, não deixe luzes acesas durante toda a viagem, pois pode chamar a atenção de dia, indicando ausência de pessoas.

3) Retire da tomada todos os aparelhos eletrônicos. Isso impede que sejam danificados no caso de sobrecarga elétrica, evitando até mesmo o risco de incêndios.

4) Desligue a campainha. Pessoas sondando casas vazias podem acioná-las em diversos horários para verificar se alguém atende e, se não ouvirem o toque, não terão certeza se a casa está de fato vazia.

5) Antes de sair, verifique se as janelas e as portas estão fechadas com trincos e fechaduras.

6) Se possível, invista em uma tecnologia de monitoramento e proteção residencial para maior tranquilidade.

De acordo com dados da Porto Seguro Proteção e Monitoramento, a procura pelo Porto Seguro Alarme Mais – produto de monitoramento, que alia automação com sistema de alarme e câmara utilizando a tecnologia de IoT (internet das coisas), aumentou aproximadamente 10% no período anterior às férias de verão, em 2017. Segundo Ronaldo, as funcionalidades de novas tecnologias, como o Alarme Mais (sistema de alarme portátil, câmara e automação com controle por biometria), para monitoramento por dispositivo móvel, com visualização das imagens em tempo real, permite conversar com quem está no imóvel por meio de imagem e voz.

O aplicativo permite também ativar e desativar o sistema de alarme, ligar e desligar a luz e solicitar ajuda “remotamente”. Somadas a ações simples do dia a dia, a tecnologia reforça a proteção do imóvel e da família e traz mais tranquilidade para aproveitar as férias e os feriados ao longo do ano.

Fonte: Augusto Pio | https://estadodeminas.lugarcerto

Prestação de contas do condomínio

Cobrança de administradora e compra de terreno também foram temas dessa semanaCobrança de administradora e compra de terreno também foram temas dessa semana

O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas sobre vida em condomínio.

Prestação de contas

Pergunta 1, de Cristina Cristina Rossi

A prestação de contas da gestão anterior não foi aprovada pela assembleia especifica para esse fim. Que providências deve tomar a atual gestão ou o sindico?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

A prestação de contas é uma obrigação legal do síndico, conforme Art. 1.348, VIII do Código Civil, o qual aduz que as contas devem ser prestadas em assembleia anualmente, ou quando exigidas.

Assim, é inerente ao cargo de síndico e ao exercício das atividades da administradora, prestar a qualquer tempo os esclarecimentos necessários à gestão, lembrando que tais solicitações não atentam contra o síndico ou representam desconfiança a gestão necessariamente.

Da mesma forma que uma empresa deve prestar esclarecimentos aos seus sócios, o síndico deve prestar contas aos condôminos em assembleia ou quando exigido.

Uma vez ao mês a pasta de prestação de contas contendo a movimentação do mês anterior com os documentos originais deve ser entregue pela administradora ao síndico e demais membros do corpo diretivo para análise e considerações.

Ao condômino deve ser enviado juntamente com o boleto o resumo das contas do mês anterior, bem como o acesso mensal as contas através de portal de internet protegido por senha (caso exista) ou acesso as pastas físicas, as quais devem ficar armazenadas no condomínio.

A auditoria das pastas é uma medida que tem evitado a falta de aprovação de contas, uma vez que avaliza a gestão.

De qualquer forma, se mesmo assim as contas não forem aprovadas, é importante que as mesmas sejam reanalisadas, seja por uma auditória independente escolhida pela assembleia ou por um grupo de condôminos eleitos na assembleia para esse fim, ambos com o intuito de voltarem em assembleia   em data pré-definida para que as mesmas sejam novamente submetidas a aprovação.

Se no momento da assembleia de aprovação de contas for possível verificar que apenas parte das contas não são aptas a aprovação, seja por uma obra específica, seja por um período especificou ou por qualquer outro motivo, as mesmas podem ser aprovadas com ressalvas. As ressalvas devem ficar claras e consignadas em ata.

Lembrando que a não aprovação de contas poderá inclusive impedir o ingresso de ação de execução de título extrajudicial, pois para que as cotas em atraso sejam cobradas com mais rapidez, é imprescindível que o título seja liquido, certo e exigível e sem a aprovação das contas pode-se questionar a exigibilidade ou a certeza do título pois sua formação ficaria incompleta.

Caso as contas não sejam prestadas o condomínio tem a legitimidade para requerer em Juízo ação de prestação de contas.

Direito que não cabe aos condôminos de forma isolada.

Ainda, se a assembleia se mantiver inerte o síndico que não teve suas contas aprovadas poderá ingressar em juízo requerendo sua aprovação.

PROCESSO CIVIL. DIREITO CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS. EX-SÍNDICO DE CONDOMÍNIO. CONTAS JULGADAS PARCIALMENTE IRREGULARES. APELAÇÃO PARCIALMENTE PROVIDA. 1. Tanto quem tem o direito de exigir as contas quanto aquele que tem a obrigação de prestá-las pode propor ação de prestação de contas. 2. É facultado ao condomínio requerer que seu síndico preste contas de sua gestão, já que lhe cabe administrar e gerir valores e interesses dos condôminos. 3. Se as contas prestadas pelo ex-síndico do condomínio foram consideradas parcialmente irregulares, devem ser ressarcidas as diferenças apuradas em perícia. 4. Apelação do Réu conhecida e parcialmente provida. Unânime.

(TJ-DF 20160710179402 DF 0013200-72.2009.8.07.0007, Relator: FÁTIMA RAFAEL, Data de Julgamento: 14/06/2017, 3ª TURMA CÍVEL, Data de Publicação: Publicado no DJE : 26/06/2017 . Pág.: 386/395)( GRIFEI)

Cobranças

Pergunta 2, de Adilson Aguiar ·

O síndico de 2014 deixou de pagar a administratora do condomínio. Hoje, existe uma cobrança de R$ 120 mil. O síndico atual quer que os condôminos paguem essa dívida. Eu comecei a morar no condominio em 2017. Sou obrigado a pagar ?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

As despesas condominiais têm característica propter rem, ou seja, são devidas em função da coisa, por quem estiver na posse ou seja seu titular. Elas acompanham a transmissão do bem.

Sobre despesa “propter rem”:

É uma obrigação real, que decorre da relação entre o devedor e a coisa. Difere das obrigações comuns especialmente pelos modos de transmissão. Propter rem significa “por causa da coisa”.

Assim, se o direito de que se origina é transmitido, a obrigação o segue, seja qual for o título translativo. A transmissão é automática, independente da intenção específica do transmitente, e o adquirente do direito real não pode recusar-se a assumi-la.

Da mesma forma, que se houvesse um crédito a ser recebido você seria o beneficiário.

No caso créditos a serem recebidos pelo condomínio, por exemplo: Em uma ação de ressarcimento pela concessionária de água, e caso a opção da assembleia seja devolver o dinheiro aos condôminos, alguns condôminos se reservam em contrato o direito de receberem tais créditos.

A reserva do crédito é feita no compromisso de compra e venda  ou instrumento apartado , sendo que condomínio não tem o dever de saber da termo que foi ajustado entre as partes na compra e venda do bem, salvo se o direito estiver constando da matrícula do bem.

Neste caso caberá ao proprietário atual da unidade o trâmite administrativo com a devolução do valor junto ao antigo proprietário.

Situação que poderia ter sido praticada por você, caso soubesse previamente da dívida com a administradora.

Nesse caso você poderia em instrumento apartado ter acordado com o vendedor que no caso de rateio extra para fazer frente a dívida com o condomínio ele ficaria obrigado a te ressarcir o valor.

Caso não tenha sido feito, a despesa é sua na proporção da fração ideal da unidade.

Aquisição de terrenos

Pergunta 3, de David Lima

O síndico levou para discussão em assembleia a compra de um terreno ao lado da sede para aumento de área. A aprovação da compra se deu com aproximadamente 25 pessoas, quando o total de unidades são de 177. A despesa está na casa dos R$ 170 mil reais e no terreno adquirido tem apenas uma rede de vôlei, alegaram que era estratégico. Não seria caraterizado o acréscimo de área para este caso e não seria necessário um quórum específico?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Inicialmente vale destacar que o condomínio não tem personalidade jurídica para fazer aquisição de terrenos, embora muitas vezes assuma personalidade jurídica em casos específicos, como por exemplo: para estar em juízo.

De qualquer forma, a questão da personalidade jurídica do condomínio é controversa, sendo pacificado hoje nos tribunais que o condomínio que não consiga ter um bem  arrematado em hasta pública, devido a dívida condominial,  poderia de forma excepcional adjudicar do bem.

AGRAVO DE INSTRUMENTO DESPESAS CONDOMINIAIS EXECUÇÃO ADJUDICAÇÃO PELO CONDOMÍNIO DA UNIDADE AUTÔNOMA PENHORADA POSSIBILIDADE. Agravo de instrumento provido.

(TJ-SP – AI: 20087223820138260000 SP 2008722-38.2013.8.26.0000, Relator: Jayme Queiroz Lopes, Data de Julgamento: 12/09/2013, 36ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 13/09/2013)

Já a aquisição de bens pelo condomínio é uma questão que foge a finalidade do condomínio.

Tal situação poderia ser defendida somente em casos excepcionais, como por exemplo: Um prédio que não tem garagem e vê a possibilidade de aquisição de um terreno ao lado para que ali sejam acomodadas as vagas, e até mesmo pelo caso citado por você.

Na aquisição de um terreno vizinho o prédio provavelmente enfrentará resistência do órgão registrador e poderá ter que recorrer ao judiciário, uma vez que a aquisição de terreno não é objetivo de um condomínio edilício.

De qualquer forma, sendo essa a vontade da massa condominial, será necessário  o quórum de 100% das frações ideais, e ainda, uma vez que a aquisição de nova área alterará as frações ideias de todas as unidades, será necessário a contratação e engenheiro para redimensionar as frações e posteriormente alterar todas as matrículas das unidades e convenção do condomínio.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

5 tecnologias para facilitar a vida num condomínio

Em diversas regiões do Brasil, os custos condominiais têm aumentado ano a ano. É o caso da Região Metropolitana de São Paulo, segundo estudo do Sindicato da Habitação. O principal responsável por esse aumento, como era de se esperar, foi o item “Pessoal e Encargos”. E o aumento dos custos condominiais geralmente vem acompanhado por aumento na inadimplência. É o momento ideal para repensar necessidades e estudar alternativas. A boa notícia é que, por outro lado, a tecnologia está evoluindo. Algumas delas já permitem ao condomínio não apenas reduzir as despesas do condomínio, mas acima de tudo melhorar a experiência dos condôminos.

Paulo Santos, gerente de soluções da Axis Communications,  cita cinco tecnologias capazes de aprimorar a qualidade de vida em condomínios e, em alguns casos, economizar:

1. Portaria virtual com reconhecimento facial

A folha de pagamento é a principal fonte de despesas de um condomínio. O salário de porteiros e folguistas corresponde a boa parte do orçamento, e esse custo fica ainda maior quando somados os gastos com ações trabalhistas. O problema é que essa complexidade de funcionários não é garantia de segurança.

Alguns condomínios têm adotado o conceito de portaria virtual, que é exatamente igual a um sistema com porteiro no local: quando uma pessoa chama um apartamento, ela espera que alguém consulte o morador e libere o acesso. A diferença é que, no modo tradicional, o visitante aperta um botão e o porteiro está a alguns metros da entrada. Na portaria virtual, o visitante aperta um botão e o porteiro recebe a ligação numa central, visualiza o visitante pela câmera, consulta o morador, e responde na hora.
Existem videoporteiros como o AXIS A8004-VE que são resistentes a atos de vandalismo e podem ficar expostos em qualquer lugar, sob sol e chuva. E o melhor: não pesam na folha de pagamento. Para uma experiência ainda mais avançada, o aparelho pode até fazer o reconhecimento facial dos moradores. Quem estiver carregando sacolas não precisa nem soltá-las. Basta ficar na frente do videoporteiro, e a porta é aberta automaticamente pela controladora, sem acionar a central.

2. Multa direto para morador

Alguns acidentes envolvendo veículos em condomínios acontecem por excesso de velocidade dos motoristas. Em trechos com velocidade máxima de 40km/h, alguns moradores e visitantes passam a 80km/h ou mais. Essa infração só pode ser coibida com evidências, e as câmeras de segurança do condomínio podem ajudar.

Isso porque é possível instalar nas câmeras um software chamado Speedview, da empresa Pegasus Technology, que faz uma análise da velocidade dos veículos usando a capacidade de processamento da própria câmera. A imagem do veículo infrator fica registrada num cartão de memória, com a data e hora. Na mesma hora, a câmera envia um e-mail para o morador dono daquele veículo (ou para o morador responsável pela visita que cometeu a infração), já com o boleto da multa a ser paga. Caso o condomínio prefira apenas uma advertência, a mensagem enviada ao morador pode ser apenas de caráter educacional. Tudo isso de forma automática, sem envolver qualquer recurso humano.

3. Casa conectada

Algumas pessoas já possuem em casa um terminal que permite visualizar quem está chamando na entrada. Isso ajuda a confirmar a identidade do visitante. Mas esse mesmo terminal pode fazer muito mais.
Hoje em dia, um painel tátil como o 2N Indoor Touch é um verdadeiro dispositivo internet das coisas. Dá para controlar as luzes de toda a casa, por exemplo. Quando o morador quer descansar, basta clicar em “Não perturbe”, e ninguém irá incomodar. Até mesmo ao sair de casa para trabalhar, fazer compras ou viajar de férias, é possível programar o painel para desviar as chamadas para o celular, e liberar a entrada de pessoas de forma remota com um único click.

4. Estacionamento com leitura de placas

O piso salarial de um garagista é de aproximadamente R$ 1.200 para 44h semanais. Em média, isso gera um custo mensal para o condomínio de quase R$ 7.200 para ter um profissional junto ao portão 24h por dia. Além de pesar no bolso, isso não é garantia de segurança, já que a entrada de qualquer carro fica nas mãos de um único funcionário.
Para condomínios que não querem simplificar o controle do acesso veicular, é possível recorrer à tecnologia. O sistema Plateview Embedded usa câmeras inteligentes para ler a placa dos veículos e cruzá-las de forma imediata com uma lista. O portão só abre se o veículo for cadastrado.

A solução de leitura de placas composta por câmera AXIS M1125-E, licença PlateView Embedded permanente, suporte anual e cartão de memória de 120GB tem preço sugerido ao cliente final de R$ 9.916, mais impostos estaduais. Dividido pelos 12 meses do ano, a tecnologia custa R$ 830 por mês– uma economia de 88% em comparação com o custo médio dos garagistas.

5. Código QR no celular

Pela portaria de um condomínio passam residentes, inquilinos temporários, visitantes, diaristas, fornecedores e uma série de outros públicos. Geralmente as pessoas precisam indicar o apartamento e se identificar por um nome. Mesmo quando existe verificação visual pelas câmeras, muitos criminosos têm o acesso liberado e entram no condomínio pela porta da frente.

A boa notícia é que os smartphones estão cada vez mais populares. E por que não usar esses aparelhos para reforçar a segurança nos condomínios? O condomínio pode instalar um videoporteiro capaz de ler códigos QR, como o AXIS A8105-E, e fazer com que cada pessoa receba um código no seu celular. Esse código pode ter validade eterna, para residentes, ou apenas para um dia da semana (no caso de diaristas), ou ainda expirar dentro de algumas horas para outros prestadores de serviço. O processo é simples: a pessoa se aproxima do portão, mostra o celular para o videoporteiro e entra. Sem chamar nenhum apartamento e sem falar com o porteiro.

Para um nível ainda maior de segurança no estacionamento, o sistema de leitura de placas pode fazer dupla validação: além de ler a placa, o motorista precisaria mostrar seu celular com o código QR à leitora localizada à altura da janela. Isso garante que não apenas o veículo, mas também o motorista estão autorizados a entrar.

Fonte: https://www.diariodoscampos.com.br/

Conheça o charme do canto alemão na decoração

Mais espaço e funcionalidade para horas de bate-papo na sala de jantar

Com um nome que vem da tradicional decoração de bares da Alemanha de manter longos bancos ao redor de suas mesas, o canto alemão foi uma das principais tendências de decoração em 2017. A ideia nada mais é do que fazer a substituição das cadeiras da mesa de jantar por um banco encostado na parede, que pode ser em formato de L ou simplesmente uma linha reta.

 


(Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

Segunda a arquiteta Ludmilla Brandão, além de imprimir muito estilo e personalidade na décor, o canto alemão ajuda muito na otimização do ambiente: “Uma das grandes vantagens é melhorar a circulação do ambiente ganhando mais espaço e, por aproveitar, os cantos conseguimos acomodar mais pessoas a mesa”.

Um outro grande truque é fazer do banco um baú, assim você ganha mais espaço de armazenamento para toalhas de mesa, panos de prato e coisas que precisem ficar perto da sala de jantar e da cozinha, por exemplo.

 


(Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

Já a desvantagem é mínima e se restringe a dificuldade que as pessoas sentadas no banco podem ter em se locomover, porque para que uma pessoa saia do local as outras precisarão dar espaço.

Para quem ama receber família e amigos em casa, o canto alemão é uma grande pedida pela informalidade que ele imprime ao ambiente, tornando-se um ótimo lugar para horas e horas de longos papos. Conforme as dicas das designers de interiores Natália Idalgo e Jéssica Aguiar, da Conceito Design, a área de refeição se torna mais agradável nesse formato: “Você pode utilizar assentos e encostos almofadados, e também abusar das almofadas, elas deixam o ambiente bem despojado e moderno”.

Na hora de escolher a mesa (redonda, quadrada, retangular), existem alguns pontos que devem ser levados em consideração para melhor o seu espaço e pensar no tamanho do espaço versus o número de pessoas que você gostaria de acomodar é a melhor dica: “Um exemplo, se você tem um espaço mais longitudinal, opte por uma mesa retangular, ela ocupará muito bem o espaço. Mantenha sempre as cadeiras próximas a área de circulação, e não encostadas na parede, deixe o banco ocupar esse espaço, para que a passagem não seja obstruída”, explicam Natália e Jéssica.

Quanto a escolha das cadeiras, não há segredos, o que vale é seu gosto pessoal. Deixe bem definido o estilo que você quer que a sua decoração em geral tenha e abuse da criatividade. Mas se ainda assim você ficar na dúvida opte por cadeiras que conversem com o tecido do banco e que sejam confortáveis.

 


(Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

Se o canto alemão já contribui para a otimização do espaço por si só, você pode utilizá-lo para ampliar ainda mais a sua sala. “Uma dica muito versátil é o uso de espelhos nas paredes, que dá mais profundidade e amplitude ao ambiente”, conclui a arquiteta Ludmilla Brandão.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Brigas entre vizinhos são constantes e até podem virar caso de polícia

Garagem, barulho, uso abusivo da área de lazer. Esses são alguns dos motivos que podem gerar embate entre vizinhos. Apesar de inerente à coletividade, a convivência harmoniosa seja em condomínios ou casas está cada vez mais difícil, afirmam pessoas que lidam com esses problemas no dia a dia.

Brigas entre vizinhos são constantes e até podem virar caso de polícia

Esse tipo de intolerância veio à tona esta semana, quando pelo menos dois casos trágicos foram registrados na Grande BH. Na região Oeste da capital, a síndica de um condomínio foi assassinada por uma moradora do prédio no Natal após uma discussão.

Apesar de não ter números, a percepção de especialistas é de que as ocorrências estão se agravando. “Além da frequência maior dos conflitos, o que preocupa é a intensidade. As pessoas estão muito intolerantes. É necessário muito jogo de cintura”, observa Gilberto Vespúcio, administrador de condomínios.

Síndico profissional, Neilson Nogueira convive diariamente com o medo e diz que conflitos são corriqueiros. Responsável por mais de dez condomínios, ele afirma que as ameaças são frequentes e teme por mais tragédias. “As pessoas são egoístas e não aceitam repreensão, mesmo dentro da lei”.

Recentemente, Nogueira foi ameaçado durante uma vistoria em um apartamento. O morador não aceitou as considerações feitas pelo síndico e disse que o agrediria se voltasse ao local.

Recomendações

A emissão de comunicados gerais, não direcionados a um morador específico, é a dica para evitar embates diretos. “As circulares alertam para o problema e quem está praticando aquilo pode se sentir tocado e resolver o incômodo. Sem solução, a indicação é a advertência”, explica Gilberto Vespúcio.

De acordo com o presidente da Comissão de Direito Imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil de Minas Gerais (OAB-MG), Kênio Pereira, fingir que o infortúnio não existe agrava a situação.

Para garantir o cumprimento das normas, o advogado diz ser preciso um regulamento interno rígido e bem embasado, além de uma ação rápida por parte da pessoa desrespeitada. A falta de solução pode resultar em multa ou até expulsão do infrator. “Apesar da lei brasileira não mencionar expressamente sobre a expulsão do morador, ela é viável depois de se esgotarem todas as demais possibilidades”.

Chefe da Sala de Imprensa da PM, major Flávio Santiago diz que o ideal, em casos fora de controle, é acionar o 190 para que uma ocorrência seja registrada e não haja violência. Segundo ele, muitos casos dentre os inúmeros chamados diários referem-se a conflitos entre vizinhos.

Fonte: CondomínioSC

Veja porque você deve valorizar as áreas de convívio do condomínio

Investir em imóveis que contam com áreas de convívio é uma ótima oportunidade, até mesmo para uma futura economia em diversos aspectos. Entenda a seguir.

Está pensando em investir em um novo imóvel, mas ainda não sabe ao certo por qual tipo procurar? Que tal pesquisar por imóveis que tenham não apenas a área privada, mas também áreas de convivência?

Esses espaços estão chamando cada vez mais atenção por serem versáteis e uma ótima opção para aqueles que procuram unir comodidade, praticidade, conforto e, principalmente, segurança.

Isso pois as áreas de convívio, além de serem aproveitadas na grande maioria do tempo por seus moradores, ainda possibilitam que esses recebam convidados, como em festas de aniversário, por exemplo.

A possibilidade de trazer essas e tantas outras opções para perto de casa dá ao morador a chance de aproveitar mais seu tempo (sem longos períodos de deslocamento), além da economia financeira, já que não há o gasto com transporte, alimentação e tantos outros aos quais somos acometidos em um rápido passeio.

Um dos mais novos empreendimentos da cidade de São Paulo que conta com diversas áreas de convivência é o Bosque Araucária. O empreendimento da Tecnisa fica localizado no Jardim das Perdizes, novo bairro planejado da capital, e tem desde áreas de convívio mais comuns, como playground e piscinas ao ar livre, até espaços mais inovadores, como sala de bricolagem. Os espaços, entregues decorados e prontos para uso, oferecem aos moradores uma experiência encantadora e completa.

Dentre os espaços mais valorizados estão as academias, também conhecidas como espaço fitness. Poder contar com uma área para cuidar da saúde e se exercitar a poucos metros de distância de casa e sem pagar nada por isso, é um diferencial a se considerar na hora da escolha do novo imóvel.

Viu só!? Valorizar também as áreas comuns do condomínio pode te fazer escolher o melhor para você e sua família.

Fonte: Imovelweb

Instalação de sistema de energia solar em imóveis ajuda a reduzir as despesas com a conta de luz

Alguns fatores devem ser levados em consideração na hora de elaborar o projeto

Placas fotovoltaicas são uma opção que as pessoas têm levado em conta ao construir ou reformar suas casas - Juarez Rodrigues/EM/D.A Press - 16/5/9

Placas fotovoltaicas são uma opção que as pessoas têm levado em conta ao construir ou reformar suas casas

Com os aumentos constantes na conta de luz, uma opção interessante é instalar um sistema de energia solar, o que reduzirá bastante o custo no fim do mês e representa uma boa economia. Gerar a própria energia por meio de um sistema fotovoltaico (SFV) é um desejo crescente entre a população. “Hoje, é muito comum pessoas fazerem a instalação de placas na hora em que estão construindo suas casas. Além de possível, dimensionar o SFV em conjunto com o projeto da casa, é muito benéfico para a futura instalação e desempenho do sistema. A razão é que, quando o projeto é desenvolvido paralelo ao da casa, os engenheiros têm a liberdade de fazê-lo de maneira otimizada”, garante Ruy Fontes, analista de marketing da Blue Sol Energia Solar.

“Assim, a equipe poderá decidir qual a melhor orientação e inclinação para o telhado, no qual serão instalados os módulos fotovoltaicos, além de sugerir o espaço mais indicado e seguro para alocar o inversor e demais equipamentos, reduzindo a quantidade de cabos usados e garantindo um SFV devidamente alocado e integrado à residência. Dessa forma, o melhor momento para o cliente solicitar o orçamento do sistema é antes de finalizar o projeto de sua casa ou antes que a laje seja concretada. Tudo isso resultará na redução de custo e tempo para a instalação do SFV, além de garantir uma maior eficiência do mesmo, aumentando a lucratividade e reduzindo o tempo de retorno no investimento”, ressalta o executivo.

INFORMAÇÕES 

“Entretanto, muitos clientes que buscam a tecnologia já estão mais avançados na construção de suas casas, às vezes já contando com o projeto civil e elétrico elaborados. Quando os projetos arquitetônico e civil já estão prontos, com a estrutura da casa definida, a equipe de engenharia deverá então, munida desses documentos, estudar diversas informações necessárias para a futura instalação das placas”, salienta Ruy. “A primeira delas é o telhado da casa, no qual serão fixados os módulos fotovoltaicos. Fatores como a orientação e inclinação, tipo (metálico, fibrocimento etc.), armação, área disponível e possíveis sombreamentos são algumas das informações analisadas”, diz o analista de marketing.

Ruy explica que a equipe deverá avaliar também o suporte (vigas) da construção, a fim de certificar qual o peso que ela poderá suportar, bem como as áreas disponíveis para acomodação do inversor interativo. A partir do projeto elétrico, a equipe averiguará as informações necessárias para a instalação elétrica do sistema fotovoltaico. Serão conferidos, nessa parte, os eletrodutos disponíveis na obra e o padrão de entrada da casa (mono, bi ou trifásico, disjuntores e amperagem usados), além do local de instalação do quadro de distribuição geral e o disjuntor de entrada.

DIMENSIONAMENTO 

O executivo ressalta que um dos pontos mais importantes, senão o mais importante, a serem destacados é a forma como será feito o dimensionamento do SFV. “Afinal, se ainda não existe consumo elétrico, como calcular a geração do sistema? Porém, embora o consumo exato não possa ser estipulado, é possível chegar a um valor bem próximo por meio do estudo e cálculo de alguns fatores que interferem diretamente nessa demanda. O padrão de consumo do cliente é o primeiro, e mais fácil método para podermos chegar ao tamanho aproximado do futuro SFV, e consiste em analisar a média de consumo da antiga propriedade do cliente.”

No entanto, ele ressalta que o consumo da nova residência não irá, necessariamente, corresponder ao da antiga. “Então, para calcular mais precisamente o tamanho do sistema, a equipe também deverá fazer uma análise dos equipamentos elétricos de maior potência que serão usados, como chuveiro elétrico, ar-condicionado, eletrodomésticos e bombas d’água, entre outros. Por fim, a análise da quantidade de pessoas que morarão na casa e a rotina delas também fazem parte dos dados analisados. Caso os habitantes sejam um casal que pretende ter filhos no futuro, dimensionar o sistema já pensando nesse aumento do consumo é sempre o mais recomendado, em vez de expandi-lo mais adiante”, salienta Ruy.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Seja um vizinho melhor

Essa é uma meta com a qual vale a pena se comprometer em 2018

Essa é uma meta com a qual vale a pena se comprometer em 2018

Por Marcio Rachkorsky

Nos prédios, assim como nos demais campos, 2017 foi tenso, estranho e duro. Morar em condomínio requer habilidade extrema para compartilhar espaços e decisões com os vizinhos, que nem sempre têm a mesma educação, os mesmos hábitos e, pior, as mesmas expectativas que você.

No ano que se inicia, três palavras serão fundamentais para a busca da harmonia nos condomínios –e vale fazer uma rápida reunião familiar para garantir que todos de casa estejam comprometidos.

A primeira palavra é gentileza, seja ao encontrar um vizinho (ou funcionário) e cumprimentá-lo, ao reclamar de algo sem ofender o síndico e os funcionários ou então ao oferecer ajuda e ideias à administração, em vez de apenas criticar.

A segunda palavra que devemos ter em mente é consciência. O morador precisa assumir o seu papel e participar das assembleias, respeitar a vontade da maioria e cumprir as regras do regulamento interno e os procedimentos de segurança.

Ser mais consciente inclui desde não fazer muito barulho, sobretudo após as 22h, até estacionar o carro direito na vaga, tomar cuidado ao abrir as portas do veículo e não segurar o elevador.

A última palavra de ordem para 2018 é tolerância. É preciso tolerar os barulhos normais que seu vizinho faz, porque uma família produz ruídos cotidianamente –e muita sensibilidade também atrapalha.

Devemos ser compreensivos com síndicos e conselheiros, que têm uma dura missão e às vezes tomam decisões impopulares e indigestas. E temos que ter paciência com as pequenas falhas cometidas pelos funcionários, sobretudo os porteiros, que estão sob constante pressão.

Por fim, é necessário tentar entender os vizinhos mais fechados, que às vezes são apenas quietos, e não mal educados.

Parece tudo muito simples e óbvio, mas o turbilhão de preocupações do cotidiano nos faz esquecer dessas atitudes elementares, que nos tornam pessoas melhores e vizinhos mais agradáveis. Em 2018, faça do seu condomínio o melhor lugar para viver.

*Marcio Rachkorsky é advogado, especialista em condomínios e colunista do portal SíndicoNet. Presidente da Associação dos Síndicos de SP e membro da Comissão de Direito Urbanístico da OAB-SP

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Como saber se a piscina do hotel ou condomínio é segura para crianças?

Descubra como reduzir o risco de afogamento dos pequenos e evitar acidentes com os ralos de sucção

Casos de crianças que se afogam com o cabelo ou outra parte do corpo preso ao ralo de sucção são frequentes e assustam pais. Foto: Pixabay

Casos de crianças que se afogam com o cabelo ou outra parte do corpo preso ao ralo de sucção são frequentes e assustam pais. Foto: Pixabay

Você sabe se a piscina do seu condomínio ou do hotel em que você está passando férias é segura?

Essa é uma pergunta que precisa ser respondida por pais que querem apenas descansar e divertir seus filhos. Afinal, 51% do total de mortes de crianças de 1 a 9 anos por afogamento no Brasil ocorreram em piscinas, segundo dados de 2015, sendo o afogamento forçado pela sucção do ralo da piscina uma das causas mais comuns. Os dados são da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa).

HAUS conversou com especialistas da área e elencou algumas dicas para ajudar você a perceber se a piscina foi adequadamente projetada e para reduzir o risco de acidentes.

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Faça a atualização do projeto da piscina para garantir a segurança dos pequenos. Foto: Nenad Radovanovic/Divulgação

Se a sua piscina particular ou a piscina do seu condomínio tiver mais de 15 anos, é indicado revisar o projeto técnico. Independentemente do tipo de piscina, que pode ser de fibra de vidro ou de concreto revestido com cerâmica ou vinil, o sistema de filtragem tradicionalfunciona da mesma maneira em todas elas, como explica Rinaldo Hayashi, da Igarapé Piscinas.

E é aí que mora a principal fonte potencial de acidentes, se não observadas algumas regras.

É fundamental que a piscina tenha mais de um ralo para dividir a pressão de sucção entre eles. “Dessa forma, se alguém se sentar em cima do ralo ou passar com o cabelo por ali, não ficará preso, pois o outro ralo alivia a pressão”, garante Hayashi.

Para isso, eles precisam estar interligados e a distância mínima entre eles deve ser de 1,5 metro, segundo as regras da ABNT. “Assim, criança ou adulto, mesmo de braços abertos, não conseguirá tampar os dois orifícios ao mesmo tempo.”

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Cobertura de segurança sobre a piscina para evitar afogamentos quando não em uso. Foto: Desjoyaux Piscinas/Divulgação

E para diminuir ainda mais o risco de afogamento, é possível equipar os ralos laterais ou do fundo da piscina com tampas especiais que impedem que cabelos e outras partes do corpo sejam sugadas.

Tomadas essas precauções, é indiferente “ativar a filtragem da água enquanto as pessoas utilizam a piscina”, frisa o especialista da Igarapé Piscinas. “Fica a critério da família porque as duas atividades podem conviver tranquilamente.”

Se você preferir ligar a sucção somente quando ninguém estiver na piscina, o que geralmente acontece à noite, saiba que existe a possibilidade de barulho, pois alguns motores são mais ruidosos.

Vale ressaltar que os outros orifícios da piscina, por onde a água retorna do filtro, funcionando até como pequenos jatos de hidromassagem, não apresentam qualquer risco de acidente e não precisam de proteção.

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Cercas de segurança são fundamentais para quem tem crianças ou pets. Foto: Nenad Radovanovic/Divulgação

Outra alternativa é optar por um sistema diferente de filtragem que pode aposentar todas as preocupações com a tubulação e a sucção. É o caso da tecnologia francesa comercializada pela Desjoyaux Piscinas, como esclarece Geronimo Machado, em que a máquina integrada à piscina cria um movimento na água para filtrá-la.

Com exceção das normas técnicas da ABNT, não existe legislaçãofederal que especifique regras de segurança para piscinas particulares, informa o Corpo de Bombeiros do Paraná por meio de sua assessoria de comunicação.

Segundo o consultor jurídico Arthur Henrique de Pontes Rodrigues, do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), cada condomínio deve criar suas próprias regras de utilização e segurança no regimento interno ou na convenção.

“Em caso de acidente por falta de manutenção das piscinas de condomínios residenciais, assim como falhas de equipamentos de segurança ou problemas de infraestrutura, como piso escorregadio e falhas no controle de acesso, o síndico responde pelo crime de lesão corporal, uma vez que é o responsável pelas áreas comuns dos condomínios”, diz Rodrigues.

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Cercas e coberturas podem evitar acidentes com os pequenos nos momentos de distração nas casas e condomínios com piscina. Foto: Nenad Radovanovic/Divulgação

Atualmente tramita no Senado Federal o Projeto de Lei 1162/2007, que disciplina a prevenção de acidentes em piscinas. Rodrigues conta que, dentre os pontos discutidos no projeto, destacam-se a obrigatoriedade de informações de segurança, o acesso à área com controle de entrada e piso antiderrapante, medidas de prevenção a quedas acidentais (como capas, sensores e alarmes), o uso de tampas antiaprisionamento para evitar o enlace de cabelos ou a sucção de outros membros do corpo humano, além de um botão de desligamento de emergência para as bombas.

Veja as dicas do Corpo de Bombeiro do Paraná para evitar dores de cabeça com as piscinas

-Evite banhar-se na hora do almoço.

-Tenha cercas ou grades ao redor da piscina para dificultar o acesso de crianças.

-Desligue o filtro da piscina quando estiver usando.

-Boias de braço não reduzem o risco de afogamento.

-Nunca deixe as crianças brincando na piscina sem a supervisão de um adulto.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br

Veja opções de decoração alternativa para quarto infantil

Saiba como inovar na decoração do espaço das crianças

Decorar o quarto infantil pode ser um verdadeiro desafio, principalmente financeiro. Isso porque gastar rios de dinheiro em um ambiente como esse não vale a pena, já que em breve a criança cresce, os gostos mudam e o espaço precisará ser renovado. Por isso, optar pela decoração alternativa é a melhor forma de economizar e ainda assim manter o ambiente incrível.

Abaixo, o ZAP em casa te ensina como inovar na décor do cantinho das crianças e também deixá-las felizes.

Foto: Reprodução/Pinterest

Pra começar, é importante saber porque a decoração alternativa é tão requisitada hoje em dia. Segundo a arquiteta Ludmilla Brandão, o alternativo nada mais é do que um estilo onde não se tem grandes reformas, como construir ou demolir. Além de ser geralmente de custo mais baixo e de execução simples e rápida. Ela explica que esse tipo de décor virou tendência justamente por ser acessível a maioria do público em geral.

Danielle Andraos, também arquiteta, complementa o conceito explicando o quanto ele é original e diferente: “Eu defino a decoração alternativa como uma forma contemporânea de mobiliar e decorar qualquer ambiente fazendo uso de materiais fora do padrão e de muita criatividade, sem perder na funcionalidade e na estética, além de ganhar muita personalidade. Ela tem um estilo mais informal e rústico”.

Foi a décor alternativa que acabou com o senso comum de que quartos infantis precisavam necessariamente serem temáticos, com personagens de desenhos animados e cores bem definidas (rosa pra menina, azul pra menino).

“Ainda mais se tratando de crianças, o universo das cores não tem limites para eles, e a ideia é realmente esta, brincar com as cores, se divertir. Não existe uma fórmula, na decoração alternativa a regra é usar a criatividade, combinar cores que geralmente não são utilizadas em um mesmo ambiente”, explica Ludmilla.

 

Foto: Reprodução/Pinterest

 

No entanto, se você mesmo não abrir mão de incluir personagens na decoração do quarto do seu filho, opte por apresentá-los apenas em detalhes. Um bom exemplo é manter o quarto em tons e móveis neutros e decorá-lo apenas com bonecos e pequenos enfeites do personagem em questão. Usar a criatividade nesse momento pode trazer um resultado surpreendentemente lindo!

Como palavra-chave, a criatividade aparece também na hora de montar o ambiente e não apenas no momento de decorar. Imagine que legal dividir o quarto do seu filho em espaços específicos para ele. Mesmo que cada cantinho seja pequeno, com certeza ele vai adorar ter um ambiente próprio para leitura, um canto de estudos e até um local de diversão. De acordo com Ludmilla, isso ainda fará com que ele aprenda mais sobre organização e cultive esse hábito.

 

Foto: Reprodução/Pinterest

 

Lembre-se ainda de ouvir os gostos e pedidos da criança, se ela já tiver idade para expressar suas vontades, e tente adaptar algumas das sugestões dela na hora de criar o ambiente.

Além disso, pense em tudo com muito cuidado, atente-se ao formato dos móveis e lembre-se de tirar todos os riscos da rotina da criança. Interruptores destampados, quinas pontiagudas, entre outros, podem ser responsáveis por acidentes do dia a dia e precisam receber atenção especial na hora de montar um quarto infantil.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Veja dicas para evitar dor de cabeça na mudança de casa

Organizar, planejar cada passo e listar os objetos encaixotados são algumas dicas que facilitam o processo na hora de deixar um imóvel

Ilustração/EM

Planejar uma mudança pode parecer simples: empacotar, transportar e, depois, colocar tudo no lugar. Mas, para muitas pessoas, o processo pode se tornar um caos, tanto para aqueles que estão se mudando quanto para outros que vão receber os futuros vizinhos. Para evitar que pertences sumam ou sejam danificados, é essencial se organizar, listar tudo o que foi encaixotado e, principalmente, embalar tudo corretamente. Além do essencial, é preciso ficar atento ao avisos burocráticos e aos prazos que precisam ser cumpridos, seja do novo ou antigo condomínio.

Fabiana Rodrigues, supervisora administrativa da Anuar Donato Imobiliária, afirma que na hora de deixar um imóvel o locatário precisa estar atento ao prazo, tanto para avisar a administradora quanto para realizar a vistoria. “Quando o cliente decide devolver um imóvel, ele precisa noticiar com 30 dias de antecedência e realizar a vistoria do imóvel com no máximo 10 dias antes de se mudar. Caso o cliente não se planeje antes de sair, ele pode acabar tendo dores de cabeça com algo que não esteja em ordem com o laudo de vistoria. Ao entrar em um novo imóvel, é preciso ter o mesmo cuidado na hora de avaliar as condições do local. Na pressa, o novo inquilino pode deixar passar algum problema e depois terá que arcar com algum custo desnecessário”, explica.

Antes de partir para a casa nova, algumas pendências devem ser resolvidas. Água, luz, gás, telefone, TV a cabo e internet são alguns dos serviços que podem ser desligados para evitar gastos desnecessários. A instalação e o religamento podem, inclusive, ser agendados já para o novo endereço. Por isso, o importante é informar e deixar tudo encaminhado.

CONTRATAÇÃO 

Trocar de casa pode ser estressante quando tudo fica para a última hora. O segredo para que o transporte de móveis, utensílios domésticos e objetos pessoais transcorra com tranquilidade está em planejar todas as etapas. Contratar uma equipe de transporte também é uma boa opção na hora de planejar a mudança de endereço.

Segundo Lourival Cândido Pereira, proprietário da Utilar Mudanças, empresa localizada no Bairro Padre Eustáquio, na Região Noroeste da capital, antes de contratar uma empresa especializada no serviço é importante que o cliente conheça as regras e contrate o serviço que atenda às suas necessidades. “Caso seja uma mudança pequena, o ideal é contratar o serviço cobrado por hora. Com isso, ele consegue economizar e contratar a empresa somente pelo tempo que precisa”, afirma. “Uma outra dica também é, antes de o carregamento chegar, começar a embalar e organizar os móveis, eletrodomésticos e o que for necessário. Não esperar o funcionário da empresa de mudança para começar a organizar tudo”, completa.

Ele ressalta que o prazo ideal para contratar um serviço de mudança é de pelo menos 72 horas antes da data de realizar o serviço. “Para o cliente conseguir organizar com calma e embalar todos seus pertences com cuidado, tem que planejar a mudança o quanto antes. Além de estar atento ao prazo, também precisa reservar o horário com o síndico do novo empreendimento, se for o caso, e procurar com antecedência um local específico que o caminhão possa estacionar perto do imóvel.”

POR ONDE COMEÇAR?
Veja algumas dicas para evitar dor de cabeça na mudança 

>> Identifique e desapegue

Quando nos deparamos com tudo que temos, fica mais fácil escolher o que fica e o que vai. Listar seus bens também é uma forma de cobrar os direitos pertinentes em caso de danos nos produtos. Para isso, divida o inventário em três grupos. Primeiro, faça o inventário da transportadora, que deve conter campos com número, nome e descrição da peça e alguma indicação sobre o estado em que ela se encontra. Caso seja um item especial, é preciso atribuir também valor do seguro. Já os outros grupos abrangem itens que serão levados por você ou por outros responsáveis – utilize a mesma metodologia para esses dois últimos inventários.

>> Tire medidas

Nem sempre a mudança contará com ajuda de profissionais como um designer de interiores ou um arquiteto. Então, será necessário utilizar, além da sua intuição, algumas dicas valiosas para realizar a mudança. Afinal, carregar uma peça que não caberá na futura casa pode custar muito no bolso. Pensando nisso, meça seus móveis e também os cômodos do novo imóvel e, se possível, faça marcações no local para facilitar na hora da descarga de itens. Não se esqueça de verificar as condições de elevadores, escadas, portas e janelas, inclusive da altura do chão, assim fica mais fácil identificar a necessidade de desmontagem dos itens ou içamentos.

>> Contrate bons profissionais

Economizar é bom, mas um transporte inadequado pode custar bem mais que a economia gerada e muito desgaste emocional. Na hora de escolher a empresa que transportará seus itens, leve em conta, ao menos, três empresas para ter um parâmetro. Todas devem fazer uma vistoria no imóvel, só assim será possível validar particularidades, como a mão de obra necessária e os materiais envolvidos. Avalie a necessidade de seguros, que possivelmente são cobrados à parte. Peça um contrato e confira cada campo contemplado, atentando-se ao fato de que algumas transportadoras não retiram ou instalam lustres, cortinas e afins.

>> Lembre-se de outros prestadores de serviço

Também é nesta etapa que você agenda transferências das correspondências de luz, telefone, gás, água, internet, TV a cabo, escolas, cursos, assinaturas, entre outros. Isso evita que você tenha problemas ao chegar na nova casa.

Fonte: Kiiro – Organiza e Simplifica

* Estagiária sob a supervisão da editora Teresa Caram 

Fonte: Herlane Meira* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

 

Condomínio é responsável por calçadas, árvores e lixo

Emerson Vicente
do Agora

Os problemas em prédios não existem apenas na parte interna do muro. Alguns transtornos que ocorrem do lado externo também acabam sendo de responsabilidade do condomínio.

Um deles é a calçada. Em São Paulo, uma lei determina que o proprietário do imóvel é o responsável pela conservação e manutenção de sua calçada. Um buraco pode gerar multa ao condomínio.

Sobre as árvores, o condomínio só pode contatar a prefeitura para fazer a poda. E, caso ocorra algum dano, o condomínio pode até entrar com uma ação de ressarcimento contra o município.

“Se a árvore cair e causar algum dano ao condomínio, ele tem que chamar a prefeitura para fazer a remoção. Se for comprovada que a queda ocorreu por falta de manutenção, o condomínio pode entrar como uma ação contra a prefeitura. Mas, se for um caso fortuito, como uma tempestade, fica mais difícil cobrar”, afirma a advogada Lidiane Genske Baia, do escritório Rachkorsky.

Fonte: http://www.agora.uol.com.br/

RAIS – Relação Anual de Informações Sociais – Como declarar

 

Saiba o que é RAIS e aprenda como declarar

Saiba o que é RAIS e aprenda como declarar

  • O que é: Relação Anual de Informações Sociais
  • Prazo: Geralmente na segunda quinzena de fevereiro ou início de março
  • Como declarar: http://www.rais.gov.br/
  • Situação: Obrigatória, com atraso sujeito a multa.

O objetivo da RAIS é recolher dados sobre as atividades trabalhistas e controlá-las. Por isso, sua declaração é feita com base nos funcionários e prestadores de serviços do condomínio.

A declaração deve ser feita pela internet por meio do programa gerador de arquivos da RAIS e do programa transmissor de arquivos. Caso as informações não possam ser entregues pela internet, elas devem ser levadas aos órgãos regionais do Ministério do Trabalho, responsável pela consolidação dos dados.

Nos casos em que os estabelecimentos ou entidades não tiveram vínculo empregatício no ano-base poderão optar pela RAIS Negativa, online.

Devem fazer a declaração as empresas ou estabelecimentos inscritos no CNPJ com ou sem empregados, empregadores, pessoas jurídicas de direito privado, empresas individuais, cartórios extrajudiciais e consórcios de empresas, pessoas físicas, órgãos da administração direta e indireta dos governos federal, estadual e municipal, condomínios e sociedades civis, agências, sucursais, representações ou quaisquer outras formas de entidades vinculadas à pessoa jurídica domiciliada no exterior.

Vale lembrar que, mesmo os condomínios que não têm funcionários registrados em seu CNPJ, ou seja, que terceirizam todos os serviços, devem fazer a declaração da RAIS Negativa.

Não se esqueça de imprimir o comprovante de entrega de envio da declaração. No site também é possível fazer declarações atrasadas e tirar possíveis dúvidas na cartilha completa elaborada pelo Ministério.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Na hora de adquirir um imóvel, é preciso estar atento a todo o processo

Planejar e se inteirar dos detalhes do imóvel é fundamental para o sucesso da negociação de compra

Reprodução/Internet/Pixabay

Adquirir a casa própria é o sonho de muita gente, porém, é preciso ficar atento a todo o processo de compra do imóvel. E, na maioria dos casos, o adquirente não entende ou não tem qualquer conhecimento sobre o que seja necessário para fazer a negociação certa. Diante disso, os aportes financeiros necessários ao longo do processo acabam pesando muito no bolso do comprador, que, em alguns casos, acaba desistindo do negócio e deixando de lado o sonho. Assim, é importante planejar a compra e pedir a opinião de profissionais especializados do setor.

Tadeu Costa, coordenador de vendas e marketing da AP Ponto Construtora, explica que essa situação é recorrente nas negociações de empreendimentos. “As pessoas, normalmente, desconhecem grande parte do processo e acabam se assustando quando é preciso pagar taxas e encargos, por exemplo. No nosso caso, para diminuir as taxas de distrato, oferecemos um treinamento direcionado, reforçando com os consultores de vendas a importância de explicar tudo claramente ao cliente no momento da negociação, evitando cancelamentos de contrato no futuro”, garante o executivo.

DESCOMPLICAR 

Ele ressalta que, com objetivo de simplificar e orientar os consumidores, a empresa conta também com uma web série que traz vídeos explicativos com detalhes sobre o processo de compra. “A nossa missão é descomplicar o sonho da casa própria de nossos clientes. Por isso, buscamos e investimos em iniciativas que valorizem e facilitem o entendimento das principais etapas do processo de compra de qualquer empreendimento”, afirma.

Tadeu explica que, com foco principal no segmento Minha casa, minha vida, a construtora pôde observar tal desconhecimento, especialmente, a partir dos jovens e daqueles que estão comprando o primeiro imóvel. “Para muitos, é a primeira grande compra da vida e eles acabam indo pelo impulso de sair logo do aluguel, sem fazer o planejamento adequado, pesquisar sobre o assunto e tirar todas as dúvidas com o consultor de vendas. O comprador devidamente esclarecido contribui para que o processo seja mais rápido e eficiente, além de ter mais confiança na sua decisão.”

O coordenador ressalta que outro ponto que costuma gerar dúvidas ao comprador é o que realmente está incluso na entrega do imóvel na planta. “Tendo como base as imagens de divulgação do empreendimento e a visita ao apartamento decorado, muitos consumidores criam expectativas que não se cumprem no momento da entrega das chaves, gerando desconforto na etapa final do processo. É preciso apresentar quais serão os acabamentos do apartamento e também o que está ou não incluso nas áreas de uso comum. O corretor tem essa função de orientar e o cliente também precisa esclarecer todas as suas dúvidas, se inteirando sobre o que realmente está incluso no valor da compra, o que muitas vezes não ocorre.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Como organizar uma mudança residencial rápida

Você sabe como organizar rapidamente a sua mudança para uma nova casa ou apartamento? Confira algumas dicas que vão te ajudar e agilizar esse processo.

Preparar a mudança de uma casa para outra exige organização, mas isso não precisa se tornar algo burocrático. Se você souber por onde começar e como montar, toda essa história se tornará mais rápida e fácil.

O segredo para simplificar as coisas é planejar-se de acordo com o volume de objetos que você vai ter de embalar, os cuidados que vai precisar ter com elas pensando na distância que serão transportadas, e o principal, separar o que será necessário usar assim que chegar na nova casa.

Selecionamos 6 dicas para te ajudar na hora da mudança. Confira a seguir como sua vida pode ficar muito mais simples nesse momento tão especial da vida de uma família.

Dica 1: Escolha os ambientes mais utilizados para começar a organizar sua mudança

Quarto, cozinha e banheiro são os cômodos que precisam ser arrumados primeiro após uma mudança, pois são ambiente que você mais necessita ter disponíveis assim que passar a morar em uma nova casa.

Dormir, tomar banho e até mesmo cozinhar exigem o mínimo de itens e produtos para tornar a vida menos complicada enquanto as coisas ainda não estão todas no lugar.

Dica 2: Separe o que é mais emergencial

Esse tipo de planejamento vai garantir que você encontre as coisas com mais facilidade e permitir que tenha o mínimo de conforto para começar a vida no novo lar. Por exemplo, é importante deixar colchões, travesseiros e roupas de cama limpas sempre com acesso facilitado para que você consiga dormir mesmo sem a cama estar 100% montada, se for o caso.

Separe também algumas toalhas de banho e rosto e um pijama ou roupa confortável para ficar mais à vontade. Itens de higiene também são bem-vindos.

Dica 3: Escreva nas caixas os itens que estão contidos nelas

Uma das maiores dificuldades é encontrar os itens embalados após a mudança. O processo de identificação é simples e precisa ser contemplado durante a organização das coisas. Após lacrar as caixas com fita, utilize uma caneta marcadora para escrever o que contém dentro das caixas como: roupas, peças de cozinha, itens de jantar, entre outros.

Essa dica não só ajuda a encontrar cada coisinha depois, como serve de aviso para quem vai transportar sobre o que pode ou não ser frágil e requer maiores cuidados. Escreva com uma caneta de cor diferente como vermelho para destacar que há acessórios em vidro por porcelana.

Não esqueça de enrolá-los em plástico bolha para prevenir quebras. Jornais nas taças e colocar cobertores dentro de possíveis móveis com porta de vidro, como cristaleiras, também é uma opção para proteger os vidros

Dica 4: Faça uma limpeza prévia no ambiente e atente-se a possíveis problemas

O ideal antes de levar as coisas para outra casa ou apartamento é fazer uma limpeza básica e ficar atento a problemas de energia elétrica, gás, etc. Ao realizar a mudança, prepare-se para a instalação de fogão, chuveiro ou aparelhos elétricos tendo em mente com antecedência o que está ou não funcionando.

No transporte, deixe os cabos elétricos e extensões junto aos produtos para não perder e identifique com fita crepe e caneta as tomadas de acordo com suas voltagens (seja 110v, ou 220v). A maior parte dos aparelhos hoje é bivolt, mas alguns mais antigos não tem essa funcionalidade. Atente-se para não queimar nenhum produto!

Dica 5: Separe em uma mala ou bolsa de viagem itens essenciais

Mudou e vai trabalhar no dia seguinte? Tenha seus itens pessoais em uma bolsa ou mala de viagem separados. Um parte de sapatos mais social, algumas mudas de roupas e itens de higiene e beleza devem ficar com acesso fácil.

Dica 6: Fragmente alguns itens para ajudar na organização

Não é necessário desembalar todas as suas panelas, pratos, copos e demais utensílios assim que mudar de casa. Tenha em caixas menores uma fração desses itens separando pelos que mais usa e vai precisar.

Essas são dicas que vão facilitar muito a sua mudança, aproveite e continue acompanhando os próximos toques!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Fiscalize seu síndico

Luiz Ribeiro O. N. Costa Junior*

Agora no primeiro trimestre do ano, a maioria dos condomínios começa a realizar suas AGO (Assembleias Gerais Ordinárias) para previsão orçamentária, prestação de contas e eleição do síndico.

Muitos condôminos passam o ano inteiro reclamando do valor do condomínio e da postura e conduta do síndico e, em um dos atos mais importantes da vida condominial simplesmente não aparecem, e depois continuam reclamando.

Se o condômino acredita que seu condomínio está com valor elevado, deve comparecer à AGO para conhecer a previsão orçamentária e qual será o valor do condomínio para este exercício.

É nesta assembleia que o condômino poderá, além de saber o que será gasto, questionar valores que foram pagos pelo condomínio e se estavam ou não de acordo com a previsão orçamentária anterior e se o síndico está efetivamente gerindo bem o condomínio.

Ao analisar as contas do condomínio, o condômino poderá certificar se há um síndico bom em gestão ou apenas um síndico que distribui sorrisos e abraços e poderá estar causando transtornos e prejuízos ao condomínio.

Em uma boa prestação de contas, o síndico traz para a assembleia, inclusive para que façam parte integrante da ata, certidões negativas de ações cíveis, federais e trabalhistas, bem como dos cartórios de protestos, e declarações de inexistência de débitos perante a Receita Federal e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), comprovando que o condomínio recolheu corretamente os tributos e efetuou os pagamentos de maneira adequada, bem como que não está sendo acionado judicialmente, ou caso esteja, deverá explicar os motivos para constar em ata.

É importante ainda que na prestação de contas seja pormenorizada a conduta do condomínio para com os inadimplentes, demonstrando que está sendo adotado um procedimento padrão, sem proteções ou perseguições com qualquer condômino.

A menção na ata das unidades inadimplentes, sem constar o nome do devedor, não acarreta qualquer responsabilidade do condomínio, afinal, o síndico, por ter como dever a prestação de contas à assembleia, deve deixar claro e comprovado os valores recebidos e gastos, bem como quais as razões que não permitiram que o valor previsto para arrecadação fosse cumprido.

Se na assembleia de prestação de contas existirem muitas dúvidas sobre os valores ali demonstrados ou a ausência de clareza e transparência, é recomendado que as contas não sejam aprovadas nessa assembleia, devendo primeiro serem sanadas eventuais dúvidas ou pendências que possam existir e em assembleia posterior se aprovam as contas.

Transparência e clareza são fundamentais na prestação de contas, e se tiver dúvidas ou não concordar, exerça seu direito de voto não aprovando as contas, ainda que seja vencido.

* Advogado, administrador de empresas e pós-graduado em Direito Processual Civil pela PUC-SP. Atua com condomínios desde 1991 e com Direito Imobiliário e Condominial desde 2002. Escreve nesta coluna quinzenalmente, aos sábados.

Fonte: http://www.dgabc.com.br

MDF, compesado ou maciça: saiba como escolher a madeira certa na decoração

Tipo de decoração, móvel, ambiente e orçamento são questões que pensam na hora da escolha

Na hora de fechar o projeto de arquitetura do imóvel, não basta apenas pensar na beleza ou funcionalidade. Alguns pontos devem ser analisados com atenção para que a decoração vá além do aspecto estético ou prático.

Detalhes como o tipo de material a ser usado devem ser definidos com propriedade a fim de garantir uma maior durabilidade. Afinal de contas, ninguém quer gastar à toa. Um dos pontos importantes a ser levado em consideração é a escolha da madeira para cada tipo de móvel ou ambiente.

 

(Foto: Shutterstock)

 

São três opções, entre MDF, compensando e madeira de lei, e eleger o material de forma adequada pode resultar em beleza, economia, resistência e durabilidade. Saiba como escolher a madeira certa para o seu projeto.

O tipo de ambiente é o primeiro fator determinante na escolha da madeira porque alguns tipos se adequam melhor em ambientes internos e outros podem ser usados nos externos também. “Tanto o MDF como o compensado devem ser utilizados em ambientes internos, pois sofrem com a umidade e exposição solar diretas. Já a madeira maciça pode ser utilizada em ambientes internos ou externos. Mas cuidados e manutenção são essenciais, pois também sofre com a ação de chuva e sol. Para garantir sua durabilidade, precisa da aplicação de vernizes pelo menos uma vez por ano”, explica o arquiteto Artur Diniz.

 

(Foto: Shutterstock)

Porém, é preciso ter muita cautela se for utilizar a madeira em ambientes que tenham mais uso de água, como banheiros, áreas de serviços e cozinhas. “É preciso ter o cuidado de verificar frequentemente se existem pontos de infiltração de água e limpar respingos que possam vir a se infiltrar nos móveis”, sugere Artur Diniz. A questão é que o material pode se danificar em contato com a água. “Algumas madeiras suportam mais o contato do que outras. O MDF e compensado não aguentam água . Se tiverem contato com a água parada por alguns minutos podem inchar e você perder o móvel. Já o compensado naval suporta mais, tem mais resistência e por isso é mais caro”, completa a arquiteta Juliana da Mata.

O resultado esperado para a decoração do ambiente é fator que também deve ser levado em consideração. “O MDF e o compensado são chapas lisas e pouco espessas e, com eles, pode-se obter um design mais leve e moderno, mais adequado a uma decoração clean. Podemos até dar um ar rústico através do revestimento, mas limitado se comparado à madeira maciça”, ressalta Artur Diniz. “Já com a madeira maciça poderemos explorar dormentes, galhos, troncos em seu formato original como uma rica peça de arte ou usá-la da forma tradicional, em móveis rústicos ou modernos. O que vai dar o estilo de decoração é o desenho da peça e seu acabamento”, acrescenta.

 

(Foto: Shutterstock)

Os usos também variam de acordo com o tipo de decoração desejado. “Com o MDF, para obter uma riqueza visual, podemos usar algumas peças laqueadas e outras revestidas com laminados madeirados, o que vai garantir uma riqueza estética”, explica o arquiteto. O compensado, por sua vez, pede linhas retas e vai conferir uma aparência mais moderna ao ambiente.

“Armários, bancadas e prateleiras poderão se repetir e até dialogar com outros materiais ou revestimentos existentes do mesmo ambiente, garantindo harmonia”, sugere. Já a madeira maciça confere um ar de sobriedade a qualquer ambiente e, por isso, pode ser associada a outros materiais mais leves e cores mais claras para não resultar em um ambiente pesado. “Se você tem uma mesa de aspecto pesado, mas pretende quebrar a robustez da madeira, experimente usar cadeiras e outros elementos de design leve no ambiente. Vidros, espelhos e cores claras também são bem vindos”.

 

(Foto: Shutterstock)

O tipo de móvel também deve ser levado em consideração na hora de eleger a madeira ideal. “Se o ambiente for propício e se não vai suportar excesso de peso, poderemos escolher MDF, compensado ou madeira. Neste caso, o que vai influenciar na escolha é o gosto estético. Embora possamos executar uma infinidade de armários e móveis em MDF e compensado, algumas peças, por suas formas e texturas, só conseguiremos executar em madeira maciça”, ressalta o arquiteto. A escolha certa pode garantir não apenas beleza e segurança, mas também uma maior durabilidade. “Às vezes é necessário usar mais de um material em um móvel para obter um bom resultado estético e uma boa vida útil”, complementa.

Segundo Juliana da Mata, o MDF é mais prensado e geralmente mais pesado, por isso é mais usado em corpo de móvel. Já o compensado é mais oco e, por isso, mais leve. “Ele é mais usado em portas de móveis porque impacta menos nas dobradiças e tem menos chances de empenar”, explica a arquiteta. Além disso, é possível encaixar cada tipo de material na decoração do ambiente. “Os mobiliários e roupeiros em geral são de MDF e MDP.

 

(Foto: Shutterstock)

Compensado se usa menos devido ao valor, mas é indicado para mobiliários em geral e mais ainda em áreas molhadas por ter mais resistência à água. Madeira maciça é usada de uma forma mais nobre em portas sociais, tampos de mesas de jantar, mesas de centro , painel ripado, entre outros. As possibilidades são infinitas,mas tudo vai variar de acordo com a disponibilidade de gasto de cada pessoa”, determina.

Fazer um planejamento adequado vai evitar gastos em excesso de imediato e também no futuro. “Faça um planejamento de suas possibilidades porque pode valer a pena fazer uma substituição por um de MDF ou compensado de boa qualidade. A oferta de mobiliário é imensa, com preços bem diversos. Se um móvel de madeira maciça não cabe no seu bolso, podemos substituir por um de MDF ou compensado e garantir uma boa economia. Mas tem que ser uma troca consciente, pois não adianta diminuir a qualidade de ferragens, por exemplo, e se arrepender depois”, atesta Artur Diniz.

 

(Foto: Shutterstock)

Existe diferença de preços e é preciso avaliar bem o orçamento para adequar o melhor tipo de madeira sem estourar o bolso. Geralmente, o MDF e o compensado são mais em conta que o compensado naval. Mas o mais caro é a madeira maciça. “O MDF cru costuma ser em torno de 20% mais barato que o compensado, também sem revestimento. Embora a madeira maciça de boa qualidade seja sempre mais cara, em torno de 2 a 2,5 vezes mais cara que o compensado, alguns quesitos diminuem a diferença para o custo de um móvel de MDF ou compensado, como o design do móvel, a empresa fornecedora, as ferragens, entre outros aspectos”, afirma o arquiteto.

Como usar cada tipo de madeira:

MDF:

Pode ser usado laqueada, revestida com chapa de laminado melamínico ou folheado de madeira. Usar em ambientes banheiros, cozinhas e serviços, mas requer atenção constante contra água. Proteger de infiltrações, limpar respingos de água imediatamente e evitar que os móveis toquem o chão, pois são áreas que precisam ser lavadas constantemente. Também deve ser protegida do calor. Nos balcões de cozinha, serviço e banheiro, o tampo de granito deve se projetar pelo menos 2 centímetros para proteger o armário inferior de respingos constantes.

Compensado:

Seu uso mais comum é revestido com laminado melamínico ou folheado de madeira. Mas poderá também ser usado para fabricação de mesas e até cadeiras, de preferência quando associado a estrutura de madeira maciça. Pode ser usado em armários de cozinha, serviços e banheiros. Apesar de serem mais resistentes que o MDF- em função do seu processo de fabricação- devem seguir os mesmos cuidados em relação à agua.

Madeira de lei:

Pela sua praticidade e beleza, podemos usar em praticamente todos os móveis: cadeiras, mesas de centro, mesas de jantar, aparadores, cristaleira, entre outros. A cor e tonalidade da madeira, a aparência dos veios, os acabamentos desejados, o local de uso, o tipo e estilo do móvel vão dar a tônica da decoração. Cada estilo de decoração vai pedir um tipo de acabamento. Uma decoração rústica pede uma madeira mais marcada, com veios mais visíveis. Uma decoração mais moderna pede uma madeira com acabamento mais fino e delicado.

 

(Foto: Shutterstock)

 

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Qual a melhor destinação para valores provenientes de causas na Justiça nos condomínios?

Condôminos devem decidir entre reforçar o caixa do condomínio ou seguir a tese de partilha do dinheiro

 

Repordução/Internet/protokolos.com

Créditos oriundos de valores auferidos com medidas judiciais, sejam eles provenientes de ações motivadas por vícios de construção ou contra concessionários, teriam como caminho natural integrar o caixa condominial. Quem garante é Rodrigo Karpat, advogado na área cível e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados. “Mas quando são valores representativos, começa a surgir na coletividade a vontade de ter esse valor repartido aos moradores, e não devolvido ao caixa do condomínio, o que passa a gerar dúvidas e, muitas vezes, conflitos de concepção do que se deve fazer com o dinheiro”, explica o especialista.

Ele entende que o caminho correto seria que o valor apurado ficasse em caixa e, após deliberação em assembleia, passasse a integrar conta específica, para que pudesse ser usado em alguma contingência ou obra que se fizesse necessária. “Não podemos esquecer que as edificações sofrem um desgaste natural conforme cita a ABNT NBR 14653-1:2001, por volta de 4% ao ano. O que por si só seria motivo para que o valor ficasse em caixa, a fim de realizar as obras necessárias de reparos em função do desgaste natural trazido pelo tempo.”

Rodrigo entende também que distribuir valores seria inerente a empresas que objetivam o lucro como fim, e não deve ser prática comum em condomínios, que nem personalidade jurídica têm ou possuem personalidade jurídica anômala, uma vez que têm obrigações inerentes a pessoa jurídica, como a capacidade de estar em juízo.

“Caso a coletividade não entenda que o dinheiro pertence à massa e requeira a sua devolução, alguns passos precisam ser seguidos. O primeiro deles deve ser submeter a deliberação em assembleia, com o fim específico de definir a destinação do valor auferido com a indenização. Deve-se também fazer a verificação se dessa devolução não incidirá tributação. Os valores referentes a indenizações são declarados entre os rendimentos isentos/não tributáveis. Outro ponto a ser observado é quem é o titular para receber o dinheiro. A monta deve ser devolvida ao proprietário, ou seja, aquele que tem o direito de propriedade no momento em que o valor passa a integrar o caixa do condomínio”, ressalta o especialista.
Rodrigo explica que alguns condôminos precavidos, antes de vender o imóvel, no compromisso de compra e venda se reservam o direito de receber o valor inerente à indenização, uma vez que já sabem da intenção de devolução do valor aos condôminos. Porém, cabe ao condomínio devolver ao proprietário atual. “O condomínio não tem o dever de saber algo que foi ajustado entre as partes na compra e venda do bem, salvo se o direito estiver constando da matrícula do bem. Nesse caso, caberá ao proprietário atual da unidade o trâmite administrativo com a devolução do valor ao antigo proprietário e se esse for o caso, tal procedimento não cabe ao condomínio.”

CAUTELA 

O especialista salienta que a devolução requer cautela do prédio, uma vez que o titular da unidade na matrícula pode ter negociado o imóvel e, nesse caso, o compromissário comprador teria o direito de receber o valor. “E, nesse caso, o dinheiro deve ser devolvido para esse segundo, desde que o condomínio tenha ciência da negociação da unidade. E, por cautela, o condomínio que optar em devolver o dinheiro auferido por ação deverá notificar todos os proprietários constantes da matrícula, informando sobre a devolução, bem como notificar os adquirentes que não constam nela, nos casos em que tem ciência da negociação da unidade. Nos casos de duas pessoas pleitearem o valor, o prédio não deve distribuir o dinheiro. Se o impasse não for resolvido, a monta deve ser consignada em juízo”, alerta.

“Temos ainda os antigos proprietários que almejam a monta, mesmo sem direito. Para eles, dizemos que da mesma forma que uma previsão orçamentária, que precisou de uma chamada extra, não recairá sobre o antigo dono que tenha vendido o bem no momento da chamada extra. Tampouco recairia sobre o antigo proprietário o valor inerente à rescisão de funcionário antigo de sua época. Assim, a monta a ser distribuída pertence ao proprietário atual, que tem direito sobre a coisa. Dessa forma, entendo que, por lógica e para que se evitem dissabores, que podem ensejar responsabilidade do condomínio e seu gestor, os valores deveriam, por óbvio, integrar o caixa do condomínio”, esclarece Rodrigo.

 Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

 

Saiba como ter a iluminação perfeita no seu novo lar

Está cansado de não ter um ambiente iluminado, seja por luz natural ou artificial? Confira como ter a iluminação perfeita no seu novo lar.

A iluminação do seu lar é algo que precisa de toda a atenção desde a construção do imóvel, até a hora de decorá-lo. Empreendimentos que desde de sua concepção são planejados para iluminar todos os cômodos de maneira completa são automaticamente os mais valorizados.

Isso pois projetos com a parte elétrica bem estruturados e que são pensados na usabilidade do morador em seu dia-a-dia são mais complexos, exigindo o trabalho de um profissional especializado e experiente em sua concepção.

Além disso, é necessário pensar sempre no bom uso da luminosidade natural. Janelas não podem (nem devem) ser colocadas em qualquer parede e o tamanho delas será importante para o aproveitamento máximo ou não de toda a luz natural.

Ótimos exemplos de projetos bem executados e pensados de forma completa no morador são os empreendimentos da Brasal Incorporadora. Um dos mais novos lançamentos é o Triad Vertical Residence, que une sofisticação aos projetos versáteis e modernos.

Uma boa dica quando o assunto é luminosidade do lar, é sempre contar com possibilidade de janelas amplas, de preferência com estrutura de vidro. Isso pois, quanto mais tempo demorarmos para acender as luzes artificiais, menor será o consumo de energia e, consequentemente, a conta no final do mês também terá um custo inferior.

Lembre-se também que, mesmo nas áreas externas, como a varanda da residência, é preciso pensar na iluminação. Afinal, mesmo essa sendo naturalmente a área mais iluminada da casa, à noite ainda é preciso deixar o clima aconchegante e claro. Nesses locais, utilizar spots no teto e bocais nas paredes, como no exemplo abaixo, pode dar um ótimo resultado.

Já quando o assunto são os espaços de convivência, como a sala de estar e jantar ou a cozinha, a palavra de ordem é contar ao máximo com a iluminação artificial, seja pontos de luz ou até grandes lustres e luminárias.

Mesmo tentando utilizar o truque das grandes janelas, nesses cômodos é importante que, durante a noite, tenhamos claridade o suficiente para que a decoração do ambiente continue ressaltada e principalmente para que as atividades, desde assistir um filme com a família até cozinhar, não sejam prejudicadas.

No quarto uma boa dica é manter pontos de luz em lugares estratégicos do cômodo, que tenham iluminem o ambiente por completo, porém, que não sejam muito fortes para manter o ar intimista e confortável que o quarto deve ter para que nossa mente possa descansar por completo.

Conte com abajures e luminárias para complementar tanto a claridade quanto a decoração do ambiente.

Depois dessas dicas, que tal colocar em prática alguns exemplos que podem ajudar o seu dia a dia a ficar mais iluminado?

* Com início das atividades em 1963, após anos de grandes lançamentos e expansão da empresa que tornou-se uma incorporadora, a Brasal Incorporadoras é hoje um dos maiores grupos empresariais da Brasil, contanto com empreendimentos por todo o país.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Falência da terceirizadora

Saiba qual é a responsabilidade do condomínio nessa situaçãoSaiba qual é a responsabilidade do condomínio nessa situação

A empresa terceirizadora fechar as portas, não dar satisfações a clientes e funcionários, é uma possibilidade que pode gerar muitos medos em síndicos e em quem mora no condomínio.

Isso porque o condomínio é responsável solidário pelo pagamento de salários e encargos dos funcionários terceirizados. Ou seja, se a empresa falir, o condomínio será obrigado a arcar com esses valores.

Nesse vídeo da série Especialistas, o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich explica o que fazer nessa situação.

Ele também salienta que não adianta contratar a empresa com um preço muito abaixo do mercado, uma vez que os custos para manter funcionários são os mesmos para todas as empresas.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

A ata da assembleia

Como elaborar, quem redige e a necessidade de se fazer o registro em CartórioComo elaborar, quem redige e a necessidade de se fazer o registro em Cartório

Por Inaldo Dantas*

Ao contrário do que muita gente pensa, a feitura da ata não é atribuição do síndico (até que enfim algo que não “sobra” pra ele!!!), e sim de um secretário especialmente escolhido pelo presidente da assembleia. É vedado ao síndico secretariar ou presidir os trabalhos (assim prevê a grande maioria das convenções).

Na verdade, não existe um modelo padrão de ata. Por se tratar de uma narrativa do que acontece na reunião, ela deve ser clara e objetiva, devendo-se evitar narrativas longas, sem esquecer de registrar tudo o que foi decidido, enumerando o quorum de cada deliberação (principalmente os temas polêmicos). Para isso, deve-se seguir alguns requisitos, a saber:

  1. Deve haver abertura e encerramento;
  2. A pauta deve ser transcrita, assim como o nome do presidente e do secretário;
  3. Pode ser redigida no ato, diretamente no livro ou por meio de computador, e não há nada que proíba ser aprovada ao final da reunião, porém, deve ser lida na próxima assembleia.
  4. É importante registrar se a Assembleia foi realizada em primeira ou em segunda convocação;
  5. Quando solicitado, deve-se registrar voto contrário assim como qualquer declaração e/ou manifestação dos condôminos;
  6. Não há necessidade de assinatura dos presentes, sendo bastante a do presidente e do secretário, desde que haja registro de presença.
  7. Não existe nenhuma obrigatoriedade quanto ao registro das atas em cartório (títulos e documentos), porém, algumas são mais  importantes, e se faz necessário registrá-las, como: eleições de síndico, reajuste de taxa de condomínio, criação de taxa-extra, bem como todas aquelas que tenham sido tomadas  em decisões polêmicas.
  8. O síndico, até 08 dias após a realização da assembleia, deve dá conhecimento aos condôminos do que foi decidido na reunião. Cópia da ata distribuída a todos, supre esta necessidade.

MODELO: Ata da Assembleia Geral Ordinária do condomínio Modelo, realizada em xx/xx/xxxx.

Aos x dias do mês de xx de xxxx, na sede deste condomínio, reuniram-se em Assembleia Geral Ordinária, os condôminos representantes das unidades 702, 202, 309, 402, 205, 104, 105, 107, 108, 109, 204, 207, 209, 210, 307, 308, 407, 408, 409, 410, 504, 506, 507, 508, 509, 510, 607, 608, 609, 610, 704, 707, 708, 709, 710, 807, 808, cujas assinaturas constam da lista de presença, os quais, em segunda convocação, deram início aos trabalhos.

Como pauta constaram os seguintes assuntos:

1) Prestação de contas do ano findo;

2) Apresentação do orçamento para o próximo ano;

3) Aprovaçao do valor da taxa de condomínio para o presente exercício e 

4) Eleição de síndico, sub-síndico e membros do conselho fiscal. Os presentes elegeram como presidente dos trabalhos o condômino “X”, que designou a mim, Inaldo Dantas, para secretariar. Antes de se apreciar a ordem do dia, foi procedida a leitura da ata da assembléia anterior, realizada em xx de xx de xxxx, a qual foi aprovada por unanimidade e sem emendas.

O Sr. presidente colocou em debate o primeiro assunto da pauta:

Prestação de contas do ano findo: O Sr. Presidente concedeu a palavra ao síndico, Sr. fulano, o qual apresentou as pastas contendo toda a documentação referente ao movimento financeiro do ano de anterior, documentação esta que foi submetida ao conselho fiscal onde seus membros apresentaram parecer favorável a sua aprovação.

As pastas foram disponibilizadas aos presentes, onde todos se deram por satisfeitos com a explanação e divulgação da documentação. Após os esclarecimentos necessários, o Sr. Presidente solicitou ao presidente do Conselho Fiscal que se pronunciasse quanto as pastas, tendo o mesmo lido o parecer aos presentes, apontando para a legalidade da documentação, lisura nos números e por conseqüência, favorável a sua aprovação. Posto em votação, as contas do ano de 2009 foram aprovadas por unanimidade dos presentes.

Dando continuidade aos trabalhos, passaram os presentes a debater o segundo assunto da pauta:

Apresentação do orçamento para o ano presente: O Sr. Presidente concedeu a palavra ao representante da empresa administradora responsável pelo condomínio, Sr. Beltrano de Tal, o qual distribuiu com os presentes uma planilha de despesas para o ano, contendo o custo mensal com as despesas ordinárias além da previsão do fundo de reserva, onde os números apresentavam a necessidade de reajuste da taxa de condomínio no índice de 12% (doze por cento).

Após calorosas discussões sobre os números, o Sr. Presidente abriu prazo de 5 (cinco) minutos para registro de propostas onde apenas o condômino José das Contas (apto xxx) propôs que o reajuste não fosse aplicado neste primeiro mês, em face de despesas referente ao início do ano que todos os condôminos têm que suportar, a exemplo de IPVA, matrícula de colégio, entre outros, porém, não contestando o índice proposto pela planilha apresentada.

Encerrado o debate, o Sr. Presidente, atendendo ao item 03 (três) da pauta,  procedeu a votação da proposta acima, tendo sido a mesma aprovada por todos, passando a nova taxa de condomínio a sofrer um reajuste de 12% (doze por cento) a partir do mês de fevereiro deste ano.

Como último assunto da pauta, foi dado conhecimento aos presentes da necessidade de se eleger novo síndico bem como membros do conselho fiscal, em face de término de mandato dos atuais. Como de praxe, foi concedido prazo de 10 (dez) minutos para registro das chapas interessadas em disputar a eleição, onde apenas surgiram como candidatos  a atual gestão.

Assim, dando continuidade aos trabalhos, o Sr. Presidente procedeu a votação, tendo sido reeleitos para um novo mandato de dois anos a contar desta data, os seguintes condôminos:

Síndico:xxxxxxx;

Subsíndico: xxxxxxxx .

Membros Efetivos do Conselho Fiscal: wwww, ddddd e ccccc,

sendo presidente o Sr.wwww.

Ao síndico será concedido a isenção da taxa de condomínio.

Esgotados todos os assuntos da pauta, foi facultada a palavra aos presentes, onde ninguém fez uso, dando a presidente por encerrada a assembléia.

Às 22:30 horas, nada mais havendo a tratar, foi por ordem do Sr. Presidente, encerrada a Assembleia e lavrada a presente Ata, que vai por ele e por mim, secretário, assinada. 

São Paulo, xx de xx de xxxx.

Presidente_________________________________________

Secretário_________________________________________

(*) Inaldo Dantas é Advogado, Síndico Profissional, Administrador de Condomínios, Presidente do Secovi-PB, Editor da Revista Condomínio, Colunista do Jornal Sindiconews, Comentarista da Band-TV Clube, Palestrante e autor do Livro “O Condomínio ao Alcance de Todos”.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Azulejo de metrô é prático e garante visual retrô e charmoso

Revestimento abandonou as estações e invadiu a decoração de casa. Ele é ideal para ambientes molhados, como cozinhas e banheiros

Das maiores estações de metrô do mundo para a decoração da sua casa. O subway tile, ou azulejo de metrô, como foi batizado por revestir as estações americanas e europeias mais antigas do meio de transporte, é retangular branco e com o rejunte aparente. Esta opção se tornou um clássico e saiu dos subsolos das estações para invadir a decoração da casa.

O azulejo de metrô confere ao ambiente um ar retrô e, além disso, é garantia ainda de simplicidade e praticidade.

São muitas as opções de uso do azulejo de metrô na decoração e a escolha vai depender de qual resultado é esperado. “Ele é um tipo de revestimento que combina bem com mármores brancos e louças e também com peças clássicas de decoração e mobiliário. Assim, é possível utilizá-lo tanto em áreas molhadas como em salas e em outros ambientes. Cai bem com pisopadrão madeira, cimentado e ladrilho hidráulico”, afirma o arquiteto Artur Diniz.

azulejo_de_metro

 

 

Com ele, ainda é possível conseguir um ar mais despretensioso ou até mesmo elegante. “Para obter um ar despretensioso, característico de decorações industriais, pode ser mesclado com peças de ferro, madeira e concreto aparente. Já o brilho que lhe é característico destaca ser relevo bizotê ou bold que, aliado ao seu formato retangular, lhe conferem uma elegância sem igual. Para os apaixonados por ambientes retrôs são uma peça-chave”, completa Artur.

O azulejo de metrô é o revestimento ideal para cozinhas e banheiros porque tem uma boa funcionalidade em ambientes molhados. Ele pode substituir aspastilhas para dar um estilo mais charmoso e retrô. Além disso, o azulejo de metrô é maior e pede menos rejunte, fazendo com que acumule menos sujeira e a limpeza seja mais fácil. “Por sua fácil instalação, manutenção e características técnicas, normalmente são ideias para áreas molhadas em substituição aos tradicionais azulejos quadrados e como alternativa aos porcelanatos. Mas é importante seguir à risca as recomendações de argamassas e rejuntes indicados pelos fabricantes para não ter surpresas desagradáveis posteriores”, esclarece o arquiteto.

Cozinha azulejo de metrô

 

 

Outra questão que pesa a favor é a durabilidade. Primeiro porque o azulejo de metrô dura bem mais do que uma pintura ou um papel de parede. A pintura suja mais e está mais sucetível a arranhões e manchas, enquanto o papel de parede pode começar a descolar com o tempo e precisar de reposição com mais frequência. E, além disso, o estilo dele é atemporal e dificilmente vai cansar com o passar do tempo. “Por ser material cerâmico e pela sua grande durabilidade, apresenta vantagens em relação ao papel de parede e pintura pois, para sua manutenção, é necessária apenas a limpeza. Além disso, só em casos de reformas vai ser necessário sua substituição. Então é recomendado que, no ato da compra, seja adquirida uma quantidade a mais para reposição futura”, aconselha Artur Diniz.

Outro ponto positivo é a questão da limpeza. “Eles são fáceis de limpar: basta passar um pano úmido. Também pode ser usado um detergente neutro e escova com cerdas macias. Para sujeiras mais persistentes, evite usar produtos abrasivos. O recomendado é sempre consultar o fabricante que vai indicar o melhor produto a ser utilizado”, acrescenta.

azulejo_de_metro_banheiro

 

 

O azulejo de metrô permite várias formas de uso. O primeiro ponto é decidir se o revestimento será usado na parede inteira ou apenas em um pedaço dela, como atrás da pia. Outra possibilidade é quanto à diagramação. A forma mais tradicional de uso é na horizontal, porém o azulejo de metrô ainda pode ficar disposto na vertical ou misturado, dando um resultado mais ousado e original. “De toda forma, não precisa variar muito a diagramação. Inclusive, a aplicação na horizontal ou vertical pois conferem mais organização visual. Mas a escolha vai depender do efeito final que se pretende obter, afinal, é possível variar de diversas formas a aplicação e obter originalidade”, diz o arquiteto.

E as possibilidades não acabam por aí. “Para um visual mais despojado, pode-se adotar uma diagramação alternada, com azulejos claros e rejuntes em tons grafite. Se pretende obter um visual mais elegante e atual, então pode-se alinhar os azulejos, com rejuntes de cores próximas do revestimento. Se o objetivo é alcançar um efeito retrô, utilize um azulejo de cor marcante com um rejunte na cor branca”, detalha o arquiteto.

azulejo_de_metro_cozinha

 

 

As cores também oferecem muitas possibilidades. O azulejo de metrô tem o branco como sua tonalidade tradicional, já que é assim que ele costuma se apresentar nas estações de metrô originalmente. Porém, o mercado oferece uma variedade de cores. “É possível adotar a cor de sua preferência e pode ousar com variações e deixar o ambiente com mais personalidade”, ressalta Artur. Porém, é preciso cuidado na hora de escolher. “Por ter cor opaca e aspecto sólido, cuidado para o efeito final não pesar no ambiente, por isso, dê preferência às cores claras. Mas é possível adotar uma cor viva em uma das paredes e nas demais aplicar uma cor neutra ou branca”, conclui o arquiteto.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Self storage é tendência para quem precisa de espaço para armazenar itens