Entre em contato por e-mail

Confira nossos artigos e notícias

Conecte-se no Twitter com a Duplique Desembargador!

Download de aplicativos (como o Adobe Reader) e modelos de documentos e formulários

Acompanhe a evolução dos condomínios da Duplique Desembargador!

Conecte-se no Facebook com a Duplique Desembargador!

Conecte-se no Google Plus com a Duplique Desembargador!

Notícias

Página 1 de 3123

MDF, compesado ou maciça: saiba como escolher a madeira certa na decoração

Tipo de decoração, móvel, ambiente e orçamento são questões que pensam na hora da escolha

Na hora de fechar o projeto de arquitetura do imóvel, não basta apenas pensar na beleza ou funcionalidade. Alguns pontos devem ser analisados com atenção para que a decoração vá além do aspecto estético ou prático.

Detalhes como o tipo de material a ser usado devem ser definidos com propriedade a fim de garantir uma maior durabilidade. Afinal de contas, ninguém quer gastar à toa. Um dos pontos importantes a ser levado em consideração é a escolha da madeira para cada tipo de móvel ou ambiente.

 

(Foto: Shutterstock)

 

São três opções, entre MDF, compensando e madeira de lei, e eleger o material de forma adequada pode resultar em beleza, economia, resistência e durabilidade. Saiba como escolher a madeira certa para o seu projeto.

O tipo de ambiente é o primeiro fator determinante na escolha da madeira porque alguns tipos se adequam melhor em ambientes internos e outros podem ser usados nos externos também. “Tanto o MDF como o compensado devem ser utilizados em ambientes internos, pois sofrem com a umidade e exposição solar diretas. Já a madeira maciça pode ser utilizada em ambientes internos ou externos. Mas cuidados e manutenção são essenciais, pois também sofre com a ação de chuva e sol. Para garantir sua durabilidade, precisa da aplicação de vernizes pelo menos uma vez por ano”, explica o arquiteto Artur Diniz.

 

(Foto: Shutterstock)

Porém, é preciso ter muita cautela se for utilizar a madeira em ambientes que tenham mais uso de água, como banheiros, áreas de serviços e cozinhas. “É preciso ter o cuidado de verificar frequentemente se existem pontos de infiltração de água e limpar respingos que possam vir a se infiltrar nos móveis”, sugere Artur Diniz. A questão é que o material pode se danificar em contato com a água. “Algumas madeiras suportam mais o contato do que outras. O MDF e compensado não aguentam água . Se tiverem contato com a água parada por alguns minutos podem inchar e você perder o móvel. Já o compensado naval suporta mais, tem mais resistência e por isso é mais caro”, completa a arquiteta Juliana da Mata.

O resultado esperado para a decoração do ambiente é fator que também deve ser levado em consideração. “O MDF e o compensado são chapas lisas e pouco espessas e, com eles, pode-se obter um design mais leve e moderno, mais adequado a uma decoração clean. Podemos até dar um ar rústico através do revestimento, mas limitado se comparado à madeira maciça”, ressalta Artur Diniz. “Já com a madeira maciça poderemos explorar dormentes, galhos, troncos em seu formato original como uma rica peça de arte ou usá-la da forma tradicional, em móveis rústicos ou modernos. O que vai dar o estilo de decoração é o desenho da peça e seu acabamento”, acrescenta.

 

(Foto: Shutterstock)

Os usos também variam de acordo com o tipo de decoração desejado. “Com o MDF, para obter uma riqueza visual, podemos usar algumas peças laqueadas e outras revestidas com laminados madeirados, o que vai garantir uma riqueza estética”, explica o arquiteto. O compensado, por sua vez, pede linhas retas e vai conferir uma aparência mais moderna ao ambiente.

“Armários, bancadas e prateleiras poderão se repetir e até dialogar com outros materiais ou revestimentos existentes do mesmo ambiente, garantindo harmonia”, sugere. Já a madeira maciça confere um ar de sobriedade a qualquer ambiente e, por isso, pode ser associada a outros materiais mais leves e cores mais claras para não resultar em um ambiente pesado. “Se você tem uma mesa de aspecto pesado, mas pretende quebrar a robustez da madeira, experimente usar cadeiras e outros elementos de design leve no ambiente. Vidros, espelhos e cores claras também são bem vindos”.

 

(Foto: Shutterstock)

O tipo de móvel também deve ser levado em consideração na hora de eleger a madeira ideal. “Se o ambiente for propício e se não vai suportar excesso de peso, poderemos escolher MDF, compensado ou madeira. Neste caso, o que vai influenciar na escolha é o gosto estético. Embora possamos executar uma infinidade de armários e móveis em MDF e compensado, algumas peças, por suas formas e texturas, só conseguiremos executar em madeira maciça”, ressalta o arquiteto. A escolha certa pode garantir não apenas beleza e segurança, mas também uma maior durabilidade. “Às vezes é necessário usar mais de um material em um móvel para obter um bom resultado estético e uma boa vida útil”, complementa.

Segundo Juliana da Mata, o MDF é mais prensado e geralmente mais pesado, por isso é mais usado em corpo de móvel. Já o compensado é mais oco e, por isso, mais leve. “Ele é mais usado em portas de móveis porque impacta menos nas dobradiças e tem menos chances de empenar”, explica a arquiteta. Além disso, é possível encaixar cada tipo de material na decoração do ambiente. “Os mobiliários e roupeiros em geral são de MDF e MDP.

 

(Foto: Shutterstock)

Compensado se usa menos devido ao valor, mas é indicado para mobiliários em geral e mais ainda em áreas molhadas por ter mais resistência à água. Madeira maciça é usada de uma forma mais nobre em portas sociais, tampos de mesas de jantar, mesas de centro , painel ripado, entre outros. As possibilidades são infinitas,mas tudo vai variar de acordo com a disponibilidade de gasto de cada pessoa”, determina.

Fazer um planejamento adequado vai evitar gastos em excesso de imediato e também no futuro. “Faça um planejamento de suas possibilidades porque pode valer a pena fazer uma substituição por um de MDF ou compensado de boa qualidade. A oferta de mobiliário é imensa, com preços bem diversos. Se um móvel de madeira maciça não cabe no seu bolso, podemos substituir por um de MDF ou compensado e garantir uma boa economia. Mas tem que ser uma troca consciente, pois não adianta diminuir a qualidade de ferragens, por exemplo, e se arrepender depois”, atesta Artur Diniz.

 

(Foto: Shutterstock)

Existe diferença de preços e é preciso avaliar bem o orçamento para adequar o melhor tipo de madeira sem estourar o bolso. Geralmente, o MDF e o compensado são mais em conta que o compensado naval. Mas o mais caro é a madeira maciça. “O MDF cru costuma ser em torno de 20% mais barato que o compensado, também sem revestimento. Embora a madeira maciça de boa qualidade seja sempre mais cara, em torno de 2 a 2,5 vezes mais cara que o compensado, alguns quesitos diminuem a diferença para o custo de um móvel de MDF ou compensado, como o design do móvel, a empresa fornecedora, as ferragens, entre outros aspectos”, afirma o arquiteto.

Como usar cada tipo de madeira:

MDF:

Pode ser usado laqueada, revestida com chapa de laminado melamínico ou folheado de madeira. Usar em ambientes banheiros, cozinhas e serviços, mas requer atenção constante contra água. Proteger de infiltrações, limpar respingos de água imediatamente e evitar que os móveis toquem o chão, pois são áreas que precisam ser lavadas constantemente. Também deve ser protegida do calor. Nos balcões de cozinha, serviço e banheiro, o tampo de granito deve se projetar pelo menos 2 centímetros para proteger o armário inferior de respingos constantes.

Compensado:

Seu uso mais comum é revestido com laminado melamínico ou folheado de madeira. Mas poderá também ser usado para fabricação de mesas e até cadeiras, de preferência quando associado a estrutura de madeira maciça. Pode ser usado em armários de cozinha, serviços e banheiros. Apesar de serem mais resistentes que o MDF- em função do seu processo de fabricação- devem seguir os mesmos cuidados em relação à agua.

Madeira de lei:

Pela sua praticidade e beleza, podemos usar em praticamente todos os móveis: cadeiras, mesas de centro, mesas de jantar, aparadores, cristaleira, entre outros. A cor e tonalidade da madeira, a aparência dos veios, os acabamentos desejados, o local de uso, o tipo e estilo do móvel vão dar a tônica da decoração. Cada estilo de decoração vai pedir um tipo de acabamento. Uma decoração rústica pede uma madeira mais marcada, com veios mais visíveis. Uma decoração mais moderna pede uma madeira com acabamento mais fino e delicado.

 

(Foto: Shutterstock)

 

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Qual a melhor destinação para valores provenientes de causas na Justiça nos condomínios?

Condôminos devem decidir entre reforçar o caixa do condomínio ou seguir a tese de partilha do dinheiro

 

Repordução/Internet/protokolos.com

Créditos oriundos de valores auferidos com medidas judiciais, sejam eles provenientes de ações motivadas por vícios de construção ou contra concessionários, teriam como caminho natural integrar o caixa condominial. Quem garante é Rodrigo Karpat, advogado na área cível e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados. “Mas quando são valores representativos, começa a surgir na coletividade a vontade de ter esse valor repartido aos moradores, e não devolvido ao caixa do condomínio, o que passa a gerar dúvidas e, muitas vezes, conflitos de concepção do que se deve fazer com o dinheiro”, explica o especialista.

Ele entende que o caminho correto seria que o valor apurado ficasse em caixa e, após deliberação em assembleia, passasse a integrar conta específica, para que pudesse ser usado em alguma contingência ou obra que se fizesse necessária. “Não podemos esquecer que as edificações sofrem um desgaste natural conforme cita a ABNT NBR 14653-1:2001, por volta de 4% ao ano. O que por si só seria motivo para que o valor ficasse em caixa, a fim de realizar as obras necessárias de reparos em função do desgaste natural trazido pelo tempo.”

Rodrigo entende também que distribuir valores seria inerente a empresas que objetivam o lucro como fim, e não deve ser prática comum em condomínios, que nem personalidade jurídica têm ou possuem personalidade jurídica anômala, uma vez que têm obrigações inerentes a pessoa jurídica, como a capacidade de estar em juízo.

“Caso a coletividade não entenda que o dinheiro pertence à massa e requeira a sua devolução, alguns passos precisam ser seguidos. O primeiro deles deve ser submeter a deliberação em assembleia, com o fim específico de definir a destinação do valor auferido com a indenização. Deve-se também fazer a verificação se dessa devolução não incidirá tributação. Os valores referentes a indenizações são declarados entre os rendimentos isentos/não tributáveis. Outro ponto a ser observado é quem é o titular para receber o dinheiro. A monta deve ser devolvida ao proprietário, ou seja, aquele que tem o direito de propriedade no momento em que o valor passa a integrar o caixa do condomínio”, ressalta o especialista.
Rodrigo explica que alguns condôminos precavidos, antes de vender o imóvel, no compromisso de compra e venda se reservam o direito de receber o valor inerente à indenização, uma vez que já sabem da intenção de devolução do valor aos condôminos. Porém, cabe ao condomínio devolver ao proprietário atual. “O condomínio não tem o dever de saber algo que foi ajustado entre as partes na compra e venda do bem, salvo se o direito estiver constando da matrícula do bem. Nesse caso, caberá ao proprietário atual da unidade o trâmite administrativo com a devolução do valor ao antigo proprietário e se esse for o caso, tal procedimento não cabe ao condomínio.”

CAUTELA 

O especialista salienta que a devolução requer cautela do prédio, uma vez que o titular da unidade na matrícula pode ter negociado o imóvel e, nesse caso, o compromissário comprador teria o direito de receber o valor. “E, nesse caso, o dinheiro deve ser devolvido para esse segundo, desde que o condomínio tenha ciência da negociação da unidade. E, por cautela, o condomínio que optar em devolver o dinheiro auferido por ação deverá notificar todos os proprietários constantes da matrícula, informando sobre a devolução, bem como notificar os adquirentes que não constam nela, nos casos em que tem ciência da negociação da unidade. Nos casos de duas pessoas pleitearem o valor, o prédio não deve distribuir o dinheiro. Se o impasse não for resolvido, a monta deve ser consignada em juízo”, alerta.

“Temos ainda os antigos proprietários que almejam a monta, mesmo sem direito. Para eles, dizemos que da mesma forma que uma previsão orçamentária, que precisou de uma chamada extra, não recairá sobre o antigo dono que tenha vendido o bem no momento da chamada extra. Tampouco recairia sobre o antigo proprietário o valor inerente à rescisão de funcionário antigo de sua época. Assim, a monta a ser distribuída pertence ao proprietário atual, que tem direito sobre a coisa. Dessa forma, entendo que, por lógica e para que se evitem dissabores, que podem ensejar responsabilidade do condomínio e seu gestor, os valores deveriam, por óbvio, integrar o caixa do condomínio”, esclarece Rodrigo.

 Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

 

Saiba como ter a iluminação perfeita no seu novo lar

Está cansado de não ter um ambiente iluminado, seja por luz natural ou artificial? Confira como ter a iluminação perfeita no seu novo lar.

A iluminação do seu lar é algo que precisa de toda a atenção desde a construção do imóvel, até a hora de decorá-lo. Empreendimentos que desde de sua concepção são planejados para iluminar todos os cômodos de maneira completa são automaticamente os mais valorizados.

Isso pois projetos com a parte elétrica bem estruturados e que são pensados na usabilidade do morador em seu dia-a-dia são mais complexos, exigindo o trabalho de um profissional especializado e experiente em sua concepção.

Além disso, é necessário pensar sempre no bom uso da luminosidade natural. Janelas não podem (nem devem) ser colocadas em qualquer parede e o tamanho delas será importante para o aproveitamento máximo ou não de toda a luz natural.

Ótimos exemplos de projetos bem executados e pensados de forma completa no morador são os empreendimentos da Brasal Incorporadora. Um dos mais novos lançamentos é o Triad Vertical Residence, que une sofisticação aos projetos versáteis e modernos.

Uma boa dica quando o assunto é luminosidade do lar, é sempre contar com possibilidade de janelas amplas, de preferência com estrutura de vidro. Isso pois, quanto mais tempo demorarmos para acender as luzes artificiais, menor será o consumo de energia e, consequentemente, a conta no final do mês também terá um custo inferior.

Lembre-se também que, mesmo nas áreas externas, como a varanda da residência, é preciso pensar na iluminação. Afinal, mesmo essa sendo naturalmente a área mais iluminada da casa, à noite ainda é preciso deixar o clima aconchegante e claro. Nesses locais, utilizar spots no teto e bocais nas paredes, como no exemplo abaixo, pode dar um ótimo resultado.

Já quando o assunto são os espaços de convivência, como a sala de estar e jantar ou a cozinha, a palavra de ordem é contar ao máximo com a iluminação artificial, seja pontos de luz ou até grandes lustres e luminárias.

Mesmo tentando utilizar o truque das grandes janelas, nesses cômodos é importante que, durante a noite, tenhamos claridade o suficiente para que a decoração do ambiente continue ressaltada e principalmente para que as atividades, desde assistir um filme com a família até cozinhar, não sejam prejudicadas.

No quarto uma boa dica é manter pontos de luz em lugares estratégicos do cômodo, que tenham iluminem o ambiente por completo, porém, que não sejam muito fortes para manter o ar intimista e confortável que o quarto deve ter para que nossa mente possa descansar por completo.

Conte com abajures e luminárias para complementar tanto a claridade quanto a decoração do ambiente.

Depois dessas dicas, que tal colocar em prática alguns exemplos que podem ajudar o seu dia a dia a ficar mais iluminado?

* Com início das atividades em 1963, após anos de grandes lançamentos e expansão da empresa que tornou-se uma incorporadora, a Brasal Incorporadoras é hoje um dos maiores grupos empresariais da Brasil, contanto com empreendimentos por todo o país.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Falência da terceirizadora

Saiba qual é a responsabilidade do condomínio nessa situaçãoSaiba qual é a responsabilidade do condomínio nessa situação

A empresa terceirizadora fechar as portas, não dar satisfações a clientes e funcionários, é uma possibilidade que pode gerar muitos medos em síndicos e em quem mora no condomínio.

Isso porque o condomínio é responsável solidário pelo pagamento de salários e encargos dos funcionários terceirizados. Ou seja, se a empresa falir, o condomínio será obrigado a arcar com esses valores.

Nesse vídeo da série Especialistas, o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich explica o que fazer nessa situação.

Ele também salienta que não adianta contratar a empresa com um preço muito abaixo do mercado, uma vez que os custos para manter funcionários são os mesmos para todas as empresas.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

A ata da assembleia

Como elaborar, quem redige e a necessidade de se fazer o registro em CartórioComo elaborar, quem redige e a necessidade de se fazer o registro em Cartório

Por Inaldo Dantas*

Ao contrário do que muita gente pensa, a feitura da ata não é atribuição do síndico (até que enfim algo que não “sobra” pra ele!!!), e sim de um secretário especialmente escolhido pelo presidente da assembleia. É vedado ao síndico secretariar ou presidir os trabalhos (assim prevê a grande maioria das convenções).

Na verdade, não existe um modelo padrão de ata. Por se tratar de uma narrativa do que acontece na reunião, ela deve ser clara e objetiva, devendo-se evitar narrativas longas, sem esquecer de registrar tudo o que foi decidido, enumerando o quorum de cada deliberação (principalmente os temas polêmicos). Para isso, deve-se seguir alguns requisitos, a saber:

  1. Deve haver abertura e encerramento;
  2. A pauta deve ser transcrita, assim como o nome do presidente e do secretário;
  3. Pode ser redigida no ato, diretamente no livro ou por meio de computador, e não há nada que proíba ser aprovada ao final da reunião, porém, deve ser lida na próxima assembleia.
  4. É importante registrar se a Assembleia foi realizada em primeira ou em segunda convocação;
  5. Quando solicitado, deve-se registrar voto contrário assim como qualquer declaração e/ou manifestação dos condôminos;
  6. Não há necessidade de assinatura dos presentes, sendo bastante a do presidente e do secretário, desde que haja registro de presença.
  7. Não existe nenhuma obrigatoriedade quanto ao registro das atas em cartório (títulos e documentos), porém, algumas são mais  importantes, e se faz necessário registrá-las, como: eleições de síndico, reajuste de taxa de condomínio, criação de taxa-extra, bem como todas aquelas que tenham sido tomadas  em decisões polêmicas.
  8. O síndico, até 08 dias após a realização da assembleia, deve dá conhecimento aos condôminos do que foi decidido na reunião. Cópia da ata distribuída a todos, supre esta necessidade.

MODELO: Ata da Assembleia Geral Ordinária do condomínio Modelo, realizada em xx/xx/xxxx.

Aos x dias do mês de xx de xxxx, na sede deste condomínio, reuniram-se em Assembleia Geral Ordinária, os condôminos representantes das unidades 702, 202, 309, 402, 205, 104, 105, 107, 108, 109, 204, 207, 209, 210, 307, 308, 407, 408, 409, 410, 504, 506, 507, 508, 509, 510, 607, 608, 609, 610, 704, 707, 708, 709, 710, 807, 808, cujas assinaturas constam da lista de presença, os quais, em segunda convocação, deram início aos trabalhos.

Como pauta constaram os seguintes assuntos:

1) Prestação de contas do ano findo;

2) Apresentação do orçamento para o próximo ano;

3) Aprovaçao do valor da taxa de condomínio para o presente exercício e 

4) Eleição de síndico, sub-síndico e membros do conselho fiscal. Os presentes elegeram como presidente dos trabalhos o condômino “X”, que designou a mim, Inaldo Dantas, para secretariar. Antes de se apreciar a ordem do dia, foi procedida a leitura da ata da assembléia anterior, realizada em xx de xx de xxxx, a qual foi aprovada por unanimidade e sem emendas.

O Sr. presidente colocou em debate o primeiro assunto da pauta:

Prestação de contas do ano findo: O Sr. Presidente concedeu a palavra ao síndico, Sr. fulano, o qual apresentou as pastas contendo toda a documentação referente ao movimento financeiro do ano de anterior, documentação esta que foi submetida ao conselho fiscal onde seus membros apresentaram parecer favorável a sua aprovação.

As pastas foram disponibilizadas aos presentes, onde todos se deram por satisfeitos com a explanação e divulgação da documentação. Após os esclarecimentos necessários, o Sr. Presidente solicitou ao presidente do Conselho Fiscal que se pronunciasse quanto as pastas, tendo o mesmo lido o parecer aos presentes, apontando para a legalidade da documentação, lisura nos números e por conseqüência, favorável a sua aprovação. Posto em votação, as contas do ano de 2009 foram aprovadas por unanimidade dos presentes.

Dando continuidade aos trabalhos, passaram os presentes a debater o segundo assunto da pauta:

Apresentação do orçamento para o ano presente: O Sr. Presidente concedeu a palavra ao representante da empresa administradora responsável pelo condomínio, Sr. Beltrano de Tal, o qual distribuiu com os presentes uma planilha de despesas para o ano, contendo o custo mensal com as despesas ordinárias além da previsão do fundo de reserva, onde os números apresentavam a necessidade de reajuste da taxa de condomínio no índice de 12% (doze por cento).

Após calorosas discussões sobre os números, o Sr. Presidente abriu prazo de 5 (cinco) minutos para registro de propostas onde apenas o condômino José das Contas (apto xxx) propôs que o reajuste não fosse aplicado neste primeiro mês, em face de despesas referente ao início do ano que todos os condôminos têm que suportar, a exemplo de IPVA, matrícula de colégio, entre outros, porém, não contestando o índice proposto pela planilha apresentada.

Encerrado o debate, o Sr. Presidente, atendendo ao item 03 (três) da pauta,  procedeu a votação da proposta acima, tendo sido a mesma aprovada por todos, passando a nova taxa de condomínio a sofrer um reajuste de 12% (doze por cento) a partir do mês de fevereiro deste ano.

Como último assunto da pauta, foi dado conhecimento aos presentes da necessidade de se eleger novo síndico bem como membros do conselho fiscal, em face de término de mandato dos atuais. Como de praxe, foi concedido prazo de 10 (dez) minutos para registro das chapas interessadas em disputar a eleição, onde apenas surgiram como candidatos  a atual gestão.

Assim, dando continuidade aos trabalhos, o Sr. Presidente procedeu a votação, tendo sido reeleitos para um novo mandato de dois anos a contar desta data, os seguintes condôminos:

Síndico:xxxxxxx;

Subsíndico: xxxxxxxx .

Membros Efetivos do Conselho Fiscal: wwww, ddddd e ccccc,

sendo presidente o Sr.wwww.

Ao síndico será concedido a isenção da taxa de condomínio.

Esgotados todos os assuntos da pauta, foi facultada a palavra aos presentes, onde ninguém fez uso, dando a presidente por encerrada a assembléia.

Às 22:30 horas, nada mais havendo a tratar, foi por ordem do Sr. Presidente, encerrada a Assembleia e lavrada a presente Ata, que vai por ele e por mim, secretário, assinada. 

São Paulo, xx de xx de xxxx.

Presidente_________________________________________

Secretário_________________________________________

(*) Inaldo Dantas é Advogado, Síndico Profissional, Administrador de Condomínios, Presidente do Secovi-PB, Editor da Revista Condomínio, Colunista do Jornal Sindiconews, Comentarista da Band-TV Clube, Palestrante e autor do Livro “O Condomínio ao Alcance de Todos”.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Azulejo de metrô é prático e garante visual retrô e charmoso

Revestimento abandonou as estações e invadiu a decoração de casa. Ele é ideal para ambientes molhados, como cozinhas e banheiros

Das maiores estações de metrô do mundo para a decoração da sua casa. O subway tile, ou azulejo de metrô, como foi batizado por revestir as estações americanas e europeias mais antigas do meio de transporte, é retangular branco e com o rejunte aparente. Esta opção se tornou um clássico e saiu dos subsolos das estações para invadir a decoração da casa.

O azulejo de metrô confere ao ambiente um ar retrô e, além disso, é garantia ainda de simplicidade e praticidade.

São muitas as opções de uso do azulejo de metrô na decoração e a escolha vai depender de qual resultado é esperado. “Ele é um tipo de revestimento que combina bem com mármores brancos e louças e também com peças clássicas de decoração e mobiliário. Assim, é possível utilizá-lo tanto em áreas molhadas como em salas e em outros ambientes. Cai bem com pisopadrão madeira, cimentado e ladrilho hidráulico”, afirma o arquiteto Artur Diniz.

azulejo_de_metro

 

 

Com ele, ainda é possível conseguir um ar mais despretensioso ou até mesmo elegante. “Para obter um ar despretensioso, característico de decorações industriais, pode ser mesclado com peças de ferro, madeira e concreto aparente. Já o brilho que lhe é característico destaca ser relevo bizotê ou bold que, aliado ao seu formato retangular, lhe conferem uma elegância sem igual. Para os apaixonados por ambientes retrôs são uma peça-chave”, completa Artur.

O azulejo de metrô é o revestimento ideal para cozinhas e banheiros porque tem uma boa funcionalidade em ambientes molhados. Ele pode substituir aspastilhas para dar um estilo mais charmoso e retrô. Além disso, o azulejo de metrô é maior e pede menos rejunte, fazendo com que acumule menos sujeira e a limpeza seja mais fácil. “Por sua fácil instalação, manutenção e características técnicas, normalmente são ideias para áreas molhadas em substituição aos tradicionais azulejos quadrados e como alternativa aos porcelanatos. Mas é importante seguir à risca as recomendações de argamassas e rejuntes indicados pelos fabricantes para não ter surpresas desagradáveis posteriores”, esclarece o arquiteto.

Cozinha azulejo de metrô

 

 

Outra questão que pesa a favor é a durabilidade. Primeiro porque o azulejo de metrô dura bem mais do que uma pintura ou um papel de parede. A pintura suja mais e está mais sucetível a arranhões e manchas, enquanto o papel de parede pode começar a descolar com o tempo e precisar de reposição com mais frequência. E, além disso, o estilo dele é atemporal e dificilmente vai cansar com o passar do tempo. “Por ser material cerâmico e pela sua grande durabilidade, apresenta vantagens em relação ao papel de parede e pintura pois, para sua manutenção, é necessária apenas a limpeza. Além disso, só em casos de reformas vai ser necessário sua substituição. Então é recomendado que, no ato da compra, seja adquirida uma quantidade a mais para reposição futura”, aconselha Artur Diniz.

Outro ponto positivo é a questão da limpeza. “Eles são fáceis de limpar: basta passar um pano úmido. Também pode ser usado um detergente neutro e escova com cerdas macias. Para sujeiras mais persistentes, evite usar produtos abrasivos. O recomendado é sempre consultar o fabricante que vai indicar o melhor produto a ser utilizado”, acrescenta.

azulejo_de_metro_banheiro

 

 

O azulejo de metrô permite várias formas de uso. O primeiro ponto é decidir se o revestimento será usado na parede inteira ou apenas em um pedaço dela, como atrás da pia. Outra possibilidade é quanto à diagramação. A forma mais tradicional de uso é na horizontal, porém o azulejo de metrô ainda pode ficar disposto na vertical ou misturado, dando um resultado mais ousado e original. “De toda forma, não precisa variar muito a diagramação. Inclusive, a aplicação na horizontal ou vertical pois conferem mais organização visual. Mas a escolha vai depender do efeito final que se pretende obter, afinal, é possível variar de diversas formas a aplicação e obter originalidade”, diz o arquiteto.

E as possibilidades não acabam por aí. “Para um visual mais despojado, pode-se adotar uma diagramação alternada, com azulejos claros e rejuntes em tons grafite. Se pretende obter um visual mais elegante e atual, então pode-se alinhar os azulejos, com rejuntes de cores próximas do revestimento. Se o objetivo é alcançar um efeito retrô, utilize um azulejo de cor marcante com um rejunte na cor branca”, detalha o arquiteto.

azulejo_de_metro_cozinha

 

 

As cores também oferecem muitas possibilidades. O azulejo de metrô tem o branco como sua tonalidade tradicional, já que é assim que ele costuma se apresentar nas estações de metrô originalmente. Porém, o mercado oferece uma variedade de cores. “É possível adotar a cor de sua preferência e pode ousar com variações e deixar o ambiente com mais personalidade”, ressalta Artur. Porém, é preciso cuidado na hora de escolher. “Por ter cor opaca e aspecto sólido, cuidado para o efeito final não pesar no ambiente, por isso, dê preferência às cores claras. Mas é possível adotar uma cor viva em uma das paredes e nas demais aplicar uma cor neutra ou branca”, conclui o arquiteto.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Self storage é tendência para quem precisa de espaço para armazenar itens

Alugar um espaço para guardar objetos da sua casa ou do seu negócio se torna uma solução simples, sem burocracia e bom custo-benefício

Devido ao atual cenário imobiliário, onde casas e apartamentos estão cada vez menores e salas comerciais têm menos metros quadrados, o espaço, embora ainda considerado uma necessidade básica, tem se tornado cada vez mais item de luxo. Em razão disso, o segmento de self storage desponta como forte tendência no Brasil, já que atende com excelência àqueles que buscam espaço para armazenar itens pessoais ou corporativos com segurança, praticidade e conforto.

Diante de uma reforma, por exemplo, onde guardar móveis sem que eles sejam danificados? Como solucionar o problema de empresas que precisam guardar documentos ou montar um showroom, mas querem evitar a burocracia de manter uma sala comercial? Daí a solução ideal que consiste em alugar um box, conforme a necessidade específica de espaço de cada cliente, para o armazenamento de itens pessoais ou corporativos, com segurança, praticidade e totalmente livre de qualquer burocracia.

depósito para guardar itens

Armazenamento de itens pessoais ou corporativos, com segurança, praticidade e totalmente livre de qualquer burocracia (Foto: Divulgação)

Amplamente difundido nos Estados Unidos e Europa, o modelo inteligente e flexível de self storage vem conquistando cada vez mais espaço no mercado brasileiro. “Espaço: ou você já precisou, ou precisa ou vai precisar em algum momento. Ou até mesmo você conhece alguém que precisa. É uma demanda de ocasião, uma necessidade temporária, mas que, às vezes, acaba até se estendendo”, explica Arthur Ostrovsky, diretor de Operações da MetroFit, empresa especializada em self storage alinhada às necessidades de pessoas físicas e jurídicas no Brasil.

Como funciona o self storage

O self storage é um modelo flexível. Diferente do aluguel de uma sala comercial ou de um imóvel, a primeira vantagem do sistema de armazenamento é ter um contrato mensal, que pode ser renovado a cada mês.

“O contrato é feito na hora, sem burocracia e não precisa de fiador. Não existe um vínculo de longo prazo e não é preciso pagar taxas como IPTU, energia e água, por exemplo, como em uma sala comercial”, afirma Ostrovsky. Outro ponto que pesa a favor do cliente é que ele ainda pode mudar o seu espaço de acordo com a sua demanda. “Ele pode mudar para um espaço maior ou menor, entre 1 e 50 metros quadrados, a depender da sua demanda e isso sem pagar nenhum tipo de multa. Ele só paga pelo espaço que ele usa pelo tempo que ele precisa”, completa.

foto_metrofit_2

O self storage é um modelo flexível. Diferente do aluguel de uma sala comercial ou de um imóvel (Foto: Divulgação)

O aluguel de um espaço de armazenamento serve para várias ocasiões, atende a demandas de pessoas físicas ou jurídicas. “Nas mais diversas situações existe a demanda por espaço. Seja uma pessoa física se mudando de uma casa para um apartamento menor, seja em uma reforma do imóvel para guardar os móveis temporariamente, para casais recém-formados que têm muita coisa e resolve ter um filho e precisa do quarto que era da bagunça, seja para quem deseja encarar um ano sabático. Para pessoa jurídica, pode ser um escritório de advocacia que precisa guardar arquivos ou um e-commerce que precisa expor os produtos em algum lugar e até mesmo empresas que diminuem de tamanho”, enumera o diretor da MetroFit.

Vantagens

O administrador Ivan Fahra é um exemplo da diversidade de uso do self storage. Ele começou a alugar o box para a sua empresa. “Estava procurando um espaço para alugar e só encontrava uns muitos grandes e caros, que não serviam para minha necessidade. Entendi que alugar um espaço de armazenamento iria me atender em tamanho, custo e segurança e foi o que fiz”, diz.

foto_metrofit_3

Pode usar para guardar roupas, como as de frio no verão e as de calor no inverno, materiais de praia, como pranchas, por exemplo (Foto: Divulgação)

Para ele, outra vantagem era poder visitar o espaço de domingo a domingo, já que o cliente tem acesso ao local quantas vezes quiser dentro do horário de funcionamento da empresa. Proprietário da IFD2, loja de design e decoração, Ivan Fahra alugou o espaço para armazenar os móveis e objetos e fazer do local o seu showroom. “Eu passei a marcar com os clientes lá e trabalhava toda a venda no espaço. Lá eu podia mostrar meus produtos, fazer orçamentos, tudo com segurança garantida e podia estacionar dentro”, complementa. Com os produtos da empresa, o aluguel do self storage durou nove meses e o empresário ficou tão satisfeito com o resultado que voltou a alugar um box para uso pessoal. “Estava de mudança e não tinha onde deixar a minha mobília enquanto esperava a entrega do imóvel. Como já conhecia o modelo, deixei no self storage. Isso já faz dois meses e deve durar mais uns cinco pela frente”, afirma.

foto_metrofit_4

Não existe um vínculo de longo prazo e não é preciso pagar taxas como IPTU, energia e água, por exemplo, como em uma sala comercial (Foto: Divulgação)

A arquiteta Carolina Sampaio Gazetta também aponta a diversidade do espaço como ponto positivo. “Pode usar para guardar roupas, como as de frio no verão e as de calor no inverno, materiais de praia, como pranchas, por exemplo. Trata-se de um mercado muito bom e que tem potencial para crescer, já que é um lugar limpo e seguro”, acrescenta. Ela aprova o conceito de self storage tanto do ponto de vista corporativo quanto pessoal. Carolina ressalta a vantagem de quem resolve fazer uma reforma de guardar a mobília no self storage e manter os móveis mais preservados, longe de tinta, poeira, gesso e tantos outros produtos. Inclusive, ela própria já alugou um box para este fim. “Os móveis ficam mais preservados, os meus voltaram intactos porque tem uma loja no próprio local onde pode comprar acessórios, como plástico bolha. É um investimento que vale a pena”, ressalta.

Fonte: ZAP Imóveis

Correspondências em condomínios

Resultado de imagem para correspondencia condominioCuidado com a distribuição interna deve ser grande.

A correspondência ainda é uma grande parte da nossa vida em sociedade. É pelo correio que chegam contas, extratos, avisos. Diversos itens importantes que devem ser entregues o mais rápido possível aos seus destinatários.

Daí a necessidade de que o condomínio seja rápido e certeiro na entrega e distribuição da correspondência para os moradores. Afinal, ninguém quer perder um prazo de pagamento de um boleto, ou pior, saber que um cartão, por exemplo, já foi entregue, mas está ‘perdido’ dentro do condomínio.

Distribuição

Geralmente o correio entrega a correspondência de uma só vez, uma vez por dia, no condomínio. Em empreendimentos menores, é comum que a divisão e distribuição de cartas sejam feitas pelo zelador ou porteiro. Estima-se que em um condomínio de pequeno porte essa tarefa tome cerca de uma a duas horas diárias do profissional.

É importante que as regras estejam estabelecidas no regimento interno do condomínio, e que qualquer alteração seja votada em assembleia.

Em condomínios maiores, geralmente as cartas comuns são destinadas aos escaninhos de cada unidade. Então, quando desejarem, os moradores podem ir ao local e retirar sua correspondência.

Cartas registradas

Caso a carta seja registrada, ou um telegrama ou citação judicial, o trâmite é diferente. O ideal é que o profissional de portaria faça uma lista com as correspondências desse tipo, com protocolo, e que os moradores assinem ao receber o material, que, portanto, deve ser entregue em mãos – seja na unidade, na portaria ou na sala do zelador.

Esse tipo de livro de controle e protocolo de recebimento pode ser facilmente encontrado em papelarias.

Condomínios de grande porte

Mas e em condomínios de grande porte, com duas torres ou mais?

O volume de correspondência é enorme, e o grau de exigência é o mesmo: o esperado é que as cartas cheguem às caixas dos moradores no mesmo dia.

Para se ter uma ideia, em um condomínio com 5 torres e aproximadamente 300 unidades, o volume diário de correspondências pode chegar a 1.500 cartas.

Nesse tipo de cenário, seria irreal pensar que o zelador, sozinho, conseguisse fazer a separação desse material e ainda cuidar de todas as outras tarefas de sua função. Por isso, em grandes empreendimentos, o ideal é haver um funcionário encarregado apenas dessa função.

“Além de haver pelo menos uma pessoa destacada apenas para isso, é importante que haja um local destinado para a triagem da correspondência, evitando assim que o material seja perdido ou extraviado”, ensina José Carlos de Oliveira, gerente de condomínios da Habitacional.

Depois de organizadas, as cartas devem então ser encaminhadas aos escaninhos de cada morador.

No caso das cartas que necessitam de assinatura, a logística é a mesma que em condomínios menores. As mesmas devem ser protocoladas e entregues, mediante assinatura no ato do recebimento. Assim, fica mais fácil controlar o que foi entregue de mais importante, além de ser uma segurança a mais para os responsáveis pela organização do material.

Um exemplo de como o cuidado com as correspondência pode ser extremo é o condomínio Projeto Viver, na zona leste de São Paulo. Devido às 28 torres, que somam 1.792 unidades, o empreendimento recebe cerca de 10 mil cartas por dia. Para fazer a triagem são necessários dois funcionários destacados apenas para essa função.

Estrutura externa

Em alguns condomínios mais novos, o trabalho de separação e organização de correspondência não é feito internamente. Isso porque o próprio carteiro consegue entregar as cartas destinadas àquele condomínio, quando o mesmo conta com uma caixa de correspondência.

Há condomínios que conseguem fazer essa adaptação em sua estrutura, justamente para agilizar a entrega do material no condomínio. Em alguns casos, há espaço até para revistas. Apenas os jornais é que são entregues na portaria e encaminhados para as unidades, por serem mais volumosos.

As cartas que necessitem de assinatura também devem ser entregues ao profissional da portaria, com protocolo.

Extravio

Deixar de receber uma carta por falta de atenção dos funcionários do condomínio é algo extremamente complicado. De acordo com as fontes ouvidas pelo SíndicoNet, o normal é que isso aconteça no máximo duas vezes por ano, em um residencial de médio porte.

Se a situação começar a se tornar corriqueira, vale conversar com os funcionários da área e tentar descobrir se há algo de diferente acontecendo, ou se o volume de trabalho aumentou de repente, e com isso, o ritmo de trabalho aumentou muito. Oferecer reciclagem também pode ser uma alternativa aos funcionários da área para melhorar o desempenho.

Sempre que houver um extravio, o morador em questão deve registrar sua queixa no livro de ocorrências, além de conversar com o zelador. Assim, ficam todos cientes do acontecido, além do morador que ficou sem sua correspondência ter um  registro por escrito da situação.

Vale lembrar que o condomínio, e por consequência, o síndico, é responsável pela entrega correta de correspondência aos moradores, que, caso se sintam lesados por uma perda ou extravio de cartas ou entregas, podem acionar o condomínio judicialmente.

Fonte: SindicoNet

Tudo que você precisa saber para evitar atritos com vagas de garagens

Tudo que você precisa saber para evitar atritos com vagas de garagens

O que é permitido ou não quando o assunto é vagas na garagem e como resolver problemas corriqueiros de seu uso no dia a dia.

Vizinho que para na vaga errada, espaço usado como depósito, transtornos com vagas presas, automóvel maior do que a área… Quando o assunto é vaga nas garagens, o dia a dia traz diferentes situações comuns, mas que acabam causando incômodo aos moradores e, consequentemente, ao síndico, que recebe as reclamações.

Medidas simples e informação sobre o que é permitido ou não nesse espaço, no entanto, ajudam a facilitar a vida de todos. Para começar, o Código Civil, de forma propositada, não traz muitas regras sobre vagas de garagem, limitando-se a tratar de deveres e direitos dos condôminos sobre as áreas comuns e privativas, explica o advogado Alberto Calgaro.

“Reconhecendo que cada condomínio possui uma realidade própria e diferente, o legislador deixou espaço livre para que a convenção de cada condomínio possa estipular as regras mais adequadas para os seus moradores”, detalha Calgaro.

Uma das poucas regras específicas sobre o assunto que está prevista no Código Civil, entretanto, consta no artigo 1.331. Ela estabelece que as vagas de garagem não poderão ser vendidas ou alugadas para pessoas estranhas ao condomínio. “Salvo se houver autorização expressa na Convenção, essa regra vale para todos os condomínios”, destaca o advogado.

Vagas diferentes, regras distintas

Antes de esmiuçar o tema, é importante entender os diferentes tipos de garagens, já que cada um tem regras distintas. Segundo o advogado Calgaro, o espaço pode ser classificado da seguinte forma: vagas privativas que possuem matrícula própria no Cartório de Registro de Imóveis (também conhecidas como “vagas autônomas”), vagas privativas que não possuem matrícula própria (vaga vinculada), e vagas que são parte da área comum.

As vagas privativas que possuem matrícula própria no Cartório de Registro de Imóveis são de propriedade individual do condômino, sendo consideradas áreas privativas. Elas possuem uma metragem própria e representam uma fração do condomínio. “Essas vagas podem ser vendidas de forma separada do apartamento, pois possuem uma matrícula própria”, explica Calgaro.

As vagas privativas que não possuem matrícula própria, por sua vez, são vinculadas ao apartamento. Elas também são de propriedade individual do morador e são consideradas privativas, com metragem própria. Porém, são vinculadas à matrícula de um apartamento, estando incluídas na fração ideal da respectiva unidade, não podendo ser vendidas de modo separado do apartamento.

Por último, existem as vagas de garagem que são parte da área comum do condomínio, ou seja, não são de propriedade privativa de nenhum condômino. Elas são consideradas áreas comuns do condomínio e seu uso depende de normas internas do edifício, como as baseadas na Convenção ou em assembleia geral. Essas vagas não podem ser vendidas, pois são de propriedade comum do condomínio, e os moradores têm apenas o direito de uso.

Nesse caso, geralmente há sorteio para determinar qual vaga será utilizada por cada morador. Também há edifícios em que o condômino estaciona no espaço que estiver livre no momento, sem predeterminação.

Regras para o uso das garagens: uma necessidade

As convenções e regimentos abordam o uso das garagens de maneira bastante variada, comenta o advogado Calgaro, já que existem diferentes realidades. Regras mais detalhadas costumam ser deliberadas quando as vagas fazem parte do espaço comum do condomínio, sendo “importante que a Convenção traga regras para o uso pacífico das vagas existentes, considerado o direito igualitário de todos os condôminos sobre as respectivas áreas”, comenta Calgaro.

Para facilitar a rotina nesse caso, o advogado dá a dica: se na área comum houver o número de vagas de garagem igual ao número de moradores com automóvel, a Convenção pode estabelecer regras de sorteio ou atribuição do direito de uso de uma vaga pré-determinada para cada apartamento. Também é possível estabelecer que cada condômino terá direito a usar uma vaga, estacionando naquela que estiver livre no momento.

Mas se o número de vagas em área comum for inferior ao de condôminos com veículo, a Convenção poderá trazer o seguinte critério: o uso de uma vaga por condômino será livre enquanto houver vagas disponíveis, sempre levando em consideração que os critérios devem ser justos e respeitar o direito igualitário de todos os moradores sobre as áreas comuns.

Quando o condomínio tem vagas privativas, não há necessidade da criação de muitas regras, conforme Calgaro. “O importante é assegurar o direito do seu proprietário de usar e livremente dispor de sua vaga, evidentemente, sem prejudicar o mesmo direito de uso dos demais condôminos sobre suas próprias vagas”.

Embora o conjunto de regras seja aplicado para garantir a organização e os direitos, é comum a reclamação por parte dos moradores. O síndico, no entanto, não tem responsabilidade sobre o formato pré-determinado, destaca o advogado. Segundo ele, é dever do condômino se informar detalhadamente sobre como funciona a garagem antes de adquirir uma unidade.

“Ao comprar um imóvel pronto em condomínio, deve-se prestar especial atenção em todas as suas características. Depois de comprar, tendo a oportunidade de verificar as características da vaga de garagem, ficará difícil reclamar algo contra o vendedor”, esclarece.

Vagas presas: como evitar confusões?

Imagine ter que pedir para o vizinho retirar o carro todas as vezes que você precisar entrar ou sair da garagem. A situação é desagradável, mas ocorre em condomínios mais antigos, que possuem as chamadas “vagas presas”. Nas edificações novas, no entanto, a atual legislação da maioria dos municípios estipula que as construtoras não podem projetar vagas presas para condôminos diferentes, explica Calgaro. “Assim não há conflito, pois um mesmo condômino será o proprietário da vaga que prende as demais”.

Quando o condomínio foi projetado regularmente, mas traz vagas presas para moradores distintos, algumas soluções incluem: deixar o veículo solto para que possa ser empurrado, disponibilizar a chave reserva do veículo ao vizinho, ou incluir na equipe um manobrista.

Carro maior que a vaga: de quem é a responsabilidade?

Hoje no mercado existem várias opções de carros grandes e caminhonetes, mas um pequeno detalhe pode causar transtornos à vida coletiva no condomínio: quando o veículo é maior que a vaga e acaba prejudicando a mobilidade na garagem. Nessas situações, de quem é a responsabilidade?

Conforme o advogado Calgaro, ao ultrapassar os limites da vaga, o condômino está utilizando indevidamente uma área comum que, via de regra, serve para manobra e passagem de outros veículos. Sendo assim, a culpa recai sobre o proprietário do automóvel. “O box de garagem possui uma metragem definida. Se o veículo do condômino é maior do que as delimitações do box, ele não pode estacionar aquele veículo na vaga de garagem”.

Nesse caso, surge a boa e velha prática que deve estar intrínseca aos hábitos de quem vive em comunidade: o bom senso. “A vaga privativa de garagem em condomínio é um direito individual de propriedade, mas não é absoluto, devendo ser exercido conforme a sua destinação e respeitadas as normas condominiais”, destaca o advogado.

Essa consciência sobre o tamanho do veículo escolhido pela família é praticada no Condomínio Filipe, no bairro Jardim Atlântico, em Florianópolis. Segundo o síndico, Willian Vinicius Buss, as vagas no residencial são bastante apertadas, mas nunca houve esse tipo de problema. “O prédio é antigo e todos já sabem dessa dificuldade, então quando o pessoal troca de carro, já escolhe os menores”, conta.

Os principais problemas e como resolvê-los

Veículo parado fora da vaga

Embora seja um princípio básico que o morador pare em sua vaga, existem aqueles que insistem em estacionar no espaço alheio.
O que fazer: O síndico deve conversar com o infrator, mas caso a situação persista, não deve hesitar em aplicar advertências e multas previstas na Convenção. Se o problema não for combatido imediatamente, pode se tornar uma prática comum. Também é possível realizar campanhas, com cartazes e recados no quadro de avisos para esclarecimento.

Uso da vaga como depósito

Grande parte dos síndicos já se deparou com algum morador que decidiu usar a vaga na garagem como depósito de materiais. Essa prática, no entanto, é proibida na maioria dos condomínios, e deve ser regulamentada quando não existam regras a respeito. Isso porque prejudica a higiene da área como um todo, pode expor crianças a objetos perigosos e desvirtua o uso do espaço comum, podendo influenciar até mesmo na mobilidade.

O que fazer: O síndico deve agir rapidamente, aplicando advertências ou multas se necessário – vale ressaltar que o condomínio pode até ser processado por negligência caso ocorra algum acidente. Cartazes e avisos também podem ser colocados para conscientização. Se muitos moradores reclamarem por um espaço para guardar materiais, uma assembleia pode ser convocada para avaliar a possibilidade de instalar os chamados “home box” – espaço fora das unidades para guardar objetos.

Motos ou bicicletas na vaga

O estacionamento de motos é permitido, desde que se mantenha nas delimitações da vaga. No caso das bicicletas, também há edifícios que autorizam a prática, seguindo a mesma regra: não prejudicar a mobilidade.

O que fazer: Se houver incômodo em relação à estética da garagem, ou então as vagas sejam reduzidas e não comportem mais de um veículo, pode-se avaliar a instalação de um espaço destinado a motos e também um bicicletário.

Síndicos contam suas experiências

Síndico Willian Vinicius Buss
Condomínio Filipe, Jardim Atlântico, Florianópolis

Problemas: Vagas presas e depósito de materiais
Soluções: Com oito unidades, o residencial tem uma vaga por apartamento na garagem, sendo quatro delas presas. Para resolver o problema, a opção é deixar com o vizinho a chave reserva. “Geralmente nunca dá problema, o condomínio é pequeno, então todo mundo se conhece bem e confia na pessoa com quem está deixando a chave”.

Outro transtorno enfrentado pelo síndico foi a prática de um condômino de acumular materiais na vaga. “Eram coisas antigas que ele não queria guardar em casa e resolveu deixar na garagem”, relata William. Após chamar várias vezes a atenção do morador, foi aplicada uma advertência e a situação não se repetiu mais.

Síndica Janaina Bueno
Condomínio Lago Azul, Abraão, Florianópolis

Problemas: Visitantes que param na vaga de outros moradores e depósito de materiais.
Soluções: Com 10 unidades e uma vaga por apartamento, o condomínio vez ou outra enfrenta uma situação desagradável, em que visitantes instalados por vários dias estacionam na vaga de outros moradores. Para resolver o problema, o grupo de Whatsapp do residencial passou a ser usado para a comunicação entre os condôminos que planejam receber esse tipo de visita. “Quando alguém viaja, já avisa no grupo e coloca sua vaga à disposição, assim o outro faz a reserva”, conta Janaina.

O depósito de materiais é uma situação rara, mas que também ocorre no Lago Azul. O condomínio, que possui home box individual para armazenamento dos condôminos, já teve casos de obstrução nas vagas com bicicletas, cadeiras de praia e até geladeira e cabeceira de cama. Para resolver, a síndica logo chama o morador e pede para retirar. “Sou bem tranquila, tem que “pisar na bola” mesmo para eu dar advertência ou multa. Converso bastante primeiro e dá certo”.

Síndico Valmir Schmitz
Residencial Porto Rico, Areias, São José

Problema: Visitantes param na vaga de outros moradores.
Solução: Com 64 unidades e uma vaga na garagem por apartamento, o condomínio também enfrenta transtornos com visitantes que estacionam na vaga de outros condôminos. Quando isso ocorre, o morador lesado costuma entrar em contato com o síndico. “Temos monitoramento, então vejo na câmera e já ligo para o morador pedindo para tirar”, conta Valmir, que prefere não aplicar multas ou advertências. “No nosso condomínio resolvemos tudo na conversa”.

Fonte: CondomínioSC

Cuidados especiais

Tempo quente e chuvoso exige cuidados com limpeza em condomínios

Os condôminos andam assustados e, além de vacinação, reforçam a vigilância com o acumulo de água parada, a limpeza e higienização

A proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor do Zika vírus, da dengue e do chikungunya é favorecido pelo clima quente e úmido, presente na maior parte do Brasil nesta época do ano. Segundo o Ministério da Saúde, é neste período que as fêmeas do mosquito encontram mais água parada para fazer a desova, com isso, o número de mosquitos aumenta e os registros das doenças transmitidas por ele também.

No caso da Febre Amarela, o que está ocorrendo em algumas localidades é um ciclo silvestre, quando um macaco infectado é picado por um mosquito (dos gêneros Haemagogus e Sabethes), e depois pica um humano não vacinado. Mas, se essa pessoa contaminada for picada pelo aedes aegypti, ele também se torna um transmissor.

O grande agravante no caso de alguns condomínios é o fato de estarem próximos a grandes reservas naturais ou terem uma área verde interna, com a livre circulação de animais silvestres, o que favorece a proliferação dos insetos.

Por isso, no caso da febre amarela é fundamental se precaver com a vacinação, mas também acautelar-se com atitudes simples, que podem mudar o cenário devastador desta e de outras enfermidades.

Para evitar, é necessário o combate aos criadouros do mosquito em todos os locais possíveis, e principalmente em residências de rua e condomínios residenciais, pois no caso da dengue já se comprovou que 80% dos infectados contraem a enfermidade em área residencial.

Quem mora em condomínio, além de fazer sua parte cuidando da própria casa, deve “ficar de olho” para ver se os vizinhos ou mesmo os funcionários do conjunto residencial estão fazendo a sua parte na prevenção.

Com as chuvas de verão é normal o acúmulo de água em calhas, lages, pneus, vasos de plantas e objetos desprotegidos em sacadas, áreas de circulação, jardins ou quintais – e caso não haja uma limpeza eles se tornam criadouros de mosquitos.

Muitos não sabem, mas os ovos podem hibernar por anos, até encontrar condições ideais para eclodir, preferindo o período de calor e umidade para isso.

O mosquito Aedes Aegypti vive até 35 dias e, ao longo de sua vida, normalmente não percorre mais de 600 metros.

Todos sabem que para evitar doenças como a Dengue é necessário higiene e limpeza. Por isso, quem mora em condomínios não pode confiar a limpeza de um local extenso e de trânsito alto de pessoas a quem não é especializado nesse tipo de trabalho. Para locais de grande circulação é recomendável a contratação de serviços profissionais, em que as pessoas encarregadas da limpeza tenham conhecimento sobre a melhor forma de higienização e qual frequência ideal para o serviço.

Para isso, o mais indicado é a contratação de empresas especializadas, que trabalham com terceirização do serviço e possuem funcionários treinados especificamente para este tipo de trabalho, como os auxiliares de limpeza e de serviços gerais. Esses profissionais recebem um treinamento com instruções teóricas e práticas sobre atendimento a clientes, postura profissional, cronograma das atividades diárias e programadas, tipos de produtos e suas finalidades e, principalmente, conhecem técnicas de higienizar ambientes. E para garantir o bom resultado, esses profissionais possuem encarregados que fiscalizam se o trabalho está sendo desenvolvido de acordo com as instruções.

De qualquer forma, cuidar da limpeza é crucial em todos os lugares. Ter um ambiente sempre limpo e bem cuidado mantém uma boa aparência, como também afasta insetos e ratos, comuns em época de calor, e também evita as doenças provocadas pelo Aedes Aegypti.

Entre as recomendações está recolher o lixo no mínimo uma vez por dia, lavar cestos e latas de lixo sempre que possível e eliminar locais propícios ao acumulo de água parada. Medidas como essas afastam o mau cheiro e evitam que ratos e insetos se proliferem nas áreas condominiais. É recomendada ainda a limpeza de áreas de lazer, como salões de festas, praças, parquinhos e playgrounds.

O síndico e os responsáveis pela manutenção do condomínio devem ficar atentos às áreas mais necessitadas de limpeza, porém também é dever de todos os condôminos contribuir com a organização e a higiene, tanto de seus apartamentos ou casas quanto das áreas sociais para que o local esteja limpo e bem apresentável.

Com conscientização da população é possível sim evitar doenças como a Dengue, a febre Chikungunya e o vírus Zica.

Fonte: SíndicoNet

Entenda a permuta como forma de pagamento

A permuta é uma opção para quem quer mudar de casa, mas não quer gastar com pagamentos em dinheiro

Resultado de imagem para permutaVender e comprar imóveis pode ser muito, mas muito difícil. Você precisa encontrar tanto um comprador quanto uma casa que seja boa para você. A permuta imobiliária serve como uma salvação para as duas partes. A pessoa consegue se livrar de uma casa adquirindo outra. Mas como funciona a permuta imobiliária?

Como a permuta funciona?

Não é tão difícil como parece, na verdade é bem simples. A permuta nada mais é do que uma negociação em que as duas partes envolvidas no negócio irão trocar bens ao mesmo tempo. Em casos como esse só há pagamento em dinheiro caso os bens tenham valores muito distantes um do outro.

Para entender melhor, a permuta imobiliária é um tipo de negociação onde haverá uma troca de imóveis entre as partes envolvidas, existindo ou não uma compensação financeira.

Quando fazer a permuta

Existe um fator que pode dificultar a permuta, quando o proprietário não quer um imóvel em troca e sim o pagamento em dinheiro, por isso a negociação deve ser feita de forma clara e direta. Ela se torna mais vantajosa quando o imóvel é pequeno e está em uma região de pouca oferta, isso faz com que ele seja bom para as duas partes. Mas na hora de efetuar a permuta é bom que os dois imóveis sejam extremamente avaliados para que os valores estejam claros e nenhuma das partes saia prejudicada.

Quais as vantagens de fazer permuta?

Quando não há compensação financeira e apenas a troca de bens, não haverá tributação do Imposto de Renda. Caso exista essa compensação financeira em dinheiro, a tributação vai seguir proporcional ao valor dado. Sendo assim, quanto menor a compensação, menor a tributação.

Quais as desvantagens de fazer permuta?

Infelizmente nem tudo só tem um lado bom. A permuta também tem suas desvantagens. Nesse caso para tranquilizar a todos, na permuta a desvantagem é mais uma dificuldade do que algo mais grave. Isso se dá ao fato de que é muito difícil encontrar outra pessoa que aceite trocar um imóvel ao invés de receber tudo em dinheiro.

Fonte: ImovelWeb

A Destituição do Síndico

Por: * Rodrigo Karpat

Resultado de imagem para destituição do sindico

Assim como na política, que tem a sua forma de retirar do poder o governante que não administra da forma correta o País, o condomínio possui uma sistemática específica para destituir o sindico que não administre de forma conveniente o bem comum.

O síndico é muitas vezes equiparado com um político. Dentre as similaridades entre um político e um síndico, a que mais chama a atenção é que ambos devem representar a sua comunidade. O político, os seus eleitores e o povo, já o sindico, os seus condôminos e os que ali residem.

O síndico deve ter claro que representa os interesses dos condôminos, tendo em vista as determinações da Convenção e Regimento Interno, e deliberações das assembleias.

A corrupção no sentido amplo, do verbo “corromper” (do latim e grego) que significa “ato de quebrar aos pedaços”, ou seja, decompor e deteriorar algo, também atinge os condomínios. Seja no desrespeito de normas, ou até mesmo no desvio de valores.

O Art. 1.349 do CC, traz de forma clara que o sindico que não prestar contas, não administrar o condomínio de forma conveniente ou praticar irregularidades, poderá ser destituído do cargo.

Para tanto é importante que a convocação traga o embasamento da destituição, bem como em assembleia seja concedido o direito de ampla defesa do síndico. E por fim a ata deve reproduzir os motivos que levam a destituição.

Como o síndico não convocará uma assembleia para ser destituído, um quarto dos condôminos poderão convocar a assembleia com o fim de destituir o síndico.

Em assembleia, o síndico poderá ser destituído por maioria simples dos votos dos presentes. Caso a convenção seja anterior ao Código Civil de 2002, e traga quórum superior à maioria simples, o artigo da convenção é nulo, pois contraria lei vigente, no caso o artigo 1.349 do CC (Código Civil).

Fonte: Folha do Condominio

8 mitos e verdades sobre um imóvel financiado

Tire de uma vez por todas suas dúvidas sobre financiamento imobiliário. Veja alguns mitos e verdades sobre imóveis financiados a seguir.

Até que se tome a decisão de entrar em um financiamento imobiliário surgem inúmeras dúvidas, como a melhor opção de parcelas, se vale a penas fazer progressão dessas parcelas, se o aluguel é a melhor opção, entre tantas outras questões que aparecem durante o processo de decisão até que o financiamento seja de fato concluído.


Pensando nisso, hoje trazemos verdade e mitos sobre imóvel financiado e todo o processo que antecede esse passo na vida de quem está procurando uma forma de adquirir a casa própria.

1. Contratos de financiamento são sempre iguais

MITO: Embora possa parecer uma dúvida boba, algumas pessoas podem achar que as construtoras utilizam contratos padrões, modificando apenas valor de financiamento e valor de parcela, mas isso não é verdade!

Entre as tantas diferenças, podemos citar taxas de juros aplicada, formas de pagamento acertada, composição de renda, possibilidade de troca de titularidade no financiamento, entre outros itens.

2. Todos podem participar do programa Minha Casa Minha Vida

MITO: O Minha Casa Minha Vida é um programa do governo que visa facilitar o acesso de famílias menos favorecidas a aquisição da casa própria.

Justamente por ser um programa desse tipo, não serve para contemplar qualquer pessoa. Para participar do programa, o indivíduo não pode ter outra casa, terreno, apartamento, galpão em seu nome, além de respeitar uma renda limite.

3. O processo de financiamento é burocrático

VERDADE: Antes do financiamento ser realizado há uma série de documentos e comprovações a serem levantados pelos candidatos ao financiamento e que serão avaliados pelo banco ou pela construtora. A princípio pode ser que o financiamento seja recusado e os candidatos tenham que recorrer a composição de renda, valores maiores de juros, entre outros.

Então, sim… O financiamento é bem burocrático e a lista de recomendações e exigências é longa. O tempo de aprovação pode ser mais rápido se o candidato se cercar de alguns cuidados e antecipar documentos.

4. Para compor renda é preciso ser casado legalmente

MITO: Geralmente, para atingir os 30% de comprometimento de renda, é comum que os casais componham renda para a aprovação de um financiamento. Mas isso não é regra!

Primeiro que as regras de composição são determinadas por cada instituição bancária e, em algumas delas, o indivíduo pode compor renda com irmãos, mãe, pai, cunhados ou qualquer outro parente. A permissão será concedida de acordo com a linha de crédito e as regras da financeira.

5. Financiar imóvel na planta é melhor

VERDADE e MITO: Quando financiamos um imóvel na planta, ele ainda vai se valorizar no decorrer da construção. Essa valorização pode atingir até 30% em relação a outros investimentos.

Além da valorização crescente, o pagamento do financiamento só terá início depois que os donos do imóvel estiverem com as chaves em mãos. Portanto, enquanto a casa ou apartamento estiverem em construção, pode-se aproveitar o tempo para pagar a entrada de maneira parcelada e sem apertar tanto o orçamento familiar.

Partindo dessas informações, temos uma verdade. Porém, a mesma informação pode ser considerada um mito.

O imóvel vendido na planta só tem um valor mais baixo devido aos riscos do projeto, riscos que são compartilhados entre compradores e construtora. Comprovando isso, os valores aumentam no decorrer do financiamento.

Entre os riscos estão atraso na obra, não cumprimento do projeto à risca até a não entrega das chaves e falência da incorporadora. Portanto, no final de tudo o desconto pode não valer a dor de cabeça e possíveis processos na justiça que podem ocorrer.

6. Com o pagamento das parcelas, a dívida diminuirá na mesma proporção.

MITO: Infelizmente esse é o motivo de muitas brigas judiciais e até mesmo financiamentos que não conseguem ser pagos até o fim. A maioria acha que ao assinar um financiamento com um valor X, esse valor será divido em um número de parcelas que quitadas serão abatidas até que no final o saldo seja 0.

Porém, é preciso estar atento as taxas inclusas no financiamento e que não tem nada a ver com os juros. Taxas como TR, IGP-M, IPCA e INCC – entre outros – são taxas variáveis e que são calculadas levando em consideração vários fatores internos e externos do mercado imobiliário.

Portanto, mesmo quitando as parcelas, pode ser que a dívida aumente devido as taxas incluídas no ato do contrato. Tudo isso será definido de acordo com o sistema de amortização definido na contratação do financiamento.

7. Qualquer imóvel pode passar por um financiamento

MITO: A documentação do imóvel, bem como de seu proprietário, deve estar em dia. Caso contrário, o financiamento será recusado. Além disso, o próprio bem é garantia de pagamento do financiamento, portanto ele deve ter condições de ser habitado e estar em bom estado.

No caso de novas construções o financiamento ocorre mais facilmente, mas em imóveis prontos é preciso que o banco faça uma avaliação que pode ou não ser aprovada.

8. Antecipar as parcelas vale a pena

VERDADE: Se antecipar parcelas não for prejudicar o orçamento da família, será a melhor opção do consumidor. Isso porque o imóvel deixa de ser alienado, além da possibilidade real de redução de juros.

Existem várias outras dúvidas que podem surgir antes de um financiamento, o melhor conselho é: pesquise! Além de pesquisar, leia atentamente o contrato, procure ajuda de um profissional e evite problemas posteriores. Conhecimento é a base para fazer qualquer bom negócio e evitar surpresas desagradáveis.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Multas de condomínio podem custar até cinco vezes o valor da taxa mensal

Rosely Lira, chegou a aplicar uma punição que dobrou a mensalidade de um infrator (Acervo Pessoal)Veja quais são os principais motivos das multas e como evitá-los

Se você é morador de condomínio e anda desatento em relação às regras, é melhor tomar cuidado pois a multa prevista em lei pode chegar a até cinco vezes o valor da sua taxa condominial. Barulho, mau uso da garagem e outras áreas de convivência e descarte de lixo estão entre as principais causas de advertências e penalidades financeiras segundo informações do Sindicato da Habitação da Bahia (Secovi).

A  síndica de um prédio de alto padrão em Brotas, Rosely Lira, chegou a aplicar uma punição que dobrou a mensalidade de um infrator. “O morador tinha reservado o salão de festas e infringiu duas regras: tirou móveis do salão e estacionou o carro dele em local indevido, bloqueando a passagem dos outros condôminos. No final, não quis se responsabilizar”, explicou a ex-síndica, acrescentando que, diante da situação, foi obrigada a aplicar uma multa de 100% do valor da taxa do condomínio (R$ 600) ao infrator.

Regulamento

A lei é bem clara. O condômino que descumprir algum dos deveres estabelecidos na convenção do condomínio pagará a multa prevista no regulamento interno, que pode chegar a até cinco vezes o valor da taxa cobrada mensalmente. Isso sem contar a restituição dos prejuízos apurados pela administração – em caso de danos à estrutura ou objetos. Porém, se o morador discordar da penalidade ou considerar o valor abusivo, ele tem o direito de recorrer durante a assembleia de moradores.

Proprietário de uma empresa especializada na administração de condomínios, Hermínio Salvador Jr explica que  as principais faltas dos condôminos são cometidas em área de convívio comum. “Muitos usam a garagem como depósito ou sujam  locais como a piscina, quadra e churrasqueira, e não se preocupam em limpar depois. O normal é chamar o condômino para conversar e tentar resolver. Em caso de reincidência, o correto é aplicar a advertência e, por fim, a multa”, sugere.

No caso da síndica Rosely Lira, as multas foram questionadas em assembleia mais de uma vez, e nem sempre da maneira mais diplomática. “Lidar com pessoas não é fácil, muita gente esquece da importância de respeitar o direito do outro em um local como o condomínio. Quando a gente é atuante, o morador leva para o lado pessoal e acaba criando desgaste”, avalia Rosely.

O presidente da Secovi, Kelsor Fernandes, explica que a melhor forma de evitar as penalidades é conversar com a administração e conhecer bem a convenção do condomínio. “Quem não conhece as regras acaba cometendo infrações. É importante que o morador, seja proprietário ou locatário, procure saber o que pode o que não pode e respeite as normas”, explica.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/

5 idéias sustentáveis fáceis de fazer

É possível praticar a sustentabilidade com alguns objetos e isso é mais simples do que imaginamos. Confira algumas idéias sustentáveis fáceis de fazer aqui.

Pequenas mudanças no ambiente e criamos um universo mais consciente e sustentável ao nosso redor. Além disso, hoje em dia é possível aliar decoração, beleza, criatividade e sustentabilidade em um mesmo espaço com ideias muito mais simples e que ajudam a reciclar materiais.

Ser sustentável não significa apenas separar o lixo corretamente ou usar a água e a energia de maneira mais consciente. Isso com certeza faz parte do processo, mas existem ideias sustentáveis, fáceis de fazer e que podem ser colocadas em prática em vários lugares.

Separamos algumas dessas ideias sustentáveis para que você possa aplicar aí mesmo na sua casa e começar a mudar o mundo a partir da sua casa.

1. Estruturas a mostra

Pode ser no quarto, na cozinha, na sala ou no banheiro, não importa. Atualmente a moda e a decoração apreciam itens mais rústicos nos ambientes. Um bom exemplo disso é a parede em tons de cimento queimado, cada vez mais populares.

Nesse caso, como podemos ver na foto abaixo, não existe nenhum tipo de forro, gesso, molduras ou várias e várias camadas de tinta. O teto foi deixado em sua forma original o que o deixa até mais fresco e cheio de identidade.

Para combinar com esse estilo, opte por paredes e móveis em tons mais claros, assim o ambiente não fica muito carregado. Você pode ousar até um pouco mais e deixar tijolos a mostra, assim como pilares da estrutura.

Porém, tome um pouco de cuidado. Aqui a linha entre o estilo e o descuido pode ser muito tênue. Não queremos que sua casa tenha um aspecto desleixado. Exatamente por isso, fique atento à fiação e se preferir use um pouco de tinta para melhorar o acabamento, porém prefira as tintas à base de água.


2. Madeira de demolição

Um dos pilares da sustentabilidade é o reaproveitamento de materiais. Saber reutilizar itens que muitas vezes são considerados lixo é a grande chave do negócio. Nesse caso, que tal usar a madeira de demolição?

Esse tipo de madeira não tem acabamento e nem cor uniforme, seus desenhos jamais serão perfeitos e iguais, aliás, o charme está exatamente nisso: exclusividade.

A madeira de demolição pode ser reaproveitada em vários locais, desde a mesa de jantar, passando por quadros e painéis até chegar em camas ou bandejas. Com o auxílio de um profissional que saiba manipular a madeira, é possível criar projetos únicos e incríveis, use a criatividade.


3. Mesa de Centro

Você já viu como uma mesa de centro feita de pneu pode se tornar na principal peça da sua decoração? Existem várias formas de fazer, cada uma delas pode adotar um estilo diferente e deixar sua decoração mais sofisticada ou mais rústica, a escolha é sua.

Entre os modelos mais buscados está a mesa que recebe um revestimento de corda ou palha, tornando a peça rudimentar. Porém, existem modelos que ficam lindos com espelhos na superfície e uma pintura ou revestimento de tecido ou peças descoladas e coloridas.

Quem aposta em um ambiente ainda mais rústico, invista sem erro nas mesas de centro feitas com caixotes de madeira, aqueles de feira mesmo. Lixe as laterais, use verniz para proteger e monte do tamanho que achar mais apropriado para sua decoração. Veja as opções nas fotos abaixo:


4. Móveis antigos ou reutilizados

Existem famílias que trazem móveis de geração em geração. Bom, chegou a hora de reaproveitá-los repaginados ou não.

Sempre é possível dar uma cara nova ao móvel usando pinturas, no caso de cadeiras use novos revestimentos, porém é bem interessante manter o móvel o mais original possível.

Caso não tenha nenhuma peça de família, visite antiquários ou lojas de móveis usados. É sempre possível garimpar uma boa peça, mesmo que possua marcas ou esteja um pouco detonada.

Aqui também vale a pena misturar, um bom exemplo disso é usar cadeiras diferentes na mesa. Podem ser de modelos diferentes e de cores diferentes também, isso vai deixar sua decoração mais descolada e 100% sustentável.

5. Iluminação

Citamos no início que a economia de luz faz parte da sustentabilidade de modo geral, isso inclui a decoração de ambientes. Abuse da luz natural e garanta mais economia na conta no fim do mês. Janelas mais abertas, cortinas com tecidos mais leves e se isso não for muito possível, invista em lâmpadas de baixo consumo, como as fluorescentes ou as lâmpadas de LED.

A diferença entre cada uma delas é a cor da iluminação, que pode ser branca ou mais amarelada, aí você decide de acordo com seu gosto pessoal, mas é bom saber que as luzes mais amarelas deixam o ambiente mais aconchegante, ou seja: ideal para os quartos.

Já as brancas deixam o ambiente mais frio, portanto devem ser usadas no escritório ou no cantinho que você usa para trabalhar, ler ou estudar.  Aproveite as dicas e invista em uma decoração simples, fácil de fazer e totalmente sustentável.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Condomínio não pode proibir que morador entre sem identificação no carro

Ser impedido de entrar no condomínio onde mora por falta de identificação específica no carro gera indenização. Assim entendeu a 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais de Rio Branco ao determinar que um condomínio residencial da capital acriana indenize uma moradora em R$ 1.500.

Ela afirmou ter passado por situação vexatória quando foi proibida de entrar porque o automóvel estava sem adesivo, descumprindo regra interna. Segundo a autora, isso ocorreu apenas porque o veículo era novo.

O pedido foi rejeitado pelo 1º Juizado Especial Cível da Comarca de Rio Branco, mas a moradora recorreu contra a sentença insistindo ter direito a receber indenização por danos morais.

O juiz Marcelo Coelho, relator do recurso, reconheceu que o uso do adesivo era regra, mas disse que a moradora foi reconhecida pela portaria, tanto que conseguiu entrar a pé no local.

“É patente a ocorrência de ofensa de ordem moral à recorrente em razão do impedimento de entrada nas dependências do condomínio onde reside com seu veículo novo, isto por que a proibição se mostrou desproporcional diante das peculiaridades do caso concreto, causando vexame e sensação de impotência”, disse o relator. O voto foi seguido por unanimidade. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-AC.

Fonte: https://www.conjur.com.br/

Inicie um negócio em 2018 sem sair do seu condomínio

Gabriela Medrado*

 

Celeide anuncia suas empadas em um grupo do condomínio - Foto: Mila Cordeiro l Ag. A TARDE
Celeide anuncia suas empadas em um grupo do condomínio

Mila Cordeiro l Ag. A TARDE

 

Desempregada, Celeide Lopes voltou de uma viagem de visita à família em Castro Alves com uma ideia: vender as empadas que aprendeu a fazer com a tia. Sem carteira de motorista para fazer entregas, ela viu em seu condomínio o lugar ideal para começar as vendas e passou a fazer encomendas e fornadas diárias, que ela anuncia em um grupo de compras e vendas do condomínio.

Negócios que se baseiam na residência do empreendedor são comuns, e o Serviço de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (Sebrae) estima que 48,6% dos microempreendedores individuais trabalham em casa. Para o consultor do Sebrae Fabrício Barreto, vender produtos em casa, apenas para pessoa próximas, é uma forma comum de começar um negócio, e possibilita estruturar a empresa aos poucos, trabalhando com demanda e público controlados.

“O modelo de compras e vendas por Whatsapp tem funcionado muito bem em alguns condomínios, e acaba sendo uma ferramenta de divulgação barata e eficaz”, conta Barreto. Vender produtos e serviços para os vizinhos também é uma oportunidade de reduzir os custos operacionais, já que não há despesas com pontos comerciais ou transportes.

Sem estrutura e carro para fazer muitas entregas fora de casa, Celeide viu em sua residência não só uma oportunidade de ganhar dinheiro sem ter que se deslocar na cidade, como um grande nicho de clientes: o condomínio possui 400 apartamentos, e está cercado por outros condomínios. “Aqui é meio isolado, quem não tem carro depende de ônibus até para ir no mercadinho. Então acabou surgindo a venda de roupas, sapatos e comida”, conta a empreendedora, que pretende trabalhar com marmitas e outros tipos de comida no futuro.

O local se mostrou um ambiente propício para negócios, e o grupo de vendas do condomínio no Whatsapp tem cerca de 100 pessoas, mais da metade delas empreendedoras. “Com a crise muita gente ficou desempregada, e o grupo foi ajudando a dar ideias de negócio”, conta Denise Andrade, vizinha de Celeide e uma das administradoras do grupo. Ela foi uma das primeiras vendedoras de seu segmento no condomínio, e hoje conta com cerca de quatro concorrentes.

Manicure e depiladora,  Tatiane aposta na confiança que os vizinhos depositam em seu trabalho (Foto: Luciano da Matta l Ag. A TARDE)

Busca por comodidade

Denise trabalhou como vendedora em shoppings por 15 anos. Quando se tornou mãe, optou por abrir uma loja no próprio apartamento, trabalhando com roupas, acessórios e cosméticos da Rommanel, Eudora, Handara e Mary Kay. Cerca de metade de sua renda vem somente dos vizinhos. “As pessoas querem comodidade. Poder comprar sem sair do prédio, ou ser atendidas no próprio apartamento, é uma vantagem”, conta a vendedora.

Para a manicure e depiladora Tatiane Figueiredo, focar nos vizinhos como público alvo foi uma forma de valorizar seu serviço: “As pessoas preferem se depilar e fazer as unhas com alguém de confiança. Atendo na minha casa ou em domicílio, e é mais acolhedor que um salão. A cliente tem chance de conhecer de perto os materiais que uso, e isso aumenta a confiança”, opina Tatiane.

A ex-funcionária de salões de beleza hoje se divide entre as clientelas de sua residência atual, sua casa antiga, e da casa de sua mãe, e apenas com vizinhos antigos e atuais consegue uma agenda cheia.

Tatiane, mesmo trabalhando na sua casa ou na de clientes, busca seguir todos os procedimentos de higiene e assepsia exigidos de salões, o que Barreto considera fundamental para quem pretende trabalhar em casa. “Buscar um registro de microempreendedor individual e se regularizar de acordo com as exigências da legislação para cada atividade é importante”, conta o consultor. É preciso também um alvará de funcionamento emitido pela prefeitura.

*Sob supervisão da editora Cassandra Barteló

Fonte: http://atarde.uol.com.br/

 

Neon na decoração deixa o ambiente divertido

Confira algumas inspiração e deixe já a casa com a cara nova

Pensando em deixar a decoração da casa mais divertida? Uma boa pedida é apostar no letreiro em neon para personalizar ainda mais o seu cantinho. Seja ele com uma pegada mais retrô ou até mesmo estilizado, o objeto consegue mudar a cara de qualquer cômodo.

Muito utilizado em fachadas de lojas, eles agora invadiram as casas. Existem os mais variados modelos disponíveis no mercado e se usados com moderação podem fazer uma bela composição. Existem desde frases divertidas, até desenhos inusitados.

Para quem ainda está reformando a casa, uma dica é pedir para criar um interruptor próximo da peça, assim, não fica aquele monte de fio exposto pelo cômodo.

Gostou da ideia? Então confira abaixo uma seleção feita pelo ZAP em Casa, em parceria com o  Pinterest , e veja como usar o letreiro neon na decoração.

 

 

 

casa_letreiro
Os letreiros em neon deixam a casa mais divertida (Foto: BR.Pinterest.com.br)
Letreiro_casa
Além das frases, os que possuem formatos também podem ser utilizados (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro_decoracao
Eles podem dar um toque de modernidade (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro_em_casa
Para quem é mais romântico pode apostar no desenho de coração (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro_neon
As frases são sempre bem-vindas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro-banan
Formato de frutas também podem ser utilizados na cozinha (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro-cacto
O letreiro fica bem em qualquer ambiente (Foto: BR.PInterest.com)
letreiro-cupcake
Deixe a sala mais colorida (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro-home-office
No home-office o letreiro dá um charme a mais (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro-luminoso
Lembre-se sempre de ter uma almofada por perto (Foto: BR.Pinterest.com)

 

 Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Reutilize as luzinhas de Natal na decoração da casa

Elas vão deixar a sua casa superaconchegante

O Natal já acabou e a grande maioria das árvores já foram desmontadas. Agora, bolinhas e enfeites temáticos provavelmente só vão ser resgatados de novo no próximo dezembro. Mas com as luzinhas natalinas não precisa ser assim. Elas têm um poder decorativo muito grande e estão super em alta, portanto é interessante saber como reaproveitá-las para deixar a casa ainda mais estilosa.

Os piscas-piscas são muito versáteis e podem ser utilizados o ano todo em possibilidades infinitas, além de terem o dom de deixar a casa com um ar muito aconchegante.

 


(Foto: BR.Pinterest.com)

 

Segundo a arquiteta Danielle Andraos, do Arquitetura Possível, eles trazem personalidade e podem ser inseridos sem medo em “varandas e quintais, no cantinho do café, no seu barzinho, na cabeceira da cama, nos quartos de bebê, na cabaninha das crianças, na parede da sala ou do quarto formando palavras de impacto, como LOVE e GRATIDÃO, no lavabo, dentro de potes e garrafas”… enfim a criatividade é a melhor amiga da décor nessas horas.

Mas se o medo é deixar a casa com cara de Natal pra sempre, não se preocupe, alguns truques na hora da escolha das luzes podem fazer toda a diferença. A cor das luzes, por exemplo, é essencial: “O ideal é NÃO escolher as luzes coloridas e nem as que piscam, pois essas características são bem típicas do Natal e a intenção é fazer o papel de uma nova luminária que valorize o ambiente”, explica Danielle.

 


(Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

Para ela, o fio de luz deve ter lâmpadas de led branco quente (luz amarela), para dar mais a sensação de aconchego à casa. Já o tamanho das lâmpadas pode variar, sendo as menores mais delicadas e as maiores mais despojadas.

A dica da arquiteta Vanessa Chieregato é inserir as luzes em novos formatos: “Como em latas, em bolinhas de ping pong, copos plásticos, origamis ou até mesmo tudo junto dentro de uma garrafa, uma gaiola, etc”. Assim, seu pisca-pisca será estilizado e perderá completamente o aspecto natalino.

 


(Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

Para que as luzinhas não brigue com a decoração da sua casa, Vanessa explica que é preciso ter cuidado para não utilizá-las como protagonistas no ambiente, mas sim como um ponto de luz.

Se sua casa seguir o estilo boho, romântico ou tiver ambientes mais delicados, as luzinhas são mais do que ideais e só vão agregar mais estilo à decoração. Aposte!

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Taxa de condomínio vai ficar até 7% mais cara este ano

O que mais influencia no reajuste é o aumento nas contas de água, luz e pessoal, além dos custos com manutenção da estrutura

Além do Verão e das férias, o mês de janeiro é lembrado pelo brasileiro como o período de pagar as parcelas iniciais de uma série de tributos. É nessa mesma época do ano que quem vive em condomínio é notificado pela administração sobre o reajuste na taxa mensal. E, para este ano, os condôminos já podem preparar os bolsos, pois especialistas preveem um acréscimo de até 7% sobre o valor da cota atual.

Segundo o Sindicato da Habitação da Bahia (Secovi-BA), o principal influenciador do reajuste é o aumento nas contas de água, luz e pessoal, além dos custos com manutenção da estrutura, a exemplo de elevadores e área de lazer.

Em 2017, a tarifa de água na Bahia sofreu um reajuste de 8,8%, elevando a cobrança mínima de R$ 25,30 para R$ 27,50;  e a conta de luz sofreu uma elevação média de 3%, gerando um aumento de R$ 3 a cada 100 kWh. Já o salário mínimo teve um acréscimo de 1,81%, que passa a valer a partir deste mês, saindo de R$ 937 para R$ 954. Na virada do ano, o déficit gerado por esses aumentos acaba sendo repassado para o bolso dos condôminos.

Além dos custos básicos fundamentais para o bom funcionamento da administração condominial, devem ser considerados ainda o histórico de despesas, as benfeitorias futuras, inadimplência, situação atual das contas, dissídio e encargos trabalhistas, despesas de contratos de manutenção e gastos extras com o final de ano.

Síndico do conjunto Solar das Palmeiras, na Pituba, há  cinco anos, Petrônio Barradas comemora a marca de três anos sem reajuste na cota. “Construímos um modelo de administração com controle rígido dos gastos. Além disso, temos uma folha de funcionários que presta serviço de manutenção para nossos condôminos, evitando a evolução de problemas e, por consequência, gastos maiores”, explicou.

 Síndico de um prédio na Pituba, Petrônio Barradas faz malabarismos para manter o valor da taxa de condomínio | (Foto: Mauro Akin Nassor)

Outra estratégia adotada por Barradas foi a instalação de lâmpadas com sensor de presença para diminuir os custos com energia. “Agora estamos trabalhando em um projeto para individualizar a água e aumentar a economia”.

Apesar do cenário positivo em alguns condomínios, o aumento é uma realidade para parte das administrações de empreendimentos residenciais. Segundo o Secovi, cada condomínio possui características individuais que estão ligadas não só à estrutura física, mas também ao comportamento dos condôminos e à gestão administrativa do síndico.

“Cada condomínio é um universo e a taxa cobrada leva em consideração a área física e seus desgastes, o salário de pessoal e seus encargos, além das contas de água e energia que são os verdadeiros calcanhares de Aquiles em qualquer folha de custos”, explicou o presidente do Secovi, Kelsor Fernandes.

Para Kelsor, a taxa média provável de reajuste em 2018 será entre 6% e 7%, um aumento significativo para o bolso do condômino. “A questão fundamental agora é gerir o condomínio com inteligência para que a manutenção dos custos possa seguir congelada ou até mesmo seja reduzida”, explicou.  Ele ressalta ainda que aumentar não é benéfico para ninguém, pois todos sentem no bolso. “Temos discutido estratégias, pois o aumento da taxa também faz crescer a inadimplência”, explica.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/

Significado de expressões usadas no dia-a-dia

Saiba o que significam os termos usados no condomínioSaiba o que significam os termos usados no condomínio

Para quem está acostumado a administrar um condomínio,termos como botoeira, presidente de mesa, quadro de comando e recalque podem ser bastante corriqueiros. Porém, para um síndico que acabou de chegar a função, podem gerar dúvidas.

Por isso, elencamos abaixo uma série de expressões e siglas para facilitar a gestão não apenas dos recém-chegados, mas de todos que sabem da importância de se manter bem informados na hora de tomar qualquer decisão referente à vida em condomínio.

Números

  • 1a. convocação: Para aprovar algo no primeiro horário, o síndico necessita da presença de mais de 50% das unidades.
  • 2a. convocação: Para deliberação, maioria dos votos dos presentes, salvo se for necessário um quórum específico.
  • 2/3 do todo: Refere-se a dois terços de todas as unidades, levando em conta as frações ideais, caso se aplique. É um quórum aplicado para aprovação de obras voluptuárias e alteração da convenção.

A

  • AABIC - Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo.
  • ABADI - Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis.
  • Adicional por acúmulo de função - Diz respeito à remuneração de empregados que acumulam mais de uma função no trabalho. Desde que devidamente autorizado pelo empregador, o empregado que vier a exercer cumulativa e habitualmente outra função terá direito ao percentual de adicional correspondente a 20% (vinte por cento) do respectivo salário contratual, no mínimo.
  • Adicional de insalubridade - Diz respeito à remuneração de trabalhadores cujas atividades podem gerar risco ou doença. Os empregados cujas atividades são desenvolvidas em condições de insalubridade, farão jus ao percentual do respectivo adicional nos termos da Lei.
  • Algicida - Produto utilizado para combater a ação de algas nas piscinas.
  • Assembleia geral ordinária – AGO - Ocorre uma vez por ano, obrigatoriamente, segundo o novo Código Civil. Normalmente, é usada para prestação de contas, aprovação da previsão orçamentária e eleição de síndico.
  • Assembleia geral extraordinária – AGE - Podem ser convocadas pelo síndico ou por um quarto dos condôminos, geralmente para tratar de assuntos não discutidos na última assembleia ordinária ou de urgência.
  • Auto-gestão - Sistema de gestão no qual o síndico ou os condôminos ficam a cargo da administração, abrindo mão da contratação de uma empresa ou profissional para gerir o condomínio

B

  • Biênio - Adicional por tempo de serviço, conferido pelas Convenções Coletivas de Trabalho dos funcionários de condomínios, em algumas regiões.
  • Barrilete - Equipamento do qual partem as colunas de abastecimento de água fria de um condomínio. O barrilete situa-se abaixo do reservatório d’água superior e acima do forro
  • Botoeira - Display onde estão os botões do elevador. Alguns elevadores possuem senha na botoeira, com códigos independentes para cada andar, como parte de um equipamento de segurança.
  • CAGED - Cadastro Geral de Empregados. Documento que lista admissões e desligamentos ocorridos em um mês.
  • Caixa de gordura - Equipamento que separa a gordura da água a fim de evitar entupimentos.
  • Câmaras de Arbitragem - Alternativa jurídica para solucionamento rápido e econômico de intrigas, dívidas, sorteio de vagas, animais, etc. em condomínios.
  • CEI/ CNPJ - CEI (Cadastro Específico do INSS). CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica)
  • Cloro livre - Medida da eficácia de sanitização do cloro em uma piscina.
  • CLT - Consolidação das Leis do Trabalho.
  • Conservação/manutenção - Geralmente, contratos de conservação incluem apenas o custo da mão-de-obra, e os de manutenção incorporam a este custo também o de algumas peças. Termos muito usados para elevadores.
  • Convenção Coletiva - As Convenções Coletivas de Trabalho são firmadas entre os sindicatos de empregados e de empregadores para complementar a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). São firmadas por categoria (funcionários de condomínios, administradoras) e região de abrangência dos sindicatos envolvidos.
  • Convenção condominial - Documento que regulamenta as relações entre os condôminos, seus direitos e deveres.
  • Conta pool - Conta bancária em nome da administradora que contém o dinheiro de todos os condomínios clientes, ou vários deles.
  • Conta vinculada - Conta em que, diferentemente da pool, está apenas o dinheiro de um condomínio.

C

  • Certificação digital - Obrigatória para todos os condomínios, é uma credencial que identifica, via internet, uma entidade, seja ela empresa, pessoa física, máquina, aplicação ou site. Ela serve como um documento eletrônico, que permite ao usuário se comunicar e efetuar transações na web de forma mais rápida, sigilosa e com validade jurídica.
  • Condômino - É o dono do imóvel, mesmo se não morar na unidade. Considera-se também condômino o promitente comprador.
  • Co-gestão - Contrato de administradora em que esta fica incumbida de cuidar apenas de questões burocráticas relativas ao condomínio.

D

  • DARF - Documento de Arrecadação Federal.
  • DIRF - Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte. Não deve ser confundida com o Imposto de Renda. Nela, o condomínio deve declarar seus pagamentos por meio de referências exigidas das notas fiscais, como CNPJ da empresa, número da nota, valor e código.
  • Defeitos de construção - Falhas que podem afetar a saúde e segurança do condômino.
  • Despesas ordinárias - Despesas que se referem a gastos rotineiros de manutenção do condomínio, além de salários e encargos.
  • Despesas extraordinárias - Despesas que não se referem a gastos rotineiros de manutenção do condomínio.

F

  • Fenda - Abertura em forma de linha com espessura superior a 1,5 mm na estrutura do edifício.
  • Fissuras - Abertura em forma de linha de até 0,5 mm de espessura na estrutura do edifício.
  • Fração ideal - maneira de divisão de despesas em que cada unidade contribui proporcionalmente, de acordo com a convenção do condomínio.
  • Fundo de reserva - Verba extraordinária do condomínio destinada a gastos imprevistos, de emergência.
  • Fundo de obras - Verba extraordinária destinada à realização de obras do condomínio.

G

  • GFIP - Guia de recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social.
  • Habite-se - Autorização emitida pela prefeitura para que um imóvel possa ser ocupado.
  • Hora noturna - Salvo casos de revezamento semanal ou quinzenal, o trabalho noturno tem remuneração superior à do diurno. Uma hora noturna é computada como 52 minutos e 30 segundos.

I

  • Isenção do síndico - Forma de remunerar o síndico do condomínio pela função exercida. Em muitos condomínios ele fica isento de pagar a taxa condominial.
  • Inquilino ou Locatário - É a pessoa que paga mensalmente um aluguel para o dono do imóvel para ocupá-lo.
  • INSS do síndico - A Previdência Social classifica o síndico como um contribuinte individual quando este é remunerado ou isento da taxa condominial.

J

  • Juizado Especial Cível - instância da Justiça que acolhe pequenas causas.

M

  • Maioria absoluta ou maioria do todo:  Leva-se em consideração a totalidade do condomínio, ou seja todos os condôminos. Necessária para aprovação de obras úteis, que aumentam ou facilitam o uso da coisa, como reforma de guarita ou individualização de hidrômetros, por exemplo
  • Maioria simples ou maioria dos presentes: Corresponde a 50% mais um dos presentes em assembleia. Esse quórum elege ou destitui síndico, e aprova orçamento e contas.
  • Maioria qualificada:  Depende de cada convenção e tem diferentes quóruns específicos para realização de obras. Para aprovar uma obra voluptuária, por exemplo, são necessários dois terços de todas as unidades.
  • Minuteria - Equipamento dotado de sensor que permite manter temporariamente acesas as lâmpadas, gerando economia de energia.

O

  • Obras necessárias: As que conservam a coisa ou impedem sua deterioração*. Exemplo: pintura ou limpeza da fachada (mantendo-se a mesma cor e padrão) e obras como impermeabilização de um local com vazamento (Quórum necessário: maioria dos presentes)
  • Obras úteis: As que aumentam ou facilitam o uso da coisa*. Exemplo: reforma da guarita e Individualização dos hidrômetros. (Quórum necessário: maioria do todo
  • Obras voluptuárias: As que não aumentam o uso habitual da coisa, constituindo simples deleite ou recreio*. Exemplo: construção de piscina. (Quórum necessário: 2/3 do todo)

P

  • PCMSO/PPRA - PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional); PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais).
  • Presidente da mesa - Escolhido no início da assembleia do condomínio para conduzir a reunião.
  • Prestação de contas e Previsão orçamentária - De acordo com o Código Civil, devem ser feitas e aprovadas anualmente em assembleia, o que, na maioria dos condomínios, costuma acontecer no início do ano.
  • Prumada - Coluna do encanamento que serve a todos os andares. Também chamada de coluna vertical. .
  • pH - Sigla de “potencial hidrogeniônico”, é a medida da alcalinidade ou acidez da água.

Q

  • Quadro de comando - Parte do equipamento do elevador, que coordena as paradas e chamadas.
  • Quórum - Número mínimo de votos necessários para aprovações.
  • Quórum qualificado:  Quando há porcentagem específica para votar certo tema. Para conseguir alterar, por exemplo, a destinação do condomínio, é necessária a aprovação de todos, ou seja, 100% dos condôminos.
  • Quórum livre: Quando não há especificação sobre o quórum. Ou seja, a maioria simples decide o que está sendo votado.

R

  • RAIS - Relação Anual de Informações Sociais. O objetivo da RAIS é recolher dados sobre as atividades trabalhistas e controlá-las. Por isso, sua declaração é feita com base nos funcionários e prestadores de serviços do condomínio.
  • Rede horizontal/ vertical - São redes de encanamento de um edifício. A vertical conduz a água e o esgoto da rua aos andares. Já a horizontal liga as colunas do edifício às unidades.
  • Rachadura - Abertura de 1 a 1,5 mm na estrutura do edifício.
  • Recalque - Bomba que leva a água da caixa inferior ao reservatório superior do edifício.
  • Regimento interno - É um conjunto de regras para a vida em condomínio, mas de caráter mais cotidiano. Antigamente era denominado “Regulamento Interno”
  • Redução/reintegração - Termos relativos aos valores de apólices de seguros após indenização.
  • Remuneração do síndico - Forma de gratificar o síndico do condomínio pela função exercida. Em muitos condomínios ele fica isento de pagar a taxa condominial.
  • Responsabilidade civil - Princípio legal segundo o qual uma pessoa que tem seu direito ferido merece o ressarcimento patrimonial por parte de quem o feriu.
  • Retrofit - Pequenas reformas que visam valorizar e aumentar a vida útil de edificações antigas.

S

  • SECOVI - Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo.
  • Secretário da mesa - Convocado pelo presidente da assembleia do condomínio, é o secretário quem redige a ata da reunião.
  • SINDIFICIOS - Sindicato dos Empregados de Edifícios e Condomínios Residenciais, Comerciais de São Paulo.

T

  • Trinca - Abertura de 0,5 mm a 1 mm de espessura na estrutura do edifício.

U

  • Unanimidade dos condôminos: Todos os condôminos.

V

  • Vícios de construção - Falhas que tornam o imóvel impróprio para o uso, ou lhe diminuem o valor.
  • Viga - Parte da estrutura de um edifício.
  • Votação mínima - Número mínimo de votos necessários para decidir sobre a aprovação de gastos e outras questões relativas ao condomínio.

 Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Objetos de decoração são fundamentais para dar personalidade à sala de estar

Saiba como escolher os objetos ideais para deixar o ambiente confortável e bonito, sem fugir ao orçamento

A sala de estar costuma ser o lugar de convivência na casa. É um local que tem a proposta de garantir conforto aos moradores, tornar possível momentos de relaxamento, possibilitar laços de convivência com as pessoas próximas e também de receber pessoas que não são tão íntimas. É o local ideal para ler um livro ou ver um filme e também para reunir amigos. É o ambiente onde será permitido entrar um pouco no modo de ser dos donos da casa. A sala de estar precisa ter móveis, objetos e acessórios adequados para cada função que vai assumir. Portanto é importante selecionar os objetos ideais e ainda que representem a personalidade dos proprietários, casando bem com a decoração do ambiente e cabendo dentro do orçamento.

Levando em consideração que a casa resguarda a intimidade do ambiente externo, a sala de estar vai ser o local onde será permitido que o mundo externo adentre um pouco no modo de ser dos donos. “Como espaço de sociabilização, bastaria ter poltronas ou sofás confortáveis, mesa de centro e laterais e uma boa iluminação natural e artificial, mas os moradores sentem outras necessidades estéticas e funcionais. Por isso, começam a ocupar os espaços com objetos de decoração ou peças funcionais”, explica o arquiteto Artur Diniz. Dentro desta questão, os gostos e hábitos dos donos serão refletidos no ambiente. “Se gosta de receber amigos, pode colocar mais cadeiras e um mesa de centro. Se gosta de ver filmes, um sofá mais aconchegante, retrátil ou com chaise longue para esticar as pernas e umas luz amena”, acrescenta a arquiteta Renata Inojosa.

 


(Foto: Shutterstock)

 

O que é importante frisar é que a decoração é bastante pessoal. “Ela depende muito do estilo do proprietário, mas ela é capaz de dar ou até mesmo de mudar a cara do ambiente. Se quiser um espaço mais moderno, pode apostar em peças mais metálicas, quadros tipo pôster e montagens, além de tapetes geométricos . Se quiser uma ambiente mais clássico, peças com design mais de antigos, vasos em vidro, flores e esculturas caem bem”, afirma Renata Inojosa.

Alguns objetos podem ser considerados indispensáveis para a sala de estar, como quadros, tapetes, mesas laterais, mesas de centro, porta retratos e objetos de arte. “Dependendo do tamanho do cômodo e do estilo da decoração, a sala vai pedir espelhos, luminárias de pé ou pendentes. Artesanato ou peças de arte sempre são bem-vindos em qualquer espaço. O Brasil é rico de artistas e artesãos, então não podem ficar de fora da decoração”, sugere Artur Diniz.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Porém, o conceito de essencial vai variar de acordo com o estilo de vida do morador, já que algumas pessoas preferem mais espaço livre e menos objetos. De toda forma, é fundamental alcançar um equilíbrio com o espaço a com as superfícies disponíveis. “Deixar espaços vazios é tão importante quanto preencher os espaços, tantos nas paredes como nas bancadas, estantes, mesinhas ou aparadores. Não precisa amontoar muitos objetos, para não prejudicar visualmente, mas não podemos deixar a sensação de que algo está faltando”, diz Artur Diniz.

Estilo

O estilo de vida vai influenciar na escolha dos objetos de decoração na sala de estar. “Para uma pessoa que adora leitura, será essencial ter poltronas, luminárias e um revisteiro, por exemplo. Para aqueles que curtem um bom filme, será essencial equipar com equipamentos de áudio e TV e um sofá ou poltronas bem confortáveis. Neste caso, alguns objetos de decoração que remetam à produção cinematográfica vão personalizar o espaço de acordo com as preferências do morador”, acrescenta o arquiteto.

 


(Foto: Shutterstock)

 

A personalidade do morador também vai influenciar no resultado final do ambiente, já que ela costuma estar refletida da decoração e nos objetos. “Uma pessoa mais discreta tende a escolher tons neutros e discretos, que não se sobressaiam sobre a mobília. Uma pessoa menos discreta vai abusar das cores e formatos. Independentemente da personalidade, o tom sobre tom agrada a maioria”, explica Artur Diniz. Além disso, é possível trabalhar um contraponto entre móveis e objetos de decoração. “Como a mobília é basicamente horizontal, podemos trazer alguns objetos de decoração mais verticais para fazer o contraponto. Mas é preciso ter cuidado para acertar no local e na proporção”, acrescenta.

Alguns objetos costumam aparecer com frequência na decoração da sala de estar. “Quadros, cortinas e espelhos dão beleza ao ambiente, enquanto os tapetes são agradáveis e ajudam a delimitar espaços. Móveis de apoio são importantes para deixar visíveis as peças que gostamos”, afirma o arquiteto. “Para enriquecer a decoração, você pode mesclar objetos na mesma superfície, como vasos, quadros, plantas e materiais diferentes, com proporções diferentes”, completa.

Conforto

Os objetos de decoração ainda servem para criar um ambiente com maior conforto. Para isso, é preciso ficar atento às texturas, cores e suas funções. “Algumas texturas e cores de cortinas promovem a sensação de aconchego, ao mesmo tempo em que protegem da claridade. Os abajures vão ajudar a criar uma iluminação pontual e discreta, quando necessária. Os tapetes vão trazer a sensação confortável ao tato. Os porta-retratos guardam nossas memórias. Como estamos cada vez mais morando em áreas urbanas, vale a pena trazer um pouco da natureza em belos vasos com plantas para a sala de estar”, aconselha Artur Diniz.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Outras questões também pesam quando o assunto é conforto. A iluminação é uma delas. “A temperatura de cor da iluminação pode tornar o espaço mais relaxante. Uma cor morna e uma temperatura de cor das lâmpadas em torno de 2700 k e 3000 k garantem um iluminação bastante aconchegante”, explica Renata Inojosa. Já a escolha dos tecidos também é importante. “Os tecidos devem ser adequados ao clima do lugar. Para cidades com o clima mais quente, é preciso tomar cuidado com os couros e revestimentos sintéticos como facho e courino pois esquentam mais e diminuem o aconchego”, completa.

No bolso

Além de tudo, é possível montar a decoração com objetos para a sala de estar sem apertar o orçamento e deixar o ambiente bonito e aconchegante fazendo economia. “Inclusive, é uma tendência muito forte em todo o país de moldar o projeto a um orçamento pré-definido com o cliente. Pois com o assessoramento de um arquiteto, portanto um especialista na área e com conhecimento de vários fornecedores, é possível encontrar peças que tornem o ambiente harmonioso gastando dentro das possibilidades do cliente”, reforça a arquiteta Renata Inojosa.

Para Artur Diniz, a dica para economizar é começar com poucos objetos, de boa qualidade e que valorizem o ambiente. “O resultado será melhor que comprar vários de gosto duvidoso. A partir daí vá pesquisando, sem pressa, em viagens, em feirinhas ao ar livre, em lojas de departamento, em antiquários ou até pela internet”, sugere. Objetos mais caros podem ser substituídos por outros mais em conta, porém sem diminuir a qualidade da decoração. “Podemos substituir quadros com pinturas por quadros por fotografias. O tema, as cores, as dimensões, as molduras, tudo vai ter efeito decorativo. Basta saber compor na parede para obter um efeito legal”, exemplifica.

Pesquisar também faz parte do processo. “Como a variedade de lojas de decoração é imensa, o importante é pesquisar muito para escolher sempre os objetos que cabem no bolso. Se o objeto dos sonhos tem um custo elevado, será hora de protelar sua aquisição. Se a grana também estiver curta, uma boa dica é usar a criatividade e criar luminárias, objetos ou quadros a partir da reciclagem de materiais ou objetos que você tenha em casa. Talvez até você se surpreenda com os resultados”, conclui o arquiteto.

 

 


(Foto: Shutterstockk)

 

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Caixa volta a financiar 70% do valor dos imóveis usados

A linha Pró-Cotista havia sido suspensa em junho do ano passado

Na última terça-feira (2), a Caixa Econômica Federal anunciou a volta do crédito imobiliário Pró-Cotistas. Vale lembrar que essa é uma das linhas mais baratas oferecidas pelo banco, mas havia sido suspensa em junho do ano passado.

Uma outra novidade é que a instituição voltou a aumentar o financiamento de 50 para 70% dos imóveis usados. Dessa forma, a exigência da entrada para financiar um imóvel dessa categoria, diminuiu de 50 para 30%. Quem for adquirir uma unidade nova, foi mantido o percentual de 80% do financiamento.

 


(Foto: Shuttersstock)

 

Linha Pró-Cotista

É bom lembrar, que a linha pró-cotista é a que atualmente cobra os menores juros, isso se você não faz parte do programa Minha Casa Minha Vida. O banco informou ainda que a modalidade foi reaberta na última terça-feira para os clientes que atendem aos critérios estabelecidos pelo Conselho Curador do FGTS.

Essa modalidade de crédito é voltada para os trabalhadores com conta de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e oferece taxas de juros que varia de 7,85% a 8,85% ao ano. Para ter acesso a essa modalidade, você precisa compro var, no mínimo, 36 meses de trabalho sob o regime do FGTS, não necessariamente consecutivos, ou o saldo em conta vinculado, de no mínimo 10% do valor da avaliação do imóvel. Além disso, você não pode se proprietário de imóvel no município ou região metropolitana onde mora ou trabalha e nem ser detentor de nenhum financiamento no SFH em qualquer parte do País, seja imóvel novo ou usado.

Vale ressaltar que o empréstimo pode ser pago em até 30 anos, se for um bem de até R$ 950 mil em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, e nos demais estados o teto é de R$ 800 mil.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Taxa condominial

Moradores reclamam do valor, mas não frequentam as assembleiasMoradores reclamam do valor, mas não frequentam as assembleias

Por Marcio Rachkorsky*

Quase todo o mundo reclama do valor do condomínio e diz que paga uma fortuna. É só alguém tocar no assunto que começam as comparações –”no prédio do meu cunhado tem até piscina, e o condomínio é bem mais barato”.

Em muitos casos, o síndico é chamado de incompetente, ladrão e péssimo gestor, sem qualquer motivo justo. E as assembleias seguem vazias, sem participação efetiva dos proprietários.

Convivemos com reajustes constantes no preço da gasolina, da carne, da energia.

Toda semana, sem pechinchar, pedimos nossa pizza, cada vez mais cara. Mas, na hora de aprovar um reajuste de 5% na previsão orçamentária do condomínio onde vivemos, torcemos o nariz, exigimos uma série de explicações ao síndico e, quando o reajuste é aprovado, pagamos resmungando.

Eu participo de assembleias quase toda noite e vejo esse comportamento se repetir. Fico intrigado quando vejo o orgulho de muitos moradores quando o reajuste não é aprovado.

Paradoxalmente, exigem que os serviços melhorem. Falam sobre segurança, qualidade dos funcionários e até mesmo sobre detalhes, como a temperatura da água da piscina, que não está agradável.

Quem mora em condomínio precisa refletir, lembrar que o lar é seu bem mais precioso, uma das conquistas mais importantes da vida, e deve ser prioridade.

Participar e cooperar em vez de reclamar é o primeiro passo.

Lembrar sempre de conceitos importantes –tais como segurança, sossego, salubridade, conforto e lazer– é crucial para compreendermos quão sagrado é o boleto de condomínio que pagamos.

Sempre digo aos moradores “paguem com gosto e trabalhem para transformar esse espaço no melhor lugar do mundo para o convívio de sua família”.

Claro que buscar um valor de condomínio que caiba no bolso é um dever de todos. Não existe fórmula mágica.

O segredo consiste em planejamento, renegociação de contratos, uso racional de água e energia, otimização da escala de trabalho de funcionários e assessoria de uma boa administradora.

É importante também que os moradores participem efetivamente da elaboração da previsão orçamentária, por meio de uma comissão financeira e de planejamento, como órgão de apoio ao síndico

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Condomínio não pode aplicar multa por infração sem notificação prévia

Por Tadeu Rover

Condomínio não pode aplicar multa por infração sem antes dar oportunidade para o condômino se defender. Esse foi o entendimento da 27ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo ao anular multa aplicada por um condomínio de Ilhabela.

O proprietário do imóvel, que havia emprestado a casa a amigos, foi multado em R$ 2,9 mil porque seus hóspedes desrespeitarem as regras de utilização do píer do local. Além disso, o condomínio alegou que houve ofensas ao zelador.

Por considerar que a multa foi aplicada de forma arbitrária, sem direito de defesa por não ter havido notificação prévia, o proprietário ingressou com ação pedindo a nulidade da sanção. A defesa do condômino foi feita pelo advogado Ricardo Amin Abrahão Nacle, do Nacle Advogados.

Para o desembargador Campos Petroni, relator do recurso no TJ-SP, a multa somente poderia ser exigida depois de tomadas as devidas cautelas e ter sido dada ao proprietário oportunidade de contraditório e ampla defesa, o que não ocorreu. Por isso, o relator votou por anular a multa, sendo seguido pelos demais integrantes do colegiado.

“Não há comprovação de que o condômino fora anteriormente notificado da infração, para que, posteriormente pudesse lhe ser aplicada eventual multa, havendo, pois, afronta ao direito do contraditório e ao devido processo legal, assegurado na Constituição Federal (inciso LV)”, justificou Petroni.

O relator explicou, contudo, que o que se anula é a aplicação da multa da forma que foi feita, pela falta do devido processo legal. Porém, isso não impede que o condomínio reaplique a sanção em um novo procedimento que permita a defesa prévia do condômino.

Fonte: https://www.conjur.com.br

Inspiração: cadeira Acapulco

Confira uma seleção feita pelo ZAP em Casa em parceira com o Pinterest

Quem já assistiu a um episódio de “Chaves” deve se lembrar daquele em que todos viajam para Acapulco, no México. Pois bem, nas décadas de 50 e 60, esse era um destino muito procurado pelos ricos e famosos, e foi nesse mesmo período em que surgiu a cadeira Acapulco, e que é sucesso até hoje.

Os primeiros modelos que surgiram no mercado eram feitos com cordinhas de vinil e em uma moldura de metal que tem o formato que lembra uma pera. Mas como tudo nessa vida vai mudando, a peça começou a ser produzida com outros tipos de materiais.

Geralmente, a cadeira Acapulco é usada em ambientes externos, como varandas e jardins, porém a peça é tão charmosa que pode, e deve ser usada dentro de casa, dando um toque super estiloso na decoração de qualquer ambiente.

Por isso, o ZAP em Casa em parceria com o  Pinterest , separou uma seleção de ambientes com a cadeira Acapulco para você se inspirar. Confira abaixo:

 

 

cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto:BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

7 dicas simples para você proprietário alugar seu imóvel

Que tal começar o ano com uma rendinha extra? Separamos dicas simples para proprietários alugarem os seus imóveis desocupados.

Em tempos como os de hoje, ter uma segunda fonte de renda faz toda a diferença no final do mês. E para quem tem um imóvel desocupado, entrar para o mercado de aluguel é uma opção rentável mas que exige disposição para anunciar e e depois gerir o contrato com o seu inquilino.

Por isso, se você tem dúvidas em como dar o primeiro passo nesse mercado, aqui vão algumas dicas de como alugar seu imóvel de maneira ágil e atingindo o cliente certo!

Primeira coisa que você deve se preocupar é em decidir se vai cuidar da administração do imóvel sozinho ou auxiliado por uma imobiliária. É muito importante que, ao tocar as questões administrativas sozinho, você busque conhecer mais sobre seus direitos como locador e amparo na lei para não dar margem a irregularidades e dores de cabeça.

Caso opte pela segunda opção, procure empresas de confiança e com histórico seguro, de preferência as que conhecem bem a região. Decisão tomada, expectativa alta e um pensamento: “Preciso de dicas para alugar meu imóvel naquele condomínio!” Fique tranquilo, aí vão sete dicas simples para facilitar a locação do seu imóvel.


1. Boa Apresentação

Sabe aquele velho ditado “a primeira impressão é a que fica”? Pois lembre-se que uma boa apresentação do imóvel é fundamental para uma locação e que falhas na manutenção podem atrasar ou até mesmo cancelar negociações.

Com inúmeras ofertas de imóveis espalhadas pela cidade, você não pode ficar abaixo da concorrência, por isso mantenha-o sempre conservado, limpo e vistoriado. Cheque tudo – rodapés, se não há manchas, sistema hidráulico e elétrico; e invista nos reparos.

2. Perfil do Locatário 

Não tem problema nenhum em traçar o perfil ideal do inquilino para o seu imóvel. Se seu objetivo é atingir universitários, jovens solteiros ou famílias, pense em investir em benfeitorias compatíveis com o locatário desejado.

Ao contrário de quem compra um imóvel, quem quer alugar dificilmente irá gastar com reformas específicas. Por isso, deixe-o dinâmico, funcional e da melhor forma que possa atender seu futuro inquilino.

3. Divulgação

O anúncio é a primeira porta de acesso do locatário a seu imóvel. Seja pela Internet ou em classificados, seja transparente na sua divulgação.

Comece tirando fotos com boa qualidade, utilizando ângulos e iluminação que não só favoreçam o local, como também mostra como ele é realmente. Caso tenha elementos específicos como armários, luminárias ou até mesmo uma garagem, é válido detalhar nas fotos também.

O mesmo vale para o texto do anúncio. É essencial que esteja com todas as informações corretas para que nem você e nem o cliente percam tempo agendando visita erradas e desnecessárias.

4. O Inquilino

Conheça o seu inquilino. Aproveite as visitas para se apresentar e tirar dúvidas, mas também use esse tempo para conversar, conhecer os possíveis locatários e entender as expectativas da pessoa com o imóvel.

Tudo que você conseguir extrair dessas conversas te ajudarão a decidir qual tipo de garantia estabelecer- fiador, seguro fiança, depósito- caução ou título de capitalização. Ah, e sempre estabelece uma dessas modalidades de garantia no seu contrato, é através dela que você terá segurança em caso de conflitos com o novo morador.


5. Faça as Contas

Essa é uma das partes mais difíceis para quem quer alugar seu imóvel. Deixando de lado o valor emocional, o preço que será cobrado de aluguel tem que ser coerente tanto com o imóvel, como também com o mercado.

Para que você tenha uma boa noção de valores, pesquise imóveis parecidos no seu bairro, faça comparações com outros anuncios e se informe em imobiliárias. Não se esqueça de levar em conta os valores de IPTU e principalmente condomínio, que sobem ano após ano e acabam pesando ainda mais no valor final para quem está interessado em alugar.

Uma dica nessa parte é rever suas necessidades. Nem sempre conseguimos chegar a um valor justo e de acordo com as qualidades do imóvel. As vezes vale a pena baixar o valor para conseguir alugar mais rápido e não deixar o imóvel parado.

6. Seja Flexível

Quanto mais exigente e restritivo, mais difícil será alugar o imóvel. Não tenha medo de de fazer concessões. Cada inquilino é diferente do outro, tendo necessidades e personalidades diferentes. Então é preciso estar sempre aberto a negociações, seja da garantia, dos prazos ou até mesmo da multa.

Através de uma boa negociação, você pode ratear custos ou descontar valores já combinados em benefício do imóvel, alterar a data do recebimento do aluguel e também alterar os contratos da melhor forma para ambas as partes.

7. Contrato Fechado

Enfim chega o esperado dia de assinar o contrato! Dos proprietários mais rígidos ao mais tranquilos, a regra é uma só: toda e qualquer negociação deve estar documentada e assinada no contrato.

Para você ter certeza de que seu contrato está correto, veja se nele contem: preço do aluguel, tempo de vigência do contrato, garantia e penalidades em caso de conflitos ou inadimplência- incluindo rescisão. Se precaver não faz mal a ninguém!

Uma última dica valiosa é não se esquecer que apesar do dinheiro que entra, a manutenção do imóvel é contínua e não pode de jeito nenhum ser desvalorizada. Somente assim seu imóvel estará sempre em perfeitas condições de uso para o próximo morador. E aí, pronto para alugar seu imóvel?

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Prepare o bolso para as despesas do condomínio

*Regina Pitoscia

Quem mora em condomínio deve estar preparado para as despesas mais pesadas e sazonais de fim de ano. Entre os gastos previstos estão o pagamento do 13º salário dos empregados, decoração para o Natal e o ano-novo, e a reparação das instalações do prédio para enfrentar o período de chuvas que se inicia nesta época do ano. Se o síndico ou a administradora não fez a previsão mensal ao longo de 2017, esses gastos deverão ser repassados agora, na fatura de dezembro e janeiro, para os moradores. A cobrança poderá vir em forma de rateio, divisão entre os condôminos.

E o aumento das despesas tende a continuar no começo de 2018, nos locais em que há reajustes de categorias relacionadas ao setor. Por exemplo, em São Paulo, em 1º de janeiro, haverá o reajuste salarial dos empregados que trabalham nos condomínios e são terceirizados, o porcentual de reajuste ainda não foi definido, mas tende a refletir a inflação acumulada em 12 meses, entre 2% e 3%.

Esse aumento não será o único a ser bancado pelos condôminos nos primeiros meses do ano.  O custo da maioria dos contratos de serviços de manutenção, como de bombas, portões, antenas e elevadores e os custos de energia e gás, sobe no início do ano. E para muitos sindicatos da habitação, a data-base acontece em maio de cada ano.

Negocie os atrasados

Em função desse calendário, dezembro e janeiro podem ser meses oportunos para negociar as taxas de condomínio em atraso. De um lado, o condomínio precisa de recursos extras, para pagar as despesas específicas e extras de fim de ano. De outro, os moradores estarão recebendo um dinheiro extra com a segunda parcela do abono de natal, eventuais prêmios e bonificações.

Os síndicos não devem perder a oportunidade para promover acordos, abrindo a possibilidade de quitação total do débito e prazos maiores para parcelamento. São condições atraentes para os condôminos e que tendem a facilitar e viabilizar o pagamento. Os moradores também devem aproveitar o dinheiro extra para quitar o débito de uma vez ou parcelar a dívida.

Todo o esforço é válido para ambas as partes. Desde o ano passado, com o novo Código Civil, as dívidas de condomínio passaram a ter o mesmo tratamento de títulos executivos. Quer dizer, a partir do primeiro mês de atraso, existe a possibilidade de o síndico executar a dívida. Uma atitude que poderá negativar o nome do devedor, com sua inscrição nos cadastros de inadimplentes.

Mais grave ainda, se a questão não for resolvida, a administração poderá mover uma ação de cobrança e o imóvel poderá ser penhorado e levado a leilão. Com os recursos obtidos, serão quitados os débitos em atraso. Tudo isso para dizer que em espaço de poucos meses quem estiver inadimplente poderá perder o imóvel.

Se decidir quitar a dívida, o morador não deve contar com um desconto no total do débito, pois o síndico não tem essa autonomia, mas somente para definir o parcelamento da dívida. O quanto antes isso for feito, menor o risco de perder o imóvel.

O consultor jurídico da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação, João Paulo Sardinha, explica que condomínio significa propriedade comum, um conjunto de direitos e obrigações vinculados à propriedade exclusiva de uma ou mais unidades – apartamentos, casas, lojas, salas, lotes, entre outros –, em um mesmo prédio ou terreno, em copropriedade com outras pessoas. Para a manutenção do espaço, é estipulada uma taxa de condomínio, que se destina, entre outros, à limpeza e pagamento de funcionários. Por isso, a falta de pagamento da mensalidade pode gerar desequilíbrios no orçamento do condomínio.

Cresce número de ações

De janeiro a novembro deste ano, foram protocoladas 12.231 ações de cobrança de condomínio, aumento de 169% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com 4.547 casos. Isso é o que mostra o levantamento do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), feito no Tribunal de Justiça do Estado São Paulo, ao longo deste ano. Nos últimos 12 meses, de dezembro de 2016 a novembro de 2017, foram 12.795 ações, com um crescimento de 148,5% na comparação com o período anterior (dezembro de 2015 a novembro de 2016), quando houve o registro de 5.149 ações.

Fonte: http://economia.estadao.com.br

Comprar ou alugar um imóvel?

É possível comprar um imóvel mesmo alugando outro. Veja como e decida o melhor para você

Será que devemos pagar a parcela de um aluguel enquanto junta dinheiro para dar entrada em um bom imóvel ou começa a pagar um imóvel de início, mesmo com uma entrada pequena?  Para responder esta indagação, devemos responder essa pergunta antes:

Resultado de imagem para alugar imovel

É melhor comprar um imóvel à vista ou pagar aluguel?

Comprar um imóvel à vista é algo raro hoje em dia, visto que os preços subiram consideravelmente nos últimos anos, se tornando mais difícil para a maior parte da população ter esta quantia disponível para a compra imediata de um imóvel.

Digamos que você possua um valor guardado depois de muito esforço, além de um dinheiro que você herdou de uma herança em torno de 600 mil reais no total. Com essa quantia é possível comprar bons imóveis na maior parte do Brasil, podendo negociar um grande desconto no mercado atual.

Mas se levarmos em conta que uma vez que irá comprar e pagar pelo seu novo imóvel, toda a quantia poupada irá embora, ou seja, terá que guardar uma nova poupança do zero.

Sendo assim, comprar um imóvel à vista é “queimar” todas as suas reservas de uma vez, talvez não seja a melhor opção. Caso se optarem pelo aluguel enquanto investe a quantia de R$ 600 mil, é possível conseguir uma ótima rentabilidade com um baixo risco durante um período, enquanto se acumula mais dinheiro.

Existem opções no mercado de uma rentabilidade de 10% ao ano, que são muito seguros e no final do período o montante final é de R$ 660 mil.

Se você pagar um aluguel médio de R$ 1.500,00 por mês, terá gasto R$ 18 Mil em um ano. Vejamos a conta:

Rentabilidade Anual: R$ 60 Mil
Aluguel Anual: R$ 18 Mil
Saldo: R$ 48 Mil

Você conseguiu aumentar seu patrimônio em quarenta e oito mil reais, mesmo pagando aluguel, o que no médio prazo dará a você uma quantia maior de dinheiro para dar entrada em uma casa e ainda sobrar dinheiro ou ainda realizar a aquisição de uma casa melhor!

Fonte: ImovelWeb

5 dicas de segurança para sua residência

Manter a casa onde moramos com nossa família segura é a coisa mais importante. Confira algumas dicas para garantir a segurança da sua residência.

Quando moramos em uma casa, temos um fator importante que deve ser levado em consideração e que pode nos tirar a paz se não resolvermos o quanto antes. Estamos falando da segurança da nossa residência e, principalmente, da nossa família.

Quem mora em apartamento tem uma preocupação um pouco menor com isso devido à maioria dos empreendimentos disporem de uma guarita ou recepção onde só é permitida a entrada de pessoas que moram no prédio ou convidados mediante confirmação com o morador que receberá a visita.

Ainda que morar em uma casa seja um pouco mais perigoso, há milhares de formas de blindar o seu ambiente tornando o seguro para morar com tranquilidade e sem ter preocupações com isso. Separamos algumas dicas para garantir melhor a sua segurança:

1. Muros baixos exigem uma cerca ou grade de arame para evitar que ladrões os utilizem como passagem para dentro do imóvel. Levante mais os muros que cerceiam a casa se necessário ou cerque-a.


2. Utilize fechaduras reforçadas, com combinações de senha ou identificadores de digitais. O custo desse tipo de tecnologia é mais alto, portanto utilize apenas se você tiver condições ou considerar realmente necessário. Alguns trincos extras por dentro já é uma boa solução, ideal para quem não está disposto a comprar equipamentos deste tipo.

3. Alarme de segurança é uma alternativa que certamente vai fazer o ladrão pensar duas vezes antes de entrar na sua casa. O som que os alarmes emitem é bastante alto e chama muito a atenção, levando o foco de todos os vizinhos para a sua casa.


4. Câmeras com acesso remoto garantem que você possa vigiar a sua casa mesmo quando estiver fora dela. Alguns aplicativos de celular de empresas com esse tipo de serviço permitem que você acesse todas as câmeras instaladas mesmo que esteja longe. De dentro de casa, é possível habilitá-la para ter acesso a quem está no seu portão ou checar barulhos incomuns na área externa.

5. Portões eletrônicos são uma alternativa para dificultar o acesso de marginais à sua casa. O simples exercício de ter que descer do carro para abrir o cadeado do portão, deixá-lo aberto, retornar ao carro e só então entrar com ele na casa pode ser perigoso e alvo de aproveitadores. Os portões acionados por controle podem ser abertos e fechados a distância, acelerando o processo de entrada na garagem e tornando mais complicado o acesso à casa por outros.


Essas são tecnologias que podem ser utilizadas para aprimorar a segurança do seu lar, mas não se esqueça que alguns hábitos devem ser adotados por todos os moradores da casa para ajudar a prevenir visitas indesejáveis e mal intencionadas.

Tenha sempre iluminação na área externa, isso vai ajudar a inibir a presença dos bandidos. Confira o tempo todo se suas chaves estão seguras com você, evitando deixá-las em balcões, na rua, no quintal ou demais áreas que facilitem o acesso ao roubo das mesmas. Tome cuidado com “profissionais” que pareçam suspeitos, como medidores de água, vendedores, instaladores de internet, entre outros. Evite chamar atenção para objetos e itens caros e que possam ser visados pelos bandidos. Ter um bicho de estimação também pode intimidar visto que eles fazem barulhos quando sentem que algo está fora do normal.


Agora que você já viu as dicas, responda: a sua casa está segura? Comece a repensar os itens que podem ser melhorados para dificultar a entrada de estranhos e garantir a sua segurança e de sua família.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Convivência em condomínio deve obedecer a algumas regras para evitar conflitos

Medidas são necessárias principalmente nesta época do ano, quando os ânimos estão à flor da pele

Com o período de férias a criançada se junta para brincar em casas, prédios, praças, parques e outros locais de entretenimento e os pais aproveitam para relaxar e curtir com os filhos. Embora seja uma época alegre e divertida para muitos, é motivo de dores de cabeça para outros, principalmente vizinhos, moradores e gestores de condomínios. “As churrasqueiras são o ponto de encontro preferido entre os moradores para diversão, mas a utilização das mesmas em áreas comuns tem sido constante tema de discussão, uma vez que está entre as campeãs de reclamações”, ressalta Rodrigo Karpat, da Karpat Sociedade de Advogados.

“A utilização da churrasqueira normalmente tem o consumo de bebidas alcoólicas e aquele que bebe pode se exceder e começar a falar alto, utilizando as áreas de forma irregular, inclusive provocando brigas físicas, necessitando de grande atenção do administrador. A reserva do salão de festas e demais espaços no Natal e fim de ano também fica muito concorrida. Assim, a reserva deve ser feita para quem procura antes e os inadimplentes não podem ser impedidos de locação de espaços comuns. O que pode ser feito é exigir o pagamento antecipado para o uso da área em questão, mas o procedimento deve ser o mesmo também para os adimplentes”, alerta.

“Da mesma forma que ocorre nas férias, nos grandes feriados, tais como Natal e ano-novo, os prédios precisam estar em alerta e tentar minimizar o impacto nocivo da movimentação desregrada de visitantes e crianças dentro dos condomínios. Medidas como contratação de monitores e eleição de síndico mirim ajudam a minimizar situações desagradáveis com os menores, e o controle dos visitantes e reforço dos procedimentos do prédio nos elevadores, áreas comuns e comunicados ajudam a minimizar os problemas”, garante o advogado.

Rodrigo lembra que a presença de crianças no mesmo recinto dos adultos, seja na piscina, churrasqueira e outros, sem a atenção dos pais ou até mesmo na presença deles, já que, por muitas vezes, quem está bebendo são seus genitores, deve ser cercada de todo o cuidado para evitar que se ofereça bebida a menores, o que é crime conforme a Lei 13.106/2015, alterada pelo artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90).

Para não perder o controle da situação, o síndico precisa saber lidar com situações adversas e a melhor maneira é a prevenção e orientação aos condôminos moradores. Algumas dicas podem evitar problemas:

1) A primeira ação do síndico/administrador é manter sempre atualizado o Regimento Interno, com as proibições pertinentes

2) Proibir o consumo de bebidas alcoólicas na área das piscinas e demais áreas comuns de circulação (permitido somente em locais destinados, como salão de festas, espaço gourmet, e somente para maiores de 18 anos)

3) Limitar o número de visitantes nas reuniões e encontros nas churrasqueiras ou salão, conforme convenção de cada prédio

4) É de bom modo deixar uma lista de convidados na portaria para que o controle de entrada e saída de pessoas da festa possa ocorrer de forma eficiente

5) Reforçar orientações para a locação de salão de festas e churrasqueira nessa época do ano

6) Ajustar o Regimento Interno para que as reuniões de cunho pessoal não se tornem grandes festas, que não é a destinação dos espaços internos do condomínio

7) Reforçar as recomendações de convívio nas assembleias e as afixar em áreas comuns

8 ) Oferecer gratificações em presente ou dinheiro aos funcionários responsáveis pela segurança e limpeza do condomínio é essencial, já que os mesmos estão se empenhando para que tudo ocorra dentro da normalidade na festa

9) Organize junto à sua administradora o esquema de plantão no Natal e ano-novo. Para aqueles que não têm administradora, organizar o plantão, oficializar a decisão com a assinatura de todos e expor a tabela para funcionários e moradores é a melhor saída. Caso tenha a necessidade de utilizar folguistas ou terceiros, busque profissionais em agências especializadas e comunique aos moradores e funcionários

10) Para aqueles que vão se ausentar no período de festas é importante que sejam orientados a não deixar as chaves na portaria, e sim com algum vizinho ou parente que more próximo. Certifique-se de que a portaria tem o contato de todas as unidades para casos de emergência.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Festas e confraternizações barulhentas em condomínios

Como proceder em casos abusivosComo proceder em casos abusivos

Em condomínios, o barulho é um dos campeões de reclamação. Há diversos tipos: barulho de festa, de bagunça de criança nas áreas comuns em horários proibidos, dentro dos apartamentos durante o dia todo, ou aquele barulho que vem de fora do condomínio, de bares, casas noturnas, ou até do prédio ao lado.

Mas lidar com problemas de barulho de festas e confraternizações exige um desafio a mais para o síndico.

Afinal, além de ter que lidar com o abuso do vizinho, o horário – geralmente tarde da noite- e os ânimos exaltados são um prato cheio para tornar o clima, no mínimo, mais tenso ainda. Soma-se a isso o fato de ser um acontecimento pontual, ou seja, sem tempo para envio de advertências ou multas, e que precisa ser resolvido naquele momento.

Como proceder

  • Identifique se o caso é realmente abusivo e merece intervenção. As regras da convenção e regulamento interno devem ser seguidas, mas o bom senso também deve ser usado, sempre. Para isso, considere fatores como: horário, intensidade do barulho, se o morador é reincidente, se o reclamante tem histórico de reclamar por tudo no condomínio, entre outros
  • Se o abuso for constatado, uma queixa deve ser feita no momento em que ocorre, por meio do porteiro
  • Inicialmente, o síndico não precisa se envolver diretamente no momento da ocorrência. Pode e deve delegar a tarefa de notificar o infrator para o porteito ou zelador. O síndico deve intervir diretamente somente se o barullho persistir e a ocorrência tomar proporções maiores
  • Mesmo que o barulho não persista, é recomendável que se registre a queixa no dia seguinte no livro de ocorrências do condomínio
  • O síndico deve orientar os porteiros para que recomendem aos moradores queixosos o registro no livro de ocorrências
  • Caso o barulho não tenha cessado ou diminuído após a intervenção, recomenda-se que, além de registrar a queixa, o síndico ou a administradora envie uma advertência ao condômino no dia seguinte.
  • Uma medida tomada com alguma freqüência é chamar a polícia. Apesar de extrema, a medida é eficiente para acabar com o barulho nas festas.
    • Anote-se, no entanto, que a polícia não tem o direito de invadir uma unidade para terminar com a festas. Essa medida serve apenas para “intimidar” o infrator.
    • A polícia pode adentrar as dependências do condomínio, desde que convidada pelo síndico ou pelo zelador
    • O autor da denúncia deve estar presente no momento em que a polícia chegar
  • Em casos extremos, como quebra de vidraças ou garrafas, recomenda-se ao condomínio registrar um boletim de ocorrência contra o condômino infrator
  • Se houver reincidência, o ideal é que seja aplicada a multa, de acordo com o previsto na convenção e no regulamento interno
  • Além das regras previstas na Convenção e no RI, vale considerar também a lei federal nº3.688, que se refere à Paz Pública. Nela, o horário de descanso em geral começa as 22h e termina as 8h. Fora desse horário, não quer dizer que não podem existir festas, mas os limites de perturbação ao sossego e o bom senso devem prevalecer
  • O síndico ou o zelador não têm o direito de cortar a luz da unidade que está promovendo a festa, mesmo que os demais moradores estejam incomodados
  • No caso de festas no salão, a luz pode ser cortada, por se tratar de uma área comum. No entanto, trata-se de medida extrema, a ser tomada após as negociações terem se esgotado
  • Em caso de reincidência, o síndico deverá enviar advertência por correspondência formal, carta protocolada, que servirá de respaldo para sua atuação, inclusive no caso de uma ação judicial. Se o morador barulhento insistir na infração, deve ser aplicada multa de acordo com o previsto na convenção e no regulamento Interno do condomínio
  • Mesmo após aplicadas as multas ao infrator reincidente, o condomínio pode entrar com medida judicial para pedir a exclusão do condômino. Isso acontece apenas em casos extremos
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Como reformar seu quarto sem gastar muito

Com criatividade você cria lindas decorações e deixa seu quarto com a sua cara

A hora da mudança é realmente muito legal e nos possibilita fazer uma decoração do jeito que sempre sonhamos. Mas nem sempre é possível fazer isso por conta dos altos custos. Reformar um quarto, por exemplo, pode ser demais, mas nem sempre conseguimos deixá-lo do jeito que queremos. Pensando nisso, encontramos dicas muito legais para reformar o seu quarto sem gastar muito. As dicas, além de baratas, vão deixar o seu cômodo muito mais estiloso e diferente do que está habituado a ver por aí.

São dicas sustentáveis com toques de reaproveitamento que renderão ótimas mobílias, móveis diferentes e muito bonitos. Você não precisa ir à lojas caras e conceituadas para encontrar o que sempre sonhou. Aqui você irá encontrar. Quer ver só? Confira:

Fazendo uma cama diferente

A cama é um dos móveis mais divertidos e com possibilidades diferentes para inovar. Pallets, por exemplo, são ótimos para dar a sustentação ao colchão. Fica um estilo bem diferente e traz o conforto necessário. Só uma dica: lembre-se de não economizar no colchão. Uma noite bem dormida vale muito a pena.

Se você quiser escolher uma cama box, por exemplo, por que não fazer uma cabeceiras diferente?

c1

c7

c5

Guarda-roupa? Por que não araras?

Com as inovações chegando a cada dia, apostar em móveis tradicionais não precisa ser mais uma máxima. Você pode, por exemplo, apostar nas araras para substituir um guarda-roupa grande e que irá ocupar boa parte do quarto.

Veja as fotos que selecionamos abaixo e fique encantado com as possibilidades que as araras podem oferecer.

c9

c4

c3

Aposte nas decorações das paredes

Prateleiras, luzes pisca-pisca, quadros, pôsteres, pequenos espelhos… Tudo isso são adereços, em tese, bem baratinhos e que podem transformar uma decoração de um jeito que você nem imaginava. A ideia é simples e as imagens podem falar mais do que qualquer explicação. Se você sempre sonhou com um quarto com estilo, agora é a hora.

c2

c6

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Animais em condomínios

Os condomínios não podem proibir a presença de animais domésticos no interior das unidades residenciais, mas podem regular sua permanência e trânsito nas áreas comuns

A Constituição de 1988 modificou as relações sociais. Inclusive a dos humanos com os não humanos. A afetividade é a palavra de ordem nas relações. E, nas grandes cidades, sobretudo, além das relações familiares, predominam os condomínios – habitações em grandes prédios ou conjunto de casas onde temos que aprender regras de convivência e tolerância recíproca. A questão dos animais domésticos é um ponto importante neste tema abordado, nesta coluna, hoje.

Inicialmente, os condomínios não podem proibir a presença de animais domésticos no interior das unidades residenciais, mas podem regular sua permanência e trânsito nas áreas comuns. O direito à propriedade e à liberdade individual são prestigiados neste caso. Mas as normas internas podem criar restrições ou regras para estes. Por exemplo, utilização de guias ou focinheiras, dependendo da espécie, porte ou agressividade, ou a determinação do animal somente transitar pelo elevador de carga ou serviço. Mas, jamais, proibir ou criar restrições absolutas de permanência e trânsito!

Alguns condomínios tentam impor, em sua convenção, que animais só podem circular pela escada, ou no colo do tutor. Isso é ilegal, assim como impedir que visitantes acompanhados de seus pets visitem os condôminos também é uma regra arbitrária.

Há convenções condominiais, ou mesmo leis municipais, que, de forma imprudente e fruto mesmo de desconhecimento jurídico, tentam criar restrições ao porte dos animais ou número destes. Já que a Lei Maior não impõe tais restrições, normas como essas podem ser facilmente anuladas em juízo.

Por outro lado, a boa convivência da vizinhança e dos condomínios fica prejudicada por “maus donos” (ou tutores, como preferimos), que criam problemas, criados em sua grande parte pelos próprios, e não pelos animais, por comportamentos indevidos. Para que não existam problemas, listamos três requisitos básicos para quem possui animais em condomínios:

  1. O animal não deve oferecer risco à saúde e à segurança dos demais humanos e outros animais;
  2. O animal não deve trazer problemas quanto à limpeza e ao asseio do condomínio;
  3. O sossego da vizinhança deve ser observado. Portanto, cuidado com latidos intermitentes.

Assim, sempre ao se mudar, recomendamos que se entregue um atestado de saúde e de docilidade ao síndico, e se tome as cautelas das medidas requeridas pelo condomínio, sobretudo no trânsito dos animais nas áreas comuns. Afinal, vale o bom senso, sempre!

Vinicius Cordeiro é advogado, ex-Secretário de Proteção Animal do Rio de Janeiro.
Bruna Franco é ativista, dirigente da ONG ADDAMA e produtora executiva da ONG Celebridade Pet.

Fonte: https://pleno.news/colunas/vinicius-cordeiro/

 

10 dicas para não surtar (nem ficar doente!) ao morar na casa em obras

Ficar em casa durante a reforma evita mudanças e facilita vistorias. Porém, põe em risco não só os móveis, como a saúde e a privacidade dos moradores. A boa notícia é que há como contornar o dilema. Veja abaixo dicas para conseguir sobreviver, estabelecer uma boa relação com os operários, não estourar prazos e orçamentos, e garantir o bem-estar da família.

Vire-se em pouco espaço

Ocupe um único cômodo com a família, que ficará por último na reforma, enquanto o restante da casa é reformdo. Para guardar roupas, dormir e se entreter, tenha no ambiente os seguintes itens, em ordem: cômoda ou mala grande, colchão inflável, livros e jogos de passatempo. Para driblar a falta de privacidade, alguns móveis grandes, como geladeira e armário, podem ser usados para delimitar espaços.

Estabeleça uma rotina

A jornada de trabalho dos trabalhadores (da chegada à saída) deve ser discutida antes do início das marretadas. Combinar tudo permite aos moradores se programarem melhor, evitando perder toda a privacidade, atrasos ou transtornos mais graves.

Defina todas as etapas

Para evitar estresse, crises respiratórias ou desentendimentos com a equipe técnica, estipule uma ordem para a execução das reformas. Comece pelas áreas sociais e menos acessadas e deixe, por último, quartos, banheiros e cozinha. Se tiver de utilizar um cômodo inacabado, leve o mínimo de pertences, feche bem a porta e deixe a janela totalmente aberta para o ar circular.

Getty Images

 

Acompanhe as entregas

No caso dos materiais de construção, combine horários para serem recebidos na obra. Tudo precisa ser conferido e colocado imediatamente nos lugares certos, como o canteiro de trabalho ou algum cômodo escolhido provisoriamente como almoxarifado. Uma vez estocados, separe os materiais por uso ou local.

Cuide da limpeza

Verifique com o mestre de obras ou arquiteto a possibilidade de retirar o entulho sempre no final do expediente, para que você possa usar a casa com um pouco de conforto e menos sujeira. Quando houver demolição de azulejos e pisos, lixamento de paredes e gesso, feche totalmente as portas dos ambientes preservados e, para o pó fino não entrar, vede os vãos com fita adesiva ou pano molhado.

Improvise uma cozinha

Antes de reformá-la, transfira seus eletrodomésticos para um local seguro, que pode ser um quarto ou cômodo fechado. Para não sujar essa área de improviso, utilize micro-ondas, sanduicheira e fritadeira elétrica e faça as refeições, que devem ser práticas, com itens descartáveis. Quanto aos alimentos perecíveis, se não for possível mantê-los na geladeira, preserve-os dentro de bolsas térmicas ou isopores com gelo.

Desapegue do banheiro

Prepare-se para ficar sem água, pois, se houver algum problema com vazamento e o imóvel só tiver um registro hidráulico, o encanador poderá interditá-lo para reparar o problema. Além disso, esteja preparado para alguns dias sem banho, pois, em obras em andamento, água e vapor atrasam ou estragam reparos de canos e pinturas.

Getty Images

 

Não interfira na obra

Para não estourar o cronograma e o orçamento e criar um clima de tensão na obra, não fique interrompendo ou conversando com os operários, a fim de pedir reparos, discutir ideias ou cobrar mais agilidade. Verifique os defeitos e anote o que gostaria de ver no projeto ao final de cada dia, depois, na manhã seguinte, apresente tudo ao responsável técnico, que deve fazer uma inspeção geral e cobrar os reparos.

Proteja móveis e objetos

Se não há como transferi-los para a casa de parentes, embrulhe-os com plástico bolha ou placas de isopor, que barram manchas de tinta e a entrada de serragem e poeira. Móveis grandes, como camas, guarda-roupas e mesas de jantar podem ser cobertos por lençóis ou capas de plástico. Já as louças e eletros menores devem ser embalados no jornal e colocados em caixas de plástico ou papelão.

Preserve os animais

Para que cães e gatos não se assustem, fujam ou ameacem a segurança dos operários em serviço, mantenha-os em um local fechado com seus donos ou pertences, a fim de se sentirem seguros. Leve-os para passear ou acaricie-os bastante ao final de cada dia e, ao terminar a obra, antes de soltá-los, inspecione o ambiente à procura de materiais cortantes que possam machucá-los.

Fontes: Arquitetas Viviane Gobbato e Natália de Mello, ambas de São Paulo.

Fonte: https://noticias.bol.uol.com.br/

Drywall começa a ganhar espaço na construção e na decoração no Brasil

Prático, fácil de instalar e versátil, sistema gera menos resíduos, mas ainda esbarra no valor mais alto

Já consolidado nos mercados norte-americano e europeu, o drywall começa a ganhar espaço na construção civil e nos projetos de decoração no Brasil. O sistema consiste em chapas de gesso acartonadas aparafusadas em estruturas de aço galvanizado. Parece algo complexo, mas é justo o contrário. O drywall está conquistando maior adesão justamente pela praticidade na instalação, pela fácil manuntenção e pela versatilidade. Como ainda não ganhou muita popularidade, o preço ainda pode ser uma barreira no país, principalmente porque exige mão de obra especializada. Porém, a facilidade na instalação faz com que o tempo de serviço seja reduzido e a obra seja mais limpa, já que é um material que gera menos resídios.

O drywall desponta como uma solução muito prática na construção e design de interiores. “Por ser um material leve, pode ser acrescentado na estrutura de um edifício sem grandes problemas”, afirma a arquiteta Vanessa Gomes, do escritório Mucam Arquitetura. Ela explica que o sistema construtivo por perfis metálicos e placas de gesso acartonado. “Ele tem como vantagens a fácil manipulação, armazenagem, agilidade e limpeza na execução, pois produz bem menos resíduos”, ressalta, para depois acrescentar que a alvenaria tradicional produz em torno de 20% de resíduos, enquanto o drywall produz apenas 5%.

 

drywall
(Foto: Shutterstock)

 

A fácil manutenção e reparos também despontam na lista de pontos positivos, além da qualidade do acabamento liso e da facilidade para aplicar vários tipos de acabamento sobre eles, como pintura, textura, revestimento cerâmico e papel de parede. “O drywall é capaz de dar um ganho na área útil do ambiente por conta da espessura reduzida das paredes”, conta a arquiteta Ira Olivera. Justamente por ser mais fina do que as paredes tradicionais, o material é bastante indicado para divisórias. “E, mesmo assim, ele consegue garantir um bom isolamento acústico e térmico”, complementa a arquiteta do escritório Ira Oliveira Arquitetura e Interiores.

 

drywall
(Foto: Shutterstock)

 

Na decoração, o método tem ainda muitas utilidades. “Pode ser utilizado para fechamentos, quando se quer esconder vigas ou pilares, criação de nichos, estantes, rebaixamento de tetos, compondo uma iluminação diferenciada, elaboração de painéis retos e curvos, entre várias outras possibilidades, criando efeitos incríveis”, diz Vanessa Gomes. O drywall também se revela uma ótima solução para ambientes comerciais. “Ele é muito indicado para esse contexto, sendo possível substituir paredes tradicionais de alvenaria ou blocos de gesso, vencer grandes vãos de forros, emoldurar pilares, esconder tubulações, isolar ambientes acusticamente e termicamente, com a praticidade e a rapidez necessárias ao empreendimento”, lista Ira Oliveira.

Na hora de escolher o tipo de drywall que será usado, é preciso estar atento ao ambiente em que ele será instalado. “Existem três tipos de placas disponíveis no mercado e que devem ser escolhidas de acordo com o seu uso. A standard (ST), mais comum, deve ser usada em área seca. A verde (RU) é resistente à umidade e pode ser utilizada em cozinhas e banheiros, porém não é indicada para fachadas porque não suporta intempéries. E a RF é resistente ao fogo e serve para áreas com risco de incêndios”, enumera Vanessa Gomes.

 

drywall
(Foto: Shutterstock)

 

Uma preocupação diz respeito à capacidade de o drywall suportar peso. “As paredes são frágeis pra aguentar peso, como prateleiras, móveis e quadros, pois, em função de onde seja o furo, você pode pegar a parte que é só a chapa de gesso e o vazado, o que pode não gerar uma boa sustentação”, ressalta a arquiteta Claudé Pessoa, do escritório Claudé Pessoa Arquitetura e Ambientação. Porém, existem maneiras de tornar o drywall mais resistente para supotar mais peso. “Caso queira pendurar um quadro, deve-se usar parafusos e buchas específicos para esse material. Objetos mais pesados podem ser fixados nos perfis metálicos”, esclarece Vanessa Gomes. Mas, caso seja necessário sustentar objetos mais pesados, como uma televisão, é preciso ter o cuidado para fazer os devidos reforços no projeto. “Esses reforços são feitos com chapa de madeira ou aço fixados na estrutura metálica dos perfis”, acrescenta.

 

 

drywall
(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Jardim do condomínio exige mais cuidado com a chegada do verão

Thiago Conceição*

A síndica Elaine Graziela considera importante a conscientização dos moradores para manter as plantas bonitas e saudáveis - Foto: Alessandra Lori l Ag. A TARDE
A síndica Elaine Graziela considera importante a conscientização dos moradores para manter as plantas bonitas e saudáveis
Alessandra Lori l Ag. A TARDE

A chegada do verão faz com que as plantas do condomínio enfrentem um período de intenso calor e chuvas periódicas. Apesar de o clima contribuir para o desenvolvimento da área verde, o cenário favorece o surgimento de pragas e doenças vegetais. Com o objetivo de manter os jardins bonitos e saudáveis, os síndicos organizam avaliações e manutenções contínuas.

No Imbuí, a síndica Elaine Graziela tem o apoio de uma empresa de paisagismo para a execução do trabalho de reparo do jardim do condomínio Morada Alto do Imbuí.

“A manutenção do jardim é feita de forma contínua. A empresa contratada pelo condomínio faz uma avaliação quinzenal da área verde, momento em que observam as ações que precisam ser implementadas”, conta Elaine.

Segundo a síndica, não seria viável cuidar da extensa área do jardim sem o apoio de profissionais do paisagismo. Acrescido ao trabalho técnico de jardinagem, ela considera importante a conscientização dos moradores para manter as plantas bonitas e saudáveis.

“O jardim requer cuidados adequados como o corte de gramas, o controle de fungos e pragas, a escolha das plantas de cada área do condomínio. Essas medidas precisam ser tomadas em parceria com o paisagista. Para preservar o trabalho de planejamento e manutenção do espaço, é essencial que os moradores não pisem em plantas e não joguem lixo na área verde, por exemplo”, diz a síndica.

No Salvador Ville Condomínio Clube, em Patamares, a paisagista Solange Luz, da Sol e Verde Paisagismo e Jardinagem, é responsável pela análise e reparo do jardim. Para Solange, o trabalho de manutenção contínua do espaço garante a saúde das plantas e reduz custos de administração do condomínio.

“Quando o trabalho é feito ao longo do ano, o período de férias de verão serve apenas para ajustes que deixem o ambiente ainda mais bonito. Existem condomínios que só procuram cuidar da área verde no final do ano, período em que o jardim já sofreu muitos danos. Nessa situação, é preciso fazer a reforma e revitalização da área, serviço que é muito caro e não garante um resultado ideal”, explica Solange.

De acordo com a paisagista, o serviço de revitalização é mais crítico que o de montagem de um novo jardim, por envolver os processos de retirada das plantas danificadas, recuperação das que podem ser aproveitas e plantio de novas espécies vegetais.

Solange é responsável pela área verde do Ville Condomínio Clube

Valorização imobiliária

Para Joacir Meng, síndico do Salvador Ville, a área verde do condomínio é uma ferramenta de valorização no mercado imobiliário local, realidade que faz com que o cuidado preventivo seja mantido ao longo do ano.

“Não se trata apenas da importância do verde para o ambiente, já que deixa o ar mais puro e o visual do condomínio agradável, existe também a relevância mercadológica. O fato de ter um jardim bem cuidado é um ponto positivo para o empreendimento e aumenta o interesse das pessoas que desejam morar no bairro”, conta o síndico.

*Sob supervisão da editora Cassandra Barteló

SAIBA COMO CUIDAR BEM DO JARDIM

Corte - É importante definir os galhos que precisam ser podados, evitando fazer corte daqueles que são necessários para a saúde da  árvore. O corte de galhos que estão em excesso favorece o envio de nutrientes para as partes saudáveis. A poda da árvore também serve para moldar, mas os especialistas indicam fazer isso uma vez por estação

Capine - Cuide bem dos gramados. Capinar áreas verdes faz com que elas fiquem bonitas e viçosas sempre, sem que haja crescimento excessivo

Priorize - Valorize as espécies nativas. Elas trazem sustentabilidade ao jardim e não necessitam de tantos nutrientes ou irrigação, pois são adequadas ao clima

 

Fonte: http://atarde.uol.com.br/imoveis/noticias/

Como limpar piso laminado

Descubra os cuidados necessários na hora de higienizar esta delicada superfície

Se você tem piso laminado em casa ou está em dúvida sobre qual tipo de piso instalar na sua reforma, deve saber que ele é um dos mais sensíveis e requer atenção dobrada durante a limpeza e a utilização no dia a dia.

Por isso, abaixo você descobre como limpar piso laminado e dicas indispensáveis para dar a ele os cuidados necessários.

FREQUÊNCIA

O ideal é que o piso laminado receba uma limpeza preventiva todos os dias, feita com o aspirador ou um pano levemente umedecido na sequência. No entanto, dependendo do tanto de pessoas que circulam pela casa, você pode optar por fazer essa limpeza entre uma e duas vezes na semana.

 


(Foto: Shutterstock)

 

E para uma limpeza mais completa, João Pedro Lúcio, técnico de serviços da rede Maria Brasileira, explica que existem produtos específicos para higienização pesada de laminados: “Mas deve sempre ser seguidas as instruções de uso de cada produto”, alerta ele.

PANO IDEAL

Para ter mais eficiência na limpeza, procure não usar qualquer pano, como os de algodão, por exemplo. “Dê sempre preferência a panos de microfibra, eles absorvem 7 vezes mais sujeira que um pano de algodão, que no final só empurra a sujeira e não a extrai. Os de microfibras são excelentes para serem usados tanto a seco como umedecidos, além de atrair a poeira quando passado a seco, eles absorvem com mais facilidade a água quando são molhados”, explica Renato Ticoulat, fundador da Limpeza com Zelo e diretor executivo da JAN PRO Brasil.

PASSO A PASSO

Ambos os profissionais indicam que a retirada do excesso de sujeira e pó seja feito com um aspirador, vassouras na maior parte das vezes levantam a poeira, ao invés de juntá-la, o que faz com que ela volte a cair na superfície depois. Renato Ticoulat, indica uma colher de sopa de detergente neutro em 5 litros de água como solução de limpeza.

 


(Foto: Shutterstock)

 

“Umedeça um pano limpo na solução e torça bastante, até ele ficar bem seco – problema é que não existe no supermercado detergente de limpeza de piso neutro e sim de louça, o que causa muita confusão. Neste sentido, o que importa é que ele seja alcalino. Não se deve usar sabão de coco, que tem sódio, nem sabão em pó de lavar roupa”, detalhe ele. E aqui a dica é: caso não encontre o detergente ideal, use somente água! Depois, passe o pano em todas as dimensões do piso e espere secar para pisar.

TRUQUES CASEIROS

Usar vinagre de vinho branco na proporção de três colheres de sopa para um litro de água ajuda a dar uma limpeza mais completa ao piso, principalmente se a casa tem moradores alérgicos ou animais domésticos, conforme sugere João Pedro Lúcio. “É importante não usar bicarbonato de sódio na mistura do vinagre. O bicarbonato deixará o piso branco”, alerta ele.

MANCHAS

Como já citado, o piso laminado é muito sensível, portanto qualquer líquido ou creme derramado nele pode causar manchas e até mesmo estufá-lo. Renato Ticoulat explica que ceras e produtos à base de silicone, lixas, escovas de aço, enceradeiras, materiais cortantes e até produtos ácidos que não são limpos na hora, como vinho, por exemplo, podem danificar e corroer o piso.

Mas ele também explica que existem formas de limpar manchas que às vezes parecem impossíveis de sumirem. “O álcool, por exemplo, é um produto que pode ser usado para remoção recentes de tintas de canetas. A mistura de água e detergente neutro, ajuda a eliminar manchas de batom e tintas látex. Um pano umedecido com uma solução de sabão neutro, mais 50% de água morna e 50% de álcool, retira manchas de causadas por vinho, café e sucos de uva. Se a sujeira tiver sido causada por gordura, aplique detergente desengordurante puro sobre a mancha, e depois retire o excesso com um pano.  Se o problema for com esmaltes ou colas, o removedor de esmaltes vai ajudar na remoção”, detalha ele.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Condomínio: o que fazer com valores recebidos de ações judiciais?

Condomínio: o que fazer com valores recebidos de ações judiciais?

Créditos oriundos de ações contra concessionárias ou outras devoluções.

Os créditos oriundos de valores auferidos com ações judiciais, sejam eles de ações vícios de construção ou de ações contra concessionários, teriam o caminho natural de integrar o caixa condominial. Mas quando são valores representativos, começa a surgir na coletividade a vontade de ter esse valor repartido aos moradores e não devolvido ao caixa do condomínio, o que passa a gerar dúvidas e muitas vezes conflitos de concepção do que se deve fazer com o dinheiro.

Entendo que o caminho correto seria que este valor ficasse em caixa e, após deliberação em assembleia passasse a integrar conta específica, para que pudesse ser usado com alguma contingência ou obra que se fizesse necessária. Não podemos esquecer que as edificações sofrem um desgaste natural conforme cita a ABNT NBR 14653-1:2001, por volta de 4% ao ano. O que por si só seria motivo para que o valor ficasse em caixa a fim de se realizarem as obras necessárias de reparos em função do desgaste natural trazido pelo tempo.

Entendo que distribuir valores seria inerente a empresas que objetivam o lucro como fim e não deve ser prática comum em condomínios que nem personalidade jurídica possuem. Ou na definição de Nascimento e Franco, possuem personalidade jurídica anômala, uma vez que tem obrigações inerentes a pessoa jurídica, tais como, por exemplo: a capacidade de estar em juízo.

Caso a coletividade não entenda que o dinheiro pertence a massa e requeira a sua devolução, alguns passos precisam ser seguidos. O primeiro deles deve ser submeter a deliberação em assembleia com esse fim específico de definir a destinação do valor auferido com a indenização. Deve-se também fazer a verificação se desta devolução não incidirá tributação. Os valores referentes a indenizações são declarados entre os rendimentos isentos/não tributáveis.

Outro ponto a ser observado é de quem é o titular para receber o dinheiro. A monta deve ser devolvida ao proprietário, ou seja, aquele que tem o direito de propriedade no momento em que o valor passa a integrar o caixa do condomínio. Uma vez que se trata de despesa “propter rem”.

Alguns condôminos precavidos antes de venderem o bem, no compromisso de compra e venda se reservam o direito de receber o valor inerente a indenização, uma vez que já sabem da intenção de devolução do valor aos condôminos, porém cabe ao condomínio devolver ao proprietário atual, pois o condomínio não tem o dever de saber algo que foi ajustado entre as partes na compra e venda do bem, salvo se o direito estiver constando da matrícula do bem. Neste caso caberá ao proprietário atual da unidade o trâmite administrativo com a devolução do valor ao antigo proprietário se esse for o caso, tal procedimento não cabe ao condomínio.

A devolução requer cautela ao prédio, uma vez que o titular da unidade na matrícula pode ter negociado o imóvel, e nesse caso o compromissário comprador teria o direito de receber o valor. E nesse caso o dinheiro deve ser devolvido para esse segundo, desde que o condomínio tenha ciência da negociação da unidade.

E por cautela o condomínio que optar em devolver o dinheiro auferido por ação, deverá notificar todos proprietários constantes da matrícula informando sobre a devolução, bem como notificar os adquirentes que não constam na matrícula, nos casos em que tem ciência da negociação da unidade. Nos casos de duas pessoas pleitearem pelo valor, o prédio não deve distribuir o dinheiro. Se o impasse não for resolvido a monta deve ser consignada em juízo.

Temos ainda os antigos proprietários que almejam a monta, mesmo sem direito. Para estes dizemos que da mesma forma que uma previsão orçamentária que precisou de uma chamada extra, não recairá ao antigo dono que tenha vendido o bem no momento da chamada extra. Tão pouco recairia ao antigo proprietário o valor inerente a rescisão de funcionário antigo de sua época. Assim, a monta a ser distribuída pertence ao proprietário atual que possui direito sobre a coisa (usar, fruir, dispor).

Desta forma, entendo que por lógica e para que se evitem dissabores como os relatados acima, que podem ensejar responsabilidade do condomínio e seu gestor, os valores deveriam por óbvio integrar o caixa do condomínio.

Sobre Karpat Advogados – Dr. Rodrigo Karpat

A Karpat Sociedade de Advogados é o maior escritório de direito imobiliário e condominial do país. Cobrindo também as diversas áreas do direito desde 2007, o escritório é responsável por gerenciar mais de 9.000 processos.

Dr. Rodrigo Karpat, advogado militante na área cível há mais de 10 anos, é sócio no escritório Karpat Sociedade de Advogados e considerado um dos maiores especialistas em direito imobiliário e em questões condominiais do país.

Membro efetivo da Comissão de Direito Condominial da OAB São Paulo.

Além de ministrar palestras e cursos em todo o Brasil, Dr. Rodrigo Karpat escreve como colunista do site Síndico Net e do Jornal Folha do Síndico, é consultor da Rádio Justiça de Brasília e da OK FM e apresenta os programas Vida em Condomínio da TV CRECI e Por Dentro dos Tribunais do Portal Universo Condomínio.

Fonte: http://www.segs.com.br

Inspiração: decoração de Natal greenery

Tom pode ser uma ótima opção para quem gosta de um estilo mais rústico

Ainda dá tempo de inovar na decoração natalina! Para quem ama um estilo mais rústico, vale muito a pena apostar nas folhagens e levar para a data o Greenery, que foi escolhido como um dos tons de 2017.

O tom pode aparecer mas bolinhas, guirlandas e também com folhagens naturais que dão um toque especial para receber o Papai Noel. Por isso, o ZAP em Casa em parceria com o Pinterest, separou uma seleção de inspirações para fazer um decoração de Natal com o greenery.

 

 

decoração de natal greenery
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração de natal greenery
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Atraso no pagamento do condomínio pode levar à perda do imóvel

Quando acionado judicialmente, o morador tem como parcelar a dívida em até seis vezes

Após o boom econômico de 2010, o País vive um momento de crise econômica, o que levou o empobrecimento da população, já que, em 2016, houve a retração de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB). Por isso, diversos brasileiros não conseguem arcar com todos os gastos, impostos e contas cotidianas, e precisam escolher quais pagamentos irão realizar de acordo com seu salário.

“Atrasar a taxa de condomínio em troca de honrar outros compromissos é um mau negócio para os consumidores”, explica Danielle Bitetti, advogada especializada em Direito do Consumidor no escritório Porto, Guerra & Bitetti Advogados Associados.

“Isso porque, desde março de 2016, a dívida condominial tem o status de título executivo extrajudicial, ou seja, o pagamento pode ser exigido pelo credor com apenas um mês de atraso”.

Em geral, segundo a especialista, os condomínios preferem entrar em acordo com o condômino inadimplente, quando este deve apenas alguns meses. Entretanto, quando a dívida chega a um valor elevado ou o morador deixa de efetuar o pagamento reiteradamente, o condomínio pode ingressar com uma ação judicial.

Quem atrasa o condomínio com frequência ainda pode receber multa punitiva. (Foto: Shutterstock)

Com a entrada da ação, segundo Daniele Bitetti, o devedor terá apenas três dias para pagar a dívida ou parcelá-la em seis vezes. Caso contrário, acabará com o nome negativado e a conta bancária bloqueada, sendo que o próprio imóvel pode ir à penhora para quitação do débito.

Os prejuízos não são apenas financeiros. O atraso em arcar com a cota condominial acarreta na proibição de votar nas assembleias. Além disso, o condômino devedor pode ser obrigado a pagar uma multa punitiva, que custa cinco vezes o valor do condomínio, se faltar com frequência a esse compromisso.

Mas a advogada reitera que, mesmo com a dívida, o condômino inadimplente não poderá sofrer qualquer tipo de discriminação. “As humilhações podem custar caro, se o devedor resolver promover uma ação contra o condomínio”, conclui afirma a especialista.

Fonte: http://www.atribuna.com.br/

 

Segurança nas férias

Condomínio pode ficar mais frágil a invasões. Saiba como evitar

Condomínio pode ficar mais frágil a invasões. Saiba como evitar

As férias do final do ano são esperadas por todos! Momento de espairecer, curtir a família e amigos, viajar… quem não gosta?

Mesmo sendo esse período agradável para todos, ele pode ser crítico para a segurança do condomínio.

“Temos diversos pontos que devem ser levados em consideração nesse período: o número de entregas aumenta, as unidades ficam vazias, há mais convidados circulando pelo condomínio, entre outros fatores”, aponta o consultor de segurança especializado em condomínios Nilton Migdal.

O ponto principal para o período é se ater às regras de segurança e procedimentos de entrada já existentes no condomínio, evitando assim que as exceções virem regra no período.

Veja abaixo dicas de como manter o seu condomínio seguro nessa época.

Entregas

Com a aproximação do Natal, é comum que o volume de entregas no condomínio aumente bastante. Cestas de Natal costumam ser grandes, além da entrega de presentes, faz com que o entra-e-sai de entregadores aumente.

Às vezes, querendo agilizar o processo de entrada e entrega, o porteiro permite que um entregador entre junto de outro, o que pode fragilizar a segurança.

“O melhor é que o condomínio conte com um passa-volumes que permita que os itens entrem no condomínio sem o ingresso do entregador”, argumenta Nilton.

Ele também aponta que não se deve permitir a entrada de mais de um entregador de uma vez.

“Já vi pessoas mal intencionadas que até adesivam carro para passar mais ‘credibilidade’ e entrar sem problemas no condomínio”, argumenta.

Festas no condomínio

Os dias de Natal e Ano Novo costumam, realmente, ser movimentados no condomínio, uma vez que quem fica em casa costuma receber amigos e parentes para confraternizar.

Assim como ocorre nas entregas, o controle de acesso de visitas deve ser igualmente rigoroso, e os profissionais de portaria devem ser encorajados a aplicar os procedimentos de segurança de forma rigorosa.

“É fundamental que quem for fazer uma festa deixe a lista com os nomes dos convidados na portaria. O porteiro também não pode ter medo de deixar as pessoas esperando lá fora. O mais importante é manter todos em segurança”, assinala o especialista em segurança e autor sobre o tema Jorge Lordello.

Outro ponto importante sobre a segurança do condomínio diz respeito sobre a circulação de convidados pelo local.

O anfitrião deve deixar claro os locais onde os convidados podem circular- preferencialmente apenas o salão de festas, área gourmet ou a própria unidade.

“Não é porque é convidado de alguém que a pessoa pode ficar passeando pelo condomínio”, pesa Nilton.

Portaria virtual

Para quem tem esse sistema no seu condomínio é fundamental se ater às regras de uso.

“Quem for viajar e tiver uma visita, alguém de fora que virá molhar as plantas, por exemplo, deve deixar avisado com antecedência”, afirma Mauro Mandeltraub, diretor da empresa Mantra Monitoramento.

O diretor explica que durante o período as empresas do segmento não devem adotar nenhum tipo de operação especial, como diminuir o número de operadores no período.

“O importante é seguir os procedimentos de sempre, de forma bem-feita”, assinala Mauro.

Segurança dentro das unidades

“Durante as férias de final de ano aumenta o número de furtos em condomínio. São aqueles bandidos que se aproveitam de uma falha no sistema de segurança para entrar e roubar o que estiver mais ao alcance”, explica José Elias de Godoy, diretor da empresa de segurança para condomínios Suat.

“Uma vez fiz um levantamento e fiquei bastante alarmado: cerca de 30% dos moradores de prédios não trancam a porta da unidade ao sair de casa, ou ao chegar. Isso fragiliza demais a segurança da unidade”, assinala Lordello.

Veja algumas dicas para evitar que a sua unidade seja alvo de um furto ou assalto desse tipo

  • Não divulgue no condomínio sobre a sua viagem - “Caso seja necessário, avise apenas ao síndico, e peça sigilo ao mesmo. Quanto menos pessoas souberem quando você vai e quando você volta, melhor”, a dica é de Jorge Lordello
  • Não deixe sua chave “rodando” pelo condomínio - Não se deve deixar a chave na portaria. É ali o primeiro lugar que bandidos vão procurar chaves quando entram no condomínio. Também evite deixar a chave “escondida” embaixo do capacho, em vasos de plantas ou outros locais do tipo.
  • Alarme de segurança - Há quem ache estranho, mas é possível, sim, instalar um alarme na sua unidade, que pode, ou não estar conectado a uma empresa de segurança. “O importante é que o barulho afasta quem entrou ali querendo roubar”, argumenta Nilton.
  • Fechaduras biométricas - Uma opção para quem busca mais segurança são as fechaduras biométricas. Não são baratas, mas com esse equipamento o uso de chaves não é necessário. “O investimento vale a pena, porque se você se mudar para outro local, pode levar o equipamento com você”, argumenta Lordello.

Veja abaixo dez dicas para moradores de condomínios não fragilizarem a segurança do condomínio:

  1. Tranque todas as portas antes de sair
  2. Não deixe a sua chave na portaria
  3. Não “esconda” a chave embaixo do capacho ou em um vaso próximo da sua porta
  4. Evite avisar a todos sobre o período em que estiver viajando. Quanto menos souberem sobre as datas de ida e volta, mais seguro
  5. Deixe autorizado o acesso da empregada doméstica, caso a mesma venha durante sua viagem
  6. Feche o registro do gás da sua unidade
  7. Caso dê uma festa na sua unidade, deixe a lista com os nomes dos convidados na portaria
  8. As visitas devem continuar passando pelos procedimentos de segurança normalmente
  9. Caso vá algum parente cuidar do seu bicho de estimação ou molhar as plantas, deixe avisado de antemão no condomínio
  10. Vai receber visitantes no espaço gourmet ou salão de festas? Não deixe os convidados circulando pelo condomínio
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Mesa redonda: a aposta certeira para a sala de jantar

Elas são versáteis e perfeitas para quem gosta de reunir a família

As mesas de jantar redondas podem até serem menos utilizadas nas decorações atuais do que as retangulares, mas, cheias de versatilidade e charme, elas são muito funcionais para quem adora reunir a família em fartas refeições ao redor da mesa só que não dispõe de um espaço tão amplo.

Se você se encaixa nesse grupo, o motivo para considerar incorporar uma mesa redonda na decoração é simples: “elas são recomendadas para ambientes pequenos por permitirem uma maior quantidade de usuários, quando necessário, além de economizarem espaço devido aos seus pés que são sempre centrais, facilitando que as cadeiras fiquem bem guardadas embaixo da mesa, otimizando a circulação ao redor”, como explica a arquiteta Natália Salla.

 


Foto: Reprodução/Pintereset

 

Junto à circulação mais fluída e ao maior número de pessoas concentrada sem grandes incômodos, soma-se às vantagens desse modelo o fato de que ela pode trazer delicadeza ao ambiente.

“A mesa redonda pode ser uma opção para balancear um ambiente que esteja em sua maioria com linhas retas, sendo um contraponto na decoração e trazer também mais leveza, já que seu design normalmente é feito com uma base central, o que favorece visualmente o ambiente, deixando-o mais limpo”, é o que ressalta Anna Beatriz Miqueleti de Almeida, arquiteta do estúdio criativo Bia Almeida Ateliê.

Assim como as retangulares, elas podem ser encontradas em diferentes tamanhos, mas para saber quantos lugares são ideais para a sua casa, basta pensar no tamanho da família e no número de pessoas que vão utilizá-la diariamente. Segundo Natália Salla, para uma família de quatro pessoas que recebe visitas frequentemente, uma mesa de seis lugares atende bem às necessidades.

 


Foto: Reprodução/Pintereset

 

Já quanto às medidas, a regra é básica: “[para uma mesa de quatro lugares] é adequado escolher um tamanho que permita acrescentar cerca de 2 cadeiras, o que significa uma mesa de 1,20m de diâmetro. Para um casal, uma mesa de 90cm de diâmetro acomoda bem 2 pessoas e possibilita ser expandida para 4”, detalha Natália.

Entre os cuidados a ficar atento na hora de incluir a mesa na sala está a localização. A mesa redonda não pode ser posicionada em qualquer lugar, pois requer ao menos 70 cm de “respiro” entre ela e a parede (ou qualquer outro item ao qual ela fique próxima), tornando possível a circulação livre ao seu redor.

O tamanho das cadeiras também é um detalhe crucial para garantir conforto durante as refeições. A dica que Natália dá é optar por modelos sem braços: “são bem vindos modelos mais delicados e usadas em ambientes de circulação reduzida, é importante que as cadeiras sejam sem braços, pequenas, de design leve e sutil, como por exemplo os modelos Charles Eames, Bertóia, Panton, etc”.

 


Foto: Reprodução/Pinterest

 

Anna Beatriz finaliza com a ideia de cadeiras que quebrem qualquer peso estético que os ambientes pequenos podem ter, como “escolher cadeiras transparentes que ajudem na leveza do ambiente ou banquinhos soltos, que são uma ótima opção para acomodar visitas extras”.

Agora que você já sabe todos os truques, inspire-se e vá atrás da sua mesa redonda!

 

 


Foto: Reprodução/Pintereset

Foto: Reprodução/Pintereset

Foto: Reprodução/Pintereset

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Decorações para a mesa de Natal

O Natal se aproxima e com ele algumas ideias para a decoração da mesa da ceia começam a surgir. Já pensou em qual vai usar este ano?

A decoração da casa para a chegada do Natal é um momento bastante aguardado do ano, isso pois ela faz parte do ritual do mês de dezembro que é o mês das festas! E, quando o assunto é a decoração da ceia, é possível arrumar a sua mesa para este ano de forma simples, mas muito elegante e com inspiração totalmente natalina, repleta de tons vermelhos e verdes.

Um item que deixa a casa com clima sofisticado em qualquer situação é o guardanapo de tecido. Com ele o visual fica mais requintado sem muita complexidade. O guardanapo pode ser de cores, tecidos e acabamentos variados e na internet mesmo é possível encontrar alguns tutoriais ensinando a fazer dobraduras diferentes para decorar.

Outro acessório cheio de charme é o caminho de mesa. Existem opções rendadas, bordadas, coloridas, neutras, entre outras. Fácil de agradar a todos os gostos e bastante democrático já que pode ser utilizado em mesas grandes e pequenas.

Um detalhe que também exige atenção na ceia de Natal é o tipo de copo ideal para mesas em épocas festivas. As mais pedidas são as taças, cálices ou tulipas. E a data exige algo especial, não é mesmo? Escolha uma bebida e entenda qual é o tipo de copo ideal para ela. Para vinhos se usa taças com bocas mais largas, as maiores para vinho tinto e as menores para vinho branco, já as taças finas e compridas são utilizadas para tomar espumantes e cidras, também muito comuns nesse período do ano.

As carnes de Natal costumam ser o centro das atenções na mesa e, portanto, exigem bandejas mais bonitas para a decoração natalina. Como essa época já tem cores marcantes e vibrantes, o ideal é optar por peças metálicas ou de vidro transparente para dar mais equilíbrio ao visual da sua mesa. Bandejas ficam muito bem quando alinhadas ao centro da mesa, onde terão destaque durante toda a noite.

Toalhas de mesa são um clássico e é possível encontrar inúmeras opções coloridas com estampas de Papai Noel, renas, pinhas, ornamentos decorativos (como laços e bolinhas), entre outros. Existem tamanhos variados para atender a todos os formatos de mesa, sendo a mais tradicional a mesa retangular com a largura maior do que o comprimento. Lembre-se de equilibrar a composição: se a toalha é colorida, menos detalhes nos pratos, guardanapos e bandejas. Caso seja o contrário, use uma bela toalha de renda ou com cor neutra para não saturar.

Outro clássico de decoração de mesas é a vela. Finas ou grossas, coloridas ou brancas, normais ou perfumadas, as velas tem o seu charme e ajudam a preencher os espaços vagos da mesa entre os pratos para a refeição. Fica lindo e é muito fácil de encontrar! Muitos sites ensinam a construir a sua própria vela em casa para que fique o jeito que você procura. Para dar cor, por exemplo, é possível derreter um pedacinho de giz de cera escolher o tom da sua preferência dentro da parafina e moldar a sua vela normalmente.

Não se esqueça das frutas, elas darão vida a sua decoração formando uma combinação de cores e texturas que tem tudo a ver com o natal. O verde das uvas irá sobrepor o tom avermelhado das nectarinas, cerejas e ameixas com um toque delicado e dourado do pêssego.

Por fim, mas não menos importante: use as cores a seu favor! O verde, vermelho e o dourado são a definição do Natal e não tem erro. Pode usar a vontade e equilibrar os tons com o restante da decoração da casa ou do ambiente onde será servido o jantar.

Agora que você já tem algumas ideias para decorar a mesa para a ceia de natal, conte-nos o que você mais gostou faça você também na sua ceia desse ano. Boas festas!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Férias: criançada no condomínio

Resultado de imagem para crianças condomínio

Com o fim do ano, vêm também as férias escolares. Com isso, temos mais crianças circulando pelo condomínio, além da tão esperada viagem da família, deixando a unidade vazia. E, com isso, começam alguns pequenos percalços de viver em comunidade. É comum as crianças não quererem ficar dentro dos apartamentos e quererem utilizar as áreas comuns existentes no condomínio. Todavia, um dos maiores problemas existentes é quando o condomínio não possui uma área adequada para as crianças, e estas começam a utilizar locais inapropriados para a prática de brincadeiras e diversões, causando reclamações e barulho excessivo que incomodam aos demais moradores.

Problemas usuais são as crianças quererem andar de bicicleta, skate, patins e afins nas áreas comuns ou, ainda, em garagem ou locais de circulação, o que, na maioria das convenções e regulamento interno, é proibido. Apesar de aparentar atitude antipática, devemos nos lembrar de que áreas de circulação de pedestres ou veículos não são adequadas e preparadas para lazer das crianças, pois há risco de acidente para todos os envolvidos. Não é recomendável o condomínio abrir exceção e permitir que crianças utilizem tais áreas, pois essa atitude, em caso de acidente, pode ocasionar responsabilidade do condomínio. Devemos lembrar que, quando da aquisição do apartamento, o condômino já tinha total conhecimento da existência ou não de áreas de lazer, assim como sobre sua utilização.

Outro problema usual é o ‘horário do silêncio’, que deve ser respeitado, mas que nas férias torna-se mais ‘complicado’ controlar as crianças, principalmente nos condomínios clube, que têm extensa área de lazer e diversão. É importante que os pais orientem seus filhos sobre o respeito ao ‘horário do silêncio’, bem como que ocorra certa tolerância caso eventualmente este seja infringido em um dia ou outro, e por curto período. Não se deve incentivar o descumprimento da norma, porém, um pouco de tolerância e educação das partes envolvidas acaba por facilitar esse tipo de situação.

Alguns condomínios que possuem muitas crianças em sua vida condominial acabam optando por contratar empresas especializadas em diversão com monitores para entreter as crianças, e acabam por facilitar o convívio, pois estes criam atividades adequadas que permitem o entretenimento de acordo com as normas do condomínio e em respeito a todos.

Esta é ideia que deve ser pensada e discutida em assembleia, pois normalmente é investimento que compensa e torna mais harmoniosa a vida condominial.

Advogado, administrador de empresas e pós-graduado em Direito Processual Civil pela PUC-SP. Atua com condomínios desde 1991 e com Direito Imobiliário e Condominial desde 2002. Escreve nesta coluna quinzenalmente, aos sábados

Fonte: http://www.dgabc.com.br/

Reutilização

Reuso de efluentes em condomínios é possível e proporciona benefícios

Equipamento produz ganhos econômicos e ambientais ao possibilitar a reutilização da água potável; retorno do investimento se dá em 6 meses

Desde novembro deste ano, o esgoto sanitário doméstico proveniente do condomínio Supremo Family Club, em Lauro de Freitas, conta com um sistema de tratamento capaz de transformá-lo em um efluente qualificado para o reuso na irrigação do jardim e na lavagem de áreas comuns.

Com isso, os cerca de 1.500 moradores dos 380 apartamentos economizam na conta de água e evitam o uso do recurso potável para essas atividades.

A primeira Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do município a realizar o reuso planejado de efluente sanitário doméstico foi implantada pela empresa baiana Clear Water Soluções Ambientais. Batizada de Clearhydro, a tecnologia é do tipo Moving Bed Biofilm Reactors (MBBR), e foi desenvolvida na década de 1980, na Noruega.

“Em certas condições, pode reduzir a poluição hídrica por meio da redução da descarga de efluentes nos rios e lagos. Existem também benefícios econômicos, uma vez que o condomínio tem custos menores, na ordem de 75% de economia, em relação ao consumo de água potável”, destaca o engenheiro Dartagnam Gomes, proprietário da Clear Water.

A ETE, que teve investimento de R$ 160 mil, trata até 150 mil litros de águas servidas (esgoto sanitário doméstico) por dia e faz o reuso do efluente tratado em até 30 mil litros/dia.

“Esse efluente que é tratado por esse tipo de estação não é próprio para o consumo, mas pode ser aproveitado para irrigar jardins, áreas em comum, pátios e equipamentos como playgrounds”, exemplifica Gomes, que antes de abrir a empresa trabalhou durante 27 anos na Embasa.

Melhorias

Segundo o engenheiro, a taxa de retorno do investimento – possível graças à economia de água potável -, é estimada em seis meses a partir do início da operação. O subsíndico do condomínio, Josene Gomes, comemora a chegada da nova estação.

“Já até sentimos uma melhora significativa no cheiro que antes exalava no local. Agora não tem mais. Fora os ganhos para o meio ambiente”, afirma.

No condomínio de Lauro de Freitas são consumidos cerca de 10.000 metros cúbicos/mês de água potável. “Estamos economizando de 3% a 4% em volume como reuso. Isso é um ganho de ordem financeira e ambiental sem precedentes”, ressalta Gomes.

Mercado

Atenta ao mercado baiano, a concessionária privada paulista General Water anunciou recentemente seu ingresso no estado. A empresa tem como foco o abastecimento de água através de captação subterrânea, reuso e tratamento de esgoto, um leque de serviços que também inclui a implantação de estação de tratamento de efluentes, principalmente em nível industrial.

“Também temos interesse em condomínios, mas nosso foco no que diz respeito ao tratamento de efluentes está nas indústrias”, explica Vander Pacheco, um dos quatro sócios da Synergetic, empresa responsável pelas operações da General Water no Nordeste. Os demais são Aristides Neto, Carlos Javier e José de Assis.

Investimento

Pacheco ressalta que o investimento na estação de tratamento de água e esgoto é da própria empresa.

“Ao cliente, cabe apenas o pagamento do volume de efluente tratado e disponibilizado para descarte ou reuso.”

Segundo o empresário, o custo para implantar um sistema desse tipo em nível industrial depende de inúmeros fatores, como metros cúbicos consumidos e proximidade com fontes de energia, mas o valor aproximado é de R$ 2 milhões.

“No que diz respeito ao tempo de construção de uma estação de tratamento de efluentes em um condomínio, entre todas as aprovações necessárias junto aos órgãos competentes, compra de equipamentos, instalação e operação, é mais ou menos seis meses”, estima Pacheco.

De acordo com o site da empresa, que tem instituições financeiras, shoppings centers e redes do setor farmacêutico como alguns dos clientes, os sistemas ofertados pela companhia trataram cerca de 2 milhões de metros cúbicos de esgoto e água reutilizável no ano passado.

Como funciona

O tratamento de efluentes (resíduos domésticos ou industriais provenientes da atividade humana) pode ser compreendido, basicamente, em duas grandes fases: a físico-química e a biológica.

No tratamento físico-químico, há a remoção dos contaminantes através de reações químicas que fazem a separação das fases sólidas e líquidas do efluente. Já o tratamento biológico dos efluentes é realizado por meio de bactérias e outros microrganismos que consomem a matéria orgânica poluente através do processo respiratório.

Em uma ETE convencional, o efluente passa por cinco etapas: pré-tratamento, tratamento primário; tratamento secundário; tratamento do lodo; tratamento terciário – antes de ser devolvido ao meio ambiente ou reutilizado.

Já o tratamento biológico requer o controle da vazão, a recirculação dos micro-organismos decantados e o fornecimento de oxigênio, entre outros fatores, tais como disponibilidade de nutrientes e temperatura. O funcionamento da ETE do condomínio de Lauro de Freitas, por exemplo, pode ser dividido nesses sete passos:

1) Gradeamento: retenção de materiais grosseiros;

2) Desarenador: retenção de materiais suspensos (areia, particulados);

3) Digestor anaeróbio: primeira separação de efluente e manta de lodo com material orgânico pela ação de organismos anaeróbios;

4) Tanque de aeração (MBBR): bombeamento de oxigênio no efluente para neutralizar os organismos anaeróbios;

5) Decantação: retenção de lodos decantados para levá-los novamente ao processo anaeróbio;

6) Desinfecção: controle do número de bactérias antes do lançamento final;

7) Reuso: efluente então é direcionado para o reuso (irrigação de jardim, área de pátios, equipamentos como playgrounds, entre outros.

Todos os efluentes que voltam ao meio ambiente precisam se enquadrar nos parâmetros estabelecidos pela Resolução 357 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), ligado ao Ministério do Meio Ambiente.

 Em vigor desde março de 2005, a norma reclassificou os corpos d’água e definiu novos padrões para o lançamento de efluentes. Ela também prevê pena de reclusão a administradores de empresas ou responsáveis técnicos que não cumpram os parâmetros.

Fonte: SíndicoNet

Tenho um imóvel quitado, posso financiar outro?

Tenho um imóvel quitado, posso financiar outro?

Você já tem um imóvel em seu nome e está a procura de financiamento para o segundo? Confira quais as melhores modalidades para realizar essa nova conquista.

O sonho da casa própria existe na cabeça de muita gente e quando já o alcançou, muitas vezes é natural pensar em outros meios de investir ou até em conquistar um segundo imóvel, seja para o lazer ou para algum projeto profissional.

Mas, será que é possível realizar um segundo financiamento? Qual o cenário ideal para não se afundar em dívidas e evitar encargos? E se eu já tiver quitado o imóvel anterior?

São muitas perguntas e nessa matéria vamos falar exatamente sobre a dúvida de quem já passou por esse processo: Tenho imóvel quitado, posso financiar outro?

A resposta é sim! Porém, existem algumas ressalvas importantes e é preciso que você entenda cada uma delas. Antes de mais nada, como citamos antes, é preciso ter um excelente planejamento antes de assumir a dívida de um financiamento.

O primeiro passo é calcular com exatidão o valor dos seus rendimentos líquidos, o valor dos seus gastos mensais e a sobra desse montante, ou seja, quanto você poderá dispensar para o pagamento desse financiamento. Coloque nesse cálculo as contas obrigatórias, como luz e água, e deixe uma margem para possíveis aumentos, mas faça de tudo para diminuir o valor dessas contas.

Sobre as contas supérfluas: corte-as! Trate o financiamento como prioridade para evitar problemas e endividamentos futuros.

Lembre-se que, mesmo assinando um contrato, o imóvel só é de fato seu quando houver o pagamento da última parcela. Caso ocorra algum contratempo durante o financiamento e exista o atraso ou a tomada do imóvel pela financeira, o cliente pode perder tudo que já pagou até o momento.

1. Programa Minha Casa Minha Vida

Parece meio óbvio que possuindo um imóvel já quitado, qualquer indivíduo pode financiar um segundo imóvel. Porém não é bem assim. Um dos programas mais populares nos últimos anos, o Minha Casa Minha Vida, deu acesso ao sonho da casa própria para muita gente, mas ele possui algumas restrições.

Por exemplo, o programa é exclusivo para quem não possui nenhum imóvel registrado em seu próprio nome, além de servir apenas para moradia. Ou seja, caso você tenha um terreno, uma casa, uma loja, qualquer coisa registrada como sua propriedade, a sua participação no programa não será aprovada.

Veja outras restrições do programa:

– Quem possui nome no Cadastro Nacional de Mutuários, o CadMut.
– Quem possui renda acima de 10 salários mínimos.
– Quem já foi contemplado por programas habitacionais, mesmo que não possua mais o imóvel ou que tenha ocorrido há muitos anos.

Nesses casos, mesmo que seu imóvel já esteja quitado, não será possível realizar um segundo financiamento.

2. Instituições Financeiras

Caso você não faça a opção de participar de um programa habitacional ou não possa participar, é possível procurar qualquer outra instituição financeira e fazer um financiamento.

Nesse caso, é possível até mesmo usar o primeiro imóvel, já que ele está quitado, como garantia desse novo financiamento. A financeira vai precisar avaliar o imóvel em seu nome para aprovar o financiamento.

Porém, ainda temos algumas restrições para esse caso que pedem um pouco mais de atenção. Caso você tenha a necessidade de usar seu FGTS nesse segundo financiamento, saiba que essa alternativa só poderá ser válida se o imóvel que você já possui não estiver localizado na mesma região do imóvel que você deseja adquirir. As regiões dos dois imóveis não podem nem mesmo fazer limite.

3. Financiamento de dois imóveis

E se o seu primeiro imóvel não estiver quitado ainda? É possível entrar em um segundo financiamento?

Na Caixa Econômica Federal isso é possível desde que o banco reabriu o financiamento simultâneo. Além disso, o banco permite que o cliente financie imóveis já usados e não apenas novos. Com isso, o mercado imobiliário fica mais aquecido e as oportunidades de financiamento são maiores do que considerando apenas imóveis novos.

Bom, agora que você já sabe como funciona um segundo financiamento e quais as regras que o impedem, surge a dúvida sobre o que fazer com o imóvel antigo. Se o seu imóvel antigo é para moradia e você investiu em um imóvel para fins comerciais, ótimo! Quer dizer que você se tornou dono do seu próprio negócio.

Porém, se o segundo imóvel também é residencial, você pode considerar alugar o imóvel antigo e aumentar a sua renda mensal ou até revender e investir o valor da venda em uma terceira propriedade ou em um negócio próprio.

Considerando o fato de que nem sempre a nossa primeira aquisição, quando se trata do sonho da casa própria, é realmente tudo que queríamos e até o fato de que as possibilidades financeiras eram outras, você pode se desfazer desse bem e adquirir a casa que de fato sempre sonhou.

Seja qual for sua opção, avalie bem as oportunidades e não se esqueça do planejamento financeiro. Se for se sentir mais seguro, procure auxílio de um profissional especializado no assunto.

Fonte: Imovelweb

Apartamento compacto, varanda espaçosa

Atualmente os novos apartamentos tendem a ter os cômodos menores, centralizando a área de convivência não mais na sala e sim em varandas espaçosas. Confira!

Em apartamentos novos vem se tornando bastante frequente que construtoras reservem um espaço maior para a varanda e compactando assim as demais áreas.

O desafio que surge, nesse caso, é a necessidade de otimizar espaço para não acabar com um espaço ocioso no apartamento novo. Afinal, ninguém quer desperdiçar metros quadrados conquistados com muito suor!

Por sorte, o conceito de varanda gourmet já está bastante disseminado no Brasil e as evoluções dessa proposta oferecem inúmeras possibilidades para aproveitar a área.

Reunimos algumas dicas das tendências de decoração para varanda que nossas arquitetas têm utilizado em vários projetos realizados por nós da Em Canto Meu:

Converter a varanda em um cômodo central

Cada vez mais nos nossos projetos, a varanda tem abrigado a maior mesa de jantar da casa ou até mesmo cozinhas inteiras.

Quando o apartamento é entregue já com pontos de hidráulica e gás na varanda, fica ainda mais fácil!

Dessa forma, a varanda gourmet se torna um cômodo bastante central na casa. E convenhamos, receber os amigos e a família ali, vendo a paisagem e recebendo luz natural, pode ser mais descontraído e relaxante.

Investir em um sofá para a varanda

Sim, você leu bem! Pode ser futon, poltrona ou sofá mesmo. Normalmente, eles atuam de forma complementar à estrutura da sala, e a ideia aqui é a mesma da dica anterior: estimular o uso do cômodo como área social.

O uso do sofá nesse contexto é independente da disponibilidade de área molhada, já que a cozinha pode continuar abastecendo as visitas.

Nesse caso, vale investir em uma cervejeira ou adega para dar mais autonomia ao espaço.

Ah, sempre bom reiterar: em apartamentos pequenos isso também é possível! Para eles, normalmente optamos por soluções modulares ou itens feitos sob medida, que se encaixem melhor no espaço disponível.

Integrar a sala e a varanda

Essa já é moda há bastante tempo. E não à toa, já que é uma excelente alternativa para otimizar o espaço e integrar as pessoas nos diferentes ambientes.

A integração fica ainda mais nítida quando se utiliza o mesmo piso para os dois cômodos, e quando se removem portas e divisórias.

Caso você goste dessa uniformidade, vale considerar usar o piso vinílico ou porcelanato, já que eles conseguem tolerar um pouco mais de umidade e funcionam muito bem para os dois ambientes.

Consultar os universitários

Você não está sozinho! Um profissional consegue te ajudar a avaliar o que é melhor para sua casa, considerando tanto o imóvel, quanto seus hábitos e seu estilo de vida.

Depois de mais de 100 projetos realizados, temos cada vez mais clara a certeza de que embora as tendências ajudem muito, o que importa, de verdade, é que a casa consiga estimular o que há de melhor em você.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Tecnologia se tornou grande aliada na hora de manter a residência segura

Além das medidas tradicionais de segurança, ela é um auxílio especialmente nesta época das férias

Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press

Herlane Meira*

A chegada do período de férias é sinônimo de lazer e tranquilidade. Para muitos, é a época perfeita para realizar a tão esperada viagem com a família. No entanto, algumas pessoas que vão viajar retornam para suas casas com surpresas desagradáveis, como furtos e invasões. Para um passeio mais tranquilo, vale a pena prestar atenção em alguns detalhes que garantem mais segurança à casa que ficará fechada. Medidas simples podem fazer do retorno das férias um momento de alegria, sem sustos ou prejuízos.

Para Rodrigo Paiva, gerente de produtos da D-Link, além das medidas tradicionais de segurança, a tecnologia também se tornou uma aliada na hora de manter a casa segura e vigiada, mesmo que de longe. “A principal ideia é criar situações que mostre que o ambiente está protegido, como luzes acesas, câmeras e avisos de monitoramento, entre outras. A tecnologia entra para facilitar e ajudar as pessoas a ficarem tranquilas durante o período fora de casa”, afirma.

Ele ressalta, ainda, que a tecnologia hoje permite observar o que está ocorrendo em casa a qualquer momento e de qualquer lugar. “O consumidor tem a opção de instalar câmeras em casa de forma interna e externa e observar a segurança do local. Caso não queira ficar dependente de ‘vigiar’ o local onde mora durante a viagem de férias, há também a opção de adotar um sistema capaz de identificar qualquer movimento e acionar o proprietário no mesmo instante, para que as devidas ações sejam tomadas”, destaca Rodrigo Paiva.

Confira algumas dicas para tornar sua casa mais segura nas férias  

- Seja prudente nas redes sociais

Cada vez mais os ladrões pesquisam as redes sociais para escolher suas vítimas. Então, não publique na internet que está saindo ou viajando e tome cuidado para não revelar o endereço de sua residência. Evite dar detalhes de quando estará longe, fotos em tempo real das férias (espere chegar em casa) e também ostentar compras caras. Se realmente quiser expor sua viagem, ajuste a configuração de privacidade das redes sociais para que apenas os amigos vejam suas atualizações e desative as opções de localização.

- Faça com que sua casa pareça habitada

Até mesmo casas vazias podem parecer ocupadas: acender as luzes dá a sensação de que há alguém (a tecnologia de timer ou acesso via internet é indicada nesses casos). Também é válido pedir para um parente ou vizinho pegar a correspondência, deixar sacos de lixo no dia em que a coleta passar e estacionar um carro na vaga de garagem.

- Proteja o perímetro

Instale câmeras de segurança wi-fi na área externa para que os ladrões vejam que a casa é vigiada e exiba placas de companhias de segurança na entrada.

- Reforce as entradas

Não se esqueça de trancar bem as portas – o ideal é usar um trinco de segurança para dificultar qualquer tipo de invasão. As janelas também precisam de cuidados, sendo recomendada a instalação de películas anti-intrusos.

- Cuidado com a segurança interna

Para maior proteção, mantenha seus pertences em um cofre – ou esconda-os muito bem. As câmeras de monitoramento são grandes aliadas nessas horas. Escolha modelos que mostrem ao vivo, no celular, o que ocorre no ambiente e avisem quando algum movimento suspeito for detectado.

Fonte: D-Link

 * Estagiária sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Tendência: Bancada de madeira na cozinha

Conheça os prós e contra e saiba como fazer a sua

Um dos maiores dilemas de quem está reformando e decorando a casa com certeza é sobre a escolha do tampo da pia da cozinha. Granito, Limestone, mármore, quartzo… as opções são muitas, mas se você costuma buscar referências na internet, sabe que elas não param por aí. Os tampos de madeira são uma novidade para o público brasileiro, mas velhos conhecidos do mercado internacional. Ainda não conhece? Veja os prós e contras do material e saiba como incluí-lo na sua casa.

Para começo de conversa, você precisa saber que não é fácil encontrar quem faça esse tipo de balcão no mercado, por isso, talvez você mesmo tenha que colocar a mão na massa para ter um em sua cozinha.

 


(Foto: Reprodução/Pinterest)

 

Foi assim com Fabiano Delmondes, dono do perfil de decoração do Instagram, @ApartamentodeHomem, que criou sua própria bancada após procurar sem sucesso pelo produto.

“Fiz por falta de mão de obra especializada, inclusive sofri certa resistência, muitos por não conhecerem essa tendência até desanimavam e queriam me fazer mudar de ideia. Depois que descobri a simplicidade de confeccionar a bancada, resolvi fazer”, conta ele.

E, segundo ele, mesmo que a madeira necessite cuidados extras, o resultado não gerou nenhum arrependimento.

 


(Foto: Divulgação/@apartamentodehomem)

 

Vantagens e desvantagens

Entre os benefícios dessa escolha, a designer de interiores Camila Casagrande diz que a principal tem tudo a ver com o “faça você mesmo”: “A maior vantagem é a instalação dessa bancada já que é só ter que envernizar/impermeabilizar a madeira para a bancada”.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Esse modelo de balcão também tende a deixar a cozinha mais aconchegante, além de ser uma opção mais econômica: “Faz menos sujeira e agride menos o ambiente já que tanto o eucalipto quanto a teca, as madeiras mais usadas em bancadas, são produzidas através de reservas de reflorestamento”, completa Fabiano.

Já entre as desvantagens o destaque é para a atenção redobrada com as panelas. O ideal é que você opte pela pia de madeira caso não cozinhe tanto, mas preze pela estética do ambiente, pois com utensílios muito quentes e objetos pontiagudos podem danificar a superfície.

Mãos à obra

Se independente das desvantagens você ainda é apaixonado pela pia de madeira, coloque as mãos para trabalhar e faça a sua própria peça com as dicas abaixo.

 


(Foto:Reprodução/Pinterest)

 

A escolha da madeira:

A primeira providência é comprar a madeira, Fabiano Delmondes conta que usou o eucalipto para fazer sua bancada e explica: “Tanto o eucalipto quanto a Teca são madeiras muito resistentes, que com manutenção periódica garantirão a longevidade da bancada”.

O passo a passo:

Depois de escolher a madeira de sua preferência, você precisa pedir que a madeireira corte o painel nas dimensões específicas da sua bancada. Fabiano explica que ele mesmo fez os recortes da cuba, do cooktop e da torneira, mas você pode pedir a um marceneiro, por exemplo.

“A segunda coisa é lixar a madeira, eu comecei com uma lixa de 150 grãos, depois passei para a lixa de 220 grãos e por último a de 320 grãos”, conta o criador do Insta @apartamentodehomem.

“O terceiro passo é a aplicação do verniz marítimo, antes da aplicação é necessário remover todo tipo de partícula sobre a madeira, este processo pode ser feito com um pano levemente umedecido”, continua ele.

Para a aplicação do verniz, você pode usar um pincel de cerdas macias, aplicando o produto sempre na direção dos veios da madeira num movimento constante e linear. Após passadas as 12 horas da primeira demão, lixe novamente a madeira suavemente com a lixa 320. Para as demais demãos não é necessário lixar. Ao todo, você vai precisar passar três demãos do verniz, com intervalo de 12 horas entre elas.

A manutenção:

Camila Casagrande explica que a necessidade de manutenção vai muito da percepção de quem usa a bancada no dia a dia: “Quando começar a mostrar sinais de descascar é ideal reaplicar o verniz marítimo para que não danifique a madeira”, conta ela. Essa renovação do verniz vai garantir que a impermeabilização se mantenha, assim como o filtro solar.

Como combinar:

Você já deve estar convencido de que para uma cozinha ainda mais aconchegante a madeira deve ser o destaque. Mas Camila também indica o estilo rústico como referência: “Apostar numa decoração alternativa com as panelas e frigideiras aparente combinam bastante com o estilo rústico, assim como o ferro e cobre. O uso de ladrilho hidráulico também combina muito com esse”, aconselha ela.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Raio-X da administração condominial

Entenda os principais pontos da administração condominial e como ela é estruturada

Entenda os principais pontos da administração condominial e como ela é estruturada

Gerir um condomínio, você já sabe, equivale a gerir uma empresa de pequeno, médio ou grande porte, dependendo do tamanho do condomínio e suas demandas.

Para ajudar o síndico com todas as necessidades administrativas do condomínio, fizemos um RAIO-X de cinco grandes áreas do condomínio: Financeira, Administrativa, Operacional, Recursos humanos e Jurídica.

“Conhecer bem o funcionamento da parte administrativa do condomínio não pode ser menosprezado pelo síndico. Ele deve entender bem todas as áreas para poder cobrar corretamente da administradora”, argumenta Gabriel de Souza, diretor da administradora Prop Starter.

Área financeira do condomínio

PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA

  • O QUE É: A previsão orçamentária é o coração das contas do condomínio. É aqui que o síndico – com o apoio da administradora, se tiver – planeja como será gasto o dinheiro arrecadado e qual deverá ser a cota do no condomínio para os próximos 12 meses. Deve ser feita com base nos gastos do ano anterior e também levar em conta itens como: inflação do período, inadimplência do condomínio, dissídio dos funcionários, férias e décimo terceiro, e contratos a serem negociados. Além disso tudo, também deve permitir uma folguinha, para que o pagamento das contas não fique apertado.
  • APROVAÇÃO: Feito isso, a previsão deve ser apresentada em assembleia e aprovada pela maioria dos presentes.
  • DICA: Para fazer uma boa previsão orçamentária é fundamental conhecer bem o perfil do empreendimento. Saber quais serviços são indispensáveis, e onde é possível economizar. Também vale pensar em pontos como se algum funcionário será mandado embora no período, projetar a inflação do ano e levar em conta a inadimplência do local.

BALANCETE

  • O QUE É: Trata-se de um demonstrativo financeiro resumido do condomínio e o principal meio para o síndico, conselho e condôminos acompanharem a gestão das contas do empreendimento. Nele, as despesas e receitas são apresentadas e agrupadas em categorias (plano de contas). Deve constar também saldos atuais e anteriores do fundo de reserva ou outros fundos (se tiver), conta corrente, aplicações, etc.; Números e saldos da inadimplência (não deve mostrar os nomes de inadimplentes)
  • TRANSPARÊNCIA: Por isso, os balancetes são tão importantes e estratégicos para dar transparência à gestão do síndico e da administradora. Um bom balancete deve ser de fácil leitura, bem estruturado (plano de contas) e acessível a todos por internet, no portal do condomínio ou site da administradora, na pasta de prestação de contas e também, de forma simplificada, no boleto de pagamento da cota condominial.
  • QUEM FAZ: geralmente são desenvolvidos e disponibilizados pela administradora do condomínio ou diretamente pelo sistema de gestão do condomínio.
  • DICA: Uma forma de checar as contas do condomínio é comparar o que está no balancete com o extrato bancário

PASTA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

  • O QUE É: A pasta de prestação de contas é uma das ferramentas mais fundamentais de uma gestão condominial boa e transparente. É ali que está toda a movimentação financeira do condomínio e documentação comprobatória do que foi feito, como notas fiscais do mês, o que foi pago, o que foi recebido, o que foi acordado entre o condomínio e um inadimplente, possíveis ações judiciais, etc.
  • TRANSPARÊNCIA: É realmente um raio-x do que a gestão executou em um mês e um ótimo recurso para o síndico e conselheiros acompanharem de forma mais aprofundada a transparência da gestão afim de evitar fraudes e desvios.
  • FORMATO: A pasta pode ser tanto física, com os documentos originais anexados, ou virtual, como já tem acontecido em diversas administradoras.

Área Administrativa do condomínio

OBRIGAÇÕES

  • IMPORTÂNCIA: A gestão de condomínios vem se tornando cada dia mais complexa. Todo ano são aprovadas novas Leis, surgem novas regulamentações, a burocracia não pára de aumentar, os prazos mudam, etc. etc., e com isso a responsabilidade do síndico aumenta proporcionalmente. Veja abaixo as principais obrigações do condomínio:
  • ENCARGOS: o condomínio deve pagar contribuições como PIS/COFINS, CSLL, ISS e INSS sobre funcionários e contratação de fornecedores. É muito importante que o síndcio verifique se esses pagamentos realmente estão sendo feitos
  • INSS DO SÍNDICO: se houver remuneração ou isenção para o síndico, o condomínio deve recolher 20% do valor referente ao INSS.
  • IMPOSTO DE RENDA: o condomínio não paga e nem declara imposto de renda. Deve, apenas, reter na fonte e declarar, todo ano, o imposto de renda retido de seus funcionários. Se o síndico é isento ou remunerado, deve declarar esse benefício no seu imposto de renda, assim como os condôminos devem declarar caso haja ganhos com a locação de áreas comuns ou para antenas de operadoras, por exemplo.
  • CERTIFICAÇÃO DIGITAL: é uma obrigatoriedade desde 2012 para síndicos. Apenas com ela é possível acessar o canal ”Conectividade Social”da Caixa Econômica Federal e, assim, manter em dia informações referentes aos funcionários do condomínio.
  • E-SOCIAL: é um canal que irá integrar o envio de informações para o INSS, Receita Federal e Ministério do Trabalho. Deve entrar em vigor e se tornar obrigatório para condomínios a partir de julho de 2018 para todos os empregadores do país
  • NORMAS REGULAMENTADORAS: O condomínio tem uma gama de NRs para seguir, que atestam que há condições de trabalho e segurança e saúde para quem trabalha no local, como NR5 – CIPA, NR06 -EPI, NR07 – PCMSO, NR09, NR 10, NR 23.
  • AVCB e BRIGADA DE INCÊNDIO: O prazo do AVCB – Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros varia de acordo com a aprovação do Corpo de Bombeiros. Normalmente costuma ser de 3 anos para condomínios residenciais e 2 anos para condomínios comerciais, mas pode variar dependendo do estado. Há também obrigações quanto ao treinamento de brigada de Incêndio e manutenção dos equipamentos contra incêndio.
  • SEGURO: O seguro do condomínio é de extrema importância e sua contratação é obrigatória por lei, segundo artigo 1.346 do Código Civil. Ele dá a segurança de que mesmo quando algo der errado, o prejuízo será o menor possível.

DADOS E DOCUMENTAÇÃO

  • CONDÔMINOS: Ter os dados cadastrais dos condôminos em dia é uma tarefa árdua, porém fundamental, de todo condomínio. Só assim a administração consegue agir com segurança e de forma correta ao realizar cobranças, enviar notificações, protestar inadimplentes, etc.
  • PLANTAS: também é importante que o condomínio tenha cópias das suas plantas elétricas, hidráulicas, das unidades, vagas na garagem e áreas comuns.
  • REFORMAS: além da documentação de todas as reformas feitas nas áreas comuns, também é muito importante ter o plano de obra e ARTs das reformas realizdas nas unidades, principalmente após a NBR 16.280.
  • FUNCIONÁRIOS: Ter um cadastro dos funcionários também é fundamental, sejam eles próprios ou terceirizados.
  • DOCUMENTOS: Confira aqui uma lista com os principais documentos que fazem parte da administração de um condomínio e o tempo que devem ser arquivados

ASSEMBLEIAS

  • O QUE É: Em condomínio, praticamente tudo é decidido a partir das assembleias. Nesses encontros, a comunidade se junta para decidir a aprovação de contas, a necessidade de uma obra, e até quem será o próximo síndico do local. Vale ressaltar que as decisões conferidas em assembleia não podem contrariar a legislação.
  • CONVOCAÇÃO: São convocadas conforme as regras da convenção do local. Todos os condôminos devem ser convocados, deve-se contar com uma pauta, de forma que os participantes conheçam, antecipadamente, os temas que serão discutidos no encontro.
  • QUÓRUNS: Segundo a legislação, todas as votações devem respeitar um quórum determinado.
  • ATA: Após o fim do encontro, deve-se fazer uma ata sobre o que foi decidido na assembleia.
  • DICA: Para votações mais complexas, é recomendável antecipar o assunto aos condôminos – no portal do condomínio, por exemplo – a fim de promover um debate pévio e afinar a discussão para tornar a assembleia mais objetiva.

COMPRAS

  • O QUE É: O processo de cotação e compra de produtos e serviços para condomínios merece atenção. Se realizado com critérios e regras claras, ajuda a evitar desperdícios, gastos excessivos e desgastes para o síndico.
  • REGRA: É sempre importante que haja pelo menos três orçamentos para qualquer serviço ou item que o condomínio precise. Porém, se for algo que custe mais do que R$ 10 mil, pode valer a pena orçar com mais empresa.
  • CUIDADOS: Usar unicamente o criério de preço, principalmente ao cotar e contratar serviços, é um dos principais erros dos condomínios. Quase sempre, “o barato sai caro”.
  • ADMINISTRADORA: A administradora geralmente ajuda não apenas com os orçamentos, mas também com a análise e comparação dos mesmos. A empresa também pode ajudar a analisar o contrato, para que se tenha certeza de que o documento formaliza o que havia sido combinado previamente.
  • OBRAS DE GRANDE PORTE: Contratação de obras de grande porte merece atenção e deve-se tomar cuidado com o quórum correto para aprovação da mesma. Geralmente, também exigem um acompanhamento especial.
  • CONTRATOS VIGENTES: Saber o quanto vale o serviço prestado ao condomínio é fundamental. Só assim é possível saber se o que se paga é justo – ou se há margem para negociar com o fornecedor em questão.

GESTÃO E CONTAS A PAGAR

  • MALOTES: Em condomínios, apesar de os documentos estarem cada vez mais digitalizados atualmente, o envio e recebimento de malotes com notas fiscais, recibos de fornecedores e outros documentos ainda é constante. A administradora é uma grande aliada do síndico para cuidar de todos os trâmites e logísticas relacionados a isso.
  • CONTAS A PAGAR: Gerir o pagamento de contas e fornecedores também é um papel que pode ser gerenciado pela administradora.
  • GESTÃO: Um bom sistema de gestão condominial é essencial para realizar o controle de todos os gastos, receitas, contas a pagar, obrigações, etc. Além disso, é fundamental para gerar transparência à gestão do síndico e da administradora.

Área operacional do condomínio

MANUTENÇÃO

  • LEGISLAÇÃO: Cuidar bem das áreas comuns do condomínio é algo tão importante que está descrito no Código Civil como uma das atribuições do síndico, como se lê no art. 1.348: V – diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores;
  • IMPORTÂNCIA: Vale lembrar que é através de uma boa manutenção que o empreendimento fica valorizado e seguro, uma das principais exigências atuais dos condôminos que elegem o síndico.
  • INSPEÇÃO: O primeiro passo de uma boa manutenção é realizar periódicamente uma inspeção predial. Isso pode ser feito de uma maneira mais informal e rotineira pelo zelador  e, sempre que necessário, por um especialista, de forma mais técnica e formal. É através dessa inspeção que o síndico conseguirá fazer um mapeamento das demandas e planejar uma programação de manutenção preventiva.
  • PREVENÇÃO: Manutenção preventiva é sempre a melhor e mais barata opção quando comparada à manutenção corretiva.
  • ZELADOR: O zelador deve ser um grande aliado do síndico, auxiliando-o a gerenciar as demandas e aplicar a programação de manutenção preventiva.
  • RISCO DE VIDA: As áreas mais críticas da manutenção condominial são aquelas que geram risco à vida dos moradores, como: elevadores, instalações de gás, playgrounds, para-raios, AVCB, equipamentos de segurança, instalações elétricas, obras e reformas nas unidades e áreas comuns, etc.
  • NORMAS: A manutenção do condomínio também exige atenção ao cumprimento das Normas Regulamentadoras relacionadas a diversos equipamentos e áreas do condomínio.
  • CLÁUSULAS DE SLA: Para contratos de manutenção, é sempre válido exigir cláusulas de SLA (Service Level Agreeement) à empresa contratada. Isso garante, em contrato, os prazos de atendimento em caso de ocorrências.
  • VAZAMENTOS: É fundamental que o síndico, com auxílio do zelador, acompanhe de perto as instalações e contas para identificar possíveis vazamentos ou infiltrações que ocasionem desperdício de água e dinheiro.
  • ENERGIA: da mesma forma, a atenção deve ser resobrada para também identificar possíveis vazamentos e fugas de energia.

LIMPEZA

  • IMPORTÂNCIA: O condomínio estar sempre limpo é algo que valoriza o patrimônio e todos esperam da administração condominial.
  • GERENCIAMENTO: As regras de como a limpeza deve ser feita devem ser passadas pelo zelador para os funcionários de limpeza, em caso de funcionários próprios. Caso sejam terceirizados, o síndico ou zelador explica as necessidades do condomínio para um supervisor e, ele, para o colaborador que ficará no condomínio.
  • CUIDADOS: É fundamental que os profissionais tenham instrumentos de trabalho em bom estado para executar suas funções. O zelador deve sempre cobrar o uso de EPI’s quando necessário

FUNCIONÁRIOS

  • IMPORTÂNCIA: São os colaboradores quem fazem o condomínio funcionar. Desde abrir o portão até checar por infiltrações no telhado, são eles que mantem o local como aquela coletividade deseja.
  • GERENCIAMENTO: Os funcionários devem ter funções e procedimentos claros para seguir. Os mesmos devem ser sempre passados pelo síndico, através do zelador.
  • RELACIONAMENTO COM MORADORES: Os condôminos não devem dar ordens ou sugestões diretas aos funcionários. Qualquer crítica ou sugestão deve ser encaminhada ao síndico diretamente.
  • EPI: Normalmente, em condomínios é preciso EPI (Equipamento de Proteção Individual) para faxineiros (luvas, botas e máscaras para evitar contato direto com lixo e produtos químicos de limpeza) e para o funcionário que trata a piscina (o mesmo EPI para evitar contato com produtos químicos)
  • TERCEIRIZADOS: No caso de funcionários terceirizados, as obrigações e orientações acima são as mesmas. O que muda é que as orientações são passadas do condomínio para um supervisor da empresa, e desse, para quem trabalha no condomínio.

CONDÔMINOS

  • COMUNICAÇÃO: Ter uma boa comunicação com os condôminos é parte integrante de uma boa administração. Aposte em comunicados, circulares e na tecnologia. Uma boa ferramenta para o síndico pode ser um portal para o condomínio.
  • CONFLITOS: Conflitos em condomínios são bastante comuns. Muitas vezes podem ser uma parte desafiadora da gestão. Porém, é importante que se saiba que o síndico e a administradora só têm obrigação de entrar no circuito caso seja um problema coletivo.
  • ANTISSOCIAL: Caso haja um condômino que reiteradamente cause problemas para a coletividade, ele pode ser considerado antissocial.
  • ATENDIMENTO: É importante que os condôminos saibam como agir e a quem recorrer, sempre. Um canal de comunicação com o síndico, seja portal do condomínio, e-mail, telefone ou whatsApp, assim como um horário de atendimento periódico é sempre muito importante para os moradores.

Recursos Humanos do condomínio

OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS

  • LEGISLAÇÃO: Assim como visto mais acima no item sobre encargos, o condomínio não é diferente de nenhum outro empregador do país e deve seguir à risca o que manda a legislação trabalhista.
  • REFORMA TRABALHISTA: Com a reforma trabalhista, o condomínio ganhou novas modalidades de contratação e demissão de funcionários, por exemplo.
  • ENCARGOS: Um ponto que deve ser acompanhado de perto pela gestão do condomínio é o pagamento dos encargos trabalhistas e previdenciários dos funcionários - sejam eles próprios ou terceirizados. O ideal é que essa checagem seja feita a cada três meses, no máximo
  • CUIDADOS: Acompanhar se os funcionários recebem pontualmente, se as horas-extras estão sendo pagas, assim como outros benefícios é essencial. Caso isso não esteja acontecendo, é importante questionar a administradora e/ou a empresa terceirzadora de mão de obra sobre o motivo dos atrasos

CONTRATAÇÃO E DEMISSÃO

  • IMPORTÂNCIA: Os funcionários são a espinha dorsal do condomínio. É preciso muito cuidado na hora de escolher quem irá trabalhar no empreendimento.
  • QUEM FAZ: A contratação e demissão de funcionários do condomínio é uma prerrogativa do síndico. É aconselhável que o mesmo, porém, só faça isso sem apoio assemblear caso a decisão não impacte no caixa do condomínio.
  • ERROS COMUNS: Não checar antecedentes e referências, fazer o processo com pressa e não contar com a ajuda de um especialista, seja uma administradora ou profissional de recursos humanos são os erros mais comuns.
  • ADMINISTRADORA: Em caso de funcionários próprios, a contratação costuma ser feita pela administradora e referendada pelo síndico – assim como as demissões.
  • TERCEIRIZADA: Quando a mão de obra é terceirizada e o síndico não está satisfeito com o trabalho de algum dos colaboradores, ele pode pedir à empresa que coloque outra pessoa na vaga em questão

TERCEIRIZADOS

  • O QUE É: Quando o condomínio opta por não ter funcionários próprios, é uma empresa terceirizadora de mão de obra quem provê os colaboradores para o local
  • GERENCIAMENTO: A empresa fica responsável pela gestão da mão de obra, desobrigando a síndico a resolver problemas como escala de funcionários, férias, faltas e atrasos.
  • CO-RESPONSABILIDADE: A escolha por esse tipo de modalidade, porém, não isenta o síndico, com a ajuda da administradora, de acompanhar de perto o pagamento de encargos trabalhistas, como citado acima.

ESCALAS e FOLHA DE PAGAMENTO

  • ESCALA OTIMIZADA: O maior investimento do condomínio, todos os meses, é com seus funcionários. São eles, também, quem cuidam do local. Por isso, é fundamental que os colaboradores sejam bem geridos e os custos otimizados. Um indício de que um bom trabalho está sendo feito é uma boa escala que elimine horas extras desnecessárias.
  • FOLHA DE PAGAMENTO: As principais responsabilidades da área de recursos humanos do condomínio são: Admissão, contratação, gerenciamento e treinamento dos funcionários; Cuidar de demissões quando necessário; Fazer a folha de pagamentos; Cuidar para que a legislação trabalhista e previdenciária seja seguida

Área jurídica do condomínio

  • IMPORTÂNCIA: Este setor da administraçao condominial envolve o cuidado para que o condomínio esteja sempre dentro da lei, evitando problemas hoje e no futuro. Todas as outras áreas do condomínio devem ter respaldo jurídico em suas ações. Seja na relação com moradores, ao calcular horas extras, assinar um contrato ou gerenciar o dinheiro do condomínio.
  • COMPETÊNCIAS: As principais atribuições da área jurídica em condomínios são: Enviar notificações para condôminos; Orientar a equipe diretiva no sentido das decisões tomadas em assembleia; Preparar pareceres jurídicos e dar assessoria sobre temas diversos que interessem ao condomínio; Mover ações jurídicas e representar o condomínio na esfera jurídica quando necessário.
  • COBRANÇA: Importante ressaltar que há diversos serviços cobrados à parte quando se trata de cobrança de inadimplentes. Serviços como emissões de notificaçòes extra-judiciais e judiciais, ação e acompanhamento de cobranças judiciais de inadimplentes, entre outros.
  • EXTRA-JUDICIAL: Outra atribuição da área é colaborar na cobrança extra-judicial, enviando cartas para aqueles que estejam com os pagamentos atrasados.
  • AÇÕES JURÍDICAS: Não são só ações contra os inadimplentes que o condomínio enfrenta. O mesmo pode passar por um processo trabalhista, cível, tributário, ambiental, entre diversas outras esferas. A área jurídica da administradora deve estar sempre pronta a oferecer um aconselhamento legal para o síndico. Esse tipo de acompanhamento também é, geralmente, cobrado à parte
  • CONTRATOS: A apreciação de contratos pela área jurídica é fundamental, principalmente quando se trata de grandes valores. Dessa forma, fica claro que o que está no contrato contempla não apenas as necessidades do condomínio, mas também que o que estava no orçamento será cumprido em termos de prazo e qualidade
  • CONFLITOS: A área jurídica também pode ajudar nos conflitos envolvendo condôminos. O uso de mediação e conciliação em conflitos no condomínio nem sempre envolve advogados, mas pode ser uma boa alternativa.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Débito condominial: Desconto de encargos para inadimplentes

Síndico não deve deixar de cobrar juros, multa e correção monetária

Síndico não deve deixar de cobrar juros, multa e correção monetária

O síndico do condomínio pode perdoar ou oferecer desconto ao condômino devedor do pagamento de juros, multa e correção monetária?

Essa é uma situação bastante comum em condomínios. O síndico vê a possibilidade do condomínio receber um montante que lhe é devido, mas, ao negociar com o inadimplente, esse não gostaria de pagar juros, multa, correção monetária e débitos advocatícios.

Essa situação não é legalmente aceita, uma vez que o síndico não é o dono daquele dinheiro, e sim, toda a coletividade.

Nesse vídeo, o especialista Zulmar José Koerich Junior explica os motivos pelos quais o síndico não deve conceder tais descontos.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Inspiração para o Natal: mesa rosé gold

É possível dar um toque especial na hora de decorar

O rosé gold foi um dos queridinhos de 2017! O tom, que pode ser combinado com outras cores ganhou o coração dos apaixonados por decoração, e não poderia ficar de fora agora nas festas de fim ano. Afinal, quem foi que disse que Natal tem que ser apenas vermelho, verde e dourado, não é mesmo?

Por isso, o ZAP em Casa, em parceria com o Pinterest selecionou algumas inspirações de decoração de mesa rosé gold que fogem do tradicional e podem deixar tanto sua noite de Natal, quanto de Ano Novo ainda mais bonita. Confira.

 

 

rosé gold
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosé gold
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosé gold
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosé gold
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Espaço gourmet torna-se ponto de encontro das festas em casa

Não sabe ainda onde passar as festas de final de ano? Que tal em casa, aproveitando a família e os amigos, criando um espaço gourmet? Confira essa dica.

É cada vez mais comum que as varandas e áreas externas das residências tornem-se um ponto de encontro de seus moradores. Esses espaços, onde encontram-se a maioria das possibilidades de lazer de uma residência (como churrasqueira, espreguiçadeiras e até piscinas), aos fins de semana e momentos de folga são os preferidos de toda a casa.

Com a proximidade das festas de final de ano, essa prática torna-se ainda mais comum. Para quem não está disposto a enfrentar aeroportos lotados ou horas de trânsito para viajar nas comemorações de Natal e Ano Novo, ficar em casa e chamar família e amigos para uma pequena comemoração pode ser uma das melhores saídas.

Isso pois, como já dissemos anteriormente, esses espaços podem proporcionar atividades de lazer e descanso que são ótimos para reuniões em que as conversas fluam, as memórias do ano que termina sejam lembradas e os desejos para o ano que se inicia sejam feitos.

Mas antes de chamar toda a família para comemorar, é preciso organizar o local.

Uma dica simples, mas que vale bastante tanto para a decoração, quanto para a disposição e organização dos espaços gourmets, é saber qual é a intenção de uso do mesmo.

Uma tendência que vem crescendo é a união de ambientes. Muitas pessoas vêm aproximando cada vez mais a sala de jantar das varandas, para que a hora da refeição, seja café da manhã, almoço, ou jantar, tenha um clima diferente. Isso fará com que a ceia típica das festas de fim de ano também entre no clima da decoração, fazendo com que uma disposição simples dos alimentos, torne-se um banquete.

Um ótimo exemplo são os empreendimentos da Villela e Carvalho que, desde o planejamento, contam com um espaço que proporcionará ao seu morador a liberdade na divisão e disposição de ambientes. No V&C 110 EXPERIENCE é possível visualizar isso perfeitamente.

E, aproveitando que a sala de jantar pode ser trazida praticamente para o lado de fora da casa, que tal deixar o espaço da churrasqueira com uma decoração personalizada e que pareça com uma minicozinha? Isso, além de deixar o ambiente mais charmoso e completo, facilitará os eventos que irão utilizar esse espaço, pois não será mais necessário ficar saindo e entrando da residência para trazer elementos da cozinha, por exemplo.

Para criar um clima mais harmônico, aposte também em grandes janelas ou portas de vidro que darão a impressão de amplitude ao seu espaço gourmet, além de áreas verdes que tenham plantas diversas e até mesmo, uma mini horta vertical.


Mas claro, não esqueça de investir em materiais resistentes, tanto nos revestimentos quanto nos móveis. Isso irá garantir maior durabilidade na decoração do seu ambiente.

* Fundada em junho de 1968, na capital federal, pelo arquiteto e empreendedor Creso Villela a Construtora Villela e Carvalho tem como filosofia garantir a qualidade nos mínimos detalhes, da concepção à conclusão, com um olhar treinado para entregar o imóvel que dos sonhos aos seus consumidores.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Cuidados na contratação de porteiros, zeladores,..

Funcionários do condomínio são peças chave para a segurança dos moradoresFuncionários do condomínio são peças chave para a segurança dos moradores

Especialistas não se cansam de afirmar que os funcionários do condomínio são peças chave para a segurança dos moradores. Essa consciência está se firmando em um mercado cada vez mais competitivo e os profissionais já buscam se preparar melhor.

Mesmo assim, conseguir um funcionário bom e de confiança, não é nada fácil. Esse desafio pode ficar um pouco mais simples se o contratante tiver em mente que será necessário ter disposição e paciência para procurar e investigar.

E isso vale também para condomínios que trabalham com empresas terceirizadas. Neste caso, a atenção deve ser voltada à empresa contratada, à sua idoneidade e experiência de mercado, já que encontrar um bom funcionário passa a ser responsabilidade dela.

Vale ressaltar também que o trabalho não termina após o processo de contratação, é necessário estar sempre atento à gestão dos funcionários e fazer uma checagem de rotina.

No caso de mão de obra terceirizada:

  • Conversar com os próprios funcionários da empresa. “Pergunte se há ou não atraso no pagamento, se os donos são honestos, se estão felizes em trabalhar para aquela empresa”, avisa Hugo Tisaka, consultor em segurança.
  • Conversar com pelo menos três outros clientes da empresa. Saber se estão contentes com os serviços prestados.
  • Visitar a sede da empresa.
  • Pedir certidões negativas de débito.
  • Perguntar como é feita a contratação e supervisão de seus funcionários. José Antonio Caetano, diretor comercial da empresa Hagana que presta este tipo de serviço há mais de 10 anos, diz que seus supervisores passam diariamente nos postos de trabalho. Eles verificam, entre outros assuntos, se o funcionário: chegou atrasado, está com algum problema, seu estado emocional, se precisa passar por uma consulta com a psicóloga da empresa.
  • Desconfiar das empresas que têm alta rotatividade de funcionários.
  • Desconfiar das empresas que cobram muito barato.
  • Todo mês o síndico deve exigir da empresa a seguinte documentação: fundo de garantia, guia do recolhimento do ISS, INSS, cópias das folhas de pagamento dos funcionários.

Contratação e checagem

Os cuidados (abaixo) na contratação e checagem dos funcionários são os mesmos para quem terceiriza ou não. Quem terceiriza não é responsável por esta checagem. Mas, tem obrigação de cobrar da empresa os procedimentos que ela adotou durante a contratação. As mesmas medidas de segurança também valem para funcionários antigos.

Como fazer a checagem dos funcionários

  1. Pedir Atestado de Antecedentes Criminais anualmente. Veja abaixo alguns sites que fornecem o atestado em diferentes regiões do Brasil (veja links logo abaixo).
  2. Pedir certidão negativa de pendências anualmente, em qualquer agência da Serasa. O site www.serasa.com.br disponibiliza endereços de todas as agências no Brasil. Terceiros podem pedir esta certidão se forem pessoas jurídicas e clientes da Serasa. Pessoa física somente com procuração.
  3. Pedir referências nos trabalhos anteriores, procurar saber o motivo do desligamento.
  4. Pedir comprovante de residência e ir pessoalmente até a casa da pessoa. Isto deve ser feito a cada seis meses. Segundo Caetano, esta medida é muito importante: “quem está mal intencionado não permite esta visita”.
  5. Investigação social: conversar com vizinhos, amigos e familiares.
  6. Consulta psicológica anual.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Como usar o estilo industrial na sua decoração

Quer dar um toque bem bacana à decoração? Então veja como usar o estilo industrial no seu lar, ampliando todos os ambientes

Se você tem um jeito descolado de viver e já está cansado da decoração tradicional, o estilo industrial pode ser o que faltava na sua decoração casa. Ao mesmo tempo rústico e original, ele surgiu em Nova York entre os anos 60 e 70, quando os antigos galpões de fábricas começaram a ser utilizados como moradia pelos artistas americanos.

Logo a moda pegou e se transformou em sinônimo de bom gosto, se espalhando pelo resto do mundo. No entanto, se antes ele estava restrito aos lofts, com alguns truques de decoração, hoje o estilo industrial pode ser reproduzido em qualquer moradia.

Claro que se estruturalmente o imóvel já tiver algumas características, como pé direito alto, claraboias, ou grandes janelas, melhor ainda! E para te ajudar nos mínimos detalhes, preparamos algumas dicas de decoração para você deixar sua casa no melhor estilo industrial de um jeito moderno e descolado.

Luminárias rústicas e fiação a mostra

Uma das maiores características da decoração industrial é a iluminação, que tende a ter lâmpadas em tons amarelados para sua composição. E, falando nisso, os pendentes, luminárias e lustres utilizados nesse tipo de decoração têm geralmente modelos parecidos e que remetem aos utilizados em galpões, com formatos mais rústicos e geométricos.

E não se preocupe quanto a fiação! Em decorações com temas industriais uma constante são os pendentes com fiação longa e mais aparentes do que o normal.

Paredes nuas, charme e originalidade do estilo industrial

Se o ambiente for pequeno, a dica é pintá-los com uma camada rala de tinta branca, tirando o excesso com um pedaço de pano. Assim eles ficam mais leves, dando a sensação de amplitude ao ambiente, mas mantêm a pegada industrial.

Mas como fazer se o apartamento for novo ou zero quilômetro? Nesse caso, você também tem vários recursos que podem ser usados na decoração casa sem problema. Um deles é usar uma pintura que proporcione um visual semelhante ao do concreto, por exemplo.

Você também pode optar por revestimentos que imitem madeira ou o próprio tijolinho aparente, como os papéis de parede 3D, por exemplo, ou colocar ladrilhos hidráulicos antigos.

Mas lembre-se: se o ambiente for pequeno opte pelos tons claros, que dão a sensação de amplitude.

Integre ambientes para aumentar a sensação de loft

Como o estilo industrial nasceu dos lofts, procure integrar ambientes para reforçar a decoração casa. Mas cuidado, não vá derrubar paredes estruturais.

Pegue a planta da casa, contrate um arquiteto ou engenheiro e analise com ele direitinho todas as opções sem prejudicar a estrutura da casa ou apartamento, é claro.

Um exemplo de projeto que une referencias industriais é o dos apartamentos da A.Yoshii Engenharia. Nos empreendimentos localizados em Curitiba, a sala de jantar é integrada com a sala de televisão e as portas e janela de vidro dão o ar de amplitude unindo esses dois ambientes com a varanda.

Se for possível, aumente o tamanho das janelas, favorecendo a entrada de luz natural.

Escolhendo móveis e objetos para a decoração industrial

Agora é a hora de rechear sua nova casa com decoração industrial e, para isso, escolher os móveis e objetos certos é fundamental.

O toque está na sustentabilidade, por isso use e abuse de objetos reciclados. Podem ser cadeiras de ferro enferrujadas, mesa de centro ou de jantar feita de pallets, até galões de óleo como bar ou mesa de apoio.

Se você gosta de objetos de arte, invista nos quadros grandes, que têm tudo a ver com a decoração industrial. Se quiser ser ousado de verdade e também muito original, grafite uma das paredes. Aquela atrás do sofá fica sensacional toda grafitada.

Ferro, madeira e texturas reforçam o estilo industrial

Como a ideia é deixar a casa com um ar de fábrica antiga, usar ferro oxidado ou escovado fica perfeito na decoração apartamento. Use tanto em móveis (mesas e cadeiras, por exemplo) como em objetos e acessórios (pés de abajures, lustres, e objetos decorativos).

Itens de madeira também são bem-vindos, principalmente as mais pesadas e pouco tratadas. O acabamento muito certinho não é o forte do estilo industrial, então aposte na rusticidade. E fica a dica: para dar um toque mais alegre ao ambiente, pontue com cores fortes.

De uma forma geral, pense no equilíbrio. Esse tipo de decoração é marcante, favorecendo a convivência de elementos bem modernos com outros retrô da decoração industrial. O ambiente fica leve e totalmente personalizado.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Pets no condomínio, saiba quais as regras seguir

Segundo o advogado, condomínios podem impedir animais nas dependências do prédio.

Carla Ramalho resolveu comprar a cachorrinha Laila há dois anos. A chegada do pet fez a alegria da dona, mas os vizinhos não gostaram muito da ideia de ter a pinscher no prédio.

A maioria das reclamações eram os latidos e possibilidade de mau cheiro que Laila poderia causar. Entre as posições defendidas pelos vizinhos, estava que o regimento interno do prédio não permitia animais.

Laila precisou ser educada às regras do condomínio (Foto: Arquivo pessoal )

Laila precisou ser educada às regras do condomínio (Foto: Arquivo pessoal )

“Quando me falaram isso foi uma semana após eu comprar. Fiquei muito chateada, já que moro sozinha. Resolvi conversar na reunião de condomínio, pedi uma tolerância, paguei um adestrador, disse que me comprometeria em deixar ela na casa da minhã mãe durante o horário de trabalho e que cuidaria muito da limpeza do meu ‘ap’ e que ela não frequentaria as áreas comuns do prédio”, disse.

Adaptação

Todas as regras assumidas por Carla levaram os moradores do prédio a terem uma pequena resistência aos pets. Porém, cerca de um mês depois, outro vizinho também arrumou um cachorro, e atualmente, dois anos após o início de toda a história, são incontáveis os pets no condomínio onde ela mora, no Bairro Cidade Nova, em Santana do Paraíso (MG).

“Foi uma questão de adaptação. Os filhos dos meus vizinhos começaram a querer também, ai foi crescendo o número. Hoje eles podem andar pelo prédio e pelas áreas comuns, claro que com os donos cuidando da limpeza e para que não haja um incômodo dos vizinhos que ainda tem resistência”, concluiu.

Regras

O advogado Tiago Gomide alerta que os condomínios podem sim restringir os animais nos condomínios, mas que o direito deve valer para todos e que a via utilizada por Carla de cuidar do caso de forma diplomática é a melhor das opções.

“Pode haver o impedimento sim. Desde que este valha para todos os condôminos. A convenção de condomínio deve valer para todos, igualitariamente”, disse.

Nos condomínios que já permitem animais, o dono deve ter cuidados para evitar problemas com os demais condôminos. “Não deixar os animais soltos de modo que estes perturbam os vizinhos, vaciná-los e tomar cuidado com a sujeira na área comum”, completa o advogado.

Tiago afirma ainda que as pessoas que não tem animais e se sintam incomodados com a presença dos pets tem o direito de reclamar. “Normalmente os vizinhos vão reclamar ao síndico, que tem obrigação de advertir ao infrator das regras do condomínio. Persistindo as infrações, conforme regra de cada condomínio, que pode variar, pode ser aplicada uma multa a ser revertida para a coletividade”, conclui.

Regras

O advogado Tiago Gomide alerta que os condomínios podem sim restringir os animais nos condomínios, mas que o direito deve valer para todos e que a via utilizada por Carla de cuidar do caso de forma diplomática é a melhor das opções.

“Pode haver o impedimento sim. Desde que este valha para todos os condôminos. A convenção de condomínio deve valer para todos, igualitariamente”, disse.

Nos condomínios que já permitem animais, o dono deve ter cuidados para evitar problemas com os demais condôminos. “Não deixar os animais soltos de modo que estes perturbam os vizinhos, vaciná-los e tomar cuidado com a sujeira na área comum”, completa o advogado.

Tiago afirma ainda que as pessoas que não tem animais e se sintam incomodados com a presença dos pets tem o direito de reclamar. “Normalmente os vizinhos vão reclamar ao síndico, que tem obrigação de advertir ao infrator das regras do condomínio. Persistindo as infrações, conforme regra de cada condomínio, que pode variar, pode ser aplicada uma multa a ser revertida para a coletividade”, conclui.

Fonte: https://g1.globo.com/

Faça Você Mesmo: Jardim Suspenso

Faça Você Mesmo: Jardim Suspenso

Você que gosta de DIY (ou, Faça Você Mesmo) irá adorar a dica que daremos agora para fazer o seu próprio jardim suspenso para decorar ambientes.

Não importa se você tem muito ou pouco espaço em casa, sempre tem um cantinho no qual poderia usar um pouco de cor e elementos da natureza para deixar o astral ainda mais bacana, não é mesmo?

E foi com essa proposta que o pessoal do Decoradornet dividiu com a gente o passo-a-passo desses vasinhos suspensos lindos que trazem o verde sem roubar nenhum espaço da casa

Seguindo o tutorial a seguir você criará um jardim suspenso fácil e barato que vai deixar sua casa ainda mais linda!

Dica especial: Use espécies de suculentas, que são plantinhas com mais resistência e que precisam de menos água para sobreviver. Assim você nunca vai ter água pingando pela casa.

Você vai precisar de: barbante colorido (com cores neon), canudos flexíveis coloridos, tesoura e vasinhos brancos.

1) Corte 8 pedaços iguais do barbante neon. Eles podem variar de 90cm à 1,50m de acordo com a altura que você deseja os vasinhos.

2) Faça um nó juntando todos os fios há mais ou menos 5 cm do final. Esse rabicho que sobra é o charme da peça

3) Separe os fios em quatro pares, deixando o nó que une todas as pontas apoiado.

4) Corte 4 canudos logo acima da parte flexível, de forma que você fique com tubo reto (a parte que vai na boca).

5) Em seguida, corte esses 4 tubos menores ao meio, de modo que você ficará com 8 tubinhos de + ou – 2 cm cada.

6) Passe cada um dos 8 fios por dentro de um dos tubos menores.

7) Em seguida, una os fios já com os tubinhos em pare e amarre com um nó justo.

8 ) Corte mais 8 canudos logo acima da parte flexível, criando tubos de +ou- 4 cm cada. Em seguida, passe cada fio que restou depois dos nós por dentro de um dos tubos.

9) Na hora de amarrar, separe um fio de cada par anterior e junte-os com um nó justo. Dessa maneira se formação quatro losangos!

10) Repita o corte de 8 canudos logo acima da parte flexível. E em seguida, passe cada um dos fios soltos em um dos tubos.

11) Repita a amarração justa acima dos tubos, formando mais 4 losangos.

12) Pronto! Você já tem a base do seu jardim suspenso prontinha para receber o vasinho que você escolheu

13) Encaixe o vasinho no centro dessa composição com os canudos, ajustando-os para deixá-lo bem seguro.

Pronto! Agora é só pendurar e deixar a sua casa ainda mais bonita e colorida!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Para chamar o síndico

Um novo ano se aproxima e, para além das festividades, muitos condôminos se preparam para (re) eleger – via de regra, de janeiro a março – o síndico. Figura central dos condomínios, é responsável por resolver problemas das mais variadas ordens, seja contratar ou demitir funcionários, recrutar profissionais para fazer reformas ou mesmo efetivar o cumprimento de regras de silêncio ou de uso dos espaços, como o salão de festas.

Mas o que levar em conta na hora de escolher alguém para ocupar o cargo? O primeiro passo é checar a idoneidade do candidato, independente se ele já exerceu ou não mandato anterior no condomínio em questão. “O síndico tem que ser, principalmente, uma pessoa transparente, com credibilidade e disponibilidade para trabalhar porque um prédio demanda muito tempo de dedicação”, orienta o advogado do Centro de Apoio ao Corretor de Imóveis (Caci) do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis no Ceará (Creci-CE), Ronaldo Pippi.

Embora a função de síndico não seja devidamente regulamentada, normalmente são exigidas certas características pessoais e habilidades/conhecimentos específicos para o síndico desenvolver melhor o seu trabalho. “Tem que ser uma pessoa comunicativa, tanto para saber falar bem em público, quanto para ter um bom relacionamento com os condôminos e funcionários”, diz Paulo Sanford Feitosa, economista e diretor da empresa de gestão condominial Sindpro Serviços. Ele acrescenta como atributos fundamentais para um síndico a imparcialidade e a impessoalidade. “O síndico tem que tratar e punir todos de forma igual, independente se é um amigo, um parente ou um desconhecido”.

Profissional x Morador

Advogado especialista em direito imobiliário e condominial, Fernando Zito lembra que o mandato de síndico tem duração máxima de dois anos e pode se repetir por indeterminadas vezes, conforme a maioria dos condôminos eleger. Mas estabelece diferenças importantes entre o síndico morador (que vive no condomínio) e o síndico profissional (contratado somente para prestar aquele serviço). “A grande diferença é que o síndico, que também é morador do condomínio, dá o seu imóvel como garantia, caso um eventual problema (com inadimplência) surja. Agora, não há essa mesma garantia com o síndico profissional”, justifica.

Daí a necessidade de se cercar de mais cuidados quando contratar os serviços de um síndico profissional. “De alguma forma, você acaba conhecendo mais o síndico morador. No caso do síndico profissional, já vi casos em que os moradores pedem a ficha limpa duas semanas antes da assembleia porque ele vai gerir dinheiro de várias pessoas”, diz, exemplificando condomínios nos quais chegam a girar até R$ 400 mil por mês.

Além de buscar referências do síndico profissional, os condôminos podem tomar outra providência importante, que é solicitar um seguro de responsabilidade civil. O seguro poupa dores de cabeça no futuro. “E embora não seja obrigatório, o ideal é que se contrate alguém com alguma qualificação e que tenha conhecimento em administração. Não é porque o síndico é profissional que você vai entregar a chave do condomínio nas mãos dele e vai embora”, indica Zito.

Normalmente o prédio conta com um corpo administrativo formado por cinco pessoas: o síndico; o subsíndico, que tem todas as atribuições do síndico, mas assume seu lugar somente quando este vier a se ausentar e três membros no conselho fiscal, responsáveis por verificar as contas apresentadas pelo síndico a cada vez, conferindo receitas e despesas. Caso o síndico se atrapalhe na gestão, indica Feitosa, o próprio conselho fiscal comunica em assembleia extraordinária – solicitada quando há um assunto de extrema urgência ou de relevante interesse – se ele tem condições ou não de permanecer no cargo.

Fonte: https://www.opovo.com.br/

Como investir em imóveis com pouco dinheiro

Tem pouco dinheiro, mas deseja investir em imóveis? Entenda alguns pontos importantes nessa tomada de decisão e saiba por onde começar sua empreitada.

A decisão pela compra de um imóvel, mesmo tendo pouco dinheiro, geralmente vem acompanhada da necessidade de se ter uma renda extra ao mês, por meio de um aluguel ou até mesmo a oportunidade de revender propriedades com um valor mais interessante.

Acontece que, na maior parte das vezes, é difícil que o investidor tenha dinheiro suficiente para adquirir essas unidades à vista e o pagamento de juros em um financiamento a longo prazo acaba não compensando a compra. Para isso, existem opções de fundos que possuem custos reduzidos e boas oportunidades de rendimentos. Confira uma das opções:

O FII (Fundo de Investimento Imobiliário) é uma modalidade que tem como objetivo o investimento em imóveis físicos (geralmente comerciais) e outros fundos imobiliários. Esses fundos servem para reunir recursos de vários investidores do mercado e dividir esse total em cotas representadas por parte do valor total do mesmo. De acordo com o valor empregado, o investidor receberá o número de cotas equivalentes do chamado “mercado primário”, quando as cotas são adquiridas diretamente do fundo.


Depois que são reunidos recursos suficientes, algumas compras são realizadas. Os investidores que desejam investir nessa modalidade podem também comprar cotas de outros investidores ou por meio da corretora de imóveis da sua preferência. Este é o chamado “mercado secundário”.

Com o pagamento realizado pelos inquilinos das propriedades adquiridas, o fundo repassa 95% do lucro para os cotistas. Quem tem mais cotas, recebe valores melhores, pois cada cota tem um valor determinado em rendimentos.

Quais as vantagens de entrar em um fundo imobiliário?

Algumas vantagens podem ser observadas como o valor mínimo dos investimentos. O custo de uma cota pode variar de R$1,00 a pouco mais de R$4.000,00. Dependendo do valor que o investidor tenha em mãos, é possível comprar um alto número de cotas e ter rendimentos maiores. O rendimento dos aluguéis também é vantajoso por se tratarem de unidades comerciais, que costumam ter valores mais altos comparados aos residenciais.

Quais as desvantagens de entrar em um fundo imobiliário?

Em contraponto, há também desvantagens, como o fato das rendas serem variáveis. Apesar de gerarem fluxos mensais, essas cotas podem oscilar de acordo com o mercado, o que torna um pouco nebuloso o futuro desses lucros a longo prazo. Outro ponto é a limitação de decisões, visto que todas as medidas são tomadas pelo fundo e não há participação direta dos cotistas, apenas votações em assembleias.


Se você ficou interessado nesse tipo de investimento e deseja fazer parte de algum fundo imobiliário, é preciso primeiro abrir conta em uma corretora de imóveis. Para saber mais, você pode ler artigos e estudar com bastante cuidado e atenção todos os fundos disponíveis e identificar o que melhor atender às suas necessidades. Vale investir com cuidados, aos poucos, e ir mensurando seus retornos para entender quando aumentar os recursos investidos e se valerá a pena seguir com essa proposta.

Gostou das dicas? Não deixe de pesquisar sobre o assunto depois de colocar no papel todos os seus objetivos. Ter um dinheiro investido pode ser uma porta aberta para renda extra, uma aposentadoria mais tranquila ou até mesmo poder empenhar algum tempo em coisas que você deseja aprender, já poderá trabalhar menos sem impactar muito no dinheiro que vai entrar todo mês.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Dengue em condomínio

Alguns cuidados devem ser tomados para evitar a proliferação do mosquito transmissor

Condomínios devem se prevenir contra a dengue

Com a proximidade do verão, volta a preocupação com o mosquito Aedes Aegypti. transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunha, o inseto encontra na estação mais quente do ano a temperatura e umidade ideais para a sua reprodução. E as áreas de condomínios, como jardins, piscinas e lajes podem ser focos do mosquito.

Por isso, é importante que os síndicos, funcionários e condôminos estejam atentos para a prevenção contra o Aedes aegypit.

O condomínio deve fazer vistorias periódicas e cuidar da limpeza de locais que possam ter acúmulo de água, como jardins, piscinas, lajes, calhas e fosso do elevador.

Fazer campanhas de conscientização junto aos demais moradores para que cada um cuide do seu ambiente também é importante – disse o gerente geral de Gestão Total da imobiliária Apsa Geraldo Victor.

Veja mais algumas dicas para melhorar o combate ao Aedes Aegypti nos condomínios e residências:

- Colocar telas de nylon em ralos;

- Informes nos elevadores e quadro de avisos;

- Manter as calhas limpas e sem pontos de acúmulo de água;

- Manter o tratamento adequado das piscinas com cloro;

- Evitar o acúmulo de água em lajes e marquises;

- Manter a caixa d’água vedada e fazer a limpeza periodicamente;

- Evitar acúmulo de entulhos de obras.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Inspiração: árvores de Natal alternativas

Veja como ousar na decoração para a data

O Natal é cheio de tradições, mas uma muito comum é a montagem da árvore de Natal! O tradicional pinheiro está presente em quase 100% das casas que recebem a decoração para a data, mas que tal ousar esse ano?

Existe uma infinidade de árvores de Natal alternativas por aí e elas vão ganhar o seu coração! É possível fazer com fita adesiva, pallet, escada, abacaxi e muitos outros materiais, é só deixar a imaginação rolar.

Abaixo uma seleção feita pelo ZAP em Casa em parceria com o Pinterest  para você se inspirar com as árvores de Natal alternativas.

 

 

árvore de natal alternativa
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
árvore de natal alternativa
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
árvore de natal alternativa
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
árvore de natal alternativa
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
árvore de natal alternativa
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Obrigações da vida em condomínio

por Percival Maricato

Todo proprietário de imóvel em condomínio deve contribuir para pagamento das despesas que são comuns para seu funcionamento: energia, água, funcionários, etc. Se o proprietário aluga o imóvel, ele pode transferir para o locatário essa obrigação, mas se o locatário não a paga, ela volta a ser do proprietário, que deve saldá-la, inclusive multas, despesas de cobrança (se houverem), juros e correção.

Quando o proprietário vende um imóvel sobre o qual pende dívida para com o condomínio, este pode cobrá-lo tanto do vendedor como do comprador (ou arrematante, posseiro e  etc). Diz-se que a dívida acompanha o imóvel.

Na cobrança, quando não pagas as obrigações, o condomínio pode penhorar o imóvel do devedor e leiloá-lo, mesmo que nele mora o proprietário e sua família. É uma exceção na proteção ao bem de família.

O condomínio não pode porém, por o nome do devedor exposto em murais, à execração, como dizem os juízes, não pode proibir acesso de sua família à partes comuns (piscina etc), não pode enfim exercer pressões abusivas para pagamento. Pode prestar contas e discutir nomes em assembleias, sem ofensas ou ameaças. Pode tentar protestar a dívida, algo ainda discutível e/ou ajuizar ação de cobrança, no juizado de pequenas causas se não chega ao valor de 40 salários mínimos.

Pode, ainda cobrar todas as perdas e danos causadas por atrasos nos pagamentos, como por exemplo, juros de um empréstimo bancário que se tornou imprescindível devido a inadimplência ou o que for pago a advogados, se tiver que os contratar. Os demais condôminos podem ajuizar ação pleiteando dano moral do inadimplente, até dano material se houver, se algum serviço (energia, água…) for cortado em virtude de falta de pagamento de suas obrigações. Os danos materiais podem acontecer em prédios comerciais, quando um proprietário ou locador não pode trabalhar por falta de algum serviço público.

Quando a dívida é contra o condomínio como um todo, como por exemplo, nos casos de condenação trabalhista, bens comuns pode ser penhorados, e há casos em que até apartamentos o foram, considerando que todos se beneficiaram do trabalho do reclamante. Quem perder um imóvel em uma situação como essa pode depois acionar os demais condôminos, de forma a partilhar em condições iguais o prejuízo.

O síndico, condômino ou profissional, também deve tomar cuidado, pois se for culpado de um prejuízo para com o condomínio, pode ser condenado a indenizá-lo. Deve por exemplo providenciar contestação a ações judiciais, para que o condomínio não seja condenado sem se defender, deve ter cuidado mínimo ao contratar um funcionário, cumprir obrigações que constam do estatuto, regimento interno, decisões de assembleia, leis trabalhistas. Se por negligência, imprudência, até imperícia, de alguma gravidade, causa perdas e danos, pode ser condenado a indenizar o condomínio ou os prejudicados individualmente.

Finalmente, bom lembrar que o condomínio pode punir o condômino anti social, mau  caráter, incivilizado, até o afastando de sua própria moradia, se não tem outro jeito. Antes deve fazer advertências, aplicar multas, suspender serviços que ele usa de forma deturpada, mas mantida a conduta, deve-se acumular provas e testemunhas e ir ao juiz pedindo sua exclusão do condomínio, vertical (prédio, residencial ou comercial) ou até no horizontal.

Fonte: https://jornalggn.com.br/

Quais as funções da administradora?

A Administradora deve ter uma visão profissional da gestão de um condomínio e passar esse profissionalismo ao síndico. Algumas obrigações da administradora são: Recrutamento, seleção e treinamento de funcionários, prestação de contas mensais, obtenção de orçamentos de fornecedores e realização de um trabalho de manutenção programada. O trabalho da administradora deve ser transparente para o síndico e também para os condôminos.

Síndicos e administradoras, portanto, devem trabalhar juntos. A parceria deve funcionar no caso da previsão orçamentária, uma das atribuições da administradora. O condomínio deve respeitar o valor fixado e não gastar acima do valor previsto. No caso de serviços e obras, é vantajoso que a administradora forneça orçamentos, uma vez que ela consegue preços diferenciados, até um pouco abaixo do mercado, porque trabalha com um cadastro de empresas que já fizeram vários serviços por seu intermédio. Também é atribuição da administradora orientar o síndico a fazer um seguro para defendê-lo de qualquer eventualidade ou acidente que ocorra no condomínio, como o seguro de Responsabilidade Civil e o seguro Predial.

A administradora deve estar preparada para dar todo o suporte ao síndico, inclusive sobre dúvidas quanto a conflitos rotineiros no condomínio. É fundamental, que a empresa preste assessoria jurídica ao condomínio, tendo conhecimento de todas as leis vigentes e dos projetos de lei que atingem, direta ou indiretamente, os condomínios.

As atribuições da administradora devem estar especificadas no contrato, afim de não haver futuros conflitos entre administradoras e síndicos. As administradoras poderão exercer as seguintes atribuições:

– Convocar Assembléias gerais, conforme o que estabelece a Convenção do condomínio, e executar a deliberação das mesmas;

– Distribuir cópias das atas, comunicando a todos os condôminos as deliberações das Assembléias;

– Manter atualizado o cadastro dos condôminos, com nome, telefones, e-mails, carros e placas, moradores, prestadores de serviços, entre outros;

– Providenciar os orçamentos das despesas a serem realizadas no condomínio e levar à assembléia para aprovação;

– Realizar todos os controles financeiros e contábeis;

– Executar e enviar com antecedência as cotas condominiais ordinárias e extraordinárias aprovadas por assembléia;

– Pagar as despesas do condomínio, desde que haja fundos suficientes na conta corrente;

– Administrar os funcionários do condomínio, admitindo e demitindo, dentro da legalidade, junto aos órgãos competentes, elaborar folha de pagamento, férias e rescisões, acompanhar o dissidio coletivo, entre outros;

É imprescindível fazer a contratação de uma empresa capacitada para as peculiaridades desse segmento, como Assembleias, instruções aos Condôminos, orientações ao Corpo Diretivo, treinamento dos funcionários, contanto com profissionais de ponta, especializados nesse tipo de Condomínio

Fonte: https://www.jornalspnorte.com.br/

Tenha sua casa preparada para o verão

A época mais quente do ano está chegando e, para que o verão não se torne um problema, confira algumas dicas para deixar sua casa mais refrescante.

Uma das épocas mais aguardadas do ano, ainda mais no Brasil, é o verão. Época de viagens para a praia, férias, festas e comemorações. Mas para quem prefere ficar em casa e curtir o conforto do lar, a estação pode ser desagradável e tornar vários cômodos abafados.

A seguir, listamos algumas dicas que podem te ajudar a se prevenir e transformar sua casa no lugar perfeito para estar, até mesmo em dias de altas temperaturas:

  1. Lâmpadas frias no lugar das incandescentes

Quais tipos de lâmpada você tem na sua casa? Tirando os spots de luz do gesso que, em geral, são luzes brancas, às vezes as lâmpadas das luminárias, lustres e até de pendentes simples que ficam espalhadas pelos cômodos podem aumentar a temperatura da casa por não serem de LED. As lâmpadas que são de tonalidade mais amarelada deixam o ambiente mais quente quando acessas. Vale a pena revê-las, pelo menos nessa época do ano.

  1. A importância de ter uma rede frigorígena em casa

É importante, antes mesmo de comprar um imóvel, saber se o empreendimento tem estrutura para receber rede frigorígena, principalmente nos quartos. Ter toda a estrutura que prepara o imóvel para receber os queridos ar condicionados é sempre a melhor saída.

Por isso, o investimento em imóveis que já tem a estrutura pronta é sempre uma grande economia de tempo e dinheiro. Esse é o caso do Triad Vertical Residence, da Brasal Incorporações, que conta com imóveis que já vem com rede frigorígena completa nos quartos e salas dos apartamentos.

  1. Arborize as áreas de lazer e de convívio do lar

Ter ambientes verdes em casa, além de lindo, é algo que ajuda na sensação de cômodos mais refrescantes. Plantas caem bem principalmente na decoração de salas e áreas de lazer como as varandas. Inclusive, reforçar a decoração e a climatização de áreas abertas faz com que você possa aproveitar esses ambientes para confraternizações entre famílias e amigos, em momentos em que o sol já está se pondo ou até mesmo durante a noite.

  1. Aposte nas tintas que reduzem a temperatura

Já pensou em, após algumas demãos de tinta, ter uma casa mais fresquinha e agradável? Agora é possível!

As tintas que reduzem temperatura dos ambientes são tendência na hora de preparar o seu lar para o próximo verão. Elas, que existem em várias tonalidades, podem ser utilizadas em todos os tipos de ambiente e tem mais uma vantagem é: são feitas a base d’água, o que faz com que aquele velho incomodo com o cheiro forte de tinta não exista mais.

Viu só? As opções são várias tanto para quem está procurando por um lar, quanto para quem só precisa dar um toque na sua casa atual. Aproveite nossas dicas e não esqueça de compartilhar conosco se colocar alguma em prática!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Nota fiscal do síndico profissional

Rodrigo Karpat também tira dúvidas sobre acompanhamento das contas e pendências da última gestãoRodrigo Karpat também tira dúvidas sobre acompanhamento das contas e pendências da última gestão

O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas dos nossos leitores sobre vida em condomínio.

Nota fiscal do síndico profissional

Pergunta 1, de Fernanda Grandi

Síndico profissional deverá apresentar nota fiscal de prestação do serviço ou recebe através de folha de pro-labore?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

O síndico profissional poderá receber como pessoa física ou jurídica. Depende da forma de contratação ajustada com o condomínio.

PESSOA FÍSICA

Se o síndico for pessoa física, poderá emitir recibo simples de autônomo de prestação de serviços (RPA), o qual deverá sofrer as retenções legais.

São elas: a) 11% de INSS, limitado a R$ 570,88 (taxas entraram em vigor em 1º de janeiro de 2016/ sujeito a alteração),

b) Imposto de renda com base na tabela do IR pessoa física.

Ainda, o condomínio deverá recolher 20% de INSS sobre o valor bruto do serviço prestado.

SÍNDICO MORADOR ISENTO

Se o síndico for morador e for isento também deve recolher 11% de INSS limitado a R$ 570,88 (taxas entraram em vigor em 1º de janeiro de 2016/ sujeito a alteração), bem como o condomínio deve recolher 20% de INSS sobre o valor da isenção. Isso ocorre pois a Receita Federal considera isenção como receita.

PESSOA JURÍDICA

Sendo o síndico pessoa jurídica, este deverá emitir nota fiscal e efetuar os recolhimentos legais com base na empresa que ele tem aberta, o que incidirá diretamente no tributo a ser recolhido.

Por exemplo: Se a empresa for uma ME (Microempresa), ou seja, empresas que visam lucro e que apresentam um faturamento anual de até R$360 mil ou se for uma EPP ( Empresas de Pequeno Porte) com faturamento anual no limite de R$3,6 milhões ( 2.017) e estiverem enquadradas no Simples Nacional como atividade principal a sindicância, será tributada pela Tabela III -  Alíquotas e Partilha do Simples Nacional.

Acompanhamento das contas do condomínio

Pergunta 2, de Leonor Domingues

O síndico pode parcelar várias despesas de conta ordinárias, como por exemplo, manutenção do elevador? Pode haver várias intervenções e estas serem parceladas em 6 vezes, nota por nota? Isso dificulta ainda mais nosso controle.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Dentre as funções do síndico está a de anualmente aprovar a previsão orçamentária (Artigo 1.350 do Código Civil). Essa previsão é uma estimativa de gastos para fazer frente às despesas do condomínio no exercício de um ano.

Este cálculo deve ser realizado levando-se em conta o histórico de gastos dos exercícios anteriores e o anseio do condomínio para o próximo exercício.

O orçamento deve prever os aumentos das concessionárias de serviço público (Eletropaulo, Sabesp, Comgás), dos prestadores de serviços com base nos contratos existentes, da inflação, percentual de inadimplência e do dissídio dos funcionários.

E mesmo assim, se o orçamento não suprir o planejado, seja por aumento na inadimplência acima do previsto, pelo dissídio maior que o esperado ou por qualquer outro motivo, o condomínio deve se reunir em assembleia extraordinária e procurar realizar a adequação necessária para corrigir o déficit.

Vale ressaltar que o orçamento é elaborado pelo síndico, porém a aprovação do orçamento compete aos condôminos em assembleia. Assim, os presentes visualizando distorções nos valores poderão se opor a aprovação e complementar o orçamento.

Para os casos de má gestão, um quarto dos condôminos poderá convocar assembleia com objetivo de readequar os valores ou em casos extremos, até propor a destituição do síndico.

Nesse sentido:

EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO – CUMPRIMENTO DE SENTENÇA – CÁLCULO – TAXAS CONDOMINIAIS E CHAMADA DE CAPITAL – DEVER DO CONDÔMINO DE CONTRIBUIR PARA AS DESPESAS ORDINÁRIAS E EXTRAORDINÁRIAS DO CONDOMÍNIO – VALORES PREVISTOS NA SENTENÇA CONDENATÓRIA TRANSITADA EM JULGADO – BASE DE CÁLCULO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS – EXCLUSÃO DO VALOR DEVIDO A TÍTULO DE CUSTAS PROCESSUAIS – RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. (TJPR – 8ª C. Cível – AI – 1351230-4 – Região Metropolitana de Londrina – Foro Central de Londrina – Rel.: Marcos S. Galliano Daros – Unânime – - J. 10.09.2015)

(TJ-PR – AI: 13512304 PR 1351230-4 (Acórdão), Relator: Marcos S. Galliano Daros, Data de Julgamento: 10/09/2015, 8ª Câmara Cível, Data de Publicação: DJ: 1663 06/10/2015)

Pendências da gestão anterior

Pergunta 3, de Marisa Pimenta

Meu síndico entregou o cargo, mas deixou várias pendências para executar no tocante à obras solicitadas pelos condôminos durante seu mandato, recebendo mesmo assim o pro-labore. O novo síndico pode recorrer desta falha como?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

É função do conselho e dos demais condôminos fiscalizar o andamento da gestão e das obras. Se algo não vai bem, importante que o conselho se reúna, chame o síndico e faça os ajustes necessários. Ou quando preciso, chame uma assembleia para deliberar o andamento do condomínio.

A responsabilidade direta pela gestão é do síndico, porém pelo fato do prejuízo atingir todos os condôminos, é que o conselho e demais condôminos têm papel primordial em verificar o que está sendo feito e realizar os ajustes necessários.

Após a gestão, é sempre possível auferir os prejuízos e consequentemente cobrar o síndico que tenha causado prejuízo aos cofres do condomínio. Porém, tal indenização ou ressarcimento deverá estar fundamentada nos requisitos da responsabilidade civil e da prova do prejuízo moral ou material, o qual deverá ser confirmado em juízo para ser cobrado.

Nesse sentido:

DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. COBRANÇA. RESPONSABILIDADE CIVIL DE SÍNDICO. IRREGULARIDADE NA ADMINISTRAÇÃO DO CONDOMÍNIO. DEVER DE RESSARCIMENTO. SENTENÇA MANTIDA. 1. Aquele que administra bens ou interesses alheios tem o dever de prestar contas de sua gestão em favor de quem se deu a referida administração. 2. É ônus do réu provar fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do autor, conforme artigo 333, inciso II, do Código de Processo Civil.

(*) Rodrigo Karpat é advogado de Direito Imobiliário e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Dicas de decoração para sua casa de praia

Quer decorar e dar o ar harmonioso para o seu cantinho na praia, mas está sem inspiração?Saiba as melhores dicas para decorar sua casa de praia a seguir.

Fim de ano, praia, descanso… Tem combinação melhor? Nós não conhecemos! E, por isso, nossa dica de hoje tem tudo a ver com o verão, a estação amada pela maioria das pessoas.

O verão deixa as roupas mais leves, a pele mais bronzeada, o sorriso fácil e traz aquela nossa amiga esperada por muito tempo durante o ano: férias! Se você é daqueles que esperam o ano inteiro para aproveitar esse período e possui uma casa na praia, chegou a hora de se preocupar em abrir as janelas, tirar a proteção dos móveis, deixar o sol entrar e, claro, decorar a casa para a temporada que se inicia.

Confira as dicas de decoração de verão para casa de praia, chame os amigos e aproveite a estadia!

Móveis em estilo rústico

Casa de praia é a cara da paz, tranquilidade e descanso. E isso pede coisas leves, mas nada combina mais com uma decoração de praia do que mobílias rusticas e em tons de madeira. O rústico costuma casar com o clima praiano porque remete a natureza bruta, como ela é, portanto, considere o uso de muitos móveis de madeira reaproveitada, móveis com madeira de demolição e até móveis de fibras naturais.

Tenha atenção em relação a conservação desses imóveis, pois devido a proximidade com a água, devido a maresia presente na cidade, a vida útil de móveis em casa de praia costuma ser menor.

Se o local fica fechado por muito tempo, tenha sempre capas protetoras para deixar sobre eles em sua ausência. Considere ainda deixar uma pessoa responsável pelo local e que possa fazer a limpeza de tempos em tempos.

Na hora de comprar móveis e objetos, questione os vendedores e dê preferência para os que forem resistentes a água e sol, geralmente direcionados para uso em áreas externas.

Cores

Em decoração praiana, o ideal é apostar em paletas de cores em tons pastéis ou naturais, como branco, bege, areia, tons de madeira ou qualquer outra cor, porém utilizada em tom claro.

O uso de cores mais claras deixa o ambiente com uma sensação de amplitude, além de transmitir uma sensação tranquila em tempo de temperaturas tão altas.

Objetos náuticos

É quase impossível não pensar em praia quando a decoração usa barquinhos, boias, itens de marinheiro. Considere o uso de barcos, remos, coqueiros, renda e peças listradas, principalmente listras brancas e azuis. Nada mais praia que isso!

Use ainda itens como conchas do mar, estrelas marinhas e cavalos marinhos. Mas calma! Não encha sua casa com esses itens, pode ficar tudo muito óbvio e cheio de mais. Evite excessos e lembre-se que, em qualquer situação, menos é mais!

Área externa

Se seu imóvel na praia não é um apartamento, é quase certo que sua casa na praia possua uma área externa. Dê atenção também a esse espaço, mantenha fora da residência apenas o que for necessário como cadeiras ou espreguiçadeiras, guarda sol e uma ou duas mesas.

Lembre-se que os móveis ficam do lado de fora e expostos, portanto prefira itens fabricados especialmente para essa função, portanto resistentes a água, vento ou calor.

Evite ao máximo a utilização de móveis de ferro, pois enferrujam rapidamente devido à exposição excessiva de Sol e chuva, além de não resistirem a maresia local.

Artesanato

Para tapetes, cortinas e roupas de cama, aposte sem erro em peças de artesanato, principalmente as peças de crochê e renda, elas fornecem uma beleza sem igual a sua decoração.

Tecidos

Falamos do uso de móveis em madeira, mas não podemos deixar de fora os móveis que obrigatoriamente precisam de revestimento para se manterem bonitos e em condições de uso.

Aposte em sofás e cadeiras com tecidos específicos para enfrentar as altas temperaturas em conjunto com a maresia da cidade. Como a casa não ficará em uso constante, tente aliar também o fato de que a manutenção e limpeza deve ser fácil, já que será realizada de forma esporádica.

Uma boa dica é investir em produtos impermeabilizantes, eles facilitam a limpeza e evitam que a poeira grude, além de proteger de algum liquido ou comida derramada no local.

Iluminação

A casa de praia precisa ser muito bem ventilada/arejada, além de uma iluminação coerente com o espaço. Para garantir isso com uma boa dose de luz natural, aposte em janelas grandes e para cobri-las, use cortinas em tons muito, muito leve.


Pisos

O ideal é evitar pisos de madeira, mesmo que o tom seja convidativo para a praia. Isso porque a madeira nem sempre é boa e a ação da maresia pode ajudar a corroer o espaço. Prefira usar cerâmica, por exemplo. E lembre-se da dica das cores claras.

Agora que você já viu as nossas dicas, mãos à obra e aproveite a estadia!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Está devendo o Condomínio? Cuidado: O débito pode ser protestado, seu nome negativado no SPC e Serasa e o bem vir a ser penhorado!

Poucos sabem, mas de acordo com o CPC/2015 (Código de Processo Civil Brasileiro), mais precisamente em seus artigos 783 e 784VIII, 829, existe, sim, a expressa possibilidade do devedor vir a ter seu nome incluso nos órgãos Proteção ao Crédito (os temíveis SPC e Serasa), e, como não bastasse, o débito condominial passou a ser Título Executivo Extrajudicial, podendo dar ensejo a uma ação proposta pelo Condomínio pedindo para quitar o débito em apenas 3 (três) dias, sob pena de penhora!

É mole, ou quer mais?

É que como a dívida condominial agora tem o status de Título Executivo Extrajudicial, complicou ainda mais para o devedor, e eu explico: O título Executivo (que se pode executar) extrajudicial, é líquido, certo e plenamente exigível pelo credor; bastando você atrasar!

Lógico que deve ser observada a Convenção do Condomínio e o que ali está estabelecido.

Todavia, o fato é que ficou bem mais complicado, e caro, para o devedor, pois além de penhora do imóvel, o Condomínio pode, a depender do caso concreto, pleitear em juízo que o bem vá a leilão para quitar os débitos com o condomínio (artigo 879,II,CPC/2015).

Muita calma nessa alma…

E não fique atordoado, achando-se ‘perseguido ou injustiçado’ pelo síndico ou departamento jurídico do condomínio, mas já há entendimentos sedimentados nos Tribunais brasileiros, asseverando que nem adianta espernear, entrar na Justiça cobrando danos morais, danos materiais e mais uma infinidade de danos do Condomínio credor que ‘mandou ver’ na justa cobrança, pois a lei existe, é clara, vigente, devendo ser cumprida e observada por todos.

Assim, segue a dica: Procure manter-se adimplente com tais despesas, e evite problemas posteriores.

Depois não diga que não foi avisado!

Como ilustração, se desejar aprofundar-se, não deixe de ler esta decisão:

“RECURSO – APELAÇÃO – DESPESAS CONDOMINIAIS – REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS. Apelação nº 0006669-45.2009.8.26.0587. Relator: Marcondes D’Angelo; São Sebastião; 25ª Câmara de Direito Privado do TJSP; Data do julgamento: 07/05/2015

Fonte: https://fatimaburegio.jusbrasil.com.br

Saiba escolher os móveis ideais para garantir mais espaço para ambientes pequenos

Existem muitas soluções simples capazes de otimizar os espaços e deixar o ambiente bonito e confortável

Imóveis com metragens menores cada vez ganham mais espaço no mercado imobiliário. Apartamentos de até 45 metros quadrados já correspondem a 42,6% dos lançamentos em São Paulo, de acordo com o Secovi-SP. Porém, é possível encontrar soluções para deixar o ambiente bonito e confortável independente do tamanho disponível. Para isso, basta ter um projeto de decoração que possibilite aproveitar os espaços de forma otimizada. Acertar na escolha dos móveis, levando em consideração o formato, as dimensões e cores é o caminho certo para decorar a casa, garantir beleza ao ambiente e deixá-lo aconchegante.

O primeiro passo para começar a mobiliar um ambiente considerado pequeno é ter uma trena. Ela pode ajudar na hora de fazer as medições do espaço para cada móvel desejado na decoração. “Para garantir um certo nível de conforto, a mobília deve ser escolhida de acordo com as dimensões do ambiente. Mesmo em pequenos ambientes, temos que respeitar medidas mínimas de circulação”, afirma o arquiteto Artur Diniz. Cada tipo de móvel tem um formato, comprimento, altura e cor que vão interferir e dialogar com o restante dos móveis. E, na hora de comprar, o cuidado deve ser redobrado. “Não compre nada por impulso. Na dúvida, volte para casa e demarque as medidas dos móveis no chão. Se ficar apertado, volte à loja e escolha outro móvel. Isto vai evitar arrependimentos”, aconselha.

 

móveis compactos

(Foto: Shutterstock)

 

Muito cuidado em relação ao tamanho dos móveis para não ficar grande demais em um espaço pequeno e prejudicar a circulação no ambiente. “Uma boa dica é demarcar no piso o tamanho dos móveis pretendidos e analisar o espaço que sobra. É importante listar todo o mobiliário desejado e simular suas posições no local para sentir se um móvel não está desproporcional em relação ao outro ou se não está estreitando a passagem. Seja paciente e teste diversos layouts”, indica o arquiteto. Em alguns ambientes, é bom deixar entre 50 e 60 centímetros em torno do móvel para garantir uma boa circulação, lembrando também da proporção com a parede de fundo de cada móvel.

Na hora de escolher, atente ao fato que os móveis multifuncionais servem para multiplicar as superfícies de apoio e guarda de objetos para liberar mais espaço nos ambientes. Eles são uma ótima solução porque acabam servindo como um dois em um. “Na sala, por exemplo, pode-se utilizar um sofá-cama que se transforma à noite, mas que, durante o dia, permite uma boa circulação. Também tem a possibilidade de um rack que abriga pufes”, detalha a arquiteta Neide Cirne. Pufes com tampa, camas com gavetas, camas retráteis e camas tipo baú também servem como exemplos.

 

móveis compactos

(Foto: Shutterstock)

 

A arquiteta ainda ressalta que o olhar deve estar atento também a móveis mais versáteis, com articulação e possibilidades de empilhamento. “Esses são ideias, principalmente, se os donos costumam receber visitas porque eles são removíveis, desocupando o espaço para melhor circulação, caso necessário”, completa. Já se os proprietários não têm o hábito de receber gente em casa, ela afirma que o ambiente pode ser composto por móveis fixos. “De preferência, os planejados para garantir a melhor otimização dos espaços”, completa.

A sensação de amplitude do espaço pode ser ressaltada de acordo com a proporção ou a disposição do mobiliário. “Uma peça mal posicionada pode parecer que o ambiente é menor ainda. Qualquer espaço no imóvel pode ser aproveitado: pequenas reentrâncias ou nichos, mesmo que pouco profundos, servem para abrigar prateleiras ou pequenos armários”, explica Artur. Os móveis devem ser compactos e preferencialmente ter portas de correr, para não prejudicar a circulação. “Utilize móveis baixos com formatos longilíneos, para ganhar em comprimento, principalmente na sala. Deixe os móveis altos para os armários dos quartos ou do serviço”, analisa o arquiteto.

 

móveis compactos

(Foto: Shutterstock)

 

Acessórios de parede, como cabideiros, arandelas e nichos podem ajudar na liberação de espaço no chão ou de móveis, mas mantendo uma organização essencial. Espelhos também são indicados porque garantem a sensação de um espaço mais amplo. Porém, é preciso ter cuidado com o exagero para não sobrecarregar a decoração em um ambiente pequeno. Inclusive, a dica vale também para a escolha das cores. “Prefira móveis limpos, de cores claras ou madeira com tonalidade suave. Mesmo os mais despojados e coloridos podem ter cores suaves. Os estofados devem ter cores únicas ou estampas bem suaves, para não haver excesso de informação.  Os móveis mais escuros, por sua vez, tendem a reduzir visualmente o espaço, embora transmitam uma sensação de aconchego”, explica Artur Diniz.

Saiba escolher os móveis ideias para cada ambiente

Sala

 

móveis compactos

(Foto: Shuutterstock)

 

A televisão deve estar fixada na parede para liberar espaço no rack para livros e objetos de decoração, sugere o arquiteto Artur Diniz. O rack baixo, longilíneo e pouco profundo dá ganho de profundidade. A mesa de jantar pode ser extensível para ampliar o número de lugares quando necessário. “Se optar por apenas um sofá, use cadeiras bem confortáveis com braços na mesa de jantar. Você poderá usá-las como poltronas”, explica o arquiteto. O pufe pode servir como mesa de centro ou apoio para os pés. A mesa lateral do sofá poderá ter portas ou gavetas, ajudando na organização dos objetos da casa.

Cozinha

 

móveis compactos
(Foto: Shutterstock)

 

A arquiteta Neide Cirne sugere que esse ambiente deve, de preferência, ser planejado para poder abrigar todos os eletrodomésticos e utensílios necessários ao bom funcionamento. “Caso não seja planejada, o ideal é procurar armários suspensos, de acordo com a necessidade de cada usuário”, afirma. O arquiteto Artur Diniz ainda sugere, para ganhar espaço no balcão, fixar acima dele prateleiras, barras organizadoras de suporte, ganchos pra utensílios, porta-condimentos e as panelas mais utilizadas. Os gavetões dos armários podem ter divisórias de forma a deixar tudo mais organizado. Ainda desponta como opção mesa dobrável ou aproveitar parte do balcão para refeições rápidas.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Sofá listrado na decoração

Veja uma seleção feita pelo ZAP em Casa em parceria com o Pinterest

Se você é aquele tipo de pessoa que sempre procura uma novidade, e gosta de ousar na hora de decorar a casa, então você precisa apostar em um sofá listrado para a sua sala. Pode até ser um pouco arriscado, porém é possível decorar o ambiente e deixa-lo harmonioso.

Porém, é preciso alguns cuidados quando você opta por um sofá listrado na decoração. Uma dica é não abusar muito das estampas, e escolher apenas algum outro item para ter algum desenho, por exemplo: se o seu tapete também é estampado, escolha uma cortina lisa.

Um outro ponto importante, e que ajuda a deixar o ambiente harmonioso é escolher uma tonalidade que vai estar em outros objetos. Confira abaixo uma seleção feita pelo ZAP em Casa em parceria com o Pinterest  de sofá listrado e inspire-se.

spfá listrado
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
sofá listrado
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
sofá listrado
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
sofá listrado
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
sofá listrado
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
sofá listrado
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Dia do síndico: uma homenagem justa a quem zela pelo bem condominial

Algumas datas comemorativas são tradicionais e facilmente lembradas, como, por exemplo: o Dia das Mães, o Dia das Crianças e o Natal. Entretanto, além dessas comemorações mais conhecidas há, ainda, as que prestam homenagens aos profissionais. Entre elas, podemos citar o Dia do Administrador, o Dia do Médico, o Dia do Professor… e o Dia do Síndico, que é comemorado no dia 30 de novembro em função do papel imprescindível que ele desempenha na vida condominial.

Veja, a seguir, a nossa homenagem a este profissional que garante o bem-estar de moradores nas cidades urbanas:

Síndicos no Brasil

Desde a década de 1960, existe a figura do síndico no Brasil sob a regulamentação de Lei Federal que determinou o desenvolvimento da convenção criada e aprovada por assembleia de moradores e a eleição de um gestor para fiscalizar o cumprimento dessas normas – o síndico.

De acordo com reportagem publicada, em fevereiro de 2012, no Jornal Folha de São Paulo, somente no estado de São Paulo atuam cerca de 30 mil síndicos. Quanto ao perfil do síndico, segundo o SECOVI-SP (sindicato da habitação) 74% deles têm entre 30 e 60 anos, sendo que 85% deles são profissionais como empresários e advogados.

Desde 2003, quando entrou em vigor o novo Código Civil, que modificou a Lei 4.591/64 e regia o setor, o síndico passou a responder também por problemas criminais, tributários e trabalhistas e judiciais, que ocorram no condomínio. Essa novidade estimulou ainda mais a profissionalização do síndico, que passou a buscar qualificação em gestão, contabilidade, administração e direito imobiliário.

Em função disso, o Instituto Pró-Síndico prevê que, em cinco anos, metade dos condomínios do país serão administrados por síndicos profissionais.

Dada sua importância, no dia 30 de novembro comemora-se, no Brasil, o Dia do Síndico, profissional imprescindível que regula, organiza e orienta a vida condominial.

Importância do síndico

Segundo pesquisa realizada também do SECOVI, em 2016, existe, no país, mais de 180 mil condomínios,número 27% superior a sete anos anterior ao estudo. Para administrar tanto as estruturas físicas dos prédios quanto as estruturas sociais compostas pelos milhares de condôminos, é fundamental a figura de um líder – o síndico.

Na prática, ele é o representante legal da comunidade condominial, sendo responsável por zelar pelo bem comum dos condôminos e pelo condomínio, promovendo o cumprimento de suas normas internas.

Ele tem a incumbência de mediar conflitos, providenciar manutenção e reparos no condomínio, controlar orçamento, prestando contas à assembleia, contratar e acompanhar os trabalhos de prestadores de serviços terceirizados, tratar da segurança do condomínio e fazer a contratação do seguro condomínio ideal para a edificação e seus moradores.

Quanto ao seguro condomínio, é importante salientar que ele é obrigatório, conforme o artigo 1.346 do Código Civil, e deve cobrir toda a edificação contra o risco de incêndio ou qualquer outro evento que possa causar destruição total ou parcial das instalações seguradas.

Responsabilidades do Síndico

Além de todas essas atribuições, existem ainda a responsabilidade civil do síndico que é acionada, quando não são cumpridas de modo adequado suas funções. Assim, gerando algum tipo de ônus aos condôminos ou a terceiros.

Como ele é o representante legal do condomínio, poderá ser acionado na justiça em casos como problemas estruturais no prédio ou em sua gestão financeira. Como pena, o síndico pode ter seus bens apreendidos para o pagamento de dívidas. Diante de tanta responsabilidade e para garantir a segurança de todos é recomendável, ao fazer o seguro condomínio, contratar a cobertura de responsabilidade civil.

Administrar um condomínio, zelando pela manutenção do prédio e pelos interesses e bem comum dos condôminos não é tarefa simples. Por isso, neste dia 30 de novembro o cumprimentamos pelo o seu Dia – e, assim como seus condôminos, o valorizamos também nos demais 364 dias do ano por sua dedicação a essa função tão importante.

Parabéns a todos os síndico do Brasil pelo seu dia!

Fonte: https://angelicarocha.com.br/

Aprender pequenos reparos domésticos resulta em independência e economia

Saber fazer consertos em casa tem várias vantagens, tanto nos aspectos financeiros quanto no melhor proveito do tempo

Reprodução/Internet/dailytelegraph.com.au

*Herlane Meira

Reformas em casa são constantes, seja um imóvel novo ou mais antigo. Pequenos reparos, então, são essenciais e costumam sair bem mais em conta para aquelas pessoas que se arriscam a pôr a mão na massa e executar o trabalho sozinhas. Porém, nem todo mundo tem habilidade para solucionar problemas domésticos e sempre precisa recorrer a um profissional.

A pia do banheiro que pinga, o ralo do chuveiro que entope e o mau cheiro na área de serviço. Quando algum desses problemas assombram o bom funcionamento de um lar, a primeira reação, normalmente, é chamar o porteiro ou algum especialista. É com a proposta de capacitar pessoas comuns para fazer pequenos reparos domésticos no dia a dia, ou até mesmo acompanhar melhor o trabalho de um profissional da área, que a Tigre disponibiliza o programa Especialista Tigre.

Segundo Júlio César, instrutor do curso de hidráulica oferecido pela Tigre, o objetivo da capacitação é permitir que pessoas possam realizar reparos que sejam simples em casa sem depender de um profissional. “A maior parte dos pequenos consertos domésticos pode ser realizada pela própria pessoa, claro que com segurança e ciente dos cuidados e ferramentas que precisam ser usados”, afirma.

Ele ainda ressalta que as principais reclamações, em diversos casos, são problemas simples, fáceis de ser resolvidos sem a contratação de um especialista. “Vazamento, cano de água ou gás furado, curto-circuito em tomadas com acúmulos de ligações e entupimentos em ralos e pias por falta de cuidado ou limpeza são as emergências mais comuns”, revela Júlio César.

O instrutor explica que o curso é voltado para qualquer pessoa que tenha interesse em adquirir alguns conhecimentos básicos de reparos domésticos, mas há turmas voltadas também somente para mulheres, caso elas prefiram. “Toda a estrutura do curso, desde linguagem, ilustrações, metodologia ou problemas abordados, tem foco nas mulheres e no que elas consideram relevante.”

* Estagiária sob a supervisão da editora Teresa Caram 

O QUE FAZER

Pinga-pinga no chuveiro

Muitas vezes, a causa de o chuveiro vazar pode ser o fechamento do registro, pois a peça é utilizada diariamente e acaba sofrendo um desgaste natural. Caso o problema seja o desgaste do registro, a solução é trocar a peça ou apenas a borracha de vedação. O ideal é desligar o chuveiro, abrir o chuveirinho para a pressão normalizar mais rápido e parar com o pinga-pinga. É preciso verificar também se a mangueira do chuveirinho está bem encaixada. Se não estiver, pode entrar ar no chuveiro fazendo ele continuar pingando. Pode ser usada também uma braçadeira plástica para deixá-la bem preso.

Mau cheiro no banheiro/lavanderia 

O mau cheiro no banheiro e na lavanderia pode ocorrer por conta de algum problema nas instalações, como a vedação do vaso sanitário, a caixa sifonada, o tubo de ventilação ou ainda por conta de sujeira acumulada no sifão. O anel de vedação fica localizado entre o vaso sanitário e a tubulação de esgoto e impede a passagem do mau cheiro. O ralo sifonado não deixa que o cheiro retorne para o ambiente e o tubo de ventilação fica conectado aos tubos de esgoto para levar os gases para fora. É instalado dentro da parede e passa à altura da casa, ficando acima do telhado, para o cheiro não permanecer na residência. O primeiro passo para neutralizar o mau odor do banheiro ou da lavanderia é identificar de onde ele está saindo. Se for causado pelos resíduos acumulados no sifão, deve-se retirar a tampa do sifão e limpá-la, e em seguida recolocá-la. Se o problema persistir, recomenda-se chamar um profissional.

Pia do banheiro entupida 

Geralmente, a pia do banheiro entope porque há grande concentração de fios de cabelo que são jogados pelo ralo. Para solucionar o problema é preciso retirar o sifão e remover a sujeira com uma escova, pinça ou com o dedo protegido por uma luva.

Pia da cozinha entupida 

O problema da pia da cozinha geralmente está relacionado à caixa de gordura ou entupimento do sifão. A caixa de gordura é um dispositivo que fica localizado entre o cano que chega da pia da cozinha e a coletora de esgoto, separando as gorduras da água usada na limpeza dos utensílios de cozinha. Se o problema for no sifão, deve-se retirá-lo e realizar a limpeza. Se o problema for o entupimento na caixa de gordura, deve-se abrir a caixa e coletar o material amarelado e sólido com um saco plástico e descartá-lo no lixo.

Ralo do chuveiro entupido 

O ralo do banheiro geralmente fica entupido por conta de cabelos e restos de sabonete. É preciso retirar a grelha e inserir um arame dobrado na ponta na saída de água do ralo. Mexer o arame em várias direções e puxar. Continue fazendo isso até retirar toda a sujeira.

Vaso sanitário entupido 

O vaso sanitário geralmente entope porque há objetos obstruindo a drenagem do vaso. Para desentupir o vaso sanitário é recomendado utilizar uma toalha molhada para vedar. Quando se dá descarga, parte do ar que está dentro da privada normalmente sai por cima. Como a abertura estará vedada, o ar, junto com a água da descarga, sairá pelo cano da privada, empurrando o que estiver entupindo a passagem. A pressão exercida pelo ar e a água da privada é muito forte. Esse é um método muito eficiente e prático de desentupir o vaso.

Espuma voltando pelo ralo 

A espuma da máquina de lavar volta pelo ralo normalmente pela má instalação das dimensões do ralo. O grande volume de água na tubulação não dá conta de escoar, formando um acúmulo na caixa sifonada ou no ralo, fazendo com que parte da água suja espume e retorne. É preciso verificar a tubulação e substituir o ralo antigo por um ralo antiespuma.

Caixa d’água transbordando 

Geralmente, a caixa d’água transborda por conta de um problema na boia, que é um dispositivo que controla a entrada de água no reservatório. Ela mantém o nível de água no máximo, evitando assim o transbordamento da água. É preciso trocar a boia da caixa d’água.

Fonte: Tigre |  https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Incêndio em condomínios: conhecimento e treinamento são fundamentais

Situações de risco, principalmente com fogo, requerem calma e tomada de decisão rápida, aliada a treinamentos de brigada de emergência

Há poucos dias, acompanhamos diversas ocorrências de incêndios na capital paranaense. Uma, inclusive, em um condomínio, em que só não resultou em uma tragédia maior devido à ação rápida do síndico e seu controle e orientação dos moradores para sobrevivência e evacuação de área.

Para o vice-presidente de Condomínios do Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi-PR), Dirceu Jarenko, ter uma equipe e colaboradores preparados para ocasiões de urgência e emergência não é apenas uma questão de obrigatoriedade, mas de responsabilidade como cidadãos para a segurança de todos. “Todo condomínio, por imposição do Corpo de Bombeiros, precisa de uma Brigada de Incêndio, com todos os seus funcionários certificados, mas além disso, é muito importante também que o síndico e conselheiros também façam o curso e saibam como agir e orientar as pessoas em situações como essa”, ressalta.

Segundo Jarenko, todo morador e/ou condômino deveria estar apto para agir em situações de emergência, não apenas de fogo, mas de primeiros socorros, com medidas preventivas, entre outros conhecimentos específicos, porque nem sempre os funcionários que são da Brigada estão no condomínio. “Para a segurança de todos é fundamental que se tenha várias pessoas com estes conhecimentos no condomínio”, completa.

Fonte: http://www.segs.com.br/

Faça Você Mesmo: decoração de Natal fácil de fazer

Que tal um Natal personalizado e cheio de estilo com peças lindas e feitas por você? Separamos as melhores dicas para você criar seus próprios enfeites!

A chegada do Natal aguça a criatividade para decorar o apartamento, a mesa do trabalho, o quintal, o jardim, a varanda, enfim… todos os lugares possíveis! As cores marcantes e luzes estão presentes nos mais variados locais da cidade, batendo aquela vontade de reproduzir tudo dentro de casa, mas sabemos que muitas coisas utilizadas em mega decorações não têm um valor acessível e podem até mesmo ser difíceis de se encontrar por aí.

Mas se você ama uma decoração natalina, não precisa desanimar! Na internet temos várias referências maravilhosas para copiar, gastando muito pouco ou até reaproveitando coisas que você já tem em casa. Dá para pensar em alternativas para todos os cantos e cômodos, deixando o clima do Natal invadir o ambiente.

Luzes personalizadas

Não existe Natal sem um bom conjunto de luzes, conhecidas também como pisca-piscas. Elas podem ser coloridas, brancas ou amareladas e trazem alegria para a decoração. Você pode comprar uma porção de bolinhas de pingue pongue para fazer essa dica. Basta furá-las de um jeito no qual as luzes caibam dentro dela sem escapar. Após isso, é só decorar a área da sua preferência e deixar tudo pronto para a chegada do Papai Noel.


Guirlanda

Fazer uma guirlanda também não é complicado e você pode usar as bolinhas que tem em casa dos natais passados para fazer a sua. Para começar, tenha em mãos um aro de isopor ou outro material que seja fácil de colar as peças com cola quente. Feito isso, é só organizar da forma que fique melhor para você e pendurar na porta de casa.


Bolas

Já pensou em fazer suas próprias bolas de natal com apenas 4 itens? Você vai precisar de bolas de isopor que podem ser de tamanhos variados, lantejoulas da cor que preferir, alfinetes ou pregos bem fininhos e um arame para fazer a alça de pendurar. Basta seguir o passo a passo da imagem e prender as lantejoulas pelo furo com os alfinetes. Legal, né? Fica super lindo e dá para brincar com várias cores.


Velas

Que tal aproveitar aquelas velas que estão encostadas em casa? Com alguns pedaços de canela em pau ou galhos variados você pode revestir toda a sua vela e finalizar com uma fita bem bonita. Adicione algumas folhas, sinos, frutas artificiais, enfim… o que a sua criatividade mandar! O legal de usar a canela em pau é que o aroma que se espalha pelo ambiente é muito gostoso.


Biscoitos

E que tal os tradicionais biscoitos de gengibre ou canela com formatos temáticos de Natal? Se você não tiver formas de cortar nesses moldes, pode simplesmente fazer os biscoitos redondos, decorar com glacê tingido com corante e servir na mesa com a sua ceia. Vale também colocar em embalagens bem bonitas e dar de presente para os amigos ou família!


Bonecos de feltro

Os bonecos de feltro são um charme e podem ser feitos para pendurar na árvore. Basta produzi-los menores e adicionar um cordão para pendurar. Nessa referência, temos um duende com gorro verde que foi costurado lateralmente. Para fazer esse tipo de acessório você vai precisar de feltro de cores variadas, alguns botões e miçangas, um pouco de enchimento para almofada e caneta para tecido para fazer os detalhes.


Boneco de neve

Bonecos de neve são um clássico natalino e também muito simples de fazer! Com duas bolas de isopor, alguns retalhos de tecido, miçangas e canetinhas você consegue criar tudo usando poucos materiais. Basta tirar com uma faca ou estilete um tampo do isopor para fazer a base reta e fixar todo o resto com cola quente ou cola para isopor.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

 

Estação de tratamento promove reuso da água e economia em condomínio

A pratica do reuso de efluentes sanitários proporciona benefícios ambientais além de uma economia com água potável que pode chegar a 75%

O esgoto sanitário doméstico que vem dos 380 apartamentos do Condomínio Supremo Family Club, em Lauro de Freitas, passará a contar com um moderno sistema de tratamento, capaz de transformá-lo em um efluente qualificado para o reuso na irrigação do jardim e a lavagem de áreas comuns.

Essa é a primeira Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do município a realizar o reuso planejado de efluente sanitário doméstico. Batizada de Clearhydro, a tecnologia aplicada pela empresa baiana Clear Water Soluções Ambientais é do tipo Moving Bed Biofilm Reactors (MBBR), e foi desenvolvida na década de 1980, na Noruega.

“É uma aplicação bastante comum fora do Brasil e que tem uma série de oportunidades para ser desenvolvida aqui, principalmente em sistemas de tratamento descentralizados”, explica o engenheiro Dartagnam Gomes, proprietário da Clear Water. A ETE tem capacidade de tratar até 150 mil litros de águas servidas (esgoto sanitário doméstico) por dia e fazer reuso do efluente tratado em até 30 mil litros/ dia.

A pratica do reuso de efluentes sanitários proporciona benefícios ambientais significativos, pois permite que um volume maior de água potável permaneça disponível para outros usos mais nobres. “Em certas condições, pode reduzir a poluição hídrica por meio da redução da descarga de efluentes nos rios e lagos. Existem também benefícios econômicos, uma vez que o condomínio tem custos menores, na ordem de 75 % de economia, em relação ao consumo de água potável”, pontua Gomes.

Economia

Os cerca de 1.500 moradores do Condomínio Supremo Family Club consomem cerca de 10 mil metros cúbicos de água potável por mês. “Estamos economizando de 3 a 4% em volume como reuso. Isso é um ganho de ordem financeira e ambiental sem precedentes”, ressalta o engenheiro, que antes de abrir a própria empresa trabalhou durante 27 anos na Embasa.

De acordo com Gomes, o investimento nessa ETE foi de R$ 160 mil, sendo que a taxa de retorno – graças à economia de água potável – é estimada em seis meses a partir do início da operação. O subsíndico do condomínio, Josene Gomes, comemora a chagada da nova estação. “Já até sentimos uma melhora significativa no cheiro que antes exalava no local. Agora não tem mais. Fora os ganhos para o meio ambiente”, afirma.

Como funciona a estação em 7 passos:

1) Gradeamento: retenção de materiais grosseiros;
2) Desarenador: retenção de materiais suspensos (areia, particulados);
3) Digestor anaeróbio: primeira separação de efluente e manta de lodo com material orgânico pela ação de organismos anaeróbios;
4) Tanque de aeração (MBBR): bombeamento de oxigênio no efluente para neutralizar os organismos anaeróbios;
5) Decantação: retenção de lodos decantados para leva-los novamente ao processo anaeróbio;
6) Desinfecção: controle do número de bactérias antes do lançamento final;
7) Reuso: efluente então é direcionado para o reuso (irrigação de jardim, área de pátios, equipamentos como playgrounds, entre outros.

Fonte: Clear Water | http://www.correio24horas.com.br/

O pensamento sustentável te ajuda a economizar gastos

O pensamento sustentável te ajuda a economizar gastos

Em espaços comerciais o gasto de energia é sempre muito alto. Porém, quando o pensamento sustentável entra em ação, isso pode ser diferente.

Em seu escritório, quantas vezes você se deparou com todas as luzes apagadas, com os computadores desligados e a máquina de café sem estar funcionando? Pois é, são raras às vezes em que cenas como essas acontecem em ambientes de trabalho.

No começo do mês, quando as contas começam a chegar, todos sempre pensam no por que do alto valor.  E então: será que é possível incluir medidas sustentáveis também no dia a dia e nas rotinas de um espaço comercial?

Nós acreditamos que sim! Isso pois, atualmente, construtoras, administradoras de condomínios e até mesmo os próprios proprietários e/ou locatários de espaços comerciais vem repensando o modo que utilizam a energia.

Esse é o caso do edifício AR3000 Cabral Corporate & Offices, que obteve uma redução de 38% no consumo de energia. Isso representa não somente uma contribuição para o meio ambiente, mas também um menor custo em sua operação – que pode ser facilmente percebida pelos inquilinos.

Entre as medidas previstas para reduzir o consumo de energia, a fachada do edifício representa uma maior contribuição. A envoltória externa auxilia na melhoria da qualidade do ambiente interno por meio da soma de diferentes soluções, como o uso de vidros duplos, brises e vedações em drywall com isolamento térmico.

Como a envoltória do AR3000 é caracterizada por grandes planos envidraçados, que vão do piso ao teto, os espaços interiores têm um ótimo fornecimento de luz natural e acesso às vistas externas. Assim, as áreas internas requerem menos iluminação artificial e têm considerável autonomia.

O projeto foi ainda mais longe, adotando estudos e simulações de iluminação para todos os espaços comuns e áreas de garagem, o que se traduziu em redução da potência luminosa. Sensores de presença também contribuem com um uso mais racional da iluminação. A redução alcançada foi de 52% nas áreas comuns.

A fim de prevenir altas temperaturas no interior do edifício relacionadas à alta exposição aos raios do sol, brises estão dispostos na envoltória, trazendo um aspecto arrojado e sombreamento adequado. O resultado foi uma carga térmica mais baixa e uma menor demanda por condicionamento do ar. Essas características também são realçadas pelo isolamento fornecido pelos vidros duplos.

Que tal adotar isso no seu escritório também? Ou até mesmo contar com empreendimentos que já tem isso em seu projeto original? Na Village Imobiliária você pode encontrar espaços como esses disponíveis para receber a sua empresa, inclusive o AR3000, o case de sucesso que citamos nessa matéria. E lembre-se: pensar sustentável é pensar no futuro!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Pets em condomínios: veja como evitar problemas

Para morar com o pet em condomínio, prezar pela boa convivência é importante. Por isso, algumas restrições são adotadas a fim de evitar possíveis transtornos com os vizinhos

As regras passaram a existir após muitos incidentes e reclamações dos vizinhos

Os animais domésticos estão tornando-se cada dia mais parte da família. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui mais de 132 milhões de pets de estimação – ficando em quarto lugar no ranking mundial. No entanto, ao escolher morar em condomínio, tutores e tutoras precisam obedecer a algumas restrições para evitar possíveis transtornos com os vizinhos.

O animal pode viver tranquilamente com seu dono desde que o mesmo não atrapalhe a saúde, o sossego e a segurança dos outros moradores. Regras como limpar o local onde o animal sujar e tomar cuidado para que ele não fuja do apartamento, que em geral fazem parte do regulamento interno do condomínio, precisam ser seguidas.

De acordo com Lilian Alves, vice-presidente de condomínio da Secovi, as normas passaram a existir após incidentes e reclamações. Lilian afirma que o tutor necessita tomar certos cuidados. “O dono precisa conhecer o seu animal, para que ele não incomode os vizinhos.” A especialista destaca também os cuidados com a saúde do animal. “É importante que o pet esteja com sua saúde estável e com a vacinação em dia”,destaca. Lilian acrescenta que em alguns prédios já estão sendo construídos áreas exclusivas para os bichinhos.

Enzo Camurça mora em um condomínio com sua cadelinha Anette. O músico explica que, em seu prédio, só existem duas regras que devem ser seguidas. “O condomínio só coloca duas restrições: os animais não podem passear soltos pelo prédio e o tutor é responsável pela limpeza, caso o animal faça suas necessidades em áreas comuns.” Enzo conta que, embora nunca tinha tido problemas, já presenciou alguns animais fugindo do apartamento e causando prejuízos.

A fim de que donos e donas de pets evitem inconvenientes com os vizinhos, as Revistas O POVO listaram cinco  dicas com base em sugestões da ItaBrasil Gestão Imobiliária, que podem ajudar na boa convivência. Confira.

Áreas comuns

Evite permanecer por muito tempo com os animais em áreas de uso comum, tais como hall, garagem, jardins e playground.

Elevadores

Mesmo não sendo proibida a entrada de animais no local, os donos podem perguntar à pessoa que está utilizando o elevador se ela se incomoda com a presença do animal. Se sim, o ideal é usar o elevador de serviço.

Saquinhos de lixo

Ter sempre em mãos o saquinho para recolher os dejetos do animal é extremamente importante. Isso serve para o condomínio ou para rua.

Barulhos

É importante que o dono fique atento se o animal não interfere no bem-estar dos vizinhos na sua ausência. Os latidos constantes muitas vezes ocorrem porque o animal passa muito tempo sozinho.

Mau cheiro

Manter a boa higiene do animal é importante, já que odores e mau-cheiro causam incômodo aos vizinhos e se espalham rapidamente.

Fonte: https://www20.opovo.com.br/

Reforme móveis e objetos antigos da sua decoração

Faça você mesmo reformas e manutenções criativas em seus objetos que estão velhos ou desatualizados. É o DIY transformando a decoração do seu lar!

Final do ano está aí e sempre nessa época a gente sente aquela necessidade dar uma repaginada na casa, mudar os ares, trocar uma peça aqui e outra ali. Mas e se eu falar que você pode ter uma casa totalmente diferente sem tirar um móvel do lugar e gastando pouquinho pra isso?

Pois é, renovar é preciso, mas se puder dar uma cara nova para seus móveis antigos de maneira fácil, versátil e econômica, essa solução tem nome e sobrenome: reforme você mesmo seus móveis e objetos!

Da mesinha de centro à poltrona da vovó, é possível dar uma cara nova pra casa que você já tem usando apenas tinta nova, um adesivo e até mesmo um tecido. Ficou curioso? A gente te mostra como! Basta usar tudo o que você tiver em casa a favor da sua criatividade!

1. Cuide dos móveis antigos 

O primeiro passo é começar a encarar os móveis e objetos antigos não como peças antigas, mas sim como peças que serão transformadas! E como qualquer móvel novo, para manter sua beleza e funcionalidade preservados, é importante ter cuidado e preservá-los.

Antes mesmo de pensar em estilos, cores, texturas e temas para sua repaginada, aposte na limpeza adequada para cada tipo de material – hidrate as madeiras, lustre os metais, tire a sujeira acumulada e faça os reparos necessários. No caso de móveis de madeira, lixe bem todas as superfícies, para corrigir arranhões, riscos e farpas e deixar sua preparada para a próxima etapa.

2. O poder de uma boa pintura

Reformar os móveis antigos com pintura é um truque coringa que funciona sempre! Essa é a fase perfeita para se jogar sem medo nas cores e carregar na sua personalidade. Misturando tons e elementos, é possível ir de uma decoração clássica para rústica.

Seja qual for a cor ou tema que você escolher, dar uma nova cor ao seu móvel gera um impacto imediato na sua decoração, porque ele se torna uma peça praticamente nova. Por isso, essa técnica é ótima para quem não resiste em mudar a decoração da casa de tempos em tempos.

Ah, e hoje em dia tem diversos tipos de tintas e acessórios que nos permite brincar com texturas e até mesmo facilitar o trabalho, como no caso da tinta em spray que faz todo trabalho ainda mais rápido. Ou seja, não tem moleza pra preguiça.

Fonte: Pinterest – Vou Pintar Minha Casa

3. Moderno laqueado

A pintura laqueada é a moda do momento. Além de ser uma pintura especial de alto padrão, é uma técnica que dá um acabamento bem sofisticado para os móveis e deixa tudo com uma cara mais moderna.

Mas apesar do nome parecer diferente e complicado, esse acabamento laqueado é bem acessível e fácil de ser encontrado em lojas, tanto na versão spray ou comum, e também nas versões fosca e acetinada.

Fonte: SOS Solteiros – Mundo das tribos

4. Adesivos e papéis de parede

Os adesivos e papéis e paredes são perfeitos para quem quer reformar os móveis sem precisar mexer tanto na estrutura deles. Incrivelmente versáteis, a técnica não tem segredo: escolha os adesivos que são a sua cara e aplique por cima do móvel. É muito prático.

Aqui vale tudo: adesivos de papel contact, fitas adesivas neutras ou decorativas, laminado autoadesivo… E você pode colocar tanto na parte externa dos móveis, quanto também dentro de gavetas, armários e cômodas.

Para quem além de adesivar também quiser o efeito de textura nos móveis, então é só substituir o papel adesivo por papeis de paredes. Fica lindo.

Fonte: Casa Abril

5. “Vestindo” os móveis com tecido

Essa dica é um pouco mais trabalhosa, mas perfeita para quem adora projetos DIY e não tem medo de pôr a mão na massa. Para esse tipo de reforma, você reutilizar vários pedaços de tecidos que tem pela casa e combiná-los em diferentes composições.

Após pintar o móvel ou objeto com a cor que quiser, passe uma camada de cola branca sobre a parte que será revestida e não aplique o tecido com uma régua, para evitar bolhas e deixar o resultado ainda melhor. Retalhos ficam ótimos como quadros, revestimento de gavetas e até cobrem peças inteiras.

Fonte: Madame Criativa

6. Puxadores

Ah, os puxadores! Assim como o poder de uma boa pintura, você só consegue ver a diferença que faz na decoração quando você muda o puxador pela primeira vez. E acredite, assim que você mudar os puxadores dos seus móveis, eles nunca mais passaram despercebidos.

Coloridos, clássicos, rústicos… o que não falta é opção para por aí para combinar com sua mobília e decoração. E o legal é que podem ser facilmente encontrados em lojas especializadas ou garimpados em feiras de rua por um precinho que vale a pena!

Fonte: Diycore

Viu só como não é preciso de muito para você mesmo criar decorações incríveis usando reformando seus móveis e objetos antigos? Então aproveita que um ano novo vem aí e é a época perfeita para colocar todas essas ideias em prática sem pesar no seu bolso!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Cuidados ao alterar a convenção de condomínio

Luiz Leitão da Cunha

Após a entrada em vigor do novo Código Civil, em 2002, que substituiu o Código Civil de 1916, as convenções de condomínio mais antigas ficaram desatualizadas em aspectos importantes, como a extinção da figura do subsíndico — que, de qualquer forma, sempre foi opcional — e a definição das atribuições do Conselho Fiscal, também facultativo, que agora se destina apenas a fiscalizar as contas do síndico e a emitir um parecer sobre elas.

Ou seja, o Conselho Fiscal não tem o poder de decidir sobre as contas, mas apenas de recomendar à Assembleia Geral sua aprovação ou rejeição.

Ainda que adequar o texto da antiga convenção à atual legislação não seja em si uma tarefa das mais difíceis, há o problema crucial da burocracia que envolve a sua averbação no Cartório de Registro de Imóveis.

O rol de exigências, que é imenso e desanimador, costuma variar conforme o cartório, e torna-se ainda mais complexo no caso de condomínios com maior número de unidades.

Será preciso reconhecer todas as assinaturas na lista de presença e no texto aprovado; no caso de unidades pertencentes a casais, será necessária a rubrica em todas as páginas e a assinatura de ambos os cônjuges, podendo ser por procuração com firma reconhecida; das unidades com mais de um proprietário, será exigida a assinatura e rubrica de todos os coproprietários ou seus procuradores; os condôminos pessoas jurídicas deverão apresentar cópia autenticada do contrato social.

Por fim, a minuta da nova convenção deverá ser previamente enviada a todos os condôminos.

Muitas vezes, nem o síndico, nem a administradora, sabem ao certo quem são os atuais proprietários das unidades, especialmente no caso daquelas pertencentes a mais de uma pessoa.

Uma forma mais econômica de verificar a titularidade das unidades das quais se tenha dúvida é a matrícula online, de menor custo que a certidão emitida pelo cartório.

Ela fica disponível para consulta durante 24 horas e pode ser salva em PDF, devendo-se observar que, embora informe corretamente os nomes dos proprietários, não tem valor legal para transações imobiliárias.

O difícil, no caso de médios e grandes condomínios, é reunir a quantidade de condôminos, cônjuges e coproprietários cujas frações ideais representem dois terços do total necessário para a aprovação da convenção, além de entrar em contato com os condôminos residentes em outras cidades e pedir-lhes procurações com firma reconhecida.

Por conta da exigência da assinatura de todos os proprietários de cada unidade, a lista de presença deverá ser maior, impressa na posição horizontal, também chamada “paisagem”.

Portanto, antes de decidir alterar a convenção e marcar a respectiva AGE, o síndico deverá se comunicar com os condôminos detentores de pouco mais de dois terços das frações ideais — para ter uma margem de segurança no caso de ausências — e certificar-se de que eles comparecerão ou enviarão procurações.

Adicionalmente, convém que vá ao Cartório de Registro de Imóveis e peça a relação completa das exigências para a averbação do novo documento.

Muito provavelmente, a nova convenção terá de ser assinada posteriormente, uma vez que poderão ocorrer alterações no seu texto no decorrer da AGE de aprovação, e a sua edição deverá ser feita com extremo cuidado.

Uma vez tomada a decisão de alterar a convenção, vale a pena aproveitar a oportunidade e atualizar também o regulamento interno, já que muitos deles, especialmente os mais antigos, contêm expressões discriminatórias, como “serviçais”, além de cláusulas que proíbem empregados de utilizar os elevadores  sociais, o que hoje constitui violação à lei.

Fora isso, um novo regulamento interno, bem preparado, proporcionará um aumento da segurança do condomínio, inclusive no aspecto jurídico.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Bandejas tornam-se itens indispensáveis para decoração e organização

As bandejas são, ao mesmo tempo, tradicionais e modernas, se adaptam bem em todos os cômodos e dão um charme especial na hora da organização.

Práticas e despojadas, as bandejas já viraram uma tendência de decoração. Longe da função de carregar bebidas e comidas, elas também podem ser usadas como objetos que auxiliam na organização da casa e dão um toque diferenciado em qualquer ambiente.

São vários tamanhos, cores e materiais, como madeira ou até espelho, que deixam as bandejas ainda mais atrativas, estando apoiadas em uma mesa de centro ou em um balcão. A arquiteta responsável pelos projetos dos apartamentos decorados da construtora A.Yoshii Engenharia, Juliana Meda, tem algumas dicas para organizar e decorar tudo ao mesmo tempo.  “Se você tem vários enfeites soltos, é muito difícil manter a organização e a limpeza. Então a tendência é de que o ambiente fique bem bagunçado. Com os objetos apoiados em uma bandeja, tudo pode ficar mais prático e elegante”, afirma.

Essa dica de organização também facilita a limpeza do ambiente, que pode ser a sala de estar, o quarto, a cozinha, ou até o banheiro. A dica funciona também nos banheiros, para apoiar itens de higiene, perfumaria e maquiagens. Além de atuar decoração, as bandejas ainda podem ser usadas para levar um café da manhã na cama, ou trazer um café para os convidados, sem perder a sua tradicional função.

No show room da A.Yoshii Engenharia estão alguns exemplos que podem servir de inspiração. No apartamento decorado do Maison Legend Ecoville, por exemplo, uma bandeja de madeira reúne itens de decoração e o porta-toalhas de bambu do banheiro da suíte.

Desde porta-retratos até souvenirs de viagens podem ser usados para compor uma bandeja decorativa, que também pode ser temática, como a bandeja de madeira combinada ao bambu, que dá um toque rústico e harmonioso ao ambiente.

No banheiro, a bandeja pode ser uma ótima alternativa para organizar e agrupar os utensílios como toalhas, aromatizadores e sabonetes, sem deixar o ambiente com “ar” de  bagunçado.

Em outros ambientes, o item se torna um objeto decorativo que facilita a limpeza e a organização das demais peças decorativas.

No quarto, a bandeja pode ser útil se você costuma levar jarras e copos. Na cor correta ela ajuda a harmonizar os tons do local.

Elegância e bom gosto são as palavras que definem a presença das bandejas na sala de jantar. A combinação do item prateado com objetos delicados e transparentes, apoiados em um balcão de vidro ou espelho, deixa o ambiente ainda mais moderno.

E então, o que achou dessa dica? Incrível como um objeto aparentemente comum pode ganhar super destaque na decoração do nosso lar, não é!? Continue acompanhando nossas dicas e deixe sua casa cheia de personalidade.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Sistema para gestão de condomínios: as vantagens desta tendência entre síndicos e moradores

Os condomínios estão cada vez mais complexos, o que acaba aumentando as tarefas de gestão por parte do síndico

Não é mais novidade que o mundo está em constante mudança nos últimos anos. Um dos avanços mais notáveis e que afeta nossas vidas é o da tecnologia. Apesar de seus impactos em diversos âmbitos, é de se surpreender que em nossas casas, no condomínio, ainda acabamos utilizando processos e ferramentas antigas e ineficientes.


Foto: DINO

A maioria das pessoas opta por viver em condomínio para obter mais segurança e facilitar sua vida, podendo focar no que realmente importa. Neste sentido, uma tendência tem se tornado comum entre os condomínios: o uso de um software para a gestão de condomínios. A adoção de um sistema para condomínio é uma das práticas para auxiliar o trabalho do síndico, reduzindo o número de processos arcaicos que sem um sistema específico demandam muito tempo para serem executados e que, muitas vezes, causam dor de cabeça para síndicos e moradores.

Comunicação 

Uma das principais utilidades de um sistema para a gestão de condomínios é a melhoria da comunicação entre síndicos e moradores. Em muitos casos, notamos que os comunicados de papel nem sempre são vistos por todos os condôminos, ou então são vistos tarde demais, pois o morador precisa estar fisicamente no prédio.

Desprovido de ferramentas pensadas especificamente para condomínios, o síndico acaba trocando seu tempo de lazer para tratar situações do condomínio que poderiam ser resolvidas com mais facilidade. O livro de ocorrências é outro exemplo, com a utilização de um sistema, todas as mensagens entre moradores e síndicos ficam registradas e as questões do condomínio são centralizadas em um único local online. A comunicação se torna mais rápida e eficaz, evitando esquecimentos e mal-entendidos.

Facilidade

A dificuldade para realizar atividades simples do condomínio também é um problema recorrente, como por exemplo, a reserva de áreas comuns e autorizações de entrada na portaria. Não é incomum moradores passarem o incômodo de ter que ir até a portaria para reservar o salão de festas. Ou deixar de fazer um churrasco com a família e amigos, pois o salão havia sido reservado, mas no dia ninguém utilizou porque a reserva foi cancelada 4 dias antes e o mesmo não foi avisado. Ou pior, duas reservas marcadas no mesmo dia e horário por alguma falha na marcação na agenda de papel. Tais acontecimentos resultam em estresse e perda de tempo. Ao utilizar um sistema em seu condomínio as reservas podem ser feitas a qualquer hora e em qualquer lugar, com validação automática das regras do regimento interno.

Transparência 

A transparência dentro do condomínio é um ponto muito discutido em assembleias e entre os próprios moradores. Entre as responsabilidades do síndico está a prestação de contas para os condôminos. Com um sistema, você pode armazenar todos os documentos e deixar disponível para que os moradores façam consultas quando julgarem necessário. Além disso, a participação dos condôminos se torna mais fácil e aberta. Ou seja, todos os moradores têm a possibilidade de estarem bem informados e interagirem sobre todos os assuntos do condomínio por meio de fóruns de discussão, enquetes, classificados.

Condomínios que não utilizam nenhum sistema perdem, em média, 35% de receita e 40 horas de produtividade. Dito isso, com uma rotina tão corrida como a de um síndico, não há motivos para perder tempo com processos arcaicos sujeito a falhas que podem gerar desconforto na vida em condomínio ou até mesmo retrabalho.

Fonte: https://www.terra.com.br/

Como preparar sua decoração de Natal para 2017

Falta pouco tempo até o Natal e as lojas já estão cheias de item de decoração. Que tal levar a decoração natalina para dentro de casa?

O papai Noel já está chegando e nessa época todo mundo fica mais animado e festivo. Esse é um ótimo motivo para renovar as energias e a decoração da nossa casa também.

Para fugir das decorações tradicionais e repetidas de todo ano, existem várias alternativas criativas para decorar a casa e deixar tudo com um ambiente natalino perfeito. Veja nossas dicas de decoração de Natal 2017 e comece o ano novo com o espírito renovado:

1. Enfeitando os cristais

Podemos usar as cristaleiras para enfeitar a mesa, aparador ou até criados mudos. Basta colocar enfeites natalinos, como laços, bastões ou bolinhas dentro de cada pote e espalhar pela casa, onde você preferir. O efeito fica incrível.


2. Janelas enfeitadas

Nas janelas é comum colocar as tradicionais luzes pisca pisca, porém é possível enfeitá-las de outro modo tão bonito quanto. Use barbante vermelho e branco ou náilon para pendurar bolas vermelhas e prateadas (ou as cores que você preferir), junto com outros itens como sapatinho, árvores, pinhas, meias ou bonecos de papai noel. Use a criatividade!

Se puder colocar um aparador junto à janela, forre com as cores típicas de natal e colocar sobre ele enfeites da época, o efeito também foge do tradicional e fica lindo.


3. Velas

As velas são itens versáteis que ajudam muito na sua decoração natalina. Para fazer esse enfeite os materiais são simples, e o cheiro dentro de casa fica maravilhoso. Você vai precisar de: vela de sete dias, canela em pau, cola quente, barbante de cor crua e fita de cetim. Só isso!

Com a cola quente, vá colando as canelas uma a uma ao redor da vela até completar o diâmetro. Depois que cobrir toda a superfície da vela, corte um pedaço de barbante e faça um laço unindo as canelas, a fita de cetim vai por cima do barbante.

Caso não tenha cola quente, prenda as canelas com um elástico de borracha mesmo. Use o barbante para escondê-lo e siga os outros passos normalmente. Pronto, além de enfeitar, o cheiro da canela vai invadir o ambiente quando a vela estiver acesa. Essa dica vale para qualquer época do ano em formatos diferentes, pois enfeita e deixa o local com um cheiro incrível.


4. Almofadas

Todo mundo sabe que as almofadas dão outra cara em uma decoração. Na época de natal elas também podem ajudar. Use almofadas vermelhas, douradas, misture texturas e abuse da sua criatividade. Mantas também são ótimas para complementar a decoração da sala em conjunto com as almofadas.

5. Guirlandas

Guirlandas são itens indispensáveis no natal de qualquer casa. Tem que ter uma pendurada na porta de entrada, na escada, no portão, não importa onde, mas tem que ter. Além da guirlanda tradicional, feita de folhas, que tal inovar e usar uma guirlanda feita de rolhas de garrafa de vinho?

Junte várias rolhas, use um arame para dar o formato redondo e vá colando uma a uma até formar a guirlanda do tamanho que você achar melhor. Use cola quente. Para finalizar, coloque um laco de cetim e pronto. Uma guirlanda original e diferente.

Seguindo a linha da criatividade, dê uma olhada na guirlanda em formato de boneco de neve. São três guirlandas em tamanhos diferentes colocadas uma acima da outra. Na primeira guirlanda coloque um chapéu no topo e entre as duas superiores coloque bolinhas de natal e um cachecol. Fácil e com efeito incrível! Lindo, não é mesmo?

6. Árvore de natal

A árvore é um dos ícones do Natal. Hoje existem árvores de natal de todos os tamanhos, materiais e cores. Isso torna a decisão um pouco mais difícil. E para quem não quer montar a tradicional árvore de natal, existem várias alternativas.

Já pensou em usar uma arvore de fotos com pisca pisca? Escolha fotos da família inteira, cole na parede no formato da arvore e acrescente as luzes. Pronto! Simples, bonito e a família inteira vai gostar.

Ou se preferir, escolha árvores de natal, porém use modelos menos tradicionais, como os pinheiros coloridos. Se não quiser usar os pinheiros plásticos artificiais, use galhos secos. Coloque enfeites e vai ver que o efeito é maravilhoso.

7. Cores

Aliás, falando em pinheiros coloridos, a paleta de cores do natal costuma ser a mesma: vermelho, dourado, verde e prata. Mas isso não precisa ser assim sempre. É claro que não tem como fugir do vermelho, essa é a cor tradicional do natal, mas é possível acrescentar algumas cores a essa paleta e sem perder a beleza da época.

Para quem não abre mão do tradicionalismo do natal, aposte nas cores de sempre, mas se quiser ousar um pouco mais, use branco, dourado, laranja e até preto.

8. Mesa de Jantar

A hora mais esperada do natal é sem dúvida: a ceia. Para montar sua mesa use guardanapos e louças que conversem entre sim, abuse das cores como vermelho e dourado, além de tons de madeira.

Fonte:  http://www.imovelweb.com.br

Síndico: Fazer obras, só com aprovação da assembleia

Há pessoas que adoram fazer obras e reformas, comprar e gastar em mobiliário e decorar ambientes seguindo as constantes mudanças de tendências impostas por decoradores e arquitetos que visam faturar com novas contratações. Tudo bem, se a pessoa desembolsa o seu dinheiro, dentro da sua casa. Agora, quando esse gastador e inovador faz isso num edifício ao assumir a função de síndico, constata-se grandes absurdos e prejuízos para a coletividade condominial que não o impede ou deixa para os outros tomarem uma atitude.

Até em edifícios novos, bem projetados, com bom gosto e materiais nobres, há síndicos que se atrevem em modificar as áreas comuns (portaria, salão de festas, quadras, piscina, jardins, garagem, corredores) com novas cores e obras de gosto duvidoso, sem previamente discutir e aprovar essas alterações pelo quórum previsto na lei e na convenção.

Nada mais desrespeitoso que utilizar os recursos financeiros de dezenas ou centenas de condôminos como se pertencesse somente ao síndico ou ao seu grupo egoísta e arbitrário. Apesar de um ou outro síndico tomar a atitude de fazer reforma ou compra de mobiliário com boa intenção, isso não se justifica, pois, o edifício pertence a uma coletividade. Não é a casa dele!

O síndico, dentro do seu apartamento, tem o direito de decorar da forma que bem entender, pintar as paredes de roxo, verde ou laranja, bem como colocar móveis estranhos ou caros, pois arcará sozinho com todos os custos, sendo que somente ele terá que suportar seu gosto. Agora, tratando-se das áreas comuns, que são todas aquelas que se localizam fora do interior do apartamento ou sala, incluindo nelas a fachada, ninguém tem o direito de inovar ou alterar tais espaços sem antes trocar ideias, analisar projetos e orçamentos na assembleia. Somente mediante edital redigido de maneira clara e detalhada, poderá vir a ser realizada a reunião que aprovará a obra ou aquisição de mobiliário, sendo fundamental obter o quórum legal.

Dever do síndico de indenizar

Sendo realizada uma obra ou compra relevante pelo síndico e seu “grupo”, com o dinheiro do condomínio e sem a prévia autorização, nos termos do Código Civil, poderá qualquer condômino exigir uma assembleia. Essa poderá obrigar o síndico a indenizar o condomínio, que arque com os custos para que tudo seja reposto no estado original e ainda a sua destituição.

Caso uma assembleia aprove uma reforma sem que tenha obtido o quórum legal, qualquer condômino pode se recusar a pagar a quota extra. É nula a deliberação que não tenha respeitado os procedimentos legais. Quando o condomínio é assessorado juridicamente por especialistas, esses problemas são evitados. A paz não tem preço.

Fonte: Kênio Pereira | http://hojeemdia.com.br

Porta de correr pode ser peça coringa para ampliar o espaço do ambiente, mas exige cuidados

São muitas as opções de estilos e de materiais e elas podem fazer parte da decoração de qualquer ambiente

A porta de correr pode ser uma peça coringa na decoração de um apartamento, principalmente em imóveis com metragem reduzida. Além de ter a possibilidade de despontar como uma solução para garantir mais espaço no ambiente, ela também pode dar um charme a mais na  decoração, deixando-a mais sofisticada ou descolada, a depender do tipo de porta de correr eleita. O gosto pessoal é que vai determinar se ela será  discreta ou se vai se tornar o destaque da decoração. Mas o que é fato é que ela é versátil e pode ser usada em qualquer ambiente. Porém, é  preciso tomar alguns cuidados para que, o que seria uma solução, não se  transformar em um grande problema dentro de casa.

Uma das características da porta de correr é a versatilidade. Ela é bastante funcional e pode ser usada de diversas formas. A maneira mais tradicional é para delimitar os espaços. “É legal usá-la como divisória de ambiente. Pode dividir a área social da íntima, como separar a sala do quarto, por exemplo, porque no dia a dia fica o ambiente aberto, mas se você está recebendo uma visita e vai ligar o ar-condicionado na sala, consegue fechá-la”, diz a arquiteta Renata Inojosa. Porém, a porta de correr também pode servir para enriquecer a decoração. “Ela pode estar discretamente presente no ambiente ou ganhar um destaque todo especial, seja por um desenho caprichado, pelo material, pela cor ou mesmo pelas ferragens”, afirma o arquiteto Artur Diniz.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Entre as vantagens, uma das principais é a economia de espaço. Para além disso, a questão estética também pode pesar na decisão. “Uma porta de giro, às vezes, inviabiliza uma circulação ou a utilização de um ambiente pequeno. E, além disso, as portas de correr valorizam os ambientes e lhe conferem ar de modernidade. Nos apartamentos menores, as portas tipo divisória de correr são cada vez mais imprescindíveis para integrar e delimitar os espaços”, acrescenta Artur.

Opções

São muitas as opções de porta de correr existentes no mercado. A escolha deve levar em consideração a questão prática do que fica melhor para aquele espaço e também a parte estética. “Podemos ter as portas de  correr tradicionais, suspensas no trilho superior. O trilho poderá ser  embutido no teto, fixo na parede ou mesmo aparente. Temos também as portas de correr com abertura sanfonada, as portas divisórias e as portas tipo painel”, enumera o arquiteto.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

As características do ambiente que vai receber a porta de correr podem ser determinantes na escolha do material. Isso porque alguns locais pedem materiais mais fáceis de limpar, outros pedem materiais mais resistentes à umidade e outros necessitam a garantia de maior privacidade. “Para o quarto, precisa pensar em uma acústica legal pra ver se ela vai fazer uma vedação direitinho”, diz Renata. Artur Diniz acrescenta que, nas salas de televisão, uma porta de vidro pode prejudicar a acústica e, em banheiros, é melhor usar portas mais resistentes à umidade.

Materiais

O estilo da casa também pode ser fator importante a ser levado em consideração na hora de escolher o material e decorar o imóvel com uma porta de correr. Inclusive são muitas as opções, como madeira, vidro refletivo ou fosco, policarbonato, PVC, alumínio, chapa metálica, ferro e muitos outros. “Na dúvida, prefira sempre os materiais leves, que vão exigir menos força para manuseio. Se usar a madeira, prefira uma porta de madeira leve, como o cedro. Portas revestidas com espelho vão proporcionar a sensação de aumento do espaço; portas ripadas ou de venezianas podem ser boas escolhas quando precisamos deixar o espaço arejado, principalmente para ocultar balcões de cozinha, closets ou áreas de serviço”, aconselha o arquiteto.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

Uma dica importante é que, se optar pela porta de correr, não vale a pena economizar nas ferragens porque um material de melhor qualidade pode evitar um problema em um futuro muito próximo. “Escolha a mais adequada, mesmo que custe um pouco mais, pois um bom funcionamento vai evitar o desgaste precoce da porta. Os puxadores devem ser de boa qualidade e bem firmes”, detalha Artur.

A escolha também deve levar em consideração o peso da estrutura e o ideal é optar por portas mais leves porque facilita o abrir e fechar diário, além de precisar de uma estrutura mais simples. Isso porque, segundo o arquiteto, o sistema de roldanas deverá ser especificado em função do peso da porta, do material e de sua espessura, além do gosto estético do cliente e da decoração adotada. “A questão é que, se ela não tiver trilho,  se for suspensa, tem que ter uma estrutura que suporte essa carga. Ela  tem que estar sempre muito bem nivelada pra que ela não solte do trilho. Ou seja, tem que ter uma mão de obra qualificada”, complementa Renata.

Estilo

São diferentes estilos, cores,modelos e formas de utilizações. Mas, ainda assim, é importante ter coerência na hora de escolher a porta de correr, já que elas devem dialogar com o estilo predominante da decoração da casa.

“Um ambiente mais clean pede uma porta lisa, com revestimento liso ou uma pintura; uma decoração mais clássica pede uma porta mais trabalhada, de preferência de madeira aparente ou pintada; uma decoração rústica pede uma porta igualmente rústica. Em ambientes mais descolados, uma porta pode ser trabalhada como objeto de arte, e se tornar o centro das atenções”, esclarece Artur.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

A decoração, no final das contas, depende do gosto do cliente. Tem gente que gosta de uma coisa mais clássica, tem gente que gosta de algo mais ousado. Portanto, a escolha das cores deve levar em consideração o perfil do morador do apartamento. “Se o desejo é ter um ambiente claro, o ideal é usar tons mais claros”, explica Renata. Já uma cor mais forte pode ser uma opção para quem busca um ambiente mais descolado. “Em um espaço mais moderno, certamente teremos a chance de ousar na cor. Prefira usar uma cor diferenciada em portas mais largas, pois ganham destaque e enriquecem a decoração”, completa Artur.

Cuidados

De toda forma, existem muitas questões que precisam ser pensadas e estudadas antes da decisão de ter uma porta de correr. “Ela tem que ser pensada, a começar por onde vai correr, se por dentro ou por fora. Em um quarto, por exemplo, se coloca ela pra correr por dentro na porta de entrada, não necessariamente vai ganhar espaço porque o quarto é pequeno e a porta vai correr pro lado onde estaria o guarda-roupa, então não poderia colocar”, explica Renata.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

Outra questão diz respeito à manutenção. Com o passar do tempo, as portas de correr podem emperrar devido ao acúmulo de sujeira no sistema de roldanas, problema que pode ser resolvido com a manutenção. “Por este motivo, prefira os trilhos aparentes, que permitem uma manutenção  Mais fácil”, conclui Artur.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Discriminação no condomínio

Liberdade de expressão não pode ser maior que o respeito pelo a dignidade humana

Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito

Albert Einstein

Liberdade de expressão não pode ser maior que o respeito pelo a dignidade humana

Uma das mais célebres frases do talvez maior cientista do século XX, que morreu em 1955, ainda é uma triste realidade.

Diversos são os preconceitos com os quais vivemos diariamente. E, como os condomínios são como um microcosmo da nossa sociedade, também encontramos nesses espaços preconceito e discriminação.

Semana passada foi noticiado um caso que foi bastante debatido nas redes sociais. Um casal carioca recebeu uma carta anônima de um vizinho, com teor racista e homofóbico.

A carta, citando trechos da Bíblia, pedia que os dois se retirassem do condomínio.

O caso já está sendo investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.

O Brasil hoje é um país livre e democrático, onde todos podem expor suas opiniões. A questão é que isso não pode ser feito desrespeitando direitos básicos do próximo, seja ele o vizinho, o funcionário ou um visitante.

“Considero que os condomínios são os ambientes mais discriminatórios que existem. Muitas pessoas reprimem seu racismo em público, mas, em seu condomínio, no ambiente que considera sua casa, não aceitam negros, gays e outras minorias”, pesa André Junqueira, advogado especialista em condomínios.

Isso, justamente por acreditarem que, por estarem “na sua casa”, não estão “obrigados a tolerar” as diferenças que permeiam a vida em sociedade.

Legislação

Acontece que essas diferenças citadas logo acima estão protegidas pela lei, como o caso da injúria racial, por exemplo, que, de acordo com o site do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) consiste em:

“ofender a honra de alguém valendo-se de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem”, e está prevista no artigo 140, parágrafo 3º do Código Penal.

Um exemplo que ilustra bem a injúria racial foi o caso dos torcedores do time de futebol do Grêmio chamando o goleiro de macaco, em 2014.

O preconceito a homossexuais tampouco deve ser aceito. A homofobia não é crime no Brasil. Porém, condutas impróprias envolvendo orientação sexual podem se encaixar em crimes como injúria, difamação ou danos morais, por exemplo, afirmou a advogada cível Rosana Dias Figueiredo.

No que tange a discriminação contra negros, há dois tipos de crimes: a injúria racial e o racismo. O racismo, ainda de acordo com o CNJ:

“implica conduta discriminatória dirigida a determinado grupo ou coletividade e, geralmente, refere-se a crimes mais amplos. Nesses casos, cabe ao Ministério Público a legitimidade para processar o ofensor” e tem pena que variam a até um ano, além de multas compatíveis com o delito, de acordo com a lei 7.437. O crime é inafiaçável.

Outras vítimas

Além das discriminações citadas acima, outros que costumam sofrer discriminação em condomínio são os inadimplentes.

“É importante ressaltar que aquilo que o condomínio pode fazer com o inadimplente está bem claro na lei. Comportamentos como ironias em público, nome do devedor em áreas públicas e a proibição de circular em áreas como a piscina ou o elevador podem, sim, levar o condomínio a ser processado por danos morais”, explica Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios.

Também é importante lembrar de outros tipos de discriminação que também são bastante corriqueiras no condomínio. Funcionários, tanto das unidades como do condomínio, devem sempre ser tratados com igualdade, respeito e cortesia.

Os inquilinos também não devem sofrer nenhum tipo de diferenciação: podem usufruir do condomínio assim como quem é proprietário. O único direito que não os inquilinos não têm é de votar em assembleias sem procuração.

Medidas práticas para evitar discriminações

Se sabemos que educação vem de casa, e o condomínio é a nossa casa, uma boa maneira de ajudar a todos no condomínio a entenderem a diversidade pode ser a realização de ações educativas no local, como sugere o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet, Alexandre Marques.

“Esse tipo de trabalho, para render bons frutos, deve ser feito por uma ONG especializada no assunto. Não é apenas um cartaz, ou mesmo multando que esse tipo de situação para de acontecer”, pontua ele.

Marcelo Gil, presidente fundador da ONG ABCD’S (Ação Brotar pela Cidadania e Diversidade Sexual) acredita que a informação é o primeiro passo para evitar preconceitos. Por isso, a ONG oferece conscientização sobre diversos temas, inclusive racismo, xenofobia, machismo, etc.

“Fazemos palestras e vemos como falta informação a muitos. Quando há um trabalho de conscientização, o ambiente fica mais receptivo para todos”, argumenta ele.

Nos workshops e palestras desenvolvidos pela ONG são oferecidos materiais de apoio e conversas sobre preconceito e discriminação de diversas populações, e não apenas a LGBT.

A ONG oferece palestras em todo o estado de São Paulo e cobra apenas pelo seu deslocamento.

Antes de chamar uma ONG do tipo para uma conversa com os moradores, o ideal é conversar com o conselho e com os próprios moradores, para availar sua aceitação.

“Não adianta fazer algo totalmente vertical, a comunidade precisa estar aberta a esse diálogo”, pesa Alexandre Marques.

E para não ser algo de cima para baixo, o indicado é sempre trazer informação para que os moradores possam evitar esse tipo de comportamento. Aliado a outros tipos de ações, um cartaz como o elaborado abaixo pode ser de grande valia na melhora da convivência em condomínio.

Postura do síndico em caso de discriminação no condomínio

O condomínio, ou mesmo o síndico, apesar de não serem obrigados a se manifestar em situações pontuais entre moradores, pode, sim, deixar claro que não concorda com atitudes discriminatórias em suas áreas comuns.

“A prática de qualquer ato discriminatório no condomínio atenta aos bons costumes, que são protegidos pelo art. 1.336, IV, do Código Civil. Logo, cabe aplicação de multa a quem discrimina assim como aquele que faz barulho. Se o ato é praticado pelo síndico, conselheiro ou outro membro da administração, cabe destituição”, ensina André Junqueira.

Outra maneira do condomínio se posicionar a favor de quem é vítima de uma situação de preconceito é mostrar as imagens do CFTV, caso haja essa possibilidade.

“A praxe é que o síndico realmente não ofereça esse tipo de material sempre que for solicitado. Mas em um caso como o do casal carioca, que há clamor popular, seria melhor mostrar as imagens para mostrar que a administração realmente não compactua com esse tipo de comportamento de discriminação”, relata Rodrigo Karpat.

Responsabilidades

Importante salientar que uma sociedade diversa e apta a conviver com as diferenças que nos permeiam seria o ideal.

Isso não significa ser obrigado a gostar de algum tipo de comportamento. O que não se pode é discriminar, diminuir e insultar o outro por ele ser quem é.

Também é importante que todo o condomínio tenha consciência da importância de se contar com um síndico, corpo diretivo e funcionários capacitados para lidar com respeito com todos os moradores, visitantes e fornecedores do condomínio.

Afinal, caso uma pessoa se sinta discriminada, com razão, o condomínio como um todo poderá ter que ratear o valor da indenização.

Veja o caso do condomínio abaixo:

“INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. Alegação de constrangimento provocado por atitudes agressivas com conotação homofóbica. Procedência da ação e improcedência da reconvenção. Apelo da ré-reconvinte pugnando pela inversão dos julgados. Inconsistência do inconformismo. Ré que, na condição de síndica, em assembleia condominial, exigiu que o autor apresentasse certidão de casamento que o autorizasse a representar o companheiro, proprietário do imóvel, com quem afirmou viver em união estável.

Existência da união homoafetiva reconhecida pela própria demandada e demais condôminos.

Alegação de que, ao exigir a certidão de casamento, objetivou a ré zelar pela regularidade da assembleia. Ré que, no entanto, não exigiu certidão de casamento ou procuração dos demais condôminos.

Versão dos fatos apresentada pelo autor-reconvindo foi corroborada pela prova testemunhal. Situação que extrapolou o mero aborrecimento. Danos morais configurados. Indenização devida e arbitrada em R$ 20.000,00, com observância dos parâmetros da proporcionalidade e razoabilidade. Irrelevância do fato da queixa-crime movida pelo autor contra a ré ter sido rejeitada.

Manutenção dessa rejeição pela Turma Recursal Criminal do Colégio Recursal de São Paulo, sob o enfoque criminal e tendo por base as provas produzidas naquele procedimento. Análise dos fatos, nesta ação, sob o enfoque civil, não havendo vinculação ao resultado da queixa-crime.

Prova testemunhal que rechaçou a imputação de ofensas feitas pelo autor-reconvindo à ré-reconvinte. Ausência de elementos configuradores da responsabilidade civil na reconvenção. Inconformismo manifestado pelo autor-reconvindo, em contrarrazões, que não pode ser apreciado, diante da não interposição de apelo. Sentença mantida. NEGADO PROVIMENTO AO RECURSO.”(v.21829).  (processo número 2 -0197076-09.2012.8.26.0100)

Importante ressaltar que nem sempre o seguro de responsabilidade civil do síndico cobre casos como esse acima.

Caso a conduta discriminatória comprovada tenha partido de um funcionário do condomínio, o mesmo pode ser desligado por justa causa.

Se for o síndico a se comportar dessa forma, pode-se convocar uma assembleia, com um quarto dos condôminos ou quem tenha esse direito previsto na convenção, e destituí-lo.

Exemplos de situações de preconceito

  • Assembleia: quando um casal homoafetivo se pronuncia, pedir para ver a certidão de casamento. Se isso não é solicitado para os casais héteroafetivos, essa deve ser a postura para todos os casais
  • Demonstrações de afeto: casais homoafetivos não podem ser proibidos de se beijar em áreas comuns
  • Livro de ocorrências: o ideal é evitar usar de ironias, sarcasmo ou descrever acontecimentos que não se possa provar
  • Elevador social: pedir para morador (seja negro, pardo ou de qualquer condição social) sair para você entrar ou dar a entender “que não fica em ambiente com gente assim” também pode ser encarado como preconceito
  • Lista de inadimplentes: o local ideal para que todos tenham ciência dos devedores do condomínio é o boleto com o balancete do mês. Publicar a lista com nome e número das unidades e deixar em áreas como elevador e quadro de avisos é expor o devedor a uma situação vexatória e o condomínio a uma ação de danos morais

Como agir?

Caso uma pessoa se sinta discriminada racialmente ou devido a sua orientação sexual, o ideal é procurar a polícia e registrar um boletim de ocorrência. Caso haja perigo, pode-se ligar para o 190 (polícia militar) ou ainda para o Disque 100 (Departamento de Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos).

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Conheça o Lagom, o novo estilo escandinavo

Veja uma seleção de ambientes para se inspirar

Se você é fã de uma decoração minimalista e escandinava, saiba que existe um novo estilo que vai deixar a sua casa ainda mais aconchegante, o Lagom!

O estilo de origem sueca, caiu no gosto dos decoradores e possui uma proposta que mistura a decoração com o seu estilo de vida.

Além de deixar a decoração mais leve e minimalista, o estilo Lagom também interfere no seu modo de viver, levando uma vida mais simples e com consciência, ou seja, nesse estilo os ambientes são leves, amplos e as cores claras predominam, deixando sempre os locais acolhedores.

Nesse estilo, a transformação da casa ocorre de uma forma natural! A junção da natureza e sustentabilidade criam um ambiente que possuem uma estética com texturas orgânicas, móveis e objetos de segunda mão e até mesmo cômodos com poucas peças.

Veja abaixo uma seleção de ambientes feita pelo ZAP em Casa em parceria com o Pinterest e inspire-se.

 

 


(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Brigas em condomínios: como agir quando elas acontecem

Barulho fora de hora, latidos, vazamentos e infiltrações, inadimplência, carros na vaga errada..

Barulho fora de hora, latidos, vazamentos e infiltrações, pinga-pinga de ar-condicionado, inadimplência, carros mal estacionados ou parados na vaga errada… São muitos os motivos que podem causar brigas em condomínios. Seja entre condôminos ou entre condôminos e o síndico, essas desavenças podem gerar muita dor de cabeça e incômodo para ambas as partes. Mas nada que o diálogo e um pouco de bom senso não possam resolver.

- O diálogo é sempre o melhor caminho. Quando a briga é entre condôminos e as duas partes não se entenderem, o síndico pode intervir como um mediador de conflitos para evitar que a discussão cresça e vire uma questão judicial – disse Geraldo Victor, gerente geral de Gestão condominial  da APSA*.

O barulho após às 22h é um dos principais motivos de discussões entre moradores de condomínios. Quando isso ocorrer, o morador incomodado pode tentar o diálogo direto com o vizinho barulhento ou, se não conseguir sucesso com o contato, registrar o ocorrido, de modo a fornecer insumo para adoção de possíveis medidas corretivas, que vão desde uma simples notificação, ou aplicação de multas, até ações judiciais, o que deve ser sempre evitado.

Quando muitos moradores reclamam de um condômino específico, pode-se convocar um assembleia para discutir o assunto e tentar resolver a questão, sem constranger o morador envolvido e evitando que as desavenças virem questões de polícia ou judiciais.

Outros motivos comuns de briga entre condôminos são as obras para conter vazamentos e infiltrações. É essencial chamar um especialista para verificar se o problema é de algum dos condôminos ou do próprio condomínio.

- Todos os moradores devem conhecer as regras do condomínio, que são convencionadas e ou estabelecidas em assembleias. E o regulamento interno pode e deve prever advertências e multas aos condôminos que não respeitarem essas regras – afirma Geraldo Victor.

Fonte: https://pr.ricmais.com.br

Escolhendo o tipo de mesa ideal para sua sala

A mesa da sala costuma chamar a atenção em qualquer decoração, afinal ela é uma das peças mais importantes do cômodo. Mas você sabe como escolher essa peça?

Quadrada, redonda, oval, de vidro, de mármore, de madeira, com quatro, cinco, seis ou oito lugares, a mesa ideal para a sua casa depende do seu estilo de vida atual e, durante o processo de escolha, é importante pensar no seu orçamento, estilo e principalmente no espaço que o móvel irá ocupar e qual espaço você tem para ocupar.

A peça que é indispensável em qualquer casa ou apartamento tornou-se com o passar do tempo um ponto de encontro entre amigos e familiares, o local onde a refeição é servida e também onde papos podem são colocados em dia.

A seguir, listamos dicas para te ajudar a saber como escolher o melhor tipo de mesa para seu lar, sem arrependimentos. Anote-as e saiba onde colocar e qual será o tipo ideal de mesa para sua sala de jantar ou para outros ambientes:

1. Espaço

Antes de sair escolhendo modelo e tamanho da mesa, já parou para medir o tamanho do espaço em que a peça será colocada? Esse é o principal item para prestar atenção. Não adianta escolher uma mesa enorme, com espaço para oito pessoas se você não recebe tantas visitas ou se a sua sala é pequena.

Lembre-se que o espaço não terá só uma mesa, você vai complementar o ambiente com outros móveis. Além disso, é preciso deixar um espaço razoável para circulação das pessoas e, se houver, animais.

Uma pessoa de estatura mediana ocupa um espaço entre 60 e 75 cm enquanto estiver sentada, tenha em mente que o espaço ideal entre a mesa e a parede, aparador, buffet ou qualquer outro móvel é de no mínimo 90 cm, isso ajuda a garantir o conforto dos usuários que circulam próximo ao móvel e de quem está sentado no local.

2. Modelos

Existem uma infinidade de modelos, mas vamos nos ater aqui aos formatos e materiais, o que pode facilitar sua escolha:

Mesa redonda/ovalar: Indicada para salas com t amanho pequeno a médio. O espaço sendo reduzido também existe as opções de mesas retráteis e os modelos de canto alemão. Geralmente esse modelo de mesa possui de 100 a 120 cm e acomoda de 4 a 6 pessoas.

Mesa quadrada/retangular: ambientes médios a grandes. Esses modelos podem ser usados para mesclar ambientes ou aproveitar cantos. As mesas retangulares e quadradas podem variar muito de tamanho, mas costumam acomodar acima de 6 pessoas confortavelmente.

Se o seu espaço for estreito, prefira as mesas retangulares. Já se a ideia for aproximar as pessoas enquanto estiverem na mesa, escolha modelos quadrados.

3. Material

Uma infinidade de materiais está à disposição no mercado, escolha a mesa que mais se adequar ao tipo de decoração do seu ambiente, seja ele descolado, retrô, tradicional ou sofisticado.

Madeira: Madeira rústica ou madeira de demolição estão bem em alta, esses materiais podem receber panelas quentes, pois são muito duráveis. Utilize em um ambiente mais informal. O material também é destaque nas opções de desenhos e cores, pois utilizam madeiras desde o MDF até a madeira reflorestada.


Pedra: Mesas de mármore, granito, quartzo são fáceis de limpar e também são duráveis, porém esse tipo de mesa é mais difícil de mover, portanto escolha um espaço que não precisará mudar tão cedo.


Vidro: Se o seu ambiente é sofisticado, prefira materiais como vidro ou policarbonato, porém mesas com tampo de vidro devem ser evitadas se a casa possui crianças pequenas. Apesar dessa orientação, o vidro é o material que transita em todos os ambientes, desde a sala mais tradicional e sofisticada até uma sala despojada e moderna.

Aliás, para ambientes modernos e joviais, também se usa mesas com acabamentos coloridos e modernos.

4. Cadeiras

Se você possui pouco espaço no ambiente, opte por cadeiras sem braços para facilitar a saída e entrada dos convidados, além da circulação ao redor do móvel. Lembre-se que os braços limitam a movimentação e o espaço na sala.

Uma tendência em decoração é utilizar unidades distintas de cadeiras, então se a sua decoração for criativa e descolada não tenha medo e se jogue nessa tendência. Porém, preste atenção no espaço entre cada cadeira, tente deixar ao menos 15 centímetros de uma cadeira para outra.

Depois de conhecer todas essas dicas e antes de pegar o cartão e entrar na primeira loja, pergunte-se: a mesa que você possui não pode ser utilizada para o seu espaço atual? Já pensou em trocar apenas as cadeiras e, com isso já dar outro ar ao ambiente?

5. Conforto

Nossa última dica é sobre pesar beleza e conforto. Já pensou sentar em uma cadeira linda, porém dura e desconfortável? Considere a altura das cadeiras e a medida do encosto, o ideal é uma cadeira com encosto acima de 75 cm e um assento com no mínimo 45 cm.

Por fim, lembre-se também dos itens de decoração que serão usados nessa mesa, desde vasos de flores até toalhas de mesa, passando pelas luminárias que podem compor o ambiente.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Reforma trabalhista e condomínios

Resumo comentado das principais mudanças que impactam nos condomíniosResumo comentado das principais mudanças que impactam nos condomínios

reforma trabalhista entrou em vigor no dia 11 de novembro. Com ela, diversas novidades para quem emprega – como é o caso dos condomínios.

Em mais um vídeo da série, nosso especialista, Zulmar Koerich, faz um resumo comentado das principais mudanças: Jornada 12 x 36; Horário de trabalho; Intervalo intrajornada; Cálculo das horas extras; Rescisão de contrato; Sistema de compensação de horas semestral; Contrato de trabalho intermitente; Homologação da rescisão do contrato de trabalho; Fracionamento de verbas trabalhistas.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Confira ideias de decoração para quem é apaixonado por viagens

De objetos que remetem até o que você traz na mala, saiba mais

Não basta entrar no avião e viver experiências incríveis, todo viajante pensa em trazer um pouquinho das suas aventuras para o dia a dia em casa, não é?

Além de fotos e vídeos, você pode ter alguns itens de decoração de viagem que deixarão a sua casa com um gostinho permanente de viagem. Quer ver?

1. Mapa mundi para marcar os lugares visitados

dicas_decoracao_viagem

Que tal enfeitar a parede do escritório com um enorme mapa mundi? Depois é só ir marcando os países do globo já visitados. Demais né? Uma espécie de foursquare na parede da sua casa, rs. O mapa pode ser de cortiça, adesivo de vinil ou até ima. Aí vale a criatividade ou garimpar a internet (diversos sites já vendem esse produto, pensando especialmente nos viajantes).

2. Cofrinho charmoso de “próxima viagem”

decoracao_viagem

Todo viajante sabe que a viagem começa a partir de um sonho. E se você tiver um cofrinho estilizado pra já ir juntando as economias para a realização do próximo sonho? O pinterest está cheio de ideias incríveis de cofrinhos “faça você mesmo (DIY)”, e a internet repleta de opções já prontas para comprar. Vai ser um complemento lindo pra aquela estante da sala.

3. Quadrinhos feitos por artistas locais das cidades já visitadas

decoracao

Uma coisa que você encontra muito nas cidades turísticas europeias e americanas são os artistas de rua. Eles aproveitam o fluxo de turistas pra exibir a sua arte que, além de linda, normalmente é mais acessível. Que tal comprar alguns desses quadrinhos e colocar para dar a graça em uma parede de escada, por exemplo. Além de ter sempre a vista lembranças de viagem, você terá uma coleção única com arte de diversos cantos do mundo.

Fonte: ZapImoveis

Truques de decoração para apartamentos pequenos

As plantas dos apartamentos construídos atualmente estão cada vez mais reduzidas. Aprenda como decorar apartamentos pequenos e tirar o melhor do seu imóvel.

Espaços pequenos parecem ser mais fáceis de se decorar, mas não é bem assim que funciona na prática. Existem vários pontos que merecem atenção, além de fatores que devem ser levados em consideração, como a otimização do espaço. Afinal, pense bem: se o ambiente do seu apartamento já é pequeno, uma decoração que não respeite os detalhes da metragem, aliando a funcionalidade dos móveis com praticidade e beleza da composição não vão favorece-lo.

Pensando nisso, separamos algumas dicas de decoração e aprenda como decorar apartamentos pequenos ganhando espaço.

1. Priorize a circulação

O seu espaço precisa ser funcional, então pense que em um ambiente reduzido, as pessoas vão dividir o espaço com os móveis e precisam circular entre eles. Antes de comprar os móveis, tire a medida das paredes e não compre nada que vá ultrapassar portas ou que vá deixar a sensação de um ambiente “entulhado” de peças desnecessárias. Outra dica importante é priorizar paredes e cantos, use todos os cantos sem medo. Prefira mesas montadas em canto alemão, opte por mesas dobráveis ou móveis embutidos.


2. Use todos os espaços

Para decorar um apartamento pequeno, é preciso ser criativo. Aprenda que todos os espaços devem ser utilizados, isso inclui parede e teto. Aproveite todos os espaços verticais do seu apartamento. Nas paredes, abuse das prateleiras, elas são uma ótima opção para guardar livros, porta-retratos, pelúcias e outros objetos de decoração.  Nichos também podem te ajudar a economizar espaço, podem ser usados na sala, no banheiro, na área de serviço e sabem passear bem entre itens de decoração e acessórios.

Usar móveis planejados também é uma boa saída, além de ter um projeto exclusivo você pode escolher peças modernas ou tradicionais e usar o espaço do seu apartamento de uma forma inteligente.

3. Iluminação e cores

Não é novidade para ninguém que uma boa iluminação em conjunto com o uso das cores certas pode ampliar um espaço. Nas paredes opte por cores claras, como branco, gelo, pérola, nude, entre outros. Isso não significa que o seu ambiente precisa ser sem graça; aposte em objetos com cores, texturas nos estofados, nas paredes e nos detalhes.  Para a iluminação use pontos de luz, abajur, uma boa luz central e se puder, use espelhos. Eles refletem luz, iluminam lugares mais escuros e deixam a parede com a sensação de infinita.


No quarto ou na sala, economize mesas e criados mudos, aposte em pendentes decorativos, arandelas, luminárias de chão com pedestal ou deixe a luz natural te ajudar. Abra as janelas, use cortinas com tecidos leves e claros e deixe o sol entrar.

4. Elimine paredes

Isso pode ser uma dica controversa, mas se o seu projeto de apartamento permitir, que tal juntar ambientes e eliminar as paredes que delimitam espaços? Isso é frequentemente visto em cozinhas americanas que são acopladas a sala ou a área de serviço. Porém é possível conjugar quarto com sala, sala com biblioteca, transformar sua sala em sala de jantar em um espaço aberto com poltronas, entre tantas outras opções.  Deixe sua criatividade definir o melhor projeto e deixe seu apartamento com a sua cara.


5. Móveis multiuso

Além da dica sobre móveis planejados, você já parou para pensar na economia de um móvel 2 em 1? Mesas de centro que podem servir como baú, sofás camas, armários embutidos com dois lados (em alguns casos até três lados, servindo como parede separando a sala do quarto de um lado, na virada é uma estante e do outo lado, dentro do quarto, serve como guarda-roupas), são várias opções de móveis que otimizam espaço e possuem mais de uma funcionalidade.


6. Portas

Por fim, nossa dica é sobre as portas do seu apartamento. Sim, elas também tomam espaço do ambiente e podem ser um problema na hora da sua decoração. Inclua em seu projeto o uso de portas de correr ou portas de vidro. As portas de correr acompanham a linha da parede e não usam espaço de circulação como os modelos tradicionais.  Já as portas de vidro dão a sensação de que não há divisória entre os ambientes, aumentando a percepção de amplitude. Assim, só não pese a mão na decoração desses dois ambientes, faça com que eles conversem entre si.

Viu como dá para organizar? Com dicas simples e descomplicadas de colocar em prática, é possível aproveitar o espaço de um apartamento pequeno para que ele seja funcional sem perder o estilo. Decorar um apartamento pequeno pode ser uma diversão incrível para você e sua família, sem contar que ter um espaço com a sua cara e que funcione no seu dia a dia é a melhor coisa.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Novos empreendimentos com mais áreas compartilhadas facilitam a convivência entre pessoas

Com imóveis com metragens cada vez menores, espaços comuns servem como extensão do imóvel e incentivam a maior interação

O mercado imobiliário brasileiro revela cada vez mais a tendência para imóveis com metragens pequenas. Este tipo de apartamento tem recebido boa aceitação por caber no bolso de uma parcela maior de clientes, principalmente diante da crise econômica, e também por se encaixar melhor nas novas configurações familiares, com jovens saindo mais cedo de casa ou casais que decidem não ter filhos. Se na área privativa o espaço tende a ficar menor, por outro lado, os condomínios contam cada vez com mais áreas compartilhadas. Como esses espaços despontam como uma extensão do imóvel, os empreendimentos acabam facilitando e incentivando a convivência entre as pessoas.

A crescente demanda por imóveis menores já é uma realidade no mercado brasileiro e é maior o número de empreendimentos compactos. Este tipo de unidade tem como público alvo pessoas que precisam aliar conforto e praticidade em uma rotina agitada. “Essa expansão do mercado é fruto de mudanças na estrutura familiar como jovens que buscam a moradia própria, casais que optam por não ter filhos, aumento do número de divórcios e de pessoas na terceira idade, além da preocupação de estar próximo aos locais frequentados diariamente, como trabalho, faculdade e etc”, afirma Manoel da Silveira Maia, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).

 


(Foto: Shutterstock)

 

Além de ter a possibilidade de viver em um bairro melhor ou que permita um menor deslocamento no dia a dia – e, consequentemente, menos trânsito e mais tempo livre -, os empreendimentos que oferecem apartamentos menores costumam, em contrapartida, dar a possibilidade de desfrutar de toda uma estrutura de serviços sem sair do condomínio, um ponto positivo levando em consideração os aspectos de segurança. “As construtoras estão cada vez mais atentas para este mercado de imóveis compactos, com uma gama de serviços diferenciados, pois o interesse por essas unidades aumenta na medida em que se busca conciliar praticidade, conforto e qualidade de vida, ressalta o presidente do Creci-RJ.

Para Guilherme Ribeiro, diretor de Tecnologia da Rede Imobiliária do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), com as famílias menores, o espaço do apartamento está mais reduzido, mas as incorporadoras também estão oferecendo produtos diferenciados para acompanhar essa nova tendência. “As pessoas também estão mais independentes. Antes tinha doméstica e hoje, com a área menor, fica mais fácil de limpar. Elas não querem ter o trabalho de limpar e a dor de cabeça para cuidar”, ressalta.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Essas características também contribuem para que as áreas comuns e espaços compartilhados se tornem um atrativo a mais nos novos empreendimentos. E cada vez mais as opções aumentam. “É um caminho natural oferecer opções em espaços compartilhados, apostando em um tratamento diferenciado em relação às áreas de lazer, que proporcionam um número maior de atividades aos condôminos. Muitas vezes a tradicional composição de salão de festas, quadra de esportes e piscina já não é suficiente para despertar a atenção do possível comprador. É preciso incluir no projeto um espaço gourmet, salão de jogos, academia, lavanderias e até mesmo escritórios”, diz Manoel da Silveira Maia.

Desta forma, com imóveis menores e áreas compartilhadas mais equipadas, a convivência deixa de ser apenas na área privativa, estendendo-se para os espaços compartilhados. “São áreas para uso e também uma extensão para receber. Ou seja, há uma motivação maior para a convivência”, garante Guilherme Ribeiro. Porém, ele acredita que o incentivo poderia ser ainda maior por parte dos empreendimentos se as regras acompanhassem essa nova realidade. “O salão de festas, por exemplo, só pode ser usado sob reserva e pagamento quando deveria poder ser usado por todos e todos os dias. É preciso ainda quebrar alguns paradigmas para que as regras, de fato, incentivem a convivência maior”, conclui o diretor do Secovi-SP.

 

 


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Hora da mudança: qual a melhor maneira de proteger os móveis?

Vai se mudar e está em dúvida sobre como embalar os seus móveis para protegê-los? Nós te ajudamos e mostramos algumas dicas!

Mudanças sempre geram preocupações para quem está trocando de casa ou apartamento, pois envolvem algumas pequenas dores de cabeça como o transporte, duvidas como “o espaço vai suportar os móveis que eu tenho?”, ou “tudo vai chegar inteiro no lugar?”. Esse sentimento de apreensão torna todo o processo da mudança como um todo mais complicado. Mas calma, você já pode se tranquilizar conferindo algumas dicas que separamos para você embalar todos os seus móveis de forma segura e prática, garantindo que a mudança no final seja um sucesso!

Plástico bolha para proteger as peças mais frágeis

Se você tem algum móvel com peças em acabamentos mais frágeis ou que exigem cuidados da sua parte, o ideal é que se utilize algumas boas camadas de plástico bolha para evitar que qualquer pancada ou queda venha a trincar ou danificar o seu móvel. Para mesas, armários, penteadeiras (que possuem tampos de vidro) e espelhos é recomendado o uso do plástico para revestir as peças e, sempre que possível, caixas de papelão para transportar tudo com mais conforto e facilidade na organização.


Uma dica extra: para esse tipo de móvel é sempre bom numerar as peças, enrolar os parafusos em um saquinho, pacote de papel ou plástico bolha e guardar todos juntos para que você consiga montar novamente sem problemas quando chegar na casa nova.

Papelão ondulado para o transporte de móveis mais resistentes

O uso do papel ondulado é recomendado para móveis maiores e mais fortes, como sofás, peças do guarda roupa, colchões, entre outros. Um embrulho simples vedado com fita adesiva para caixas de papelão resolve muito bem os eventuais problemas com arranhões e demais estragos que podem acontecer no transporte das peças. Caso seja necessário, vale usam uma camada extra do papelão para garantir ainda mais a proteção do móvel.


Caixas de papelão para acessórios menores

Acessórios menores como livros, decorações de estante ou prateleiras e outros podem ser armazenados em caixas de papelão bem lacradas e protegidas. O segredo aqui é organizar tudo bem arrumado para que os próprios materiais se protejam e as colisões não estraguem nada. Caso as peças sejam mais frágeis ou feitas de um material que possa quebrar com o mínimo impacto, utilize alguns pedaços de plástico bolha e forre a caixa ou enrole os acessórios isoladamente.

Se os seus objetos não são tão frágeis a ponto de precisar do plástico bolha, você pode enrolá-los em várias camadas de jornal e arrumar tudo dentro das caixas.

Isopor para proteger eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos

TVs, videogames, microondas e outros aparelhos precisam ser protegidos dentro das caixas de transporte para que não tenham seus vidros trincados ou se danifiquem no trajeto para o novo lar. Uma dica bacana entretanto é utilizar caixas grandes o bastante para suportar cada peça revestida com peças de isopor grosso para prevenir os atritos. Além de ajudar a proteger a tela desses aparelhos, o isopor pode ser cortado para caber em qualquer caixa e revestir qualquer produto. É fácil de achar, tem um preço acessível e garante que você não vai “perder” nenhum móvel por problemas no transporte deles.

Agora que você já sabe como se preparar para a sua mudança, providencie os materiais citados e passe as dicas adiante para quem precisar. As caixas de papelão podem ser solicitadas em supermercados e o isopor, o plástico bolha e o papelão ondulado são encontrados em papelarias ou lojas grandes de materiais para escritório.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Otimizando os custos

Cortar os gastos é necessidade de muitas famílias, assim como dos condomínios. O síndico, neste caso, tem a missão de orientar, incentivar e apoiar os moradores.

“Para começar, é preciso um diálogo que faça com que ninguém reclame do bolso no futuro. A interação dos moradores e síndico é fundamental para essa melhora e otimização”, explica Luís Eduardo Barros, economista e consultor.

Ele conta que é essencial analisar o corte de gastos, como mão de obra, energia, água e outros materiais de consumo.

“Reduzir algumas contas, que, com facilidade, podem ser evitadas, melhora e facilita a boa economia do condomínio e do próprio morador, que aprende a administrar os custos de casa”, diz.

Ele ainda destaca a importância de trocar as lâmpadas tradicionais por led.

“Os empreendimentos não são entregues com lâmpadas leds. O impressionante é que ela garante 50% de economia a mais que a incandescente tradicional. A redução na conta do final do mês pode garantir um investimento recuperado”.

Já Paulo Sanford Feitosa, síndico, economista e especialista em finanças, aponta a importância da água de reaproveitamento.

“Atualmente, é possível ter economia com a água de reuso. Aquela água da chuva, que provavelmente seria descartada, pode ser tratada e reutilizada. Só é preciso ter captação e lençol freático”, explica.

Ele lembra o uso racional de água, como não passar muito tempo no chuveiro, não limpar a calçada com a torneira e não deixar a torneira aberta enquanto lava as mãos ou louças.

Quanto à mão de obra, ele pontua que, em assembleia dos condôminos, é possível oferecer uma opção de enquadramento para o condomínio.

“Por exemplo, às vezes, a quantidade de funcionários não condiz com o tamanho do empreendimento. O ideal seria pagar pelo número exato de trabalhadores de acordo com o serviço, o que economiza bastante”.

Além disto, os contratos dos serviços de elevadores e jardinagem podem ser analisados para adequá-los com a necessidade dos condôminos.

Fonte: https://mobile.opovo.com.br/

Falta de manutenção na rede de gás em prédios pode causar tragédias; entenda

Incêndio no Bigorrilho cria alerta para que síndicos e moradores fiquem atentos à manutenção do sistema de gás

Síndicos devem ser imediatamente informados em caso de suspeita de vazamento. Foto: Pixabay.

Síndicos devem ser imediatamente informados em caso de suspeita de vazamento. Foto: Pixabay.

A principal suspeita de peritos é que um vazamento de gás tenha iniciado o incêndio da madrugada desta quarta-feira (8) em um apartamento no bairro Bigorrilho, em Curitiba. O incidente deixou um morto e um ferido. Os motivos ainda estão sendo levantados pela perícia, mas já se sabe que um dos moradores do apartamento teria reportado um vazamento de gás que seria consertado em breve.

Síndicos e moradores de edifícios devem ficar atentos para a manutenção das tubulações. De acordo com Marcelo Solera, coordenador técnico da Comissão de Segurança de Edificações e Imóveis (Cosedi), órgão de fiscalização da Prefeitura de Curitiba, a manutenção deve ser feita, pelo menos, uma vez por ano.

“O síndico deve contratar uma empresa habilitada, que verifica se as instalações estão de acordo com as normas de segurança. Depois, a empresa entrega um laudo técnico para o condomínio, e se houver qualquer problema a administração do edifício deve fazer a correção”, explica Solera. Ele relata que a maioria dos vazamentos ocorre, justamente, por falta da manutenção anual.

Procedimento em caso de vazamento

Se o morador perceber forte cheiro de gás no apartamento, deve acionar o Corpo de Bombeiros ou Cosedi, pelo telefone 156, informa o coordenador técnico. O síndico também deve ser avisado, para que imediatamente desligue a central de gás. Este procedimento foi o tomado por André Bagatin, síndico do prédio atingido pelo incêndio em Curitiba, atitude que evitou que os danos fossem ainda maiores.

Manutenção de instalações evita desgaste de tubos e válvulas, que podem ser causa de acidentes. Foto: Divulgação/Compagas

Manutenção de instalações evita desgaste de tubos e válvulas, que podem ser causa de acidentes. Foto: Divulgação/Compagas

Além disso, o morador deve abrir portas e janelas do imóvel para permitir a circulação de ar e não deve acender a luz, fogão ou qualquer instrumento que possa causar uma explosão. Mesmo que haja apenas a suspeita de vazamento, o condômino deve informar a administração do edifício, que deve tomar providências emergenciais.

Desde 1999, a legislação obriga todos os empreendimentos construídos a utilizar gás canalizado. Porém, em alguns prédios antigos ainda há o uso de botijão de gás. “Recomendamos que as edificações antigas sejam adequadas para a segurança dos moradores, pois o risco de acontecer algum acidente é ainda maior”, elucida Solera.

*Especial para a Gazeta do Povo.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/haus/imoveis

Programe-se para as férias escolares

Agora é a hora de o condomínio organizar atividades para as crianças. Período é ideal para organizar jogos, brincadeiras, etc.

Período é ideal para organizar jogos, brincadeiras, etc.

Durante as férias escolares, o problema de barulho costuma aumentar e pequenos acidentes podem ocorrer, já que as crianças permanecerão por mais tempo dentro de casa.

Se os pais trabalham fora, isso é ainda pior. Elas ficam presas no apartamento esperando o momento certo para gastar energia.

Veja algumas dicas para driblar o problema:

  • - O condomínio pode estimular brincadeiras, como o uso de alguns jogos, principalmente quando há pouco espaço no prédio. Entre as opções de jogos estão: damas e outros de tabuleiro, quebra-cabeças e uso de bonecas e carrinhos.
  • - Converse com outros pais e responsáveis por crianças do condomínio para combinarem atividades coletivas, como jogos na quadra ou horários na brinquedoteca. Sempre supervisionados por um adulto.
  • - Outra atividade bastante interessante é a criação de uma biblioteca. Os pais podem doar os livros. Além de distrair as crianças, incentiva a leitura. A biblioteca poderá ser montada numa sala pequena e com a ajuda das crianças.
  • - Durante as férias, os condomínios podem flexibilizar regras muito rígidas, como a proibição de bicicletas. O condomínio pode abrir exceção para crianças pequenas.
  • - Contratar escolinha de esportes ou profissionais de recreação também ajuda e são alternativas cada vez mais frequentes em condomínios.
  • - Lembre-se: porteiros, zeladores e funcionários do condomínio não são responsáveis pelas crianças.
  • - Os pais e responsáveis pelas crianças do condomínio devem responder pelos atos que infringirem as regras internas do condomínio e estão sujeitos às penalidades
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Regras para a reeleição do síndico

Gestor pode se reeleger quantas vezes desejar, caso convenção não proíba a prática

Gestor pode se reeleger quantas vezes desejar, caso convenção não proíba a prática

A cena é comum em diversos condomínios: aquele síndico que está à frente da gestão do empreendimento já há mais de um ou dois mandatos. Em muitos casos é visto como algo positivo, pois o gestor conhece o condomínio como ninguém e faz um bom trabalho.

Porém, há também situações onde a gestão não agrada a todos e, dessa forma, alguns condôminos insatisfeitos costumam questionar quanto às regras para reeleição no condomínio.

Por isso, estar bem informado quanto ao que diz a legislação atual é essencial para entender como funciona o processo de reeleição de síndicos, sub-síndicos e conselheiros em condomínios. Veja abaixo:

O que diz a lei sobre reeleição no condomínio

O artigo 1.347 do Código Civil rege o assunto:

A assembleia escolherá um síndico, que poderá não ser condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se. 

“O próprio Código Civil não traz limitações sobre a reeleição”, explica o advogado especialista em condomínios Alexandre Marques.

Isso não significa, porém, que todos os condomínios devam aceitar a prática da reeleição. Alguns empreendimentos contam com cláusulas em sua convenção sobre o assunto que proíbem a mesma ou estipulam regras específicas, como o número máximo de reeleições, por exemplo.

Ou seja, a lei permite a reeleição do síndico, mas a convenção pode proibir ou estipular regras e restrições.

“Alguns condomínios contam com esse tipo de restrição – de proibir a reeleição – em suas convenções. Outros vedam que membros do conselho se reelejam também”, assinala o síndico profissional Nilton Savieto – que, atualmente, está na 13 gestão do condomínio onde mora.

Esse tipo de restrição pode ser mais comum em condomínios antigos, e que não modernizaram sua convenção.

“Acho que esse tipo de proibição não condiz com a nossa atualidade”, opina o o diretor da administradora GK e colunista do SíndicoNet, Gabriel Karpat.

A advogada Maria Estela Capeletti da Rocha, no entanto, aponta que mesmo com essa cláusula, poderia haver uma discussão jurídica sobre o assunto.

“Se a lei não proíbe, essa restrição poderia ser discutida no âmbito jurídico. Porém, é sempre mais prático e usual se respeitar o que está na convenção. E, se a mesma não estiver atendendo às necessidades daquela coletividade, o ideal é atualizá-la”, pesa a profissional.

Aqui, vale ressaltar que a atualização do documento que trata das regras do condomínio não é algo simples, sendo necessária a anuência de dois terços dos condôminos para tanto.

Importante salientar que a reeleição, quando permitida sem restrições, vale tanto para a segunda gestão ou terceira – a chamada  segunda reeleição.

Regras para a reeleição do síndico

Código Civil

As regras para a eleição – a primeira- do síndico também estão no Código Civil ( art. 1347, descrito acima), e na convenção do condomínio.

“São esses documentos que irão nos mostrar quais os pré-requisitos para um candidato a síndico. Há empreendimentos que proíbem síndicos profissionais, outros só permitem que condôminos se candidatem ao cargo”, assinala Alexandre Marques.

Apesar de ser uma medida polêmica, nos últimos anos, alguns condomínios optaram por eleger apenas candidatos a síndico com a “ficha limpa”. A prática também deve estar referendada na convenção do condomínio.

Alternância de poder no condomínio

Muitos condomínios – geralmente os mais antigos- proibem a reeleição de síndico para que haja uma renovação de gestores, evitando, assim, a cena que descrevemos no início do texto: a do síndico que está no poder há muitos e muitos anos e que, às vezes, pode deixar a desejar na sua gestão.

É claro que a alternância de poder é uma ótima forma de manter a gestão sempre oxigenada de boas ideias e novas práticas, mas isso nem sempre é possível em todos os condomínios.

“Já vi condomínios perderem ótimos síndicos apenas porque eles não podiam se reeleger. Algumas vezes, inclusive, assumiram pessoas que não eram tão qualificadas”, argumenta Gabriel Karpat.

Para esses casos, em que o gestor é qualificado e a convenção proíbe a reeleição, uma saída é atualizar a convenção.

Como alternativa, Alexandre Marques sugere que o interessado siga atuando na administração do condomínio, mas em outras áreas.

“Ele pode seguir contribuindo como membro do conselho ou até como subsíndico, se a convenção assim permitir”.

Maria Estela Capeletti, porém, destaca pontos positivos da troca constante de síndicos.

“Acho saudável para o condomínio. Traz mais transparência, mais cuidado daquela coletividade com o dia-a-dia, atenção com a prestação de contas”, analisa ela.

Ela também aponta a importância da participação de todos na gestão do condomínio.

“Um local que é cuidado pela grande maioria dos moradores, com certeza é melhor para se viver. Ao contrário de quando todos ‘deixam’ a gestão por conta apenas do síndico”, pesa.

Reeleição do síndico profissional

Para os condomínios que optaram por um síndico profissional para cuidar da sua gestão, é importante destacar que as regras para primeira e segunda (e demais) reeleição são as mesmas que a do síndico morador.

Ou seja: vale o que está na convenção do empreendimento.

“Não é porque ele é um síndico profissional que vai poder se reeleger caso a convenção proíba”, explica o assessor jurídico do Secovi-SP Victor Müller Siqueira.

 

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Inspiração: Rosa Millennial na decoração

Saiba como usar a cor que está em alta

Em 2017 fomos tomados pelo Greenery, um tom de verde escolhido pela Pantone como a cor do ano! Mas, parece que os tons clarinhos ainda continuam no coração de muita gente e ainda marcam presença na decoração. Quem não se lembra do Rose Quartz e do Serenity Blue que arrebatou uma legião de fãs em 2016? Pois bem, agora, tem um outro tom de rosa que ganhou muitos adeptos e vem fazendo sucesso, o rosa millennial.

O tom, nada mais é do que um rosa mais pálido, que já teve outros inúmeros nomes. A cor, queridinha, pode ser aplicado em diversos cômodos, desde a sala até o banheiro e de diversas maneiras na decoração, seja com objetos, e até mesmo nas paredes, o rosa millennial traz um toque retrô e ao mesmo tempo moderno. Confira abaixo uma seleção feita pelo ZAP em Casa em parceria com o  Pinterest, e inspire-se.

 

 

 

rosa millennial

(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosa millennial

(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosa millennial

(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosa millennial

(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosa millennial

(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosa millennial

(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosa millennial

(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosa millennial

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

 

 

 

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

É hora de reforçar as medidas caseiras no combate ao Aedes Aegypti

Resultado de imagem para aedes aegyptiO reforço de limpeza e higienização nas áreas comuns de ruas e condomínios é fundamental para evitar a proliferação de mosquitos

Com a proximidade do verão é necessário um reforço na prevenção contra as previsíveis doenças causadas pelo Aedes Aegypti: Dengue, Chikungunya e o vírus Zica. A participação da população nesse processo é fundamental.

O poder público não pode enfrentar sozinho a eliminação dos focos do mosquito, por isso, a população precisa se precaver com atitudes simples, que podem mudar o cenário devastador destas enfermidades!

Para evitar, é necessário o combate aos criadouros do mosquito em todos os locais possíveis, e principalmente em residências de rua e condomínios residenciais, pois 80% dos infectados contraem dengue em casa.

Quem mora em condomínio, além de fazer sua parte cuidando da própria casa, deve “ficar de olho” para ver se os vizinhos ou mesmo os funcionários do conjunto residencial estão fazendo a sua parte na prevenção desta doença.

Com as chuvas de verão é normal o acúmulo de água em calhas, lages, pneus, vasos de plantas e objetos desprotegidos em sacadas, áreas de circulação, jardins ou quintais – e caso não haja uma limpeza eles se tornam criadouros de mosquitos.

Muitos não sabem, mas os ovos podem hibernar por anos, até encontrar condições ideais para eclodir, preferindo o período de calor e umidade para isso. O mosquito Aedes Aegypti vive até 35 dias e, ao longo de sua vida, normalmente não percorre mais de 600 metros.

Todos sabem que para evitar doenças como a Dengue é necessário higiene e limpeza. Por isso, quem mora em condomínios não pode confiar a limpeza de um local extenso e de trânsito alto de pessoas a quem não é especializado nesse tipo de trabalho.

Para locais de grande circulação é recomendável a contratação de serviços profissionais, em que as pessoas encarregadas da limpeza tenham conhecimento sobre a melhor forma de higienização e qual frequência ideal para o serviço.

Para isso, o mais indicado é a contratação de empresas especializadas, que trabalham com terceirização do serviço e possuem funcionários treinados especificamente para este tipo de trabalho, como os auxiliares de limpeza e de serviços gerais.

Esses profissionais recebem um treinamento com instruções teóricas e práticas sobre atendimento a clientes, postura profissional, cronograma das atividades diárias e programadas, tipos de produtos e suas finalidades e, principalmente, conhecem técnicas de higienizar ambientes.

E para garantir o bom resultado, esses profissionais possuem encarregados que fiscalizam se o trabalho está sendo desenvolvido de acordo com as instruções.

De qualquer forma, cuidar da limpeza é crucial em todos os lugares. Ter um ambiente sempre limpo e bem cuidado mantém uma boa aparência, como também afasta insetos e ratos, comuns em época de calor, e também evita as doenças provocadas pelo Aedes Aegypti. Entre as recomendações está recolher o lixo no mínimo uma vez por dia, lavar cestos e latas de lixo sempre que possível e eliminar locais propícios ao acumulo de água parada.

Medidas como essas afastam o mau cheiro e evitam que ratos e insetos se proliferem nas áreas condominiais. É recomendada ainda a limpeza de áreas de lazer, como salões de festas, praças, parquinhos e playgrounds.

O síndico e os responsáveis pela manutenção do condomínio devem ficar atentos às áreas mais necessitadas de limpeza, porém também é dever de todos os condôminos contribuir com a organização e a higiene, tanto de seus apartamentos ou casas quanto das áreas sociais para que o local esteja limpo e bem apresentável. Com conscientização da população é possível sim evitar doenças como a Dengue, a febre Chikungunya e o vírus Zica!

Fonte: https://www.cenariomt.com.br

Deixar de pagar as dívidas do imóvel pode levar o bem à execução

Ficar em falta com financiamento, IPTU e condomínio pode gerar transtornos e até perda do imóvel 

Ilustração/EM

Para muitos, a crise econômica pela qual o país atravessa ainda se faz presente até hoje. Outros apostam que já passou ou está passando. Ocorre que, com crise ou não, muitas pessoas têm que optar por pagar algumas dívidas em detrimento de outras. Por outro lado, também pesa muito a sobrevivência de uma família sobre a sua obrigação de pagar algum empréstimo feito. Diante disso, é importante saber dos riscos que, porventura, possam aparecer quando alguém se torna inadimplente.

Vinícius Costa, presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), esclarece que quando se fala sobre a inadimplência no ramo imobiliário, os pontos mais importantes são contrato de financiamento, IPTU, condomínio e locação. “Há um mito de que o único imóvel da família é um bem que não pode ser tomado em hipótese alguma. De fato, o bem de família é resguardado pela Lei 8.009/90, porém, algumas exceções estão dispostas nessa lei, das quais destacamos dívidas do próprio imóvel, como financiamento, IPTU e condomínio”, alerta o executivo.

Ele explica também que, no caso do financiamento habitacional, o bem é dado como garantia da dívida e, havendo inadimplência, o processo de tomada da propriedade é todo extrajudicial, nos termos da Lei 9.514/97. “Com o advento da Lei 13.476/17, agora, além de perder a propriedade com a inadimplência das prestações do financiamento, o mutuário também pode sair devendo ao banco caso o valor da arrematação seja inferior ao valor da dívida.”

COBRANÇA 

O presidente da ABMH salienta que, no que se refere ao condomínio, tal dívida foi elevada à categoria de título executivo, nos termos do Código de Processo Civil, o que torna o procedimento de cobrança mais célere. “No antigo Código de Processo Civil, o credor tinha de propor ação de cobrança, que garantia ao devedor a possibilidade de apresentar defesa, produzir provas e interpor recursos, elevando demasiadamente o tempo para que o condomínio pudesse receber seu crédito. Hoje, a dívida é cobrada por meio de processo de execução, sendo o condômino devedor intimado para pagar a dívida em três dias, sob pena de penhora do imóvel. Realizada a penhora, e não havendo defesa ou defesa que suspenda a execução, o bem já pode ir a leilão.”

De acordo com Vinícius, para dívidas de IPTU, vale a mesma regra da atual cobrança de condomínio. “O título que o município tem é executivo e lhe garante a possibilidade de cobrança mais célere, bem como a penhora imediata do imóvel, que também poderá ir a leilão.” Com relação à locação, ele esclarece que havendo inadimplência pelo locatário, não se fala em perda da propriedade, mas sim da posse. Diferentemente da forma como os credores de financiamento habitacional, condomínio e IPTU fazem a sua cobrança, o locador tem as ações legais dispostas na Lei 8.245/91, que são muito menos céleres. “Também o direito à posse do imóvel vai depender se o contrato conta ou não com garantia da locação (fiança, aval e seguro-fiança, entre outros), sendo, em todos os casos, muito mais demorada se comparada com a execução da dívida pelo credor do financiamento, condomínio ou municipalidade.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

É hora de financiar! Veja as melhores alternativas de crédito do mercado

Está pensando em comprar um imóvel, mas, para isso, precisará entrar em um financiamento? Confira as melhores opções de crédito da atualidade.

O financiamento de imóveis é uma alternativa que muitas pessoas começaram a utilizar nos últimos anos para realizar o sonho de comprar a casa própria. Um dos principais motivos para essa crescente é o fato de que os interessados em adquirir um imóvel nem sempre têm à vista toda a quantia solicitada pelo dono para efetuar a compra. Assim, os bancos criaram o crédito imobiliário para financiamento tanto de imóveis novos (na planta, ou prontos para morar), quanto usados.

A modalidade amplamente divulgada e facilitada pelo governo, aqui no Brasil, sofreu algumas mudanças nos últimos meses. A Caixa Econômica, que concede sozinha 68% do crédito imobiliário no país, divulgou redução no limite de financiamento de imóveis usados. Agora o banco referencia em crédito imobiliário ofertará o máximo de 50% do valor total.

O que poderia aparentar uma desmotivação para a compra de imóveis, porém, tornou-se um ótimo motivo para procurar por novas ofertas de financiamento no mercado. Instituições financeiras, estatais e particulares, entraram na corrida para disponibilizar novas possibilidades à população o que também fez com que a Caixa apresentasse contrapontos vantajosos para continuar sendo escolhida pelos futuros compradores.

A seguir, listamos alguns pontos que devem ser levados em conta na hora de procurar alternativas de financiamento, de acordo com o seu perfil e necessidade:

Maior valor de financiamento

Para aqueles que precisam financiar quase todo o valor do imóvel, é necessário procurar bancos que cheguem ao valor de 100% ou se aproximem ao máximo dessa porcentagem. Não são todos os bancos que chegam a esse montante, mas podem se aproximar do 90% e 80%, geralmente de acordo com a sua renda.

Fique de olho também em alguns outros detalhes. Geralmente, quando há uma porcentagem alta de financiamento, as taxas de juro podem ser um pouco acima do esperado. Entenda se valerá a pena entrar nessa modalidade agora ou se é melhor aguardar um pouco até ter parte do dinheiro para dar de entrada no imóvel ou para parcelar uma porcentagem menor.

Taxa de juros

A taxa de juros é algo que pode decidir a escolha de uma instituição ao invés da outra. Dentre todos os bancos a Caixa é o que oferece menor taxa de juros, a partir de 5% ao ano. As outras instituições variam seus percentuais entre 9% e 10% ao ano. Confira se há a possibilidade de incluir as despesas com registros e documentações (necessárias para a compra de um imóvel) dentro do financiamento, caso você também necessite parcelar esses valores. Assim as taxas, mesmo altas, podem valer a pena.

Prestações fixas

Se você está à procura de estabilidade, existem bancos que fazem financiamento com prestações fixas e pagamento realizado em até 15 anos. Isso te dará a garantia de que o valor com o qual você está se comprometendo não aumentará, isso faz com que você se programe com suas contas a longo prazo.

Rapidez da aprovação

Alguns bancos apostam na plataforma digital para a contratação do financiamento. Já é possível contratar o financiamento de imóvel dentro de sua própria casa, através do seu computador e com algumas vantagens citadas acima inclusas.

É importante ressaltar que, nos dias atuais, quase todas as instituições financeiras aceitam como parte do pagamento de um financiamento imobiliário o uso do FGTS.

Além disso, para financiamento de imóveis novos, nada muda na Caixa Econômica! Se a intenção é procurar por um apartamento na planta ou que esteja pronto para morar, as condições continuam as mesmas.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Animais em condomínios requerem atenção quanto ao respeito aos demais moradores

Donos de pets devem ter cuidado até mesmo quanto à adoção de hábitos que contribuirão para o bem-estar do próprio animal

Reprodução/Internet/ConectCon

Ter um bichinho de estimação pode ser uma saída para quem quer um companheiro dentro de casa. Além de divertir, ele faz companhia e, em alguns casos, é até recomendação médica para a depressão. Segundo o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os pets são uma realidade na vida da maioria dos brasileiros: já são 132,4 milhões deles. O que significa que aproximadamente três em cada cinco pessoas têm algum animal de estimação em sua casa – e muitos deles moram com seus donos em condomínios.

Latidos, uivos, ruídos e miados podem ser motivo de desavenças entre vizinhos. Optar por animais em condomínios requer atenção redobrada quanto ao respeito aos demais moradores e, até mesmo, à adoção de hábitos que contribuirão para o bem-estar do próprio animal.

Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Imóveis da CMI/Secovi-MG, ressalta que algumas regras são essenciais para poder ter animais dentro de apartamentos. “Muitos regulamentos em condomínios trazem a permissão de ter em casa animais de pequeno porte, mas é preciso respeitar e manter o ambiente seguro para os demais moradores. Não pode ser um animal nocivo e nem incomodar o vizinho, além de ser mantido dentro do apartamento do proprietário”, diz.

Segundo ele, as principais reclamações em condomínios onde convivem donos de pets e pessoas que nem sempre gostam da proximidade de animais domésticos são barulho excessivo, mau cheiro e, em certos casos, dividir a área comum com os bichinhos. Leonardo Mota afirma que é preciso evitar áreas comuns como o elevador. Em certos condomínios, a regra é usar o elevador de serviço, mas caso não tenha, o dono precisa contar com o bom senso para evitar qualquer desconforto.

“A boa convivência entre vizinhos e pets contempla três pontos principais: a convivência com os animais não pode representar ameaça à segurança, ao sossego e à saúde dos outros condôminos”, afirma o vice-presidente. “Antes de mais nada, é necessário respeitar as regras do condomínio quanto às condições necessárias para ter um pet no apartamento”, orienta Leonardo Mota.

CUIDADOS NECESSÁRIOS 

A veterinária Mariana da Silva Figueiredo mora em apartamento com seu cão Billy há 8 anos e conta que ele nunca deu trabalho - Arquivo Pessoal

A veterinária Mariana da Silva Figueiredo mora em apartamento com seu cão Billy há 8 anos e conta que ele nunca deu trabalho

Para não incomodar os vizinhos, a médica-veterinária Mariana da Silva Figueiredo dá algumas dicas fáceis e também necessárias para um bom convívio. “O mais importante ao se ter um animal num condomínio é o respeito. Andar com o animal sempre na guia nas áreas comuns, recolher os resíduos, manter a higiene e evitar barulho excessivo são algumas atitudes importantes para evitar problemas”, afirma.

Ainda de acordo com Mariana, alguns cuidados são necessários para manter a saúde do animal em ambientes mais restritos. “É importante que os tutores disponham de tempo para interagir com os animais, como brincadeiras com gatos e passeios externos com cães”, explica.

Caso a pessoa faça questão de ter um cão e só disponha de tempo para interagir no fim do dia, a veterinária ressalta que as creches são uma opção viável, dependendo do temperamento do animal e da disponibilidade financeira do tutor. Gatos têm menos problemas em ficar sozinhos. “Alguns animais beneficiam-se de um segundo animal na casa, de mesma espécie ou não. Porém, é importante procurar orientação veterinária caso deseje introduzir um novo animal em seu ambiente”, destaca Mariana.

* Estagiária sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

5 dicas para manter a organização da sua casa

Organizar a casa pode ser uma tarefa trabalhosa, mas é recompensador e vai te ajudar a otimizar melhor o tempo. Confira 5 dicas para fazer agora mesmo!

Organização  sempre parece um bicho de sete cabeças, afinal, nós nunca sabemos por onde começar. Mas tudo depende de planejamento e dispor de algum tempo livre para colocar as coisas em ordem aos poucos, até ter tudo em ordem novamente.

Para planejar a sua organização é preciso primeiramente saber qual é o objetivo dela. Se a sua intenção é ganhar tempo para encontrar as coisas com mais facilidade, uma boa dica é se livrar do excesso de coisas acumuladas, até mesmo para ganhar espaço e viver com mais conforto em casa. Qualquer que seja o seu objetivo, é importante ter como regra número 1 o desapego. Desapegar ajuda a tornar a organização mais fácil, pois tudo começa com a separação do que é relevante ou não no seu dia-a-dia.

Abaixo listamos algumas dicas que podem te ajudar e facilitar esse processo que é colocar as coisas no lugar. Confira e coloque a organização na sua rotina:

1. Separe suas coisas por uso

Definir o que você tem usado ou não é uma forma de eliminar do caminho muitas peças que estão paradas e sem uso, como por exemplo, algumas roupas ou sapatos. Pense em tudo que você não usou no último ano e monte uma pilha com essas peças. Após isso, defina o que ainda está bom o bastante para você doar e o que pode ser descartado de vez.

Além de roupas e sapatos, ter muitos produtos e maquiagens pode ocupar bastante espaço quando em excesso. Comprar as últimas novidades em cuidados para pele e cabelo é sempre divertido e empolgante, mas você já parou para separar e descartar todas aquelas as embalagens de produtos que estão fora de validade? Isso é importante para garantir que você não use nenhum produto vencido, além de ajudar a eliminar frascos acumulados na penteadeira.

2. Arquive documentos e demais papéis que você acessa com pouca frequência

Essa dica não só te ajuda a ter as coisas organizadas como a separar aquilo que precisa usar menos vezes. Dessa forma, fica tudo fora do seu caminho, mas guardado para quando for necessário o uso. Separe uma pasta com divisórias ou tenha uma ou duas gavetas para a organização de documentos e papéis variados. Tão importante quanto ter tudo organizado é saber onde procurar.


3. Armários, prateleiras e nichos para botar tudo no lugar

O tipo de móvel que você vai utilizar para deixar tudo em ordem em casa vai depender muito do cômodo no qual está pensando em fazer a sua organização. Nas salas é comum utilizar desde racks a estantes, com divisórias ou gavetas. já quando falamos em quartos, os armários, prateleiras e nichos são mais utilizados e atendem bem a necessidade desse cômodo. Já nos banheiros é possível ter nichos decorativos e usá-los para guardar itens em caixas organizadoras menores.


4. Caixas e cestas organizadoras para separar os itens em categorias

Quando você precisa otimizar tempo, o ideal é separar as coisas em categorias e priorizar as que usa com maior frequência. Isso evita bagunças desnecessárias e você sempre vai saber onde procurar, já que pré-definiu um espaço para cada item de acordo com a categoria dele.


5. Crie uma rotina

Rotina nem sempre é algo negativo, pois pode ajudar muito a facilitar o seu dia a dia. Crie hábitos simples como deixar suas roupas, sapatos e acessórios separados na noite anterior para ir trabalhar, por exemplo. Nas tarefas de casa, procure criar horários para organizar os cômodos, como a hora para limpar a cozinha, arrumar a cama antes de sair, passar as roupas, entre outras tarefas. Sempre que tiver compromissos, anote para se lembrar deles e reorganize o seu dia para conciliar tudo que precisa ser feito.

Fonte: Imovelweb

Subsíndico – Escolha, funções e competência

Presente cada vez mais rara em Condomínios de médio e pequeno porte, o Subsíndico é uma figura mais de colaboração do que de representação e responsabilidade.

Subsíndico - Administradora de Condomínios

A função está prevista de forma implícita no Código Civil, nos parágrafos 1. e 2. do art. 1347 que preconizam: § 1. Poderá a assembléia investir outra pessoa, em lugar do síndico, em poderes de representação. § 2. O síndico pode transferir a outrem, total ou parcialmente, os poderes de representação ou as funções administrativas, mediante aprovação da assembléia, salvo disposição em contrário da convenção.

Nos casos acima, sempre se torna necessária a aprovação em Assembleia que também determinará qual o alcance da delegação de poderes permitidas. Essa delegação pode ocorrer para o subsíndico ou qualquer outra pessoa.

Frise-se que a mera eleição para o cargo de Subsíndico não é suficiente para que poderes de representação e competência e, por consequência, responsabilidade sejam transferidos , necessária autorização expressa em Assembleia, que poderá fazê-lo para cada eleição específica ou instituir tais poderes em Convenção ou Regimentalmente, aproveitando futuros eleitos para Subsíndico.

Na Lei de Condomínios e Incorporações, no art. 22, parágrafo 6., a previsão é explícita:  A Convenção poderá prever a eleição de subsíndicos, definindo-lhes atribuições e fixando-lhes o mandato, que não poderá exceder de 2 anos, permitida a reeleição.

Não há número mínimo ou máximo de subsíndicos e a possibilidade de remuneração, por analogia das disposições ao síndico segue a mesma lógica, prévia definição em Assembleia e é facultativa, existindo, poderá consistir em recebimento de valor mensal ou isenção parcial/total nos valores devidos pelo rateio de despesas e investimentos.

Prática comum em Condomínios de maior porte, com existência de múltiplas Torres/Blocos, é a eleição de um subsíndico para cada um. Nesse caso, os subsíndicos podem se especializar no atendimento dos interesses de sua Torre/Bloco, contudo são competentes para atuar para interesses do Condomínio como um todo, pois este é indivisível na questão de representação, tanto que a função de Síndico, responsável máximo pelo Condomínio sempre será única, não podendo ser eleito mais de uma pessoa, física ou Jurídica para representação do mesmo empreendimento.

Não confundir com as estruturas mistas independente ou multicondominiais com a presença em uma mesma edificação de Condomínios Comercial, Residencial , Corporativo, Garagens, cada qual com sua Convenção e CNPJ, nesse caso cada um deles fará sua eleição e escolherá seu Síndico, que poderá ser o mesmo para todos ou escolhendo pessoas distintas, aumentando necessidade de sintonia dos Síndicos por estarem envolvidos em edificação comum.

O Subsíndico pode ser uma figura de grande auxilio ao Condomínio, buscando orçamentos, triando pedidos, fornecendo/recebendo dados da Administradora de Condomínios, presidindo assembleias quando Síndico é impedido pela Convenção, tendo voz de comando aos colaboradores na ausência mais elastecida do Síndico, sendo o ouvidor dos moradores no caso de intransigência ou falta de resposta pelo Síndico.

Fonte: Gazeta do Povo

Compra de imóveis: uma maneira fácil e segura de investimento

Imóvel é uma ótima alternativa para aplicar o dinheiro em uma fonte segura e com liquidez.

O investimento financeiro é uma ótima modalidade para quem quer render ao máximo seu dinheiro. Há opções como a poupança, que tem uma taxa de rendimento baixa, mas é considerada até hoje uma das formas menos arriscada de multiplicar as economias.

Outra modalidade na qual muitas pessoas apostam é o investimento de ações, que, nesse caso, é considerada de médio a alto risco, já que o valor de ganho e perca varia de acordo com a alta ou a queda da bolsa de valores.

Se você está pensando em investir e já conhece essas duas modalidades antagônicas, mas não gostaria de colocar seu dinheiro em nenhuma delas, nós te damos uma dica que revolucionará sua maneira de ver o mercado. Estamos falando da compra e venda de imóveis que é, atualmente, considerada uma das maneiras mais fáceis, seguras e com garantias certas de um bom retorno ao investidor.

O investimento imobiliário é de baixo risco, pois, com um fluxo constante de fundos, seu valor e rentabilidade não registram alta instabilidade, algo que é muito presente nos mercados financeiros, onde existe risco efetivo de sofrer perdas do dinheiro investido. Inclusive, você pode verificar no Imovelweb Index qual a rentabilidade do bairro que você procura.

Além disso, uma grande vantagem do investimento imobiliário é que ele tem seu valor protegido. Isso porque o retorno do investimento pode surgir de duas fontes de valor: a partir de retornos anuais, recebidos pelo proprietário, como o aluguel; ou também, a partir do aumento de valor do capital investido, devido ao aumento tendencial dos preços dos imóveis.

Para esses proprietários há ainda a vantagem de os imóveis terem uma boa cobertura contra a inflação. Isso porque a renda do aluguel tende a ser ajustada de acordo com a inflação, ocorrendo o mesmo para os valores das vendas. Dessa forma, uma aceleração da inflação não prejudica o valor e nem o retorno sobre o investimento.

Foi convencido e agora quer escolher um ou mais imóveis para investir seu dinheiro? Então, é preciso prestar atenção em alguns detalhes antes de iniciar sua busca!

É preciso, por exemplo, saber em qual região você pretende comprar seu imóvel, qual o valor que você pretende ou pode investir, qual sua ideia de lucro com esse imóvel – se ele será vendido ou alugado –, se for alugá-lo qual o perfil de inquilino que você imagina, qual o tamanho e padrão do imóvel, dentre outros.

Um dos tipos de imóveis que os investidores buscam atualmente é o imóvel novo. Geralmente eles apresentam mais opções de lazer e conveniência, além de menor incidência de manutenção a curto e médio prazos, o que atrai bastante os futuros compradores ou locatários.

E não pense que essa modalidade de investimento se resume apenas a grandes capitais. É possível ter um alto retorno de investindo em imóveis também em cidades do interior. A A.Yoshii Engenharia está presente em diversas regiões do Paraná, expandindo cada vez mais seus empreendimentos.

Agora que você já sabe de todos esses detalhes, já está na hora de investir, certo? Aposte nessa modalidade e garanta o melhor retorno de investimento da atualidade.

A.Yoshii Engenharia desenvolve obras de grande porte, como usinas de açúcar e álcool e fábricas de papel e celulose. No segmento de incorporação, com empreendimentos residenciais e comerciais construídos em importantes cidades do Paraná, a A.Yoshii se destaca pela qualidade e pontualidade na entrega.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Regimentos internos do condomínio

A Convenção Condominial é o documento formal que estabelece as regras gerais a serem seguidas por todos do condomínio

Na convenção devem estar previstos o nome do Condomínio; a descrição do imóvel; sua localização; matrícula no Cartório de Registro de imóveis; o número de Contribuinte na Prefeitura Municipal; o Auto de Conclusão das obras; o regime de Incorporação; e a descrição das áreas comuns e de propriedade de todos os condôminos.

Na Convenção Condominial deverão estar expressos, itens como exemplo, a quantidade e os tamanhos das vagas de garagens, se elas são determinadas ou não, se há ou não a necessidade de manobristas e se podem ou não ser utilizadas por veículos que não pertençam ao condomínio.

A garagem é o lugar que, em geral, nos condomínios, acaba gerando conflito se as normas não estiverem claramente especificadas.

Além das garagens, todas as partes de Propriedade e Uso Comum deverão ser descritas em detalhes, para que o condômino, ao receber a Convenção, saiba exatamente quais são os locais e coisas indivisíveis e inalienáveis.

Outros itens obrigatórios à Convenção são o seguro de incêndio; as tarefas e responsabilidades do Síndico e do Conselho Consultivo; a realização das Assembleias; como e quanto será arrecadado para o Fundo de Reserva; e, por fim, quais são e como serão pagas as Despesas do condomínio.

Já o comportamento das pessoas que moram ou trabalham no condomínio deverá ser normatizado pelo Regimento Interno. Ele especifica como vão ser cumpridos os Direitos e Deveres, de forma clara e inequívoca, previstos tanto nos Artigos 1.335 e 1.336 do Código Civil quanto na Convenção.

As penalidades para cada infração cometida pelo condômino também deverão ser especificadas na Convenção e/ou no texto do Regimento Interno, em que pese também haver previsão legal no Código Civil.

O ideal é que seja incentivada continuamente a participação dos condôminos nas reuniões e atividades condominiais. Desta forma, haverá uma maior integração entre todos, o que pode ajudar em muito a solucionar problemas que muitas vezes não foram previstos quando da constituição do condomínio e agora precisam ser resolvidos.

Fonte: https://www.jornalspnorte.com.br

Troca de síndico ou administradora

Documentos e procedimentos necessários para trocas de gestão

O momento da troca de gestão, seja da administradora ou do síndico, sempre pede muita atenção. É imprescindível que alguns procedimentos sejam seguidos.

Para que a transição seja a mais tranquila e transparente possível, siga o check list abaixo. Ele oferece a lista de toda a documentação necessária para um estudo completo da saúde atual do condomínio.

Também é importante frisar que as administradoras de condomínio pedem um período de 30 a 60 dias para finalizar a prestação de serviços, dependendo do que está previsto em contrato.

Administradora

Documentos
Na transição de gestão e troca de empresas a atual deve entregar todos os documentos que provem a administração. Devem integrar a pasta de prestação de contas, principalmente:

  • Guias de Recolhimento e Pagamento de Encargos Sociais;
  • Benefícios Trabalhistas e Tributos;
  • Comprovantes de Pagamentos de Contas;
  • Circulares Entregues;
  • Cartas de Comunicação;
  • Cadastro Atualizado de Condôminos, com respectivos endereços e frações ideais;
  • Livro de Atas;
  • Cartão do CNPJ;
  • Convenção Condominial e Especificação;
  • Relatório da Última Emissão de Boletos;
  • Livro de Registro de Empregados e Balancetes

Procedimentos

  • Toda documentação deve ser repassada para a nova empresa, como também uma carta com a listagem de todos os documentos entregues, protocolada pelo síndico.
  • Os documentos não devem ficar sob o poder da administradora antiga. A atual pode notificá-la dando um prazo para a regularização e envio dos documentos, sob pena de ação de busca e apreensão.
  • Irregularidades na gestão anterior são graves problemas para a gestão atual. Quando o condomínio suspeita de irregularidades conduzidas por má fé da administradora, deve acionar uma auditoria externa com aprovação em assembleia.
  • A administradora comunica ao síndico as irregularidades, e este, após deliberação do conselho ou de assembleia geral, poderá constituir advogado e entrar com uma ação judicial ou extrajudicial.
  • De acordo com o artigo 1347 do Código Civil, compete ao síndico “dar imediato conhecimento à assembleia da existência de procedimento judicial ou administrativo, de interesse do condomínio”.
  • Toda a documentação de um modo geral deve ser arquivada durante 5 anos, apenas a documentação relativa a FGTS e INSS que deve ser guardada por 35 anos.

Síndico

Documentos

Fazer uma troca de bastão entre as gestões é fundamental para que haja tranquilidade -tanto para quem está chegando, como para quem está deixando o cargo. Nesse momento, é muito saudável que haja uma conversa entre essas duas pessoas, para esclarecer qualquer dúvida que possa surgir, como relacionada a uma obra em andamento no condomínio. Além disso, na troca de gestão do síndico, o anterior deve entregar todos os documentos referentes à sua administração, principalmente:

  • Apólices de Seguro;
  • Cartão de CNPJ;
  • Folhas de Ponto de Funcionários;
  • Laudos PCMSO/PPRA;
  • Livro de Inspeção do Trabalho;
  • Escritura de Convenção;
  • Regulamento Interno; Livros de Atas de assembleia;
  • Contratos(manutenção etc);
  • Pastas de Prestações de Contas;
  • Planilhas de Orçamentos;
  • Plantas do Condomínio;
  • Certificados Operacionais e Ocupacionais (PPRA, PCMSO, PDSA-Proteção de surtos atmosféricos, Higienização de Reservatórios de Água, Desobstrução e limpeza de Caixas de Gordura, Desinsetização);
  • Comprovantes de pagamentos efetuados (notas fiscais)

Procedimentos:

  • É de praxe que, ao entregar a pasta com todos os documentos, o síndico faça uma carta contendo a relação de tudo que está sendo entregue, e protocole para que não haja erro ou perda de algum documento.
  • Não é correto o síndico que deixa o cargo reter algum documento. Caso isso aconteça, o atual deverá comunicar a ausência dos documentos e amigavelmente solicitar a entrega.
  • Ao se constatar irregularidades na documentação da gestão anterior, deve-se pedir esclarecimentos ao síndico responsável por tais erros.
  • Se não houver nenhuma justificativa plausível, leva-se a questão ao Conselho.
  • Sendo comprovado que o erro poderá ser reparado e não houve má fé, fica resolvido, caso contrário deve-se convocar uma assembleia.
  • A assembleia aprovando, o condomínio entra com uma ação contra o síndico anterior

Fontes consultadas: Mayb Ferreira – Síndica ; Dr. Daphnis Citti de Lauro – Advogado Especialista em Condomínios ; Hubert Gebara – Vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP; Conteúdo SíndicoNet

Aceita meu imóvel? Entenda a permuta como parte do pagamento

Em meio às tradicionais negociações de compra e venda, há uma modalidade ainda pouco conhecida, mas que tem ganhado destaque no mercado imobiliário. Veja!

A troca de um imóvel por outro e o repasse da diferença em dinheiro, apesar de ainda não representar uma significativa parcela dos contratos, tem se firmado como uma interessante opção para quem quer elevar o número de interessados e as possibilidades de venda a curto prazo.

Entenda a seguir alguns detalhes necessários para adentrar o universo da permuta de imóveis:

Como funciona a permuta?

Ao contrário do que muitos pensam, grande parte das permutas não ocorrem na troca por imóveis de mesmo valor, mas sim, quando se coloca um imóvel de liquidez como parte do pagamento.

As negociações mais comuns e consequentemente as que possuem maior chance de fechamento, são aquelas que possibilitam ao vendedor receber, além do imóvel, uma quantia em dinheiro equivalente a 50% ou 60% do valor do imóvel negociado. É possível, porém, haver negociações com percentuais mais altos, mas fique atento pois quanto maior a diferença, mais difícil será o fechamento da negociação.

Como saber se o proprietário está aberto à negociação?

É comum que o proprietário na hora de disponibilizar o imóvel à venda não deixe claro a intenção de permuta – o que não quer dizer que o mesmo não a estude caso receba uma proposta formal.

As negociações mais comuns ocorrem em transações em que o imóvel adquirido na troca garante liquidez ao proprietário, ou seja, que permite fácil comercialização. Por isso, caso queira iniciar uma negociação, é preciso antes de tudo, ponderar sua proposta. Um apartamento no bairro X pode ser um excelente investimento, porém pode também não estar de acordo com a intenção do proprietário naquele momento.

Além disso, se você está interessado em colocar o seu bem como forma de pagamento, a primeira atitude é conhecer o imóvel de seu interesse, ou seja: visitá-lo.

Com as diversas possibilidades que a internet oferece, é comum no cotidiano das imobiliárias receber pessoas interessadas em determinada casa, lote ou apartamento, mas, que só aceitam visitá-lo se o proprietário estiver aberto a permuta – o que pode se tornar a perca de uma grande oportunidade.

Vamos pensar um pouco adiante?

Sua proposta foi aceita pelo proprietário, mas depois de toda a negociação, você conhece o apartamento e não gosta do que vê. Acontece, certo!? Quantas vezes depois de dias escolhendo o melhor hotel para as tão sonhadas e merecidas férias, você é surpreendido pelo maravilhoso mundo do Photoshop, onde tudo é de um jeito nas fotos, mas um pouco diferente na realidade?

O ideal é sempre visitar o imóvel antes de qualquer ação, assim, além de eliminar o risco de não gostar, caso o proprietário não esteja aberto à permuta e sinta que você está realmente interessado, ele ficará mais à vontade para estudar a possibilidade.

Vale dizer ainda que, mais do que apenas visitar, é interessante que você trabalhe em duas frentes, tentativa de permuta ou venda do seu imóvel. Primeiro, coloque o seu imóvel para a venda e em paralelo, visite aqueles que mais se encaixam no seu perfil, assim, você aumenta suas chances e o que se concretizar primeiro, lhe permitirá melhor negociação.

Para te ajudar nessa missão, é importante contar com um intermediador na venda, como uma imobiliária de renome e credibilidade no mercado. Esse é o caso da Casa Mineira, imobiliária que está há 34 anos ajudando várias famílias a encontrarem seu lar na cidade de Belo Horizonte.

Há alguma restrição?

Sim. Para que um imóvel faça parte de uma negociação que envolva permuta, é preciso que o mesmo esteja devidamente quitado, afinal, será necessária a transferência para o novo morador.

Outra dúvida bastante comum entre os adeptos da permuta de imóveis é com relação aos honorários da imobiliária.  Neste ponto, vale ressaltar que, tendo a mesma imobiliária realizado à mediação entre os interessados, os honorários que envolvem a venda são devidos, e cada proprietário faz o pagamento da parte que lhe cabe, conforme definido previamente na autorização de venda e protegido pela legislação brasileira.

Vale ressaltar que a permuta de imóveis não é um tipo de transação simples, do ponto de vista de negociação. É comum vermos transações sem o auxílio de profissionais, terminarem de forma desastrosa, onde uma das partes se considera lesada após a troca. Nesse caso, o papel do corretor é fundamental para não só intermediar os interesses, como também, assumir a responsabilidade de realizar um negócio seguro para ambos, valorizando a transparência e o respeito entre elas.

Por fim, o ponto chave de uma negociação que envolve permuta é que as duas partes precisam estar cientes de que os imóveis em questão são bens distintos, com características próprias e que podem não ser exatamente as que desejam. Diante disso será preciso estar disposto ao diálogo para chegar a um consenso que agrade ambas as partes.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Cachorros e pets em Condomínios: O que pode e o que não pode

Esclareça todas as suas dúvidas sobre o tema na nova série: Especialistas

Condomínio pode proibir (ou não) a presença de animais? É possível obrigar os moradores a andar com os animais no colo? Há raças permitidas ou proibidas? Qual o número máximo de pets nas unidades? …

Todos sabemos que o tema cachorros e outros pets em condomínios é sempre polêmico e gera muitas dúvidas.

Por isso, convidamos o colunista e advogado catarinense Zulmar José Koerich Junior, especializado em direito civil e empresarial, para fazer uma análise geral sobre o tema. Assista, esclareça suas dúvidas e deixe seu comentário!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Crimes em condomínios

Investir em tecnologia pode valer a pena. Como ficar atento às novas modalidades de crimes em condomínios?

Os invasores se disfarçam de técnicos, moradores, dentre outros, e até usam mandado falso

A imaginação da mente criminosa costuma ser criativa, e quando pensamos que já vimos de tudo, sempre somos surpreendidos por ações inusitadas. Que o diga os moradores de condomínios!

Já aconteceu até de os criminosos se disfarçarem de prestadores de serviço e também de policiais, copiando fielmente uniformes e identificações. Em um dos casos, eles se fizeram passar por técnicos de câmera de vigilância, que estão instaladas em qualquer condomínio.

Não são meros disfarces, como se fossem fantasias, mas sim de bandidos que planejam o passo a passo do crime, tendo trabalhado com performances perfeitas como se fossem realmente quem dizem ser.

Não é só isso. Os criminosos também conseguem facilmente uma cópia de mandado judicial. Em outro caso, um deles se passou por morador do próprio condomínio e conseguiu a liberação da portaria, anunciando o assalto.

Se isso é possível, imagine então a facilidade com que eles podem enganar pessoas despreparadas ou desatentas e trazer consequências desagradáveis.

Por isso, é de extrema importância que os moradores estejam sempre atualizados a esses acontecimentos e discutam sobre o assunto para que fiquem sempre atentos aos mínimos detalhes.

Segundo dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro, em abril deste ano houve um aumento de 18,7% de assaltos com relação ao mesmo período do ano passado; enquanto outros dados, da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, apontaram que, em 2016, o número de roubos e furtos em condomínios cresceu 187% com relação a 2015.

Claro que as informações, apesar de serem estaduais, refletem a insegurança nacional.

Como se pode perceber, não é possível ter qualquer um na entrada do condomínio – afinal, é preciso estar preparado. Portanto, não adianta ter todos os apetrechos tecnológicos possíveis, se não tiver uma equipe de portaria adequada e treinada para esse tipo de situação.

São eles que identificam as pessoas que entram e saem do condomínio, concedem as autorizações, sabem e conhecem bem o dia a dia do prédio e, portanto, são os primeiros a reconhecer que há algo errado.

Assim, o condomínio precisa contar com uma equipe treinada para garantir a segurança dos moradores. As empresas terceirizadas oferecem uma maior proteção neste sentido, uma vez que realizam treinamentos, passam conhecimento de acordo com experiências já relatadas em diversas situações.

Por exemplo, é muito comum que a maioria das ações criminosas comece por um erro básico de portaria, como a identificação. Deixam entregadores, diaristas, pedreiros entrarem livremente sem antes ter a autorização do morador, e autorizam a entrada de veículos sem checar placas, tomando como base apenas a cor e o modelo do veículo.

Todo condomínio possui regras e normas que precisam ser obedecidas por todos, pois um único deslize ou falta de comprometimento põe em risco a segurança do prédio.

Um erro muito comum é o controle de acesso à garagem, onde muitos prédios não possuem em sua estrutura condições adequadas para visualização dos veículos, devendo ser corrigido com equipamentos de identificação e CFTV.

Investir em treinamento e tecnologia é muito importante nesse quesito de segurança e vale a pena investir nesse caso. Em serviços terceirizados deve-se optar por empresas que adotem esses treinamentos e mantenham funcionários sempre bem colocados e preparados para evitar situações desagradáveis ou até mesmo trágicas.

Além disso, o prédio não precisa se preocupar com a ausência de funcionários, já que a terceirizada deverá cobrir o plantão e com a mesma qualidade de serviço.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

8 tipos de imóveis residenciais e suas diferenças

Existem diferenças entre as casas e apartamentos residenciais e a forma como foram pensados. Você sabe como identificar cada um deles? Confira.

Há diversos tipos de propriedades residenciais no Brasil e cada uma delas tem o seu estilo, pensados a fim de atender a uma necessidade especifica. A principal divisão entre as residências para morar – diferente dos empreendimentos comerciais – são: casa ou apartamento.

Na hora de escolher seu imóvel e investir seu dinheiro, é essencial que se conheça todos os tipos de unidades e imóveis para saber qual o tipo de construção que melhor atende às suas necessidades e possibilidades.

Quando falamos de casas, há opções térreas que dispõem de todos os cômodos em um único andar (com ou sem divisões entre os ambientes) e as que distribuem salas de estar e jantar com cozinha em um piso e quartos em outro.

Os apartamentos também possuem divisões de acordo com o seu tamanho e quantidade de cômodos. Mas, no geral, são classificados assim todos os que possuem condomínio e são habitados por famílias em unidades isoladas.

Dentro da divisão de casas e apartamentos, há subdivisões que costumam ser classificadas de acordo com o tipo de construção, detalhes da planta e categoria da propriedade. Separamos 8 tipos de imóveis residenciais e suas diferenças. Confira a seguir e escolha qual o melhor imóvel para você chamar de seu:

Casas

1. Casa Geminada

Casas geminadas são propriedades ligadas umas às outras, onde o espaço total do terreno é dividido de forma igual proporcionalmente. Possuem a mesma estrutura visual e dividem o mesmo telhado. Esse tipo de construção é mais comum em condomínios de casas.


2. Sobrado

O termo sobrado classifica toda e qualquer casa caracterizada por dois ou mais andares, sejam elas residenciais ou comerciais.


3. Bangalô

Os bangalôs são casas térreas, de apenas um piso, e que podem ter uma pequena varanda. Esse tipo de construção é bastante comum na América do Norte.


4. Edícula

Edículas são casas pequenas localizadas no fundo de um terreno. Geralmente possuem apenas um dormitório, sala, banheiro e cozinha. Podem também contar com uma garagem e área externa de serviço.


5. Loft

Lofts são casas sem divisórias entre os cômodos e tem inspiração nos galpões e armazéns americanos dos anos 70, na época reformados para servir como moradia a artistas, executivos, profissionais liberais e publicitários. Esse tipo de construção não possui divisões verticais ou horizontais entre os ambientes e é enxergado até hoje como sinônimo de inovação.

Apartamentos

6. Apartamento

Os apartamentos são unidades onde vivem uma porção de famílias em residências separadas. Podem conter 1, 2, 3 ou mais dormitórios (com ou sem suíte), banheiro, cozinha e não obrigatoriamente, vagas de garagem. O conjunto de apartamentos forma o prédio que é gerenciado por um síndico, para quem os moradores devem pagar o condomínio. O síndico é responsável pelas reformas, obras e demais despesas, além do pagamento de funcionários que trabalham no prédio fazendo a manutenção das áreas de lazer, se existirem, por exemplo.


7. Kitnet

Kitnets são pequenos apartamentos, chamados atualmente também de studios. Os studios possuem apenas 2 cômodos, um quarto-sala-cozinha e mais um banheiro. Por terem espaço reduzido e pouco amplo, esse tipo de construção tem valor inferior e tem sido uma opção comum nas grandes cidades, onde muitos optam morar para facilitar a ida ao trabalho.


8. Flat

Flats são apartamentos residenciais que dispõem de serviços de comodidade, muitas vezes similares à um hotel. Ainda que sejam parecidos, as taxas são menores e não há formalidades características de um. Os flats podem ser utilizados como moradia ou planejados como investimento para o proprietário.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Inspiração: sofá de couro caramelo

No estilo boho ou minimalista, este móvel vai ser o grande destaque da sua sala

Por ser o cartão de visitas da casa, a sala talvez seja o maior foco de quem está começando a decorar o lar e dessa forma, como não poderia ser diferente, a escolha do sofá se torna um verdadeiro dilema. Mas, se você é do tipo que vive procurando ideias visuais pela internet, provavelmente já se deparou com um modelo muito utilizado em referências internacionais: o sofá de couro caramelo.

Para quem é fã de estilos como o boho ou o minimalista esse tipo de sofá é amor à primeira vista, mas as dúvidas quanto a integrá-lo na sala são as mais diversas. É fácil de combinar? Couro tem alguma desvantagem? Precisa seguir alguma regra? Todas essas perguntas podem surgir, mas calma, incluir o sofá de couro caramelo no ambiente não é tão difícil quanto parece.

 


(Foto: Reprodução/Pinterest)

 

Antes de imaginar toda a décor da sua sala em torno do sofá, é preciso ter noção de preço. Conforme alerta a arquiteta Mayara Dotti, o preço de um sofá de couro é sua maior desvantagem: “por serem caros, não permite que sejam trocados com facilidade caso a pessoa enjoe do modelo”, diz ela, que também acredita ser esse o motivo de não tornar o item uma tendência popular.

Outro ponto que você deve considerar, e que já é bastante sabido, é a temperatura do tecido que se adapta a temperatura do corpo e pode causa aquela sensação de “grudar” na pele conforme o suor vai sendo eliminado em dias muito quentes.

Mas se você é apaixonado pelo modelo, não desanime, há sempre o custo-benefício a ser levado em conta e com sofás de couro fazer essa comparação realmente faz sentido, já que as vantagens são muitas.

 


(Foto: Reprodução/Pinterest)

 

A arquiteta Vanessa Chieregato explica que durabilidade é um dos principais benefícios: “se bem cuidado, é um sofá para uma vida”, diz. Por isso, é preciso lembrar de hidratá-lo sempre que for preciso. Além disso, ela lembra da facilidade na hora da limpeza, que pode ser resolvida apenas com um pano úmido; e o fato de ele ser impermeável: “é um sofá extremamente versátil”.

O sofá de couro é um móvel clássico, muito presente nas décadas passadas e que perdeu espaço para outros materiais com o passar do tempo, mas se engana quem pensa que não é possível incluí-lo na decoração atual sem deixar a sala com aspecto antigo.

“O couro nunca sai de moda e combina com muitos estilos. Traz conforto, praticidade e elegância para diversos tipos de decoração e ambientes. Porém, é importante alguns cuidados ao escolher um sofá de couro, como a cor, tipo de acabamento e a interação com os outros objetos escolhidos na decor”, orienta Mayara.

Por isso, optar pelo caramelo, cor mais em voga quando o assunto é sofá de couro, é uma ótima forma de incorporar referências mais atuais, dos já citados estilos boho ou minimalista.

 


(Foto: Reprodução/Pinterest)

 

Vale investir também em cores mais neutras, e cuidar para não exagerar no objetos escolhidos – o sofá nesse caso precisa ser o destaque do ambiente. “O bege, o branco, o preto, o cinza e o dourado com pontos mais específicos. E claro, sempre com o verde das plantas pra dar aquela harmonia e não ficar tudo tão sério”, exemplifica Vanessa Chieregato.

Veja mais algumas ideias de décor e inspire-se!

 


(Foto: Reprodução/Pinterest)

(Foto: Reprodução/Pinterest)

(Foto: Reprodução/Pinterest)

 

 

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Trincas em paredes, pilares e lajes

Saiba como identificar e analisar ocorrências no seu condomínio

Saiba como identificar e analisar ocorrências no seu condomínio

Manutenção é um tema primordial em condomínio. É um daqueles assuntos em que o síndico precisa estar sempre de olho, acompanhando de perto, para evitar que um descuido se torne uma catástrofe, como foi o prédio que desabou no centro do Rio de Janeiro em janeiro de 2012.

Por isso é tão importante prestar muita atenção em qualquer corte que porventura apareça nas paredes, cobertura ou garagem do condomínio. Essas aberturas nas estruturas, que podem ser denominadas fissuras, trincas, rachaduras ou fendas podem ser o primeiro sinal de alerta de que algo está acontecendo por trás daquela camada de tinta nas paredes.

Vale lembrar que o síndico é responsável civil e criminalmente por todo o condomínio, incluindo-se aí os cuidados com a edificação, que são fundamentais tanto para a segurança de todos, como para manter o valor do patrimônio sempre em um bom patamar.

Um bom sinal de alerta é quando a fissura começa a se expandir. Pode também mudar de cor, ou minar água. Nesses casos, o tempo de procurar um perito é curto. Quanto mais houver demora na busca de um reparo, mais caro este será.

O aconselhável, para evitar que as fissuras se expandam demasiadamente e atinjam a parte estrutural da edificação, é que a cada dois anos seja feita uma inspeção completa, com um perito no assunto, para construções de até 15 anos. Após esse período, a inspeção pode ser anual, para haver um acompanhamento mais próximo das estruturas.

Se a construção for nova e apresentar muitas rachaduras, pode-se contar com a assessoria de um engenheiro especializado em mecânica do solo. Ele poderá dizer qual é a origem do problema e se houve falha por parte da construtora, que deve dar, no mínimo, cinco anos de garantia.

Para casos em que o local a ser tratado – como uma área externa ou o topo do prédio – fique protegido da chuva, o ideal é que o reparo seja executado durante a época seca do ano. Se for algo muito urgente, pode-se contratar toldos para que o serviço seja feito com segurança e rapidez.

Como agir

Em geral, o aparecimento de pequenas fissuras não é preocupante, já que a estrutura do prédio pode ir se acomodando ao terreno com o passar do tempo, especialmente se a edificação for nova – tiver menos de cinco anos – ou se houver grandes obras por perto, que também podem causar essas rachaduras em diversos locais.

O ideal é que haja um acompanhamento mensal por parte do zelador dessas fissuras. Se a abertura crescer ou se mudar de cor, ou ainda se estiver minando água, é muito importante procurar um especialista.

Veja abaixo algumas dicas importantes:

  • Para acompanhar a evolução de uma trinca,  faça uma marca de lápis grosso em cada extremidade da abertura.
  • Verifique se as trincas se encontram em elementos estruturais: lajes, vigas, pilares.
  • Quando a largura da abertura é acima de 0,5 mm, o CREA-SP (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo) recomenda que se recorra a um engenheiro ou perito habilitado e qualificado.
  • O perito chamado deve ser independente: não peça a ele, nem aceite, sugestões de empresas para realizar as obras. Assim, ele identificará o que deve ser feito, prestando uma informação confiável, sem comprometimentos comerciais.
  • Um tratamento inadequado poderá ocultar problemas maiores que aparecerão no futuro. Neste caso também, sai mais barato consultar um engenheiro especializado, que apresentará uma solução técnica correta, do que arriscar tratamentos paliativos.
  • As principais conseqüências do incorreto tratamento de infiltrações são os danos causados à armação do concreto, cujo reparo é caro e requer conhecimentos técnicos especializados.

Responsabilidade do síndico

Vale ressaltar que, se ocorrer algum tipo de incidente, o síndico pode ser responsabilizado por omissão, caso nada tenha sido feito para prevenir a ocorrência.

Por exemplo, se uma rachadura não for reparada e um muro cair em cima de um morador, a responsabilidade (civil e criminal) será do síndico, caso esse não tenha tomado nenhuma providência.

Tipos de ocorrências

Fissuras, trincas, rachaduras e fendas são aberturas em forma de linha, classificadas de acordo com a espessura, e não quanto ao comprimento.

  • Fissura: abertura de até 0,5 milímetro.
  • Trinca: de 0,5 mm a 1 mm.
  • Rachadura: de 1 a 1,5 mm.
  • Fenda: superior a 1,5 mm

Principais causas

  • Acomodação da obra no terreno: é uma das origens mais comuns em novas edificações. Há um esforço por parte da fundação do prédio, que acaba sendo um pouco transferido para a alvenaria, gerando assim as fissuras
  • Pressa ao dar o acabamento na obra: ao não respeitar o tempo correto para secar alguns materiais (como a massa corrida), há mais chance daquele local apresentar trincas
  • Obras nas unidades: Reformas que ocasionem um excesso de carga num andar ou alterações estruturais como retirada de paredes ou pilastras podem causar desabamentos. Exemplo: construção de uma parede não-prevista pelo projeto original. A laje transfere o peso para os pilares, que podem sofrer avarias.
  • Movimento estrutural: pode parecer estranho, mas a estrutura do prédio é flexível, para conseguir lidar com o vento, sons e obras vizinhas. Porém, muito movimento externo pode gerar fissuras
  • Infiltrações: impermeabilizações não duram para sempre. Quando não há uma renovação do material, a água pode se infiltrar seja pela ação da chuva ou de um vazamento, causando problemas estruturais ou estufando as paredes.
  • Calor: principalmente em andares mais altos, que são mais expostos às intempéries, o calor faz com que haja uma dilatação dos materiais. Quando a temperatura volta ao normal, o local pode apresentar algumas trincas. Também pode acontecer em paredes por onde passem tubos que esquentem, como de água quente ou outros. Para evitar o problema, principalmente na laje superior, o ideal é que seja feita, após a concretagem e sua cura correta, uma impermeabilização, seguida de tratamento térmico e, então, o acabamento escolhido pode ser executado.
  • Água ácida: em cidades com muitos carros, ou alto nível de poluição, a chuva pode se infiltrar em uma laje sem impermeabilização e degradar as estruturas protegidas pelo concreto. Essa água poderá oxidar o aço, comprometendo assim a segurança do local. Nesse caso, há uma transação entre as fases do problema. No primeiro momento, a água se infiltra na laje, e a rachadura ainda não verte água, há apenas uma mancha esbranquiçada. Ao perceber que a água começa a pingar dali, ou que a coloração da mancha migrou para o amarelado ou ocre, é sinal que o aço já foi oxidado e precisa de cuidado especializado urgente.
  • Escolha incorreta ou má qualidade de materiais: infelizmente, se o material usado não é de boa qualidade, ou se não foi utilizado corretamente, o resultado final refletirá isso.
  • Sons, vibrações ou ventos muito fortes: Seja um som extremamente alto, um bate-estaca violento em uma obra próxima ou uma rajada de vento mais forte que o esperado, a edificação pode não estar preparada para recebê-los. Nesses casos, uma trinca pode aparecer

Obras nas unidades

  • Como reformas em unidades podem ocasionalmente comprometer a estrutura do prédio, é conveniente que o síndico seja sempre comunicado antes do início.
  • Seria interessante haver uma norma a respeito no Regulamento Interno ou na Convenção – ou, ao menos, tornar este aviso um procedimento informal no condomínio.
  • Em reformas grandes nos apartamentos, o síndico deve valer-se de um perito para avaliar se elas não trarão danos à estrutura do prédio.
  • O síndico também deve informar ao condômino responsável pela reforma o horário permitido para estas atividades, bem como outros procedimentos básicos, como o que fazer com o entulho.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Tendências de decoração de interiores para 2018

Separamos as principais tendências de decoração que vão dar as caras no próximo ano para você se inspirar e entrar no clima de 2018!

Cores, texturas e formas são o destaque de uma tendência que virá com tudo para 2018 e que já começamos a ver na decoração deste ano. O ano vem cheio de ideias e referências que poderão ser adaptadas para complementar o visual da sua casa.

Ah, e se você acompanhou as tendências que 2017 trouxe em decoração de casas e apartamentos, verá que há alguns elementos e/ou acessórios que continuarão em alta nos próximos semestres. Confira 7 itens que darão as caras em 2018 e saiba como usa-los na sua decoração:

1. Mantas felpudas para cadeiras

As mantas de peles fake para cadeiras já são item tendência e vão continuar valendo para o próximo ano. Geralmente são utilizadas em peças de acrílico transparentes ou coloridas e ficam excelentes para compor home offices de forma sutil e elegante, sem perder o conforto. A manta mais tradicional é a branca, pois combina com todas as cores e ajuda a criar um ambiente clean. A peça combina super bem com tons pastéis como: turquesa, azul, rosa ou o clássico cinza. Detalhes em madeira também ajudam a trazer um charme único.


2. Letreiros de neon para as paredes

Outro item que segue em alta na decoração de 2018 é o letreiro de neon. Ótimo para compor a decoração de salas e quartos, é uma aposta certeira para decorações mais modernas e descoladas. Esse acessório traz um toque de cor ao ambiente, deixando-o mais alegre e descontraído, além de ter a liberdade de formar desde um desenho mais simples, até frases e palavras mais elaboradas que combinam com a personalidade do dono da casa. Geralmente são encontrados em tons de azul, verde, rosa, laranja, amarelo e branco.


3. Acessórios e estampas geométricas

Assim como as peças decorativas usadas em mesas e estantes, a geometria agora vai ditar a moda dos tapetes, capas de almofadas e mantas para sofá. Os elementos geométricos tem um charme único que ajuda a trazer um toque de modernidade e bom gosto para o ambiente, sem interferir no resto da composição que pode ser alegre e descolada ou até mesmo mais clássica e neutra.

4. Millennial Pink, o rosa do momento

O tom de rosa millennial é a proposta para 2018, tanto nas peças de decoração quanto na cor das paredes. Assim como tivemos um ano repleto de acessórios em um tom rosê que puxava para o dourado ou salmão, a ideia para o próximo ano é uma variação da cor que mais se aproxima de um tom pastel. A tendência vem acompanhando a ideia de utilizar a cor em roupas e até na cor dos cabelos.


5. Holográfico, furta cor e sereismo

Sereismo é um tema recorrente nos últimos anos e a tendência agora invade a decoração das casas com seus acabamentos furta cor ou holográficos nos azulejos, vasos de plantas e pratos decorativos, principalmente. Esse visual tem inspiração nas caudas das sereias, brilho das conchas marinhas e nas cores encontradas no fundo do mar, que variam entre tons de turquesa, azul, roxo e rosa.


6. Acabamento em veludo

Veludo foi o ponto alto do inverno de 2017 na moda e agora também é sucesso na decoração. Pode ser encontrado em sofás e poltronas, além de tapetes para sala. É um tecido clássico e que combina muito bem com cores escuras como o azul, o vinho e o preto. O veludo traz um ar de elegância e sofisticação para o ambiente.


7. Itens sustentáveis com toque de natureza

Madeira, palha, plantas e flores compõem um visual mais natural e ajudam a trazer leveza e tranquilidade para a área escolhida. Essa tendência também vem com força nos detalhes em 2018 e poderá ser vista nos vasos, peças de cozinha, acabamento de poltronas e sofás, itens da área externa, entre outros.

Gostou das dicas? Está pronta para colocar as ideias em prática? Continue acompanhando o nosso conteúdo e fique por dentro de tudo que é tendência no universo da decoração.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Capacitação do síndico

Saiba qual caminho é o mais indicado para o seu objetivo

Não basta dar os passos que nos devem levar um dia ao objetivo, cada passo deve ser ele próprio um objetivo em si mesmo, ao mesmo tempo que nos leva para diante.

Johann Goethe

Ser síndico é uma atividade cada vez mais complexa e com muitas responsabilidades. Isso porque as regras que tangem a gestão condominial só aumentam, pedindo, cada vez mais, atenção e comprometimento a essas demandas.

Dessa forma, investir em capacitação para ser um síndico eficaz vem tornando-se uma alternativa que, a cada ano, ganha mais força.

E não é algo que se recomenda apenas a quem é profissional da área. Mesmo quem cuida apenas do próprio condomínio pode se atentar em fazer uma gestão mais eficiente e cuidadosa do empreendimento.

“Além das demandas da legislação, com funcionários e manutenção, que aumentaram consideravelmente nos últimos dez anos, os próprios moradores de condomínio estão cobrando muito mais do síndico. As pessoas estão mais intransigentes e isso também pesa no dia-a-dia do gestor”, aponta Rosely Schwartz, especialista em condomínios e professora do curso de administração condominial da Escola Paulista de Direito (EPD).

Já para quem é síndico profissional, estar sempre em dia e reciclado é apenas o esperado para executar a função.

Certificação: Vale lembrar que, para ser síndico no Brasil, hoje, não é necessária nenhuma certificação – e a profissão não é regulamentada ainda.

Tipos de capacitação

Atualmente é possível encontrar cursos, workshops, congressos, palestras e todo tipo de evento para síndicos, de norte a sul do país. Há aqueles que são presenciais, os online e os que misturam um pouco das duas modalidades.

Como escolher um curso certo

Por conta da grande quantidade de capacitação ofertada, muitos ficam em dúvida de como escolher o curso correto para a sua necessidade.

Adquirir um conhecimento amplo e global de tudo que envolve a complexidade atual da gestão de condomínios é um bom começo.

“Geralmente, se a pessoa está começando, e deseja uma base, costumo sugerir que faça um curso mais completo, até para ter um bom apanhado do que é a administração de um condomínio. Um curso que mostre todas as áreas e explique o que se espera da gestão do síndico cada uma delas”, aponta Nilton Savieto, síndico profissional paulistano.

Ou seja, uma boa base é o que permite ao síndico ter maior discernimento e profundidade em conceitos essenciais da administração condominial, que são justamente onde ele não pode errar.

Por exemplo, como uma pessoa que não trabalha com finanças vai ser síndico e fazer uma previsão orçamentária com segurança?

“É algo de fundamental importância para um gestor, e que os moradores esperam que o síndico saiba fazer. Não adianta depois, quando algo der errado, argumentar que foi a empresa administradora quem elaborou aquilo, já que o síndico concordou com aquilo e, inclusive, levou para a assembleia”, argumenta Rosely.

Cursos online

Com o avanço da tecnologia e melhoria da internet nos últimos anos, os cursos online, também conhecidos como “EAD” (ensino à distância), vêm ganhando espaço e são uma opção a mais de capacitação.

É uma forma bastante versátil de estudar, uma vez que, geralmente, esses cursos podem ser feitos no ritmo do aluno, sem a obrigação de seguir um cronograma pré-estabelecido e de onde o aluno quiser, basta estar conectado à internet.

Também é possível assistir a mais de uma vez uma aula sobre um assunto considerado mais espinhoso, por exemplo, o que é um ponto positivo, considerando que isso não é possível de ser feito em curso presencial.

O ponto negativo nesse tipo de capacitação é que não há a convivência direta com os colegas e professores, o que dificulta o networking.

Cursos específicos

Depois de investir em um curso mais completo, que dê uma base rica de conhecimento, o síndico pode, então, apostar em cursos mais específicos, que vão de encontro com as necessidades e demandas do seu condomínio – ou clientes.

“Esse tipo de curso, com temática mais focada, é fundamental para o síndico, seja ele profissional ou não. Assim, o gestor tem mais segurança no seu dia-a-dia. Um curso sobre determinado equipamento vai ajudá-lo a argumentar melhor com o fornecedor, por exemplo”, argumenta Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

Adquirir essa segurança para argumentar com os diversos públicos do condomínio é uma das principais virtudes de um síndico bem capacitado.

Outra forma de se manter em dia com as novidades do mundo condominial, frequentar eventos e workshops é uma maneira não só de ficar por dentro dos últimos acontecimentos, mas também de fazer um networking eficaz.

“Os workshops, que são eventos mais curtos, servem bem para assuntos específicos, como uma lei que mudou, por exemplo, ou uma nova norma da ABNT aplicada para condomínios”, explica Gabriel Karpat.

Outras alternativas para incrementar a capacitação

Também são úteis treinamentos que não sejam ligados a condomínios, mas a conhecimentos correlatos.

“Investir em cursos de comunicação, criatividade, gestão de pessoas, segurança que às vezes não são voltados para condomínio, mas dão uma visão de como podemos aplicar aquilo ao nosso dia-a-dia e oferecer um serviço melhor”, assinala Nilton.

Outra dica do síndico profissional é ir a encontros de síndicos, que entidades como o Secovi promovem ao longo do ano. “É ótimo para trocar vivências, conhecer pessoas e ficar mais conhecido entre os seus pares”, aponta ele.

Mais uma possibilidade para se manter sempre em dia é marcar presença em fóruns online sobre vida condominial. Quem responde regularmente nesses fóruns, com propriedade e conhecimento, acaba se mantendo atualizado naturalmente e tornando-se referência para outros.

“É uma forma de se forçar a estar sempre atualizado. Além de aprender com as experiências e demandas de outros síndicos, você tem que ficar pesquisando sobre os mais variados assuntos, pois sabe que as pessoas vão levar a sério o seu conselho”, explica o diretor do SíndicoNet, Julio Paim.

Quando não vale a pena

Não é porque o evento é um curso, workshop ou palestra que o mesmo vai valer a pena para você.

“Há umas duas semanas fiz um workshop de 50 minutos, que falava sobre três temas diferentes. Saí de lá pior do que entrei. Um curso rápido como esse deve ter um assunto, para que você consiga aprender algo novo”, ensina Nilton Savieto

Também deve-se ter atenção redobrada na hora de escolher o curso certo. Há diferentes opções de cursos no mercado, mas apenas alguns entregam o que realmente prometem.

Por isso, é essencial o aluno ter acesso ao conteúdo programático do curso, saber quem o produziu, quem são os professores, ver como são disponibilizadas as vídeo-aulas (no caso de cursos online) e, principalmente, conhecer referências e depoimentos de quem já fez o curso.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Quanto custa a decoração de um apartamento?

Está pensando em transformar a sua decoração, mas não tem ideia de valores ou por onde começar? O pessoal da Em Canto Meu deu boas dicas a seguir. Confira!

Em algumas fases da vida, uma mudança é mais do que bem-vinda! Planejar a casa nova, idealizar cada cantinho dela, sonhar com a nova vida que será vivida naquele lugar… tudo isso nos dá energia em dobro.

Mas uma mudança, seja para um apartamento próprio ou alugado, sempre envolve um investimento e requer bastante planejamento, certa? Afinal, ninguém quer ser pego de surpresa e receber uma conta maior do que estava disposto a pagar para ter o lar com a sua cara.

Para você ter previsibilidade dos custos envolvidos em uma mudança e se programar, reunimos alguns projetos da Em Canto Meu e os custos envolvidos para transformar espaços vazios e impessoais em verdadeiros lares. Confira:

Apartamento próprio de 50m²‎ com varanda gourmet entregue no contrapiso no  Brooklin (SP)

O casal T&V realizou o sonho da casa própria. O apê tem um perfil que está em alta em São Paulo: pequeno, com cozinha e varanda gourmet, integradas e espaçosas, e foi entregue no contrapiso.

Isso significa que eles precisaram passar por uma obra para deixar o apartamento do jeito que sempre sonharam. Investiram em pisos, revestimentos, gesso e marcenaria de qualidade que transmitem aconchego e têm ótimo custo-benefício. Dá uma olhada na mágica que ocorreu:


Para deixar a cozinha e varanda integradas, pronta para receber os amigos, eles investiram aproximadamente R$ 16.000,00. A maior parte do investimento foi direcionada à obra (materiais e mão de obra), geladeira, cooktop, mesa, cadeiras e ao fechamento da varanda. O investimento para deixar o restante do apartamento pronto ficou na faixa dos R$ 90.000,00, sendo que mais da metade desse valor é referente aos custos com obra e marcenaria.

Parte desse investimento feito na obra, pouca gente sabe, mas poder ser abatido dos impostos na hora de revender o apartamento

Apartamento próprio de 100m²‎ entregue já com a obra e marcenaria prontas no Brooklin (SP)

A RB comprou o seu apartamento que já vinha do primeiro proprietário. Quando pegou as chaves, o imóvel já tinha pisos, revestimentos e marcenaria prontas. Por isso, no projeto dela, investimos mais na mobília e decoração. Ela sonhava com uma sala clean, com cores neutras, tijolinho na parede e um ar de praia. Dá uma olhada nesse antes e depois incrível:

Para deixar a sala de jantar pronta, já com os quadros na parede de tijolinhos e a louça toda dentro do aparador, ela investiu pouco menos de R$ 10.000,00, sendo que a maior parte do investimento foi para a parede de tijolinhos, mesa de jantar e as 8 cadeiras. Na sala de estar, a RB investiu no sofá, tapete, abajour, e mesinhas materiais, somando R$ 7.000,00.

Apê antigo em Pinheiros reformado para ganhar ares modernos

O casal H&C voltou ao Brasil disposto a transformar o apartamento antigo da família em seu novo lar, dando ao imóvel a cara deles. Optaram por refazer a marcenaria, investir em novos revestimentos e até mexer em alguns elementos de obra civil. Nossa base de partida foi a seguinte:

Para deixar a sala linda e atual, como veremos abaixo, o casal investiu em torno de R$18.000,00, entre obra civil, marcenaria e mobiliário.

Nesse caso, foi necessário refazer o forro, trocar pisos e adquirir o mobiliário recomendado. A estante, por exemplo, foi desenhada sob medida para dar destaque aos livros de arte dos dois com iluminação em LED.

Custos envolvidos para deixar um apê alugado com cara de casa

Existem tantas soluções maravilhosas hoje no mercado que nos permitem deixar um apê alugado com a nossa cara! O casal A&L decidiu morar junto e queria começar a vida a dois com o pé direito, em um ambiente que o representasse.

Mesmo o apê sendo alugado, os dois quiseram a pintura geométrica na parede e essa foi a maior mudança que fizemos no ambiente. Imaginem como é chegar do trabalho após um dia cansativo e se deparar com esse pedaço do céu:

Eles não reaproveitaram nada da mobília que já possuíam, portanto, compraram tudo novo e investiram aproximadamente R$ 10.000,00 nesse ambiente e todos os itens recomendados para eles podem ser reaproveitados num próximo apartamento, caso venham a se mudar.

O RW, assim como o casal A&L que vimos acima, mora num apê alugado e queria um ambiente legal para receber a família, os amigos e para curtir sua própria companhia. O proprietário do apartamento já havia investido em um painel para a TV, então aproveitamos o item no projeto. Confira:

Para deixar a sala de TV exatamente assim, o RW investiu R$ 8.000,00 e, desde então, a casa dele é o ponto de encontro para todos os seus amigos.

Selecionamos esses exemplos de projetos feitos tanto para apartamentos próprios quanto para alugados para você ter uma ideia do investimento necessário para transformar um espaço e deixá-lo com cara de casa. Com todas as opções de parcelamento, prazos de pagamento flexíveis e também com uma curadoria bem detalhada dos fornecedores e prestadores de serviço, é perfeitamente possível investir na sua casa sem se apertar.

Um dos vários benefícios de ter auxílio profissional para decorar é a ajuda para escolher em que elemento investir para ter o efeito almejado e otimizar cada cantinho de casa, sem desperdiçar dinheiro.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Ar-condicionado em condomínio

O aparelho instalado incorretamente pode gerar sobrecarga de energia. Má instalação do ar-condicionado por gerar sobrecarga na rede

Considerado o maior vilão de consumo de energia do país, o ar-condicionado instalado incorretamente ou em imóveis que não foram projetados para comportar cargas compatíveis à necessidade desse perfil de aparelho pode gerar sobrecarga na rede e causar até incêndios

Com o registro de altas temperaturas na primavera deste ano e a proximidade do verão, o ar-condicionado volta para o topo da lista de consumo de energia.

Tanto que Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou uma proposta para exigir uma maior eficiência energética dos aparelhos vendidos no País.

Além da escolha do melhor modelo e potência, cuidados com a instalação devem ser observados para evitar problemas elétricos ou até mesmo incêndios.

Sempre que o assunto é sobrecarga de energia, o engenheiro civil Flávio Figueiredo, especialista em avaliações e perícias, diretor da Figueiredo & Associados e membro do Conselho do Ibape/SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de SP) define basicamente três níveis de problemas: individual (casas e apartamentos), condomínios (que podem ser de casas ou prédios) e coletivo (cidade, estado e até todo o país).

“Quando o problema é individual coloca-se em risco a integridade física de um imóvel em questão. Dependendo do nível, essa sobrecarga afeta todos os imóveis de um segmento específico, como o condomínio, e quando a escala é em proporções maiores chega a prejudicar uma cidade inteira dependendo do caso”, alerta Figueiredo.

O que a grande maioria da população desconhece é que a má instalação desses aparelhos, sem levar em consideração a relação potência elétrica do imóvel e potência elétrica exigida pelo equipamento pode gerar sobrecarga na rede.

O superaquecimento acontece por diversas razões. Muitas vezes, o imóvel não foi projetado para comportar cargas compatíveis à necessidade desse perfil de aparelho.

Outro motivo observado é a demanda de utilização concentrada em horários de pico. Em um prédio comercial, por exemplo, todas as salas possuem seus aparelhos ligados durante o dia. Já nas residências concentram-se no horário noturno.

O engenheiro reforça que os gestores condominiais devem ter uma atenção maior quanto às unidades que instalam os condicionadores de ar para acompanhar a capacidade de energia do condomínio.

“Reuniões e assembleias podem ser convocadas com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a gravidade do assunto e a importância de atitudes preventivas. Outro ponto importante é a realização de inspeção predial e manutenção feita por profissionais habilitados para acompanhar a saúde do condomínio garante o bom funcionamento do sistema de energia”.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Marrs Green: A cor favorita do mundo vai invadir a decoração

Saiba como usar o tom queridinho do momento

Pensando rápido, você sabe dizer qual a sua cor favorita de todas? A empresa de papel britânica G.F. Smith fez essa pesquisa com 30 mil pessoas, de 100 diferentes países do mundo e com base no resultado descobriu a cor favorita do mundo. Nomeado Marrs Green, o tom é uma mistura de verde, azul e cinza que promete marcar presença de diferentes formas na decoração e agora o ZAP em Casa te conta como usar.

O tom foi sugerido pela escocesa Annie Marrs e inspirado no River Tay, um rio que passa pela cidade de Dundee, onde ela nasceu. Segundo a arquiteta Vanessa Chieregato, a popularidade da cor pode ter vínculo justamente com as sensações confortáveis que ela traz para diferentes perfis de pessoas e com o desejo de manter o meio ambiente por perto.

 


(Foto: Reprodução/Pinterest)

 

“Assim como o Greenery, que foi escolhido como a cor do ano pela Pantone, o Marrs Green aproxima o contato com a natureza, com o verde, com as águas, em um momento que o ser humano tem cada vez mais buscado essa aproximação”, explica ela.

De olho nessa ideia de levar aspectos naturais para dentro de casa, os principais ditadores de tendência de decoração devem incorporar o Marrs Green como destaque de projetos e objetos. Mas, se você quiser se antecipar, Vanessa conta que este é um tom de muito fácil adaptação: “ele traz alegria e ao mesmo tempo sobriedade, então o que vai determinar qual lado deve sobressair são os complementos do ambiente”.

 

 


(Foto: Reprodução/Pinterest)

 

O melhor é que não existem muitas regras na hora de aderir ao tom, você pode abusar da criatividade e incorporá-la em paredes, móveis ou em objetos decorativos. Mas, a também arquiteta, Mayara Dotti previne sobre alguns cuidados para não pesar na mão já que o Marrs Green é uma cor bastante marcante.

“Caso seja usada na paredes, limite-se a usá-la em apenas uma delas. Se a escolha for para os objetos de decoração, escolha poucas peças, para evitar que [o ambiente] fique carregado. E sempre se atente para a paleta de cores que combina com esta cor”, detalha Mayara.

 


(Foto: Reprodução/Pinterest)

 

Ainda segundo ela, se sua ideia é tornar a cor protagonista da décor, saiba que isso não necessariamente significa usá-la em excesso: “pintar todas as paredes desta cor se torna algo cansativo. Mas, uma parede ou algum móvel relevante já eleva o tom ao protagonismo do ambiente”.

Quanto às possibilidades de combinações, você pode soltar a criatividade e brincar tanto com outras tonalidades quanto com a mistura de materiais. Branco, cinza e bege são ótimas opções para quem quer uma décor mais sóbria, apenas com pontos de destaque. Já cores mais divertidas, como amarelo, roxo, azul ou rosa podem deixar o ambiente descontraído e mais alegre.

Vanessa Chieregato ainda indica mesclar ao tom uso de materiais como madeira, couro e ferro, por exemplo. “Por que não misturar um pouco de cada também? A cor permite tanta coisa que vale usar e abusar da imaginação”, conclui ela.

 

 


(Foto: Reprodução/Pinterest)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Providências para o Final de Ano

Segurança, decoração de natal, 13o. salário, gratificações, impostos, previsão, etc.

Segurança, decoração de natal, 13o. salário, gratificações, impostos, previsão, etc.Quem acha que as preocupações dos síndicos e administradoras de condomínio no final do ano se resumem a decoração de Natal está muito enganado.

São cuidados com a segurança no período de férias, dissídio dos funcionários, 13º salário, gratificações de natal, impostos, previsão orçamentária para o ano seguinte e muitos outros pontos que chegam ao mesmo tempo.

Para lhe ajudar a organizar a administração do seu condomínio no final do ano, o SíndicoNet preparou uma matéria especial sobre as obrigações, cuidados e pontos administrativos que não podem ser esquecidos.

Planejamento

  • Organize-se para o fim do ano! Essa é a dica essencial dos especialistas. Um condomínio preparado para todas as exceções do final do ano não passa por problemas que podem gerar confusão e muita dor de cabeça.
  • Para evitar a inadimplência causada pelas viagens de final de ano, entregue com antecedência a cota condominial de janeiro. Assim, o condomínio não corre o risco de ficar no prejuízo por conta da ausência de seus moradores.
  • Convocar uma assembleia para definir o orçamento do próximo ano (previsão orçamentária) é fundamental para que os moradores tenham conhecimento dos planos administrativos do condomínio.
  • O último trimestre do ano é marcado por um aumento médio de 15% nos custos condominiais por conta de gastos da época. O ideal, para não pesar no orçamento dos condôminos, é prever esses gastos no orçamento do ano e dividi-los em 12 meses junto com a cota condominial.

Segurança

  • O final do ano é marcado pelo esvaziamento do condomínio por causa das férias. Condôminos viajam e nem todos se preocupam com medidas de segurança para o período. Cabe à administração do condomínio alertá-los e orientá-los sobre o assunto.
  • Funcionários também devem estar alertas. Os ladrões sabem que esse é um momento propício para ações nos condomínios. Cursos de segurança são sempre bem vindos, mas orientações e lembretes sobre normas e segurança são essenciais.

Caixinhas de final de ano e abonos

  • Assim como os outros gastos que são típicos do fim de ano, as caixinhas e abonos para funcionários e prestadores de serviços devem estar previstas no orçamento anual do condomínio. Coloque esse item na lista de despesas e dilua-o em 12 vezes.
  • Caso o seu condomínio não tenha feito essa previsão, o ideal é reunir os moradores em assembleia e fixar um valor ou uma margem do que pode ser oferecido. As administradoras indicam que o dinheiro seja repassado ao condomínio que cuidará da distribuição. Dessa maneira, evita-se constrangimentos caso algum morador opte por não participar.
  • Alguns condomínios optam apenas por deixar um livro (“o livro de ouro”) na portaria para registro da caixinha dada por cada morador aos funcionários e/ou prestadores de serviços. Apesar de ser muito comum, tal prática não é recomendada por especialistas por ser algo impositivo e discrimatório.
  • Vale ressaltar que o condomínio não é obrigado a oferecer uma gratificação nem os condôminos a dar a famosa “caixinha”. Portanto, cabe à assembleia ou ao morador decidir se haverá essa despesa e não aos funcionários.

Decoração

  • Segundo especialistas, decoração de Natal boa é decoração reutilizável e adaptável. Procure ajuda entre os moradores do condomínio – você pode encontrar arquitetos com ideias boas e baratas, donos de lojas que podem oferecer bons descontos ou até moradores dispostos a ajudar.
  • Pesquise muito e aprove o orçamento em assembleia. Na hora da compra, priorize o que poderá ser utilizado nos próximos anos.
  • Como a decoração envolve o gosto pessoal de quem a escolheu, sempre existirão desavenças e insatisfeitos, por isso, oficialize sempre as decisões em assembleia, assim, somente poderão contestar os que votarão e participarão dos processos.

Funcionários

  • Se seus funcionários são próprios, organize junto à sua Administradora um esquema de plantão no Natal e no Ano Novo. Caso não possua administradora, organize o plantão, verifique quais estarão de férias, oficialize a decisão com assinatura de todos e exponha a tabela para funcionários e moradores.
  • Se for utilizar folguistas ou terceiros durante esse período comunique aos moradores e funcionários e somente busque esses profissionais em agências especializadas para garantir a segurança no período.
  • O pagamento do 13º salário dos funcionários, assim como a compra de Cestas de Natal ou de qualquer outro benefício extra, deve estar previsto no orçamento do ano e, de preferência, parcelado em 12 vezes nas cotas pagas durante o ano.
  • Se os seus funcionários são terceirizados, consulte sua tercerizadora sobre questões relacionadas ao 13o, gratificações, cestas natalinas, etc.
  • Cestas de Natal e outros benefícios que possam ser incluídos nas contas do fim de ano devem estar justificados aos moradores no boleto de cobrança da taxa condominial. O ideal é aprovar esse custo em assembleia tendo o síndico ou administradora opções de orçamento.

13º salário

  • Funcionários próprios do condomínio devem receber o 13º salário de acordo com as determinações da CLT.
  • Trabalhadores terceirizados não recebem 13º salário do condomínio onde trabalham, já que as obrigações trabalhistas cabem à empresa que terceiriza essa mão-de-obra. No entanto, é usual que esses funcionários recebam, por exemplo, Cestas de Natal do condomínio.
  • Administradoras e escritórios de contabilidade podem cobrar um “13º salário” em forma de uma duplicação da mensalidade já paga pelo condomínio ou de algum abono no valor mensal. Isso deve ser combinado no momento da contratação dos serviços para que o condomínio não seja pego de surpresa e sem verba. Caso a administradora e/ou o escritório de contabilidade não cobre esse valor a mais no final do ano, o condomínio pode, por vontade dos moradores e da administração, oferecer um abono à empresa prestadora do serviço. Essa gratificação deve ser discutida e aprovada em assembleia.
  • Síndicos podem receber o 13º salário desde que ele conste na Convenção do condomínio, onde está descrita a  forma de pagamento do síndico. Se lá constar que o síndico recebe doze salários por ano, o 13º não é legal. No entanto, se o condomínio desejar gratificar o síndico, é possível somente com aprovação do gasto em assembleia. Caso os condôminos queiram, por outro lado, excluir o benefício do 13º salário do síndico, devem alterar a Convenção e, para isso, convocar uma assembleia com presenças suficientes segundo as normas para essas adaptações.

Fundo de reserva

É comum que os condomínios não incluam na previsão orçamentária – e, consequentemente, não diluam nas mensalidades do ano – os gatos desse período. Por isso, muitos síndicos ao verem o orçamento apertado, logo pensam em utilizar o fundo de reserva. Entretanto, este fundo deve ser usado para atender a necessidades orçamentárias, somente para emergências que envolvam a manutenção e conservação do condomínio, e desde que aprovado em Assembleia Geral Extraordinária específica.

Além disso, o fundo de reserva é uma despesa extraordinária, de responsabilidade dos proprietários (e não dos inquilinos).

Portanto, se for usado para cobrir despesas ordinárias imprevistas, deve ser reposto pelos inquilinos e proprietários residentes.

Impostos

  • Março é o mês para declarar a DIRF (Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte) dos funcionários e de todos os fornecedores que prestaram serviços ao condomínio ao longo do ano e a RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), que realiza o controle dos registros do FGTS de funcionários e da arrecadação e concessão de benefícios previdenciários, além da identificação dos trabalhadores com direito ao PIS.
  • Aproveite o final do ano para reunir os documentos e guias necessários. Começar cedo esse trabalho difícil e minucioso é importante para garantir que nada de errado em cima da hora de entregar suas declarações.
  • Quando for fechar o ano do condomínio aproveite para iniciar um controle das despesas que se estenderão para o próximo.

Certificação digital

Desde 2013 só é possível acessar o canal “Conectividade Social é necessário dispor de certificação digital para o condomínio. A medida vale para qualquer empregador.

A obrigação é válida para todos os condomínios no Brasil , com ou sem funcionários. Quem não se adequar às normas da Caixa Econômica Federal terá seu envio de dados sobre INSS e FGTS prejudicado. Dessa forma, haverá problemas de responsabilidade civil para o síndico do condomínio.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Prepare sua casa para o Halloween

Vela em formato de abóbora, teias de aranha artificiais e almofadas ajudam a tematizar o ambiente

A festa de Halloween, comemorada no dia 31 de outubro, caiu no gosto dos brasileiros, apesar de não fazer parte da cultura nacional. Também serve de inspiração para quem aprecia mudar a decoração do lar ou gosta de oferecer festas temáticas em casa.

 


Abóboras, caveirinhas e morcegos não podem faltar na decoração (Fotos: Banco de Imagens/Thinkstock)

 

Segundo a arquiteta Luciana Quadrado, há variedades de enfeites para esse tema. “Para dar um ar de casa abandonada, pode-se fazer montinhos de teia de aranha artificial no teto, por exemplo”.

Outra dica é usar as tradicionais abóboras – artificiais ou naturais – com recorte de boca e olhos e velas dentro para iluminar. Luciana ainda sugere utilizar adesivos em 3D para decorar as paredes. A arquiteta também recomenda enfeitar a mesa com uma toalha toda preta e um trilho de mesa laranja com desenhos de caveirinhas ou outras imagens que remetam ao tema.

 


Teia de aranha artificial dá um ar de ambiente abandonado

 

Os mesmos objetos vendidos em lojas de artigos para festas podem servir para decorar sua casa!

Ideias não faltam para decorar com esse tema. Na última festa de Halloween que produziu em sua casa, a editora de arte Andrea Guimarães abusou da imaginação. Usou bandeirolas de morcegos, fantasmas e abóboras no teto. “Também usei tecidos roxos com fios prateados para imitar teias de aranha para cobrir estantes e prateleiras”, lembra. Para dar um ar ainda mais tenebroso, Andrea providenciou teias de aranha artificiais em spray. “Dá um toque lindo”, sugere.Para quem gosta e sabe fazer origami, que é a arte de fazer dobraduras, uma boa opção é confeccionar morcegos de papel para enfeitar o ambiente. Mas também há os morcegos de borracha para quem não deseja ter esse trabalho. Outra opção de decoração é investir em almofadas com desenhos de caveira, bruxa ou de morcegos.

DECORAÇÃO E JARDINAGEM

Todos os anos, a professora de inglês e coordernadora da escola de idomas Língua Viva de São Paulo, Samantha Gomes, providencia uma decoração especial para a data nas dependências da escola. De acordo com ela, tudo que é utilizado para enfeitar as salas de aula pode ser aplicado em casa também. “Usamos abóboras verdadeiras e de plástico que cavamos e esculpimos no dia da festa”, conta.

“Fizemos também um espantalho para afugentar os espíritos que vagam na terra nesse dia”, conta. O espantalho foi construído com cabos de vassoura, tule, uma chapéu de bruxa e aquele tecido que parece saco”, conta Samantha. Para quem mora em casa, o espantalho seria uma boa ideia para decorar o quintal.

 

 


Exemplo de decoração charmosa para o Dia das Bruxas

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Orientação quanto às regras de boa convivência das crianças com vizinhos deve vir de casa

Assim, transtornos maiores em condomínios residenciais podem ser evitados

Maurenilson Freire/CB/D.A Press

Conviver em harmonia dentro de um condomínio residencial nem sempre é uma tarefa fácil. Principalmente quando envolve dividir o mesmo espaço entre adultos e crianças. Correria dentro dos apartamentos ou pelos corredores, brincadeiras na garagem, gargalhadas e gritaria são atividades comuns entre os pequenos, mas que podem gerar incômodos e até conflitos entre os moradores.

Segundo Vanusa Vieira, coordenadora de Gestão Total da Apsa em Belo Horizonte, as famílias que têm crianças em casa precisam ficar atentas na hora de comprar ou alugar um apartamento. “Essas famílias geralmente devem observar espaços de lazer para as crianças, com quadras, brinquedoteca, lugar pra jogar bola. Crianças são muito ativas e o ideal seria ter um espaço específico para elas”, afirma.

A coordenadora da Apsa explica também que reclamações em condomínios com crianças são comuns. “Existem muitos casos de crianças correndo em volta dos carros e nos corredores e fazendo muito barulho. Para todo problema com as crianças, o melhor caminho é o diálogo entre elas e os pais em busca de soluções e, claro, respeitar as normas internas de cada condomínio”, resume Vanusa.

Apesar das normas adotadas pelos condomínios para evitar transtornos maiores, a orientação quanto às regras de boa convivência com vizinhos deve vir de casa. Os pais e/ou responsáveis precisam estar disponíveis para ensinar aos filhos os cuidados com o patrimônio comum e o zelo com o bem-estar dos vizinhos. De acordo com Vanusa, o melhor caminho é a conversa. “Desde o começo é preciso que o condomínio deixe claro para os pais, as babás e para as próprias crianças quais são as normas que devem ser cumpridas”, acrescenta.

Em caso de algum vizinho incomodado com barulhos e brincadeiras, cabe ao síndico avisar e notificar os pais ou responsáveis pela criança sobre o ocorrido. Se houver transtornos e o síndico não tomar as providências cabíveis, o condômino que se sentir lesado pode procurar a Justiça para que seja exigido o cumprimento das normas estabelecidas. “A primeira linha que a gente defende é o diálogo entre síndico, pais e os demais moradores do prédio. Só realmente em último caso de extrapolar as normas internas e não houver mais o diálogo o condômino deve procurar meios legais”, explica.

Caso o condomínio não tenha um espaço de lazer específico para as crianças, um local pode ser criado para as brincadeiras dos pequenos. “A decisão pode ser tomada mediante assembleia geral entre os condôminos. Às vezes, há algum espaço no condomínio que não está sendo usado, como salão de festa, por exemplo, que pode ser determinado para as brincadeiras infantis em horários estipulados, se todos estiverem de acordo”, ressalta Vanusa Vieira.

* Estagiária sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Como construir móveis com blocos de concreto

Decoração com blocos de concreto está em alta e é super fácil de fazer! Quer saber como adaptar os móveis da sua casa nesse estilo? Confira!

Decoração é um assunto sempre recorrente quando pensamos em reformar algo em casa e, assim como a moda, tem tendências que surgem a todo o momento e tomam espaço nas lojas e sites de referências sobre o assunto. Atualmente, a decoração industrial ou com um toque de construção rústica aparente tem ganhado visibilidade e despertado o interesse dos mais antenados em decoração.Os blocos de concreto são materiais simples e fáceis de encontrar, com preço em conta e que geralmente não exigem muitos materiais para dar um up na decoração. São úteis como base para a confecção de mesas, que podem ser utilizadas na área externa ou interna, racks para TV e acessórios ou mesas de centro para sala, e até mesmo como suporte para camas.

Listamos para você algumas ideias que podem ser replicadas em casa sem muita dificuldade. Confira algumas referências para se inspirar. 

1 – Blocos de concreto no home office: como criar uma mesa de trabalho


Já pensou em criar uma mesa para sua área de trabalho com 8 blocos de concreto e uma ripa de madeira? Pois saiba que é possível, usável e também muito barato fazer uma como a da foto. Você só precisa escolher blocos vazados em quantidade suficiente para a altura que você deseja. Feito isso, basta providenciar uma ripa de madeira como as utilizadas em prateleiras, com largura suficiente para ficar apoiada sobre os blocos. Prontinho, sua mesa está pronta para usar. Opte por lugares que tenham tomadas fáceis e uma boa iluminação. Bom trabalho! 

2 – Sofá para área externa: como ter um espaço para curtir o dia também na parte de fora de casa


Nessa referência, temos 6 blocos utilizados em cada lateral do sofá, totalizando 12 unidades para confecção do móvel. Foram necessários 4 unidades colocadas umas ao lado das outras na vertical e outras 2 na horizontal para servir de suporte para as vigas de madeira. Como o concreto é um material resistente, serve como uma boa base para o que será o assento. Colocadas as vigas entre os buracos dos blocos, basta caprichar com almofadas macias e curtir o seu novo sofá para área externa.

3 – Blocos no rack da TV: como construir a sua peça do zero


Se você se mudou recentemente e precisa economizar nos móveis, essa é uma excelente alternativa. Os blocos são uma ótima base para criar o seu próprio rack de sala com apenas algumas unidades e ripas de madeira. No caso desta da imagem foram necessários apenas 6 blocos para criar níveis de alturas diferentes e 3 ripas de madeira para dar suporte aos acessórios e eletrônicos da casa. Tudo bem simples e resistente!
Com essa dica é possível adaptar para estantes como a da imagem. Fica lindo e ajuda a organizar os acessórios melhor no ambiente. Caso deseje, você pode também pintar os blocos para combinar com o restante da decoração. 

4 – Cama com blocos para dormir e guardar acessórios: ideal para quartos pequenos e infantis


Essa ideia exige uma quantidade um pouco maior de blocos e algum planejamento antes da montagem. Para isso, você pode tirar as medidas do espaço onde vai deixar a cama e o tamanho do colchão que será utilizado. Assim terá uma noção prévia de quantos blocos comprar. Após organizá-los conforme o planejado, basta cobrir com o colchão e sua cama estará pronta. Essa ideia é boa para quem tem cômodos pequenos em casa e precisa aproveitar melhor os espaços. 

5 – Mesa de centro: um móvel tradicional com um visual repaginado e moderno


Essa dica é a mais simples, pois você depende apenas dos blocos para criar a sua mesa de centro. Caso você deseje, também pode cobrir com um tampo de madeira ou vidro para deixar ainda mais bonito e fácil de limpar.
Gostou dessa dica super atual, estilosa e barata? Continue acompanhando todo o nosso conteúdo e mantenha sempre as referências de decoração em dia.
Fonte: Imovelweb

Síndico pode ter férias?

Antes de planejar o descanso é importante organizar tarefas e responsabilidades

Síndico pode ter férias?

Uma época do ano em que todos esperam com ansiedade para poder relaxar e esquecer a rotina, os meses de janeiro e fevereiro para muitos são sinônimo de férias. E apesar de muitos moradores acreditarem que o síndico é alguém que trabalha 24 horas por dia à disposição do condomínio, este também pode se ausentar das funções, para alguns dias de descanso.

De acordo com Dirlei Magro, advogada da Plac Administração de Condomínios, não há previsão legal de férias ao síndico, por isso, para que ele possa tirar férias é importante se organizar de forma a efetuar as tarefas antecipadamente.

“É importante contar com o auxílio do conselho ou do subsíndico para as demais tarefas durante a ausência. Lembrando que isso deve ser de comum acordo entre as partes”, explica. Antes de planejar as férias, é importante que o síndico programe em especial os pagamentos que devem ser efetuados durante sua ausência, pois somente ele tem esse poder. “O ideal é deixar um telefone de contato e uma pessoa que possa substituí-lo.

E para que possa ter um descanso tranquilo é recomendável que não tenha nenhuma obra em andamento ou outras ocorrências excepcionais durante o período”, destaca Dirlei. Segundo a advogada, normalmente o síndico é substituído pelo subsíndico, porém não havendo subsíndico será o conselho que o substituirá, lembrando que essa substituição é apenas nas tarefas do dia a dia, pois somente o representante legal do condomínio, ou seja, o sindico, poderá assinar cheques e outros documentos legais, como admissão de empregados, rescisões etc. “Sempre deve ser observada a convenção do condomínio, que pode trazer outras determinações com relação ao assunto”, explica.

Remuneração
Com relação à remuneração no período de ausência, Dirlei explica que algumas convenções trazem a determinação de que seja passada ao substituto, quando a ausência for superior a dez dias, mas na lei não há menção sobre o assunto. No caso dos síndicos profissionais deve ser cumprido o contrato ou o que for determinado em ata de eleição.

Não havendo cláusula sobre o assunto, não há direito a afastamento. “O que temos visto é o síndico profissional se organizando para se afastar alguns dias sem prejuízo no andamento do trabalho, adiantando a assinatura de cheques e deixando algumas pessoas de sobreaviso”, descreve. Em caso de emergência no período de ausência, a responsabilidade será do substituto se houver um ato formal de repasse do cargo, do contrário o síndico responderá pelo condomínio e poderá mais tarde, mediante provas, entrar com ação regressiva contra o responsável de fato.

Períodos curtos de ausência
Síndica do condomínio Garden Ville Residence, em São José, na Grande Florianópolis, Daniely Cardoso explica que não costuma tirar férias, mas caso haja a necessidade de se ausentar por algum período, é necessário informar o conselho e convocar uma assembleia para verificar o que pode ser feito. “Nosso condomínio é grande e com uma boa demanda de atividades, por isso contamos com uma equipe de zeladores e administrativo que dão suporte se houver necessidade”, relata.

Zélia Kretzer de Souza Machado, síndica do Condomínio Saint Germain, no Kobrasol, em São José, também não costuma tirar férias. “Nós síndicos não temos férias, pelo menos no nosso condomínio, pois o mandato é de um ano. Mas também já fui síndica em outro condomínio onde a gestão era de dois anos e não tive férias também”,explica.

Segundo Zélia, se precisa se ausentar por alguns dias, deixa com a recepção o número de telefone ou onde estará e fica atenta 24 horas, e se estiver por perto volta para resolver o problema. “Comunico aos membros do conselho que estarei fora por determinados dias e peço ajuda para o caso de acontecer algo durante minha ausência. Quanto a cheques, deixo assinado com a administradora que já faz os pagamentos durante todo o ano e se acontecer algo extraordinário eles providenciam o pagamento”, descreve.

Fonte: CondomínioSC

Como decorar apartamento pequeno com cozinha americana

Ideal para ambientes pequenos, a cozinha americana pode ser decorada de forma bem criativa. Confira a seguir algumas dicas sobre o assunto a seguir.

Não é novidade que os apartamentos construídos ultimamente estão cada vez mais compactos. Com isso, a cozinha americana tornou-se ideal para esses novos modelos de imóveis.
Ter uma cozinha integrada com outro ambiente é uma forma prática de economizar espaço e otimizar cada ambiente. Aliás, essa é a principal vantagem de uma cozinha americana: a interação com sala de jantar ou sala de estar.

A cozinha americana interliga os dois ambientes facilitando o convívio dos espaços e o equilíbrio da casa, pois, geralmente, a divisão dos dois locais se dá apenas por uma meia parede que também pode ser utilizada como balcão.

Porém, justamente por essa junção de ambientes é preciso ter cuidado para que exista uma harmonia entre os dois espaços. As decorações dos dois cômodos interligados devem conversar, então fique atento as nossas dicas e confira como decorar sua cozinha americana para que ela se torne simples, prática e elegante, tudo ao mesmo tempo!

Cores

A cozinha americana quase sempre é um ambiente reduzido. Portanto, para ter a sensação de amplitude no local, invista em móveis de cor branca.  Mas calma! Isso não quer dizer que sua cozinha tem que parecer um hospital.

Para não cair na mesmice de um ambiente monótono invista em cores nos utensílios e detalhes do ambiente. Use aparelhos elétricos coloridos, faça uma parede com um fundo multicolor, ou invista em azulejos com detalhes e luminárias que deixem o ambiente mais despojado e moderno. Lembre-se que as cores utilizadas na cozinha devem conversar com os cômodos que são integrados a ela.

Armários

É quase impossível encontrar um armário que fique bem em uma cozinha americana em lojas de móveis prontos. O ideal nessa hora é investir em um armário de cozinha planejado que, além de aproveitar o seu espaço de forma inteligente, vai agregar exclusividade à sua cozinha.

Para otimizar seu ambiente ainda mais, coloque prateleiras e armários suspensos, principalmente se a sua cozinha for do tipo corredor e não oferecer muito espaço para movimentação no local.

Cheiro de comida

O cheiro de comida costuma ser um problema para quem usa cozinha americana, já que a fumaça e o cheiro dos alimentos acabam invadindo a sala ou o cômodo integrado ao ambiente. Para evitar que isso aconteça, coloque uma coifa acima do seu fogão. Além de deixar o ambiente mais elegante, isso vai minimizar o cheiro da cozinha nos outros cômodos.


Piso

Como falamos acima, é preciso ficar atento a decoração dos dois ambientes que estão integrados. Bom, isso também vale para o piso! Como tratamos de cômodos separados apenas por um balcão – e em alguns casos, nem mesmo o balcão –, o ideal é utilizar o mesmo piso na sala e na cozinha, assim evitamos a sensação de delimitar cada cômodo.


Detalhes

Fique atento aos detalhes dos ambientes integrados. Se a sala tiver muitos detalhes em madeira, invista nos mesmos detalhes para a cozinha. A madeira pode ser colocada na bancada, por exemplo, ou você pode optar por cadeiras de madeira/que tenham detalhes do material.

Se a sala tiver algum rebaixamento de gesso, faça o mesmo na cozinha. Da mesma forma com as janelas, caso exista algum detalhe em mármore, coloque a mesma pedra de mármore na pia e assim por diante. Assim você vai desenvolver identidade ao seu apartamento, com muito estilo.

Área de serviço

Apesar de citarmos quase sempre a cozinha integrada com a sala, existem situações em que a cozinha se integra com a área de serviço. Nesse caso também é preciso tomar alguns cuidados, principalmente em relação a higiene. Separe bem os utensílios de cada setor e leve as roupas sujas para serem lavadas apenas na hora em que for executar a atividade, nada de acumular roupa suja próxima ao local em que serão preparados alimentos.

Paredes

Além dos utensílios, a maior parte da decoração da sua cozinha americana será responsabilidade das paredes. Como já orientamos que seus móveis sejam preferencialmente brancos, agora você vai aprender como estampar nas paredes todos os detalhes para que sua cozinha seja moderna e funcional ao mesmo tempo.


Use pastilhas: As pastilhas são divertidas e podem ser usadas de uma forma clássica ou moderna. Além de ser uma opção muito econômica, é possível criar desenhos que ficarão visíveis do outro cômodo. Utiliza-las na bancada pode separar os dois locais. Coloca-las na parede da pia também é uma opção, já que elas são impermeáveis e fáceis de limpar com água.

Use papel de parede: Existem diversos modelos de papel de parede, inclusive laváveis, o que é ideal para ser usado na cozinha, já que o ambiente costuma ficar com gordura ao longo do tempo.  Ouse com papéis de parede clássicos de uma cor só, ou seja mais moderno e invista em papeis coloridos. Uma ótima opção é usar o papel lousa no qual você pode aproveitar para escrever receitas ou recadinhos.

Use azulejos: Outra ideia interessante para decorar cozinha americana é usar um mix de azulejos. Cubra a bancada e a parede com vários azulejos de cores e desenhos diferentes. Unindo móveis brancos e detalhes em madeira, a sua cozinha vai ficar incrível.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Como evitar acidentes com crianças em condomínios

Casos em condomínios são comuns e síndico deve saber como evitar riscos para os pequenosCasos em condomínios são comuns e síndico deve saber como evitar riscos para os pequenos

Quando se trata de crianças, todo cuidado é pouco. Afinal, os pequenos são os maiores tesouros da sua família.

E o dia delas está chegando, é comemorado dia 12 de outubro!

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) afirma que até os doze anos o indivíduo é considerado criança e após essa idade, até os 18 anos, é considerado adolescente.

E é por causa desse entendimento que diversos condomínios não permitem que crianças (menores de dez ou doze anos) circulem pelas áreas comuns sem a presença de um responsável como pais, babá ou avós.

Essa informação deve estar expressa no regulamento interno. O documento deve mostrar, com exatidão, as idades necessárias para usar todos os itens da área comum: da brinquedoteca à piscina, passando pelas quadras e a academia.

“Muita gente opta por um condomínio com diversas áreas voltadas para os pequenos, para que eles sejam livres ali. Mas é importante salientar que a criança não deve estar sozinha no condomínio. E mesmo quando for maior que dez anos, deve contar sempre com, pelo menos, um amigo”, explica Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

Não deixar as crianças “livres” – sem um adulto por perto – para brincar no condomínio é um choque de realidade para muitas pessoas, que acreditam que as áreas comuns sejam como um quintal de suas casas.

O que geralmente não se leva em conta é que a combinação “crianças desacompanhadas e área comum” nem sempre pode terminar bem.

Há diversos locais que não são aconselháveis para crianças: área de máquinas, centros de medição, elevadores, garagens, entre outros.

Até mesmo locais sempre associados aos pequenos, como a piscina, playground e a quadra podem representar um perigo real, uma vez que sem ninguém por perto para acudir em uma emergência, um mal súbito pode terminar em uma fatalidade.

Responsabilidade

“Já vi casos de moradores querendo alterar o regulamento interno para colocar câmeras na área da piscina, para conseguirem monitorar os filhos sem ter que sair de casa”, assinala Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé

A responsabilidade pelo bem-estar das crianças é sempre dos seus responsáveis. Se nesse caso acima uma criança se afogasse na piscina, mesmo com as câmeras, recai sobre os pais a tarefa de zelar por seus filhos, como mostra a decisão judicial no link abaixo:

O condomínio só poderia ser responsabilizado em um caso desses se condomínio contasse com um salva-vidas, como é obrigatório no Rio de Janeiro.

Em outras áreas, a responsabilidade é do condomínio apenas quando houver um funcionário destacado explicitamente para a função de cuidar das crianças, como um monitor para recreação, por exemplo.

Importante ressaltar que cidades como São Paulo e Rio de Janeiro contam com leis que proíbem que menores de dez anos usem os elevadores desacompanhados. A ideia é pensar na segurança dos pequenos, evitando assim que fiquem presos, sozinhos, no elevador.

Como agir

Muitos novos moradores ficam incomodados com as regras para uso das áreas comuns e as restrições de idade.

Por isso, é fundamental conhecer esse tipo de informação antes de comprar a unidade.

Há locais que apenas jovens com mais de 16 anos podem frequentar, como a sauna e a academia, por exemplo.

“Às vezes a mãe ou o pai querem fazer exercícios, mas não têm com quem deixar a criança. Então, acham que tudo bem ficar na esteira e a criança brincando ao lado”, argumenta Nilton Savieto. Aqui, o ideal é lembrá-los dos regramentos do condomínio e solicitar que a criança não permaneça no local.

Multas

E como agir quando há flagrante descaso com as regras do condomínio? Crianças sozinhas pintando paredes, xingando funcionários ou avariando itens nas áreas comuns pode ser mais frequente do que se imagina.

O ideal, num primeiro momento, é que os responsáveis sejam chamados para acompanhar o filho nas áreas comuns. Importante salientar que os funcionários devem ser orientados a não dar instruções para as crianças – a conversa deve ser com os pais.

Após uma primeira conversa com os responsáveis pela criança, pode-se notificar e então, multar. Isso depende do que estiver no regulamento interno. Há documentos que prevêem multa já no primeiro episódio.

Crianças na gestão

Às vezes, se o empreendimento enfrenta problemas com o comportamento das crianças no condomínio, uma boa alternativa é ouvi-los em suas demandas.

A especialista em condomínios Rosely Schwartz contou que quando foi síndica do prédio onde mora, recebia muitas reclamações sobre os horários de uso da quadra – as crianças achavam que poderiam usá-la mais do que o horário permitia.

“Expliquei também que era necessário um quórum específico para isso, mas que poderíamos botar o assunto em pauta para a próxima assembleia. Deixei claro que não era chatice minha ou do zelador, mas a forma como as coisas eram no nosso condomínio”, relata.

Outra dica para melhorar o relacionamento com os pequenos moradores é eleger um síndico-mirim.

“Ele fica encarregado não apenas de trazer os pedidos das crianças à administração do condomínio, mas também cuida para que todos respeitem as regras”, finaliza.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/ 

3 vantagens para apostar na compra de imóveis por leilão

Preço reduzido da compra de imóveis por leilão tem atraído clientes. Quer saber mais? Conheça as vantagens de adquirir um imóvel nessa modalidade a seguir.

Comprar imóvel é uma decisão única, que requer pesquisa, procura e apuração. Dentro das diversas negociações possíveis para adquirir uma propriedade, o leilão de imóvel vem se destacando e ganhando cada vez mais adeptos.

Pra quem nunca participou de um leilão e tem interesse em conhecer, existem empresas especializadas no assunto como a Mega Leilões. No mercado há alguns anos, a Mega Leilões é um portal especialista em leilões eletrônicos. Se você tem dúvida, o site tem muitas informações e os eventos postados costumam ser autoexplicativos e qualquer um pode participar.

Conheça agora três vantagens de comprar um imóvel por leilão:

1 – Economia

A grande maioria das pessoas que optam por comprar um imóvel num leilão, o fazem buscando a redução no preço. Objetivo que na grande maioria das vezes é alcançado.

É possível encontrar imóveis com lances iniciais mínimos e valores finais muito abaixo da média de mercado. Cerca de 40% a menos do que em um financiamento comum e em casos extremos a economia pode chegar a até 70%.

O leilão proporciona a chance de o comprador encontrar imóveis prontos com preço abaixo de empreendimentos na planta, por exemplo.

2 – Oportunidade

No atual momento da economia brasileira o índice de inadimplência está bastante alto, principalmente em relação ao financiamento imobiliário. Isso tem gerado inúmeras oportunidades de arremates de imóveis de todos os padrões em todas as regiões do país.

A oferta nunca esteve tão propícia à compra, pois com o boom imobiliário da última década seguido da crise da atual, há vasta disponibilidade de imóveis novos, com pouco ou nenhum uso.

3 – Tempo

Para quem sonha em ter a sua primeira residência ou para quem investe no mercado imobiliário o tempo de espera até a construção de uma casa ou o da entrega de um empreendimento sempre foi um obstáculo. Além de outros inúmeros contratempos que podem surgir.

No leilão você encontra imóveis prontos, do jeito que você precisa, com preço competitivo e sem a espera de execução do projeto.

Outras pequenas adversidades burocráticas a serem solucionadas podem surgir, por isso é primordial o acompanhamento de uma empresa especializada e com credibilidade para realizar a compra da maneira mais tranquila e segura.

*A Mega Leilões é um portal especializado em leilões eletrônicos, tanto judiciais como extrajudiciais, de bens móveis e imóveis.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

15 perguntas sobre inquilinos em condomínios

Aprenda as diferenças entre ser proprietário e locatário em condomínioAprenda as diferenças entre ser proprietário e locatário em condomínio

O inquilino é uma figura bastante comum em condomínios. Apesar de não ser o dono da unidade, mora ali e usufrui, da mesma forma, da área comum.

Porém, mesmo tendo direitos e deveres bastante similares ao dos proprietários, ainda há bastante curiosidade sobre o tema.

Algo importante de se notar é que o condomínio não tem relação jurídica com o inquilino, mas sim com o proprietário. Isso significa que o condomínio, ao reportar problemas de multas, no momento de cobrar, de comunicar sobre assembleias, e até de prestar contas, deve fazê-lo ao proprietário.

Pensando em tirar essas – e outras – dúvidas sobre o assunto, o SíndicoNet trouxe as 15 perguntas mais comuns sobre inquilinos em condomínios para você aprender tudo sobre o assunto!

Confira!

1. Inquilino é considerado condômino?

O inquilino não é considerado condômino.

“A qualificação do locatário (inquilino) no contexto condominial, por força dos artigos do Código Civil que tratam do condomínio edilício (arts. 1.331 a 1.358), é a de “possuidor””, analisa João Paulo Rossi, advogado especialista em condomínios.

São considerados condôminos apenas os proprietários das unidades.

2. Quais despesas são de responsabilidade do inquilino?

As despesas que devem ser honradas pelos inquilinos dizem respeito à manutenção e ao dia-a-dia do condomínio, tais como:

  • Salários e encargos trabalhistas dos funcionários;
  • Limpeza, conservação e pintura das instalações e dependências de uso comum;
  • Consumo de água, luz, esgoto;
  • Manutenção e conservação dos jardins
  • Manutenção e conservação de equipamentos, como: elevadores, bombas hidráulicas, interfones, portões, segurança, etc.;
  • Manutenção e conservação de equipamentos de lazer, como: piscina, sala de ginástica, etc.;
  • Rateios de saldo devedor, salvo se referentes a período anterior ao início da locação;
  • Reposição do fundo de reserva, total ou parcialmente utilizado no custeio ou complementação das despesas referidas nas alíneas anteriores, salvo se referentes a período anterior ao início da locação;
  • Seguro condominial

CASO ESPECÍFICO: Quem paga o conserto do portão?

Aqui o importante é saber distinguir qual será o tipo de reparo no portão.

“Se for uma manutenção comum, o condomínio paga e rateia, como despesa usual, ordinária. Nesse caso, geralmente é o inquilino quem arca com esse custo”, explica o advogado especialista em locação Jaques Bushatsky.

Ele ressalta, porém, que há algumas outras situações, como um acidente, em que um morador causou o dano no equipamento – então, este deverá ser o responsável pelo custeio do conserto.

Há também a possibilidade de que o “conserto” no portão seja uma benfeitoria maior, de embelezamento. Nesse caso, quem deve pagar por isso será o dono da unidade

3. Inquilino pode ser síndico?

Isso vai depender do que diz a convenção de cada condomínio.

Em alguns empreendimentos, o documento veta a participação não apenas de inquilinos, como de qualquer outra pessoa que não seja condômina – ou seja: dona de uma das unidades.

Porém, a prática não é mais tão comum e geralmente não há problemas em haver um síndico que seja inquilino.

4-  Inquilino pode participar de assembleia? 

Essa questão é complexa e muitas vezes não se chega a um consenso.

CONTRA A PARTICIPAÇÃO: Há especialistas que afirmam que não, que o inquilino não pode participar de assembleias, como é o caso do advogado João Paulo Rossi:

“A lei deixa claro quando diz que é direito do condômino votar e participar da assembleia, estando quite com o condomínio. Como esse não é o caso do locador, que tem uma relação de contrato com o condômino, não considero adequado que inquilinos tomem parte na assembleia de condomínio.

Código Civil, art. 1.335. - São direitos do condômino: (…) III – votar nas deliberações da assembleia e delas participar, estando quite.

A FAVOR DA PARTICIPAÇÃO: Já o advogado André Junqueira tem um outro entendimento sobre a questão:

“O inquilino podem sim, participar, mas seu voto somente será contabilizado em matérias que tratem exclusivamente de despesas condominiais, classificadas como ordinárias pela Lei do Inquilinato”.

Por não haver consenso na interpretação da legislação, é importante conhecer qual é o costume do seu condomínio sobre o tema. Os inquilinos costumam participar das reuniões? Tem voz nas assembleias? Ou apenas escutam as discussões e não votam? Investigue e evite situações constrangedoras no momento do encontro.

5 – Em caso de multas por infração no condomínio, quem paga, inquilino ou proprietário? 

O condomínio sempre irá cobrar o condômino: seja o valor de uma multa ou cotas condominiais atrasadas.

“O inquilino, porém, deverá pagar ao condômino por multas que por acaso tome, e isso deve constar no contrato de locação”, explica Rodrigo Karpat.

6. Quem paga o fundo de reservas do condomínio, inquilino ou proprietário?

Essa é uma dúvida bastante comum em condomínios, que tem sua origem em se saber se o fundo é uma despesa ordinária ou extraordinária.

“É muito comum a dúvida sobre a natureza do fundo de reserva, a saber, se o mesmo caracteriza espécie de despesa ordinária ou extraordinária. A composição ou constituição do fundo de reserva depende da contribuição dos locadores, tendo a natureza de despesa extraordinária”, explica o  João Paulo Rossi Paschoal.

Ou seja: a responsabilidade pelo pagamento do fundo de reservas é do dono da unidade.

A exceção aqui é quando o fundo de reservas do condomínio é usado para cobrir despesas do dia-a-dia – o que não é recomendável. Nesse caso, o inquilino deve, sim, contribuir para a reposição do fundo em questão.

O ideal, para que não haja cobrança indevida, é que o condomínio conte com dois fundos separados: um para gastos ordinários – esse sim, com participação dos inquilinos – e outro para gastos extraordinários, com aporte dos proprietários.

7. Como agir com um inquilino antissocial?

Um inquilino antissocial deve ser tratado como qualquer outro morador que esteja infringindo as regras do condomínio: advertência e multa, de acordo com o que estiver descrito no regulamento interno e na convenção de cada empreendimento.

Respeitando todo o procedimento – inclusive o direito de defesa -, a multa, em si, deve ser endereçada sempre ao condômino (proprietário). Ele deverá conversar com o inquilino e cobrar deste o valor da multa.

Porém, se o inquilino se recusar a pagar, será o condômino o responsável pelo débito.

Há entendimentos que o condomínio até pode cobrar do próprio inquilino, mas via de regra, é o condômino (proprietário) o acionado nesses casos.

Há também uma alternativa para o condomínio não precisar ‘conviver’ com esse morador, como explica André Junqueira.

“O descumprimento de normas condominiais é infração do contrato de locação, o que permite seu despejo com base no art. 23, X, da Lei nº 8245/91. Por esse motivo, recomendo que toda advertência ou multa sejam direcionadas ao condômino, que poderá despejar o seu inquilino”.

Ou seja: é possível ‘expulsar’ um inquilino antissocial do condomínio, por meio do seu proprietário. Já se o morador antissocial for o dono da unidade, essa possibilidade fica muito mais difícil.

Assim, o condomínio pode solicitar intervenção ao proprietário, cabendo a este decidir qual providência será tomada.

O correto, antes de ações extremas, é comunicar o morador de seu comportamento inadequado e, após as tentativas em vão, partir para atitudes mais enérgicas, como notificações, advertências e multas em nome do proprietário.

8. O boleto da cota condominial deve estar no nome do inquilino ou proprietário?

É fundamental para o condomínio que todos os boletos sejam emitidos no nome dos proprietários das unidades.

Dessa forma, o condomínio consegue cobrar judicialmente, com muito mais agilidade, quem realmente deve ao empreendimento.

8.1 Em caso de inadimplência, quem cobrar?

É importante frisar que a relação legal é sempre do condomínio com o condômino. Por isso, é o condômino (proprietário) quem deve ser acionado judicialmente quando a taxa não for paga – mesmo se for responsabilidade do inquilino arcar com esse custo.

O caráter da dívida da taxa de condomínio está sempre atrelado ao bem – e nesse caso, se o inquilino não pagar, e o condômino também não, a própria unidade poderá responder pela dívida.

O mesmo vale para o pagamento do IPTU.

Por isso, o que se aconselha é que o condômino efetue esses pagamentos ele mesmo, não delegando a tarefa para o inquilino.

9. Se constar no contrato de aluguel, o inquilino deve pagar taxas ordinárias e extraordinárias?

Locador e locatário não podem fazer esse ‘combinado’, nem mesmo no contrato.

“É proibido ao locador transferir a responsabilidade pelo pagamento das despesas extraordinárias ao locatário. E caso isso esteja em contrato, tal cláusula será considerada nula”, explica João Paulo Rossi.

10. Caso o proprietário não repasse o pagamento da taxa condominial ao condomínio, o inquilino pode ser despejado (em caso de ação judicial)?

“Nesse caso o bem pode ir a hasta pública, (leilão), e o proprietário perder a unidade. Nesse caso, o inquilino deverá desocupar a unidade, sim”, esclarece Rpdrigo Karpat.

Caso isso aconteça, o inquilino poderá entrar com ação de reparação de danos contra o proprietário do bem.

11. A administradora deve tirar as dúvidas dos inquilinos?

A administradora é uma empresa que trabalha para o condomínio e para sua coletividade.

Deve, sempre que possível, atender às demandas de todos, sem fazer distinção entre os moradores.

12. Os inquilinos podem reservar as áreas comuns como os proprietários?

Importante frisar que no que diz respeito às áreas comuns, não se pode fazer nenhuma diferenciação entre proprietários e inquilinos.

“O locatário tem o direito de usar e fruir das áreas comuns, em igualdade de condições com os condôminos. No que diz respeito ao uso da propriedade, o locatário não pode sofrer qualquer restrição ou diferenciação”, alerta João Paulo Rossi.

13. Inquilino pode cobrar diretamente o síndico sobre melhorias ou reclamações efetuadas?

Depende muito da natureza da cobrança.

Se a situação for sobre uma melhoria no condomínio, não, já que o inquilino não contribui para esse tipo de benfeitoria.

Mas ele pode cobrar o síndico quanto à providências referentes a barulho ou infrações ao regulamento interno ou outras reclamações que tenham a ver com o uso do condomínio

14. Se o condomínio usar um fundo com o qual o inquilino contribui para cobrir despesas ordinárias, ele deve contribuir para sua reposição?

Sim, uma vez que o fundo pode ser usado para despesas do dia-a-dia também, inclusive enquanto o inquilino estiver morando ali.

“Imaginemos o rateio e constituição de um “fundo”, para a compra em 2 meses, quando o inquilino ainda estará no prédio, de material de limpeza”, exemplifica Jaques Bushatsky.

15. Inquilino pode cobrar prestação de contas do síndico? 

Diretamente do síndico, não.

“O que ele pode é fazer isso por intermédio do proprietário da unidade”, explica Rodrigo Karpat.

BÔNUS: QUESTÕES MAIS ESPECÍFICAS

A) O proprietário pode continuar usando as dependências do condomínio enquanto seu imóvel está alugado?

Esse tipo de arranjo não é comum, principalmente porque as áreas comuns do empreendimento foram dimensionadas para serem desfrutadas pelo número de seus moradores.

Afinal, se todos alugarem suas unidades e quiserem – inquilinos e proprietários – se utilizar da piscina e da quadra em um dia de sol certamente o espaço não seria suficiente.

Pode haver exceção no uso de áreas reserváveis, como área gourmet e salão de festa. Nesse caso, vale o que constar no regulamento interno do local. Porém, se o documento for omisso, pode-se conversar com o síndico para saber se é possível reservar o local sem problemas.

B) Quando há correspondência para o proprietário, como se deve proceder?

Quando a correspondência é multa, imposto ou tributo referente ao imóvel, o inquilino tem a obrigação legal de contatar o proprietário para entregar a correspondência.

Como geralmente esse não é o único tipo de correspondência que o condômino (proprietário) recebe na unidade, pode-se deixar na portaria e o mesmo, de tempos em tempos, passa ali para recolhe-las.

Outro arranjo é deixar na administradora que cuida do condomínio ou imóvel.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Dicas para uma organização rápida

A organização e limpeza pode influenciar no bom funcionamento do lar; veja idéias práticas e rápidas

Ter uma casa arrumada, organizada e com aquele cheirinho de limpeza é realmente gratificante. Não há nada melhor do que chegar em casa e poder sentir tudo isso ao abrir a porta, não é mesmo? Além disso, a organização da casa influencia positivamente no bom funcionamento do lar, tornando as atividades mais rápidas e práticas. Montar uma composição que seja de fácil entendimento a todos os moradores pode até influenciar no humor dos mesmos, acredita? Se a sua casa está com um clima pesado, acredite, a organização pode ser um fator crucial nisso.

org2

Para os fãs de organização, a arrumação da casa pode ser notada em diversos pontos, até mesmo na disposição dos móveis, que ajuda na decoração. Confira algumas boas ideias e comece a colocá-las em prática de forma rápida.

org4

Item que ajuda muito na organização: prateleira 

Não ocupam espaço, ajudam na organização e ainda por cima são lindos itens para a decoração. Nelas você pode colocar alguns livros, revistas e adereços de decoração. Os modelos são os mais variados, como as prateleiras retas, em L, circulares, ovais, entre outros, além de cores e materiais. O importante, também, é não errar na composição. Use modelos de acordo com o restante da sua decoração.

org6

org7

Caixas organizadoras chegaram para ficar 

Você, provavelmente, já deve ter visto essas caixas em algum lugar. São extremamente úteis, espaçosas para armazenar diversos objetos e ficam muito bonitas expostas. Podem ser usadas em qualquer cômodo, como: quartos, salas, cozinhas e banheiros. Os seus materiais também são diversos, como: papelão, plástico, madeira e etc…

org8

Móveis multifuncionais são ótimos 

Sabe aquela cabeceira que pode virar um baú? Aquela cama que vira um sofá? O aparador que vira uma mesa de jantar? Então, esses são os móveis multifuncionais que podem fazer parte da decoração e organização da sua casa. Acredite, vale a pena investir nesse tipo de móvel, pois, mesmo sendo um pouco mais caro, elas são as melhores saídas para uma casa mais otimizada e arrumada.

Fonte: ImovelWeb

Bicicletários

Como implementar ou organizar esse espaço cada vez mais requisitado em condomínios

Resultado de imagem para bicicletario

O uso das bicicletas está cada vez mais em alta nas grandes cidades. É uma tendência mundial.

Seja para passear no final de semana, fazer exercício ou se locomover até o trabalho, muitos condomínios têm se preocupado em oferecer um espaço adequado para a guarda desse meio de locomoção.

E não é à toa. Como esse tipo de demanda vem crescendo a cada ano, não dá mais para o síndico ficar omisso. O ideal é que ele, a administração e os moradores encontrarem uma solução para o caso, como, por exemplo, a instalação de um bicicletário.

Condomínios novos

Em algumas cidades, como São Paulo, atualmente novos condomínios já são obrigados, por leis municipais, a contarem com espaços destinados a bicicletários.

O decreto 53.942, de 28 de maio de 2013, elaborado pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, regulamenta a lei 15.649, sancionada em 2012, que obriga as novas construções e reformas de prédios residenciais e comerciais na cidade a reservarem até 10% das vagas para estacionamento de bicicletas.

“A lei altera o Código de Obras do Município e determina que os locais reservados para guardar as bicicletas devem ser facilmente acessíveis, com adequação ao piso mais próximo das ruas e calçadas.

O espaço deve ter até 1,80 metro de extensão e a altura não pode ser inferior a 2 metros. A instalação de suportes para prender as bicicletas com distância mínima de 75 centímetros também é obrigatória”, ressalta Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e colunista SíndicoNet

Implantação

Já em condomínios já existentes, a maior dificuldade para a criação de um bicicletário é a falta de espaço.

Uma vez que boa parte dos condomínios veta o uso da garagem para guarda das bicicletas, pode ser difícil atender ao desejo dos moradores de não deixar a bicicleta dentro da unidade.

“Em muitos casos o condomínio não tem um lugar onde caiba pelo menos uma bicicleta por unidade. Isso pode acabar inviabilizando o projeto”, aponta Sergio Meira, da vice-presidência de condomínios do Secovi-SP.

Mesmo com pouco espaço, é possível dar uma destinação para as magrelas dos moradores.

“Há diversas opções no mercado para condomínios. Aqueles onde realmente não há espaço podem optar por ganchos nas paredes da garagem. Nesse caso, é importante padronizar o gancho, para dar uma uniformizada. Para quem tiver um pouco mais de espaço, há bicicletários tanto de chão, quanto de parede”, argumenta o síndico profissional Nilton Savieto.

O custo não é elevado: há modelos simples, que guardam 10 bicicletas, por R$ 700, em média, no mercado.

Crisleine Correa de Freitas, do departamento de marketing da Altmayer, empresa fabricante de bicicletários e outros acessórios para a prática de ciclismo, afirma que a demanda de condomínios por bicicletários aumenta a cada ano.

“Vendemos muitos produtos de correr (aqueles em que as bicicletas ficam penduradas), que são os que economizam mais espaço, e os de chão também”, afirma.

Aprovação

Para implantar um espaço do tipo é necessário convocar uma assembleia para discutir o assunto.

O quórum necessário para a benfeitoria, porém, varia entre maioria simples dos presentes – quando nenhuma área comum do condomínio será alterada – para dois terços dos condôminos, se houver a necessidade de mudar uma área comum.

Essa aprovação de 2/3 serve para realizar a adequação da convenção.

Uma dica é fazer constar em assembleia um período de teste para a implantação do abrigo.

“Colocamos na ata, geralmente, que o bicicletário foi implantado em caráter excepcional e que o mesmo poderá ser desfeito futuramente”, explica Nilton. Dessa forma, a coletividade não encontrará tantos entraves se não ficar satisfeita com o resultado da mudança.

“Em certos condomínios até há espaço em algum lugar da garagem, mas o morador que estaciona ali não gosta da ideia de crianças circulando de bicicleta por perto”, exemplifica Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé.

Nesse caso, se o bicicletário for aprovado em assembleia, o ideal é que o morador insatisfeito tente trocar sua vaga com outra pessoa.

Segurança

Importante salientar que o condomínio não fica responsável por danos ou furtos das bicicletas apenas por ter um local para sua guarda. Essa responsabilidade só é passada ao empreendimento caso o bicicletário fique trancado – e que apenas o zelador possa abrir ou fechar o local.

“Já tivemos problemas com moradores que reclamaram de sumiço de seus equipamentos do bicicletário. Se, realmente, for uma bicicleta caríssima, nossa sugestão é que o morador a leve para a unidade, pensando em evitar futuros dissabores”, aponta Vania.

“Vale lembrar que abrigá-las na sacada do prédio é uma prática proibida em muitos regimentos internos, mas que, muitas vezes, é desrespeitada”, alerta Rodrigo Karpat

Organização

Como em qualquer área comum do condomínio, o bicicletário deve ter suas regras.

A criação de um regulamento específico para o local, definindo regras e responsabilidades, e com aprovação em assembleia (maioria simples), pode evitar futuros transtornos, como a utilização incorreta de outros espaços para guardar as bicicletas.

O ideal é o uso de tags nas bikes, que mostrem quem a que unidade e bloco pertencem. Também é recomendável que todas as bicicletas sejam trancadas com cadeado.

Mesmo com essa identificação, sugere-se que a cada seis meses o condomínio faça uma campanha de recadastramento das bicicletas, evitando assim que equipamentos velhos de moradores que já se mudaram ocupe o espaço que poderia abrigar outra bike.

Tipos de bicicletário

Há basicamente dois tipos de bicicletário: os de chão e os de parede.

Os de chão podem ter diversas formas e são mais em conta.  Seu ponto fraco é ocupar mais espaço do que os de parede, que são mais caros, mas economizam mais no quesito espaço.

“O ideal é que o condomínio busque três orçamentos antes de fechar com uma empresa específica”, ensina Nilton Savieto.

Fonte: SindicoNet

Previsão orçamentária

Como fazer e quais itens considerar

Resultado de imagem para previsão orçamentária

A decisão de como será gasto o dinheiro arrecadado no ano deveria chamar muitos condôminos à assembleia. Porém sabemos que um assunto tão delicado mereceria muito mais a atenção dos moradores.

A boa previsão orçamentária deve ser feita com base nos gastos do ano anterior e deve levar em conta itens como: inflação do período, inadimplência do condomínio, dissídio dos funcionários, férias e décimo terceiro, e contratos a serem negociados. Além disso tudo, também deve permitir uma folguinha, para que o pagamento das contas não fique apertado.

Para tanto, vale fazer uma conta simples, levando em conta todos os meses do ano, o gasto com cada item do orçamento, como água, luz, manutenção dos aparelhos, gastos com funcionários, etc. Somam-se esses valores e divide-se por doze. Daí há um cálculo do peso de cada na soma geral do mês.

E mesmo com a inflação, é possível melhorar os serviços prestados pelo condomínio sem aumentar muito a taxa mensal. A adequação do quadro da mão de obra do empreendimento às necessidades do local, por exemplo,  podem gerar bastante economia, caso haja excesso de horas extras, ou de funcionários com acúmulo de função. Para fazer esse cálculo, vale a pena conversar com uma empresa de gestão de funcionários, ou até com a sua administradora, caso haja. Dessa forma, um dos maiores gastos do condomínio – a mão de obra – que pode chegar a até 60% do custo total, se encolhe, dando espaço a outros gastos necessários.

Também pode ajudar no momento de se fazer uma boa previsão orçamentária a readequação dos contratos para o período. Faça uma pesquisa de preços com outras empresas para saber se o cobrado está dentro do mercado.  Pense também se vale a pena ficar com um contrato mais barato, mas que não inclui peças – que geralmente são um pouco mais caros, mas também têm sua vantagem, principalmente em prédios mais antigos.

Outro cálculo a ser incluído é o das melhorias que o empreendimento precisa. Seja uma limpeza da fachada, impermeabilização da laje ou uma troca de fiação, é muito importante que esse tipo de gasto já esteja acomodado na previsão orçamentária para o próximo ano. Portanto, vale saber o tamanho do investimento antes de fazer a previsão. Dessa forma, evita-se o desgaste de haver a necessidade de rateios extras, o que nunca é bem visto pelos moradores.

O nível de inadimplência também deve ser levado em conta, evitando assim que a previsão fique extremamente justa – e também leve a necessidade de rateios extras. Para reaver esse dinheiro atrasado, os especialistas são taxativos: primeiro um acordo e, então, ação judicial.

Dicas

  • Fatores como a sazonalidade dos gastos são importantes. O consumo de água, por exemplo, costuma ser mais alto nos meses de verão, o que pode ser previsto no cálculo do valor do condomínio para esse período.
  • O padrão do prédio também influi na contabilidade: em edifícios de alto padrão, as pessoas costumam viajar mais durante as férias, o que diminui despesas como luz e água, entre outras.
  • É importante analisar os gastos e consumo ao longo de todos os meses nos anos anteriores para fazer uma previsão do valor do condomínio
  • O aconselhável é fazer uma média aritmética para que o valor do condomínio seja igual ao longo de todo o ano.
  • Todas as previsões de gastos, despesas extraordinárias e de manutenção devem constar na previsão orçamentária.
  • É importante fazer uma escala de prioridades para as despesas extraordinárias;
  • O rateio, tanto no caso das despesas extraordinárias como nas ordinárias, deve ser feito levando em conta o que a Convenção dispõe. Se ela silencia a respeito, a divisão deve ser feita pela fração ideal de cada apartamento, de acordo com a legislação em vigor.
  • É aconselhável que, na assembleia Geral Ordinária, se deixem em aberto ajustes a serem feitos no orçamento do condomínio ao longo do ano.
Fonte: SindicoNet

Veja 5 dicas para fazer a iluminação correta dos ambientes

Para atingir um visual equilibrado e convidativo, basta utilizar uma combinação de tipos diferentes de iluminação

Um bom projeto de iluminação pode mudar um ambiente por completo, criar diversos cenários e valorizar o aconchego e a praticidade. E não é só isso: além do seu papel principal, a luz também exerce função decorativa, destacando o desenho das peças, dos elementos arquitetônicos e fazendo dos lustres e abajures componentes estéticos importantes. Por isso, o décor e a iluminação precisam andar sempre de mãos dadas para que o resultado final fique bem equilibrado. Precisa de uma ajudinha para levar luminosidade para os cômodos da sua casa? Então, anote aí algumas dicas:

Temperatura de cor

Não adianta nada caprichar na roupa de cama acolhedora, nas almofadas e nas mantas quentinhas se a luz do seu quarto for fria e dura. Para ambientes como a sala de estar, televisão e dormitórios, onde o descanso e o lazer são prioridade, o ideal é apostar nas lâmpadas de luminosidade amarelada e quente. Já os lugares que demandam concentração e trabalho, como a cozinha, lavanderia, banheiros e até mesmo escritórios, são beneficiados pela luz fria.

Ambientes devem aliar iluminação e decoração para que fiquem aconchegantes (Foto: Shutterstock)

Evite o ofuscamento

O ofuscamento acontece quando a luz bate em alguma superfície e reflete diretamente nos nossos olhos, incomodando e interferindo na visão. Para evitar esse fenômeno indesejado dentro de casa é preciso tomar cuidado com os pontos de luz intensa perto de materiais reflexivos, como os espelhos, utilizados no acabamento ou detalhes decorativos.

Visual harmônico

Para atingir um visual equilibrado e convidativo, basta utilizar uma combinação de tipos diferentes de iluminação.  A luz geral, geralmente centralizada, deve ser a mais forte e iluminar o cômodo todo de forma uniforme – para ajudar a refletir a luminosidade, mantenha o teto e as paredes claras.

Inclua pontos de luz indireta com a ajuda de alguns abajures dispostos sobre as mesas laterais, aparadores, buffets e criados-mudos. Para finalizar, acrescente iluminação dirigida com luminárias articuladas, de mesa ou de piso, ou arandelas de parede.

decoracao-dicas-iluminacao-

Detalhes bem iluminados

Deseja dar destaque a sua coleção exposta na estante da sala? Então, aposte em uma iluminação de destaque dentro dos nichos e nas próprias prateleiras. Uma solução que vem ganhando muitos adeptos é a instalação de fitas de Led na parte interna do móvel, que ilumina de forma homogênea os nichos e prateleiras. Outra opção, que requer um pouco mais de manutenção, é embutir spots com lâmpadas dicroicas na estante ou armário, que fornecem uma iluminação mais pontual. Quer algo mais prático? As arandelas articuladas e os abajures com clip também são ótimas escolhas.

quarto-luminado

Luminárias do tamanho certo

Levar em conta a dimensão do cômodo antes de adquirir o lustre é imprescindível para evitar dores de cabeça. Sempre escolha uma luminária que seja proporcional ao espaço onde ela será instalada: se a sua sala é pequena e tem o teto rebaixado, melhor optar por um lustre pendente mais discreto ou um modelo embutido e simples. O living é integrado, amplo e com pé-direito duplo? Os modelos maiores e chamativos vão funcionar muito bem.

Fonte: ZapImoveis

Você sabe quais são seus direitos e deveres de condômino?

Viver em um condomínio exige bom senso, educação e respeito de todos para que tudo ocorra bem no dia a dia. Porém, é comum existir conflitos, reclamações e insatisfação por parte dos condôminos. E para evitar esse tipo de cenário, foram criados os direitos e deveres dos moradores, mas, muitos ainda os desconhecem.

De acordo com o advogado Daphnis Citti de Lauro, especialista em Direito Imobiliário, morar em um condomínio é uma prática cada vez mais comum, e o conforto, sossego e a comodidade são os fatores mais desejados pelos moradores. “Não há nada melhor do que deixar o bom senso prevalecer e lembrar sempre que todo direito não está isento de deveres”, explica.

Patrícia Santos, moradora de um condomínio em Campinas, acredita que se todos respeitassem as regras a convivência no condomínio seria muito melhor. “Infelizmente, muitas vezes, as pessoas não se preocupam com as outras. No condomínio onde moro, apesar de ser pequeno, as pessoas cometem muitas falhas como fumar nas escadas, deixar os animais fazerem xixi nas áreas comuns, entre outras coisas”, relata.

Para ajudar a amenizar os problemas encontrados nos condomínios, o especialista listou cinco direitos e cinco deveres que os moradores têm obrigação de saber.

Direitos

1. Ter animais de estimação, desde que em pouca quantidade, e, no caso de cães, preferencialmente os que não latem muito. A convenção do prédio, entretanto, pode proibir raças tidas como ferozes e deve exigir uso de coleira, de elevador de serviço, etc.

2. Ter acesso ao nome e número do apartamento dos condôminos inadimplentes.

3. Usufruir de todas as áreas em comum do condomínio.

4. Participar e votar em assembleias.

5.  No caso do síndico cometer irregularidades, os condôminos têm o poder de destituí-lo do cargo por meio de votação em assembleia.

Deveres

1. Respeitar o “horário de silêncio”, compreendido entre 22h e 7h, e também os demais períodos. Perturbar alguém, o trabalho ou o sossego alheio pode render multa e até prisão simples, de 15 dias a 3 meses.

2. Manter em dia seus pagamentos para com o condomínio. O não cumprimento do prazo estipulado pode acarretar multa.

3. Ter conduta social adequada. Desrespeitar normas e comprometer o bem estar das outras pessoas também pode acarretar multa.

4. Qualquer tipo de obra não pode comprometer a segurança do local (e, por consequência, dos moradores) nem alterar a forma ou a cor da fachada ou esquadrias externas.

5. Responder por qualquer ato ou contratempo de pessoas para as quais faz locação (do apartamento, de parte do imóvel ou mesmo de garagem).

Fonte: Condoworks

Decoração de apartamento pequeno: veja como solucionar a falta de espaço

É possível transformar metragens reduzidas em ambientes confortáveis

Morar bem não significa, necessariamente, viver em um lugar grande. Casas ou apartamentos pequenos podem ser muito aconchegantes, basta seguir alguns truques. Integrar de maneira harmônica os espaços, apostar em acessórios coringas e dispor as peças de mobiliário de forma inteligente são alguns dos artifícios que podem fazer a diferença para atingir o conforto desejado.

Antes de dar início às reformulações ou reformas, no entanto, é preciso fazer uma análise do seu estilo de vida, além das prioridades e necessidades para cada ambiente da casa. “O valor disponível para ser gasto nesse primeiro momento é, na maioria das vezes, fator determinante para o projeto dos espaços”, destaca Clarice Franke, arquiteta

apartamento pequeno

Cozinhas e quartos devem ter móveis planejados, se possível. Estes ambientes precisam “ganhar” espaço (Foto: Shutterstock)

Acerte nos móveis

“O móvel feito sob medida é o principal aliado de um projeto para ambientes pequenos”, garante Clarice. Mesmo estreitos, armários com portas de correr são excelentes alternativas para guardarmos diferentes objetos. “As estantes vazadas têm baixo custo e ajudam a organizar, porém, quando se tem muita coisa para guardar, o ideal é que o armário tenha porta para não acumular pó e esconder uma possível bagunça, que poderia causar um mau aspecto”, explica a arquiteta.

Nichos e prateleiras são ótimas opções para organizar os utensílios do banheiro

Nichos e prateleiras são ótimas opções para organizar os utensílios do banheiro

Caso o orçamento esteja apertado e você não possa utilizar móveis planejados em todos os cômodos, a arquiteta sugere que a cozinha e os quartos sejam priorizados. “Esses espaços são os que mais temos coisas para guardar, além do uso ser prioridade”, justifica.

Além disso, pufes e poltronas pequenas com rodinhas são ótimos para acomodar visitas e podem ser encaixados em compartimentos de outros móveis quando não estiverem sendo utilizados. Espelhos, por sua vez, também podem ser considerados coringas em espaços pequenos, mas somente quando empregados de forma correta e pontual. “Do contrário, usados de forma exagerada, eles sufocam o espaço, sugerindo ‘infinitos’ que podem confundir as pessoas”, alerta Clarice.

decoração de sala pequena cores

Prefira usar tons claros na decoração, mas aposte em detalhes coloridos

A cor certa

Usar cores claras não é regra para ambientes pequenos, mas é preciso saber dosar a quantidade de cores selecionadas e distribuí-las no ambiente para criar uma unidade. No entanto, para evitar problemas, Clarice indica o uso de cores neutras nas paredes e no piso, pois proporcionam uma sensação de amplitude. “Dessa forma, podemos jogar com colorido no restante, colocando cores em objetos, quadros, almofadas e, também , em móveis únicos ou luminárias de mesa”, esclarece. Outra dica é utilizar um tom para as paredes próximo ao tom do piso, além de abusar da luz natural.

Fonte: ZAP Imóveis

Gavetas velhas são ótimas para reaproveitar

Prateleiras, jardins e até novos móveis são algumas das utilidades que elas podem na hora serem inseridas na decoração

Renovar, reaproveitar, reutilizar e botar a cabeça para funcionar. Como não gostar desses termos quando eles são relacionados à decoração, né? Já pensou pegar aquele objeto velhinho que está jogado num canto e transformá-lo no ponto de impacto na sua casa? E, acredite se quiser, mas isso é muito mais fácil do que parece. Todos temos um pouco de criatividade dentro de nós, além, é claro, das vontades que temos de repaginar o nosso cantinho. Mesmo para quem não mora sozinho, um cantinho sempre precisa ter a nossa cara.

E para falar de aproveitamento de objetos, sabe aquele móvel que você irá dar um fim nele? Guarde as gavetas velhas. Acredite, elas podem ser muito uteis na decoração. Não conseguiu pensar ainda como elas podem funcionar na sua sala, quarto, cozinha ou banheiro? Então fica ligado e confira as nossas dicas.

Organização de cozinha 

Como neste cômodo temos um pouco de dificuldade para organizar os milhares de objetos, por que não usar as gavetas como prateleiras e desafogar um pouco os armários? Canecas, copos e taças, por exemplo, podem ficar lindas expostas dessa maneira. Antes de pregar a gaveta na parede, lembre-se de dar uma repaginada nela, usando a decoupage, pintura ou outro método que lhe agrade. Veja como pode ficar lindo:

g3

g2

Jardim de gavetas 

Com uma variação do jardim vertical, o jardim de gavetas pode ser uma opção para quem tem pouco espaço em casa. Colocadas lado a lado, elas servem de inspiração para um espaço mais rústico e com lindas flores. Para quem gosta de cozinhar, você pode substituir as flores por uma linda hortinha com diversos temperos. E o interessante desse projeto é que com a variação de gavetas e de tamanhos, fica a impressão de um móvel com gavetas abertas e fechadas. Bacana, né?

g4

g7

g9

Novo móvel 

Ok! Nesse caso você, provavelmente, precisará da ajuda de um bom marceneiro. Mas, fala aí se o resultado não fica incrível. Para quem busca inspirações vintages, esse novo rack pode ser fabuloso. Imagina ele com uma linda parede de tijolinhos a vista atrás. Além desse, listamos umas outras possibilidades, como uma barzinho para a parte externa.

g5

g6

g8

g10

Fonte: ImovelWeb

Mural de avisos pode ser eficaz para condomínios

A comunicação eficiente e clara nos condomínios é essencial para evitar contratempos. Os murais de aviso ainda são uma boa pedida para auxiliar nessa comunicação. Eles podem conter informações como contato do síndico e administradora, avisos de festas, reformas, manutenções, entre outros.mural de avisos

De acordo com Jurema Luzia Cannataro, analista e consultora de comunicação empresarial, muitas vezes não é dada atenção a alguns recursos que podem ser implantados e mantidos de forma simples e com baixo custo. “Quando bem planejado e estruturado, o quadro de avisos pode se tornar um instrumento de informação e formação bastante atrativo e eficaz”, explica.

Jurema destaca que é interessante criar um nome atrativo para o mural. O ideal é fazer uma votação entre todos para a escolha do nome mais atraente. “Outro ponto é a localização do quadro de avisos. É necessário coloca-lo em um local que todos tenham acesso”, diz. Nos condomínios, um dos locais mais eficientes é próximo aos elevadores e escadas.

A atualização do mural também é outro item indispensável para que os moradores tenham interesse em verifica-lo sempre. “Algumas informações vão precisar ficar mais tempo no quadro, por isso procure sinalizar as antigas e novas informações para que os leitores se concentrem diretamente naquelas que ainda não viram”, acrescenta a analista.

É importante também que se eleja um grupo de moradores que possam atualizar o quadro para não virar bagunça. Além disso, os assuntos podem ser variados como informações sobre o condomínio, dicas de culinária, decoração, viagens, enfim, assuntos de interesse geral e que atraiam a atenção dos moradores.

Dicas para um bom mural

Os murais devem conter informações importantes para os condôminos e devem ser alimentados regularmente com novos conteúdos.

A garagem pode ser um local de propagação da informação e colocação de um mural de avisos, pois muitos moradores só entram e saem do prédio em seus automóveis, não passando pelo hall de entrada.

Lembre-se de usar o bom senso na hora de escrever a mensagem. O conteúdo deve ser claro, conciso e não deve comprometer nem intimidar nenhum morador.

Tenha cuidado com erros de português: uma mensagem bem escrita com certeza é melhor compreendida.

Fonte: Condoworks

Como limpar piscinas?

Como é realizado o trabalho de limpeza e manutenção em piscinas?

HTH- Limpeza e manutenção de piscinas é realizado em dois processos, limpeza física (escovação de paredes, peneira, limpesa de borda e filtração) limpeza quimica – uso de ajustadores de ph e cloro.

ABCDÁGUA-

TRATAMENTO PARA PISCINAS RESIDENCIAIS NO VERÃO

PROCESSO QUÍMICO

  Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
Medir a Alcalinidade Total (entre 80 e 120 ppm) Medir 1 vez por mês
Medir o pH (7,0-7,4) sim   sim  
Clorar com hth® Cloro Granulado ou Pace® sim   sim   sim  
Medir o Cloro Livre   sim   sim   sim  
Clarificar com hth® Maxfloc   sim  
Acrescentar hth® Algicida Manutenção   sim  
Decantar Quando necessário
 

PROCESSO FÍSICO

  Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
Filtrar a Água sim
Limpar o Pré-Filtro - sim -
Retrolavar o Filtro Seguir as Instruções do Fabricante
Aspirar/Peneirar Quando necessário
Escovar Quando necessário
Usar hth® Limpa Bordas Quando necessário

AQUANOBRE-Existem vários processos de limpeza e manutenção de piscinas, citaremos alguns abaixo:

Com cloro (convencional) Com Ozônio Com UV Com eletrodos de cobre ou prata Com células geradoras de cloro através de adição de sal

Segue abaixo, tratamento convencional:

DIARIAMENTE:

Verificar as condições de transparência da água. Colher folhas do espelho d água com a peneira cata folhas. Filtrar a água da piscina. Clorar a água (sempre ao entardecer).

SEMANALMENTE:

Medir PH E CLORO ou sempre que observar qualquer alteração na transparência da água. Limpeza das bordas com limpa borda. Escovar a parte interna da piscina. Colocar algicida de manutenção na água da piscina. Colocar floculante no dia seguinte. Fazer aspiração no dia seguinte.

QUINZENALMENTE:

Fazer a retrolavagem da areia do filtro.

MENSALMENTE:

Colocar oxidante (Oxida matéria orgânica) diluído na piscina, gerando economia de cloro

ANUALMENTE:

INDISPENSÁVEL, fazer a troca da carga de areia do filtro.

Qual a diferença de manutenção entre uma piscina pequena e uma muito grande?

HTH- Adiferença esta na quantidade de produtos.
ABCDÁGUA-
Praticamente a mesma.
AQUANOBRE-
Quantidade de produto a ser usado.

A água da piscina tem que ser trocada?

HTH- Não! A água é renovada por evaporação, lavagem de areia, corpo do banhista. Areposição é feita com água nova, em um ano já estamos com outra água.
ABCDÁGUA-Não, com o tempo acabamos repondo quase a totalidade da água sem esvazia-la.
AQUANOBRE-Não. Em aproximadamente 01 (um) ano, toda a água da piscina foi trocada devido o processo de aspiração drenando e reposição de água na piscina, ou seja, não é necessário trocar a água da piscina.

Quantas pessoas são responsáveis pela realização desse trabalho?

HTH- Piscinas de até 500 m³ só uma pessoa.
ABCDÁGUA-1 pessoa ou no máximo duas!
AQUANOBRE- Depende, pois tudo se relaciona ao tempo que se quer a piscina ou trabalho pronto.Geralmente tem 01 (uma) pessoa responsável por esse trabalho em todo local com piscina.

Os funcionários do condomínio podem fazer o trabalho ou um profissional é necessário? Pq?

HTH- Sim qualquer pessoa pode fazer o tratamento, orientamos que façam o curso gratuito da hth.
ABCDÁGUA- Um profissional com experiência é sempre aconselhado para não acarretar prejuízos aos usuários.
AQUANOBRE-Depende, pois tudo se relaciona ao tempo que se quer a piscina ou trabalho pronto.Geralmente tem 01 (uma) pessoa responsável por esse trabalho em todo local com piscina.

Qual o custo médio da tercerização da limpeza de piscina? Como o contrato é calculado?

HTH- Um tratador de piscina cobra de mão de obra, de 70 a 150 reais, de produto gasta-se 130,00.
ABCDÁGUA-
 É calculado pela metragem quadrada além da distância, é claro. Muitos degraus e curvas também é importante analisar. Até uma piscina 8.00×4.00m investe-se aproximadamente R$ 120,00 / 10.00×5.00 R$ 150,00 / Maior R$ 350,00
AQUANOBRE-Depende, somente com orçamentos poderemos chegar a um valor, os preços variam de empresa para empresa. O cálculo é feito de acordo com o tamanho e número de piscinas.

Há a necessidade de se ter algum tipo de treinamento para exercer esse trabalho?

HTH- Sim, nós entregamos certificados.
ABCDÁGUA-
De preferência sim, para evitarmos prejuizos aos usuários
AQUANOBRE-Muito treinamento.

Em que período e com que frequência é realizada a limpeza da piscina?

HTH- Depende da época tem que tratar todo dia.
ABCDÁGUA-
 No mínimo 2 vezes por semana
AQUANOBRE-Diariamente, 365 dias por ano.

Quais os métodos e equipamentos existentes no mercado e qual é o mais eficaz?

ABCDÁGUA-Existem muitos métodos para limpeza de piscina. Os convencionais são o tratamento químico por adição de cloro com filtração de 8 horas diárias da piscina. Além do tratamento convencional, existem métodos de automação como: salinização (gerador de cloro a base de cloro), tratamento a base de ions de cobre, a base de ozonio, a base de ultravioleta. O tratamento mais eficaz ainda é o tratamento convencional e o gerador de cloro a base de sal.
AQUANOBRE-Ver 1ª pergunta, todos os métodos são eficazes segundo seus fabricantes.
HTH- Existem equipamentos para dosagem de produtos que são em sua maioria bons;

Existe algum tipo de manutenção preventiva para os equipamentos de tratamento da água?

ABCDÁGUA- Sim, devemos sempre lubrificar, regular e limpar o filtro e a Motobomba além de trocar os elementos filtrantes como a areia.
AQUANOBRE-Sim, porém pouco praticado, são eles: Anualmente, fazer a troca de areia do filtro e troca de rolamentos e selo mecânico da bomba.
HTH- Sim, todo ano os equipamentos devem ser vistoriados.

Existe alguma diferença no tratamento da água dependendo do tipo da piscina (fibra, Concreto ou Vinil)?

ABCDÁGUA- Todos eles usamos algicidas, floculantes, limpa borda, cloro etc… mas as piscinas de vinil e fibra devem receber um tratamento especial como dissolver bem o cloro antes de jogar na piscina, dentre outros.
AQUANOBRE-Sim, em piscina de concreto (azulejo) você pode aplicar os produtos químicos com tranqüilidade e utilizar todos os equipamentos disponíveis no mercado, já as piscinas de fibra e vinil, requerem um pouco mais de cuidado, mas todas lhe proporcionam os mesmos momentos de prazer.
HTH- não, o tratamento é o mesmo.

Quas os produtos químicos utlizados? Eles oferecem algum tipo de risco à saúde?

ABCDÁGUA-Devemos ter muito cuidado no manuseio dos produtos. Os produtos mais utilizados são: elevador e redutor de Ph que podem ser liquidos ou não, algicida de manutenção e de choque, clarificante / floculante, limpa borda, cloro que pode ser granulado ou estabilizado, pastilhas de cloro e estabilizador de PH.
AQUANOBRE-Muitos produtos são utilizados e sendo corretamente aplicados, não oferecem risco algum à saúde.
HTH- cloro, algicidas, clarificante, limpa borda, ajustadores de alcalinidade e ph – eles oferecem risco a saúde.

Fonte: Condoworks

 

Sofá de canto otimiza espaço e dá estilo ao ambiente. Veja ideias

Modelos são ótimos para aproveitar o espaço em salas e home theaters

Os sofás de canto são uma excelente opção para otimizar o aproveitamento do espaço e trazer estilo às salas e home theaters. Para salas mais compactas, as opções claras e neutras com encosto mais baixo criam um ambiente confortável sem pesar. Já ambientes mais amplos, por exemplo, podem receber peças em cores mais escuras e design mais elaborado.

Sofá de canto claro

 Para a arquiteta Carmen Calixto, o capitonê é uma tendência forte e pode complementar a decoração de salas mais clássicas. Esta técnica de estofamento também consegue pontuar ambientes jovens e contemporâneos.

 sofá-de-canto-módulos

“As opções compostas por módulos são as mais versáteis, apresentando boas soluções para diversos ambientes. Usar alguns dos módulos sem encosto contribui para uma atmosfera leve e contemporânea. Almofadas coloridas ou estampadas podem completar a ambientação”, sugere.

Modelos

Para Carmen, os modelos de linhas retas são sempre elegantes e atemporais. Já as peças em capitonê são clássicas, versáteis e uma grande tendência no momento. As opções em módulos se adequam a diversos ambientes, e se for montada uma composição interessante, complementa bem salas contemporâneas.

“Para ambientes menores, as opções em módulos soltos se adequam melhor. Por exemplo, um módulo sem encosto pode servir de chaise ou se transformar em pufe para acolher visitantes. Encostos baixos e cores claras impedem que o cômodo pareça menor”, explica a arquiteta.

Fonte: ZapImoveis

Viver em paz em condomínio é possível – conheça seus direitos e deveres

A vida em condomínio pode ser bem complicada, já que conviver com outras pessoas nunca é fácil. As eternas brigas por cachorro, vagas em garagem e por problemas estruturais às vezes chegam aos tribunais. Viver pacificamente em um condomínio requer paciência e conhecimento dos direitos e deveres de cada morador.

Fabio Kurbhi, vice-presidente da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios), afirma que ao analisar as reclamações feitas pelos condôminos é fácil perceber que se eles conhecessem o regulamento interno e participassem das assembleias o problema seria evitado. “Discutir melhorias e buscar soluções para os conflitos é um caminho mais fácil e menos oneroso do que recorrer à justiça”, diz.

Os moradores devem ter conhecimento dos três principais documentos do condomínio – Regulamento Interno, Convenção do Condomínio e a Lei de Condomínio. Os dois primeiros variam de cada residencial.

Para que a harmonia e segurança reinem é necessário ter uma convenção bem discutida. Nela existe um acordo para que o espaço comum entre os moradores seja bem utilizado e lá está registrado a vontade da maioria que deve ser obedecida por todos os condôminos e ter a fiscalização do síndico.

Kurbhi explica que tudo isso é por um objetivo – garantir o equilíbrio e uma vida segura e tranquila para quem escolheu viver em condomínio.

Outra opção que pode ajudar na convivência e que foi esquecida pela falta de tempo é conhecer o vizinho de porta. A diminuição do convívio afasta o princípio de viver em um residencial que é conhecer pessoas e achar soluções em conjunto para problemas comuns. O síndico também é fundamental para garantir a tranquilidade e evitar com que as discussões ultrapassem os muros do condomínio.

Pequenas ações evitam discussões entre vizinhos

Respeite a lei do silêncio. Barulhos de furadeira, máquina de lavar e música alta só entre às 10h e às 22h.

-O animal de estimação do seu vizinho faz muito barulho? Converse com o dono, às vezes ele passa o dia fora de casa e não sabe que o bichinho faz tanta bagunça.

- Ao usar o elevador tenha bons modos. Certas ações podem causar desconforto entre os vizinhos.

- Cachorros devem circular na área comum com coleira, focinheira e dependendo do porte, no colo.

- Não leve animais na área da piscina. Eles podem contaminar a água e causar acidentes.

- Vai fazer uma festa no salão? Confira quantas pessoas podem ser convidadas. Antes de sair, deixe o local limpo.

Fonte: Condoworks

Como atender os condôminos

Síndico deve ser claro e demonstrar como é possível entrar em contatoSíndico deve ser claro e demonstrar como é possível entrar em contato

Não adianta negar: nada pior do que chegar em casa depois de um dia de trabalho e não conseguir descansar, já que o interfone, com solicitações diversas dos moradores, não para de tocar.

Para evitar que  a carreira do síndico comece mal, é possível que já na ata da sua eleição estejam discriminados  os canais de comunicação a serem utilizados. Assim, fica claro como o condômino deve agirno momento em que precisar se comunicar com o síndico – seja um e-mail ou um registro no livro de ocorrências.

Mas não é só o morador que deve se adequar ao síndico. Esse deve responder em um certo período de tempo aos moradores. O considerado adequado pelos especialistas ouvidos foi em até quatro dias. Mais do que isso pode gerar um sentimento de desconforto.

Nem sempre, porém, o síndico consegue responder às questões levantadas pelos moradores nesse período de tempo, seja pela complexidade da situação, ou simplesmente por estar com muitos afazeres. Nesses casos, o síndico deve ser honesto, responder que recebeu o e-mail do morador e que irá tomar as medidas cabíveis em breve.

Para reclamações no livro de ocorrências, o prazo se estica para até sete dias.

Outra forma para se comunicar com os moradores é ter um quadro de avisos também na garagem, já que muitos condôminos entram e saem apenas por ali.

O quadro de avisos também pode estar no elevador, mas com ressalvas. Os assuntos tratados ali não devem ser nem de segurança ou de inadimplência.

Internet

  • Sites para condomínios vem se tornando cada vez mais comuns. Usando o site é possível integrar a comunicação do síndico com todos os condôminos para envio de comunicados e registro de ocorrências, por exemplo. Também é possível fazer reservas de áreas de lazer, controle de acesso da portaria, publicar atas, documentos e classificados, entre outros.
  • Algumas administradoras oferecem também um ambiente digital para a comunicação entre condôminos e síndico. Nesse tipo de plataforma, o morador também consegue acessar dados sobre as finanças do prédio e balancetes, o que diminui o número de pedidos para o síndico.
  • A internet ou o uso de e-mail também é uma possibilidade para quem tem reclamações sobre a zeladoria ou sobre os funcionários do prédio. Nesses casos, ou se fala diretamente com o síndico ou se escreve para ele. Muita gente não se sente confortável registrar esse tipo de problema no livro de ocorrências.
  • O uso de informativos - online ou impressos – é uma boa opção. Assim não se passa aquela ideia equivocada de que o síndico resolve tudo sozinho

Pessoalmente

  • Mesmo com tantos outros canais de comunicação, é indispensável que o síndico disponha que algum tempo para atender os moradores pessoalmente.
  • É imprescindível que o síndico tenha pelo menos um período do dia a cada duas semana para conversar com os moradores.
  • Ele também indica o atendimento em horários diferenciados, como aos finais de semana, em prédios de veraneio, quando estes estão mais cheios.

Ajuda

  • Mesmo sendo a principal peça na mediação de conflitos, o síndico não precisa fazer tudo sozinho. A ajuda do conselho também é importante nessas horas.
  • Quando houver comitês, como de obras, os participantes também podem ajudar o síndico provendo os moradores de informações quando necessário.

Crianças e Adolescentes

  • Uma forma diferenciada de melhorar a comunicação com crianças e adolescentes – um grupo muitas vezes visto como complicado – é a eleição de um representante da “classe” para pleitear melhorias desejadas pelos mais joves, como redes novas para as quadras das áreas comuns ou bolas novas.

Dica do leitor

  • Eliane do Rocio Pedro Bom, síndica de um condomínio com duas torres em Curitiba, encontrou uma alternativa para o livro de ocorrências. Ela conta que em seu prédio, o livro existe apenas para registros de determinadas ocorrências e controle de correnspondências e entrada de visitantes.
  • Reclamações ou ocorrências mais reservadas, como condômino sobre outro condômino, são relatadas em formulário próprio individual e colocado num envelope lacrado e endereçado ao síndico.

Formas de comunicação

Assuntos não urgentes Assuntos urgentes:
Livro de ocorrências ou Caixa de sugestão Telefones
E-mails Interfone
Quadro de avisos
Fórum de discussão, blog ou site do prédio

Acesso à documentação

  • Quando o condômino solicita verificação na documentação do condomínio, como pasta de pestação de contas, normalmente, marca-se dia e hora.
  • Não convém permitir que ele leve os papéis para sua casa, pois a responsabilidade pela guarda dos documentos é do síndico.
  • Vale ressaltar que o síndico não é obrigado a fornecer explicações para o condômino na ocasião, devendo fazê-las nos balancetes mensais, e em assembleia, principalmente na Ordinária, com a prestação de contas do ano anterior.

Os sete passos para uma melhor comunicação com os moradores

  1. Estipule regras
  2. Desde o início da gestão deixe claro como devem ser direcionadas as reclamações e sugestões
  3. Determine um prazo para as respostas. O ideal é demorar menos que uma semana para atender o morador que se manifestou.
  4. Não centralize. É possível pedir ajuda aos membros do Conselho e à Administradora: em caso de dúvidas, os moradores também podem recorrer a eles
  5. Atenda pessoalmente. Mesmo que só duas vezes por mês, é importante separar um tempo para atender pessoalmente os condôminos
  6. Comunique-se: O uso de informativos (online ou impresso) é valioso e poupa o síndico de ter que explicar a mesma coisa inúmeras vezes
  7. Interfone – só para assuntos urgentes. Deixe claro que telefone e interfone do síndico não são para primeiro contato, a não ser em urgências, como incêndios, acidentes ou roubos
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Inspiração: tons terrosos na decoração

Veja uma seleção de ambientes para se inspirar

Para quem quer trazer o clima rústico para dentro de casa, e não quer ousar tanto, uma dica é apostar nos tons terrosos na hora de decorar e deixar os ambientes com aquela carinha de aconchego o ano todo.

É possível apostar nos mais variados tons: desde areias até marrons variados, passando por cobre e ferrugem. Cada uma dela vai despertar uma sensação diferente e deixar a casa confortável.

Cada um pode incluir os tons terrosos na decoração da maneira que preferir: seja pintando paredes, ou até mesmo apostando em objetos que podem ser facilmente mesclados com outras tonalidades.

Veja abaixo uma seleção de ambientes e combinações feitas pelo ZAP em Casa em parceria com o Pinterest e inspire-se para usar tons terrosos na decoração.

 

 

tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
tons terrosos na decoração
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Veja 5 cálculos simples que você pode fazer antes de iniciar a reforma

Dicas ajudam a economizar na compra de materiais para a reforma de casa

cálculo de materiais

Calcular a quantidade certa de materiais é simples (Foto: Shutterstock)

Como saber calcular reforma e a quantidade de material que você vai precisar para sua obra? Normalmente o pedreiro passa uma lista. Além disso, existem diversas calculadoras online que podem te ajudar com quantidade de tinta, de piso, entre outros materiais.

Mas é sempre bom ter uma noção das quantidades para não errar, nem gastar comprando material a mais e nem atrasar a obra comprando menos.

Listamos alguns cálculos simples que ajudam a estimar a quantidade de material que você vai precisar comprar. A questão é saber ficar no controle.

tijolos

Use uma trena para fazer os cálculos da área (Foto: Shutterstock)

Cálculo da quantidade de tijolos

O segredo aqui é calcular a área (largura x altura) e saber que tipo de tijolo você quer usar.

Passo 1 – Cálculo da área: Use a trena para medir a largura e a altura da parede que você irá construir. Para uma parede retangular simples, é só multiplicar a altura pelo comprimento. Se houver portas e janelas, desconte a área que elas vão ocupar. Depois some cada uma das paredes para chegar à área total.

Passo 2 – Tipo de tijolo: Escolha o tipo de tijolo que você vai usar. Depois verifique nesta tabela de referência quantos tijolos são necessários para preencher 1 metro quadrado.

Bloco de concreto 9x19x39 cm / 14x19x39cm = 12,5 unidades por m²

Bloco cerâmico (tijolo baiano) em pé em parede com 10 cm de largura = 23 unidades por m²

Bloco cerâmico (tijolo baiano) deitado em parede com 20 cm de largura= 46 unidades por m²

Tijolo comum maciço em parede com 10 cm de largura = 92 unidades por m²

Tijolo comum maciço em parede com 20 cm de largura = 184 unidades por m²

Se o bloco escolhido for de outro tipo, cheque com o fornecedor quantos tijolos vão para cada m².

Passo 3 – O resultado: É só multiplicar a área de parede pela quantidade de tijolos. É recomendável comprar 10% a mais porque pode haver perdas durante a obra.

Sala com piso frio

Compre 10% a mais para os pisos porque pode haver perda de material (Foto: Shutterstock)

Cálculo de quantidade de revestimento

As peças são vendidas por m². Em geral, peças menores ficam melhores em ambientes pequenos e geram menos perda com recortes.

Faça o cálculo da área do piso, multiplicando o comprimento pela largura do cômodo. Aí você saberá quantos m² de piso precisa comprar. É recomendável, também, comprar 10% a mais porque pode haver perdas. Se você escolher colocar o piso na diagonal, a perda com recortes pode ser maior. Compre 20% a mais.

O cálculo é o mesmo para a parede. Só é preciso descontar as áreas de portas e janelas. O cálculo de rodapé é mais simples ainda porque ele é vendido por metro linear. É só medir os contornos da parede.

tinta

Um galão de 18 l dá para pintar 90 m² (Foto: Shutterstock)

Cálculo de quantidade de tinta

Considere que quanto maior a qualidade da tinta, menos demãos você vai usar. Nem sempre tinta mais barata significa economia.

Calcule a área da parede: Multiplique largura pela altura de cada parede e some todas. Se houver muitas portas e janelas, desconte a área que elas ocupam ao final. Se não forem muitas, não se preocupe com isso.

Para o teto, faça o mesmo cálculo de área, multiplicando comprimento e largura.

Em geral, cada litro de tinta do tipo standard pinta 5 m². Escolha se você irá comprar o galão de 3,6 litros ou a lata de 18 l. Considere também quantas demãos você precisará fazer. Então:

Um galão de 3,6 l dá para pintar 18 m². Se for fazer duas demãos, dá para 9 m².

Um galão de 18 l dá para pintar 90 m². Se for fazer duas demãos, dá para 45 m².

caixa d'água

A caixa d’água deve ser um reservatório suficiente para dois dias (Foto: Reprodução/Pinterest)

Cálculo do tamanho da caixa d´água

Em geral, cada pessoa consome 150 l de água por dia, se morar numa casa. Se morar em apartamento, esse número sobe para 200 l/pessoa.

A recomendação é de que a caixa d´água seja um reservatório suficiente para dois dias. O cálculo é simples: a quantidade de pessoas que usam a casa pela quantidade de litros que cada uma precisa (150 l) por dois dias: X pessoas x 150 l x 2 dias (por exemplo, numa casa com 4 pessoas a caixa d´água precisaria ter 1.200 l).

As caixas d´água têm dimensões padrão: 310 l, 500 l, 1000 l, 1500 l ou as maiores, com capacidade de 4.000 l. É possível escolher uma única, com volume próximo do que você precisa, ou combinar duas caixas d´água, que juntas deem o volume necessário. A vantagem de usar duas é que isso distribui mais o peso sobre a laje.

Só de curiosidade, em apartamentos, o consumo diário por pessoa é maior (200 l) em função da maior pressão da água, que acarreta também em maior consumo.

benjamim

Não faça isso. Prefira o uso de mais tomadas do que o benjamim (Foto: Shutterstock)

Quantidade de tomadas

Use a referência de quantidade, mas pense bem quais equipamentos você pretende usar em cada cômodo.

Há uma quantidade mínima de tomadas de uso geral (que ligam os equipamentos TV, liquidificador, entre outros) que devem ser instaladas de acordo com a área dos cômodos.

A recomendação técnica é de que seja instalada pelo menos uma tomada de 100VA em cada cômodo de até 6 m². Para cômodos maiores que isso, calcule uma tomada para cada 5 m de parede.

Em cozinhas, copas e áreas de serviço são usadas mais tomadas. Pelo menos uma tomada a cada 3,5 m. Acima da pia, instale pelo menos uma tomada. Lembre-se que máquinas de lavar, micro-ondas e outros equipamentos que geram calor precisam de uma tomada exclusiva.

Nos banheiros coloque pelo menos uma tomada e garanta que ela esteja, no mínimo, a 60 cm de distância do box.

Em subsolos, varandas, garagens e sótãos, utilize no mínimo uma tomada.

Pense na quantidade de aparelhos que pretende ligar e prefira fazer mais tomadas a usar extensões e benjamins.

Fonte: ZAP Imóveis

Segurança nas alturas

Tarefas realizadas na fachada do prédio devem seguir normas e garantir que os trabalhadores não corram riscos

Retocar a pintura, trocar as pastilhas deterioradas, lavar ou fazer a manutenção externa regular do prédio. Atividades como estas requerem que o profissional fique – literalmente – nas alturas.

Para isso, a empresa prestadora de serviço oferece treinamento de acordo com as normas regulamentadoras (NR) do Ministério do Trabalho, obedecendo às medidas de segurança. Saiba o que deve ser feito para que o condomínio não tenha dor de cabeça com imprevistos.

O primeiro passo é checar se a empresa contratada realmente está provendo treinamento para tornar o trabalhador apto à função. Este treinamento deve ter duração mínima de oito horas, de acordo com o estabelecido pela NR 35, a norma que regulamenta o trabalho em altura. Neste período é ensinada a operação dos equipamentos, ou seja, andaimes, rampas, passarelas e cordas, além do transporte de materiais e pessoas de cima para baixo. Alguns exames de aptidão e check-up também são realizados para a análise da saúde e riscos de mal-estar súbitos durante o trabalho.

Ao contratar uma empresa para a prestação de serviços como esses, “o condomínio deve ficar atento a todos esses pontos e escolher uma que seja certificada”, adverte Manuel Ortega Guerra, engenheiro de segurança do trabalho, da Preven Engenharia.

O processo de escolha – Ao eleger uma empresa para as obras e reparos externos, um condomínio deve realizar de dois a três orçamentos, que são apresentados aos condôminos para que seja escolhido, em assembleia, quem será o prestador do serviço.

Para que possam enviar estes orçamentos ao condomínio, as empresas normalmente vão ao local para saber quais os equipamentos necessários e como serão as condições de trabalho. De acordo com Jonatas Rodrigues, do atendimento da All Clean, empresa de limpeza e reparos externos, a cadeira e as cordas (individual do cinto e a externa) são padrão. Porém, o que pode variar é o preparo para instalação desses equipamentos no teto do prédio.

Ao assinar o contrato, um advogado deve estar presente e “analisar as cláusulas relativas ao cumprimento das normas, multas pelo descumprimento, rescisão e até indenização por eventuais prejuízos”, explica Leandro Khalil, advogado especializado em direito imobiliário, do escritório KK Advogados.

No contrato devem constar três programas obrigatórios: PPRA (Prevenção de Riscos Ambientais); PCMSO (Controle Médico de Saúde Ocupacional) e PCMAT (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção). Esta formalização garante a contratação diligente e efetiva, demonstrando pleno conhecimento técnico e legal acerca da realização das obras nas fachadas (pintura, limpeza e reparos).

Vistoria e punições – No início dos trabalhos, um responsável pela empresa contratada vai ao local e certifica-se de que os equipamentos foram montados de modo correto e que não há riscos para os trabalhadores.

A Superintendência Regional do Trabalho seria a responsável pela fiscalização dos equipamentos, porém, uma vez que é o contratante, o condomínio (na figura do síndico ou zelador) deve observar diariamente a execução do serviço e pode notificar a empresa ou até mesmo rescindir o contrato se forem apontadas irregularidades e inobservância das normas de segurança.

Em caso de acidentes, o condomínio pode responder solidariamente (é a responsabilidade solidária, prevista em lei, que determina responder igualmente perante à Justiça), juntamente com a empresa, e também ser passível de multas – previstas na NR 28, que responde pela fiscalização e responsabilidade.

Driblando os problemas

  • É preciso certificar-se de que a empresa contratada segue as normas técnicas, treina e oferece cursos periódicos aos funcionários
  • É necessário realizar a vistoria dos equipamentos e dos trabalhadores durante as obras. Se for preciso cheque se algum morador que tenha conhecimento efetivo sobre o assunto (um engenheiro, por exemplo) pode ajudar na vistoria
  • O contrato deve ter todas as cláusulas avaliadas por um advogado

Fonte: iCondominial

Com o início da temporada de calor, deve-se redobrar os cuidados com as piscinas em condomínios

Manutenção inadequada pode provocar doenças na pele e diversos tipos de infecções. Saiba como ter uma piscina limpa neste verão.  

Com a chegada do calor, as piscinas se tornam o lugar preferido de adultos e crianças. E com o aumento do fluxo de banhistas nessa época do ano, os cuidados precisam ser redobrados, pois com as altas temperaturas fungos, algas e bactérias podem se desenvolver com mais facilidade. Por isso, durante os meses mais quentes, a limpeza da piscina deve ser mais frequente – de três a quatro vezes por semana.

Veja algumas dicas para manter a piscina sempre limpa

» Em piscinas de uso coletivo o controle do cloro precisa ser rigoroso, geralmente dia sim, dia não, já que é ele que mantem a piscina transparente e evita a transmissão de doenças. Porém, fique atento, já que cloro em excesso pode irritar os olhos e danificar os cabelos.

» O processo de filtragem da água precisa ocorrer todos os dias. Os filtros mais comuns são os de areia. Apesar de serem muito eficientes, é preciso observar o correto tempo de filtração, a carga de areia adequada depositada no filtro e a validade do produto.

» Também é preciso ficar atento ao ph da água. A medição deve ocorrer pelo menos duas vezes por semana. Já a aspiração da piscina depende da demanda de utilização. Em alta temporada é recomendável efetuar o procedimento pelo menos uma ver por semana.

» A aplicação de alguns produtos químicos também se faz necessária durante esse período. O uso de algicidas e produtos para baixar a alcalinidade são os mais comuns.

Como se vê, manter uma piscina com água transparente e livre de doenças é bastante trabalhoso. Por isso, muitos condomínios contratam empresas especializadas. Já outros, com piscinas menores, preferem delegar essa função para seus funcionários.

Na prática, não existe nada que impeça que o próprio condomínio efetue esse procedimento, caso ele possua um profissional competente e com conhecimentos para executar esse serviço.

No entanto, a vigilância sanitária, na Resolução nº 0003/2001, estabelece que todo local que possua piscina de uso coletivo ou especial seja obrigado a possuir alvará de sanitário e profissional da área química como responsável técnico.

Por: Guilherme de Paula Pires

 

Checklist: o que comprar para cada cômodo na hora de mobiliar a casa

Saiba quais são os itens indispensáveis para você viver confortavelmente

Você está prestes a se mudar e precisa mobiliar a casa toda? Vá com calma! Por mais que os detalhes de decoração sejam os itens que mais saltam aos olhos, focar no que é essencial nesse momento é muito importante.

Leve em consideração o básico que você precisará para viver bem e deixe o supérfluo para depois. Você pode seguir a lista abaixo, separada por cômodos, para não esquecer nada e ter uma casa pronta para morar.

QUARTO


Uma cama e um guarda-roupa, isso já é o suficiente para mobiliar seu quarto (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Colchão e box (ou cama);
– Guarda-roupa e cômoda (caso seja necessária);
– Jogos de cama e travesseiros;
– Criado-mudo (senão, aonde você vai apoiar itens como celular, água, etc?);
-Espelho.

Supérfluos

– Luminárias especiais;
– Abajur;
– Cortinas;
-Quadros;
– Almofadas;
– TV.

BANHEIRO


Saiba o que você pode esperar para comprar para colocar no seu banheiro (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Armário;
-Espelho;
-Porta-toalhas;
– Porta-escovas de dente;
– Porta-shampoos;
– Porta-papel higiênico;
– Toalhas;

Supérfluo

– Nichos para colocar itens de decoração;
– Porta-sabonete.

SALA DE ESTAR


Um sofá, rack e tv! Com esses itens você já tem uma sala de estar (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Sofá;
– Estante ou rack;
– Televisão (se você for do tipo que prefere que ela fique na sala).

Supérfluo

– Almofadas;
– Poltrona;
– Painel para a tv;
– Mesa de centro;
– Tapete.

SALA DE JANTAR


É preciso pelo menos uma mesa com quatro cadeira na sala de jantar (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Mesa de jantar de pelo menos quatro cadeiras – tudo vai depender do tamanho da sua família.

Supérfluo

– Aparador.

LAVANDERIA


Alguns itens são essenciais na lavanderia (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Máquina de lavar;
– Tábua de passar;
– Armário para guardar produtos de limpeza;
–  Varal;
– Cesto de roupa suja;
– Vassoura;
– Rodo;
– Balde.

Supérfluo

– Secadora de roupas (tudo vai depender da sua preferência, mas você pode comprar depois ou comprar uma máquina que já faça os dois).

COZINHA


Alguns itens são essenciais na cozinha (Foto: Shutterstock)

Essencial

– Fogão;
– Geladeira;
– Micro-ondas;
– Armários;
– Jogo de panelas;
– Louças;
– Faqueiro;
– Liquidificador:
– Escorredor de pratos.

Supérfluo

– Forno elétrico;
– Depurador;
– Máquina de lavar louças;
– Batedeira;
– Processador;
– Sanduicheira;
– Mixer.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Como complementar sua decoração com espelhos

Complementar sua decoração com espelhos pode tornar o ambiente mais sofisticado e até aumentar a sensação de espaço. Confira algumas opções!

Se existe uma  unanimidade no mundo da decoração, com certeza é o espelho. Em ambientes amplos, pequenos, simples ou sofisticados, o uso de espelhos para decorar deixa qualquer ambiente mais elegante, além de combinar com todos os tipos de decoração. O espelho pode ser usado cobrindo uma parede por completa ou em pequenos quadros, como um mero detalhe no conjunto final da decoração.

Vamos listar alguns exemplos de espelhos disponíveis no mercado, assim você pode conhecer e decidir o que fica melhor no seu projeto.

Quadrado ou retangular

Geralmente usado em sala ou hall de entrada, esse tipo de espelho pode ser colocado acima de outro móvel (o ideal é que seja um aparador ou um buffet) e combinado com molduras em cores neutras ou coloridas.

O espelho pode acompanhar o cumprimento do móvel ou ser menor que ele.

Facetado ou lapidado

São os chamados espelhos sem molduras, porém com uma borda trabalhada com recortes, o que dá um ar mais moderno à peça. Nada mais é do que um espelho com moldura de… espelho!

Espelho de Bronze

O espelho de bronze é uma peça fora do tradicional e que empresta um ar de requinte indiscutível a qualquer ambiente. Geralmente combinado com madeira, esse tipo de espelho deixa o ambiente mais aconchegante. É ideal para usar em quarto de casal ou sala de leitura/biblioteca.

  • Espelho Veneziano

Rica em detalhes, esse tipo de peça possui um preço um pouco mais elevado por ser muito trabalhada em detalhes oriundos de uma técnica muito antiga desenvolvida em Veneza, na Itália, dai o nome do artefato. Trata-se de um objeto para ambiente de classe, porém se usada em uma área mais descolada pode criar um bom contraste.

Espelho Oval

Uma opção mais moderna e que deve ser usada com cuidado, pois pode delimitar o espaço e não produzir a sensação de ampliação do espaço. Use esse modelo em conjunto com portas e janelas também ovais, criando um conjunto harmônico.

Espelho Rústico

Praticamente uma obra de arte, esse tipo de espelho adequa-se em ambientes que utilizam a madeira rústica como decoração.
É importante ter muita atenção à escolha do restante dos objetos para não se tornar destoante do projeto de decoração final.

Espelho Decorativo

O espelho decorativo pode ser usado em vários tamanhos, recortes e cores. A definição quem vai dar é o estilo da sua decoração. É uma peça adesiva que não tem qualquer intenção de refletir uma imagem ou ampliar um espaço, ela apenas precisa decorar o ambiente em que foi inserido.

Agora que você já conhece várias possibilidades de decoração com espelho, é bom saber os efeitos que ele pode proporcionar no lugar onde for colocado. Cuidado com a posição onde colocar a peça, principalmente se for um espelho grande. Posicione de forma que o espelho não reflita uma imagem indesejada, como um banheiro.

Também evite espelhos em locais que podem tirar o foco de algo, como atrás de uma televisão ou no escritório. Usar espelhos na sala pode ser ou não uma vantagem, cuidado com o excesso e para não deixar o ambiente desconfortável. Um espelho bem usado, pode até mesmo cobrir a parede toda. Para isso evite o acumulo de objetos, pois eles serão refletidos no ambiente.

Optando por cobrir completamente uma parede de um espaço mais reduzido, o seu ambiente ficará aparentemente mais amplo e agradável e a sensação de quem estiver no local será totalmente modificada. Além de amplitude, o uso de espelho ajuda na iluminação do ambiente. Apenas tome um pouco de cuidado, pois como dissemos, queremos ampliar um espaço e não refletir o acúmulo de objetos e mostrar como o ambiente está desorganizado.


Espelhos podem ser forjados e recortados de várias maneiras, não tenha medo de mesclar e ousar na sua decoração. Se ainda está em dúvida sobre como utilizar uma decoração com espelhos que seja clean e sofisticada, tenha em mente o seguinte:

  • Espelhos quadrados combinam com decorações formais e organizadas;
  • Espelhos retangulares ficam perfeitos em locais pequenos, já que tendem a serem maiores. Esses são os melhores para ampliar espaços;
  • Espelhos redondos combinam com ambientes descontraídos ou delicados e também são ótimos para dar destaque a algo específico;
  • Espelhos com motivos gravados ou geométricos, em forma de triângulos, hexágonos ou octógonos, são ideais para criar quadros decorativos em composição abstrata e psicodélica;
  • Espelhos irregulares ficam ótimos em ambientes descontraídos e descolados, use em decoração de ambientes mais joviais e para criar movimentação no espaço;
  • Espelhos grandes trazem elegância e aumentam a sensação de espaço;
  • Espelhos medianos trazem sensação de conforto;
  • Espelhos pequenos ficam excelentes para completar um projeto de decoração mais discreto.

Apesar dos espelhos se tornarem aliados na decoração, tome cuidado ao escolher os outros itens que vão compor o espaço, afinal queremos belos móveis e itens para refletir!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Quais perguntas fazer à empresa de portaria remota?

Saber o que perguntar é fundamental na escolha da empresaSaber o que perguntar é fundamental na escolha da empresa

A portaria remota é um serviço que chegou pra ficar. É cada vez mais comum em cidades grandes e médias sua contratação que, se bem executada, alia economia à melhora no nível de segurança do empreendimento.

Para que se alcance esse objetivo, porém, é fundamental fazer a escolha acertada da empresa que irá prestar esse serviço.

“Optar pelo serviço de portaria remota é uma decisão muito séria e deve ser tomada com calma e muito cuidado”, alerta o especialista em segurança Hugo Tisaka, diretor executivo da NSA, empresa especializada em segurança.

Uma forma de fazer a contratação do serviço com tranquilidade é saber quais perguntas fazer para a empresa. Dessa forma, ao comparar os fornecedores e suas respostas, você terá ótimas pistas sobre qual deverá ser o parceiro escolhido.

“Quando se trata de portaria remota é muito importante que aquela comunidade esteja ciente que o preço não é o fundamental, e sim a qualidade do serviço prestado”, avalia Mauro Mandeltraub, diretor da empresa Mantra Monitoramento.

Além da questão do preço, moradores e condomínio devem se sentir seguros ao se decidirem por fazer a migração da portaria convencional para a remota.

Pensando em quais seriam essas perguntas, o SíndicoNet falou com diversos especialistas no assunto. Eles elencaram mais de 50 perguntas para você tirar suas dúvidas e poder contratar, com segurança, o parceiro ideal para o seu condomínio.

“É importante também visitar dois ou três condomínios com o sistema implantado, além de conhecer, na empresa, como funciona o atendimento”, alerta Odirley Rocha, diretor comercial da Kiper, empresa de portaria remota.

Sobre o funcionamento do sistema

Pré-implantação

  • Como será feito o cadastramento dos moradores?
  • A identificação dos moradores é feita por uso de tags, QRcode ou biometria?
  • Informações dos moradores são armazenadas no local?
  • O que acontece se o morador esquecer o seu controle ou tag?
  • Como os moradores serão avisados sobre a implantação do sistema? Há palestras?
  • Como é o cadastramento e acesso aos funcionários dos moradores? Com uma tag a doméstica da minha unidade pode entrar a qualquer dia e hora?
  • E quanto aos funcionários do condomínio?
  • Vamos despedir todos os funcionários de portaria de uma só vez?
  • Quais adaptações físicas o condomínio deverá fazer?
  • Quanto tempo demora, normalmente, para fazer a implantação do serviço?
  • Qual o custo estimado, por mês, do serviço?
  • O que será cobrado à parte?
  • Qual o papel da administradora durante a transição entre a portaria convencional para a remota?

“Nessa fase, os condôminos devem se sentir bem amparados pela empresa que irá prestar o serviço, ter segurança de que a mesma é capaz de resolver dúvidas e problemas que estão por vir”, assinalou Alexandre Paranhos, diretor da Pro Security.

Pós implantação

  • O sistema da empresa está integrado com o sistema do condomínio de alarme incêndio?
  • Como funcionam as atualizações da solução?
  • O sistema é atualizado de acordo com a legislação?
  • Como funciona se eu perder tag ou QRCode de madrugada?
  • Qual o tempo médio de espera para um convidado ter a sua entrada liberada?
  • O operador tem a imagem de cada morador quando o mesmo tenta entrar no condomínio?
  • Qual sistema de internet é usado pela empresa e por quê?
  • O que é melhor: redundância de internet ou um link dedicado para o condomínio e por que?

“No Brasil, o sinal de internet é muito instável. Sempre optamos é por um link dedicado, que consegue atender com muito mais qualidade o condomínio. Vale dizer também que se houver problema com a internet (mesmo que de dois fornecedores diferentes), o prazo para reparo costuma ser de um dia – enquanto que com um link dedicado, esse tempo de espera cai para duas horas”, argumenta Odirley.

Vale lembrar que há também a opção de envio de dados desse tipo via rádio, uma alternativa viável para algumas empresas de portaria remota.

  • A empresa oferece algum sistema de relatório de segurança do empreendimento?
  • As câmeras da empresa ficam responsáveis também pelo monitoramento das áreas comuns do condomínio?
  • Como são tratados idosos e portadores de necessidades especiais ao entrar e sair do condomínio?
  • O condomínio vai precisar de um gerador?
  • Em quanto tempo o condomínio deve recuperar seu investimento no serviço?
  • As atualizações do sistema são feitas de forma conjunta?
  • Quando houver alguma atualização, ela será feita com todo o sistema?

“Isso é um dos principais problemas hoje. Se o sistema não conversar ‘entre si’, fica difícil para o condomínio fazer com que os equipamentos tenham uma boa durabilidade. Por isso é fundamental contratar um parceiro que ofereça soluções de ponta-a-ponta”, explica Odirley.

Entrada e saída de outros, que não moradores

  • Quem atende os visitantes?
  • Como ficam os sistemas de entregas?
  • Quem recebe a correspondência?
  • Como é para funcionários dos moradores que não são domésticos, como um personal trainer, por exemplo?
  • Como funciona com os casos da imobiliária, se eu quiser colocar meu apartamento para alugar?

“Saber respeitar o regulamento interno de cada condomínio é uma necessidade que o fornecedor deve conseguir entregar. Não adianta oferecer uma ótima infraestrutura se o fornecedor não conseguir respeitar as regras de segurança do cliente. É importante que a portaria remota melhore as condições de segurança do local”, analisa Hugo Tisaka.

Também é importante que o prestador de serviço se adapte às regras do condomínio porque, muitas vezes, para alterá-las, são necessários dois terços dos moradores aprovando as mudanças em assembleia, o que, se sabe, pode ser uma tarefa bastante difícil.

Situações de emergência

  • Em caso de falta de energia, como funciona?
  • Como é o protocolo da empresa para situações como mais de doze horas sem energia no condomínio?
  • Como é o sistema de envio de dados?
  • O sistema funciona offline?
  • Se o portão quebrar de madrugada, qual é o protocolo da empresa?
  • Em quanto tempo a empresa deve mandar um funcionário para uma situação emergencial?
  • Como funciona se o morador perder tag, QRCode ou mesmo o celular?
  • Qual o protocolo para emergências médicas e incêndio, por exemplo?
  • Como funcionará o sistema de pânico para pedestres e pelos veículos?

“É importante fazer esse papel de ‘advogado do diabo’ e realmente tirar as dúvidas sobre esses momentos que geram tensão, principalmente o síndico. É para ele que os moradores irão reclamar quando algo der errado no sistema, principalmente se foi ele quem sugeriu a implantação”, argumenta o síndico profissional Nilton Savieto.

Além de tirar as dúvidas, esse tipo de dado deve constar no contrato com o fornecedor, evitando dores de cabeça futuras para o síndico.

Invasão ao condomínio

  • Caso alguém entrar logo atrás do meu carro?