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Notícias

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O que fazer quando funcionários se acidentam no condomínio?

Saiba quais medidas o condomínio deve tomar

 

Saiba quais medidas o condomínio deve tomar

Não é algo que seja comum de acontecer, mas quando um funcionário se acidenta no condomínio, o síndico deve saber o que fazer.

No dia seguinte ao acontecido, deve-se abrir uma CAT(Comunicado de Acidente de Trabalho).

Uma boa dica para diminuir os problemas com acidentes é evitar que o funcionário execute funções fora das permitidas pela convenção coletiva e também que trabalhe nas unidades condominiais.

Veja mais informações do especialista e advogado Rodrigo Karpat sobre o assunto:

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Vazamento de água no condomínio: veja novo vídeo sobre o tema

Vazamento de água no condomínio pode gerar inúmeras dores de cabeça para moradores e síndico. Veja mais sobre o tema no novo vídeo.

Vazamento de água no condomínio: veja novo vídeo sobre o tema

 

No novo vídeo da série “Síndico Curioso”, do canal Viva o Condomínio, Fernando Passos Gama, advogado especialista em direito condominial, fala sobre vazamentos de água em condomínios.

Neste vídeo, você vai conhecer mais sobre rede horizontal e vertical do condomínio, saber identificar possíveis culpados pelo vazamento e como proceder em casos concretos.

Assista ao vídeo:

 

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação: Viva o condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

5 dicas para uma mesa de páscoa mais charmosa

Páscoa está chegando! Para quem ainda está sem ideia de como arrumar a mesa, separamos 5 dicas de decoração fáceis e charmosas. Tome nota:

1. Ouse: em vez de flores pense em cenouras, brotos de alface, até feno… Tudo que combinar com coelhinhos;

2. Surpreenda: pense em ter um chocolatinho surpresa para cada pessoa que estiver no seu evento de Páscoa. Cones são ótimos para arrumar com ovinhos de chocolates dentro para cada convidado;

3. Pense em cores alegres e unissex:  verde, amarelo, laranja e branco são cores que combinam com a época da Páscoa.

4. Recicle: Aproveite coelhos das crianças, malinhas e até ovo de galinha para usar na decoração.  Fica super charmoso!

5. Vá além dos ovos tradicionais: brigadeiros, docinhos, pipoca de chocolate, tudo pode combinar com a sua mesa de Páscoa.

Abaixo, algumas fotos para inspirar:

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Fotos: Bossinha

Fonte: Constance Zahn

Veja como economizar nas contas de energia com o fim do horário de verão

Tecnologias de controle de gastos ajudam a economizar energia elétrica em períodos de gasto excessivo

O horário de verão foi adotado no Brasil em 1931 e desde então vem carregando uma legião de críticos e adoradores. As reclamações são muitas: causa cansaço, faz com que as pessoas se atrasem mais e durmam consideravelmente menos.

As desaprovações, no entanto, nunca foram fortes o bastante para fazer com que a medida deixasse de ser adotada pelo País e não se desenvolvesse como a principal ferramenta para se economizar energia elétrica em dias quentes.

Porém, para a alegria de seus críticos, o horário de verão não será adotado no ano de 2019. A decisão foi tomada pelo presidente Jair Bolsonaro, que, por meio de seu porta-voz, deixou claro que, por enquanto, a medida é válida apenas para este ano e servirá como um teste para decisões futuras.

Horário de verão

O fim do horário de verão deixou muitas pessoas preocupadas com a conta de luz (Foto: Shutterstock)

 

Muitos defensores do horário de verão se mostraram insatisfeitos com o fim da prática e apresentaram diversas justificativas para lamentar a decisão. Uma das mais ressaltadas é o da quantidade de eletricidade gasta, algo que aumentará consideravelmente, fazendo com que as contas de energia cheguem ainda mais caras.

Esse problema, entretanto, pode ser resolvido de forma simples e barata nos dias de hoje. Com a chegada de tecnologias residenciais de gestão de gastos, ficou muito mais fácil economizar eletricidade, sobretudo em meses de uso excessivo, como ocorrerá no verão deste ano.

Diante disso, separamos algumas dicas e inovações do mercado de tecnologias voltadas ao controle de gastos que podem ser de grande utilidade para você que está preocupado tanto com o valor das contas que irão chegar no próximo verão, quanto com o meio ambiente. Confira!

Formas de economizar

Horário de verão

Muitas tecnologias residenciais podem auxiliar na economia de energia (Foto: Shutterstock)

 

Quase sempre, as inovações tecnológicas adotadas nos prédios residenciais estão escondidas atrás das paredes, no fosso do elevador, bem longe do que é visto e apreciado pelos moradores.

Nos empreendimentos novos, as construtoras planejam, desde o início da obra, estratégias que podem ajudar os futuros proprietários dos apartamentos a economizar com as contas de água, luz e gás.

No pacote de novidades, são entregues sistema de aquecimento solar e reutilização de água, redutores de pressão, elevadores que consomem menos energia e medidores individuais e eletrônicos, que ajudam cada condômino a saber quanto consumiu naquele mês.

A preocupação em instalar novos equipamentos para reduzir o custo do condomínio tem ajudado as construtoras a conquistar os clientes mais rapidamente.

Horário de verão

Cada vez mais construtoras estão incorporando essas tecnologias em seus projetos (Foto: Shutterstock)

 

“A preocupação também é com o desempenho. Essa constatação de economia vai acontecer no futuro, quando o condomínio ficar mais barato. Para o usuário é um impacto direto no bolso. Essa economia também será benéfica para quem está interessado em alugar o apartamento que comprar. Depois do valor do aluguel, o que o inquilino quer saber é quanto ele vai gastar com o condomínio”, afirma Giorgio Vanossi, diretor técnico da Setin Empreendimentos Imobiliários.

A utilização de tecnologias mais avançadas também deixou de ser artigo exclusivo dos prédios de luxo, situados em bairros de alto padrão de São Paulo. Atentas às exigências do mercado, as incorporadoras já catalisam as novidades para aumentar a velocidade de vendas dos lançamentos.

“Existem coisas que fazemos há seis anos, mas só começamos a divulgar agora, porque o consumidor passou a dar importância para isso”, comenta Silvio Chaimovitzi, diretor técnico da Klabin Segall.

Inovações que ajudam a gastar menos

Aquecimento solar

Horário de verão

O uso da luz solar pode ser revertido também para o aquecimento de água (Foto: Shutterstock)

 

A implementação de sistemas de aquecimento de água que utilizam a luz solar contribui para diminuir o consumo de energia elétrica, um dos fatores que mais pesam no valor do condomínio.

Medidores individuais

Horário de verão

Além de econômicos, os medidores individuais ajudam a saber o quanto foi gasto (Foto: Shutterstock)

 

A instalação de ‘relógios’ de energia e água por apartamento, além de ser um método mais justo de divisão do gasto, contribui para reduzir o consumo, pois o morador toma cuidados para evitar o desperdício. As construtoraspodem planejar esse sistema na construção, o que barateia a implementação.

Busway

Luz elétrica é levada aos apartamentos por uma barra de cobre, que evita perda de energia.

Elevador inteligente

Horário de verão

Elevadores inteligentes evitam desperdício de energia (Foto: Shutterstock)

 

Já existem sistemas que impedem que todos os botões dos elevadores sejam apertados por crianças e parem sem necessidade nos andares. Os motores mais modernos também consomem menos energia durante as viagens.

Sensor de movimento

Horário de verão

Sensores de movimento são uma alternativa barata ao uso de interruptores (Foto: Shutterstock)

 

A instalação de sistemas que acendem automaticamente as luzes contribui para diminuir o consumo de energia elétrica. As lâmpadas se apagam depois que o morador sai do local e não ficam acesas durante muito tempo.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

A importância da manutenção das portas corta fogo

Administrar um condomínio é tarefa árdua, e para garantir a segurança de todos, além das boas práticas é necessário também cuidar das manutenções. Quando o assunto é segurança contra incêndios, não são poucos os “itens” aos quais os síndicos/administradoras devem estar atentos.

Dentre os principais equipamentos de segurança em condomínios, estão as Portas Corta Fogo, também chamadas de “Portas de Emergência”, item regulamentado e obrigatório.

manutenção das portas corta fogo

Conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT é a NBR 11.742 que “fixa as condições exigíveis de construção, instalação e funcionamento de porta corta fogo do tipo de abrir com eixo vertical, para saída de emergência”.

Estas portas são indispensáveis para o AVCB – Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros! Este Auto é obtido após aprovação do projeto de Prevenção e Proteção Contra Incêndio – PPCI e vistoria realizada pelo Corpo de Bombeiros correspondente a localização do condomínio.

A simples colocação das Portas Corta Fogo não garante a segurança no caso de incêndio, por isso as manutenções preventivas são tão importantes.

É preciso ter consciência que os equipamentos de segurança são investimentos, pois além de ajudar a salvar vidas, evitam diversos prejuízos patrimoniais.

Logo, as Portas Corta Fogo devem sempre ser de boa qualidade e altamente resistentes!

Também é fundamental que a empresa contratada para “cuidar” das Portas Corta Fogo do seu condomínio seja especializada em segurança contra incêndio. E, ter os serviços certificados pela NBR 11.742, já que a manutenção é imprescindível para que elas cumpram sua efetiva função.

Com a manutenção em dia, estas portas são capazes de conter as chamas, o calor e a fumaça proveniente do fogo, evitando propagação rápida para outros andares.

Veja que, caso a porta fique habitualmente aberta, poderá danificar o sistema de fechamento e, na ocorrência de um incêndio, não vedará de forma eficaz.

E, se as Portas Corta Fogo tiverem outros acessórios, tais como barras antipânico, molas hidráulicas, dentre outros, estes também precisam de manutenção para que todo o sistema funcione em conjunto.

Fique atento, pois é importante que os serviços de substituições de peças sejam executados pelo fabricante ou por empresas autorizadas garantindo qualidade e eficiência! 

Síndicos/administradoras que negligenciam as normas de segurança contra incêndio podem responder civil e criminalmente.

Por isso em condomínios antigos, nos quais não haja possibilidade de instalar as Portas Corta Fogo é fundamental o síndico/administradora buscar o Corpo de Bombeiros local para que juntos encontrem medidas alternativas de segurança, porém são casos de exceção!

A segurança do seu condomínio deve ser prioridade, não corra riscos e faça sempre a manutenção das Portas Corta Fogo.

Ainda, é importante colocar placas de sinalização pelo condomínio para orientar condôminos, funcionários e visitantes.

Ademais, manter a segurança do condomínio em dia é crucial para receber o seguro em caso de incêndio!

Como se vê, a manutenção das Portas Corta Fogo é extremamente necessária para a segurança do seu condomínio, sendo recomendável manutenção por equipe especializada a cada 6 meses.

Escrito por

SIMONE GONÇALVES
Advogada OAB/RS 74.437
Email:contato@simonegoncalves.com.br
www.simonegoncalves.com.br

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Fonte: https://vivaocondominio.com.br

“Sim”, “não”, “pode”, “não pode”…

Quem define é a Convenção e o Regimento Interno do condomínio

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Por Inaldo Dantas*

Como em toda sociedade organizada, o condomínio também é obrigado a se submeter à regras. Cabe à Convenção e ao Regimento Interno, devidamente aprovados, o regramento do que pode, não pode; do sim e do não.

Para começo do entendimento, não posso deixar de trazer a fundamentação quanto ao que diz a lei (Código Civil) sobre a Convenção do condomínio:

Art. 1.333. A convenção que constitui o condomínio edilício deve ser subscrita pelos titulares de, no mínimo, dois terços das frações ideais e torna-se, desde logo, obrigatória para os titulares de direito sobre as unidades, ou para quantos sobre elas tenham posse ou detenção.

Pois bem, a constituição do condomínio começa pela existência da Convenção, da qual exige-se, no mínimo, a subscrição (a assinatura) de 2/3 dos condôminos.

Aqui um detalhe: em muitas delas vamos encontrar apenas uma única assinatura, no caso, a do incorporador/construtor. E isso vale? Sim, na grande maioria dos casos, tal assinatura corresponde à totalidade dos condôminos, se não tiver havido venda de alguma unidade, óbvio.

Definida, com base na lei, o que é a Convenção de um condomínio, passo a tratar da sua competência. Está na mesma lei (Código Civil):

Art. 1.334. Além das cláusulas referidas no art. 1.332 e das que os interessados houverem por bem estipular, a convenção determinará:

I – a quota proporcional e o modo de pagamento das contribuições dos condôminos para atender às despesas ordinárias e extraordinárias do condomínio;

II – sua forma de administração;

III – a competência das assembleias, forma de sua convocação e quórum exigido para as deliberações;

IV – as sanções a que estão sujeitos os condôminos, ou possuidores;

V – o regimento interno.

Neste ponto, já temos alguns “sim”, “não” e outros “pode, não pode”. Vejamos:

O “sim” e o “depende”

Por Exemplo: cobrança da taxa de condomínio pela fração ideal.

Ponto ainda bastante polêmico (competindo de igual para igual com a locação por temporada/Airbnb), a questão da cobrança pela fração ideal, pode SIM, ser definida pela Convenção, já que a própria lei prevê que a cota é proporcional ou outra que porventura os condôminos assim acharem conveniente (respeitando o princípio da razoabilidade, claro!), como bem define outro dispositivo do Código Civil (Art. 1.336,I):

São deveres do condômino:

I – contribuir para as despesas do condomínio na proporção das suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção;

Portanto, o “Sim” e o “Depende” se encontram neste tema.

O Não

Aqui a lei está recheada de limites.Impressionante a quantidade de proibições encontradas:

Art. 1.336. São deveres do condômino:

II – não realizar obras que comprometam a segurança da edificação;

III – não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas;

IV – dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

E não para por aí: o próprio condomínio pode, se auto regulamentando, ou ainda, criando seus próprios limites. Isso é possível, em assembleia, com o mesmo quórum exigido para a Convenção, criar novos “não” ou limites de direito quando se tratar do uso das coisas comuns, respeitando, mais uma vez e sempre, o limite da razoabilidade.

O que se pode proibir (exemplos):

uso de determinados espaços em determinados horários (salões de festas, academias, kids clubes, piscinas, saunas, etc.) pelos moradores ou por visitantes e/ou hóspedes.

O que não se recomenda proibir (exemplo):

uso dos espaços por inadimplentes, parentes, agregados (empregados domésticos, por exemplo) ou outro tipo de limitação discriminatória à luz da Lei.

O “pode”

Aqui fica fácil, a princípio, tudo que não é proibido ou tem seu uso limitado, é permitido. Basta apenas consultar a regra (leis, convenção, regimento) quando houver dúvida. Uma assessoria jurídica, nesse caso, costuma evitar problemas futuros.

O “não pode”

Irmão gêmeo do “não”, o “não pode” encontra problemas quando a lei é omissa ou o problema não é perfeitamente enquadrado nela.

“Não poder” não quer dizer ser proibido. Ele pode sofrer uma limitação momentânea, como por exemplo, o horário reservado para a manutenção da piscina ou o horário limite para a produção de ruídos, etc.

E o síndico, como se comportar na hora de permitir ou não?

Uma das grandes virtudes de um gestor é saber aplicar a regra no momento certo, respeitando o direito de quem quer usufruir e assegurando o cumprimento da lei quando este também insiste em descumprir.

Longe de poder criar o “sim” e o “não”, isso é competência da lei e das regras (Convenção e Regimento). O síndico não pode permitir ou deixar de permitir o que quer que seja sem que isso esteja definido, exceção aos caso omissos, onde se deve tratar de forma colegiada (nas assembleias, por exemplo), salvo os casos de extrema necessidade e/ou urgência, quando o princípio da razoabilidade, mais do que nunca, é o caminho a seguir.

Uma dica:

Para que se evite possíveis despesas com indenizações, uma ferramenta que o síndico não pode deixar de ter éuma boa e experiente assessoria jurídica que aja na prevenção, já que, após o fato consumado, a defesa torna-se mais difícil.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Já ouviu falar de Tape Art? Conheça essa técnica de decoração incrível

Se você ainda não conhece a técnica de tape art, confira e aprenda novas formas de trabalhar na decoração da sua casa ou apartamento sem gastar muito!

O tape art é uma forma de decoração que utiliza fitas autocolantes para criar desenhos e formas criativas, deixando o ambiente super estiloso e cheio de personalidade. As fitas utilizadas podem ser coloridas ou não, de espessuras variadas e até mesmo estampadas e esse tipo de decoração combina com salas, quartos e até para dar aquele charme na área externa.

Os mais comuns são as formas geométricas tradicionais em desenhos abstratos, porém, é possível ver composições mais elaboradas com traços retos que dão forma a paisagens, desenhos arquitetônicos e até mesmo animais.

Na internet é possível encontrar os mais variados tipos de decoração nesse estilo e se inspirar para fazer agora mesmo em casa. Além de bonito, o material é basicamente fita colante, fácil de achar e num precinho bacana para decorar!

Separamos algumas sugestões e dicas para você brincar com a parede de casa criando um novo estilo todo especial! Confira.

Onde encontrar referências para minha tape art?

A primeira dica é escolher um espaço que dê margem para construir a arte de um jeito harmônico e bonito. Definido esse local, escolha algumas opções de desenho para ele e tenha um plano B caso a ideia inicial não dê certo de primeira.

Um site cheio de ideais ótimas para tentar reproduzir no seu lar é o Pinterest. Ele tem um grande acervo de referências que combina com todos os tipos de ambientes ou até mesmo servem para te inspirar a criar sua própria arte.

Molduras de fita autocolante

Se você não deseja ousar muito, pode começar criando apenas algumas molduras em fita colorida ao redor dos pôsteres, quadros e fotos favoritos que deseja expor na casa. Vale aquele contorno tradicional retangular ou até mesmo um design mais arrojado através de uma segunda camada de fita.


Painel completo de tape art

Já se a ideia é soltar a imaginação e fazer da parede um grande painel artístico, se jogue usando toda a extensão da mesma como se fosse uma tela em branco e abuse das linhas infinitas, ligando umas às outras nas margens para dar a sensação de continuidade.

Não é necessário se apegar a linhas retas, mude o sentido para dar profundidade e movimento, use e abuse das cores para um maior contraste na decoração.


Animais e origamis para decorar

Pássaros, alces, ursos, elefantes, lobos… essas são algumas das referências que encontramos de bichos feitos em tape art. Para os apaixonados por animais, não faltam sugestões e há sempre possibilidade de inventar novas alternativas que combinem com seu gosto e personalidade.


Paisagens e formas arquitetônicas

Que tal referência a algum ponto turístico da cidade onde você mora? O contorno daquele arranha-céu clássico da capital pode ficar incrível na sala ou até mesmo naquele corredor de entrada do apartamento.

Vale também se inspirar em algum monumento ou construção do mundo da fantasia para criar o seu espaço, como o castelo de Hogwarts, por exemplo.

Se você gostou das dicas e tem algum amigo ou amiga que ama novidades de decoração, compartilhe essas e outras ideias para ele se inspirar com você!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Lei do Silêncio: nem sempre a noite é o problema

O barulho em exagero, em qualquer horário/dia, pode trazer consequências e sanções

Lei do Silêncio

Por Maicon Guedes*

Debate presente em quase todos os condomínios, a Lei do Silêncio é invocada constantemente entre vizinhos que se queixam desde barulhos de salto alto até festas de arromba pela madrugada.

Mas que Lei é essa? Não existe propriamente uma Lei editada pelo legislativo, denominada “Silêncio”. Na verdade, há inúmeras regras sobre o tema que configuram desde infrações no Regimento Interno do Condomínio até atos considerados Crimes ou Contravenções Penais em Leis Federais.

A começar pelo conceito de silêncio, que de forma plena é praticamente impossível de se alcançar.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), até 20 decibéis temos um índice de barulho imperceptível para a maioria das pessoas; até 50 decibéis, um nível saudável de ruído, como em uma conversa dentro do escritório com poucas pessoas ou numa rua sem tráfego.

De 55 decibéis até 65, diminuímos o poder de concentração, prejudicamos a produtividade no trabalho intelectual, e o descanso passa a ser menos intenso (um local normal de trabalho, uma rua com trânsito normal, uma sala com televisão em médio volume).

De 65 a 70 decibéis, o organismo em contato por médio a longo período passa a ter mudanças químicas para compensar o ruído, influenciando a longo prazo até mesmo em surgimento de alterações no estado de saúde (um restaurante cheio, uma rua movimentada, cinema, secador de cabelo).

Acima de 70, com exposições contínuas, o organismo fica sujeito a estresse degenerativo além de abalar a saúde mental.

Nos condomínios temos duas categorias de problemas com barulho que se sobressaem: o contínuo, como uma festa em salão ou na própria unidade; e os esporádicos ou breves (mas repetidos em vários dias), como caminhar com salto, arrastar móveis, usar aparelhos como furadeiras, aspiradores de pó, etc.

Os casos contínuos tendem a gerar conflitos diretos, ainda mais se a festividade envolve bebidas alcoólicas. No entanto, a verificação é mais simples e deve ser feita pelo vigilante, zelador ou síndico/subsíndico. Um pedido singelo para baixar o volume do som feito diretamente pelos vizinhos ao festeiro também é válido.

Ter uma terceira pessoa intermediando e/ou testemunhando a situação evita mágoas futuras e contribui para fazer prova do alegado.

Importante que esse terceiro não pessoalize a reclamação. Se o barulho é flagrante, não é necessário informar que o vizinho do apartamento “X” está pedindo para baixar o som. A obrigação de se manter o respeito e o bom senso se dá ainda que nenhum vizinho reclame expressamente.

É saudável avisar o “barulhento” antes de aplicar maior sanção. Por vezes, embalado pela alegria e empolgação, os níveis de som não são percebidos instantaneamente. Mas caso avisado e continuando com a perturbação, a multa regimental deve ser aplicada.

No caso de manutenção do barulho, nova multa pode ser aplicada e mesmo as autoridades policiais podem ser acionadas, tendo em vista que a produção de ruídos danosos à saúde é considerada crime ambiental (art. 54 da Lei 9.605/98), com pena de 1 a 4 anos de prisão.

Caso o ruído não tome a proporção de dano à saúde, mas interfira no sossego alheio (essa medida de acordo com localidade, horário normal para repouso e até mesmo dia da semana), podemos ter a configuração da Contravenção Penal de Perturbação do Sossego (art. 42 da Lei de Contravenções Penais) que prevê pena de até 3 meses de prisão ou multa.

Importante destacar: não existe no caso dos crimes acima, um horário determinado, como 22h que é em regra invocado como “a hora da Lei do Silêncio”.

A legislação para questões administrativas fixa até três faixas (das 7h às 19h, das 19h às 22h e das 22h às 7h, por exemplo, e por vezes, ainda há maiores limitações nos finais de semana).

O barulho/ruído em exagero, em qualquer horário/dia, pode trazer consequências e sanções. Em todos os casos, existem exceções como alarmes (sem prolongamento desnecessário), cultos ou sinos religiosos autorizados, eventos populares autorizados, manifestações pacíficas diurnas, etc.

Vários fatores influem sobre esse limite. O barulho aceitável em um resort de veraneio às 0h de um sábado é deveras elevado, enquanto que o barulho na frente de um hospital, mesmo que durante o dia, deve ser mínimo (até mesmo a proibição de buzinas ou carreatas com som em frente a esse local é proibida por lei).

No caso dos ruídos breves ou esporádicos, mas repetitivos ao longo dos dias, nada como a conversa franca e aberta entre vizinhos. A priori, sem envolver terceiros, para diminuir a exposição de um vizinho que por vezes desconhece os efeitos de seus sons na unidade ao lado ou abaixo.

A abordagem, sempre que possível, deve ser feita diretamente, sem interfones/telefonemas/e-mails. Isso porque, a “pessoalização” do pedido, iniciada com uma apresentação (caso vizinhos não se conheçam), tende a tocar mais e ser mais bem recebida.

Se o vizinho ignorar ou mesmo aumentar ruídos em retaliação, é hora de envolver o síndico para uma reunião ou até encaminhamento de sanções.

A maioria dos municípios possui legislação sobre níveis de decibéis aceitos por região/horário, havendo maior permissividade em zonas industriais e menor em áreas residenciais ou próximas a hospitais, escolas, etc.

Em Curitiba, por exemplo, a Lei 10625/2002 regulamenta o tema e prevê multas de quase R$ 20 mil reais dependendo da gravidade/reincidência do caso.

Uma forma de objetivar a fiscalização é adquirindo um decibelímetro. Existem bons aparelhos, aferidos pelo Inmetro, a partir de R$ 400 reais no mercado.

Dessa forma, a discussão sobre o barulho estar ou não alto se encerra com uma medição de segundos, objetivando o debate e não restando afetado por juízos de maior ou menor sensibilidade ao som.

(*) Maicon Guedes é advogado e sócio da Guedes & Quadros Advogados; mestre/professor de Direito; MBA em Gestão Estratégica Síndico Profissional e sócio da Providência Síndicos Profissionais.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

9 erros que as pessoas cometem quando vão reformar a casa e como evitá-los

Na hora de reformar a casa, é comum o morador ter algumas dúvidas sobre o que fazer, por qual cômodo começar e quais técnicas usar nas obras dos cômodos. O problema, no entanto, é quando a pessoa fica cercada de informações erradas sobre arquitetura e decoração – e isso passa a comprometer o planejamento e o estilo decorativo da casa.

casal reformando a casa

Vai reformar a casa? Confira alguns erros que as pessoas cometem nos cômodos das casas e saiba o que fazer

Para ajudar a esclarecer essas questões, a arquiteta Cyntia Sabat, especialista em projetos de interiores, lista alguns mitos que circulam pela internet – e que são erros cometidos por muitas pessoas. De acordo com a profissional, ao reformar a casa , o importante é manter uma harmonia entre todos os componentes do espaço e tomar cuidado para não cair em mitos.

1. Deixar de misturar estampas e texturas 

Para começar, é importante saber que a decoração feita com uma única estampa não significa, necessariamente, que o ambiente ficará harmônico. Na reforma, o décor deve ser pensando em um mix de cores, desenhos, texturas e materiais que irão trazer personalidade e elegância ao cômodo.

Diante disso, a especialista aponta que não há problema em misturar estilos e itens diferentes. O importante é que as escolhas conversem entre si e não criem uma confusão e poluição visual. Diferentes composições de quadros e almofadas são super bem-vindas, por exemplo.

2. Acreditar que piso de madeira não pode ser usado na cozinha e no banheiro

Acredita-se que em áreas molhadas, como é o caso do banheiro e da cozinha, a madeira deve ser evitada por conta dos riscos de apodrecer e estragar com facilidade. Por outro lado, quem quiser reproduzir o efeito do material, pode optar durante as obras por outras opções que o imitam e são ainda melhores para esses locais, como os pisos vinílicos, cerâmicas e porcelanatos.

3. Achar que misturar prateado com dourado é errado

A combinação de tons metalizados está em alta – e agrega requinte aos cômodos ao reformar a casa, afirma Cyntia. O ponto de atenção deve ser para que uma das cores seja o destaque e, a outra, o complemento. Algumas opções de revestimento de pastilha que misturam o dourado com o prateado podem ser usadas. A dica também vale para os tons cobre, rose e gold.

4.  Pensar que cores escuras diminuem o ambiente

Ao contrário do que muita gente acha, as cores escuras nem sempre irão fazer os locais parecerem menores do que eles realmente são. É importante saber que o que influencia nesse aspecto é o equilíbrio da quantidade que será aplicada e a estrutura que irá recebê-la – e não a cor.

Para trazer sensação de amplitude, vale pensar em uma boa iluminação na hora da reforma . A falta de luz é o que faz os ambientes aparentarem ser menos amplos. Se puder, invista em uma janela grande para que o local receba ainda mais luz natural.

5. Usar luz fria somente na cozinha

A luz fria, que melhora a iluminação, pode ser usada não somente na cozinha como também em banheiros, salas de estudo e ambientes comerciais e corporativos. Por outro lado, a quente e/ou morna apresenta uma temperatura de cor mais amarelada e que induz ao relaxamento. Por conta disso, é ideal para dormitórios e áreas sociais, como salas e varandas.

6. Deixar de usar papel de parede por achar que mofa

Ao reformar a casa, é fundamental avaliar a composição e o lugar em que o papel de parede será instalado. A arquiteta ressalta que a parede que irá receber o revestimento deve estar livre de umidade, pintada e, preferencialmente, com uma demão de seladora.

A profissional ainda explica que algumas opções de papéis disponíveis no mercado, como os vinílicos, são mais resistentes e podem ser instalados em cozinhas e lavabos, que são locais mais úmidos. A especialista garante que o tradicional não irá mofar sem um ponto de umidade como infiltração ou próximo de áreas úmidas.

7. Acreditar que plantas dentro de casa não sobrevivem

Enquanto algumas plantas necessitam de grande incidência solar, outras espécies podem ser usadas em ambientes internos, onde há pouca presença de sol. Ráfias, suculentas, samambaias e orquídeas sobrevivem bem e mostram que é possível montar uma decoração com plantas dentro de casa.

8.  Não usar lâmpada de led

Esse é mais um mito sobre reforma e obras que circula pela internet. A lâmpada de led, além de não esquentar e ser dez vezes mais durável que a incandescente, é mais econômica. Outro ponto positivo é que ela está se tornando mais acessível ao consumidor por conta da oferta e procura, além de novas marcas que estão surgindo no setor.

9. Só adotar pisos escuros

Os pisos de cores mais escuras – como é o caso do preto – sujam tanto quanto os claros. A única diferença é que as manchas ficam menos aparentes. Aspectos como acabamento polido, bordas retificadas e pouco rejunte ajudam a sujeira não ficar impregnada no piso, fator que facilita a manutenção – principalmente de quem está pensando em reformar a casa .

Fonte: Delas – iG @ https://delas.ig.com.br/casa/2019-04-03/9-erros-que-as-pessoas-cometem-quando-vao-reformar-a-casa-e-como-evita-los.html

Seguro condomínio: um dos pilares da sua gestão

Seguro condomínio é uma obrigação legal e deve ser cumprida pelo síndico. Se possível, viabilize a contratação da cobertura ampla.

Seguro condomínio: um dos pilares da sua gestão

 

Obrigatório por lei, conforme indica o artigo 1.346 do Código Civil, onde se lê que “é obrigatório o seguro de toda edificação contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial”, tanto para condomínios residenciais, comercias ou mistos, ter o seguro condomínio em dia antes de tudo é valorizar a vida e proteger o patrimônio coletivo e individual.

Veja mais: Seguro condomínio é coisa séria: veja algumas dicas

Temporal derruba muro em Curitiba

Nesse domingo, 07 de abril, um forte temporal atingiu a cidade de Curitiba, derrubando o muro de um conjunto habitacional sobre 11 veículos (dez carros e uma moto) estacionados na garagem do condomínio. O muro tinha cerca de dois metros de altura e caiu para dentro da moradia.

De acordo com a Comissão de Segurança de Edificações e Imóveis (Cosedi), chamada para uma vistoria técnica, a causa do desabamento foi uma infiltração no solo, o que causou uma sobrecarga na estrutura.

Segundo a síndica do residencial, Marilene Casemiro da Silva, o condomínio possui seguro. Porém, uma avaliação será feita pela empresa seguradora para saber se os donos dos veículos serão ressarcidos.

Responsabilidade do síndico

 

Por ser obrigação do síndico, na ausência de contratação do seguro condomínio, ele poderá ser responsabilizado por qualquer problema que ocorra no interior da moradia. Inclusive, podendo ter que assumir perdas e danos, bem como o ressarcimento dos moradores por algum sinistro.

O seguro condomínio é considerado uma despesa ordinária do condomínio. Portanto, não precisa ser aprovada em assembleia. Nesta reunião será decidido somente a empresa escolhida e o tipo de cobertura.

Palavra da especialista Simone Gonçalves. Saiba como funcionam as coberturas de seguro de condomínios

Duas modalidades de seguro

 

O seguro condomínio possui dois tipos de apólices: uma cobertura básica (essa obrigatória), na qual o condomínio fica assegurado em casos de perdas e danos materiais causados por incêndio, queda de raio e explosão de qualquer natureza.

E a cobertura ampla, em que além de estar assegurado na forma básica, o condomínio fica protegido no que se refere a danos elétricos, desmoronamento, acidente de veículos, vendaval, granizos, roubos de bens do condomínio e outros itens opcionais.

Seguro de responsabilidade civil

 

Tão importante quanto o seguro de cobertura básica ou ampla, é o seguro de responsabilidade civil. Já é bastante comum a contratação desse tipo de seguro nos condomínios. Nessa forma de seguridade a empresa indeniza danos a terceiros em função da existência e do funcionamento do condomínio.

Existem três principais formas de seguro sobre responsabilidade civil. A primeira se refere a danos materiais ou corporais causados por acidentes em áreas comuns.

Já o seguro de responsabilidade civil do síndico protege o condomínio contra a má administração do gestor, negligência não intencional e punições judiciais.

Por fim, na última esfera há ainda a responsabilidade civil sobre a guarda de veículos. Nesse tipo de apólice o condomínio é indenizado em caso de roubo ou furto e até mesmo colisões ocorridas dentro do condomínio.

Agora que você já sabe que o seguro condomínio é obrigatório, e existem diversas modalidades de contratação, procure uma empresa séria e responsável, contratando aquelas que prestam assistência 24 horas.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Veja como adicionar mais cor em sua cozinha

Cozinhas podem ser ambientadas com móveis de vários materiais, cores e acabamentos diferentes. O mais importante é que eles sejam fortes e resistentes

Cozinha colorida

Cozinha colorida (Viva Decora/Reprodução)

A cozinha de residência precisa, acima de tudo, ser funcional, mas também ser esteticamente agradável aos olhos. Embora esse tipo de ambiente precise sempre aparentar limpeza, um toque e outro de cor na decoração é permitido —e até aconselhável pelos arquitetos e designers de interiores.

Cozinhas podem ser ambientadas com móveis de vários materiais, cores e acabamentos diferentes. O mais importante é que eles sejam fortes e resistentes, principalmente contra umidade.

Depois dos eletrodomésticos, pode-se dizer que o item mais importante do cômodo é a pia. E ela pode ser toda feita em inox, assim como ter o tampo em pedra; e até ficar presa à parede apenas por meio de uma mão francesa.

Mas, o comum é ter na cozinha também balcões e armários aéreos. Alguns desses módulos podem ser feitos em metal ou alvenaria. Só que a maioria das pessoas prefere mesmo investir em peças de madeira, principalmente aquelas em MDF.

As características desse material são bem superiores; fora que há mais possibilidades de tamponamento dos móveis, algo que agrada bastante os consumidores.

Cozinha colorida

Cozinha colorida (Red Square Arquitetura/Viva Decora/Divulgação)

Quais as cores mais indicadas para móveis de cozinhas

Em geral, as pessoas têm investido mais em móveis de tons neutros para cozinha —principalmente o branco e os amadeirados claros.

Mas as fábricas também oferecem outras combinações, como peças em cinza, preto, amarelo, verde, laranja, vermelho, azul e muitas outras cores diferentes. Em tese, todas as opções caem bem com propostas de decoração de cozinhas. Tudo é só uma questão de intenção de projeto.

De acordo com a psicodinâmica das cores, os tons quentes, como aqueles presentes nas frutas vermelhas, supostamente estimulariam mais a fome.

Cozinha colorida

Cozinha colorida (Karla Amaral Arquitetura/Viva Decora/Divulgação)

Os tons frios são bons para aqueles que querem ficar sempre em forma, pois inibem o apetite. Já alguns mais em específico, como o laranja e o verde, lembrariam as pessoas dos benefícios de uma alimentação mais saudável.

Móveis não costumam sair barato, mesmo aqueles fabricados em série. Por esse motivo é que não são trocados com tanta frequência quanto se gostaria —só quando há a necessidade de atualizar os ambientes da casa.

Na hora da compra, muitos preferem não arriscar e acabam investindo o dinheiro em peças mais simples, neutras, que possam combinar com todo o tipo de decoração e resistir mais às transformações da moda.

Uma ideia mais em conta para adicionar cor nas cozinhas é mudar eventualmente itens de revestimento e principalmente de ornamentação.

Quais os materiais mais requisitados para revestimento de piso e parede de cozinhas

Cozinhas são consideradas áreas molhadas. E como tal, elas precisam ter suas superfícies bem protegidas de umidades. Sendo assim, os revestimentos disponíveis nas lojas mais indicados para cobrir suas paredes e pisos são os azulejos e os porcelanatos.

Mas já existem outras infinidades de materiais vendidos que podem servir também para este fim, como as placas de aço inoxidável.

Infelizmente, alguns tipos de revestimento para cozinhas são bastante caros. As pastilhas de vidro, por exemplo, são um material que vem sendo muito requisitado em propostas de decoração contemporânea.

Isso porque elas dão um brilho e uma textura muito bonita e diferente para as paredes e pisos de ambientes. Acontece que elas são placas bastante caras, que dificilmente podem ser adquiridas por qualquer pessoa.

Opções mais em conta de revestimento para cozinhas

Existem outras formas de proteger e personalizar as paredes das cozinhas antigas, adicionando mais cor às suas superfícies.

Uma delas é fazendo aplicação de falsos ladrilhos hidráulicos —vinílicos ou em placas plásticas— e de pastilhas adesivadas sobre os azulejos velhos, principalmente na área atrás da pia.

E outra é pintar uma das paredes do ambiente com tinta lousa e desenhar com giz várias figuras coloridas.

Como adicionar mais cor na decoração de cozinhas residenciais

Uma forma de renovar constantemente o visual de uma casa é trocar os objetos menores de ornamentação.

Deixando para os móveis, eletrodomésticos e revestimentos de parede e de piso as cores neutras, os tons mais vivos são acrescentados, portanto, por meio dos acessórios.

No caso da cozinha, os próprios utensílios podem ser as peças responsáveis por deixar a cozinha mais alegre e atual.

Além destes itens caros e utilitários, tem outros objetos que podem ser acrescentados na decoração da casa para dar mais cor a cozinha.

Cozinha colorida

Cozinha colorida (Decoradoria Decoração Online/Divulgação)

São exemplos vasos com temperos, garrafas de bebidas, potes de comidas, jardineiras, fruteiras e arranjo de flores. Também livros de culinárias, pratos, bandejas, sousplats, panos de prato, pegadores de panelas, tábuas de carne, relógio, tapete, quadros e banquetas.

Agora que você já recebeu todas estas dicas, estude maneiras mais em conta de você mudar o visual de sua cozinha.

Use e abuse da criatividade para deixar o ambiente mais alegre e colorido —seja através de móveis, revestimentos, utensílios ou ornamentos.

Estas dicas para deixar sua cozinha mais alegre foram criadas pela equipe Viva Decora.

Fonte: https://exame.abril.com.br/

Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros – AVCB

Documento em dia é uma tranquilidade para o síndico

Documento em dia é uma tranquilidade para o síndico

Nos últimos anos, muitas tragédias tomaram os noticiários não só do país, mas do mundo, como o caso do prédio que caiu no centro de São Paulo e o incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro.

Em comum, a falta flagrante de cuidado com a manutenção preventiva dos espaços que poderia ter salvado não apenas as estruturas, mas ter preservado vidas, no caso de São Paulo, ou um acervo incrível, no caso do museu do Rio de Janeiro.

E uma situação dessas não é restrita a edifícios antigos, como museus ou prédios ocupados. Qualquer condomínio está sujeito a ter que lidar com um incêndio. Casos do tipo em edifícios residenciais são mais frequentes do que se imagina.

É por isso que em diversos estados se pede um AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), ou documento similar. No Rio de Janeiro esse documento é mais conhecido como Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros.

Essa vistoria por parte do Corpo de Bombeiros prova que o condomínio está em dia com diversas obrigações de segurança. E é com um conjunto de documentos que se começa a caminhar rumo ao AVCB ou Certificado de Aprovação.

Veja abaixo quais itens devem estar em dia para se obter o AVCB

  • - ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO: é aquela capacitação que o condomínio deve oferecer periodicamente e que, na prática, infelizmente, não é muito frequentada.
  • - ART DOS PARA-RAIOS: a medição ôhmica do aparelho deve ser feita anualmente por força de lei – é, aliás, um elemento importante para se receber seguro em caso de sinistro.
  • - ART DAS INSTALAÇÕES DE GÁS: para saber se a tubulação não apresenta vazamentos e se está funcionando a contento.
  • - LAUDO ELÉTRICO: documento que atesta boas condições das instalações elétricas do condomínio.
  • - ATESTADO DOS SISTEMAS DE COMBATE A INCÊNDIO: Itens de segurança como hidrantes, extintores, corrimãos, sinalização de emergência, portas corta-fogo, etc.
  • - CMAR (Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento): para atestar que carpete, tintas e materiais utilizados no condomínio são anti-fogo
  • - ABRANGÊNCIA DO GRUPO-GERADOR (se o condomínio tiver): atestado que comprova que o aparelho do condomínio funciona corretamente.
  • - ATESTADO DA ESCADA PRESSURIZADA (se o condomínio tiver): os condomínios que contam com esse sistema devem ter o mesmo em dia.

Por que o AVCB pode sair caro para o condomínio?

Como se pode ver, a lista acima é longa. E realmente o AVCB fica caro, principalmente para quem nunca teve esse documento em dia desde a construção do condomínio.

“Nos empreendimentos onde atuo, providencio os atestados, certidões e ARTs anualmente. Dessa forma, quando chega o momento de renovar o AVCB está tudo certo e não fica caro”, ensina o síndico profissional Nilton Savieto.

Veja abaixo as taxas e serviços envolvidos para se obter o AVCB:

  • - ATESTADOS: Por lei, a renovação desses atestados deve ser anual. Em São Paulo, cada documento atualizado sai na faixa de R$ 1.000 A R$ 1.500.
  • - TAXA DE VISTORIA: Além dos atestados, os condomínios devem arcar com o custo da vistoria do Corpo dos Bombeiros. Cada corporação tem a liberdade de cobrar sua taxa. Em São Paulo, ela se chama FEPOM (Fundo Especial da Polícia Militar) e depende da metragem de cada condomínio. Ela inclui duas visitas, para que o condomínio consiga estar de acordo com as determinações da lei.
  • - PRÉ-VISTORIA: Mas antes de chamar o Corpo de Bombeiros, muitos condomínios investem nas empresas que fazem a pré-vistoria no local, apontando as mudanças a serem feitas. O serviço contratado detecta as falhas de segurança contra fogo no condomínio e dá o caminho para regularizar a situação. Além de apontar onde estão os erros, essas empresas também executam as alterações. Vale lembrar que essas prestadoras devem sempre contar com um engenheiro para assinar as ARTs (Anotação de Responsabilidade Técnica).
  • - ALTERAÇÕES NECESSÁRIAS: Os custos com as adequações vão depender de cada caso, se haverá mudanças estruturais ou não, reformas, etc.
  • - PROJETO TÉCNICO: Outro item que pode se tornar caro para o condomínio é a execução de um projeto técnico. Esse documento é geralmente elaborado quando o condomínio é construído, mas se perde ao longo do tempo – principalmente se o local não renovou o seu AVCB por muito tempo. Nele constam informações como os locais onde os equipamentos contra o fogo devem ficar. Uma empresa conceituada, dependendo das alterações a serem feitas, pode cobrar mais de R$ 6 mil apenas para elaboração deste projeto. Geralmente as próprias prestadoras de serviço que fazem a pré-vistoria também elaboram esse tipo de documento.

Responsabilidade do síndico X investimento para se obter o AVCB

Responsabilidade civil X Investimento

Apesar de representar um grande investimento, é de extrema importância que os síndicos tenham a consciência da importância de se ter o AVCB em dia.

É importante frisar que a principal questão aqui não é financeira. Afinal, se o condomínio sofrer um sinistro, como um incêndio, além de colocar em risco todos os moradores, pode ter dificuldades para o recebimento do dinheiro do seguro por não estar com a documentação em dia.

Outro ponto é que o síndico pode responder civil e criminalmente, caso aconteça uma morte ou algo mais trágico.

Para Luciano França Loureiro, da Ahso/Fix, empresa de pré-vistoria, houve um aumento significativo na demanda nos últimos anos – tanto no número de clientes fazendo seu primeiro contato, como daqueles que estão renovando o documento novamente pela empresa.

“Depois do desastre da boate Kiss, muita gente percebeu que um incêndio pode acontecer em qualquer lugar. Isso abriu os olhos dos síndicos”.

E se os condôminos não aprovarem os custos para se obter o AVCB?

Um ponto importante levantado por Nilton Savieto é quando os moradores não autorizam o síndico a fazer o investimento nessas melhorias.

“Nesse caso, o síndico deve pesar se permanece no cargo ou não. Eu não aconselharia, pois em um caso mais grave, a responsabilidade recairia sobre o síndico, infelizmente. Para se resguardar, o gestor pode, ainda, deixar registrado em ata de assembleia o motivo de estar deixando o cargo”, analisa ele.

Principais correções que o AVCB pede

Os especialistas ouvidos elencaram as principais falhas no combate contra incêndios nos condomínios. Veja:

  • - LUZ DE EMERGÊNCIA: muitas vezes o condomínio não checa se esse sistema está funcionando corretamente. Então, algum problema só é detectado quando a luz de emergência é utilizada.
  • - ROUBO DE ITENS: partes do hidrante são subtraídas por moradores ou visitantes. Para evitar que se passem meses sem que se saiba do problema, o zelador deve fazer uma vistoria semanal nos equipamentos, para que a reposição dos itens aconteça o mais rápido possível. A instalação de câmeras em pontos estratégicos também ajuda nesta questão.
  • - MANGUEIRA CURTA: às vezes, ao fazer a reposição do equipamento, para economizar, compra-se uma mangueira com metragem inferior à necessária
  • - CORRIMÃO: atualmente os corrimãos devem começar e terminar nas paredes, evitando assim que num momento de tumultuo as pessoas se machuquem
  • - PORTA CORTA-FOGO: o equipamento deve se fechar inteiramente. O defeito mais comum é a mola defeituosa, fácil de trocar.
  • - OBSTRUÇÃO NAS ROTAS DE FUGA: lixeiras e outros itens como bicicletas e mobiliário não devem ficar na escada de emergência

Como se pode ver, os casos mais comuns de inadequação com a norma não são economicamente inviáveis. Muitas vezes, o problema é ter de realizar todas essas melhorias de uma só vez, em um curto espaço de tempo – aí sim pode impactar negativamente nas finanças do condomínio.

Mas realmente há muitos casos de condomínios que ficaram para trás e que para renovar o AVCB precisarão de inúmeras reformas – algumas até estruturais.

 “Um dos nossos clientes estava com o AVCB vencido já há muitos anos. Agora estão gastando bastante para adequar as instalações. Até tubulação de gás estão colocando”, conta Gilberto Vespúcio, sócio da administradora GW.

Qual o prazo de renovação do AVCB?

A periodicidade correta para renovar o AVCB depende de cada estado. Em São Paulo, os AVCBs emitidos esse ano estão com prazo de vencimento de cinco anos para condomínios residenciais e três anos para os comerciais.

Porém, a média nos outros estados, como Minas Gerais e Rio de Janeiro é de três anos. Estados como Bahia e Rio Grande do Sul estão ajustando sua legislação para atender de maneira mais segura os condomínios.

Em Santa Catarina, o condomínio pode solicitar a vistoria anualmente.

Mesmo com períodos diferentes é importante notar que os itens averiguados pelo Corpo de Bombeiros na vistoria devem seguir normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Esses regramentos não são leis, mas servem como um parâmetro a ser considerado pelo síndico no tocante a manutenção do condomínio.

Como é a fiscalização e qual a multa caso o condomínio não tenha o AVCB em dia?

Na grande maioria dos casos, o Corpo de Bombeiros não consegue fiscalizar ativamente os condomínios de todo o país. Quando eles “aparecem” para uma vistoria surpresa é porque receberam uma denúncia.

A multa vai depender de como estão os equipamentos de segurança contra fogo do condomínio. Geralmente o condomínio também recebe um prazo para corrigir as eventuais não conformidades dos seus itens de segurança.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Não faça feio: acerte nos ambientes compartilhados

Nem tudo precisa ser preto e branco para ter uma integração perfeita e arrancar elogios

Já ouviu aquela história de que a sala deve conversar com a cozinha americana? Pois é, e esse diálogo pode ir além da bancada. A decoração faz isso por você, integra perfeitamente os ambientes – e não pense que tudo precisa ter a mesma cor para combinar, dê colorido à sua casa!

“A integração perfeita é aquela em que os ambientes conversam entre si. Mesmo que tenha uma diferenciação, seja de piso ou cores, é importante que eles tenham estilos e design complementares, pois assim não terá a sensação de um ruído na comunicação” explica a arquiteta Nina Abadjieff.


(Foto: Osvaldo Cruz)

A designer de interiores Fabiana Visacro dá logo a dica: o fundamental é a pessoa se sentir confortável em casa. “Que não tenha que ficar desviando dos móveis para chegar num próximo ambiente e crie uma sensação de unidade. O recurso para setorizar os ambientes pode ser feito com gesso, iluminação, piso, revestimento,tapete”.

Para ser um sucesso

Nina destaca a harmonia entre materiais, que eles sejam similares. E muito cuidado com o excesso, ou você vai querer deixar seu lar poluído visualmente? “Se o ambiente for pequeno, o uso do espelho é essencial, pois, além de criar uma sensação maior de amplitude, ajuda a setorizar os espaços de maneira mais leve”.


(Foto: Osvaldo Cruz)

Fabiana acha que o piso não precisa ser igual quando os ambientes são integrados. Isso porque é possível fazer a demarcação das áreas utilizando pisos diferentes. “Quanto à luz, eu gosto de usar a mesma, se uso uma tonalidade amarela na sala, ela se repetirá na cozinha”, diz ela, lembrando que a iluminação pode mudar a tonalidade de móveis.

Ousar mais

Pode sim, caprichar nas cores. Tonalidades fortes são pouco usadas em ambientes integrados por medo de que enjoem rápido. Porém, existem alguns revestimentos com cores mais ousadas que não são cansativos. “Além disso temos a iluminação, que pode ser de trilho ou um lustre com design irreverente”, aposta a arquiteta.


(Foto: Osvaldo Cruz)

“Uma maneira bem legal de trabalhar os ambientes integrados é usar algo com estilo diferenciado. Vamos supor seja um ambiente com proposta contemporânea: o lustre da sala de jantar pode ser clássico. Isso causa uma sensação boa de surpresa no espaço”, aponta a designer.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

O síndico do seu condomínio não cumpre com as responsabilidades? Destituição pode ser saída

Veja os casos em que é possível fazer a destituição e como observar se o condomínio é bem administrado

O síndico do seu prédio foi eleito para exercer a função por um ano e ponto final? Não é bem assim. Ele pode perder o cargo a qualquer momento. Claro que é necessário convocar uma assembleia para decidir sobre isso e comprovar que o síndico não está cumprindo seu papel corretamente.

“Pode ser destituído o síndico que deixa de realizar anualmente assembleia de prestação de contas, que pratica irregularidades ou não administra convenientemente o condomínio“, explica o presidente do Sindicato Patronal dos Condomínios de Prédios Comerciais, Industriais, Residenciais e Mistos do Estado de São Paulo (Sindicond), José Luiz Bregaida.

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A não prestação de contas é um dos pontos que mais destituem síndicos de condomínios (Foto: Shutterstock)

Os condôminos podem colher abaixo-assinado convocando assembleia para destituí-lo, bastando participação de um quarto dos moradores que estão com os pagamentos mensais em dia.

“É fundamental que, caso cheguem ao ponto de pedir a destituição do síndico, os condôminos tenham provas documentais ou argumentos para que a assembleia decida”, ressalta o presidente da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), José Roberto Graiche Jún

É importante que o acusado possa se defender e tentar demonstrar que sua gestão está normal e dentro da legalidade. “A regra principal para evitar que o síndico possa pleitear e ganhar ação por danos morais é: quem acusa deve ter provas e permitir sempre o direito à defesa“, pontua Rubens José Reis Moscatelli, presidente do Sindicato dos Condomínios Prediais do Litoral Paulista (Sicon).

Observe

Todo condômino pode verificar as contas do condomínio por meio do portal da administradora, dos boletos e até mesmo consultando as pastas de prestação de contas.

“O acompanhamento do trabalho do síndico ocorre através da observação daquilo que foi estipulado em assembleia, bem como da análise da documentação. Essa fiscalização é através dos conselheiros eleitos, mas também é direito do próprio condômino fazê-lo”, diz Moscatelli.

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É importante que o condômino observe de perto as ações administrativas do síndico (Foto: Shutterstock)

Bregaida destaca a importância da participação dos moradores na assembleia de prestação de contas. “É quando a administração do síndico é julgada e as despesas podem ser reprovadas, se forem irregulares. Neste caso, ele pode ser responsabilizado por perdas e danos”.

Graiche Júnior lembra que o mesmo vale quando o condomínio contrata um síndico profissional. “Pela lei, não há distinção de síndico condômino e síndico externo (profissional). Porém, os contratos firmados podem determinar outras regras para destituição”, detalha.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Correspondências em condomínios

Resultado de imagem para correspondencia condominioCuidado com a distribuição interna deve ser grande.

A correspondência ainda é uma grande parte da nossa vida em sociedade. É pelo correio que chegam contas, extratos, avisos. Diversos itens importantes que devem ser entregues o mais rápido possível aos seus destinatários.

Daí a necessidade de que o condomínio seja rápido e certeiro na entrega e distribuição da correspondência para os moradores. Afinal, ninguém quer perder um prazo de pagamento de um boleto, ou pior, saber que um cartão, por exemplo, já foi entregue, mas está ‘perdido’ dentro do condomínio.

Distribuição

Geralmente o correio entrega a correspondência de uma só vez, uma vez por dia, no condomínio. Em empreendimentos menores, é comum que a divisão e distribuição de cartas sejam feitas pelo zelador ou porteiro. Estima-se que em um condomínio de pequeno porte essa tarefa tome cerca de uma a duas horas diárias do profissional.

É importante que as regras estejam estabelecidas no regimento interno do condomínio, e que qualquer alteração seja votada em assembleia.

Em condomínios maiores, geralmente as cartas comuns são destinadas aos escaninhos de cada unidade. Então, quando desejarem, os moradores podem ir ao local e retirar sua correspondência.

Cartas registradas

Caso a carta seja registrada, ou um telegrama ou citação judicial, o trâmite é diferente. O ideal é que o profissional de portaria faça uma lista com as correspondências desse tipo, com protocolo, e que os moradores assinem ao receber o material, que, portanto, deve ser entregue em mãos – seja na unidade, na portaria ou na sala do zelador.

Esse tipo de livro de controle e protocolo de recebimento pode ser facilmente encontrado em papelarias.

Condomínios de grande porte

Mas e em condomínios de grande porte, com duas torres ou mais?

O volume de correspondência é enorme, e o grau de exigência é o mesmo: o esperado é que as cartas cheguem às caixas dos moradores no mesmo dia.

Para se ter uma ideia, em um condomínio com 5 torres e aproximadamente 300 unidades, o volume diário de correspondências pode chegar a 1.500 cartas.

Nesse tipo de cenário, seria irreal pensar que o zelador, sozinho, conseguisse fazer a separação desse material e ainda cuidar de todas as outras tarefas de sua função. Por isso, em grandes empreendimentos, o ideal é haver um funcionário encarregado apenas dessa função.

“Além de haver pelo menos uma pessoa destacada apenas para isso, é importante que haja um local destinado para a triagem da correspondência, evitando assim que o material seja perdido ou extraviado”, ensina José Carlos de Oliveira, gerente de condomínios da Habitacional.

Depois de organizadas, as cartas devem então ser encaminhadas aos escaninhos de cada morador.

No caso das cartas que necessitam de assinatura, a logística é a mesma que em condomínios menores. As mesmas devem ser protocoladas e entregues, mediante assinatura no ato do recebimento. Assim, fica mais fácil controlar o que foi entregue de mais importante, além de ser uma segurança a mais para os responsáveis pela organização do material.

Um exemplo de como o cuidado com as correspondência pode ser extremo é o condomínio Projeto Viver, na zona leste de São Paulo. Devido às 28 torres, que somam 1.792 unidades, o empreendimento recebe cerca de 10 mil cartas por dia. Para fazer a triagem são necessários dois funcionários destacados apenas para essa função.

Estrutura externa

Em alguns condomínios mais novos, o trabalho de separação e organização de correspondência não é feito internamente. Isso porque o próprio carteiro consegue entregar as cartas destinadas àquele condomínio, quando o mesmo conta com uma caixa de correspondência.

Há condomínios que conseguem fazer essa adaptação em sua estrutura, justamente para agilizar a entrega do material no condomínio. Em alguns casos, há espaço até para revistas. Apenas os jornais é que são entregues na portaria e encaminhados para as unidades, por serem mais volumosos.

As cartas que necessitem de assinatura também devem ser entregues ao profissional da portaria, com protocolo.

Extravio

Deixar de receber uma carta por falta de atenção dos funcionários do condomínio é algo extremamente complicado. De acordo com as fontes ouvidas pelo SíndicoNet, o normal é que isso aconteça no máximo duas vezes por ano, em um residencial de médio porte.

Se a situação começar a se tornar corriqueira, vale conversar com os funcionários da área e tentar descobrir se há algo de diferente acontecendo, ou se o volume de trabalho aumentou de repente, e com isso, o ritmo de trabalho aumentou muito. Oferecer reciclagem também pode ser uma alternativa aos funcionários da área para melhorar o desempenho.

Sempre que houver um extravio, o morador em questão deve registrar sua queixa no livro de ocorrências, além de conversar com o zelador. Assim, ficam todos cientes do acontecido, além do morador que ficou sem sua correspondência ter um  registro por escrito da situação.

Vale lembrar que o condomínio, e por consequência, o síndico, é responsável pela entrega correta de correspondência aos moradores, que, caso se sintam lesados por uma perda ou extravio de cartas ou entregas, podem acionar o condomínio judicialmente.

Fonte: SindicoNet

6 dicas infalíveis para diminuir os custos do condomínio

A lista de despesas de um condomínio é extensa

A lista de despesas de um condomínio é extensa

Folha de pagamento, manutenção, impostos, água, luz de áreas comuns, limpeza, seguros, fundo reserva e jardins. A lista de despesas de um condomínio é extensa e, raras exceções, reduzir o custo da taxa mensal do condomínio é cada vez mais difícil.

Porém, com algumas alternativas é possível reduzir os gastos em até 30% e, consequentemente, diminuir as inadimplências. Confira abaixo algumas dicas para ajudar os síndicos com cortes de gastos e investimentos.

1 – Horas extras

Despesas com funcionários representam até 85% dos gastos totais de um condomínio. Planejar as escalas corretamente é o primeiro passo para economizar, diminuindo os gastos com horas extras. A contratação de funcionários fixos pode ter um custo menor. Por outro lado, a terceirização protege o condomínio de eventuais passivos trabalhistas.

2 – Tecnologia

Outra forma de diminuir o custo folha é investir em tecnologia, como automação de portões, instalação de porteiro eletrônico, câmeras de vigilância.

3 – Inadimplência

A inadimplência é outro principal fator no aumento da cota condominial. Por isso, é fundamental o papel da administradora em fazer uma ação preventiva, conscientizando os condôminos sobre a importância que tem a falta de pagamento e também exercer cobrança ativa e imediata, procurando não deixar acumular meses em atraso.

4 – Revisões e manutenções

Outras formas de reduzir as despesas é realizar revisões constantes, como substituição de lâmpadas modernas, manutenções preventivas nas redes de água e energia, motores elétricos, bombas, gerador, etc. A manutenção de limpeza de caixa d agua, jardins, hidrantes, extintores e para raios deve ser feita, pelo menos, a cada seis meses.

5 – Luz e água

Instalação de sensores de presença, troca de lâmpadas fluorescentes e comuns por LED, modernização de geradores, elevadores, captação de água de reuso etc. Essas são algumas medidas básicas que podem colaborar na redução de custos.

6 – Orçamento

O planejamento orçamentário é a melhor forma para reduzir a taxa de condomínio, prevendo gastos do próximo ano. Nesse caso é fundamental a contratação de empresas especializadas como as administradoras de condomínios.

*As dicas são de Fabiano Neaime, diretor da Ollo Condomínios e idealizador do OBZ

Fonte: Hoje em Dia

Tendência: confira inspirações de paredes geométricas

Leve formas para todos os ambientes da casa

A decoração da nossa casa geralmente mostra um pouco da nossa personalidade. Muitas vezes queremos mudar um ambiente, mas não sabemos por onde começar. Uma dica é fazer uma mudança nas cores das paredes.

Sempre se ouve sobre tendências, as cores que estão em alta, porém as paredes geométricas vem ganhando cada vez mais espaço, e podem ser aplicadas em qualquer ambiente.

As listras geralmente são as queridinhas quando o assunto é fazer uma parede com formas, além disso, criar paredes geométricas é bem simples, tudo o que você precisa é de fitas, um rolo de pintura e tinta.

Confira abaixo algumas inspirações que o ZAP em Casa separou junto com o Pinterest para você colocar em prática, e ter uma parede geométrica para chamar de sua.

 

paredes geométricas
É possível fazer as mais diversas formas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
É preciso prestar atenção na combinação de cores (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
Dá para fazer combinações com cores fortes e claras (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
Quem quiser, pode optar por apenas algumas formas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
As paredes geométricas podem ser usadas em qualquer cômodo (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
As formas escolhidas podem ser as mais variadas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
paredes geométricas
A maioria das formas podem ser desenhadas com fitas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
As formas podem ter tamanhos diferentes (Foto: BR.Pinterest.com.br)
parede geométrica
As formas deixam o ambiente mais moderno (Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: ZAP Imóveis

 

Saiba como preparar a parede para receber a pintura

Mudar a cor pode parecer tarefa fácil, mas é preciso cuidado para seguir os passos necessários para ter um bom resultado e evitar prejuízos

Pode parecer tarefa simples pintar a parede de casa. Muita gente, para economizar, acaba colocando a mão na massa por conta própria sem ajuda de um pintor. Porém, é preciso ter muito cuidado e seguir os passos necessários para alcançar um resultado positivo e não precisar refazer o serviço posteriormente – gerando mais gastos e prejuízos. Fique atento às dicas para preparar a parede para receber a pintura e deixar o ambiente bonito e com cara de novo.

Na hora de colocar a mão na massa, são basicamente três passos a ser seguidos: preparação da superfície, nivelamento (massa) e acabamento (pintura). “Quem se aventura a pintar a casa sem ajuda de um profissional deve saber que a pintura é uma etapa final, por isso a chamamos de acabamento. Assim, é preciso estar ciente que a etapa de preparação da superfície vai garantir a qualidade final do acabamento”, explica o arquiteto Artur Diniz.

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Na hora de colocar a mão na massa, são basicamente três passos a ser seguidos: preparação da superfície, nivelamento (massa) e acabamento (pintura) (Foto: Shutterstock)

Todo o processo para a pintura da parede nova vai depender do estado em que ela se encontra. O primeiro passo é avaliar como ela está antes de iniciar os procedimentos. “Para não ter prejuízos posteriores, a parede deve estar firme, limpa, livre de infiltração, umidade, pó, gordura e mofo.

Se qualquer um destes problemas acontecer, é preciso resolver antes da pintura para não perdê-la depois. Se a decisão for apenas mascarar o problema, saiba que ele vai voltar”, alerta o arquiteto. A boa notícia é que para cada um desses problemas existe uma solução. “Na dificuldade de identificá-lo, vale a pena consultar um pintor experiente, que vai saber usar um produto adequado para corrigi-lo, resultando em economia de tinta e materiais”, acrescenta.

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É preciso ter muito cuidado e seguir os passos necessários para alcançar um resultado positivo e não precisar refazer o serviço posteriormente (Foto: Shutterstock)

Artur Diniz ainda reforça a importância de escolher todo o material adequado de acordo com o acabamento desejado e o ambiente de aplicação. “Ambientes internos e externos ou cada tipo de superfície pedem materiais ou uma preparação diferentes. Via de regra, os fundos preparadores devem ser aplicados em superfícies de gesso; seladores devem ser usados em paredes novas de reboco; massa corrida e tinta PVA devem aparecer em ambientes internos; massa e tinta acrílicas podem ser utilizadas em ambientes externos ou internos”, lista.

Quando a parede é nova, o primeiro cuidado diz respeito ao tempo de secagem do reboco. “Este período leva em torno de 30 dias e ignorar este prazo vai ocasionar problemas futuros diversos pois a tinta vai reagir com o cimento do reboco”, afirma o arquiteto.

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Todo o processo para a pintura da parede nova vai depender do estado em que ela se encontra (Foto: Shutterstock)

Ponto importante é corrigir buracos de pregos, trincas e rachaduras. No primeiro caso, pode-se aplicar massa corrida em áreas molhadas, como cozinhas e banheiros, e em ambientes externos, como fachada e varanda.

Já a massa PVA deve ser usada em ambientes internos. “Para corrigir trincas e rachaduras, não deve aplicar massa corrida ou acrílica pois estas servem para nivelar a superfície com imperfeições de até 3 milímetros. Neste caso, deve-se usar gesso ou argamassa e, de preferência, solucionar o problema com a ajuda de um engenheiro”, acrescenta Artur.

Ainda é preciso tirar o excesso do reboco com uma lixa grossa, mas não passe com força para não provocar ranhuras. Porém, existe outra possibilidade a depender do resultado final que a pessoa espera. “Se o desejo é um resultado mais rústico, pode tirar partido das imperfeições do reboco, aplicar selador e pintar em seguida. Mas se quer um fino acabamento de qualidade superior, deve-se aplicar a massa corrida ou acrílica, lixar e aplicar a tinta”, recomenda. Neste último caso, é necessário limpar antes de pintar, passando uma vassoura para retirar o pó e finalizar com um pano úmido. Estas etapas são importantes para que a tinta não descasque no futuro, já que a poeira e partes soltas são as maiores responsáveis pelo descolamento de tinta no futuro.

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Para otimizar todo o processo, inclusive a limpeza final, é necessário proteger as partes que não receberão pintura (Foto: Shutterstock)

Antes de iniciar a pintura em si, preste atenção às recomendações dos fabricantes para que o resultado saia perfeito. “Deve-se seguir as recomendações dos fabricantes, contidas na lata. Geralmente os pintores não aguardam o tempo de secagem recomendado para cada lata, o que pode comprometer o rendimento e acabamento da tinta. Este tempo pode variar, sendo normalmente em torno de quatro horas entre demãos de massa ou entre demãos de tinta”, alerta Artur. “Ainda fique atento às recomendações de diluição para as tintas pois variam de fabricante para fabricante. Utilize sempre água limpa e potável e misture de forma homogênea”, complementa.

Na hora de pintar, alguns cuidados também são importantes. “Para otimizar todo o processo, inclusive a limpeza final, é necessário proteger as partes que não receberão pintura e o piso. Utilize fitas adesivas e jornais. Pinte primeiro os cantos com trincha e depois pinte as superfícies maiores como rolo de lã e pelo curto”, reforça. O arquiteto ainda aconselha fazer o trabalho todo de umasó vez. “Uma vez iniciada a pintura de uma parede, não interrompa para voltar a pintar em outro momento para manter a aparência uniforme”, ressalta.

Outra dica fundamental para ter um resultado bom é fazer a pintura em horários com bastante luz natural. “Desta forma, facilita a visualização de possíveis manchas. E ainda prefira pintar em dias com pouca umidade relativa do ar ou temperaturas que não estejam muito baixas ou muito altas”, completa Artur.

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Outra dica fundamental para ter um resultado bom é fazer a pintura em horários com bastante luz natural (Foto: Shutterstock)

Fonte: ZAP Imóveis

Funcionários do Condomínio – equipe própria ou terceirizar?

Pequeno, médio ou grande, os condomínios sempre precisam de colaboradores que fogem à contratação ocasional ou autônoma.

funcionarios em condomínios - administradora de condomínios

A portaria e a limpeza como regra são as portas de entrada para uma equipe de funcionários que desempenharão atividades fundamentais para o bom desenvolvimento de um Condomínio.

Inevitavelmente, a primeira dúvida que surge é sobre a escolha de uma equipe própria ou terceirizada. Qual seria a melhor opção? A resposta, infelizmente é: depende. Dependerá muito das necessidades do Condomínio, do nível de exigência de seus condôminos em relação à agilidade nas respostas às demandas administrativas, limpeza e manutenção.

Vamos às diferenças entre equipe própria e terceirizada:

Equipe própria:

Prós: a) Há um controle total sobre a seleção do funcionário, que será admitido diante das necessidades e qualificações exigidas pelo Síndico;  b) A disciplina do funcionário fica sob controle do Síndico, que não depende do terceirizador para aplicar advertências, suspensões e até demissões;  c) o treinamento para regras internas é mais duradouro, pois funcionário não corre risco de ir para outro posto da terceirizadora; d) no caso de insatisfação do funcionário, este terá duas opções, pedir o desligamento ou rediscutir as bases da relação trabalhista, não podendo simplesmente trocar de posto de trabalho ao solicitar para uma terceirizadora; e) em razão do custo menor para contratação, poderá o condomínio pagar um salário maior e ter políticas de benefícios que tragam maior satisfação com retendo talentos e diminuindo turnover em geral, pois há invariavelmente a comparação pelo funcionário com outros empregos na área e em regra as terceirizadoras pagam apenas os pisos Convencionais.

Contra: a) custos com treinamento, uniformes, rescisão ficam sob encargo do Condomínio; b) férias e licenças deverão ser cobertas por novos funcionários a serem contratados (com custos em paralelo, do licenciado/em férias em conjunto com o funcionário que esteja cobrindo ausência) ou o inconveniente de ter a equipe incompleta e por vezes deixando as rotinas atrasadas no Condomínio; c) faltas quase nunca são substituídas, pois as formas de backup do condomínio acabam sendo muito caras, com contratações avulsas; d) riscos de reclamatórias trabalhistas ficam sempre com Condomínio

Equipe Terceirizada:

Prós: a) substituição rápida no caso de faltas, sem acréscimo de valor. No caso de funcionário próprio, além de pagar um valor bem maior para o folguista como regra, há a dificuldade em buscar o profissional de emergência, a portaria sem dúvida é a área mais sensível; b) no caso de férias e licenças dos funcionários, um substituto é colocado no posto, sem aumento do custo mensal; c) treinamento para postura no atendimento e realização de atividade de limpeza, manutenção e segurança ficam sob responsabilidade da terceirizadora, cabendo ao condomínio apontar falhas e sugerir mudanças; d) caso um funcionário se atrase para render outro em posto 24h, o anterior ficará no posto até chegada do colega sem gerar custos extras; e) no caso de reclamatórias trabalhistas, por mais que exista a responsabilidade solidária do Condomínio, contratualmente podem os riscos e custos serem assumidos pela terceirizadora, bastando contratar uma empresa sólida e séria.

Contras: a) o custo é maior, pois além do salário/encargos trabalhistas, o Condomínio terá de pagar o custo administrativo do Terceirizador, o risco sobre demandas trabalhistas, tributação sobre faturamento e claro, o lucro. Esse incremento vai variar de empresa para empresa, mas sem mágica, sonegação ou superfaturamento, o valor será entre 50% e 90% acima do valor de uma contratação direta do colaborador; d) no caso de insatisfação do terceirizado com o Condomínio ele poderá ao invés de dialogar com Síndico para debater relação trabalhista, simplesmente solicitar remoção para outro Condomínio, aumentando turnover e perdendo o treinamento específico sobre regras internas. Não há necessidade do funcionário pedir seu desligamento, empoderando-o; e) o poder disciplinar fica longe do Condomínio que resta com menor autonomia e agilidade para o controle equipe.

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br

Como está a Convenção e o Regimento Interno do seu condomínio?

Elaborados para ajudar a administração, os instrumentos que definem as normas de convivência não devem ficar parados no tempo. O texto precisa estar de acordo com a legislação atual e a realidade de cada um.

Como está a Convenção e o Regimento Interno do seu condomínio?

Leis mudam, entendimentos jurídicos são aperfeiçoados, novas tecnologias surgem a todo instante, questões comportamentais são alteradas em função da modernidade, espaços novos são disponibilizados nos edifícios e exigem um regramento específico. Com tanta novidade, o desafio aqui é manter as leis condominiais sempre atualizadas para evitar problemas e facilitar o dia a dia do síndico. Mas, por exigir a participação ativa da maior parte dos moradores, muitas vezes a convenção e o regimento interno se tornam defasados e não compreendem as reais necessidades dos moradores.

De acordo Dennis Martins, advogado e diretor em SC do Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário, não há uma obrigatoriedade de atualização, seja da convenção ou do regimento, mas sim uma faculdade conferida aos condôminos. Entretanto, ele destaca a necessidade do exercício da observação, quanto à importância da renovação. “Antes de qualquer coisa, entendo que seja importante dar um passo atrás e questionar se, efetivamente, é necessária uma atualização ou se não é o caso de apenas se aplicar os instrumentos já existentes. A convenção e o regimento são normas e, como tais, a sua aplicação prescinde de um exercício de interpretação que comumente já supre a necessidade. No entanto, verificando-se que a situação realmente demanda a alteração de quaisquer dos instrumentos a dica é a de se elaborar cláusulas com um conteúdo objetivo e direto”, avalia.

E, um bom indicador de que está chegando o momento de repensar as regras é quando o síndico começa a ouvir diferentes reclamações que ainda não constam nos documentos. Mas é preciso estar preparado, já que o processo de mudança pode ser polêmico e demorado, exigindo muita paciência por parte dos gestores. Como é o caso do condomínio Portal do Sol, em Florianópolis, administrado pelo síndico Rogério Freitas, que após identificar a necessidade de estabelecer novos parâmetros para manter uma convivência sadia, convocou assembleia e já há algum tempo realizou as alterações. Só que, mesmo com o texto pronto, faz mais de um ano que está realizando a coleta das assinaturas dos moradores, necessárias para validar a convenção.

“Os procedimentos apesar de semelhantes exigem atenções distintas. Com a convenção uma comissão manifestou os anseios da coletividade e os apresentou a um advogado que redigiu o texto. O mesmo foi levado a uma assembleia de maioria simples, convocada para esse fim, onde foi aprovado. E com a proposta em mãos ainda estamos no processo de coleta dos 2/3 de assinaturas obrigatórios para validar a proposta como convenção propriamente dita. Com o regimento interno, o conselho se reuniu e propôs alterações ao texto original, que foi apresentado e lapidado em uma assembleia, também convocada só para isso, e que o aprovou por votação de maioria simples”, explica Rogério.

Já nos condomínios administrados pelo síndico profissional Ronaldo Alves Junior, o processo de alteração nas regras foi tranquilo e os proprietários já aprovaram os documentos. Como dica para os que ainda vão passar pelo processo, na tentativa de que o objetivo seja alcançado com o mínimo de desgaste, ele destaca a importância de pensar na logística. “O síndico ou a comissão devem encontrar um formato, com prazos definidos, para a formulação das propostas de mudanças, passando pela apresentação e votação na assembleia até a colheita das assinaturas. Neste sentido, uma plataforma on-line que permita a discussão antecipada de pontos divergentes pode tornar a assembleia mais objetiva, assim como verificar previamente no cartório de registro de imóveis para saber quem é o proprietárioda unidade evita transtornos indesejados no momento do registro”, conclui.

Ainda de acordo com o gestor, as mudanças devem ir principalmente ao encontro das necessidades atuais, não só pelas atualizações do Código Civil, mas pela necessidade frente à evolução da sociedade. “As normas alteradas devem ficar um retrato mais harmônico e fiel da realidade e dos anseios dos condôminos e por terem sido atualizados por profissionais com experiência na área e vivência na administração de condomínios”, comenta.

Influências do Código Civil

Mesmo após a sua atualização, o Código Civil, de forma proposital, trata do “Condomínio Edilício” de forma bastante genérica, deixando diversas lacunas – de forma expressa e por omissão – para que cada condomínio possa estabelecer normas mais adequadas a sua necessidade, uma vez que as realidades não são iguais em todo o país. Mas, segundo o advogado Alberto Luís Calgaro, especialista no assunto, mesmo com essa ‘liberdade’ dada pela lei, ela sempre será soberana em suas determinações, já que no direito brasileiro é observado um sistema de hierarquia, de modo que uma norma inferior não pode contrariar uma norma superior, sob pena de ser considerada inválida.

“Abordando apenas as normas relevantes para o direito condominial, podemos mencionar a seguinte hierarquia, da maior para a menor: Constituição Federal, Leis Federais, Código Civil, convenção e regimento interno. Assim, o regimento interno não pode contrariar o disposto na convenção, a convenção tem de estar alinhada com o Código Civil e o Código Civil não pode conflitar com as regras da Constituição Federal. Um bom exemplo disso foi a introdução do limite de até 2% para a multa pelo inadimplemento da taxa condominial, prevista no Código Civil (2002), e que na Lei 4.591 e na maioria das convenções existentes era de 20%”, diz.

Por que atualizar as regras?

Não há a necessidade de atualização da convenção a cada vez que surge uma mudança legislativa, já que ela permanece válida, ainda que algum dispositivo tenha perdido sua validade em virtude da nova lei. No entanto, após uma série de mudanças relevantes na legislação, ou até mesmo em virtude do passar do tempo, torna-se recomendável realizar a atualização por dois motivos principais:

  • Fazer com que a convenção e o regimento interno sejam instrumentos claros e suas normas possam ser facilmente compreendidas por todos que realizarem sua leitura, independentemente de conhecimento jurídico
  • Introduzir nas normas condominiais instrumentos modernos para facilitar a administração e o dia a dia do condomínio. Uma lei fácil de compreender é uma lei fácil de cumprir.

Passo a passo para alterar

  • Antes de tudo, é importante verificar junto ao Cartório de Registro de Imóveis competente quais são as exigências que se precisa atender para o registro de uma alteração na convenção. Isso representa a antecipação de uma das etapas, mas certamente terá a função de prevenir muitas dores de cabeça
  • Após, é interessante constituir uma comissão interna para que se possa definir o que se pretende alterar e, então, redigir as alterações
  • Levar as alterações sugeridas à assembleia para deliberação, com ou sem a assessoria profissional, a depender da necessidade do condomínio. Aqui vale lembrar que o quórum para a alteração da convenção é o de 2/3 dos votos dos condôminos e não apenas dos presentes em assembleia. Já quanto ao regimento, a redação atual do Código Civil não especifica o quórum para a sua alteração. Dessa forma, o quórum que passa a valer é o estabelecido na convenção para esse fim e, na sua ausência, o de maioria dos presentes em assembleia
  • Realizada a votação, aprovadas as cláusulas, o documento deve ser levado ao Registro de Imóveis, observando as orientações do início do processo
  • Para os condomínios que não conseguem obter os quóruns necessários caberá, antes de qualquer coisa, identificar o real motivo da evasão. A situação pode representar até mesmo um desinteresse dos condôminos em promoverem a alteração dos instrumentos por concordarem com os existentes e entenderem que são suficientes e adequados.

Assessoria profissional

  • A legislação não exige que os procedimentos de alteração da convenção ou do regimento tenham a assessoria de um profissional. Porém, ter alguma assessoria é muito recomendável.
  • Dentre os papéis do profissional, os principais seriam o bom planejamento da atividade evitando o retrabalho ou até mesmo a não efetividade do trabalho desenvolvido. Além disso, ele contribuirá para a boa redação dos dispositivos de maneira a não lhes dificultar ou até mesmo inviabilizar a futura aplicação.

Temas polêmicos

  • Para garantir a harmonia entre os moradores, é importante que as regras referentes a assuntos que normalmente são polêmicos estejam presentes de forma clara no regimento interno. Mas, nada impede, no entanto, que as questões mais relevantes, como por exemplo, escritório de trabalho em unidade residencial e locação por sites como AIRBNB (por dizerem respeito ao “fim a que se destina a unidade” – art. 1.332, §5º, III, Código Civil), também constem da convenção.

Itens que não podem faltar no documento

  • Tudo aquilo que não esteja regulamentado, nem seja proibido pelo Código Civil, pode ser objeto de disposição na convenção. O que é bom para um condomínio, não necessariamente será bom para outro, portanto, há que se questionar: “Qual a necessidade do nosso condomínio?”
  • A maioria das convenções existentes é extensa, mas se limita a repetir aqueles dispositivos que já estão previstos no Código Civil, deixando de fora outras questões que poderiam ser relevantes ao condomínio. Um bom exemplo é o rateio da taxa condominial, que de acordo com a legislação será feita pela fração ideal, salvo disposição em contrário na convenção (art. 1.336, I). Ou seja, permite que um condomínio que possua uma realidade diferenciada possa estabelecer uma regra de rateio mais adequada
  • Outra situação que segue o mesmo entendimento do item anterior é em relação à venda, locação e cessão de vagas privativas de garagem a terceiros estranhos ao condomínio, que são proibidas pelo Código Civil (art. 1.331, §1º), salvo autorização expressa na convenção de condomínio.

Itens de prevenção

  • A rigor, não é necessário constar na convenção a exclusão de qualquer responsabilidade para que ela ocorra. Porém, é recomendável que seja colocada de forma expressa. Assim a norma fica mais clara aos condôminos e, também, para o Judiciário em caso de julgamento de uma ação.
  • Atualmente, prevalece na Justiça o entendimento de que o condomínio só é responsável por danos, como furtos de veículos, em áreas comuns, se a convenção ou o regimento expressamente admitirem essa responsabilidade. Ou ainda se o condomínio, através de atos como a contratação de empresa de vigilância (não mera portaria), câmeras de vigilância (diferentes da simples gravação de imagens), tenha assumido tacitamente o dever de guarda desses bens em área comum.

Fonte: CondomínioSC

Saiba como usar as Triangle Shelfes na decoração

Prateleiras triangulares dão estilo a qualquer ambiente da casa

Prateleiras são peças sempre úteis, e que servem para qualquer tipo de cômodo. Elas aparecem coloridas, feitas de diversos materiais, e para sair do lugar-comum, em formatos pouco usuais. As do momento são as chamadas “Triangle Shelfes”, ou simplesmente prateleiras triangulares.

As formas geométricas já apareciam nos revestimentos de parede, em pinturas…a migração para prateleiras, então, já era um caminho esperado. “O triângulo se destaca por ser uma forma fácil de fazer em qualquer material, seja em tecido, adesivo, pintado em paredes, desenhando a mão livre ou objetos decorativos ideais para ambientes minimalistas. As formas geométricas nos atraem pelo conforto visual, nosso olhar se sente satisfeito com as formas, e podemos brincar com as cores e deixar os ambientes e as decorações ainda mais atraentes”, explica a arquiteta e designer de interiores da Tsuru Arquitetura, Ana Carolina Faria.

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O triângulo se destaca por ser uma forma fácil de fazer em qualquer material (Foto: Reprodução/Pinterest)

Mas além de serem lindas, as Triangle Shelfes são muito práticas. É possível fazer várias composições com peças de tamanhos diferentes e profundidades diferentes. “ Tudo vai depender do uso da peça. Elas são ideais para guardarmos o que usamos com frequências, como esmaltes, perfumes, óculos de sol (…) Na sala ou no quarto ficam lindas para guardarmos vasinhos de plantas, livros, e adornos decorativos”, sugere a profissional, emendando que os cômodos mais bacanas para instalar as prateleiras da moda são o hall de entrada, a sala e o quarto. “O único local que não recomendo são nas áreas úmidas, mas mesmo assim, caso queira instalar alguma, o ideal é que a madeira seja própria para locais úmidos e tratada de maneira correta antes da aplicação”, ensina.

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>As formas geométricas nos atraem pelo conforto visual (Foto: Reprodução/Pinterest)

A instalação de prateleiras triangulares funciona como a de qualquer outra comum. A altura escolhida vai depender da finalidade do seu uso, além da quantidade de prateleiras a serem instaladas. Se o local escolhido for acima do sofá, por exemplo, basta uma altura de 25 cm a 30 cm do topo do móvel. “É importante que as composições com as prateleiras fiquem bem harmoniosas, dependendo da cor da prateleira utilizada, é legal que o quadro tenha uma moldura na mesma cor ou em uma cor neutra”, orienta Ana, emendando que as Triangle Shelfes são recomendado para quem gosta de uma decoração moderna e minimalista. Apesar disso, por possuir linhas retas e seu acabamento poder ser tratado de várias formas, ela acaba se tornando bem versátil em qualquer decoração.

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Mas além de serem lindas, as Triangle Shelfes são muito práticas. É possível fazer várias composições com peças de tamanhos diferentes e profundidades diferentes (Foto: Reprodução/Pinterest)

A peça entra na ala do “faça você mesmo”. A lista de materiais inclui madeira, fita de medição, martelo, lixa e prego. Dá ainda para personalizar a prateleira. É possível fazer várias formas diferentes e encaixá-las uma do lado da outra até formar alguma composição bacana, usar a madeira na sua cor natural e apenas envernizá-la para maior durabilidade, pintar com qualquer cor que se deseja, utilizar algum papel de parede ou tecido para forrar ou colocar no fundo,e por aí vai. “É só deixar a imaginação fluir. Não tenho dúvidas de que o resultado será bem bacana”, completa Ana.

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É possível fazer várias formas diferentes e encaixá-las uma do lado da outra até formar alguma composição bacana (Foto: Reprodução/Pinterest)

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A instalação de prateleiras triangulares funciona como a de qualquer outra comum (Foto: Reprodução/Pinterest)

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A altura escolhida vai depender da finalidade do seu uso, além da quantidade de prateleiras a serem instaladas. (Foto: Reprodução/Pinterest)

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Usar a madeira na sua cor natural e apenas envernizá-la para maior durabilidade (Foto: Reprodução/Pinterest)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

14 dicas para organizar a casa nova depois da mudança

O trabalho começa antes mesmo de chegar no novo apartamento e segue depois que as caixas chegam lá

Nenhuma fase de uma mudança de casa é tarefa fácil de cumprir. Seja o antes para fazer a triagem e embalar tudo, seja o durante para organizar o transporte e seja também o depois. Até porque chegar no novo imóvel não significa que o trabalho acabou. Pelo contrário. É hora de dar fim a todas aquelas caixas que estão espalhadas pela casa, de guardar tudo no devido lugar e arrumar a decoração para deixar a casa novamente com jeito de lar, com a cara dos donos. Realmente é uma tarefa que exige bastante disposição. Porém existem formas de deixar a missão menos complicada. Confira as dicas para desempacotar a mudança e deixar a nova casa organizada gastando menos tempo.

Algumas iniciativas devem acontecer antes de chegar no novo lugar para, desta forma, ter a garantia de um processo de mudança mais rápido, dinâmico e com menos desgaste possível. O primeiro passo é conhecer o espaço do novo imóvel. Desta forma, é possível se programar para o que poderá ir para o novo ambiente e o que não irá. Se o apartamento for menor do que o atual, algumas coisas precisarão ficar para trás. Inclusive, esta é uma ótima oportunidade para praticar o desapego.

“A pessoa quando vai se mudar para outro imóvel, ela já conhece o outro lugar. Então a triagem é sempre importante para analisar o que será descartado e o que segue. Se a pessoa conseguir organizar o que não quer mais e não vai mais usar, o que precisa consertar, o que quer doar e o que precisa jogar fora, melhor porque gera uma organização maior”, explica Lucy Karla Mizael, personal organizer, facilitadora doméstica e proprietária do site Dicas da Lucy, onde dá dicas de organização. Inclusive, a triagem antecipada pode render uma renda extra, caso tenha alguma roupa, objeto de decoração ou móvel que possa ser vendido em um bazar.

Aviso prévio

Esteja atento às condições do novo condomínio para que no dia da mudança nada atrapalhe ou atrase o transporte. “Verifique o horário e os dias da semana que a mudança pode ser feita. Em uma das visitas, também olhe a altura do portão da garagem para ver se é compatível com a altura do caminhão”, sugere Lucy Mizael. Outro ponto importante diz respeito ao uso do elevador. “Alguns prédios só têm um elevador e é importante comunicar ao síndico que a mudança será feita. Por mais que os condomínios tenham horário pré-estabelecidos para que se faça mudança, o síndico deve ser avisado para repassar para os demais moradores que o elevador será usado para a mudança. Inclusive é importante ligar para o síndico, mas também mandar um e-mail para deixar o registro e você ficar respaldado”, completa Camila Teixeira, personal organizer e proprietária da Organizze Consultoria.

De olho no novo

Além de se preocupar com a organização da mudança, é também importante estar atento ao novo imóvel, já que é preciso de uma infraestrutura mínima para receber a mudança e os novos moradores. “É importante ver a questão da transferência da água, energia, telefone e do gás, por exemplo”, detalha Lucy Mizael. Dentro do imóvel, verifique ainda o pontos de água. “Às vezes a pessoa tem geladeira, lavadora de pratos e de roupa e precisa de pontos para todos”, afirma a personal organizer. “Dê uma olhada também na manutenção geral do novo imóvel, se a descarga e os chuveiros estão funcionando, se não tem nada pingando, se tem alguma parede fofa, coisas assim, porque depois de fazer a mudança fica mais difícil de fazer esse tipo de manutenção”, completa.


(Foto: Shutterstock)

Controle

A organização começa a partir do momento que o caminhão com a mudança chega na nova casa. Tendo atenção desde este momento, a tarefa pode ficar mais simples. É interessante que as caixas sejam colocadas agrupadas e descarregadas da mesma forma. “É importante ter uma pessoa de olho na hora de descarregar do caminhão, alguém que fique orientando para onde cada caixa deve ir, alguém que fale ‘vamos colocar tudo que for da sala agora, depois vamos para o quarto’”, diz Lucy Mizael.


(Foto: Shutterstock)

Organização

Depois de levar a mudança para a nova casa e descarregar todas as caixas, ainda resta muito trabalho pela frente e a organização é aliada para que tudo seja organizado o mais rápido possível. Inclusive, na hora de desencaixotar os objetos, é importante ter uma sequência para que a organização seja maior. “O ideal é que as caixas sejam organizadas de acordo com cada cômodo e que estejam identificadas, informando o ambiente e o que tem dentro de cada uma delas. Dá para criar um sistema de cores para cada cômodo, colar etiquetas, passar pincel. Mas é importante escrever em cada caixa. Os carregadores já devem colocar as caixas no cômodo de referência ou próximo dele. Desta forma você saberá por onde começar”, afirma Lucy Mizael.

Para desempacotar

Para uma maior organização, o ideal é ir desempacotando por cômodo. E seguir uma ordem de prioridade pode facilitar o processo. “Os primeiros cômodos que devem ser organizados são a cozinha e o quarto de casal, junto com as roupas. Depois vai fazendo tudo de uma vez e já vai jogando as caixas fora porque caixa dentro de casa dá muito trabalho”, conta Lucy Mizael. Porém, a velocidade vai depender da expertise de quem estiver organizando. “Nós que somos profissionais, já vamos tirando tudo e organizando. Mas quando a pessoa não tem a prática de organizar rápido e está fazendo sozinha ou com uma pessoa ajudando, melhor ela ir tirando as caixas para fora. Por exemplo, ela tira tudo das caixas da cozinha e coloca no armário, mesmo que de qualquer jeito, e aí ela joga a caixa fora. Faz o mesmo no quarto. E depois ela passa o pente fino. Pelo menos vai desovando aquele monte de caixa dentro de casa”, relata.


(Foto: Shutterstock)

Precisa lavar?

Durante a mudança, os objetos que foram transportados podem ficar sujos ou empoeirados. Aí no meio de tanta coisa que precisa ser desencaixotada, organizada e guardada, será que é possível lavar tudo antes de guardar? “O ideal é mesmo lavar taças e louças antes de guardar, lavar tudo e guardar nos armários, mas nem sempre é viável fazer o ideal. Às vezes as pessoas não têm tempo para isso. Então é melhor fazer o que ela realmente pode fazer, tem que pensar nisso”, fala Lucy Mizael. Em muitos casos, quando não é viável fazer o ideal, é possível guardar tudo e ir lavando depois aos poucos.


(Foto: Shutterstock)

Outros detalhes

Alguns detalhes podem ser fundamentais também para ajudar na mudança. Uma dica que Lucy Mizael ressalta é para ter um caderno de anotações para não se perder na organização. “A pessoa pode ir anotando tudo que for surgindo de tarefas para a mudança. Outra opção é ir agendando no bloco de notas do celular”, aconselha. Sobre documentos importantes e objetos de valor, eles devem ser levados à parte. “De preferência, ele deve ir no carro da pessoa em vez deir no caminhão e ficar sempre guardado em local seguro”, sugere. Além disso, tenha os itens essenciais acessíveis. “Antes de se mudar, faça uma mala com roupas, itens de uso pessoal, higiene e limpeza. Fica mais fácil na casa nova, enquanto ainda desempacota tudo das caixas”, conclui.

Passo a passo para ter tudo mais organizado:

1 – Conheça o novo imóvel para saber o espaço disponível – Desta forma, você saberá o que precisará levar, o que pode doar ou colocar à venda para ganhar uma renda extra;

2 – Faça uma triagem antecipada para levar apenas o que será útil – É a hora do desapego. Não tenha pena de repassar o que não está sendo usado e tenha um imóvel novo mais organizado;

3 – Confira os dias e horário que a mudança pode ser feita – Muitos condomínios limitam os horários de mudança e, em alguns casos, é preciso agendar a mudança para que o elevador esteja disponível;

4 – Veja se a altura do portão da garagem é compatível com o caminhão de mudança – É importante saber porque em muitas ruas o caminhão não pode ficar estacionado e o transporte precisa entrar na garagem;

5 – Transfira água, energia telefone e gás para o novo imóvel – Melhor chegar no apartamento novo já com a luz ligada, a água funcionando e com a linha de telefone e internet ligada no local;

6 – Verifique os pontos de água do novo imóvel para ver se cabem todos os eletrodomésticos – Você pode ter lavadora de roupas e de pratos, além de geladeira e outros eletrodomésticos;

7 – Faça uma vistoria na infraestrutura para fazer qualquer manutenção antes da mudança – Verifique se as descargas e os chuveiros estão funcionando e se tem alguma parede fofa ou com infiltração.

8 – Monitore o descarregamento do caminhão – Os carregadores vão fazer o trabalho pesado, mas fique de olho na ordem de retirada das caixas para que elas sejam colocadas em cada cômodo para facilitar a organização;

9 – Identifique todas as caixas – Use sistema de cores ou de etiquetas e, além disso, escreva o que cada caixa tem dentro para facilitar o processo depois. Você vai saber exatamente por onde começar na hora de desencaixotar;

10 – Siga uma ordem de prioridade por cômodo – O ideal é começar pela cozinha e pelo quarto de casal. O restante deve ser feito na sequência e o quanto antes para que as caixas sejam retiradas de casa. Porém a velocidade vai depender da experiência de quem esteja fazendo a organização da mudança;

11 – Se tiver tempo, lave os itens – Nem sempre é possível por conta da correria da mudança. Mas, se for possível, lave toda a louça antes de guardar e tudo mais que tenha ficado sujo ou empoeirado, como roupas;

12 – Tenha uma caderneta para anotar todas as tarefas – Por mais que você tenha se organizado, muitas coisas vão aparecendo durante o processo da mudança. Anote tudo que aparecer para não deixar de cumprir nenhuma tarefa;

13 – Objetos importantes sempre à vista – Documentos e objetos de valor devem ser levados com a pessoa, de preferência, e durante todo o processo de mudança, deixe em local seguro, já que vai circular muita gente em casa;

14 – Tenha um kit de sobrevivência – até a casa ficar totalmente pronta, com tudo desencaixotado, vai demorar um pouco. Então faça uma mala com roupas e itens de primeira necessidade, como higiene pessoal. Você não precisará se preocupar em encontrar as coisas dentro das caixas no primeiro momento.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Trincas em paredes, pilares e lajes

Saiba como identificar e analisar ocorrências no seu condomínio

Saiba como identificar e analisar ocorrências no seu condomínio

Manutenção é um tema primordial em condomínio. É um daqueles assuntos em que o síndico precisa estar sempre de olho, acompanhando de perto, para evitar que um descuido se torne uma catástrofe, como foi o prédio que desabou no centro do Rio de Janeiro em janeiro de 2012.

Por isso é tão importante prestar muita atenção em qualquer corte que porventura apareça nas paredes, cobertura ou garagem do condomínio. Essas aberturas nas estruturas, que podem ser denominadas fissuras, trincas, rachaduras ou fendas podem ser o primeiro sinal de alerta de que algo está acontecendo por trás daquela camada de tinta nas paredes.

Vale lembrar que o síndico é responsável civil e criminalmente por todo o condomínio, incluindo-se aí os cuidados com a edificação, que são fundamentais tanto para a segurança de todos, como para manter o valor do patrimônio sempre em um bom patamar.

Um bom sinal de alerta é quando a fissura começa a se expandir. Pode também mudar de cor, ou minar água. Nesses casos, o tempo de procurar um perito é curto. Quanto mais houver demora na busca de um reparo, mais caro este será.

O aconselhável, para evitar que as fissuras se expandam demasiadamente e atinjam a parte estrutural da edificação, é que a cada dois anos seja feita uma inspeção completa, com um perito no assunto, para construções de até 15 anos. Após esse período, a inspeção pode ser anual, para haver um acompanhamento mais próximo das estruturas.

Se a construção for nova e apresentar muitas rachaduras, pode-se contar com a assessoria de um engenheiro especializado em mecânica do solo. Ele poderá dizer qual é a origem do problema e se houve falha por parte da construtora, que deve dar, no mínimo, cinco anos de garantia.

Para casos em que o local a ser tratado – como uma área externa ou o topo do prédio – fique protegido da chuva, o ideal é que o reparo seja executado durante a época seca do ano. Se for algo muito urgente, pode-se contratar toldos para que o serviço seja feito com segurança e rapidez.

Como agir

Em geral, o aparecimento de pequenas fissuras não é preocupante, já que a estrutura do prédio pode ir se acomodando ao terreno com o passar do tempo, especialmente se a edificação for nova – tiver menos de cinco anos – ou se houver grandes obras por perto, que também podem causar essas rachaduras em diversos locais.

O ideal é que haja um acompanhamento mensal por parte do zelador dessas fissuras. Se a abertura crescer ou se mudar de cor, ou ainda se estiver minando água, é muito importante procurar um especialista.

Veja abaixo algumas dicas importantes:

  • Para acompanhar a evolução de uma trinca,  faça uma marca de lápis grosso em cada extremidade da abertura.
  • Verifique se as trincas se encontram em elementos estruturais: lajes, vigas, pilares.
  • Quando a largura da abertura é acima de 0,5 mm, o CREA-SP (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo) recomenda que se recorra a um engenheiro ou perito habilitado e qualificado.
  • O perito chamado deve ser independente: não peça a ele, nem aceite, sugestões de empresas para realizar as obras. Assim, ele identificará o que deve ser feito, prestando uma informação confiável, sem comprometimentos comerciais.
  • Um tratamento inadequado poderá ocultar problemas maiores que aparecerão no futuro. Neste caso também, sai mais barato consultar um engenheiro especializado, que apresentará uma solução técnica correta, do que arriscar tratamentos paliativos.
  • As principais conseqüências do incorreto tratamento de infiltrações são os danos causados à armação do concreto, cujo reparo é caro e requer conhecimentos técnicos especializados.

Responsabilidade do síndico

Vale ressaltar que, se ocorrer algum tipo de incidente, o síndico pode ser responsabilizado por omissão, caso nada tenha sido feito para prevenir a ocorrência.

Por exemplo, se uma rachadura não for reparada e um muro cair em cima de um morador, a responsabilidade (civil e criminal) será do síndico, caso esse não tenha tomado nenhuma providência.

Tipos de ocorrências

Fissuras, trincas, rachaduras e fendas são aberturas em forma de linha, classificadas de acordo com a espessura, e não quanto ao comprimento.

  • Fissura: abertura de até 0,5 milímetro.
  • Trinca: de 0,5 mm a 1 mm.
  • Rachadura: de 1 a 1,5 mm.
  • Fenda: superior a 1,5 mm

Principais causas

  • Acomodação da obra no terreno: é uma das origens mais comuns em novas edificações. Há um esforço por parte da fundação do prédio, que acaba sendo um pouco transferido para a alvenaria, gerando assim as fissuras
  • Pressa ao dar o acabamento na obra: ao não respeitar o tempo correto para secar alguns materiais (como a massa corrida), há mais chance daquele local apresentar trincas
  • Obras nas unidades: Reformas que ocasionem um excesso de carga num andar ou alterações estruturais como retirada de paredes ou pilastras podem causar desabamentos. Exemplo: construção de uma parede não-prevista pelo projeto original. A laje transfere o peso para os pilares, que podem sofrer avarias.
  • Movimento estrutural: pode parecer estranho, mas a estrutura do prédio é flexível, para conseguir lidar com o vento, sons e obras vizinhas. Porém, muito movimento externo pode gerar fissuras
  • Infiltrações: impermeabilizações não duram para sempre. Quando não há uma renovação do material, a água pode se infiltrar seja pela ação da chuva ou de um vazamento, causando problemas estruturais ou estufando as paredes.
  • Calor: principalmente em andares mais altos, que são mais expostos às intempéries, o calor faz com que haja uma dilatação dos materiais. Quando a temperatura volta ao normal, o local pode apresentar algumas trincas. Também pode acontecer em paredes por onde passem tubos que esquentem, como de água quente ou outros. Para evitar o problema, principalmente na laje superior, o ideal é que seja feita, após a concretagem e sua cura correta, uma impermeabilização, seguida de tratamento térmico e, então, o acabamento escolhido pode ser executado.
  • Água ácida: em cidades com muitos carros, ou alto nível de poluição, a chuva pode se infiltrar em uma laje sem impermeabilização e degradar as estruturas protegidas pelo concreto. Essa água poderá oxidar o aço, comprometendo assim a segurança do local. Nesse caso, há uma transação entre as fases do problema. No primeiro momento, a água se infiltra na laje, e a rachadura ainda não verte água, há apenas uma mancha esbranquiçada. Ao perceber que a água começa a pingar dali, ou que a coloração da mancha migrou para o amarelado ou ocre, é sinal que o aço já foi oxidado e precisa de cuidado especializado urgente.
  • Escolha incorreta ou má qualidade de materiais: infelizmente, se o material usado não é de boa qualidade, ou se não foi utilizado corretamente, o resultado final refletirá isso.
  • Sons, vibrações ou ventos muito fortes: Seja um som extremamente alto, um bate-estaca violento em uma obra próxima ou uma rajada de vento mais forte que o esperado, a edificação pode não estar preparada para recebê-los. Nesses casos, uma trinca pode aparecer

Obras nas unidades

  • Como reformas em unidades podem ocasionalmente comprometer a estrutura do prédio, é conveniente que o síndico seja sempre comunicado antes do início.
  • Seria interessante haver uma norma a respeito no Regulamento Interno ou na Convenção – ou, ao menos, tornar este aviso um procedimento informal no condomínio.
  • Em reformas grandes nos apartamentos, o síndico deve valer-se de um perito para avaliar se elas não trarão danos à estrutura do prédio.
  • O síndico também deve informar ao condômino responsável pela reforma o horário permitido para estas atividades, bem como outros procedimentos básicos, como o que fazer com o entulho.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Quer reformar o imóvel onde mora, mas é alugado? Veja como fazer!

Algumas dicas podem deixar o imóvel com a sua cara sem arrumar briga com o proprietário

Pela lei, imóveis alugados precisam ser devolvidos pelos inquilinos como foram recebidos. E qualquer reforma deve ser feita pelo proprietário. Verifique detalhadamente o contrato para saber as responsabilidades de cada um. Mas atenção à boa notícia: há como mudar o visual da casa sem modificar a estrutura!

“Temos alguns materiais que podem ser colados ou aplicados sobre outros preexistentes, sem quebra-quebra. Mas é importante estar ciente que nem sempre na hora de removê-los é garantido 100% que o original não será danificado“, explica a arquiteta Paula Passos.

Ela aponta os pisos vinílicos, com espessura de 3 milímetros, para serem sobrepostos aos que já existem na casa. Outra opção é a resina ou pintura epóxi sobre revestimentos existentes que estejam firmes.

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Muitos materiais podem ser apenas afixados nas paredes, sem danificar a estrutura (Foto: Shutterstock)

“Outra forma pode ser cobrir revestimentos existentes com painéis de madeira ou metálicos, placas de MDF com fórmica ou drywall, que são painéis em gesso”, orienta Paula.

A arquiteta Fernanda Mendonça, do JMA Estúdio, afirma que sempre é possível recorrer a soluções simples de revestimentos de cores. “Uma técnica que usamos em projetos alugados é textura nas paredes – como o cimento queimado, pintura ou o papel de parede. São ótimas alternativas para mudar o visual sem modificar a estrutura”.

Para Fernanda, outra possibilidade é utilizar prateleiras e decorar com itens dos moradores para dar mais personalidade. Iluminação indireta também é uma boa solução: dá para utilizar luminárias de piso e abajures.

Decoração

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Uma boa decoração pode ser o suficiente, além de não agredir a estrutura do imóvel (Foto: Shutterstock)

Paula ressalta que a decoração é extremamente importante. “Com uma produção bem planejada, os resultados finais podem ficar lindos, aconchegantes, com a sua cara”.

“Podemos manter as bases neutras dos imóveis alugados e trabalhar com uma bela composição de quadros e tapetes bem colocados dar personalidade aos ambientes. Os tecidos das almofadas e as cortinas vão vestir os espaços dando um toque todo especial”, diz ela.

Para Fernanda, a decoração é capaz de transformar qualquer ambiente, sem a necessidade de quebrar ou mexer na estrutura. Pequenas peças e objetos são responsáveis por fazer essa mágica.

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A escolha dos materiais de acordo com as necessidades do inquilino é essencial (Foto: Shutterstock)

“É preciso antes analisar as necessidades da família, se precisa de algo que seja prático para o dia a dia, se tem animais, crianças, ou se desejam algo mais clássico”.

Escolha peças de mobiliário soltas sempre que possível. Caso haja necessidade de mudança de imóvel, você pode levar tudo sem danificar o alugado e sem ter que refazer serviço.

“Em apartamentos antigos fica muito atual a combinação de peças vintage com outras modernas, combinando o passado com o presente. O segredo está em mesclar os dois estilos com bom senso, buscando equilíbrio”, explica Paula.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

LED em condomínios

Para valer a pena é importante um estudo prévio

 

Para valer a pena é importante um estudo prévio

 

Com um preço cada vez mais atrativo, as lâmpadas do tipo LED vêm se popularizando no mercado condominial.

Mas você sabe o que significa LED? A sigla LED significa Light Emitting Diode, ou, em português, diodo emissor de luz.

As lâmpadas de LED oferecem três grandes vantagens em relação às lâmpadas fluorescentes: gastam menos energia, demandam menos manutenção e duram muito mais. O apontado pelos especialistas é que o uso do LED pode diminuir em mais de 50% a conta de luz das áreas comuns do condomínio.

Com tantos benefícios, é difícil entender por que ainda são poucos os condomínios que aderiram ao LED, e que continuam usando as lâmpadas comuns.

E a resposta está, principalmente, no preço. Apesar de estarem ficando cada vez mais acesíveis, uma lâmpada de LED ainda pode custar até cinco vezes o preço de uma lâmpada fluorescente comum. Veja um quadro comparativo abaixo:

Tipo Eficiência média* Vida útil* Preço**
Incandescente 15 lm/Watts  1 mil horas não é mais comercializada
Fluorescente 60 lm/Watts  De 6 a 8 mil horas R$ 13,39
LED 90 lm/Watts A partir de 25 mil horas R$ 46,99

(*Dados da AES Eletropaulo) (**Comparação de preço de lâmpada fluorescente compacta similar a LED. Valor pesquisado em julho de 2017)

Em contrapartida, outro ponto positivo a respeito do LED é a sua eficiência energética. Por quase não apresentar perdas, essa tecnologia usa com mais responsabilidade a energia elétrica, o que também deveria pesar no momento da compra.

Há também a comodidade de lâmpadas de LED poderem se adaptar aos soquetes já existentes no local, não precisando de grandes alterações na maioria dos casos.

Manutenção

A baixa manutenção é outro ponto relevante a ser considerado pelo síndico, já que uma das grandes demandas de um condomínio é a necessidade frequente de substituição de lâmpadas queimadas. Isso, além de custar caro, demanda tempo dos funcionários encarregados e é mais um motivo para reclamações por parte dos moradores.

Outro item importante de comparação do LED com as lâmpadas fluorescentes diz respeito ao uso de sensores de presença. Enquanto as comuns apresentam perda na vida útil em quase 40%, o LED apresenta perda zero.

LEDs de boa qualidade têm garantia de dois a três anos. Ou seja, se o produto “queimar” antes disso, o fornecedor deve trocá-lo para o condomínio.

Estudo prévio

Não adianta, porém, encarar o LED como se fosse uma lâmpada comum. Ao se optar pela troca de tecnologia é recomendado que haja um estudo prévio da iluminação do condomínio.

“Fazer esse levantamento é fundamental para que a troca seja bem sucedida para o condomínio. Só assim conseguimos oferecer mais eficiência energética, economia de energia e diminuição da manutenção”, argumenta Marcos Santos, proprietário da Save, Negócios Sustentáveis.

Esse estudo deve acontecer com uma visita ao condomínio. O arquiteto ou engenheiro da empresa, então,conhece os ambientes que serão contemplados com a nova tecnologia, analisa a iluminação atual do ambiente, checa as necessidades e então monta um plano de iluminação que deverá ser o mais conveniente possível para o condomínio.

“Não adianta o síndico que quer economizar com esse tipo de serviço ir até uma loja de produtos de construção ou de luminárias e comprar os LEDs sozinho. Com certeza a economia será menor e os produtos comprados não serão os mais indicados”, ensina Juliana Furlan, arquiteta especializada em iluminação.

Ou seja, infelizmente, não há um cálculo pronto para que síndicos ou condomínios usem em suas instalações e, assim, consigam economizar ao máximo substituindo as lâmpadas comuns por LED.

Com esse plano de iluminação, pode ser que alguns itens da iluminação do condomínio sejam alterados. Não apenas para receber o LED, mas para que a iluminação ali seja otimizada.

Outro ponto importantíssimo desse estudo é o chamado “payback”. O “payback” é o intervalo de tempo para que o condomínio receba de volta integralmente o que investiu na nova tecnologia. Pode demorar de seis meses a três anos.

Modalidades de compra

Veja algumas maneiras diferentes para incluir o LED no seu condomínio. Todas consideradas após o estudo prévio:

  • Compra mensal: a empresa, em acordo com o condomínio, vende um volume de lâmpadas LED a cada mês. Assim, a compra não pesa tanto no bolso dos moradores, e a economia já começa a ser sentida
  • Por ambientes: o condomínio vai escolhendo os locais onde os LEDs serão instalados. Nesse caso, geralmente o trabalho é iniciado pelas garagens, onde, via de regra, as lâmpadas ficam acesas 24h – e onde a economia será sentida mais prontamente. Depois, são substituídas as lâmpadas do jardim e da fachada, que funcionam geralmente 12h por dia, e depois, em ambientes internos que funcionem menos horas por dia e assim por diante.
  • De uma vez: quando todas as lâmpadas do condomínio são substituídas por LED, de uma só vez. Nesse caso é necessário que o condomínio ou tenha um aporte guardado ou que recorra a um crédito para a compra.

Na hora de contratar

Antes de escolher a empresa atente para os seguintes detalhes:

  • Profissionais: é importante saber quem faz o estudo prévio, cálculo de payback, etc., na empresa. Por isso é fundamental que o prestador de serviços tenha arquitetos ou engenheiros em seu quadro de funcionários e que esses visitem o condomínio.
  • Garantia: geralmente os LEDs têm garantia de “n” mil horas. Mas há empresas que oferecem esse benefício por anos. Há quem ofereça até três anos de garantia, dependendo da peça. Deve-se lembrar, porém, que um LED de mais qualidade – e garantia – é, provavelmente, o mais caro também.
  • Fornecedor: procure saber qual a marca a ser usada no condomínio. Há diversas marcas desconhecidas e boas no mercado. Mas marcas como Osram, Philips e Brilia (nacional) custam mais caro, mas com certeza oferecem um ótimo produto.

Exemplo de economia

Veja abaixo o exemplo de um condomínio na Grande São Paulo que apostou no uso de LEDs nas áreas comuns:

“Nosso condomínio está trocando as lâmpadas comuns pelas de LED já faz oito meses. Estamos comprando aos poucos, pois preferimos não fazer um rateio extra para comprar o equipamento novo.

No começo achamos que a economia não seria sentida tão rapidamente, mas vimos que realmente a nossa escolha se refletiu na conta de luz.

Começamos pela garagem e pelos spots da fachada do condomínio. Estamos em um momento que a economia na conta já paga totalmente a parcela mensal do LED. Ainda temos mais alguns meses pela frente, mas posso dizer que até agora o balanço foi bem positivo.” Claudio Figueiredo, 67, síndico

 

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Bons costumes no condomínio

Antes de acusar um ato como inadequado, é preciso analisar o contextoAntes de acusar um ato como inadequado, é preciso analisar o contexto

Por Jaques Bushatsky*

Dentre os deveres do condômino, elencados no artigo 1.336, do Código Civil, existe um intrigante: o de “não as utilizar [as suas partes no condomínio] de maneira prejudicial aos bons costumes”.

É razoavelmente fácil caracterizar a utilização como sendo “prejudicial ao sossego, salubridade e segurança”. Mas, como definir o que seja – ou não – atentatório aos bons costumes, quando se tratar de ação de condômino que não se insira (pois não imaginaríamos haver redundância no texto legal) entre as afrontas ao sossego, à salubridade e à segurança?

É preciso, então, entender a expressão “bons costumes”. Buscando no Dicionário Antônio Houaiss, costume é hábito, prática frequente, regular. Pode ser definido como o que corresponde plenamente ao que é exigido, desejado ou esperado, o que é moralmente correto, de acordo com quem julga; o que for adequado às circunstâncias, ideal e apropriado.

Então, mesmo sem afrontar a tranquilidade, a saúde, a segurança dos demais condôminos, o condômino deve agir regularmente de modo correto (de acordo com quem julga) ou adequadamente. E agir adequadamente sempre.

Vale lembrar do Padre Antonio Vieira, para quem “a pior coisa que têm os maus costumes é serem costumes, ainda é pior que serem maus”. Como se vê, nessa lógica do agir costumeiramente mal, desenha-se a possibilidade da punição do comportamento inadequado do condômino.

Mas, o que seria “bom”? Parafraseando recente proclamação de excelentíssima ministra, indagamos: menino vestir rosa e menina vestir azul seria ruim? E se a indumentária fosse repetida ao longo de meses, estaríamos diante de um “mau costume”? E mais: quem julgaria?

O corpo diretivo do condomínio tem atribuições um tanto circunscritas – naturalmente, dado o objetivo de sua atuação. Via de regra, as exceções provarão que ele não terá legitimidade e autoridade para a classificação dos atos como “bons” ou “maus” costumes.

É nesse momento que se passa a exigir, no singelo ambiente condominial, a exata compreensão do contexto(determinado prédio, com comunidades que agem de determinadas maneiras; os limites legais; o senso comum). E a solução prática decorrerá do exercício diário da conversa, para que antes de se cogitar acerca de acusações, se alcance o entendimento, a compreensão, a aceitação e a convivência com a diversidade. Todos crescerão, é certo.

Afinal, ser condômino (ou síndico) não significa ser um “julgador”, um “regrador”, um “disciplinador”. Significa, tão somente, partilhar um espaço com pessoas que têm algo em comum (a escolha daquele espaço) e podem ter, hão de ter, preferências diferentes (escola, clube, marcas, vestir azul ou rosa).

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Confira brincadeiras para pais e filhos se divertirem em casa ou no condomínio

Pensando nos inúmeros benefícios, listamos algumas brincadeiras que podem ser feitas em família

Para as crianças, brincar pode estar relacionado apenas a se distrair, mas também faz parte do desenvolvimento delas. E quem melhor para ajudar nesse processo do que os próprios pais? Afinal, brincar também pode ser coisa de adulto. Pensando nos inúmeros benefícios – como manter a família unida, por exemplo – listamos algumas brincadeiras que podem ser feitas entre pais e filhos:

Jogos de Tabuleiro: Claro que existe um universo entre os jogos de tabuleiros, mas não é difícil achar alguns que sejam para a família toda. A atividade estimula o desenvolvimento cognitivo tanto de crianças quanto de adultos. Para o público infantil, os jogos ajudam na ampliação da memória e o raciocínio lógico.

Brincadeiras na piscina: A piscina é convidativa para todas as idades, então por que não aproveitar para brincar com as crianças? Brincadeiras como Marco Polo são diversão garantida para toda família.


Vídeo Game e jogos eletrônicos: Quem disse que vídeo game é brincadeira de criança? Muitos adultos continuam apaixonados por essa brincadeira e o hobby pode ser passado de geração para geração.

Atualmente, existem inúmeras opções de jogos tecnológicos que vão além do vídeo game e podem ser jogados em tablets, computadores e celulares. Claro que a escolha do jogos deve ser supervisionada pelos pais e o tempo de atividade também, já que a exposição às telas podem fazer mal a saúde.

Totó ou Pebolim: Dependendo da região do país, pode ser Totó ou Pebolim. Apesar dos nomes distintos, as regras são as mesmas. Para jogar, é necessário ter a mesa disponível – o que é normalmente encontrado em salões de jogos de condomínios. Pode ser jogado em dupla ou individualmente.

Futebol: O esporte mais popular do país é uma das opções de diversão entre a família e, como se sabe, não precisa de muito. Mesmo sem quadra, é possível jogar em um quintal, por exemplo. Se for brincar com crianças mais novas, o ideal é utilizar bolas mais leves.

Outros esportes: No Alphaville Norte, as quadras poliesportivas podem ser aproveitada para prática de tênis, basquete e vôlei, por exemplo.

Parquinho: Na área do Playground do Alphaville Litoral Norte, as crianças podem se divertir no parquinho, com balanços e gangorras.


Patins, bicicleta e patinete: Essas são atividades que, normalmente, aprendemos na infância e seguimos sabendo e praticando nos anos seguintes. Se é assim, pais e filhos podem se reunir para dar uma volta no condomínio seja de patins, bicicleta ou patinete. É importante, claro, estar bem equipado para evitar machucados maiores.

 Fonte: https://www.ibahia.com

Otimizando a Limpeza do condomínio

Planejamento para otimizar ao máximo o processo de limpeza do condomínio

Limpeza no condomínio

Para manter os diversos ambientes de um condomínio limpos, otimizando gastos e tempo, é necessário, além de bons profissionais, ter um bom planejamento.

Para isso, o SíndicoNet elaborou dicas gerais e técnicas, para que você se organize e possa repassar ao zelador as devidas orientações. Veja abaixo:

Tipos de limpeza:

Inicialmente, é importante ter em mente os diferentes tipos de limpeza aplicados em condomínios. São eles:

  1. Limpeza Geral – É a mais abrangente, mas que atende, principalmente as áreas de maior circulação, como halls e elevadores. Alguns itens devem ser limpos todos os dias, outros semanalmente. Exemplo: lavagem de área comum.
  2. Manutenção – Exige atenção, pois esse tipo de limpeza costuma ser mais leve, já que pode ser feito até mais de uma vez por dia para atingir seu objetivo: manter determinadas áreas sempre limpas por mais tempo. Exemplo: Varrição de área comum.
  3. Conservação – Limpeza que se faz no horário comercial, em que se conserva um ambiente por mais tempo limpo. Exemplo: Recolhimento de lixo na área comum.

Roteiro de limpeza:

Limpeza diária
  • Hall de entrada
  • Elevadores
  • Calçada com vassoura
  • Banheiros
  • Sauna
  • Sala de ginástica
  • Vestiários
Limpeza quinzenal
  • Vidros da portaria e áreas comuns
  • Sala de máquinas
  • Halls de pisos de madeira ou pedras como    mármore e ardósia
Limpeza mensal
  • Garagem
  • Escadas de emergência
  • Salão de festas (se não for muito usado, a    manutenção mensal é suficiente)
  • Janelas externas das áreas comuns
  • Calçada com máquina hidrojateadora
Limpeza semestral
  • Retirar pó das superfícies altas, como    tubulações e estruturas

Horários recomendados:

Algumas áreas muito utilizadas pelos moradores, como os elevadores e a garagem, devem ser limpas em horários com menos movimento de pessoas, como o meio da tarde durante a semana ou nos fins de semana pela manhã.

Elevadores
  • Dias de semana:  entre 14h e 16h
  • Fim de semana: 8h
  • Frequência: diária
  • Explicação: a limpeza deve ser diária feita no    período da tarde, quando o movimento de moradores é menor. Nos fins de    semana, prefira a faixa das 8h. Fique atento para sempre deixar um elevador    livre para o uso dos moradores, enquanto o outro estiver parado para limpeza.
Hall
  • Dias de semana: entre 14 e 16h
  • Fim de semana: período da manhã
  • Frequência: diária
  • Explicação: A limpeza dever ser feita, preferencialmente,    quando a limpeza do elevador está sendo feita, o que economiza tempo e deixa    toda a área limpa.
Garagem
  • Dias de semana: entre 15 e 17h
  • Frequência: mensal
  • Explicação: deve ser limpa mensalmente em    horários estratégicos, quando há pouca movimentação de carros.

Funcionários:

Calcular o número certo de funcionários para o condomínio depende de muitos fatores, afirmam especialistas, como tipo de piso das áreas comuns e dos halls de entrada, características dos elevadores e salões de festa ou ginástica, além da existência de piscinas, saunas e vestiários. Para não errar, o ideal é consultar empresas especializadas ou manter um funcionário fixo para a limpeza diária e contratar diaristas para auxilia-lo nas faxinas mensais e semestrais, que costumam ser mais pesadas.

Pisos:

A grande variedade de pisos e assoalhos que podem ser usados em condomínios geram, dúvidas e podem causar até problemas se tratados com os produtos errados.

  • Pisos frios: em geral, podem ser limpos com um pano úmido ou produtos específicos todos os dias.
  • Pisos de pedras:  como mármore e ardósia, por exemplo, exigem um cuidado maior. Portanto, devem ser encerados com cerdas próprias para o tipo e até cor do piso. Para encerar, pode-se usar enceradeiras, que facilitam o trabalho e garantem mais brilho, ou panos macios.
  • Pisos de madeira: também pedem cera. Para mate-los sempre limpos e brilhantes, recomenda-se um pano úmido diariamente e uma vez por semana, cera específica para o tipo e cor do piso.

Produtos

Manusear produtos de limpeza exige cuidado e atenção. Algumas pessoas são alérgicas e muitos produtos tóxicos se inalados ou agressivos se tiverem contato com a pele.

Na hora de escolhê-los, prefira os menos agressivos e neutros. O cheiro dos produtos também deve ser escolhido com cuidado, já que muitas pessoas freqüentarão as áreas comuns. Uma opção são aromas leves ou a ausência de qualquer cheiro.

  • Água sanitária: Conhecida por ser abrasiva e causar manchas deve ser usada com cuidado e só quando for realmente necessária
  • Detergente neutro e sabão líquido: Usados para a maioria dos procedimentos de limpeza são boa opção já que se encaixam em muitos ambientes e são pouco abrasivos.
  • Desinfetante: Deve ser usado com cuidado e somente em locais necessários, como banheiros, por exemplo.
  • Ceras: A quantidade e o tipo de piso que aceitam esse tipo de material sem prejudicá-los devem ser checados com o fabricante.

Dicas

  • Algumas medidas de economia podem trazer prejuízos. A mais comum delas é optar por diluidores para que produtos muito concentrados sejam superaproveitados. Eles não são recomendados já que é comum que os funcionários não os utilizem adequadamente e prejudiquem o rendimento.
  • Consulte sempre os funcionários da limpeza na hora de comprar produtos. Eles são os melhores indicadores para chegar à quantidade ideal.
  • Pisos frios exigem menos produtos, assim como carpete de madeira. Já pisos de madeira maciça e pedras, como mármore e ardósia precisam de mais cuidados. Leve esses fatores em consideração

Aprenda a escolher o melhor tipo de churrasqueira para apartamento

O segredo de um churrasco perfeito pode estar na churrasqueira. Veja como escolher a opção perfeita para você que mora em apartamento.

Em tempos de jogos, reuniões de familiares e amigos, um churrasco é sempre considerado a escolha do cardápio ideal. Mas e se o local da reunião for um apartamento, como fazer?

Já faz algum tempo que para fazer um bom churrasco não é preciso morar em uma casa ou ter um grande quintal, o mercado já conta com várias opções para quem tem um espaço reduzido.

Hoje nosso artigo vai levantar qual a melhor churrasqueira para quem mora em apartamentos e você define o tipo mais adequado ao seu espaço, vamos lá?

Onde colocar?
Antes de mais nada você precisa avaliar se a sua churrasqueira vai ficar em um ambiente interno, como a cozinha, ou se é melhor deixa-la na varanda, caso seu apartamento possua esse espaço.

Essa definição é essencial para que você continue com a ideia, pois caso erre ao construir uma churrasqueira, será complicado modificar todo o projeto. Depois de definir esse item avalie os tipos de churrasqueiras para apartamentos disponíveis no mercado e escolha a que for melhor, listaremos algumas aqui.

Churrasqueira a gás com bancada 
Esse estilo é para os apartamentos que possuem um pouco mais de espaço, pois ela é grande. Apesar de mais moderna e fácil de ser instalada, ela toma um bom espaço que não será usado sempre, pense nisso. Apesar disso, é ideal para quem deseja evitar a sujeira de uma churrasqueira tradicional, com tijolos, carvão e etc.

Churrasqueira a gás embutida
O mesmo princípio da churrasqueira a gás com bancada, com a vantagem de evitar sujeira e de fácil instalação. No entanto, é mais adequada para quem tem um apartamento menor. Como não ocupa muito espaço, é possível combinar com móveis planejados.

Tenha o cuidado de medir corretamente tanto o equipamento quanto o seu espaço na cozinha (caso seja o local escolhido para ela) antes de cortar a pedra da sua pia. As medidas erradas podem comprometer todo o projeto, tenha em mente que esse tipo de churrasqueira tem o formato similar a um cooktop.

As opções a gás são consideradas ecologicamente mais corretas, além de mais econômicas.

Churrasqueira rústica
Já que o apartamento é pequeno, que tal ter uma churrasqueira 2 em 1? Sim, é possível ter uma churrasqueira que também serve como lareira nos dias mais frios do ano. Rústica e moderna ao mesmo tempo, esse tipo de churrasqueira torna o ambiente ainda mais acolhedor.

Churrasqueira portátil
Se você acha que morar em um apartamento pequeno te impossibilita de ter uma churrasqueira ou se sua varanda é muito pequena e não comporta o projeto, tenha uma churrasqueira portátil e acabe com o problema.

Além de não precisar estar no local o tempo todo, algumas são desmontáveis e podem até servir de peça decorativa.

Churrasqueira a carvão
Olha, também existe churrasqueira a carvão para apartamento. Ainda que as opções elétricas e a gás sejam excelentes alternativas, há quem diga que o sabor não é o mesmo de um bom churrasco feito na brasa.
Nesse caso existem modelos que são portáteis e seguros ao mesmo tempo. Para quem não tem muito espaço, o grande vilão pode ser a fumaça e o fogo dentro de casa. Esse modelo geralmente possui tampa, opção para controlar os dois problemas citados. Além disso, é uma boa saída se você tem a intenção de deixar o churrasco com aquele gostinho de defumado.

Churrasqueira elétrica
A churrasqueira elétrica é amiga de quem não deseja fumaça dentro de casa. Além disso, ocupa pouquíssimo espaço e nem precisa citar a facilidade de acende-la: apenas colocando na tomada e apertando um botão.

Alguns modelos possuem ainda controle de temperatura, velocidade e já vem com espetos inclusos. Tudo fácil de limpar e exigindo pouca manutenção. Apesar da praticidade, é vista como uma opção não tão econômica, já que o custo de energia elétrica é elevado.

Churrasqueira a bafo
Apesar de produzir pouca fumaça e ser indicada para ambientes pequenos, é melhor usar esse modelo apenas na varanda. Aliás, você deve lembrar desse estilo de churrasqueira, é muito comum em filmes americanos.

Funciona como um forno, gerando e mantendo calor, também necessita de carvão para funcionar.

Churrasqueira de alvenaria
Se o seu apartamento foge à regra e possui uma varanda mais ampla, e claro, se essa for sua opção, porque não usar a tradicional churrasqueira de alvenaria?

Ideal para espaços maiores, precisa de uma manutenção mais cuidadosa. Funciona a base de carvão ou lenha e permite preparo de churrasco, pizzas e o que mais você achar interessante.

Gostou do nosso artigo sobre churrasqueira pequena para apartamento e outros modelos para escolher? Continue nos acompanhando!

Fonte: Imovelweb

Saiba o que fazer para deixar o imóvel mais atraente para venda

Use algumas dicas para turbinar o número de interessados no seu anúncio

Quem pensa em vender um carro costuma achar importante deixá-lo mais interessante aos olhares do possível comprador. É comum que a pessoa faça alguns reparos, limpeza, polimento. Isso porque a apresentação melhor gera um interesse maior de compra e talvez até aumente o preço de venda. Com imóvel é a mesma coisa.

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É importante que uma boa limpeza seja feita antes de visitas e fotos para anúncio (Foto: Shutterstock)

“Um imóvel bem preparado com certeza terá um processo de venda mais tranquilo. Às vezes, pequenos investimentos, como pintura, revisão nos móveis ou atualização de algum cômodo já podem fazer grande diferença”, opina o empresário e corretor de imóveis Vincenzo Russo, da Imobiliária RE/MAX Independência.

Para o superintendente de Marketing da Construtora Trisul, Lucas Araujo, além de manter o local reformado, organizado e limpo, o proprietário deve pesquisar o preço de imóveis equivalentes na região e se adequar à realidade. “Além disso, desenvolver todas as formas possíveis de divulgação”.

Fatores

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O valor equivocado é um dos fatores que explicam a baixa procura pelo imóvel (Foto: Shutterstock)

Russo diz que o principal fator para baixa procura é valor errado. “Muitos se valem de informações pouco confiáveis para estabelecer o preço de venda. E acabam considerando valores sentimentais ou expectativas desatualizadas. O imóvel acaba mal precificado e a venda se arrasta”.

Araujo cita, como situações que fazem despencar a procura, a localização sem apelos positivos, o valor alto do condomínio e do IPTU, problemas de segurança e falta de infraestrutura, como enchentes.

Detalhes

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Fazer um anúncio detalhado é parte fundamental do processo de venda de um imóvel (Foto: Shutterstock)

Como em qualquer processo de venda, a publicidade é algo muito importante. Para Russo, além das fotos, acrescentar ao anúncio detalhes como vídeos e tour 360 graus também é interessante. “O anúncio deve ser completo, com endereço, metragem, cômodos, vagas. E com as informações corretas”.

O representante da Trisul concorda e diz que quanto mais fotos e detalhes do imóvel, melhor. “É uma regra que passa transparência, evita surpresas dos proponentes e revela que o imóvel não tem problemas a serem escondidos”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Renúncia do síndico

Eleição de substituto não pode contemplar novo mandato

Eleição de substituto não pode contemplar novo mandato

Por Inaldo Dantas*

Qualquer um pode renunciar ao mandato pelo qual foi eleito (já tivemos isso em um passado recente, onde Fernando Collor renunciou ao mandato de Presidente da República, em 1992).

Da mesma forma, o síndico que porventura não queira mais permanecer no cargo, mesmo antes do término do seu mandato, pode, por ato pessoal e voluntário, apresentar sua renúncia.

E quando isso ocorre, muitos são os condomínios que não têm em suas convenções (e isso não pode ser considerado uma falha) a previsão de quem venha “herdar” tal mandato. Em  boa parte delas (as convenções) consta que cabe ao subsíndico ou ao presidente do conselho, assumir provisoriamente o cargo e imediatamente convocar assembleia para eleição do substituto.

Apesar da omissão na lei (Código Civil), o novo síndico não deve ser eleito para um novo mandato, e sim, até o prazo final do renunciante, que deve ocorrer na “AGO”.

Ocorre que, por falta de conhecimento, muitos são os casos em que, havendo nova eleição, os condôminos terminam por fixar ao novo síndico, o mesmo prazo de mandato do previsto na convenção, limitado, neste caso, a dois anos (Art. 1.347 – Cod. Civil).

Mesmo quando isso acontece, não significa que a eleição é nula, isso não. É que, quem legitima o mandato de um síndico (o eleito, prazo, remuneração, entre outros), é a ata da assembleia, válida até que alguém com legitimidade, busque sua anulação, seja por nova assembleia ou por decisão judicial.

Assim, aqueles que se enquadram nesta situação, o conselho dado é que na “AGO” (Assembleia Geral Ordinária) seja inserida na pauta a “Eleição de Síndico”, para que assim, seu mandato seja aquele previsto na convenção, eliminando por definitivo, além da característica da interinidade, o risco de se ver anulada a assembleia que fixou novo mandato sem que o anterior tenha se expirado.

Detalhe: o mesmo entendimento serve para eleição de novo síndico em face de destituição ou outro motivo (falecimento, por exemplo) do anterior.

E ainda, havendo na convenção a previsão de quem, por tais motivos, venha a ser o novo síndico, este também, complementa o mandato daquele. Nada de eleger um novo síndico para um novo mandato, sem que o mandato do primeiro  tenha sido exercido por completo.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Fiador, seguro-fiança e caução: conheça as diferenças

Fundamental a todo contrato de aluguel, as garantias locatícias costumam gerar dúvidas entre inquilinos. Confira as existentes no mercado

Na hora de alugar um imóvel, são solicitadas medidas que garantam ao proprietário que o pagamento será feito mensalmente, até o fim do contrato. A opção mais comum é a indicação de um fiador, por ser uma alternativa segura e não gerar custos adicionais às partes envolvidas.

Entretanto, nem sempre é possível utilizar essa opção como forma de garantia, já que algumas regras precisarão ser cumpridas. Como alternativas, existem ainda o seguro-fiança e a garantia de aluguel. Conheça a diferença entre as três possibilidades:

Seguro-fiança

seguro-fiança ou fiador de aluguel: saiba o que é melhor
Se o inquilino não conseguir um fiador, uma opção é fazer o seguro-fiança (Foto: Shutterstock)

Se o inquilino não tem a possibilidade de conseguir um fiador, uma outra opção é fazer o seguro-fiança, que é oferecido por seguradoras. O locatário precisará pagar um valor mensal para garantir que as despesas serão cobertas em caso de não pagamento do aluguel.

Para o proprietário do imóvel, essa é uma opção bastante vantajosa, tendo em vista que em caso de inadimplência o seguro assume o pagamento do aluguel imediatamente. Com o fiador, o pagamento é realizado somente após um processo judicial e, para receber, o proprietário precisa notificar a sobre a falta de pagamento.

Esse recurso, no entanto, não é tão utilizado, o que se explica pelo valor a ser embolsado pelo inquilino. O futuro morador do imóvel deve pagar uma taxa, que pode chegar ao valor de um aluguel inteiro ou até mesmo um aluguel e meio por ano, e esse valor não será devolvido no final do contrato, como acontece com a garantia de aluguel.

“Para o proprietário, esta opção é mais cômoda porque ele vai receber de todo jeito da seguradora. E se o inquilino não tem um meio de dar a garantia necessária para alugar o imóvel, vai ter que arcar com o ônus de pagar o seguro fiança“, ressalta Manoel da Silveira Maia, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ).

Fiador

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O fiador deve possuir um imóvel em seu nome e cidade onde o imóvel será alugado (Foto: Shutterstock)

Se a opção for por um fiador, serão exigidos vários documentos que comprovem a possibilidade de a pessoa assumir o risco. Não é exigido ter grau de parentesco, mas algumas regras devem ser cumpridas.

Uma delas é que o fiador deve possuir um imóvel em seu nome e na mesma cidade onde o inquilino pretende alugar. Também é exigida uma comprovação da renda e normalmente esse processo é um pouco mais lento que os demais, já que exige uma análise da documentação apresentada.

Em caso de inadimplência, o proprietário pode demorar para conseguir acertar as contas, uma vez que para isso ele deve entrar com uma ação judicial para cobrar o valor.

Além disso, a possibilidade acaba se tornando inviável para quem está se mudando para uma cidade nova e não tem parentes e nem um círculo de amizade fortalecido onde possam encontrar quem possa assuma o risco.

Garantia de aluguel

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No caução o inquilino precisa fazer um pagamento adiantado (Foto: Reprodução/Shutterstock)

Uma terceira possibilidade é o caução. Um processo simples, em que o inquilino precisa fazer um pagamento adiantado à locação do imóvel. O valor que será usado como garantia pode chegar ao equivalente a três meses de aluguel, valor que é estipulado dentro da lei e deve estar previsto no contrato.

Esta possibilidade é vantajosa para o inquilino porque, ao término do contrato, ele pode reaver o valor caso não existam danos no imóvel e não haja a necessidade de reparos.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Como atender os condôminos

Síndico deve ser claro e demonstrar como é possível entrar em contatoSíndico deve ser claro e demonstrar como é possível entrar em contato

Não adianta negar: nada pior do que chegar em casa depois de um dia de trabalho e não conseguir descansar, já que o interfone, com solicitações diversas dos moradores, não para de tocar.

Para evitar que  a carreira do síndico comece mal, é possível que já na ata da sua eleição estejam discriminados  os canais de comunicação a serem utilizados. Assim, fica claro como o condômino deve agirno momento em que precisar se comunicar com o síndico – seja um e-mail ou um registro no livro de ocorrências.

Mas não é só o morador que deve se adequar ao síndico. Esse deve responder em um certo período de tempo aos moradores. O considerado adequado pelos especialistas ouvidos foi em até quatro dias. Mais do que isso pode gerar um sentimento de desconforto.

Nem sempre, porém, o síndico consegue responder às questões levantadas pelos moradores nesse período de tempo, seja pela complexidade da situação, ou simplesmente por estar com muitos afazeres. Nesses casos, o síndico deve ser honesto, responder que recebeu o e-mail do morador e que irá tomar as medidas cabíveis em breve.

Para reclamações no livro de ocorrências, o prazo se estica para até sete dias.

Outra forma para se comunicar com os moradores é ter um quadro de avisos também na garagem, já que muitos condôminos entram e saem apenas por ali.

O quadro de avisos também pode estar no elevador, mas com ressalvas. Os assuntos tratados ali não devem ser nem de segurança ou de inadimplência.

Internet

  • Sites para condomínios vem se tornando cada vez mais comuns. Usando o site é possível integrar a comunicação do síndico com todos os condôminos para envio de comunicados e registro de ocorrências, por exemplo. Também é possível fazer reservas de áreas de lazer, controle de acesso da portaria, publicar atas, documentos e classificados, entre outros.
  • Algumas administradoras oferecem também um ambiente digital para a comunicação entre condôminos e síndico. Nesse tipo de plataforma, o morador também consegue acessar dados sobre as finanças do prédio e balancetes, o que diminui o número de pedidos para o síndico.
  • A internet ou o uso de e-mail também é uma possibilidade para quem tem reclamações sobre a zeladoria ou sobre os funcionários do prédio. Nesses casos, ou se fala diretamente com o síndico ou se escreve para ele. Muita gente não se sente confortável registrar esse tipo de problema no livro de ocorrências.
  • O uso de informativos - online ou impressos – é uma boa opção. Assim não se passa aquela ideia equivocada de que o síndico resolve tudo sozinho

Pessoalmente

  • Mesmo com tantos outros canais de comunicação, é indispensável que o síndico disponha que algum tempo para atender os moradores pessoalmente.
  • É imprescindível que o síndico tenha pelo menos um período do dia a cada duas semana para conversar com os moradores.
  • Ele também indica o atendimento em horários diferenciados, como aos finais de semana, em prédios de veraneio, quando estes estão mais cheios.

Ajuda

  • Mesmo sendo a principal peça na mediação de conflitos, o síndico não precisa fazer tudo sozinho. A ajuda do conselho também é importante nessas horas.
  • Quando houver comitês, como de obras, os participantes também podem ajudar o síndico provendo os moradores de informações quando necessário.

Crianças e Adolescentes

  • Uma forma diferenciada de melhorar a comunicação com crianças e adolescentes – um grupo muitas vezes visto como complicado – é a eleição de um representante da “classe” para pleitear melhorias desejadas pelos mais joves, como redes novas para as quadras das áreas comuns ou bolas novas.

Dica do leitor

  • Eliane do Rocio Pedro Bom, síndica de um condomínio com duas torres em Curitiba, encontrou uma alternativa para o livro de ocorrências. Ela conta que em seu prédio, o livro existe apenas para registros de determinadas ocorrências e controle de correnspondências e entrada de visitantes.
  • Reclamações ou ocorrências mais reservadas, como condômino sobre outro condômino, são relatadas em formulário próprio individual e colocado num envelope lacrado e endereçado ao síndico.

Formas de comunicação

Assuntos não urgentes Assuntos urgentes:
Livro de ocorrências ou Caixa de sugestão Telefones
E-mails Interfone
Quadro de avisos
Fórum de discussão, blog ou site do prédio

Acesso à documentação

  • Quando o condômino solicita verificação na documentação do condomínio, como pasta de pestação de contas, normalmente, marca-se dia e hora.
  • Não convém permitir que ele leve os papéis para sua casa, pois a responsabilidade pela guarda dos documentos é do síndico.
  • Vale ressaltar que o síndico não é obrigado a fornecer explicações para o condômino na ocasião, devendo fazê-las nos balancetes mensais, e em assembleia, principalmente na Ordinária, com a prestação de contas do ano anterior.

Os sete passos para uma melhor comunicação com os moradores

  1. Estipule regras
  2. Desde o início da gestão deixe claro como devem ser direcionadas as reclamações e sugestões
  3. Determine um prazo para as respostas. O ideal é demorar menos que uma semana para atender o morador que se manifestou.
  4. Não centralize. É possível pedir ajuda aos membros do Conselho e à Administradora: em caso de dúvidas, os moradores também podem recorrer a eles
  5. Atenda pessoalmente. Mesmo que só duas vezes por mês, é importante separar um tempo para atender pessoalmente os condôminos
  6. Comunique-se: O uso de informativos (online ou impresso) é valioso e poupa o síndico de ter que explicar a mesma coisa inúmeras vezes
  7. Interfone – só para assuntos urgentes. Deixe claro que telefone e interfone do síndico não são para primeiro contato, a não ser em urgências, como incêndios, acidentes ou roubos
Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Geradores mantêm funcionamento do condomínio

Geradores mantêm funcionamento do condomínio

Geradores evitam situações desagradáveis e garante a segurança dos condomínios mesmo em longos períodos sem energia

Agorafobia é o medo intenso de ficar preso em situações ou lugares de onde é difícil escapar, entre eles o elevador. A simples ideia de estar confinado em um cubo suspenso causa pavor em muita gente, mas um gerador pode evitar casos como esse, que são desagradáveis inclusive para quem simplesmente precisa se deslocar dentro de um edifício de muitos andares. A tecnologia tem ganhado cada vez mais adeptos em Santa Catarina, sendo a implantação possível em qualquer condomínio, contanto que haja uma área disponível para a instalação e compatibilidade com a carga que o equipamento gera.

Na área litorânea do estado catarinense são comuns as quedas de energia, principalmente na alta temporada. Nessas situações, os edifícios acabam ficando vulneráveis, já que os principais sistemas de segurança, como portões, câmeras de vigilância e iluminação, costumam estar conectados à rede elétrica. “Os condomínios que contam com um gerador estão blindados contra apagões, desde que sigam os procedimentos de manutenção preventiva”, destaca Valdo Luiz Morales Costa, técnico especializado em geradores.

Movido a diesel, etanol ou GNV, o gerador tem autonomia relacionada à quantidade de combustível disponível no tanque e volume de carga aplicada nos locais a que atende. No condomínio Ritz Class, no centro da Capital, o equipamento abastece as áreas comuns por até 10 horas. “O gerador tem grande utilidade e facilita a vida dos moradores. Na falta de energia, o gerador assume a carga no prédio e passa a alimentar as áreas comuns, que são fundamentais, como as escadas e corredores, elevadores e acessos como as portas automáticas e portões”, relata o síndico, Severo Corrêa da Silva Filho.

Além dos espaços citados pelo síndico, o técnico Valdo destaca que o sistema também pode abastecer apartamentos, por meio da implantação de uma fonte de energia que dá suporte a equipamentos médicos, por exemplo, assim como as bombas de recalque d’água e de drenagem do edifício. Segundo ele, a tecnologia é “inteligente” e assume o controle de modo automático caso seja necessário. “Na falta de energia elétrica ou quando a tensão está muito alta ou muito baixa, um controlador supervisiona as funções. Em qualquer uma dessas situações o controlador irá mandar informações para o grupo gerador assumir a carga”, explica.

Implantação e manutenção

Os geradores mais utilizados no mercado custam, em média, R$ 45 mil, mas condomínios de alto padrão optam por tecnologias de cerca de R$ 100 mil, detalha Valdo. Antes de optar pela compra, no entanto, vale lembrar que é sempre indicado pesquisar empresas bem cotadas, por meio de indicações, pesquisas e consultas processuais. Além disso, é necessária a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) para instalação do equipamento, assim como autorização do Corpo de Bombeiros, ressalta Valdo.

geradores

Síndico Severo Corrêa da Silva Filho: quando falta energia, o gerador abastece os oito elevadores e a iluminação das áreas comuns do condomínio Ritz Class

No Condomínio Visionnaire Neoville, no bairro Abraão, em Florianópolis, certa vez faltou luz durante toda a noite, mas o único gerador do edifício conseguiu abastecer todos os elevadores e áreas comuns. “O gerador atende nossas expectativas, quando ficamos sem energia, ele aguentou todos os oito elevadores, além da nossa área comum, com as câmeras em funcionamento pleno”, relatou a síndica Claudia Bartel Dalmau.
Com uma empresa que realiza manutenção mensal, além dos testes semanais de funcionamento que a máquina faz de modo automático, Claudia contou que nunca houve problemas com o equipamento. O síndico Severo, por sua vez, já lidou com falhas, por isso ressalta a importância das revisões. “Como toda máquina ou sistema, com o tempo sempre vai haver algum tipo de problema, por isso a necessidade de mantê-lo sempre em condições de operação” observou Severo.

“A manutenção deve ser em caráter permanente, com revisões periódicas, tendo em vista que o sistema funciona automaticamente e a qualquer momento pode faltar energia. Mas não existe nenhum ponto negativo, dada a importância do sistema dentro de um condomínio ou de uma empresa. Nada para, a vida não para”.

Para conservar o gerador de energia

  • Manutenção preventiva: é a manutenção planejada que previne a ocorrência da corretiva. Os serviços incluem reparos, troca de óleo lubrificante, filtros, verificação da qualidade e possível contaminação do combustível, regulagens conforme especificação do fabricante e medição da isolação do gerador.
  • Manutenção corretiva: é a manutenção não periódica, necessária após falhas e erros. Trata-se da correção dos danos atuais e não iminentes.
  • Automação: é um sistema automático de controle pelo qual os mecanismos verificam seu próprio funcionamento, efetuando medições e introduzindo correções, sem a necessidade de interferência do homem.
  • Retrofit: é o processo de modernização de alguns equipamentos já considerados ultrapassados ou fora das normas.

Fonte: NewTec | http://condominiosc.com.br

Tendência: Bancada de madeira na cozinha

Conheça os prós e contra e saiba como fazer a sua

Um dos maiores dilemas de quem está reformando e decorando a casa com certeza é sobre a escolha do tampo da pia da cozinha. Granito, Limestone, mármore, quartzo… as opções são muitas, mas se você costuma buscar referências na internet, sabe que elas não param por aí. Os tampos de madeira são uma novidade para o público brasileiro, mas velhos conhecidos do mercado internacional. Ainda não conhece? Veja os prós e contras do material e saiba como incluí-lo na sua casa.

Para começo de conversa, você precisa saber que não é fácil encontrar quem faça esse tipo de balcão no mercado, por isso, talvez você mesmo tenha que colocar a mão na massa para ter um em sua cozinha.

 


(Foto: Reprodução/Pinterest)

 

Foi assim com Fabiano Delmondes, dono do perfil de decoração do Instagram, @ApartamentodeHomem, que criou sua própria bancada após procurar sem sucesso pelo produto.

“Fiz por falta de mão de obra especializada, inclusive sofri certa resistência, muitos por não conhecerem essa tendência até desanimavam e queriam me fazer mudar de ideia. Depois que descobri a simplicidade de confeccionar a bancada, resolvi fazer”, conta ele.

E, segundo ele, mesmo que a madeira necessite cuidados extras, o resultado não gerou nenhum arrependimento.

 


(Foto: Divulgação/@apartamentodehomem)

 

Vantagens e desvantagens

Entre os benefícios dessa escolha, a designer de interiores Camila Casagrande diz que a principal tem tudo a ver com o “faça você mesmo”: “A maior vantagem é a instalação dessa bancada já que é só ter que envernizar/impermeabilizar a madeira para a bancada”.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Esse modelo de balcão também tende a deixar a cozinha mais aconchegante, além de ser uma opção mais econômica: “Faz menos sujeira e agride menos o ambiente já que tanto o eucalipto quanto a teca, as madeiras mais usadas em bancadas, são produzidas através de reservas de reflorestamento”, completa Fabiano.

Já entre as desvantagens o destaque é para a atenção redobrada com as panelas. O ideal é que você opte pela pia de madeira caso não cozinhe tanto, mas preze pela estética do ambiente, pois com utensílios muito quentes e objetos pontiagudos podem danificar a superfície.

Mãos à obra

Se independente das desvantagens você ainda é apaixonado pela pia de madeira, coloque as mãos para trabalhar e faça a sua própria peça com as dicas abaixo.

 


(Foto:Reprodução/Pinterest)

 

A escolha da madeira:

A primeira providência é comprar a madeira, Fabiano Delmondes conta que usou o eucalipto para fazer sua bancada e explica: “Tanto o eucalipto quanto a Teca são madeiras muito resistentes, que com manutenção periódica garantirão a longevidade da bancada”.

O passo a passo:

Depois de escolher a madeira de sua preferência, você precisa pedir que a madeireira corte o painel nas dimensões específicas da sua bancada. Fabiano explica que ele mesmo fez os recortes da cuba, do cooktop e da torneira, mas você pode pedir a um marceneiro, por exemplo.

“A segunda coisa é lixar a madeira, eu comecei com uma lixa de 150 grãos, depois passei para a lixa de 220 grãos e por último a de 320 grãos”, conta o criador do Insta @apartamentodehomem.

“O terceiro passo é a aplicação do verniz marítimo, antes da aplicação é necessário remover todo tipo de partícula sobre a madeira, este processo pode ser feito com um pano levemente umedecido”, continua ele.

Para a aplicação do verniz, você pode usar um pincel de cerdas macias, aplicando o produto sempre na direção dos veios da madeira num movimento constante e linear. Após passadas as 12 horas da primeira demão, lixe novamente a madeira suavemente com a lixa 320. Para as demais demãos não é necessário lixar. Ao todo, você vai precisar passar três demãos do verniz, com intervalo de 12 horas entre elas.

A manutenção:

Camila Casagrande explica que a necessidade de manutenção vai muito da percepção de quem usa a bancada no dia a dia: “Quando começar a mostrar sinais de descascar é ideal reaplicar o verniz marítimo para que não danifique a madeira”, conta ela. Essa renovação do verniz vai garantir que a impermeabilização se mantenha, assim como o filtro solar.

Como combinar:

Você já deve estar convencido de que para uma cozinha ainda mais aconchegante a madeira deve ser o destaque. Mas Camila também indica o estilo rústico como referência: “Apostar numa decoração alternativa com as panelas e frigideiras aparente combinam bastante com o estilo rústico, assim como o ferro e cobre. O uso de ladrilho hidráulico também combina muito com esse”, aconselha ela.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Como organizar mudanças em condomínios

Síndico e zelador devem saber como orientar moradores de mudançaSíndico e zelador devem saber como orientar moradores de mudança

Fazer uma mudança requer muito planejamento, seja ela para uma casa ou condomínio. E essa organização prévia não é dever somente do morador que está chegando ou saindo do local.

O primeiro passo para sanar qualquer tipo dúvida é haver no regulamento interno do condomínio um item específico sobre o assunto. Lá devem constar alguns tópicos como:

  • Horário permitido: em geral, das 8h às 18h. Aos sábados, das 8h às 14h
  • Dias da semana: a maioria dos condomínios sugere que as mudanças sejam feitas apenas de segunda a sexta. Aos sábados não é comum, mas pode ocorrer. Mudança aos domingos, via de regra, não é permitida
  • Necessidade de agendamento prévio – assim se evita duas ou mais mudanças no mesmo dia, ou uma mudança e uma obra. Assim, o elevador não fica sobrecarregado.
  • Responsabilidades do condômino caso haja dano às áreas comuns durante o manuseio dos móveis, como avarias ao elevador, risco de paredes, estragos na pintura, etc
  • Caso o proprietário não esteja presente no momento da mudança, especificar quem de sua confiança irá acompanhar o processo – isso evita futuros problemas para o condomínio

O que o morador de mudança deve saber:

  • Informar-se sobre horários e dias permitidos
  • Realizar agendamento prévio
  • Não jogar as caixas de papelão no lixo. O faxineiro poderá recolhê-las no dia seguinte
  • Atentar para o descarte correto do que sobrou da mudança
  • Caso não tenha recebido, pedir para o síndico uma cópia do regulamento interno do condomínio
  • Não arrastar os móveis após o horário permitido
  • Informar-se sobre horários permitidos e regras referentes a barulhos no condomínio

O condomínio também deve se organizar:

  • Revestir o elevador de serviço com acolchoado
  • Escalar um funcionário para ficar de olho na garagem enquanto essa fica aberta para que a mudança entre
  • Ter um funcionário, de preferência o zelador ou o gerente predial, acompanhando toda a mudança
  • Orientar e informar ao funcionário da faxina que aquele dia ele deve atentar para a limpeza da área que foi o caminho utilizado pela mudança
  • Registrar previamente os dados da mudança, como: nomes dos envolvidos, qual a empresa, horários, responsáveis, etc.

Içamento

Mas e quando há algo maior, um móvel grande, um piano, por exemplo, que não caiba nem no elevador e nem passe pelas escadas?

Nesse caso, deve-se contratar uma empresa para içar esse tipo de objetos pela fachada da edificação. Em alguns casos, a própria empresa de mudança oferece este tipo de serviço.

O ideal é verificar se há alguma empresa já acostumada a fazer o serviço no prédio. Ao escolher a empresa, é importante que ela tenha um seguro de içamento. O novo vizinho deve ser alertado quanto a isso. Dessa forma, caso haja danos à fachada, ou às janelas de um vizinho, será a empresa a responsável por ressarcir o prejuízo.

Ao se utilizar esse tipo de serviço, mesmo que só seja içado um móvel, o transporte também deve ser agendado previamente com o condomínio. Assim, caso seja necessário isolar alguma área comum do condomínio, isso será feito com antecedência.

Cadastro atualizado

Com novos moradores, mesmo que inquilinos, deve haver a atualização dos cadastros. Isso é importantíssimo, tanto para a administradora quanto para o síndico do local, já que permite localizar os moradores em momentos de emergência Veja quais dados devem ser pedidos:

  • Cópia do contrato de compra e venda / matrícula do imóvel (apenas para a administradora, no caso de compra e venda da unidade)
  • Nomes e número do RG de todos os moradores do local – inclusive empregados
  • Número do telefone da unidade, celular e e-mail do proprietário
  • Contatos de emergência na cidade
  • Descrição sobre dias e horários dos empregados da unidade
  • Número da placa do carro e modelo

Entenda os estilos vintage e retrô para acertar nesta decoração

Quer apostar nos estilos vintage ou retrô na decoração? Entenda a diferença entre os dois, siga nossas dicas e acerte em suas escolhas.

Antes de apostar na decoração vintage ou retrô, é importante saber dizer a diferença entre os dois estilos.

Todos sabem que eles são bem parecidos, mas têm algumas diferenças pontuais importantes.

Por incrível que pareça, o significado da palavra vintage não tem nada a ver com moda.

É um nome dado às boas colheitas de vinho. A origem vem de “vint”, que é relativo à safra de uvas e “age” de, idade em inglês. Que quer dizer, quanto mais velho melhor.

Na decoração, este estilo aposta em elementos das décadas de 50 e 60, com peças antigas, originais deste período.

Já o significado da palavra retrô é: “para trás” e na decoração ou na moda, utiliza objetos e elementos atuais, fazendo uma releitura de estilos do passado.

Qual a diferença entre vintage e retrô, afinal?

A  diferença entre os dois estilos se encontra basicamente no fato de que o retrô imita o vintage.

Quer apostar nesta decoração com bom gosto? Então acompanhe nosso post e veja algumas dicas superbacanas para valorizar ainda mais essa tendência!

Dicas de como utilizar o vintage na decoração

O principal, como vimos, é a utilização de peças antigas e originais de época, se não, você estará confundindo o vintage com o estilo retrô.

Uma aposta interessante é mesclar alguma peça vintage com elementos modernos na decoração. Isso ajuda a trazer o objeto antigo para uma atmosfera mais contemporânea.

Um espelho mais clássico por exemplo, daqueles com a moldura no estilo rococó, pode ser combinado com um armário mais reto em madeira e detalhes em ferro, o que traz este ar moderno para o ambiente.

Uma iluminação em neon também é uma aposta certeira para dar um toque ainda mais contemporâneo para o ambiente.


O mesmo espaço pode conter outros elementos vintage (Foto:Enzo Sobocinski)

Cômodas são um clássico vintage e estão sendo muito usadas nas salas. Este é um elemento que traduz o estilo com inúmeras releituras (Foto:Enzo Sobocinski)

Uma cômoda em madeira envernizada com puxadores de ferro e pés-palito, ajuda a compor um ambiente de muito bom gosto, quando combinada a mais elementos no mesmo estilo, como um sofá de modelo mais tradicional. (Foto: Viva Decora)

Desde que esta escolha seja feita de forma bastante cuidadosa, vale a pena apostar em uma decoração totalmente vintage.

Clássicos vintage têm formas arredondadas e tons mais apagados, por isso é necessário bom gosto para compor ambientes mais contrastantes e produzir um efeito bem diferenciado.


(Foto: Sarah Rayala)

Como usar o retrô na decoração

A dica aqui também é mesclar um estilo mais clássico à elementos modernos para trazer mais equilíbrio na decoração.

Apostar em cores fortes e na atmosfera lúdica que o colorido traz é uma ótima ideia. Eletrodomésticos retrô estão muito em alta, em diversas cores.

O frigobar retrô, além de ser funcional, ajuda a compor uma atmosfera urbana para os ambientes, com muito bom gosto.


(Foto: CASAon CASAon )

Alguns objetos pontuais também ajudam a dar charme para qualquer decoração, sem precisar de muito esforço: como um rádio, ventilador ou uma bicicleta retrô.


(Foto: Tetriz Arquietetura e Interiores )

(Foto: Casa Aberta)

Nos banheiros ou cozinha, vale utilizar adesivos que imitam azulejos antigos para alcançar o toque retrô em sua decoração, sem precisar investir muito dinheiro ou tempo.


(Foto: Andrea Bento )

Estas dicas de decoração vintage e retrô foram criadas pela equipe Viva Decora.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

A luz oscilou e o seu eletrodoméstico queimou? Não fique no prejuízo!

As distribuidoras de energia elétrica têm o dever de indenizar clientes que tiveram problemas com aparelhos em casa

O tempo virou, começou aquela chuva, ventania, raios. Tão rápido que nem deu para você correr e desligar tudo das tomadas. Resultado: sua TV queimou. A culpa é de quem? Da concessionária de energia elétrica, claro. Sim, a empresa prestadora do serviço tem o dever de pagar o conserto nesses casos.


(Foto: Shutterstock)

 

“Tempestade, descarga elétrica, oscilação de tensão. Tudo isso diz respeito ao serviço de distribuição de energia que é prestado pela concessionária. Essas variáveis integram o risco do negócio. Então, a responsabilidade por danos em aparelhos é da distribuidora de energia”, afirma o advogado Rafael Quaresma, especialista em Direito do Consumidor e coordenador do Procon de Santos (SP).

Também especializado em Direito do Consumidor, o advogado Fabrício Posocco explica que as regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)) e do Código de Defesa do Consumidor (CDC) preveem o ressarcimento de danos em equipamentos causados por blecautes ou raios.

“Os consumidores residenciais que porventura tenham tido aparelhos danificados pela interrupção do fornecimento de energia devem procurar a distribuidora da sua área no prazo de até 90 dias para solicitar a reparação dos danos”, detalha Posocco.

Como fazer

Quaresma diz que a empresa tem as informações sobre oscilação na rede porque monitora o sistema 24 horas. “A concessionária fará uma perícia no eletrodoméstico que estragou e, constatando que o problema é oriundo da oscilação na rede, indenizará o consumidor, seja com o reparo ou a substituição do produto”

Posocco diz que a distribuidora tem 45 dias corridos para ressarcir o consumidor. O procedimento pode ser solicitado por telefone, pela internet (no site da concessionária) ou pessoalmente, nas agências de atendimento.

“Caso a distribuidora não cumpra algum termo previsto, o cliente deve realizar uma reclamação na Ouvidoria da Aneel pelo telefone 167 ou pelo site www.aneel.gov.br. Deve também fazer uma reclamação no site consumidor.gov.br, além de procurar o Procon”.

Na hipótese da solução não ser alcançada por esses canais, a pessoa prejudicada pode procurar um advogado e ingressar com um processo judicial.

Por conta própria

Se você teve um aparelho queimado durante uma tempestade, mas acha que é muita burocracia procurar a empresa, não se incomoda em deixar de lado seus direitos e quer resolver tudo sozinho, preste atenção: nem sempre compensa arrumar um eletrodoméstico quebrado.

Faça as contas. Especialistas dizem que, geralmente, o reparo é viável quando custa até 35% do valor de um produto novo. Se custar entre 36 e 50%, pense bem e avalie quanto tempo mais ele terá de vida útil. Se passar de 50%, raramente compensa e pode ser barca furada arrumar.


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Alternativa tecnológica, a portaria virtual propõe segurança em condomínios

Sistema também promete reduzir mais de 50% no custo efetivo mensal

Nas portarias virtuais, a passagem dos moradores pode ser vinculada a um sistema de biometria, senha ou cartão - INK/Aspa/Divulgação
Nas portarias virtuais, a passagem dos moradores pode ser vinculada a um sistema de biometria, senha ou cartão

Cada vez mais condomínios viram alvos de criminosos aproveitando-se de descuidos de moradores e funcionários. Em Belo Horizonte, por exemplo, o crescimento no número de arrombamentos a residências e condomínios foi de 66% em 2016, comparado ao primeiro trimestre de 2015, de acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). Com o advento das mais diversas tecnologias, há uma variedade de equipamentos de segurança com qualidade e preços diferentes para maior conforto e bem-estar dos condôminos. Porém, uma alternativa tecnológica vem chamando a atenção de condôminos e síndicos e causando polêmica, a portaria virtual ou remota.

O sistema pretende substituir porteiros presenciais por profissionais que, de maneira remota, controlam a entrada e saída dos condôminos. Além de ficar de olho 24 horas no condomínio, por meio de circuito interno de câmeras e internet. A passagem dos moradores pode ser vinculada a um sistema de biometria, senha, cartão ou tag no chaveiro. No caso dos carros, podem-se utilizar controles remotos para abertura do portão. Se tiver um espaço de clausura, melhor ainda.

Na prática, sistemas de portaria virtual contribuem para a segurança porque é bem mais fácil e rápido chamar a polícia em caso de emergências. “Os porteiros correm o risco de ser feitos reféns, no caso de invasões, por causa da vulnerabilidade gerada. Quando o condomínio contrata uma empresa para fazer esse monitoramento, caso ocorra algum assalto a central acionará a polícia sem que os assaltantes percebam, já que ela não é vinculada ao condomínio”, destaca o supervisor técnico da Loja Elétrica, Renato Arcanjo Brandão.

“Outra vantagem do serviço é a economia. O serviço de porteiro é uma das maiores despesas de um condomínio, que chega a ter quatro profissionais para dar conta de fazer as escalas e cobrir férias. Com a implementação desse sistema, a redução é de 50% ou mais no custo efetivo mensal”, comenta Renato Brandão.

A principal questão a ser observada se dá no momento da contratação do serviço. Jean Carvalho, gerente-geral de condomínios da Apsa, aconselha atenção maior na seleção da empresa que fará a implantação e o monitoramento. “Procure quem realmente tenha reputação nesse segmento e que possa oferecer serviço reconhecidamente de qualidade.”

Esses esquemas de segurança digital dependem de eletricidade e boa conexão de internet para transmissão de áudio e vídeo de todas as câmeras de segurança. Caso algum desses fornecimentos seja comprometido, as empresas de segurança do segmento devem enviar imediatamente um profissional ao condomínio. “A companhia deve ficar de olho, também, na manutenção desses equipamentos. Apesar de funcionar bem, como todos os outros equipamentos eletrônicos eles também precisam de vistoria periódica, garantindo, assim, maior segurança para os condôminos”, explica Renato Brandão.

VIABILIDADE 

Em relação aos custos, o investimento inicial gira em torno de R$ 20 mil a R$ 30 mil por cada portaria, e a mensalidade varia em cerca de R$ 8 mil. “Considerando que, para se manter uma portaria 24 horas, o custo é de algo em torno de R$ 15 mil, é fácil concluir que, com a economia gerada na mensalidade, R$ 7 mil por mês, o custo de implantação é facilmente pago em pouco menos de quatro meses”, pontua o gerente de condomínios.

Como toda mudança, os moradores devem aprová-la. Por isso, é importante calcular a viabilidade do projeto, as regras para a entrada de visitantes, entregadores e prestadores de serviço, além de checar se os moradores estão dispostos a mudar hábitos e a se adaptar à nova tecnologia.

Mesmo com o avanço da tecnologia, nem todos os condomínios são bons candidatos para contratar esse tipo de serviço. Empreendimentos de grande porte, com mais de uma portaria e diferentes entradas de garagem são mais difíceis para a implantação e o bom desempenho do sistema. “Quando um prédio tem um fluxo de pessoas muito grande podem ocorrer falhas e, consequentemente, perda efetiva do controle das situações. Antes de qualquer decisão, é necessário fazer um estudo, obedecendo à configuração de cada um desses condomínios”, alerta Renato Brandão.

Para Jean Carvalho, é importante deixar claro que a portaria virtual não substituirá totalmente os funcionários, em razão de que é necessário ter os zeladores para recepcionar as entregas e, se for o caso, pessoal de segurança. Dependendo da região em que o condomínio esteja inserido, os riscos seriam muito baixos. “Penso ser inevitável isso ocorrer. Todas as atividades humanas passam por essa questão, mas acredito também que outras alternativas surjam e absorvam essa mão de obra, sem falar que há evolução natural na quantidade de condomínios construídos e instalados para atender à demanda da população”, comenta Jean Carvalho.

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Contratar uma construtora exige pesquisa e planejamento; Entenda os cuidados

Durante contratação é importante solicitar documentações para verificar a sua idoneidade e qualificação técnica, evitando, assim, pagar por futuras irregularidades

 José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas
Análise minuciosa deve ser feita pelo contratante antes de bater o martelo com a empresa para evitar problemas futuros - Construtora Santa Rosa/Divulgação
Análise minuciosa deve ser feita pelo contratante antes de bater o martelo com a empresa para evitar problemas futuros

Não é novidade que, nos últimos anos, cresce o número de pessoas que buscam por lotes para construir em vez de comprar um imóvel pronto. Consequentemente, há procura maior por empresas para executar essas obras e realizar o sonho da casa própria. “Devido à insegurança nos grandes centros, os condomínios fechados vêm sendo excelente alternativa para as novas famílias, principalmente para as que têm crianças”, comenta Luiz Borges, engenheiro e diretor da Construtora Santa Rosa.

Apesar da crise vivenciada no país, e posteriormente no mercado imobiliário, o consumidor final passou a analisar novas possibilidades, como construir um imóvel de acordo com suas necessidades. Porém, na hora de contratar uma construtora, é preciso fazer análise minuciosa da empresa, já que o contratante pode ser responsabilizado por futuras pendências, tanto fiscais quanto trabalhistas.

No caso de execução de reforma ou adequação do imóvel, o ideal é que o processo seja gerenciado por uma construtora, principalmente em casos mais complexos, segundo alerta Luiz Borges. Além das análises técnicas realizadas por profissionais habilitados, o contratante tem as garantias do pós-entrega de obras, que é fundamental para a sua segurança.

Guilherme Santos, diretor de novos produtos do Grupo EPO, concorda que na hora de iniciar uma obra é preciso verificar com cuidado a empresa, já que profissionais qualificados têm a visão global do projeto. “Normalmente, a escolha de uma empresa é feita por indicação. Mas, mesmo que seja por alguém próximo, é preciso consultar o histórico, ver se há portfólio e sempre procurar outras pessoas que já contrataram os serviços”, salienta. As referências da empresa são importantes nessa fase para que possa ter a melhor sondagem do terreno, cálculo estrutural e fundações, instalações e compra de materiais.

O diretor destaca que é preciso observar se os funcionários da construtora escolhida são terceirizados e se estão com tudo regulamentado, para que a obra transcorra dentro da lei, e evitar dores de cabeça futuras. “É importante analisar os registros legais de trabalho, se os exames médicos estão em dia, o modelo de contratação e se a empresa fornece todos os equipamentos de segurança e de trabalho para a realização da obra.”

Segundo Guilherme Santos, “as documentações e as certidões em dia são os principais indicadores para validar ou não as empresas para participarem das próximas etapas do processo de contratação, que finaliza na abertura dos envelopes de preços, as chamadas cartas propostas”, aponta o diretor.

PLANEJAMENTO Construir uma casa do zero pode parecer bem complexo e uma decisão economicamente distante, mas planejando o projeto de forma correta pode-se evitar o desperdício de dinheiro e tempo. A determinação do valor a ser gasto na construção da casa é, provavelmente, o fator que mais vai impactar no imóvel. “Deve-se gastar muito tempo no planejamento, para economizar no tempo e nos gastos, porém, muitas pessoas atropelam esse processo”, afirma Guilherme Santos.

Além disso, é necessário exigir um orçamento detalhado e elaborar um cronograma das etapas da obra. “Deve-se ter acompanhamento físico e financeiro de tudo que for feito e usado na obra. Um acompanhamento periódico da obra, do material que está sendo comprado e se está tudo bem com os funcionários”, frisa o diretor.

PENALIDADES De acordo com Luiz Borges, a Receita Federal entende que todo o material posto na obra deve ter sua respectiva nota fiscal, ou seja, todo item deverá ter origem e destino. “Durante o processo de execução da obra, o contratante, que, na maioria das vezes é o dono do terreno, se torna corresponsável por todas as ações e definições tomadas pela empresa contratada. Desde os assuntos técnicos até os fiscais”, ressalta. Outro detalhe importante, para o diretor é que a contratada deverá emitir as notas fiscais referentes aos serviços prestados, inclusive os comprovantes de pagamento das guias de INSS e ISS. “Em um processo de auditoria fiscal e/ou trabalhista, caso seja identificada a não conformidade da obra, o contratante é tão responsável quanto a contratada.”

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Segurança no condomínio: faça as perguntas certas

Observar a segurança no condomínio requer investimento, atenção e envolvimento de todos. Por isso é preciso questionar sempre.

Segurança no condomínio: faça as perguntas certas

Segurança no condomínio: faça as perguntas certas

Um dos principais atrativos para quem busca esse tipo de moradia é, sem dúvida, a questão da segurança. Infelizmente o Estado, principal provedor da segurança pública não consegue atender com eficiência os reclames da população sobre essa área.

Justamente por isso os condomínios, sejam eles de casas ou prédios; horizontais ou verticais; comerciais, residenciais ou mistos, utilizam desse prestígio para atrair novos moradores ou comerciantes.

E com razão, já que a busca pela segurança da sua vida pessoal e de pessoas próximas, assim como de bens materiais está sempre no topo da hierarquia de prioridades de uma família.

Todo o investimento pesado em cercas elétricas, câmeras de segurança, central de monitoramento, muros e grades não basta, apesar de ser importante. Isso porque nos condomínios existe um grande fluxo de transeuntes entrando e saindo, seja a pé ou de carro, o que facilita a entrada de estranhos no local.

Logo, por mais que o síndico ache que o porteiro conhece cada canto do condomínio, e está com todos os itens de segurança em ordem, fazer as perguntas certas pode ajudar a encontrar fragilidades no sistema e prevenir novos incidentes relacionados à segurança no condomínio.

Por isso, veja algumas perguntas a se fazer para eliminar a possibilidade de problemas com a segurança no condomínio.

1 – Qual o número exato de moradores e visitantes no meu condomínio?

Essa é a primeira pergunta a se fazer. Com quantos moradores estou lidando? Quantos visitantes semanais ou por mês circulam pelo interior do condomínio? É uma pergunta relevante, já que ter conhecimento disso auxilia na implantação de um novo sistema de segurança (mais robusto), de acordo com o tamanho e o número de moradores, e ajuda na identificação dos condôminos pelos funcionários.

2- Conheço todos os detalhes que envolvem a segurança do meu condomínio?

Quais recursos estão implementados, o número e a posição das câmeras, o sistema de acesso, qual empresa instalou, quem controla, como é e qual frequência da manutenção e os custos de operação? Essas dúvidas precisam ser prontamente respondidas, uma vez que conhecer o sistema possibilita a resposta rápida para eventuais problemas e tem o potencial de minimizar custos.

3- Faço reuniões periódicas com a empresa responsável pela segurança do meu condomínio?

Não precisa ser sempre quando algum problema acontece. O melhor é trabalhar para prevenir a ocorrência. E nesse caso, promover reunião com a empresa pode ajudar na avaliação do sistema e sugerir, se for o caso, as medidas emergenciais.

Além disso, estar próximo da empresa de segurança, dissemina a ideia de cuidado entre moradores e funcionários.

4- Os porteiros estão seguindo corretamente os procedimentos de segurança?

Peça chave na manutenção da segurança do condomínio, é preciso exigir que os porteiros sigam à risca todos os procedimentos de segurança. Observe se eles não abrem exceções para determinados moradores ou eventuais visitantes. E até mesmo se a pedido do próprio morador o delivery entrega a encomenda na porta do apartamento.

5- Todos os moradores conhecem e sabem das suas respectivas responsabilidades para a segurança do condomínio?

Nem mesmo o melhor e mais moderno sistema de segurança vai eliminar todos os riscos dentro do condomínio se os moradores não fizerem a sua parte.

Nesse caso, o gestor deve orientar todos os moradores a não esquecer as senhas ou cartões de acesso, a verificar o fechamento do portão após entrar com o carro, que não intimidam os funcionários por realizarem a sua função, e a que participarem das reuniões sobre o tema.

Cabe ao síndico demonstrar que todos que estão nesta coletividade, desde funcionários até moradores, fazem parte de uma engrenagem que precisa funcionar corretamente para que o bem-estar de todos seja alcançado.

Garantir a segurança não é uma tarefa fácil e exige conhecimento e preparo por parte do síndico, funcionários e moradores. Não deixe que distrações ou falsas sensações de segurança jogue por terra toda segurança do condomínio.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Elevador limpo, sem transtorno

A higienização do equipamento é parte da rotina dos condomínios. Mas como fazê-la sem atrapalhar sua utilização

O meio de transporte mais utilizado no condomínio é o elevador. Mesmo com o social e o de serviço na torre, o sobe e desce constante nos horários de pico – pela manhã e à noite, principalmente – faz com que a equipe de limpeza tenha que entrar em ação nos intervalos para não prejudicar o fluxo dos moradores.

Resultado de imagem para elevador

Para manter a higienização em dia, cada prédio cria o próprio cronograma com base na rotina dos condôminos. O processo é rápido e segue a mesma receita, recomendada pelos fabricantes das cabines: água com produto de limpeza e limpa inox para as partes feitas do material, além do limpa-vidros para os elevadores com espelho. Em um edifício do Centro de São Paulo, por exemplo, o zelador José de Arimatéia estipulou a limpeza do elevador principal entre 7h e 8h, e a do elevador de serviço, a partir das 9h. Isso porque o local é residencial e comercial, então os escritórios acabam recebendo visitas desde cedo e as cabines precisam estar em ordem. Já em um condomínio residencial em Pinheiros, zona oeste da cidade, a limpeza era feita pela manhã, porém, acabava atrapalhando o entra e sai dos moradores. A síndica pediu, então, para a equipe mudar o horário e, ao testar as novas opções, a auxiliar de limpeza Sidineuza Santos, percebeu que o horário ideal, com menos movimento, era ao redor das 14h.

Como limpar– Na hora da limpeza dos elevadores, não é recomendável jogar água dentro da cabine, por isso ela deve ser efetuada com panos umedecidos em água e produtos multi-uso e limpa inox. Para limpar as portas é preciso ir parando de andar em andar. De acordo com Sidineuza, a ação não dura mais do que 10 minutos. “São 20 minutos em cada torre. Cerca de 10 minutos em cada elevador. Limpo as cabines com eles no térreo e depois subo limpando as portas de cada andar, todos os dias”, explica.

Sem atrapalhar

  • “É preciso verificar se há alguma reclamação de moradores com relação à limpeza e horários preestabelecidos no condomínio”, adverte o zelador José de Arimatéia
  • Se causar algum incômodo, o horário de limpeza deve ser trocado
  • A recomendação é que a equipe de limpeza seja rápida e evite conversas e atrasos
  • Os condomínios costumam ter os elevadores limpos diariamente. Se houver algum imprevisto, como mudanças ou transporte de alguma carga que suje o ambiente, a equipe pode ser alertada para não deixá-lo sujo até o dia seguinte
Fonte: iCondominial

3 vantagens para apostar na compra de imóveis por leilão

Preço reduzido da compra de imóveis por leilão tem atraído clientes. Quer saber mais? Conheça as vantagens de adquirir um imóvel nessa modalidade a seguir.

Comprar imóvel é uma decisão única, que requer pesquisa, procura e apuração. Dentro das diversas negociações possíveis para adquirir uma propriedade, o leilão de imóvel vem se destacando e ganhando cada vez mais adeptos.

Pra quem nunca participou de um leilão e tem interesse em conhecer, existem empresas especializadas no assunto como a Mega Leilões. No mercado há alguns anos, a Mega Leilões é um portal especialista em leilões eletrônicos. Se você tem dúvida, o site tem muitas informações e os eventos postados costumam ser autoexplicativos e qualquer um pode participar.

Conheça agora três vantagens de comprar um imóvel por leilão:

1 – Economia

A grande maioria das pessoas que optam por comprar um imóvel num leilão, o fazem buscando a redução no preço. Objetivo que na grande maioria das vezes é alcançado.

É possível encontrar imóveis com lances iniciais mínimos e valores finais muito abaixo da média de mercado. Cerca de 40% a menos do que em um financiamento comum e em casos extremos a economia pode chegar a até 70%.

O leilão proporciona a chance de o comprador encontrar imóveis prontos com preço abaixo de empreendimentos na planta, por exemplo.

2 – Oportunidade

No atual momento da economia brasileira o índice de inadimplência está bastante alto, principalmente em relação ao financiamento imobiliário. Isso tem gerado inúmeras oportunidades de arremates de imóveis de todos os padrões em todas as regiões do país.

A oferta nunca esteve tão propícia à compra, pois com o boom imobiliário da última década seguido da crise da atual, há vasta disponibilidade de imóveis novos, com pouco ou nenhum uso.

3 – Tempo

Para quem sonha em ter a sua primeira residência ou para quem investe no mercado imobiliário o tempo de espera até a construção de uma casa ou o da entrega de um empreendimento sempre foi um obstáculo. Além de outros inúmeros contratempos que podem surgir.

No leilão você encontra imóveis prontos, do jeito que você precisa, com preço competitivo e sem a espera de execução do projeto.

Outras pequenas adversidades burocráticas a serem solucionadas podem surgir, por isso é primordial o acompanhamento de uma empresa especializada e com credibilidade para realizar a compra da maneira mais tranquila e segura.

*A Mega Leilões é um portal especializado em leilões eletrônicos, tanto judiciais como extrajudiciais, de bens móveis e imóveis.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Saiba o que fazer para realizar o sonho da casa própria o quanto antes

O sonho de ter a casa própria pode parecer distante, mas com planejamento, disciplina e educação financeira é possível realizá-lo sem dores de cabeça

O sonho de ter a casa própria muitas vezes parece algo distante da realidade. Por ter um valor alto agregado, o financiamento geralmente é a longo prazo, o que gera insegurança na hora de fazer o investimento por conta de despesas futuras.

Com educação financeira e organização, é possível planejar a compra da casa própria desde cedo. Isso significa que um jovem disciplinado pode, inclusive, calcular quanto tempo será necessário para adquirir o imóvel próprio.

O primeiro passo parece simples, mas é importante para começar a definir o planejamento da compra. “O jovem precisa prospectar qual o tipo de imóvel ele deseja. Se ele quer um apartamento para uma pessoa solteira ou se um maior para agregar uma família.”, explica o economista Marcelo Barros.

Isso significa que é preciso ter em mente qual projeto de vida ele deseja, pois, através dele, é possível determinar o tamanho do imóvel e o número de quartos.

Depois, é fundamental identificar o local que deseja comprar o imóvel. “Se será perto do emprego, em uma localização que garanta uma melhor fluidez no trânsito”, completa Barros. O gosto pessoal é o que vai determinar a variável da localização.

casa própria
É necessário levar em conta alguns pontos, como a localização e forma de pagamento (Foto: Shutterstock)

O terceiro ponto é analisar a faixa de preço. “É preciso juntar as variáveis para chegar a uma conclusão de qual imóvel é o ideal. É preciso fazer uma pesquisa de quanto está custando o tipo de apartamento desejado na localização escolhida”, reforça o economista.

Em relação ao pagamento, é importante lembrar que, quanto maior a entrada, menor será o tempo de financiamento e a taxa de juros. “É fundamental ter disciplina para criar uma poupança inicial para dar de entrada. O ideal é ter um valor que represente entre 15% e 20% do valor total do imóvel”, explica Marcelo.

Depois é importante ver as condições de financiamento. “Atenção neste momento porque o prazo para o pagamento do financiamento de um imóvel pode ser de 15 a 25 anos. Então é bom avaliar uma prestação que caiba no bolso”, aconselha o economista. Não deixe de pesquisar qual instituição financeira oferece a melhor taxa de juros e a melhor condição para o pagamento.

casa própria
Planejamento e educação financeira são indispensáveis para comprar um imóvel (Foto: Shutterstock)

Outra questão a ser pensada são os gastos extras, como ITBI e custos cartoriais, por exemplo. “Esses valores podem chegar a 10% do preço total do imóvel. Então procure saber se é possível incorporar essas taxas na parcela do financiamento porque algumas instituições financeiras oferecem esta possibilidade”, ressalta o economista. “Lembre-se ainda que, depois de o imóvel ter sido entregue, virão outros gastos, como condomínio e IPTU“, lembra Marcelo.

No final, levando em consideração todas essas variáveis e a renda disponível, é possível fazer um levantamento da quantia que será necessária economizar por mês e quanto tempo vai levar para conseguir dar a entrada e o prosseguimento no financiamento do imóvel. E, assim, calcular em quantos anos será viável realizar o sonho da casa própria. É menos complicado do que se imaginava, basta ter disciplina.

Simulação de gastos para comprar um imóvel de R$ 300 mil:

  • Renda – R$ 3 mil;
  • Despesas – R$ 2 mil;
  • Economia – R$ 1 mil;
  • Entrada no imóvel de 15% – R$ 45 mil.

* Para chegar ao valor da entrada serão necessários 45 meses de economia de R$ 1 mil, ou seja, quase três anos e oito meses;

* Depois analisar melhor condição de financiamento para pagar uma parcela que caiba no bolso, principalmente por ser um pagamento alongo prazo, com o menor número de mensalidades.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

O que caracteriza danos morais em condomínios

Saiba o que é e como evitar esse tipo de processo no condomínio

Saiba o que é e como evitar esse tipo de processo no condomínio

 

De total desconhecido da população à ameaça corriqueira em qualquer discussão mais acalorada, passaram-se mais de 20 anos para que o dano moral alcançasse a sua fama atual.

O dano moral “chegou” ao Brasil com a constituição de 1988, que visa preservar muito a honra dos cidadãos. De lá para cá, a lei foi sendo cada vez melhor entendida por juristas e pela população.

E vale lembrar: não é qualquer ofensa que pode ser considerada como dano moral. Diferente do dano material, em que é possível quantificar o quanto foi perdido, ou gasto além do acordado em um contrato, por exemplo, a indenização do dano moral tem dois objetivos: compensar pela dor e sofrimento de quem o sofreu e educar quem praticou a ação.

E justamente por não ter esse caráter material, o dano moral é muito mais difícil de ser comprovado. Geralmente, são necessárias provas como e-mails, cartas ou o testemunho de outras pessoas para comprovar a situação de humilhação ou vergonha a que a pessoa foi exposta.

Nos condomínios é importante que o respeito permeie sempre o relacionamento tanto entre condôminos como com o síndico e também com os funcionários.

Diferença entre Danos Morais, Calúnia e Difamação

Há também que se diferenciar difamação, calúnia e dano moral. A difamação consiste em imputar um fato que não é crime a um terceiro, como dizer que uma pessoa trabalha pouco, ou faz seu serviço de maneira relaxada. Já a calúnia consiste em atribuir um crime a um terceiro: chamá-lo de ladrão ou assassino, por exemplo.

A diferença, porém, é que o dano moral é julgado na esfera cível, e os crimes de difamação e calúnia são apurados na esfera criminal. Ou seja, é possível que um xingamento infundado possa ser julgado tanto como dano moral como difamação ou calúnia.

Configura dano moral

  • Morador ou síndico chamar funcionários de incompetente, ladrão, ou qualquer outro adjetivo que mine sua moral, ética ou honra
  • Morador ou síndico ser agressivo e/ou agredir um funcionário
  • Morador insinuar que síndico está obtendo vantagens financeiras de seu cargo
  • Morador ou síndico usar redes sociais para denegrir a imagem um do outro
  • Construtora atrasa a entrega de unidades
  • Síndico afixar nome de inadimplentes no quadro de avisos

Não configura dano moral

  • Chamar a atenção (sem ser mal educado) de funcionários
  • Protestar títulos em atraso – desde que feito de acordo com a lei (saiba mais sobre protesto de cotas condominiais vencidas)
  • Pedir para ter acesso à pasta de documentos
  • Constar os nomes dos inadimplentes no boleto recebido em casa
  • Discussões verbais com apenas duas pessoas, sem testemunhas

Dano moral envolvendo o funcionário do condomínio

Há aqui também outra discussão: quando é o funcionário o alvo do dano moral, quem deve ser o responsável pelo pagamento da indenização? O condomínio como um todo ou apenas aquele morador que causou mal?

Essa decisão depende de cada caso. Há pouco tempo, uma decisão judicial fez com que todo o condomínio pagasse uma indenização ao porteiro, que havia sido agredido física e moralmente por um morador.

Em casos como esse, é possível que o condomínio entre com ação contra o morador, pedindo o ressarcimento pelo comportamento inaceitável.

Danos morais em grupos de Whatsapp em Condomínios

Veja abaixo algumas jurisprudências sobre o assunto:

  1. Ação de dano moral de condômino contra Condomínio  Condômino que celebra acordo para parcelamento do débito e mesmo assim tem o número da unidade condominial lançada em relação de cotas em aberto (balancete mensal). | Procedência na origem. Apelo dos réus. Cerceamento de defesa inocorrente. Legitimidade ativa confirmada. Desfecho de mérito que comporta reforma.  Autor que não comprova tenha comunicado os pagamentos, feitos por meio de internet banking à administradora.Condomínio que age no exercício regular de seu direito, administrando a coisa comum e prestando contas aos demais condôminos. (continua…)
  2. Ação de dano moral de funcionário de condomínio contra síndico e/ou condomínio Circular enviada pelo síndico do réu aos condôminos, dando conta que o autor foi demitido por prática de fraude contra o condomínio. | Preliminar de cerceamento de defesa. Inocorrência. Méritoconduta ofensiva. Documento suficiente para demonstrar a atitude ilícita do réu. Situação inequivocamente vexatória. Dano moral caracterizado.recurso do autor. Majoração do quantum indenizatório. Adequação desnecessária. Critérios da razoabilidade e da proporcionalidade observados na fixação. Sentença mantida.
  3. Ação de dano moral de Condomínio contra outro condomínio Ação ordinária de reparação de infiltração cumulada com danos morais e materiais. Trata-se de ação ordinária na qual o Condomínio autor pretende seja resolvido o problema de infiltração no seu edifício, ocasionado pelo edifício do condomínio réu, bem como ser indenizado pelos danos materiais e morais sofridos,julgada parcialmente procedente na origem, por não ter sido reconhecido o direito à indenização por dano moral. (continua…)
  4. Ação de dano moral de condômino x Condomínio vizinho Alegado dano moral decorrente de barulho produzido pelo portão da garagem do condomínio réu considerado insuportável pelo autor. | – ilícito não demonstrado – ausência de provas – encargo que competia ao autor – inteligência do art. 333, i, do cpc – sentença modificada – inversão dos ônus sucumbenciais – condenação honorários advocatícios – observância ao art. 20, § 4º, do cpc – recurso provido
  5. Condômino contra condomínio Aplicação de multa por prática de ato anti-social. | Anulação por deliberação de comissão instituída por assembleia geral. Decisão não acatada pelo condomínio. Ação voltada a obter o cumprimento da decisão da comissão. Cumulação com pedido de indenização por danos morais. Sentença de procedência parcial Comissão de condôminos formada para elaborar estudo acerca do cabimento de multas. Decisão colegiada que não transfere poderes de deliberação. Exame da validade das sanções que deve ser submetido à assembléia geral Inocorrência de dano moral Aplicação do artigo 252 do Regimento Interno do Tribunal de Justiça
  6. Condômino contra construtora Ação de Reparação de Danos. Defeito de construção. | Ação julgada procedente em parte para condenar a demandada a reparar os vícios existentes na varanda do apartamento ou, em caso de conversão da obrigação em perdas e danos, pagar aos autores o valor de R$ 12.500,00. Inconformismo com relação ao valor fixado em caso de conversão da obrigação e relativamente ao afastamento dos danos morais. Valor fixado com base em estimativa de custo trazida pelos próprios autores. Impossibilidade de se insurgirem contra o valor fixado, em sede de apelação, em absoluta afronta aos princípios do contraditório e da ampla defesa. Mero aborrecimento normal do dia-a-dia insuscetível de ensejar condenação por danos morais. Sentença mantida.
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Decoração de varanda: confira 5 dicas

Uma das maneiras de deixar o espaço mais aconchegante é apostar em uma boa decoração de varanda

A varanda pode ser uma extensão da área interna ou apenas como um espaço de ventilação. Para dar mais personalidade a ela, veja algumas dicas de como utilizá-la e decorá-la:

  1. Utilize a área como jardim

Plantas são ótimas opções para decoração de varanda. Além de trazer mais vida ao ambiente, cuidar delas proporciona momentos relaxantes e contato com a natureza. Em alguns terraços é viável até cultivar árvores frutíferas de pequeno porte, como jabuticaba e amora. Outra alternativa é a horta vertical, que é perfeita para espaços menores. Basta escolher uma parede que receba boa incidência de luz solar para colocar os vasos.


(Foto: Shutterstock)

  1. Opte por móveis de madeira

Móveis feitos com materiais naturais, como a madeira, funcionam muito bem nas varandas. Podem-se utilizar espreguiçadeiras e mesinhas ou até mesmo construir um deck de madeira para o piso. Almofadas coloridas contrastam bem com esses itens e trazem mais energia para o ambiente. Outra forma de incluir a madeira é construir um painel na parede que possa sustentar um jardim vertical.


(Foto: Shutterstock)

  1. Crie um escritório

Sem espaço para o escritório? Utilize a varanda! Para isso, é preciso, essencialmente, de uma mesa, uma cadeira confortável e tomadas disponíveis para o computador, a impressora e o telefone. Também é possível fechar a área com grandes janelas de vidro. Assim, a vista será mantida e o excesso de ruído será evitado.

  1. Transforme-a em sala de jantar

Uma excelente forma de transformar a varanda em um espaço aconchegante é usá-la como sala de jantar. Já imaginou fazer todas as refeições aproveitando a vista, como se estivesse ao ar livre? Sem contar o fato de que a mesa e as cadeiras ficarão em uma área separada da sala de estar. Caso o local seja mais compacto, mesas redondas e bancos no lugar de cadeiras com encosto são mais adequados.


(Foto: Shutterstock)

  1. Invista em um espaço de lazer

A varanda ainda é ideal como espaço de lazer, para organizar um open house e receber os amigos nos fins de semana, por exemplo. Para isso, pode-se optar por montar uma área com churrasqueira. Também é indicado reservar um local para a pia e uma área de apoio. Para aproveitar bem o espaço, utilize móveis planejados.


(Foto: Shutterstock)

Nas paredes, é interessante usar materiais de fácil limpeza, como azulejos, principalmente no entorno da churrasqueira. Já para o piso, uma boa sugestão é o cimento queimado, que dá um aspecto mais moderno ao ambiente. A decoração de varanda é muito importante no imóvel. Invista no espaço para deixá-lo mais aconchegante e capaz de proporcionar momentos de prazer e descanso.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

A importância da ata de assembleia

Relate tudo o que acontecer na reunião em uma ata de assembleia. Isso garante lisura e transparência ao processo.  

 

A importância da ata de assembleia

 

 

A ata de assembleia, também chamada por ata de reunião, é o documento oficial que registra todas as ocorrências, decisões e conclusões de uma reunião condominial.

Logo, neste documento não se registram, por exemplo, comentários. Apenas assuntos relevantes e, também, eventuais protestos sobre o tema debatido em questão.

Em condomínios, a ata é redigida geralmente pelo secretário, eleito em comum acordo minutos antes de começar a assembleia. Mas nada impede que o síndico também faça a redação da ata. Porém, neste caso, sugere-se que a reunião seja para assuntos menos complexos.

Outra finalidade de uma ata de assembleia é o registro físico, administrativo e histórico do condomínio. Logo, guarde este documento o máximo de tempo possível.

Por essas e outras, redigir uma boa ata de assembleia é fundamental para uma boa gestão condominial.

Veja mais algumas dicas sobre a ata de assembleia em condomínio!

O que é uma ata de assembleia?

É o documento no qual se reproduz integralmente todos os fatos ocorridos em uma reunião de condomínio. É por meio de uma ata de assembleia que se comprova a existência da reunião, os fatos debatidos e a resolução para os mesmos.

É importante que o eleito para redigir a ata leve em consideração o uso de uma linguagem informal, porém sem o uso de gírias ou adjetivos, e que mantenha o foco somente nas deliberações e conclusões.

Por vezes a melhor ata é aquela sucinta o suficiente para conter os detalhes úteis.

A ata é lavrada no decorrer da assembleia para que possa, ao final, ser lida, votada e aprovada pelos moradores. Se algum item for alterado no decorrer dos dias, ela terá que passar por uma nova votação em uma próxima assembleia.

Qual a sua finalidade?

Registar as decisões tomadas pela coletividade em uma reunião de condomínios. Dessa forma, uma ata de assembleia tem o potencial de trazer melhorias no processo cotidiano de trabalho do condomínio.

Além disso, este documento auxilia na transparência da gestão e torna os acontecimentos passíveis de cobrança por parte dos condôminos.

Sem falar que, se registrada em cartório, a ata de assembleia ganhará maior validade jurídica perante terceiros, principalmente.

Qual a estrutura de uma ata de assembleia?

Por se tratar de um documento de uso corriqueiro no condomínio, muitos síndicos utilizam um documento padrão, alterando somente os temas debatidos na reunião. Neste caso, pense num documento padrão para assembleias ordinárias e extraordinárias, e siga esse formato em todas as reuniões.

As informações indispensáveis que costumam constar em uma ata de assembleia são:

– Nome completo do condomínio;

– CNPJ;

– Data, horário (de início e fim da reunião) e local onde a assembleia será realizada (salão de festas, escritório do síndico, uma sala específica para isso);

– Assuntos tratados na ordem do dia;

– Tipo de assembleia (ordinária ou extraordinária);

– Componentes da mesa diretora (presidente e secretário);

– Lista de participantes presentes com número do documento pessoal;

– Assinaturas do presidente e secretários.

Em casos em que a assembleia for de origem ordinária, que acontece uma vez por ano, o Código Civil prevê que obrigatoriamente constem neste documento as aprovações ou recusas do orçamento para o ano decorrente, e das despesas. Além da prestação de contas e, se for o caso, a eleição ou reeleição do síndico.

Registro no cartório

Toda vez que você registra uma ata de assembleia no cartório de títulos e documentos você está respaldando juridicamente o documento e reforçando a sua finalidade perante os moradores e terceiros. Logo, se a ata de assembleia não for registrada, a justiça poderá desconsiderar as decisões tomadas na reunião.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Convidados a se retirar: casal antissocial é excluído

Recente sentença reforça possibilidades que vão além de advertências e multas, e desafia o síndico pensar como será daqui para frente

Recente sentença reforça possibilidades que vão além de advertências e multas, e desafia o síndico pensar como será daqui para frente

Por muitas décadas, os condomínios precisaram conviver com situações complicadas, quase insuportáveis, sem poder fazer nada, além do recurso máximo da multa.

Moradores com comportamentos nocivos tornaram a vida dos vizinhos um inferno, muitas vezes, pondo em risco a segurança do condomínio.

Quantos casos conhecemos de famílias que se sentiram obrigadas a mudar de endereço porque não conseguiram mais viver em clima de paz? Essa realidade começa a mudar.

A partir dos casos de exclusão de condôminos, percebemos um movimento de mudança importante que nos leva a pensar sobre como nos preparar para esse futuro.

Para o advogado Márcio Rachkorsky, este é um primeiro passo para todos os síndicos que convivem com um condômino que se porta muito mal. “É uma esperança importante. O que não podemos fazer é banalizar, acharmos que por um comportamento isolado já se pode expulsar”.

O caso

Um casal de médicos, moradores de um condomínio de classe média alta, em São Paulo, recebeu nas últimas semanas a sentença do processo que se arrastou durante seis anos: desocupar o apartamento de sua propriedade no prazo de 60 dias, sem ter mais o direito de morar ali. E, se queixas contra um dos dois forem registradas nesse período, receberão multa diária de R$ 1.000.

É uma decisão de primeiro grau, ou seja, aceita recurso, conforme Rachkorsky, cujo escritório conduziu a ‘etapa de Instrução’, com arrolamento de testemunhas, interrogatórios, até a conclusão.

“Eles recorrerão da sentença, o que levará o processo a se arrastar por mais algum tempo. Mas o resultado nos deixa animados, pois a decisão levou em conta o sossego da maioria”, diz Rachkorsky.

Exclusão de condômino antissocial é um assunto recorrente e polêmico 

“Antes mesmo da vigência do atual Código Civil, a questão já era discutida. Em 1996, uma professora da Unesp publicou a obra “Exclusão do condômino nocivo nos condomínios em edifícios”, comenta o advogado João Paulo Rossi Paschoal.

De acordo com a interpretação literal dos dispositivos legais do Código Civil, especialmente dos artigos 1.336 e 1.337, a exclusão do condômino antissocial ainda é uma impossibilidade jurídica. Como pena máxima, se referem à aplicação de multa. Pelo menos, por enquanto.

Conforme o Parágrafo único do Art. 1.137, o condômino infrator poderá “ser constrangido a pagar multacorrespondente ao décuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, até ulterior deliberação da assembléia”.

“Será uma construção de jurisprudência. Aos poucos, vai se solidificar e teremos ferramentas para expulsar condôminos nos casos mais graves. Claro que a pessoa continuará proprietária, mas perderá o direito de conviver naquele ambiente”, acredita Rachkorsky.

A sentença recente reforça a possibilidade à exclusão do condômino antissocial

Alguns casos de exclusão de condôminos antissociais já foram registrados nos últimos anos. As acusações foram as mais diversas – atirar objetos pela varanda, gritar de madrugada, acumular lixo com risco de incêndio e infestação de insetos e ratos, promover festas barulhentas diariamente, sujar e inundar áreas comuns, ofender outros condôminos com xingamentos e gritos.

A sentença recente, dada ao casal de médicos em fevereiro, mostra que o caminho da expulsão nos casos gravíssimos é possível. Para Paschoal, já é perceptível a preocupação do Poder Judiciário em tutelar situações extremas, em que a convivência realmente transborda os limites da tolerância.

“Com a prova que as diferentes esferas punitivas foram aplicadas sucessivamente, sem qualquer resultado útil, o Judiciário tende a preservar a coletividade (condomínio) em detrimento do indivíduo (condômino)”, afirma o advogado.

Como preparar o condomínio para um possível processo de exclusão

Ao notar os primeiros sinais de comportamento antissocial, o síndico precisará se preparar, adotando uma postura assertiva. Ele não poderá ficar parado, esperando que fatos mais graves ocorram e a situação se torne insustentável e desestabilize o condomínio.

Algumas medidas serão fundamentais para tentar frear o comportamento nocivo. Ele precisa ter consciência de que o condômino antissocial não vai mudar a conduta com advertências. Na sua estratégia, será fundamental contar com apoio geral e se organizar para enfrentar um processo judicial com boas chances de vencer.

Passo a passo para combater o comportamento antissocial

BUSQUE APOIO DOS CONDÔMINOS

No recente processo do casal de médicos excluídos do condomínio, Rachkorsky enfatiza que o resultado positivo só foi possível com a união de todos os condôminos. “Eles se envolveram e se aguerriram”, resume.

CONVOQUE UMA ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA

É importante que, caso a situação se torne grave, você leve o assunto em assembleia para que todos saibam o que está acontecendo. Exponha os detalhes e ouça a opinião dos condôminos. Essa atitude vai fortalecer aunião.

O síndico precisa manter uma postura neutra, capaz de demonstrar com clareza os fatos – e evitar o risco de ser acusado de calúnia, difamação e injúria. Por isso, muito cuidado com forma como vai convocar a assembleia e o que vai falar.

JUNTE PROVAS MATERIAIS

Construa o histórico. Toda vez que algo errado ocorrer, é necessário documentar, seja com vídeos, áudios, notificações etc., para haver a prova material. Este conjunto de provas será fundamental para se preparar para um possível processo judicial.

“Ainda que se aceite a prova oral (depoimento pessoal, testemunhas), bem sabemos como um acervo de prova documental tem o condão de convencer o Poder Judiciário a respeito do que realmente ocorreu. Vale comentar que, atualmente, a legislação processual enquadra as gravações (áudio e imagens) como provas documentais. Idem sobre comunicações por aplicativos”, lembra Paschoal.

A importância do Boletim de Ocorrência para reforçar as provas materiais

Márcio Rachkorsky reforça: “Se há risco de ameaça, algo que coloque a vida dos outros em risco, ou mesmo calúnia e difamação, é altamente recomendável fazer um boletim de ocorrência. Além de poder constar como prova material, é dever do cidadão notificar as autoridades policiais quando acontece algo”.

As regras para aplicar multas no condômino antissocial

Para lançar mão desse instrumento legítimo de modo eficaz, e sem criar um problema para o condomínio, é preciso saber o que diz a lei:

  • Antes de aplicar a multa, é preciso convocar uma assembleia extraordinária e realizar uma votação para confirmar a concordância da maioria quanto à penalização;
  • A decisão precisa do voto de 3⁄4 dos condôminos;
  • O valor da multa deve ser 5 vezes ou 10 vezes o rateio mensal, com base no art. 1.337 do Código Civil; [veja o Art. 1.137 na íntegra];
  • A assembleia e a votação devem se repetir a cada multa.

Nem sempre a multa é suficiente para coibir o comportamento antissocial 

Se o bolso é parte mais sensível do corpo humano, conforme o dito popular, no caso do condômino antissocial, nem sempre. Ele pode simplesmente pagar a multa e continuar transgredindo.

Um bom exemplo é o caso de exclusão de condômino antissocial, ocorrido em um condomínio de São Paulo: o réu tinha boa situação financeira e pagava as multas sem contestar. Só que continuava promovendo festas barulhentas – sua única finalidade para manter a unidade naquele condomínio.

“Na maioria dos casos, as pessoas recorrem à multa como último recurso. Muitas vezes, porém, isso não tem efeito prático, pois o mau condômino pode ser também um devedor. E, para um inadimplente, uma dívida a mais pouco importa”, observa Rachkorsky.

Quando a presença do advogado se torna imprescindível

O mais indicado é que, quando o sujeito der os primeiros sinais de que não é um bom condômino, a assessoria jurídica seja acionada. O advogado vai orientar o síndico sobre a melhor forma de dar a advertência, se haverá multa, qual o valor, se será preciso uma notificação extraoficial, entre outros pontos.

A sequência das penalizações ao condômino antissocial

As possibilidades de penas começam na Convenção, muitas vezes com uma singela advertência, que pode redundar na aplicação de pesadas multas por força de decisão assemblear (5 vezes ou 10 vezes o rateio mensal, com base no Art. 1.337 do Código Civil). Veja a escalada:

  • Advertência verbal;
  • Advertência escrita;
  • Boletim de Ocorrência;
  • Aplicação de multas.

A possibilidade de aplicação da multa não prejudica a tomada de outras medidas concomitantes e igualmente severas, entre elas, propositura de ação de indenização pela vítima do ato antissocial, ação cominatória, ou ainda, que se instaure investigação penal, caso tenha sido cometido, em tese, algum delito.

O que fazer quando os recursos se esgotam

Há um limite do que é suportável em termos de vida em comum. Ultrapassado tal limite, a saída extrema deve ser trilhada. Essa saída envolve a atuação do advogado:

“Na hipótese de o condômino antissocial insistir na conduta infracional, ainda que multado, só restará ao condomínio (ou aos condôminos prejudicados) buscar no Poder Judiciário a salvaguarda dos direitos lesados”, afirma Paschoal.

O caminho da conciliação entre o condômino antissocial e o condomínio

Para os especialistas em mediação de conflitos e em psicologia, existe um longo caminho a ser percorrido antes de se chegar aos tribunais. Embora reconheçam que envolva disponibilidade de tempo e empenho, eles apostam em um resultado positivo.

Acompanhe o que dizem os dois profissionais convidados pelo SíndicoNet e de que forma orientam os síndicos a conduzir a conciliação, caso seja essa a opção.

O síndico é o elo de ligação entre as partes conflitantes

Imagine que o seu condomínio viva uma situação delicada entre o condômino antissocial e outros moradores. Os nervos estão à flor da pele, para dizer o mínimo.  A primeira coisa que o síndico tem que entender qual é a sua função e as suas responsabilidades.

“Num ambiente como este, a função do síndico é não deixar o conflito aumentar, não se envolvendo diretamente nele; e sim, tomando as atitudes necessárias para sua estabilização e, posteriormente, a sua resolução. Como ele é o elo de ligação das partes, é importante se permanecer neutro e ter um olhar imparcial”, afirma Carlos Savoy, mediador de conflitos.

O que fazer para não perder o controle da situação no processo de mediação

Se for síndico profissional: Além da experiência, uma vez que administra mais de um condomínio, a capacitação contínua é fundamental para tratar problemas como este.

“Atualmente, gestão empresarial é tão importante quanto gestão de pessoas. O aperfeiçoamento profissional faz parte desta nova categoria”, diz o mediador.

Se for síndico morador:  A tendência é ter o mesmo sentimento que os demais.  Mesmo que tenha postura profissional, ele pode ter laços de amizade com os moradores, como é comum de ocorrer. “Nesse caso, se o condomínio tiver condição, é indicado chamar um terceiro para ajudá-lo nas tratativas para não agir como um envolvido no conflito”, reforça.

Uma dica do mediador é buscar uma capacitação em gestão humana. “Isso poderá ajudá-lo a passar pela situação de forma mais tranquila, acertando nas suas atitudes”.

Como contar com o apoio de condôminos, funcionários e outros

Você não consegue apoio e parcerias vinculando o grupo à sua pessoa, e sim às suas ideias e atitudes. Você os vincula ao seu lado forte.

“Se sua capacidade administrativa é melhor que sua capacidade de relacionamento, ou vice-versa, é necessário agir para neutralizar seu ponto mais fraco e despertar credibilidade”, diz Savoy.

É impossível agradar todo mundo dentro de um condomínio, de um bairro ou de uma cidade, mas existem técnicas para mantê-los unidos a um bem maior que o individual, o bem coletivo.

Algumas técnicas de comunicação podem ajudar:

  • Acolhimento de quem é contra uma posição de modo a dar espaço para que a pessoa também possa falar;
  • Escuta ativa, ou seja, estar aberto a escutar o outro, mesmo que tenham opiniões contrárias;
  • Feedback: apresentar para as partes o retorno do que vem sendo discutido, as conclusões e as possibilidades de solução do conflito. E ouvir o que eles têm a dizer;
  • Persuasão: para isso, será necessário buscar todas as informações sobre o problema, incluindo as razões de cada parte e o impacto do que está ocorrendo para o condomínio em geral. Com tudo isso em mãos, buscar uma negociação entre as partes usando argumentos convincentes e firmes.

Nos conflitos coletivos, em que existem dois grupos grandes, é importante identificar os líderes para tratá-los como representantes dos respectivos grupos. Será mais fácil negociar com duas pessoas do que com 20. Além disso, os representantes serão uma defesa entre o síndico e todos os demais.

Reúna as partes para abrir uma porta de diálogo 

Para a mediadora de conflitos Carina Alvarenga, em uma situação de enfrentamento, a tendência é olharmos a pessoa de frente e acusar, apontar o dedo.

“Podemos tentar resolver o problema de uma forma conjunta criando uma conexão em que o outro possa conhecer o seu ponto de vista – que, muito provavelmente, não será o mesmo. São pessoas com estilos de vida, criação e culturas diferentes. O que é som alto para mim, pode não ser alto para você”, explica Carina.

Passo a passo da comunicação entre as partes 

Ao mediar a conversa, o síndico deve:

  • Colocar para as partes o que está incomodando;
  • Propor para que falem sobre o problema;
  • Iniciar a discussão sobre a importância de resolver a situação de maneira confortável para ambos;
  • Perguntar se as partes propõem alguma alternativa. Sim? Qual seria? Não?

“Existem maneiras de colocar as coisas que geram uma reação defensiva no outro ou, ao contrário, abrem a possibilidade da conversa e do entendimento”, avisa Carina.

É fundamental preservar a imparcialidade

Segundo Savoy, é difícil notar quando a coisa sai do controle. “O síndico perde o controle quando se sente parte do conflito, e não quando é ameaçado, sofre pressão ou tem uma discussão. Ele começa a confundir sua função de elo com a de parte, uma vez que representa as pessoas que têm domicílio no local”.

Caso se sinta parte envolvida, prossegue Savoy, o síndico precisa agir de forma a não deixar o conflito crescer, tendo um olhar neutro sobre o problema a ser resolvido.

O ideal é trabalhar na prevenção do conflito 

Quando pensamos em preservar a nossa saúde e prevenir doenças, logo relacionamos isso a adotar hábitos saudáveis e fazer os exames preventivos, sempre que necessário. O raciocínio funciona também no caso dos conflitos no condomínio. Resumindo, o caminho da prevenção evitará as dores de cabeça do síndico no futuro.

Mapeie as necessidades do condomínio

Acontece com certa frequëncia de o regulamento do condomínio não estar de acordo com os novos tempos, principalmente naqueles com mais de 10 anos. Isso pode provocar conflitos.

“As relações mudaram, o jeito de as pessoas interagirem com o ambiente mudou; nós temos patinetes e bicicletas convivendo com carros, algo que antigamente era bem menos usual. Como alinhar o condomínio a essas mudanças?”, questiona Carina Alvarenga.

Ela considera o síndico totalmente capaz de conduzir o mapeamento, a não ser que lhe falte tempo. “Nesse caso, ele pode contratar uma empresa especializada”.

Roteiro para realizar o mapeamento no condomínio

  • Deixe claro aos condôminos quais são os objetivos do mapeamento. É fundamental que os condôminos entendam o porquê da iniciativa, de que forma vai ser realizada, inclusive sobre a possibilidade de optarem pelo anonimato;
  • Prepare o questionário. Os problemas mais recorrentes podem, pelo menos, nortear o início desse mapeamento. Embora cada condomínio tenha suas peculiaridades, geralmente questões relacionadas à pets, uso de garagem e dos espaços comuns, crianças e barulho são pontos delicados. Você pode perguntar, por exemplo: “O que mais o incomoda com relação à garagem? Qual seria a solução?” E assim sucessivamente para todos os itens;
  • Reserve um capítulo à parte para o tema Comunicação.  Em primeiro lugar, pergunte-se se a comunicação tradicional ainda atinge as pessoas da mesma forma que atingia há um tempo atrás. O aviso no elevador é efetivo? Ou seria melhor enviar e-mail? Ou ainda, comunicar via aplicativos como WhatsApp?

“Se eu comunicar, mas ninguém receber e assimilar a mensagem, a comunicação perde o sentido.Muitos desentendimentos podem ocorrer simplesmente por conta disso, pelos meios de comunicação não estarem adequados”, diz Carina.

Condomínios com mais jovens pedem um formato, mas se os moradores forem mais velhos, formato deve ser outro. “É preciso pensar no perfil geral dos moradores para que a comunicação seja efetiva, ou ela vai ficar no vácuo e os problemas se acumularão. Pensar em gestões e em práticas é algo que vale a pena”, acredita.

  • Conte com a colaboração dos conselheiros. Pode ser interessante formar um pequeno grupo de colaboradores para o projeto. Converse com os conselheiros sobre essa possibilidade. Eles poderão ajudá-lo no momento de elaborar o questionário, e também no final, para analisar as respostas e organizar os resultados.
  • Apresente uma proposta de mudanças em reunião com os condôminos, considerando todas os problemas levantados e as soluções sugeridas por cada um. Essa discussão provavelmente não vai se esgotar em uma única reunião, mas é um importante ponto de partida para prevenir conflitos futuros.

O que mudará a partir da perspectiva de exclusão do condômino antissocial? 

Muitas questões ainda não têm resposta. O advogado João Paulo Paschoal enumera as principais:

  1. Como ficam os familiares do condômino antissocial?
  2. Quem será o responsável pelo pagamento das despesas condominiais durante o período de interdição da unidade?
  3. Quem pode propor a ação? Só o condomínio? E os vizinhos diretamente afetados pelo comportamento antissocial?
  4. Qual será a duração da pena de exclusão?
  5. É conveniente alterar o Código Civil de modo que a lei expresse a possibilidade de exclusão?

A exclusão do condômino antissocial e os desafios para o futuro serão debatidos durante o Conexão SíndicoNet por especialistas, síndicos profissionais e empresários do mercado condominial. Ainda há muito o que pensar e aprender a respeito dessa nova situação no universo dos condomínios. Você não pode ficar de fora dessa discussão.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Funcionário temporário deve ser registrado

Funcionário temporário deve ser registrado

Substituição de funcionário em férias ou afastado deve ser feita com atenção à legislação

Seja por férias ou por questões de saúde, o afastamento de um funcionário sempre impacta a administração de um condomínio. Na melhor das hipóteses, o afastamento anual- férias, determinado pela CLT, pode ser previsto durante o trabalho de gerenciamento dos recursos humanos. Com esse controle é possível organizar escalas e até mesmo projetar orçamentos para possíveis contratações temporárias. No entanto, nem sempre é assim que as coisas funcionam. Em muitas ocasiões o afastamento surpreende o condomínio e o único jeito de não deixar as atividades desassistidas é contratar um substituto temporário.

A advogada trabalhista Alexandra Candemil esclarece que atualmente existem duas maneiras para que a contratação ocorra. “A primeira forma é a contratação direta com um trabalhador, via Carteira de Trabalho e Previdência Social assinada, com a opção de se pactuar um contrato de experiência. O prazo máximo previsto pela CLT é de 90 dias e não há prazo mínimo de contrato. Já a segunda forma é por meio de terceirização onde a empresa cederá o trabalhador para substituir o empregado em férias. Nesse caso, o trabalhador é considerado terceirizado e não terá vínculo trabalhista com o condomínio”, explica.

Alexandra ainda observa que a discriminação do trabalho temporário na forma de um contrato é quem irá garantir a segurança jurídica da prestação de serviço. “As duas formas apresentadas exigem que os contratos sejam formalizados. No caso da primeira opção, a formalização se dá pela assinatura da carteira de trabalho. No caso da segunda opção, é necessário executar um contrato formal com a empresa de trabalho temporário seguindo as diretrizes da nova lei sobre a terceirização no Brasil”, disse.

Garantia jurídica

O contador e síndico profissional Nilson Goedërt reforça que para garantir a segurança jurídica dos contratos é imprescindível a formalização da contratação. “A primeira coisa que temos que ter em mente é que não existe prestação de serviço legal sem que haja qualquer vínculo, no condomínio. Sendo empregado, ele sempre deverá ser registrado. É imprescindível. Não há qualquer relação de trabalho que possibilite um funcionário no cumprimento de um contrato não ser registrado e essa é a primeira coisa que deve ser feita pelo condomínio”, expõe.

Goedërt também explica que os trâmites da contratação são os mesmos utilizados para funcionários efetivos. Entretanto, a diferença ficará apenas por conta do fim do contrato que é acordado entre as partes no momento da contratação. “Nesse caso, ele será definido como um contrato de trabalho por tempo determinado. Mas no que diz respeito à contratação, os trâmites são os mesmos. O profissional fará o exame admissional em sua entrada e o demissional na saída; terá carteira assinada dentro do prazo de vigência permitido ao contrato de trabalho temporário e a rescisão ao final do período”, afirma o contador.

O que é o contrato de trabalho temporário?

O contrato por prazo determinado, previsto na CLT, refere-se a atividades temporárias ou transitórias e ao contrato de experiência. A modalidade de contratação é regulamentada pela Lei 9.601/1998, e depende sempre de previsão em convenção ou acordo coletivo e é aplicável a quaisquer atividades de trabalho. O trabalhador que for contratado por essa modalidade terá Carteira de Trabalho contendo as datas de início e término do contrato, suas prorrogações e a referência à Lei. O tempo de serviço é contado para a aposentadoria. Os demais direitos previdenciários também são garantidos e o contrato deve estar em acordo com a convenção coletiva firmada pelas entidades representantes da categoria.

Fonte: http://condominiosc.com.br

Azulejo de metrô é prático e garante visual retrô e charmoso

Revestimento abandonou as estações e invadiu a decoração de casa. Ele é ideal para ambientes molhados, como cozinhas e banheiros

Das maiores estações de metrô do mundo para a decoração da sua casa. O subway tile, ou azulejo de metrô, como foi batizado por revestir as estações americanas e europeias mais antigas do meio de transporte, é retangular branco e com o rejunte aparente. Esta opção se tornou um clássico e saiu dos subsolos das estações para invadir a decoração da casa.

O azulejo de metrô confere ao ambiente um ar retrô e, além disso, é garantia ainda de simplicidade e praticidade.

São muitas as opções de uso do azulejo de metrô na decoração e a escolha vai depender de qual resultado é esperado. “Ele é um tipo de revestimento que combina bem com mármores brancos e louças e também com peças clássicas de decoração e mobiliário. Assim, é possível utilizá-lo tanto em áreas molhadas como em salas e em outros ambientes. Cai bem com pisopadrão madeira, cimentado e ladrilho hidráulico”, afirma o arquiteto Artur Diniz.

azulejo_de_metro

 

 

Com ele, ainda é possível conseguir um ar mais despretensioso ou até mesmo elegante. “Para obter um ar despretensioso, característico de decorações industriais, pode ser mesclado com peças de ferro, madeira e concreto aparente. Já o brilho que lhe é característico destaca ser relevo bizotê ou bold que, aliado ao seu formato retangular, lhe conferem uma elegância sem igual. Para os apaixonados por ambientes retrôs são uma peça-chave”, completa Artur.

O azulejo de metrô é o revestimento ideal para cozinhas e banheiros porque tem uma boa funcionalidade em ambientes molhados. Ele pode substituir aspastilhas para dar um estilo mais charmoso e retrô. Além disso, o azulejo de metrô é maior e pede menos rejunte, fazendo com que acumule menos sujeira e a limpeza seja mais fácil. “Por sua fácil instalação, manutenção e características técnicas, normalmente são ideias para áreas molhadas em substituição aos tradicionais azulejos quadrados e como alternativa aos porcelanatos. Mas é importante seguir à risca as recomendações de argamassas e rejuntes indicados pelos fabricantes para não ter surpresas desagradáveis posteriores”, esclarece o arquiteto.

Cozinha azulejo de metrô

 

 

Outra questão que pesa a favor é a durabilidade. Primeiro porque o azulejo de metrô dura bem mais do que uma pintura ou um papel de parede. A pintura suja mais e está mais sucetível a arranhões e manchas, enquanto o papel de parede pode começar a descolar com o tempo e precisar de reposição com mais frequência. E, além disso, o estilo dele é atemporal e dificilmente vai cansar com o passar do tempo. “Por ser material cerâmico e pela sua grande durabilidade, apresenta vantagens em relação ao papel de parede e pintura pois, para sua manutenção, é necessária apenas a limpeza. Além disso, só em casos de reformas vai ser necessário sua substituição. Então é recomendado que, no ato da compra, seja adquirida uma quantidade a mais para reposição futura”, aconselha Artur Diniz.

Outro ponto positivo é a questão da limpeza. “Eles são fáceis de limpar: basta passar um pano úmido. Também pode ser usado um detergente neutro e escova com cerdas macias. Para sujeiras mais persistentes, evite usar produtos abrasivos. O recomendado é sempre consultar o fabricante que vai indicar o melhor produto a ser utilizado”, acrescenta.

azulejo_de_metro_banheiro

 

 

O azulejo de metrô permite várias formas de uso. O primeiro ponto é decidir se o revestimento será usado na parede inteira ou apenas em um pedaço dela, como atrás da pia. Outra possibilidade é quanto à diagramação. A forma mais tradicional de uso é na horizontal, porém o azulejo de metrô ainda pode ficar disposto na vertical ou misturado, dando um resultado mais ousado e original. “De toda forma, não precisa variar muito a diagramação. Inclusive, a aplicação na horizontal ou vertical pois conferem mais organização visual. Mas a escolha vai depender do efeito final que se pretende obter, afinal, é possível variar de diversas formas a aplicação e obter originalidade”, diz o arquiteto.

E as possibilidades não acabam por aí. “Para um visual mais despojado, pode-se adotar uma diagramação alternada, com azulejos claros e rejuntes em tons grafite. Se pretende obter um visual mais elegante e atual, então pode-se alinhar os azulejos, com rejuntes de cores próximas do revestimento. Se o objetivo é alcançar um efeito retrô, utilize um azulejo de cor marcante com um rejunte na cor branca”, detalha o arquiteto.

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As cores também oferecem muitas possibilidades. O azulejo de metrô tem o branco como sua tonalidade tradicional, já que é assim que ele costuma se apresentar nas estações de metrô originalmente. Porém, o mercado oferece uma variedade de cores. “É possível adotar a cor de sua preferência e pode ousar com variações e deixar o ambiente com mais personalidade”, ressalta Artur. Porém, é preciso cuidado na hora de escolher. “Por ter cor opaca e aspecto sólido, cuidado para o efeito final não pesar no ambiente, por isso, dê preferência às cores claras. Mas é possível adotar uma cor viva em uma das paredes e nas demais aplicar uma cor neutra ou branca”, conclui o arquiteto.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Metais dão ar de sofisticação e personalidade à decoração

O material garante mais elegância ao ambiente e pode ser usado de diversas formas e em qualquer cômodo do imóvel

Os metais aparecem de várias maneiras na decoração, mas sempre imprimindo um ar de sofisticação e personalidade ao ambiente. Eles ainda estão associados aos sentimentos de nobreza e, portanto, à elegância de um lugar, talvez porque ainda estão relacionados a um custo alto no orçamento de uma decoração. Os metais podem despontar em qualquer ambiente e de diversas formas, seja mais discretamente em objetos ou até de maneira mais ostensiva em revestimentos, e eles sempre ganham destaque na decoração pelo design ou brilho, chamando a atenção de quem entra no ambiente.

São muitas as maneiras de incorporar os metais na decoração e eles podem ser trabalhados em objetos, móveis, revestimentos de piso e paredes e metais sanitários, por exemplo. Também são muitas as opções do material, como o ferro, alumínio, aço ou cobre, que variam também na tonalidade. As escolhas de como e qual metal encaixar na decoração vai depender do resultado esperado para o ambiente, seja um estilo mais clássico ou mais despojado.

 

 


(Foto: Shutterstock)

 

 

“Vai depender do estilo e atmosfera que se pretende imprimir ao ambiente. Para um ar mais moderno, pode-se optar por peças design consagrado em harmonia com a madeira e o couro por exemplo, procurando dosar a proporção entre objetos e materiais foscos e com brilho. Já o estilo industrial usa muito do recurso desse material nos objetos de composição, com bastante uso de luminárias pendentes ou trilhos, tubulações aparentes, de maneira despojada e misturando com outros materiais”, exemplifica a arquiteta Vanessa Gomes, do escritório Mucam Arquitetura.

Para manter a harmonia do uso dos metais com os demais elementos da decoração, é importante observar a classificação pela temperatura da cor. “Os metais prateados são mais neutros e fáceis de compor com os demais materiais. Os acobreados são mais quentes e possuem um tom alaranjado. Estes são os mais difíceis de harmonizar, porém existem composições clássicas, como o preto e branco e madeiras claras. Os dourados são os mais glamurosos e podem ser utilizados em ambientes onde se deseja imprimir essa atmosfera. Vai bem com branco, tons terrosos e preto”, explica Vanessa Gomes.

Como em toda escolha para uma decoração harmônica, é preciso dosar o uso do metal para não ficar exagerado no ambiente. “O cuidado do uso para não exagerar na quantidade de peças é o mesmo para todo tipo de material numa ambientação. O melhor é ter uma boa dose de bom senso, pensar na harmonia do ambiente e também no tipo de decoração desejada”, ressalta a arquiteta Ira Oliveira. “O excesso de peças frias, por assim dizer, pode deixar o espaço sem calor com a sensação de frieza. Mas, se o objetivo for esse, os metais são muito apropriados quando associados às peças de design mais modernas”, completa a arquiteta do escritório Ira Oliveira Arquitetura e Interiores.

Tonalidades

Os metais são encontrados em várias tonalidades a depender do material, seja prata, grafite, dourado e cobre, e eles podem ser utilizados em harmonia em um mesmo ambiente. Porém, é preciso ficar atento à escolha das peças e também da composição. A decisão em relação à tonalidade que se deseja colocar vai depender do resultado que se deseja para o ambiente. “Atualmente, os metais em tom rosé têm sido os queridinhos da vez, associados a outros materiais nobres, como a madeira, e de características rústicas, como o linho. Na paleta de cores, os cinzas, beges, azuis e rosas fazem composição casando perfeitamente”, explica a arquiteta Ira Oliveira.

 

 


(Foto: Shutterstock)

 

 

As peças douradas costumam imprimir um ar de sofisticação e nobreza. “Elas ficam muito elegantes em decorações de tonalidades mais brancas e beges”, afirma Ira. A escolha do tipo de peça e do ambiente é fundamental. “Peças douradas em living, sala de jantar, varanda gourmet e em lavabos com torneiras sofisticadas têm sido boas opções para ambientes requintados. Papéis de parede metalizados podem ser opções diferenciadas para compor ambientações mais arrojadas”, complementa. Além disso, hoje é possível encontrar diversas opções com mais ou menos brilho, o que possibilita ajustar gostos diferenciados para a mesma tendência.

As áreas molhadas também ganham opções de uso dos metais. “É possível encontrar opções de pastilhas metálicas para uso em áreas molhadas de cozinhas, varandas gourmets e banheiros”, diz a arquiteta. “Em ambientações com pegada industrial ou arrojados, esses materiais são muito utilizados também pela facilidade de manutenção e limpeza, embora o custo ainda seja relativamente alto”, ressalta Ira Oliveira.

Como baratear

Como os metais costumam ter um custo alto para o projeto de decoração de um ambiente, é possível encontrar soluções com resultados semelhantes ao ambiente, porém pesando menos no bolso. “Atualmente encontramos várias outras alternativas que não são necessariamente metais, mas possuem o mesmo aspecto visual. Revestimentos de madeira que podem ser utilizados na composição de painéis e móveis, como também porcelanatos que imitam placas metálicas como, por exemplo, o efeito do aço córten”, ressalta Vanessa Gomes.

Para Ira Oliveira, as peças rústicas ou vintage têm sido muito procuradas para quem gosta de uma decoração mais descolada, moderninha e despretensiosa com jovialidade e frescor. “O uso de peças em ferro pintado com aspecto enferrujado, preto ou colorido barateia os produtos quando comparados aos metais polidos ou escovados em aço inox e peças com banhos cromados. Até os plásticos recebem banhos cromados, porém a durabilidade não é a mesma”, conclui.

 

 

 


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

 

O devedor com acordo está quite com o condomínio?

Especialista esclarece polêmica que interfere, inclusive, na participação em assembleiasEspecialista esclarece polêmica que interfere, inclusive, na participação em assembleias

Por Rodrigo Karpat*

falta do pagamento da cota condominial dentro do prazo de vencimento do boleto, atrapalha o fluxo do condomínio, tanto quanto o inadimplente que tem altas dívidas.

Mesmo sem que o síndico possa oferecer descontos nas cotas em atraso, é comum que ocorram negociações da dívida. A partir destas negociações, muitas vezes, são firmados termos de acordos/confissões de dívidas, para que o pagamento ocorra de forma parcelada e o dinheiro volte aos cofres do condomínio.

A grande questão seria: o devedor que fez um acordo, continua sendo devedor? Aquele que fez acordo pode participar das assembleias? Está quite com o condomínio?

Com base no Art. 360 do Código Civil, quando o devedor contrai nova dívida com o credor, a anterior se extingue, fica novada. Assim, aquele que negociou a sua dívida, não é mais devedor na acepção jurídica do termo, até que deixe de pagar a cota do mês ou a parcela do acordo.

Código Civil 

Art. 360. Dá-se a novação:

I – quando o devedor contrai com o credor nova dívida para extinguir e substituir a anterior;

Por definição legal o condômino com acordo não pode ser considerado devedor, ele não tem mais a dívida anterior, então até que deixe de pagar a cota do acordo no prazo, ou a cota do mês, ele está em dia para com a suas obrigações perante o condomínio.

De Plácido e Silva, Vocabulário Jurídico, 20ª edição Editora Forense, pg. 560, definiu a novação como:

“a obrigação constituída a novo vem mudar, substituir, transformar a obrigação velha, que se extingue ou deixa de existir. Desta forma, no sentido técnico, novação implica, necessariamente, na extinção da dívida ou obrigação anterior, pela criação de um direito novo, quase coloca em substituição ao que foi extinto.” 

Neste sentido:

APELAÇÃO CÍVEL. CONDOMÍNIO. EMBARGOS À EXECUÇÃO. ACORDO DO DEVEDOR COM O CONDOMÍNIO QUANTO AO DÉBITO. NOVAÇÃO. PRESCRIÇÃO. NÃO OCORRÊNCIA. O acordo firmado entre o adquirente e o condomínio, referente ao débito condominial constitui-se em novação da obrigação. Uma vez novada a dívida, extingue-se o débito anterior e cria-se uma nova obrigação entre as partes. Deste modo, não há que se falar em prescrição das parcelas do acordo firmado pela autora com a ré, em 01/08/2008, pois não transcorridos cinco anos até o ajuizamento da ação de cobrança. NEGARAM PROVIMENTO AO APELO. (Apelação Cível Nº 70061038071, Vigésima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Alex Gonzalez Custodio, Julgado em 31/08/2016).

(TJ-RS – AC: 70061038071 RS, Relator: Alex Gonzalez Custodio, Data de Julgamento: 31/08/2016, Vigésima Câmara Cível, Data de Publicação: Diário da Justiça do dia 12/09/2016) (GRFEI)

A questão central em debate é se podemos dizer que o devedor que não tem mais dívida está quite com o condomínio e pode votar e participar da assembleia de condomínio? Conforme aduz o Código Civil, abaixo:

Art. 1.335. São direitos do condômino:

III – votar nas deliberações da assembleia e delas participar, estando quite.

Do exame do artigo acima é certo que o devedor não pode votar e sequer estar presente na assembleia se não estiver quite.

Neste sentido:

ANULAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA CONDOMÍNIO EDILÍCIO PARTICIPAÇÃO DE CONDÔMINOS INADIMPLENTES NA ASSEMBLEIA IMPOSSIBILIDADE VEDAÇÃO EXPRESSA NO CÓDIGO CIVIL EXEGESE DO INCISO III DO ART. 1.335 DO CC ANULAÇÃO DETERMINADA. SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA MANTIDA. RECURSO DESPROVIDO.

(TJ-SP – APL: 00176874120108260001 SP 0017687-41.2010.8.26.0001, Relator: Neves Amorim, Data de Julgamento: 26/03/2013, 2ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 28/03/2013)

Ainda na questão central do tema, o fato do antigo devedor ter feito o acordo e não ser mais inadimplente lhe confere o status de quite?

Entendo que pelo fato de ele estar, no momento, livre da dívida, pois ocorreu a novação e, por isso, não há parcelas do acordo em aberto, além de estar em dia com a cota do mês, este está quite para votar e participar.

A expressão QUITE utilizada no Código Civil deve ser interpretada de forma de que a pessoa “não está inadimplente” e não de que a pessoa “não está devendo”.

Por fim, se aquele que fez um acordo precisar de uma CND, esta deve constar que ele tem uma novação a qual fica vinculada à quitação integral para a emissão da CND.

O que poderia ser feito no caso seria emitir uma Certidão positiva com efeitos negativo. Ou seja, isso atestará que existe um acordo no valor firmado e que para a emissão da certidão negativa sem ônus, se faz mister o cumprimento integral do acordo.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Permuta de imóveis: saiba o que é e como funciona

Nesta forma de contrato as partes se obrigam mutuamente a dar uma coisa por outra

Colocar o imóvel à venda sempre é um processo que exige cuidado, paciência e disposição de tempo, assim como é o procedimento para encontrar o imóvel ideal para comprar. Porém, essas não são as únicas opções para ter um novo lugar para morar, há possibilidade de utilizar a permuta de imóveis.

Nessa forma de contrato, as partes se obrigam mutuamente a dar uma coisa por outra de valores equivalentes. Saiba como funciona e os cuidados que devem ser tomados para que a negociação não traga dor de cabeça no futuro.

Diferente da compra e venda, a permuta de imóveis não exige que o pagamento seja feito em dinheiro, mas, sim, através de bens equivalentes. Em muitos casos, no entanto, existe a possibilidade de pagar a diferença em dinheiro. A permuta se aplica a qualquer tipo de imóveis, terrenos, casas, apartamentos e imóveis a serem construídos.

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A permuta se aplica a qualquer tipo de imóveis, terrenos e projetos de habitação (Foto: Shutterstock)

“Por exemplo, se uma determinada pessoa possui um terreno e outra pessoa tem interesse nesse terreno para construção de um prédio, ao invés de pagar pelo mesmo em dinheiro, poderá pagar em unidades prontas.

Existe ainda a possibilidade do pagamento ser feito com bem acompanhado de pagamento em dinheiro. Nesta hipótese, a esse pagamento em dinheiro dá-se o nome de torna”, esclarece a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários.

Um dos principais cuidados que devem ser tomados caso a escolha seja pela permuta de imóveis diz respeito ao tipo de contrato. “Deve-se atentar que, no caso de permuta de bens imóveis, o contrato deverá ser feito por escritura pública, deverá constar de forma clara a data da entrega dos bens e a responsabilidade pelos tributos.

Enfim, deve-se tomar as mesmas precauções dos demais contratos de imóveis”, afirma a advogada. Já Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), lembra que a burocracia é inerente a toda aquisição de um imóvel. “É preciso fazer a escritura, que custará entre 4% e 6% do valor do imóvel”, completa.

Entre as vantagens, enumera Daniele Akamine, a principal é sobre a tributação. “Quando não existe torna na permuta, o negócio ficará isento da tributação do imposto de renda, uma vez que se entende que os imóveis permutados possuem o mesmo valor monetário”, diz. Porém, ela ressalta que o ponto negativo é que existe a possibilidade de sobrevalorização dos imóveis.

Mercado

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Apesar de pouco usada no mercado, a permuta de imóveis pode ser uma ótima opção (Foto: Shutterstock)

Para Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), a permuta entre dois imóveis não é prática tão comum no mercado atualmente. “Existem alguns requisitos a serem cumpridos na escolha de um novo apartamento ou casa, como a localização e também o tamanho.

Isso porque pode acontecer de a pessoa ter um imóvel de dois quartos e querer passar para um de três. E estes requisitos precisam bater de ambas as partes e não é algo corriqueiro. Porém, pode não existir uma tendência de mercado, mas é possível que aconteça”, afirma.

Por isso, ele acredita que o mais comum, nestes casos, é que o proprietário tenha um imóvel e venda para adquirir o próximo. “Quando ele quer dar um upgrade, ele vende o imóvel dele e, com o dinheiro, dá entrada no outro. É mais fácil ele fazer isso de vender e comprar outro”, acrescenta Elísio.

Mas existe a possibilidade de, na permuta, trocar imóveis de valores diferentes, desde que seja paga a diferença. Em muitos casos, esse tipo de permuta é aceita quando o novo proprietário não pretende morar no imóvel e usar para locação e ainda ganha um dinheiro.

Porém, o presidente do Secovi-PE acrescenta que um outro tipo de permuta de imóveis é mais comum no mercado, que é a troca de áreas por imóveis construídos. “Este tipo de mercado é mais corriqueiro. Até porque hoje, para quem tem um terreno e pode esperar pela construção do imóvel, é melhor fazer a permuta do que vender porque, no final, valoriza mais. É uma questão objetiva e matemática”, diz.

“A permuta em área para a construtora tem o custo da construção e depois que ele recebe o imóvel vai vender pelo preço de mercado”, complementa Elísio Cruz Júnior.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

Como funciona e como usar o Fundo de Reserva em condomínios

Para que serve, como usar e quais os tipos de fundos

Para que serve, como usar e quais os tipos de fundos

O fundo de reserva é a mais famosa e tradicional forma de arrecadação extra. Normalmente, consta na convenção o percentual da taxa condominial que deve ser destinado ao fundo. Em geral, essa alíquota varia de 5% a 10% e é a única forma de arrecadação extra a figurar nas convenções.

As outras formas de arrecadação, como fundo de obras, e para outros fins, e rateios extras podem ser criadas por assembleias. A sua principal destinação é garantir a continuidade e o bom funcionamento do condomínio em caso de despesas imprevistas e emergenciais, além de acumular recursos para viabilizar a necessidade grandes reformas futuras, por exemplo.

Os fundos são, em essência, uma forma de separar uma parcela de dinheiro da conta comum do condomínio. Assim, fica mais fácil gerir uma arrecadação para certo fim. Por se tratar de uma arrecadação na maioria das vezes de médio a longo prazo, fundos de reserva costumam acumular valores consideráveis.

Portanto, é importante que o montante acumulado seja aplicado em instituições financeiras para não perder seu valor real.  Os especialistas consultados ressaltam, no entanto, que aplicações em imóveis ou ações não devem ser consideradas para este fim.

Outros tipos de fundos

Para que haja transparência no processo da criação de fundos é importante que se explique coisas básicas como: a duração da arrecadação, o valor que se quer levantar, e, principalmente, seu objetivo. Veja abaixo outros tipos comuns de fundos:

  • Fundo de obras: serve para proporcionar melhorias na infraestrutura do prédio. Troca de itens como canos,impermeabilização de lajes, pintura na garagem. Esse tipo de reforma, comum em tantos condomínios, é em geral custeada pelo fundo de obras.
  • Fundo de equipagem: muito usado em condomínios novos, é voltado para compras diversas como carrinhos de compras, tapetes, acolchoados para elevadores, lixeiras, acessórios para banheiros de áreas comuns, mobiliário para piscina, e até em alguns casos, a instalação de circuito fechado de tv e proteção perimetral. Nesse caso, como é muito difícil prever o término desses custos, a arrecadação dura o tempo que for necessário para sanar essas compras.
  • Rateios extras: os tão impopulares rateios extras também são fundos. Seu excesso deve ser evitado, pois muitos extras colaboram com a alta inadimplência e também dão ideia de gestão fraca no condomínio. Os condomínios se provisionam com rateios extras ou quando um grande imprevisto acontece, quando está para acontecer, como uma sentença judicial contrária ao condomínio, ou para se provisionar para meses de maiores gastos, como novembro e dezembro – quando há o pagamento do dissídio dos funcionários e também do  décimo terceiro salário.

Como usar

Algo que incomoda os moradores é o uso de um fundo para suprir outro problema.

Mas o síndico pode, sim, se utilizar daquele caixa para sanar alguma outra emergência, como um elevador queimado.

Nesse caso, o uso parcial ou total do fundo deve ser reposto e para deixar tudo claro aos condôminos, também deve ser ratificado em ata na próxima assembleia.

Mesmo assim, os usos possíveis do fundo de reserva, especificamente, devem estar citados na convenção do condomínio.

Caso não haja menção a isso, quando houver necessidade do uso dessa arrecadação, uma votação em assembleia deverá ratificá-la.

VOTOS E ARRECADAÇÃO

  • O pagamento das cotas está ligado ao conceito de fração ideal – ou seja, quem possui duas unidades deve pagar o dobro do dono de apenas um apartamento. O mesmo vale para coberturas, desde que respeitada a proporcionalidade das frações ideais correspondentes à unidade.
  • Para conseguir uma nova arrecadação, como um fundo de obras, por exemplo, o síndico deve contar com maioria simples para sua aprovação.

INQUILINOS

Muito se questiona sobre a participação dos inquilinos para a formação de fundos dos mais diversos em condomínios.

O aceito é que os inquilinos arquem com as despesas ordinárias, que são as despesas do dia-a-dia, como água, luz e pagamento de funcionários.

Já condôminos, donos do imóvel, são os responsáveis por investir em melhorias, como pintura de fachada, e obras no jardim – já que esse tipo de benfeitoria aumenta o valor do bem.

Para facilitar a contabilidade – e a separação das contas – o ideal é a abertura de cadernetas de poupanças separadas: uma para despesas ordinárias e outras para fundos específicos.

Mas há também casos em que inquilinos devem arcar com os rateios extras.

É quando esses foram usados para cobrir despesas ordinárias.

Em casos de alta inadimplência, por exemplo, pode-se ter usado uma arrecadação extra para pagar as contas do mês. Nesse caso, os inquilinos devem, sim, contribuir para a sua restauração.

DICAS

  • Antes de propor a votação para criação de um novo fundo, vale a pena já orçar com três empresas a melhora desejada. Dessa forma, é possível prever o tamanho do custo e a duração e tamanho mensal da arrecadação.
  • O ideal é ter um fundo para gastos ordinários (com contribuição dos inquilinos) e outro para gastos extraordinários, com contrapartida apenas dos condôminos
  • Especialistas recomendam parar o recolhimento do fundo de reserva quando este chegar a duas arrecadações completas do condomínio.
Fonte: SíndicoNet

Tire suas dúvidas sobre declaração de imóveis no Imposto de Renda de 2019

Confira tudo o que você precisa saber sobre declaração de bens imóveis e evite ser pego pela malha fina

O começo do ano costuma ser marcado por muitas responsabilidades. Além de ser o período em que começamos a realizar as promessas feitas no réveillon, é quando as aulas retornam, as férias acabam e começamos a nos organizar para a declaração do Imposto de Renda.

O processo de declaração envolve uma série de documentos e costuma gerar muitas dúvidas. Uma das mais comuns é em relação aos bens imóveis, isto é, às propriedades imobiliárias, que podem ser casas, apartamentos, salas comerciais etc. É um processo que está em constante mudança e ao longo dos anos vem exigindo do contribuinte uma maior atenção aos detalhes.

Mudanças

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A mudança ocorrida em 2018, em relação aos dados do imóvel, permanece neste ano (Foto: Shutterstock)

Uma mudança importante que aconteceu em 2018 e vale também para este ano foi em relação às informações sobre o imóvel que devem ser fornecidas no momento da declaração. Antes, dados técnicos da propriedade não eram importantes para o processo de inventário, o que tornava tudo menos trabalhoso, mas ao mesmo tempo menos detalhado.

“A novidade ocorrida no ano de 2018, no campo específico para informação de logradouro, metragem e matrícula imobiliária, permanece em 2019. Contudo, assim como no ano passado, as informações não são obrigatórias. Ou seja, a falta desses dados não impedirá a transmissão da declaração”, explica Eduardo Ramos, sócio do escritório Peluso, Stupp e Guaritá Advogados.

Apesar da não obrigatoriedade da cessão de informações técnicas, é importante que o contribuinte as tenha em mãos, seja para declaração de Imposto de Renda ou outros processos que envolvam o imóvel em questão, uma vez que tratam-se de dados fundamentais para qualquer proprietário.

“É comum que as pessoas não se atentem às informações do imóvel, como a metragem e demais elementos, mas é muito importante ter isso em mente. Na própria fatura do IPTU é possível encontrar esses dados, por isso vale a pena manter esse e demais documentos que contenham essas informações em local de fácil acesso, sobretudo em período de declaração”, diz a Dra. Ana Cláudia Utumi, da Utumi Advogados.

Valor a ser declarado

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O valor a ser declarado é o valor de aquisição, isto é, o pago na compra do bem (Foto: Shutterstock)

Uma confusão recorrente a contribuintes de primeira viagem é em relação ao valor do imóvel a ser declarado. Pelo fato de o marcado imobiliário trabalhar com valorizações ao longo do tempo – um mesmo imóvel, com o passar dos anos, pode vir a ter diferentes valores de mercado -, é compreensível que o valor a constar no inventário costume gerar dúvidas.

A resposta, no entanto, é bem simples: o contribuinte deve declarar o valor de aquisição do imóvel, isto é, aquele pelo qual pagou quando do processo de compra, além de gastos referentes ao processo de troca de titularidade, como o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis etc.

“Deve-se declarar o valor referente ao custo de aquisição, além da importância paga a título de imposto de transmissão (ITBI), bem como as despesas com escritura e registro, desde que suportadas pelo adquirente. Uma vez declarado o custo de aquisição, seu valor não pode ser alterado nas declarações posteriores, exceto em caso de obras e melhorias comprovadas com documentação hábil e idônea”, afirma Ramos.

Reparos e benfeitorias

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Reparos e benfeitorias podem ser declarados, desde que com a devida comprovação (Foto: Shutterstock)

As melhorias feitas no imóvel, inclusive, é algo que costuma fugir dos contribuintes quando o assunto é declaração de gastos. É comum que muitos não se atentem que os custos relacionados a benfeitorias realizadas podem ser revertidos, tendo em vista que aumentam o valor final do imóvel.

“O proprietário que realizar reformas no imóvel pode declarar seus custos no Imposto de Renda, pois trata-se de uma benfeitoria que aumenta o valor de mercado da propriedade. No entanto, é preciso ter em mente que uma simples pintura não tem valorização como resultado, mas reformas estruturais, como a construção de novos cômodos, sim”, explica Utumi.

Para conseguir declarar seus custos com os reparos, o contribuinte deve comprová-los por meio de documentos válidos, como notas fiscais e ordens de serviço, da mesma forma que os demais gastos declarados no Imposto de Renda.

Imóveis adquiridos à prazo

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Imóveis adquiridos por meio de financiamento possuem declaração diferenciada (Foto: Shutterstock)

Poucos contribuintes sabem, mas a declaração de imóveis adquiridos à prazo funciona de forma diferente, já que o custo das parcelas a ser arcado é diferente de um pagamento à vista e também costuma acontecer por meio de um financiamento, que leva décadas para ser finalizado.

Mas como funciona a declaração nesse caso? Antes de tudo, o contribuinte precisa ter em mente que o Imposto de Renda considera as despesas arcadas entre o primeiro e o último dia do ano anterior ao de declaração. No caso de 2019, portanto, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2018. Desse modo, o proprietário deve declarar as parcelas quitadas nesse período – no caso de um financiamento em regime de pagamento mensal, 12 parcelas.

“Deve-se indicar o valor pago até 31/12/2018, incluindo as parcelas do financiamento. Recomenda-se indicar que o imóvel restou adquirido em financiamento, de forma a se destacar o montante pago em cada ano. A cada declaração de ajuste, por sua vez, o valor do imóvel deve ser majorado de acordo com as parcelas quitadas”, diz Ramos.

Caso de venda

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O contribuinte que vendeu um imóvel deve se cadastrar no programa GCap da RF(Foto: Shutterstock)

O processo de declaração de bens imóveis também envolve aqueles que venderam uma propriedade no período de vigência. Para esse grupo de contribuintes, o processo é ainda mais diferenciado, pois envolve um outro serviço da Receita Federal, o GCap – Programa de Apuração de Ganhos de Capital.

Caso você contribuinte tenha se desfeito de um imóvel por meio de venda, é necessário cadastrar a operação no GCap. Lá será preciso ceder dados sobre quem adquiriu o bem, além de informações técnicas do imóvel e da operação financeira, como forma de pagamento e valor de custo.

Dessa forma, os dados serão transferidos para o programa de declaração de Imposto de Renda da Receita Federal, facilitando a transação e os cálculos de lucro sob a transação. Caso haja lucro, o contribuinte deve pagar 15% sobre a diferença entre o valor de aquisição do imóvel e o valor de venda, ou seja, o que entendemos por lucro final.

O prazo para declaração do Imposto de Renda vai de 7 de março até 30 de abril deste ano, sendo obrigatório para contribuintes que possuem rendimentos tributáveis anuais a partir de R$ 28.559.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

O condomínio pode me proibir de ter animal de estimação?

Convenção pode proibir condôminos de terem animais domésticos ou silvestres? E se o animal do vizinho põe em risco os vizinhos? Saiba o que fazer

Alguns animais precisam de licença do Ibama

Alguns animais precisam de licença do Ibama

“O condomínio pode me proibir de ter animais de estimação no apartamento?” Pergunta da internauta Cecília

Resposta: Não.

Apesar de algumas convenções mais antigas até proibirem as pessoas de terem animais, isso é “letra morta”, garante o advogado especializado em Direito Imobiliário Michel Rosenthal Wagner.

O direito à propriedade, à intimidade e à vida privada estão garantidos na Constituição, em seu artigo 5º, explica.

Mas a coisa muda de figura se o animal em questão perturbar um desses três “S”s: sossego, saúde ou segurança, afirma o advogado.

Wagner conta o caso de um condômino que colocou — num hall social que dividia com outros três apartamentos — uma espécie de cercado na frente da sua porta e lá deixava três cachorros que latiam todas as vezes que alguém saía para pegar o elevador. “Isso obviamente é algo que não se pode fazer”, diz.

Mesmo em condomínio de casas há limites para manter animais. “Há pessoas que acumulam bichos sem nenhum cuidado, prejudicando a limpeza e atraindo vetores como ratos e baratas para a vizinhança. Isso também não pode.”

E os animais silvestres?

Mamba negra

Outra razão para impedir o condômino de ter determinado animal é quando se trata de um animal não tenha autorização do Ibama.

“É possível ter animais exóticos e silvestres de estimação, desde que eles tenham sido adquiridos de um criadouro autorizado e tenham licença do Ibama”, informa a veterinária especializada em animais exóticos Erica Couto, da Clínica Tukan.

“Já ouvi casos de pessoas que tinham cascavéis, najas e até mambas negras. Não tem sequer soro antiofídico no Brasil para uma picada de mamba negra”, diz.

A mamba negra, originária do continente africano, é uma das serpentes mais mortais que existem — sua mordida pode matar um adulto em 20 minutos.

Confira a lista de animais considerados domésticos e que não precisam de autorização do Ibama.

Saiba o que fazer se o animal causa perturbação


Como nem sempre se pode esperar que o bom-senso das pessoas prevaleça, é possível tomar algumas atitudes.

  • O primeiro passo é conversar com o condômino para tentar uma mudança.
  • Se isso não adiantar, fazer uma advertência por escrito.
  • Depois, aplicar multa prevista em convenção
  • Se mesmo isso não surtir efeito, o caminho pode ser chamar o Psiu ou a polícia
  • Pode, ainda, entrar na Justiça para exigir que o animal seja retirado do condomínio.

“Não é proibir animais, mas proibir aquele determinado animal que causa estorvo à comunidade”, diz Michel Wagner.

Saiba o que fazer se querem te impedir de ter um pet

Mas se você deseja ter um animal de estimação e a convenção proíbe, também é possível entrar na Justiça para obrigar o condomínio a aceitar seu pet.

“Mas sempre o melhor caminho é procurar o entendimento pela conversa”, aconselha o advogado.

O que fazer se o animal não tiver licença do Ibama?

Segundo o Ibama, qualquer animal silvestre deve ser adquirido de criadouro comercial autorizado e pode, neste caso, ser criado em ambiente doméstico. O animal deve vir acompanhado de nota fiscal e deve estar marcado com anilha ou microchip. O estabelecimento deve entregar ao comprador uma cartilha com instruções sobre a criação da espécie.

Se o condomínio desconfiar que algum animal não está regulamentado, pode encaminhar a denúncia para o Ibama.

Fontes: Ibama | Erica Couto, veterinária especializada em espécies silvestres e exóticas | Michel Rosenthal Wagner, advogado especializado em Direito Imobiliário | https://noticias.r7.com/

Renda ainda é o grande obstáculo para conseguir financiamento de imóvel

Por ter muitas regras relacionadas ao perfil de crédito, as opções de financiamento costumam fazer da renda um empecilho

Fazia tempo que o agente financeiro Victor Alex Lemos, de 29 anos, tentava financiar a compra de sua casa. Bateu à porta de vários bancos, mas sempre encontrava barreiras. “Cheguei a virar cliente de uma instituição financeira, mas não consegui crédito por ela, porque não tenho renda compatível“, explica.

Como Lemos mora sozinho, não pode somar seu salário com o de outra pessoa para facilitar a abertura do crédito. “Se você não tem renda, passa muita vergonha”, reclama.

 

 

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Para conseguir financiamento, regras de compatibilidade de renda devem ser seguidas (Foto: Shutterstock)

 

 

Mas ele não tirou o sonho da cabeça. Quando percebeu que as condições para obter financiamento melhoraram, resolveu tentar de novo. E conseguiu. Este mês, ele está eufórico. Sai da casa alugada na Vila Matilde, zona leste, para um apartamento novo, de dois dormitórios, em Pirituba, zona oeste. “Quando me vi com o contrato de compra e venda assinado, quase não acreditei.”

O imóvel fica mais próximo de seu trabalho, no Morumbi. “Hoje levo duas horas para voltar do trabalho. No apartamento novo, vai demorar 1 hora e 15 minutos”, calcula. Além disso, vai morar próximo da linha do trem e terá acesso mais rápido a rodovias que levam ao interior. “Vai ficar mais fácil para eu visitar meus parentes em Jundiaí.”

 

 

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Com a grande oferta de imóveis, as condições de financiamento foram mudando (Foto: Shutterstock)

 

 

O apartamento no condomínio levantado pela construtora Mudar – criada especificamente para atender ao público de rendas média e baixa – custou R$ 60 mil. Lemos ofereceu R$ 16 mil como entrada e financiou o restante pela Caixa Econômica Federal.

“Achei o processo rápido. Tive a proposta aprovada pelo banco e a construtora deu suporte.” A prestação de R$ 400 vai ficar R$ 100 mais cara que o aluguel que paga. Mas ele não se importa. “É quase o equivalente”, diz.

Na opinião de Lemos, o que ajudou na compra foi o momento econômico. “De uma forma geral está melhor. Com relação à compra da casa, está mais fácil, mas ainda há um pé no freio”, afirma.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Pintura deve ser planejada

Pintura deve ser planejada

De três a cinco anos: este é o tempo recomendado para fazer a manutenção da pintura do edifício.

Para valorizar o condomínio, é preciso planejamento e investimento em material de qualidade na hora de renovar as cores da fachada.

No condomínio residencial Santorini Park, em Criciúma, a revitalização da pintura foi um consenso entre os moradores, que estavam preparados para conservar o bom aspecto do imóvel. A síndica Renata Damiani, há oito meses atuando na função, lembra que desde a gestão anterior o condomínio estava se preparando para ter um bom valor em caixa. “No começo do ano fizemos uma reunião sobre o tema e tivemos a aprovação dos moradores. Fizemos três orçamentos e nos preparamos para contratar a empresa que melhor negociou. Deu tudo certo”, conta a síndica.

Antes do início do serviço, uma parte importante foi a comunicação interna entre os moradores. “Colocamos um comunicado e entregamos uma carta explicando quando seria realizado o trabalho, para que todos estivessem preparados”, destaca. Renata lembra também que o condomínio escolheu a marca dos produtos que seriam usados, e a empresa prestadora do serviço auxiliou na escolha das cores, fazendo provas.

“Primeiro eles lavaram o prédio,depois cuidaram das rachaduras e em seguida fizeram a pintura. Ao todo, foram menos de dois meses de trabalho, com muita eficiência e agilidade”, comenta.

A dica da síndica é, na hora de escolher a empresa prestadora de serviço, optar por aquela que tem melhor conhecimento sobre o assunto e que possa dar assistência e garantias necessárias para um serviço de confiança. “É importante procurar empresas que dão suporte”, diz Renata.

Dicas

Manter o aspecto de um prédio bem cuidado é fundamental para a valorização do imóvel. Nesse sentido, a recomendação é renovar a pintura em um período de tempo de três a cinco anos, no máximo. Segundo Alexandre Dagostin, diretor de uma construtora da região, é importante trabalhar com tintas de qualidade, de primeira linha, e usar todos os complementos e tintas da mesma marca, para poder ter a garantia de fábrica. “Materiais como massa corrida, massa acrílica, fundo preparador e selador devem ser do mesmo fabricante”, explica.

Estar atento aos reparos é um ato importante tanto por parte do síndico quanto dos moradores, que devem contribuir e apoiar obras de conservação nos seus edifícios. “É importante a consciência de fazer ações preventivas. Na prática, deveria funcionar sempre assim: com manutenção periódica para custar menos, visto que o certo é diminuir custos”, explica. Dagostin destaca que alguns prédios já estão tomando essa linha de raciocínio. “Inclusive, alguns condomínios já contratam engenheiros assim que a construtora entrega o prédio, e esses profissionais fazem um laudo que indica a manutenção preventiva”, completa. Dagostin lembra também que, além da pintura, é preciso fazer manutenção da parte elétrica, hidráulica, do revestimento de fachada e dos pisos, inclusive para ter a garantia efetiva da construtora.

Soraya Falqueiro / Criciúm

Fonte: http://condominiosc.com.br

Dia da mulher

Desejamos à todas nossas parceiras, síndicas, colaboradoras, condôminas e amigas um FELIZ DIA

Gestão feminina

Síndicas já não são minoria absoluta

Síndicas fazem a diferença na gestão condominial

O dia internacional da mulher ocorre uma vez ao ano, mas o trabalho daquelas que exercem a função de síndica acontece todos os dias. E a boa notícia é que elas deixaram de ser uma minoria absoluta.

No último censo do SíndicoNet, o levantamento mostrou a proporção de 60% de homens para 40% de mulheres. Em 2003, a proporção era de 70% de homens para 30% de mulheres na função – um aumento de quase 30% em dez anos é bastante significativo.

E não é apenas no censo do SíndicoNet que a balança está cada vez mais equilibrada entre os gêneros – em algumas administradoras já há cerca de 45% de síndicas, o que mostra como a gestão feminina funciona bem – e que a tendência é que o número de homens e mulheres exercendo a função se aproxime cada vez mais.

Desafios

Porém, mesmo sendo natural que a mulher trabalhe em qualquer ambiente e posição, o machismo ainda está presente em diversos locais da nossa sociedade. Muitas vezes o incômodo de ter de se relacionar com uma mulher no trabalho como colega ou como chefe ainda existe – e não deixa de desanimar um pouco aquelas que têm competência e habilidade para trabalhar e capitanear equipes.

Por isso, em alguns casos a gestão feminina ainda recebe um pouco de resistência, mas nem por isso as mulheres devem se sentir desencorajadas a trabalhar em qualquer posto.

E como as mulheres estão em todos os locais, atuando com extrema competência, não poderia ser diferente da gestão de condomínios.

Perfil

Veja abaixo algumas características do que os especialistas em condomínios acreditam serem contribuições positivas da gestão feminina

  • Olho para o detalhe: a mulher sabe olhar o quadro como um todo e também enxergar detalhes que não estejam tão aparentes.
  • Bom gosto estético: alguns síndicos infelizmente acham que o que não está quebrado não deve ser arrumado. As síndicas, na maioria das vezes, conseguem ver o potencial de melhoria da grande maioria das coisas, o que é ótimo para manter a manutenção e em dia e as áreas comuns do condomínio em bom estado.
  • Busca pela informação: muitas vezes, a síndica encara como um grande desafio exercer a sindicância. Por isso, são muito estudiosas, vão em busca de informação e na maioria das vezes não se contentam com a primeira resposta que recebem.
  • Trato com os funcionários: os colaboradores do condomínio se sentem mais a vontade quando a líder passa tranquilidade e seriedade para a equipe – característica apontada por diversos especialistas como um traço típico da gestão feminina
  • Prestação de contas: as síndicas gostam de saber exatamente o que está escrito na pasta. Querem ter segurança sobre o que está escrito ali antes de assinar, justamente para poder explicar aos moradores caso sejam questionadas
  • Interesses coletivos: em alguns casos, as pessoas se elegem na função de síndico para realizar algum desejo pessoal, como a reforma da quadra, ou para exercerem poder. Esse quadro dificilmente acontece quando há uma síndica no condomínio.
  • Mais diálogo: nos momentos de debate e discussão acalorada, a síndica é uma ponte mais sólida e tranquila, seja em atritos com funcionários ou moradores. Com a cabeça mais fria, a síndica consegue ajudar as partes a chegarem a um acordo mais facilmente.

Declarações

“Acho que a mulher tem um papel tem um jeito diferente de gestão,  integra melhor os funcionários e são mais detalhistas. O homem passa as ordens e muitas vezes acham que está feito. A mulher é mais integrada a equipe. Outra coisa é fazer pesquisas de satisfação – elas sempre acham uma boa ideia ouvir o que os moradores têm a dizer. O cuidado com os uniformes também é mais rigoroso”
Rosely Schwartz, especialista em gestão condominial

“ A gestão feminina de condomínios também é ótima. A mulher leva a sua sensibilidade para a administração do local, o olho para o detalhe. Dessa forma o condomínio está bem cuidado sempre”
Angelica Arbex, gerente de condomínios da Lello condomínios

“Acho uma responsabilidade e uma honra poder ser síndica do nosso condomínio. Cuidar do patrimônio de todos, e de tantos funcionários, ver as coisas melhorando, aprender sempre algo novo é muito desafiador. Vou tentar mais uma gestão”.
Eleonor Mendes, 56, síndica

“Já fui síndica uma vez em outro condomínio e aqui precisei tentar duas vezes antes de me eleger. É a primeira vez que o condomínio tem uma síndica, e alguns funcionários foram um pouco refratários no início, acho que por ser mulher e jovem pode incomodar aos mais velhos. Felizmente, esses dias ficaram para trás e hoje a equipe é integrada e as contas estão em dia. É o que importa!”.
Maria Clara Assunção, 34, síndica

“Aqui  já é muita terceira gestão e nunca tive problemas por ser mulher. As encrencas que enfrentei sempre foram por outros motivos. Acho que a mulher é melhor síndica sim, por conseguir ouvir melhor o próximo e por saber pedir desculpas”.
Denise Braga, síndica

Fontes consultadas: Denise Braga, síndica, Maria Clara Assunção, síndica, Eleonor Mendes, síndica, Angelica Arbex, gerente de condomínios da Lello condomínios, Rosely Schwartz, especialista em gestão condominial, José Roberto Graiche, Gabriel Karpat, diretor da administradora GK e colunista SíndicoNet, Gabriel de Souza da administradora Prop Starter. SindicoNet

IPTU: guia definitivo para entender o imposto

O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana é conhecido por muitos, mas você está a par de todas suas características? Leia e descubra!

Se tratando do Brasil, sabemos que impostos são o que não falta. Temos que arcar com IPI, IOF, IRPF e por aí vai. Um dos mais famosos, justamente por referir-se ao imóvel em que moramos, é o IPTU – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.

Apesar de muito conhecido, o IPTU e todas as suas características costumam gerar muitas dúvidas, o que é compreensível, tendo em vista a complexidade dos traços que o definem. Sabendo disso, decidimos montar um guia definitivo para você entender como funciona o imposto e pagá-lo sem qualquer pulga atrás da orelha. Confira:

Como funciona?

 

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O IPTU é cobrado pelas prefeituras de cada município a partir de critérios próprios (Foto: Shutterstock)

 

Anualmente, todos os municípios brasileiros exigem uma cobrança referente aos imóveis que residem na cidade a partir de critérios próprios e definidos em conjunto com o comitê de taxação da prefeitura. Todo esse dinheiro permanece no município e passa a ser utilizado como fundo de uso exclusivo da cidade, como obras públicas e demais medidas municipais.

O imposto é cobrado para todos os tipos de imóveis, podendo ser apartamentos, casas, salas e prédios comerciais ou qualquer outro tipo de imóvel que esteja localizado em zona urbana, isto é, nos limites da cidade em questão – quem vive em área rural deve pagar o ITR (Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural).

A cobrança é feita levando em conta uma avaliação, que, por sua vez, tem como base as características do imóvel, para estipular um valor. A localização do imóvel, isto é, o bairro onde ele está localizado na cidade, e outros aspectos definidos pela prefeitura, como condições estruturais, são o que definem o valor final a ser cobrado.

Quem paga?

 

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O imposto é de responsabilidade do proprietário do imóvel e é taxado por posse (Foto: Shutterstock)

 

O imposto é de total responsabilidade do proprietário do imóvel, ou seja, quem o adquiriu e responde por ele judicialmente. O proprietário pode ser pessoa física ou jurídica e deve pagar, separadamente, por todos imóveis que possui como bem, já que cada propriedade possui um valor diferente e virá em cobranças individuais.

Em casos de aluguel, não é raro que o inquilino seja responsável pelo pagamento do IPTU, mas isso deve ocorrer apenas se tal exigência estiver prevista no contrato de locação, que, por sua vez, deve seguir a risca o que é estipulado na Lei Federal nº 8.245, a Lei do Inquilinato.

Vale lembrar que o valor a ser pago não diz respeito somente à propriedade, mas também aos espaços externos à casa ou apartamento, isto é, a área excedente do terreno que é de posse do proprietário.

Como pagar?

 

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O IPTU pode ser pago à vista ou parcelado, também seguindo critérios do município (Foto: Shutterstock)

 

O pagamento do IPTU, diferente de alguns impostos, pode ser pago de duas formas: à vista ou parcelado. No entanto, cada forma de pagamento tem suas características, vantagens e desvantagens, o que é explicado pelo fato de os atributos de cada método também serem definidos pela prefeitura do município.

É de atribuição da cidade definir o percentual de desconto a ser oferecido em caso de pagamento à vista. Em São Paulo, por exemplo, a dedução é de 4%, enquanto em cidades da região metropolitana do Rio de Janeiro pode chegar até 30%. A decisão, portanto, depende muito do município onde reside o imóvel.

É comum que alguns contribuintes optem por solicitar empréstimo em alguma instituição financeira, de modo a assim pagar parcelado, mas de forma indireta. Entretanto, essa não é uma opção válida, uma vez que nenhum serviço de liberação de crédito, em termos de taxas, é mais vantajoso que as condições de juro para o parcelamento do IPTU, que é sempre abaixo do mercado.

Quando pagar?

 

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A cobrança costuma iniciar no começo do ano e também é definido pelas prefeituras (Foto: Shutterstock)

 

Assim como os outros aspectos do imposto, a data de início de cobrança é definida pelas prefeituras municipais, mas costuma acontecer nos primeiros meses do ano. Em São Paulo, já na segunda quinzena de janeiro as correspondências começam a chegar nos imóveis, com o vencimento para o mês fevereiro e dia a ser escolhido pelo contribuinte.

Para os que não tiveram a oportunidade de escolher a data de vencimento, os dias sugeridos estarão na fatura, geralmente no meio do mês que seguinte. Caso haja algum problema no correio e o contribuinte não receba a correspondência, ele pode conferir os valor e as condições de pagamento no site da prefeitura de seu município.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

Brigadas de incêndio em condomínios residenciais são obrigatórias

Fique atento, pois elas podem salvar vidas.

Brigadas de incêndio em condomínios residências são obrigatórias

Talvez você não saiba, mas desde 2011, no estado do Paraná, tornou-se obrigatória a presença de brigadistas de incêndio em condomínios residenciais e comerciais. Embora seja lei, a maioria dos condomínios não está em conformidade com a legislação. Isso acontece porque as vistorias são feitas somente mediante solicitação do condomínio. Nos empreendimentos novos, para receber a certificação do habite-se, é exigido o laudo de aprovação do Corpo de Bombeiros. Porém, nos prédios já existentes, não existe nada que obrigue os síndicos a seguir a legislação. Isso fica por conta do condomínio.

Equipe brigadista é a primeira a efetuar os primeiros socorros até a chegada do Corpo de Bombeiros

O que é lamentável, já que uma das funções da equipe brigadista é efetuar os primeiros socorros até a chegada do Corpo de Bombeiros. Na brigada, o total de integrantes depende do tamanho e do número de moradores no prédio. Em condomínios residenciais, todos os funcionários devem receber o curso de brigadista. Já em condomínios comerciais o número varia conforme a área de atuação da empresa.

O treinamento para a brigada de incêndio é ministrado em um único dia, por um período de 3 a 4 horas. Na oportunidade síndico, funcionários e moradores podem participar. Eles aprendem, em testes simulados, a agir em casos de explosão, vazamentos de gás. Além de manusear extintores e mangueiras, incêndios e outros tipos de acidentes, evitando tragédias maiores.

Um exemplo da importância do curso de brigadista é para o uso correto dos extintores

Embora muitos não saibam, são vários os modelos de extintor, indicados para cada tipo de ocorrência. Se você utilizar, por exemplo, um extintor de água pressurizada, classe A, indicada para materiais sólidos como madeiras, em produtos tecnológicos, você pode piorar a situação e causar um curto circuito. Nesse caso, o recomendável é que se use o extintor da classe C.

Em Curitiba, o Secovi-PR, por meio da Universidade Livre do Mercado Imobiliário e Condominial (Unihab), disponibiliza esse tipo de curso, assim como diversas empresas especializadas em segurança. Mais do que uma medida de segurança, ter pessoas corretamente treinadas para agir em situações de risco pode salvar vidas. E lembre-se: as brigadas de incêndio em condomínios residências são obrigatórias.

Fonte:  Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Antes de decidir sobre comprar ou alugar um imóvel, pese vantagens e desvantagens

É importante fazer as contas e comparar para acertar na escolha em cada caso

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Edésio Ferreira/EM/D.A Press

Duas dúvidas recorrentes, mas que afetam muita gente: devo alugar ou comprar um imóvel? Qual o momento certo e como posso ter a certeza de que estou optando pelo melhor caminho no momento? Daniele Akamines, diretora da Akamines Negócios Imobiliários, ressalta que as placas de vende-se e aluga-se multiplicam-se por todo o país, chegando a criar diversas oportunidades para quem está em busca de um imóvel. “Mas, quando o comprador ou locatário está pronto para dar esse passo, surge a dúvida: qual a melhor alternativa — comprar ou alugar? São muitas as variáveis a se ponderar nesse momento e todas têm vantagens e desvantagens. O importante é saber estudar cada caso, analisar de acordo com a situação financeira vivida e, no fim, questionar se vale a pena comprar”, ressalta a executiva.

“Estamos em um momento em que os preços dos imóveis vêm caindo e as taxas de juros também, o que é muito bom, mas, ao mesmo tempo, necessita atenção sempre. Hoje, a taxa média de juros para o financiamento imobiliário está em 7,8% ao ano, enquanto que em 2016 essa taxa média era superior a 10% ao ano. Cabe lembrar que existem algumas linhas de financiamento mais baratas e com subsídio do governo, como o Minha casa, minha vida (MCMV). Nessa linha, a taxa de juros inicia-se em 4,5% ao ano e o subsídio pode chegar a até R$ 29 mil”, alerta Daniele.

Quando compra um imóvel, a pessoa pode reformar, pintar e personalizá-lo da forma que o próprio bolso permitir. “Mas também ficará sujeita às oscilações do mercado e quanto à valorização ou não do bem. Não podemos deixar de citar que, caso a opção seja pela compra do imóvel, é preciso calcular os custos com pagamento de ITBI (imposto a ser pago à prefeitura) e o custo para o registro do contrato no cartório de registro de imóveis.”

Daniele ressalta que alugar proporciona a liberdade de poder mudar de imóvel mais fácil e rapidamente, quando for necessário, além de não se expor à volatilidade dos preços (esses custos são suportados pelo proprietário do imóvel). “Porém, também não dá a segurança de continuar no mesmo imóvel, pois sempre existe o risco de o locador não querer prorrogar o contrato. Não podemos deixar de lembrar que, para a locação, é necessário apresentar uma garantia, que pode ser o fiador, o seguro-fiança ou até mesmo um título de capitalização.”

TAXA DE RETORNO 

“Considerando pura e simplesmente os termos financeiros, uma forma fácil e prática é calcular a taxa de retorno. Esse cálculo vale para as compras à vista (valor do aluguel/valor total do imóvel) 100 = Taxa de retorno. Essa deverá ser comparada com o retorno mensal de uma aplicação em renda fixa. Se a taxa de retorno for maior que o rendimento das aplicações, vale a pena comprar o imóvel. Se for menor, continue alugando e invista o dinheiro. Ou seja, se temos um aluguel de R$ 3 mil para um imóvel que vale R$ 500 mil, a taxa de retorno é de 0,6%; logo, se a aplicação render menos que 0,6% é um bom momento para comprar o imóvel. Caso o rendimento seja superior, é melhor manter o dinheiro aplicado”, esclarece a executiva.

Ilustração/EM

“Já para os casos financiados, de forma simplista, podemos fazer o seguinte cálculo: se em 15 anos vou pagar R$ 1 milhão por um imóvel de R$ 500 mil no financiamento, em quanto tempo chego aos R$ 500 mil se investir esse dinheiro? Se esse prazo for superior aos 15 anos, vale a pena financiar. Caso seja inferior, é melhor ficar no aluguel e aplicar o dinheiro. Os aluguéis estão mais sujeitos às movimentações macroeconômicas que o valor de venda, que está mais atrelado à demanda. Mesmo com o cenário atual, o custo da locação subiu (nos últimos 12 meses) 1,44%, ao passo que o valor de venda dos imóveis caiu 0,32%. Outra observação importante é que o imóvel que se compra não é um investimento, é patrimônio”, alerta Danielle.

“O interessante aqui é que não existe uma resposta-padrão que vai valer para todas as pessoas. Essa decisão depende muito do momento de vida de cada um. O mais importante, antes de decidir por qualquer um dos caminhos, é fazer contas e procurar ajuda especializada para um melhor entendimento e esclarecimento do assunto”, aconselha a executiva.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

6 dicas de como conseguir seu financiamento imobiliário sem stress

Para te ajudar a realizar esse sonho sem se desgastar no processo de solicitação de financiamento imobiliário, a Em Canto Meu reuniu dicas essenciais.

6 dicas de como conseguir seu financiamento imobiliário sem stress

O sonho da casa própria frequentemente não vem sem um financiamento legal, adequado à sua renda.

Então, vamos lá, que aqui só tem #dicadeamigo

  1. Compare as ofertas de tantas instituições quanto puder

Nem sempre as fontes públicas têm a melhor taxa. Em tempos tão competitivos,  tem muito banco disputando cliente a tapa.

A Caixa é normalmente a primeira que vem à cabeça, mas nos últimos meses, não era a mais competitiva.

Sua vantagem reside especialmente na modalidade pró-cotista e na possibilidade de uso do saldo de  FGTS, caso você tenha já trabalhado com carteira assinada.

  1. Estabeleça um bom relacionamento com seu/sua gerente

Essa dica é um pouco old school, mas ainda bastante válida. O/a gerente pode te ajudar muito a navegar as burocracias de um processo ainda pouco transparente

  1. Tenha uma conta corrente na instituição escolhida

Especialmente se for a Caixa, há tarifas de financiamento distintas para correntistas e não correntistas,  então muitas vezes vale a pena abrir uma conta e transferir o salário para lá, ainda que depois de um tempo você feche a conta.

  1. Fique na taxa de juros que indexa o financiamento

Tipicamente, as condições de parcelamento são bem melhores quando o índice corretor é a TR e não índices de inflação, como IPCA ou IGP-M.

  1. Informe- se desde cedo acerca essa documentação necessária

Há documentos pessoais, mais fáceis de conseguir, mas também documentos da construtora/ incorporadora,  que costuma levar mais tempo para disponibilizar, ainda mais quando ela oferece alternativa de financiamento própria.

Quanto antes você fizer a solicitação, melhor! E você evita que o processo fique travado esperando documentação.

  1. Amortizações – Essa dica é antiga,  mas vale sempre a pena lembrar

Não se esqueça de analisar os juros com bastante cuidado e quais as parcerias de entrada e amortizações mais expressivas,  bem como quando acontecem. Verifiquem se estão preparados para essas parcelas.

É muito comum que se exija quitação do imóvel para entrega das chaves e, se vocês não estiverem preparados,  podem ficar muito tempo sem usufruir da tão sonhada casinha.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Aprenda o que fazer antes de começar uma reforma

Um planejamento bem feito diminui os riscos de intercorrências e aumento dos gastos ao longo das obras

Há quem tenha trauma de reforma: é pedreiro que falta, material que atrasa, prazo que não é cumprido e gastos que são ampliados por qualquer motivo. Tudo isso, porém, pode ser diminuído se o dono do imóvel definir as prioridades, sabendo o que quer logo de início. Claro que um arquiteto ajuda muito nessa hora, principalmente se a obra envolver partes estruturais.

Objetivo

“A primeira coisa a pensar numa reforma é o objetivo que se tem. O que vai ser transformado: se é uma construção inteira ou um ambiente. E o que se pretende com a reforma, ampliar o espaço, ganhar luminosidade, mudar apenas o estilo”, detalha a arquiteta Denise Aurora, do escritório Aurora Arquitetura.


(Foto: Shutterstock)

Planejamento

Primeiro é preciso saber o nível de interferência, se é algo mais estético ou mexe alguma questão estrutural como, por exemplo, a divisão de um ambiente. Isso impacta no tempo. Também é preciso definir quanto se pretende gastar para adequar a reforma ao orçamento.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Planta do imóvel

A arquiteta Gislene Lopes afirma que a planta é essencial. “Todos os proprietários deveriam ter o projeto arquitetônico e o complementar em mãos. Mas nem sempre isso ocorre. Nesses casos, pedimos a microfilmagem do projeto na prefeitura e temos acesso à planta do imóvel dessa forma”.

Ajuda profissional

Um arquiteto sempre dará mais segurança à reforma. A ideia é que o profissional saiba evitar gastos desnecessários, planejando o orçamento de forma correta. “Porém, caso a pessoa queira fazer a obra por sua conta e risco, saiba que é impossível derrubar e construir paredes sem a devida orientação”, diz Gislene.

Partes essenciais

As partes hidráulica e elétrica devem ser sempre revisadas, principalmente em imóveis antigos. Ninguém pensa em quebrar tudo de novo ao término da reforma porque um cano deu vazamento, certo? Para Gislene, também se deve ter atenção à instalação de novas tomadas. “Não adianta você colocar a cama e não ter tomadas para acender um abajur”. Segundo Denise, esse é um passo chamado “detalhamento”. “Quando o arquiteto entende os objetivos do cliente, o projeto vai se desenrolando”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Guarda móveis e self storage: saiba o que são, como funcionam e as diferenças entre os dois

Muito famosos nos Estados Unidos, o self storage e o guarda móveis estão se estabelecendo aos poucos no Brasil

Depois de se popularizar nos Estados Unidos, o serviço de self storage (auto armazenamento, em tradução literal), começa a chegar no Brasil. O guarda móveis, por sua vez, já é do conhecimento de alguns brasileiros, sendo muito utilizado em casos de mudança para imóveis menores.

Com os dois serviços no País, muitas pessoas ficam sem saber qual escolher, e outras nem mesmo sabem para que servem. Pensando nisso, decidimos explicar as características de cada serviço, de modo a apontar as vantagens e as desvantagens de cada um e as diferenças que existem entre os dois. Confira:

Self storage

guarda móveis

Pouco conhecido no Brasil, o self storage agrada pelos espaços privativos (Foto: Shutterstock)

 

De modo simples, o serviço de self storage pode ser definido como a disponibilização de espaços privativos para armazenamento de objetos, desde que não sejam perecíveis ou necessitem de condições especiais. São alugados ambientes com diversos tamanhos e métodos de garantia e proteção.

Nos Estados Unidos, onde surgiu na década de 1960, é muito utilizado por famílias que possuem alguma herança de valor sentimental e não querem ou não têm a possibilidade de manter em seus imóveis. Já no Brasil, o serviço vem sendo utilizado para o armazenamento sobretudo de peças de carro ou móveis.

Guarda móveis

guarda móveis

Semelhante a um galpão, o guarda-móveis não oferece espaços privativos (Foto: Shutterstock)

 

O serviço de guarda móveis, por sua vez, como o próprio nome já indica, é especializado no armazenamento de móveis, sejam eles montados ou desmontados. Não há a possibilidade de guardar outros objetos, por mais que sejam itens comuns a uma casa.

Diferente do self storage, o guarda móveis armazena os objetos em galpões abertos, onde é possível alugar apenas metragens pré-definidas pela empresa que oferece o serviço, ou seja, não há a opção de armazenamento privativo, o que pode ser visto como uma desvantagem.

Dúvidas comuns

guarda móveis

Acesso e frete dos objetos são dúvidas muito comuns entre contratantes dos serviços (Foto: Shutterstock)

 

Uma dúvida muito comum, se tratando de serviços de armazenamento, é relacionada ao frete dos objetos. No caso do self storage, o transporte dos itens a serem guardados são de total responsabilidade do contratante do serviço. Já no que diz respeito aos guarda móveis, algumas empresas costumam oferecer o serviço de frete, mas geralmente como uma opção cobrada à parte.

Outra dúvida é em relação ao acesso aos itens. Muitos contratantes têm o receio de não serem permitidos de acessar os objetos guardados, mas na maioria das empresas que oferecem o serviço os itens podem ser acessados e até mesmo retirados e mais tarde devolvidos. Nos self storage, inclusive, o acesso pode ser feito durante todo o dia, tendo em vista que o ambiente é privativo.

Fonte: http://www.dupliquedesembargador.com.br/

Seleção e contratação dos funcionários do condomínio

Durante a seleção e na hora da contratação dos funcionários do condomínio é fundamental observar determinadas situações. Fique por dentro de algumas.

Seleção e contratação dos funcionários do condomínio

Ativo mais valoroso do condomínio, os colaboradores são peças fundamentais na engrenagem diária da administração. Eles são o motor de todas as atividades essenciais desse tipo de moradia.

Logo, possuir um bom quadro de funcionários impacta diretamente na gestão condominial e contribui para que o síndico atinja suas metas em relação ao seu mandato. Ou seja, é preciso estar atento na hora da seleção e contratação dos funcionários do condomínio.

Por isso, a pedido de um leitor do nosso portal, iremos abordar esse tema e passar algumas sugestões para escolher o perfil ideal de profissional para o seu condomínio.

1 – Para quem será entrevistado

– Antes da entrevista

– Procure obter mais informações da empresa ou do condomínio que estará te entrevistando, mas não seja invasivo. Não ligue para qualquer funcionário. Hoje em dia, na internet, é possível encontrar informações a respeito de aptidões necessárias para cada função. Fique atento a esses itens, pois correspondem a forma como o local enxerga a sua posição no mercado de trabalho.

– Não chegue, em hipótese alguma, atrasado. Verifique com antecedência o endereço do local da entrevista com linhas de ônibus que passam nas proximidades ou locais para o estacionamento do carro. E caso ocorra algum imprevisto, comunique o recrutador e tente remarcar a entrevista para outra oportunidade.

– Cuide da aparência física, revise o seu currículo e leve consigo a pasta de documentos.

– Seja educado com todas as pessoas que fazem parte do condomínio no dia da entrevista. Lembre-se que você estará sendo avaliado a partir do momento que pisa no local.

– Fique atento para as vestimentas. Roupas curtas, shorts ou camisas desabotoadas não são os trajes mais indicados para esse tipo de ocasião. Dito isso, o inverso também vale. Não há necessidade de comparecer com roupas extremamente sociais como terno e gravata. Exceto para cargos de gerência.

– Durante a entrevista

– Sente-se somente se for convidado e de maneira confortável, sem se esparramar na cadeira. Mantenha uma boa postura corporal durante a entrevista.

– Não masque chicletes ou chupe balas.

– Fique atento em relação aos pertences que traz consigo. Não os despeje em cima da mesa. Mantenha-os em cima do colo, ou no chão ao lado da cadeira, de forma que não atrapalhe a entrevista.

– Não fite a sala. Concentre-se no entrevistador e nas perguntas que irão surgir.

Com essas dicas, esperamos que você se saia bem na próxima entrevista.

Agora algumas sugestões para o entrevistador.

2 – Para quem irá selecionar o candidato

Geralmente a seleção prévia do candidato é feita pela administradora do condomínio – em casos que não haja agência de terceirização – que encaminha entre três e cinco profissionais mais condizentes com a vaga para que o síndico tome a última decisão. Nesse momento, ele deve focar em algumas ocorrências.

– Perfil técnico do candidato

Diz respeito à formação, experiência e conhecimentos práticos do candidato. Apesar de ser importante possuir bons conhecimentos e experiência para a vaga postulada, isso pode ser facilmente suprido com treinamentos agenciados emitidos pelo empregador. Por isso, dê mais importância ao item a seguir.

– Perfil humano

Quando se contrata um funcionário para o condomínio, valores como respeito, ética, aspectos culturais e humanos do candidato são fundamentais. Essa é uma característica muitas vezes inegociável e de formação pessoal. Algo que está enraizado no indivíduo e de difícil mudança.

Logo, se houver incompatibilidade de valores morais e éticos entre contratante e contratado, por mais que o profissional possua um ótimo currículo, dificilmente se dará bem no novo ambiente de trabalho.

– Estabeleça empatia durante a entrevista

Entenda que a entrevista de emprego é algo muitas vezes perturbador para o candidato. Não sabemos o que ele carrega consigo antes de entrar à nossa porta. Problemas particulares acontecem com todos.

Portanto, estabeleça um processo de empatia com o entrevistado. Use algumas estratégias para quebrar o clima tenso do ambiente como contar algo pessoal, de como você começou na empresa.

– Faça as perguntas certas

Lembre-se que quem está sendo entrevistada é a pessoa que postula a vaga. Por isso, em uma entrevista deve-se dar a palavra ao candidato. Uma boa dica é fazer perguntas abertas, que exijam respostas mais elaboradas. Tente algo como: “gostaria que você falasse dos anos que passou na empresa X”, ao invés de “quanto tempo você passou na última empresa”.

– Deixe o preconceito de lado

Aspectos que dizem respeito à cor da pele, religião ou opção sexual precisam ser deixados em segundo plano neste momento. Foque no que realmente é indispensável. Ele é um bom profissional? Vai me ajudar no dia a dia? Todas as outras situações não lhe dizem respeito.

– Seja honesto com o candidato

Por mais que pareça cruel, dizer para o candidato que ele não é o perfil ideal para a vaga é melhor que dar aquela resposta pronta no final da entrevista: “nós daremos uma resposta até o fim da próxima semana”.

Se a vaga envolve, por exemplo, serviço de vigilância monitorizada, ou seja, algo bastante mecânico e metódico, e a pessoa se define como ágil e dinâmica talvez não seja a vaga correta para ela. E se mesmo assim ela possuir um bom perfil e parecer a pessoa certa para outra vaga futura guarde o currículo em seu banco de dados.

Hoje em dia o recrutador, no caso o síndico, não deve ser mais aquela pessoa assustadora e antipática. Pense na entrevista como uma oportunidade de duas pessoas se conhecerem, de você apresentar o condomínio e o cargo; e o candidato poder apresentar e postular essa vaga, e decidir se uma parceria será benéfica para os dois.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Quer mais espaço? Coloque uma mesa dobrável na sua cozinha

Opção é prática para ambientes pequenos e pode ser embutida nos móveis

Poucas pessoas têm aquelas cozinhas enormes de novela. Pelo contrário, com os apartamentos cada vez menores, esse cômodo da casa ficou bem estreito, como se não fosse mesmo lugar para mesas.

Mas tem jeito para quem não dispensa esse móvel: as mesas dobráveis ou embutidas em armários:

A arquiteta Erika Mello diz que essa solução é essencial para espaços pequenos, já que só fica aberta durante o uso. “Embora não seja confortável ficar montando e desmontando, às vezes isso é necessário. E também pode ser utilizada para servir de apoio extra, durante um almoço ou jantar aprimorado, quando mais pessoas precisam de espaço para manusear os alimentos”.

O designer de interiores Paulo Brites, do escritório Icono Projetos, explica que, dependendo da cozinha, a mesa pode ser fixada diretamente na parede ou embutida em algum móvel ou bancada. “Existem opções de modelos portáteis, indicados para utilização menos frequente”.

Brites ressalta que mesas dobráveis, usualmente, não são itens de decoração, “mas uma composição harmoniosa é essencial para otimizar a estética. Não podemos deixar de priorizar a sua funcionalidade”.

O arquiteto Renato Andrade afirma que já usou a peça em salas de jantar, além de cozinhas. “O importante é compor com todo o restante do ambiente”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Hall de entrada é o cartão de visitas do prédio; veja dicas para decorá-lo

Uma ornamentação bem planejada ajuda a compor o ambiente e a valorizar o imóvel

Com a mudança de mobiliário, pintura na parede, troca de lâmpadas e revestimento do pilar com espelho, o hall de um edifício de mais de 25 anos se tornou mais atual - Daniel Mansur/Divulgação

Com a mudança de mobiliário, pintura na parede, troca de lâmpadas e revestimento do pilar com espelho, o hall de um edifício de mais de 25 anos se tornou mais atual

O hall de entrada exerce um papel importante nos condomínios residenciais ou comerciais por ser o cartão de visita do edifício. A decoração desse ambiente pode valorizar todo o empreendimento ou passar uma impressão negativa. Esse espaço deve proporcionar aos visitantes e moradores uma sensação agradável de acolhimento, além de ser clean e confortável. O que reforça a importância de criar um bom projeto decorativo para a área de entrada do prédio.

Uma decoração caprichada causa uma impressão melhor ao visitante e valoriza o imóvel. Para obter esse efeito, ela deve prever uma combinação de cores, uma boa iluminação e objetos que detalham a sensação agradável de estar ali. Com várias opções de decorações, é possível compor um ambiente criativo e harmônico.

Laura Santos, designer de interiores, destaca a importância da decoração do hall de entrada e o que deve ser transmitido às pessoas que passam por ele. “O hall é um ambiente de espera. Então, o ideal é que ele tenha características de uma sala, mas com a decoração mais clean. Não pode haver muitos adornos e elementos, pois é um espaço com grande fluxo de pessoas e muitos itens podem atrapalhar a circulação e poluir visualmente. Sendo assim, precisa ser leve e agradável ao olhar”, afirma.

Trazer contemporaneidade para esse ambiente é uma aposta que dá certo. “Em um projeto para um edifício com 25 anos ,lancei mão de um mobiliário contemporâneo para agregar um ar atual. Utilizei pufês para dividir o amplo espaço e mesinhas soltas. Inseri obras de arte de artistas mineiros para arrematar com sofisticação”, destaca a designer de interiores.

Antes da transformação acima, hall de entrada era simples e não chamava a atenção de quem chegava - Daniel Mansur/Divulgação

Antes da transformação acima, hall de entrada era simples e não chamava a atenção de quem chegava

Segundo a designer, o hall de entrada deve apresentar sintonia visual com os outros cômodos que dão acesso a ele, ou seja, ser uma comunicação entre espaços. As cores devem passar uma visão de tranquilidade. Nas paredes, ela diz que o ideal é usar cores mais frias. “Como se trata de um ambiente de passagem, é bom que as cores não sejam tão fortes, para não deixar que o tempo de permanência das pessoas seja cansativo ao olhar. Tons como cinza, marrom e até mesmo azuis são os mais utilizados na maioria das decorações desse tipo de ambiente, mas isso depende muito do que o edifício deseja transmitir.”

O piso para o hall de entrada cria um estilo diferente dos demais ambientes do edifício. As cerâmicas têm padrões diferenciados, que podem enquadrar em vários modelos de design que combinem com as cores das paredes. “São sugeridas cores mais neutras, podendo conter alguns detalhes que destaquem a passagem pelo espaço.”

PROJETO DE ILUMINAÇÃO 

A iluminação também é muito importante, afirma Laura Santos. Demonstra que o ambiente é um local de entrada, separado do restante e bem delimitado. “Uma iluminação feita por um quadrado grande que demarca em direção ao elevador. O espelho colocado em um hall menor dá uma impressão de amplitude e pode ser acrescido de painéis de madeira para sofisticar”, comenta Laura. A utilização de luz decorativa realça a decoração do hall, além das que estão no teto. Outra ideia é criar um enquadro de luzes menores próximas à cômoda, dando um outro destaque àquela parte.

Laura Santos reforça que não é necessário ter muitos móveis em um hall, pois é somente a entrada de um edifício. “Pode-se colocar um sofá e poltronas, com cores mais escuras, e também incluir uma cômoda no canto com alguns objetos sobrepostos para não deixar um aspecto de vazio. Uma mesinha central entre os sofás deixa o hall bem moderno e refinado. Esculturas podem se encaixar bem no ambiente, deixando-o artístico. Os móveis são responsáveis pela construção visual do ambiente, dão complemento ao que ficaria vago.”

Quadros também são essenciais para deixar em evidência o ambiente. É por isso que o hall é decorado com obras de cores mais vivas, com tamanhos de acordo com o espaço, deixando o local mais descontraído. “As obras precisam ter cor, para dar um destaque na decoração do ambiente”, afirma Laura Santos.

A dica é fazer apostas mais clean e atuais com toques de cor e arte para criar um hall convidativo e acolhedor - Daniel Mansur/Divulgação

A dica é fazer apostas mais clean e atuais com toques de cor e arte para criar um hall convidativo e acolhedor

Há várias opções que podem ser acrescentadas em um hall de entrada, como um cabideiro de madeira. “É bem comum ter esse objeto, para que possa organizar casacos, blusas de frios e até mesmo capas de chuvas, útil e bem decorativo. Uma outra ideia, que também deixa o ambiente bonito, é instalar uma sapateira, onde os convidados possam chegar e trocar seus sapatos, deixando-os guardados ali. Em alguns casos, nos vasos postos sobre as cômodas podem ser colocadas flores para deixar com um ar mais delicado. Depende muito do que o edifício deseja mostrar ao receber as pessoas, o tipo de ambiente que é ali. Poder uma visão mais luxuosa ou mais simples, que de qualquer maneira fica bem bonita com a decoração planejada”, destaca.

Para compor um hall de entrada há várias opções, que precisam estar de acordo com o tamanho e espaço do local, quantos acessos tem, se há muitas janelas ou nenhuma, é bem relativo. “Essa combinação pode ser orientada por um designer de interiores, que indicará quais as melhores opções para o local desejado, o que pode ser feito e como adequar aos padrões do edifício, sem diferenciar dos outros ambientes, deixando-os em sintonia.”

* Estagiária sob a supervisão da editora Teresa Caram
Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Carnaval e condomínio

Dos bloquinhos de rua às confraternizações no local

Por Rodrigo Karpat*

O carnaval nem começou e os problemas com os “bloquinhos” de rua se repetem como ocorre todo ano. Se essa é uma época de muita alegria e descanso para alguns, ela traz uma série de problemas e dores de cabeça para os moradores dos condomínios, casas e comércios dos bairros onde os blocos passam. Junto com a diversão, há muito barulho, sujeira e brigas entre os foliões.

Mais uma vez, nos deparamos com os mesmos problemas nesse pré-carnaval (caso da Vila Madalena). Como o poder público não consegue resolver essa questão, o que os moradores dos bairros onde ocorrem esse tipo de evento podem fazer para se protegerem dos transtornos desse período?

O carnaval se aproxima e em relação aos condomínios é necessário que o síndico e os administradores dos prédios tenham muito cuidado.

A cada carnaval, os blocos de rua crescem nas grandes cidades e temos diversos relatos nos últimos anos, de depredação à fachada dos condomínios. Por isso, o síndico precisa se antecipar para proteger o patrimônio, caso verifique que existe a possibilidade de qualquer risco na sua região.

Os famosos “bloquinhos” podem fazer com que o síndico contrate mais vigilantes e, até mesmo, uma proteção para a fachada, para que não ocorram prejuízos. No caso de fachadas de vidros, por exemplo, colocar tapumes.

É importante que o síndico tome todas as medidas para que não ocorram problemas no condomínio, como a destruição de jardins, portões, paredes e, também, com a higiene, pois muitos foliões acabam por beber de forma descontrolada na frente dos prédios e urinando em qualquer lugar.

O administrador pode fazer uso de mais segurança nos locais ou cercar jardins e canteiros para a proteção do imóvel. A orientação aos moradores quanto aos horários dos blocos, para que se evite circulação nesses horários, também é essencial.

Mas o síndico não fica com a atenção voltada somente para fora do condomínio. É comum os moradores escolherem as dependências do prédio para confraternizações, como na churrasqueira e no salão de festa.

Para não perder o controle da situação, o síndico precisa saber lidar com situações adversas e a melhor maneira é a prevenção de problemas. Algumas dicas podem evitar transtornos:

1. O síndico/administrador deve manter sempre atualizado o Regimento Interno, com as proibições pertinentes;

2. Proibir o consumo de bebidas alcoólicas na área das piscinas e demais áreas comuns de circulação (permitido somente para maiores de 18 anos e em locais destinados, como salão de festas e espaço gourmet);

3. Limitar os visitantes nas reuniões e encontros nas churrasqueiras conforme convenção de cada prédio;

4. Reforçar orientações para a locação de salão de festas e churrasqueira nessa época do ano;

5. Ajustar o Regimento Interno para que as reuniões de cunho pessoal não se tornem grandes festas, que não é a destinação dos espaços internos do condomínio;

6. Reforçar as recomendações de convívio em assembleias e fixa-las em áreas comuns.

A difícil tarefa de manter a ordem em condomínios precisa ser administrada não somente pelo síndico, mas também por todos aqueles que habitam o condomínio. Uma convivência harmoniosa não tem preço.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Auto de Vistoria dos Bombeiros é fundamental em todos os prédios residenciais

Documento impõe regras que vão da escada e portas corta-fogo até saída de emergência

“Não foi um processo tranquilo, porque são exigências que não estavam claras no projeto. Foi um vaivém. Executávamos e eles pediam uma nova adequação” – Rodrigo Bragança, síndico de 27 prédios em Belo Horizonte

Ele é um documento imprescindível a todas as edificações, mas, em Minas Gerais, é ignorado ou desconhecido pela maioria dos prédios residenciais. O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) atesta a conformidade das construções com normas contra incêndio previstas em lei. Elas determinam regras para vários elementos que vão da escada até sinalizações e saída de emergência. De acordo com dados da corporação, em todo o estado, a quantidade de imóveis em situação irregular ultrapassou os 60% nos primeiros sete meses deste ano. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), o cenário é ainda mais grave: apenas 19% obedecem à legislação.

Todo prédio de apartamentos, independentemente de ser antigo ou novo, precisa do documento de vistoria, que deve ser anexado em local visível, próximo à entrada. Ele é regido pela Lei Estadual 14.130/2001, que dispõe sobre a prevenção e o combate a incêndio e pânico em edificação ou espaço destinado a uso coletivo no estado. “Habitualmente, essa liberação é conseguida pela construtora antes da entrega da obra. E o ideal é que isso ocorra, porque as medidas mais importantes, que garantem a segurança ao prédio, devem ser projetadas antes da construção”, explica o capitão Frederico Paschoal, da diretoria de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros. Um exemplo é o tipo de escada, que depende da altura do edifício e deve garantir aos moradores a possibilidade de deixar a edificação em segurança.

No caso das construções erguidas em época anterior à legislação, há medidas alternativas para a regularização, mesmo que não confiram o mesmo grau de segurança que uma edificação projetada nas normas atuais, segundo o capitão. “A regra determina que a escada seja construída de modo que nem fumaça nem fogo entrem nela. Os prédios menores têm a escada aberta, que é tomada pela fumaça com muita facilidade e não tem como ser adaptada. A alternativa é ter portas resistentes nas unidades habitacionais para a fumaça não sair”, relata.

De janeiro a julho, os bombeiros fizeram 17.614 vistorias em prédios. Dessas, 11.048 resultaram em notificação (62,7%). No mesmo período do ano passado houve 13.813 fiscalizações e 8.866 notificações (64%). Na Grande BH, das 1.567 averiguações feitas até julho, 1.268 estavam em situação irregular (80,9%). Em igual período de 2016, as falhas foram constatadas em 1.570 vistorias em prédios, (70,7%) de um total de 2.219.

O AVCB deve ser feito por um responsável técnico (engenheiro ou arquiteto) contratado pelo condomínio. Ele é válido por cinco anos e, no fim desse prazo, o profissional deve verificar e atestar medidas e equipamentos em perfeitas condições de uso. De acordo com Frederico Paschoal, a fiscalização dos bombeiros é diária e feita mediante denúncia (via telefone 181), solicitação do Ministério Público e seguindo o cronograma da própria corporação. “As pessoas se preocupam com algumas medidas que são secundárias, como extintores e hidrantes. Eles só servem se houver um princípio de incêndio. As principais medidas são projetadas antes da construção, garantindo que as chamas não se propaguem e saídas de emergência estejam em condições adequadas e dimensionadas para a população daquele prédio, bem como a instalação elétrica. As medidas que não vemos são as mais importantes.”

NECESSIDADE 

O presidente do Sindicato dos Condomínios Comerciais, Residenciais e Mistos de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindicon), Carlos Eduardo Alves de Queiroz, destaca a importância do AVCB. “Um projeto de combate a incêndio vai determinar, por exemplo, quantas mangueiras são necessárias, placas de indicação de saída de emergência, como deve ser instalado o corrimão e portas corta-fogo, que não podem ser trancadas. Mas não basta fazer o projeto, é preciso executá-lo e chamar os bombeiros para aprovar”, ressalta. “Não fica barato, mas não pode ser encarado como uma despesa, mas como uma necessidade. É uma questão de segurança e tem que ter na cidade toda”, afirma Queiroz.

Síndico de 27 prédios em Belo Horizonte, Rodrigo Bragança conta que apenas três deles têm o auto de vistoria. Um deles, construído há 18 anos, fica no Bairro Funcionários, na Região Centro-Sul, e foi regularizado depois de ser alvo da fiscalização dos militares. Entre outras medidas, foi preciso trocar fechaduras, pôr sinalização e mais luminárias de emergência, já que o número era insuficiente, e fazer o treinamento de brigadista com os porteiros. Depois de tudo aprovado, ele aguarda agora o documento em mãos. “Não foi um processo tranquilo, porque são exigências que não estavam claras no projeto. Foi um vaivém. Executávamos e eles pediam uma nova adequação. Por isso, apesar de ter outros edifícios sem o documento, prefiro esperar a fiscalização bater à porta, porque é algo burocrático.” l

COMO REGULARIZAR 

O primeiro passo é contratar um responsável técnico (engenheiro ou arquiteto) pelo projeto e as obras. No site dos bombeiros (www.bombeiros.mg.gov.br) tem uma lista de indicações. Somente ele pode dar entrada e movimentar o processo.

O QUE É EXIGIDO 

Extintores, hidrantes, escada que não facilite a propagação de fumaça (em prédios antigos, as portas devem ser resistentes para evitar que fumaça e chamas tomem conta da zona de escape), saídas e luminárias de emergência, corrimão, instalações elétricas, formação de brigadistas (para edifícios com altura superior a 54 metros), entre outros. Tudo deve estar de acordo com as dimensões da edificação e em consonância com as normas técnicas dos bombeiros.

ERROS MAIS COMUNS DOS CONDOMÍNIOS 

>> Não ter o AVCB
>> Saídas de emergência sem condições de segurança de evacuação, como ausência de piso antiderrapante, corrimão inadequado para conduzir as pessoas
>> Obstruções na rota de fuga (lixo nas caixas de escada)
>> Falta de manutenção dos sistemas de iluminação de emergência

FONTE: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais 

O que diz a lei 

A Lei 14.130, de 19 de dezembro de 2001, prevê que os bombeiros façam vistoria de prevenção a incêndio e pânico em edifícios ou espaços comerciais, industriais ou de prestação de serviços e os prédios de apartamentos residenciais. Eles são responsáveis ainda por estabelecer normas técnicas relativas à segurança, incluindo instruções para a instalação de equipamento para detectar e prevenir vazamento de gás, e aplicar sanções administrativas. Em caso de irregularidade, a advertência escrita é aplicada já na primeira vistoria. Depois de 60 dias, se o problema não for sanado, haverá multa de R$ 100 a R$ 3 mil, que pode ser aplicada em dobro e cumulativamente. A interdição vai ocorrer quando houver risco iminente de incêndio ou pânico.

Fonte: http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Inspiração: decoração para quarto infantil unissex

Veja uma seleção feita pelo ZAP em Casa e o Pinterest

Decorar um quarto infantil não é uma tarefa fácil! Esse ambiente é um cômodo em que as pessoas deixam a imaginação fluir, mas muitos ainda se prendem a tonalidades que remetam à meninos (azul) ou meninas (rosa). Mas e quando não sabemos o sexo do bebê ainda? E se esse quarto vai ser divididos por irmãos de sexos diferentes? Além disso, já foi o tempo em que somente essas duas tonalidades eram permitidas na hora de decorar o quarto dos pequenos.

Que tal apostar em uma decoração moderna e unissex? Existem diversos tons e formas que ajudam a compor um ambiente aconchegante, agradável e cheio de mimos. É preciso ficar atento em alguns detalhes como: a escolha da cor, dos móveis, e fazer com que a criança (se for o caso de dividir o ambiente com mais alguém), sinta que tem o seu espaço.

Confira abaixo uma seleção de ambientes feita pelo ZAP em Casa em parceria com o  Pinterest, com decoração para quarto infantil unissex e inspire-se para decorar o cantinho do seu pequeno.

 

 

decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração quarto infantil unissex
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Juro simples e juro composto: entenda as diferenças

Saber as diferenças entre as taxas de juro pode evitar maus negócios na hora de decidir como financiar um imóvel

A taxa de juros é algo muito conhecido por qualquer pessoa que já tenha parcelado uma compra, solicitado um empréstimo ou financiado um bem cujo valor torne o pagamento à vista algo inviável, assim como costuma ocorrer na compra de imóveis.

De modo geral, podemos definir o juro como uma espécie de remuneração cobrada pelo empréstimo de um valor ou pelo atraso do pagamento de uma prestação. É utilizado para que as instituições financeiras consigam algum lucro e também como forma de garantir a segurança de uma negociação, evitando prejuízos em casos de falta de pagamento, por exemplo.

juros
As taxas de juros são aplicadas de maneiras diferentes em transações diferentes (Foto: Shutterstock)

Essas taxas, no entanto, podem ser aplicadas em dois tipos de juro: simples e composto. As particularidades de cada taxação costumam confundir compradores, que sem conhecimento sobre o assunto acabam por se afundar em dívidas. Pensando nisso, decidimos explicar como os dois modelos funcionam e as diferenças entre eles. Confira:

Juros simples


Modelo de taxação mais comum, o juro simples é muito utilizado em empréstimos (Foto: Shutterstock)

Juros simples são o modelo de taxação mais comum. É frequentemente utilizado por empresas de cartão de crédito e costuma ser aplicado em uma taxa única. Mas o que é o juro simples? É aquele que incide apenas no valorprincipal de um empréstimo, isto é, aquele pelo qual você solicitou junto à instituição financeira.

Suponhamos que o empréstimo é de R$ 100.000, o qual será pago em 25 parcelas, com taxa de juro imposta pelo banco de 5% ao mês. O valor da prestação sem o juro seria de R$ 4.000 (100.000 / 25 = 4.000), mas com a taxa aplicada fica em R$ 9.000 (5% de 100.000 = 5.000 | 5.000 + 4.000 = 9.000), fazendo com que o valor final pago pelo empréstimo seja de 225.000 (9.000 x 25 = 225.000).

Juros compostos

juros
Diferente do juro simples, o composto leva em conta a atualização do valor (Foto: Shutterstock)

Juros compostos, por sua vez, possuem um cálculo mais complicado, o que explica a confusão de quem está em uma negociação que tenha como base esse tipo de regime. Basicamente, o juro composto, diferente do simples, leva em conta a atualização do valor, tomando o original apenas como a base da primeira parcela.

É uma forma de capitalização muito utilizada e costuma ser muito perigosa para quem acaba se endividando, uma vez que a tendência da dívida é só aumentar. Se no caso do juro simples o valor da parcela é o mesmo até o fim, o do composto aumenta de modo progressivo.

Suponhamos que um empréstimo de R$ 10.000 é solicitado em um regime de juro composto de 10% ao mês e deverá ser pago em três parcelas. A taxa do primeiro mês será de R$ 1.000, isto é, 10% de R$ 10.000, atualizando o valor em R$ 11.000. Já no último mês, o valor atualizado será de R$ 13.310, porque o juro incide sobre o valor atualizado, numa progressão que aumenta na medida em que o processo de pagamento acontece.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/juros-diferencas/

Porta de correr pode ser peça coringa para ampliar o espaço do ambiente, mas exige cuidados

São muitas as opções de estilos e de materiais e elas podem fazer parte da decoração de qualquer ambiente

A porta de correr pode ser uma peça coringa na decoração de um apartamento, principalmente em imóveis com metragem reduzida. Além de ter a possibilidade de despontar como uma solução para garantir mais espaço no ambiente, ela também pode dar um charme a mais na  decoração, deixando-a mais sofisticada ou descolada, a depender do tipo de porta de correr eleita. O gosto pessoal é que vai determinar se ela será  discreta ou se vai se tornar o destaque da decoração. Mas o que é fato é que ela é versátil e pode ser usada em qualquer ambiente. Porém, é  preciso tomar alguns cuidados para que, o que seria uma solução, não se  transformar em um grande problema dentro de casa.

Uma das características da porta de correr é a versatilidade. Ela é bastante funcional e pode ser usada de diversas formas. A maneira mais tradicional é para delimitar os espaços. “É legal usá-la como divisória de ambiente. Pode dividir a área social da íntima, como separar a sala do quarto, por exemplo, porque no dia a dia fica o ambiente aberto, mas se você está recebendo uma visita e vai ligar o ar-condicionado na sala, consegue fechá-la”, diz a arquiteta Renata Inojosa. Porém, a porta de correr também pode servir para enriquecer a decoração. “Ela pode estar discretamente presente no ambiente ou ganhar um destaque todo especial, seja por um desenho caprichado, pelo material, pela cor ou mesmo pelas ferragens”, afirma o arquiteto Artur Diniz.

 


(Foto: Shutterstock)

 

Entre as vantagens, uma das principais é a economia de espaço. Para além disso, a questão estética também pode pesar na decisão. “Uma porta de giro, às vezes, inviabiliza uma circulação ou a utilização de um ambiente pequeno. E, além disso, as portas de correr valorizam os ambientes e lhe conferem ar de modernidade. Nos apartamentos menores, as portas tipo divisória de correr são cada vez mais imprescindíveis para integrar e delimitar os espaços”, acrescenta Artur.

Opções

São muitas as opções de porta de correr existentes no mercado. A escolha deve levar em consideração a questão prática do que fica melhor para aquele espaço e também a parte estética. “Podemos ter as portas de  correr tradicionais, suspensas no trilho superior. O trilho poderá ser  embutido no teto, fixo na parede ou mesmo aparente. Temos também as portas de correr com abertura sanfonada, as portas divisórias e as portas tipo painel”, enumera o arquiteto.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

As características do ambiente que vai receber a porta de correr podem ser determinantes na escolha do material. Isso porque alguns locais pedem materiais mais fáceis de limpar, outros pedem materiais mais resistentes à umidade e outros necessitam a garantia de maior privacidade. “Para o quarto, precisa pensar em uma acústica legal pra ver se ela vai fazer uma vedação direitinho”, diz Renata. Artur Diniz acrescenta que, nas salas de televisão, uma porta de vidro pode prejudicar a acústica e, em banheiros, é melhor usar portas mais resistentes à umidade.

Materiais

O estilo da casa também pode ser fator importante a ser levado em consideração na hora de escolher o material e decorar o imóvel com uma porta de correr. Inclusive são muitas as opções, como madeira, vidro refletivo ou fosco, policarbonato, PVC, alumínio, chapa metálica, ferro e muitos outros. “Na dúvida, prefira sempre os materiais leves, que vão exigir menos força para manuseio. Se usar a madeira, prefira uma porta de madeira leve, como o cedro. Portas revestidas com espelho vão proporcionar a sensação de aumento do espaço; portas ripadas ou de venezianas podem ser boas escolhas quando precisamos deixar o espaço arejado, principalmente para ocultar balcões de cozinha, closets ou áreas de serviço”, aconselha o arquiteto.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

Uma dica importante é que, se optar pela porta de correr, não vale a pena economizar nas ferragens porque um material de melhor qualidade pode evitar um problema em um futuro muito próximo. “Escolha a mais adequada, mesmo que custe um pouco mais, pois um bom funcionamento vai evitar o desgaste precoce da porta. Os puxadores devem ser de boa qualidade e bem firmes”, detalha Artur.

A escolha também deve levar em consideração o peso da estrutura e o ideal é optar por portas mais leves porque facilita o abrir e fechar diário, além de precisar de uma estrutura mais simples. Isso porque, segundo o arquiteto, o sistema de roldanas deverá ser especificado em função do peso da porta, do material e de sua espessura, além do gosto estético do cliente e da decoração adotada. “A questão é que, se ela não tiver trilho,  se for suspensa, tem que ter uma estrutura que suporte essa carga. Ela  tem que estar sempre muito bem nivelada pra que ela não solte do trilho. Ou seja, tem que ter uma mão de obra qualificada”, complementa Renata.

Estilo

São diferentes estilos, cores,modelos e formas de utilizações. Mas, ainda assim, é importante ter coerência na hora de escolher a porta de correr, já que elas devem dialogar com o estilo predominante da decoração da casa.

“Um ambiente mais clean pede uma porta lisa, com revestimento liso ou uma pintura; uma decoração mais clássica pede uma porta mais trabalhada, de preferência de madeira aparente ou pintada; uma decoração rústica pede uma porta igualmente rústica. Em ambientes mais descolados, uma porta pode ser trabalhada como objeto de arte, e se tornar o centro das atenções”, esclarece Artur.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

A decoração, no final das contas, depende do gosto do cliente. Tem gente que gosta de uma coisa mais clássica, tem gente que gosta de algo mais ousado. Portanto, a escolha das cores deve levar em consideração o perfil do morador do apartamento. “Se o desejo é ter um ambiente claro, o ideal é usar tons mais claros”, explica Renata. Já uma cor mais forte pode ser uma opção para quem busca um ambiente mais descolado. “Em um espaço mais moderno, certamente teremos a chance de ousar na cor. Prefira usar uma cor diferenciada em portas mais largas, pois ganham destaque e enriquecem a decoração”, completa Artur.

Cuidados

De toda forma, existem muitas questões que precisam ser pensadas e estudadas antes da decisão de ter uma porta de correr. “Ela tem que ser pensada, a começar por onde vai correr, se por dentro ou por fora. Em um quarto, por exemplo, se coloca ela pra correr por dentro na porta de entrada, não necessariamente vai ganhar espaço porque o quarto é pequeno e a porta vai correr pro lado onde estaria o guarda-roupa, então não poderia colocar”, explica Renata.

 

porta de correr
(Foto: Shutterstock)

 

Outra questão diz respeito à manutenção. Com o passar do tempo, as portas de correr podem emperrar devido ao acúmulo de sujeira no sistema de roldanas, problema que pode ser resolvido com a manutenção. “Por este motivo, prefira os trilhos aparentes, que permitem uma manutenção  Mais fácil”, conclui Artur.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Vai rescindir o contrato de aluguel? Multa é um obstáculo

Inquilino que se arrepende e desiste do negócio é obrigado a pagar, a não ser que acordo seja feita com proprietário

Depois de procurar muito uma casa do seu jeito, você acha e assina o contrato de aluguel. Tem certeza de que fez a melhor escolha e que ficará ali por um bom tempo. Mas aí a vida muda e bate um arrependimento. O que fazer? A saída, geralmente, é pagar a multa por rescisão de contrato, seja lá por quanto tempo você ficou na moradia.

 

 

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O inquilino está sujeito à multa desde que assina o contrato de aluguel (Foto: Shutterstock)

 

 

“A partir do momento que assinou contrato, o locador já está sujeito a multa. Não há prazo de arrependimento, de tolerância, salvo se as partes assim acertaram no contrato. Do contrário, assinado o documento, ele passa a ser o que chamamos de ato jurídico perfeito e portanto está irradiando seus efeitos, como a cobrança da multa”, explica o advogado Rafael Quaresma, especialista em Direito do Consumidor.

Segundo Quaresma, a multa não tem um valor exato e prevalece a autonomia entre as partes. “Por praxe, se trabalha com o valor de três aluguéis, mas pode ser mais ou menos. Eu já atuei num contrato cuja multa era de seis aluguéis. É sempre proporcional: quanto mais perto do início da vigência, maior o valor”.

Motivo de trabalho

 

 

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Motivo de trabalho é uma das poucas justificativas que anulam multas (Foto: Shutterstock)

 

 

Rompimento de contrato por mudanças de endereço por motivo de trabalho anula a multa do inquilino. “Desde que comprovada que a mudança do local de trabalho se deu por interesse do empregador. Deve ser feita notificação com, no mínimo, 30 dias de antecedência. É a única previsão de isenção do inquilino ao pagamento da multa”, detalha o advogado Rafael Paiva Nunes, especialista em Direito Imobiliário.

O advogado Rodrigo Karpat explica que o contrato de locação deve prever os direitos e deveres do inquilino e locador, forma de garantia, prazo contratual, multa no caso de rescisão, multa no caso de atraso do pagamento, responsabilidade pelo pagamento condomínio e IPTU.

“Quem for locar um imóvel deve inicialmente buscar uma boa imobiliária, com corretores habilitados. A visita ao imóvel pretendido deve ser minuciosa levantando questões inerentes ao funcionamento do condomínio, da unidade, bem como verificar a vaga de garagem. Saber os valores de IPTU e condomínio é essencial também”, diz Karpat.

 

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Ar-condicionado seguro: da instalação à manutenção

Especialistas falam sobre todos os itens que você precisa saber para preservar a segurança total do seu condomínioEspecialistas falam sobre todos os itens que você precisa saber para preservar a segurança total do seu condomínio

Qual é o valor da manutenção preventiva, quando a contrapartida é salvaguardar vidas? Uma pergunta essencial para o gestor se fazer, sempre que se encontrar frente ao dilema ‘investir ou economizar’.

Sim, estamos nos referindo ao recente acidente que deixou 10 vítimas fatais, no CT Ninho do Urubu, do Flamengo. As causas? Economia e descaso.

Na contramão de todas as normas de segurança, sem Habite-se ou Alvará de funcionamento, o clube permitiu que a situação irregular no alojamento dos jovens atletas resultasse na tragédia que comoveu todo o país.

Pular o ítem ar-condicionado na extensa lista de afazeres no condomínio é, frequentemente, o jeito escolhido pelos síndicos em função de agendas abarrotadas de compromissos. É o pior que se pode fazer. Principalmente porque as consequências são gravíssimas e podem atingir muita gente.

O objetivo principal do SíndicoNet ao apresentar essa reportagem é alertar você, síndico e gestor, a incluir na pauta de prioridades a preocupação com a qualidade das instalações e a manutenção dos equipamentos — seja nas áreas comuns ou nas unidades.

“Os riscos de uma instalação errada são graves. Incêndio! É muito comum vermos edifícios onde “algumas” unidades já instalaram aparelhos, sem a devida verificação de viabilidade, trocando ou adaptando seu próprio quadro, cabos e disjuntores, prejudicando em benefício próprio, as instalações dos demais condôminos e colocando-os em risco de vida”, afirma o engenheiro Zeferino Velloso.

Vale lembrar que o síndico será responsável se o equipamento for de uso comum. Responderá também como corresponsável, mesmo sendo de uso exclusivo da unidade autônoma — se o equipamento apresentar defeito grave e aparente por muito tempo, não tendo o síndico adotado nenhuma medida visando a correção do equipamento.

Como saber se o condomínio está preparado para suportar ar-condicionado em todas as unidades?

“Consulte o memorial descritivo da construtora. Ali deve constar se o projeto previu a estrutura necessária para receber equipamentos do ar-condicionado. Se não estiver, será necessário providenciar a obra para adaptar o que for necessário”, explica Marcelo Ardito, síndico profissional.

EXIGÊNCIAS LEGAIS

É fundamental ter o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) emitido pelo Corpo de Bombeiros e o Auto de Conclusão de Obra, popularmente conhecido como Habite-se, expedido pela Prefeitura . Ambos são documentos que atestam que o condomínio cumpre as exigências legais de segurança estabelecidas pelo município.

Entretanto, Ardito alerta que todos esses cuidados não bastam: “Muitas vezes, a construtora preparou a estrutura de instalação dos aparelhos para as áreas comuns e nas unidades, apenas para a suíte do casal. E nessa brecha é que pode ocorrer uma irregularidade, a famosa gambiarra”.

Se depois de um ou dois anos da emissão desses documentos for feita nova inspeção, e identificadas modificações não previstas, o condomínio é passível de multa. “Por isso, todos precisam estar muito atentos à responsabilidade — o síndico e o corpo diretivo, o gestor predial ou zelador”.

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

“A grande maioria das edificações não está apta a receber os equipamentos, no que tange às instalações elétricas”, alerta o engenheiro Zeferino Velloso, e prossegue: “Algumas vezes, a instalação elétrica tem certa folga e permite a instalação de um aparelho em cada unidade. Mas há casos em que nem isso é viável”.

O gestor deve sempre se lembrar que o direito de um é igual ao direito de todos. Na prática, significa considerar a possibilidade de instalação de equipamentos de ar-condicionado para que todas as unidades possam usar simultaneamente.

“Se o condomínio realmente quer viabilizar essa instalação, terá que fazer uma reavaliação geral das cargas, existentes e pretendidas, para que se faça a atualização do projeto de instalações elétricas. Isso normalmente implica em reformas na entrada de energia, centro de medição, prumadas e quadros das unidades”, diz Velloso.

Prédios antigos exigem maior cuidado na regularização

Grandes chances de um condomínio antigo não ter as condições mínimas exigidas para a instalação de equipamentos de ar-condicionado. Nesses casos, o síndico precisará:

  • Saber com a concessionária de energia da cidade qual é a capacidade elétrica dedicada ao empreendimento;
  • Contratar um engenheiro eletricista para fazer um estudo de viabilidade e um projeto de aumento de carga de energia elétrica para a aprovação da prefeitura. Esse projeto terá a assinatura do engenheiro e do síndico;
  • Com a aprovação, alvará e documentação necessária, o síndico convocará a assembleia para definir com os condôminos detalhes para o início da obra para adaptação da estrutura.
Segundo o engenheiro Velloso, as instalações elétricas nas unidades desses prédios são igualmente obsoletas, feitas na vigência de normas técnicas ultrapassadas. “Normalmente requerem modernização com recálculo da demanda de energia e novo projeto”, avisa.

Quando o condômino comete irregularidades na instalação 

Supondo que o condômino resolva instalar o equipamento por conta própria, e sequer comunica ao condomínio. É grande o risco de erros na instalação, especialmente no que diz respeito à parte elétrica .

“O corpo diretivo, o síndico, o gestor predial ou o zelador têm que estar muito atentos ao o que está acontecendo no condomínio. Não só nas áreas comuns, mas também nas áreas autônomas, nas unidades privativas, mas claro, sem fazer uma invasão de privacidade”, avisa Ardito.

Se o síndico é informado ou há suspeita de que existe uma irregularidade de instalação em determinada unidade do condomínio, deve-se checar a veracidade da informação o quanto antes. Solicitar ao condômino a ART do projeto de instalação ou um laudo que comprove a regularidade do sistema, por exemplo.

Se constatada a irregularidade – ou se houver omissão por parte do condômino, o gestor deve fazer um comunicado formal imediatamente, por e-mail ou carta (de preferência, registrada em cartório) para que o condômino tome as providências — desfazer a instalação ou regularizar dentro das normas exigidas, com um profissional competente”, orienta Ardito.

NBR 16.280

Para agir de forma embasada, o síndico precisa conhecer a NBR 16280, que se refere à responsabilidade do condômino quanto a reformas executadas na unidade.

Em resumo, o proprietário é responsável pela contratação dos profissionais habilitados que executarão as obras e pela preservação do bem-estar e da segurança do condomínio de maneira geral.

Também é quem vai providenciar e apresentar todos os documentos e aprovações necessárias, incluindo Anotação de Responsablidade Técnica (ART) ou Registro de Responsabilidade Técnica (RRT).

O síndico deve dar um prazo rigoroso para que o condômino faça o que foi solicitado no comunicado. Caso não se adeque, sofrerá multa. Se necessário, o síndico pode fazer um Boletim de Ocorrência e, em casos extremos, entrar com uma ação judicial contra o condômino.

O condômino precisa saber que está pondo em risco a vida dos vizinhos, do condomínio, a sua segurança e até da sua família para prevalecer um interesse próprio, o que é inadmissível.

Orientando os moradores

A Abrava recomenda fortemente que o condomínio se antecipe e busque criar uma Norma ou Procedimento, por escrito, detalhando as condições, capacidades permitidas, modo de instalar e demais características.

“Para isso, é muito importante que seja contratado um especialista. Esse profissional precisa ter a devida habilitação legal e necessária experiência, para poder avaliar o conjunto todo, desde as condições arquitetônicas, elétricas, de segurança, além dos quesitos técnicos para uma instalação de sistemas de ar condicionado de forma correta e segura”, afirma o engenheiro Arnaldo Parra, especialista em ar-condicionado e VP de MKT da Abrava.

O QUE O TÉCNICO DEVE AVALIAR NA UNIDADE ANTES DA INSTALAÇÃO

  • Quadro de força, que deve ter capacidade para a instalação;
  • Tomada para fazer a conexão (nunca conectar outros aparelhos na mesma);
  • Fonte de alimentação adequada ao que o produto pode suportar (110 W/127 W/220 W).

Alteração de fachada e outros problemas 

Não basta estar com as instalações elétricas adequadas, é importante também considerar a padronização e organização de como e onde os aparelhos podem e devem ser instalados.

É comum constatarmos instalações que constituem alteração de fachadas, sem falar que causam danos aos revestimentos e propiciam infiltrações pelas fachadas.

Por isso, o ideal é que todas as proibições e permissões relacionadas a instalação dos equipamentos estejam na Convenção, já que, dessa maneira, o condomínio tem um argumento mais forte em caso de ações judiciais.

Entretanto, no dia-a-dia do condomínio, frequentes alterações na Convenção são inviáveis e muitos síndicos acabam optando por aprovar certos tipos de mudanças cada vez mais comuns, como instalação de ar-condicionado envidraçamento de sacadas através de Assembleia.

RISCO DE QUEDA DO APARELHO

Por mais correto e prestativo que seja um condômino, nada garante que a instalação do equipamento na sua unidade esteja correta. Mesmo porque, visando pagar um preço cada vez menor pela instalação, ele não procura empresas ou profissionais habilitados para que façam a instalação dos equipamentos.

“Sendo assim, principalmente nos aparelhos modelo “Split”, em que o compressor fica exposto nas fachadas, quase não se vê a preocupação com o material que usam como suporte dos equipamentos. Isso é um grande risco”, afirma o síndico profissional Wellington Holanda.

Para que a instalação seja adequada e segura, Holanda sugere procurar empresas ou profissionais habilitados, inclusive, que forneçam uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) junto ao CREA. “Dessa forma, é quase certo que serão utilizados materiais adequados e que irão proporcionar uma instalação segura”.

ASPECTOS ESTRUTURAIS

É comum também constatarmos danos a elementos estruturais da edificação (lajes, vigas, pilares e fundações) para fazer a passagem de tubos e cabos. Isso não deve acontecer em hipótese alguma e é (na grande maioria das vezes) facilmente evitável. Basta o condomínio ser tecnicamente assessorado.

Porque os riscos de incêndio são tão elevados

Como visto até aqui a questão elétrica de suma importância. Os especialistas são unânimes: as causas de incêndios como o do CT do Flamengo, e outros que se tornaram emblemáticos como o Edifício Joelma, em 1974, que causou 179 mortes e 300 feridos, seriam totalmente evitáveis.

Fiação mal conectada e as muitas emendas que são feitas na fiação, mais conhecidas como gambiarras, além da sobrecarga de energia em decorrência de ligações elétricas de aparelhos em quadros que não têm capacidade para tal, entre outras, são alguns dos principais causadores de incêndios envolvendo ar-condicionado em todo Brasil.

Como a seleção do equipamento irá depender das características dos ambientes, a Abrava recomenda a contratação empresas instaladoras que detenham seu devido Registro nos Órgãos de Classe (CREA), e assim tenham profissionais legalmente habilitados para responsabilizar-se pelas instalações.

Lei para acabar com o pinga-pinga

Aquele famoso pinga-pinga que incomoda tanto as pessoas que passam pelas calçadas, não deveria acontecer — ao menos perante a lei.

O engenheiro Velloso informa que alguns municípios legislam sobre a obrigatoriedade de instalação de drenospara encaminhar a água que escoa dos aparelhos. Isso é feito para evitar o gotejamento sobre passantes nos passeios públicos, de acordo com a Lei Municipal nº 2.749/1999.

“O problema ocorre principalmente nas edificações antigas, cujas fachadas são alinhadas junto ao passeio, sem recuos e que usam aparelhos de parede. Hoje em dia, o uso de aparelhos modelo “Split” facilita muito a instalação em áreas afastadas das fachadas”, diz o engenheiro.

De 10 anos para cá, muitos empreendimentos já preveem a futura instalação de aparelhos nas unidades e, portanto, têm “terraços técnicos”, que são espaços adequados para a instalação das partes externas (condensadoras) dos aparelhos do tipo Split

“A implantação de terraços técnicos, que atendam a todas as unidades em edificações antigas (que adequaram suas instalações elétricas) também é uma ótima solução para a instalação das partes externas”, avalia Velloso.

Ar-condicionado central exige cuidados extras

O sistema de ar-condicionado central é formado por vários equipamentos, que são utilizados para áreas comuns quando couber o uso — recepções, corredores e afins, no caso específico de condomínios – mas também para grandes áreas em empresas, shoppings, supermercado, entre tantos outros.

Por comportarem componentes de maior potência, os quadros elétricos também demandam muito mais energia. “Há maiores chances de aquecimento de cabos e terminais. Por isso, a frequência de manutenção em sistemas de grande porte é mais intensa”, avalia Parra.

Geralmente equipamentos centrais tratam ambientes diversos, e também podem oferecer algum grau de contaminação cruzada entre os ambientes. “Isso ocorrerá se a manutenção não for bem realizada, com suas trocas de filtros de forma adequada e as rotinas de limpeza em suas devidas periodicidades”, ressalva o engenheiro.

De acordo com o engenheiro, do ponto de vista da operação, entretanto, é muito melhor um sistema de ar central, que oferece maior eficiência térmica, e maior controle da poluição e renovação de ar. Geralmente está equipado com tomadas de ar exterior, favorecendo a qualidade do ar interior.

Sistemas de grande porte também são melhores do ponto de vista de economia de energia. “Uma Central que atende dez ambientes pequenos, é mais eficiente do que dez condicionadores pequenos juntos”, calcula Parra.

Como você pôde entender ao longo da leitura, a lição de casa é complicada, porém de extrema importância. É de sua responsabilidade preservar a segurança e o bem-estar do seu condomínio. E não esperar que uma nova tragédia aconteça para agir é o mínimo a fazer.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Arquitetas dão dicas de como potencializar a incidência da iluminação natural em casa

Medidas também ajudam a economizar energia

 José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas
A arquiteta Flávia Roscoe observou o Sol durante processo de criação para definir as aberturas por onde a luz entra no ambiente - Jomar Bragança/Divulgação
A arquiteta Flávia Roscoe observou o Sol durante processo de criação para definir as aberturas por onde a luz entra no ambiente
Uma casa bem-iluminada é o sonho de muitas pessoas que preconizam mais amplitude e naturalidade dentro do imóvel. A incidência de luz dentro do lar é uma alternativa importante para a avaliação da decoração, aconchego, qualidade de vida e bem-estar. Aproveitar melhor a luz do Sol, além de acrescentar beleza e charme à arquitetura, ainda é grande aliada da economia de energia.

De acordo com a arquiteta Gislene Lopes, é preciso num primeiro momento analisar a posição do terreno e da casa para verificar que lado o Sol “nasce” e qual lado ele se põe para uma melhor logística dentro dos cômodos. “Você deve colocar os quartos virados para o sol da manhã o que vai permitir ter um quarto mais fresco”, aconselha. Além disso, é necessário tentar fazer com que toda a casa tenha essa vantagem, que às vezes fica impossível em função da localização do terreno, das normas de afastamento, das leis do condomínio, das normas da prefeitura.

Observando a posição do sol para fazer uma implantação adequada da casa, principalmente durante o processo de criação, é possível definir as aberturas e janelas por onde a luz entrará no ambiente. “Está em nossas mãos, pela análise dos caminhamentos do Sol durante o dia, criar sensações agradáveis, valorizando a luz natural e evitando ofuscamento. Também neste momento criamos uma ligação com o entorno”, destaca a arquiteta Flávia Roscoe. Ela diz que é possível brincar com os espaços trazendo fluidez para integrar e criando privacidade onde é importante.

CÁLCULO 

No projeto, é importante considerar o tamanho dos vãos dentro das normas da arquitetura em termos de metros quadrados de janela em função do tamanho do espaço. “Você tem que calcular a área de luminosidade. Cada ambiente que você for projetar tem um mínimo de iluminação prevista e exigida pela lei”, afirma Gislene Lopes. Se o uso correto é uma janela de 2mx1,5m e você colocar 3mx1,8m, a luz que vai passar por essa janela pode estragar os móveis, o tapete etc.

Usar persianas ou tecidos que absorvem de 80% a 90% os raios ultravioleta sem escurecer o ambiente é uma boa pedida - Jomar Bragança/Divulgação
Usar persianas ou tecidos que absorvem de 80% a 90% os raios ultravioleta sem escurecer o ambiente é uma boa pedida
Além disso, há iluminação específica para cada espaço. Tem ambientes em que você tem necessidade de muita luz, que seja muito claro. “Banheiro, por exemplo, você vai olhar cada detalhe do seu rosto, da sua pele, então precisa de muita luz. Canto de leitura é outro que precisa de muita luz”, destaca Gislene Lopes. Já nos quartos, tem momentos em que você precisa de muita luz e em outros pouca luz, por isso o projeto luminotécnico ajuda a criar cenas artificiais de luz que auxiliam nessa necessidade.

Flávia Roscoe destaca que a luz pode entrar por panos de vidro, janelas, claraboias e pergolados e pode-se usar brises e venezianas para controlar e direcionar a luz de acordo com o resultado desejado. Uma outra preocupação é com questões termoacústicas dos imóveis. “Hoje, a questão térmica e acústica é de extrema importância para o atendimento às normas de desempenho e consequente conforto dos usuários dos imóveis.”

A arquiteta afirma que o bom resultado vem da sinergia entre intenção, conceito e projeto. “O trabalho do arquiteto e as escolhas de projeto vão definir não só a valorização de um imóvel, mas também, e ainda mais primordialmente, a forma de viver daquele espaço, a energia, a vida de cada casa”, finaliza.

No projeto da arquiteta Gislene Lopes, a posição do terreno foi fundamental para fazer uma melhor logística nos cômodos - Jomar Bragança/Divulgação
No projeto da arquiteta Gislene Lopes, a posição do terreno foi fundamental para fazer uma melhor logística nos cômodos
Quem mora em apartamentos há uma barreira na possibilidade de interferir no posicionamento de janelas ou estruturas. “As dicas são você ter um leiaute que permite ficar com a janela aberta. Usar persianas ou tecidos que absorvem de 80% a 90% os raios ultravioleta, sem escurecer o ambiente e não pôr anteparo nenhum que possa tampar ou fazer com que perca um pouco da luminosidade que vem da janela”, diz.

DICA DE OURO 

Um dos melhores truques é colocar película incolor nas janelas mais a cortina. Dessa forma, você mantém a luz natural e protege o tapete, móveis e objetos de arte porque esses elementos são iguais à pele. Estragam, desbotam. É importante ter esse tipo de cuidado.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Comunicados no condomínio dão ciência aos moradores sobre fatos e acontecimentos

Comunicados no condomínio

Muitas vezes negligenciados por síndicos e funcionários, os comunicados no condomínio instalados em pontos estratégicos, são um canal de comunicação entre moradores e colaboradores. De fácil produção, os comunicados orientam os condôminos sobre os serviços que serão prestados.

Comunicação no condomínio é facilitada

Como dificilmente um síndico consegue conversar pessoalmente com todos os moradores do condomínio, os comunicados têm por função alertar o morador sobre diversos assuntos, como falta de água ou de luz por um período, convocações para assembleia e etc.

Também é possível, por esse mesmo documento, criar campanhas de conscientização em torno de temas diversos como sanitários e ambientais. Os comunicados são fixados, geralmente, em locais de passagem e nos elevadores, para que sejam visualizados pelos moradores.

Conheça a seção de formulários de condomínio

Portal Viva o Condomínio, possui uma seção específica para essa importante forma de comunicação entre síndico e moradores. Atualizado semanalmente, a seção formulário do condomínio tem o intuito de facilitar o dia dia de síndicos, condôminos e demais interessados em conteúdos condominiais.

Portanto, não despreze mais essa ferramenta de comunicação entre síndico e moradores. Mesmo com tanta tecnologia, o preenchimento de um comunicado evita problemas dentro do condomínio.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Saiba o que perguntar ao corretor no momento de visitar um imóvel

Sétimo episódio da série “Busca pelo Imóvel” lista as cinco perguntas fundamentais para fazer ao corretor

Visitar um imóvel que te interessou é um processo fundamental para tomar a melhor decisão e entrar no novo lar com o pé direito. É durante a visita que você vai descobrir com certeza se o ambiente te agrada e vale a pena ser considerado como uma possibilidade. Todo esse processo pode ser difícil, por isso existem profissionais adequados para te auxiliar.

No episódio passado, você aprendeu a importância do corretor de imóveis e o que observar na hora de escolher um. Mas e depois de encontrar o melhor profissional? O que você pode perguntar? Essa é uma dúvida válida, afinal nunca é bom desperdiçar uma ajuda tão valiosa.

Pensando nisso, o sétimo episódio da série “Busca pelo Imóvel” separou cinco perguntas fundamentais a se fazer a um corretor. Confira:

Gostou das dicas da nossa especialista? Então você também vai gostar de saber que ainda existem algumas outras perguntas a serem feitas que podem te ajudar e muito na hora de tomar a decisão sobre o melhor imóvel. São elas:

Como são os serviços públicos e o comércio da região?

perguntas
O comércio da região pode e muito modificar a percepção sobre um imóvel (Foto: Shutterstock)

Escolher um imóvel não é apenas concordar em viver nos cômodos da casa ou do apartamento, mas também ser usuário de serviços públicos da região e cliente de comércios locais. O mercado do bairro passará a ser o lugar onde você provavelmente fará suas compras e o posto de saúde, aonde você irá em casos de emergência, por isso é importante saber conhecer o funcionamento desses locais.

O corretor costuma ter muitas informações sobre o bairro onde se localiza o imóvel, pois geralmente tem experiências de auxilio a clientes na região. Não tenha receito e pergunte sobre questões como o preço médio de produtos na região, o tempo de espera de hospitais e se no bairro há algum local específico que você costuma ser cliente.

Qual é a perspectiva de valorização do imóvel?

perguntas
Quem compra um imóvel deve pensar nas possibilidades futuras de negócio (Foto: Shutterstock)

Essa é uma pergunta válida mais para quem quer comprar um imóvel, tendo em vista que se trata de um investimento muito importante e que por isso deve ser feito levando em conta possibilidades futuras.

O amanhã pode ser muito imprevisível, às vezes nos obrigando a fazer mudanças, então a necessidade de colocar um imóvel à venda é algo possível. Saber se essa é uma possibilidade válida do ponto de vista financeiro é muito importante e o corretor pode te ajudar nisso.

Pergunte se há no bairro previsões de empreendimentos que possam ser atrativos para compradores em potencial, como estações de metrô, shoppings, universidades e demais pontos de comércio. Essas locais costumam agregar muito valor aos bairros onde se localizam, o que necessariamente decai sobre os imóveis residenciais.

Gostou das dicas? Continue acompanhando a série e fique informado para tomar a melhor decisão na busca pelo novo imóvel.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Como permitir animais no condomínio, sem atritos

Organizar a convivência através de regras claras é fundamental

Organizar a convivência através de regras claras é fundamental

Os animais domésticos estão cada vez mais presentes na família brasileira.  Prova disso é que o nosso país é o quarto, no mundo, em número de pets: conta com mais 132 milhões!

Os números são do IBGE, de 2013. A mesma pesquisa mostra que o Brasil é o segundo país com mais cães, gatos e aves ornamentais do mundo.

Como se pode ver, lutar contra os pets em condomínios é uma batalha perdida. Isso porque juízes de diversas instâncias já permitiram animais em condomínios, desde que os mesmos não atrapalhem a saúde, sossego e a segurança de seus vizinhos.

“Hoje em dia, consideramos ‘letra morta’ as disposições em convenção condominial que proíbam animais em condomínios. As pessoas tem direito a um bicho de estimação, sim. Mas deve haver regras claras para todos”, explica Marcio Rachkorsky, advogado especialista em condomínios.

Regramento

O fundamental é que haja regras claras para todos seguirem. O condomínio deve explicitar no regulamento interno ou convenção exatamente o que é permitido em suas áreas comuns.

“Deve explicitar no documento situações como: as áreas onde os animais podem circular, se só do elevador para a portaria ou não, se podem usar o elevador social, se devem usar guia e coleira ou não. O que acontece se o animal fizer necessidades nas áreas comuns, como deve ser tratado o assunto barulho, enfim, o mais abrangente possível”, exemplifica Vania Dal Maso, diretora da administradora ItaBR.

Importante salientar que o regulamento não pode, ao contrário do que se pensa, pedir que os moradores transitem com seus pets no colo, explica Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e consultor do SíndicoNet.

“Esse tipo de pedido é considerado ilegal, uma vez que impossibilita aos moradores terem cães de grande porte. Pode ser caracterizado como um ato abusivo ou constrangimento ilegal”, aponta o advogado.

O condomínio também não pode restringir determinadas raças e nem o porte dos animais.

“O importante mesmo é que os animais não interfiram no bem-estar da comunidade”, assinala Rodrigo.

Veja abaixo um exemplo de cláusula sobre animais disponível:

5 – Os animais existentes no condomínio serão tolerados, desde que não perturbem os demais moradores, sejam vacinados, não sujem áreas comuns e que permaneçam sob estrita vigilância.

5.1 – É proibida a permanência de animais nas áreas comuns.

5.2 – Os animais devem circular até o portão sempre com guia e coleira

5.3 – O barulho incessante de animais em unidade condominial poderá ensejar em notificação e posterior multa

5.4 – Os animais, mesmo dentro das unidades condominiais, não devem exalar odor que incomode os demais moradores

Principais reclamações

Os problemas mais recorrentes em condomínios envolvendo animais são referentes a barulho, utilização das áreas comuns e segurança, quando os pets são de grande porte ou raças consideradas agressivas. Há também reclamações referentes ao mau cheiro.

Aplicação de advertências e multas

Dos moradores que transitam com seus animais em áreas proibidas aos que, seguidamente, deixam seus animais latindo o dia todo sozinhos na unidade, o ideal é que quem se sinta incomodado pelas infrações ao regulamento interno faça um registro no livro de ocorrências ou site do condomínio.

“É com esses dados que o síndico consegue se balizar para ir conversar com o dono do animal, depois mandar uma notificação formal, e então, multar da maneira que o regulamento interno mandar”, explica José Roberto Iampolsky, da administradora Paris.

Mesmo sem esses registros, o síndico pode (e deve) multar nos ditames do regulamento interno quando algo sair do que foi combinado previamente, como passeios em locais proibidos para animais ou dejetos nas áreas comuns.

Casos extremos
Para lidar com os latidos excessivos, a dica de Vania dal Maso é, esgotadas as etapas de conversa e multa, fazer uma denúncia em ONGS de proteção aos animais.

“Entendo que o animal que passa o dia todo sozinho e latindo não está feliz. É uma maneira até do morador de conscientizar de que seu bichinho precisa de mais atenção e cuidados”, assinala.

Focinheiras
Dependendo da região, algumas raças consideradas mais agressivas são obrigadas a usar enforcador e focinheira. No estado de São Paulo, por exemplo, a Lei estadual nº 11.531, é aplicada às raças Mastim Napolitano, Pit Bull, Rottweiler e American Staffordshire Terrie.

“Caso o dono do animal não siga a lei, além das medidas do condomínio, se alguém se sentir incomodado pode inclusive chamar a polícia e registrar um boletim de ocorrência”, ressalta Vania.

Principais erros do síndico

Um problema que muitos síndicos enfrentam é a falta de conhecimento da legislação, como nos pontos referentes à proibição de animais no condomínio, ou a obrigação de carregar o pet dentro do condomínio.

O síndico também erra quando deixa o bom senso de lado e intervem quando há apenas reclamação de um morador.

“Se apenas um estiver reclamando de barulho, por exemplo, o ideal é não intervir. O síndico deve estar sempre a serviço dos interesses da coletividade e não de um morador especificamente”, argumenta Rodrigo Karpat.

Ao receber a reclamação de um morador, o gestor pode, por exemplo, pedir que a situação seja relatada no livro de ocorrências, para que assim, esteja municiado de mais argumentos ao abordar o dono no pet em questão.

Outro problema comum envolvendo animais é quando a regra não é a mesma para todos – permitindo, por exemplo, que os animais de pequeno porte circulem sem coleira e guia, e obrigando os cães maiores a usarem os equipamentos.

Melhorando a convivência

Há diversas formas de melhorar o relacionamento entre aqueles que têm animais e os que não tem no condomínio.

Em condomínios onde haja área, pode-se fazer um local específico para os cães passearem, o chamado play dogs. Muitos condomínios novos, com mais áreas comuns, já contam com esse espaço ao serem entregues.

Outra boa opção para aliviar o estresse dos bichinhos é contratar passeadores de cães. O síndico pode pedir a indicação de profissionais que já atuem no condomínio e deixar o contato no quadro de avisos.

“Há também iniciativas como deixar uma lixeirinha logo ao lado do portão de entrada dos animais, para que os donos deixem ali possíveis dejetos dos animais. Para os empreendimentos onde há áreas específicas para eles, itens como saquinhos para recolher dejetos também são interessantes”, sugere Rodrigo Karpat.

Vídeo

Especialistas dão dicas e orientações sobre animais em condomínios. Veja no vídeo abaixo:

 

Fonte: SindicoNet

Decoração para o lar de recém-casados precisa ter equilíbrio para que ambos fiquem confortáveis

Arquitetas dão dicas de como deixar a casa aconchegante e com personalidade

 José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas
O vermelho aquece os ambientes e tem a ver com amor e energia, sendo uma cor muito utilizada em casas para casais - Paula Brant/Divulgação
O vermelho aquece os ambientes e tem a ver com amor e energia, sendo uma cor muito utilizada em casas para casais
Planejar o lar doce lar de um casal pode ser uma tarefa complicada, já que cada pessoa pode ter gosto e personalidade diferentes, mas os dois precisam se sentir confortáveis com a nova casa. Antes de começar a decorar o imóvel é necessário planejamento para não ter divergências na identidade do local. De comum acordo, a chance de criar um ambiente harmônico, que agrade aos dois, é bem maior. Laura Lopes, arquiteta da Arqsol, diz que o planejamento e a conversa são importantes para que o casal defina o estilo e o perfil da casa. “É um casal que recebe muitas visitas? Que gosta mais de ver filme? Cozinhar, ler? Esse perfil é importante para alinhar a funcionalidade e as necessidades da residência do casal”, explica a arquiteta. A partir da conversa é possível chegar a um acordo de como serão as adaptações para que a casa tenha a cara do casal.

A arquiteta pondera que na vida a dois é preciso ceder e que neste momento não há espaço para o egoísmo. “O importante é que ambos se identifiquem com os cômodos da casa. É necessário esse balanceamento”, diz. Os moradores precisam entrar em casa e ter a sensação de que o espaço lhes pertence. “Uma sugestão prática que costumo dar é deixar uma pessoa montar o quarto do jeito que ela quer e aí a outra personaliza a sala. Ou a sala de jantar com o gosto de um e o bar mais vintage ao gosto do outro, por exemplo. Pode ser uma brincadeira até legal”, afirma.

Segundo Monike Lafuente, arquiteta do Studio Tan-Gram, uma dica para manter um ar romântico e uma cumplicidade na decoração é a escolha de itens que simbolizem a união ou que contem um pouco da história do casal, como fotos, lembrancinhas de viagem etc. “O mais importante é que os dois consigam criar essa decoração juntos, sempre buscando um meio-termo e unindo o gosto de cada um, em que ambos conseguem encontrar sua identidade e seu conforto nele.” Outra dica importante é respeitar as medidas e circulações mínimas, evitando conflitos. E, principalmente, tentar entender a melhor forma de chegar numa mesma linguagem para o apartamento todo, que agrade a ambos.

Além disso, é muito importante entender como cada um usa cada ambiente, quais são as principais atividades de lazer, trabalho e organização, e materializar essas principais funções em cada espaço. “Por exemplo, se um gosta de trabalhar isolado e concentrado enquanto o outro gosta de trabalhar vendo o movimento da casa e interagindo, vale criar soluções que tornem o espaço flexível de forma a atender às necessidades dos dois”, comentou Monike. Umas das possibilidades é o uso de painéis de correr ou de outras formas de fechamento versáteis.

COR E LUZ 

“Devemos pensar nas soluções de iluminação de uma casa de casal prevendo cenários diversos; não podendo faltar entre eles os efeitos de luz e sombra, com luzes difusas que proporcionam aconchego”, explica Lafuente sobre a disposição da iluminação dentro de um lar pensado para um casal.

Antes de começar a decorar o imóvel, é necessário planejamento para que o casal não tenha divergências na identidade do local - Paula Brant/Divulgação
Antes de começar a decorar o imóvel, é necessário planejamento para que o casal não tenha divergências na identidade do local

Em relação à tonalidade do imóvel, as cores influenciam não só na vida do casal, mas nas sensações do lar. “Sempre aconselho que as pessoas usem no quarto do casal uma cor ou um acessório de uma cor mais quente para aquecer o ambiente. Pode até fazer um quarto clean, mas vale colocar uma almofada com um tom quente, ou uma cabeceira, uma pintura na parede, um quadro ou uma escultura. Sempre tem que ter um tom quente no quarto. Mas sem excesso”, destaca Laura Lopes.

A arquiteta da Arqsol salienta que o cinza está na moda para a cor de quartos; porém, um quarto todo cinza acaba trazendo uma sensação fria e triste para o cômodo. “Às vezes, acaba distanciando o casal e os dois nem entendem o motivo. É preciso jogar, nesse caso, objetos que possam dar cor e vida ao espaço”, explica. No escritório, é preciso colocar cores que incentivem a criatividade e a leitura, como amarelo e azul. É preciso evitar tons muito fortes, que levem ao agito.

MÓVEIS 

A cama é um dos lugares mais importantes para a vida a dois, por isso precisa ser confortável. “O que recomendo é ir em uma loja, deitar, sentar, testar a altura… Só assim ambos poderão decidir qual é a melhor para a casa. Afinal, hoje é possível encontrar camas de diferentes alturas, dimensões, espuma, com pillow em cima ou sem”, aconselha Laura Lopes.

Um outro ponto para a arquiteta muito importante é que cada um tenha o seu cantinho, organizando os pertences em armários planejados na altura certa das coisas. “Na parte da sapateira, por exemplo, onde se guardam tênis e chinelos, a altura pode ser menor do que onde ficam sandálias e botas. Bijuteria também é importante pendurar para não embolar ou colocar em gavetas com divisórias. São detalhes que ajudam a manter o espaço organizado”, recomenda.

Na lavanderia o casal pode colocar prateleiras e acomodar os materiais em cestos identificados. Na entrada, a dica é ter um móvel ou um gancho na parede em que a pessoa possa colocar a bolsa para depois guardar. Idem com um lugar para deixar a correspondência, a chave do carro.

ESPAÇO 

No início da vida de casal, a discussão para definir onde morar pode ser uma questão pertinente. “Casa costuma ter mais espaço. Em compensação, gera mais manutenção. Se o casal for mais prático, do tipo que não gosta de ter trabalho, aconselho apartamento, que é mais funcional. Se for um casal que viaja muito, pode ser mais interessante pensar em apartamento também por questão principalmente de segurança”, aconselha Laura Lopes.

Para a arquiteta, é preciso avaliar as desvantagens do apartamento, por exemplo: “Geralmente, as estruturas são mais frágeis em relação a ruído e conforto térmico, tem a questão de ter que lidar com vizinhos muito próximos, tem a proximidade com outros carros na garagem. A casa, se benfeita, costuma ter um conforto térmico maior, não tem um vizinho tão próximo – o que dá mais privacidade -, tem estacionamento próprio… Mas, em compensação, tem o problema da segurança e da manutenção”.

Outro detalhe importante na hora de tomar a decisão: pensar se o casal deseja ter filhos. Criança precisa de espaço.

CRIANÇAS 

Com a chegada de filhos, a casa deve passar por várias adaptações tanto funcionalmente quanto estéticas. “Uma das coisas importantes é que o casal mantenha um espaço que seja só dele e delimite os espaços de brincadeiras”, salienta Monike Lafuente. A utilização de formas divertidas e esteticamente interessantes de organizar e armazenar brinquedos e outros objetos das crianças pode contribuir para uma arrumação mais objetiva.

Quando o casal tem filho é importante fazer um cômodo que ele se identifique com o espaço. Para a arquiteta, é providencial que o arquiteto pense em móveis, itens de decoração e soluções técnicas que proporcionem mais segurança à criança, como, por exemplo, o balizador noturno que orienta o casal e o filho durante a noite, e não incomoda a visão.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram
Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Poços artesianos

Obra requer planejamento, traz riscos, mas pode evitar desabastecimento no condomínioObra requer planejamento, traz riscos, mas pode evitar desabastecimento no condomínio

Com os problemas de abastecimento de água se agravando, muitos condomínios têm buscado uma forma de se resguardar da falta desse insumo.

O poço artesiano pode ser uma opção para esses casos. Afinal, ninguém quer ficar refém do abastecimento – que está precário em diversas regiões – e não depender dos caminhões-pipa, que também podem faltar e cujos preços, estima-se, irão subir bastante.

Mas para Alexandre Furlan Braz, especialista em gestão ambiental e diretor do Instituto Muda, o poço artesiano não é o “plano B” ideal para condomínios.

“O poço artesiano não faz com que as pessoas usem água de maneira mais racional, que é o que o planeta precisa nesse momento. Para os condomínios, o melhor seria apostar na individualização dos hidrômetros, que faz com que cada um tenha o incentivo certo para economizar em sua unidade. Já pensando o condomínio como um todo, o ideal seria implantar um bom sistema de reuso da água”, argumenta.

    Mesmo não sendo o mais indicado na economia de água, muitos condomínios em locais onde o abastecimento está comprometido buscam informações sobre os poços artesianos.

    Mas você conhece o passo a passo para que o seu condomínio tenha um? Veja abaixo:

    1. Escolha da empresa: as empresas convidadas devem visitar o condomínio e realizar um estudo sobre a viabilidade do projeto. Depois disso, a empresa é escolhida e a obra deve ser aprovada em assembleia. Segundo as fontes consultadas, por se caracterizar como necessária ao condomínio, a obra pode ser aprovada pela maioria simples: metade mais um do total de presentes na reunião. Importante ressaltar que a empresa deve contar com um geólogo ou engenheiro de minas para executar o projeto do poço, e também deve seguir a norma NBR 12212 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para o setor.
    2. Licença: Com o estudo em mãos, o condomínio pede uma outorga de perfuração na agência responsável por isso em seu estado. Nesse documento está expressa a vazão de água que o condomínio pode retirar do poço. Geralmente, a empresa que faz a perfuração se encarrega de ir atrás das licenças necessárias.
    3. Perfuração: Já com a licença em mãos, a empresa faz a perfuração no solo. A obra dura, aproximadamente, 20 dias. Caso dê tudo certo, instala-se a bomba para retirar a água. Se não houver água no local, o condomínio deve pagar por outra perfuração.
    4. Nova licença: A água do poço deve ser analisada e aprovada pela agência local para consumo – seja para beber ou não -, para que seja concedida a outorga de direito de uso do recuso hídrico. Caso isso não aconteça, o condomínio deve tratar a água até obter a licença.
    5. Cadastro Viginância Sanitária: Para uso humano é necessário também providenciar o “Cadastro do Sistema/Solução Alternativa de Abastecimento de Água para Consumo Humano”, documento emitido pelo Departamento de Vigilância Sanitária estadual ou municipal, dependendo da localidade.
    6. Manutenção: Anualmente, o condomínio deve fazer manutenção preventiva da bomba do poço, além de enviar amostra ao órgão responsável para averiguação. Caso a água seja potável, a análise deve ser feita a cada três meses.

    Como se pode ver, não é um passo simples fazer um poço. É uma obra que deve demandar uma boa dose de planejamento do condomínio.

    Veja abaixo alguns pontos a serem estudados antes de se optar pelo poço artesiano:

    • Alto investimento: Furar um poço artesiano no condomínio demanda bastante dinheiro. “Entre R$ 50 mil e R$ 100 mil, tudo pode acontecer”, argumenta Adauto Afonso, diretor da empresa Poços Hidromaster. A oscilação do preço se deve a possibilidade de não haver água onde a perfuração é feita. Nesse caso, o condomínio deve pagar pelo serviço já executado e por uma segunda perfuração.
    • Economia de dinheiro, não de água: Atualmente devemos focar esforços em usar a água de maneira mais responsável e racional. Geralmente os locais abastecidos por poços artesianos têm uma ideia de que a água ali ‘dura para sempre’, o que não é verdade. Por isso, o que acontece é apenas a economia na conta de água – acaba se pagando apenas o esgoto – e não um uso racional da água.
    • Demora: No estado de São Paulo o órgão responsável por dar a outorga para novos poços artesianos é o DAEE (Departamento de Água e Energia Elétrica). Devido à grande procura, os entrevistados apontaram que apenas essa licença pode demorar seis meses. Depois dessa, se der tudo certo, o poço é furado e a água começa a ser bombeada. Mas para que se possa utilizar essa água, a mesma precisa passar por um teste de potabilidade a cada três meses. Depois da primeira outorga de perfuração, ainda há a necessidade de mais uma, a de direito de uso dos recursos hídricos, que também pode demorar.
    • Sem garantias: após conseguir a outorga para perfurar o poço, mesmo que haja um estudo preliminar, pode ser que não haja água no poço. Ou que não haja vazão necessária para o condomínio. Ou que a água encontrada não seja de qualidade para consumo – e seja necessário investir em uma estação de tratamento. De qualquer forma, o condomínio deve pagar a empresa pela perfuração.
    • Sem outorga: Em locais onde há uma grande concentração de poços artesianos, o órgão competente pode não conceder a licença para o poço, para evitar a exaustão do recurso hídrico. Ou pode conceder o uso para uma vazão inferior à necessidade do condomínio.
    • Secamento do poço: Quando não há esse cuidado preventivo do órgão competente, o poço do condomínio pode secar. Nesse caso, o ideal é furar mais fundo e o mais longe possível do antigo poço.
    • Poço clandestino: Quem opta por perfurar um poço sem anuência do órgão fiscalizador fica a mercê de ver seu poço fechado em uma fiscalização. Nesse caso, fica a cargo do síndico a responsabilidade pela potabilidade da água – e, caso alguém venha a ter algum problema decorrente da ingestão de água inadequada para o consumo humano.
    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Dicas para quem quer comprar um imóvel antes dos 30 anos

    Planejamento é a chave do negócio, mas escolher bem o tipo de imóvel é fundamental

    O imóvel próprio sempre parece um sonho distante. Afinal de contas, ele exige um investimento alto e, em geral, é pago ao longo de muitos anos por conta do financiamento.

    Mas comprar um imóvel não é um sonho tão distante, principalmente para quem começa a se planejar desde cedo. Inclusive, é possível comprar um imóvel antes mesmo dos 30 anos. Porém, para isso, é preciso ter muita organização financeira. Confira algumas dicas para alcançar o objetivo.

    Antes dos 30 anos, geralmente, é uma época que se mostra propícia para começar a se planejar para comprar um imóvel. É importante aproveitar o momento que se consegue um emprego e começa a receber um salário e ainda não se tem muitos gastos porque ainda vive na casa dos pais e não tem família ou filhos.

    “Quanto mais novo puder comprar um imóvel, melhor. Até porque a pessoa tem o direito de financiar em até 35 anos. Então, se ele começa aos 30, lá pelos 65 anos vai ter o imóvel próprio. Ou seja, quanto antes começar, mais tranquilidade vai ter mais na frente”, ressalta Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

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    É importante aproveitar o primeiro emprego e aproveitar o salário ao máximo (Foto: Shutterstock)

    Porém, por outro lado, uma pessoa muito jovem, antes dos 30 anos, provavelmente não vai ter uma reserva muito grande para dar de entrada e vai precisar financiar a maior parte do imóvel e por um período muito longo. Mesmo que só seja possível financiar 30% da renda, esse valor pode ser bastante alto quando a renda não é tão boa assim.

    Desta forma, pode não sobrar praticamente nada. “É importante que o jovem tenha um emprego seguro e conseguir um bom financiamento. E ainda se organizar muito bem financeiramente para que as prestações caibam dentro do orçamento”, afirma Darlan Carlos de Souza, representante do Conselho do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).

    Para a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários, é importante organizar bem as finanças para evitar aperto no bolso e conseguir pagar todas as prestações. “Por direito, pode comprometer até 30% da renda na prestação do financiamento, mas o melhor é calcular antes de entrar no financiamento para que haja sobra e não chegue a comprometer os 30% e todo o salário fique comprometido porque depois a pessoa não vive”, diz.

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    É necessário um planejamento, é preciso levar em conta a renda e suas necessidades (Foto: Shutterstock)

    Se decidir comprar um imóvel, alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro é ter a consciência que é melhor sonhar com algo possível e que realmente caiba no orçamento. O segundo é ter flexibilidade. Antes dos 30 anos, muitas possibilidades, principalmente profissionais, podem surgir, como um emprego em outra cidade.

    Portanto, começar investindo em um imóvel pequeno, bem localizado e que possa ser alugado ou vendido sem maiores dificuldades pode ser uma boa solução.

    Vale ressaltar que um imóvel é um bem que tem a tendência de valorizar. Ou seja, se o proprietário investe em um ainda jovem, logo terá um imóvel bem mais valorizado e com maior valor de mercado. Portanto, começar com um imóvel mais simples, inclusive, pode fazer com que ele sirva como entrada para um imóvel melhor no futuro.

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    Se decidir comprar um imóvel, alguns cuidados devem ser tomados (Foto: Shutterstock)

    “O ideal é começar com calma e devagar, com algo não tão caro e priorizar a boa localização. Hoje o mercado oferece muitas opções, o segredo é procurar com calma”, reforça Darlan. “Se for comprar na planta, é importante pesquisar sobre a construtora e se certificar da idoneidade dela para não cair em nenhum golpe”, complementa o representante do Creci-RJ.

    Como o financiamento pode durar entre 20 a 35 anos, se começar a pagar mais tarde, o imóvel só se tornará próprio quando o proprietário já tiver mais de 50 anos. É preciso ficar atento para que as prestações mais altas não coincidam com os gastos mais altos com filhos.

    “O bom é ir subindo com o tempo. Incluir as prestações no orçamento, ganhar estabilidade no emprego, estudar para crescer na empresa e almejar algo melhor, inclusive o imóvel”, concluiu Darlan.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    O novo zelador: entenda as transformações do cargo

    Saber o que mudou, e porque, é estratégico para contratar um profissional ou fazer alterações no quadro de funcionários

    Saber o que mudou, e porque, é estratégico para contratar um profissional ou fazer alterações no quadro de funcionários

     

    Este profissional é o grande aliado do síndico na gestão do condomínio — desde as questões mais cotidianas até situações de maior complexidade.

    Impossível se referir ao universo do condomínio sem fazer a conexão com o zelador. Entretanto, a figura do profissional de décadas passadas – querido pelos condôminos, sobrecarregado e, não raro, mais intuitivo do que capacitado – está com os dias contados.

    Pense numa combinação que une a tendência dos condomínios-clube e, nesse caso, a necessidade de profissionais cada vez mais capacitados para lidar com grandes estruturas, a chegada da tecnologia e a busca pela produtividade, ou seja, fazer mais com menos.

    O resultado certamente se reflete no cargo do zelador.

    Mais capacitação e profissionalização

    “O perfil do zelador está mudando por conta das características do trabalho em condomínios decorrentes da profissionalização do setor”, afirma Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH.

    Anteriormente, ele era um faz-tudo e suas principais qualidades eram os conhecimentos gerais para pequenos reparos e disponibilidade constante, o que implicava morar no condomínio.

    A mudança já começa aí. Hoje, a maioria dos condomínios está migrando do zelador que mora no endereço de trabalho para zeladores ou gerentes prediais que cumprem sua jornada e voltam para casa.

    “Passam a ser valorizados, principalmente, a capacidade de liderança e de tomadas de decisões emergenciais, e os conhecimentos de segurança”, destaca Karpat.

    A profissionalização do setor também aumentou o respeito às leis trabalhistas e a preocupação com a segurança; a manutenção predial começou a ser realizada por especialistas.

    “Aquela figura do chamado “Tiozinho”, o zelador que ficava numa portaria ou hall de entrada em prédios, até pode ainda existir. Mas, hoje, os condomínios comerciais e residenciais pedem que tal profissional seja qualificado e saiba liderar como um bom gestor”, afirma o prof. Marcos Castilho, diretor da Cforp Soluções.

    O impacto das portarias remotas  

    A presença crescente da tecnologia nos condomínios é outro fator a ser considerado.

    Um bom exemplo é a portaria remota, que apesar de ainda ser incipiente, gradativamente começa a ser implantada nos condomínios de pequeno a médio porte.

    Com ela, uma nova rotina vai ser estabelecida, sendo o zelador a interface entre a empresa de controle e monitoramento e o condomínio.

    “Ele será treinado com instruções técnicas básicas dos produtos da portaria remota e, no caso de uma emergência, poderá atuar. Ou, se ocorrer uma pane técnica, ajudará a empresa da portaria remota até o técnico da mesma chegar ao local”, explica Odirley Rocha, diretor da Kiper.

    A portaria remota é recomendada para condomínios com 40 a 50 unidades, assim, geralmente se aplica para condomínios menores.

    “Na prática, o zelador acaba ficando com mais responsabilidades por ficar mais tempo do trabalho sozinho no condomínio. Se torna responsável pelo recebimento e pela distribuição das correspondências, e em casos de problemas com o portão da garagem, tem que operá-lo manualmente até que chegue a empresa de manutenção. Estes são apenas dois exemplos das rotinas destes tipos de operações”, descreve Bruno Paredes, da Auxiliadora Predial.

    “O zelador terá que se comportar como um gerente. Imagine o condomínio como uma empresa, em que o síndico é o CEO, o conselho do condomínio são os conselheiros da empresa e o zelador é um gerente que supervisiona as ações e controla as atividades”, resume Rocha.

    ATIVIDADES DO ZELADOR DE CONDOMÍNIOS COM PORTARTIA REMOTA

    • Organizar melhor as manutenções do condomínio;
    • Controle de aceso: supervisionar se os processos do regimento interno do condomínio, no que diz respeito a entrada e saída das pessoas, estão sendo seguidos pela portaria remota;
    • Criar uma rotina de controle de manutenção preventiva junto com a empresa de portaria remota e supervisionar se está sendo feito;
    • Gerenciar melhor os prestadores de serviço;
    • Monitorar os dispositivos de emergência, como iluminação, alarme de incêndio;
    • Supervisionar os sistemas de segurança;
    • Ter um controle maior da entrada de pessoas estranhas no condomínio;
    • Atender com mais rapidez alguma emergência (e, assim, comunicar rapidamente a empresa que controla a portaria, especialmente em caso de evacuação do condomínio);
    • Ter à mão os contatos dos responsáveis da empresa da portaria.

    ACÚMULO DE FUNÇÃO

    Como o zelador vai exercer outras funções, fará coisas que habitualmente não faria, ele terá que receber um adicional ao salário por acúmulo de função, inclusive para evitar processo trabalhista.

    A figura do Gerente Predial

    gerente predial

    A convenção de 2018/2019 do sindicato Sindifícios, em São Paulo, acrescentou o cargo de gerente condominial, também conhecido como gerente predial ou gestor predial.

    Esse profissional seria uma espécie de “super zelador”, com qualificação superior e responsabilidades bem maiores que as do zelador.

    O gerente predial é o empregado que planeja rotinas de trabalho e administração de condomínios; deve ter registro no Conselho Regional de Administração (CRA); treina funcionários e coordena equipes de trabalho; avalia o desempenho de funcionários, a execução de serviços e relatórios de operação e de avaliação.

    “A inclusão do cargo de gerente predial na convenção de 2018/2019 reforça as transformações no segmento de condomínios”, afirma Paredes, da Auxiliadora Predial.

    O gerente predial atua em condomínios maiores, como condomínios de órgãos públicos, corporativos ou condomínios-clube. “Por ter uma grande estrutura sob sua gestão, esse profissional contará com uma equipe de manutencistas – até três, conforme o tamanho do condomínio, distribuídos na área hidráulica, na elétrica e na alvenaria e pintura –, concierges e, às vezes, secretária.

    Ele vai coordenar a atuação e manter a qualidade do empreendimento por meio dessas pessoas, incluindo jardineiro, piscineiro e outros, que vão se reportar a ele.

    Além do trabalho de zelar, o gerente predial tem outras áreas subordinadas, como a limpeza, o grupo da segurança e, se for o caso, de Spa, academia etc.

    “Ele é um gestor da operação. Tem um trabalho de conservação e qualidade dos serviços, mas nunca põe a ‘mão na massa’”, descreve Nilton Savieto, síndico profissional.

    Para Castilho, uma boa gestão de um gerente se inicia em querer de fato conhecer cada profissional de sua equipe, fazendo com que tais colaboradores o sintam participante — dentro da equipe e não apenas um profissional que irá fiscalizá-los ou corrigi-los.

    Gerente predial X Zelador

    Ao contrário do gerente predial, o zelador é o protagonista de um pequeno ou médio condomínio. A assessoria disponível à ele é consideravelmente menor.

    De cara, essa característica diferencia totalmente as atribuições desse cargo para o de gerente. O zelador faz a zeladoria e pequenos reparos. Se espera que ele esteja atento às necessidades de manutenção e conservação do seu condomínio.

    A diferença de capacitação e responsabilidades também é refletida na referência salarial de cada categoria. Com base na convenção coletiva (2018/2019) do Sindificios/Sindicond SP, os pisos são:

    • Zelador: R$ 1.442.24
    • Gerente Predial: R$ 2.845,44

    A ascensão do manutencista

    Segundo Paredes, da Auxiliadora Predial, o manutencista vem sendo mais procurado pelos condomínios.

    Ele explica: “O zelador tem que zelar pelo sossego, verificar a manutenção e fiscalizar as áreas de uso comum. Já o manutencista realiza as atividades operacionais, no sentido da prática – correções/manutenções preventivas relacionadas à hidráulica, elétrica e mecânica, e em caso de irregularidades, se reporta ao zelador para medidas cabíveis”.

    Lembrando que, para reparos elétricos, conforme a legislação vigente, o manutencista deve possuir a certificação da Norma Regulamentadora (NR-10). Para situações mais críticas na parte elétrica, Nilton Savieto pondera: “Será necessário contratar uma empresa especializada”.

    Auxiliar de Serviços Gerais (ou de Manutenção) 

    auxiliar manutenção

    A fronteira entre o manutencista e o auxiliar é tênue, mas são cargos diferentes. O auxiliar de serviços gerais não é qualificado como o manutencista. Ele tem menos conhecimentos e habilidades. Seria como um ajudante do manutencista ou zelador.

    De acordo com Nilton Savieto, a convenção do Sindifícios (2018/2019) não cita o piso salarial para concierge, auxiliar e manutencista. “Acredito que concierge e auxiliar de serviços gerais acompanhem o auxiliar de limpeza: R$ 1.320,86. O manutencista, em geral, tem o piso igual ao porteiro: R$ 1.381,55”.

    Quando o manutencista pode substituir o zelador

    Á essa altura, você pode estar se perguntando: É possível substituir um zelador por um manutencista?

    Segundo Natachy Petrini, síndica profissional, em condomínios pequenos com baixa complexidade operacional diária, é mais viável fazer a transição do zelador para o manutencista.

    “Um de nossos clientes é uma torre pequena, com poucas unidades, portaria remota, sem área de lazer nem funcionários para serem geridos. A opção do manutencista, além de ser mais barata e adequada para o condomínio, atendeu o pouco da parte administrativa do zelador: abrir a correspondência, avisar se chegou malote, receber alguém para inspeção; enfim, coisas simples, que um manutencista estaria apto a fazer”.

    Cada caso, porém, deve ser avaliado. Para um condomínio pequeno, mas com demanda administrativa grande, um zelador será mais vantajoso.

    Agora, se a possiblidade de trocar o zelador pelo manutencista está em pauta, Natachy aconselha: ”Considere tamanho do condomínio, complexidade de área comum, não haver pessoas, ou seja, gestão de equipe. Aí sim, o manutencista é mais interessante”.

    Possibilidades de cargos de zeladoria por tipo de condomínio 

    Acompanhe alguns exemplos possíveis de organização de equipes de zeladoria elaborados considerando a análise dos especialistas e as informações apuradas.

    São, na maioria, formatos praticados no mercado. Mas é importante destacar que não existe uma regra fixa. Para uma tomada de decisão, deve ser levado em conta as características e as necessidades de cada condomínio.

    POSSÍVEIS CONFIGURAÇÕES DE EQUIPES DE ZELADORIA

    • Grande porte ou condomínios clube (+ de 3 torres): Gerente predial + Equipe
    • Médio porte (até 2 torres): Zelador + Manutencista ou Auxiliar
    • Pequeno porte (1 torre): Zelador e/ou Manutencista
    • Pequeno porte (1 torre) c/ Portaria remota: Zelador ou Manutencista

    O futuro do zelador

    Esse novo profissional precisa começar a perceber que o seu trabalho nos próximos anos vai mudar. Já está mudando, como pudemos ver ao longo da reportagem.

    Mudança, entretanto, não quer dizer fim de linha. O zelador precisa enxergar nessa passagem uma oportunidade de crescimento. Sua presença, afinal, ganhará nova importância. Da figura do “Tiozinho”, mencionada por Castilho no início da reportagem, ele fará um reposicionamento de carreira e, consequentemente, da remuneração.

    Procurar capacitação será questão de sobrevivência para ele. Para o síndico e seu condominio, questão estratégica.

    “Muitos zeladores ainda não entenderam a importância de se atualizarem à demanda de mercado. Eles permanecem focados no ‘mão na massa’ da operação diária do condomínio, e não na gestão das ferramentas que os condomínios já dispõem por meio dos contratos de prestação de serviços mensais”, avalia Natachy.

    O zelador precisará do apoio da tecnologia para ajudá-lo no controle de tantos serviços que ele vai agregar para sua função.

    “Ele vai chegar às 8h no condomínio, abrir o aplicativo ou a plataforma de controle e saberá que, no dia de hoje, tem os testes da iluminação de emergência para fazer, a manutenção preventiva da portaria remota com os técnicos da empresa, a limpeza do jardim dos fundos…”, projeta Odirley Rocha, da Kiper.

    A vida do zelador será muito mais fácil e organizada em cima de processos.

    E quem ganha com isto? Primeiro, ele próprio zelador. Segundo, o síndico, que terá todas as informações on-line dos serviços e da organização.

    Terceiro, os condôminos, que perceberão o condomínio muito mais organizado e seguro. Por fim, a “família condomínio”, pois com tudo isso será mais barato viver lá dentro.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Danos morais em grupos de WhatsApp

    Síndico que se sentir prejudicado pode ir à JustiçaSíndico que se sentir prejudicado pode ir à Justiça

    A comunicação é fundamental para a vida condominial. Isso não significa, porém, que ela possa ser feita de qualquer forma.

    Nesse vídeo, o especialista Zulmar Koerich explica sobre os grupos de WhatsApp em condomínios.

    O advogado salienta que moradores não devem encarar grupos do tipo como uma extensão da assembleia, que é o local ideal para a discussão dos problemas do condomínio, onde ânimos  exaltados são mais tolerados.

    Zulmar explica que os síndicos que se sentirem prejudicados podem ir à Justiça pedir reparação por danos morais.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Confira como reformar um banheiro antigo em poucos passos

    Deseja reformar um banheiro antigo e ainda não sabe por onde começar? Separamos algumas dicas importantes para te ajudar com essa tarefa!

    Para muitos, reforma é sinônimo de filme de terror! Quebra-quebra de paredes, sujeira, barulho e muitos dias de tensão. Mas nem sempre é necessário passar por toda essa confusão para fazer uma mudança radical no ambiente e criar algo totalmente novo.

    Quer descobrir como? Continue lendo este artigo e veja algumas sugestões inspiradoras para fazer agora mesmo no seu banheiro (;

    Aquele azulejo do banheiro que parecia sensacional já está meio caído e fora de moda? Isso é mais comum do que você possa imaginar!

    Com a umidade e o passar do tempo o azulejo vai desgastando e perdendo a graça. Mas isso não significa que você deve sair trocando tudo de uma vez. É nessa hora que entra em cena o papel de parede! Com ele, é possível revestir as paredes da maneira que você quiser, inclusive por cima dos azulejos e ainda podem ser aplicados sem auxílio de um profissional.

    É só escolher o modelo, cor, estampa e textura. Simples e perfeito para uma reforma de banheiro de baixo custo e que você mesmo pode fazer.

    E como toda dica é bem vinda, aqui vai uma ótima, caso você resolva transformar seu banheiro com essa técnica: aplique uma camada de massa corrida sobre a superfície para nivelar a parede e lembre-se de priorizar os modelos que tem acabamento mais emborrachado.

    Outra opção para reformar banheiros pequenos gastando pouco, é aproveitar os azulejos lisos e pintá-los completamente de uma só cor ou até mesmo adicionar adesivos ao revestimento.

    Agora, se parte que está meio sem vida no comodo é a de dentro do box, que tal investir em pastilhas coloridas? Além de serem tendência de decoração para banheiros, elas podem deixar o banheiro com uma cara totalmente nova.

    É possível optar por pastilhas da mesma cor, em tons complementares e até mesmo compondo um mosaico colorido. Existem diversos modelos disponíveis no mercado que vão deixar o seu banheiro renovado.

    Agora, para reformar um banheiro pequeno gastando pouco, nós temos uma dica extra: espelhos! Como sempre falamos por aqui, espelho é peça certeira para quem deseja aproveitar melhor o ambiente e criar sensação de amplitude.

    Capriche no acessório escolhendo um modelo mais moderno, com recorte diferente ou aplicações na moldura. Pode parecer simples, mas é um truque que dá uma cara nova ao seu banheiro sem exigir grandes mudanças ou envolver grandes custos.

    Para quem quiser investir num ambiente mais natural e suave, aposte também em vasos com plantas simples e até mesmo algumas velas para aromatizar o ambiente. Você pode utilizar o beiral da janela, ou um espaço vazio cima da pia ou como apoio. Se preferir, é possível também colocar nichos ou prateleiras nas paredes do lugar.

    Depois dessa mudança toda, porém, nós sabemos que mais difícil que realizar uma reforma, é manter o ambiente sem se incomodar com as sujeiras que vão se acumulando ao longo do tempo. Por isso, seja qual for a dica que você utilizará na sua casa, escolha aplicar sempre um rejunte antimofo no banheiro!

    Essa aplicação é recomendada, pois é bem comum aparecer manchas no rejunte com o passar do tempo, então esteja preparado e retoque assim que elas começarem a aparecerem. E não há desculpas! Os anti-mofos, além de necessários para manter o ambiente saudável, tal como a saúde de todos os moradores da casa, são fáceis de encontrar e aplicar, fora seu custo baixo e a existência de diferentes opções de cores a sua escolha.

    Prático né? Não fique aí parado, dê uma repaginada no seu banheiro antigo sem drama e bagunça.

    Fonte: http://www.imovelweb.com.br

    Acerte nas medidas da sua casa e evite dor de cabeça na reforma

    Veja algumas dicas preciosas para que a obra saia dentro do planejado

     

    Para evitar problemas é bom medir os móveis ou ambientes mesmo que o fornecedor já tenha feito (Fotos: Shutterstock)

     

    Uma das coisas mais frustrantes em uma reforma é ter que mudar de planos. Ainda mais quando o erro é de medida, que prejudica o andamento da obra já que, geralmente, as peças são feitas a partir de encomendas.

    Apartamentos antigos têm dimensões maiores que prédios novos e arquitetura mais velha. Imagina se você quiser trocar uma janela e na hora da instalação descobre que a medida da nova veio com 10 cm a menos do que o pedido? É motivo de estresse. Isso vai gerar atraso se você pedir um novo produto, a não ser que faça uma gambiarra para consertar o erro.

    Para que não aconteçam esses problemas é importante saber algumas coisas. O 100 Pepinos, parceiro de notícias do ZAP, separou algumas dicas para espantar prováveis dores de cabeça.

    Veja abaixo:

    1 – Fique de olho nas medidas para que não fiquem erradas

    As medidas que mais costumam sair errado são de boxes, espelhos, bancadas de mármore e granito, marcenaria, nichos de banheiro, portas e janelas, torneiras e cubas. Peça aos fornecedores que vão até sua casa para tirar as medidas antes de confeccionar as peças e, para garantir, confira você também.

    Não adianta levar o desenho que você fez, com as medidas que você tirou. Escolha a cuba e torneira na medida certa e entregue para a marmoraria para que os cortes e furações não saia errados. Imagina se aquela bancada de granito dos sonhos chegar errado e não couber na cozinha? Ou se na hora de instalar a torneira na bancada, não dá a altura?

     

     

    Imagine que decepção se a bancada de granito chegar com medidas totalmente erradas?

     

     

    2 – Cuidado para não comprar quantidade errada de material

    Cada material tem uma forma de cálculo e recomendação de perda. Por exemplo, os pisos são comprados em m²: é só multiplicar comprimento pela largura do ambiente e acrescentar a perda, que geralmente é de 10%. No caso das tintas, veja o rendimento na lata e calcule pensando quantas demãos você precisará usar.

    Se você comprar mais material do que o necessário, vai ter que lidar com as sobras, além de gastar muito dinheiro.

    Se comprar menos, a obra fica parada até o material chegar, atrasos e mais atrasos.

     

    Não exagere na compra de materiais, seja exato

     

    3 – Conferir a medida de cômodos e dos pontos de tomada, TV e torneiras

    Planeje bem os ambientes. Localize tomadas (distância e altura), pontos de saída de esgoto (para sifão) e água para torneira. E marque bem a dimensão dos cômodos para não ter surpresas com medidas erradas.

    Não vá sair fazendo a obra a olho, sem ter um projeto com as medidas ou a localização das tomadas e pontos de TV. Isso ajuda, inclusive, a decidir os móveis e os aparelhos que caberão na sua casa. E evita que você tenha que quebrar tudo, refazer e desperdiçar tempo e dinheiro.

     

    Fique de olho na parte elétrica da casa

    Fique de olho na parte elétrica da casa

     

    4 – Verificar se os móveis e eletrodomésticos conseguem entrar na sua casa

    Isso ninguém se lembra. Chega o caminhão e aquele espelho enorme que vai pro seu quarto não passa nem na porta de entrada. A cama king size, então, nem pensar em caber no elevador. Aí a empresa de entrega vai reclamar de ter que levar um móvel tão pesado 17 andares pelas escadas – se é que a cama consegue fazer curva na escada do seu prédio.

    Para evitar esses pepinos verifique antes de comprar ou programar uma mudança o tamanho de elevador, das escadas e da abertura das portas.

     

    Compre móveis que sejam compatíveis com as medidas da sua casa

    Compre móveis que sejam compatíveis com as medidas da sua casa

     

     

    Fonte: Revista Zap Imóveis

    Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

    Escolher corretamente a empresa de segurança do seu condomínio passa pelo exame minucioso de diversos itens. Afinal de contas, com segurança não se brinca. Veja algumas dicas.

    Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

    Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

     

    Cuidar da segurança do seu condomínio é uma das tarefas mais urgentes de todo síndico, considerando que a sensação de estar seguro é um dos principais motivos que levam cada vez mais pessoas a buscarem esse tipo de moradia.

    Por isso, é muito comum que condomínios invistam pesado nessa área, principalmente terceirizando serviços. E a contratação de uma empresa de segurança implica o investimento constante na proteção da vida e do patrimônio do morador.

    Com tamanha responsabilidade que esse tema suscita, o síndico só deve delegar tal tarefa para empresas de vigilância e segurança qualificadas, que saibam agir nas mais diversas situações.

    Se você está na dúvida de como escolher, ou quais detalhes devem ser levados em conta na hora de fechar um contrato com uma empresa de segurança condominial, leia nossas dicas abaixo!

    1- Conheça a empresa

    Infelizmente moramos em um país com índices altíssimos de violência. Com isso, ao longo dos anos, o mercado de segurança privada se expandiu muito. Se por um lado isso é bom, uma vez que aumenta o leque de negociação do gestor com a empresa, por outro lado pode cria dúvidas na cabeça do síndico quanto à idoneidade da empresa.

    Nesse sentido, a primeira grande dica é não ter pressa para assinar o contrato. Avalie bem a instituição, estude a sua rotina de trabalho, pesquise outros condomínios em que ela atua, quais são os procedimentos em dias normais e de ocorrências, e como é a sua abordagem em relação aos moradores.

    Enfim, não deixe que a urgência do tema se sobressaia em relação à responsabilidade de escolher corretamente a empresa de segurança do seu condomínio.

    2- Consulte órgãos reguladores

    Verifique a legalidade da empresa junto à Polícia Federal (PF) e o Sindicato das Empresas de Segurança Privada (SESVESP). Empresas de segurança privada possuem uma legislação bastante específica: lei 7102/83 e a portaria 3233/2012.

    A Polícia Federal disponibiliza, em seu site um espaço para verificar a legalidade da empresa contratada.

    3- Fique atento à qualidade dos vigilantes da empresa

    Vigilantes devem, obrigatoriamente, passar por cursos em academias registradas pela Polícia Federal. Nesses treinamentos são realizados testes psicológicos e a verificação de documentos que atestam a idoneidade do profissional.

    Esse curso tem validade de dois anos. Após o término do programa é emitido um Certificado Nacional de Vigilante (CNV), documento expedido pela Polícia Federal que credencia o vigilante a atuar profissionalmente.

    4- Verifique se todos os documentos da empresa estão em ordem

    Empresas de segurança e vigilância armada ou desarmada devem, obrigatoriamente, possuir uma série de documentos e certificados para comprovar a sua qualificação.

    Antes de fechar contrato, verifique se ela está legal junto aos órgãos competentes. Para isso, é recomendado que seja solicitado os seguintes documentos:

    – Certificado de segurança: emitido anualmente pela Polícia Federal, certifica que a empresa possui condições técnicas para exercer sua função após fiscalização.

    – Autorização de funcionamento: emitida pelo Ministério da Justiça, com publicação no Diário Oficial da União, permite a atuação da empresa neste segmento.

    – Alvará de revisão de autorização de funcionamento: fornecido anualmente pela Polícia Federal.

    – Certidões negativas de INSS, FGTS, impostos municipais, estaduais e federais.

    – Comprovante de recolhimento de contribuição sindical do exercício atual (GRCS).

    5- Planejamento

    Um dos itens fundamentais que o síndico deverá verificar junto à prestadora de serviços do seu condomínio diz respeito ao plano de segurança. Nesse estudo, todas as atividades deverão ser planejadas com antecedência e escritas em um relatório:

    Horário das tarefas executadas; número de profissionais por turno; utilização do sistema de alarmes; escala dos funcionários; controles de acesso; planos de contingência; postura dos funcionários em relação a ações de emergência e de rotina; e o trato com o morador e demais colaboradores são alguns dos itens que devem constar em um bom plano de segurança.

    Tudo isso deverá estar formalizado por escrito. Dessa forma, o processo de treinamento dos funcionários na execução das tarefas diárias fica facilitado.

    6- Comunicação entre empresa contratada e o síndico

    Uma boa comunicação entre contratante e empresa contratada é fundamental para a prestação de um serviço de qualidade. Compartilhar problemas e sugerir soluções em conjunto tem o potencial de elevar os resultados esperados.

    Portanto, esse é um aspecto a ser considerado na hora de contratar a empresa. Fique atento e se pergunte: a empresa prestadora facilita ou dificulta a comunicação? Quais os canais que ela utiliza para se comunicar com o seu cliente? É aberta a melhorias?

    São perguntas simples que podem fazer uma grande diferença na hora de decidir qual fornecedora contratar para o seu condomínio.

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    Conheça a importância do corretor e saiba como escolher um profissional de qualidade

    Sexto episódio da série “Busca pelo Imóvel” te dá dicas importantes para escolher um bom corretor

    Escolher um novo imóvel é algo muito pessoal. São os seus gostos, suas demandas e seus objetivos que irão definir qual decisão deve ser tomada. No entanto, é muito difícil passar por todo esse processo sozinho. Além de trabalhoso e cansativo, no mercado há uma série de informações que podem ser confusas e muitas outras que estão escondidas de quem não possui muito conhecimento na área.

    Para te ajudar nessas e muitas outras questões típicas da busca por um imóvel, existe a figura do corretor, um profissional qualificado e fundamental durante todo o processo de pesquisa, visita e negociação. No sexto episódio da série “Busca pelo Imóvel,” te explicamos um pouco mais sobre o papel e a importância do corretor e o que deve ser observado antes de escolher um profissional da área. Confira:

    Além das informações que são ditas no vídeo, vale a pena conhecer mais uma: o corretor on-line. Essa é uma ferramenta recente e muito utilizada pelas imobiliárias no auxílio a quem está buscando um novo imóvel. Com o corretor on-line você pode tirar dúvidas sem sair de casa, utilizando apenas um computador ou telefone.

    Pode confiar! A qualificação e o acesso a dados sobre o imóvel é o mesmo, por isso você pode esperar conseguir as mesmas informações que conseguiria com um corretor tradicional, mas dessa vez de um modo mais prático e rápido. Não deixe de consultar a imobiliária responsável pelo imóvel sobre a possibilidade de ser atendido por um corretor on-line.

    Ficou bem mais fácil passar por esse processo, não é? Continue acompanhando a série “Busca pelo Imóvel” e fique informado sobre tudo o que envolve a escolha de um novo lar.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    As transformações da administração condominial

    Por que essa tarefa ficou tão complexa?

     

     

     

    Por Gabriel Karpat*

    Não é fácil decifrar com clareza os motivos que transformaram a administração condominial numa tarefa bastante complexa. Considerada uma matéria de simples execução, ela passou a exigir conhecimentos específicos e muito preparo dos que optam por abraçá-la. Agora a tarefa requer profissionais e, por vezes, especialistas nesse tipo de atuação.

    Trata-se de uma migração que, apesar de lenta e gradual, aconteceu de maneira irreversível e implacável, sem brechas ou atenuantes.

    Assim é hoje, quando exclui qualquer possibilidade de informalidade ou desconhecimento técnico, sob risco de descumprimento das normas estabelecidas como padrão, bem como de suas consequências.

    Não é sem razão que os condomínios são equiparados a empresas em suas responsabilidades, gerando multas pesadíssimas em caso de descumprimento de diversas normas que os norteiam.

    Tanto é assim que a questão tributária e fiscal está incorporada à administração, hoje já com o eSocial e com a Escrituração Fiscal Digital (em fase final de implementação). Essas tarefas, em parte ainda que de responsabilidade dos síndicos, foram supridas pelas administradoras condominiais, as quais também tiveram que se adaptar para agregá-las.

    Outro fator que explica a complexidade na tarefa de administração do condomínio está diretamente relacionado à grave crise no setor de segurança pública.

    Nas décadas passadas, a violência urbana trouxe insegurança e temor para dentro dos até então tranquilos conjuntos residenciais. Ocorrências de menor e também de maior gravidade tornaram-se frequentes.

    A situação fez com que o controle dos frequentadores das edificações – e seus perímetros com sistemas eficazes e de fácil operação – fosse uma preocupação a mais agregada às demandas cotidianas.

    O fato é que, sem minimizar as demais razões, nada impactou tanto o exercício da gestão da propriedade em comum como a incorporação de utilidades e serviços no cotidiano dessas minis coletividades chamadas condomínios. E, junto com esses serviços, vieram novas preocupações e responsabilidades.

    Gradativamente, o síndico se transformou. De um “simples gestor de pessoas e valores” tornou-se um verdadeiro “guardião e depositário de um complexo estrutural” que envolve áreas, bens e usuários.

    A ele, imputou-se a responsabilidade por ação ou omissão de uma ocorrência indesejável. Claro, é bem verdade que isso sempre foi incumbência do síndico, mas agora amplificado por essas novas inclusões.

    Além de ter a gestão intensificada por essas novas incumbências, o desenvolvimento da tecnologia e o surgimento de novos meios de comunicação tornaram pleno o conhecimento, por parte dos moradores, sobre cada passo de sua atuação.

    Hoje, quase que simultaneamente, todas as decisões por ele tomadas, bem como as rotinas estabelecidas em sua administração, são divulgadas ou disponibilizadas nos sites, aplicativos, painéis eletrônicos e redes sociaisdo condomínio, tornando públicas cada uma de suas ações. Isso, sem deixar de citar os inúmeros grupos em aplicativos de mensagens, ora em favor, ora contra a sua gestão.

    Todas essas formas de comunicação trouxeram ao gestor condominial outra necessidade: a de gerir também sua própria comunicação, que passou de atividade secundária à primordial, com o objetivo de garantir a transparência e a boa convivência comunitária. Essa vertente também deve fazer parte de suas atividades, já que as discussões não se limitam mais apenas às assembleias gerais.

    Todas as mudanças acima já explicariam bastante o motivo de a atividade de gestão condominial ter se tornado tão complexa. Contudo, as explicações vão além.

    Nesse sentido, é preciso lembrar que a modernidade trouxe novos meios de convivência assegurados por lei, não apenas na forma do uso do imóvel, com o aplicativo Airbnb ou Time Shering, por exemplo, como também no convívio com animais domésticos, na acessibilidade, com possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de pessoas com alguma deficiência. São pontos inimagináveis se pensarmos em uma década atrás.

    O ponto fundamental é que antes tratávamos de como proibir e hoje procuramos fórmulas de como conviver, como entender e adaptar-se às novas formas de vida comunitária e da propriedade em comum.

    Por tudo isso, a administração condominial gradativamente teve que incluir os conceitos de administração antes apenas observado nas empresas. Teve que incorporar conceitos de gestão de facilities (facility management) para a governança desses itens que impactam diretamente em todos os moradores de edificações de qualquer porte.

    O pleno conhecimento da infraestrutura das edificações e o mapeamento de seus complexos sistemas e operações tornaram-se indispensáveis. Isso, além dos controles dos ativos, como a organização e compras de insumos, entre outros.

    Aqueles que operam no segmento condominial, como síndicos, administradores, fornecedores ou prestadores de serviços devem estar muito atentos para essa rápida e irreversível transformação. Precisam estar cientes que ferramentas tecnológicas auxiliam, mas não substituem as ações e análises que facilitam o entendimento necessário para essa renovação.

    Uma das principais características do atual momento é a tomada de consciência das responsabilidades que o cargo impõe perante sua complexidade, tão essencial quanto a necessidade de preparo para o atendimento de todas as normas legais e morais visando o exercício do cargo de forma eficaz e segura.

    (*) Gabriel Karpat é diretor da GK Administração de Bens e coordenador do curso de síndicos profissionais da Gabor RH – diretoria@gk.com.br

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Lixeiras nas escadas

    Afinal, é proibido ou não? Síndicos e moradores devem saber organizar o lixo nas unidades

     

     Afinal, é proibido ou não? Síndicos e moradores devem saber organizar o lixo nas unidades

     

     

    Para quem mora em condomínio, a coleta de lixo é geralmente muito prática. Cada andar conta com uma lixeira grande, onde as sacolas das unidades são depositadas.

    Uma ou duas vezes por dia, um funcionário da limpeza passa recolhendo o lixo.

    Essa prática tão comum e recorrente em condomínios dos mais diversos portes, porém, não é indicada - em alguns municípios é até proibido – por motivo de segurança.

    Afinal, em caso de emergência, as lixeiras em todos os andares não passariam de obstáculos no caminho daqueles que querem chegar ao térreo o mais rápido possível.

    Mesmo sabendo disso, muitos condomínios não abrem mão das lixeiras em todos os andares, o que pode ser um grande problema ao renovar o AVCB, além de ser uma ameaça constante em caso de acidentes.

    Como deve ficar as lixeiras em cada unidade

    Para aqueles que se conscientizaram que a lixeira pode ser um problema, há algumas soluções.

    A mais recorrente é marcar um horário, ou dois, para a coleta do lixo nas unidades. O funcionário do condomínio toca a campainha, e o morador ou seu funcionário entrega suas sacolas de resíduos para ser encaminhado ao lixo do condomínio.

    Dessa forma, a lixeira grande é retirada dos andares, e o condomínio ganha em segurança e não perde no quesito limpeza.

    O que muda na retirada do lixo

    Apesar das situações enumeradas a seguir (veja abaixo algumas das dificuldades mais comuns em mudar esse hábito nocivo dos condomínios, e suas possíveis soluções), o ponto mais crítico é sempre a mudança de cultura nos condomínios.

    Por isso, o síndico deve levar a alteração do cuidado com o lixo para aprovação assemblear. Dessa forma fica mais fácil estabelecer procedimentos a serem cumpridos e coibir abusos.

    “A primeira semana geralmente é mais difícil para implantar a mudança do recolhimento do lixo, há bastante resistência e parece que não vai dar certo. Mas duas ou três semanas depois as coisas já entraram nos eixos”, aponta Alexandre, do Instituto Muda , que elabora projetos do tipo para condomínios.

    Para aqueles moradores que depois do período de adaptação de três semanas continuarem a não se adequar ao novo esquema de recolhimento do lixo, vale aplicar as sanções previstas no regulamento interno.

    Problemas práticos

    Mas e no caso de a unidade estar vazia no horário da coleta pelo funcionário?

    “Quando acontece isso, o próprio morador pode levar seu lixo para a lixeira do condomínio”, explica Alexandre Furlan, diretor do Instituto Muda.

    Há quem prefira levar seu lixo até a lixeira – e não ser incomodado com a campainha pelos funcionários do condomínio.

    Para esses casos, o Instituto Muda desenvolveu uma tag que pode ser colocada na porta, para que o colaborador saiba que o resíduo já foi encaminhado corretamente.

    Outro percalço em potencial, para condomínios pequenos e com exígua área comum, é o espaço para a lixeira do próprio condomínio.

    Como em São Paulo – e em algumas outras cidades do país – é proibido que o condomínio tenha lixeiras aramadas nas ruas, nesse caso só se pode colocar o lixo para fora poucos momentos antes que o lixeiro passe para o coleta.

    “Para essas situações o ideal é que um funcionário do condomínio retire o lixo apenas na hora de colocá-lo na rua. Caso o morador não esteja na unidade no momento, o mesmo deve ou entregar o resíduo para o funcionário quando for sair de casa ou deixá-lo na porta da unidade par a ser recolhido. Não são as alternativas ideais, mas é um problema recorrente em condomínios com espaço comum reduzido”, argumenta  Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Veja como conciliar os gostos na decoração de um apartamento compartilhado

    É possível criar um ambiente aconchegante conciliando as preferências de cada um, mas alguns cuidados são necessários para evitar desgastes

    Seja ao casar, para dividir despesas ou até mesmo alugar um quarto que está vazio na casa, é comum compartilhar um imóvel entre um casal, amigos e até mesmo pessoas desconhecidas. Se a ideia é dividir o apartamento ou a casa com alguém, alguns cuidados são necessários para evitar qualquer tipo de desgaste.

    Antes mesmo de definir as regras sociais para uma boa convivência, é preciso chegar a um consenso em relação à decoração. Afinal de contas, nem sempre os gostos são parecidos. Mas é possível criar um ambiente bonito e aconchegante conciliando as preferências de cada um.

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    Antes mesmo de definir as regras sociais para uma boa convivência, é preciso chegar a um consenso em relação à decoração (Foto: Shutterstock)

    O primeiro passo é escolher a tonalidade que será usada na pintura e é importante que essa decisão seja tomada em conjunto. “O ideal é pegar uma cartela e escolher as cores juntos”, explica o arquiteto Artur Diniz.

    Porém, nem sempre há consenso e, nestes casos, as tonalidades mais neutras são mais favoráveis porque são menos arriscadas. “Desta forma, melhor partir para cores claras, o branco ou para uma cor neutra”, acrescenta. E se a ideia é agradar cada morador com uma cor diferenciada, é preciso ter cuidado. “Se cada um quiser uma cor diferenciada, que não dialogue entre si, recomendo usar apenas uma tonalidade em paredes de ambientes bem distintos, mas lembrando de usar as cores com moderação”, afirma o arquiteto.

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    Desta forma, melhor partir para cores claras, o branco ou para uma cor neutra (Foto: Shutterstock)

    Outro ponto importante é otimizar o espaço, com um layout bem estudado e que não precisa ser fixo. “Algumas peças podem ser remanejadas de acordo com as necessidades que vão se delineando com a convivência ou até com a chegada de um novo morador. Pode-se também prever as instalações elétricas ou hidráulicas de forma que tornem mais versáteis uma possível mudança na disposição do mobiliário”, explica Artur Diniz.

    Na hora de pensar o layout, também deve-se delimitar cada área “privativa” dos moradores. “Seja no armário, na estante, no serviço ou até mesmo um espaço no quarto. Ali ele vai poder guardar seus objetos pessoais sem interferir no espaço do outro”, completa.

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    Se o imóvel será compartilhado por amigos, o ideal é ter um quarto para cada morador (Foto: Shutterstock)

    Quanto aos móveis, é fundamental adquirir mobiliário e acessórios que facilitem a organização do espaço. Ou seja, eles devem conciliar funcionalidade, praticidade e beleza. “Sofás e poltronas mais leves e fáceis de arrastar são ideias.

    Armários móveis com rodízios vão garantir a facilidade na mudança de layout, caso necessário”, diz o arquiteto. Se o imóvel não for muito grande e a falta de espaço seja um problema, situação corriqueira nos apartamentos atuais, será interessante usar móveis mais funcionais.

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    Algumas peças podem ser remanejadas de acordo com as necessidades que vão se delineando com a convivência ou até com a chegada de um novo morador (Foto: Shutterstock)

    “Algumas soluções são camas com baú, mesas retráteis e armários com portas ou gavetões. E ainda são muitos os recursos para quem quer deixar a casa organizada: armários com pastas, prateleiras, caixas organizadoras, nichos para objetos e gavetas com organizadores na cozinha. Tudo é válido para manter o espaço na mais perfeita ordem sem misturar os pertences”, completa.

    Cada detalhe deve ser pensado com atenção, afinal de contas, a decoração dificilmente vai atender aos moradores de forma unânime. Portanto, é fundamental não exagerar nos itens decorativos. “Uma decoração discreta e neutra vai ser útil e poderá ser complementada por alguns objetos de uso pessoal, que deixem o espaço com um pouco da história de cada um. Mas lembre-se que as peças devem ser discretas também”, indica Artur. O arquiteto sugere pequenos objetos de decoração, como retratos de família e vasos com flores, de forma que criem no morador o sentimento de pertencimento daquele lugar.

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    Cada detalhe deve ser pensado com atenção, afinal de contas, a decoração dificilmente vai atender aos moradores de forma unânime (Foto: Shutterstock)

    Para evitar qualquer tipo de desgaste, também é importante delimitar no layout cada área privativa dos moradores, seja no armário, na estante ou no serviço. Desta forma, ele vai poder guardar os objetos pessoais sem interferir no espaço do outro. “Se a ideia é separar itens pessoais nas áreas comuns, como cozinha e área de serviço, é importante garantir a organização comcestos de roupas e gavetas. E cada espaço pode ser diferenciado com etiquetas para cada morador”, esclarece.

    Cômodos

    Se o imóvel será compartilhado por amigos, o ideal é ter um quarto para cada morador. Desta forma, além de garantir mais privacidade, é possível fazer daquele o seu espaço, com os seus objetos pessoais, sua decoração, suas cores, sua mobília no seu estilo. “Ali será seu mundo quando estiver cansado da agitação de um espaço compartilhado. Existirá um espaço de silêncio para estudar, ler, descansar, enfim, terá sua privacidade”, afirma Artur Diniz. “E se apenas as áreas comuns forem compartilhadas, será importante ter um frigobar no quarto, mas isto também vai depender das regras e condutas estabelecidas”, acrescenta.

    Outra questão, segundo o arquiteto, é que o espaço deve ser pensado para dar privacidade às áreas íntimas. “Para garantir silêncio no quarto enquanto ocorre uma reunião de amigos na sala, por exemplo, pode-se instalar uma porta no corredor para ajudar a isolar o som. Isto pode evitar futuros desentendimentos”, conclui.

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    Para garantir silêncio no quarto enquanto ocorre uma reunião de amigos na sala, por exemplo, pode-se instalar uma porta no corredor para ajudar a isolar o som (Foto: Shutterstock)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

     

     

    Coleta e descarte de óleo em condomínio

    Separar o óleo de cozinha é bom para o condomínio e essencial para o meio ambienteSeparar o óleo de cozinha é bom para o condomínio e essencial para o meio ambiente

    O descarte incorreto do óleo que usamos na cozinha de casa pode ser extremamente prejudicial para o meio ambiente.

    Se um litro de óleo entrar em contato com um rio, por exemplo, pode contaminar 1 milhão de litros de água.

    Vamos combinar: é a perfeita imagem de desequilíbrio ambiental.

    E no caso dos condomínios, o problema é ainda pior. Além do dano ambiental, o descarte errado também gera prejuízos financeiros e transtornos, já que o mesmo danifica e entope as tubulações.

    A boa notícia é que a opção por um descarte correto é mais simples do que se imagina e fácil de ser implementada em condomínios.

    Os 3 passos para o descarte e coleta de óleo em condomínios

    1. DESCARTE: para descartar o óleo usado na cozinha é preciso esperar que o mesmo esfrie para, então, o colocá-lo, com a ajuda de um funil, em uma garrafa PET.
    2. ARMAZENAMENTO: quando a garrafa estiver cheia, o morador deve ser orientado a destinar a garrafa no local estipulado pelo condomínio como ponto de coleta.
    3. COLETA: atualmente, há diversas entidades – em diferentes regiões – que fazem o trabalho de retirada do óleo de cozinha no local. O condomínio deve buscar firmar uma parceria com uma dessas empresas para que o processo seja devidamente implementado.

    O síndico não precisa aprovar em assembleia a coleta seletiva do óleo, mas é interessante aproveitar um encontro do tipo para iniciar a campanha de conscientização sobre o assunto.

    “Aproveitar aquela assembleia que decide as vagas de garagem, que tem bastante adesão é uma ótima oportunidade. Chamar uma ONG que fale por 10 ou 15 minutos sobre o assunto já ajuda bastante”, sugere Geraldo Bernardes, diretor de Sustentabilidade Condominial do Secovi-SP.

    Como as empresas de coleta de óleo trabalham

    “Quem faz o descarte correto transforma um problema em solução. Esse óleo usado, sem nenhuma serventia a princípio, pode virar tinta, verniz, ração para animais e até biodiesel, usado em aviões, além de contribuir com o trabalho dos coletadores”, explica a fundadora e atual presidente da Ecóleo, Célia Marcondes.

    A entidade faz a ponte entre os condomínios e os coletadores em todos os bairros de São Paulo. Esses profissionais são cadastrados na ONG e são chamados para ir ao condomínio fazer a retirada, quando o recipiente que guarda, conhecido como bombona, o óleo estiver cheio.

    “Há duas formas de guardar o óleo: direto na bombona ou armazenado em garrafas PET dentro da bombona. Nesse caso, as garrafas PET também são recicladas”, conta Célia.

    “Além disso, rastreamos o óleo e conseguimos saber para onde foi exatamente aquele produto que estava num condomínio da Vila Mariana, e no que ele se transformou”, exemplifica Célia que também é advogada ambiental.

    Atualmente a Ecóleo coleta 2,5 milhões de litros de óleo por mês em São Paulo. A entidade recolhe o dejeto também de outros locais, como empresas e restaurantes.

    “Parece muito, mas é apenas 10% do que jogamos fora aqui. Nossa meta é arrecadar 100%”, argumenta ela.

    A Giglio é outra entidade que faz o trabalho de retirada do óleo dos condomínios. Dos empreendimentos é cobrada apenas a bombona – cerca de R$ 60 – e o condomínio chama a empresa para retirar o óleo quando o recipiente estiver cheio. O óleo nesse caso também é rastreável.

    “A cada bombona de 50 litros cheia, trocamos por 20L produtos de limpeza. Optamos por cobrar o recipiente porque infelizmente demora bastante para que as mesmas se encham”, justifica Adriano Mello, supervisor de coleta da empresa.

    Para Célia, é importante que os condomínios busquem parceiros sérios no primeiro momento, não focando a troca como vantagem.

    “É importante sabermos principalmente a destinação correta do óleo. É nisso que o síndico deve se focar ao procurar alguém para fazer essa coleta no condomínio”, assinala.

    Há casos em que o óleo é doado pelo condomínio para causas específicas.

    Em Curitiba, por exemplo, a Arquidiocese local faz esse trabalho de coleta do óleo em condomínios, vende o material para epresas que reciclam e o dinheiro é revertido para as causas locais.

    “Nós oferecemos a quem doa esse óleo um certificado de destinação também, para que todos fiquem tranquilo quanto ao que será feito com o produto”, explica Jefferson Moreira, estagiário de engenharia ambiental do projeto EcoSolidariedade.

    Vantagens para o condomínio

    As administradoras também podem ajudar os condomínios que desejam implantar a coleta de óleo usado.

    “Para quem for implantar essa coleta nos condomínios residenciais é importante salientar, além da questão ambiental, os ganhos econômicos para o condomínio”, assinala Fernando Fornícola, diretor da administradora Habitacional.

    Fernando ressalta que ações desse tipo devem impactar periodicamente o condômino, ressaltando sempre que o benefício é tanto em prol da natureza como daquela comunidade.

    “Deixar claro que o condomínio vai economizar no médio e longo prazo com cuidados com o encanamento e com a limpeza da caixa de gordura ajuda a manter o interesse e a responsabilidade dos moradores no assunto, além, é claro, da contribuição com o meio ambiente, que é fundamental”, argumenta ele.

    Como escolher o parceiro

    Para ele, também é importante que o síndico escolha um parceiro que não “deixe o condomínio na mão” e faça a destinação correta do dejeto.

    “Opte por um parceiro que seja bem-estruturado e que não vá demorar duas semanas para retirar o material”, aconselha Fernando.

    Além de fazer as coletas com pontualidade, opte por um parceiro que ofereça a possibilidade de se rastrear esse óleo, dando um fim correto para o mesmo.

    “O mais importante é saber que esse óleo não vai contanimar a água e o solo. Pelo contrário: ele estará ajudando a gerar oportunidades”, ressalta Célia da Ecóleo.

    Ao entrar em contato com uma entidade, você pode também perguntar sobre outros condomínios que tenham essa parceria firmada. Dessa forma, é mais fácil saber quais os pontos fortes e fracos do parceiro e se o mesmo realmente faz o descarte correto do óleo.

    Como envolver mais pessoas

    Para dar continuidade à ação de descarte e coleta de óleo, também é interessante e válido montar uma comissão de sustentabilidade para cuidar do assunto, que pode englobar outras ações do condomínio, como coleta seletiva, uso consciente da água e a troca de lâmpadas comuns pelas de LED.

    “Se reunindo uma vez por mês e acompanhando resultados como o volume de arrecadação do óleo e de outros materiais, além de comunicar à comunidade sobre esses números e o impacto positivo que isso gera no meio ambiente com certeza incentiva os moradores a seguirem as boas práticas”, conclui Geraldo, do Secovi.

    Esse tipo de ação continuada é fundamental para que os moradores não desistam do descarte correto do óleo.

    “Percebemos que em locais onde há mais comunicação para os moradores, há maior engajamento”, afirma Maria Antonieta Storimo, gerente da Lirium, entidade que também faz o recolhimento do óleo em condomínios.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Mesa redonda: a aposta certeira para a sala de jantar

    Elas são versáteis e perfeitas para quem gosta de reunir a família

    As mesas de jantar redondas podem até serem menos utilizadas nas decorações atuais do que as retangulares, mas, cheias de versatilidade e charme, elas são muito funcionais para quem adora reunir a família em fartas refeições ao redor da mesa só que não dispõe de um espaço tão amplo.

    Se você se encaixa nesse grupo, o motivo para considerar incorporar uma mesa redonda na decoração é simples: “elas são recomendadas para ambientes pequenos por permitirem uma maior quantidade de usuários, quando necessário, além de economizarem espaço devido aos seus pés que são sempre centrais, facilitando que as cadeiras fiquem bem guardadas embaixo da mesa, otimizando a circulação ao redor”, como explica a arquiteta Natália Salla.

     


    Foto: Reprodução/Pintereset

     

    Junto à circulação mais fluída e ao maior número de pessoas concentrada sem grandes incômodos, soma-se às vantagens desse modelo o fato de que ela pode trazer delicadeza ao ambiente.

    “A mesa redonda pode ser uma opção para balancear um ambiente que esteja em sua maioria com linhas retas, sendo um contraponto na decoração e trazer também mais leveza, já que seu design normalmente é feito com uma base central, o que favorece visualmente o ambiente, deixando-o mais limpo”, é o que ressalta Anna Beatriz Miqueleti de Almeida, arquiteta do estúdio criativo Bia Almeida Ateliê.

    Assim como as retangulares, elas podem ser encontradas em diferentes tamanhos, mas para saber quantos lugares são ideais para a sua casa, basta pensar no tamanho da família e no número de pessoas que vão utilizá-la diariamente. Segundo Natália Salla, para uma família de quatro pessoas que recebe visitas frequentemente, uma mesa de seis lugares atende bem às necessidades.

     


    Foto: Reprodução/Pintereset

     

    Já quanto às medidas, a regra é básica: “[para uma mesa de quatro lugares] é adequado escolher um tamanho que permita acrescentar cerca de 2 cadeiras, o que significa uma mesa de 1,20m de diâmetro. Para um casal, uma mesa de 90cm de diâmetro acomoda bem 2 pessoas e possibilita ser expandida para 4”, detalha Natália.

    Entre os cuidados a ficar atento na hora de incluir a mesa na sala está a localização. A mesa redonda não pode ser posicionada em qualquer lugar, pois requer ao menos 70 cm de “respiro” entre ela e a parede (ou qualquer outro item ao qual ela fique próxima), tornando possível a circulação livre ao seu redor.

    O tamanho das cadeiras também é um detalhe crucial para garantir conforto durante as refeições. A dica que Natália dá é optar por modelos sem braços: “são bem vindos modelos mais delicados e usadas em ambientes de circulação reduzida, é importante que as cadeiras sejam sem braços, pequenas, de design leve e sutil, como por exemplo os modelos Charles Eames, Bertóia, Panton, etc”.

     


    Foto: Reprodução/Pinterest

     

    Anna Beatriz finaliza com a ideia de cadeiras que quebrem qualquer peso estético que os ambientes pequenos podem ter, como “escolher cadeiras transparentes que ajudem na leveza do ambiente ou banquinhos soltos, que são uma ótima opção para acomodar visitas extras”.

    Agora que você já sabe todos os truques, inspire-se e vá atrás da sua mesa redonda!

     

     


    Foto: Reprodução/Pintereset

    Foto: Reprodução/Pintereset

    Foto: Reprodução/Pintereset

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

     

     

    Quem paga cada tipo de despesa do condomínio?

    Manutenções no condomínio podem gerar dúvidas sobre quem é o responsável pelo investimento em questão

    Manutenções no condomínio podem gerar dúvidas sobre quem é o responsável pelo investimento em questão

    Ao decidir morar em condomínio, muitos pensam na comodidade, na segurança, e em como residir ali dariamenos trabalho do que cuidar de uma casa. Isso porém nem sempre é verdade, uma vez que morando em condomínios deve-se dar atenção não apenas à manutenção da sua unidade, como também às áreas comuns do empreendimento.

    Algo que pode gerar questionamentos e problemas entre vizinhos e síndico é quando uma situação sai dos trilhos. Pode ser um vazamento entre apartamentos, a rede de gás, uma infiltração que esteja vindo da fachada – tudo deve ser estudado com cautela.

    Por isso enumeramos abaixo uma série de situações difíceis, para que a comunidade condominial tenha por onde partir. Confira:

    Vazamentos entre apartamentos

    Problemas de infiltrações ou vazamentos costumam gerar muita confusão em condomínios

    Geralmente, quando há problemas de encanamento em um apartamento e os reflexos são sentidos na unidade do andar de baixo, o embate é na hora de providenciar o reparo e, logicamente, pagar a conta.

    Os edifícios têm duas redes de encanamento: a horizontal e a vertical (também chamada de coluna principal).

    Rede vertical (coluna) Rede horizontal
    Conduz água e esgoto entre rua e andares Liga coluna e unidade
    Uso geral Uso particular
    Responsabilidade do Condomínio Responsabilidade da Unidade
    • A rede vertical conduz água e esgoto por todos os andares. É de uso comum, portanto, de total responsabilidade do condomínio - inclusive obras realizadas nos apartamentos, em virtude de problemas nesta rede.
    •  A rede horizontal comporta os canos que servem às unidades, recebendo água da rede vertical e conduzindo esgoto para a mesma. As unidades ficam responsáveis pelos reparos e danos aí ocorridos.
    • Se há um vazamento no teto do banheiro, em virtude de problemas na rede horizontal, o responsável pelo reparo é o morador da unidade de cima, com todos os custos.

     

    Varandas e Sacadas

    • A manutenção do piso e/ou teto das varandas é de responsabilidade de cada unidade (proprietários).
    • Porém se comprovado que o vazamento possui como origem, por exemplo, uma tubulação vertical da rede central que serve todas as unidades, então essa resposabilidade será do condomínio, ou seja todos pagarão pelo reparo.
    • A manutenção das partes externas e visíveis da varanda, cabem ao condomínio

    Coberturas

    • As despesas relativas a partes comuns de uso exclusivo de um condômino, ou de alguns deles, incumbem a quem delas se serve – assim dispõe o artigo 1.340 do Código Civil.
    • Infiltrações e outros problemas com origem em terraço de uso e propriedade comum são de responsabilidade do condomínio.

    Fachadas

    • Não adianta adiar a manutenção da fachada do prédio só porque a obra será custosa. Além da deterioração do patrimônio comum, o condomínio pode ser responsabilizado pelos custos de reparação dentro das unidades, caso seja comprovado que foi pela fachada que adentrou a umidade.
    • Em geral é o condomínio quem arca com esse tipo de custo. Para evitá-lo, é importante manter amanutenção da fachada em dia, seja com a recolocação ou substituição de pastilhas, pintura ou a feitura de um novo acabamento.
    • O importante é manter a umidade longe das unidades, já que são elas as causadoras das infiltrações.

    Janelas

    • Há casos, porém, de infiltrações vindas das janelas cuja responsabilidade não é do condomínio. Por exemplo, quando há falta de manutenção das esquadrias de janelas, como borrachas, silicone ou escova. Também vale verificar se a raiz da infiltração não é a instalação incorreta de aparelhos de ar-condicionado. Quando a situação é uma dessas, a responsabilidade pela infiltração é do condômino.

    Rede ou instalações de gás

    Apesar da instalação de gás ser composta por diferentes canos, todos individualizados, cada qual servindo a uma dada unidade, é considerada coisa comum, tendo em vista o potencial de perigo que cerca o assunto e por conta da instalação percorrer áreas de uso comum.

    Desta forma, tanto a instalação, quanto a manutenção dos canos de gás, são de responsabilidade e incumbência do condomínio, e seus gastos deverão ser arcados por todos os condôminos, com base no critério de rateio de despesa previsto na Convenção.

     Veja abaixo parecer jurídico sobre a questão:

    Todo o regime jurídico que tutela o ora chamado condomínio edilício (arts. 1.331 a 1.358 do novo Código Civil) se presta a reger os interesses, a convivência, as áreas e as coisas comuns. Em outras palavras, o síndico do condomínio é o responsável pela manutenção e conservação das partes comuns do edifício, como evidenciam os arts. 1331, § 2°, e 1.348, V, ambos do novo Código Civil

    Rede elétrica

    Geralmente é o condômino o responsável por pagar danos ocorridos na parte de dentro da sua unidade - o resto é de responsabilidade do condomínio.

    Porém, quando o morador decide trocar a fiação da sua unidade, por uma mais potente, deve ser bastante cauteloso. Se essa obra não for dimensionada corretamente, a mesma pode causar danos na rede elétrica comum do condomínio. Nesse caso é o condômino quem arca com o prejuízo. Importante frisar que para fazer uma obra desse tipo hoje, dentro da unidade, é necessária uma ART e aprovação do síndico.

    Interfones

    • É de responsabilidade do condomínio, mesmo que houver problema apenas em uma unidade – a não ser, é claro, que a empresa de manutenção ateste que o dano ocorreu por mau uso do equipamento na unidade.
    • Neste caso, quem paga é o morador, mesmo se for inquilino.

    Cupins

    • Há polêmica em definir se a descupinização é despesa do condomínio ou da unidade. Na maior parte das vezes, a infestação ocorre em muitas unidades do mesmo prédio.
    • Mesmo antes do problema aparecer, é conveniente colocar o assunto em pauta numa assembleia, para garantir uma proteção coletiva.
    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Reformar apartamento alugado: como funciona?

    Reformar apartamento alugado pode ser uma dor de cabeça – ou não, quando você usa criatividade e bom gosto

    Muitas vezes uma boa oportunidade para o bolso não está exatamente dentro dos padrões de decoração – mas a expectativa de reforma compensa. Mas como fazer quando o imóvel é alugado?

    Bom, nesse caso você tem três possibilidades: deixar tudo como está, conversar com o proprietário e ver se ele está disposto a descontar do aluguel o valo gasto com a reforma, ou partir para o faça você mesmo e fazer uma decoração com o mínimo de intervenção possível, mas recheada de bom gosto e criatividade.

    Como essa última opção parece a mais prática e fácil para a maioria das pessoas, encontramos algumas ideias bem bacanas para reformar sua casa apenas através da decoração. Veja como reformar um apartamento alugado sem quebra-quebra, mas com muitas ideias na cabeça.

    Faça uma decoração voltada para a economia e sustentabilidade

    Decorar um apartamento alugado pode ser um desafio, mas pode ter certeza de que vai compensar. Com um olho no bolso e outro no meio ambiente é possível usar a criatividade e fazer mudanças pontuais bastante significativas.

    Use adesivos e transforme sua cozinha

    Muitas vezes os apartamentos alugados mais antigos têm azulejos datados, que já saíram de moda há muito tempo e mais estragam do que melhoram a decoração da casa. Hoje o mercado é farto em adesivos para azulejos, com as mais diversas estampas, próprias para todos os estilos de decoração.

    Entre as opções estão os adesivos que imitam ladrilhos hidráulicos. Com eles é possível formar verdadeiros mosaicos para paredes inteiras ou pequenas áreas.

    Mas não pense que o uso dos adesivos na cozinha se resume a cobrir revestimentos feiosos: use a imaginação e crie pelas paredes! Faça uma busca pela internet e distribua bom gosto e bom humor por todos os cantos, da geladeira à área de cocção.

    Troque o piso da sua casa sem trocar o piso

    Na verdade você estará encobrindo o piso antigo de uma forma que poderá retirar o novo quando sair e deixar tudo como era antes na hora de entregar a casa. Como assim? Fácil, com os pisos vinílicos.

    Eles também são conhecidos como pisos de PVC, tem padronagens, texturas e grossuras bastante variadas e inúmeras vantagens: são mais silenciosos (você fica livre de toc toc), hipoalergênicos, resistentes à água, fáceis de limpar e antichamas.

    No entanto, saiba escolher o tipo para a sua decoração do apartamento alugado não dar dor de cabeça depois. Eles podem ser instalados com cola ou em clique – sendo este último a melhor opção para quem vive de aluguel. Fáceis de serem instalados, eles podem ser rapidamente removidos sem prejuízo do piso que está embaixo e levados para qualquer outro cômodo ou apartamento.

    Com os pisos vinílicos você pode trocar o piso da casa inteira se quiser, de forma prática, bonita e econômica.

    Decore com biombos e crie cantinhos especiais

    Eles voltaram à moda e estão com tudo no mundo da decoração, principalmente nos espaços mais amplos: os biombos são uma excelente opção para criar cantinhos exclusivos pela casa.

    O melhor é que eles podem ser feitos com praticamente qualquer material, de portas de demolição à decoração com pallets, de placas de MDF DIY com dobradiças e de qualquer outra coisa que a sua imaginação mandar.

    Além disso, os biombos podem mudar de lugar com facilidade, criando ambientes exclusivos a qualquer instante. Você pode usar os biombos na decoração da casa para dividir ambientes ou destacar um móvel, por exemplo.

    Outra ideia muito bacana é criar uma cabeceira de cama muito original com biombo feito de portas de veneziana, por exemplo, como este aqui da foto.

    Faça um jardim em casa e mude sua decoração 

    A decoração com flores é uma das mais bonitas e baratas – e, acredite, eficientes quando o assunto é dar nova vida ao ambiente.

    Mas se você pensa que ter um jardim em casa é privilégio de poucos, muito se engana: é possível montá-lo em qualquer cantinho disponível que você tiver. Veja alguns exemplos.

    Você pode modificar completamente uma parede criando um jardim vertical em xaxins de fibra de coco ou em pedaços de eucalipto, por exemplo. Use a sustentabilidade e aproveite o que você tem em casa, de caixotes à mesas antigas, de telas a estrados. O resultado é surpreendente.

    Crie uma parede lousa e liberte sua criatividade

    Essa dica é fácil, barata, rápida e pode ser usada em qualquer lugar da casa, da sala ao quarto das crianças, da cozinha ao escritório. Tudo o que você vai precisar é tinta preta fosca, rolo de lã e bandeja para tirar o excesso da tinta. O resto é mãos à obra!

    Faça uma (ou mais!) parede lousa onde quiser. Há várias tintas específicas no mercado, mas a verdade é que qualquer tinta preta fosca tem o mesmo efeito.

    Use-a em um pedaço pequeno de parede ou na parede inteira, de acordo com o seu estilo. Escreva com giz comum branco ou colorido e apague com um pano seco. O resultado é incrível para quem gosta de uma decoração descolada.

    Crie um visual de armazenamento aberto

    Os armários da cozinha do apartamento alugado são feios? Nem esquente a cabeça: vá com jeitinho e tire as portas com cuidado, guardando-as em um cantinho. Forre o interior do armário com papel ou contact e crie um visual de armazenamento aberto.

    Além de ser uma grande tendência em decoração, fica bonito e estiloso. Só tome cuidado para não virar bagunça: escolha suas peças mais bonitas para ficarem à mostra e mantenha-as sempre arrumadas.

    Você pode fazer esse tipo de decoração também em qualquer ambiente da casa, com prateleiras, araras e estantes. O visual fica completamente diferente do anterior e você gasta muito pouco.

    Fonte: ImovelWeb

    Veja algumas dicas sobre extintores de condomínio

    Solange Rifiski, da Win Líder Extintores compartilha algumas dicas sobre a manutenção dos extintores de condomínio.

    Veja algumas dicas sobre extintores de condomínio
    Extintores de condomínio

    Todos os condomínios sejam eles residenciais ou comerciais, de pequeno ou grande porte, precisam ter extintores fixados em diversos locais no seu interior.

    Além de ser um item de segurança indispensável, sua presença é obrigatória por lei e caso o condomínio não possua, ou esteja com a manutenção atrasada, o síndico será responsabilizado por negligência.

    Os extintores devem ser recarregados anualmente – somente os de CO2 necessitam de uma inspeção semestral e recarregados se for preciso. Depois de serem devidamente recarregados, eles recebem um selo do Inmentro com a data do próximo vencimento fixado no objeto. Isso garante que a manutenção do extintor foi realizada por uma empresa credenciada pelo órgão.

    As mangueiras também precisam passar por uma por uma inspeção na hora da vistoria para troca ou recarga dos extintores. Porém, o teste hidrostático deve ser feito somente a cada cinco anos.

    Veja mais algumas dicas sobre os extintores de condomínio na entrevista abaixo, com Solange Rifiski, da empresa Win Líder Extintores.

    Viva o Condomínio: Quais são os principais cuidados que devemos ter com os extintores de condomínio?

    Solange Rifiski: Verificar mensalmente todos os extintores; eles devem estar com o manômetro na faixa verde (faixa de operação), caso contrário avisar a empresa para recarregar.

    Qual a periodicidade da troca dos extintores?

    Anualmente. Embora os extintores de CO2 precisem de vistoria a cada seis meses.

    Recarga ou troca, o que você recomenda?

    A recarga é indicada quando o número de extintores for elevado. Já a troca recomenda-se para quando for abaixo de 10 cilindros.

    O que ficar atento na hora da manutenção dos extintores do condomínio?

    Escolher a empresa não pelo preço praticado, mas sim pelo histórico, pela transparência, a qualidade, a responsabilidade e a idoneidade. São essas características que asseguram um bom serviço.

    Como identificar que está na hora de recarregar, trocar ou efetuar a manutenção dos extintores do condomínio?

    Verificando a data de validade dos equipamentos impressa nas etiquetas com o selo do Inmetro.

    Com relação às mangueiras, o que deve ser observado na hora da manutenção?

    A manutenção é obrigatória e deve ser feita anualmente, conforme prevê a norma, acompanhando os testes, visitando a empresa e verificando se de fato é feita a manutenção conforme a norma.

    Em média como ficam os custos para a troca ou a recarga dos extintores do condomínio?

    Os custos de recarga para o pó do extintor de 4 kg giram em torno de R$ 20,00 cada e de R$ 10,00 a mangueira hidrante.

    Por fim, nos dê mais algumas dicas sobre como escolher a empresa correta para efetuar a manutenção dos extintores de condomínio.

    – Escolha a empresa pela qualidade dos serviços prestados, pela responsabilidade e transparência. Não somente pelos custos.

    – Visite a empresa, conheça todos os processos, como é feita a manutenção nos extintores e mangueiras, quando e porque é necessária a substituição de peças.

    – Não permita que o condomínio seja enganado ou explorado pela falta de conhecimento; todo serviço bem feito com qualidade e segurança tem preço.

    – Contrate uma empresa parceira  e  não apenas um prestador de serviço temporário e ocasional. Isso pode possibilitar uma boa margem de negociação para o condomínio

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    7 dicas baratinhas para decorar o primeiro apartamento

    Se o espaço é pequeno – e a grana também – , as nossas dicas vão cair muito bem. Aproveite!

     

    (Foto: Thiago Travesso/Divulgação)

     

     

    O primeiro apartamento a gente nunca esquece! Apesar do êxtase da conquista, as despesas são tantas que a decoração sempre fica em segundo plano. Tem que reformar, pintar, trocar alguns materiais, pagar IPTU, parcela, aquecedor e muito mais. Calma! Antes de apoiar a TV na caixa e abrir a cadeira de praia como sofá, nós vamos ajudá-lo. Preparamos algumas dicas legais e baratinhas para ajudar na decoração do seu primeiro apê. Olha só:

     

    Objetos de diferentes épocas e procedências, arrematados em feirinhas de antiguidades e brechós, ficam à vista no living | Uma antiga arandela trazida de Londres pontua a parede do lavabo, onde o gabinete da pia é um móvel um móvel chinês adaptado (Foto: Edu Castello/ Editora Globo)

    (Foto: Edu Castello/ Editora Globo)

    Frequente brechós

    Durante um passeio aos principais brechós da cidade, você vai descobrir itens de decoração incríveis, cheios de histórias, sem gastar muita grana. Objetos e móveis usados, revitalizados e bem conservados custam bem menos. Vale a pena passear pelas prateleiras com o olhar atento. Certamente, a visita vai render ótimos achados.

     

    tutorial casa e jardim; lustre (Foto: Thais Del Gaudio)

    (Foto: Thais Del Gaudio)

    Faça você mesmo

    Aceite o desafio e coloque a mão na massa. Você conhece a nossa websérie Tutorial? Nela, a equipe de Casa e Jardim entra em ação e te ensina a criar objetos para decorar a sua casa. O pendente de barbante que você vê na foto acima foi feito pelo editor de arte Fabiano Spadari, mas tem muito mais. Você pode aprender a customizar uma cabeceira, fazer uma cesto para colocar em cima da mesa, um quadro de boas-vindas. Ideias não faltam!

     

    (Foto: Maira Acayaba)

    Faça planos a longo prazo

    Não adianta gastar muito dinheiro em uma peça da moda. Daqui há alguns anos, você vai querer trocá-la. Nesse primeiro apê, invista em móveis, acessórios e itens de decoração que você possa levar com você na mudança para a sua próxima casa –  e certifique-se que vai continuar a amá-los nos próximos anos.

     

    O antigo móvel de farmácia foi transformado com pintura spray, seguida pela colagem de adesivos de vinil, com motivos florais e de círculos. A peça organiza brinquedos e livros no quarto do bebê. (Foto: Casa e Jardim)

    O antigo móvel foi transformado com pintura spray, seguida pela colagem de adesivos de vinil, com motivos florais e de círculos. (Foto: Casa e Jardim)

     

    Tinta spray, sua nova melhor amiga

    Lembra dos itens antigos que você comprou no brechó? E daquela peça que você amava há 2 anos, mas agora não mais? A tinta spray pode ser a solução. Ela é capaz de recuperar uma peça antiga ou dar um up naquele objeto que está encostado. Tudo sem gastar muito.

     

    cama-com-nichos (Foto: Lufe Gomes)

    (Foto: Lufe Gomes)

     

    Invista em peças multiuso

    Se, além de dinheiro curto, o espaço é pequeno, invista em móveis e peças multiuso. A estrutura de madeira dessa cama,por exemplo, permite que você aproveite o espaço embaixo para guardar edredons e cobertores.

     

    A chaleira antiga vira porta-talher: maneira original de organizar a mesa. (Foto: Rogério Voltan/Editora Globo)

     

     

    Investigue a casa dos familiares

    Sabe aquele ambiente que se guarda tudo o que não é usado com frequência? Que tal dar uma olhadinha nesses espaços na casa dos parentes? Você pode descobrir muita coisa antiga e bem conservada para o seu apê, e o melhor, de graça!

    Se falta espaço nas paredes, use o teto para instalar prateleiras, como neste projeto do arquiteto Maurício Arruda. É ótimo para colocar itens necessários, mas pouco usados no dia a dia. (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)

    Criatividade para guardar mais coisas

    Provavelmente o seu primeiro apartamento também será o seu menor imóvel. E com o espaço reduzido, fica muito mais difícil manter a organização? Tente aproveitar os espaços em cima dos armários ou embaixo da cama e crie prateleiras. Você pode acomodar os objetos em cestos ou paletes.

    Fonte: Revista Casa e Jardim

    Chama o síndico! Saiba como driblar conflitos nos condomínios

    Ações trabalhistas, brigas entre vizinhos e o papel do síndico. Saiba o que fazer e como evitar dor de cabeça no dia a dia

    A vida em condomínio pode ser mais simples
    A vida em condomínio pode ser mais simples | Reinaldo Canato/29.11.2016/Folhapress

    Um dos principais desafios nos condomínios é a relação com os funcionários. Em alguns prédios, os gastos com folha de pagamento chegam a 50% do orçamento, além das ações trabalhistas. Fora os conflitos entre vizinhos, o que nem sempre é fácil de gerenciar. E como equilibrar as contas e os relacionamentos entre moradores e funcionários?

    Para Pedro Schaffa, sócio fundador da SBAC Advogados, com relação aos funcionários, é muito importante que haja um controle adequado das horas extras. “Contratos mal feitos, descuido com o horário dos funcionários e a relação entre moradores com as pessoas que trabalham no prédio geram inúmeras ações trabalhistas”, alerta.

    Um condômino pode causar um grande problema para todos os moradores. “Tivemos um caso de briga entre um morador e um funcionário que gerou um processo por assédio moral e uma indenização alta”, conta Schaffa. O respeito é sempre a melhor escolha.

    Para reduzir custos, muitos condomínios optam por contratar empresas terceirizadas. Em parte, isso ajuda, mas é preciso ficar atento aos contratos, principalmente se essas empresas estão pagando todos os encargos trabalhistas da forma correta.

    Os 4 C’s da discórdia

    E quando o assunto é vida em condomínio, vale lembrar dos quatro c’s da discórdia: crianças, carro, cachorro e cano. “Esses quatro pontos, independentemente do local, são fontes de stress entre os moradores e podem ser evitados se todos colaborarem”, diz o advogado.

    Manutenção e cuidado com os vazamentos. O síndico deve cuidar das áreas comuns. Se houver vazamento entre apartamentos, o proprietário da unidade originadora do problema é o responsável pelas despesas da obra.

    Garagem é a dor de cabeça na certa. Respeitar a vaga demacarcada é fundamental para a boa convivência. No caso de sorteio, idosos e deficientes físicos devem ser contemplados com vagas mais espaçosas ou com entrada privilegiada.

    Não permitir que crianças desrespeitem as regras ou façam muito barulho. Crianças menores de 5 anos devem estar acompanhadas de adultos no parquinho. Não devem andar nos elevadores sozinhas aquelas menores de 10 anos e jamais deixá-las sozinhas na piscina. Funcionário do prédio não é babá e não tem obrigação de cuidar dos filhos dos moradores.

    O mesmo vale para os pets: respeitar o regulamento interno, segurar os animais no colo para que não avancem em outros moradores ou sujem as áreas comuns. Os condomínios podem restringir o porte dos cachorros e exigir o uso de guias. Uma saída interessante é a construção de um play para os pets.

    Algumas situações geram conflitos que extrapolam os muros do prédio vão parar na administradora ou, em casos extremos, na Justiça. “Um cachorro foi atropelado na garagem. Quem atropelou argumenta que o cachorro estava sem coleira. O dono do pet, por sua vez, diz que o morador não prestou socorro e o bicho morreu. A briga foi parar na administradora do condomínio”.

    Em casos como este, vale chamar o síndico? “É preciso entender qual é o papel desta figura. Na prática, é um morador que assina pelo prédio e responde civil e criminalmente. Alguém que auxilia a resolver problemas, mas é um morador como qualquer outro que não deve ser incomodado à toa”. Um jeito de melhorar a vida do síndico e sua relação com os demais condôminos, que nem sempre é simples, é criar comissões de moradores que trabalhem em conjunto com o síndico.

    Outra alternativa é contratar um síndico profissional. “É preciso que seja uma pessoa habilitada, com formação em administração de empresas ou engenharia. Ele será mais cobrado, afinal, está ali para isso, no entanto, da mesma forma que o síndico morador, ele não está ali para resolver problemas pessoais ou de relacionamento entre vizinhos, apenas as questões do edifício”.

    Inadimplentes

    A falta de pagamento do condomínio é um caso sério. Administradoras de condomínio aceitam negociar com os inadimplentes, o que, no dia a dia, se torna um incentivo negativo.

    Muitos moradores deixam de pagar o valor do condomínio, investem esse dinheiro em uma aplicação e no fim do ano pagam o valor total com desconto. “Essa é uma prática comum e a recomendação é que as administradoras não tolerem a falta de pagamento, salvo em casos muito específicos. A negociação penaliza aqueles que estão em dia com suas contas”.

    Reforma trabalhista

    A nova legislação trabalhista, publicada em novembro de 2017, altera algumas resoluções da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) que impactam diretamente as relações trabalhistas em condomínios, principalmente no que se refere ao custo.

    Com a mudança na legislação, o condomínio pode contratar serviços de jardineiro e faxineiro como trabalhadores autônomos, ou ainda registrá-lo com horário diferenciado, alternativo às 44 horas semanais, podendo contratar o serviço com uma carga horária menor e com custo menor. A cláusula sobre a terceirização da atividade-fim das empresas e condomínio possibilita que os condomínios terceirizem qualquer área de trabalho do empreendimento.

    “A legislação abrange ainda cláusulas sobre férias, rescisão contratual e demais pontos de interesse entre trabalhadores e empresas, que devem ser considerados e negociados caso a caso, estes pontos específicos podem representar grandes benefícios aos condomínios”, afirma Schaffa.

    Fonte: https://noticias.r7.com/

    Quais são as novas tendências de marmorite na decoração?

    O marmorite hoje é uma tendência de decoração nas casas e apartamentos, quer saber como adicionar no seu lar? Confira neste artigo.

    Bastante comuns nas áreas sociais dos prédios e também nos pisos de banheiros dos anos 40, o marmorite foi peça fundamental da decoração ao longo das décadas por ser mais barato do que o mármore puro. Sua composição consiste em uma mistura que leva: granito, mármore, vidro, quartzo e outros tipos de materiais, que o fazem poder ser encontrado das mais variadas cores.

    Atualmente pode ser visto nas decorações além das pias de lavabo, como por exemplo em acabamentos nas paredes e em detalhes adicionados ao restante do ambiente. Separamos abaixo algumas ideias para você incluir em casa também.

    Na sala de estar:

    O chão de marmorite ajuda a trazer um clima retrô para quem gosta de um visual mais vintage e estiloso. O piso branco com formas coloridas combina super bem com tons neutros como as cadeiras de madeira e a parede em tom terroso da referência que escolhemos.

    As cortinas são de um azul vibrante para trazer mais alegria ao espaço, destacando-se por combinar com as almofadas dos assentos. As luminárias e lâmpadas do ambiente são simples para não sobrecarregar a decoração, assim como as plantas em vaso branco neutro.

    Nas escadas:

    Para quem não deseja ousar muito, mas gosta do estilo, uma outra opção é aplicar o marmorite nas escadas de casa, sejam da área interna ou externa.

    O tom escolhido nesta imagem é escuro com mescla de branco, o que ajuda a suavizar a aparência escura do material. Ficou muito charmoso com os detalhes em prata do corrimão.

    Na cozinha:

    Essa cozinha é pura elegância e tem muitos detalhes em marmorite para inspirar na reforma da sua casa. A composição com o material começa no piso em tom de creme e marrom. Já na escada e na parede temos marmorite verde, que dita a cor principal da decoração.

    Os móveis e eletrodomésticos acompanham em uma composição retrô com tons pastéis que lembram as casas das décadas de 50 e 60. Os armários embutidos fecham o visual do ambiente dando uma certa modernidade devido a ausência dos puxadores.

    Quer outra inspiração para cozinha? Que tal essa combinação toda em tons de rosa? A cor tem sido usada frequentemente em itens decorativos nos últimos anos e vai muito bem com marmorite.

    Nos quartos:

    Se você quer um detalhe mais discreto no quarto, mas não tem coragem de usar o acabamento em marmorite, que tal um papel de parede que imite o efeito? É simples, barato e fácil de aplicar, além de garantir a possibilidade de alterar a decoração sempre que você desejar.

    Esse branco com tons multicoloridos ficou perfeito com a cadeira rosê e os detalhes decorativos em tons de rosa, roxo e branco. Fica lindo!

    Na área externa:

    O piso de marmorite na área externa é um clássico e combina muito com qualquer tipo de decoração que você deseja para o quintal de casa. Vai bem com móveis em tons neutros e mais sérios e também para os coloridos e vibrantes que garantem mais harmonia e alegria para o ambiente.

    As colunas em madeira dessa referência deixam o espaço ainda mais elegante e estiloso, pois criam uma atmosfera industrial e confortável.

    No banheiro:

    Marmorite nos banheiros é um clássico, seja nos balcões, pias dos lavabos, paredes, etc. É a área da casa mais fácil de decorar com esse tipo de material, por de ser muito democrático e sempre estar presente neste tipo de ambiente.

    Vale brincar com a composição misturando texturas e cores ao marmorite com detalhes em ouro rosê nas torneiras e seguradores de toalhas, por exemplo. Usar nichos coloridos pode também ajudar a compor um espaço cheio de personalidade.

    Fonte: http://www.imovelweb.com.br

    O preço do apartamento que você quer é justo? Saiba o que observar

    Conhecer o valor médio do metro quadrado na área e detalhes do imóvel ajudam a não comprar gato por lebre

    Muitos critérios podem valorizar ou depreciar um imóvel, por isso é preciso analisar o preço com equilíbrio. Em caso de edifícios, por exemplo, andares mais altos são mais valorizados. A vizinhança também conta pontos: transporte público, escolas, hospitais e áreas de lazer próximos. É preciso levar em conta todos esses fatores para chegar a um valor médio ideal.

    valor
    Fatores internos e externos podem explicar o valor de um imóvel (Foto: Shutterstock)

    “É bom consultar corretores da região para conhecer o valor médio do metro quadrado, verificar se o entorno oferece facilidades que compensem o investimento. Além disso, também vale a pena verificar anúncios de propriedades semelhantes, na mesma área, para checar se o preço é realmente justo”, ensina o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto.

    Ele ainda orienta a ter atenção à documentação apresentada, para saber se o imóvel não está bloqueado por conta de ações trabalhistas ou se há algum impedimento legal à transação. “O corretor de imóveis avaliador é quem pode garantir o valor justo com mais segurança e tranquilidade”, diz.

    Desconfie

    Delegado titular do Creci-SP e perito em Avaliações Imobiliárias, Wagner Nogueira ressalta que o cliente deve desconfiar de imóveis com preço muito abaixo do mercado ou condições exigidas que fogem do habitual.

    “O parecer técnico de avaliação mercadológica (PTAM) é feito por profissionais do ramo imobiliário capacitados para realizar a avaliação correta de um imóvel. Mesmo que seja um simples parecer de valor de mercado, é essencial buscar o auxílio de um corretor”.

    valor do imóvel
    Imóveis com valor muito abaixo do mercado podem esconder problemas (Foto: Shutterstock)

    Nogueira lembra um ponto importante que influenciará diretamente no preço: a necessidade de venda. “Obviamente, quanto menor o valor praticado frente ao valor de mercado avaliado, maior a possibilidade de venda”.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Calendário com as principais demandas do condomínio

    Programação é a chave do sucesso para qualquer boa gestão. Por isso, fique atento para as principais demandas do condomínio.

    principais demandas do condomínio_interno

    Administrar um condomínio não é uma das tarefas mais fáceis. O síndico que se compromete a gerenciar esse tipo de moradia precisa conciliar uma série insatisfações, gerenciar funcionários, o fluxo de caixa, e ficar atento para as manutenções obrigatórias que todo condomínio exige.

    Por isso, elaborar um calendário com as principais demandas do condomínio trás diversas vantagens para o síndico: torna a sua gestão mais eficiente, contribui para a transparência das contas e auxilia na economia do condomínio.

    Pensando nisso, o Viva o Condomínio elaborou um calendário com algumas tarefas que o síndico precisa estar atento ao longo do ano.

    JANEIRO

    Assembleia geral ordinária: também conhecida como AGO, ocorre uma vez por ano em período estipulado na convenção do condomínio. Caso o documento não marque uma data específica para realização da reunião, o ideal é que a assembleia ocorra neste mês. Isso porque, na mesma reunião pode-se aprovar as contas do período anterior e apresentar a previsão orçamentária para o ano em exercício.

    Veja os nossos modelos de documentos para Assembleia geral ordinária

    Ata da assembleia geral ordinária

    Procuração para representação em assembleia

    Ata da assembleia geral ordinária

    FEVEREIRO

    Lavagem da caixa d’água: A limpeza da caixa d’água do condomínio deve ser feita duas vezes por ano. Devido ao calor nos meses de verão, o mais indicado é que a primeira lavagem ocorra logo no início do ano. Só não se esqueça de fixar comunicados informando dia e período da lavagem.

    Formulário: limpeza da caixa d’água

    MARÇO

    O terceiro mês do ano marca a mudança de estação. Entramos no outono, uma época do ano de transição para o período mais frio. Logo, o jardim do condomínio precisa de um cuidado especial. Realizar o plantio de flores que suportem temperaturas mais baixas e espalhar terra sobre a grama são recomendações nesse período.

    ABRIL

    Dedetização: Assim como a limpeza da caixa d’ água, recomenda-se que o condomínio faça duas dedetizações ao longo do ano. A primeira no início do período mais quente do ano, e a segunda para reforçar a anterior e erradicar algumas pragas que aparecem com o frio.

    Dedetização: veja dicas para evitar transtornos

    MAIO

    Obras: esse é o período do ano mais seco. Portanto, é o mais indicado para restauração de fachadas, recuperação de trincados e fissuras, impermeabilização, infiltrações e melhorias em geral. Programe-se para iniciar a obra nessa época do ano e evite um dos maiores vilões das obras no condomínio: a chuva.

    JUNHO

    Verifique o playground, a brinquedoteca e demais equipamentos que envolvam a diversão das crianças, já que o mês seguinte marca o início das férias escolares.

    Playground em condomínio: brincar com segurança

    JULHO

    Mês de férias escolares e o número de crianças circulando pelas áreas comuns do condomínio aumenta. Com isso, a possibilidade de acidentes e transtornos relacionados ao barulho. Mas você, como é um bom gestor profissional, já inspecionou todos os brinquedos no mês anterior, conversou com os pais e criou campanhas de conscientização para esse período. Então, está tudo certo.

    Férias escolares: criançada ativa, gestão participativa

    Formulário: Crianças em férias

    AGOSTO

    Julho ou agosto são os meses ideais para a manutenção da piscina. Está frio e o uso desse espaço diminui consideravelmente. Observe itens como descolamento de azulejos, estabilidade do deck, possíveis vazamentos e outras manutenções periódicas: qualidade da água e filtro.

    Formulário: Regulamento para piscina

    Dicas e cuidados para a piscina

    SETEMBRO

    Assim como março marca o início de um período de transição entre temperaturas mais quentes para as mais frias, setembro ocorre o fenômeno inverso. O nono mês do ano marca o início da primavera, época do desabrochar de flores e árvores. Por isso, uma nova alteração nas plantas e flores do condomínio é indicada. Também é recomendável fazer a podas em árvores e a criação de uma horta comunitária no condomínio.

    Jardim do condomínio exige mais cuidado com a chegada do verão

    Horta comunitária em condomínios

    Formulário: Horta no condomínio

    OUTUBRO

    Dedetização: Uma nova dedetização/desratização precisa ser programada para esse período. Com a chegada do calor, alguns insetos típicos dessa época aparecem.

    Limpeza da caixa d’ água: para garantir que a água estará em boas condições para o período de maior consumo (verão) recomenda-se uma limpeza na caixa d’água no mês de outubro.

    NOVEMBRO

    Para-raios: para que tudo esteja em segurança para os períodos mais chuvosos (dezembro e janeiro), recomenda-se a manutenção dos para-raios neste mês.

    Manutenção dos para-raios: saiba como efetuar corretamente

    DEZEMBRO

    Campanha de segurança: Por causa das viagens de fim de ano, dezembro é o período em que o condomínio fica mais vazio. Portanto, é importante que o síndico crie alternativas como campanhas de conscientização sobre a importância da segurança do condomínio em períodos como esse.

    Fim de ano no condomínio: veja dicas sobre segurança

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    Conheça dicas para negociar o valor de um imóvel

    Você levou dias procurando um imóvel que te chamou a atenção o bastante para valer uma visita e, chegando lá, ficou decidido: é o ideal. O próximo passo seria então assinar o contrato, certo? Errado! Depois de tomar a decisão, o certo é partir para a negociação do valor e das condições do imóvel antes de qualquer coisa.

    Sabendo que nem todo mundo sabe como, quando e com quem negociar, o quinto episódio da série “Busca pelo Imóvel” dá dicas para fazer uma boa negociação e entrar com o pé direito no novo imóvel. Confira:

    Além das sugestões do vídeo, também é importante levar em conta mais algumas dicas para não fazer um mau negócio e sair ganhando:

    Seja profissional

    negociação
    Mostrar profissionalismo aumenta as chances de um bom negócio e evita problemas (Foto: Shutterstock)

    É importante ter em mente que o processo de negociação, seja ele feito com a imobiliária ou direto com o proprietário, é algo que deve ser levado a sério, por isso é necessário ter uma postura profissional.

    Sugerir coisas em troca ou fazer exigências do proprietário sem uma conversa prévia acabam por manchar sua imagem enquanto uma pessoa de confiança, o que, consequentemente, diminui suas chances de sucesso na negociação.

    O ideal é se mostrar como alguém disposto a conversar e chegar a um acordo que seja válido para as duas partes envolvidas, de modo que assim uma relação de confiança se estabeleça e valores ou condições de pagamento possam ser reconsiderados.

    Ouça mais e fale menos

    negociação
    Lembre-se que a negociação é uma conversa e não um debate (Foto: Shutterstock)

    Falar menos pode parecer algo sem sentido quando o assunto é uma negociação feita pessoalmente. É comum imaginarmos que a base de qualquer negócio é provar um ponto, mas isso, na verdade, acaba por diminuir consideravelmente suas chances de sucesso.

    Uma pessoa que mais ouve do que fala demonstra disposição a entender o lado do proprietário e, assim, faz com que ele a enxergue como alguém confiável e que pensa em todos os lados envolvidos, de modo a aumentar as chances de sucesso e ainda estabelecer uma boa relação – algo fundamental para negociações de aluguel.

    Antes de tudo, o processo de negociação é uma conversa e não um debate. O comprador que não se atentar a isso pode sair perdendo ou até mesmo ser desconsiderado e perder o imóvel para outro.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Rotinas da administração do condomínio

    Lista de tarefas (diárias, semanais, …) para o síndico, administradora e zelador

    Lista de tarefas (diárias, semanais, ...) para o síndico, administradora e zelador

    Gerenciar um condomínio não é fácil: são muitos itens de manutenção a serem observados, atividades operacionais, gestão de funcionários, administração e contabilidade, além da preocupação do bem estar e do bom relacionamento com os condôminos.

    Para ajudar nesta tarefa, segue abaixo uma lista das demandas principais do condomínio, dividas pelo período (diário, semanal, etc.) em que as ações devem ser tomadas ou fiscalizadas.

    Lista de Tarefas / Rotina Condominial

    Diário

    jardim

    • SÍNDICO: Manter uma boa comunicação com o zelador // Exigir que o zelador verifique o livro de ocorrência e notifique-o
    • JARDIM: Observar as plantas, falta ou excesso de água, pragas e doenças // A rega pode ser diária ou a cada 2 dias
    • LIMPEZA: Limpeza do hall de entrada; recolhimento do lixo // Salão de festa e de jogos, salas de ginástica, e outros espaços de convivência do condomínio devem ser limpos e fiscalizados de acordo com a utilização dos condôminos // A limpeza pode ser diária ou com intervalo de dois dias
    • SEGURANÇA: Verificar funcionamento das câmeras de vídeo e gravação
    • CONTRA INCÊNDIO: Conferir se as escadas estão desobstruídas
    • GERAL: Atenção a objetos deixados na garagem e na portaria (notificar moradores)
    • ELEVADOR: Observar se há ruídos e anomalias de funcionamento no elevador
    • PISCINAS: Filtragem e limpeza com rede; a cloração pode ser feita a cada dois dias
    • BOMBAS: Verificar os quadros de comando e as tubulações para se evitar vazamentos em torneiras ou canos

    Semanal

    • SÍNDICO: Acompanhar lançamentos e despesas feitos pela administradora (internet)
    • ZELADOR: Uma inspeção informal no condomínio é muito recomendável, para prevenir problemas e detectá-los logo no início. Confira o Guia SíndicoNet Check-up Predial, com dicas e formulário com os itens a serem vistoriados
    • PISCINAS: Controle do pH e outras ações
    • CONTRA INCÊNDIO: Verificar integridade, lacre e carga dos extintores
    • GRUPO GERADOR: Verificar nível de óleo, entradas e saídas de ventilação desobstruída, local isolado
    • INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Verificar a limpeza de reservatórios (inferior e superior)
    • PLAYGROUND: Verificar integridade dos brinquedos, encaixe e apertos dos parafusos, peças quebradas, desgastadas, se estão adequadamente chumbados, sem riscos aparentes

    Quinzenal

    • JARDIM: A manutenção ideal do jardim seria 2 vezes no mês (poda, limpeza, controle de pragas e doenças etc)
    • GRUPO GERADOR: Fazer testes de funcionamento por 30 minutos
    • BOMBA D’ÁGUA: Alternar a chave no painel elétrico para utilizá-las em sistema de rodízio
    • INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Limpeza dos ralos e grelhas das águas pluviais e calhas

    Mensal

    • SÍNDICO: Acompanhar os casos de inadimplentes // Acompanhar, Fiscalizar e Analisar – notas fiscais, extrato bancário, pagamentos, contribuições, etc // Ter um plano de previsão de despesas/receita anual e estabelecer os gastos por área (manutenção, consumo de água, encargos sociais, etc.). Comparar o planejado com o real no final do mês e projetar os meses seguintes // Verificar se todos os atestados estão em dia, como NR 10 Para-Ráios (Normas Regulamentadoras de Instalações Elétricas); NR 5 CIPA (Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho) // Checar os balancetes de prestação de contas aos condôminos // Checar recolhimento dos direitos trabalhistas (INSS, FGTS, etc) // Checar pagamentos de funcionários, contas água e luz etc.
    • CONSELHO: Reuniões mensais para prestação de contas e análise da parte operacional
    • ZELADOR: Checar se todos os equipamentos e seus comandos estão em perfeita funcionalidade (Alarme de incêndio, Bomba de recalque, Bomba d’água, Central da portaria, Disjuntores, Quadro de força, Sistema de segurança, Para-raios) // Acompanhar revisão de manutenção dos elevadores // Sinalização interna – indicação fluorescente de escada, extintores, porta corta-fogo etc. e de filmagem no ambiente
    • JARDIM: Adubar o jardim
    • BOMBAS: Verificação de vazamentos e/ou vibrações anormais das bombas de recalque de água potável, esgoto, águas pluviais e de incêndio // Verificar o funcionamento das bombas submersas
    • PISCINAS: Supercloração (em períodos de maior uso)
    • ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA: A iluminação de emergência deve ser testada uma vez por mês, simulando uma falta de energia. Se o sistema não funcionar por pelo menos 1 hora, o equipamento está com problema.
    • EQUIPAMENTOS CONTRA-INCÊNDIO: Porta corta-fogo: verificar a regulagem das portas (lubrificação, trincas etc)
    • ESCADA: Alternar os ventiladores através de chave comutadora, para reduzir desgaste
    • PARA-RAIOS: Verificação visual. Observar se os cabos metálicos não estão soltos. Eles devem estar presos pelo isolador para o funcionamento correto
    • PORTÕES AUTOMÁTICOS: Lubrificação
    • ELEVADORES: Regulagem das sapatas de freio realizada por um especialista, pois a não vistoria pode comprometer a precisão de frenagem e ocorrer danos no tambor
    • GERADOR: Vistoria pela empresa de manutenção

    Bimestral

    • SÍNDICO: Rever os contratos de manutenção (60 dias antes do reajuste) e iniciar negociação
    • ZELADOR: Checar condições das ferramentas de trabalho dos funcionários (inclusive EPI – Equipamento de Proteção Individual, como luvas e botas para faxineiros, entre outros)
    • EQUIPAMENTOS CONTRA-INCÊNDIO: Testar bomba de incêndio
    • ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA: Verificar fusíveis, carga da bateria selada, nível de eletrólito da bateria
    • BOMBAS PISCINAS: Manutenção/Visita periódica

    Trimestral

    • INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Verificar e limpar as caixas de passagem de esgoto e águas pluviais
    • CONTRA INCÊNDIO: Porta Corta-Fogo – aplicar óleo lubrificante nas dobradiças e maçanetas // Mangueiras – esticar e fazer nova dobra, em local diferente da dobra anterior, para não criar vícios e originar furos com o desgaste do tecido

    Semestral

    • INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Acionar as tubulações que não são constantemente usadas (ladrão da caixa d’água, por exemplo) // Testar abertura e fechamento dos registros dos subsolos e cobertura (barrilete) // Verificar estanqueidade e regulagem dos mecanismos de descarga // Verificar ralos e sifões das louças (tanques e pias)
    • CAIXAS D’ÁGUA: Limpeza (pode-se chamar empresa especializada) // Checar se o cano do fundo está em bom estado // Verificar se as bordas de alvenaria para conter o acesso da água das chuvas estão em perfeitas condições

    Anual

    • SÍNDICO: Extrato de pagamento por funcionário do INSS e FGTS // Verificar envio da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte) // Cronograma do pagamento de impostos e acordos sindicais // Despesas de 13º salário dos funcionários // Seguro de vida para funcionários – previsto em acordo coletivo // Verificar pagamento da taxa anual de licença para o funcionamento dos elevadores e outros aparelhos de transporte (pagas à prefeitura) // Verificar renovação de contratos: seguro; manutenção de elevadores, bombas d’água e piscina; administradora // Previsão Orçamentária e Prestação de Contas à Assembléia Ordinária // Dedetização e desratização // Alvará de Licença de Funcionamento do Condomínio – para condomínios comerciais e/ou de uso misto // Verificar ações do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) – vistoria, laudo e certificado anual // Verificar formalização de CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) – pelo menos um funcionário designado
    • DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA DO CONDOMÍNIO: Ainda que obrigado a se inscrever no CNPJ, o condomínio não está sujeito à apresentação de declaração de rendimentos (atualmente, Declaração Integrada de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica – DIPJ), por não ser pessoa jurídica ou equiparada
    • INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Verificar e eventualmente trocar os vedantes (courinhos) das torneiras, misturadores de lavatório e registros de pressão // Vistoria contra vazamentos por empresa especializada
    • TELHADOS, CALHAS E RALOS EXTERNOS: Vistoria antes do período das chuvas (janeiro a março)
    • CONTRA INCÊNDIO: Extintores – recarga anual (a cada cinco anos fazer o teste hidrostático) // Mangueiras – teste hidrostático anual // Formação e treinamento de brigada de incêndio // AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) – residencial e comercial: a cada três anos; de uso misto: dois anos
    • INSTALAÇÕES DE GÁS: Recomenda-se um check-up realizado por um profissional
    • ELEVADORES: Inspeção anual rigorosa, a cargo do responsável pela conservação // Relatório de Inspeção Anual (RIA) dos elevadores, assinado pelo engenheiro
    • PARA-RAIOS: É necessária uma verificação anual das condições do aparelho e do aterramento, incluindo medição ôhmica (resistência do metal), por empresa especializada. A cada 5 anos, revisão completa do sistema
    • CAIXAS D’ÁGUA: É recomendável, quando da ocasião da limpeza semestral ou anual, solicitar uma análise da água

    Ocasional

    • CONSELHO: Reuniões emergenciais quando ocorrer algum fato incomum, para analisá-lo, e ver quais serão as providências
    • PISCINA: Clarificação e decantação
    • ELEVADORES: Checar, para garantir, o nível de óleo. Utilizar o elevador com o nível de óleo abaixo do recomendado pode gerar avarias no eixo da máquina, diminuindo o conforto e aumentando o custo do reparo
    • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: Inspeção profissional e atestado de regularidade
    • JARDIM: Além da poda mensal (limpeza galhos, folhas secas, etc.) existe a poda de formação e condução dos ramos. A poda de limpeza será feita todo mês, já a de formação e condução cada espécie tem seu tempo a ser respeitado // Misturar a terra ao calcário sempre que necessário para afofar a terra

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Playgrounds em condomínios: regras, manutenção e cuidados

    Playgrounds em condomínios: regras, manutenção e cuidados

    Uso correto evita problemas, riscos para crianças, e exime o síndico de responsabilidades

    Se há crianças no condomínio, com certeza o playground é uma das áreas comuns mais utilizadas.

    Isso porque ter uma área destinada ao lazer dos pequenos é, ainda, uma das grandes razões de se optar por morar em condomínio.

    Porém, como tudo em condomínio, é fundamental que a área seja bem cuidada, de acordo com o que pedem as normas técnicas, e também que conte com boas regras de uso.

    Afinal – sempre é bom lembrar -, segundo o artigo 1.348 – V do Código Civil, cabe ao síndico ”diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns”. Ou seja, em caso de um acidente causado por negligência na manutenção, o síndico pode, sim, ser responsabilizado.

    Portanto, toda atenção é válida ao tratar desse tema, principalmente, em época de férias. Veja abaixo nossas orientações sobre o assunto:

    O que deve constar nas regras de utilização do playground:

    • Afixar no local as normas de utilização.
    • Deverá haver acompanhamento de adulto para o uso
    • Estabelecer horário para uso, assim você saberá quando cobrir a caixa de areia, efetuar inspeções e possíveis limpezas ou fechar o portão quando o playground estiver dentro de um cercado.
    • Limitar o acesso à caixa de areia, por exemplo, quando a criança portar alimentos – os restos podem apodrecer no local ou atrair animais;

    Vale lembrar que é fundamental que as regras de utilização do playground sejam aprovadas em assembleia. Se o RI for parte da convenção, o quórum necessário é de dois terços dos condôminos. Se não, basta maioria simples para aprovar o conjunto de regras.

    Cuidados com a areia do playground:

    • No mercado já existem produtos específicos esterilização de areia. Trata-se de uma fórmula atóxica, capaz de descontaminar a areia e solos, inclusive de vermes, bactérias, vírus, fungos.
    • Uma outra alternativa é substituir a areia. Já há no mercado uma areia especial atóxica. Ela é mais fácil de limpar e os gatos não gostam muito dela.

    Preservação e segurança dos brinquedos do playground:

    Os cuidados com o playground devem estar na lista de tarefas que a equipe de manutenção executa diariamente. É fundamental fazer, além da limpeza, e da cobertura da areia,  uma boa observação dos equipamentos.

    Durante a inspeção dos brinquedos: verificar se há parafusos soltos, presença de ferrugem em brinquedos com estrutura metálica, se há parafusos sem proteção, manutenção dos espaços do brinquedo, partes com tinta solta, tudo isso contribui para dar mais segurança às crianças, bem como para a durabilidade dos brinquedos, confira outras dicas

    • Manutenção sempre deve ser preventiva, verifique sempre parafusos, encaixes, apertos e se os brinquedos estão chumbados de maneira adequada;
    • A norma 16071, parte 2, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABTN), estabelece que o playground deve ter livro de inspeção e inspeções, diárias, semanais e mensais;
    • Os brinquedos devem estar separados por pelo menos 1,30m; e a norma da ABNT define os espaços, e condições dos equipamentos para que o mesmo garanta a segurança a seus usuários.
    • Qualquer defeito no brinquedo deve ser comunicado ao zelador ou ao corpo diretivo do condomínio; e interdição deverá ser imediata até a correção do problema
    • A durabilidade dos brinquedos varia conforme o material: os de plástico devem durar, em média, três anos, já os de plástico com estrutura metálica são mais resistentes, duram entre 15 e 20 anos;
    • Cubra as caixas de areia;
    • Pisos de borracha são a melhor alternativa, eles diminuem o atrito com o chão em caso de queda, melhoram a aderência dos brinquedos, proporcionando mais segurança;

    Playground novo, como implantar:

    Se o seu condomínio não tem playground, os especialistas sugerem que, antes de levar o tema para votação, você levante três orçamentos, isso também vale para reforma.

    A seguir, algumas dicas dos especialistas que participaram da formulação da norma atual para playgrounds

    • Meça o espaço onde será instalado o playground, as medidas são fundamentais para fazer cotações;
    • A norma ABNT NBR 16071 define os critérios para a para a escolha dos brinquedos e também para a para planejamento, montagem do playground e ações necessárias de manutenção, as quais devem ser analisadas quanto aos custos de sua vida útil, para definição do modelo e tipo a ser implementado;
    • Quando for fazer os orçamentos, opte sempre pelas empresas que produzem equipamentos de acordo com as normas da ABNT;
    • Por conta da durabilidade, os brinquedos mais procurados são os de plástico com estrutura metálica ou de madeira, que casam com projetos paisagísticos atuais. Esses de madeira não são aqueles antigos com rolinhos de eucaliptos, eles possuem design moderno e bom acabamento;
    • Exija sempre brinquedos confeccionados com materiais atóxicos;
    • Em condomínios novos, as construtoras são responsáveis pelos equipamentos por cinco anos.
    Fonte: SíndicoNet

    Tem filho pequeno ou animal de estimação? Cuidado com os móveis!

    Saiba o que é melhor evitar e como fazer para que sua casa não vire uma brincadeira de criança

    Seu filho é o melhor do mundo, não é mesmo? Mas tanto amor não faz você deixar de ver que ele rabisca e arranha móveis, joga água e suco no sofá… Ah, você não tem filhos, só um lindo cachorrinho? E quantas vezes ele já destruiu seus tapetes, roeu o pé da cadeira ou mastigou partes do estofado? Pois é, ninguém quer fazer de você uma pessoa sozinha na vida. Mas alguns cuidados são essenciais para uma convivência mais tranquila. É só prestar atenção!

    Sofás

    Das duas, uma: ou você coloca uma capa bem resistente no sofá (e bonita, porque não adianta tirar na hora que chega visita), em sarja ou jeans, ou compra o móvel mais adequado. “O ideal é escolher sempre materiais firmes, se possível impermeáveis, como couro ou courino. Algodão precisa ter Acquablock (tecido impermeável)”, ensina a arquiteta Catia Ferreira, de São Paulo.

    Tapetes

    Esqueça tapetes muito peludos e pele de vaca, de carneiro etc. Eles retém os pelos dos animais e acumulam ácaros, fungos e bactérias que são prejudicais a todos. A limpeza é muito mais difícil. Faça a opção por estruturas baixas e laváveis de sintético.

     

    (Foto: Shutterstock)

     

    Outros móveis

    Os materiais proibidos para móveis, ou seja, que não combinam com animais e crianças, são de fibras naturais, como junco ou palha. Lindos acabamentos em laca também devem ser evitados porque logo estarão arranhados e lascados pelos seus lindões. “Também não indico tecidos frágeis, com tramas, cujos fios são puxados pelas unhas dos animais e pelas crianças, além da retenção de sujeira. Móveis em MDF e carpetes de madeira também não são bons porque não resistem a líquidos”, diz Catia.

    Espelhos

    Já viu a criança brincando na frente do espelho ou um cachorro ‘brigando’ com ele? Por isso mesmo, tome cuidado onde coloca. Móveis espelhados, jamais. “O animal fica enlouquecido com o reflexo e acaba danificando o material tentando arranhar a própria imagem”, afirma a arquiteta.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    O que é assembleia geral ordinária?

    Um dos momentos mais relevantes da vida em condomínio, a assembleia geral ordinária ocorre uma vez por ano.

    O que é assembleia geral ordinária?

    A assembleia do condomínio, seja ela a assembleia geral ordinária (AGO) ou a assembleia geral extraordinária (AGE), são dois dos momentos mais indispensáveis da vida em condomínio. São nesses encontros que ocorrem deliberações cujo impacto poderão ser sentidos no cotidiano da coletividade, de forma positiva ou negativa.

    As assembleias, de maneira geral, servem para cobrar, fiscalizar e informar a todos os presentes da situação administrativa do condomínio. Para participar das deliberações, é preciso estar em dia com o pagamento da taxa condominial.

    Para a assembleia ter validade, o art. 1.354 do Código Civil determina que os condôminos devam ser avisados com antecedência da reunião. Caso isso não ocorra, a assembleia poderá não ser deliberada.

    EXISTEM DOIS TIPOS DE ASSEMBLEIA:

    Assembleia geral extraordinária: sem periodicidade definida, sua convocação pode ser feita pelo síndico ou por um quarto dos condôminos. Nesses encontros são discutidos quaisquer assuntos definidos anteriormente e não contemplados na assembleia geral ordinária.

    Assembleia geral ordinária: realizada uma vez por ano, em data estipulada pela convenção do condomínio, tem como principal objetivo a prestação de contas do ano anterior, bem como a aprovação ou não dos orçamentos das despesas, além da manutenção dos serviços e, muitas vezes, eleição do novo síndico, subsíndico e conselho fiscal.

    Como se nota, a assembleia geral ordinária é imprescindível para a vida em condomínio. É por isso que iremos abordar mais a fundo esse tema.

    Prevista em lei nº 10.406, sancionada em janeiro de 2002, em artigo 1.350: “Convocará o síndico, anualmente, reunião da assembleia dos condôminos, na forma prevista na convenção, a fim de aprovar o orçamento das despesas, as contribuições dos condôminos e a prestação de contas, e eventualmente eleger-lhe o substituto e alterar o regimento interno”.

    Geralmente ocorrem em data estipulada na convenção do condomínio ou no primeiro mês do ano. Normalmente são usadas para prestação de contas do ano anterior, aprovação da previsão orçamentária e manutenção dos serviços.

    Na assembleia geral ordinária pode-se, também, eleger um novo síndico, bem como o conselho fiscal e o subsíndico. Para tanto, a reunião deve ocorrer com a maioria dos condôminos em primeira chamada, ou em uma segunda chamada com a maioria dos presentes, como estipulam os artigos 1.352 1.353 do novo Código Civil.

    Logo, para garantir que todos os condôminos sejam devidamente avisados da assembleia, fixe cópias da convocação em locais de grande circulação como portarias, blocos de prédios e elevadores. Por fim, caso o condomínio possua um sistema de gestão de condomínios on-line como o AP Controle utilize, também, esta ferramenta.

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    6 dicas de como ser sustentável e ainda economizar em casa

    Desperdício é coisa do passado, pense na sustentabilidade do planeta e do seu bolso

    O Brasil já passou por crises hídrica e elétrica. Hoje, todo mundo sabe que a água é um bem precioso e não vai sair por aí gastando à toa. As pessoas também se conscientizaram de que é necessário economizar energia elétrica. Nos dois casos, ajudar o planeta é cuidar do bolso, já que as tarifas estão muito caras.

    Veja o que você pode fazer para ser ainda mais sustentável.

    Reúso de água

    A arquiteta Carmen Calixto diz que é possível planejar um sistema de reúso de água, seja num projeto arquitetônico de construção ou de reforma. “Tem formas de fazer  quando você está projetando a casa. Podemos prever um reservatório para captação de água da chuva e ela pode ser usada para descarga, regar jardim etc”. Existem diversos métodos, desde a técnica de permacultura (que incorpora os ciclos da natureza no sistema de construção) até tecnologias industriais avançadas.

    Eletrodomésticos

    Algumas medidas com seus aparelhos ajudam a economizar energia. A arquiteta Nina Abadjieff orienta a abrir a geladeira somente quando for necessário pegar algo, e o ideal é que ela fique longe do fogão. Já a lavadora de roupas precisa ter o filtro limpo regularmente e ligada somente quando tiver quantidade de roupas para preenchê-la. “Já com a televisão, a regra é desligar da tomada quando ninguém estiver assistindo, porque gasta energia”.

    Iluminação

    Apagar as luzes quando não tem gente no ambiente é o primeiro passo. Já as lâmpadas ideais são as de LED, ensina Carmen. “Vão proporcionar uma durabilidade maior e gastar muito menos energia do que uma lâmpada comum. Elas são mais econômicas, inclusive, do que as lâmpadas florescentes”.

    Energia solar

    Nina não acha muito complexo instalar um sistema de energia solar em casas ou prédios. Segundo ela, porém, é necessário ter toda a documentação junto à distribuidora de energia e sua aprovação. Após isso, com o auxílio de uma empresa especializada, são instaladas as placas coletoras. “Os telhados dos prédios e casas são os locais indicados por receberem índice mais alto de radiação solar. Mas, se a área for pequena, pode tornar inviável o projeto. Caso o condomínio tenha uma grande área externa, pode-se utilizar dessa área comum, existe também a possibilidade da instalação das placas na fachada”, detalha a arquiteta.

    (Foto: Shutterstock)

    Luz natural

    Se você pretende reformar ou construir, preste atenção e procure usar a iluminação natural como aliada. “A gente deve investir em janelas maiores, pensando na luz e na ventilação. Propiciar a entrada do vento ajuda bastante a melhorar a temperatura do ambiente sem precisar utilizar condicionamento de ar”, diz Carmen.

    (Foto: Shutterstock)

    Reutilizar embalagens

    Ter lixeiras em casa para material reciclável e dar a correta destinação, hoje, é o mínimo. Mas se você quiser reutilizar e tiver habilidade para isso, existem inúmeras opções de artesanato para fazer com as embalagens. Garrafa Pet pode virar prendedor de sacos ou revisteiro, latinhas podem virar porta-canetas. Use a criatividade.


    (Foto: Shutterstock)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    Permuta para a compra de imóvel é opção cada vez mais usada no mercado

    Atualmente, 80% delas são para aquisição de unidades residenciais, com valores que variam entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão

     Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas
    Ilustração/EM
    Comprar um imóvel continua sendo um bom negócio, assim como fazer uma permuta para concretizar a transação. Isso porque é possível aos donos de imóveis fazer trocas com pessoas que têm necessidades similares. Bence Pál Deák, economista e advogado especializado no mercado imobiliário do Deák Advogados, garante que a permuta é uma boa opção para quem precisa trocar de imóvel, seja pelo excesso ou falta de espaço, quer morar mais perto do emprego ou viu a família crescer ou diminuir.

    “Para o mercado, trata-se também de uma boa opção, diante da crise que imobilizou o setor. Não há dinheiro circulando, mas os imóveis podem ser negociados dessa forma. E essa prática no mercado de imóveis é cada vez mais comum. Sempre é possível encontrar alguém que precisa do seu imóvel, em razão das características dele e o bem que ela tem para oferecer em troca. Pode-se dizer que são dois negócios em um, que facilitam a negociação. A vontade de fazer permuta não está nas placas expostas no imóvel que se pretende negociar. Mas, atualmente, 80% das permutas são feitas com os imóveis residenciais, com valores que variam entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão. O negócio mais procurado envolve a troca de apartamento de dois quartos por um de três quartos”, garante o economista.

    A pessoa pode entrar com um imóvel do mesmo valor e oferecer também um carro ou um terreno, por exemplo, para completar o preço. “Quando houver diferença de valor, existe a torna ou reposição de dinheiro. Na permuta, a pessoa torna-se comprador e vendedor ao mesmo tempo. A primeira coisa a ser priorizada são os gastos com impostos. A operação de compra e venda gera imposto municipal, o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). A permuta gera dois ITBIs. Nas principais cidades do país, a alíquota do ITBI varia entre 3% e 5%. Se o valor do bem for R$ 200 mil, por exemplo, e o índice de sua cidade for de 2%, o total a ser pago de ITBI será de R$ 4 mil”, ressalta o especialista.

    O Imposto de Renda não pode ser também esquecido. Se os imóveis envolvidos na permuta forem do mesmo valor, não haverá lucro imobiliário. A Receita Federal entenderá que não houve aumento de patrimônio. Por isso, não haverá pagamento de IR. Mas se alguém recebeu diferença em dinheiro, terá que pagar o IR proporcional a esse valor, alerta Bence. “A permuta é uma opção antiga que está voltando com força total no mercado imobiliário. Um caminho que traz muitas vantagens. Mas, antes de fechar negócio, reúna o máximo de informações possível para não se arrepender depois.”

    EQUIVALÊNCIA FINANCEIRA 

    Para Leirson Cunha, vice-presidente da área das corretoras de imóveis da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), partindo-se da premissa de um negócio “ganha-ganha”, pressupõe-se que, realizando uma permuta, as partes envolvidas atingiram seus objetivos no negócio imobiliário de maneira equilibrada e com equivalência financeira. “Uma vantagem que pode ser verificada no caso de permuta imobiliária é a economia tributária. Contudo, quando essa vantagem não se aplica, outras possibilidades de economia poderão ser devidamente averiguadas por um profissional especialista do mercado imobiliário, já que cada caso é um caso”, explica.

    Segundo ele, uma permuta compreende-se por uma negociação com duas partes envolvidas com a finalidade na troca de bens. Para se chegar ao ápice de qualquer negociação imobiliária de permuta satisfatória, é fundamental que todos os pontos das partes evolvidas estejam acertados, a fim de serem atendidos simultaneamente em uma única negociação. “O mais comum em um negócio de permuta é haver algum valor financeiro pago à outra parte para que a negociação atinja o valor estabelecido entre as partes. Contudo, há casos de permuta sem torna, o que é mais incomum de ocorrer numa relação ganha-ganha”, ressalta Leirson.

    Ele esclarece que há casos em que, além da torna financeira, esta pode ocorrer por outros bens móveis ou bens de direito, como carros e embarcações, promessa de construção futura, cartas de crédito de consórcios, o próprio direito de uso do bem ofertado como permuta por um determinado período de tempo. Quando forem imóveis alugados, os rendimentos dos aluguéis podem também ser uma moeda de troca durante um período.

    Antes de realizar um negócio, Leirson alerta para os cuidados de se estabelecerem os objetivos de cada parte permutante, o que considera fundamental. “Em geral, negócios com permuta costumam levar um tempo maior para sua concretização quanto maior for o número de variáveis. Assim, um caminho que pode otimizar todo o processo é a assistência de uma empresa imobiliária ou corretor de imóveis, já que, durante o processo, haverá outros bens imóveis ou mesmo móveis que precisarão da devida análise técnica e jurídica. Evidentemente, há um fator fundamental: quem está recebendo o outro bem, sobretudo se for um imóvel, muitas vezes não tem conhecimento das questões técnicas.”

    Leirson conta que, “infelizmente, temos notícias de negócios que deixaram de ocorrer por ausência da participação de um especialista no mercado imobiliário assistindo às partes envolvidas, que poderiam ter recebido informações sobre as possibilidades técnicas e potenciais financeiros que seriam inerentes ao imóvel recebido como permuta e, dessa forma, viabilizaria o negócio”. De acordo com ele, os anseios de cada parte precisam estar bem claros desde o princípio da oferta do imóvel para negociação. “Assim, toda a jornada da negociação terá um norte, o que facilitará na tomada de decisões, afastando situações e condições de negócio que não são o objetivo das partes. Um bom caminho para começar é fazer reuniões inicialmente separadas com cada uma das partes para estabelecer as bases de cada lado”, afirma o vice-presidente da CMI/Secovi-MG.

    Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

    Guia para síndicos novatos

    Guia para síndicos novatos

    Ser síndico pela primeira vez exige esforço em dobro. O primeiro passo para quem acaba de assumir a gestão de um condomínio e nunca havia ocupado esse cargo antes é se inteirar sobre todas as responsabilidades. E não são poucas as tarefas.

    O trabalho de administrar um condomínio fica cada vez mais exigente e o síndico inexperiente pode se sentir um tanto perdido: o que fazer com toda a documentação? Papéis, devo arquivá-los? Quem são os empregados do condomínio? O encanamento estourou, há uma infestação de baratas nas áreas comuns, quais itens exigem manutenção? O síndico pode vir a responder judicialmente por erros na gestão? Quando o condomínio tem o respaldo de uma administradora fica mais fácil buscar essas respostas, mas, e quando não tem, a quem recorrer? Essas e muitas outras dúvidas certamente surgirão no dia a dia de quem assume o cargo pela primeira vez. Para auxiliar o síndico nessa primeira experiência, especialistas da área condominial orientam sobre os principais temas a serem observados pelo gestor.

    Check-up

    Antes de começar o trabalho, é necessário analisar a situação atual do condomínio a fim de saber o que se terá que enfrentar pela frente. De acordo com Samara Lobo, sócia da UP Condomínios, o síndico deve verificar a situação de inadimplência dos condôminos, se há processos judiciais ou problemas estruturais no prédio. “Esses são passos importantes para planejar ações futuras e evitar problemas”, ressalta. Além disso, é aconselhável que o síndico converse com o zelador sobre a manutenção do local, sobre as reclamações mais comuns e procure entender o histórico dos condôminos mais exigentes ou problemáticos. “É preciso fazer os moradores cumprirem o que é determinado pela Convenção e o Regulamento Interno. O síndico não deve criar regras, apenas executá-las”, pontua Samara.

    Documentação

    Quando um novo Gestor assume um condomínio, ele deve conferir:

    - saldos bancários;

    - guias de recolhimento e pagamento de encargos sociais;

    - benefícios trabalhistas e tributos;

    - comprovantes de pagamentos de contas;

    - cadastro atualizado de condôminos e frações ideais;

    - livro de atas;

    - cartão do CNPJ (solicitar ao contador alteração de responsabilidade e certificado digital);

    - convenção condominial e especificação;

    - relatório da última emissão de boletos;

    - livro de registro de empregados e balancetes.

    Para arquivamento, Samara Lobo aconselha que o síndico guarde todos os documentos por tempo indeterminado. “Existem prazos mínimos para arquivamento de alguns documentos. Os de departamento pessoal (funcionários), por exemplo, devem ser arquivados por 30 anos. Porém, nunca se sabe o que pode acontecer. O condomínio pode vir a necessitar de alguma documentação que foi descartada”, alerta.

    Funcionários

    A primeira atitude do síndico ao assumir o mandato é se apresentar à equipe de funcionários, expor seus métodos e sua forma de trabalho para então solicitar sugestões. De acordo com Samara Lobo, o novo gestor deve conferir a carga horária de cada colaborador, verificando junto ao sindicato da categoria se o salário e demais bonificações estão corretas. “As Convenções Coletivas de Trabalho devem ser obedecidas”, alerta Samara. Além disso, é necessário verificar se as férias dos empregados estão em dia e se existe alguma pendência trabalhista. “Essas informações também podem ser obtidas junto ao contador”, informa Samara.

    A professora e consultora condominial Rosely Benevides Schwartz chama atenção para os cuidados com vínculos empregatícios que podem gerar problemas na Justiça do Trabalho. “Os síndicos devem tomar cuidado com prestadores de serviço autônomos que ficam muito tempo realizando trabalho no condomínio. Sempre exijam contratos formalizados desses terceiros”, alerta.

    Segundo Rosely, uma maneira de verificar se o número de funcionários está adequado para o condomínio é observar se há excesso de horas extras na folha de pagamento. “Primeiramente o síndico precisa avaliar se o trabalho que os funcionários estão desenvolvendo nessas horas excedentes é realmente necessário. Verificada essa utilidade e se o trabalho estiver excessivo, analisar a possibilidade de novas contratações”, observa. Outra dica importante é que o síndico atualize o cadastro dos empregados, com contatos de telefone, e-mail e endereço. “A equipe de funcionários irá trabalhar junto com o síndico para zelar pelo condomínio”, sustenta a professora.

    Conselheiros

    Ninguém trabalha sozinho. Essa é uma máxima presente no mundo corporativo e que pode ser aplicada para a gestão de um condomínio. Por isso, reunir uma boa equipe é muito importante. Um apoio imprescindível para a gestão é o Conselho Fiscal. Manter contato e reuniões constantes fará com que os membros sigam o mesmo pensamento, além de ajudar o síndico a delegar tarefas e responsabilidades. De acordo com a sócia da UP Condomínios, Samara Lobo, o síndico deve se reunir com o Conselho pelo menos uma vez ao mês. “O síndico deve solicitar sugestões, apresentar propostas, além de prestar contas aos Conselheiros. Decisões importantes devem ser planejadas em conjunto com o Conselho e aprovadas pela assembleia”, diz.

    Legislação

    O síndico precisa conhecer bem a legislação que se aplica ao condomínio. Saber dos direitos e deveres e a responsabilidade civil e criminal inerente ao cargo é imprescindível. O advogado da área condominial Rogério Manuel Pedro cita as leis que norteiam as relações condominiais: o Código Civil Brasileiro alterou alguns dispositivos da Lei 4.591/64, que dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias, bem como a Lei das Locações (nº 8.245/91). “Os artigos 1.331 até 1.358 do Código Civil, que tratam do Condomínio Edilício, regem a maior parte das normas condominiais, artigos esses frequentemente consultados pelos síndicos”, destaca.

    Embora o Código Civil tenha alterado dispositivos da Lei 4.591, o advogado esclarece que a Lei ainda vigora nos artigos que o Código não tenha revogado. De acordo com Rogério Manuel Pedro, o novo gestor também pode encontrar algumas respostas na Lei de Locações. “Essa legislação rege principalmente a situação dos inquilinos perante o condomínio e, nos artigos 22 e 23, define as diferenças entre despesas ordinárias e extraordinárias. É um tema que gera dúvidas frequentes”, observa.

    A Convenção Condominial é a lei interna do condomínio, sendo obrigatória conforme a exigência do art. 1.333 do Código Civil. Esse conjunto de normas prevê, entre outras matérias:

    - a quota proporcional e o modo de pagamento das contribuições dos condôminos para atender às despesas ordinárias e extraordinárias do condomínio;

    - a forma de administração;

    - a competência das assembleias;

    - a forma de sua convocação e quórum exigido para as deliberações e as sanções a que estão sujeitos os condôminos ou possuidores.

    “A Convenção é uma espécie de regulamento geral, que complementa a legislação e, portanto, não pode conflitar com o Código Civil e demais leis”, informa o advogado. Os condomínios também devem elaborar seu regimento interno, que passa a ser um instrumento complementar da Convenção, particularizando principalmente condutas dos condôminos, de modo a preservar a boa convivência entre os moradores. “Para que a gestão do síndico seja assertiva, a leitura da Convenção e do Regimento Interno é essencial”, sustenta o advogado.

    Responsabilidade

    As tarefas que competem ao síndico são numerosas e importantes, já que administra o interesse e patrimônio comum da coletividade condominial. As principais funções do síndico estão enumeradas no art. 1.348 do Código Civil e §1º do art. 22 da Lei 4.591/64, bem como aquelas atribuídas em outros artigos dessas leis e também da Convenção Condominial e Regimento Interno. “A principal função do síndico é administrar o bem comum e, com isso, pode responder por culpa ou dolo pela imprudência, imperícia e negligência no trato de suas atribuições, como qualquer administrador. Ele é o representante legal do condomínio”, alerta Rogério Manuel Pedro.

    Art. 1.348 do Código Civil. Compete ao síndico:
    I – convocar a assembléia dos condôminos;
    II – representar, ativa e passivamente, o condomínio, praticando, em juízo ou fora dele, os
    atos necessários à defesa dos interesses comuns;
    III – dar imediato conhecimento à assembléia da existência de procedimento judicial ou
    administrativo, de interesse do condomínio;
    IV – cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da
    assembléia;
    V – diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos
    serviços que interessem aos possuidores;
    VI – elaborar o orçamento da receita e da despesa relativa a cada ano;
    VII – cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas
    devidas;
    VIII – prestar contas à assembléia, anualmente e quando exigidas;
    IX – realizar o seguro da edificação.

    O advogado enumera alguns exemplos práticos que podem implicar responsabilidade civil ao síndico por ações ou omissões em sua gestão:

    - falta de manutenção nos elevadores, nos reservatórios de água;

    - instalação de brinquedos fora dos padrões exigidos;

    - deixar de contratar seguros obrigatórios;

    - deixar de obedecer às exigências de manutenções em equipamentos de segurança, como extintores e pararraios;

    - se omitir a prestar contas aos condôminos em assembleia;

    - utilizar indevidamente os recursos financeiros do condomínio; entre outros.

    “A Convenção Condominial pode determinar outras situações em que o síndico poderá, além de ser obrigado a indenizar o condomínio, perder o mandato. A responsabilidade civil do síndico presume desrespeito à lei ou a Convenção”, observa. Para reduzir a probabilidades de erros na gestão, o advogado aconselha ao síndico a consulta frequente ao Conselho Diretivo. “Antes da tomada de decisões mais polêmicas, é pertinente que o síndico consulte, sempre que possível, o Conselho Consultivo e Fiscal e os demais moradores através das assembleias”, diz.

    Seguros

    Uma das primeiras atitudes de quem assume a função é – e deve ser – averiguar a situação do seguro do prédio. Isso porque a contratação da garantia básica é obrigatória por lei e é uma das maiores responsabilidades do administrador de um prédio.
    O síndico que está começando no cargo deve se precaver e checar se o prédio ou conjunto já possui a apólice de seguros que a lei determina. Se ocorrer algum incidente que provoque danos de grandes proporções ao prédio e o seguro não tiver sido contratado, o síndico pode até responder com seu patrimônio pela perda comunitária.
    No caso de edifícios novos, a legislação exige que o seguro seja firmado até 120 dias após a construção ter recebido o habite-se. Quando for escolher a garantia, o síndico deve buscar a orientação de um corretor de seguros habilitado e checar as referências da empresa, além de analisar atentamente as condições da proposta de seguro. O seguro do condomínio tem que ser renovado anualmente.

    Áreas comuns

    A palavra chave para este tópico é manutenção. As áreas comuns são espaços físicos de propriedade de todos os condôminos, definidas na Escritura de Convenção do Condomínio – instalações elétricas, portões, bombas d’água, elevadores, sistema de água e esgoto, sistemas de segurança, jardins, academia, salão de festas, entre outros. Essas áreas precisam ser vistoriadas com frequência e passam por manutenções periódicas. “É de responsabilidade do síndico manter tudo sempre limpo, arrumado e em perfeitas condições de uso”, informa Samara Lobo, da UP Condomínios. Nesse item o gestor lida com empresas prestadoras de serviço e, para tanto, os especialistas alertam que os síndicos observem o cumprimento das especificações que garantem qualidade no serviço e segurança. “Os síndicos devem exigir a apresentação dos documentos que atestam qualificação e cumprimento das normas técnicas. Para verificação da estrutura de engenharia do prédio, por exemplo, solicite a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), e no caso de serviços de arquitetura a RRT (Registro de Responsabilidade Técnica)”, orienta a professora Rosely Schwartz. Uma dica para evitar o esquecimento da manutenção de equipamentos e áreas comuns é manter um “checklist” pautado por datas de vencimento de cada item, controlando cada ação futura e dando baixa nas manutenções realizadas.

    Inventário

    O síndico precisa estar ciente das ferramentas e equipamentos que o condomínio possui. Quando for deixar o cargo, também será necessário prestar contas desses itens. Se o condomínio não possui um inventário organizado, o novo gestor deverá montar um, utilizando os recursos e tecnologias atuais – fotografia digital, computadores. O inventário poderá ser armazenado em uma pasta específica no computador, de maneira detalhada, descrevendo quantidade de itens, tamanho, situação de uso, marca do produto, lembrando sempre de fazer o “backup” dos arquivos, evitando possíveis perdas.

    A consultora condominial Rosely Schwartz recomenda que o síndico responsabilize apenas um dos funcionários pelos equipamentos, aos quais somente ele terá acesso. “Esse funcionário deve ser preferencialmente o zelador e é recomendável que somente ele tenha acesso à sala ou à caixa desses itens”, diz. Há condomínios que permitem o empréstimo de ferramentas aos moradores ou guardam equipamentos para uso comum. Nesses casos a professora Rosely orienta que é imprescindível fazer um protocolo. “O empréstimo ao morador e a devolução do objeto devem ser protocolados, constando o estado de conservação antes e depois do uso. Havendo deterioração do objeto emprestado, o morador deverá se responsabilizar pela reposição”, recomenda Rosely.

    Revise contratos já firmados

    A troca de síndico é uma oportunidade para rever todos os contratos estabelecidos com o condomínio. Geralmente nessa oportunidade há a possibilidade de novas contratações ou de negociar adequação dos valores. Para garantir melhor qualidade dos prestadores de serviços ou fornecedores de produtos, o síndico deverá levantar a situação cadastral das empresas, inclusive cartórios de protesto, ações na justiça e pedir referências de clientes. Essas referências deverão ser visitadas pessoalmente e não apenas consultadas por telefone, garantindo assim a veracidade das informações.

    Agenda

    É um cadastro de contatos dos funcionários, moradores e prestadoras de serviço. Uma ferramenta muito útil ao síndico. Geralmente fica guardada na portaria do prédio. A professora Rosely recomenda que a agenda seja atualizada periodicamente. “É interessante que o síndico também faça novos orçamentos com outras empresas, avaliando o custo-benefício para o condomínio. As empresas podem aumentar seus preços e o síndico nem se dar conta de que está pagando mais caro pelo serviço. É sempre bom atualizar”, sustenta.

    Comunicação

    Lidar com gestão de pessoas também requer boa comunicação. Segundo a professora Schwartz, é importante que o síndico estabeleça um canal de comunicação com os moradores e funcionários. “Essa tarefa ficou facilitada com o mecanismo da internet. Hoje muitos síndicos fornecem seus e-mails para atendimento e recebimento de sugestões ou utilizam sistemas de gestão online”, informa. Estabelecer um horário de atendimento também evita chamadas inconvenientes. “Isso evita as batidas na porta do síndico na madrugada, por exemplo”, diz. Descobrir as expectativas dos condôminos com a gestão é uma maneira de ser bem sucedido na função de síndico. “Utilizando-se do meio escolhido para comunicação, faça uma pesquisa a fim de conhecer os anseios e as prioridades dos moradores”, conclui a professora Rosely.

    Aprimoramento

    Se destaca na função o síndico que não se contenta em saber somente o básico sobre a gestão condominial. A consultora Rosely aconselha que os síndicos busquem participar de cursos e palestras e consulta em sites que contenham informação responsável e atualizada. Todo ano o Jornal dos Condomínios promove palestras e oficinas que propagam conhecimento aos síndicos e trabalhadores do setor. A professora Schwartz recomenda leituras de apoio:

    • Revolucionando Condomínio: Rosely Benevides Schwartz, Editora Saraiva
    • Manual para Síndicos, Membros de Conselho e Administradores em 323 perguntas e respostas – Zulmar José Koerich Junior / Scortecci Editora
    • Assembleias de Condomínios – Aspectos Jurídicos – Walter João Jorge Jr
    • Condomínio – Jota Nascimento Franco, Editora Revista dos Tribunais
    • Condomínio – João Batista Lopes, Editora Revista dos Tribunais
    • Sou síndico, e agora – Cristiano de Souza Oliveira
    • Técnicas de Inspeção e Manutenção Predial – Tito Lívio Ferreira Gomide, Flávia Zoega Andreatta Pujadas e Gerônimo Cabral Pereira Fagundes Neto, Editora Pini
    • Inspeção Predial, check-up predial: Guia da boa Manutenção – IBAPE Instituto Brasileiro de Avaliação e Perícia de Engenharia de São Paulo

    Fonte: http://condominiosc.com.br

    6 dicas de decoração usando cordas

    Quer usar cordas na decoração e não sabe bem por onde começar? Conheça alguns exemplos lindos e copie agora mesmo!

    Os últimos anos tem lançado tendências que têm cada vez mais o pé na natureza e nos elementos que remetem a ela. Depois da madeira, da palha e das plantas nos mais diversos ambientes, a corda é o novo item paixão de quem ama uma decoração mais criativa, moderna e ousada. Pensando nisso, separamos as ideias mais legais que vimos por aí para que você possa se inspirar e criar um ambiente lindo!

    O mercado tem se inspirado nas cordas para ir além de itens decorativos. Hoje em dia, é possível ver esse tipo de referência em móveis como poltronas e cadeiras estilosas. Seja no encosto do assento ou até mesmo nos descansos de braço, o preenchimento com cordas ajuda a arrematar com elegância e charme o móvel, sem perder conforto e beleza.

    Outro item que já é paixão de quem curte ter plantas no ambiente são os suportes de vasos artesanais. Da sala de estar à área externa, é possível pendurá-los para trazer mais leveza ao espaço, deixando tudo mais agradável e aconchegante. Para os amantes de cores neutras, cordas de tom branco cru são as ideais, principalmente se combinadas com marrom, branco ou preto. Já para quem gosta de dar um destaque colorido na decoração, vale investir em vasos neutros, mas suportes com corda em tonalidades acesas e vibrantes. Ajuda a trazer mais alegria e modernidade ao cômodo.

    Ainda que a decoração com corda pareça combinar mais com áreas externas e salas, é possível trazer esse tipo de elemento para o quarto sem medo! Uma das dicas é criar uma moldura para espelho com elas. Fica lindo, combina com diversos tipos de ambiente e é um acessório único e cheio de personalidade. Dá até mesmo para tentar criar a sua própria versão utilizando materiais comprados em lojas de decoração e artesanato. Vale também arriscar em espelhos com formatos diferentes.

    Uma dica, mil possibilidades. Que tal uma estante moderna com prateleiras de madeira unidas por cordas? Funciona em qualquer tipo de ambiente, ajuda a manter as coisas organizadas e bonitas. Nesta referência, temos uma utilizada especialmente para o banheiro, como suporte para toalhas limpas, produtos de higiene, entre outros. Dá até para imaginar uma dessas no quarto, para guardar maquiagens, perfumes e demais itens de beleza que são utilizados com frequência no dia a dia.

    Se você gosta de recordar momentos importantes, vai curtir essa dica. Que tal um mural de fotos feito com uma corda ou barbante colorido? Nem precisa furar as paredes se não desejar, pois uma fita dá conta do recado e deixa tudo firme no lugar. Basta comprar uma porção de pequenos prendedores e anexar todas as suas recordações como em um varal de roupas. Vale fotos, bilhetes, ingressos de eventos e shows e todo tipo de coisa que te traga boas lembranças sempre que passar em frente.

    Apoiadores de copos e panelas também dão as caras quando o assunto é decoração com cordas na cozinha. Além de ajudar a proteger os móveis do calor e da umidade, eles são charmosos e ajudar a deixar a mesa ainda mais bonita para o jantar. Colocar a imaginação para funcionar é a melhor forma de testar estilos novos na sua casa ou até criar suas peças exclusivas através de materiais simples de encontrar por aí.

    Fonte: https://www.imovelweb.com.br

    Lei do Inquilinato: entenda quais são os direitos e deveres do inquilino

    Lei de 1991 é fundamental para quem quer alugar um imóvel

    Comum a toda transação imobiliária, o contrato é algo fundamental para que fiquem estabelecidas as garantias legais do inquilino, do proprietário e da imobiliária durante o período de locação. Todas as cláusulas são baseadas inteiramente na Lei Federal nº 8.245, de 1991, mais conhecida como Lei do Inquilinato.

    O contrato é parte fundamental para qualquer transação imobiliária (Foto: Shutterstock)

    A lei teve sua última alteração em 2012 e estabelece uma série de direitos e deveres fundamentais ao locatário, para que assim seja firmado um acordo justo e seguro entre as partes envolvidas. Confira os principais:

    Direitos

    1 – Receber o imóvel em perfeito estado;

    O inquilino tem o direito de receber o imóvel plenamente habitável (Foto: Shutterstock)

    O inquilino tem o direito de receber o imóvel em condições de ser usado ao que se destina, podendo inclusive reclamar junto à imobiliária pela rescisão do contrato caso considere o ambiente inabitável.

    Pensando nesse direito, as imobiliárias fornecem o benefício a um laudo de vistoria prévia ao inicio de vigência do contrato. É nesse documento que ficam registradas as condições iniciais do imóvel, que devem estar de comum acordo entre o locador e o locatário.

    2 – Isenção de despesas extraordinárias do condomínio;

    O inquilino deve arcar apenas com despesas ordinárias (Foto: Shutterstock)

    Caso o imóvel seja parte de um condomínio, o locatário tem o dever de arcar apenas com as taxas ordinárias, ou seja, as que se referem a gastos rotineiros de manutenção, como pagamento de salários, limpeza, zeladoria e reposição de fundo reserva.

    Já as despesas extraordinárias, aquelas oriundas de gastos atípicos à zeladoria rotineira do condomínio, como reformas estruturais e indenizações trabalhistas, são de responsabilidade do locador.

    O não cumprimento dessa resolução se configura como contravenção penal, punível com multa ou prisão.

    3 – Indenização por reformas e benfeitorias

    O inquilino tem o direito ao reembolso em caso de benfeitoria necessária (Foto: Shutterstock)

    Todo inquilino tem o direito de ser ressarcido caso seja preciso um reparo no imóvel, desde que a reforma se enquadre na modalidade de “benfeitoria necessária”, como é estabelecido nas cláusulas da Lei do Inquilinato.

    O artigo 35, da seção VI da lei, estabelece como benfeitoria necessária aquelas que mantém a condição de uso do imóvel, isto é, reformas estruturais, como instalações elétricas, reparos no encanamento etc.

    Benfeitorias voluptuárias, que dizem respeito à estética do imóvel, não são indenizáveis e devem ser feitas somente com autorização prévia e comprovada do proprietário.

    4 – Solicitar comprovantes de pagamento com discriminação de despesas;

    Se julgar necessário, o inquilino pode exigir recibos de pagamento (Foto: Shutterstock)

    Caso necessite, o locatário pode exigir junto à imobiliária ou ao proprietário recibos discriminados do pagamento das despesas que tem por responsabilidade. No recibo de mensalidade do condomínio, por exemplo, devem vir relatadas as particularidades de cada gasto, com a distribuição exata de valores.

    O direito é importante para que não haja fraude, cobranças indevidas ou repasses ilegais de valores. O inquilino pode, inclusive, tirar eventuais dúvidas que tiver, além de denunciar como crime de ação pública caso perceba algum movimento financeiro não discriminado em contrato.

    5 – Preferência de venda

    O inquilino tem prioridade, caso o proprietário decida vender o imóvel (Foto: Shutterstock)

    “No caso de venda, promessa de venda, cessão ou promessa de cessão de direitos ou dação em pagamento, o locatário tem preferência para adquirir o imóvel locado”. É o que diz o artigo 27 da seção V da Lei do Inquilinato, que estabelece como direito ao locatário a prioridade na opção da compra, caso o proprietário decida vender o imóvel.

    O artigo prevê também que o locatário seja tratado em igualdade de condições com qualquer comprador em potencial, ou seja, não podendo lhe ser oferecido valores ou circunstâncias de negócio diferenciadas.

    O inquilino que não manifestar interesse na compra do imóvel em até trinta dias após o aviso de venda deixa de ter prioridade e tem o período estabelecido em contrato para se mudar.

    Deveres

    1 – Pagar pontualmente o aluguel e demais despesas de locação;

    Pagar o aluguel em dia é fundamental para que direitos sejam garantidos (Foto: Shutterstock)

    O primeiro dever de um inquilino é se manter em dia quanto ao pagamento do aluguel, condomínio e outros gastos estabelecidos no acordo de locação. A forma de pagamento também deve seguir o que foi discriminado na celebração do contrato, assim como datas e condições em caso de atraso.

    O locatário que não cumprir com essa responsabilidade pode ser punido com Ação de Despejo ou outra sanção prevista em contrato, além de ter que pagar o que deve ao proprietário com os juros previstos no acordo de locação.

    2 – Servir-se do imóvel apenas para o uso presumido

    O inquilino deve usar o imóvel somente para o que ele se destina (Foto: Shutterstock)

    Esse é um dever que costuma gerar muita dúvida e conflito entre as partes envolvidas no acordo de locação. Muitos inquilinos pensam que, a partir do momento em que o contrato passa a ter vigência, poderão usar o imóvel como bem entender, no entanto, a utilização é vedada somente ao que é presumido em contrato.

    O locatário não pode, portanto, fazer uso de um imóvel comercial como se fosse residencial, valendo o mesmo para o contrário. Além disso, o locatário tem o dever de tratar o imóvel como sua especificidade exige, ou seja, uma casa deve ser mantida como uma, valendo-se novamente do que está descrito em contrato.

    3 – Devolver o imóvel no estado em que recebeu

    O inquilino que não devolver o imóvel como recebeu pode ser multado (Foto: Shutterstock)

    Assim como o inquilino deve pagar as despesas de locação em dia e usar o imóvel somente para o propósito estabelecido em contrato, é seu dever restituí-lo no mesmo estado em que o encontrou no início da locação. Da mesma forma que é feita antes da mudança, a imobiliária fará uma vistoria final, levando em conta as condições registradas anteriormente.

    O locatário que não devolver o imóvel da mesma forma que o recebeu tem o período estabelecido em contrato para fazer os reparos necessários. Caso não sejam feitos, o inquilino pode ser multado ou ter parte de seu caução retido.

    4 – Pagar as despesas de telefone, luz e demais serviços contratados

    Despesas com serviços contratados são de responsabilidade do inquilino (Foto: Shutterstock)

    A partir do momento que o locatário inicia sua estadia no imóvel, todos os serviços contratados passam a ser de sua responsabilidade, sendo necessária, inclusive, a troca de titularidade das contas, de modo que as cobranças sejam feitas diretamente no seu nome.

    Muitas imobiliárias estabelecem um período no início da locação para o inquilino fazer a troca de titularidade, incluindo uma punição com multa caso o serviço não seja efetuado. Também é comum que o contrato determine uma autorização prévia do proprietário antes da contratação de serviços que possam modificar a estrutura da casa, como instalação de antenas etc.

    5 – Respeitar os regulamentos do condomínio

    As leis do condomínio devem ser respeitadas pelo inquilino (Foto: Shutterstock)

    É comum inquilinos pensarem que não têm responsabilidades para com o condomínio, uma vez que eles não são proprietários do imóvel que está sob regimento. Entretanto, a Lei do Inquilinato estabelece como dever do locatário o total cumprimento do código de regras estabelecido pela empresa que administra o condomínio.

    Caso o imóvel passe por punição em decorrência do descumprimento de alguma regra, é o inquilino quem deve arcar com tal responsabilidade, seja ela uma multa ou sanção de outra natureza.

    Para que os direitos e deveres sejam mantidos e a Lei do Inquilinato cumprida de acordo com o que é estabelecido em suas cláusulas é preciso que todo o acordo de locação seja feito com transparência e responsabilidade. Por isso, é importante ler o contrato atentamente e não hesitar em reclamar junto à imobiliária caso algo não esteja em consenso com o que é determinado pela legislação.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Cenário econômico é favorável à compra de imóvel

    Recuo no preço de venda nos dois últimos anos representa boa oportunidade para investimentos

     Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas
    Ilustração/EM

    O recuo no preço dos imóveis aponta que ainda há um bom espaço para investir no setor. De acordo com pesquisa recente, realizada pela FipeZap, o valor de venda de imóveis no Brasil apresentou queda pelo segundo ano consecutivo. Para se ter uma ideia, desde 2008, quando o índice passou a ser divulgado, somente nos anos de 2017 e 2018 houve recuo no preço de comercialização. Vinícius Costa, presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), explica que vários fatores influenciam na queda do preço dos imóveis. “Entre eles está a própria economia, que, oscilando, acaba por retirar um pouco da confiança do comprador, independentemente do objetivo de aquisição, seja para morar ou investir, o que representa imobilização do capital.”

    Vinícius ressalta que fatores como o desemprego, que afeta diretamente a capacidade do comprador de honrar com o negócio que pretende firmar, modificações nas regras do setor, que tendem a dificultar o acesso aos financiamentos habitacionais, acompanhadas de alta na taxa de juros, também contribuem para o aumento do estoque de imóveis, resultando em queda nos preços. “E quanto maior a oferta de imóveis, menor será o preço médio praticado”, afirma o presidente da ABMH.

    O executivo esclarece que, para quem quer investir em imóvel na planta, é importante ter conhecimento de que uma nova regra para rescisão de contrato está valendo desde dezembro de 2018 com a promulgação da Lei 13.786. “Considerando os fatores externos (economia e desemprego, por exemplo) e diante do fato de que o investimento em imóvel na planta é de médio a longo prazo, o comprador, seja para moradia, seja para revenda, deve tomar cuidado com a possibilidade de perda de valores – que podem superar 50% do valor investido – em caso de rescisão do contrato. Assim, o investimento pode acabar se tornando um verdadeiro pesadelo”, alerta.

    Segundo ele, para quem quer investir em imóveis e recuperar o capital a médio prazo, o cenário de queda de preços não é dos piores. “Tendo dinheiro na mão, é mais fácil negociar com o vendedor, principalmente se este tiver um bom número de unidades imobiliárias estocadas. Adquirir um imóvel por um preço mais baixo e obter dele lucro mediante revenda ou locação é uma forma de recuperar o investimento feito”, garante.

    Vinícius diz que depois de passados dois anos seguidos de queda no preço dos imóveis, os investidores do mercado da construção civil e também em negócios imobiliários esperam que haja uma melhora no setor para que o lucro volte a ser a palavra para esse mercado. Quem visa adquirir um imóvel para revenda terá como objetivo o retorno de todo o capital investido acrescido de lucro. “Mas para que isso ocorra terá de aguardar a melhora do mercado e também pesquisar bastante sobre o negócio que fará para não entrar em áreas saturadas, que não retornam o investimento.”

    Ele ressalta que já o perfil de quem compra para locação, em Belo Horizonte, por exemplo, tem um cenário mais interessante em razão no aumento médio da locação na cidade. “Esse tipo de investimento não direciona o capital em parcela única, como ocorre na revenda, mas em parcelas mensais que servirão para recompor o capital ou até mesmo para o sustento do próprio investidor.”

    Vinícius considera que também é um cenário favorável para quem pretende trocar de imóvel e tem recursos próprios. “É possível, às vezes, barganhar em cima das permutas, ou até mesmo somente sobre a nova aquisição, pois para quem vende, sair da situação de capital imobilizado para recurso na mão é muito mais atraente, ainda que o lucro não seja aquele que se esperava.”

    O presidente da ABMH diz que, para 2019, ainda não há como prever como o mercado imobiliário reagirá. “O certo é que o setor de habitação, ainda assim, consegue sobreviver a crises e gera oportunidades para todo mundo, bastando apenas demandar tempo e estudo para concretizar um bom investimento, ou a realização do sonho da casa própria.”

    CONDOMÍNIOS 

    Um setor que também desperta interesse é o voltado para lotes em condomínios fechados. Atualmente, esses empreendimentos já estão parcialmente regulamentados pelo Código Civil e pela Lei de Parcelamento de Solo (Lei 6.766/79), cabendo ainda a cada município legislar sobre a implementação de referidos loteamentos em seus limites. “O interessante desse tipo de negócio é que o investidor que compra o lote ganha na revenda com o valor agregado pela infraestrutura fornecida pelo loteador. Já o comprador para fins de uso próprio ganha com a possibilidade de residir em locais não tão urbanizados, com segurança privada e qualidade de vida fora do caos das grandes cidades. Um caminho que tem se tornado cada vez mais comum para os consumidores finais”, ressalta o executivo.

    Por outro lado, Vinicius chama a atenção dos investidores para a Lei 13.786/18, que também modificou a forma de resolução desses contratos, ‘o que pode implicar em caso de quebra antes de sua conclusão na perda de grande parte do valor investido e, com isso, o negócio que se vislumbra em um primeiro momento interessante pode passar a ser um verdadeiro pesadelo”.

    Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

    Condomínio pode obrigar morador a tirar tela de proteção?

    Equipamento de segurança deve seguir o padrão do local

     

     

    Equipamento de segurança deve seguir o padrão do local

     

     

    Um item de segurança bastante comum em condomínios é a tela de proteção.

    A princípio, a instalação da tela não configura em alteração da fachada, sendo sua presença bastante comum em diversos condomínios.

    Depois de uma decisão judicial largamente divulgada, ficou a dúvida: o condomínio pode obrigar um morador a retirar o item de segurança?

    O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat explica que a tela deve seguir o padrão decidido em assembleia, e dá os pormenores do assunto em seu vídeo dessa semana.

    Confira!

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Conheça o kit vistoria e fique preparado para visitar um imóvel

    Quarto episódio da série “Busca pelo Imóvel” lista ferramentas fundamentais para ter em mãos no dia da visita

    Depois de muito procurar por um imóvel em sites de busca, você finalmente encontrou aquele que vale a pena ser visitado. O momento da vistoria chegou e pode parecer uma tarefa simples, mas para que nenhuma surpresa ocorra depois da assinatura do contrato é importante estar atento e levar em conta aspectos que às vezes passam despercebidos.

    Sabendo da importância dessa etapa, o quarto episodio da série “Busca pelo Imóvel” fala sobre o “kit vistoria”, uma ideia pensada no aproveitamento máximo do tempo de visita. Não conhece? Sem problemas! Assista ao vídeo e se informe:

    Além das dicas apresentadas no episódio, vale a pena levar outras ferramentas que podem ser muito úteis. São elas:

    1 – Lanterna

    vistoria
    A lanterna pode ser útil quando a energia do imóvel estiver cortada (Foto: Pexels)

    Como foi dito no vídeo, muitas vezes o imóvel está com a energia elétrica cortada, principalmente se ele estiver a venda. Por conta da falta de luz, muitos detalhes podem ficar escondidos, como rachaduras, sinais de infiltração, manchas no azulejo etc.

    Para reverter isso, é válido levar uma lanterna ou qualquer outro objeto que emita luz e te auxilie a enxergar melhor os detalhes durante a vistoria.

    2 – Trena


    A trena é ótima para se certificar quanto a veracidade do memorial descritivo (Foto: Pexels)

    A trena é importante sobretudo para se certificar sobre o acabamento do imóvel. Você pode utilizá-la para medir de uma ponta a outra a parte de cima da porta. Se a medida não for a mesma nas duas extremidades, significa que a porta não foi bem instalada, provavelmente sem se atentarem à retilineidade no momento da instalação.

    Caso você tenha o memorial descritivo do imóvel em mãos, a trena também pode ser útil na medida dos ambientes como um todo, de modo que você possa se certificar se tudo saiu conforme o previsto no projeto.

    Com todas essa dicas você evita dores de cabeças futuras e se prepara para entrar sem medo na decisão de fechar negócio e ficar com o imóvel que mais te agradar.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Checklist para assembleia

    Saiba o que fazer para o encontro ser bem sucedido e evitar impugnação

    Saiba o que fazer para o encontro ser bem sucedido e evitar impugnação

    A assembleia é o grande momento de decisão da vida condominial. É ali que se aprovam as contas do período anterior, que se opta por uma obra, que se decide qual será o próximo síndico do condomínio. Enfim, um momento de suma importância para a sua comunidade.

    Além de ser importante, o encontro custa dinheiro e energia de todos. Geralmente há a necessidade de um colaborador da administradora do condomínio, que é remunerado.

    E como tudo que é importante pede algumas regras a serem seguidas, com a assembleia não seria diferente. O não cumprimento dessas regras pode ocasionar, inclusive, na impugnação da mesma – algo que o síndico deve tentar evitar.

    “A verdade é que a assembleia está sempre vulnerável a isso. O fundamental, principalmente para o síndico, é se ater e seguir as normas do encontro, evitando errar na parte técnica”, ensina o advogado e especialista em condomínios Alexandre Marques.

    Para você não ficar confuso e nem ansioso para a próxima assembleia, elaboramos um checklist com tudo o que deve ser observado antes, durante e depois do encontro. Assim, fica mais difícil deixar um erro qualquer passar, certo?

    ANTES DA ASSEMBLEIA

    1. Elaboração da convocação
    2. Materiais extras se necessário

    O edital de convocação deve ser feita em acordo com a lei e com a convenção do condomínio.

    “O primeiro passo é o síndico estar a par da convenção e do que a mesma diz sobre a convocação. Prazo, chamada, lista de presença, tudo isso deve ser obedecido”, explica Fernando Zito, advogado especialista em condomínios.

    Além de obedecer prazos estabelecidos, é importante ficar de olho também na maneira que a convocação é redigida.

    “O síndico deve poder contar com a administradora para uma convocação bem-feita. Depois de consultar a empresa, o ideal é que procure o advogado do condomínio, para que ele ajude na redação da convocação, evitando assim impugnação futura por causa de uma ‘tecnicalidade’”, ensina Alexandre Marques.

    Um bom exemplo sobre isso são as assembleias de destituição do síndico. Via de regra, são pedidas pela massa condominial, e a redação da convocação merece muito cuidado.

    “É importante que na convocação conste que o síndico terá a oportunidade de se explicar para os condôminos, a possibilidade de renunciar e se o novo síndico terá um mandato completo ou apenas irá cumprir um mandato complementar”, explica.

    Isso porque o síndico tem direito a se explicar e a renunciar, e se o edital de convocação já prevê isso, o síndico não pode alegar, em uma ação judicial no futuro, que não teve a oportunidade da fazê-lo.

    Materiais extras

    Outro ponto importante na convocação é se haverá alguma obra ou benfeitoria a ser aprovada na reunião: o documento deve constar a informação e como será feito o pagamento: se por meio de cotas extras ou pelo uso de algum fundo, como o de reserva ou de obras.

    “Caso isso vá acontecer, o síndico já pode disponibilizar, junto com a convocação, material de apoio para os condôminos, até para que todos possam se familiarizar com as empresas que serão escolhidas. Orçamento e escopo de cada empresa, por exemplo, ajudam bastante. Se for algo que precise ser olhado ‘ao vivo’, como amostras de piso ou de cores, as mesmas podem ficar expostas no salão de festas, para agilizar no momento da assembleia”, ensina Rosely Schwartz, professora do curso de administração condominial da Escola Paulista de Direito (EPD).

    Vale o mesmo para, por exemplo, uma assembleia de aprovação de contas: o ideal é que os condôminos recebam o material antes, para poderem checar com antecedência e preparar suas perguntas para a ocasião.

    NO DIA DA ASSEMBLEIA

    Antes da assembleia começar

    1. Lista de presença assinada
    2. Lista dos inadimplentes

    É fundamental que no dia da assembleia o funcionário da administradora conte com uma lista dos condôminos que estão em dia e que não estão quites com o condomínio.

    “Contar com um funcionário da administradora na entrada, para colaborar com a assinatura da lista de presença e também para lidar com os inadimplentes é importante”, argumenta Fernando Zito.

    Isso porque, na grande maioria dos casos, os inadimplentes não podem votar em assembleias – a não ser em pautas que impactem em direito de propriedade, como vagas de garagem, alteração na destinação de uso de áreas comuns, entre outras.

    “Caso um condômino inadimplente queira participar da assembleia, o mesmo pode fazê-lo. O que não pode é votar – a não ser em assuntos de direito de propriedade”, explica Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

    O ideal, nesse caso, é que o funcionário explique a pessoa, com tato, que ela não está quite com o condomínio e não dê cartões ou controles de voto.

    Durante a assembleia

    1. Começo da assembleia
    2. Respeitar o tempo estipulado para primeira e segunda chamada
    3. Conferência das procurações
    4. Eleição do presidente da mesa e do secretário
    5. Seguir discussões conforme a pauta
    6. Votação clara

    É nesse momento também que se conferem as procurações, e se as mesmas cumprem os requisitos pedidos pelas regras do condomínios.

    “Em alguns, há limite do número de procurações que um representante pode portar, em outros, síndico e conselho não podem representar outras pessoas. Há ainda casos dos condomínios que pedem firma reconhecida”, aponta

    Após esse momento, deve-se respeitar o período de primeira e segunda chamada (que devem constar na convenção do condomínio), é o momento de eleger presidente e secretário da assembleia.

    “É importante que os mesmos sejam votados e não apenas indicados por alguém. Também deve ser respeitado o que diz a convenção se síndico ou conselheiros podem ocupar essas vagas”, explica Rosely Schwartz.

    Com secretário e presidentes definidos, começa-se a discussão da assembleia. O correto é seguir a ordem dos assuntos conforme estabelecido pela convocação.

    Durante a votação, é imprescindível que não haja dúvidas sobre a decisão tomada pela maioria – e que os votos sejam contados conforme o previsto na convenção, se por unidade ou fração ideal.

    “Caso haja alguma dúvida, principalmente nos casos em que a votação se dá com os presentes levantando as mãos, o ideal é que a mesma seja repetida. E se houver inadimplentes no local, os mesmos só podem votar em matérias que digam respeito a direito de propriedade. Em outros assuntos, eles não podem votar”, alerta Alexandre Marques.

    DEPOIS DA ASSEMBLEIA

    1. Elaboração da ata
    2. Assinatura da mesma pelo presidente da mesa
    3. Envio da ata para os moradores dentro do prazo estipulado pela convenção
    4. Registro em cartório da ata

    Com a assembleia finalizada, é o momento de fazer a elaboração da ata, atribuição esta do secretário da mesa.

    Geralmente essa função cabe ao funcionário da administradora destacado para acompanhar a reunião.

    “A ata deve refletir o que aconteceu no local. Deve escrever em linhas gerais e objetivas, não pode ser nem muito prolixa e nem muito resumida”, aponta Alexandre Marques.

    Se algum condômino pede para que a sua fala seja registrada em ata, o correto é que isso seja feito.

    Depois disso, o presidente da mesa deve assinar a ata e, então, a mesma deve ser enviada a todos os condôminos.

    “É uma forma de tornar público o que foi decidido na assembleia, principalmente para aqueles que não foram”, ressalta José Roberto Graiche, diretor da administradora Graiche.

    Depois do envio da ata a todos, o que foi decidido em assembleia deve ser seguido por todos daquela comunidade.

    “Isso só muda se tiver sido aprovado alguma mudança que influencie públicos externos, como bancos, fornecedores, etc. Nesse caso, para esses terceiros, é importante que a ata seja também registrada em cartório”, ensina Alexandre Marques.

    O QUE NÃO FAZER NA ASSEMBLEIA

    É fundamental saber o que fazer em uma assembleia do tipo. Mas ter conhecimento sobre o que não deve ser feito é também bastante importante. Veja abaixo alguns erros que podem atrapalhar a vida do síndico e/ou culminar em uma impugnação

    • Deliberar em “assuntos gerais”: A grande maioria das assembleias conta com a pauta “assuntos gerais”. É um momento para troca de ideias, sugestões e críticas sobre a vida em condomínio. Não é, porém, o momento para se deliberar sobre nenhum assunto.
    • Expor nome de inadimplentes: O síndico deve, sim, prestar contas sobre os devedores do condomínio, principalmente em assembleia. O ideal, porém, é sempre se referir ao número e bloco da unidade, evitando citar o nome de quem não está em dia com o condomínio. Dessa forma, evita-se problemas com danos morais no futuro
    • Decidir itens que não estavam na pauta: muita gente acredita na máxima “a assembleia é soberana”. Ela realmente é, mas tem suas limitações. Não é porque há um quórum alto no encontro que pode-se aproveitar para decidir pela aprovação de uma obra, por exemplo. Todos devem ter a oportunidade de saber previamente o que será decidido na assembleia e, assim, optarem por tomar parte dessa decisão.
    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Zelador e acúmulo de função

    Saiba como evitar o que pode se transformar em um grande passivo trabalhista

    Saiba como evitar o que pode se transformar em um grande passivo trabalhista

    zelador, ou gerente predial, pode ser uma grande ajuda para o condomínio. Isso porque ele é o braço operacional do gestor no dia-a-dia do condomínio.

    É necessário, porém, ficar de olho nas atividades exercidas pelo colaborador, para evitar que o condomínio tenha que lidar com um passivo trabalhista.

    Rodrigo Karpat, advogado especializado em condomínios, explica, no vídeo abaixo, como deve ser o contrato de trabalho do funcionário para evitar problemas e também a forma que o síndico deve agir com relação ao exercício de outras funções durante o horário de trabalho.

    Confira!


    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Veja como escolher revestimentos para a cozinha

    Arquitetas explicam o que levar em conta na hora de comprar o material

    A cozinha é um ambiente especial dentro de uma casa. É lá que preparamos nossas refeições e, não raro, onde as pessoas ficam à nossa volta ansiosas enquanto os pratos ficam prontos.  Esse espaço precisa ter uma decoração que reflita a personalidade do morador, mas também é necessário que seja prática. Os revestimentos para cozinha precisam estar preparados para resistir a mistura constante de temperaturas e resíduos próprios da preparação de alimentos.


    Projeto da Leila Dionizios Arquitetura em que ela usa pastilhas para revestir a parede (Foto: Divulgação)

    A arquiteta Leila Dionizios diz que há uma série de revestimentos que podem embelezar a cozinha de forma rápida e prática. “Ladrilhos, cerâmicas e pastilhas são algumas opções, mas também é possível encontrar até adesivos de parede para cozinha. São super fáceis de instalar”, afirma.

    Sobre as cores dos revestimentos, ela comenta que os tons amarelo, laranja e vermelho combinam bem com o ambiente e, segundo a psicologia das cores, despertam a fome.  Ela alerta que os móveis devem ser combinados com o revestimento para que o espaço não fique muito escuro.

    Segundo a arquiteta Flávia Sá, os revestimentos mais utilizados em cozinha são cerâmica e porcelanato. Ela explica que o morador precisa optar pelos revestimentos para chão e parede que sejam mais fáceis de limpar e resistentes à água.

    O preço entre os modelos não está relacionado à qualidade, mas sim com a inovação tecnológica e a marca, comenta Flávia. Ela fala que a maior preocupação na hora da escolha deste tipo de material é ter atenção às informações do fabricante sobre o local de uso e a contratação de mão de obra especializada para instalação.  Também deve ser observada qual a argamassa indicada pelo fabricante.

    Inspire-se:


    (Foto: Shutterstock)

    (Foto: Shutterstock)

    (Foto: Shutterstock)

    (Foto: Shutterstock)

    (Foto: Shutterstock)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

     

     

    Cabeceiras estofadas deixam quartos mais confortáveis

    Modelos e tipos de materiais são diversificados para combinar com qualquer ambiente

    Escolher a cama box mais adequada para o quarto de casal é importante, assim como um colchão confortável, afinal serão anos de uso. Mas tem um detalhe que muita esquece: a cabeceira. Ela não é luxo ou mera composição, além de agregar à decoração, serve para trazer mais conforto aconchego ao ambiente.

    Hoje são inúmeros modelos, porém as estofadas estão ganhando cada vez mais espaço. O tamanho depende do que se pretende. Tradicionalmente, são horizontais, um pouco mais largas que a cama e numa altura suficiente para o casal sentado encostar. Mas podem até ser colocadas comum painel vertical até o teto, por exemplo.

    Entre os modelos principais das cabeceiras estofadas estão as de botonê (mais usadas), que têm botões para formar saliências, e capitonê, com o estofado divido por fios que geram retângulos salientes.

    Preste atenção nas dicas da arquiteta Carina Korman, Korman Arquitetos:

    Escolha

    Primeiro a pessoa deve pensar o que quer para o quarto. Se for apenas praticidade e estética, os modelos em madeira ou MDF resolvem. As cabeceiras estofadas são para quem dá preferência ao conforto. É importante considerar que, em muitos casos, a cabeceira pode se tornar o elemento principal do quarto.

    Tecidos

    Para revestir a cabeceira, o importante é considerar um tecido mais rígido e, por consequência, mais resistente. Ultrasuede, o couro natural e couro sintético são tecidos firmes e fáceis para limpar. Tecidos tramados – desde que produzidos com trama rígida – tendem a não abrir facilmente.

    Volume

    A espessura da cabeceira vai ao encontro da área útil do quarto. Caso seja muito espessa, a cama acaba indo mais para frente e tomando espaço. Sendo um quarto menor, a recomendação é escolher uma cabeceira mais fina. Se for espaçoso, pode-se trabalhar com mais volume.

    Cores

    O tom da cabeceira não necessariamente precisa ser o mesmo da cama e dos demais móveis do quarto. Por ser uma peça de destaque, é até possível ousar, colocando um tom completamente diferente ou, até mesmo, uma estampa ou madeira. A premissa é que a cabeceira precisa combinar com o estilo do ambiente em que está.

    Tamanho

    Não há uma regra que determine um tamanho ideal, apenas alguns parâmetros que devem ser seguidos. Em linhas gerais, a cabeceira pode compreender a largura de parede a parede ou acompanhar o tamanho da cama. O que não pode é uma cabeceira inferior à largura da cama. Na altura, também não há limitações. A recomendação é que, quando o morador estiver sentado, seja possível obter o apoio completo das costas. Assim,  a altura mínima deve ser de 1,10 metro.

    Inspire-se:


    (Foto: Shutterstock)

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    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

     

     

    Como usar o WhatsApp na gestão do condomínio

    Uso do aplicativo tem prós e contras, entenda como empregá-lo da melhor forma

     

    Uso do aplicativo tem prós e contras, entenda como empregá-lo da melhor forma

    “Eu te mandei um ‘zap’, você viu?”

    Essa pergunta, cada vez mais comum em todos os tipos de ambientes, chegou também na esfera da gestão condominial.

    Apesar da larga oferta de aplicativos de gestão e comunicação específicos para os condomínios, muitos síndicos usam o WhatsApp para se comunicar com moradores, funcionários e outros participantes da administração do condomínio.

    Com isso, a pergunta acima pode estar cada vez mais presente na vida do síndico ao entrar no elevador, encontrar um vizinho na garagem ou ao chegar no condomínio para uma reunião.

    Existem diversas maneiras de usar o aplicativo de mensagens na gestão do condomínio, e não há uma resposta definitiva sobre se o uso é positivo ou não para todos os empreendimentos.

    O que é unanimidade entre os ouvidos pelo SíndicoNet, porém, é que o WhatsApp não deve ser o canal oficial de comunicação entre a administração e os moradores.

    “O ideal é que o síndico deixe claro, desde o primeiro dia, qual é esse canal e estimule os moradores a se comunicarem com ele por ali, sempre que possível”, explica a síndica profissional Taula Armentano.

    O canal oficial pode ser um e-mail, um aplicativo do próprio condomínio, o livro de ocorrências, o site do condomínio, entre outros.

    “Prefiro utilizar os aplicativos próprios para a comunicação em condomínio, acho que fica mais organizado”, argumenta o síndico profissional Paulo Ribeiro.

    E, assim como no WhatsApp, é fundamental que o síndico não deixe o morador sem resposta.

    Como se comunicar bem usando o WhatsApp na gestão do condomínio

    Em 2017, o Brasil já contava com mais de 120 milhões de usuários do WhatsApp. Essa facilidade de poder se comunicar em tempo real com seus contatos pode ser um ponto positivo para a gestão condominial.

    Além da forma privada – mensagem direta entre duas pessoas – há duas maneiras de se comunicar pelo WhatsApp: listas de transmissão ou grupos.

    Na lista de transmissão, o síndico agrega os contatos que devem receber as informações enviadas por ele. Só o dono da lista de transmissão consegue mandar mensagens. (Veja abaixo sobre como fazer uma lista de transmissão no WhatsApp)

    Ao receber uma mensagem, o contato consegue responder para o síndico, só que de forma privada - as outras pessoas da lista não conseguem trocar impressões e também não sabem quem são os outros integrantes da lista de transmissão.

    “Gosto de usar a lista de transmissão como uma forma de comunicação oficial, que é sempre combinada com outras mídias. Combinamos a lista com um jornalzinho, mandamos e-mail. Cada um tem uma forma favorita de se manter informado sobre as melhorias do condomínio.

    Essa forma, porém, não é unanimidade também.

    “Não gosto muito de lista de transmissão, justamente porque não permite um diálogo entre as partes. Prefiro o formato de grupo, mesmo que tenha a necessidade de explicar as regras e de ter uma disciplina rígida sempre”, explica o síndico profissional Nilton Savieto.

    Já os grupos podem ser criados por um administrador e ir agregando mais pessoas. O limite atual de um grupo do tipo hoje é 256 participantes.

    No grupo, as pessoas podem interagir entre si, responder a perguntas uns dos outros, e é uma forma mais democrática de comunicação.

    Deve haver, porém, muita atenção a quem é adicionado ao grupo, uma vez que um grande volume de informações sobre o empreendimento e seus moradores passa por ali.

    Apesar de ser mais democrático, o grupo tem um ponto crítico para a vida cada vez mais corrida: o volume de mensagens pode ficar muito grande, impossível de acompanhar.

    Cuidados e regras para grupos de WhatsApp no condomínio

    Como tudo em condomínio, é fundamental que o grupo de WhatsApp tenha regras claras de uso.

    “De todos os condomínios que administro, temos grupo com moradores apenas em um. Funciona bem porque não permitimos coisas como “bom dia” e “boa noite”, “feliz aniversário” memes, política, religião. O grupo é para falarmos do condomínio, especificamente”, explica Nilton.

    Além de deixar claras as regras, é dever do síndico, ou administrador, fazer com que as mesmas sejam cumpridas.

    “Quando alguém manda algo indevido no grupo, peço, no privado, para apagar. Atualmente tenho pouquíssimos problemas com isso. Hoje, quando ocorre algo do tipo, a pessoa já apaga a publicação e pede desculpas antes mesmo que eu veja”, relata ele.

    Evitar esse volume de mensagens desnecessárias ajuda muito o grupo a fluir como se deve: uma forma rápida de se comunicar com a gestão do condomínio.

     “O síndico deve ter disponibilidade para atender os condôminos, para tirar dúvidas de funcionários, para conversar com o conselho. Mas, principalmente, deve ter agenda para trabalhar. A comunicação tem um papel central na minha gestão. Mas acho que grupo com os moradores pode dar uma expectativa de resposta sempre rápida, o que pode prejudicar outras áreas da gestão”, argumenta Taula.

    O síndico profissional Fulvio Stagi explica que por cuidar de diversos condomínios evita, ao máximo, o uso de grupos do tipo.

    “Os moradores têm meu número de WhatsApp e podem entrar em contato comigo. Mas acompanhar grupo de cada condomínio, seria difícil”, argumenta ele que, só como síndico profissional, cuida de 18 empreendimentos.

    Veja abaixo algumas regras para usar no grupo do seu condomínio!

    (Copie e cole no grupo e adapte as regras como achar necessário)

    • Esse grupo destina-se a comunicação referente a problemas, sugestões, elogios e críticas a respeito do nosso condomínio
    • Evite cumprimentos como “bom dia”e “boa tarde”, use-os apenas antes de escrever algo no grupo
    • Não poste memes, conteúdo sobre política, religião, futebol ou qualquer outro conteúdo que não seja referente à vida no nosso condomínio
    • Está com algum problema urgente? Escreva ou ligue diretamente para o síndico. Em casos críticos, é ele quem vai poder dar a palavra final para o seu problema
    • Pense bem antes de postar algo aqui. Críticas infundadas, xingamentos, acusações sem provas podem se transformar uma ação judicial

    Cuidados para evitar problemas jurídicos com o grupo de WhatsApp

    É inegável: cada vez mais vemos problemas envolvendo o uso indevido de redes sociais.

    Com o WhatsApp não é diferente. Isso porque algumas pessoas ainda têm a ilusão de que podem se comportar de qualquer maneira no mundo virtual. Nada mais longe da verdade.

    “Já temos diversas ações em que o poder judiciário aceitou o Whatsapp como prova”, explica o advogado especialista em condomínios André Luiz Junqueira, sócio da Coelho, Junqueira & Roque Associados.

    Mais uma vez se faz importante ter regras claras e exigir seu cumprimento no grupo do condomínio.

    “Quando há agressões entre condôminos, por exemplo, o síndico não pode ficar inerte. Ele deve chamar a atenção dos envolvidos e, inclusive, remover do grupo caso a situação se repita”, ensina ele.

    Outro cuidado é que o síndico deve se posicionar, sempre, quando houver uma reclamação, com risco de ser considerado negligente.

    “É a mesma consequência de quando há uma reclamação no livro de ocorrências e o síndico não toma nenhuma providência”, compara André.

    O advogado aponta que, inclusive, já alterou regulamento interno de condomínios para inserir as regras de uso do grupo de WhatApp do local.

    “É um cuidado a mais, por que um condômino pode se sentir prejudicado caso seja expulso do grupo e as regras não estejam claras”, ensina .

    Grupos do tipo também podem ser ruins para moradores ou condôminos dispostos a exagerar no tom das ameaças ou xingamentos contra o síndico.

    “Chamar o síndico de safado, dizer que ninguém trabalha no condomínio, ou que o gestor está roubando no grupo, pode sim, terminar em indenização para quem está sendo injustamente acusado. Já vi casos em que o síndico conseguiu indenizações que variaram entre R$ 5 mil a R$ 15 mil”, analisa Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet.

    Grupos de trabalho no WhatsApp

    Os grupos que envolvem a administração condominial são, via de regra, menos propensos a problemas de comunicação.

    Grupos do síndico com conselheiros, manutencistas, seguranças, porteiros e de comissões específicas tendem a ter uma comunicação mais fluída e focada em seus objetivos.

    “Trato de rotinas operacionais específicas com cada equipe. Eles têm que seguir o roteiro de trabalho e ir me posicionando diariamente”, explica a síndica profissional Natachy Petrini.

    Nilton Savieto, síndico profissional, aponta como grupos com os conselheiros são benéficos para quem não é síndico morador.

    “É uma maneira de mantermos todos informados com agilidade. Pelo grupo mandamos a agenda, caso alguém precise mando o regulamento de uma área comum, resumo das reuniões”, explica Nilton.

    Com relação a grupo com os funcionários, o síndico tem um cuidado extra: só manda mensagens durante o horário de trabalho, evitando acionar os colaboradores nos horários de descanso.

    COMO FAZER UMA LISTA DE TRANSMISSÃO NO WHATSAPP

    • Com o aplicativo aberto, clique nos três pontos ao lado da lupa
    • Clique em “Nova Transmissão”
    • Adicione na lista os contatos desejados. Importante dizer que só é possível adicionar à lista aqueles que também têm o seu contato
    • Dê um nome para a sua lista
    • Pronto! Você já pode enviar as notícias do seu condomínio usando uma lista de transmissão. Ela ficará salva para as próximas vezes

    tutorial lista de transmissão

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Escolha o arquiteto ideal para seu projeto

    Siga as dicas para não errar no profissional e tudo sair do jeito que planejou

    Se identificar com o estilo arquiteto ou designer é fundamental para que sua reforma não tenha surpresas. “A identificação deve ser tanto profissional, quanto pessoal, pois o tempo que trabalharão juntos será intenso. Precisa sentir que o arquiteto vai conseguir traduzir, naquilo que está fazendo, o que você é ou o que gosta”, diz a arquiteta Raquel Furlan.

    (Foto: Shutterstock)

    Procurar o registro do profissional no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) ajuda a saber se é realmente uma pessoa de confiança. O que mais ocorre, porém, é a indicação no boca a boca, de conhecidos ou redes sociais. Lembre-se: independentemente do estilo do arquiteto, o projeto é sempre do cliente.

    “Claro que os arquitetos mais renomados já assinam seus projetos com algum tipo de marca, mas ainda assim o que deve prevalecer sempre é a vontade do cliente. Afinal, é ele quem vai morar na residência”, ressalta Raquel.

    Para a arquiteta, uma reunião é o primeiro passo para saber se a parceria dará certo. “É essencial, onde começam as primeiras trocas e o profissional consegue captar os detalhes para começar a conceituação do projeto. Várias outras reuniões acontecerão durante o processo e desenvolvimento das etapas”.

    Arquiteto

    (Foto: Shutterstock)

    Pesquisa

    A arquiteta Claudia Albertini diz que, apesar de parecer uma dica óbvia, pesquisar é importante. E não só pela internet. Pedir referências, ficar de olho nas placas em construções em andamento. Ela lembra que existem leigos que prestam serviços de arquitetura de forma ilegal.

    “Sobre isso, um caso recente aconteceu lá em Maceió (Alagoas). O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil descobriu que um falso arquiteto até divulgava fotos de obras nas redes sociais. Por essas e outras é preciso ficar de olhos abertos”. Conversar com clientes anteriores e analisar o portfólio são dicas fundamentais.

    Necessidades

    Programa de necessidades é o termo usado para agrupar o conjunto de itens que não pode faltar na sua casa de jeito nenhum. Por exemplo, se você trabalha em casa, um escritório é essencial. Se dá aulas de piano, é preciso ter um cômodo específico para isso. Se trabalha com confeitaria, deve investir em mais espaço na cozinha.

    (Foto: Shutterstock)

    Claudia discorda de que os ambientes pequenos são mais fáceis de projetar. “Eles requerem soluções criativas e otimizadas para o melhor aproveitamento possível do espaço”, afirma, ressaltando que é importante se reunir com todas as pessoas que moram na casa para descobrir as necessidades de cada um.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    O que checar antes de assumir o cargo de síndico

    Saiba como começar com o pé direito e se precaver de assumir erros de gestões passadasSaiba como se precaver de assumir erros de gestões passadas

    Ao assumir a gestão de um condomínio, o novo síndico – seja ele profissional ou não – deve tomar uma série de cuidados, para evitar que erros de gestões anteriores possam respingar na sua administração presente.

    É claro que dificilmente o síndico atual será culpado por um ato que não cometeu, ou por uma situação que se arrasta há muitos anos no condomínio. Ele porém terá que administrar o local a partir desse cenário.

    E para fazer uma boa administração, o novo síndico deve estar bem a par da situação do local. Portanto, uma vistoria em todo o empreendimento, além da leitura minuciosa das pastas de documentos e das atas das assembleias devem ser os primeiros passos do novo síndico.

    É importante salientar que nada combina menos com o trabalho do síndico do que a inércia. A ideia de “se estava assim antes, pode continuar da mesma maneira”, para algo que não está correto ou adequado para o condomínio é perigosa e tende a ser negativa para toda a comunidade. Por isso, se algo está errado, arregace as mangas e mãos à obra.

    Medidas administrativas

    Ao assumir o condomínio, é importante checar os seguintes documentos, que já dizem bastante sobre a saúde financeira do local:

    • Certidões de débito negativo de INSS, FGTS e tributos federais e municipais hoje facilmente obtidos através da Internet: dessa forma, evitam-se sustos como funcionários cobrando seus direitos que não foram pagos
    • Ações judiciais em curso (inclusive trabalhistas): assim, o novo síndico pode se inteirar de processos e se preparar para representar o condomínio judicialmente
    • Empresa terceirizadora de mão de obra (se tiver): É importante pedir para esse prestador de serviços as certidões de quites com o INSS e FGTS dos funcionários, assim como uma cópia do contrato em vigor. Certifique-se de que a atual escala beneficia o condomínio e não o onera demasiadamente
    • Checar os seguros do condomínio e seus valores – uma vez que a apólice esteja com prêmios defasados, caso aconteça alguma coisa mais grave o valor poderá não ser adequado para suprir os gastos
    • AVCB: Caso a vistoria do Corpo de Bombeiros não esteja em dia, é de interesse de toda a comunidade condominial que essa situação se altere, evitando que seguros não sejam pagos ou que uma tragédia aconteça no local
    • Finanças do condomínio: saber  quem está devendo quanto e se as contas do local estão fechando mês a mês é de suma importância para traçar um plano de combate à inadimplência. Também é necessário conhecer os acordos que foram feitos com os devedores e se certificar de que os mesmos estão sendo cumpridos. Caso a gestão anterior não tenha tomado providências quanto aos inadimplentes,  é importante que o novo síndico mude essa situação
    • Contratos de manutenção: uma boa olhada nessa papelada , seguida de cotação dos serviços com empresas concorrentes, serve para saber se o condomínio está pagando o preço justode acordo com as suas necessidades. Caso haja sinais de superfaturamento, notas frias, etc, o ideal é contratar uma auditoria especializada em condomínios. O gasto deve ser aprovado em assembleia, mas pode ser considerado um investimento na boa saúde financeira do condomínio.

    Caso se comprove fraudes na gestão anterior, o condomínio pode entrar com ação na Justiça pedindo ressarcimento dos valores para o antigo síndico.

    Medidas práticas

    Mas não é só de papelada que se compõe a vida do novo síndico. Ao assumir, a nova gestão deve:

    • Andar pelo condomínio inteiro, do último subsolo até a última laje, anotando tudo o que considerar estranho ou inadequado. Esse ‘passeio’ servirá para:
      1. Conhecer o estado geral da edificação. Caso trincas estejam pipocando em todos os lados, ou se a manutenção preventiva ficou esquecida durante muito tempo, é importantíssimo contratar um engenheiro para uma vistoria. O gasto deve ser aprovado em assembleia, e é um ótimo ponto de partida para saber o que deve ser feito primeiro.O laudo emitido pelo engenheiro será de grande ajuda para o síndico caso aconteça algo inesperado, como um muro que cai e machuca alguém ou azulejos da fachada que estejam se soltando.Como esse tipo de cenário não acontece de um dia para o outro, com o documento expedido pelo engenheiro o síndico se cerca de cuidado de um lado, mostrando que o descuido com a manutenção não ocorreu na sua gestão – e que, por isso, não pode ser responsabilizado pelo dano.

        Por outro lado, fica comprovado que o síndico sabia dessa condição da edificação, e que, portanto, tem a obrigação de efetuar o reparo.

      2. Verificar como andam os equipamentos de segurança do condomínio; se  extintores, hidrantes, mangueiras e seus acessórios estão em todos os andares. Caso os equipamentos não estejam  em bom estado, vale contratar uma empresa especializada nesse tipo de consultoria. O gasto também deve ser aprovado em assembleia
      3. Saber como estão as obras em andamento no condomínio. Estar a par do que foi combinado e do que está sendo realmente  feito evita gastos extras e dores de cabeça no momento de aprovar as contas.
    • Conversar com os funcionários: É uma ótima maneira de abrir o canal de comunicação com os empregados. Dessa forma fica mais fácil conhecer as demandas e necessidades daqueles que trabalham com o condomínio.

    Fonte: SindicoNet

    Tudo o que você precisa saber antes de comprar ou alugar um imóvel

    Adquirir ou alugar um imóvel requer alguns cuidados para evitar aborrecimentos e prejuízo. Fique de olho nas dicas úteis

    Verifique se o imóvel comercial tem o Habite-se e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros - Alphaville/Divulgação

    Verifique se o imóvel comercial tem o Habite-se e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros

    Muitas dúvidas surgem na hora de comprar ou alugar um imóvel, seja comercial ou residencial. Para se munir de todas as informações para tomar essa decisão, o ideal é procurar ajuda de um especialista, que poderá auxiliá-lo com dicas de como fazer a melhor escolha e evitar aborrecimentos e prejuízo.

    No caso do imóvel comercial, vários aspectos devem ser observados atentamente antes de fechar o negócio, que, geralmente, envolve elevado recurso financeiro, no caso de compra, e a decisão de onde instalar a empresa.  Henrique Dias, diretor dos portais WebEscritórios e WebIndustrial, aproveita para dar algumas dicas aos interessados em comprar ou alugar um imóvel comercial.

    1 – Tenha em mente o imóvel comercial que você precisa

    “Fica muito mais fácil fazer uma busca quando já se tem um perfil de imóvel em mente do que quando se vai ao mercado sem muita ideia do que se espera encontrar. Itens como metragem da sala ou do imóvel, vagas de garagem, valor médio e localização devem ser o início da sua busca. Oportunidades diferentes podem surgir no meio do caminho, mas se perde menos tempo quando se tem uma ideia do que deseja antes de começar a pesquisar.”

    2 – Localização é importante

    “Se a empresa é do tipo que pretende receber a visita de muitos clientes, a localização é um item fundamental na hora da pesquisa. Estar próximo a outras empresas ou em áreas de fácil acesso via transporte público ou carro pode ser um diferencial competitivo na hora de fechar negócio. Por outro lado, um escritório um pouco mais afastado pode ter um aluguel mais barato, mas os funcionários vão levar mais tempo para chegar até ele.”

    3 – Verifique a média de preços da região

    “Antes de fechar negócio com o primeiro imóvel que parecer interessante, faça uma pesquisa de preços junto a outros imóveis da região para ver se o preço está na média. Se for mais caro, deve oferecer diferenciais que justifiquem o investimento. Pergunte aos condôminos do mesmo prédio se a média de valor pedida está dentro daquilo que a maioria está pagando.”

    4 – Visite pessoalmente o imóvel para avaliação

    “Muitas empresas deixam uma locação a cargo de um funcionário que não toma os devidos cuidados na hora de alugar um imóvel. Sempre visite o local antes de fechar negócio. Se o imóvel for em outra cidade, separe um dia na sua agenda para ir até ele conferir de perto. As fotos podem mostrar que se trata de um lugar maravilhoso, mas nem sempre isso procede.”

    5 – Negocie as reformas

    “Raramente um imóvel disponível para locação é encontrado de forma perfeita, ou seja, de um jeito que tudo o que você precisa fazer é pegar a mudança e se instalar. Se for preciso fazer algum tipo de reforma, negocie com o locatário para que ele possa descontar os valores do aluguel ou ainda custear parte das melhorias. Essa dica é boa para os dois lados, pois você economiza e o proprietário investe na modernização do local.”

    6 – A documentação está em dia?

    “Esse é outro ponto bastante importante a ser verificado assim que demonstrar que há interesse me fechar negócio. Verifique se o imóvel comercial tem o Habite-se e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (ACBV). Outros itens, de acordo com o tipo do negócio, podem ser solicitados, como o Laudo de Vistoria Elétrica e o Alvará de Funcionamento, no caso de locais com atendimento ao público.”

    7 – Faça uma análise minuciosa do contrato

    “Leia item por item das cláusulas do contrato de locação ou de compra e venda. Não pode haver dúvida em nenhum dos itens e, se por acaso você discordar de alguma cláusula, converse com o proprietário e veja se há alguma forma de se chegar a um termo que seja satisfatório para ambas as partes. Se for possível, deixe que um advogado leia o contrato do imóvel e aponte algum tipo de problema. O que não pode é você assinar alguma coisa sem estar seguro de que fez a melhor escolha.”

    8 – Faça uma vistoria inicial do imóvel

    “Do jeito que o locador encontrou o imóvel no dia em que se mudou é o jeito que este deve estar quando for devolvê-lo. Por isso, observe cada um dos cômodos e faça anotações sobre itens que estejam danificados ou quebrados. Assim, quando deixar o imóvel, não há o risco de o proprietário exigir que um determinado item seja entregue em perfeitas condições sendo que você não o encontrou assim. Faça uma cópia do documento e guarde uma via assinada pelo proprietário, dando ciência das condições.”

    9 – Não se deixe levar pela emoção

    “Quando se está falando de um imóvel comercial deve-se tratar o local como um investimento. Em outras palavras, ele não precisa, necessariamente, ser bonito, mas lucrativo. A opção escolhida deve caber dentro do orçamento da empresa, seja na locação ou na compra. Lembre-se: qualquer lugar, mesmo o mais afastado, pode ficar bonito ou com a sua cara depois de algumas reformas.”

    Fonte: Estado de Minas, Lugar Certo

    Portas corta-fogo: manutenção, legislação e especificações

    Equipamento requer manutenção e deve isolar a fumaça por, no mínimo, 60 minutos

     

    Equipamento requer manutenção e deve isolar a fumaça por, no mínimo, 60 minutos
    Contar com portas corta-fogo no condomínio não é essencial apenas a tirar o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros). Esse é o tipo de item que, estando nas condições corretas de uso, salva vidas.

    As portas corta-fogo são obrigatórias em edifícios a partir de 1983 e tem esse nome por manter a fumaça e fogo longe das escadas por períodos que variam de 60 minutos a duas horas, dando, assim, tempo e condições de esvaziar o prédio em caso de incêndio

    Manutenção de portas corta-fogo

    A porta pode ser feita de diferentes compostos com diversos materiais como madeira, aço, gesso, vidro e vermiculita. Deve contar com barra para abertura e fechamento ou maçaneta. E, para fechar e abrir com facilidade, deve apresentar molas nas dobradiças.

    As molas são a parte da porta que mais precisam de manutenção – uma empresa deve visitar o condomínio, em média, a cada três meses para checar a situação do equipamento. Afinal, é a mola quem deve manter a porta fechada sempre. A mesma não deve permanecer entreaberta.

    É importante que a empresa contratada para cuidar desse equipamento seja especializada em segurança contra incêndio, com serviços certificados pela NBR 11 742, que trata de portas corta-fogo.

    Mau uso das portas corta-fogo

    A porta corta-fogo pode apresentar outro problema, mas dessa vez, em relação ao uso dos moradores.

    TRANCAR A PORTA: Há casos em que a unidade é a única no andar, e os condôminos decidem por trancar a porta. Nesses casos, o síndico deve conversar com o morador sobre a gravidade da questão, já que em caso de incêndio as pessoas ficariam ali, barradas, sem ter para onde ir.

    O mesmo vale para moradores da cobertura. Dependendo da altura da edificação, pode haver uma rota de fuga para a cobertura. Por isso, é de extrema importância que a passagem se mantenha livre.

    Vale lembrar que é a brigada de incêndio a responsável por decidir as rotas de fuga no local. Daí a importância de mantê-la sempre bem treinada.

    As únicas portas corta-fogo que devem ser mantidas trancadas são as que guardam as bombas e geradores do condomínio, evitando o acesso de crianças e outras pessoas, que não os funcionários, ao local.

    Outra excessão para trancar as portas corta-fogo é quando a mesma estiver ligada a um dispositivo eletro-magnético, conectado a central de alarme de incêndio.

    “Assim, quando a central é acionada, ela libera automaticamente o destrancamento das portas”, ensina Carlos Justo, da Just & Just Instalações de Sistemas de Segurança Contra Incêndio.

    CALÇAR A PORTA: Há também casos de quem use um calço para manter a porta aberta – inutilizando-a, assim, em caso de incêndio na edificação.

    OBSTRUÇÃO: Outro problema em caso de incêndio é a obstrução das rotas de fuga. A escada de incêndio é muitas vezes usada pelos moradores para abrigar cestos maiores de lixo, bicicletas, carrinhos de bebê.

    Isso é incorreto, e o síndico deve combater esse mau hábito, uma vez que, no momento da emergência, caso alguém não consiga sair devido a essas obstruções, o síndico pode ser responsabilizado civil e criminalmente.

    Como combater infrações

    Votar em assembleia por manter as portas corta-fogo destrancadas e fechadas dos andares e estipular multa para quem desrespeitar a regra pode ser uma boa ideia para deixar todos à par da situação.

    Para deliberar sobre o assunto, basta maioria simples dos presentes.

    O zelador pode checar semanalmente se os moradores estão seguindo as regras.

    Escadaria de emergência

    Além de não poder apresentar objetos, a escada de emergência –e rota de fuga em caso de incêndio- deve apresentar uma série de cuidados, além da porta corta-fogo:

    • Corrimão contínuo: na altura adequada pelo corpo de bombeiros, sem ponta viva – ao chegar próximo da porta, ele é chumbado na parede
    • Luz de emergência: uma iluminação que funciona em caso de incêndio, auxiliando os moradores a encontrar a rota de fuga
    • Sinalização fotoluminescente: adesivos que brilham no escuro apontando a rota de fuga correta,  número dos andares, a saída e o acesso ao térreo
    • Extintores de incêndio: O condomínio deve contar com três tipos, que têm usos bastante diferentes: – Água: serve para apagar o fogo de madeiras, sofás, cortinas – Pó químico: usado principalmente para fogo advindo de instalações elétricas – CO2: Para uso em motores, bombas e geradores

    Outro sistema

    Mas a porta corta-fogo não é o único artifício para colaborar com a segurança em caso de incêndio no edifício. Há também a pressurização de escadas, norma em São Paulo para construções a partir de 1993.

    “O sistema pressuriza o ambiente enclausurado,seja escada ou outro. Assim, elimina-se a fumaça e o ar quente do ambiente, facilitando a respiração dos usuários em situação de sinistro. Vale ressaltar que a pressurização também obedece a critérios de ocupação, altura,ou propriamente vontade do projetista de ter esse equipamento instalado no local. Ou seja: mesmo quando não há a exigência o mesmo pode ser instalado. O que não pode e não é aceito  é que, em havendo a exigência, deixar de prever a pressurização em projeto técnico de incêndio e instalá-lo”, ensina Carlos Justo

    AVCB

    O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros tem duração que depende de cada estado. Em São Paulo, os edifícios residenciais devem passar por vistoria a cada cinco anos, e os comerciais entre dois ou três.

    Mas caso haja denúncia sobre o mau estado do condomínio, pode haver visita antes desse período, e o AVCB pode, inclusive, ser cassado, caso os itens de segurança do local não estejam de acordo com a lei.

    Em condomínios antigos, onde não haja espaço para a construção de uma escada de emergência enclausurada, e nem a possibilidade de implementação de portas corta-fogo é importante conversar com o corpo de bombeiros local. Dessa forma é possível decidir, juntos, quais medidas de segurança contra incêndio devem ser tomadas.

    Fonte: SindicoNet

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