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Notícias

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Carros elétricos ou híbridos no condomínio

Entenda como o condomínio deve se adaptar a esse tipo de necessidade

Entenda como o condomínio deve se adaptar a esse tipo de necessidade

Por Fernando Augusto Zito*

Uma nova tendência no mercado imobiliário, seja residencial ou comercial, são os empreendimentos que já contemplam estrutura para recarga de veículos elétricos (VE).

Alguns condomínios já estão se adaptando a essa nova realidade. Os veículos elétricos (VE) e elétricos/híbridos, que necessitam de mais de três quilowatts de energia para realizarem sua recarga.

Os carregadores para VE precisam atender a essa exigência para serem eficazes. Além disso, a instalação deve ser feita de forma segura, tanto para o usuário como para a massa de moradores.

O condomínio precisa ter seu sistema elétrico revisado. Somente um profissional qualificado poderá certificar se a instalação é adequada para uma estação de recarga para VE.

O procedimento de instalação pode variar em alguns aspectos de um local para o outro, no entanto, eles geralmente são semelhantes.

Qual é o primeiro passo na instalação de um carregador?

O primeiro passo é determinar se o condomínio possui a capacidade de potência para uma estação de recarga para VE. Se negativo solicitar junto a concessionária de energia. Mais uma vez, somente um profissional pode realizar uma avaliação adequada da energia.

Em seguida contratar uma empresa para realizar a instalação do ponto de carga do VE.

Estas providências possibilitam que o condomínio tenha uma estação de recarga para VE que atenda a necessidades de proprietários desses veículos em total conformidade com as normas.

A quantidade de pontos de recarga em um condomínio dependerá da demanda desses veículos, hoje ainda é pequena, porém, em um futuro próximo o número de VE deve aumentar.

*O Autor é Advogado militante na área de Direito Civil; Especialista em Direito Condominial; Pós-Graduado em Direito Tributário pela PUC/SP; Pós-Graduado em Processo Civil pela PUC/SP; Diretor Jurídico da Assosindicos – Associação de Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo; Colunista dos sites especializados “Sindiconet”, Viva o Condomínio, da revista “Em Condomínios” e Palestrante.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Decoração de Natal: confira inspirações para a sua casa

Da clássica até a mais clean, veja algumas decorações

Quem ainda não decorou a casa para o Natal não precisa entrar em pânico. Ainda tem tempo para fazer uma bela decoração natalina. O ZAP em Casa em parceria com o Pinterest separou algumas inspirações para você deixar a casa pronta para o Papai Noel.

Tem da decoração mais clássica, com os tons de vermelho e verde e também as minimalistas, que estão super em alta, principalmente por conta do estilo escandinavo e que abusa dos tons mais neutros.

Confira abaixo a seleção feita e veja ideias para fazer a decoração de Natal para a sua casa:

 

gurilanda de natal
A guirlanda é uma ótima maneira de dar boas vindas aos convidados (Foto: BR.Pinterest.com.br)
mesa decorada para o Natal
Não é preciso apostar nas cores tradicionais na hora de decorar a mesa para o Natal (Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração de natal
A decoração escandinava também pode fazer parte da decoração natalina (Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração com móbile natal
Os móbiles também podem deixar a decoração ainda mais bonita (Foto: BR.Pinterest.com.br)
estrela natalina
Quem quiser, pode optar por uma estrela no lugar da guirlanda (Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

 

 

 

decoração de natal
A tradicional árvore pode ganhar outras versões e cores (Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração natalina
A entrada da casa pode ser decorada com as tradicionais cores vermelha e verde (Foto: BR.Pinterest.com.br)
Mesa decorada para o Natal
A mesa também merece uma decoração especial (Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração de Natal
Os tons de dourado também podem ser utilizados no Natal (Foto: BR.Pinterest.com.br)
Mesa decorada para o Natal
Outras cores também podem fazer parte da decoração de Natal (Foto: BR.Pinterest.com.br)
mesa decorada para o Natal
As velas dão um toque especial na decoração da mesa (Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração de natal
Os mais tradicionais podem abusar das guirlandas e dos tons natalinos (Foto: BR.Pinterest.com.br)
mesa decorada para o Natal
A decoração mais sóbria também tem seu charme (Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração de natal
A decoração simples, com os já tradicionais pisca-pisca também tem seu charme (Foto: BR.Pinterest.com.br)
mesa decorada para o Natal
Também é possível fugir do convencional (Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração natal
Quem quiser ousar, também pode optar por uma árvore diferente (Foto: BR.Pinterest.com.br)
mesa natalina
A mesa também tem seu toque especial (Foto: BR.Pinterest.com.br)
mesa decorada para o Natal
A mesa na hora da ceia precisa de uma atenção especia (Foto: BR.Pinterest.com.br)
Mesa decorada para o Natal
Os detalhes fazem toda a diferença (Foto: BR.Pinterest.com.br)
mesa decorada para o Natal
Não precisa fazer uma decoração natalina tradicional para celebrar a data (Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

O que fazer quando funcionários se acidentam no condomínio?

Saiba quais medidas o condomínio deve tomar

 

Saiba quais medidas o condomínio deve tomar

Não é algo que seja comum de acontecer, mas quando um funcionário se acidenta no condomínio, o síndico deve saber o que fazer.

No dia seguinte ao acontecido, deve-se abrir uma CAT(Comunicado de Acidente de Trabalho).

Uma boa dica para diminuir os problemas com acidentes é evitar que o funcionário execute funções fora das permitidas pela convenção coletiva e também que trabalhe nas unidades condominiais.

Veja mais informações do especialista e advogado Rodrigo Karpat sobre o assunto:

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Veja como decorar a casa com quadros grandes

Inserir na decoração é mais fácil do que parece; veja como

Para dar personalidade a um lar, nada mais indicado do que quadros. Eles embelezam o ambiente e imprimem nele toda a personalidade de quem o habita. No entanto, nem todos os modelos são fáceis de serem inseridos na decoração; os quadros grandes, por exemplo, podem gerar muitas dúvidas em quem quer tê-los em casa, mas não sabe por onde começar. Veja como utilizar os seus sem agredir visualmente o local.

Antes de mais nada, faça uma análise do tamanho do quadro em relação ao tamanho dos móveis e do ambiente. Isso é, veja se tudo se encaixa de forma proporcional, principalmente.

Feito isso, você deve pensar onde posicioná-lo de forma harmoniosa. E, para não errar, a arquiteta Natália Salla dá a dica: “O quadro grande sempre será um elemento de destaque predominante, então o ideal é que seja o centro de atenção do ambiente, sendo colocado, por tanto, em uma parede principal”.


Foto: Reprodução/Pinterest

Ela ainda explica que, em geral, quadros grandes são centralizados em móveis maiores do que ele, como mesas de jantar, sofás, camas ou aparadores. “Se for um projeto clean, por exemplo, um quadro único e centralizado tende a ser a opção mais adequada; enquanto um projeto mais contemporâneo e ‘cool’ recebe bem quadros posicionados estrategicamente deslocados”, completa.

Ainda há a opção de colocar o quadro no chão; os de tamanho grande são especialmente propícios para isso. Nesse caso, o ideal é que o ambiente seja amplo, para que a moldura no “meio do caminho” não atrapalhe a circulação. Já em casa com crianças, essa ideia não é a mais adequada, pois há risco de esbarramento e de danificação da peça. Considere o seu dia a dia e o modo com que você e sua família utilizam os cômodos, se houver um espaço pouco explorado, inclusive pelos pequenos, você pode apostar nele.

Foto: Reprodução/Pinterest

Se assim como foi sugerido antes, sua ideia é fazer uma composição com várias molduras na parede, você deve seguir duas orientações importantes que a designer de interiores Cibelly Ferreira explica: “Coloque os quadros no chão e monte a prévia de como eles ficarão na parede. Lembre-se que para uma composição que mescle quadros grandes com outros tamanhos, o ideal é que o pé direito do ambiente seja alto”.

Como segunda dica, ela indica que as molduras também ganhem atenção. É importante combiná-las com o estilo do ambiente: “Elas não precisam ser iguais, necessariamente, mas é bacana decidir se vai utilizar molduras clássicas ou contemporâneas e ser fiel a isso”.

Para concluir a harmonização do seu quadro grande com o ambiente, vem a parte mais importante: a escolha do conteúdo dele. É imprescindível “casar” tema, cor e textura entre si e com o restante do ambiente, conforme explica Natália Salla.

Foto: Reprodução/Pinterest

Para ela, ignorar estes três pontos pode gerar desconforto visual e tornar o ambiente desagradável. Quando for escolher o objeto, concilie as cores presentes nele com a cor da parede onde ele vai ser inserido (por isso a importância de planejar o posicionamento antes de comprar a peça).

Pronto! Seguindo estas dicas à risca, você certamente terá um ambiente lindo, confortável e cheio de estilo.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Checklist: o que observar na hora de visitar um imóvel

Saiba as situações em que é preciso olhar cuidadoso para não ter problemas depois

Visitar imóveis em busca daquele que mais se encaixa ao seu sonho é uma tarefa prazerosa. Dentro do local você já imagina onde ficará suas coisas, como pretende deixar determinados ambientes, se o espaço é adequado às suas necessidades e se a localização é ideal.

Tudo isso faz parte, mas cuidado para não fechar os olhos para algumas questões centrais que podem significar dor de cabeça futura. Os designers de interiores Paulo Brites e Lome Chung, do escritório Icono Projetos e Interiores, dão as dicas.

1. Ficar atento as condições de pisos, paredes e tetos. E principalmente os sinais de infiltração, manchas, mofos e amarelados.


(Foto: Shutterstock)

2. Tipos de rachadura que denotam algo estrutural. Nem sempre é estrutural, às vezes é apenas uma movimentação do prédio que é possível fechar com massa.


(Foto: Shutterstock)

3. Testar as quedas d’água. Ligar o chuveiro, torneiras… prestar atenção na vazão dos ralos e na criação de poças.


(Foto: Shutterstock)

4. Da mesma forma, testar os vasos sanitários e descargas.


(Foto: Shutterstock)

5. Prédios antigos tendem a ter sinais de cupim, é importante se atentar.


(Foto: Shutterstock)

6. Fechamento e abertura de janelas. Ver se não tem nenhum tipo de fresta e se está bem vedada.


(Foto: Shutterstock)

7. Questões elétricas é importante observar, levar um abajurzinho de tomada pode ser um bom teste.


(Foto: Shutterstock)

8. Observar se os azulejos estão estufados, ocos ou soltos.


(Foto: Shutterstock)

9. Olhar a posição do sol para o apartamento é bem interessante, pois ele pode ajudar na iluminação e aquecimento. Sol da manhã traz luminosidade e o sol da tarde aquecimento.


(Foto: Shutterstock)

10. A altura do elevador deve ser levada em conta, porque dependendo dos móveis será necessário o uso do içamento.


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Um cantinho só para os pequenos

O espaço bebê, nova tendência em condomínios, chama a atenção pela comodidade, mas exige certos cuidados

De uns tempos para cá, boa parte dos condomínios novos vêm oferecendo espaços especiais visando ao conforto e à praticidade dos moradores.

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Entre eles está o espaço bebê, um ambiente pensado para proporcionar interação e diversão para crianças até três anos de idade e seus cuidadores.

Mais do que um espaço divertido e confortável, porém, é preciso considerar que o espaço bebê requer atenção total para não oferecer riscos, por isso que existem cuidados especiais e normas técnicas que devem ser aplicados.

Local e materiais– Primeiramente é necessário que o ambiente do espaço bebê esteja sempre coberto, bem arejado e iluminado, tendo piso apropriado para amortecer o impacto de eventuais tombos, além de móveis com cantos arredondados.

Cada bebê normalmente fica no carrinho próprio ou no colo da babá ou responsável, mas para tornar o espaço mais agradável, pode-se disponibilizar poltronas, trocadores e um espaço com fraldas e lenços umedecidos. Tudo para que não seja necessário subir até o apartamento de forma emergencial.

As crianças que já estejam andando podem correr riscos maiores de se machucar se não forem tomados os devidos cuidados.

Com relação aos brinquedos e equipamentos presentes no lugar, Cristiano Rodrigues, diretor-comercial da empresa Primeira Opção, argumenta que os mais indicados são os de plástico rotomoldado, porque embora a vida útil do material seja menor, os riscos de causar acidentes graves diminuem bastante.

Esses brinquedos plásticos devem permanecer em local coberto, mas com ampla área externa sem cobertura. “Isto porque eles absorvem muito calor, impedindo os pequenos de brincar nos dias muito quentes”, explica Rodrigues.

Segundo Alex Aragão Ronso Bigatan, do Centro de Informação Tecnológica e para Negócios da ABNT, a norma utilizada para os brinquedos e equipamentos num local como o espaço bebê é a ABNT NBR 16071-1:2012, que já sofreu diversas alterações “e que foi instituída para substituir aABNT NBR 14350-1 e a ABNT NBR 14350-2”.

Esta norma é referente a diversos brinquedos que podem fazer parte desta área, como balanços, escorregadores ou gangorras. Ela deve ser consultada sempre que o condomínio tiver a intenção de montar um espaço assim.

Embora as normas da ABNT sejam muito claras quanto às especificações dos brinquedos, muitos condomínios compram os equipamentos sem a supervisão de um especialista. “Vale lembrar uma regra básica: quanto menor a criança, menor o brinquedo”, complementa Rodrigues.

Bebês, naturalmente, até por uma questão de higiene e risco de engasgar, não devem levar brinquedos menores à boca.

Saúde e Higiene – Além da escolha correta dos brinquedos, equipamentos e acessórios presentes, manter a saúde das crianças e evitar riscos também requer atenção para os cuidados pessoais. É importante, por exemplo, que os responsáveis passem álcool gel durante a permanência no local ou tenham como lavar as mãos adequadamente sempre que preciso.

Os brinquedos que por ventura forem levados à boca devem ser higienizados, e vale estar atento à presença de muitas crianças com resfriado ou doenças comuns na infância que podem se alastrar rapidamente. Como nem todos os moradores podem ter bom senso na hora de usar o espaço, é preciso que os responsáveis redobrem os cuidados.

Atenção em dobro

  • Para garantir a segurança, um profissional deve fiscalizar o espaço todos os dias, checando o piso, os brinquedos, eventuais peças soltas etc.
  • Os bebês devem estar sempre acompanhados por um responsável.
  • Horários e determinações de uso devem constar das regras internas do condomínio, sendo passíveis de multa casos de desobediência.
  • O local pode contar com alguns itens básicos de higiene, como fraldas e lenços umedecidos, mas o responsável também pode carregar no carrinho os itens próprios que o bebê utiliza.
  • Ao entrar no espaço bebê é sempre bom tirar os sapatos e lavar as mãos.
  • Crianças doentes não podem frequentar o local até que sejam liberadas por um pediatra, o que exige atenção redobrada dos responsáveis.

Fonte: iCondominial

Saiba quando reclamar e quem responde pelo conserto de vícios aparentes e ocultos no imóvel

Proprietário deve efetuar reclamação formal diretamente ao fornecedor quando adquire imóvel que apresenta problemas como rachaduras e infiltrações

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Ilustração/EM

Ser dono de imóvel é a realização de um sonho para muitas pessoas. Porém, o comprador espera sempre que o fechamento do negócio represente um grande investimento e não lhe traga nenhum tipo de aborrecimento ou transtorno. Mas nem sempre isso ocorre, a exemplo de problemas estruturais. Eles podem ser aparentes, ou seja, aqueles detectados imediatamente, ou ocultos, que aparecem com a utilização do imóvel durante um certo tempo. “Podemos citar uma rachadura como vício aparente e uma infiltração como vício oculto. A questão é quando reclamar e quem é o responsável pelo conserto”, explica Vinícius Costa, presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH).

O executivo alerta que, quando o imóvel adquirido vier a apresentar algum tipo de vício, o importante para o comprador é seguir o que dispõe o Código de Defesa do Consumidor. Vinícius aconselha ao comprador efetuar uma reclamação formal diretamente ao fornecedor (telefonema com protocolo de atendimento, e-mail, notificação extrajudicial, chamado no site da empresa) no prazo de 90 dias contados do recebimento do imóvel (para vício aparente) ou na data em que se tornar evidente o vício (para vício oculto).

Feita a reclamação, o presidente da ABMH diz que o vendedor tem de apresentar de forma escrita a resposta sobre o reparo do defeito, sendo que, enquanto não houver resposta, não correrá prescrição do direito da ação de reparo por parte do consumidor. “Caso o vendedor acate a reclamação do consumidor sobre o vício, terá, por lei, prazo de 30 dias para reparar o produto ou prazo maior, se previamente combinado com o consumidor.”

O executivo ressalta que quando a aquisição do imóvel se dá fora da relação de consumo, ou seja, quando o vendedor não explora atividade comercial de venda de imóveis, o adquirente trabalha com prazos para reclamar diferenciados, que são os descritos no Código Civil. “No caso, o prazo para reclamar do vício será de um ano, contados da data em que recebeu efetivamente o bem ou, se já estiver na posse dele, da data da venda, reduzido pela metade. O procedimento de reclamação deverá ocorrer da mesma forma como se faz na relação de consumo, de preferência por notificação extrajudicial”, orienta Vinícius.

FINANCIADO 

De acordo com o presidente da ABMH, outro ponto que demanda questionamento é quando o imóvel é financiado. Nesse caso, teria o banco responsabilidade? Nos contratos de financiamento habitacional, paga-se um seguro obrigatório chamado Dano Físico no Imóvel (DFI). Esse seguro cobre situações posteriores ao financiamento relacionadas a eventos que representem ameaça à integridade da estrutura física do imóvel. “No caso de vício construtivo, o seguro DFI não cobre o conserto, porém em alguns financiamentos tem sido exigido pelo agente financeiro a contratação de um seguro que cobre vício construtivo pelo próprio construtor. Também há uma discussão acerca da responsabilidade da Caixa Econômica Federal (CEF) acerca dos vícios construtivos de imóveis vinculados ao Minha casa, minha vida, faixa 1.”

Portanto, Vinícius esclarece que, nos casos de imóveis que apresentam algum tipo de vício construtivo (rachadura, infiltração, desnivelamento, entre outros), não tendo financiamento habitacional, é necessário procurar diretamente o vendedor para formalizar a reclamação. “Havendo financiamento com seguro próprio para essa hipótese, ou sendo ele vinculado ao programa Minha casa, minha vida 1, sugerimos procurar a seguradora contratada e a Caixa Econômica Federal para formalizar a reclamação. Em não sendo aceita a reclamação, procure um advogado com conhecimento na área o mais rápido possível para que sejam tomadas as medidas judiciais cabíveis”, aconselha presidente da ABMH.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Para “render” e confraternizar

Organizar um bazar ou uma feira no condomínio pode ajudar nas contas e aproximar mais os moradores entre si

Em tempos de crise econômica, pensar em soluções que ajudem a aumentar a receita pode ser a solução para deixar o orçamento do condomínio mais equilibrado e os moradores animados. Uma opção diferente e que pode agradar aos condôminos é  realização de bazares ou feiras.

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Como acontece nos eventos do tipo, é preciso reunir um grupo de moradores interessados em participar, definir o que será oferecido – os produtos podem ser comprados e revendidos ou, ainda, frutos de doação – e usar a verba arrecadada para alguma finalidade específica – como ajudar em determinada conta do condomínio ou na aquisição de algo que vá melhorar o empreendimento, como, por exemplo, uma TV para a sala de descanso ou um brinquedo novo para o playground. Tudo deve ser definido antecipadamente em assembleia.

Se a ideia for chamar diretamente alguns fornecedores para oferecer tais produtos, é possível combinar um valor extra a cada compra, que iria para o condomínio.

Mas é importante levar em conta, porém, que o resultado financeiro deste tipo de evento não costuma ser tão positivo a ponto de deixar lá no alto o orçamento. Ao contrário, trata-se de uma iniciativa que pode ajudar na receita, mas que acaba resultando mais em ganhos indiretos, como no aumento da convivência e da participação dos moradores em atividades comuns.

Convivência extra –  Para Marcelo Lopes, diretor de uma administradora em São Paulo, esse tipo de evento tem o poder de aumentar a convivência.

“Entendemos que este tipo de trabalho não tem como objetivo principal arrecadar receita extra para o condomínio, pois o valor normalmente é pequeno e, no caso, certamente seria repassado ao consumidor final, que é o próprio morador. Nos casos que vimos, o objetivo foi proporcionar aos moradores a conveniência de ter este tipo de serviço dentro do condomínio e um aumento da convivência”, explica.

Foi exatamente para ampliar a convivência entre os moradores que Maria Estela, a síndica do Condomínio Collina Parque dos Príncipes, disponibilizou um espaço do empreendimento para a realização de feiras semanais e eventos com food truck, essas verdadeiras cozinhas móveis, que montadas em pequenos veículos vendem alimentos nos mais diferentes pontos.

A ideia partiu da própria síndica. “Nós colocamos em assembleia a presença da feira semanal. Já o serviço de food truck, por ser algo eventual, requer autorização apenas do síndico”, comenta.

Lopes explica que, assim como acontece no condomínio Collina Parque dos Príncipes, outros casos costumam ser bem sucedidos e  proporcionar aos moradores a convivência harmoniosa que este tipo de atividade traz, afinal, quem não gostaria de contar com uma feira, um bazar ou até um food truck de vez em quando na porta de casa?

Para não dar problema

  • A ideia de realizar uma feira, um bazar ou qualquer tipo de atividade que vise à arrecadação de valores ou o estímulo à convivência deve ser sugerida em assembleia e aprovada pela maioria.
  • Se a sugestão for realizar um bazar para vender produtos ou até itens alimentícios, pode-se organizar um grupo que será responsável pela aquisição dos mesmos ou, ainda, estimular a doação de itens entre os próprios moradores.
  • As contas devem ser prestadas de forma transparente após o evento e podem ser tratadas em assembleia também.
  • Deve-se considerar que as verbas arrecadadas normalmente não costumam ser altas, até porque as vendas dependem dos próprios moradores, mas podem ajudar na aquisição de determinado item para melhoria do prédio.
  • Se a ideia for receber visitantes para estimular as vendas, cada morador deve deixar avisado nome e documento de identificação deles na portaria.
  • Uma das grandes vantagens da organização de eventos do tipo é aumentar a participação dos condôminos em atividades comuns e ampliar a convivência.

Fonte: iCondominial

Fim de ano no condomínio: Veja dicas sobre segurança

Fim de ano no condomínio merece uma atenção especial por parte de síndicos e gestores. Principalmente em relação à segurança.

Para manter o seu condomínio seguro nessa época do ano é necessário um trabalho conjunto entre síndico e moradores

Verão e final de ano são sinônimos de festas, viagem e descanso. Além das comemorações comuns de dezembro, uma tarde ensolarada é um ótimo convite para um “churras” no salão de festas do condomínio.

Até aí sem problemas, desde que as normas internas sejam cumpridas em relação à circulação de visitantes em áreas comuns, agendamento do salão de festas, uso da piscina, horário e barulho.

E se por um lado o número de agendamentos do salão de festas aumenta no verão, e por consequência o número de pessoas que circula nas partes internas do condomínio, por outro lado, quando se aproximam as duas últimas semanas do ano ocorre um fenômeno inverso. O esvaziamento do condomínio.

Por isso, neste período do ano a segurança do condomínio deve ganhar uma atenção redobrada por parte de síndico e moradores. Os assaltantes sabem que esse é um mês de viagens e apartamentos desocupados, e ficam à espreita de apenas um deslize de algum funcionário ou condômino para praticar uma ação de furto.

Logo, para manter o seu condomínio seguro nessa época do ano é necessário um trabalho conjunto entre síndico e moradores. Achar que a tecnologia vai resolver todos os problemas de segurança é um equívoco que você não deverá pagar para ver.

Veja algumas dicas de como manter o seu condomínio seguro nessa época do ano

Segurança depende de todos 

Não adianta nada ter um bom plano de segurança, funcionários bem treinados, equipamentos de última geração e altíssima tecnologia instalada se as normas de conduta em relação à segurança forem cotidianamente desrespeitadas.

Trabalho em conjunto, respeito às regras, um bom convívio entre moradores e ajuda mútua são fundamentais para que o seu condomínio esteja seguro.

Tanto de condôminos 

– Colabore com a administração do condomínio, siga rigorosamente as normas e procure ser proativo. Se identificar que algo possa estar passando despercebido pela administração, comunique ao gestor.

– Recolha as suas encomendas na recepção. Nunca receba um produto na porta da sua residência. Você poderá pôr em risco a sua segurança e de todo o condomínio.

– Coopere com os funcionários. Eles estão ali para ajudar na administração do condomínio. Se o porteiro ou vigia noturno lhe passar alguma instrução, receba de bom grado. Lembre-se que eles são treinados para isso.

– Fique atento nos momentos de entrada e de saída do condomínio. Verifique o fechamento do portão e observe nos espelhos se algum pedestre entrou pelo acesso dos carros. Se for o caso, comunique imediatamente ao funcionário ou responsável pela segurança.

Quanto de síndicos

– Invista em treinamento para os seus funcionários, de modo que eles se mantenham atualizados e incentive para que busquem conhecimentos em sua área de atuação.

– Cobre o funcionário para que as regras sejam seguidas. Porém, não se esqueça de elogiar quando necessário. Um colaborador feliz tem o potencial de alegrar o ambiente e desenvolver melhor a sua função.

– Observe as manutenções básicas em relação à segurança. Fechamento dos portões e de portas, câmeras de vigilância, cercas elétricas e outros itens que compõem o sistema eletrônico de segurança do condomínio.

– Registre em livro, ou no sistema do condomínio, todos os fatos que por ventura aconteçam no condomínio. Isso facilitará um possível registro em Boletim de Ocorrência e melhorias futuras

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Inspiração: decoração de Natal greenery

Tom pode ser uma ótima opção para quem gosta de um estilo mais rústico

Ainda dá tempo de inovar na decoração natalina! Para quem ama um estilo mais rústico, vale muito a pena apostar nas folhagens e levar para a data o Greenery, que foi escolhido como um dos tons de 2017.

O tom pode aparecer mas bolinhas, guirlandas e também com folhagens naturais que dão um toque especial para receber o Papai Noel. Por isso, o ZAP em Casa em parceria com o Pinterest, separou uma seleção de inspirações para fazer um decoração de Natal com o greenery.

 

 

decoração de natal greenery

(Foto: BR.Pinterest.com.br)
decoração de natal greenery

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Veja como montar uma mesa de sobremesas de Natal

Uma dica é deixar os doces próximo da porta de entrada

mesa de sobremesas para o Natal

Mesa de sobremesas (Foto: Wagner Benedetti)

 

Todo mundo sabe que festa de Natal é, também, sinônimo de muita comida. Além do banquete salgado que é servido nos dias 24 e 25, você pode montar uma mesa de sobremesas toda especial para receber seus convidados.

A personal welcome Patrícia Junqueira mostra no vídeo de hoje como criar uma mesa que vai encher os olhos dos seus familiares e amigos. Uma dica legal é posicionar a mesa perto da porta de entrada para que as pessoas já vejam que tudo foi feito especialmente para eles.

Você pode deixar tortas, cupcakes e bolos na mesa e complementar a decoração com artigos natalinos e arranjos de flores. Assista ao vídeo abaixo e inspire-se para criar uma mesa incrível para o seu Natal:

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Time bem preparado

Os funcionários devem receber treinamento periódico para evitar contratempos e riscos para o condomínio

A vida vertical, cada vez mais comum nos grandes centros urbanos, também se torna a escolha de muitos moradores pela segurança oferecida. Entretanto, uma vez que a segurança é baseada em pessoas conscientes, procedimentos e normas técnicas, os funcionários devem ser treinados para proteger o local e precisam estar atentos ao cumprimento das regras internas.

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O primeiro passo é contratar um consultor ou empresa especializada e estabelecer um manual de segurança para o condomínio. Os funcionários serão treinados na teoria e na prática, evitando, dessa forma, surpresas desagradáveis, como a invasão do local por ladrões.

De acordo com o consultor de segurança da Plansec, David Fernandes, o treinamento ideal deve ser realizado uma vez por mês com os funcionários, para que internalizem as ações e ajudem a garantir a segurança do local. Ele também cita outras medidas de comportamento que os funcionários devem ter:

- Adotar procedimentos de controle de acesso, como a identificação de cada pessoa, deixando-a entrar no condomínio apenas se houver autorização do morador;
- Ter cuidado na entrada de visitantes, prestadores de serviço, oficiais de justiça e entregadores, que não devem ultrapassar os portões;
- Estar atento e manter observação constante a todos os passos que acontecem dentro e fora do condomínio;
- Não se aproximar de estranhos junto aos portões ou perímetro, bem como acionar os órgãos públicos em casos de suspeitas ou emergências;
- Se a situação fugir do previsto, deve seguir as normas do manual de emergências para saber como atuar em cada uma, como procedimentos para invasão armada, disparo de cerca elétrica, entre outros.

Softwares e controles – Além do treinamento e de um manual de segurança que deve ser feito para o condomínio, os softwares operacionais também são importantes aliados dos funcionários e moradores para evitar que pessoas mal-intencionadas invadam o local.

“Os softwares mais adotados são os de controle de acesso e de visitantes, o uso de câmeras e o intertravamento de portões. Mas algo bem simples e muito importante é o uso correto do interfone para evitar a rendição do porteiro e a entrada não autorizada”, explica o consultor em segurança David Fernandes.

A Troad Tecnologia dispõe de produtos, como o Portaria Digital, Operatus e iTela, que auxiliam na operação predial e controle das informações trocadas entre condôminos e administração.

Segundo Gilberto Monteiro, da Troad Tecnologia, “pelo site o condômino interage com a administração do condomínio e a portaria. A solução para a portaria facilita a vida do operador, que passa a receber informações atualizadas sobre liberações, restrições e orientações por parte da administração ou das unidades”.

Com isso, o processo de liberação de acesso é feito com base em informações formais das unidades, o que melhora o fluxo de acesso de prestadores e visitantes. “As soluções integradas de automação dos operadores podem validar informações fornecidas pelos moradores das unidades, que são previamente cadastrados, e comparar dados em telas de apoio. Assim, mantem-se a atenção da portaria nas áreas de segurança”, avalia Monteiro.

Para a administração, os recursos integram a comunicação e facilitam a orientação com os operadores nas portarias. Ela pode auxiliar na manutenção de dados a serem consultados pela portaria e posicionar os moradores sobre ações feitas por outros grupos internos do condomínio, como segurança, limpeza e manutenção, bem como organizar melhor os controles internos para consulta dos gestores do condomínio.

Para evitar surpresas

  • Ao adotar o manual de segurança combinado com os softwares e treinamentos regulares dos funcionários, o condomínio reduz os riscos de ser surpreendido por pessoas mal-intencionadas
  • Os funcionários são treinados de acordo com a necessidade percebida pela administração, com base em suas próprias ações
  • Além de treinamento presencial, há vídeos rápidos de reciclagem que os funcionários podem acessar todos os dias
Fonte: iCondominial

Dicas para montar o cantinho do seu pet

Se você tem algum animal de estimação e pretende deixar o cantinho dele ainda mais confortável e seguro, confira as dicas que separamos para você!

Dicas para montar o cantinho do seu pet

Cães, gatos e outros tipos de animais de estimação são a alegria da casa e, como o restante dos moradores, merecem ter um espaço especial adaptado para atender suas necessidades diárias. Antes de ter um pet em casa é preciso se preocupar com a disposição do espaço que vai receber o seu bichinho.

No caso dos moradores de prédios, além do pouco espaço, a altura do andar é um problema que deve ser considerado na hora de criar o espaço para receber o animal. Portanto, a primeira dica para quem tem algum animal em casa é garantir a segurança dele. Em ambientes altos ou com possibilidade de fuga do bicho para a rua, é essencial que se pense em redes de segurança, grades e portões de acesso, telas, entre outros recursos que ajudem a zelar pela vida dele.

Outra dica importante é entender o perfil do seu animal e adaptar o espaço para recebê-lo. Filhotes tendem a ser mais agitados e gostam de espaço para brincar. Além disso, na fase inicial da vida muitos podem ser curiosos, e acabam por tentar devorar o que veem pelo caminho. Se quer garantir a integridade da saúde do bichinho e das coisas que você possui em casa, mantenha itens em locais altos e produtos perigosos em armários fechados.

O cantinho do seu pet deve ter um espaço para ele dormir confortavelmente, água fresca que deve ser trocada ao menos uma vez por dia e comida. Os bichinhos também se apegam a seus brinquedos e o local onde dormem tende a ser o “esconderijo” favorito para brincar. Deixe sempre algo para que ele possa se divertir quando estiver sozinho.

A saúde dos animais depende de coisas que vão além de alimentação e vacinas em dia. O exercício se faz necessário para ajudar a aliviar o estresse do animal, garantir uma boa mobilidade e evitar o sobrepeso. Se você não tem como levá-lo sempre a rua, providencie um canto, pode ser no quintal ou sacada em caso de apartamentos, para o seu animalzinho circular e brincar sempre que der vontade. Incentive brincadeiras que façam com que eles se movimentem bastante, menos de meia hora por dia já ajuda bastante. No caso de gatos, deixar um arranhador disponível já faz com que ele se exercite um pouco no dia a dia.

Por fim, nunca se esqueça de limpar o espaço do seu bicho sempre que necessário. Garantir o conforto e bem-estar de nossos animais é uma missão prazerosa e que tem o amor deles como a recompensa mais valiosa.

Fonte: https://www.imovelweb.com.br/

Proibição de animais em condomínios

Veja o que o especialista Rodrigo Karpat explica sobre o temaVeja o que o especialista Rodrigo Karpat explica sobre o tema

O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

“Em assembleia, ficou proibido a permanência e visita de cães no nosso condomínio. Isso é válido legalmente?”

A primeira situação que precisa ser considerada é que as deliberações em assembleia não se sobrepõem a lei, muito embora costuma-se dizer que as assembleias são soberanas, ou seja, que teriam autonomia para decidir o que bem entendessem. Mas esta máxima não é absoluta, pois as decisões tomadas em assembleia nunca podem contrariar as leis, sob pena de nulidade ou anulação de suas deliberações.

Nem tudo pode ser deliberado em uma assembleia, principalmente se contrariar a lei, como é o caso em questão.

E as deliberações assembleares que objetivam proibir a manutenção de animais em condomínio contrariam a lei, pois a manutenção destes no condomínio é exercício regular do direito de propriedade (Artigo 1228 e seguintes do Código Civil e Art. 5º XXII da Constituição Federa), e desta forma não podem ser restringidos pelo condomínio.

E da mesma forma que não podemos proibir um morador de ter uma TV, que é considerado um bem nos termos da legislação vigente, Art. 82 do Código Civil, os animais também são considerados bens móveis, só que suscetíveis de movimento próprio, ou seja, semoventes.

Assim, comparativamente da mesma forma que não se pode proibir um morador de ter uma TV, não é legal proibir um condômino de ter um animal em uma unidade residencial, pois tanto a manutenção de um animal quanto a manutenção de uma TV é exercício regular do direito de propriedade.

O que poderá ser discutido será a manutenção prejudicial do animal no condomínio, o que poderá ocorrer somente quando existir perigo à saúde, segurança, ou perturbação ao sossego dos demais copossuidores.

Art. 1.336. São deveres do condômino:

IV – dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

O Condomínio através da sua Convenção, Regimento Interno ou assembleias, pode regular o trânsito de animais dentro do condomínio, o que poderia ter sido foco de debate em assembleia.

São consideras normas aplicáveis e que não confrontam com o direito de propriedade:

  • Exigir que os animais transitem pelos elevadores de serviços,
  • exigir que o animal transite no interior do prédio somente do elevador de serviço a rua, sem que possa andar livremente no prédio,
  • proibir que circule em áreas comuns,
  • exigir que no caso de um morador esteja com um animal no elevador aguarde o próximo,
  • exigir a carteira de vacinação para comprovar que o animal goza de boa saúde,
  • circular somente de guia,
  • exigir focinheira para as raças previstas em lei.

Não é razoável

  • Proibir animais pelo tamanho, a proibição deve ser em função da perturbação ao sossego, segurança e saúde dos que coabitem o prédio.
  • Exigir a circulação somente no colo. ( Animais pequenos como o bull dog, podem chegar a pesar mais de 20 Kg. )
  • Restringir de forma indiscriminada o número de animais na unidade

Neste sentido a 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu na Apelação Cível n° 9146630-91.2008.8.26.0000, em 28 de março de 2012., Relator Desembargador  Luiz Antonio Costa.

Ementa – Civil e Constitucional —Condomínio – Regimento interno que dispõe que, nas áreas comuns, os animais de estimação sejam carregados no colo —Condôminos que são idosos e não podem suportar peso — Desobrigação pontual deobservância à “norma” – Possibilidade —.., ( continua) Recurso provido.

Em seu voto o Relator Desembargador Luiz Antonio Costa , aduziu:

“… “estatutos”, “convenções”, “regimentos internos” e afins, ainda que expressões regulatórias de aglomerações, agrupamentos e corporações privadas, de alcance limitado, não podem, em seu conteúdo “normatizador”, contrariar o Código Civil e demais atos normativos primários produzidos pelas fontes legislativas estatais, considerada, no Estado Democrático Constitucional de Direito, a exigência de preservação dos direitos fundamentais dos indivíduos, mesmo quando atuantes em espaços eminentemente privados.

(*) Rodrigo Karpat é advogado de Direito Imobiliário e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

7 dicas para você conseguir um bom desconto no imóvel

Seja para alugar ou para comprar, é possível barganhar e fechar o negócio que cabe no seu orçamento

A situação econômica do Brasil pode ser fator determinante nos valores praticados no mercado imobiliário. Isso porque a lei da oferta e da procura influencia diretamente nos preços dos imóveis. Com o mercado aquecido, a tendência é de encarecer, enquanto em um momento de estagnação, o natural é que apartamentos e casas fiquem mais acessíveis. Este último caso abre, inclusive, uma maior possibilidade de barganha, a depender da forma de pagamento. Porém, é sempre possível conseguir um bom desconto na hora de comprar ou até mesmo de alugar um imóvel. Fique por dentro do que você deve saber na hora de pechinchar, o que pode ser importante no momento da negociação e esteja preparado para deixar a vergonha de lado e ter o poder de de barganha a seu favor.

Os efeitos da crise foram bastante sentidos na construção civil e no mercado imobiliário. Com a alta do desemprego e poder de compra menor, a demanda caiu e, com os estoques em alta, a negociação passou a beneficiar o cliente. Na hora de alugar, os proprietários passaram a aceitar um desconto maior. “É melhor concordar em baixar o valor do que deixar o imóvel vazio, pagando o IPTU e o condomínio. O que pouca gente sabe é que a maioria dos imóveis disponíveis para locação não é de um grande conglomerado, é de uma pessoa que economizou para ter um segundo imóvel. É um público frágil economicamente, então a negociação é sempre possível”, explica José Augusto Viana, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

Na hora de comprar, a situação não é diferente e, quanto maior o estoque disponível no mercado, mais fácil de barganhar. Principalmente se o cliente for pagar à vista ou dar uma entrada grande. “A oferta de crédito está em alta neste ano, mas, mesmo assim, quem não depende do financiamento habitacional sai na frente. O que aceitar o financiamento vai demorar um pouco mais para receber e quem está com o dinheiro vai pagar logo”, conta Laudimiro Cavalcanti, diretor do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ) e conselheiro federal.

Além da forma de pagamento, outros fatores também podem influenciar na hora de conseguir um desconto. Pesquisar sobre o imóvel e ter um parâmetro é fundamental. Ou seja, busque informações sobre a localização, tipo de imóvel e tamanho. “Hoje a internet ajuda muito. É possível ver as opções nos portais e sites de imobiliárias, todas as informações estão lá, de metragem a preço. As fotos também ajudam a ver a situação do imóvel, do acabamento. Também é possível pesquisar sobre a localização, se tem escola, transporte por perto. Assim, faz uma triagem antes e a visita fica para um segundo momento, depois de uma seleção do que interessa. Assim você pode estudar melhor as propostas, já tendo informações e parâmetros”, detalha Laudimiro. A pesquisa deve contemplar imóveis dentro do perfil que o cliente busca, para que crie mecanismos de comparação para fazer uma boa proposta.

Inclusive, fazer uma contraproposta também é importante, porém é fundamental ser flexível e saber até onde negociar. Portanto, procure saber qual a necessidade do proprietário em alugar ou vender, se o imóvel está fechado faz muito tempo, isso pode aumentar a capacidade de barganha. Porém, é preciso entender que para alguns tipos de imóveis, a demanda é grande e, caso tenha agradado e o valor couber no orçamento, a demora pode fazer com outra pessoa passe na frente da negociação.

A ajuda de um profissional pode, inclusive, facilitar a intermediação da negociação. Além disso, ele pode ter conhecimento para que o fechamento do negócio, que envolve muitos detalhes e também uma grande documentação, sem problemas futuros. “Muita gente não sabe como funciona o processo. O corretor não precisa ser advogado, ma ele tem que ter conhecimento de direito imobiliário. O comprador muitas vezes se empolga e quer fechar negócio e, quando vai ver, o imóvel está hipotecado ou aparece uma cláusula que ele não pode ser vendido. Tem que prestar atenção em tudo”, explica Laudimiro Cavalcanti.

E, no final das contas, mesmo que aquele seja o imóvel dos sonhos, não se deixe levar pela emoção. É fundamental fazer uma vistoria nele para analisar se o imóvel ou condomínio tem algum problema e, caso necessite de algum reparo, o cliente não precise desembolsar um valor que não estava dentro do orçamento. Verifique a parte elétrica e hidráulica. “Além disso, veja a posição e o andar. Às vezes, o valor dos apartamentos em um mesmo prédio varia de acordo com o andar e a posição. Quanto mais alto, mais valorizado. E também se é nascente poderá ser mais caro”, acrescenta José Augusto Viana Neto.

Confira algumas dicas para você conseguir um bom desconto no imóvel:

1- Conheça o mercado

Fique informado sobre a situação econômica do Brasil porque o conhecimento pode ajudar na hora de pedir um desconto. Em tempos de instabilidade, os estoques ficam mais altos e as pessoas e construtoras estão mais dispostos a negociar;

2- Forma de pagamento

Na hora de comprar, se o cliente tiver poder para pagar à vista ou tem economia para dar uma grande entrada no imóvel, ele pode conseguir um desconto maior, já que o pagamento será feito mais rapidamente do que em um financiamento;

3- Pesquise para ter parâmetro

Acesse sites e faça a pesquisa prévia. Faça a busca entre imóveis semelhantes e na mesma região que pretende morar para ter parâmetro para negociar o que você deseja.

4- Seleção prévia

Hoje em dia não precisa mais perder tempo visitando todos os imóveis disponíveis. Com a pesquisa na internet, é possível verificar como é o imóvel, o estado, acabamento, se tem armário, localização e se atende a todas as necessidades. Vá visitar apenas os que se encaixarem no que o cliente busca e analise as propostas deles;

5- Seja flexível para negociar

É importante fazer uma contraproposta, mas saiba até onde a negociação pode ir. Se o imóvel for o dos seus sonhos, caiba no seu orçamento e do tipo que a demanda é alta, pela boa condição e localização,não demore muito para fechar negócio. Afinal de contas, você pode perdê-lo para outra pessoa.

6 – Ajuda de profissional

São muitos os detalhes em um processo para comprar ou alugar um imóvel. Tem a negociação, tem o conhecimento do mercado e também questões burocráticas, como a parte de documentação e se o imóvel está em perfeitas condições. Um corretor vai estar preparado para ajudar;

7 – Vistoria é importante

Mesmo que aparentemente você tenha encontrado o imóvel dos sonhos, não deixe de fazer uma vistoria. Analise a parte hidráulica e elétrica para não ter prejuízo depois. E também verifique a posição dele e o andar, o valor de apartamentos pode variar em um mesmo prédio.

Fonte: ZAP em Casa

 

Características de um síndico top

Especialistas do mercado explicam o que faz um síndico diferenciado

Especialistas do mercado explicam o que faz um síndico diferenciado

Nessa semana comemoramos o dia do síndico, na maior parte do país.  Um dia é muito pouco para homenagear o trabalho incrível de gerir os condomínios de norte a sul do país.

E para você ficar cada vez melhor no cargo de síndico, o SíndicoNet foi atrás dos maiores especialistas do mercado para perguntar: quais são as três características que fazem um síndico ser top?

É difícil escolher apenas três características que sejam tão preponderantes. Mas muitos dos especialistas citaram a organização, comunicação e transparência como grandes diferenciais.

Confira as respostas abaixo e siga apostando em ser um síndico cada vez melhor para o seu condomínio!

Para mim, é importante que o síndico tenha cérebro, coração e estômago. Cérebro porque o trabalho do síndico deve ser cuidadoso como o de um estrategista, e para isso ele precisa dominar os processos da sindicatura. Coração para sempre que possível apostar na cordialidade, na empatia e conseguir se colocar no lugar do outro, seja um morador ou um funcionário. E estômagoporque as pessoas estão cada vez mais imediatistas, agressivas e com comportamentos difíceis de lidar. Precisa de estômago para lidar com a minoria que faz barulho

Marcio Rachkorsky, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet

Para um síndico ser diferenciado, é fundamental que tenha espírito comunitário, uma vez que ele está ali para trabalhar em prol daquela comunidade e não para representar seus próprios interesses. Deve ter princípios, para tomar decisões de forma mais honesta possível. E também deve contar com conhecimento de gestão, pelo menos para saber escolher quem deve auxiliá-lo a tomar decisões mais técnicas, que fujam do seu conhecimento”

José Roberto Graiche, diretor da Graiche administradora

Para o síndico ser top há necessidade dele conjugar conhecimento técnico básico no campo jurídico, contábil e de manutenção predial. Deve ter equilíbrio emocional, que se reflete na maturidade com que recebe críticas, sugestões e até mesmo oposição, mas principalmente no trato humano com os condôminos e funcionários do condomínio. Pro atividade para trazer novidades, tecnologia que resultam em um maior bem estar para os condôminos.

Zulmar Koerich, advogado especialista em condomínios e especialista do SíndicoNet

Como em qualquer outra área, na minha opinião, a principal habilidade do síndico deve ser o relacionamento com as pessoas. Um bom relacionamento, a atuação como um facilitador para a comunidade faz total diferença para o prédio. É  a diferença entre um prédio bom, com gestão participativa e colaborativa e um ambiente ruim e competitivo

Depois da facilidade do relacionamento com as pessoas, temos as questões mais voltadas a organização e disciplina para desenvolver e fazer cumprir um bom plano diretor para o condomínio. A capacidade de realização é fundamental

Angelica Arbex, da administradora Lello

Um síndico para ser diferenciado deve estar atento às novidades, não apenas tecnológicas, mas também de pensamento. Dessa forma, estará sempre atualizado com a sua gestão condominial. Deve ser bem humorado, para que consiga ter empatia e não levar tudo a ferro e fogo – ter uma leveza é fundamental para uma boa gestão. E finalmente, deve ser organizado. Um síndico que, ao ser perguntado sobre um dado responde ‘está tudo na minha cabeça’, é preocupante. O síndico top sabe o que precisa ser feito e quando e não aposta em deixar tudo isso dentro da cabeçá.

Jaques Bushatsy, advogado especialista em condomínios, e colunista do SíndicoNet

“Para mim, um síndico top de verdade conta com postura ética, integridade e espírito conciliador.Acredito que seja impossível qualquer gestor, com qualquer conhecimento que tenha e habilidades que tenha adquirido, consiga ser um bom síndico sem essas três características”

Rosely Schwartz, especialista em condomínios e professora do curso de administração condominial da EPD (Escola Paulista de Direito)

Empatia

Espírito conciliador, disponibilidade de tempo e descentralizador. Essas características, para mim, são os diferenciais em um síndico top. Espírito conciliador porque o síndico deve ser, antes de tudo, um pacificador social; deve ter disponibilidade de tempo, já que a atividade pede, muitas vezes, a presença física e não apenas a resposta por e-mail ou por outras vias. Ser um síndico descentralizador é fundamental pois além de conseguir dividir melhor as tarefas, ele viabiliza uma gestão mais participativa e democrática para o condomínio – sem, é claro, esquecer das suas próprias responsabilidades

Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet

Bom senso, saber ouvir, capacidade de comando e autoridade são alguns dos atributos imprescindíveis ao síndico que se dispõe a administrar um condomínio. Indispensável a participação de administradora moderna para auxiliá-lo nas inúmeras tarefas do seu dia a dia”

Hubert Gebara, vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP

Para ser um síndico top é fundamental contar com organização e conhecimento, já que a sindicatura traz uma infinidade de obrigações e prazos, que devem ser cumpridos sempre. Precisa contar também com conhecimentos específicos para o cargo. Um pouco de direito, administração, psicologia, etc. E também de um bom relacionamento interpessoal, já que se relacionar bem ajuda a resolver e a evitar diversos conflitos.. Sem saber se relacionar, inclusive, as outras qualidades podem não ter tanta serventia

Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios, colunista e especialista do SíndicoNet

comunidade

Um síndico top é um síndico atualizado com as novas práticas no mercado, alguém que está buscando novos cursos e as últimas informações. Também é fundamental ter um perfil de gestor, principalmente para conseguir se ater ao planejamento financeiro do condomínio. E não menos importante, deve ter um perfil de mediador, porque hoje em dia é preponderante que o síndico consiga gerir bem as pessoas

Fulvio Staggi, síndico profissional

Os síndicos, atualmente, não podem ser vistos apenas como representantes dos condôminos e responsáveis pela arrecadação e pagamento das obrigações. Esse profissional passou a se qualificar para atender à demanda do mercado e à complexidade dos condomínios atuais. Nesse processo, destacamos a necessidade de conhecimento jurídico para tratar das questões cotidianas as quais ele é submetido, em especial na solução dos conflitos e na inadimplência.

O síndico também precisa ser um bom gestor patrimonial para administrar bens e recursos de terceiros, gerindo com competência o orçamento anual. Paralelo a essas qualidades técnicas, ele tem de ser um bom político para lidar com os condôminos e tornar o ambiente o melhor possível para o convívio em comunidade.

Atualmente, podemos afirmar que muitos condomínios possuem um orçamento maior que o de muitas cidades, exigindo que o síndico seja identificado como um prefeito.

Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Condomínios da CMI/Secovi-MG

Para um síndico top é importante que suas ações sejam norteadas por pesquisas, de forma que ele consiga saber quais são os interesses e vontades da maioria da comunidade. Um bom planejamento também é fundamental, para evitar que aquela minoria ruidosa seja a mais ouvida.

Além disso, ele deve se cercar de profissionais especializados para se obter os melhores resultados na gestão. Outro ponto necessário é que o síndico tenha comprometimento para colocar em prática os dois itens anteriores. Não adianta ter informação e contar com uma equipe competente se não fizer as coisas acontecerem, se não se ater aos prazos, por exemplo.

Marcelo Duarte, diretor da administradora Sigecon e colunista do SíndicoNet

 Acredito que preparo, planejamento e práticas éticas são os pilares que permeiam um grande síndico. Isso porque sem preparo e planejamento, a gestão condominial fica sem foco, e o condomínio pode ser levado a destinos incertos e inesperados, o que não é o ideal. As práticas éticas permitem que essas decisões sejam tomadas com transparência, em prol do bem comum.Também acho que a frase de T. Lewitt expressa bem como a função de síndico deve ser exercida com “precisão de cientista e paixão de artista’.

Gabriel Karpat, diretor da administrora GK e colunista do SíndicoNet

Um síndico top precisa contar com inteligência emocional, organização e paciência. Se não tiver essas três características bem desenvolvidas, dificilmente sua  gestão e seu dia-a-dia no condomínio serão positivos.

Como vai conseguir manter AVCB em dia, cuidar dos conflitos dos condôminos e zelar pelo bem estar de todos? Impossível

Gabriel Tyler, advogado criminal e colunista do SíndicoNet

Ter dinamismo é precioso para um síndico. As coisas em um condomínio estão sempre acontecendo: é um cano que estoura e ele precisa resolver, uma briga para mediar, problemas com funcionários. O síndico deve saber usar um pouco seu espaço para resolver de maneira a ágil e certeira esse tipo de problema. Para cuidar bem dessas situações deve ter equilíbro. Coerência também é fundamental. Assim, evita-se tomar decisões que beneficiem injustamente uma parte ou outra.

Fernando Zito, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet

organização

Um síndico que conta com equilíbrio e flexibilidade para lidar com as diversas situações impostas pela sindicatura com certeza já é diferenciado. Ele vai precisar usar muito essas habilidades para lidar com opiniões muito diferentes da dele e entre si durante a sua gestão. A comunicação também é um grande plus. Saber explicar e divulgar suas ações à frente do condomínio colabora com o clima do local. Ter um perfil agregador, de alguém que consiga unir grupos em pessoas em prol do condomínio é também um ótimo indício.

Fernando Fornícola, diretor da administradora Habitacional

Se o síndico souber ouvir seus funcionários e condôminos, ele consegue obter boas histórias e tem condições de agir rapidamente e no caminho certo – o que também é fundamental. Com jogo de cintura, é possível, dentro das leis, convenção, RI e decisões assembleares, facilitar a vida de todos, do funcionário ao morador. Por fim, ser organizado, e trabalhar bem em equipe e ser comunicativo permite que ele saiba qual caminho e decisões tomar

Nilton Savieto, síndico profissional

Na minha opinião, um síndico que seja reliente faz toda a diferença para o condomínio. É aquele gestor preparado para absorver a ‘pancada’ e não revidar, entende a situação com sabedoria, não responde na mesma moeda. Ele também deve ser imparcial no sentido de não favorecer os amigos, por exemplo. Deve tratar todos da mesma maneira. E também deve ser uma pessoa comprometida. O síndico é o CEO do condomínio. Deve entender que, muitas vezes, vai precisar tomar decisões fora do horário de trabalho.

Odirley Rocha, diretor comercial da Kiper

  • Comunicação, por se tratar de algo vital para nosso dia a dia e principalmente para grandes comunidade, é fundamental. Sem comunicação não existe sucesso em uma gestão.
  • Sociabilidade por trabalhar com pessoas de diferentes culturas, racas, poder aquisitivo, mulheres, homens, idosos, crianças, cachorros vizinhos precisa saber lidar com cada um deles.
  • Liderança - por ser o responsável para tomadas de decisões, organizar as equipes de trabalhos e conduzir reuniões e negociações com pessoas e empresas.

Roberto Piernikarz, diretor da administradora BBZ

Para ser um síndico top, primeiro ele precisa ter uma boa programação do que deve ser feito na sua gestão, e trabalhar em prol disso. Assim, fica mais fácil medir o que foi feito dentro do esperado. O síndico deve ser também capaz de liderar, sempre com transparência. E, para completar: deve ser capaz de tomar decisões de cabeça fria. Muitas vezes tomar uma decisão no calor do momento não é uma boa para o síndico. E é importante dizer: esses síndicos existem!

Abdon Gabriel de Souza, diretor da administradora Prop Starter

Para prosperar na gestão, é imprescindível que o síndico tenha boas habilidades de gestão. Ele deve ter um conhecimento razoável do assunto para poder tocar a vida condominial de todos. Outro ponto fundamental é o conhecimento da lei, assim ele consegue agir bem. Vale a pena ter esse conhecimento. E por último, deve ter um perfil conciliador. O síndico deve ser paciente e saber lidar com opiniões diversas. Sem isso, sua gestão está fadada ao fracasso

Maria Estela Capeletti, advogada especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet

O síndico hoje não consegue mais gerir o condomínio ‘pelo macro’. O bom gestor deve se cercar de uma ótima equipe, do zelador à administradora, passando também pelo escritório de advocacia e equipes de manutenção. Também é importante ter conhecimento técnico,  pelo menos para saber cobrar os seus parceiros sobre o que deve ser feito. Por fim, deve estar sempre atualizado.

Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH e colunista do SíndicoNet

Fonte: SíndicoNet

Reflexão para o Dia do Síndico: Colabore com o seu Síndico

* Walter João Jorge Jr

Reflexão para o Dia do Síndico: Colabore com o seu Síndico

Sempre me pergunto o porquê nunca consta no currículo profissional das pessoas o período em que estes estiveram à frente da administração de um condomínio.

Ser Síndico é uma atitude extremamente louvável, merecedora do reconhecimento de todos, já que a função requer muito mais habilidades e responsabilidades do que muitas carreiras públicas notórias.

Porém, a função de Síndico é constantemente mal interpretada e vítima de críticas das mais variadas espécies. Nestas horas toda ajuda ao Síndico é bem vinda e o papel da assessoria contábil, administrativa e jurídica torna-se valiosa.

Um condomínio bem administrado evita conflitos e desgastes entre os moradores, o que gera não só a valorização dos imóveis, mas, sobretudo melhora a saúde dos que convivem em edifícios.

Com a construção de novas edificações em toda a Grande Florianópolis, os condomínios bem administrados – por Síndicos que merecem todo louvor – farão com que haja melhoria na qualidade de vida daqueles que residem em edifícios e, consequentemente, de toda a população.

Estar à frente de um condomínio não significa administrar tão somente um amontoado de concreto armado, mas sim, administrar pessoas.

A maior dificuldade dos Síndicos consiste justamente na administração de personalidades das mais variadas, de inúmeras culturas, de infinitas atitudes dos serem humanos.

Colabore com o seu Síndico da melhor forma que você puder e evite levar à ele aquilo que você tem capacidade de resolver. A melhoria na qualidade de Vida para todos será indiscutível!

Parabéns à você Síndico e Síndica!
Função de extrema valia para toda a sociedade!

Fonte: http://www.condominiosc.com.br

Metais dão ar de sofisticação e personalidade à decoração

O material garante mais elegância ao ambiente e pode ser usado de diversas formas e em qualquer cômodo do imóvel

Os metais aparecem de várias maneiras na decoração, mas sempre imprimindo um ar de sofisticação e personalidade ao ambiente. Eles ainda estão associados aos sentimentos de nobreza e, portanto, à elegância de um lugar, talvez porque ainda estão relacionados a um custo alto no orçamento de uma decoração. Os metais podem despontar em qualquer ambiente e de diversas formas, seja mais discretamente em objetos ou até de maneira mais ostensiva em revestimentos, e eles sempre ganham destaque na decoração pelo design ou brilho, chamando a atenção de quem entra no ambiente.

São muitas as maneiras de incorporar os metais na decoração e eles podem ser trabalhados em objetos, móveis, revestimentos de piso e paredes e metais sanitários, por exemplo. Também são muitas as opções do material, como o ferro, alumínio, aço ou cobre, que variam também na tonalidade. As escolhas de como e qual metal encaixar na decoração vai depender do resultado esperado para o ambiente, seja um estilo mais clássico ou mais despojado.

 

 


(Foto: Shutterstock)

 

 

“Vai depender do estilo e atmosfera que se pretende imprimir ao ambiente. Para um ar mais moderno, pode-se optar por peças design consagrado em harmonia com a madeira e o couro por exemplo, procurando dosar a proporção entre objetos e materiais foscos e com brilho. Já o estilo industrial usa muito do recurso desse material nos objetos de composição, com bastante uso de luminárias pendentes ou trilhos, tubulações aparentes, de maneira despojada e misturando com outros materiais”, exemplifica a arquiteta Vanessa Gomes, do escritório Mucam Arquitetura.

Para manter a harmonia do uso dos metais com os demais elementos da decoração, é importante observar a classificação pela temperatura da cor. “Os metais prateados são mais neutros e fáceis de compor com os demais materiais. Os acobreados são mais quentes e possuem um tom alaranjado. Estes são os mais difíceis de harmonizar, porém existem composições clássicas, como o preto e branco e madeiras claras. Os dourados são os mais glamurosos e podem ser utilizados em ambientes onde se deseja imprimir essa atmosfera. Vai bem com branco, tons terrosos e preto”, explica Vanessa Gomes.

Como em toda escolha para uma decoração harmônica, é preciso dosar o uso do metal para não ficar exagerado no ambiente. “O cuidado do uso para não exagerar na quantidade de peças é o mesmo para todo tipo de material numa ambientação. O melhor é ter uma boa dose de bom senso, pensar na harmonia do ambiente e também no tipo de decoração desejada”, ressalta a arquiteta Ira Oliveira. “O excesso de peças frias, por assim dizer, pode deixar o espaço sem calor com a sensação de frieza. Mas, se o objetivo for esse, os metais são muito apropriados quando associados às peças de design mais modernas”, completa a arquiteta do escritório Ira Oliveira Arquitetura e Interiores.

Tonalidades

Os metais são encontrados em várias tonalidades a depender do material, seja prata, grafite, dourado e cobre, e eles podem ser utilizados em harmonia em um mesmo ambiente. Porém, é preciso ficar atento à escolha das peças e também da composição. A decisão em relação à tonalidade que se deseja colocar vai depender do resultado que se deseja para o ambiente. “Atualmente, os metais em tom rosé têm sido os queridinhos da vez, associados a outros materiais nobres, como a madeira, e de características rústicas, como o linho. Na paleta de cores, os cinzas, beges, azuis e rosas fazem composição casando perfeitamente”, explica a arquiteta Ira Oliveira.

 

 


(Foto: Shutterstock)

 

 

As peças douradas costumam imprimir um ar de sofisticação e nobreza. “Elas ficam muito elegantes em decorações de tonalidades mais brancas e beges”, afirma Ira. A escolha do tipo de peça e do ambiente é fundamental. “Peças douradas em living, sala de jantar, varanda gourmet e em lavabos com torneiras sofisticadas têm sido boas opções para ambientes requintados. Papéis de parede metalizados podem ser opções diferenciadas para compor ambientações mais arrojadas”, complementa. Além disso, hoje é possível encontrar diversas opções com mais ou menos brilho, o que possibilita ajustar gostos diferenciados para a mesma tendência.

As áreas molhadas também ganham opções de uso dos metais. “É possível encontrar opções de pastilhas metálicas para uso em áreas molhadas de cozinhas, varandas gourmets e banheiros”, diz a arquiteta. “Em ambientações com pegada industrial ou arrojados, esses materiais são muito utilizados também pela facilidade de manutenção e limpeza, embora o custo ainda seja relativamente alto”, ressalta Ira Oliveira.

Como baratear

Como os metais costumam ter um custo alto para o projeto de decoração de um ambiente, é possível encontrar soluções com resultados semelhantes ao ambiente, porém pesando menos no bolso. “Atualmente encontramos várias outras alternativas que não são necessariamente metais, mas possuem o mesmo aspecto visual. Revestimentos de madeira que podem ser utilizados na composição de painéis e móveis, como também porcelanatos que imitam placas metálicas como, por exemplo, o efeito do aço córten”, ressalta Vanessa Gomes.

Para Ira Oliveira, as peças rústicas ou vintage têm sido muito procuradas para quem gosta de uma decoração mais descolada, moderninha e despretensiosa com jovialidade e frescor. “O uso de peças em ferro pintado com aspecto enferrujado, preto ou colorido barateia os produtos quando comparados aos metais polidos ou escovados em aço inox e peças com banhos cromados. Até os plásticos recebem banhos cromados, porém a durabilidade não é a mesma”, conclui.

 

 

 


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

 

Dicas para síndicos: Como cobrar condomínio atrasado

Cobrar condomínio atrasado é uma das situações mais difíceis para o síndico em sua gestão. Por isso, veja algumas dicas.

Dicas para síndicos: Como cobrar condomínio atrasado

Lidar com a inadimplência no condomínio é possivelmente o maior desafio para síndicos, administradoras e gestores. Isso porque, como o empreendimento não gera receitas além do rateio de suas despesas, o alto número de inadimplentes tem o potencial de impactar em todas as áreas do condomínio.

Portanto, quando um condômino deixa de cumprir com as suas obrigações, a conta aumenta para todos os outros moradores. Isso pode gerar diversas dificuldades para o condomínio, que vão desde a falta de manutenção básica de equipamentos, expondo moradores a riscos desnecessários, até a falta de segurança.

Embora todos nós saibamos dos enormes problemas que deixar de pagar a taxa condominial acarretam ao condomínio, o síndico, principalmente aquele que é morador do prédio, tem algum receio ou não sabe como proceder na hora de cobrar a dívida atrasada.

Pensando nisso, preparamos essas dicas para ajudá-lo nessa difícil tarefa. Cobrar os atrasos, mas sem expor quem está com dívidas. Essa é a primeira e mais importante premissa.

1- Defina regras

É necessário que o condômino saiba de antemão quais serão as formas de cobrança em eventuais atrasos no pagamento da taxa condominial. Por isso, estipule em documentos a forma que se dará essa cobrança. Isso evita que os inadimplentes sejam pegos de surpresa com as medidas tomadas pelo síndico e aleguem constrangimentos em protestos futuros.

2- Envie uma carta ou notificação de atraso

Enviar uma carta de cobrança ou uma notificação ao morador é um passo inicial a se tomar. Dessa forma, você estará mostrando ao inadimplente todo o desconforto da situação, e dando ciência das medidas cabíveis. Isso pode ser enviado por e-mail, mas o papel, neste caso, poderá receber uma assinatura. Algo muito relevante uma vez que o caso poderá ir parar na justiça.

3- Converse com o morador

Essa é uma forma de cobrança um pouco mais avançada e que requer, muitas vezes, controle emocional e técnicas para negociar. Se você, enquanto síndico, estiver à vontade para ter esse tipo de ação também é válida. Se for o caso, procure ser discreto, não fale do tema em áreas comuns ou no elevador, na frente de outros moradores. Você poderá, inclusive, ser processado caso o morador se sinta intimidado com essa forma de cobrança.

4- Escute e ofereça soluções

Ouça o que o condômino tem a dizer. Se esse morador sempre pagou em dia todas as taxas, pode ser que ele esteja passando por um momento difícil financeiramente que impossibilitou o pagamento da taxa condominial.

Sendo assim, dentro do possível, escute o que ele tem a dizer. Mostre os problemas que o condomínio pode passar caso o atraso se arraste e explique para o condômino em débito os problemas que ele poderá enfrentar na esfera jurídica em caso de atrasos.

5- Acione o condômino judicialmente

Após você tomar todas anteriores e não havendo êxito, a próxima opção é cobrar o condomínio atrasado em uma ação judicial. Para isso, envie o pedido de cobrança para o advogado do condomínio para que ele estude o caso e dê um parecer sobre a possibilidade de ação.

Desde 2016, com a implantação do novo Código de Processo Civil se tornou mais rápido o trâmite na esfera judicial desses assuntos.

Se você passou por todas essas etapas sem resolver o problema, não postergue essa opção. Você poderá, enquanto síndico, responder por omissão se não tomar nenhuma atitude contra a inadimplência no condomínio.

6- Busque ajuda de terceiros

Quando todas as opções acima falharem e a taxa de inadimplência do condomínio for alta, uma opção a ser considerada é contar com uma solução externa para tentar resolver o problema. Uma das alternativas passa pela contratação de empresas especializadas em cobranças. As empresas denominadas de Cobranças Garantidas.

Serão elas que passarão a efetuar todos os trâmites descritos acima deixando o síndico livre para cuidar de outras coisas do condomínio. Lembrando, porém, que essa opção deve ser aprovada previamente em assembleia, para maior transparência e segurança.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Inspiração para o Natal: mesa rosé gold

É possível dar um toque especial na hora de decorar

O rosé gold foi um dos queridinhos de 2017! O tom, que pode ser combinado com outras cores ganhou o coração dos apaixonados por decoração, e não poderia ficar de fora agora nas festas de fim ano. Afinal, quem foi que disse que Natal tem que ser apenas vermelho, verde e dourado, não é mesmo?

Por isso, o ZAP em Casa, em parceria com o Pinterest selecionou algumas inspirações de decoração de mesa rosé gold que fogem do tradicional e podem deixar tanto sua noite de Natal, quanto de Ano Novo ainda mais bonita. Confira.

 

 

rosé gold
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosé gold
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosé gold
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
rosé gold
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Quer mais espaço? Coloque uma mesa dobrável na sua cozinha

Opção é prática para ambientes pequenos e pode ser embutida nos móveis

Poucas pessoas têm aquelas cozinhas enormes de novela. Pelo contrário, com os apartamentos cada vez menores, esse cômodo da casa ficou bem estreito, como se não fosse mesmo lugar para mesas.

Mas tem jeito para quem não dispensa esse móvel: as mesas dobráveis ou embutidas em armários:

A arquiteta Erika Mello diz que essa solução é essencial para espaços pequenos, já que só fica aberta durante o uso. “Embora não seja confortável ficar montando e desmontando, às vezes isso é necessário. E também pode ser utilizada para servir de apoio extra, durante um almoço ou jantar aprimorado, quando mais pessoas precisam de espaço para manusear os alimentos”.

O designer de interiores Paulo Brites, do escritório Icono Projetos, explica que, dependendo da cozinha, a mesa pode ser fixada diretamente na parede ou embutida em algum móvel ou bancada. “Existem opções de modelos portáteis, indicados para utilização menos frequente”.

Brites ressalta que mesas dobráveis, usualmente, não são itens de decoração, “mas uma composição harmoniosa é essencial para otimizar a estética. Não podemos deixar de priorizar a sua funcionalidade”.

O arquiteto Renato Andrade afirma que já usou a peça em salas de jantar, além de cozinhas. “O importante é compor com todo o restante do ambiente”.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Energia reativa excedente

Saiba o que é e como pode afetar as finanças do seu condomínio

Saiba o que é e como pode afetar as finanças do seu condomínio

O nome pode assustar um pouco e até remeter a alguma aula de física no passado. Mas energia reativa é algo fácil de explicar – e também de entender o motivo de ser cobrada na conta de luz do condomínio.

Basicamente, energia reativa é uma energia que não produz um trabalho em si, mas ajuda outros componentes a fazê-lo. A utilização dese tipo de energia pelo equipamento, apesar de necessária, deve ser a menor possível.

Acontece que os equipamentos que fazem uso excessivo dessa energia reativa, como bombas hidráulicas, elevadores e reatores, podem apresentar baixa eficiência energética.

E para inibir essa ineficiência do uso da energia, desde 2000 (artigo 64 da Resolução 456), a ANEEL autorizou as concessionárias a cobrarem por esse tipo de excesso. Para tanto, porém, a cobrança só é possível de ser aplicada em condomínios com medidores eletrônicos.

Essa é a razão de muitos condomínios passarem a ser cobrados após a troca dos medidores de energia. O modelo antigo, que era eletromecânico, não mensurava o consumo de energia reativa.

Para se ter uma ideia, em alguns casos, o valor cobrado pelo excedente pode chegar a R$ 800 mensais na conta de luz do condomínio.

E como saber se o seu condomínio está pagando pelo uso dessa energia?

O primeiro passo para saber se isso está acontecendo é dar uma boa olhada na conta de luz do seu condomínio.

Em geral, o consumo vem especificado como “energia reativa excedente”, mas pode vir “camuflado” com siglas ou outras denominações. Depende de como cada concessionária discrimina o consumo na conta, mas pode estar expresso como kVArh (quilovoltampère-reativo-hora).

E além do pagamento na conta, há outro preço que a energia reativa cobra: sua presença leva a mais aquecimento da fiação, deixa a rede mais instável e gera perda de energia.

Vale frisar que apesar da possibilidade da cobrança ser feita no país todo, algumas cidades ainda não cobram o adicional por falta de medidores mais modernos. No Rio de Janeiro e em São Paulo, condomínios residenciais têm 90 dias para adequar seu consumo, em caso de notificação.

Caso o local não altere o consumo, uma multa é cobrada mensalmente.

No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o procedimento é similar e também há cobrança da energia reativa excedente.

O que é energia reativa

A  energia reativa é necessária, por exemplo, para fazer a bobina de  um motor elétrico ou o reator de lâmpadas fluorescentes funcionarem, porque esses precisam de energia eletromagnética. Então, com a ajuda da energia reativa, a bobina é acionada e assim, o motor de um elevador funciona. Ou com a energia reativa, um  reator  eletromagnético colabora para a lâmpada fluorescente acender.

E por que então essa energia seria cobrada de maneira diferente? Principalmente porque os equipamentos que fazem uso excessivo da energia reativa podem ter baixa eficiência energética (ou um baixo fator de potência).

Fator de potencia é a relação entre a energia ativa (a que conhecemos e pagamos sempre na conta de luz- para fazer trabalho, como acender uma lâmpada,  mover um motor, aquecer um ferro elétrico) e a energia total. Quanto mais próximo de 1, mais eficiente é a instalação elétrica de um imóvel, ou seja, quase 100% da energia elétrica consumida é utilizada efetivamente para gerar trabalho.

Causa

Hoje em dia, um equipamento que apresente alto fator de potência tem aproveitamento de, no mínimo, 92%. Isso quer dizer que seu desperdício para efetuar um trabalho é de no máximo 8%.  E é esse o aproveitamento que as concessionárias de energia pedem aos consumidores. Dessa forma, a energia é utilizada de maneira ecologicamente correta, além de não sobrecarregar fios e instalações das concessionárias na sua rede elétrica.

Para as instalações com fator de potência abaixo de 0,92 ainda é cobrada taxa adicional para energia reativa excedente.

Como evitar

Muita coisa pode ser feita para que o condomínio não pague o excedente referente à energia reativa. E a primeira delas é procurar uma empresa especializada, que deve contar com um engenheiro elétrico capacitado.

O prestador de serviços deve fazer uma avaliação dos equipamentos que mais geram essa energia reativa, que são motores elétricos superdimensionados ou subutilizados, transformadores alimentando pequenas cargas por longo período de tempo, além dos reatores eletromagnéticos com baixo fator de potência de lâmpadas fluorescentes, vapor de mercúrio, etc.

A partir dessa análise e com os dados da conta de luz em mãos – que dirá o tamanho do prejuízo do condomínio com energia reativa – é que se escolhe entre a instalação de um banco de capacitores ou pela substituição dos equipamentos por outros mais modernos, com fator de potência mais alto.

Um banco de capacitores geralmente é a saída para corrigir esse consumo, mas o investimento é alto: pode chegar a R$ 10 mil. Portanto, só vale a pena para quem tem altos gastos com energia reativa todos os meses.

E há também outro problema com os bancos de capacitores. Caso não sejam automatizados, quando não há demanda pelo seu trabalho, eles geram energia reativa capacitiva – outro tipo da mesma energia que se deseja sanar.

A outra saída é substituir, aos poucos, os equipamentos do condomínio que geram o problema, como bombas de água e de piscina, motores dos elevadores e reatores de lâmpadas. Optando por equipamentos mais modernos e com alto fator de potência, o local se adequa às exigências das concessionárias e também reduz seu consumo de energia.

Em suma, considerando que o custo com energia é um dos grandes pesos nas finanças do condomínio, vale a pena  analisar a conta com cuidado para saber o que vem sendo cobrado. Fica a dica do SíndicoNet para a economia e um consumo mais consciente de energia.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Consórcio de imóveis ainda é uma boa opção para quem quer comprar a casa própria

Modalidade atrai clientes que buscam pagar menos pelo financiamento e não têm pressa. Economia pode chegar a 10% do valor final da operação

Qualquer tipo de imóvel pode entrar nessa modalidade e com menos burocracia que no modelo tradicional - Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
Qualquer tipo de imóvel pode entrar nessa modalidade e com menos burocracia que no modelo tradicional

O reaquecimento do mercado imobiliário vem ocorrendo a passos lentos. Alto custo ainda espanta muitos compradores. As opções para financiamento da casa própria são variadas, uma delas é o consórcio de imóveis. Quem estiver pensando em comprar um imóvel, verá que a principal vantagem em aderir ao autofinanciamento é o custo final da operação. Um imóvel adquirido por meio dessa modalidade costuma sair em média 6% mais em conta do que por meio do sistema financeiro habitacional tradicional.

Tomando como exemplo um imóvel de R$ 500 mil, com prazo de 10 anos para pagamento: na compra por meio do consórcio, considerando a média de 17% de taxa de administração, que é a mais usual entre as administradoras da modalidade financeira, acrescida do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), de 5% ao ano, ao final do prazox o imóvel custaria aproximadamente R$ 735 mil. Na compra por meio do financiamento tradicional, considerando uma taxa de 11% ao ano, acrescida da taxa referencial (TR) anual, ao final do prazo o imóvel custaria aproximadamente R$ 780 mil.

Outra vantagem a ser considerada é que na modalidade de consórcio, em caso de contemplação, podem-se adquirir bens residenciais, comerciais e terrenos de uma maneira menos burocrática que o financiamento tradicional, tendo em vista que nessa segunda modalidade existem algumas regras diferentes entre os tipos de bens (principalmente, quando se trata de terrenos).

Mas alguns riscos podem ser evitados se o comprador estiver atento, explica Cláudio Eustáquio da Silva, diretor do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de Minas Gerais (Sindimóveis/MG): “Existem casos de fraudes que não podem ser ignorados, portanto, antes de adquirir um consórcio, pesquise bem sobre a administradora, tanto na internet, quanto nas agências reguladoras, evitando, assim, problemas futuros.”

A inadimplência é um fator a ser considerado, tendo em vista que, no financiamento tradicional, em caso de inadimplência ela está restrita somente ao comprador; já no caso do consórcio, por se tratar de um grupo de participantes, a inadimplência de um ou mais participantes pode comprometer a aquisição do bem.

PÚBLICO-ALVO 

De acordo com Cláudio, o perfil de cliente que normalmente adquire consórcio é aquele que não tem pressa na aquisição do bem e utiliza o consórcio como uma forma de poupança. Também aqueles que por algum motivo (seja por renda insuficiente ou restrição momentânea de crédito) não conseguem financiar pelo sistema tradicional e optam pela modalidade de consórcio.

“A avaliação de ser ou não vantajoso em relação ao financiamento tradicional deve ser bem ponderada, por se tratar de formas diferentes de compra; não deve ser levado em conta apenas o cálculo da economia em dinheiro”, recomenda o diretor da entidade.

Quando se trata de consórcio, o bem adquirido pode ser recebido pelo adquirente apenas no final do prazo contratado, o que pode levar até 10 anos, pois há duas formas de ser contemplado em um consórcio: por sorteio ou quem oferecer o maior lance. Já no financiamento tradicional, a entrega do bem é imediata.

A melhor opção de compra depende de fatores como a possibilidade de espera e de seu custo. Quem está morando de aluguel, por exemplo, deve colocar esse gasto no papel e o consórcio nessa situação pode se tornar bem desvantajoso. Para quem quer comprar para investir e não tem a necessidade imediata do bem, o consórcio pode ser considerado uma poupança forçada.

Fonte: Elian Guimarães / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Síndicos devem fazer a previsão orçamentária do próximo ano

Planejamento deve incluir gastos extras relevantes

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Ilustração EM

Com o intuito de evitar gastos desnecessários e se preparar para imprevistos no próximo ano, o síndico já pode fazer o planejamento dos próximos meses. Esse é o momento ideal para rever ações que foram tomadas ao longo do ano e se preparar para o início de 2019, mantendo uma gestão saudável e condôminos satisfeitos.

É preciso entender que uma boa previsão orçamentária deve ser feita com base nos gastos do ano anterior e deve levar em conta itens como a inflação do período, inadimplência do condomínio, dissídio dos funcionários, férias e décimo terceiro salário e contratos a serem negociados. “É fundamental que o gestor tenha em mãos tudo que foi gasto ordinário nos últimos 12 meses, mas, preferencialmente, nos últimos 24 meses”, afirma Hadan Palasthy, especialista em direito condominial e diretor da CreditCon.

Ele aconselha que o planejamento do ano seguinte seja sempre feito até novembro do ano anterior. “Assim, haverá tempo para processar a decisão da assembleia, bem como fazer quaisquer adequações necessárias ao próximo exercício”, afirma o executivo. De acordo com ele, o síndico deve manter os pés no chão para não deixar brechas para imprevistos. “O planejamento ideal é aquele que é feito dentro da realidade dos gastos e receitas. Aconselhamos o síndico a sempre dividir temas polêmicos e de gastos extras relevantes ou fora da previsão orçamentária junto da assembleia.”

Com o objetivo de esclarecer melhor como um bom planejamento pode ser feito, ele aponta os principais pontos que não podem ser esquecidos:

Comunicação e gestão de conflitos - “Ideal para que todos tenham a condição de participar e contribuir na melhora do local onde residem ou trabalham. O síndico deve se empenhar no esforço em entender o seu local de trabalho, bem como as peculiaridades individuais e sociais de onde atuará ou como foi o ano nesse quesito. Fazer um balanço pode ajudar a entender o período para fazer diferente em 2019.”

Planejamento administrativo - “Analisar metodologias de trabalho que pode facilitar a gestão do prédio, como o uso de aplicativos, softwares, contratação de empresas especializadas, entre outras ferramentas. Com a tecnologia e o smartphone, é possível evoluir de maneira prática em muitos quesitos que auxiliam na gestão do condomínio.”

Gestão de pessoas  - “O síndico não deixa de ser uma liderança dentro do grupo e, por isso, deve exercê-la. Buscar ter postura de líder, além de orientar, dar suporte e qualificar os colaboradores devem ser atitudes do profissional.

Gestão financeira  - “O síndico deve criar uma previsão orçamentária detalhada, destacando os pontos que podem ser melhorados e onde deve economizar. Vale lembrar que as maiores despesas de um condomínio são relacionadas à comodidade, logo, os anseios condominiais também são fundamentais para uma boa elaboração da previsão orçamentária.”

Controle da inadimplência - “O síndico deve estar de olho ao controle financeiro do condomínio. Ele deve ficar atento à evolução da inadimplência, aplicando métodos de composição amigáveis. Assim, o síndico consegue encontrar uma solução e evitar que os valores se acumulem e se tornem impagáveis.”

Compartilhar ideias  - Além desses tópicos acima, Hadan afirma que outro ponto importante para a elaboração de um bom planejamento é contar com profissionais especializados. “Por mais que haja experiência do síndico, sempre é bom o auxílio de profissionais do ramo, sejam eles, administradoras, contadores, o próprio corpo diretivo, entre outros que julgar capazes. Assim muito mais abrangente será a previsão, não deixando espaço para muitos eventos não previstos.”

Hadan reforça ainda que um bom planejamento poderá evitar que as cotas condominiais se tornem muito elevadas, o que normalmente é ocasionado por uma má gestão, como gastar mais do que arrecada. “O síndico deve estar atento à inadimplência para que ela não atinja patamares elevados, o que inviabilizaria um acordo, além é claro de onerar todos os demais condôminos que pagam em dia, já que a inadimplência deverá ser levada em consideração quando da previsão orçamentária”, alerta o executivo.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Confira os tipos de garantias de locação

Para alugar um imóvel é indispensável oferecer garantias de pagamento ao locador

Quando se trata de locação, querer não é poder. O futuro inquilino precisa comprovar ao proprietário do imóvel que conseguirá pagar os aluguéis em dia. Geralmente o contrato é de um ano, com previsão de multa caso seja quebrado antes do tempo por uma das partes. Abaixo, os principais tipos de garantias que o locatário pode apresentar.

Fiador

A mais antiga e popular forma de garantia: é uma pessoa capaz (com condição financeira comprovada) de assumir as obrigações, caso o aluguel não seja pago. O fiador entra no contrato geralmente colocando como garantia um imóvel próprio. E a renda mensal dele precisa ser de três vezes ou mais o valor mensal do aluguel.

 


Fiador é uma das garantias mais antigas (Foto: Shutterstock)

 

Embora o locatário possa colocar qualquer pessoa como fiador, dificilmente alguém que não é da família aceita tamanha responsabilidade. Afinal, se nenhum dos dois honrarem os pagamentos, o imóvel do fiador é penhorado.

Caução

É o pagamento antecipado de um valor, geralmente o montante relativo a três meses de aluguel. Segundo o Procon-SP, o correto é que a quantia seja depositada em caderneta de poupança e restituída ao locatário ao término da locação, acrescida de juros e correção monetária do período. Se houver algum débito pendente, o locador poderá descontar do valor a ser restituído.

 


No caução você paga antecipado os três primeiros meses (Foto: Shutterstock)

 

Também é possível listar bens do locatário em garantia, como carro ou outro imóvel. Caso isso ocorra, é necessário registrar no Cartório de Títulos e Documentos ou de Imóveis que o bem está comprometido naquele período.

Seguro fiança

Forma pouco usada, consiste na compra de uma apólice de seguro, igual a de carro. A pessoa paga (o montante vai depender do tipo de cobertura, quantos aluguéis cobre e o valor deles) e garante ao proprietário o recebimento em dia dos alugueis, caso deixe de pagar.

Esse tipo de garantia costuma ser o último recurso do locatário, já que, além do aluguel, ele terá mais um custo mensal com as parcelas do seguro.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Conheça o charme do canto alemão na decoração

Mais espaço e funcionalidade para horas de bate-papo na sala de jantar

Com um nome que vem da tradicional decoração de bares da Alemanha de manter longos bancos ao redor de suas mesas, o canto alemão foi uma das principais tendências de decoração em 2017. A ideia nada mais é do que fazer a substituição das cadeiras da mesa de jantar por um banco encostado na parede, que pode ser em formato de L ou simplesmente uma linha reta.

 


(Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

Segunda a arquiteta Ludmilla Brandão, além de imprimir muito estilo e personalidade na décor, o canto alemão ajuda muito na otimização do ambiente: “Uma das grandes vantagens é melhorar a circulação do ambiente ganhando mais espaço e, por aproveitar, os cantos conseguimos acomodar mais pessoas a mesa”.

Um outro grande truque é fazer do banco um baú, assim você ganha mais espaço de armazenamento para toalhas de mesa, panos de prato e coisas que precisem ficar perto da sala de jantar e da cozinha, por exemplo.

 


(Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

Já a desvantagem é mínima e se restringe a dificuldade que as pessoas sentadas no banco podem ter em se locomover, porque para que uma pessoa saia do local as outras precisarão dar espaço.

Para quem ama receber família e amigos em casa, o canto alemão é uma grande pedida pela informalidade que ele imprime ao ambiente, tornando-se um ótimo lugar para horas e horas de longos papos. Conforme as dicas das designers de interiores Natália Idalgo e Jéssica Aguiar, da Conceito Design, a área de refeição se torna mais agradável nesse formato: “Você pode utilizar assentos e encostos almofadados, e também abusar das almofadas, elas deixam o ambiente bem despojado e moderno”.

Na hora de escolher a mesa (redonda, quadrada, retangular), existem alguns pontos que devem ser levados em consideração para melhor o seu espaço e pensar no tamanho do espaço versus o número de pessoas que você gostaria de acomodar é a melhor dica: “Um exemplo, se você tem um espaço mais longitudinal, opte por uma mesa retangular, ela ocupará muito bem o espaço. Mantenha sempre as cadeiras próximas a área de circulação, e não encostadas na parede, deixe o banco ocupar esse espaço, para que a passagem não seja obstruída”, explicam Natália e Jéssica.

Quanto a escolha das cadeiras, não há segredos, o que vale é seu gosto pessoal. Deixe bem definido o estilo que você quer que a sua decoração em geral tenha e abuse da criatividade. Mas se ainda assim você ficar na dúvida opte por cadeiras que conversem com o tecido do banco e que sejam confortáveis.

 


(Foto: BR.Pinterest.com.br)

 

Se o canto alemão já contribui para a otimização do espaço por si só, você pode utilizá-lo para ampliar ainda mais a sua sala. “Uma dica muito versátil é o uso de espelhos nas paredes, que dá mais profundidade e amplitude ao ambiente”, conclui a arquiteta Ludmilla Brandão.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Afaste a corrupção do seu condomínio

Veja como evitar que esse problema aconteça no seu condomínio

Veja como evitar que esse problema aconteça no seu condomínio

“A falta de transparência resulta em desconfiança e um profundo sentimento de insegurança”. Frase do Dalai Lama pode parecer repetitiva, mas se encaixa como uma luva quando o assunto é transparência e boas práticas de gestão no condomínio.

É uma dúvida frequente que assola os síndicos bem intencionados. Como evitar ser alvo de acusações injustas transmitir mais confiança aos moradores?

E quanto aos condôminos, como impedir que uma gestão corrupta se instale em seu condomínio?

Primeiro, é importante frisar que não há uma receita definitiva de como manter a corrupção, o desvio de dinheiro e a má gestão longe dos condomínios.

O que se pode fazer em todos os lugares, porém, é ter uma gestão transparente que permita acompanhar, de perto e sistematicamente, os gastos do condomínio.

Para isso, o seu condomínio (ou a sua gestão) deve contar com pelo menos alguns desses itens. Mas, de preferência, todos. Veja:

  • Moradores participativos: quando os moradores acompanham a gestão e vão nas assembleias, o condomínio todo tende a seguir o que foi acordado. Mas quando as reuniões vivem às moscas, esse pode ser o sinal verde de que “a ocasião faz o ladrão”. É aí que o gestor mal intencionado vê pista livre para agir.
  • Conselho ativo: quando o conselho não se reúne com frequência, e “olhar as pastas” se resume a uma passada de olhos nos documentos – mesmo sem saber o que aquilo significa – é mais um sinal verde para o síndico mal intencionado. “O ideal é que o conselho saiba lidar com os números e conheça os balancetes do condomínio. É importante também fazer uma ata de todas as reuniões e disponibilizá-las para os demais moradores”, assinala Rosey Schwartz, professora do curso de gestão condominial da Escola Paulista de Direito.
  • Gestão transparente: manter a massa condominial bem informada e deixar os condôminos sempre à vontade quando forem questionar algum gasto, ou pedir para ver a pasta do mês é sempre sinal que o gestor não tem nada a esconder. Optar por empresa administradora que ofereça um portal onde se possaacompanhar os pagamentos feitos pelo condomínio também demonstra transparência e poupa o síndico de desgastes.

O bom síndico é aquele que consegue passar confiança para os moradores e, assim, exercer uma gestão tranquila e positiva. Mas isso só é possível conquistar com muita transparência e umapostura pautada sempre pela ética. Qualquer deslize é fatal, a confiança vai embora. Uma auditoria preventiva independente também pode ser muito útil no sentido de reforçar a segurança e conficança dos moradores, ressalta Julio Paim, diretor do SíndicoNet.

Tipos de fraude

Praticamente, qualquer serviço ou compra efetuada pelo condomínio é passível de fraude. Veja alguns tipos mais comuns:

  • Superfaturamento de serviços: o síndico pede uma porcentagem do valor de uma obra/serviço à empresa que irá executar o trabalho no condomínio. Muitas vezes, pode fazer isso com todas as empresas que oferecem orçamento.
  • Reembolso para o síndico: muitas vezes o gestor pode gastar, sem prévia autorização, um certo montante.Geralmente, esse valor é aprovado previamente em assembleia. Ter essa autonomia não é o problema. Só deve-se saber onde o dinheiro foi gasto.

“Mais importante do que limitar ou não esse gasto, é cobrar comprovação de sua aplicação adequada no condomínio”, explica o advogado especialista em condomínios André Junqueira. O que quer dizer que não basta que o gestor apresente as notas ficais (sempre preferível a recibos). Os gastos discriminados ali devem estar de acordo com o que se espera da função de síndico.

  • Não pagamento de impostos/encargos: esse tipo de desvio é mais difícil de pegar, principalmente se no conselho não houver ninguém mais capacitado a fazer esse tipo de análise. (saiba mais sobre auditoria abaixo)
  • Serviços emergenciais ou de difícil comprovação: quando há diversas manutenções em locais comotelhado, para-raios, canos subterrâneos cujo reparo sempre é feito de maneira emergencial (sem diversos orçamentos e sem prévia autorização assemblear)
  • Recebimento de cotas atrasadas: caso não haja o acompanhamento correto, o gestor pode receber diretamente do devedor o dinheiro de cotas em aberto e não repassar o valor à conta do condomínio.

Auditoria preventiva

Um serviço que ajuda, e muito, o condomínio a perceber logo possíveis desvios e atos de má gestão é a auditoria preventiva feita por uma empresa independente.

Diferente do que muitos acreditam, esse tipo de serviço pode não ser tão pesado para o condomínio, uma vez que o custo para cada unidade pode não ser superior a R$ 5 mensais.

“O valor do serviço depende de itens como o volume de documentos a serem analisados todos os meses, número de funcionários, de unidades”, explica Marcos Roberto, auditor e diretor da Odara auditoria, empresa especializada em condomínios.

Com o acompanhamento mensal dos gastos do condomínio fica muito mais simples – e barato – de detectar problemas como má fé ou falta de conhecimento na gestão.

“Até hoje, nunca pegamos um condomínio que não estivesse com pelo menos alguma coisa pequena errada. E um imposto atrasado já pode receber 20% de multa. Dependendo do valor, se ninguém checar e for atrás, isso vira uma bola de neve enorme para o condomínio”, explica Danilo Sidney Lima Oliveira, auditor e perito judicial e diretor da Destaque Auditores Independentes.

Como funciona?

A auditoria faz o papel de ver se as contas do condomínio “batem” com as notas fiscais oferecidas, se tudo que deveria entrar para a conta do condomínio realmente está lá, na data correta.

Se quem está em dia com o condomínio realmente pagou. Se as notas fiscais apresentadas realmente representam serviços prestados ao condomínio.

Mas o papel da auditoria não termina aí.

“Também é importante fazer um trabalho de campo. Saber se o valor pago por determinados serviços é o de mercado. Fora isso, também checamos a situação de parceiros do condomínio, como empresa terceirizadora, de segurança, etc.”, aponta Marcos Roberto.

Como contratar

O ideal é que a contratação desse tipo de serviço seja posta em pauta em uma assembleia, e aprovado pela maioria simples dos presentes. Dessa forma, não são necessários maiores debates acerca do assunto.

Caso o síndico concorde a princípio com o serviço, mas comece a “enrolar” para contratar uma empresa, o conselho pode aí cumprir seu papel e dar encaminhamento ao que foi decidido em assembleia.

“Se nem assim for possível contratar a auditoria, um quarto dos condôminos pode convocar uma assembleia e pedir explicações para o síndico sobre o assunto. Inclusive, isso pode posteriormente caracterizar má gestão do síndico”, explica Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet.

Alternativas

Uma forma pouco ortodoxa de se contar com auditoria no condomínio é quando um morador, ou um grupo, contrata por si só o serviço, arcando com o investimento. Caso se comprove algum vício ou algo que caracterize má gestão, os condôminos têm, então, provas mais factíveis para pedir que o síndico deixe seu posto.

De que lado está a administradora?

Quando se percebe um rombo nas finanças do condomínio, muitos se perguntam sobre o papel da empresa administradora de condomínios. Não deveria ela ter avisado os condôminos sobre atos praticados ali que pareciam no mínimo estranhos?

Essa é uma questão delicada e polêmica, visto que diversas fontes deram pontos de vista opostos para essa pergunta.

“Muitas vezes as administradoras são omissas em relação a esse tema, ficam com medo de perder o cliente caso apontem as irregularidades”, assinala Nilton Savieto, síndico profissional.

Para Gabriel de Souza, proprietário da administradora Prop Starter, é sim dever da administradora avisar, pelo menos ao conselho, quando o síndico dá sinais claros de erros ou má fé na gestão do condomínio.

“Se a empresa sabe que o gestor está cometendo um crime, por exemplo, e não fala nada, guarda para si a informação, como isso seria algo que não ser cúmplice?” argumenta Gabriel.

Para ele, nesses casos, o indicado para a administradora é sempre chamar para conversar um conselheiro que não seja tão próximo ao síndico e expor os fatos.

Mas para outros especialistas, esse nem sempre é o papel da administradora avaliar o desempenho do síndico.

“Quando contratada, a empresa fica subordinada ao síndico. Daí, muitas vezes pode ficar amarrada a essa situação”, pesa Danilo Oliveira.

administradora, porém, deve ajudar com boas práticas de mercado, como oferecer a prestação de contas mensal, e garantindo que as contas do condomínio sejam auditáveis. Para isso, a contabilidade deve seguir parâmetros internacionais.

Síndico errou – e aí, como fica?

O que acontece quando fica realmente comprovado que o gestor errou, seja por ignorância ou má fé?

O condomínio tem, sim, como se defender de atos ilegais do síndico, como explica o advogado André Junqueira.

“O síndico pode ser processado de 3 formas: administrativamente, civilmente e criminalmente.

Em âmbito administrativo, o condomínio pode aplicar penas como multa, inelegibilidade e outras, recusa de emitir quitação da unidade (no caso de ser condômino), dependendo da convenção e do contrato, nesse último caso, se for síndico profissional.

Na esfera cível, pode-se mover ações judicial, especialmente indenizatória, para obter de volta todo o prejuízo sofrido.

E, perante a justiça criminal, o síndico pode ser até preso pela prática de crimes como apropriação indébita e outros aplicáveis”

Má fé ou má gestão?

É extremamente importante que haja uma diferenciação clara sobre uma situação e outra.

  • má fé ocorre quando o gestor realmente tem intenção em levar vantagem da situação, como, por exemplo, superfaturar obras e apresentar notas fiscais de almoços pessoais para serem pagos pelo condomínio.
  • Já a má gestão nem sempre é fruto de intenção, pode ser apenas desconhecimento. Deixar o condomínio sem AVCB pode ser considerado negligência e um sinal claro de má gestão, mas não pode ser considerada do de má fé se o síndico não sabia que precisava renovar o documento.

Mesmo não sendo intencional, a má gestão pode levar o síndico a perder o cargo e, dependendo do caso e comprovada a negligência, responder na justiça pelos seus atos.

Boas práticas

Não se trata de colocar todos os síndicos no mesmo balaio de corrupção. Para nós, do SíndicoNet, é claro e cristalino que a grande maioria dos síndicos é correta e não é corrupta.

Mas como citamos no começo da matéria, infelizmente, não basta ser honesto. Há que se transparecer honestidade também.

Por isso, elencamos abaixo algumas boas práticas para que se alcance um bom nível de transparência:

  • Pequena prestação de contas mensal: todos os meses enviar, junto com o boleto, um resumo das contas do condomínio
  • Plantão de dúvidas: estar disponível para conversar com os moradores pessoalmente, pelo menos duas vezes por mês, é fundamental. Crie o hábito de avisar os moradores, usando cartazes ou comunicados em áreas comuns, sobre data, horário e local do encontro
  • Comunicação periódica: um pequeno resumo todas as semanas, ou a cada quinze dias, mostrando o que está sendo feito no condomínio é uma ótima maneira de ser transparente. Explicar as etapas de uma grande obra, ou mostrar o que está sendo feito com o dinheiro economizado na conta de água, por exemplo, também é de grande valia
  • Aposte em novas ferramentas de comunicação: hoje há diversas ferramentas para facilitar a comunicação do síndico com os moradores. Um bom exemplo são sites para condomínios, que podem centralizar ali todas as demandas do síndico por parte dos moradores
  • Conversas com o conselho: tão importante quanto estar disponível para a massa condominial é poder dirimir qualquer dúvida que os conselheiros tenham. Não os deixe sem resposta
  • Seguir o que for decidido em assembleia: se foi decidida a contratação de um serviço, o mesmo deve ser feito. Evite ao máximo ‘burlar’ o que foi acordado em assembleia

Casos reais

Sob a condição do anonimato, alguns profissionais da área de condomínio relataram ao SíndicoNet histórias de como lidaram com má gestão e corrupção Veja o que é possível aprender com esses casos e evitar que o mesmo aconteça no seu condomínio.

Caso 1: Reembolso sem fim

“Nós da administradora estávamos recebendo muitos recibos para reembolso do síndico de coisas que considerávamos estranhas: almoço com cerveja em restaurantes longe do condomínio, recibos de botijão de gás – sendo que no local o gás era encanado – e muitos recibos de manutenções feitas às pressas, em locais de difícil acesso.

Explicamos ao síndico que não iríamos pagar diversos custos. Nesse meio tempo, chamei um conselheiro, com quem tínhamos melhor relacionamento, para conversar aqui. Ele trouxe outro conselheiro e mostramos a situação.

Os dois ficaram perplexos, mas entenderam a situação. Eu pedi discrição deles, mas no dia seguinte o prédio inteiro já estava a par da situação.

Como faltava apenas um mês para acabar a gestão dele, esperaram a assembleia de aprovação de contas e eleição para tirar as dúvidas.

Incrivelmente, o síndico assumiu tudo o que fez. Mas disse que fez por desconhecimento. Suas contas não foram aprovadas. E ele ainda quis se candidatar para síndico! Teve apenas um voto”

Caso 2: O mistério das latas de tinta

“Nós já administrávamos o condomínio há uns 20 anos. Sabia que para pintar, eram necessárias 110 latas de tinta. Fizemos o pedido. Dali alguns dias, o zelador pediu mais 75 latas. Disse que deu errado uma parte da pintura, que teve que raspar… eu achei a história mal contada, e fui perguntar para o síndico se devia mesmo fazer o pedido.

Ele disse que sim, e rápido. Foi ríspido. Eu alertei que havia algo estranho acontecendo, e ele disse que confiava no funcionário.

Depois da chegada das 50 latas de tinta, o zelador novamente me ligou pedindo mais 70 latas. Aí tive certeza de que havia algo de errado.

Fui conversar com um conselheiro, que se mostrou um tanto relutante com a situação. O síndico era um senhor, com posses. Não dava mesmo para entender a necessidade de se roubar umas latas de tinta.

O conselheiro me pediu uma reunião para dali a dois dias. Disse que iria averiguar ao máximo o que havia ocorrido.  Fui, então, ao condomínio. Cheguei lá e perguntei, ao zelador, sobre as latas. Haviam apenas 15 no local. Ninguém sabia onde estavam. O zelador disse que já tinham sido usadas – o que era pouquíssimo provável de um dia para o outro.

Disse aos porteiros que alguém tinha que saber para onde as latas tinham ido, porque claramente não tinham sido usadas no condomínio. Que ia ter polícia no prédio, em breve, porque estava pedindo as imagens da CFTV.

Um porteiro, então, me confidenciou que sim, era o zelador quem estava tirando as latas de tinta de dentro do condomínio. Mas que o síndico sabia, uma vez que as latas estavam indo para a empresa do gestor.

Com essa informação em mãos, fui conversar com o conselheiro, pessoa honesta e acima de qualquer suspeita. Ele disse para marcarmos uma reunião todos juntos, para esclarecermos o caso.

O zelador nós mandamos embora por justa causa – ele não quis entregar o síndico. O gestor, por sua vez, apenas avisou o conselheiro que abriria mão do cargo e que não compareceria a reunião por não estar se sentindo bem. Disse que as latas de tinta voltariam para o condomínio.

O funcionário demitido ainda tentou, pela via judicial, se demitir, para não ficar com a ‘carteira suja’. O juiz do trabalho não aceitou quando mostramos as provas da sua participação no esquema de desvio das latas de tinta.

Até hoje o síndico desse condomínio é esse mesmo homem, que já foi conselheiro.”

Caso 3,  A aplicação fantástica

“Havia um síndico que a gente já prestava atenção devido aos excessos de serviços emergenciais efetuados no condomínio.

O empreendimento ia bem, mas, ao fazer o balancete, descobrimos um saque de R$ 40 mil do fundo do condomínio, feito pelo síndico. Ligamos para saber o que estava ocorrendo. Ele me disse que colocou odinheiro em uma aplicação.

Pedi o extrato do banco para comprovar, e ele se negou a me mandar. Como eu estava fazendo o balancete para colocá-lo no verso dos boletos, escrevi “R$ 40 mil sacados pelo síndico, para possível aplicação, sem comprovação”.

No dia seguinte, ele estava aqui na empresa, esbravejando. Infelizmente (ou felizmente), os boletos já tinham sido impressos e/ou encaminhados por e-mail para os moradores.  Disse que estava pronto para me corrigir perante os moradores. Só queria mesmo um extrato do banco. Ele não quis me mostrar.

Pediu-se uma assembleia para explicar o que havia sido feito com o dinheiro do condomínio.

Nesse ínterim, o gestor sacou mais R$ 20 mil da conta do condomínio.

No dia da assembleia, ele fez um depósito, em cheque, e mostrou para todos na assembleia que estava quite com o condomínio.

Disse que havia colocado o dinheiro em uma aplicação que renderia 2,5% por mês ao condomínio. Sorte que havia pessoas que trabalhavam em banco e disseram que essa taxa não era prática comum. Outros quiseram saber onde era essa ‘maravilha’ para poderem investir também.

Como não havia ninguém interessado na vaga, ele permaneceu no posto. Então, deu a entender que dispensaria os nossos serviços. A assembleia se revoltou e disse que para ele ocupar o cargo, a condição era nos manter na administração.

Nós demos as nossas condições: síndico e administradora, juntos, assinariam os cheques do condomínio, a empresa decidiria e ofereceria suporte quando fossem necessárias obras (sempre indicaríamos os fornecedores) e não pagaríamos mais nada que não fosse orçado previamente.

Ele devolveu o que devia ao condomínio, e entregou o cargo no ano seguinte.”

Caso 4, Rombo nas contas

Muita gente deve contratar um síndico profissional pensando que essa vai ser a saída para os problemas de falta de tempo de fiscalizar a gestão condomínio, o que geralmente não é o caso.

Faço parte do conselho do meu condomínio e já fui síndico. Como o condomínio é pequeno, optamos pelos serviços de um gestor profissional.

Só que, infelizmente, nós não acompanhamos o trabalho como deveríamos.

O novo gestor trocou a empresa terceirizada por outra. Disse que não haveria multa rescisória. Ninguém do conselho foi atrás, porque a nova empresa era muito boa.

Depois, contratou um serviço emergencial de desentupimento no valor de R$ 14 mil. Ele disse à administradora que havia pago do próprio bolso, e pediu o reembolso pelo serviço.

Detalhes: na verdade, havia multa sim, uma vez que a dispensa à empresa não foi motivada. Além, é claro, do serviço de desentupimento que não foi pago ao prestador de serviços, o síndico embolsou todo o valor. Ou seja: pelo menos R$ 35 mil de prejuízo aos cofres do condomínio.

Ficamos muito surpresos por não termos sido alertados pela administradora. Mas a empresa, muitas vezes, não se vê na obrigação de fiscalizar os atos do síndico.

Agora contratamos um advogado especializado em condomínios para reaver esses valores. Mas que fique a lição: é fundamental que o conselho do condomínio seja ativo. Não importa se síndico profissional ou morador: estar atento aos feitos do gestor é sempre de suma importância”

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Manter a taxa condominial em dia é coisa séria

Única forma de arrecadação do condomínio a taxa condominial garante o bom funcionamento do empreendimento. 

Manter a taxa condominial em dia é coisa séria

Por conta das festividades de fim de ano, e dos gastos do início do novo ano com escola, material escolar, quitação de dívidas relacionadas a viagens e outras situações, os meses de dezembro, janeiro e fevereiro são os que apresentam os maiores índices de inadimplência no condomínio.

Isso ocorre, entre outros motivos bastante particulares para cada condômino, geralmente por duas situações: a primeira é a dificuldade de relacionar a importância do pagamento da taxa condominial em dia com o bem-estar do condomínio, já que é por meio desse valor que os custos para a manutenção e melhoria do empreendimento serão pagos;

Em segundo lugar devido a entrada em vigor do novo Código Civil, em 2003. Isso porque, fruto de um dispositivo infeliz, como afirmam diversos especialistas, que reduziu a multa pelo atraso no pagamento da taxa condominial de 20% para 2%, se tornou vantajoso atrasar o pagamento da taxa para a quitação de outras dívidas. Se por um lado o novo Código Civil agilizou a possibilidade de penhora do imóvel para situações de inadimplência, por outro lado deixou parecer que dever a taxa condominial é um problema menor.

A taxa condominial é a única forma de arrecadação do condomínio

Condomínio não investe dinheiro em aplicações, não gera renda futura e não recebe valores oriundos de terceiros. Sua única forma de arrecadação é proveniente do pagamento da taxa condominial. E como o condomínio trabalha com rateio de despesas, se alguém deixar de pagar vai faltar dinheiro para a manutenção e melhorias do próprio imóvel.

Sendo assim, manter o pagamento da taxa em dia tem o potencial de valorizar o próprio imóvel, uma vez que todo o valor arrecadado fruto do pagamento da taxa será aplicada no próprio condomínio para melhoria das áreas comuns.

Tomar algumas medidas pode ajudar na diminuição dos custos do condomínio     

Quanto maior for a taxa condominial, maior a possibilidade de ocorrerem atrasos no pagamento. Por isso, uma boa saída para o síndico é baratear ao máximo, sem perder a qualidade de serviço, os custos mensais do condomínio. E uma das formas de diminuição das taxas é priorizar a manutenção preventiva em detrimento da corretiva. É muito mais vantajoso investir na prevenção, ou na manutenção de um equipamento, do que trocá-lo.

Outra possibilidade para a diminuição dos valores da taxa condominial é em relação à medição individualizada da água. Além de justa, uma vez que você passa a pagar por somente o que está consumindo, é econômica para o condomínio já que se deixa de incluir esse custo na taxa mensal.

Investir na contratação de uma garantidora também pode ser uma boa solução se o condomínio apresentar índices elevados de inadimplência. A vantagem para o condomínio, nesse caso, é a de arrecadar de forma integral a taxa condominial de todos os moradores, independentemente da taxa de inadimplentes. Já para o síndico, a contratação deste tipo de serviço evita o desconforto de efetuar a cobrança de porta em porta, podendo criar uma situação embaraçosa para ambos.

De qualquer forma, e entendendo os problemas particulares que por ventura passa cada condômino e que justifique o atraso no pagamento, manter a taxa condominial em dia é indispensável para todos.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação: Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Apartamento pronto para morar ou pronto para mudar? Saiba a diferença

Os apartamentos prontos para morar são uma ótima opção para investir e para morar. Mas você conhece os apartamentos prontos para mudar? Entenda a diferença!

Quando buscamos um novo lar, os anúncios de imóveis novos brilham aos olhos. Afinal de contas, tem coisa melhor do que se mudar para um apartamento novinho em folha? Pronto para chamar de seu e ainda com cheirinho de novo?

Essa é a sensação que todos tem ao conquistar um imóvel novo.

Os ótimos preços e condições de pagamento, além das diversas opções de lazer no condomínio, são ótimos atrativos. Mas, o melhor de tudo, é que, ao apostar nesse tipo de empreendimento, você será a primeira pessoa a morar naquele imóvel.

Outra vantagem de imóveis novos, que acabaram de ser entregues, é que seus moradores poderão mudar-se e já começar a desfrutar do conforto do novo lar em pouco tempo após assinatura da papelada.

Os chamados “prontos para morar” contam, tradicionalmente, com a estrutura mínima necessária para que o proprietário se mude para o local, ou seja, já com instalação elétrica e hidráulica, com os revestimentos (apenas em áreas molhadas, como banheiros e cozinha) e janelas e portas básicas.

Porém, isso não significa que, ao chegar ao apartamento, a família terá tudo realmente pronto para morar sem antes realizar alguns ajustes ou instalações.

Esses apartamentos, por exemplo, não vêm com sistema de ar condicionado instalado. Esse é um ponto importante a se considerar, pensando que, caso o morador queira instalar posteriormente, esse serviço torna-se um pouco mais trabalhoso.

Mas, então, qual a melhor saída?

A boa nova é que já está disponível no mercado o apartamento pronto para mudar. Esse tipo de imóvel tem a facilidade de ser não apenas pronto para o proprietário morar, eles têm como principal funcionalidade todo o conforto necessário para que ele se mude de imediato, sem necessidade de nenhuma instalação prévia.

Nessa opção, além de já ter o apartamento entregue com sistema de ar condicionado instalado, há ainda o cuidado dos idealizadores de entregar o imóvel aos compradores já com os revestimentos colocados.

E mais: o conceito de imóveis prontos para mudar ainda dá ao morador na entrega das chaves alguns dos eletrodomésticos mais necessários para o dia a dia, já instalados!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

 

 

Saiba escolher os materiais de construção para sua reforma

Fique atento aos detalhes na hora de comprar para não ter prejuízo depois

Não tem jeito, reformar dá trabalho. Escolher profissionais, o que vai ser feito e os materiais são itens básicos. Aí começa aquela corrida em busca do melhor orçamento, afinal os preços dos produtos variam muito de uma loja para a outra.Mas não é só valor que você deve ficar atento, veja também a qualidade do material que vai comprar e detalhes como validade, quantidade necessária e correto armazenamento. Assim, diminui o risco de problemas futuros.

1 – Cimentos e massas

Cimento e massa (Foto: Shutterstock)

Não adianta você comprar 30 sacos de argamassa, cimento ou massa pronta se eles não serão usados de imediato. Esses itens empedram muito facilmente em contato com ambientes úmidos, como o das obras, ou mesmo armazenados em locais inadequados, como garagens. Verifique quando irá precisar compre com a maior proximidade da data de uso. E atenção: não é tudo igual, cada marca tem um tempo de secagem e um resistência própria. Leia as instruções e leve a mais indicada para o local onde irá aplicar.

2 – Areia

Ela faz par com o cimento e é base da alvenaria. Geralmente é vendida em sacos (lembrando que a massa pronta substitui cimento e areia na maioria dos casos). A areia tem várias ‘peneiras’: grossa, média e fina. A mais usada em reformas residenciais é a média, com grãos entre 0,42 e dois milímetros de diâmetro. Antes da escolha, peça ajuda profissional indicando o local onde será aplicada.

3 – Pisos e revestimentos

Pisos e revestimentos (Foto: Shutterstock)

Gostou daquele descontão? Cuidado! Pisos e revestimentos são feitos por coleções e costumam ter preço reduzido quando estão saindo de linha, o que acontece quase sempre. Veja se terá produto suficiente e com uma certa margem, para o caso de reposição futura.

4 – Material hidráulico

Hidráulica (Foto: Shutterstock)

Tubos e conexões precisam ter tamanho e especificação corretos para evitar problemas. Uma conexão mal colocada é risco de vazamento em breve. Nesse caso, opte também pelas marcas conhecidas pela durabilidade. Veja o tipo de vazão e pressão da água para escolher o encanamento e lembre-se: para água quente (locais com aquecedor) a tubulação deve ser própria para altas temperaturas.

5 – Elétricos

Não coloque sua família em risco e nem queira que seu apartamento pegue fogo porque a fiação não aguentou a potência do ar-condicionado, por exemplo. Escolha a fiação correta para cada uso. Chuveiros e aparelhos de ar-condicionado precisam de cabos mais grossos. Para passar atrás do fogão embutido, fios antichamas. Faça um quadro de energia grande, não economize nos disjuntores para não sobrecarregar o sistema elétrico.

6 – Tintas

Tintas (Foto: Shutterstock)

Veja a validade e o tipo de tinta mais adequado para o local onde será utilizado. Hoje a maioria não tem cheio forte e seca rápido, mesmo assim pergunte. A cor não é a única coisa a escolher. Existem tintas foscas, com brilho ou intermediárias. Na dúvida, leve uma pequena quantidade e faça o teste em uma parede.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Aluguel do topo de prédios para antenas de operadoras

Saiba o que considerar, valores e o quórum necessárioSaiba o que considerar, valores e o quórum necessário

Conseguir aumentar a arrecadação do condomínio sem aumentar a taxa mensal – talvez até conseguindo baixa-la um pouco – é um desejo de dez entre dez condomínios.

E um caminho para se alcançar esse dinheiro extra no fim do mês é alugando o topo do prédio para antenas de TV, telecomunicações e radiotransmissor.

Afinal, com o advento do 4G, as operadoras vão precisar instalar cada vez mais torres Brasil afora.

A proposta é tentadora, mas ainda há muitas dúvidas sobre o assunto entre os síndicos e moradores: Qual o quórum para aprovação? Faz algum mal à saúde? Serve para qualquer condomínio? Como ir atrás de uma operadora?

Para sanar essas e outras dúvidas, conversamos com especialistas do setor e levantamos nessa matéria os principais esclarecimentos sobre o assunto.

Como alugar o topo do prédio para a instalação de antenas?

O primeiro passo é cadastrar o espaço em uma empresa especializada, denominada Site Acquisition. São essas empresas quem fazem a ponte entre os condomínios e as empresas que efetivamente alugam o espaço.

Há também sites, como o MyTower, que funciona como uma espécie de classificados de imóveis, porém, focado para locação de espaços para antenas.

É possível, sim, o condomínio entrar diretamente em contato com as operadoras que alugam o topo, mas é pouco provável que consigam fechar o negócio.

Do que o prédio precisa para conseguir alugar seu topo?

Além de uma boa localização e aprovação dos condôminos, alguns documentos em dia, como AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) e Laudo técnico do Para-raio, são imprescindíveis para viabilizar o processo.

“Algo que compromete muito é o empreendimento não estar com o AVCB em dia. Isso acontece em torno de 80% dos condomínios que nos procuram”, explica Tiago Albino, diretor do site MyTower.

Caso o condomínio estiver em processo para emissão do AVCB, dependendo do caso, o protocolo de emissão pode ser aceito como documento pela empresa.

Outro documento importante é cópia da ATA da assembleia que aprovou a instalação da torre.

Boa localização

Prédios altos, regiões elevadadas, áreas abertas e descampadas são os principais atributos para tornar o ponto atraente para as operadoras.

Isso, porém, não quer dizer que prédios mais baixos em bairros menos elevados estejam descartados.

Vai depender muito de cada caso. Se o condomínio fica em um bairro elevado e é o prédio mais alto da região, isso certamente contará a favor na negociação dos valores de locação, afirma Tiago Albino.

Restrições

Há também restrições e regras para a instalação de antenas.

O empreendimento não pode estar a menos de 50 metros de uma escola de ensino infantil, hospital ou posto de saúde, assim como também não pode estar a menos de 100 metros de uma outra torre instalada na região.

Resumo dos requisitos necessários:

  1. Localização
  2. AVCB e Laudo de Para-raios em dia
  3. Não estar a menos de 50 metros de escola infantil, hospital ou posto de saúde
  4. Não estar a menos de 100 metros de outra torre
  5. Aprovação dos condôminos + cópia da ATA de aprovação

Qual o quórum para aprovar o aluguel do topo no condomínio para antenas?

Havendo interesse das empresas e o empreendimento estando com os documentos pedidos em dia, é hora de aprovar a instalação das antenas em assembleia.

O quórum necessário para aprovar a instalação das antenas, porém, não é consenso entre os especialistas do mercado. Há quem defenda unanimidade ou quem defenda anuência de dois terços dos moradores.

“O correto é que se faça a aprovação com dois terços dos condôminos”, ensina Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios.

Rodrigo Karpat, também advogado especialista em condomínios, concorda com o quórum, mas aponta que no dia-a-dia, os síndicos aprovam esse aluguel com maioria simples dos presentes.

Danos à saúde

Até o momento, segundo as fontes consultadas, não há nenhuma prova científica de que a instalação de antenas interfira negativamente na saúde dos moradores do local.

A única exceção que pode ocorrer são marca-passos cardíacos e desfibriladores. O ideal é que seus portadores procurem um médico para determinar o risco de interferência que a antena causaria no aparelho, como aponta a Cartilha da Anatel.

O que pedir da operadora que quer alugar o topo do prédio

É fundamental que nessa assembleia a empresa que quer alugar o topo forneça os seguintes documentos:

  1. Apólice de seguros da empresa (com cópia da apólice), cercando o condomínio com todo tipo de cuidados referentes ao cuidado da área alugada
  2. Atestado de estabilidade estrutural e responsabilidade civil da empresa, com ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)
  3. Licença de funcionamento na prefeitura
  4. Laudo Radiométrico
  5. Licença de Funcionamento de Estação da Anatel
  6. Atestado de impermeabilização do local pós instalação

Vale ressaltar que cada município possui legislação própria e, eventualmente, dependendo da região, a prefeitura local pode exigir também Licença Ambiental, caso o empreendimento esteja próximo a alguma mata ou floresta.

“A empresa deve ainda oferecer um alvará da prefeitura sobre a obra a ser feita no topo da edificação, além de um laudo de pré-instalação onde se constate o estado de conservação do local ANTES da instalação”, assinala o advogado Alexandre Marques.

Fiscalização e co-responsabilidade

Outro ponto importante é que o condomínio pode ser co-responsável, caso a operadora seja multada por não estar com as licenças em dia.

Portanto, é essencial que o condomínio peça regularmente, a cada 6 meses, essas licenças.

Além disso, e tão importante quanto, é que tal documentação fique disponível, em alguma pasta em local protegido e visível no acesso à torre, para casos de fiscalização.

Quanto pode gerar de receita para o condomínio

Como dissemos, cada caso é um caso. O atributo que mais conta é a localização.

Há casos extremos de condomínios que recebem R$ 800,00/mês, assim como prédios na região da Paulista, em São Paulo, com valores próximos dos R$ 100mil por mês, esclarece Tiago.

Ou seja, o valor pode variar muito, mas a média do mercado costuma girar em torno de R$ 6mil a R$ 8mil por mês.

Como deve ser o contrato de aluguel para antenas de telecomunicação

No contrato de aluguel é fundamental que se especifique os seguintes itens:

  • Duração do contrato pode chegar a 30 anos
  • Os custos de instalação correm por conta de quem aluga o espaço
  • O documento também deve prever que caso haja algum dano às áreas comuns do condomínio decorrentes da instalação das antenas (infiltrações são comuns), é a empresa quem deve se responsabilizar pelo reparo
  • Especificação do índice que irá corrigir o valor da locação anualmente
  • Explicar que os técnicos da empresa devem seguir o regulamento interno no que tange a identificação para entrada no prédio
  • Manutenção da área deve ficar a cargo da empresa que aluga o local
  • O momento ideal para negociação de valores é na renovação do contrato.
  • Conta de luz: é a empresa quem arca com os custos da conta de luz das antenas. Para isso, pedem um relógio separado. Quando o prédio é antigo e não há essa possibilidade, o ideal é fazer uma média do que foi gasto no condomínio nos últimos seis meses com energia elétrica.  O que for gasto além disso será despesa da empresa.
  • Sublocação: quando a empresa aluga o topo inteiro, geralmente vai ceder o espaço para outras empresas também se utilizarem do local, e pagarem um aluguel para a empresa. O contrato deve, portanto, prever esse tipo de situação. O comum é que o condomínio fique também com 50% da receita da sublocação

Novidades do setor de locação do topo de prédio para antenas

  • Lease by out: modalidade em que empresas de investimento compram o contrato de aluguel. Situação interessante para condomínios que estejam com dificuldade financeira.

“A empresa de investimento paga metade do valor do contrato para o prédio à vista, e administra para si o resto do contrato”, explica Tiago Albino, da My Tower.

  • Sharings: é quando o condomínio aluga seu topo para uma empresa e essa irá oferecer o espaço para diversas empresas utilizarem ao mesmo tempo.

O que fazer com a receita do aluguel para antenas de telecomunicação?

Há condomínios que conseguem investir a receita do aluguel no próprio condomínio, e assim, renovar áreas comuns ou até viabilizar um retrofit.

Importante salientar que os recursos extras arrecadados pelos condôminos com a locação devem ser declarados no imposto de renda.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Aumento do teto para financiamento da casa própria com o FGTS atrai consumidores

Mercado está animado com oferta de imóveis de maior valor

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Mercado registra crescimento da procura por imóveis de alto padrão, que se encaixa nesse novo teto fixado - Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press - 19/2/18

Mercado registra crescimento da procura por imóveis de alto padrão, que se encaixa nesse novo teto fixado

Financiamentos de imóveis com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) podem ser feitos com o novo teto, definido em julho, de R$ 1,5 milhão em todo o território nacional. “O limite foi alterado em julho deste ano, mas com previsão de vigência para janeiro de 2019. Após análise pelo colegiado, formado pelo Ministério da Fazenda, do Planejamento e Banco Central, optou-se por antecipar a medida”, conta o presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), Vinícius Costa. Anteriormente, o teto era de R$ 950 mil para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, e R$ 800 mil para as demais regiões. Desde 30 de outubro já está valendo o novo valor.

Quem está procurando adquirir um imóvel por meio de financiamento habitacional poderá encontrar no mercado hoje uma boa quantidade de opções à disposição. E é interessante que o comprador saiba que é possível se enquadrar em uma das faixas do Minha casa, minha vida, obter financiamento vinculado ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou mesmo com recursos captados por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

De acordo com Vinícius Costa, o Brasil sofre uma supervalorização de imóveis, o que faz com que o preço dos bens esteja, muitas vezes, acima do que realmente possa valer. “Considerando que, sob o ponto de vista da valorização das unidades habitacionais o mercado imobiliário não sofreu muito com as crises vividas no país, é certo que o preço dos imóveis não caiu substancialmente. Em algumas regiões, inclusive, houve valorização, o que afeta diretamente no preço das unidades imobiliárias”, esclarece o executivo.

Vinícius ressalta que é crescente também a procura por imóveis de alto padrão, o que se encaixa justamente nesse novo teto fixado. Para ele, o lado bom de toda essa situação é que, agora, o cidadão poderá utilizar o seu saldo de Fundo de Garantia na aquisição dos imóveis de maior valor de mercado, dando uma verdadeira utilidade para o seu FGTS. “As regras para concessão do financiamento habitacional vinculado ao FGTS não mudam, apenas abriu-se a oportunidade de se adquirir imóveis de maior valor de mercado.”

ALTO PADRÃO
De acordo com o presidente da ABMH, a medida tem como intuito atingir uma parte da população brasileira que tem condições de adquirir imóvel de alto padrão e tem saldo em conta de FGTS. “Economicamente falando, é uma forma de movimentar dinheiro em operações seguras, porém, visando uma parcela específica da população, que está apta a investir valor vultuoso na aquisição de um imóvel”, ressalta Vinícius.

Idealizada em 1999 e mantida por mutuários, a Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) é uma entidade civil sem fins lucrativos, que tem como objetivo difundir as formas de defesa de quem compra imóveis, em juízo ou fora dele, com o efetivo cumprimento dos dispositivos legais. Atualmente, a Associação conta com representações em 12 estados, além do Distrito Federal e presta consultoria jurídica gratuita.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

A importância da comunicação condominial na gestão

Estabelecer uma boa comunicação condominial tem o potencial de alavancar a sua administração. Por isso, desenvolva esse aspecto pessoal.

A importância da comunicação condominial na gestão

A comunicação sempre foi algo essencial para a evolução do homem na sociedade. Se não tivéssemos desenvolvido tal capacidade estaríamos, até mesmo, colocando em risco a nossa sobrevivência no planeta. Veja, por exemplo, as pinturas rupestres do período pré-histórico (paleolítico e neolítico) que alertavam dos perigos da vida na selva.

Deste modo, a comunicação serve para interagirmos, seja ela na forma presencial, como acontecia antigamente, ou por meio de recursos tecnológicos, como ocorre atualmente. Embora as duas formas se completem e sejam fundamentais.

De qualquer forma, a comunicação é imprescindível para a nossa existência na terra e não poderia ser diferente nos condomínios. Nestes espaços, que funcionam como pequenas cidades, e que devem ser administrados como tal, é indispensável estabelecer um bom diálogo com o objetivo de dar uma maior transparência à gestão do síndico, evitar conflitos no dia a dia e cultivar o bem-estar entre os condôminos e os funcionários.

A importância da comunicação enquanto transparência na gestão

Dar ciência dos atos efetuados pelo síndico em sua gestão é fundamental para um bom mandato. Só existirá transparência se a explanação for bem feita. Por isso, o síndico deve levar ao conhecimento de todos os condôminos e funcionários os planos de ação feitos e a serem realizados na sua legislatura: melhorias na estrutura física do prédio, situação financeira, despesas e economia, reuniões etc.

Uma aliada do síndico nos dias atuais é a tecnologia. No mercado existem diversas ofertas de softwares de gestão condominial que, entre outras atribuições, auxiliam o síndico na hora de transmitir informações aos condôminos.

Outras alternativas para o síndico são as redes sociais. É cada vez mais comum a criação de grupos nas redes e em aplicativos de mensagens para a troca de informações instantâneas sobre o andamento do edifício. Embora seja uma aliada do síndico e de toda a coletividade, priorizar essa forma de comunicação em detrimento da forma tradicional, ou seja, do bate-papo em reuniões e comunicados não é muito aconselhável.

Portanto, encontrar um meio termo entre tecnologia e a forma presencial é o mais indicado para uma gestão que preza pela transparência das suas ações.

A comunicação com o objetivo de evitar ou resolver um conflito

A maneira mais eficiente de evitar um conflito dentro do condomínio é deixar bem claro os direitos e deveres dos moradores. Sendo assim, a convenção, documento primordial do condomínio, quando bem redigido é um instrumento que auxilia o síndico na hora de se comunicar com os condôminos.

Mas é claro que nem todos os moradores se interessam por ler esse documento por completo. Por isso, é salutar que o síndico sempre esteja lembrando aos moradores e funcionários os principais trechos que tratam das normas e condutas dentro do condomínio.

Isso pode ser feito de diversas maneiras: por meio das redes sociais, comunicados e alertas espalhados por todo o edifício, conversa pessoal do síndico com os demais, reuniões e, até mesmo, a contratação de pessoas especializadas nos assuntos que mais geram confusão entre moradores como: garagem, cachorro, barulho etc.

Já quando o conflito está instaurado, apostar na mediação entre as partes é, sem dúvida, o melhor caminho. Para isso, a figura do síndico como uma pessoa tolerante, que sabe ouvir os dois lados e que busca a resolução dos conflitos por meio da comunicação pode ser um diferencial na hora de manter o bem-estar dentro do condomínio.

Estabelecer uma boa comunicação é fundamental para o bem-estar no condomínio

Poucas coisas são mais prazerosas que sentar e bater um papo ao lado de amigos e familiares. Quando fazemos isso, estamos exercendo o nosso poder de comunicação. Também é, ou deveria ser assim, no nosso condomínio. Conversar com os vizinhos, comparecer nas assembleias, escutar o que o síndico tem a dizer e ser educado com os funcionários irá fazer de você um condômino mais feliz.

Para isso acontecer, o primeiro passo tem que ser necessariamente do síndico, seja ele profissional ou residente do próprio condomínio. Realizar uma gestão ativa em comunicação só traz ganhos: para a própria administração, que será vista como mais próxima dos moradores, e de todo o espaço condominial, por possibilitar a proximidade entre todos os que ali habitam.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Prepare seu condomínio para o período de chuvas

Saiba como se precaver e evite danos ao seu condomínio

Saiba como se precaver e evite danos ao seu condomínio

Outubro e novembro são os meses ideais para conferir se a infraestrutura vai sobreviver aos temporais que vêm por aí. As chuvas de verão são um período esperado e temido, ao mesmo tempo.

Todo ano, muitas cidades brasileiras padecem com problemas de enchentes, desabamentos, queda de árvores e raios que comprometem a rede de energia elétrica e internet. Sem falar nos acidentes com vítimas. Infelizmente, são questões ainda não resolvidas.

Nos condomínios, a situação não é tão diferente. Muitos deles, por falta de cuidado e manutenção, enfrentam problemas nesses dias. Como você vai entender ao longo dessa matéria, praticamente todos esses problemas podem ser evitados, desde que haja cuidado e prevenção.

O período entre dezembro e meados de abril é conhecido como o mais chuvoso do ano.

“Alguns municípios definem este período como Operação Guarda Chuva. Nesse sentido, todo síndico deve estabelecer ações preventivas para eliminar ou minimizar os riscos causados pelas chuvas nessa época”, afirma João Carlos Tobias, especialista em Segurança do Trabalho.

Confira o checklist de itens que precisam ser checados para o período de chuva

Anualmente, no período de outubro e novembro, o síndico profissional Nilton Savieto faz uma checagem completa nos condomínios que administra, em São Paulo. “Essa checagem deve ser feita obrigatoriamente”, diz.

Veja os itens para verificação:

  • Limpar todos os ralos, grelhas, calhas nos subsolos, térreo e barrilete (topo do prédio).
  • Verificar todos os toldos, coberturas, telhados, luz piloto, (no topo do prédio), antenas.
  • Verificar a saúde das árvores, arbustos e solicitar na prefeitura as devidas podas. (Se suspeitar de risco de queda, acionar a prefeitura).
  • Verificar se nas áreas comuns está afixado a placa de alerta conforme a NBR 5419/2015: “Não circular pelas áreas externas do edifício em caso de tempestade”.
  • Fazer a revisão geral do gerador com troca de óleo, filtros e limpeza do tanque de combustível, após abastecer.
  • Testar e verificar todo o sistema de iluminação de emergência, com revisão de lâmpadas e, em caso de baterias, se estas estão com vida útil adequada, caso contrário providenciar a troca.
  • Revisar todos os quadros de elétrica.
  • Conferir as bombas que fazem a retirada de água do prédio, as bombas de poços.
  • Fazer a limpeza do poço do elevador, revisando se não há infiltração ou água empossada (ideal que tenham backup para emergência).
  • Verificar se todo o encanamento está identificado para ação rápida, em caso de necessidade de fechamento imediato.
  • Revisar o sistema de segurança abastecido pelo gerador, em caso de falta de energia.
  • Revisar os portões, verificar se o sistema elétrico/eletrônico está protegido das chuvas e aterrado, além de estar sendo alimentado pelo gerador em caso de falta de energia.
  • Limpar a tubulação de água de chuva e esgoto, caixas de esgoto no térreo e drenos nos jardins, fazendo com que fiquem livres e evitando problemas nos apartamentos mais baixos ou na área comum do prédio.
  • Verificar o topo do prédio, garagens e térreo evitando que tenhamos vazamentos ou infiltrações.
  • No caso de portaria virtual/remota, o síndico deve fazer uma reunião com a empresa para criar o procedimento de emergência para possíveis problemas de comunicação, como duplicar a forma de comunicar acesso em caso de falta de energia.

As instalações elétricas exigem cautela

O Brasil é o país que mais sofre com a incidência de raios no mundo. Caem cerca de 70 milhões por ano, chegando a atingir 300 pessoas — sendo que cerca de 100 vitimas são fatais.

“O Sindico tem autonomia para investir neste tipo de manutenção, sem que seja aprovado em assembleia. Ele deve sempre exigir das empresas de manutenção, laudo e Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)”, explica Tobias.

Importante saber que a ART é um instrumento que identifica a responsabilidade técnica pelas obras ou serviços prestados e assegura que foram realizadas por um profissional habilitado.

PONTOS DE ATENÇÃO

Nos quadros de energia elétrica, é importante verificar a correta de instalação de terra e neutro. “É desejável que nos quadros tenham os dispositivos protetores de surto (DPS) para protegerem o equipamentos em caso de raios”, recomenda Savieto.

Os para-raios precisam estar em perfeita ordem. O engenheiro Zeferino Velloso orienta a verificação por meio da medição ôhmica para garantir o funcionamento das descidas (que devem ser conforme quantidade prevista em projeto).

“Verifique se as antenas estão conectadas — assim como quaisquer elementos metálicos na cobertura — ao sistema de aterramento do edifício”, reforça o engenheiro Velloso.

Ao executarem as instalações, as operadoras de TV a cabo devem fazer o aterramento de todo sistema e conectar ao sistema de para-raios. “As antenas coletivas não podem ser mais altas que os para-raios”, acrescenta Tobias.

Condomínios sem gerador precisam de cuidados extras 

Muitos condomínios não contam com grupo gerador. Nesses casos, uma medida preventiva interessante é que o síndico ou a administradora conversem com o zelador e os funcionários para que eles saibam como agir em caso de queda de energia.

“Para citar um exemplo, se o prédio estiver sem luz, o zelador ou um funcionário vai precisar abrir e fechar manualmente as portas. Ele vai ter que fazer uma série de operações, também manualmente no elevador”, afirma Nilton Savieto.

Outro ponto crítico em condomínios sem gerador diz respeito às bombas. Com as chuvas e sem energia elétrica, as fossas dentro do prédio poderão encher e a água não vai sair. Aí pode virar um problema sério.

“O zelador terá que ficar atento. Se isso acontecer, vai precisar de uma bomba movida à gasolina, uma mangueira, e operar manualmente, o que é complicado”, observa o síndico profissional.

CONDOMÍNIOS SEM GERADOR PRECISAM DE:

  • Um bom sistema de iluminação de emergência. Os bombeiros pedem autonomia de, pelo menos, 50 minutos, mas já existem no mercado baterias de 3 horas. Também pode optar pelo sistema autônomo de emergência com autonomia de 50 minutos. Estes sistemas precisam iluminar os acessos, as escadas, a garagem e os portões. Essas áreas não podem ficar escuras nunca. “É importante realizar um teste prévio para verificar a capacidade de fornecimento de energia das baterias”, lembra o engenheiro.
  • Três jogos de lanternas na portaria. Isso é importante, mesmo com as lanternas de celular. E aí nos casos de não ter gerador, o elevador vai parar onde estiver. Eles precisam assegurar que não tenha ninguém no elevador. Elas funcionarão para ir à garagem, verificar os elevadores, subir nos andares e circular em outros locais do condomínio.
  • Bateria extra ou no-break para o interfone. É importante verificar se está em pleno funcionamento para que funcione bem, mesmo sem energia elétrica.

Faça mapeamento das áreas de alagamento 

chuva alagamento

  • INTERNO: Mapeie pontos de alagamento em lajes, pois podem orientar no remanejamento futuro de ralos.
  • EXTERNO: Conhecer alagamento de vias públicas no entorno pode auxiliá-lo a acionar o poder público, se necessário, ou a tomar medidas preventivas para evitar a entrada de águas no subsolo, por exemplo.

“Para evitar entupimento, uma medida eficaz é limpar com jato d’água lajes impermeabilizadas ou telhas e calhas. Conforme o caso, remover previamente a poeira de cimento, protegendo os ralos durante a limpeza, para impedir que ocorram entupimentos”, indica Velloso.

Se notar entupimentos ou demora no escoamento da água nos condutores, uma limpeza com desentupimento é recomendável. “Aliás, fazer isso anualmente é bastante salutar”, recomenda.

Não faça obras no período de chuvas

Normalmente, obra não se faz no período de férias — dezembro e janeiro. Uma das razões é que os objetos usados podem voar ou cair com um vento forte ou chuva, e machucar alguém. Tudo o que for mexer na estrutura em época de chuvas pode trazer problemas. Assim, melhor evitar.

No caso de infiltrações, se existem, deveriam ter sido reparadas na época de estiagem. “No verão não é recomendável fazer esse tipo de reparos.

Mas se forem emergenciais e em lajes sobre áreas habitadas, o ideal é montar toldos sobre a área que será trabalhada para evitar danos à(s) unidade(s) abaixo. Os mesmos cuidados devem ser tomados com as obras de impermeabilização”, diz o engenheiro Velloso.

Atenção aos acidentes causados pelos vendavais

Ventos muito fortes são capazes de causar estragos na fachada e no entorno do condomínio. E, principalmente, podem ocasionar acidentes graves se algo atingir uma pessoa.

Por isso, durante a preparação do condomínio para as chuvas de verão, todos os objetos e as partes que possam se soltar e voar com um vendaval devem ser verificadas e devidamente afixadas. Ou ainda, se for o caso, removidas para evitar que atinjam alguém ou algo, como uma porta de vidro, por exemplo. Se precisar, oriente os condôminos. Atente para:

  • Antenas
  • Para-raios
  • Pastilhas da fachada
  • Janelas
  • Vasos
  • Grades
  • Toldos
  • Telhados
  • Muros
  • Ferramentas
  • Latas
  • Lixeiras
  • Cadeiras
  • Vassouras e materiais de limpeza

O que fazer quando houver queda de energia

Alguns procedimentos precisam ser realizados, assim que ocorrer a queda de energia. O zelador deve estar junto com o pessoal da portaria, de preferência, para tomar as primeiras ações.

  1. COM GERADOR:
    1. Verificar se o gerador foi acionado devidamente, e se todos equipamentos que ele atende estão funcionando.
    2. Conferir se, no momento de transição entre a queda da energia e acionamento do gerador, o elevador não travou e ficou alguém preso na cabina.
    3. Ligar na Concessionária e avisar sobre a situação.
  2. SEM GERADOR:
    1. Verificar se sistema de iluminação de emergência está funcionando, caso não tenha gerador.
    2. O zelador ou outro funcionário precisará abrir e fechar manualmente os portões.
    3. Conferir se não há alguém preso no elevador. Se houver alguém, solicitar o resgate com técnico da empresa responsável.
    4. Ligar na Concessionária e avisar sobre a situação.

Medidas para os dias de chuva forte

  • Não permitir uso quadras, playgrounds ou piscina. Melhor bloquear o acesso à área comum, especialmente de crianças.
  • No caso específico do playground, é importante deixar a manutenção em dia para evitar problemas como peças soltas e o perigo de atingirem alguém.
  • Em casos de tempestades mais sérias, solicitar aos condôminos que desliguem aparelhos eletroeletrônicos das tomadas e, se o condomínio não tiver gerador, evitarem o uso do elevador.

Como agir com portaria remota ou virtual

Em dias de queda de energia, o gerador vai garantir a volta do funcionamento da portaria. Por isso, precisa estar em perfeito estado de funcionamento e adequado para manter todo o sistema automatizado. “É obrigatório”, avisa o especialista em Segurança do Trabalho.

Se precisar, ligar para a empresa responsável pela portaria.

“Essas empresas estão preparadas para situações como esta e saberão orientar o funcionário do prédio e fazer algum procedimento necessário”, diz Savieto.

Telefones e informações para ter à mão na portaria

Deixe na portaria o telefone de cada empresa de manutenção, pois se algo acontecer o porteiro ou o zelador terá acesso rapidamente. Veja a lista básica:

  • Cadastro e telefone da empresa que faz abastecimento e manutenção do gerador;
  • Telefones de emergência dos responsáveis pelas empresas de portaria remota/virtual;
  • Em caso de terceirização, o contato dos responsáveis pela contratação;
  • Telefones de todos fornecedores, (portões, gerador, elevador, empresa de desentupimento, abastecimento do gerador, bombas, encanador);
  • Telefones das concessionárias de Luz e Água, Bombeiros, PM, etc.
  • Telefones da administradora, do zelador e do síndico para contato rápido e acompanhamento dos chamados, além dos procedimentos internos que vão desde a interdição de elevador até plantão em caso de problemas não previstos.
  • Telefone da seguradora.

Cuidados voltados aos condôminos

Em todos os casos emergenciais, os condôminos devem ser avisados imediatamente. “Também problemas com encanamento ou com o gerador, e a necessidade de chamar bombeiros e PM numa situação mais crítica, ou a Prefeitura, se cair uma árvore, precisam ser comunicados”, diz Savieto.

COMUNICAÇÃO

  • Use o site ou App do Condomínio para comunicá-los imediatamente sobre a queda de energia.
  • Outra opção é criar um grupo no WhatsApp exclusivo para o síndico comunicar emergências. Importante que esse grupo seja criado pelo síndico usando o modo “Linha de transmissão” do Aplicativo. Com essa configuração, apenas o administrador poderá enviar mensagens, evitando assim que outros moradores usem esse canal para outros fins.

Oriente toda a equipe quanto aos riscos de circulação de condôminos em dias chuva, especialmente crianças, nas áreas externas como piscina, playground, quadras etc.

E não se esqueça de que o artigo 1.348 do Código Civil o coloca como responsável civil e criminal por tudo aquilo que acontece em seu condomínio.

Seguro do condomínio

Seguro é uma obrigatoriedade de todo condomínio, determinada pelo artigo 1.346 do Código Civil.

O recomendado é que, sempre que possível, o empreendimento faça um seguro de cobertura básica ampla, com cobertura inclusive para alagamentos.

Mas se não for possível contratar essa modalidade de seguro, é importante que, ao fazer o seguro de cobertura básica simples, sejam incluídas as coberturas para vendaval e desmoronamento. Vale lembrar que esse tipo de seguro não inclui cobertura contra alagamentos, alerta Pedro Bento, diretor da Shelter Corretora de Seguros.

ENTENDA A COBERTURA CONTRA VENDAVAL 

Esse tipo de cobertura considera sinistros causados pelo vento e granizo. Porém, é importante ressaltar que excluí os danos causados pela água da chuva.

  • O que é coberto: danos decorrentes de ventos com velocidade superior a 54 km/h, que provoquem danos às áreas comuns, unidades autônomas e equipamentos pertencentes ao condomínio. Nas unidades autônomas, o que se cobre é a construção (paredes, pisos, forros, esquadrias, portas, janelas, louças e metais sanitários, tubulações elétrica e hidráulica, acabamento e pintura).
  • O que não é coberto: móveis, armários embutidos, carpetes, tapetes, decoração, vestuário, animais, plantas, bebidas, utensílios, equipamentos e objetos de uso pessoal dos condôminos. Quanto ao condomínio, danos decorrentes de temporal, chuva forte mesmo acompanhados de ventos superiores a 54 km/h.

O seguro de Responsabilidade Civil também é uma opção a mais, se o síndico queser se resguardar em caso de acidentes decorrentes da chuva.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

É preciso seguir alguns cuidados na hora de decidir pela casa própria

Comprar um imóvel é o sonho da maioria dos brasileiros. Ao escolher determinado bem, é importante se precaver para evitar dores de cabeça no futuro

Tamanho do imóvel deve atender ao número de pessoas que vai habitá-lo - Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
Tamanho do imóvel deve atender ao número de pessoas que vai habitá-lo

Escolher o tão sonhado imóvel não é uma tarefa fácil. Antes da decisão final, é necessário pensar minuciosamente em cada detalhe. Comprar uma nova moradia requer planejamento e cuidados para a tão sonhada casa própria não se tornar uma grande dor de cabeça. É importante responder a algumas perguntas e anotar as maiores necessidades do tipo de imóvel que está procurando: ‘O novo imóvel atende a todas as necessidades? A região da nova moradia dispõe de estabelecimentos de uso frequente, como supermercados, padaria e farmácia? O condomínio aceita a entrada de animais de estimação? O local conta com a segurança e a tranquilidade necessárias?’.

“O imóvel ideal deve atender às necessidades dos moradores de conforto, segurança, logística e tranquilidade. Uma vez feita a escolha, é necessário conferir toda a documentação do imóvel e do vendedor também. Evitando-se assim problemas que podem transformar a compra de um imóvel em pesadelo”, aconselha o consultor imobiliário Wellington Barreto, da Casa Mineira Imóveis. A localização do imóvel e o que ele agrega em lazer, estabelecimentos e valorização são outras considerações a serem feitas na hora da escolha, de acordo com o consultor.

Dar uma volta pela região também é recomendado para análise do ambiente. Mas existem alguns detalhes importantes, pois a segurança de um bairro pode ser relativa. Preste atenção à rotina da sua família e verifique como é a região nos horários em que você costuma sair e chegar em casa. A distância do trabalho também pode ser um elemento importante, em especial em regiões muito urbanizadas, devido ao trânsito e ao acúmulo de pessoas; um imóvel longe do trabalho pode gerar altos custos de transporte, além do tempo gasto.

É importante tirar todas as dúvidas na visita de todos os imóveis selecionados com os proprietários ou corretores. “O papel do corretor é o de apresentar o empreendimento ao pretenso comprador e lhe prestar todas as informações que ele julgar necessárias. Inclusive, sendo do interesse do comprador colocá-lo em contato com o síndico do prédio”, comenta o consultor. Além disso, os corretores podem oferecer atendimento personalizado, auxiliando na documentação e na vistoria do apartamento.

Escolha deve ser bem consciente

Gustavo Vaz, CEO da EmCasa, imobiliária digital, listou tudo o que é preciso saber sobre os tipos de imóveis e os fatores que devem ser avaliados no momento da escolha:

Tamanho do imóvel » O principal fator é a quantidade de pessoas que vão residir no imóvel. Um imóvel ideal para apenas uma pessoa é bastante diferente de um imóvel para uma família de cinco membros. Há outros fatores como vida social, gosto pessoal e até mesmo necessidade de um ambiente de trabalho. Porém, o fator mais importante é, de fato, o número de residentes.

 Animais de estimação » A presença de animais de estimação é grande influenciador. Animais de estimação maiores, como um cachorro da raça Labrador, necessitam espaço físico maior, idealmente até um gramado, o que faz com que uma casa seja o imóvel mais adequado nessas condições. Animais pequenos como cachorros de menor porte são mais adaptáveis a apartamentos – nessas condições, é importante que pelo menos haja um parque ou praça perto do imóvel para passeio.

Home Office » Para quem faz “home office” (trabalhar de casa), estilo muito comum entre os jovens atualmente, as especificações recomendadas são ter um ambiente moderno, agradável e confortável, pois a pessoa passará quase que a totalidade do dia no imóvel. Se possível, ter um ambiente de trabalho separado em um escritório ajuda bastante, principalmente se o proprietário tiver filhos, pois assim aumenta sua concentração e produtividade no exercício da profissão.

Características do imóvel » Características como o andar, quantidade de elevadores e manutenção do edifício são às vezes ignorados na hora da decisão, mas que podem influenciar bastante na vida do proprietário. Para quem trabalha em casa, por exemplo, andares baixos não são recomendados, pois pode haver barulho de parquinhos, comércio ou até ruas movimentadas com ônibus e trânsito. Para quem gosta de dormir cedo e tem sono leve, a sugestão também é buscar um andar mais alto ou apartamentos de fundos. A quantidade de elevadores também é bastante relevante. Um prédio com muitos moradores e poucos elevadores pode fazer com que você perca bons 5 ou 10 minutos todos os dias, o que pode vir a ser bem estressante.

Infraestrutura e vizinhança » A infraestrutura é bem importante, dependendo do estilo de vida dos moradores, e varia de família para família. Algumas pessoas valorizam mais ter um condomínio com piscina e parquinho, enquanto outras valorizam mais academia de ginástica. A vizinhança também é algo muito importante de entender e até um pouco mais difícil de descobrir – como saber se o seu vizinho é um DJ de música eletrônica ou tem cachorros que latem o dia todo? Para responder a essas perguntas é sempre válido conversar com o seu corretor ou imobiliária, pois eles são os mais capacitados para responder a essa pergunta, são os que já visitaram os imóveis, conhecem a região, e podem te dizer com imparcialidade como é, de fato, a vizinhança de um determinado imóvel.

Fonte: EmCasa 

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Placas de imobiliárias em condomínios: ajudam ou prejudicam?

Entenda o que é preciso fazer para não comprometer a estética, segurança e valorização do imóvel

Entenda o que é preciso fazer para não comprometer a estética, segurança e valorização do imóvel

Antes aliadas, as placas de imobiliárias são hoje indesejadas nas fachadas e grades dos condomínios.

Preocupados, principalmente, com questões de segurança, síndicos, administradoras e moradores acreditam que a presença delas aumentam os riscos para o empreendimento. Há ainda a questão da estética, alteração de fachada e possível desvalorização do imóvel quando o condomínio não adota um padrão e regras de uso.

O vice-presidente da Graiche, José Roberto Junior, diz que o maior receio dos condôminos é de qualquer pessoa mal intencionada fingir ser um corretor e entrar com facilidade pela portaria. Além disso, esteticamente, ele acredita que o acúmulo de placas pode desfavorecer o condomínio, com relação ao seu valor econômico.

Vale lembrar que pendurar placas e faixas nas janelas ou varandas caracteriza alteração de fachada, e o ideal é que essa proibição conste na convenção do condomínio.

De acordo com o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, a divulgação feita nas grades e portarias é permitida, desde que todas as imobiliárias disponham de autorização por escrito do proprietário para a intermediação do imóvel e respeitem as regras do condomínio.

Prejudica ou beneficia?

“As placas imobiliárias têm o objetivo de atrair interessados no imóvel tanto para venda como locação, assim como agilizar o fechamento do negócio. Por isso, elas devem ficar em um lugar visível e seguir a legislação, incluindo o número do Creci do profissional responsável”, comenta Viana Neto.

No condomínio que o síndico Nilton Savieto administra, funciona exatamente assim. As placas com telefones das imobiliárias são permitidas, mas a ordem é não receber nenhuma pessoa que não esteja acompanhada de um corretor autorizado e com o número de registro no Creci.

Nestes casos, as edificações que optarem tolerar os anúncios porque apostam mais nos resultados positivos do que nos negativos que eles oferecem, é preciso aprovar em assembleia um padrão a ser seguido, de forma que tente proteger, na medida do possível, a uniformidade das partes externas.

“Deve-se consultar a legislação da cidade para verificar se não existem regras peculiares da localidade. Dependendo da previsão da convenção e dos costumes do prédio, sustento que tal padronização pode ser feita mediante aprovação de 2/3 ou, até, da maioria simples em assembleia em que conste item adequado para essa discussão”, explica André Luiz Junqueira, sócio titular da Coelho, Junqueira e Roque Advogados.

Proibir ou padronizar?

É fato que um número elevado de placas certamente trará poulição visual e possível desvalorização do imóvel. Por isso, a padronização e regras de uso são importantes para evitar esses pontos negativos.

A proibição é possível, se formalizada e aprovada em assembleia com maioria simples, caso não conste na convenção nenhuma regra a respeito. Já se houver necessidade de alterar as regras estipuladas na convenção, deve-se seguir o quórum de 2/3 de todos os condôminos.

O advogado André aposta que a padronização é a melhor alternativa e mais pacífica do que proibir. Para ele, vale mais uma conversa entre os condôminios para definir formato, tonalidade, fonte e o tempo de exposição do anúncio.

“O anúncio geralmente é benéfico ao proprietário ou locador e, a princípio, não durará para sempre. Existe algum risco em chamar atenção com anúncios, mas não maior do que qualquer condomínio pode estar sujeito como, por exemplo, rotatividade, quantidade de unidades e outros. Caberá a cada condomínio, que às vezes diferem tanto quanto países, regulamentar o assunto da forma que lhe for mais conveniente”, diz ele.

Já a administradora Graiche sugere a exclusividade dos serviços de intermediação de venda e locação, comum no exterior, para evitar transtornos.

“O proprietário pode solicitar à imobiliária relatórios semanais sobre a divulgação do imóvel, perfil dos interessados, opiniões de quem visitou, etc”, declara o vice-presidente da Graiche.

Outros cuidados

Para que o processo de compra ou locação do imóvel ocorra da melhor forma possível, o proprietário deve tomar ainda as seguintes medidas:

  • Avisar o síndico antecipadamente sobre a comercialização do imóvel
  • Informar-se sobre as regras do condomínio quanto à visita de corretores e placas de imobiliárias
  • Cadastrar ou solicitar a autorização antecipada de todo visitante (com número de documentos)
  • Entender que as visitas devem ser feitas somente com presença de um corretor devidamente registrado no Creci
  • Listar as imobiliárias e corretores que estão autorizadas a trabalhar o imóvel e compartilhar com o síndico e portaria
  • Comunicar o corretor que é preciso ele entrar em contato com a portaria com antecedência para agendar seu horário de entrada.

Normas sobre placas de imobiliárias

Segundo Viana, há normas específicas que devem ser seguidas pelos corretores. Além disso, em cidades como São Paulo, há outros critérios relativos à Lei Cidade Limpa. Por isso, antes de colocar a placa, o profissional deve checar para verificar se ela atende às normas.

“As empresas e corretores devem obedecer ao Guia de placas e divulgação, disponível para os profissionais, que regulamenta como deve ser a propaganda imobiliária. Quando as imobiliárias e os corretores não obedecem a essa regulamentação, podem ser autuados e, posteriormente, sofrer multa”, conta o presidente.

De acordo com a Lei Cidade Limpa da capital paulistana, o anúncio deverá ter um tamanho máximo, definido segundo a dimensão da testada, que é a linha divisória entre o imóvel e o logradouro ou via pública. O tamanho da testada do imóvel aparece descrito no respectivo carnê do IPTU.

Para facilitar o cálculo do anúncio indicativo permitido, a lei agrupou os imóveis de São Paulo em três categorias, de acordo com a dimensão de suas testadas. De um jeito simples, foram divididos em pequenos, médios e grandes.

Sendo os pequenos, aquele que têm testada inferior a 10 metros. Neste caso, a área total do anúncio com o nome do estabelecimento não poderá ser maior do que 1,5 m². Os médios cuja testada é superior a 10 metros lineares ou superior a 100 metros lineares, o tamanho máximo permitido para a colocação de placa com o nome do estabelecimento será de 4 m².

E, os imóveis grandes, aqueles que possuem testada de tamanho igual ou superior a 100 metros lineares, de acordo com a Lei Cidade Limpa, poderão receber dois anúncios indicativos em sua fachada. Mas, atenção: a área total de cada um deles não poderá ultrapassar 10 m². Além disso, os anúncios deverão também estar separados por uma distância mínima de 20 metros.

Caso o anúncio seja exibido sem autorização ou com dimensões diferentes das aprovadas, as multas podem custar a partir de R$ 10 mil, com outras penalidades, caso persista a infração.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

14 dicas para organizar a casa nova depois da mudança

O trabalho começa antes mesmo de chegar no novo apartamento e segue depois que as caixas chegam lá

Nenhuma fase de uma mudança de casa é tarefa fácil de cumprir. Seja o antes para fazer a triagem e embalar tudo, seja o durante para organizar o transporte e seja também o depois. Até porque chegar no novo imóvel não significa que o trabalho acabou. Pelo contrário. É hora de dar fim a todas aquelas caixas que estão espalhadas pela casa, de guardar tudo no devido lugar e arrumar a decoração para deixar a casa novamente com jeito de lar, com a cara dos donos. Realmente é uma tarefa que exige bastante disposição. Porém existem formas de deixar a missão menos complicada. Confira as dicas para desempacotar a mudança e deixar a nova casa organizada gastando menos tempo.

Algumas iniciativas devem acontecer antes de chegar no novo lugar para, desta forma, ter a garantia de um processo de mudança mais rápido, dinâmico e com menos desgaste possível. O primeiro passo é conhecer o espaço do novo imóvel. Desta forma, é possível se programar para o que poderá ir para o novo ambiente e o que não irá. Se o apartamento for menor do que o atual, algumas coisas precisarão ficar para trás. Inclusive, esta é uma ótima oportunidade para praticar o desapego.

“A pessoa quando vai se mudar para outro imóvel, ela já conhece o outro lugar. Então a triagem é sempre importante para analisar o que será descartado e o que segue. Se a pessoa conseguir organizar o que não quer mais e não vai mais usar, o que precisa consertar, o que quer doar e o que precisa jogar fora, melhor porque gera uma organização maior”, explica Lucy Karla Mizael, personal organizer, facilitadora doméstica e proprietária do site Dicas da Lucy, onde dá dicas de organização. Inclusive, a triagem antecipada pode render uma renda extra, caso tenha alguma roupa, objeto de decoração ou móvel que possa ser vendido em um bazar.

Aviso prévio

Esteja atento às condições do novo condomínio para que no dia da mudança nada atrapalhe ou atrase o transporte. “Verifique o horário e os dias da semana que a mudança pode ser feita. Em uma das visitas, também olhe a altura do portão da garagem para ver se é compatível com a altura do caminhão”, sugere Lucy Mizael. Outro ponto importante diz respeito ao uso do elevador. “Alguns prédios só têm um elevador e é importante comunicar ao síndico que a mudança será feita. Por mais que os condomínios tenham horário pré-estabelecidos para que se faça mudança, o síndico deve ser avisado para repassar para os demais moradores que o elevador será usado para a mudança. Inclusive é importante ligar para o síndico, mas também mandar um e-mail para deixar o registro e você ficar respaldado”, completa Camila Teixeira, personal organizer e proprietária da Organizze Consultoria.

De olho no novo

Além de se preocupar com a organização da mudança, é também importante estar atento ao novo imóvel, já que é preciso de uma infraestrutura mínima para receber a mudança e os novos moradores. “É importante ver a questão da transferência da água, energia, telefone e do gás, por exemplo”, detalha Lucy Mizael. Dentro do imóvel, verifique ainda o pontos de água. “Às vezes a pessoa tem geladeira, lavadora de pratos e de roupa e precisa de pontos para todos”, afirma a personal organizer. “Dê uma olhada também na manutenção geral do novo imóvel, se a descarga e os chuveiros estão funcionando, se não tem nada pingando, se tem alguma parede fofa, coisas assim, porque depois de fazer a mudança fica mais difícil de fazer esse tipo de manutenção”, completa.


(Foto: Shutterstock)

Controle

A organização começa a partir do momento que o caminhão com a mudança chega na nova casa. Tendo atenção desde este momento, a tarefa pode ficar mais simples. É interessante que as caixas sejam colocadas agrupadas e descarregadas da mesma forma. “É importante ter uma pessoa de olho na hora de descarregar do caminhão, alguém que fique orientando para onde cada caixa deve ir, alguém que fale ‘vamos colocar tudo que for da sala agora, depois vamos para o quarto’”, diz Lucy Mizael.


(Foto: Shutterstock)

Organização

Depois de levar a mudança para a nova casa e descarregar todas as caixas, ainda resta muito trabalho pela frente e a organização é aliada para que tudo seja organizado o mais rápido possível. Inclusive, na hora de desencaixotar os objetos, é importante ter uma sequência para que a organização seja maior. “O ideal é que as caixas sejam organizadas de acordo com cada cômodo e que estejam identificadas, informando o ambiente e o que tem dentro de cada uma delas. Dá para criar um sistema de cores para cada cômodo, colar etiquetas, passar pincel. Mas é importante escrever em cada caixa. Os carregadores já devem colocar as caixas no cômodo de referência ou próximo dele. Desta forma você saberá por onde começar”, afirma Lucy Mizael.

Para desempacotar

Para uma maior organização, o ideal é ir desempacotando por cômodo. E seguir uma ordem de prioridade pode facilitar o processo. “Os primeiros cômodos que devem ser organizados são a cozinha e o quarto de casal, junto com as roupas. Depois vai fazendo tudo de uma vez e já vai jogando as caixas fora porque caixa dentro de casa dá muito trabalho”, conta Lucy Mizael. Porém, a velocidade vai depender da expertise de quem estiver organizando. “Nós que somos profissionais, já vamos tirando tudo e organizando. Mas quando a pessoa não tem a prática de organizar rápido e está fazendo sozinha ou com uma pessoa ajudando, melhor ela ir tirando as caixas para fora. Por exemplo, ela tira tudo das caixas da cozinha e coloca no armário, mesmo que de qualquer jeito, e aí ela joga a caixa fora. Faz o mesmo no quarto. E depois ela passa o pente fino. Pelo menos vai desovando aquele monte de caixa dentro de casa”, relata.


(Foto: Shutterstock)

Precisa lavar?

Durante a mudança, os objetos que foram transportados podem ficar sujos ou empoeirados. Aí no meio de tanta coisa que precisa ser desencaixotada, organizada e guardada, será que é possível lavar tudo antes de guardar? “O ideal é mesmo lavar taças e louças antes de guardar, lavar tudo e guardar nos armários, mas nem sempre é viável fazer o ideal. Às vezes as pessoas não têm tempo para isso. Então é melhor fazer o que ela realmente pode fazer, tem que pensar nisso”, fala Lucy Mizael. Em muitos casos, quando não é viável fazer o ideal, é possível guardar tudo e ir lavando depois aos poucos.


(Foto: Shutterstock)

Outros detalhes

Alguns detalhes podem ser fundamentais também para ajudar na mudança. Uma dica que Lucy Mizael ressalta é para ter um caderno de anotações para não se perder na organização. “A pessoa pode ir anotando tudo que for surgindo de tarefas para a mudança. Outra opção é ir agendando no bloco de notas do celular”, aconselha. Sobre documentos importantes e objetos de valor, eles devem ser levados à parte. “De preferência, ele deve ir no carro da pessoa em vez deir no caminhão e ficar sempre guardado em local seguro”, sugere. Além disso, tenha os itens essenciais acessíveis. “Antes de se mudar, faça uma mala com roupas, itens de uso pessoal, higiene e limpeza. Fica mais fácil na casa nova, enquanto ainda desempacota tudo das caixas”, conclui.

Passo a passo para ter tudo mais organizado:

1 – Conheça o novo imóvel para saber o espaço disponível – Desta forma, você saberá o que precisará levar, o que pode doar ou colocar à venda para ganhar uma renda extra;

2 – Faça uma triagem antecipada para levar apenas o que será útil – É a hora do desapego. Não tenha pena de repassar o que não está sendo usado e tenha um imóvel novo mais organizado;

3 – Confira os dias e horário que a mudança pode ser feita – Muitos condomínios limitam os horários de mudança e, em alguns casos, é preciso agendar a mudança para que o elevador esteja disponível;

4 – Veja se a altura do portão da garagem é compatível com o caminhão de mudança – É importante saber porque em muitas ruas o caminhão não pode ficar estacionado e o transporte precisa entrar na garagem;

5 – Transfira água, energia telefone e gás para o novo imóvel – Melhor chegar no apartamento novo já com a luz ligada, a água funcionando e com a linha de telefone e internet ligada no local;

6 – Verifique os pontos de água do novo imóvel para ver se cabem todos os eletrodomésticos – Você pode ter lavadora de roupas e de pratos, além de geladeira e outros eletrodomésticos;

7 – Faça uma vistoria na infraestrutura para fazer qualquer manutenção antes da mudança – Verifique se as descargas e os chuveiros estão funcionando e se tem alguma parede fofa ou com infiltração.

8 – Monitore o descarregamento do caminhão – Os carregadores vão fazer o trabalho pesado, mas fique de olho na ordem de retirada das caixas para que elas sejam colocadas em cada cômodo para facilitar a organização;

9 – Identifique todas as caixas – Use sistema de cores ou de etiquetas e, além disso, escreva o que cada caixa tem dentro para facilitar o processo depois. Você vai saber exatamente por onde começar na hora de desencaixotar;

10 – Siga uma ordem de prioridade por cômodo – O ideal é começar pela cozinha e pelo quarto de casal. O restante deve ser feito na sequência e o quanto antes para que as caixas sejam retiradas de casa. Porém a velocidade vai depender da experiência de quem esteja fazendo a organização da mudança;

11 – Se tiver tempo, lave os itens – Nem sempre é possível por conta da correria da mudança. Mas, se for possível, lave toda a louça antes de guardar e tudo mais que tenha ficado sujo ou empoeirado, como roupas;

12 – Tenha uma caderneta para anotar todas as tarefas – Por mais que você tenha se organizado, muitas coisas vão aparecendo durante o processo da mudança. Anote tudo que aparecer para não deixar de cumprir nenhuma tarefa;

13 – Objetos importantes sempre à vista – Documentos e objetos de valor devem ser levados com a pessoa, de preferência, e durante todo o processo de mudança, deixe em local seguro, já que vai circular muita gente em casa;

14 – Tenha um kit de sobrevivência – até a casa ficar totalmente pronta, com tudo desencaixotado, vai demorar um pouco. Então faça uma mala com roupas e itens de primeira necessidade, como higiene pessoal. Você não precisará se preocupar em encontrar as coisas dentro das caixas no primeiro momento.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Como tornar a multa um instrumento eficiente?

A aplicação da multa por descumprimento das regras do condomínio está prevista no Código Civil

Como tornar a multa um instrumento eficiente?

Previstas nos Arts. 1336 e 1337 do Código Civil, as multas são instrumentos legais utilizados para penalizar o desrespeito às regras em condomínios. Entenda o processo para aplicação, os requisitos legais, os valores e a forma de aplicação das multas condominiais.

A aplicação da multa deve estar prevista em convenção ou regimento interno para ter validade?
A aplicação da multa por descumprimento das regras do condomínio está prevista no Código Civil, deve constar na convenção e pode ser inserida ainda no regimento interno. O Código Civil dá o direito de o condomínio multar, a convenção aceita e institui a regularização. Os valores e a forma de cobrança são decididos em assembleia, por dois terços dos condôminos, e o resultado vai para o regimento interno.

Quando o síndico pode aplicar a multa?
A motivação para a aplicação da multa varia em cada condomínio, mas está sempre relacionada ao desrespeito às regras. A multa deve ser disciplinada pela convenção e/ou regimento, nos quais o síndico deve se basear para aplicar a penalidade. É comum que haja uma gradação que segue: advertência verbal, depois escrita e somente depois a aplicação da multa. Algumas convenções suprimem algumas das etapas. Por exemplo, determinam advertência verbal e multa ou ainda advertência escrita e então a punição financeira. Portanto, tanto o síndico como os condôminos devem utilizar a convenção ou regimento para regularem essa questão em especial.

É necessário comprovar a infração?
É importante que o síndico tenha provas materiais da infração, tais como: fotos, áudios, vídeos, relatos por escrito no livro de registro, testemunhas, dentre outras.
As imagens e áudios captados devem ser utilizados de forma não invasiva e endereçadas justamente com a advertência ou multa somente ao seu destinatário e não divulgadas aos demais condôminos. A finalidade única deve ser a de constituir prova e não ser um sinal da presença da administração na vida dos condôminos ou forma de punição através de exibição pública.

O que são advertências? É necessário mandar uma advertência formal antes da multa?
Advertências são instrumentos de manutenção da ordem nos condomínios e tem por finalidade a admoestação do condômino que venha a praticar qualquer ação contrária à convenção e regimento interno, bem como à lei, à moral e aos bons costumes, antes da aplicação da multa.

Para a boa convivência da coletividade de moradores é recomendado, antes de aplicar uma multa, ter um diálogo amigável com os condôminos que infringem as regras internas do condomínio e a advertência pode operar-se de forma verbal – tratando-se de infração leve –, com o alerta de que a repetição da mesma conduta poderá originar a aplicação de multa. Deve-se consultar e respeitar o regimento interno e/ou a convenção condominial, ou seja, se houver disposição expressa de advertir por escrito, por exemplo, antes de aplicar a multa, o síndico deve seguir essa determinação, objetivando tratamento idêntico para todos os condôminos.

Quando a advertência não funciona, como o síndico deve proceder?
Na hipótese da conversa não ser suficiente e, a partir da constatação de que deve ser aplicada determinada multa, faz-se necessário o envio de uma notificação. A notificação é um comunicado oficial de que o condômino foi multado por descumprir uma regra do regimento interno ou da convenção. As notificações devem ser enviadas por escrito e devem contar com a confirmação de recebimento do morador infrator.

E se o infrator se negar a assinar ou receber a notificação, o que fazer?
Se o condômino se recusar a receber ou assinar a notificação acaba fazendo o processo se arrastar e termina por desmoralizar e inibir a multa, fracassando a punição. Nesses casos o síndico poderá fazer a entrega na presença de duas testemunhas, do subsíndico, de membro do conselho fiscal ou de funcionário do condomínio.

Deve ser concedido ao morador o direito de defesa? De que forma?
O envio da notificação é importante porque no documento deverão ser lançadas com objetividade e clareza a data e os fatos que fundamentam a advertência, bem como as regras que foram infringidas e a multa a ser cobrada na taxa do mês seguinte. Essa ação possibilita que condômino ou morador possa defender-se, através de recurso que será levado à apreciação da assembleia geral extraordinária, se assim estiver previsto na convenção.

Qual o valor das multas, como se chega a um valor?
Os valores das multas devem ser definidos em assembleia e explicitados na convenção ou regulamento interno e ao síndico cabe apenas o papel de executar. O valor máximo da multa deve seguir as determinações do Artigo 1336 do Código Civil: multas regimentais e convencionais não podem ser superiores a cinco vezes o valor atribuído à taxa condominial, conforme a gravidade das faltas, independentemente das perdas e danos que se apurarem.

O Código Civil também determina a multa para casos qualificados como comportamento antissocial. O parágrafo único do artigo 1337 prevê que o condômino ou possuidor que, por seu reiterado comportamento antissocial, gerar incompatibilidade de convivência com os demais condôminos ou possuidores, poderá ser constrangido a pagar multa correspondente ao décuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, até ulterior deliberação da assembleia.

A aplicação de multa sem discernimento pode gerar dano moral ao condomínio? Quais os cuidados que os síndicos devem ter?
É importante que o síndico tenha certeza ao advertir ou multar o morador infrator. Provas materiais como fotos, imagens do CFTV, áudios, e relatos por escrito no livro de ocorrências ajudam a garantir a segurança do síndico e do condomínio, pois a aplicação de multa sem discernimento pode gerar dano moral ao condomínio. Tudo dependerá do grau de publicidade dado ao assunto, de injustiça causada e do eventual constrangimento. Por isso, recomenda-se que o síndico tenha alguma evidência concreta da infração para confirmar a aplicação da multa, comprovar a infração e também, inclusive, para possibilitar a defesa do infrator.

No caso de multas aplicadas em razão de atos praticados por filhos e dependentes de condôminos, de quem é a responsabilidade?
Tratando-se de atos praticados por descendentes ou pessoas que mantenham qualquer relação de guarda e dependência para com o proprietário da unidade, assim como empregados deste ou no exercício da função deve-se obedecer ao estatuto no art. 932 do Código Civil, restando a responsabilidade para o proprietário da unidade.

Advogados Zulmar Koerich Jr, Rogério Manoel Pedro e Diogo Kamers.

Fonte: http://condominiosc.com.br/

Bicicletários: como criar ou organizar o local no condomínio

Espaço cada vez mais requisitado merece atenção do síndico

Espaço cada vez mais requisitado merece atenção do síndico

O uso das bicicletas está cada vez mais em alta nas grandes cidades. É uma tendência mundial.

Seja para passear no final de semana, fazer exercício ou se locomover até o trabalho, muitos condomínios têm se preocupado em oferecer um espaço adequado para a guarda desse meio de locomoção.

E não é à toa. Como esse tipo de demanda vem crescendo a cada ano, não dá mais para o síndico ficar omisso. O ideal é que ele, a administração e os moradores encontrarem uma solução para o caso, como, por exemplo, a instalação de um bicicletário.

Condomínios novos

Em algumas cidades, como São Paulo, atualmente novos condomínios já são obrigados, por leis municipais, a contarem com espaços destinados a bicicletários.

O decreto 53.942, de 28 de maio de 2013, elaborado pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, regulamenta a lei 15.649, sancionada em 2012, que obriga as novas construções e reformas de prédios residenciais e comerciais na cidade a reservarem até 10% das vagas para estacionamento de bicicletas.

“A lei altera o Código de Obras do Município e determina que os locais reservados para guardar as bicicletas devem ser facilmente acessíveis, com adequação ao piso mais próximo das ruas e calçadas.

O espaço deve ter até 1,80 metro de extensão e a altura não pode ser inferior a 2 metros. A instalação de suportes para prender as bicicletas com distância mínima de 75 centímetros também é obrigatória”, ressalta Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e colunista SíndicoNet

Implantação do bicicletário

Já em condomínios já existentes, a maior dificuldade para a criação de um bicicletário é a falta de espaço.

Uma vez que boa parte dos condomínios veta o uso da garagem para guarda das bicicletas, pode ser difícil atender ao desejo dos moradores de não deixar a bicicleta dentro da unidade.

“Em muitos casos o condomínio não tem um lugar onde caiba pelo menos uma bicicleta por unidade. Isso pode acabar inviabilizando o projeto”, aponta Sergio Meira, da vice-presidência de condomínios do Secovi-SP.

Mesmo com pouco espaço, é possível dar uma destinação para as magrelas dos moradores.

“Há diversas opções no mercado para condomínios. Aqueles onde realmente não há espaço podem optar por ganchos nas paredes da garagem. Nesse caso, é importante padronizar o gancho, para dar uma uniformizada. Para quem tiver um pouco mais de espaço, há bicicletários tanto de chão, quanto de parede”, argumenta o síndico profissional Nilton Savieto.

O custo não é elevado: há modelos simples, que guardam 10 bicicletas, por R$ 700, em média, no mercado.

Crisleine Correa de Freitas, do departamento de marketing da Altmayer, empresa fabricante de bicicletários e outros acessórios para a prática de ciclismo, afirma que a demanda de condomínios por bicicletários aumenta a cada ano.

“Vendemos muitos produtos de correr (aqueles em que as bicicletas ficam penduradas), que são os que economizam mais espaço, e os de chão também”, afirma.

Aprovação do bicicletário

Para implantar um espaço do tipo é necessário convocar uma assembleia para discutir o assunto.

O quórum necessário para a benfeitoria, porém, varia entre maioria simples dos presentes – quando nenhuma área comum do condomínio será alterada – para dois terços dos condôminos, se houver a necessidade de mudar uma área comum.

Essa aprovação de 2/3 serve para realizar a adequação da convenção.

Uma dica é fazer constar em assembleia um período de teste para a implantação do abrigo.

“Colocamos na ata, geralmente, que o bicicletário foi implantado em caráter excepcional e que o mesmo poderá ser desfeito futuramente”, explica Nilton. Dessa forma, a coletividade não encontrará tantos entraves se não ficar satisfeita com o resultado da mudança.

“Em certos condomínios até há espaço em algum lugar da garagem, mas o morador que estaciona ali não gosta da ideia de crianças circulando de bicicleta por perto”, exemplifica Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé.

Nesse caso, se o bicicletário for aprovado em assembleia, o ideal é que o morador insatisfeito tente trocar sua vaga com outra pessoa.

Segurança

Importante salientar que o condomínio não fica responsável por danos ou furtos das bicicletas apenas por ter um local para sua guarda. Essa responsabilidade só é passada ao empreendimento caso o bicicletário fique trancado – e que apenas o zelador possa abrir ou fechar o local.

“Já tivemos problemas com moradores que reclamaram de sumiço de seus equipamentos do bicicletário. Se, realmente, for uma bicicleta caríssima, nossa sugestão é que o morador a leve para a unidade, pensando em evitar futuros dissabores”, aponta Vania.

“Vale lembrar que abrigá-las na sacada do prédio é uma prática proibida em muitos regimentos internos, mas que, muitas vezes, é desrespeitada”, alerta Rodrigo Karpat

Organização do bicicletário

Como em qualquer área comum do condomínio, o bicicletário deve ter suas regras.

A criação de um regulamento específico para o local, definindo regras e responsabilidades, e com aprovação em assembleia (maioria simples), pode evitar futuros transtornos, como a utilização incorreta de outros espaços para guardar as bicicletas.

O ideal é o uso de tags nas bikes, que mostrem quem a que unidade e bloco pertencem. Também é recomendável que todas as bicicletas sejam trancadas com cadeado.

Mesmo com essa identificação, sugere-se que a cada seis meses o condomínio faça uma campanha de recadastramento das bicicletas, evitando assim que equipamentos velhos de moradores que já se mudaram ocupe o espaço que poderia abrigar outra bike.

Tipos de bicicletário em condomínios

Há basicamente dois tipos de bicicletário: os de chão e os de parede.

Os de chão podem ter diversas formas e são mais em conta.  Seu ponto fraco é ocupar mais espaço do que os de parede, que são mais caros, mas economizam mais no quesito espaço.

“O ideal é que o condomínio busque três orçamentos antes de fechar com uma empresa específica”, ensina Nilton Savieto.

Veja abaixo os dois tipos mais comuns de bicicletário:

Foto: Altmayer/Divulgação

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

4 ideias criativas para deixar seu apartamento sustentável

Com soluções fáceis de criar você transforma seu imóvel em um parceiro do meio ambiente

4 ideias criativas para deixar seu apartamento sustentável

Nunca é tarde para rever os nossos hábitos e levar atitudes mais conscientes para a nossa casa. Muitas vezes, ser sustentável é mais simples do que se imagina e pequenas mudanças podem fazer toda a diferença. Inclusive, transformações como essa são positivas para o meio ambiente, para você, sua família e toda a sociedade.

Ser sustentável é pensar no futuro, saber aproveitar da melhor forma os recursos naturais e saber transformar e reutilizar materiais já existentes. Pensando nisso, reunimos 4 ideias criativas para que você adote esse movimento para deixar seu apartamento mais sustentável. Veja!

  1. Móveis reaproveitados

Os móveis reformados e reaproveitados têm aparecido cada vez mais em revistas de decoração. Não é por menos. Além de serem esteticamente bonitos, eles costumam ser resistentes e colaboram diretamente com o meio ambiente.

Outra dica em relação aos móveis é saber a procedência de suas matérias-primas. Existem opções de materiais que foram reciclados ou reprocessados e, assim, você também evita apoiar marcas que extraem madeira de forma ilegal.

  1. Deixe recadinhos digitais

Pode parecer pouca coisa, mas são as pequenas atitudes que fazem a diferença. Mesmo na era digital, muitos de nós ainda estamos habituados a deixar recadinhos em papéis em nossa casa e fazer a lista de compras por escrito. Da próxima vez, pense em utilizar o celular e poupe esse recurso natural em seu dia a dia.

  1. Faça um jardim vertical com embalagens reutilizadas

Que tal reutilizar latas, vidros e outros recipientes para fazer um jardim vertical? Com uma corda natural e alguns furos você monta rapidamente uma estrutura. As embalagens espaçadas entre si podem ser penduradas na varanda ou na cozinha, sendo perfeitas para cultivar ervas e temperos. Além de reutilizar, você consumirá produtos orgânicos sem sair de casa!

  1. Reaproveite caixotes e pallets

Existem inúmeras ideias de como reaproveitar caixotes e pallets na decoração do seu apartamento mais sustentável. Estante, criado-mudo, mesa de centro e até base para o colchão podem ser feitos com esses dois materiais, deixando os seus ambientes modernos e sustentáveis e, ainda, poupando no seu bolso!

Também não podemos deixar de falar das lâmpadas de LED, separação dos lixos para reciclagem e economia de água e energia. Esses são itens básicos para uma família consciente.

Fonte: https://www.imovelweb.com.br

5 tipos de fechaduras para você escolher para sua casa

Escolher a fechadura pode não ser uma tarefa tão fácil assim. Veja dicas para não errar na escolha

Talvez você nunca tenha pensado que uma simples fechadura poderia render tanta dúvida. Tem gente que acha que basta escolher a porta, a fechadura é uma consequência, mas não é desse jeito.

Apesar de ser um item comum, a fechadura pode e deve entrar nos seus questionamentos sobre decoração.

E não apenas por ser decorativa, mas também pela importância que ela tem no conjunto final: a segurança do seu lar.

Leve em consideração coisas básicas, como: intensidade e quantidade de pessoas trafegando, material da fechadura, a porta em que ela será colocada, a segurança e – porque não? – a estética do item.

Para isso, acompanhe e entenda sobre os principais tipos de fechadura.

Principais tipos de fechadura

Existem diversos tipos de fechaduras, as mais utilizadas são: de entrada, de travamento e os trincos. Além dessas, as eletrônicas também são muito utilizadas, principalmente pela maior sensação de segurança que dão.

Confira os detalhes de cada opção:

  1. Fechadura de entrada

Esse modelo possui duas maçanetas que podem ser trancadas de ambos os lados, externo e interno. Alguns tipos possuem uma espécie de alavanca ou botão pelo lado interno, bem no lugar onde seria inserido a chave. Nesse caso, a chave é utilizada apenas do lado de fora, ao chegar ou sair de casa.

  1. Fechadura de travamento

O modelo de travamento não é bem uma fechadura, mas um mecanismo que complementa a fechadura de entrada e aumenta a proteção da porta.

Um bom exemplo desse tipo de travamento são as chamadas tetra chaves.

Esse sistema não possui molas para controlar a trava, a operação é manual e só a partir do interior. Esse tipo de fechadura utiliza metal sólido e resistente, isso não permite que alguém a mova ou abra a porta.

A fechadura de travamento simples é recomendada para uso em portas de metal ou de madeira maciça, já as opções de travamento duplo são perfeitas para portas de vidro, isso evita que as portas se quebrem, se houver tentativa de forçar a entrada.

Isso dá a peça um nível de segurança alto. Essa característica indica o uso em portas de entrada da casa, garagens e outras construções na parte de fora.

  1. Fechadura de trincos

Fechadura de trincos são montadas no interior da porta. Elas podem ser acionadas através do uso de um botão, chave ou alavanca. É um modelo bem simples, portanto tem um nível de segurança mais baixo e é melhor ser usada em ambientes internos, como quartos, escritórios, dispensas ou banheiros.

  1. Fechaduras de encaixe

As fechaduras de encaixe são mecanismos de caixa plana e retangular, encaixadas em um recuo da porta que se inicia a partir da borda da mesma.

A fechadura de encaixe possui duas placas de metal que apoiam e complementam as maçanetas, é necessário apenas empurrar a porta para fechá-la pelo lado de dentro. Do lado de fora, para mover será preciso mexer o mecanismo através da maçaneta.

O nível de segurança é médio e a recomendação é de uso em portas externas e internas que precisam ser travadas.

  1. Fechadura eletrônica

São as fechaduras que usam biometria, controle remoto e até senha para liberar ou travar porta. São sistemas inteligentes que podem ser interrompidos ou travados, caso utilizados incorretamente.

Portas externas e ambientes comerciais utilizam muito esse modelo, já que o nível de segurança é de médio a alto, dependendo do tipo de travamento. O travamento pode ser ligado a sistemas de alarme, o que aumenta mais sua segurança

Após saber quais são os tipos mais comuns, é preciso entender e considerar a melhor opção.

Fonte: https://www.imovelweb.com.br

Regras em condomínio sobre pets para seus donos e o síndico

Donos de pets têm direitos e deveres, entenda quais são

Donos de pets têm direitos e deveres, entenda quais são

Animais em condomínios podem se tornar um grande problema quando as partes envolvidas não conhecem quais regras seguir.

De um lado, os donos dos animais querem ter o direito de desfrutar dos mesmos, do outro, seus viszinhos não querem ser incomodados pelos mesmos.

Para saber até onde vão os direitos e deveres de cada um, o advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat explica, no vídeo abaixo, o papel dos donos e do síndico nessa equação.

Confira:

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Como é feita a Individualização de Água em Condomínios

Guia sobre Individualização de Hidrômetros em Condomínios

Guia sobre Individualização de Hidrômetros em Condomínios

É indiscutível que a cobrança individualizada da água em condomínios é a forma mais justa e ecologicamente correta de se custear o uso desse bem tão precioso.

Com a medição individualizada, cada unidade paga apenas pelo volume de água consumido, o que permite a cada um acompanhar, mês a mês, o seu gasto.

Via de regra, uma empresa é contratada para fazer essa a leitura e a cobrança, já que na maioria esmagadora dos condomínios, a concessionária de água faz a leitura apenas na entrada de água principal do condomínio. Assim, a mesma é dividida entre os moradores, e paga de uma vez só pelo condomínio.

Veja abaixo todas as questões que envolvem o assunto, desde a Legislação à possibilidade de Corte de fornecimento de inadimplentes. Boa leitura!

Legislação

Em 2016, o presidente Michel Temer sancionou a lei 13.312  que tornará obrigatório que, a partir de 2021, todos os condomínios novos brasileiros sejam entregues prontos para a medição individual da água.

Assim, a individualização fica assegurada no futuro, assim como um consumo mais racional da água.

Quando tudo começou

A individualização dos hidrômetros começou a ser uma vontade/necessidade dos condomínios - e então virar uma realidade - no início dos anos 2000.

“Além de ser mais justo, também agrega valor à unidade”, argumenta Raquel Tomasini, engenheira e gerente de produtos e serviços da administradora Lello.

Isso porque cada um fica responsável por pagar apenas o que consumiu, o que costuma beneficiar a maioria das unidades condominiais, o que é um diferencial para quem está comprando uma unidade no local.

Também é importante salientar que há mais de dez anos, o peso das contas de consumo era outro, dentro do orçamento do condomínio.

“Agora, água, energia e gás pesam muito mais no bolso de quem mora dessa forma. Por isso individualizar é bom para todos”, analisa Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

Condomínios novos e antigos

Em condomínios antigos, a maior dificuldade para a individualização da conta é o número de prumadas por unidade, o que pode acabar inviabilizando a obra.

O calculado é que três ou, no máximo, quatro registros sejam o limite para a conta fechar para o condomínio.

“Antigamente, os prédios eram construídos de outra forma, e havia várias prumadas para cada unidade. Por isso, algumas vezes, fica inviável fazer a medição: ficaria muito caro, pois é necessário um medidor por registro, o que pode encareder bastante a benfeitoria”, assinala Umberto Caruso, diretor da empresa Livet, especializada em individualização de água e gás em condomínios.

Outro ponto “contra” os condomínios antigos é a sua tubulação, muitas vezes feita de ferro galvanizado – já sofrendo pela ação do tempo.

Se o empreendimento contar com esses problemas, uma alternativa a ser considerada seria um retrofit hidráulico, de forma a contemplar a individualização e a melhoria do encanamento do condomínio.

Já os empreendimentos mais novos, estes estão, via de regra, aptos a receber esse tipo de serviço.

Cada unidade conta com uma prumada apenas, e é na entrada desta para a unidade que o hidrômetro é instalado, sendo necessárias poucas intervenções no local.

O que é necessário é contratar uma empresa para fazer a instalação desses leitores e efetuar a leitura dos consumos mensalmente.

Como funciona a leitura mensal do consumo d´água nos condomínios

Hoje, a medição em condomínios pode ser feita remotamente ou in loco. Quando ocorre in loco, um funcionário faz a leitura de todos os medidores, e, assim, é calculado o consumo mensal da unidade.

“Não recomendamos esse tipo de leitura, já que ele é muito mais suscetível a erro. O mais indicado é optar por uma empresa que faça a medição de forma remota e automatizada”, explica Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé.

Além de não ser a forma mais confiável de se aferir o consumo, destacar o zelador para essa função pode trazer problemas para o condomínio.

“Isso pode configurar acúmulo de função, e fazer com que o condomínio seja alvo de ação judicial trabalhista no futuro”, alerta o advogado especialista em condomínios Alexandre Marques.

André Junqueira, advogado e sócio da Coelho, Junqueira & Roque Advogados, pontua também é que mais interessante quando a leitura da empresa que presta serviço ao condomínio seja feita no mesmo período que a concessionária local.

“Assim, o período cobrado é sempre o mesmo, o que deve fazer ‘bater’ os valores pagos pelos moradores”, salienta.

Em condomínios recém-entregues, o ideal é esperar para que pelo menos mais da metade dos moradores já estejam morando no local, já que é um investimento considerável – partindo de no mínimo R$ 450 por unidade, além dos cerca de R$ 5 mensais por unidade para a leitura do consumo.

Já que está fazendo um investimento, o ideal seria que o condomínio optasse, dentro de sua realidade financeira, por um serviço que fosse o mais completo possível, evitando revisões num futuro próximo.

Os serviços mais modernos, na maioria das vezes, envolve pouca interação humana: o próprio sistema envia os dados de consumo para a empresa que, assim, gera os dados para a cobrança do consumo. A administradora recebe esses dados e os repassa às unidades respectivas, no boleto condominial.

Cuidados ao contratar empresa de individualização de hidrômetros

Escolher a empresa que fará a individualização e a medição do consumo de água envolve diversos fatores.

E, sendo um investimento considerável, é importante que o síndico não se foque só no preço, já que há uma extensa gama de serviços diferentes, desde como vai ser feita a leitura do consumo, como é feita a gestão dos dados dos moradores, até o tipo de atendimento oferecido pela empresa parceira.

“Há que se comparar a tecnologia oferecida, o suporte que será oferecido aos moradores depois, também. Não dá para comparar uma empresa que tira uma foto por mês do medidor com outra que mede oito vezes por dia o consumo”, exemplifica Marco Aurelio Teixeira, gerente do setor de individualização da CAS Tecnologia.

É importante também que os medidores oferecidos pela empresa escolhida sejam “lidos” por outras companhias.

Quando o equipamento só é lido pela própria empresa, o condomínio fica refém da mesma, não tendo opção de trocar de prestador de serviço futuramente sem ter que investir novamente em novos hidrômetros.

“Tivemos um caso, há pouco tempo, de uma empresa estrangeira que saiu do país e deixou cerca de 300 condomínios sem leitura, já que o hidrômetro em questão não era compatível com outras tecnologias. Todos tiveram que refazer seus sistemas, um prejuízo bastante considerável”, conta ele.

Além disso, o hidrômetro da empresa deve ser cadastrado na concessionária local, e contar com certificação adequada.

A empresa também deve contar com quadro próprio de engenheiros e oferecer ART para o síndico, além de contar com seguro de responsabilidade civil para qualquer eventualidade que ocorra.

Ainda falando sobre tecnologia, atualmente já é possível conferir em tempo real o consumo das unidades.

Muitas empresas têm se focado no desenvolvimento de aplicativos para melhor transparência do sistema de medição, além de estimular a economia e o uso racional da água.

“Outro ponto importante é que a empresa consiga explicar, de forma didática, seu serviço aos moradores. Vejo muita gente que não entende a medição de água individualizada. Já vi caso em que o zelador voltou a fazer a medição, por falta de entendimento dos moradores sobre o assunto”, conta o consultor condominial especializado em individualização de água e gás Marcos André Santos.

Daí se vê a importância não apenas do preço, mas da qualidade do serviço oferecido.

O ideal é que a empresa não seja apenas uma instaladora de equipamentos: ela também deve oferecer excelência em atendimento aos moradores e suporte adequado ao síndico, já que dúvidas acerca da leitura efetuada podem ser comuns, principalmente nos primeiros três meses após a instalação do sistema.

Também é válido que o sistema de leitura da empresa “case” com sistema de gestão da administradora, analisa Gabriel Karpat.

“Pode parecer algo pequeno para os condôminos, mas dessa forma evitamos erros humanos ao máximo”, explica ele, já que, desse modo, os dados são migrados automaticamente pelo sistema, evitando, assim, erro humano.

Tipos de sistema de leitura individualizada em condomínios

Qualquer que seja o modelo ou tipo de tecnologia escolhida, o condomínio terá que pagar mensalmente por uma taxa de gestão de consumos individuais (geração de relatórios). Em alguns sistemas mais modernos o valor é reduzido.

Outros, que exigem uma medição local, por exemplo, e podem apresentar mais necessidades de reparos, o valor é mais alto.

Com diversas opções, é importante que o condomínio faça uma boa pesquisa antes de se decidir. Pedir uma ajuda para a administradora, nesse caso, é uma ótima alternativa.

Os hidrômetros ficam na entrada da prumada para a unidade.

1) SISTEMA POR RÁDIOFREQUÊNCIA

A medição feita nos hidrômetros de cada unidade é sem fio, e as informações de consumo de cada unidade são passadas para uma central por meio de rádiofrequência.

A tecnologia é segura e dispensa instalações de cabos ou a necessidade de obras, mesmo em edifícios muito antigos, por isso, é o sistema mais recomendado para condomínios com diversas prumadas. Aplica-se também em condomínios novos e pré-equipados para a medição individualizada.

Com a tecnologia wireless (ou seja, que não necessita de fios – como a internet) um leiturista não precisa mais ir até o condomínio, já que os dados são enviados automaticamente para a análise.

Esse tipo de sistema não exige muita manutenção ou a existência de qualquer outro sistema dentro do condomínio. A maioria possui longas garantias de fábrica

  • Quanto custa - Condomínio com cerca de 60 apartamentos e dois banheiros: Instalação: R$350 por apartamento. (aproximadamente).

2) SISTEMA DIGITAL

Nesse sistema é instalado um hidrômetro para cada unidade, que fica na entrada do apartamento. Os tipos de leitura podem ser variados.

A leitura do consumo é feita por um sistema de computador e não exige a entrada de um funcionário (leiturista) para recolher os dados.

Por outro lado, para a instalação são necessárias algumas adaptações no apartamento, o que pode gerar grandes transtornos em prédios mais antigos, com muitas prumadas, já que precisarão passar por obras. Edifícios com tubulação de cobre pagam mais caro do que os com tubos de PVC.

Como a medição é feita por um único programa de computador, quanto mais apartamentos no condomínio, mais barato fica para cada morador.

  • Quanto custa - Condomínio com cerca de 60 apartamentos e dois banheiros: Instalação: R$600 por apartamento. (aproximadamente).

3) SISTEMA DE LEITURA PULSADA

Prédios novos e antigos podem receber esse sistema.

É feita uma quebra 15 cm por 25 cm para localizar a tubulação. Instala-se hidrômetro com saída pulsada. A cada litro de água consumido, o equipamento envia um impulso elétrico para o painel.

Instala-se também um bloqueador de água, com o objetivo de punir a inadimplência.

  • Quanto custa - Condomínio com cerca de 60 apartamentos e dois banheiros: Instalação: R$700 por apartamento com duas prumadas e R$ 400 para os com uma (aproximadamente).

Aprovação em Assembleia de medição individualizada 

Como se trata de uma benfeitoria de custo elevado, o ideal é que o síndico se cerque de cuidados ao tratar do tema.

Rodrigo Karpat defende que a obra deve ser caracterizada como útil, e, portanto, precisa da aprovação da maioria dos condôminos em geral, e não apenas dos presentes.

“Esse tipo de benfeitoria para o condomínio, a meu ver, é útil e não necessária. Por isso, a necessidade de aprovação da maioria de todos os condôminos. Também é necessária fazer uma obra durante a implantação, daí a necessidade de uma anuência mais ampla”, argumenta ele.

Veja vídeo sobre o tema, com o advogado Rodrigo Karpat.

Atualmente, porém, não há um consenso entre os especialistas do mercado quanto ao quórum para aprovar a individualização da água em condomínios.

Há profissionais que pregam que a obra é necessária, sendo prevista a aprovação de apenas a maioria dos presentes na assembleia.

O significado dos dois termos, segundo o dicionário Aurélio:

  • Obras necessárias: As as que conservam a coisa ou impedem sua deterioração
  • Obras úteis: As que aumentam ou facilitam o uso da coisa

“Podemos considerar essa alteração uma benfeitoria necessária, mas não urgente. Isso porque ao avaliarmos questões como segurança, conservação, economia, a hidrometria individualizada, ela traz bastante benefícios em todos esses aspectos. Por isso, muito mais do que uma utilidade, ela é uma necessidade para os condomínios”, avalia André Luiz Junqueira.

O advogado Alexandre Marques tem a mesma visão sobre o quórum necessário para a aprovação e sobre a natureza da benfeitoria.

“É algo que se reverte em diversos benefícios para o condomínio, no presente e no futuro”, analisa.

Outro ponto importante é que o tema conste já na convocação da assembleia.

“Dessa forma, fica claro para todos que o assunto será debatido e decidido no encontro”, argumenta André Junqueira.

Benefícios da individualização em condomínios

  • Consumo racional da água: o estimado por especialistas é que haja uma diminuição global de 40% do consumo de água no condomínio como um todo
  • Cobrança justa do que cada unidade consome: geralmente 70% dos moradores do empreendimento percebem uma diminuição na sua conta
  • Ganho do meio ambiente com a conscientização do consumo: depois de um período de adaptação, fica evidente até para os mais ‘gastões’ que usar a água de forma racional é uma ótima forma de economizar e ajudar o planeta
  • Detecção de vazamentos facilitada: Principalmente ao longo do tempo, quando há um histórico consistente de consumo de cada unidade, fica mais claro quando há um aumento no consumo exacerbado de uma unidade – o que não ocorreria em uma situação sem individualização
  • Agrega valor à unidade: os especialistas entrevistados apontam que é um ganho real para o patrimônio de toda a comunidade quando há individualização da água
  • Facilidade para o síndico: Dependendo da empresa escolhida pelo condomínio, a conta de água passa a ser gerida pela parceira, deixando o gestor se focar em outros temas

Inadimplência e Medição individualizada em Condomínios 

Um dos motivos que leva muitos condomínios a instalar hidrômetros individuais é – além da economia de água – a esperança de combater a inadimplência com boletos únicos.

A questão, porém, não é tão simples. Para que o condômino inadimplente tenha o fornecimento de água cortado pelo condomínio, esse procedimento deve ser definido pela convenção.

Caso não esteja, é preciso atualizá-la ou adequá-la e, para isso, a lei exige aprovação mínima de 2/3 de todos os condôminos/proprietários, o que torna o processo de atualização difícil para condomínios grandes.

E, mesmo, assim, não são todos os juízes que aprovam o corte no fornecimento de água dos devedores do condomínio.

Na prática, alguns condomínios têm se limitado a aprovar a possibilidade de corte de fornecimento em assembleia. Mas, conforme dito acima, isso envolve riscos jurídicos para o condomínio, que pode se ver sendo acusado de dano moral.

Não há qualquer referência na legislação que proíba o corte, mas se ele for feito de maneira arbitrária, sem votação em assembleia ou alterando a convenção, o síndico não terá embasamentos para possíveis processos.

“Não acho que cortar a água dos devedores seja uma boa saída. Ali podem morar idosos, crianças. Não acho que seja papel do síndico pedir pelo corte. O melhor é cobrar judicialmente o devedor”, ressalta o advogado Alexandre Marques

Para que o corte seja feito, no entanto, o tipo de medição individualizada instalado no condomínio deve permitir esse procedimento, o que não ocorre com todos.

Se o sistema permitir, o síndico deve entrar em contato com a empresa prestadora do serviço e solicitar o corte em determinado apartamento.

Não há necessidade de entrar em contato com a empresa de abastecimento local, a não ser que haja qualquer contrato com ela quanto à individualização.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Investir no mercado imobiliário continua sendo seguro e rentável; saiba como lucrar

Mas é preciso planejar e avaliar o tipo do bem e a que se destina, além de colocar no papel a possível taxa de retorno

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Reprodução/Internet/Exame

Investir em imóveis sempre foi um bom negócio. Mas é preciso estar atento na hora da aquisição para alguns detalhes. Segundo o superintendente de marketing da Construtora Trisul Lucas Araújo, para tomar essa decisão, é importante ter algum conhecimento sobre o assunto, principalmente sobre os tipos de imóveis que mais se adequam ao perfil e ao interesse, como tornar o negócio lucrativo e, principalmente, como calcular a taxa de retorno sobre esse investimento.

Ele lembra que há tipos de imóveis considerados mais rentáveis no mercado, lembrando sempre que o retorno será sentido em médio e longo prazos. “Em caso de investimento em imóveis na planta, é preciso fazer uma boa avaliação, como localização, o que se espera da região escolhida em termos de infraestrutura e desenvolvimento, entre outros.” A boa oportunidade é que o imóvel na planta oferece a vantagem de começar a ser pago ainda durante a obra, possibilitando ao consumidor fazer financiamento menor, a partir da entrega do imóvel.

Lucas esclarece que, no caso de imóveis prontos para morar, a pessoa pode optar pelo investimento para revenda, contando com a valorização do patrimônio, ou para locação, que oferecerá uma renda mensal fixa. “Também nesse caso é preciso conhecer um pouco do mercado, considerando a localização e o tamanho do imóvel. Para aluguel, além de avaliar muito bem a localização e a proximidade com o trabalho e vias de acesso, é necessário ficar a tento ao custo do condomínio, que também é de responsabilidade do inquilino e entra na avaliação do custo”, explica o superintendente da Construtora Trisul.

Já em casos de investimento em terrenos, Lucas ressalta que muitas pessoas, em especial as de gerações anteriores, conseguiram ótimos negócios. “Principalmente aquelas que conseguiram enxergar o desenvolvimento futuro das regiões escolhidas para a compra. Na compra de lotes para construção também devem ser avaliados as regras e limitações de cada loteamento, como o tipo solo do terreno, se já há a liberação dos alvarás para construção e a infraestrutura de saneamento.”

VARIÁVEIS 

“Como o investimento é alto, isso deve ser bem planejado para que a taxa de retorno seja positiva. É preciso, caso se faça um financiamento para a compra, considerar que parte do lucro será usada para pagar o empréstimo. O empreendedor também deve colocar na conta os gastos com o valor do imóvel, da mobília e de reformas, caso tenham sido feitas, impostos, como o de renda e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), registro e escritura”, alerta Lucas.

“Para saber quanto vai ganhar caso compre um imóvel e o coloque para locação, o investidor deve dividir o total do investimento feito, considerando todas as variáveis que mencionamos, pelo lucro líquido que vai gerar com o aluguel. Um exemplo prático é que, se a pessoa pagou, incluindo todas as taxas e impostos, R$ 400 mil e recebe, por mês, R$ 3 mil pela locação, sua taxa de retorno será de quase 10% ao ano. Se vender esse mesmo imóvel, vale o mesmo cálculo. Divida o valor que recebeu pela venda, por exemplo, por R$ 500 mil, pelo investimento inicial, de R$ 400 mil. Sua taxa de retorno, então, será de 0,8%”, explica o especialista.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Decoração de natal em condomínios

Veja aqui os cuidados necessários e como decorar o condomínio para essa data tão especial

Veja aqui os cuidados necessários e como decorar o condomínio para essa data tão especial

Nada é mais simbólico para o final do ano do que a preparação para o Natal. Com ele, vem a tradição de enfeitar os condomínios com luzes e árvores típicas da época. Difícil um condomínio que não coloque nem uma luzinha para dar um brilho ao seu jardim.

Por isso, confira algumas dicas e cuidados necessários sobre o assunto.

Como organizar?

  • Planejamento: Antes de qualquer coisa, deve haver um planejamento sobre o quanto pode ser gasto com a decoração natalina. Se esse tipo de ornamentação já está previsto no orçamento anual, ou não envolva custos elevados, é provável que não seja necessário nenhum tipo de rateio extra. Caso contrário, vale votar em assembleia tanto se vai haver ornamentação e, em caso haja aprovação, quanto dinheiro será empregado na tarefa. A votação necessária é a maiora simples dos presentes (50% mais um)
  • Rateio: As administradoras consultadas sugerem que haja um rateio anual para os custos com a decoração. Desse modo, por se tratar se uma despesa ordinária, os inquilinos também devem pagá-la.
  • Mão na massa: Para ajudar a montar a decoração, vale montar uma comissão de moradores interessados. As crianças também podem ajudar no trabalho, promovendo assim uma maior integração no condomínio.
  • Compras: Comprar esse tipo de artigo nos centros populares, como a rua 25 de março, em São Paulo, colabora para manter os custos ainda mais baixos. Dê preferência para as lâmpadas de LED, apesar de mais caras, são bem mais econômicas e, por durarem mais, poderão ser usadas em vários Natais. Vale ressaltar que a qualidade do produto é imprescindível para evitar riscos de choques e até incêndios. Verifique a voltagem e se o plugue da conexão tem o selo do Inmetro. (veja aqui uma reportagem do G1 sobre como escolher as luzes usadas na decoração de Natal)

Tipos de decoração

Outro ponto importante é o tipo de decoração que o condomínio espera apresentar. Se o desejo for por algo simples, como lâmpadas do tipo “pisca-pisca” nas árvores do jardim e enfeites do mesmo tipo na portaria, os próprios funcionários podem se encarregar de fazê-lo. Também é possível colocar uma árvore de Natal no hall social, com algumas caixas, que simbolizam os presentes, embaixo dela. Nesses moldes, a decoração sai bem em conta. Na hora de montá-la vale usar os enfeites de anos anteriores – os custos são apenas em substituir as lâmpadas queimadas e algum enfeite quebrado.

Quem quiser uma decoração mais ecológica pode usar a criatividade e criar enfeites com garrafas pet e revistas antigas, por exemplo.

Há outros lugares, principalmente os condomínios comerciais, que optam por apresentações mais elaboradas. Para quem quer uma decoração completa de fachada, é preciso preparar o bolso.

Dependendo da empresa escolhida e do tipo de ornamentação o custo pode superar os R$ 10 mil.

Nesses casos o recomendável é contar mesmo com a mão de obra especializada – já que não é possível para os funcionários do prédio, por exemplo, colocar lâmpadas em toda a fachada.

Quem opta por uma decoração maior também deve se antecipar sempre que possível –  tanto na decisão do orçamento empregado quanto na pesquisa da empresa escolhida.

Com a proximidade do Natal, as prestadoras desse serviço vão ficando cada vez mais atarefadas, com menos horários disponíveis e, é claro, cobrando mais caro.

Cuidados com a rede elétrica

Programa Casa Segura, criado com o objetivo de alertar a população sobre os riscos de acidentes elétricos, dá algumas dicas para evitar que a iluminação natalina seja a causa de acidentes e tragédias. Veja abaixo:

  • Escolha com cuidado os cordões de luz, mangueiras e pisca-piscas. Eles devem ser de boa procedência e certificados pelos institutos controladores de qualidade.
  • Antes de instalar os artefatos, especialmente os já utilizados anteriormente, verifique sua condição geral e preste atenção às emendas e à película plástica isolante. Emendas e conexões devem estar protegidas com fita isolante de boa qualidade.
  • Assegure-se de que a capacidade e a resistência dos condutores, tanto da fonte de energia quanto dos enfeites em si, sejam compatíveis com a carga elétrica requerida, observando o correto dimensionamento de cabos e fios.
  • Confirme se a tensão das lâmpadas é compatível com a tensão da rede.
  • Só ligue o equipamento na tomada após a conclusão da montagem, para evitar acidentes por falhas no isolamento de fios ou nas emendas.
  • Nunca toque na fiação nem substitua lâmpadas queimadas com o aparelho ligado à fonte de energia.
  • Na ornamentação de exteriores (como fachadas, jardins, varandas e grades), o cuidado deve ser redobrado. A umidade e a presença de água são fatores que elevam bastante a probabilidade de acidentes.
  • Não instale objetos decorativos nas proximidades da rede pública de energia e jamais use os postes para ornamentação.
  • Finalmente, não faça nenhuma instalação se você não tem conhecimento prévio de segurança elétrica. O correto é contratar um profissional habilitado para orientá-lo na aquisição de dispositivos e para realizar a instalação.

Outras possibilidades

Em muitas cidades, há a possibilidade de alugar a decoração natalina. Dessa forma, consegue-se variar os motivos anualmente sem investir na compra dos materiais. Em condomínios clube, uma opção bacana para integrar as crianças é chamar uma equipe especializada em enfeites natalinos. Dessa maneira, dá para juntar os pequenos para a elaboração de ornamentos únicos para a árvore de Natal, por exemplo. Outra forma de manter o espírito natalino em alta é colaborar com alguma ação social. Os condôminos doam roupas e brinquedos para alguma instituição de caridade e, depois, podem ajudar no momento da entrega.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Veja opções de decoração alternativa para quarto infantil

Saiba como inovar na decoração do espaço das crianças

Decorar o quarto infantil pode ser um verdadeiro desafio, principalmente financeiro. Isso porque gastar rios de dinheiro em um ambiente como esse não vale a pena, já que em breve a criança cresce, os gostos mudam e o espaço precisará ser renovado. Por isso, optar pela decoração alternativa é a melhor forma de economizar e ainda assim manter o ambiente incrível.

Abaixo, o ZAP em casa te ensina como inovar na décor do cantinho das crianças e também deixá-las felizes.

Foto: Reprodução/Pinterest

Pra começar, é importante saber porque a decoração alternativa é tão requisitada hoje em dia. Segundo a arquiteta Ludmilla Brandão, o alternativo nada mais é do que um estilo onde não se tem grandes reformas, como construir ou demolir. Além de ser geralmente de custo mais baixo e de execução simples e rápida. Ela explica que esse tipo de décor virou tendência justamente por ser acessível a maioria do público em geral.

Danielle Andraos, também arquiteta, complementa o conceito explicando o quanto ele é original e diferente: “Eu defino a decoração alternativa como uma forma contemporânea de mobiliar e decorar qualquer ambiente fazendo uso de materiais fora do padrão e de muita criatividade, sem perder na funcionalidade e na estética, além de ganhar muita personalidade. Ela tem um estilo mais informal e rústico”.

Foi a décor alternativa que acabou com o senso comum de que quartos infantis precisavam necessariamente serem temáticos, com personagens de desenhos animados e cores bem definidas (rosa pra menina, azul pra menino).

“Ainda mais se tratando de crianças, o universo das cores não tem limites para eles, e a ideia é realmente esta, brincar com as cores, se divertir. Não existe uma fórmula, na decoração alternativa a regra é usar a criatividade, combinar cores que geralmente não são utilizadas em um mesmo ambiente”, explica Ludmilla.

 

Foto: Reprodução/Pinterest

 

 

No entanto, se você mesmo não abrir mão de incluir personagens na decoração do quarto do seu filho, opte por apresentá-los apenas em detalhes. Um bom exemplo é manter o quarto em tons e móveis neutros e decorá-lo apenas com bonecos e pequenos enfeites do personagem em questão. Usar a criatividade nesse momento pode trazer um resultado surpreendentemente lindo!

Como palavra-chave, a criatividade aparece também na hora de montar o ambiente e não apenas no momento de decorar. Imagine que legal dividir o quarto do seu filho em espaços específicos para ele. Mesmo que cada cantinho seja pequeno, com certeza ele vai adorar ter um ambiente próprio para leitura, um canto de estudos e até um local de diversão. De acordo com Ludmilla, isso ainda fará com que ele aprenda mais sobre organização e cultive esse hábito.

 

 

Foto: Reprodução/Pinterest

 

 

Lembre-se ainda de ouvir os gostos e pedidos da criança, se ela já tiver idade para expressar suas vontades, e tente adaptar algumas das sugestões dela na hora de criar o ambiente.

Além disso, pense em tudo com muito cuidado, atente-se ao formato dos móveis e lembre-se de tirar todos os riscos da rotina da criança. Interruptores destampados, quinas pontiagudas, entre outros, podem ser responsáveis por acidentes do dia a dia e precisam receber atenção especial na hora de montar um quarto infantil.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Aprenda a organizar o seu guarda-roupa

Confira ótimas dicas para manter tudo sempre arrumado com a correria do dia a dia, tendemos a deixar nosso guarda-roupa desorganizado.

Acontece que, um armário desarrumado não é apenas ruim para encontrar os itens que você quer, mas também ajuda a piorar o nosso humor quando encontramos as peças amassadas ou até mesmo jogadas porque caíram dos cabides.

Ainda que pareça complicado arrumar um tempinho para colocar tudo em ordem, o esforço sempre vale a pena no futuro e vamos mostrar como organizar pensando na sua praticidade diária e em como estender essa organização por mais tempo.

O primeiro passo para começar a organizar o seu guarda roupa é tirar tudo de dentro de dele. Soa assustador, mas você pode fazer isso por partes, tirando tudo de um lado para limpar, separar e depois devolvendo as peças para seus devidos cantos. Retirar tudo do armário é importante para que você visualize as peças que tem e possa descartar as que não estiver usando. Lembre-se sempre que menos é mais. Além de ajudar alguém que precisa, você terá mais espaço para manter tudo arrumado. O desapego é amigo da organização!

Após tirar o que você não deseja ter mais, separe as peças pelo tipo delas. Vestidos e calças devem ir pendurados para poupar espaço no guarda roupa e ajudar na identificação das peças. Camisas também devem ser colocadas em cabides para que não amassem com facilidade. Os cabides com área para mais peças são uma dica excelente para quem tem pouco espaço nos armários e muitas peças que amassam com facilidade. Providencie alguns para deixar tudo sempre fácil de encontrar. Acessórios como lenços e cintos podem também ser pendurados para ocupar menos espaço nas gavetas. Investir em cabides apropriados para cada tipo de peça pode te garantir organização por mais tempo e menos dores de cabeça.

Feito isso, as peças menores têm o seu espaço garantido nos nichos. Camisetas, blusinhas, shorts e roupas de academia podem ser dobradas cuidadosamente e armazenadas umas em cima das outras. Bolsas também podem ser organizadas nos nichos alinhadas umas ao lado das outras para facilitar a escolha na hora de sair.

Já peças como lingeries e meias devem ter uma gaveta exclusiva para elas e você pode utilizar separadores de plástico para que elas não se misturem ou percam seus pares. Arrumar as peças em rolinhos facilita a identificação e poupa espaço para que outras peças caibam juntas, como meias finas e sutiãs, que devem sempre ficar empilhados para que não estraguem.

A parte de cima dos armários geralmente tem um nicho mais largo, que pode ser utilizado para guardar outros itens que não são muito utilizados. Para separar essas peças, você pode usar caixas organizadoras com tampa. São ótimas para guardar roupas de cama e toalhas, que são trocados com frequência, porém não diariamente como as peças de roupa.

Se você não tem espaço para os sapatos, pode usar um organizador de tecido e “pendurá-los” com as roupas. Assim não ficam espalhados pela casa ou expostos no quarto. Esse tipo de organizados pode ser encontrado online e em lojas físicas de artigos para casa.

Pensar na disposição das roupas antes de organizá-las dentro do guarda roupa é também uma maneira eficiente de otimizar o espaço que você tem, aproveitando cada canto da maneira que for possível, seja com organizadores, cabides ou dobrando de um jeito diferente. Procure sempre planejar o lugar de cada peça para ter um ambiente arrumado sempre!

Fonte: https://www.imovelweb.com.br

Inspeção dos para-raios

Entenda a importância desse equipamento para o prédio e para a segurança dos condôminos

Entenda a importância desse equipamento para o prédio e para a segurança dos condôminos

O Brasil é a região que mais recebe raios no mundo: cerca de 50 milhões de descargas do tipo acontecem todos os anos em nosso país.

Mesmo assim, o topo dos prédios nem sempre recebe a atenção necessária. Esta é uma área que necessita de cuidado especial, sendo o para-raio, ou Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), um de seus principais equipamentos.

A falta de mantenção ou até inexistência desse equipamento pode trazer prejuízos, acidentes e até risco de morte para quem vive no condomínio. E sempre é bom lembrar que, além disso, o síndico pode ser responsabilizado por negligência e o seguro do condomínio invalidado.

Essa matéria tem como objetivo orientar e explicar ao síndico quanto aos cuidados a tomar e o que exigir do fornecedor contratado para manter o equipamento em dia.

É fundamental que os fornecedores do condomínio trabalhem sempre visando a NBR 5419, norma que regulamenta esse tipo de equipamento no Brasil e que foi atualizada em 2015.

Como funciona

Quando um raio atinge um edifício protegido, a descarga elétrica percorre o para-raio, atinge o sistema de cabos e segue até atingir o solo, onde se dissipa e perde a força.

Sem essa proteção, ou com um sistema inadequado, o raio pode danificar a estrutura do edifício e percorrer as instalações elétricas. A falha do SPDA também põe em risco os condôminos que estiverem circulando pelas dependências do condomínio no momento da queda do raio.

Antenas

Outro ponto importante é quanto à instalação de antenas convencionais, de operadoras de celular ou de TV por assinatura via satélite.

Quando isso ocorre, os técnicos da empresa geralmente optam por instalar a antena no topo do prédio. Isso precisa de acompanhamento – seja do síndico ou do zelador-, pois esta antena precisa estar aterrada, conectada ao sistema de para-raios.

O síndico deve verificar também se estão fazendo uma base para fixação da antena. Furar a laje não é indicado, pois pode gerar problemas, como infiltrações.

Riscos

Não contar com um SPDA que esteja de acordo com a norma pode sair muito mais caro para o condomínio do que o valor da vistoria semestral. Veja abaixo algumas situações que podem ocorrer no seu condomínio caso o equipamento não esteja funcionando corretamente e a edificação sofra uma descarga atmosférica:

  • Risco de morte / choques: Existe a possibilidade de que um morador ou funcionário seja atingido por um raio, caso esteja na cobertura e o local não conte com o aterramento adequado.
    Também há a possibilidade de pessoas tomarem choques enquanto manejam eletrônicos ligados na tomada, como secadores de cabelo e celulares carregando na tomada.
  • Queima de equipamentos: tanto do condomínio (placa do elevador, portões elétricos, CFTV), quanto dentro das unidades (eletrônicos e eletrodomésticos ligados na tomada no momento da descarga).
  • Seguro inválido: a seguradora pode se negar a pagar o prêmio ao condomínio caso fique comprovado que o SPDA estava fora dos parâmetros legais. O condomínio pode, porém, entrar com ação na Justiça, para que um perito judicial avalie o equipamento.
  • Danos a estrutura da edificação: sem um isolamento correto, um raio poderia romper, com uma explosão, a alvenaria do prédio, derrubando uma parte da estrutura.

Importante salientar que o síndico pode ser responsabilizado civil e criminalmente caso fique comprovada sua negligência em executar a manutenção correta dos equipamentos do condomínio e que venham a causar prejuízo à coletividade.

Atualização da norma NBR 5419

Pensando em manter os edifícios brasileiros mais protegidos de descargas elétricas, a norma que rege o assunto, NBR 5419 foi atualizada em 2015.

Com essas novidades, veio também a necessidade de se fazer uma vistoria visual do equipamento a cada seis meses – antes, a manutenção preventiva do sistema era efetuada anualmente.

Houve alteração também no número de descidas que conduzem a energia elétrica para as áreas mais baixas da edificação. Até 2015, essas linhas de descida deveriam estar a cada vinte metros. Agora, essa distância foi diminuída para quinze metros, para prédios residenciais.

Com o upgrade da norma, os condomínios agora também devem instalar DPS (Dispositivo Protetor de Surto) em todos os quadros elétricos de suas áreas comuns.

Para o engenheiro Eduardo Yamakado, engenheiro da empresa VIP, empresa de vistorias e inspeções prediais, os DPS são a grande novidade da norma para os consomínios.

“Antes havia quase que exclusivamente uma preocupação com pessoas e com a estrutura, que, é claro, são o mais importante. Mas essa proteção dos sistemas do condomínio, como CFTV, placa de elevador, portão eletrônico, etc. também são extremamente benéficas”, aponta o profissional.

Adequação à norma

Como a norma mudou bastante – apenas em tamanho a norma ‘engordou’ mais de 300 páginas – é de se esperar que os condomínios tenham algumas adequações a serem executadas ao chamarem sua empresa de manutenção do equipamento.

Para deixar o condomínio de acordo com a NBR 5419, o estimado entre as empresas do setor ouvidas pela reportagem do SíndicoNet é algo entre R$ 3 mil a R$ 6 mil – dependendo, é claro, do estado do equipamento.

Esse valor seria para condomínios que estejam com seu laudo em dia. Para empreendimentos que estão há tempos sem fazer a manutenção obrigatória no equipamento, os valores podem ser maiores.

AVCB

Uma das grandes perguntas que acompanhou a atualização da norma é se os condomínios mais antigos serão obrigados a se adequar 100% ao que pede o regramento para obter o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).

A resposta é incerta.

Para o capitão da Polícia Militar, Pedro Cunha, o importante para os bombeiros é que a ART esteja assinada por um engenheiro eletricista, atestando que a edificação está segura.

“O bombeiro, para o AVCB, checa a documentação e os equipamentos, esses de uma forma geral. Checa se o para-raio está montado corretamente, se tem o isolamento adequado e se as bitolas estão certas para o empreendimento. Se o local estiver com a documentação e com os equipamentos em dia, não cabe a nós contestar o laudo”, pondera.

Isso porque a responsabilidade sobre o sistema, caso ocorra um sinistro decorrente de descarga elétrica, é de responsabilidade do engenheiro que assinou a ART.

Caso o prédio não conte com o respaldo de um profissional, o síndico é quem poderá ser responsabilizado civilmente por danos ao patrimônio.

“Por isso é fundamental que o condomínio contrate uma empresa que conte com um engenheiro. É ele quem deve assinar a ART”, ensina Ronaldo Sá Oliveira, diretor a RSO Assessoria, e uma das pessoas que ajudou na atualização da norma.

Falando ainda sobre a ART, a mesma deve estar assinada apenas por um engenheiro eletricista. Junto com a ART, deve haver um laudo da empresa, após visita no local e testes em todo o sistema, atestando que o prédio está de acordo com o normatizado pela ABNT. É esse documento que o Corpo de Bombeiros averigua na inspeção do AVCB.

Condomínios mais antigos

Para Paulo Rewald, diretor de normatização do Secovi-SP, a adaptação de prédios mais antigos à norma é um “assunto controverso”.

“Não tem como, um edifício de vinte ou trinta anos se adequar à norma. E outra, se fosse essa a lógica, cada vez que uma norma nova é lançada, teríamos que atualizar todas as edificações, e sabemos que isso não é possível em todos os casos, em alguns ficaria extremamente caro e esteticamente feio”, compara.

Para ele, o fundamental é que esse tipo de edificação siga cuidando da manutenção do equipamento semestralmente e fazendo a leitura da resistência conforme sempre foi pedido.

Ronaldo Sá, a RSO Assessoria, ressalta que os sistemas antigos também oferecem segurança e estão aptos a proteger as pessoas e a integridade da edificação.

“Meu entendimento é que as edificações que possuem o sistema atrelado as normas antigas, poderão continuar utilizando e realizando as manutenções e inspeções conforme a norma anterior, mas em havendo uma reforma ou modernização do sistema, o mesmo deverá ser projetado e executado em conformidade com a norma vigente”, explica.

Tipos de para-raio

Os dois tipos mais comuns de equipamentos são Franklin e a Gaiola de Faraday. Para proteção adequada, no caso de prédios com mais de 20 metros de altura, recomenda-se a instalação dos dois sistemas, que trabalharão conjuntamente na proteção do condomínio. Veja a diferença entre os dois:

Gaiola de Faraday
Imagem meramente ilustrativa fonte: www.electrical-installation.org

Gaiola de Faraday: composto de seis partes principais – captor do tipo terminal aéreo, cabo de cobre, suportes isoladores, tubo de proteção, malha de aterramento e conector de medição. Esse sistema envolve todo o perímetro do prédio. O cabeamento é fechado e é posto um captor a cada cinco metros.

Gaiola de Franklin
Imagem meramente ilustrativa fonte: www.electrical-installation.org

Franklin: utiliza-se captor tipo Franklin, ou seja, em forma tridente, poste metálico (a ser instalado no ponto mais alto do prédio), cabo de cobre, caixa de inspeção, haste copperweld e conector cabo/haste. Aqui, a captação da descarga é feita pelo mastro.

O preço pode variar de acordo com o número de blocos e metragem a ser coberta pelos sistemas.

Manutenção

Depois de instalado, o para-raio deve ser checado semestralmente, sendo vistoriado por empresa especializada em medição ôhmica (resistência de aterramento) para verificação das condições gerais do sistema. Através da medição ôhmica, o técnico avalia se a descarga está ocorrendo corretamente. Veja outros pontos importantes:

  • A vistoria avalia as condições das hastes, se estão esticadas ou não, e se os isoladores estão bem fixados à estrutura.
  • O mastro do para-raio possui a luz piloto, que identifica a altura do prédio. Ela precisa de manutenção, a lâmpada pode queimar.
  • A caixa d’água também precisa estar aterrada, pois pode atrair raios.
  • Quando é feito o trabalho de manutenção, faz-se também uma limpeza no cabeamento e nos captores. Troca de captores só em casos isolados, como de quebra.
  • O custo de uma vistoria gira, atualmente, em torno de R$ 400, já incluindo o atestado técnico feito por um engenheiro especializado.
  • Importante: O atestado deve ser conclusivo. Ou seja, se houver informação de que há necessidade de obras, você terá recebido um relatório técnico e não um atestado de conformidade.
  • O valor da manutenção é bem mais abrangente e depende mais de como está o sistema.
  • Após a incidência direta de uma descarga atmosférica na estrutura o sistema deverá ser verificado após a chuva passar, independentemente do tempo da última revisão

Seguro

As seguradoras normalmente cobrem os danos causados por raios, mesmo quando há problema no SPDA.

Entretanto, a falta de manutenção e o ART informando que o sistema está fora das normas, podem causar problemas. As empresas podem argumentar que os danos ocorreram pela falta de cuidados, o que complica e prolonga o processo de indenização.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Crie um cantinho para o café dentro da sua casa

Espaço pode ser na sala, cozinha, varanda; tudo depende da rotina da casa e preferência do morador

Visita combina com café, não é mesmo? E para ser apreciado com calma, em meio a uma boa conversa, vale muito ter um cantinho especialmente criado para ele. E se você ainda é fã das máquinas automáticas, pode compor um espaço bem charmoso.

(Foto: Projeto Nina ABADJIEFF – cantinho café)

Melhor cômodo

Não existe um local da casa ideal para fazer o cantinho do café. Mas como a cozinha americana caiu no gosto do brasileiro, é comum o uso da bancada para as máquinas de expresso. O espaço mais apropriado vai depender da rotina dos moradores: pode ser na sala de jantar ou estar, copa, cozinha, home office, varanda.

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

 

Itens necessários

A designer de interiores Fabiana Visacro orienta, em primeiro lugar, a avaliar o espaço disponível. Se comportar, que tal uma mesinha? Senão, talvez em uma bancada fique melhor. “Vale tudo, menos ficar espremido. Preste atenção no conforto físico e visual”, orienta.

Dá para incrementar o cantinho com uma composição de móveis, uma mesinha retrô e cadeiras mais futuristas, por exemplo. “Vai depender do estilo do local, mas o essencial é ter um lugar gostoso para sentar”, diz a arquiteta Nina Abadjieff.

Como servir

Há uma infinidade de acessórios que você pode colocar sobre mesa, como porta-cápsulas variados (no caso desse tipo de máquina), xícaras coloridas e até mesmo grãos de café podem servir para decoração, dentro de potinhos de vidro. Não esqueça um vasinho, faz diferença.

(Foto: PROJETO FABIANA VISACRO 1 cantinho café)

“Vários itens podem complementar um cantinho gostoso do café e conquistar as visitas: cafeteria elétrica e coador de pano, saquinhos de cafés de nacionalidades diferentes, potinhos com chocolates e outros para harmonizar com café”, ensina Fabiana.

Para Nina, um moedor de grãos impressiona, mas para ter café fresquinho e rápido, ela não dispensa uma boa máquina de café expresso.

(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Condomínios devem ficar atentos aos sinais de infiltração para evitar prejuízos

Manutenção do sistema de impermeabilização, verificação periódica das caixas d’água e inspeção nas áreas de revestimento e instalações hidráulicas contribuem para afastar transtornos mais graves

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Cristina Horta/EM/D.A Press - 27/3/11

Vistorias e manutenções periódicas são fundamentais para garantir a funcionalidade adequada nos imóveis. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de Minas Gerais (Ibape-MG), entre os problemas mais comuns encontrados durante vistoria em prédios residenciais estão as infiltrações. De acordo com a perita de engenharia Fernanda Bergamachine, elas são encontradas, normalmente, em garagens sob pilotis ou em locais abaixo de jardineiras, casas de máquinas, caixas d’água e áreas de lazer sobre laje. “Em apartamentos nos quais existam áreas privativas descobertas, a manutenção do sistema de impermeabilização deve ser feito pelo proprietário do imóvel. Entretanto, por afetar área comum, cabe ao síndico alertar o proprietário sobre o prazo de manutenção da impermeabilização.”

Ela aconselha também a verificação das caixas d’água. “Após 10 anos da construção, o sistema de impermeabilização de toda a edificação precisa ser completamente refeito. Esse é o único sistema que não tem procedimentos de manutenção preventiva. Com o passar do tempo, fissuras podem ocorrer na camada de proteção da impermeabilização e o dano estrutural fica iminente”, alerta a especialista. “Para evitar as infiltrações, é necessário fazer também a inspeção nas áreas que tenham revestimento cerâmico a cada dois anos, observando se existem microfissuras. O rejunte bem conservado impede que a água atravesse lajes e vigas, causando danos estruturais a longo prazo.”

Fernanda ressalta que a queda de revestimentos, principalmente das fachadas, costuma dar muita dor de cabeça aos síndicos. “Aquelas que têm revestimento em cerâmica, granito ou mármore precisam ser verificadas a cada dois anos, observando-se a aderência das peças e a integridade do rejunte. Fissuras podem ocasionar desplacamento e queda das peças. Muitas vezes isso leva risco à vida dos condôminos ou mesmo das pessoas que utilizam a calçada próximo da edificação.”

“Esses tipos de revestimento em fachadas ocultam as patologias e podem gerar riscos de acidentes, por isso sugiro a opção pelo uso de texturas. Elas permitem a visualização de patologias e não diminuem o padrão de acabamento do prédio, quando bem realizadas. A desvantagem é que não permitem retoques, ou seja, é necessário refazer toda a fachada quando for necessária a manutenção”, avisa.

“Os síndicos também devem estar atentos quanto ao risco de explosões e incêndios. Para isso, é importante verificar a estanqueidade da tubulação de gás e o estado do sistema elétrico. Vazamentos na tubulação de gás podem acarretar custo elevado ao condomínio e risco de explosões. Já a sobrecarga do sistema elétrico pode ocasionar curto-circuito e risco de incêndio. Alguns sinais importantes são a queima de equipamentos e de lâmpadas, assim como quedas de energia constantes”, ressalta Fernanda.

“Ainda no combate de incêndios, recomendo que seja feita a vistoria anual nas portas corta-fogo das escadas. Elas são feitas para se fechar espontaneamente, com a função de evitar a propagação de incêndio de um andar para o outro. É importante se certificar sobre o funcionamento dela, assim como das luzes de emergência. Há vários tipos de extintores de incêndio, para cada tipo de ignição, ou seja, depende do que ocasionou o fogo. É necessário um projeto elaborado por especialista para obter a solução mais segura.”
Ela ressalta que os vazamentos nas instalações hidráulicas também são muito comuns. “Prédios mais antigos tinham a tubulação comumente feita em ferro fundido. O problema é que a água potável, tratada pela concessionária com produtos químicos, que entram em contato com esse material e fazem com que o ferro vá se desgastando gradativamente ao longo dos anos, podendo criar perfurações e incrustações, ou seja, o material desgastado pode correr a tubulação e se acumular em outros pontos no interior no encanamento, gerando perda de pressão e entupimentos. A água quando sai do sistema vai se infiltrando e pode causar até problemas estruturais.”

De acordo com a especialista, existem equipamentos próprios para detectar problemas no sistema hidráulico, assim como ensaios em que não é necessário quebrar paredes para acessar a tubulação. “Outro ponto importante da vistoria é escutar os ocupantes do imóvel. Eles conhecem a funcionalidade e o histórico dele no dia a dia e podem relatar as evidências que demonstram a presença de algum problema, como o aumento da conta de água ou o aparecimento de mofo ou bolhas nas paredes por onde passa a tubulação.”

Os equipamentos, de modo geral, precisam ser verificados, como os portões, os elevadores, o Sistema de Proteção contra Descargas Elétricas (SPDA), as máquinas da sauna e piscinas. É necessário verificar nos manuais o que o fabricante recomenda e estar atento aos prazos. A manutenção deve ser sempre preventiva e constante. Em todos os casos, é indicado que esse trabalho seja feito sempre com profissionais especializados, como o próprio fabricante ou uma assistência técnica autorizada, esclarece Fernanda.

MANUAL DO PROPRIETÁRIO 

Segundo o vice-presidente do Ibape-MG, Eduardo Vaz de Mello, a periodicidade das inspeções nos edifícios deve atender ao previsto no Manual do Proprietário fornecido pela construtora. “No caso da sua falta, deve obedecer à literatura técnica disponível, como as orientações do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG). Em algumas cidades, existem regras definidas pela administração pública. Considero que a contratação do perito deve ocorrer no momento do vencimento acumulado dos principais itens ou no aparecimento precoce de alguma patologia mais significativa.”

De acordo com o especialista, a prevenção é sempre a melhor alternativa para evitar gastos volumosos e acidentes. “A manutenção preventiva pode a princípio parecer um gasto desnecessário, mas, na verdade, representa uma economia significativa, permitindo reparo a custos baixos antes que o problema avance para uma situação crítica, não só quanto a custos, mas também quanto à segurança. Esse cuidado permite uma intervenção planejada em vez de um procedimento de urgência. É muito parecido com o nosso checape médico.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Cristaleira: como integrar na decoração da sala de jantar

As cristaleiras foram inventadas para servir de armário para guardar peças de cristal. Agora, estão de volta em propostas contemporâneas.

Descubra como integrar modelos diferentes de cristaleira à decoração de uma sala de jantar

Se há um móvel que vem ganhando destaque nas propostas decorativas este é a cristaleira. Ele surgiu na Inglaterra do século XVII, durante o reinado de Maria II.

Mas logo ficou popular em toda a Europa e em países, como os Estados Unidos e Canadá, sendo um símbolo de sofisticação.

Agora está presente nos lares de pessoas do mundo todo, principalmente em ambientes como cozinha e sala de jantar.

(Foto: Tria Arquitetura e Paula Ines Sizinando)

No Brasil, as cristaleiras apareceram com a vinda da corte portuguesa. Naquele tempo, esse móvel era utilizado na decoração juntamente de outras peças, para enfatizar a riqueza e o poder das famílias mais nobres.

Só que, com o passar dos anos, peças assim se tornaram mais acessíveis, aparecendo também nos lares de pessoas de outras classes econômicas.

Vai dizer que você nunca viu na casa de sua avó ou tia avó uma cristaleira? Saiba que esses móveis antigos de ultrapassados não têm absolutamente nada.  Eles estão voltando à moda e aparecendo cada vez mais em casas contemporâneas, tanto clássicas quanto modernas – e até recebendo novas funcionalidades. Quer saber como integrar uma peça assim à decoração de sua casa? Confira as dicas a seguir!

(Foto: Revista Viva Decora)

Quais as características das cristaleiras contemporâneas

Os modelos de cristaleiras disponíveis atualmente no mercado são muito bonitos e práticos.  Além de servir como armazenamento, eles também complementam a decoração de interiores, garantindo-lhe mais identidade.

Mas não há regras sobre qual peça seria mais adequada para cada tipo de ambiente. Na verdade, é pura questão de gosto!

Certamente, o modelo mais tradicional é o em madeira, com pés elevados e duas portas envidraçadas. O vidro é um detalhe interessante porque permite expor as peças guardadas dentro do armário, garantindo, ao mesmo tempo, a sua proteção.

Itens delicados, como xícaras de porcelana e taças de cristal, não devem ficar a mercê do tempo ou da curiosidade de crianças e cachorros, que podem os danificar.

(Foto: Juliana Pippi)

Como inserir uma cristaleira na decoração da sala de jantar

Como dito anteriormente, cristaleiras podem ser inseridas na decoração de vários ambientes de uma casa. Elas, obviamente, se encaixam melhor em espaços voltados para refeições, como uma sala de jantar.

Mas, em todo caso, é difícil conseguir adequar a peça ao restante do conjunto, sem que fique visualmente deslocada. Você saberia dizer qual o design, cor e tamanho de móvel ficaria bem na sua casa?

Dá pra perceber como esta questão é complexa. Normalmente, um profissional especialista em decoração de interiores diria que o estilo de vida da família é que determina a escolha. Também se deve levar consideração o estilo da casa.

Afinal, o que ficaria mais bonito em sua sala de jantar? Qual o modelo de cristaleira lhe agradaria mais e atenderia melhor suas necessidades?

(Foto: Engeart – Engenharia e Arquitetura)

Há ainda a questão do material de fabricação do móvel. Para um conjunto mais harmônico, tente escolher uma peça feita a partir de uma matéria-prima que já se repete no ambiente, como madeira ou inox.

Mas, se você não tem medo de ousar, faça contrastes usando na sala uma cristaleira, mesa e cadeiras de épocas e estilos diferentes. Só lembre-se de que elas devem ter alguma unidade semelhante!

(Foto: MeyerCortez Arquitetura & Design)

Cristaleiras não são considerados as peças mais essenciais em uma decoração de sala de jantar. O arquiteto ou designer de interiores sempre dará, na sua proposta, prioridade para a mesa de refeições.

Isso quer dizer que qualquer outro complemento adicionado não deve comprometer a circulação no espaço. Seu uso não pode sobrecarregar o ambiente. Se o cômodo for muito pequeno, é melhor nem ter o móvel.

Os novos modelos de cristaleiras disponíveis no mercado

A melhor opção de cristaleira para casas contemporâneas é a planejada. Uma vantagem que pode ser apontada sobre móveis assim, feitos sob medida, é que eles aproveitam muito melhor os espaços livres na casa.

Fora que o cliente sempre tem a opção de personalizar seu design do jeito que quiser, valorizando ainda mais o conjunto decorativo.

(Foto: Metrik Design e Lucia Manzano)

Uma cristaleira planejada pode vir com uma iluminação embutida, destacando suas prateleiras.  Também ter um fundo espelhado, adicionando mais profundidade aos nichos e itens dispostos neles. Pode vir sem pés, que não deixa acumular sujeira sob o móvel. Ou ser suspensa, não entrando em contato com a umidade presente no piso e facilitando a limpeza da sala.

Agora, em algumas lojas de moda para a casa, existe à venda cristaleiras prontas. Peças cruas, em tons amadeirados escuros ou em cor branca, num visual mais clássico, são as mais requeridas.

(Foto: Daiana Arnold)

Também tem as em cores alegres, igualmente belas – uma boa pedida para ambientes com decoração mais sóbria. Qualquer uma é uma ótima escolha para salas de jantar.

Os móveis do passado inspiraram os designers a criar peças em estilo vintage, rústico, provençal ou shabby chic, que oferecem um clima mais nostálgico e aconchegante.

(Foto: Braccini + Lima Arquitetura)

Já para ambientes modernos, industriais e em estilo escandinavo, as cristaleiras mais usadas são aquelas de linhas retas e tons sóbrios, como preto e cinza. Elas dão um ar de simplicidade, mas, ao mesmo tempo, sofisticação.

(Foto: Graça Brenner e INOVA Arquitetura guardar dentro de uma cristaleira)

Por muito tempo, as cristaleiras foram utilizadas como armário para armazenar peças finas e delicadas do enxoval de uma futura noiva. Com o tempo, as pessoas que não tem o costume de receber visitas não viram mais sentido em ter todas essas coisas guardadas. Então, esse móvel passou a ser descartado das propostas de decoração.

(Foto: Patrícia Azoni e Carla Cuono Arquitetura e Interiores)

O problema é que tem muita gente que continua a achar as cristaleiras bonitas, só não sabia o que guardar dentro delas. Bem, o que lhes impede de colocar nas prateleiras, ao invés de aparelhos de jantar, seus souvenirs de viagens, livros, bebidas, bibelôs e outros objetos? Nada! Você não precisa se prender à ideia inicial de expor somente cristais. Solte a imaginação e capriche no conteúdo de sua cristaleira!

Fonte: ZAP em Casa

 

 

Pets em condomínios: veja como evitar problemas

Para morar com o pet em condomínio, prezar pela boa convivência é importante. Por isso, algumas restrições são adotadas a fim de evitar possíveis transtornos com os vizinhos

As regras passaram a existir após muitos incidentes e reclamações dos vizinhos

Os animais domésticos estão tornando-se cada dia mais parte da família. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui mais de 132 milhões de pets de estimação – ficando em quarto lugar no ranking mundial. No entanto, ao escolher morar em condomínio, tutores e tutoras precisam obedecer a algumas restrições para evitar possíveis transtornos com os vizinhos.

O animal pode viver tranquilamente com seu dono desde que o mesmo não atrapalhe a saúde, o sossego e a segurança dos outros moradores. Regras como limpar o local onde o animal sujar e tomar cuidado para que ele não fuja do apartamento, que em geral fazem parte do regulamento interno do condomínio, precisam ser seguidas.

De acordo com Lilian Alves, vice-presidente de condomínio da Secovi, as normas passaram a existir após incidentes e reclamações. Lilian afirma que o tutor necessita tomar certos cuidados. “O dono precisa conhecer o seu animal, para que ele não incomode os vizinhos.” A especialista destaca também os cuidados com a saúde do animal. “É importante que o pet esteja com sua saúde estável e com a vacinação em dia”,destaca. Lilian acrescenta que em alguns prédios já estão sendo construídos áreas exclusivas para os bichinhos.

Enzo Camurça mora em um condomínio com sua cadelinha Anette. O músico explica que, em seu prédio, só existem duas regras que devem ser seguidas. “O condomínio só coloca duas restrições: os animais não podem passear soltos pelo prédio e o tutor é responsável pela limpeza, caso o animal faça suas necessidades em áreas comuns.” Enzo conta que, embora nunca tinha tido problemas, já presenciou alguns animais fugindo do apartamento e causando prejuízos.

A fim de que donos e donas de pets evitem inconvenientes com os vizinhos, as Revistas O POVO listaram cinco  dicas com base em sugestões da ItaBrasil Gestão Imobiliária, que podem ajudar na boa convivência. Confira.

Áreas comuns

Evite permanecer por muito tempo com os animais em áreas de uso comum, tais como hall, garagem, jardins e playground.

Elevadores

Mesmo não sendo proibida a entrada de animais no local, os donos podem perguntar à pessoa que está utilizando o elevador se ela se incomoda com a presença do animal. Se sim, o ideal é usar o elevador de serviço.

Saquinhos de lixo

Ter sempre em mãos o saquinho para recolher os dejetos do animal é extremamente importante. Isso serve para o condomínio ou para rua.

Barulhos

É importante que o dono fique atento se o animal não interfere no bem-estar dos vizinhos na sua ausência. Os latidos constantes muitas vezes ocorrem porque o animal passa muito tempo sozinho.

Mau cheiro

Manter a boa higiene do animal é importante, já que odores e mau-cheiro causam incômodo aos vizinhos e se espalham rapidamente.

Fonte: https://www20.opovo.com.br/

Imóveis compactos ganham a preferência dos consumidores

Cresce a busca por apartamentos menores com áreas de lazer maiores, compartilhadas e atraentes, principalmente por famílias com crianças, visando mais qualidade de vida

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Espaços pequenos podem ser bem aproveitados em projetos de decoração - Henrique Queiroga/Divulgação
Espaços pequenos podem ser bem aproveitados em projetos de decoração

O mercado imobiliário vem se transformado e adaptando às mudanças tecnológicas e ao novo perfil do consumidor. Podemos ver isso claramente nas construtoras que estão trabalhando focadas em nichos. De acordo com Hermano Rodrigues, diretor de inovação da Lar Imóveis, existe uma demanda reprimida que tende a ser suprida e depende diretamente do cenário político do país. “Logo, pode haver mudanças significativas com a definição das eleições. As expectativas são de melhoras e uma estabilização política levaria a um maior número de transações e a uma futura elevação nos preços.”

O executivo ressalta que o momento continua propício para quem quer comprar. “A oferta ainda é bem grande e é possível encontrar bons negócios. É essencial ter boa assessoria, para evitar problemas de documentação, e panorama real dos preços de mercado na região e no perfil de imóvel que se busca. As pessoas querem, cada vez mais, espaços eficientes. Portanto, existe sim um movimento de procura por espaços menores, que podem ser mais bem aproveitados, com custo de manutenção menor. Por esses motivos, tem crescido a procura por apartamentos mais compactos.”

Hermano esclarece que é cada vez maior o número de pessoas que fazem questão de estudar ou trabalhar perto de casa. “O reflexo no mercado imobiliário é o crescimento de prédios comerciais em áreas tradicionalmente residenciais. Além disso, a busca por qualidade de vida torna os condomínios mais atraentes. Eles aliam as vantagens de se morar em uma casa, com segurança e praticidade. Muitos deles oferecem infraestrutura de lazer e de serviço completa, incluindo piscina, quadras, salão de festas, academia e churrasqueira.”

O especialista garante que há forte tendência de crescimento no mercado imobiliário por apartamentos menores com áreas de lazer bem maiores (ou menores, mas com mais usabilidade), compartilhadas e atraentes, principalmente, por famílias com crianças. “Outra mudança de comportamento voltada para a sustentabilidade são prédios com número menor de garagens, dando espaço para áreas de convivência.”

INTERNET 

“A automação deixa de ser exclusividade de empreendimentos de alto padrão, embora seja mais facilmente encontrada neles. Com a chamada ‘internet das coisas’, o morador pode acionar o sistema de iluminação e climatização do imóvel ao sair do trabalho, assim como ligar a cafeteira inteligente para encontrar a bebida pronta quando chegar em casa. Pode fechar as cortinas de casa ou desligar o som com comandos feitos pelo smartphone. Para tornar uma casa mais inteligente, o investimento não precisa ser tão alto. A automação vem se tornando mais democrática. Já é possível comprar soluções básicas por valores acessíveis”, destaca Hermano.

Diretor de inovação da Lar Imóveis, Hermano Rodrigues diz que custo de manutenção é um dos motivos para a procura desse tipo de imóvel  - Arquivo Pessoal

Diretor de inovação da Lar Imóveis, Hermano Rodrigues diz que custo de manutenção é um dos motivos para a procura desse tipo de imóvel

O mercado imobiliário, não só de Belo Horizonte, mas no mundo inteiro, está se adaptando à mudança de comportamento dos consumidores. No caso de escritórios, há demanda cada vez menor por imóveis separados em salas, já que muitas empresas apostam no conceito colaborativo, com todas as equipes trabalhando lado a lado e, de preferência, em um espaço sem paredes. Podemos ver o boom de coworkings espalhados por diversas regiões de BH”, cita o diretor da Lar Imóveis.

“Já no caso da área industrial, uma tendência é a busca por imóveis com desenho e localização que atendam aos grandes varejistas que atuam on-line. Essa localização deve privilegiar a logística para que as entregas sejam mais rápidas.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Conflitos no condomínio: veja o novo vídeo do nosso canal

Lidar com conflitos no condomínio é um desafio constante para síndicos e gestores

Conflitos no condomínio

No novo vídeo da série “Síndico Curioso”, do canal Viva o Condomínio, Daniela S. Pedroso, Coaching, aborda um dos assuntos que mais geram preocupação entre síndicos e moradores: os conflitos no condomínio.

Neste vídeo você vai saber como classificar os conflitos condominiais, os principais tipos de conflitos, como resolver um conflito dentro do condomínio e a importância de estar preparado para resolver um conflito no condomínio.

Veja mais sobre o tema:

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Saiba como deixar sua cozinha pronta para receber amigos

Ambiente também pode ser utilizado para socializar

Sala de estar sai de cena para dar lugar a este ambiente onde todos podem  socializar, inclusive quem prepara o jantar

Receber amigos em casa é uma prática em muitas famílias. A cozinha, que antes era uma parte mais restrita da casa, vem conquistando maior atenção dos decoradores.

Projeto da Guidugli Designer de Interiores. Pastilhas de vidro revestem toda a parede da cozinha e bancada com cooktop aproxima mesa de jantar de quem está cozinhando (Fotos: Divulgação)

Antigamente, visitas não entravam muito neste ambiente, portanto não havia grandes preocupações em relação à decoração. Agora, quem gosta de cozinhar pode recepcionar enquanto prepara um jantar e não precisa ficar excluído em um lugar fora de onde acontece o convívio social.

“Um dos projetos que estou finalizando oferece um sofá dentro do ambiente para os convidados relaxarem”, conta a arquiteta Cristiane Pepe.Para receber bem as pessoas, a cozinha precisa ser um lugar agradável para as visitas. Bancos e cadeiras devem estar disponíveis e, em alguns casos, o anfitrião pode oferecer mais.

Um investimento maior deve ser planejado para o ambiente que toma o lugar da sala de estar. A prioridade, de acordo com Christiane, ainda é a ergonomia e funcionalidade. No entanto, a cozinha ganha detalhes diferentes para ficar mais agradável para receber as visitas.

“É preciso apostar no design e cores. Hoje em dia existem geladeiras multicolores para atender este mercado”, diz a profissional. Segundo ela, é possível personalizar um eletrodoméstico como este até com estampa de onça.

Uma torneira com visual diferenciado, acabamento caprichado dos móveis e equipamentos de cozinha bonitos são exemplos dados pela designer de interiores Juliana Guidugli de como deixar o ambiente interessante.

“O cooktop pode ficar em um determinado espaço, enquanto o forno fica embutido em outra coluna. Desta maneira, o ambiente ganha um ar mais chique”, sugere a profissional. Uma coifa potente, segundo a profissional, é um meio eficiente de evitar que os convidados saiam de sua casa com cheiro de comida em suas roupas e cabelos.

Neste progeto da Guidugli Designer de Interiores, banquetas ficam disponíveis para deixar a visita mais próxima de quem está cozinhando<

“Se a cozinha for integrada com a sala, a decoração dos dois espaços tem que conversar entre si, seguir a mesma linha”, diz Juliana.

A designer explica que é comum que se remova a cerâmica e azulejos da área que sofre respingos de óleo e água. No lugar entra um revestimento para proteger, como o frontão (arremate entre as bancadas, portas e janelas). “Materiais com boa impermeabilização facilitam a limpeza da região”, garante.

Além de um design arrojado, Cristiane acredita que é importante que o acabamento deste tipo de cozinha seja sofisticado. A profissional sugere o uso de revestimentos de fórmica que imitam madeira, vidro serigrafado, portas com perfil de alumínio e até armários com televisão na porta.

Gastronomia

Reunir a família em um almoço de domingo ou combinar um belo jantar com os amigos é a ocasião perfeita para saborear o melhor da gastronomia. Aproveite e prepare uma bela macarronada da Nona. A cantina Tia Lina, localizada em São Roque, preparou uma receita fantástica deste prato para você aprender e poder sentir um pouco do gostinho da gastronomia italiana na sua casa!

Foto: Tia Lina

Veja abaixo a receita completa:

Ingredientes

  • 500g de Spaguetti;
  • 01 colheres (sopa) de sal;
  • 04 litros de água fervente;
  • 600 gr de polpa de tomate;
  • 01 dentes de alho amassado;
  • 01 colheres de cebola picada;
  • 02 colheres óleo vegetal;
  • Queijo parmesão para polvilhar;
  • Manjericão a gosto;
  • Sal a gosto.

Ingredientes do Polpettine

  • 500 gr de coxão duro moído
  • ½ xic. de pão ralado
  • 2 dentes de alho
  • 1 cebola pequena ralada
  • 2 colheres de salsinha
  • Sal e noz-moscada a gosto
  • 30g parmesão ralado
  • 3 ovos

Modo de preparo

Em 1 tigela misturar amassar bem todos os ingredientes do polpettine. Dividir em porções de 40g e dar formato de almôndegas. Fritar em óleo quente submerso e reservar. Em uma frigideira funda, refogue o azeite, alho e a cebola e em seguida adicione a polpa de tomates, sal e manjericão. Mergulhar os polpettine nesse molho e deixe ferver por alguns minutos. Cozinhar o Spaguetti na água com sal, escorrer, servir com o molho com os polpettine e polvilhar com o queijo parmesão ralado.

Agora é só seguir os passos que a Tia Lina ensinou e fazer um belo Spaguetti com Polpettine para festejar com os amigos, comendo o melhor da gastronomia italiana dentro da sua casa!

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Boa gestão do seu condomínio: função de síndico deve ser levada a sério

Confira algumas dicas para uma boa gestão do seu condomínio

Boa gestão do seu condomínio

Uma das tarefas mais complexas de quem atua na área da administração é realizar a boa gestão do condomínio. É cada vez mais comum que profissionais liberais, com formação superior, em cargos de gerência em suas respectivas empresas, se tornem também síndicos dos condomínios onde moram. Isso acontece porque a complexidade dessa tarefa tem aumentado muito.

Um indício desse novo tipo de profissional que vem ganhando espaço é o número cada vez menor de reeleições para síndico. De janeiro a abril deste ano, 35% dos condomínios no estado de São Paulo elegeram novos síndicos, contra 30% em 2015, como aponta pesquisa realizada pela administradora Lello.

Um bom síndico deve realizar uma boa gestão do condomínio

Entre as atribuições deste profissional, como consta no artigo 1.348 do Código Civil, está o de representar, cumprir e fazer com que os moradores respeitem a convenção. Mas também o de salvaguardar partes comuns do empreendimento, convocar assembleias, elaborar orçamentos e receitas anuais, e conferir o pagamento das taxas dos condôminos.

Como se observa, são diversas as tarefas que o síndico tem que acompanhar no cotidiano do condomínio e, ainda, aliar com as atividades do seu trabalho regular. Até por isso, manter uma boa equipe de colaboradores é peça fundamental para o bom andamento do condomínio.

A tecnologia a favor da boa gestão do seu condomínio

Com os avanços da tecnologia, o síndico moderno pode administrar o condomínio por meio da internet, pelos diversos aplicativos que possibilitam a sua gestão por uma tela de celular. No entanto, a presença física do síndico ainda é indispensável para solucionar problemas corriqueiros, sobretudo nas áreas comuns, como vagas de garagens, o respeito à lei do silêncio, segurança e possíveis discussões entre condôminos.

Nos dias atuais é imperativo, caso o condomínio pense em uma administração moderna, enxergá-lo como uma verdadeira empresa. Possuir uma gestão competente, eficiente e segura faz do seu condomínio um lugar melhor para você e para os seus vizinhos.

Veja algumas dicas para uma boa gestão do seu condomínio:

Preze pela organização

Quanto mais organizado for o seu condomínio mais fácil será administrá-lo. Por isso, se você tiver facilidade com a tecnologia, procure por aplicativos de gestão de condomínio para auxiliá-lo. Se não for o seu caso, mantenha em dia documentos importantes e observe as datas de manutenção dos equipamentos do edifício.

Manutenção em dia

Um síndico bem organizado não esquece a manutenção de nenhum equipamento do condomínio. Observe as áreas comuns do empreendimento como jardins, calçadas, playgrounds, escadas, elevadores e os itens de segurança que são obrigatórios por legislação estar em dia.

Seja receptivo aos elogios e às críticas

Um síndico moderno deve saber ouvir os outros. O reconhecimento de um bom trabalho é algo que sempre nos engrandece. Porém, saber entender as críticas e crescer com elas é essencial para alcançar a maturidade profissional.

Delegue algumas tarefas básicas

Você pode até delegar algumas tarefas, caso seja necessário. Para isso, crie conselhos, com ajuda dos condôminos, que irão lhe auxiliar na gestão do condomínio em assuntos como limpeza e conservação, por exemplo.

Tenha o controle financeiro de sua gestão

Na função de síndico você só está administrando o dinheiro do condomínio. Por definição, um dinheiro de todos que moram no empreendimento. É obrigação do síndico prestar contas dos gastos de sua gestão. Pode, inclusive, responder criminalmente por uma má gestão. Por isso, uma boa administração preza pela transparência.

Conte com a ajuda de assessores nas áreas jurídica e contábil

Em um condomínio existem diversas obrigações tributárias e jurídicas. O síndico não precisa saber de tudo isso. Mas é obrigação do gestor escolher um escritório competente para ajudar em questões inerentes à administração.

Valorize o seu síndico

Por fim, tenha orgulho de ser síndico. Mesmo que seja uma função cada vez mais complexa e extenuante, o gestor é o responsável direto pelo patrimônio dos moradores e do bem-estar de todos. Portanto, é um posto extremamente estratégico para o cotidiano do condomínio.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Antes de decidir sobre comprar ou alugar um imóvel, pese vantagens e desvantagens

É importante fazer as contas e comparar para acertar na escolha em cada caso

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Edésio Ferreira/EM/D.A Press

Duas dúvidas recorrentes, mas que afetam muita gente: devo alugar ou comprar um imóvel? Qual o momento certo e como posso ter a certeza de que estou optando pelo melhor caminho no momento? Daniele Akamines, diretora da Akamines Negócios Imobiliários, ressalta que as placas de vende-se e aluga-se multiplicam-se por todo o país, chegando a criar diversas oportunidades para quem está em busca de um imóvel. “Mas, quando o comprador ou locatário está pronto para dar esse passo, surge a dúvida: qual a melhor alternativa — comprar ou alugar? São muitas as variáveis a se ponderar nesse momento e todas têm vantagens e desvantagens. O importante é saber estudar cada caso, analisar de acordo com a situação financeira vivida e, no fim, questionar se vale a pena comprar”, ressalta a executiva.

“Estamos em um momento em que os preços dos imóveis vêm caindo e as taxas de juros também, o que é muito bom, mas, ao mesmo tempo, necessita atenção sempre. Hoje, a taxa média de juros para o financiamento imobiliário está em 7,8% ao ano, enquanto que em 2016 essa taxa média era superior a 10% ao ano. Cabe lembrar que existem algumas linhas de financiamento mais baratas e com subsídio do governo, como o Minha casa, minha vida (MCMV). Nessa linha, a taxa de juros inicia-se em 4,5% ao ano e o subsídio pode chegar a até R$ 29 mil”, alerta Daniele.

Quando compra um imóvel, a pessoa pode reformar, pintar e personalizá-lo da forma que o próprio bolso permitir. “Mas também ficará sujeita às oscilações do mercado e quanto à valorização ou não do bem. Não podemos deixar de citar que, caso a opção seja pela compra do imóvel, é preciso calcular os custos com pagamento de ITBI (imposto a ser pago à prefeitura) e o custo para o registro do contrato no cartório de registro de imóveis.”

Daniele ressalta que alugar proporciona a liberdade de poder mudar de imóvel mais fácil e rapidamente, quando for necessário, além de não se expor à volatilidade dos preços (esses custos são suportados pelo proprietário do imóvel). “Porém, também não dá a segurança de continuar no mesmo imóvel, pois sempre existe o risco de o locador não querer prorrogar o contrato. Não podemos deixar de lembrar que, para a locação, é necessário apresentar uma garantia, que pode ser o fiador, o seguro-fiança ou até mesmo um título de capitalização.”

TAXA DE RETORNO 

“Considerando pura e simplesmente os termos financeiros, uma forma fácil e prática é calcular a taxa de retorno. Esse cálculo vale para as compras à vista (valor do aluguel/valor total do imóvel) 100 = Taxa de retorno. Essa deverá ser comparada com o retorno mensal de uma aplicação em renda fixa. Se a taxa de retorno for maior que o rendimento das aplicações, vale a pena comprar o imóvel. Se for menor, continue alugando e invista o dinheiro. Ou seja, se temos um aluguel de R$ 3 mil para um imóvel que vale R$ 500 mil, a taxa de retorno é de 0,6%; logo, se a aplicação render menos que 0,6% é um bom momento para comprar o imóvel. Caso o rendimento seja superior, é melhor manter o dinheiro aplicado”, esclarece a executiva.

Ilustração/EM

“Já para os casos financiados, de forma simplista, podemos fazer o seguinte cálculo: se em 15 anos vou pagar R$ 1 milhão por um imóvel de R$ 500 mil no financiamento, em quanto tempo chego aos R$ 500 mil se investir esse dinheiro? Se esse prazo for superior aos 15 anos, vale a pena financiar. Caso seja inferior, é melhor ficar no aluguel e aplicar o dinheiro. Os aluguéis estão mais sujeitos às movimentações macroeconômicas que o valor de venda, que está mais atrelado à demanda. Mesmo com o cenário atual, o custo da locação subiu (nos últimos 12 meses) 1,44%, ao passo que o valor de venda dos imóveis caiu 0,32%. Outra observação importante é que o imóvel que se compra não é um investimento, é patrimônio”, alerta Danielle.

“O interessante aqui é que não existe uma resposta-padrão que vai valer para todas as pessoas. Essa decisão depende muito do momento de vida de cada um. O mais importante, antes de decidir por qualquer um dos caminhos, é fazer contas e procurar ajuda especializada para um melhor entendimento e esclarecimento do assunto”, aconselha a executiva.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Precisando modernizar o seu elevador?

Precisando modernizar o seu elevador?

Renovação estética da cabine valoriza o empreendimento e traz mais conforto para moradores e visitantes

Além da manutenção de importantes componentes para garantir a funcionalidade, segurança e extensão de vida útil do elevador, com o passar do tempo os condomínios também precisam atualizar o layout dos seus equipamentos. Em alta no mercado, a modernização estética é a opção ideal para quem tem uma cabine com aspecto antiquado, degradado ou que não combina com o estilo arquitetônico do edifício. E nesses casos, mais que requinte, o novo design do espaço gera também a valorização do empreendimento.

O síndico Olvir Favaretto, responsável pelo Condomínio Centro Comercial Campinas, localizado em São José, investiu recentemente no processo de modernização dos dois elevadores, que há 13 anos não recebiam nenhum tipo de revitalização. Com 132 unidades, entre lojas e salas, o empreendimento recebe em média três mil visitantes por dia e o equipamento é o coração do edifício.

“As obras foram realizadas para manter o condomínio moderno e também porque o desgaste já estava causando problemas e, consequentemente, aumentando os custos de manutenção. Contratamos uma modernização técnica e mecânica, trocando o sistema de portas, freios e cabos. Nas cabines foi feito um face lifting, com a substituição do granito do piso, espelhos, tetos, iluminação, ventilação e colocação de fórmica na parte interna”, comenta Favaretto. O gasto total ficou em torno de R$ 90 mil, sendo aprovado por unanimidade entre os proprietários, que para amenizar o impacto nos rateios, fizeram uma “caixinha” antes de iniciar a obra.

Esse tipo de serviço tem se tornado cada vez mais frequente, reflexo do grande número de prédios antigos, onde o bom estado do empreendimento contrasta com sistemas de elevadores defasados. No condomínio Residencial Versailles, também no bairro Campinas, em São José, os moradores aderiram à sugestão da síndica Marilene Bianchi Marques e modernizaram os elevadores do edifício. “A obra foi realizada em dois meses e compreendeu duas etapas distintas, entre a modernização tecnológica e de design. Com um custo total de R$ 50 mil, as mudanças trouxeram principalmente melhor desempenho mecânico ao equipamento e garantiram mais segurança e conforto para os usuários”, explica.

Renovação estética

De acordo com Davi Tadeu Fernandes, especialista em soluções e design de elevadores, os equipamentos podem passar por reformas em praticamente toda a sua estrutura. E tudo pode ser personalizado nos mais diversos tipos de materiais, que deverão ser escolhidos de acordo com os objetivos da reforma, a viabilidade econômica e a harmonização da cabine com estilo ou detalhes arquitetônicos do edifício.

Entre os benefícios ele destaca o efeito psicológico nos usuários e a valorização do imóvel, uma vez que o elevador é considerado o cartão de visitas do empreendimento. “Muitas pessoas têm medo de elevador, principalmente se o espaço for malcuidado, escuro, barulhento e com pisos quebrados. Esses problemas fazem com que qualquer um tenha receio em utilizá-lo. A reforma estética faz bem à imagem do edifício e, como eu digo, ela não faz o elevador funcionar melhor, mas as pessoas se sentem melhor dentro das cabines reformadas. Para dar um upgrade geral, os condomínios também devem investir na modernização de itens mecânicos que geram mais segurança, desempenho e economia”, sugere.

Quando modernizar um elevador

  • Quando o design da cabine não estiver em harmonia com o projeto atual do edifício
  • Ao identificar que o equipamento apresenta problemas técnicos recorrentes
  • Quando os componentes essenciais para o bom funcionamento do elevador estiverem obsoletos. O alto custo de reposição de peças está diretamente relacionado a esse fator
  • Para adequação a normas técnicas vigentes, legislações municipais, estaduais ou leis específicas de inspeção predial que requerem maior nível de segurança nas instalações.
Fonte: http://condominiosc.com.br

Uso do FGTS na compra de imóvel ajuda a realizar o sonho da casa própria

Consumidor deve ficar atento às regras

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Ilustração/EM

Comprar um imóvel com o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é uma opção interessante, mas é preciso ficar atento para saber se o bem pretendido se encaixa nas regras do sistema e o que fazer para ter acesso ao fundo e liberar os recursos. Lucas Araújo, superintendente de marketing da Construtora Trisul, explica que as regras do FGTS passam por alterações e nem sempre o consumidor consegue acompanhar as mudanças e saber de que forma pode se enquadrar para utilizar o benefício. No entanto, ele acredita que passar por todo o processo burocrático valerá a pena para quem quer realizar o sonho de adquirir um imóvel.

Para ajudar a entender como funciona o FGTS, Lúcio Araújo explica quais requisitos o comprador deve observar para atender às exigências da Caixa Econômica Federal (CEF), instituição bancária que administra os recursos do fundo. “Se o interessado é trabalhador e tem contrato pelo regime celetista, ou seja, com base na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), então recebe, todos os meses, no fundo de garantia, 8% do valor do seu salário, pagos pela empresa na qual trabalha. Esse dinheiro é depositado em uma conta na CEF, vinculada ao CPF.”

Segundo o executivo da Trisul, existem três possibilidades de retirada do dinheiro do FGTS. Para comprar ou construir um imóvel residencial, tanto para pagamento total quanto para dar como entrada em um financiamento, para amortizar ou liquidar o saldo devedor ou quitar a dívida, caso tenha feito empréstimo para a compra, ou para pagar uma parte do valor das parcelas.

“É necessário ter três anos de carteira assinada, recebendo FGTS, mesmo que em empresas distintas, não ter financiamento em aberto no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), não ser proprietário de nenhum imóvel residencial urbano, nem ter usufruto ou ser cessionário no local onde mora ou próximo a ele, quando pedir para sacar o FGTS, não pode estar com o pagamento de parcelas atrasadas do financiamento e ser titular do financiamento, caso pretenda usar o dinheiro do fundo para pagar parte do valor das parcelas”, destaca.

A CEF também tem algumas exigências sobre o imóvel para que haja a liberação dos recursos. Para começar, o valor do imóvel não pode ultrapassar os R$ 950 mil em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. No restante do Brasil, o teto é de R$ 800 mil. “A partir de janeiro de 2019, a regra mudará, pois o valor máximo do imóvel será de R$ 1,5 milhão em todo o país.”

TERRENO 

De acordo com Lucas Araújo, se o dinheiro for usado para construção, o terreno deve ser de propriedade da pessoa que vai sacar o FGTS. “Além disso, o imóvel deve ser urbano e ser destinado à moradia. A CEF também faz, antes da liberação, uma avaliação do imóvel, para atestar se há condições de habitação e se não há problemas estruturais na construção.” O interessado deve ficar atento ao registro de imóveis e não ter nenhum registro de gravame, algo que impeça a sua comercialização. “Exemplo disso é um bem que ainda está sendo partilhado. Por fim, se a pessoa usar o Fundo de Garantia para compra de terreno ou para iniciar a construção, deverá esperar, no mínimo, três anos para que possa utilizar novamente o benefício nesse imóvel.”

Para utilizar o FGTS na compra do imóvel, o interessado deve consultar o saldo do fundo, separar a documentação necessária (documento de identidade, extrato da conta do FGTS, declaração completa do Imposto de Renda e certidão de casamento ou de união estável, se for o caso) e procurar a CEF para apresentar a documentação e verificar a possibilidade de uso do benefício. “A liberação do FGTS para comprar imóvel é uma das formas mais seguras de conseguir adquirir a casa dos sonhos. Confira as melhores opções oferecidas pela Caixa Econômica Federal e reúna todos os documentos necessários.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Câmeras falsas no condomínio

Síndico não deve usar esse tipo de artifício para melhorar sensação de segurança das áreas comuns

 

Síndico não deve usar esse tipo de artifício para melhorar sensação de segurança das áreas comuns

 

Todos sabemos que a segurança é um dos pré-requisitos mais comuns para quem opta por morar em condomínio.

Isso não autoriza, porém, o síndico com poucos recursos a instalar câmeras falsas nas áreas comuns para “dar sensação de segurança”.

No vídeo, o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich explica o motivo de se usar câmeras falsas não ser uma boa ideia.

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Inspiração: azul pastel para decorar a casa

Confira uma seleção de ambientes para levar o tom para dentro de casa

Cansou das cores da sua casa, e quer mudar o ambiente? A dica do ZAP em Casa é apostar no azul pastel! Isso mesmo, aquele azul bem clarinho, e que dá um tom clean e fresh em qualquer cômodo.

Se você não quer arriscar tanto, pode apostar em móveis e objetos de decoração que levem o tom na composição, agora, se você não tem medo de mudar, a dica é pintar uma parede com a tonalidade.

Confira abaixo alguns ambientes selecionados pelo ZAP em Casa e Pinterest, e veja como usar o azul pastel na decoração.

azul pastel na decoração

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

azul pastel na decoração

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

azul pastel na decoração

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

azul pastel na decoração

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

azul pastel na decoração

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

azul pastel na decoração

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

azul pastel na decoração

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

azul pastel na decoração

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

azul pastel na decoração

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

azul pastel na decoração

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: ZAP Imóveis

Conheça iniciativas simples para evitar aumento na taxa de condomínio

Padronizar a limpeza, capacitar funcionários e substituir as lâmpadas por modelos LED são alternativas para otimizar o orçamento do empreendimento

por Sharon Abdalla

Em tempos de economia de recursos, diminuir – ou pelo menos não elevar – a taxa de condomínio pode garantir um respiro ao orçamento das famílias e ao planejamento financeiro dos empreendimentos que convivem com o fantasma da inadimplência. Para isso, síndicos e moradores precisam investir em ações que reduzam o consumo de materiais e recursos naturais e se conscientizar que a participação de todos é fundamental para o sucesso da inciativa.

É o que afirma o síndico Alessandro Barbosa de Oliveira, que há um ano e oito meses administra o Fit Marumbi, empreendimento localizado no Guaíra que conta com 672 apartamentos e cerca de dois mil moradores. A gestão dele é tida como um bom exemplo pelo Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR).

Maiores condominios residencias de Curitiba . Na foto Residencial Fit Marumbi , na Vila Guaira .

Desde que assumiu a gestão, ele implantou uma política de economia em diversas áreas do condomínio, o que permitiu que a taxa paga pelos moradores – de cerca de R$ 330 – não precisasse ser reajustada, ao contrário do que costuma ocorrer em outros empreendimentos.

“Se não tivéssemos tomado estas atitudes, seria necessário aumentar a taxa do condomínio em cerca de 14,5% em 2017”, simula Oliveira.

Para os condomínios que desejam seguir o mesmo caminho, o síndico compartilha a “receita de sucesso” e deixa um recado: “Muitas dessas ideias surgiram dos próprios moradores. A dica, então, é o síndico se abrir [para elas] e colocar as melhores em prática”, sugere.

Energia elétrica

A substituição das lâmpadas das áreas comuns por modelos LED foi a primeira iniciativa tomada com o objetivo de reduzir os custos com energia elétrica no Fit Marumbi. Para dar conta da iluminação das 12 torres, quase três mil lâmpadas foram trocadas. As bombas d’água que alimentam as torres também passaram a ser desligadas durante a madrugada (entre meia-noite e 5h). Com essas duas atitudes, o condomínio passou a economizar em torno de R$ 14 mil por mês nos gastos com energia elétrica.

Limpeza

A padronização da limpeza dos espaços comuns foi outra iniciativa que trouxe economia para o condomínio. “Temos oito colaboradores que cuidam da limpeza e cada um deles trabalhava de uma forma”, lembra Oliveira. Para solucionar esta questão, o condomínio fez uma parceria com a empresa que fornece os produtos de limpeza, que ofereceu treinamento aos funcionários. “Eles aprenderam a utilizar e diluir os produtos na proporção correta. Com isso, tivemos queda de 40% no consumo dos materiais de limpeza”, conta o síndico. “Isso resultou em uma economia de R$ 2,3 mil mensais na compra dos produtos”, acrescenta.

Capacitação

A revisão dos contratos terceirizados e a capacitação dos funcionários que já constam na folha de pagamento do condomínio para a execução de tarefas antes delegadas a empresas externas foi outra estratégia adotada para reduzir os custos. “Demos treinamento para nossos colaboradores da manutenção geral sobre limpeza da piscina, elétrica e manutenção do jardim. Hoje, eles executam estes serviços que, antes, nós terceirizávamos”, lembra. Além da economia decorrente do cancelamento dos contratos, que é de cerca de R$ 4,8 mil mensais, o condomínio não precisou direcionar recursos para os treinamentos, que foram ofertados pelos fornecedores ou realizados nos cursos que o Secovi-PR disponibiliza para seus associados.

Manutenção preventiva

Criar uma rotina de verificação dos itens necessários ao funcionamento adequado do condomínio é outra dica do síndico Alessandro de Oliveira. Desta forma, segundo ele, é possível se antecipar e fazer a manutenção preventiva das instalações e equipamentos, o que costuma sair mais barato do que a realização de consertos emergenciais. “O síndico pode criar uma tabela para se lembrar de rever as lâmpadas todas as segundas e as bombas d´água as terças-feiras [e assim sucessivamente]”, sugere Oliveira.

Conscientização

Promover ações para conscientizar os moradores sobre a necessidade de se contribuir para a manutenção das áreas e instalações do condomínio é a nova estratégia que o Fit Marumbiestá adotando para otimizar o orçamento do empreendimento. “Não adianta se economizar no material de limpeza quando um morador passa pelo hall com um saco de lixo vazando logo após a funcionário ter limpado o local”, ilustra o síndico. “Em casos como este, a economia que se consegue de um lado é perdida de outro. Por isso a campanha de conscientização é importante”, resume Oliveira.

Fonte:  http://www.gazetadopovo.com.br

Quadro de avisos do condomínio

Saiba quais documentos deixar afixados e quais não deixar à vista de todos

Saiba quais documentos deixar afixados e quais não deixar à vista de todos

O Uber não acabou com os táxis, assim como a Netflix não varreu a TV por assinatura das casas definitivamente. Tem espaço para todos! Talvez por isso, a tecnologia não tenha acabado com um item tão popular nos condomínios brasileiros: o quadro de avisos.

Esse recurso ainda é forma bastante eficiente de mostrar alguns dos documentos mais importantes do condomínio para os moradores, como o RIA (Relatório de Inspeção Anual dos elevadores) ou o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).

Um site do condomínio, porém, não deixa de ser uma ótima ferramenta para disponibilizar esses e outros diversos documentos, oferecendo assim mais transparência acerca da gestão do síndico e também uma facilidade a mais para os moradores.

O que colocar no quadro de avisos do condomínio

O quadro de avisos não é obrigatório no condomínio, mas, caso o síndico opte pelo seu uso, o mesmo deve ser regrado em uma assembleia.

“Com maioria simples deve-se aprovar os documentos que ficarão expostos ali”, aponta Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios.

O síndico profissional Nilton Savieto aponta o caminho das boas notícias para usar o quadro.

“Prefiro focar em benfeitorias, AVCB e RIA e em datas comemorativas, parabéns aos funcionários, esse tipo de coisa. Assim, o quadro é visto como algo positivo e não damos informações demais para quem está apenas de passagem pelo condomínio”, argumenta.

Documentos para colocar no quadro de avisos (e no site do condomínio)

  • CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA: Além de mandar para todos os condôminos, nos moldes da convenção, pode-se, sim, colocar esse documento no quadro, para deixar “fresco na memória” dos moradores dia e horário do encontro. A pauta do encontro é fundamental. O documento pode ficar ali desde a emissão da convocação até o dia da assembleia.
  • INTERVENÇÕES NAS ÁREAS COMUNS Explicitar o que será feito, alertar sobre transtornos como barulho e/ou sujeira, e sobre horários e locais possivelmente fechados ou sem condições de uso. O aviso deve permanecer no tempo que durar a intervenção ou obra. Ele é útil pois ajuda os moradores a se programarem caso a benfeitoria seja em áreas como a garagem ou em áreas como playground. Colabora também por questões de segurança contra acidentes.
  • AUTO DE VISTORIA DO CORPO DE BOMBEIROS (AVCB): Um dos documentos mais importantes do condomínio. Comprova que a edificação possuía, no momento da verificação, condições de segurança contra incêndio. É um documento que pode ficar afixado o tempo que for necessário – há condomínios que o deixam sempre no quadro.
  • FUNCIONÁRIO DO MÊS: Destacar os serviços de um colaborador é sempre interessante. E deixar todos no condomínio a par do seu bom trabalho é, com certeza, uma das melhores partes do prêmio. Se possível deixe a foto do contemplado, com o cargo, durante o mês inteiro no quadro.
  • RELATÓRIO DE INSPEÇÃO ANUAL DOS ELEVADORES (RIA): Assim como o AVCB, um documento fundamental para o condomínio. Ele comprova que o elevador está em boas condições de uso. O RIA é de responsabilidade da empresa de manutenção dos elevadores, e a mesma, se for de São Paulo, deve estar inscrita na prefeitura de sua cidade, o Contru (Departamento de Controle do Uso de Imóveis). No Rio de Janeiro é obrigatório que esse documento seja mantido em local visível, de acordo com a lei 2546/97. Da mesma forma que o AVCB, o RIA pode ficar costumeiramente no quadro de avisos.

O que é opcional colocar no quadro de avisos (e no site do condomínio)

  • AVISO E ATESTADO DE LIMPEZA DAS CAIXAS D´ÁGUA: Avisar, com antecedência, sobre o assunto, permite que os moradores economizem água antes e durante a limpeza. Pode ser afixado dois dias antes da limpeza e retirado logo após o serviço ser finalizado. O certiticado da limpeza e do teste da análise de água também podem ser afixados no quadro.
  • COMUNICAÇÃO DE MANUTENÇÃO DO ELEVADOR: É uma maneira de avisar com antecedência que os equipamentos não estarão operando em um dia e horário específico. Pode ficar no quadro com uma semana de antecedência ao dia da manutenção. Vale ressaltar que para esse tipo de comunicação, o uso do site ou app do condomínio costuma ser mais eficiente.
  • AVISO E ATESTADO DE CONTROLE DE PRAGAS: Colocar o aviso de que será feito uma dedetização ou um controle de pragas possibilita que os moradores tenham mais cuidados com crianças e pets nas áreas comuns. Ao optar por afixar esse aviso, não deixe de ressaltar quais pragas estarão sendo combatidas com a ação.

O que não colocar no quadro de avisos (e no site do condomínio)

  • LISTA DE INADIMPLENTES: Quando se expõe o condômino inadimplente, o mesmo pode se sentir constrangido e entrar com uma ação contra o condomínio por danos morais. O lugar apropriado para mostrar quais unidades estão em dia com suas obrigações e quais não estão é o balancete mensal. No site do condomínio, a lista pode estar disponível na área financeira para fins de prestação de contas, desde que não mencione nomes – apenas unidades -, não seja enviada via e-mail aos condôminos e o acesso ao site seja restrito por login e senha.
  • ANÚNCIOS: Caso haja interesse por parte dos moradores, o ideal é que haja um quadro de avisos separado para anúncios como oferta de serviços, venda de carros e imóveis, etc. Só não é sugerido que esses classificados dos moradores fique no mesmo local que os documentos do condomínio. Nesse caso, a criação e bom uso desse quadro também pode ser discutida em uma assebleia. Deve-se discutir de quanto em quanto tempo os anúncios ficarão no mural, quem vai tirar os antigos e colocar os novos, se vai haver algum critério para saber quem vai anunciar primeiro. O indicado é que o zelador faça essa troca de anúncios na periodicidade acordada em assembleia.

“O ideal é que apenas bens e serviços dos próprios moradores sejam ofertados nesse espaço”, ensina Nilton Savieto, síndico profissional. Assim, evita-se problemas que envolvam pessoas que não pertençam ao condomínio.

  • CIRCULARES VEXATÓRIAS: Colocar no quadro “broncas” aos moradores não é uma boa opção. Se o condomínio estiver com problemas referentes a itens sendo atirados pela janela, lixo no local errado, excesso de velocidade na garagem, o melhor caminho é mandar uma circular para todos.

Outros documentos

A grande maioria dos documentos do condomínio diz respeito apenas aos moradores e condôminos. Por isso, o sugerido é que o pagamento de contas de energia, água, guias da previdência social estejam discriminados no balancete mensal enviado aos condôminos.

Por razões de segurança também não sugerimos que a escala de funcionários fique à vista de todos que passarem pelo condomínio, assim como os avisos de férias. Caso algum morador precise de informação sobre o assunto, o zelador ou gerente predial podem ajudar a esclarecer.

A ata de assembleia deve ser enviada aos condôminos, de acordo com o que pede a convenção do condomínio. Como nem sempre as assembleias são tranquilas, o sugerido é que as atas também não fiquem afixadas para leitura de todos que transitarem pelo condomínio.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

O guia da suculenta: conheça as espécies e como cultivá-las

Já matou uma suculenta afogada? Isso é muito comum: apesar de serem fáceis de cuidar, existem deslizes graves que atrapalham o cultivo

Todo cacto é uma suculenta, mas nem toda suculenta é um cacto: aqui, vamos falar do segundo grupo, as primas dos reis do deserto, pequenas, gordas e sem espinhos.

Não é muito difícil tomar conta de uma suculenta. Então, se você ama plantas, mas costuma assistir as verdinhas definharem apesar dos seus esforços, suculentas podem ser a solução. Carol Costa, jornalista especializada em jardinagem, explica: tudo que elas precisam é de muito sol e pouca água.

Porém, existem alguns truques importantes. Um deles é estar atento à rega: é muito comum afogar as suculentas no cultivo em casa. Para evitar que as raízes fiquem empoçadas, invista em vasos com furos (mesmo que elas não estejam em um modelo tradicional) e em uma mistura de areia com terra para drenagem.

Mas e a frequência da rega? A quantidade semanal será diferente dependendo da estação do ano e da temperatura. Mais que focar em um número específico de irrigações, repare na aparência da planta e da terra, que deve ser mantida úmida, nunca encharcada.

Para medir, é só fingir que a terra é aquele bolo de chocolate delicioso no forno e espetar um palito. Se ele sair sujo, ainda não está pronto. Ou seja: não é hora de regar. Saindo seco, pode pegar a quantidade de água de um copinho descartável de café e colocar, devagar e com bom senso.  Uma boa ideia é usar uma bisnaga plástica, como aquelas de lanchonete, para dosar bem a quantidade. Para as suculentas grandes, o esquema é o mesmo, porém com medidas maiores.

Preste muita atenção no tamanho de sua planta. Suculentas que se tornam compridas, com folhas bem separadas e até um pouco desmilinguidas, sofrem com falta de luz solar. A planta saudável é bem compacta. Leve-as para tomar banhos de sol durante a manhã para evitar que elas percam seu formato natural.

Evite também aqueles pedriscos brancos, pequenos, usados para enfeitar vasos: eles nada mais são que mármore picado e, molhados, liberam um pó que faz mal para a planta. No lugar deles prefira coberturas naturais como casca de pinus e palha de arroz.

As suculentas deram certo, você gostou muito e agora quer replantar? Fazer a muda é fácil: corte o caule da suculenta e deixe-o secar por dois dias – se ele for replantado imediatamente, encherá de fungos. Depois é só coloca-lo novamente na terra e esperar a planta “pegar”!

Conheça algumas espécies de suculentas que ficam lindas em casa:

Nome científico: Aeonium leucoblepharum

(mountaincrestgardens) | Nome popular: Orelha de Shrek. Nome científico: Crassula ovata Gollum

(Reprodução | Flickr | Bri Weldon) | Nome popular: Planta-jade. Nome científico: Crassula ovata

Nome científico: Echeveria carnicolor

(Reprodução | Flickr | Diego Delso) | Nome popular: Echevéria ou Rosa-de-Pedra. Nome científico: Echeveria Elegans

(Divulgação) | Nome popular: colar-de-pérolas. Nome científico: Senecio rowleyanus

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum adolphi

(Reprodução | cactusjungle) | Nome científico: Sedum carnicolor

(Reprodução | Balamore) | Nome científico: Sedum cauticola

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum clavatum

Nome científico: Sedum compactum

(Reprodução | Achiland) | Nome científico: Sedum lydium

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum makinoi

(Reprodução | Etsy) | Nome científico: Sedum multiceps

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum oreganum

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum pachyphyllum

(Reprodução | sedumphotos.net) | Nome científico: Sedum pluricaule

(Reprodução | llifle | Julio C. Garcia) | Nome científico: Sedum lucidum

(Reprodução | Flickr | Ryan Somma) | Nome científico: Sedum nussbaumerianum

Fonte: https://casa.abril.com.br/

Neon na decoração deixa o ambiente divertido

Confira algumas inspiração e deixe já a casa com a cara nova

Pensando em deixar a decoração da casa mais divertida? Uma boa pedida é apostar no letreiro em neon para personalizar ainda mais o seu cantinho. Seja ele com uma pegada mais retrô ou até mesmo estilizado, o objeto consegue mudar a cara de qualquer cômodo.

Muito utilizado em fachadas de lojas, eles agora invadiram as casas. Existem os mais variados modelos disponíveis no mercado e se usados com moderação podem fazer uma bela composição. Existem desde frases divertidas, até desenhos inusitados.

Para quem ainda está reformando a casa, uma dica é pedir para criar um interruptor próximo da peça, assim, não fica aquele monte de fio exposto pelo cômodo.

Gostou da ideia? Então confira abaixo uma seleção feita pelo ZAP em Casa, em parceria com o  Pinterest , e veja como usar o letreiro neon na decoração.

 

 

 

casa_letreiro
Os letreiros em neon deixam a casa mais divertida (Foto: BR.Pinterest.com.br)
Letreiro_casa
Além das frases, os que possuem formatos também podem ser utilizados (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro_decoracao
Eles podem dar um toque de modernidade (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro_em_casa
Para quem é mais romântico pode apostar no desenho de coração (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro_neon
As frases são sempre bem-vindas (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro-banan
Formato de frutas também podem ser utilizados na cozinha (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro-cacto
O letreiro fica bem em qualquer ambiente (Foto: BR.PInterest.com)
letreiro-cupcake
Deixe a sala mais colorida (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro-home-office
No home-office o letreiro dá um charme a mais (Foto: BR.Pinterest.com.br)
letreiro-luminoso
Lembre-se sempre de ter uma almofada por perto (Foto: BR.Pinterest.com)

 

 Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Morando em condomínio

Vida cercada oferece mais conforto e segurança

Resultado de imagem para condominio desenhoEles oferecem conforto, área de lazer e verde, porém exigem maior atenção e cuidado com a segurança e manutenção

Atualmente, diante de tantas notícias de assaltos, sequestros, roubos e crimes de forma geral, a preocupação com a segurança da casa se tornou unanimidade na hora de pesquisar um lugar para morar. Não basta apenas estar bem localizado ou ter estabelecimentos por perto: é preciso ter segurança como plano primordial.

Por isso, ano após ano cresce o número de pessoas, principalmente de famílias, que procuram um bom condomínio para morar. Esta preferência está relacionada principalmente ao medo de ladrões e assaltos.

Elas levam em conta critérios como a paisagem, vista da janela ou do quintal, comércio próximo e a facilidade de acesso, além da possibilidade das crianças poderem brincar na rua com maior liberdade, pois o risco de atropelamento é menor.

Em sua maioria eles são mais silenciosos dando um conforto inigualável para os moradores, bem diferente de quem mora em casas de rua ou vilas, por exemplo, que ficam mais expostos a barulhos de movimento de trânsito e, muitas vezes com pouca segurança, ficando bem mais expostos a assaltos, invasões e vandalismo.

Porém, hoje muitos condomínios, visando um maior conforto e segurança, além de seus muros altos estão preferindo contratar empresas terceirizadas para prestação de serviços como portaria, limpeza e segurança.

“Além de ser mais eficiente, acaba gerando uma maior economia.”, informa a síndica Pilar Moreno, que administra o Condomínio Martha Regina há quatro anos.

Esses profissionais terceirizados passam por um rigoroso treinamento preparatório, com testes situacionais e são instruídos a ter boa convivência com os moradores. Quando há uma boa comunicação entre moradores e funcionários, as chances de maior segurança e serviços bem executados são maiores. Mesmo assim, os condôminos devem evitar intimidades com esses profissionais, como por exemplo, não deixá-los adentrar em suas casas, não ostentar posses, entre outras atitudes.

Além da contratação de equipe treinada e especializada, outra preocupação dos condomínios são os equipamentos de segurança que são peças fundamentais para o bem estar de todos os condôminos. A guarita dos prédios deve ser fechada, blindada, mantida trancada e com ar-condicionado, película escurecida, passa documentos, banheiro e água, para que o porteiro não precise sair do local e com um controle de abertura de porta com monitoramento por imagem.

Em muitos condomínios os compartilhamentos dos custos possibilitam usar sistemas mais sofisticados e com o número menor de condôminos andando pelas ruas, facilitando a vigilância assim como a percepção de pessoas estranhas no condomínio.

Fonte: http://jornaldiadia.com.br/

Comprar ou alugar um imóvel?

É possível comprar um imóvel mesmo alugando outro. Veja como e decida o melhor para você

Será que devemos pagar a parcela de um aluguel enquanto junta dinheiro para dar entrada em um bom imóvel ou começa a pagar um imóvel de início, mesmo com uma entrada pequena?  Para responder esta indagação, devemos responder essa pergunta antes:

Resultado de imagem para alugar imovel

É melhor comprar um imóvel à vista ou pagar aluguel?

Comprar um imóvel à vista é algo raro hoje em dia, visto que os preços subiram consideravelmente nos últimos anos, se tornando mais difícil para a maior parte da população ter esta quantia disponível para a compra imediata de um imóvel.

Digamos que você possua um valor guardado depois de muito esforço, além de um dinheiro que você herdou de uma herança em torno de 600 mil reais no total. Com essa quantia é possível comprar bons imóveis na maior parte do Brasil, podendo negociar um grande desconto no mercado atual.

Mas se levarmos em conta que uma vez que irá comprar e pagar pelo seu novo imóvel, toda a quantia poupada irá embora, ou seja, terá que guardar uma nova poupança do zero.

Sendo assim, comprar um imóvel à vista é “queimar” todas as suas reservas de uma vez, talvez não seja a melhor opção. Caso se optarem pelo aluguel enquanto investe a quantia de R$ 600 mil, é possível conseguir uma ótima rentabilidade com um baixo risco durante um período, enquanto se acumula mais dinheiro.

Existem opções no mercado de uma rentabilidade de 10% ao ano, que são muito seguros e no final do período o montante final é de R$ 660 mil.

Se você pagar um aluguel médio de R$ 1.500,00 por mês, terá gasto R$ 18 Mil em um ano. Vejamos a conta:

Rentabilidade Anual: R$ 60 Mil
Aluguel Anual: R$ 18 Mil
Saldo: R$ 48 Mil

Você conseguiu aumentar seu patrimônio em quarenta e oito mil reais, mesmo pagando aluguel, o que no médio prazo dará a você uma quantia maior de dinheiro para dar entrada em uma casa e ainda sobrar dinheiro ou ainda realizar a aquisição de uma casa melhor!

Fonte: ImovelWeb

Perfil dos moradores de condomínio

Conheça os mais comuns e como lidar com eles

Quem não conhece aquele vizinho que reclama de absolutamente tudo que acontece no condomínio? Ou aquele que acha que é o dono do local e passa o dia inteiro querendo ditar a forma como as coisas devem ser feitas – seja para os funcionários ou outros moradores?

Para qualquer síndico, personagens como estes – ou outros – não são novidade.

Afinal, todo condomínio tem suas particularidades, e o perfil das pessoas que ali habitam pode variar muito de um empreendimento para outro.

Dessa forma, saber analisar e identificar as características dos moradores que compõem um condomínio é um atributo essencial para o síndico conseguir implantar uma gestão de sucesso.

É através dessa pré-analise que ele será capaz de moldar seu estilo de gestão e, assim, evitar menos atritos, desgastes e conseguir uma boa aceitação do trabalho a ser desenvolvido.

Foi pensando nisso que elencamos abaixo os tipos mais comuns de condôminos que costumam demandar menos ou mais trabalho ao síndico, para que ele consiga agir de acordo com cada perfil identificado.

Importante ressaltar que ninguém é apenas um perfil dessa lista abaixo – pode-se agregar um pouco de alguns tipos listados. E que nada é imutável. Um “barulhento” pode virar, com o passar dos anos, um “colaborador”, por exemplo.

“É apenas uma ‘brincadeira’ com os perfis mais comuns encontrados em condomínio. Vale como exercício para o síndico entender que, para lidar com pessoas, é importante ser tolerante e ter jogo de cintura ao exercer sua gestão e liderança”, argumenta Julio Paim, diretor do portal SíndicoNet.

1 – O Condômino padrão

O condomino padrão

É aquele morador que costuma não dar muito trabalho. Também não comparece em muitas assembleias, apenas quando entende que há algo muuito errado ou algum assunto particular lhe interessa – como a famosa assembleia onde são escolhidas as vagas de garagem.

Costuma respeitar as regras do condomínio e também geralmente não reclama em excesso.

Situações comuns:

  • Não comete infrações
  • Quase não vai às assembleias
  • Não demanda muito trabalho para o síndico
  • Aparece apenas quando vê algo muito errado

DICA PARA O SÍNDICO: Transparência e agilidade para atender às demandas desse condômino são importantes para manter a harmonia e evitar que ele se transforme em um perfil que possa gerar demandas desnecessárias ao síndico.

2 – O Inadimplente sem noção:

O inadimplente sem noçaõ

Um clássico da vida em condomínio. O condômino não paga o condomínio e vive viajando para fora, trocando de carro e fazendo festas.

Situações comuns:

  • Vive viajando a lazer
  • Troca de carro mesmo estando inadimplente
  • Perfil ostentador em redes sociais

DICA PARA O SÍNDICO: não esperar muito para entrar com ação judicial

“Nesse caso, o melhor é o síndico entrar logo com a ação na justiça. Não vale a pena esperar por quem tem condições e não prioriza o seu compromisso com o condomínio”, ensina o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet, Alexandre Marques.

3 – O Criador de caso

O criador de caso

Esse é aquele morador que não pode ver absolutamente nada fora de ordem. Seja uma escada que um funcionário deixou no canto para guardar dali a dez minutos, ou um pequeno ruído depois das 22h00.

Mesmo sabendo que o vizinho chega sempre esse horário e evita ao máximo incomodar, ele não perde a oportunidade, nunca, de chamar a atenção sobre algo que saiu do “normal”, podendo até registrar a queixa com o porteiro, site do condomínio ou no livro de ocorrências.

Muitas vezes também tende a pedir a intervenção do síndico em situações que não são necessárias.

Situações comuns

  • Postura inflexível e intolerante
  • Está sempre procurando “pelo em ovo”
  • Adora dar pitaco, mas, muitas vezes, não põe a mão na massa
  • A grande maioria das queixas não são sentidas ou também reclamadas por outros moradores

DICA PARA O SÍNDICO Trazer o condômino para a gestão do condomínio, em alguns casos, pode ser uma boa saída.

“Esse tipo de pessoa geralmente conhece bem o condomínio e suas regras. Pode ser bastante útil para o síndico no dia-a-dia da gestão”, afirma o vice-presidente de condomínios do Secovi-SP, Hubert Gebara.

Também é importante que o síndico entenda que nem sempre precisa intervir quando uma situação crítica envolve dois moradores – e não toda a coletividade.

“Nesse caso, o síndico pode deixar o morador que é muito ‘encrenqueiro’ se resolver com outro morador em questão, principalmente se não há outras reclamações sobre o tema”, argumenta Hubert Gebara.

4 – O Barulhento:

O Barulhento

Muitos condomínios têm, pelo menos, um morador assim. Seja o filho que toca bateria a tarde toda, ou aquele que chega tarde do trabalho e quer ouvir a TV em alto volume depois das 22h.

Também não há como deixar de mencionar aquele vizinho que adora uma festa e sempre extrapola os horários de silêncio.

Situações comuns

  • Não se preocupa com os vizinhos
  • Já está acostumado com reclamações e interfone tocando, e não liga pra isso
  • Espera o interfone tocar para, só assim, tomar uma atitude (ou não)
  • Sempre acha que é implicância do vizinho de baixo ou de cima

DICA PARA O SÍNDICO: seguir o que consta na convenção e no regulamento interno. Muitas vezes o procedimento é primeiro dialogar, seguido de advertência por escrito e, então, multa.

“Não é normal ter um morador que acha que tem mais direito que os outros, inclusive mais direito de incomodar. O síndico não pode ter uma postura leniente, porque se não os outros moradores, além de seguirem incomodados, vão achar que esse comportamento é aceitável no local”, pondera Jaques Bushatsky, advogado especializado em condomínios e colunista do SíndicoNet.

5 – O Dono do condomínio:

O dono do condomínio

Figura constante em condomínios mais antigos. É aquele que já mora há muito tempo no condomínio e acredita que entende mais dos procedimentos a serem executados que os funcionários. Passa o dia na portaria e atrás dos outros colaboradores “averiguando” se o serviço está sendo feito corretamente.

Situações comuns

  • Costuma ser morador antigo
  • Vê e cuida das áreas comuns como extensão da sua casa, o que pode ser positivo
  • Está sempre presente e circulando pelas áreas comuns
  • Ajuda a manter o condomínio em ordem, porém, pode cometer excessos
  • Dependendo da situação, pode ajudar ou atrapalhar o síndico a implementar melhorias e novos procedimentos no condomínio

DICA PARA O SÍNDICO: não deixar que o morador ultrapasse os procedimentos da gestão. Lembrar que não é permitido permanecer na portaria e que os funcionários executam suas funções de acordo com as solicitações do síndico e/ou zelador (em caso de colaboradores orgânicos) ou de um gestor externo – caso das empresas terceirizadas.

Um cuidado a mais, nesse caso, é que se o morador ficar “dando ordens” para um terceirizado, isso pode caracterizar “subordinação” entre o condomínio e o colaborador, abrindo, então, uma brecha para possíveis ações trabalhistas.

“O síndico não pode deixar esse morador ‘crescer’ muito nessa função, ou ele vai querer tomar conta de tudo. Às vezes, é um ex-executivo aposentado que está acostumado a ser obedecido e se vê esvaziado de autoridade apenas como morador”, calcula  Vania Dal Maso, gerente geral de atendimento da administradora ItaBr.

Por outro lado, assim como o perfil “Criador de caso” descrito acima, uma boa saída pode ser tentar trazer esse morador para auxiliar o síndico na gestão.

6 – O Ausente

O ausente

Um tipo bastante comum também, é o morador que acredita que sua participação na vida condominial é dispensável. Infelizmente, muitas pessoas que moram em condomínio não valorizam sua própria contribuição para o dia-a-dia do local. Não frequentam as assembleias, e não se sentem, também, representados pelas decisões tomadas ali.

Situações comuns

  • Não geram demandas para o síndico
  • Geralmente, para estes, dinheiro não é problema
  • Muitos não são sociáveis
  • Inquilinos ou inadimplentes também costumam se enquadrar nesse perfil

DICA PARA O SÍNDICO: aposte em campanhas de comunicação e site do condomínio para engajar esses moradores. Mesmo no caso do condômino inadimplente, isso vai motiva-lo a estar em dia com suas contas para ter mais participação no condomínio.

Outra opção é criar eventos no condomínio, como festas, para promover a integração e socialização entre todos.

Há, é claro, condôminos que muitas vezes não participarão da vida em comunidade de jeito nenhum. Mas há uma grande parcela de pessoas que podem, sim, se interessar mais e tomar parte da vida em condomínio.

“O síndico pode apostar em campanhas explicando sobre a importância de todos comparecerem às assembleias, principalmente antes de alguma ocorrer. Mostrar que o condomínio é de todos, e que é dever de todos cuidar do patrimônio”, argumenta Hubert Gebara

7 – O Vendedor de ideias

O vendedor de ideias

Ao contrário do “ausente”, esse perfil de morador tem muito gosto em participar da vida em condomínio. O que ele gosta mais é de sugerir melhorias para o condomínio. E isso é ótimo, desde que represente o interesse da comunidade em geral.

Um ponto negativo desse tipo é que ele geralmente pensa em como uma reforma no playground ou na churrasqueira pode ser incrível para o condomínio, mas não busca orçamentos e também não acompanha o desenvolvimento da sua ideia para a prática.

Também gosta de cobrar o síndico para colocar suas ideias em ação – muitas vezes sem que o assunto tenha sido votado em assembleia.

Situações comuns:

  • Adora dar ideias e sugestões, mas não ajuda a executá-las
  • Costuma ser sociável e é amigo de todos os moradores

DICA PARA O SÍNDICO: Colocar em votação as ideias do “idealizador” é uma ótima forma de passar a limpo se aquela possibilidade realmente é interessante para o condomínio.

“Fazer questão” da sua presença na assembleia pode ajudar tanto a vender a ideia como a mostrar que aquilo não é interessante para a massa condominial.

Sempre convidá-lo – e testá-lo – para ajudar a “por a mão na massa” é uma boa estratégia também. Assim você saberá o quanto ele poderá ser útil ou não para sua gestão.

8 – O Fofoqueiro

O fofoqueiro

Outro clássico da vida em condomínio, esse perfil é bastante comum. É aquela pessoa que passa seus dias ‘fiscalizando’ o que acontece no condomínio e sabe de tudo que acontece ali.

Geralmente, os comentários maldosos são direcionados ao síndico e conselho, já que para essa pessoa a gestão condominial nunca está no caminho certo. Seu alvo, porém, pode incluir também os funcionários e outros moradores.

Situações comuns

  • Sabe da vida de todos
  • Costuma criar “panelinhas” e intrigas
  • Usa o site do condomínio para tumultuar
  • Adora reclamar – sem embasamento – da gestão do síndico para outros moradores

DICA PARA O SÍNDICO: Apostar em transparência na gestão e ser duro com fofocas que atinjam sua honra ou de outros moradores. Vale todo esforço do síndico para cortar o mal pela raiz e não deixar que um simples comentário ou fofoca cresça e promova um estrago maior.

“O síndico deve se mostrar disponível sempre para tirar as dúvidas dos moradores sobre como está a gestão do condomínio. Mas outra coisa, completamente diferente, é ter que lidar com mentiras e acusações infundadas. Nesse caso, se houver provas, como trocas de e-mails, mensagens de whatsapp ou testemunhas, pode-se entrar com ação judicial sem nenhum problema”, afirma o advogado Alexandre Marques

9 – O Colaborador

O colaborador

Uma peça rara, mas que geralmente encontramos pelo menos um representante da categoria no condomínio. É aquele morador que agrega à gestão, entende as decisões tomadas pelo síndico e administração e ajuda na moral geral.

Situações comuns

  • Frequenta as assembleias
  • Lê os comunicados
  • Participa das comissões
  • Ajuda a motivar outros moradores a colaborarem com a gestão

DICA PARA O SÍNDICO: Trazer esse morador sempre para perto da sua gestão e ser sempre aberto aos seus questionamentos.

10 – O Do Contra

O Do Contra

É o contrário do colaborador. Ele faz uma oposição ferrenha ao síndico, mesmo que seja uma decisão votada em assembleia ou algo que vá impactar positivamente no condomínio.  Muitas vezes, pode ultrapassar o limite da crítica e chegar a acusações infundadas para com a pessoa do síndico

Situações comuns

  • Espalha boatos pelo condomínio
  • Fala mal do síndico
  • Usa sempre um viés negativo sobre a gestão atual

DICA PARA O SÍNDICO assim como o “criador de casos”, pode ser interessante trazer esse morador para dentro da gestão do condomínio. Quem sabe um olhar de fora não agrega ao seu mandato? É importante, porém, ser firme e não permitir que boatos infundados ou acusações contra a honra e a dignidade do síndico não se espalhem pelo condomínio

11 – O Solteiro Baladeiro

Solteiro Baladeiro

É aquele que chega de madrugada da balada diversos dias da semana, fazendo barulho. Não comparece nas assembleias e pode ser bastante alheio a outras regras do condomínio

Situações comuns

  • Dá frequentes festas em sua unidade
  • Alta frequência e diversidade de visitantes em sua unidade
  • Barulho recorrente após horário de silêncio
  • É normal chegar de madrugada

DICA PARA O SÍNDICO: Importante salientar que o que o morador faz dentro da sua unidade não é da conta de ninguém, desde que siga o que consta no regulamento interno e na convenção. Para lidar com esse tipo de condômino, campanhas de conscientização sobre uso correto das áreas comuns e barulho devem surtir efeito. Se não, seguir o que está previsto nestes documentos: notificações e multas sempre que a situação pedir.

Como costuma chegar de madrugada em casa, também vale reforçar os procedimentos de segurança com esse tipo de morador.

12 – O Antissocial

O Antissocial

Infelizmente, esse é um tipo tão comum que foi até tipificado pela Justiça. Veja o que diz o art 1.337 do Código Civil:

O condômino, ou possuidor, que não cumpre reiteradamente com os seus deveres perante o condomínio poderá, por deliberação de três quartos dos condôminos restantes, ser constrangido a pagar multa correspondente até ao quíntuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, conforme a gravidade das faltas e a reiteração, independentemente das perdas e danos que se apurem. Parágrafo único. O condômino ou possuidor que, por seu reiterado comportamento anti-social, gerar incompatibilidade de convivência com os demais condôminos ou possuidores, poderá ser constrangido a pagar multa correspondente ao décuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, até ulterior deliberação da assembleia.

Trocando em miúdos: é aquele condômino que não liga para as regras do condomínio. Que é multado reiteradamente por suas condutas que não estão de acordo com o regulamento interno e  convenção do condomínio.

Situações comuns:

  • Barulho alto
  • Conduta desrespeitosa com os vizinhos ou colaboradores (gritar/agredir/ ser violento)
  • Desrespeito reiterado ao regulamento interno ou convenção

DICA PARA O SÍNDICO: se você perceber que há um condômino com esse perfil no seu condomínio, o mais indicado é chamar uma assembleia para explicitar, exatamente, que tipo de comportamento seria encaixado como conduta antissocial, assim como as penalidades. Assim, o síndico fica mais protegido juridicamente quando for aplicar as penalidades previstas na lei. Também é importante dar espaço para o condômino se defender de todas as multas que receber.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Aromatização para transmitir sensação de aconchego ao lar

Deixe sua casa perfumada e agradável sem tornar os ambientes enjoativos

O cérebro reconhece cheiros e marca na memória. Quantas vezes você não lembrou de determinados locais pelos aromas agradáveis, que trazem as mais diversas sensações. Muitas lojas usam desse artifício para criar um ambiente melhor aos clientes. E a sua casa, já pensou em deixá-la mais perfumada?

“A aromatização influencia em diversos pontos importantes, mas acredito que o principal é fazer com que a casa tenha um cheiro que remeta a algo importante para o morador, como calma e tranquilidade. Muitos aromatizadores podem ajudar a deixar a pessoa mais tranquila, além de criar um clima bacana ao ambiente”, afirma o arquiteto Thiago Manarelli.

Segundo ele, cheiros mais cítricos, de eucalipto ou ervas naturais agradam mais para a casa. Mas não há regra, vai do gosto de cada um. “Depende muito do que cada morador quer transmitir para a residência. Prefiro um aroma mais calmo para não enjoar, porque acaba se tornando o cheirinho da casa e quem chega de fora sente”, diz Manarelli.

O arquiteto orienta a usar o mesmo aroma em todos os ambientes, para não causar conflito e criar um clima mais harmonioso, conectando os espaços. “Não é legal deixar a fragrância sempre ativa. Pode ativar com leveza, duas vezes na semana, para não ficar competindo com o cheiro da comida, das plantas, já que a casa também tem um cheiro real dela”.

Tipos de aromas

(Foto: Shutterstock)

Sócia-diretora da rede de perfumaria para casa Acqua Aroma, Nayana Pedreira ensina que é fundamental avaliar cada espaço. “O quarto, por exemplo, é o local mais íntimo da casa e combina com fragrâncias que trazem tranquilidade e relaxamento, como a lavanda e o bambu chinês. Para um clima mais romântico, vale apostar na baunilha”, diz.

Sachês, spray ou difusor, o que é mais indicado?

A escolha depende do local que se pretende aromatizar: velas e difusores são indicados para sala, quartos e decoração de lavabo. Os sachês são usados em closets, armários, gavetas.

(Foto: Shutterstock)

“Já os produtos em spray, como perfume para ambientes, podem ser usados em qualquer local e potencializam a performance do difusor. Basta associar as fragrâncias e aplicar da forma correta, próximo a materiais porosos como estofados, paredes e tapetes – sempre respeitando uma distância mínima de 30 centímetros”, detalha Nayana.

Segundo ela, os difusores são mais indicados para pequenos ambientes. Em contato com o líquido, as varetas conduzem a fragrância e perfumam o local. “É um produto que, além de perfumar, atribui charme e completa a decoração”.

(Foto: Shutterstock)

Fonte: ZAP em Casa

Como fazer a previsão orçamentária do condomínio

Passo-a-passo com 10 dicas para não errar e quais itens considerar

Passo-a-passo com 10 dicas para não errar e quais itens considerar

Mudança do valor da cota condominial, emissão de taxa extra, manutenções atrasadas ou mal feitas, aumento da inadimplência… tudo isso pode ser um grande problema para o síndico.

Isso porque as finanças são uma parte crucial de uma boa gestão do condomínio, e a previsão orçamentária é o grande alicerce das finanças do empreendimento durante aquele período.

E como não poderia deixar de ser, o SíndicoNet preparou um passo-a-passo para você não deixar passar nenhum detalhe e fazer uma previsão orçamentária completa.

1 ) CONHEÇA O HISTÓRICO DE CONTAS DO SEU CONDOMÍNIO

Uma boa previsão orçamentária tem muito mais a ver com conhecer o passado e o perfil do condomínio do que “adivinhar” quanto será gasto daqui a 12 meses.

“É fundamental que o gestor tenha em mãos tudo que foi gasto ordinário nos últimos 12 meses,mas preferencialmente nos últimos 24 meses”, assinala  João Ferraz, gerente de negócios da administradora Apsa.

Ele explica que cada gasto ordinário ocorrido nesse passado recente é importante, pois aponta a realidade do condomínio.

2 ) PEÇA AJUDA PARA A ADMINISTRADORA

A administradora é uma peça vital na elaboração de uma boa previsão orçamentária.

“A empresa deve cuidar do levantamento de dados e trabalhar lado a lado com o síndico, de forma a entender bem as necessidades do condomínio para o próximo período”, analisa Carlos Berzzoti, da Condovel.

Por isso, para montar e analisar as informações necessárias para boa previsão, procure a empresa e peça, detalhadamente, os dados.

3 ) DIVIDA AS CONTAS DO CONDOMÍNIO EM PEQUENOS GRUPOS E FAÇA UMA MÉDIA MENSAL

Previsão orçamentária

Dividir para conquistar é uma tática de guerra muito conhecida – e faz parte do sucesso de quem deseja dominar as contas do condomínio. Cada item abaixo deve ser uma linha na sua planilha de previsão orçamentária, com o custo mensal discriminado mês a mês.

Também deve ser discriminado o valor médio gasto com cada item, de forma a ajudar a entender porque, em alguns meses, houve mais ou menos gasto.

Veja abaixo uma sugestão de como agrupar e analisar diversas despesas do condomínio:

FOLHA DE PAGAMENTO:

Seja de funcionários próprios ou terceirizados, saber o quanto foi gasto com colaboradores é fundamental, já que este costuma ser o maior investimento mensal do condomínio.

  • A folha de pagamento costuma representar de 50% a 70% do total das despesas do condomínio. Se o empreendimento contar com portaria remota, essa porcentagem cai e pode ser consideravelmente menor.
  • No item “folha de pagamento” também devem ser levados em conta as férias, décimo terceiro salário e encargos com os funcionários do condomínio.
  • Vale a pena verificar o quanto de horas extras estão sendo feitas pelos colaboradores, de forma a se organizar para economizar no próximo ano.
  • Caso o condomínio deseje implantar um sistema de portaria remota, é também um bom momento de comparar preços e serviços prestados entre as empresas versus o valor investido em funcionários mensalmente.
  • “É uma boa hora para perguntar se há algum colaborador que deseja se desligar da função, assim já se pode pensar em um provisionamento para o próximo ano”, ensina Rosely Schwartz, professora de administração condominial da Escola Paulista de Direito (EPD).

MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO:

Aqui entram os contratos mensais do condomínio como: manutenção de portões, interfones, bombas e filtros, jardins e elevadores. Despesas sazonais de manutenção como dedetização e laudo do para-raios, também devem ser consideradas.

Aqui, vale a pena comparar se o que está sendo pago pelo condomínio é realmente o valor de mercado, e se o preço está compatível com o nível de serviço oferecido.

“Caso o condomínio opte por pagar as peças do elevador separadamente, é importante que o síndico se atente à validade das peças trocadas. Muitas contam com garantia de três a seis meses, e é algo a que o zelador deve prestar atenção”, analisa Rosely.

CONTAS DE CONSUMO:

Aqui entram os gastos com água, energia das áreas comuns e gás.

Esse ano, condomínios de diversas regiões sentiram “na pele” um aumento considerável e não esperado na energia.

Por isso, para condomínios onde não há medição individualizada, uma dica é cobrar esses itens à parte, mensalmente e em forma de rateio, como explica o síndico profissional Nilton Savieto.

“Cobrar esses itens conforme o mês, principalmente quando a água não é individualizada no condomínio, ajuda a conscientizar os moradores sobre o consumo. Também é uma forma dessas contas não levarem recursos de outras áreas, deixando o orçamento apertado”.

DESPESAS ADMINISTRATIVAS:

Aqui entram a isenção do síndico ou seu pagamento e os honorários e custos com administradora.

“O pagamento do síndico, assim como da administradora, devem ser olhados com cuidado. Representam uma pequena porcentagem do que é gasto mensalmente, mas podem ser “a” diferença na gestão desses recursos”, explica Rosely Schwartz.

MATERIAL DE CONSUMO:

São itens do dia-a-dia do condomínio, como sacos de lixo, café dos funcionários, produtos de limpeza, uniformes.

É importante sempre cotar com três fornecedores diferentes para qualquer compra feita no condomínio. Dessa forma, fica assegurado que o melhor preço aliado à qualidade esperada serão os critérios de desempate.

GASTOS DIVERSOS:

Despesas operacionais reembolsadas, gastos com cópias, correios, estacionamento, cartório e seguro do prédio.

“O seguro do prédio é algo que deve ser analisado com bastante cuidado. Muitas vezes é um gasto subestimado pelo condomínio. É algo a que os síndicos deveriam se atentar”, explica o síndico profissional Luiz Machado.

4 ) PROJETE OS ÍNDICES PARA O PRÓXIMO ANO

Para a grande maioria dos contratos, o índice de correção utilizado será o IGPM. Também em se tratando dos contratos, para elaborar uma boa previsão orçamentária, é importante que se leve em conta quando é seu vencimento.

“Se o contrato só será atualizado em julho, não se deve projetar o IGPM para os seis meses anteriores do mês, apenas para os seus últimos”, ensina Wellington Holanda, responsável técnico da MBM Apoio Administrativo.

Já para os salários dos funcionários, geralmente esse reajuste é algo acordado entre os sindicatos, e a definição de quando isso acontece varia de acordo com a região.

“É importante acompanhar o que os sindicatos estão pedindo, mas em geral não é algo que supere muito a inflação”, ensina Carlos Berzotti, diretor da administradora Condovel.

5 ) LEVE EM CONTA A INADIMPLÊNCIA

Calculadora

É impossível haver uma boa previsão orçamentária sem considerar um dos maiores problemas das finanças dos condomínios brasileiros: a inadimplência.

“Esse é um problema que deve ser tratado no dia-a-dia, não podemos esperar chegar no final do ano para pensar como essa questão será abordada”, ensina João Ferraz, da Apsa.

Para a especialista Rosely Schwartz, o ideal também é cuidar da inadimplência ao longo do ano.

“O síndico deve acompanhar de perto a inadimplência, evitando que a mesma cresça, o que pode, por sua vez, impactar na previsão orçamentária, fazendo necessários ajustes que não serão muito bem recebidos por quem está com a sua cota em dia”.

6 ) SEPARE BEM O QUE É BENFEITORIA DO QUE É MANUTENÇÃO

“Infelizmente muitos condôminos não entendem o motivo de não podermos usar um fundo de reserva para cobrir um gasto com um cano furado, ou o que os inadimplentes estão deixando de pagar”, exemplifica Wellington Holanda.

Porém, é muito importante que na previsão orçamentária estejam discriminados apenas os gastos ordinários – uma vez que não são necessariamente as mesmas pessoas que contribuem com os dois fundos.

“Despesas relacionadas à benfeitorias são de responsabilidade do dono da unidade, ao passo que uma manutenção devida a desgaste é responsabilidade do morador. Observar essa diferença evita muitos problemas”, ensina Rosely Schwartz.

Outro ponto em que a administradora deve ajudar é antever quais benfeitorias o condomínio necessitará no próximo ano, de forma a se provisionar um fundo de reserva, ou de obras, para tanto.

Seja uma pintura de fachada, uma reforma na academia de ginástica: qualquer melhoria que impacte diretamente no patrimônio do condomínio também deve ser discutida nesse momento.

7 ) UMA “GORDURA” É IMPORTANTE

Quando se faz uma boa previsão, o ideal não é fazê-la nem muito folgada e nem muito apertada.

As contas devem fechar todos os meses – porém não deixar um “respiro” pode não ser uma boa ideia.

Seja um mês onde há muito atraso para pagamento, ou um vazamento inesperado que gerou um gasto considerável, é adequado que haja uma folga nas contas.

O citado pelos especialistas ouvidos pelo SíndicoNet é variar entre 4% e 5%.

“Dessa forma o síndico e a administradora conseguem trabalhar mais tranquilos”, explica Ferraz, da Apsa.

8 ) APRESENTANDO A PREVISÃO EM ASSEMBLEIA

É importante que o síndico esteja bem familiarizado com o material que irá apresentar. Dessa forma, ele se sente mais seguro e evita ceder a pressões  para cortar itens que ele sabe que são necessários.

“Eu acho uma boa ideia os moradores sempre receberem a previsão antes da assembleia. Assim, eles conseguem entender melhor o material e já chegam informados na assembleia”, sugere a síndica profissional Taula Armentano.

Também é importante que esse seja um momento para os presentes entenderem como o dinheiro deles será usado no condomínio no próximo ano.

Por isso, para essa assembleia, o síndico pode contar com o apoio de um funcionário da administradora, que irá ajudá-lo a dirimir as dúvidas dos presentes.

9 ) E SE A PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA NÃO SE MOSTRAR SUFICIENTE NO DECORRER DO EXERCÍCIO?

Um cenário que pode acontecer, infelizmente, é a previsão dos gastos não fazer frente à realidade do condomínio.

Nesse caso, é importante que se chame uma assembleia para rever o valor da cota – e também explicar os motivos pelos quais o previsto não está sendo o suficiente para cobrir as necessidades mensais do condomínio.

“A previsão é algo que deve acompanhada mês a mês. Não pode ser uma surpresa para o síndico quando as contas estiverem no quarto mês no vermelho”, explica Rosely Sxhwartz.

Para a síndica profissional Taula Armentano é fundamental entender exatamente o quê não está dando certo na previsão.

“Ao separar as contas por grupos, fica mais simples de enxergar onde a previsão não está sendo suficiente. Dependendo do que for, é importante tentar renegociar com o fornecedor, caso seja, por exemplo, com a terceirizadora ou com empresas de manutenção”, ensina.

Caso sejam gastos de água e luz os ‘vilões’ das contas, o indicado é apostar em campanhas de conscientização tanto para moradores como para funcionários.

10) O QUE FAZER CASO A PREVISÃO NÃO SEJA APROVADA EM ASSEMBLEIA?

É algo difícil, mas pode acontecer.

“Muitos moradores reclamam que o salário não é reajustado anualmente, e que o condomínio também não deveria ser. Porém, fica difícil manter diversos padrões de qualidade, os contratos, com o mesmo preço ano após ano”, assinala João Ferraz.

Mesmo sendo raro, é importante oferecer uma alternativa para a comunidade em questão.

“Nesse caso, minha sugestão é formar uma comissão de finanças dos próprios moradores e dali a 60 dias apresentar uma nova previsão”, aponta Taula.

Ela também sugere que ao mostrar a a previsão, sejam apresentados três cenários diferentes para os moradores – o que os ajudaria a entender as flutuações às quais o condomínio está submetido.

Em um cenário extremo, em que nem assim a previsão seja aprovada, o síndico pode considerar deixar o cargo à disposição.

“Com um corte muito grande nas contas, vai ficar muito difícil fazer um bom trabalho, e com certeza o síndico será cobrado por essas lacunas”, observa o síndico profissional Nilton Savieto.

11) ERROS COMUNS AO FAZER A PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA

Saiba como evitar aqueles tropeços mais corriqueiros ao elaborar essa projeção de gastos:

  • Fazer uma previsão super enxuta, sem nenhuma margem para gastos inesperados – eles vão acontecer durante o ano, e é melhor estar preparado para isso;
  • Cair na tentação e pressão exercida por outros condôminos para evitar, ao máximo, aumentar a taxa condominial, mesmo que isso não reflita a realidade da previsão orçamentária ;
  • Não levar em conta a inadimplência do condomínio;
  • Não comparar o histórico mês a mês dos grupos de gastos do condomínio;
  • Cair na tentação de usar o Fundo de Reserva quando as contas do mês não fecharem sozinhas;
  • Não chamar uma assembleia quando perceber que a taxa ordinária precisará ser reajustada ao longo do ano.
Fonte: SíndicoNet

Vai alugar um imóvel? Veja a lista de documentos necessários

Fique atento ao contrato, que garante direitos caso questão vá parar na Justiça

Um contrato detalhado entre locador e locatário é o primeiro passo para o aluguel de um imóvel. O documento deve incluir um termo de vistoria com todas as características e condições do imóvel descritas.

Veja a lista de outros documentos:

Locatário pessoa física

  • Precisa ter mais de 18 anos;
  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de rendimento igual ou superior a três vezes o valor do aluguel;
  • Caso seja um casal, é necessária a documentação de ambos.

Locatário pessoa jurídica (empresa)

  • Cópia autenticada do contrato social com a última alteração ou consolidação;
  • Cópia do CNPJ e inscrição estadual (se houver);
  • RG e CPF do representante;
  • Comprovante de residência do representante;
  • Informe de rendimentos da empresa

(Foto: Shutterstock)

Locador

  • RG e CPF;
  • No caso de ser pessoa jurídica, contrato social, CNPJ e designação de poderes de seus representantes legais;
  • Comprovante de propriedade ou domínio do imóvel.
Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Saiba o que significa condomínio edilício

São considerados condomínio edilício, aqueles em que cada condômino é proprietário exclusivo de seu apartamento

A expressão condomínio edilício pode ser comum para quem trabalha diariamente com a gestão condominial. Mas para quem não está tão próximo dessa área e mercado, é um termo que causa bastantes dúvidas. E se você se encaixa nesse segundo grupo, acompanhe nosso conteúdo!


Foto: Divulgação / DINO

Antes de qualquer coisa, é preciso entender o que significa condomínio. Para o dicionário é posse ou o direito simultâneo, por duas ou mais pessoas, sobre um mesmo objeto; copropriedade, compropriedade.

Em outras palavras, significa literalmente codomínio. É o domínio compartilhado de algo, objeto, móvel ou imóvel. Para a lei, mais especificamente o Código Civil, condomínio significa posse ou direito exercido por duas ou mais pessoas sobre o mesmo item.

O termo condomínio edilício surgiu após a popularização do condomínio nas cidades, sejam eles horizontais, verticais, comerciais ou residenciais. E hoje, é considerado condomínio edilício um espaço que une ambientes privados e de uso conjunto. Em outras palavras: cada proprietário é dono da sua parte individual, mas também é dono de uma fração das áreas em comum.

Mas cuidado! Apesar de parecer, nem todo o condomínio é edilício. São considerados condomínio edilício, aqueles em que cada condômino é proprietário exclusivo de seu apartamento e também tem direito a acessar a portaria, elevadores, salão de festas, piscina – as áreas em comum. Se uma área residencial utilizasse a legislação de um condomínio geral, todos os apartamentos e todas as partes em comum pertenceriam a todos os condôminos.

Além disso, o condomínio edilício não pode ser vendido ou extinto, mesmo que todos os condôminos estejam de acordo com a decisão.

Os condomínios que não são condomínios edilício, são chamados de condomínio geral. Estes são aqueles que todos os condôminos são donos de tudo, sem exclusividade, podem utilizar ou modificar qualquer parte do local.

Por fim, é importante ressaltar as obrigações de um condomínio edilício para a lei:

É obrigatório ter documentos de instituição, convenção e regulamento interno;
A Lei n. 4.591/64 (arts. 1º e 2º) exige que todas as propriedades sejam identificadas de alguma forma, seja com números ou letras;
O proprietário de cada unidade pode cedê-la ou alugá-la, sem que necessite de autorização dos outros condôminos (art. 4º da Lei n. 4.591-64);
Conforme o art. 1.335 do Código Civil, os condôminos têm direito de usar as áreas comuns de acordo com a sua função, desde que não exclua a utilização de outros moradores;
Proprietários também têm direito a participar e votar em reuniões de assembleia, desde que estejam quites com o condomínio.

Website: http://www.townsq.com.br

Fonte: https://www.terra.com.br/

Medição individualizada em condomínio: como fazer?

Especialista explica como deve ser a assembleia para individualização

 

Especialista explica como deve ser a assembleia para individualização

 

Contas que são rateadas pelo número de unidades podem gerar desconforto, principalmente para quem mora sozinho.

Para haver um ambiente mais justo, muitos condomínios optam pela medição individualizada de água, luz e gás quando isso é possível.

Mas são precisos alguns cuidados ao se decidir por essas individualizações. E são essas informações que o especialista Rodrigo Karpat passa no vídeo dessa semana. Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Confira dica de cores para usar nas paredes da sua casa

Está afim de reformar a casa, mas ainda não sabe que cor colocar nas paredes? Confira algumas opções cheias de personalidade para apostar!

Às vezes as reformas em casa se fazem necessárias para dar uma nova cara ao ambiente, renovar as energias e até mesmo trazer mais cor para algum cômodo que anda sem vida, ou que você acabou enjoando ao longo do tempo.

Porém, nem sempre é necessária uma mudança radical que envolva a troca de móveis e todos os acessórios de decoração que você tem. É possível garantir um novo espaço apenas mudando a cor das paredes de casa! Selecionamos 6 cores que vão agradar a todo o tipo de gosto, para testar agora mesmo. Confira:

Para os mais antenados as cores do ano eleitas pela Coral, Suvinil e Pantone são ótimas opções para renovar a pintura em 2018. Os amantes de tons mais neutros e calmos vão gostar da terrosa Adorno Rupestre, que é a aposta da Coral para este ano.

O tom mais queimado de rosa é inspirado na natureza e traz tranquilidade para o ambiente. Sua versatilidade permite um número infinito de combinações e pode ser utilizada em qualquer cômodo sem pesar ou carregar a estética do espaço.

A Suvinil investiu em uma cor com muito apelo à natureza chamada Terra Roxa. Trata-se de um tom de laranja queimado que lembra chão de terra seca e que se assemelha também a cor dos tijolos alaranjados.

Combina com fachadas externas, salas e cozinhas amplas com móveis neutros, claros ou escuros. O tom quente traz inspiração e sensação de acolhimento.


Já para quem gosta de cores vibrantes e com bastante personalidade, a Pantone elegeu o Ultra Violeta como cor de 2018 e já temos uma porção de referências de como utilizar a cor nas paredes da sua casa.

O tom de roxo transmite criatividade, energia e mistério. Além disso, combina com salas e quartos mais amplos, que possuam móveis e roupas de cama neutras em tons crus, como bege e branco.


Outras marcas como Eucatex, Lukscolor e Sherwin-Williams também apostaram em suas cores para este ano. Para elas, os tons frios serão predominantes e existem opções para todos os gostos também!

A Eucatex se inspirou na liberdade e na esperança para eleger o Verde Eucalipto a sua cor do ano. Seguindo a tendência de tons terrosos e com apelo mais “natural”, o verde escuro é sofisticado e discreto para usar principalmente em ambientes amplos e bem iluminados, como salas e áreas externas.


Já para os amantes de tons claros e suaves, a aposta da Lukscolor é o Azul acinzentado Reflection. Com um fundo arroxeado, o tom tem um toque “pastel” que fica perfeito para quartos, cozinhas ou ambientes pequenos com menor iluminação.

Traz tranquilidade e leveza ao cômodo, combinando com móveis neutros ou coloridos em tons complementares ao azul/roxo.


Já a Sherwin Williams preferiu um tom de azul mais vibrante, com fundo esverdeado. O resultado dessa escolha é o turquesa Melodia do Mar.

A cor traz serenidade, concentração e relaxamento, combina com móveis em tons caramelo e acessórios com textura de palha e madeira clara. Dá para usar em cômodos variados, desde salas de estar até as áreas externas.

Agora que você conhece todas as cores selecionadas pelas principais marcas do mercado em 2018 é a sua vez de escolher e brincar com a criatividade!

Fonte: http://www.imovelweb.com.br

Qualidade de vida em prédios comerciais: inovação a favor do bem-estar

Deixando o mundo coorporativo um pouco de lado, empresas focam na qualidade de vida e no convívio mais próximo de seus funcionários.

Se você mora em uma das grandes cidades do país, com certeza enfrenta trânsitos e congestionamentos no trajeto de casa para o escritório e do escritório para casa, certo?

Essa rotina vivida por diversos brasileiros é algo que vem gerando problemas. Segundo levantamento do SPC, realizado no início desse ano, já são cerca de 2h20 diárias desperdiçadas apenas no deslocamento diário.

Com isso, buscando melhorar cada vez mais a estadia de seus colaboradores no ambiente de trabalho, algumas empresas vêm pensando em como diminuir os impactos dessas adversidades no dia a dia.

As saídas são as mais diversas: encontrar lugares com maior diversidade de transporte; procurar por espaços localizados em regiões que sejam de fácil acesso; estar em regiões que tenham opções de lazer por perto, com um espaço completo ao redor; entre outros.

Porém, todas elas envolvem a escolha do empreendimento perfeito.

Foi assim que Fabio Vasconcelos, CEO da Fav Propaganda, mudou a localização de sua agência da Av. Engenheiro Luiz Carlos Berrini, zona sul de São Paulo, um dos mais concorridos centros comerciais de São Paulo, para o Vista Verde Offices, na Vila Leopoldina.

Em busca de um espaço com custos mais baixos, o publicitário trouxe seu escritório para o empreendimento localizado na zona oeste da capital paulista. Porém, se surpreendeu não só com o custo beneficio do local, mas também com o conjunto de oportunidades e serviços que o local oferece.

“O Vista Verde é gostoso de estar e de viver” afirma Vasconcelos, confirmando que a opção, tornou-se escolha. “A gente (da FAV) quis ficar aqui no Vista Verde”, completou.

Os motivos? Ele e outros condôminos do empreendimento explicam: além de contar com espaço diferenciado, divididos entre blocos de prédios e vilas, que lembram ruas europeias, o espaço ainda conta com um Mall a poucos passos dos escritórios.

São várias opções que facilitam o dia a dia dos funcionários das diversas empresas ali presentes: restaurantes, cafeteria e, em poucos meses, a construtora São José, idealizadora do empreendimento, promete ainda a instalação de uma farmácia e uma agência bancária.

O ambiente amplo, repleto de verde e em frente a um dos maiores parques da cidade de São Paulo (Parque Villa Lobos), é um facilitador não apenas para as tarefas diárias, mas também para a relação interpessoal.

É o que afirma Edu Bezerra, impulsionador e criador da Conexão de Pontos, que conta com um espaço de atuação dentro da Vila de Negócios (Coworking que ocupa uma das vilas do Vista Verde Offices).

Com o intuito de reaproximar as pessoas por meio da tecnologia, Edu trabalha para suprir a necessidade de conectá-las e afirma que desde que conheceu o Vista Verde, percebeu que a disposição do espaço era perfeita para seu negócio de networking.

“Como tem o Mall aqui na frente, a gente consegue fazer café e happy hour. Aqui dentro tem as duas salas de reuniões que são on demand, além do auditório”, pontua Bezerra ao elencar as vantagens do lugar.

Outro que utiliza o espaço no empreendimento é Alexandre Carneiro, sócio da 1item, empresa de instalação de escritórios e fornecimento de mobiliário corporativo, que mudou sua sede de Alphaville para o Vista Verde, com foco nas novas tendências de escritórios com os quais vem trabalhando que, assim como a ideia do empreendimento, privilegia o bem-estar no ambiente de trabalho.

“Saímos daquele escritório tradicional para um novo conceito de espaço de trabalho”, afirmou Alexandre. Um ponto que ele reforça é que a escolha do Vista Verde teve influência também por sua localização. “Nós estávamos mais distantes do centro e o bom desse condomínio é que ele fica na união das marginais (Tietê e Pinheiros), o que facilita o acesso de nossos clientes, independente da região da cidade da qual se deslocam”.

Ao receber colaboradores, fornecedores e prestadores de serviços, Carneiro ainda pontua que a proximidade da estação de trem e até mesmo a ciclovia em frente ao condomínio são facilitadores. O Vista Verde conta com um bicicletário e um vestiário especialmente para seus condôminos.

* Excelência no projeto, na execução e na entrega. Foi assim que a Construtora São José, em seus 30 anos de história, redefiniu o conceito de alto padrão. Hoje, os produtos São José são referência em qualidade, inovação e elegância, superando expectativas dos mais exigentes clientes e investidores.

Fonte: https://www.imovelweb.com.br/

Como evitar o mosquito da dengue nos condomínios

Proximidade da estação mais quente do ano deve ligar o alerta nos condôminos sobre a dengue

Com a proximidade do verão, surge uma preocupação a mais para os condôminos: o mosquito Aedes aegypti. Este pequeno inseto é o transmissor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya, além de ser o responsável, como aponta pesquisa desenvolvida na Fio Cruz, no Rio de Janeiro, da microcefalia em bebês.

E os condomínios são locais muito convidativos para a proliferação do mosquito. Primeiro que esses locais possuem um fluxo alto de pessoas. E, segundo, locais como lajes, calhas e fosso do elevador são os lugares mais propícios para a proliferação do inseto. Segundo dados da Fundação Nacional da Saúde (Funasa), 90% dos focos da dengue são encontrados dentro de residências (casas e prédios).

Por isso, a ação de todos (funcionários e condôminos) no combate ao mosquito Aedes é essencial nesta estação do ano.

Como evitar o mosquito da dengue nos condomínios

Conheça mais e veja algumas dicas para deixar o seu condomínio livre do Aedes aegypti

Eles se reproduzem facilmente

Todos nós sabemos que o mosquito gosta de água limpa. Porém, nos últimos anos, já foram encontrados diversos focos contendo o inseto em água suja e parada. Apenas uma tampa de garrafa pet com água já é o suficiente para se tornar um criadouro do mosquito. Então, para combater a dengue, o mais importante é acabar com qualquer reservatório de água parada.

Como fazer a prevenção em áreas comuns do condomínio

– Colocar telas de nylon em ralos;

– Informes nos elevadores e quadro de avisos;

– Verificar semanalmente a existência de acúmulos de água no fosso do elevador;

– Manter as calhas limpas e sem pontos de acúmulo de água;

– Manter o tratamento adequado das piscinas com cloro;

– Evitar o acúmulo de água em lajes e marquises;

– Manter a caixa d’água vedada e fazer a limpeza periodicamente;

– Evitar acúmulo de entulhos de obras;

– Ficar atento ao lixo reciclável;

Como fazer a prevenção dentro do apartamento

– Preencha com areia ou terra os pratinhos de vasos das plantas.

– Jogue no lixo, envolto em saco plástico, qualquer objeto que posso armazenar água.

– Fique de olho na lavanderia. Este espaço pode acumular bastante água.

Por fim, conscientize os demais condôminos da importância de manter o condomínio livre de focos da dengue. Oriente os funcionários a observar cada canto das áreas comuns e sensibilize a todos, pois pouco adianta a ação isolada de um morador quando o assunto demanda atividade coletiva.

Fonte: Guilherme de Paula Pires com informações da assessoria | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Retrofit gera economia para as construtoras e valoriza ainda mais o imóvel

Técnica renova a infraestrutura e a estética de unidades antigas

José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas

É possível fazer intervenção para revitalizar a rede hidráulica, por exemplo, sem muita quebradeira - Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press - 17/7/09

É possível fazer intervenção para revitalizar a rede hidráulica, por exemplo, sem muita quebradeira

Com o passar do tempo, prédios antigos vão perdendo funcionalidades e precisam ser adaptados para atender às exigências técnicas e de normatização, que evoluem com as diretrizes recentes. Visando proporcionar a revitalização de edifícios e preservá-los com as necessidades e parâmetros atuais, o retrofit foi desenvolvido e passou a ser aplicado em construções que precisam dessas adequações. A diferença do retrofit para uma reforma comum é que, na primeira, toda a infraestrutura do prédio passa por reformulações, enquanto que na segunda, normalmente, são intervenções isoladas.

No geral, a nova técnica é um processo de revitalização de edifícios com adequações de instalações diversas para novos usos, cumprindo essencialmente as exigências legais e funcionais contemporâneas. “O objetivo principal é manter e recuperar o que é bom na construção, adequar às exigências atuais e possibilitar maior vida útil”, ressalta Alexandre Nagasawa, arquiteto e diretor da Bloc Arquitetura.

Existem diversos tipos e níveis de retrofit voltados para focos distintos, como a compatibilização com as leis atuais, adequação às normas dos bombeiros e às normas de desempenho, economias sustentáveis, restauro e patrimônio histórico, atualização de equipamentos e sistemas das edificações. “É feita avaliação da construção a fim de diagnosticar a vida útil das instalações, condições de estrutura e vedações, patologias e aferir possíveis passivos legais e construtivos”, pontua.

De acordo com Alexandre Nagasawa, depois de cuidadosa análise, se estabelece um plano diretor, contemplando diversas fases de desenvolvimento, do projeto à obra, o uso e o cotidiano do edifício, pois, muitas vezes, ele está em funcionamento quando sofre tal tipo de intervenção. “Os projetos devem ser compatibilizados, a fim de se evitarem intervenções indevidas e preservar ao máximo a edificação e seus pontos fortes, tornando o edifício apto a receber novos usos, melhorando sua vida útil e gerando economia com otimizações de sistemas e instalações”, explica.

O arquiteto destaca que são levantadas peculiaridades, como tombamento cultural e histórico, com a finalidade de direcionar os estudos para uma intervenção respeitosa e, acima de tudo, que valorize o patrimônio. Processos que envolvem bens tombados devem contemplar também um projeto de restauro, com o levantamento de um dossiê que traz todo o histórico da edificação. “Em projetos urbanos, adotam-se soluções globais com diretrizes de ocupação ou reocupação, transformando áreas por meio de infraestrutura reformada ou nova”, conta.

Retrofitar um prédio antigo pode garantir melhoria de funcionalidades, além de agregar viabilidade econômica e financeira para o imóvel. Além de modernizar e aumentar a vida útil do edifício, a técnica pode gerar até 50% de economia na obra. “Estrutura, vedações, fundações, contenções e drenagem são alguns dos itens de um edifício antigo com os quais o empreendedor não terá que arcar com tempo e dinheiro para a construção. Prédios antigos e abandonados, normalmente, são arrematados por preços do metro quadrado bem mais em conta do que o de mercado. Embutindo o custo do retrofit, ainda assim se alcançam margens de economia de 20% a 50%, dependendo do caso”, explica.

DESAFIOS 

Para isso, é preciso buscar empresas que saibam lidar com bens antigos e seus processos de restauro, recuperação e reforma para adequação aos usos contemporâneos. “O correto levantamento e diagnóstico da construção é, sem sombra de dúvidas, um dos maiores desafios. Por se tratar de uma intervenção sobre uma construção antiga, existem sempre surpresas, algumas que podem custar muito caro ao empreendimento. Assim, se faz necessário diagnóstico preciso do estado de conservação da edificação e suas limitações com relação à adaptação”, pontua Nagasawa.

O arquiteto diz que se investe pouco em projeto e muito tempo de obra, retrabalho e desperdício e há um problema na hora de conciliar o retrofit com o uso concomitante do prédio ou área urbana a ser retrofitada. “Toda reforma causa dor de cabeça aos moradores, usuários dos prédios ou área urbana. Não seria diferente no retrofit, quando ele ocorre com o prédio ou área ocupada e em funcionamento.”

IMPACTO 

Os arquitetos, de forma geral, são educados a sempre pensar em novas edificações, grande áreas urbanizadas, novas cidades, e pouco são conduzidos a uma reflexão sobre o já existente e suas possibilidades de adaptação. O retrofit surge aí, como ruptura ao pensamento corrente na arquitetura, de só focar no novo. “O retrofit se reforça como uma luz no fim do túnel para o mercado imobiliário nos grandes centros, onde há abundância de prédios com grandes áreas, mas um certo esvaziamento e subutilização de sua farta infraestrutura”, finaliza

Veja alguns benefícios 

» Economia pelo custo da área construída: dependendo do caso, a edificação tem boa área construída, que é inteiramente aproveitada. As estruturas, fundações, contenções, vedações, vários itens construtivos pesados e de custo elevado já estão construídos. E, normalmente, arrematam-se prédios antigos com um valor do metro quadrado bem abaixo do mercado.

» Ganho de escala sobre o valor do terreno: em áreas hipercentrais, onde é raro encontrar terrenos para novas construções, encontram-se edifícios normalmente maiores do que a legislação atual permite construir. Assim, o lote acaba saindo barato, pois, hoje, seria impossível atingir a mesma área como décadas atrás, quando os parâmetros de ocupação permitiam maior adensamento. O custo do terreno acaba ficando enormemente diluído na grande área construída vendável.

» Economia de água e energia por meio da atualização de equipamentos e sistemas: alguns condomínios antigos têm elevadores lentos e ineficientes, sistemas elétricos arcaicos e perigosos, inviabilidade de instalações de telecomunicação, internet, medição individualizada de água e luz e aquecimento solar, entre outros itens que poderiam melhorar o desempenho do prédio. O retrofit pode ser utilizado para atualizar todos esses sistemas, trazendo economia na ordem de 40% e sustentabilidade na sua operação.

» Manutenção da memória e dos bens culturais: restaurar e manter bens históricos culturais é de imensa importância para qualquer sociedade. Por meio do retrofit podemos propor novos usos, que conjuguem o passado com o presente sem prejudicar aspectos estéticos de época e o valor simbólico dos bens.

» Localização estratégica: muitos edifícios das décadas de 1950/60/70 hoje se encontram em estado de abandono, com grande vacância e, normalmente, inseridos em áreas com gigantesca infraestrutura urbana, com infinitas facilidades de mobilidade (metrô, linhas de ônibus), proximidade a hospitais, escolas, faculdades, parques e vasta oferta de comércio de bens e serviços.

Fonte: Alexandre Nagazawa | https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Declaração de quitação de débitos

Declaração de quitação de débitos

Antes de comprar um imóvel é fundamental exigir do vendedor uma declaração atualizada. Caso contrário, existindo débito, a dívida passa automaticamente para o novo proprietário.

Mais que buscar referências sobre a localização do imóvel e avaliar o estado de conservação, o comprador de um apartamento ou sala comercial em condomínio deve ficar atento a outros detalhes importantes que podem prevenir incômodos futuros. E solicitar a prova de quitação de débitos, emitida normalmente pelo síndico, é um deles.

Conforme o artigo 1.345 do Código Civil, “o adquirente de unidade responde pelos débitos do alienante, em relação ao condomínio, inclusive multas e juros moratórios”. Desta forma, o futuro proprietário deve buscar informações junto à administração para saber se há alguma dívida. A declaração é a garantia de que a unidade não está com nenhuma pendência financeira, e para ter validade legal deve estar assinada pelo síndico, ou administradora responsável, e com firma reconhecida.

De acordo com o advogado Sandro Barreto, não existe nenhuma lei específica que obrigue o condomínio a emitir a declaração ao condômino, mas seria interessante que o síndico incorporasse o procedimento na sua rotina. “Se o condômino solicitar a prova de quitaçãoo síndico deve emitir até para ter maior transparência e organização dos dados contábeis”, avalia.

Cuidados com a declaração

• Antes de emitir a declaração, o síndico deve fazer uma consulta minuciosa do relatório no sistema para ter certeza que não existem débitos do condômino. A declaração só deve ser fornecida para quem não tem nenhum tipo de despesa com o condomínio

• Geralmente quem assina o documento é o síndico, mas as administradoras, empresas de contabilidade ou as que garantem os pagamentos da taxa de condomínio também podem emitir. O procedimento ideal seria o síndico assinar em conjunto com essas empresas

• Se o síndico não assinou o documento e o relatório apresentou pendências com débitos, quem emitiu passa a ser o responsável pela informação errada. Por isso é importante todos estarem conectados e assinarem em conjunto, até mesmo o departamento jurídico

• O síndico tem por obrigação saber de tudo que acontece no condomínio e ter o controle financeiro é uma delas. Por isso, o gestor deverá constantemente requerer informações caso não seja ele quem detém o sistema de controle na administração do condomínio.

Fonte: Advogado Sandro Barreto

SAIBA MAIS

Quitação anual de débitos: lei não vale para condomínios

Em vigor desde 2009, a Lei 12.007 ainda causa muitas dúvidas entre síndicos, administradoras e condôminos. Com o objetivo de regulamentar a prestação de contas e facilitar a vida dos pagadores, o texto prevê que pessoas jurídicas prestadoras de serviços públicos ou privados são obrigadas a emitir e a encaminhar ao consumidor declaração de quitação anual de débitos. Com isso, as pessoas não precisam mais guardar os comprovantes impressos ou digitalizados todo mês. Mas, segundo Barreto, os condomínios não se enquadram nesta lei. “Nesse caso, a obrigatoriedade recaí somente para pessoas jurídicas que tem relação de consumo, ou seja, que visa lucro. E a relação entre o condomínio e seus proprietários não se configura em nenhum momento prestação de serviço”, explica.

Fonte: http://condominiosc.com.br

Chuvas X Infiltrações

Quando reparar os danos causados durante a temporada de chuvas

Quando reparar os danos causados durante a temporada de chuvas

Não é exagero afirmar que, invariavelmente, as chuvas de verão geram problemas e dores de cabeça aos síndicos na grande maioria dos condomínios.

Para se ter uma ideia, dados e pesquisas realizadas pelo SíndicoNet apontam que 85% dos prédios apresentam problemas de infiltração, principalmente nessa época do ano.

Outro problema que o síndico enfrenta é que, mesmo com todo o transtorno causado por goteiras, infiltrações, manchas de umidade, alagamentos, etc., infelizmente, os devidos  reparos muitas vezes não devem ser feitos no período de chuvas. O ideal é aguardar um pouco.

Quando executar os reparos

Os especialistas apontam os meses de maio a setembro como os mais indicados para reparar o estrago. “Vale a pena esperar e fazer bem feito na época seca” sugere o professor de engenharia civil da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Luis Sérgio Coelho.

E para fazer bem feito é importante refletir sobre qual é a necessidade de cada edificação. Há prédios, por exemplo, que nunca sofreram com problemas de telhado, mas com o grande volume de uma tempestade, o dano aconteceu.

Casos de destelhamentos mais graves,  com água entrando nos apartamentos obrigou alguns a tomarem medidas circunstanciais. “Em alguns casos, tivemos que cobrir telhados com lonas de caminhão, para minimizar o ocorrido, e evitar que houvesse perda material dos moradores, como avariação de pisos e móveis”, explica Souza Filho.

O engenheiro civil Zeferino Velloso Neto da VIP, inspeções prediais, empresa especializada em perícias e inspeções nesta área,  também indica o uso de toldos improvisados. “Como a chuva castigou mais os apartamentos de cobertura,  ou a obra é feita com toldo ou se espera a estiagem”, afirma.

O professor do Instituto Mauá de Tecnologia Marcio Estefano de Oliveira, aponta para outros locais que, ao sofrerem algum tipo de dano, devem ser prontamente reparados.

“Muros de arrimo, sistema de esgotamento de água de subsolos e sistema elétrico, por exemplo, devem receber manutenção imediatamente após a ocorrência de danos para evitar riscos maiores aos usuários do prédio. Uma parede que tenha ficado muito encharcada com água, dependendo dos materiais aplicados, pode entrar em colapso. Neste caso, deve-se consultar um engenheiro”, sugere.

Outro problema recorrente apontado por Velloso Neto é a infiltração nas garagens. “Alguns prédios não têm sistema de drenagem adequado. Quando o lençol freático começa a ficar muito alto, não há vazão suficiente para essa água, que pode ficar em contato com o subsolo do prédio”.

Prevenção

Em outras circunstâncias, uma boa manutenção preventiva pode evitar dores de cabeça.  Prédios com telhados sujos e sem manutenção ficam mais propensos a  apresentar goteiras e infiltrações.

Vale ressaltar também a necessidade de se trocar as telhas quebradas ou trincadas. Com limpeza e troca periódica  -feita todos os anos no inverno- o condomínio economiza com os  reparos que teria de fazer no futuro.

Contratação

Antes de assinar o contrato com a empresa que oferecer o orçamento mais baixo, é importante verificar o que está sendo acordado. Por exemplo, quem será o responsável pela compra dos materiais e o prazo para a obra ser executada.

Também vale a pena acordar prazos por escrito no contrato. Assim, fica tudo claro para todas as partes.

O professor Luis Sérgio Coelho, da FEI, chama a atenção para um documento chamado ART, o chamado  ‘anotação de responsabilidade técnica’. “A empresa deve oferecer esse documento, que é uma garantia que o serviço será bem executado. É uma segurança maior do que contratar qualquer pessoa que, muitas vezes, não fará o serviço a contento”, ressalta.

A ser feito todos os anos

  • Limpeza do telhado, de  calhas e condutores
  • Substituição de telhas quebradas ou trincadas
  • Manutenção da bomba de água pluvial
  • Verificação do estado de mantas e impermeabilização
Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Prepare sua casa para o Halloween

Vela em formato de abóbora, teias de aranha artificiais e almofadas ajudam a tematizar o ambiente

A festa de Halloween, comemorada no dia 31 de outubro, caiu no gosto dos brasileiros, apesar de não fazer parte da cultura nacional. Também serve de inspiração para quem aprecia mudar a decoração do lar ou gosta de oferecer festas temáticas em casa.

 


Abóboras, caveirinhas e morcegos não podem faltar na decoração (Fotos: Banco de Imagens/Thinkstock)

 

Segundo a arquiteta Luciana Quadrado, há variedades de enfeites para esse tema. “Para dar um ar de casa abandonada, pode-se fazer montinhos de teia de aranha artificial no teto, por exemplo”.

Outra dica é usar as tradicionais abóboras – artificiais ou naturais – com recorte de boca e olhos e velas dentro para iluminar. Luciana ainda sugere utilizar adesivos em 3D para decorar as paredes. A arquiteta também recomenda enfeitar a mesa com uma toalha toda preta e um trilho de mesa laranja com desenhos de caveirinhas ou outras imagens que remetam ao tema.

 


Teia de aranha artificial dá um ar de ambiente abandonado

 

Os mesmos objetos vendidos em lojas de artigos para festas podem servir para decorar sua casa!

Ideias não faltam para decorar com esse tema. Na última festa de Halloween que produziu em sua casa, a editora de arte Andrea Guimarães abusou da imaginação. Usou bandeirolas de morcegos, fantasmas e abóboras no teto. “Também usei tecidos roxos com fios prateados para imitar teias de aranha para cobrir estantes e prateleiras”, lembra. Para dar um ar ainda mais tenebroso, Andrea providenciou teias de aranha artificiais em spray. “Dá um toque lindo”, sugere.Para quem gosta e sabe fazer origami, que é a arte de fazer dobraduras, uma boa opção é confeccionar morcegos de papel para enfeitar o ambiente. Mas também há os morcegos de borracha para quem não deseja ter esse trabalho. Outra opção de decoração é investir em almofadas com desenhos de caveira, bruxa ou de morcegos.

DECORAÇÃO E JARDINAGEM

Todos os anos, a professora de inglês e coordernadora da escola de idomas Língua Viva de São Paulo, Samantha Gomes, providencia uma decoração especial para a data nas dependências da escola. De acordo com ela, tudo que é utilizado para enfeitar as salas de aula pode ser aplicado em casa também. “Usamos abóboras verdadeiras e de plástico que cavamos e esculpimos no dia da festa”, conta.

“Fizemos também um espantalho para afugentar os espíritos que vagam na terra nesse dia”, conta. O espantalho foi construído com cabos de vassoura, tule, uma chapéu de bruxa e aquele tecido que parece saco”, conta Samantha. Para quem mora em casa, o espantalho seria uma boa ideia para decorar o quintal.

 

 


Exemplo de decoração charmosa para o Dia das Bruxas

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Condomínio não é responsável por crimes

Segurança é obrigação do Estado e condomínio só é responsável se o crime foi facilitado de propósito ou por negligência

Com a onda de crimes cada vez mais ousados, tornou-se comum ver notícias de práticas criminosas em condomínios e edifícios.

No entanto, de acordo com Rodrigo Karpat, advogado especializado em direito condominial e questões imobiliárias, a administração do condomínio em si não pode ser responsabilizada por crimes desse tipo, a não ser que seja comprovada a intenção de um funcionário em colaborar com a prática ou até mesmo algum ato de negligência que favoreceu o crime.

Foto: Arquivo / O Liberal

Condomínios não são responsáveis por crimes ocorridos em seu interior

“A responsabilidade da segurança é do Poder Público. O condomínio só vai ser responsável se de alguma forma ele concorreu com esse ato delituoso, por exemplo, se houve uma facilitação do porteiro na entrada do meliante, se o portão foi aberto de forma inadvertida, ou se de alguma forma o condomínio chamou para si a responsabilidade da segurança. Quando ele faz isso? Quando a convenção o obriga a cuidar da segurança, o que é muitas vezes incomum, ou quando ele oferece sistemas de vigilância, não câmeras de segurança, mas por exemplo a contratação de vigilantes armados, aí o Judiciário tem entendido que ele assumiu para si a responsabilidade de fazer guarda daquelas áreas”, explicou.

O advogado completa a explicação lembrando que a função de equipes de segurança desarmadas, formadas por zeladores e porteiros, por exemplo, não é confrontar e prender criminosos, mas sim vigiar o ambiente para situações envolvendo problemas internos. No caso de crimes, os mesmos podem, se possível, acionar as autoridades responsáveis pela segurança pública, que têm a responsabilidade de combater o crime em qualquer lugar.

“É importante que fique bem claro qual é a função deles (zeladores e porteiros), que é controlar acesso, controlar situações inerentes ao convívio e, logicamente, de certa forma, vigiar o perímetro, mas não a vigilância e proteção patrimonial substituindo o Estado”, esclareceu Karpat.

Fonte: http://liberal.com.br

Seguro condomínio é coisa séria: Veja algumas dicas

Obrigatória por lei, a contratação do seguro condomínio é um item indispensável para a gestão do síndico. Saiba mais sobre o tema com Davi Nunes Fiel, da Mitra Seguros.

Seguro condomínio é coisa séria: Veja algumas dicas

A contratação do seguro condomínio é algo obrigatório para todos os condomínios, de acordo a Lei 4.591/64, em até 120 dias contados da data da concessão do “habite-se”. Caso o condomínio venha a descumprir tal regra, estará sujeito à multa pelo órgão competente da cidade.

E como o síndico é o responsável legal pelo empreendimento, caso deixe de contratar o seguro e algum sinistro venha a ocorrer, ele será o responsável direto pelas perdas e danos ocorridos no condomínio podendo, até mesmo, ser processado por outros moradores que se sentirem afetados.

E para explicar melhor esse assunto, veja abaixo algumas dicas e uma entrevista exclusiva com Davi Nunes Fiel, Diretor Comercial da empresa Mitra Seguros.

1 – Não é preciso convocar uma assembleia para contratar o seguro condomínio. Como o seguro condomínio é obrigatório por lei, de acordo com o Decreto 73/1966, a Lei 4.591/64 e o novo Código Civil, a assembleia servirá somente para decidir sobre a empresa escolhida, o custo e a natureza das coberturas.

2 – O seguro deve cobrir as unidades autônomas e as partes comuns. Dessa forma, todos os danos ocorridos à estrutura do prédio causado por raios, explosão e incêndio, no que se refere às áreas comuns, ou relativos a bens do condomínio como portaria, salão de festas, piscina, equipamentos e elevadores devem estar assegurados. Cabe frisar que em condomínios horizontais, onde a construção de cada casa fica por conta do morador, comprando apenas a cota do terreno, somente as áreas comuns ficam asseguradas.

3 – Existem duas modalidades de seguro: a básica simples e a básica ampla. Na cobertura básica simples, o condomínio fica segurado contra perdas e danos materiais causados por incêndio, queda de raio e explosão de qualquer natureza. Já na básica ampla, além dos itens que configuram a básica simples, o condomínio fica protegido nas causa de danos elétricos, desmoronamento, acidente de veículos, vendaval, granizos roubo de bens do condomínio e outros opcionais. Vale lembrar que esses itens são opcionais na cobertura simples, mas garantidos pela cobertura ampla.

4 – Dê preferência para a cobertura ampla. Quando os valores do seguro condomínio são divididos no rateio, o preço pago por unidade é quase imperceptível. Por isso, estar segurado contra qualquer tipo de sinistro faz todo o sentido.

5 – O seguro condomínio não cobre eventuais acidentes que ocorram dentro do imóvel. Nesse caso, o condômino deverá buscar o seu próprio seguro residencial.

Veja mais informações sobre seguro condomínio nesta entrevista com Davi Nunes Fiel, diretor comercial da Mitra Seguros.

Viva – O morador pode solicitar a verificação do conteúdo da apólice de seguros junto ao síndico?

Davi Nunes – A qualquer momento o condômino pode solicitar a apólice de seguros e verificar todas as coberturas contratadas, vigência, assistências, contatos e outras informações.

Viva – Contratar um bom seguro condomínio ajuda na redução dos custos condominiais?

Davi Nunes – Contratar um seguro condomínio também é um modo de reduzir os custos do condomínio. Isso porque ele cobre eventos que podem causar danos ao edifício e aos condôminos. O custo para repará-los pode ser excessivo e comprometer as finanças do condomínio. Com um contrato com uma seguradora, a apólice cobrirá as despesas até seu limite.

Viva – Quais são as principais coberturas adicionais ofertadas pelas seguradoras?

Davi Nunes – Síndico: Roubo ou furto qualificado dos bens do condomínio; roubo de valores; incêndio, explosão, queda de aeronaves, fumaça – condôminos: roubo ou furto qualificado; pagamento de aluguel; alagamento e inundação; danos elétricos e curto circuito; desmoronamento e tremor de terra; quebra de vidros, anúncios /letreiros, espelhos e mármores; tumultos, greves, “lock-out”; vazamento de chuveiros automáticos (sprinklers); vazamento de tanques e tubulações; vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo, impacto de veículos; danos morais e empregador; guarda de veículos: incêndio e roubo, ou incêndio, roubo e colisão; portões e vida de funcionários.

Viva – A não contratação do seguro pode acarretar que tipos de constrangimento ao síndico?

Davi Nunes – O síndico pode ser processado pelos demais condôminos por perdas e danos. Para segurança do condomínio é necessário que os condôminos solicitem a apólice de seguro ao síndico, ou que se realize uma auditoria periódica para certificar-se que está tudo certo. Porém, erros e equívocos acontecem e nesses momentos os condôminos precisam entrar em consenso e juntos decidirem a penalidade do erro, podendo ser até uma ação judicial contra o responsável pela contratação do seguro.

Viva – Quem decide qual o tipo de cobertura o condomínio irá contratar?

Davi Nunes – O sindico é o responsável legal. Por este motivo, deve ser feito e orientado por um corretor especializado no ramo e devidamente habilitado.Existem coberturas básicas como incêndio, vendaval, responsabilidade civil etc. Mas, na maioria das vezes, o corretor irá orientar a contratação. Assim como sobre a contratação de coberturas específicas, que serão estudadas junto ao síndico para verificar a real necessidade do condomínio.

Viva – Qual a estimativa do valor do seguro condomínio em relação às despesas anuais do condomínio?

Davi Nunes – Depende muito da estrutura do condomínio e do tipo de cobertura. Mas é possível afirmar que apenas de 2 a 10% das despesas anuais seriam gastos com o seguro.

Viva – Quem é o responsável pela contratação do seguro?

Davi Nunes – O síndico é o responsável pela contratação e renovação, sob pena de multa caso não faça uma apólice para o condomínio. Se ocorrer um acidente e o condomínio não tiver o seguro, o síndico pode ser processado pelos condôminos por perdas e danos.

Viva – Quais os bens protegidos pelo seguro?

Davi Nunes – O seguro condomínio deve abranger todas as unidades autônomas privativas e as partes comuns. Estão cobertos os danos ocorridos à estrutura do prédio, causados por incêndio, queda de raio e explosão, abrangendo as áreas comuns e as unidades independentes, além dos bens de propriedade do condomínio, como itens de decoração da portaria, móveis no salão de festas, da piscina, equipamentos da sauna, extintores da garagem, interfones, antena coletiva, elevadores etc.

Viva – Qual o critério de indenização caso algum sinistro venha ocorrer no condomínio?

Davi Nunes – Para cada evento a documentação é diferente. Por este motivo, em caso de sinistro, o corretor deve ser acionado antes da execução dos reparos.

Viva – O que ficar de olho na hora de contratar uma seguradora?

Davi Nunes – Na hora da pesquisa o síndico deve ficar atento ao histórico da empresa, à qualidade dos corretores, comprometimento da empresa e aos benefícios adicionais que a seguradora oferece. Por exemplo, na Mitra oferecemos atendimento 24 horas com cobertura aos finais de semana e feriados. Afinal, não se sabe quando algo poderá acontecer.

Viva – Como contratar uma corretora de seguros? Que dicas você pode passar para quem nos lê agora?

Davi Nunes – É imprescindível contratar uma corretora que tenha pessoas qualificadas e especializadas no produto e que demonstrem segurança e conhecimento. O papel do corretor é o de auxiliar o síndico na contratação, renovação e em casos de assistências ou sinistros. Em todas essas situações, o atendimento deve ser sempre claro, atencioso e satisfatório para o cliente. Pesquise, avalie e peça indicações de corretores especializados no produto, pois ter um corretor de confiança alivia o trabalho do síndico e dos condôminos.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Agradecimento: Davi Fiel – Mitra Seguros

Pias modernas podem ser protagonistas na decoração

São muitas as possibilidades, como modelo, formato, material, textura e cor, mas é possível criar uma harmonia com o restante do ambiente

Na hora de planejar um projeto de decoração, todos os detalhes devem ser pensados, independente de qual ambiente receberá o toque especial. Porém, alguns detalhes ainda passam despercebidos. As pias, por exemplo, de uma forma geral são interpretadas como algo funcional na casa e dificilmente ganham um ar diferenciado. Porém, elas podem se tornar o destaque do banheiro, do lavabo ou da cozinha, a depender da escolha do modelo, formato, material, textura e cor. São muitas as possibilidades de ter uma pia mais moderna e diferenciada, saiba como escolher a ideal.

Uma pia mais moderna traz mais personalidade ao ambiente e interfere diretamente na forma como a casa é compreendida.  “Enquanto pessoas discretas vão optar por algo tradicional, pessoas mais chamativas vão fugir do óbvio e terão maior orgulho em apresentar as pias modernas aos amigos”, garante o arquiteto Artur Diniz. Porém, na hora de escolher o modelo ideal, é preciso ter cuidado para que ele não destoe da decoração. “É possível ousar nas peças, mas sem esquecer que elas devem manter o diálogo com o restante da casa. Se você preferir usar pias modernas em uma casa tradicional, não esqueça de encontrar elementos em comum, que proporcionem diálogo com o restante da casa”, sugere.

Reprodução/Pinterest
(Foto: Reprodução/Pinterest)

A pia pode se tornar a protagonista do espaço, principalmente em imóveis nos quais os ambientes estão integrados e cozinhas e áreas de serviço acabam mais expostas. Porém, elas também podem ser o destaque do banheiro ou do lavabo. “Em todas essas áreas é possível ousar e tirar partido de peças diferenciadas e modernas. No mercado existe uma variedade de produtos, com materiais, texturas, cores e formas diferentes que podem ser aplicados no projeto, tornando a pia o destaque do ambiente”, diz a arquiteta Carla Siqueira.  “Não existem regras, tudo fica bom quando está contextualizado e em harmonia com os materiais da bancada, torneiras, revestimentos, móveis, objetos de decoração, entre outros elementos. Utilizando a criatividade e boas combinações é possível inovar”, acrescenta.

Ambientes

As pias podem fazer a diferença nos ambientes. “Com a tendência de integração dos ambientes, podemos transformar as cozinhas ou varandas gourmet em ambientes modernos e atrativos, mas claro que os lavabos e banheiros não serão esquecidos, pois é importante manter a mesma sofisticação em todos os cômodos”, afirma Artur Diniz. Porém cada ambiente terá uma atenção diferenciada na hora de escolher a pia ideal.


(Foto: Shutterstock)

Na cozinha, por exemplo, além de beleza, outras questões como limpeza e praticidade também devem ser levadas em consideração. “É tendência a utilização de pias em grandes formatos, quando a área permite. As de vidro e de inox são muito utilizadas por conta da facilidade de limpeza do local, além de existirem várias opções no mercado que acompanham acessórios como escorredor, tábuas, cestos e porta sabonetes. As de Inox também podem ser encontradas nos acabamentos fosco, brilho e com variações de cores”, diz Carla Siqueira.

Os banheiros e lavabos também são áreas que permitem ousadia nas combinações. “As pias de madeiras e esculpidas, além materiais nobres, são exclusivas. Elas são desenvolvidas sob medida, com design diferenciado e direcionado para o perfil do usuário. Em resumo, é uma peça personalizada e moderna”, ressalta a arquiteta. Para a área de serviço, Artur Diniz reforça que é importante garantir a funcionalidade, beleza, além do diálogo com a cozinha, se os ambientes estiverem interligados.

Formas

Porém, se a ideia é ter um resultado ainda mais moderno, o arquiteto Artur Diniz aconselha deixar de lado as formas e os materiais mais tradicionais, como o mármore e o granito e apostar em peças mais modernas, diferenciadas e criativas. “Existe uma grande variedade de formas, cores e materiais que, quando bem escolhidos, dão a tônica moderna ao ambiente”, garante. “O formato da bancada e da cuba vai contribuir diretamente para transmitir um ar mais moderno. Quanto mais clean a forma, mais moderna a pia”, acrescenta.


(Foto: Shutterstock)

 Segundo o arquiteto, as pias mais acessíveis no mercado e que proporcionam uma linguagem moderna são as de apoio, de sobrepor, de semi-encaixe ou as cubas de piso, com formas retas, puras ou orgânicas. “Nem sempre precisamos apelar para formas exageradas para ter um bom resultado. Formatos retos e simples podem ser responsáveis por um discreto ar de modernidade”, conta.

“Uma bancada em inox, esculpida em pedra ou moldada em material sintético, com linhas retas e integrada à cuba, de aspecto visual sólido, vai resultar em um ambiente incrivelmente moderno”, acrescenta.


(Foto: Shutterstock)

Caso o orçamento esteja menos apertado, é possível investir um pouco mais para ter um resultado ainda mais diferenciado. “Caso você possa investir um pouco mais e queira realmente impressionar, poderá encontrar pias diferenciadas com formas orgânicas e criativas em louça, em materiais sintéticos, em vidro, em resina, em pedra esculpida e até em madeira com verniz, para uso em banheiros e lavabos”, detalha o arquiteto.

Detalhes

Independente do modelo que vá escolher para compor o espaço, a funcionalidade é quesito primordial para cada tipo de ambiente, seja no banheiro, lavabo, cozinha ou área de serviço. “A oferta de pias, de materiais e de metais para cozinhas e banheiros é vasta, mas não podemos esquecer questões básicas, como conforto e ergonomia”, explica Artur Diniz. A questão é que não se deve apenas priorizar o resultado estético. “É importante adquirir uma pia que atenda a funcionalidade e facilite a limpeza”, completa.

Carla Siqueira sugere que todos os detalhes devem ser pensados antes de decidir qual pia será a escolhida. “Deve-se analisar o tamanho da bancada, os acessórios que serão utilizados, entre outras questões importantes. Tudo tem que ser pensado e adequado para o espaço disponível”, esclarece.

Outro ponto importante diz respeito ao orçamento. É preciso também escolher de acordo com o que se pode gastar para que a obra ou reforma não pese no bolso. As pias mais modernas e diferenciadas costumam ser mais caras. “Porém, com pesquisa de mercado, é possível fazer aquisições com preços acessíveis”, indica Carla Siqueira. Outras dicas podem ser levadas em consideração para quem deseja economizar. “É possível encontrar um preço razoável se abrir mão dos últimos lançamentos do mercado ou das peças muito diferenciadas. Escolha os meios termos, como as pias esculpidas em bancadas retas, as cubas de semi-encaixe ou as de apoio, pois são excelentes opções. O resultado, certamente, será moderno”, conclui Artur Diniz.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Decoração de varanda: confira 5 dicas

Uma das maneiras de deixar o espaço mais aconchegante é apostar em uma boa decoração de varanda

A varanda pode ser uma extensão da área interna ou apenas como um espaço de ventilação. Para dar mais personalidade a ela, veja algumas dicas de como utilizá-la e decorá-la:

  1. Utilize a área como jardim

Plantas são ótimas opções para decoração de varanda. Além de trazer mais vida ao ambiente, cuidar delas proporciona momentos relaxantes e contato com a natureza. Em alguns terraços é viável até cultivar árvores frutíferas de pequeno porte, como jabuticaba e amora. Outra alternativa é a horta vertical, que é perfeita para espaços menores. Basta escolher uma parede que receba boa incidência de luz solar para colocar os vasos.


(Foto: Shutterstock)

  1. Opte por móveis de madeira

Móveis feitos com materiais naturais, como a madeira, funcionam muito bem nas varandas. Podem-se utilizar espreguiçadeiras e mesinhas ou até mesmo construir um deck de madeira para o piso. Almofadas coloridas contrastam bem com esses itens e trazem mais energia para o ambiente. Outra forma de incluir a madeira é construir um painel na parede que possa sustentar um jardim vertical.


(Foto: Shutterstock)

  1. Crie um escritório

Sem espaço para o escritório? Utilize a varanda! Para isso, é preciso, essencialmente, de uma mesa, uma cadeira confortável e tomadas disponíveis para o computador, a impressora e o telefone. Também é possível fechar a área com grandes janelas de vidro. Assim, a vista será mantida e o excesso de ruído será evitado.

  1. Transforme-a em sala de jantar

Uma excelente forma de transformar a varanda em um espaço aconchegante é usá-la como sala de jantar. Já imaginou fazer todas as refeições aproveitando a vista, como se estivesse ao ar livre? Sem contar o fato de que a mesa e as cadeiras ficarão em uma área separada da sala de estar. Caso o local seja mais compacto, mesas redondas e bancos no lugar de cadeiras com encosto são mais adequados.


(Foto: Shutterstock)

  1. Invista em um espaço de lazer

A varanda ainda é ideal como espaço de lazer, para organizar um open house e receber os amigos nos fins de semana, por exemplo. Para isso, pode-se optar por montar uma área com churrasqueira. Também é indicado reservar um local para a pia e uma área de apoio. Para aproveitar bem o espaço, utilize móveis planejados.


(Foto: Shutterstock)

Nas paredes, é interessante usar materiais de fácil limpeza, como azulejos, principalmente no entorno da churrasqueira. Já para o piso, uma boa sugestão é o cimento queimado, que dá um aspecto mais moderno ao ambiente. A decoração de varanda é muito importante no imóvel. Invista no espaço para deixá-lo mais aconchegante e capaz de proporcionar momentos de prazer e descanso.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

O condômino inconveniente

Luiz Ribeiro O. N. Costa Junior*

Quem, morando em condomínio, nunca se deparou com aquele condômino que pouco ajuda e muito atrapalha? Há sempre aquele que acredita ser o dono da razão, que questiona as condutas do síndico e dos gestores e que tumultua o condomínio dizendo que tudo está errado e precisa mudar, mas que nunca apresenta qualquer sugestão concreta para mudança.

Há também o morador que atrasa a cota condominial e depois quer pagar sem acréscimos, porque alega que deixou de pagar por alguma falha do condomínio ou da administradora.

Tem ainda aquele condômino que reclama sempre, mas não comparece a assembleias para expor suas opiniões, ou que comparece e tumultua tanto que acaba fazendo com que os moradores deixem de participar das assembleias.

Enfim, parece que essas pessoas não querem o bem comum. Muitas vezes, aliás, são verdadeiros oportunistas que apenas querem tirar vantagens sobre os demais condôminos.

Mas, o que fazer neste caso? A receita é simples. Aplique o que está previsto no regulamento interno, na convenção e na legislação.

Se o condômino quer pagar a cota atrasada sem acréscimos não tem razão para ser, pois o síndico deve cumprir o previsto nas normas legais e cobrar os acréscimos do morador. E se ele se recusar a pagar, sob qualquer fundamento que seja, o condomínio deve acioná-lo judicialmente.

Se o condômino quer ter benefícios diversos dos demais condôminos, ou não cumprir o regulamento, o síndico deve advertí-lo ou multá-lo, de acordo com o previsto nas normas internas. E mesmo que o condômino não venha a pagar a multa, então deve o condomínio também adotar as medidas judiciais para o recebimento da mesma.

Se o condômino tumultua uma assembleia e impede o prosseguimento da mesma, deverá o presidente da mesa aplicar o previsto nas normas internas, até mesmo com a aplicação de multa, afinal, a maioria das normas condominiais prevê a conduta que deve ser adotada tanto nas assembleias como principalmente no trato com funcionários e demais condôminos.

Agora, se a situação começar a se tornar insustentável, de modo a dificultar a convivência com os demais condôminos, o síndico ainda poderá valer-se do previsto no parágrafo único do artigo 1.337 do Código Civil, que preceitua:

“Parágrafo único. O condômino ou possuidor que, por seu reiterado comportamento antissocial, gerar incompatibilidade de convivência com os demais condôminos ou possuidores, poderá ser constrangido a pagar multa correspondente ao décuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, até ulterior deliberação da assembleia.”

Vê-se, portanto, que viver em condomínio é viver em harmonia e, mesmo que existam opiniões diversas, isso é natural do ser humano, porém, o respeito aos demais moradores, seja no tocante à Educação, seja quanto aos direitos e deveres de cada parte envolvida, deve existir e se sobrepor a qualquer coisa.

Não pode um condômino querer ser beneficiado em detrimento dos demais, ou, ainda, acreditar que sua insistência ou persistência, que beiram a inconveniência, podem acuar uma administração e todos devam se curvar a esta conduta.

Portanto, se seu condomínio tem aquele morador inconveniente e que quer levar vantagem, veja em suas normas internas e nas normas legais qual a melhor situação em que sua conduta se enquadra, para que a harmonia no condomínio seja restabelecida.

Advogado, administrador de empresas e pós-graduado em Direito Processual Civil pela PUC-SP. Atua com condomínios desde 1991 e com Direito Imobiliário e Condominial desde 2002. Escreve nesta coluna quinzenalmente, aos sábados.

Fonte: https://www.dgabc.com.br

Temporada de chuvas começa agora: seu para-raios está funcionando?

Brasil é campeão mundial em descargas atmosféricas. Na chegada do período chuvoso, fique atento aos sistemas de proteção para evitar acidentes e mortes

Síndicos e moradores de edifícios devem ficar atentos ao funcionamento do para-raios - Gladyston Rodrigues/EM/D.A.Press

Síndicos e moradores de edifícios devem ficar atentos ao funcionamento do para-raios

A temporada de chuvas começa este mês e se prolonga até março. Nesse período, ocorrem fortes tempestades, acompanhadas de rajadas de vento, trovoadas, granizo e raios. Por sua localização geográfica, o Brasil é o campeão mundial em descargas atmosféricas. De acordo com dados do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Brasil registrou nos últimos seis anos média de 77,8 milhões de raios por ano. Eles trazem uma série de riscos para pessoas, animais, equipamentos, estruturas e instalações, podendo causar prejuízos e até matar. O país contabiliza em média 130 mortes e mais de 200 feridos por ano.

Os síndicos e moradores de edifícios devem ficar atentos ao funcionamento do SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas) ou para-raios, para evitar acidentes. E em muitos casos esses problemas acabam acontecendo em edificações onde se acreditavam estarem protegidas, devido à má instalação do equipamento, à falta de vistoria ou de manutenção periódica.

Conselheiro do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape-MG), o perito de engenharia Frederico Correia Lima Coelho conta que a Norma 5.419/2015 sugere a inspeção visual do equipamento feita anualmente por um engenheiro eletricista. Por meio dessa norma se estabelecem regras importantes para a implementação do para-raio, definidas por meio de cálculos e pesquisas. Entretanto, o especialista orienta que essa inspeção também seja feita no momento em que ocorra a vistoria predial e que o morador peça ao profissional que vistorie também o SPDA, não de forma visual, mas técnica. “Essa vistoria é importante, pois com o tempo a resistência de terra pode mudar, por exemplo”, orienta Coelho.

De acordo com o diretor do Ibape-MG, Dilvar Oliva Salles, somente um engenheiro poderá saber com precisão o tipo de projeto de para-raio que deve ser instalado na edificação ou como manter o equipamento funcionando adequadamente. “O profissional habilitado verificará a resistência de aterramento, através de medição, as condições de conservação da estrutura das descargas atmosféricas e a estrutura de condução destas descargas até o aterramento”, detalha.

A má instalação do SPDA pode implicar em sérios danos, como a fratura da edificação, a perda de uma parte da estrutura do imóvel e a queima de aparelhos eletroeletrônicos. Apesar da montagem irregular do SPDA poder causar danos nesses equipamentos, ele não os protege dos raios, pois a sua função é captar a carga atmosférica e elevar até o solo. Nesses casos, o mais indicado é instalar o aparelho conhecido como DPS (Dispositivo de proteção contra surtos). Esse equipamento é capaz de evitar qualquer tipo de dano proveniente de surtos (descargas atmosféricas, entre outros).

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Como escolher materiais para áreas externas do condomínio?

As áreas externas de uma edificação podem ser utilizadas para os mais diversos fins. Muitas pessoas aproveitam para criar um ambiente de lazer, com piscinas, churrasqueiras, terraços, ou ainda utilizar destes locais para áreas de estacionamento. É muito comum também que se utilize as áreas externas para manter um jardim ou quintal, preservando o verde com gramas e plantas dos mais variados tipos.

É preciso lembrar, contudo, que as áreas externas estão sujeitas a sol, chuva, ventos, e isso vai exigir atenção na manutenção para preservar a sua vida útil. A partir daí, surge a dúvida: quais são as melhores opções de materiais para as áreas externas? Neste post vamos falar sobre as melhores escolhas para tornar o seu ambiente exterior mais bonito e como evitar as preocupações com manutenção ao longo dos anos.

Ambiente Interno x Ambiente Externo

Primeiramente, é preciso entender que a escolha dos materiais para qualquer área de uma residência, seja ela interna ou externa, deve levar em consideração alguns pontos importantes.

Pessoas que priorizam apenas a estética, por exemplo, podem se arrepender da decisão a médio e longo prazo por dificuldades de manutenção. Além disso, é preciso tomar bastante cuidado, pois algo que é tendência hoje, pode ficar obsoleto ou fora de moda nos anos seguintes, e reformas (mesmo as pequenas) quase sempre são sinônimos de dor de cabeça.

Já em outros casos, a escolha é feita estritamente pelo lado financeiro, e a consequência disso é o uso de materiais de baixa qualidade e inadequados para a situação. É sempre bom lembrar que, por vezes, o que parece ser uma economia no momento da construção, pode virar um prejuízo bem maior no futuro se for necessária uma reforma.

O ideal, portanto, é pesquisar, analisar, comparar opções e contar com a ajuda de profissionais. Para uma cozinha, por exemplo, os profissionais recomendam a escolha de materiais de limpeza mais fácil, pois é uma área que fica suja com mais frequência. Já para uma área de piscina é uma boa prática optar por materiais porosos, para evitar escorregões e acidentes.

Calçadas

As calçadas são áreas públicas, mas a manutenção é de responsabilidade do proprietário do terreno. Uma calçada bem feita e bem cuidada, valoriza não só a sua casa ou condomínio, mas também contribui como elemento de arquitetura das ruas da cidade.

Primeiramente, deve-se considerar que a calçada é uma área externa, sujeita a intempéries como chuvas e enxurradas, e também que haverá fluxo de pedestres e, para isso, é preciso pensar em um material resistente à abrasão e flexão, tanto do fluxo de pedestres quanto de carros, e que consiga trabalhar devido à dilatação e contração térmica.

Concreto e Pavers

São alguns dos materiais mais utilizados em calçadas, devido à sua resistência mecânica. Também são uma escolha vantajosa por serem baratos, e pela facilidade de encontrar mão-de-obra. Quando combinados com faixas de grama, o aspecto final é bastante agradável, além de contribuir com o aumento da área permeável, permitindo que a água se infiltre no solo. Porém, bastante atenção para os traços: um traço incorreto por significar perda na qualidade e em um curto período de tempo sua calçada estará danificada.

Pedras

As pedras são materiais ideais para calçadas, pois garantem uma resistência mecânica, e como são materiais naturais, são empregados há muitos anos sem o risco de ficar “fora de moda”. Além disso, são porosas e ajudam a evitar escorregões. É possível também encontrar pedras desde as mais acessíveis economicamente quanto as mais exóticas e exclusivas. Alguns exemplos são a pedra portuguesa e pedra miracema.

Terraços

Os terraços são as áreas externas que são opção para quem quer utilizar a região superior da construção, ao invés de ter um telhado. Nos terraços são feitas áreas de lazer, churrasqueiras, piscinas, playgrounds. Portanto, antes de pensar em qualquer material para o terraço, é preciso fazer a impermeabilização.

Atenção: a impermeabilização de qualquer área externa não pode ser feita apenas com os materiais de revestimento.

Esse é um mito que infelizmente ainda existe. O piso escolhido não é capaz de garantir que a sua laje está protegida contra a infiltração. Portanto, somente depois de aplicado um sistema de impermeabilização é que é possível pensar nos materiais de revestimento.

Pisos, azulejos e porcelanatos

Uma escolha muito comum, principalmente pela facilidade de limpeza. Há diversas opções no mercado, principalmente em relação a faixas de preço. As juntas de dilatação ajudam a evitar fissuras e trincas. Porém, se há um tráfego intenso de pessoas ou ainda veículos, pode não ser a melhor opção, pois cerâmicas em geral não possuem boa resistência à flexão. Dê preferência a pisos mais porosos: pisos polidos são boas opções para áreas internas, mas não para terraços.

Pedras

Novamente, pedras podem ser uma boa opção, como o granito, mármore, pedra portuguesa e miracema. Contudo, esse tipo de material pode representar um significativo sobrepeso na laje, portanto, antes de escolher pedras como material para o terraço, certifique-se com seu engenheiro que a segurança estrutural da laje não será comprometida.

Garagens

As garagens e estacionamentos de condomínios em geral são grandes áreas abertas e, portanto, a escolha do material costuma levar em consideração o lado financeiro. Dessa forma, o ideal é escolher um material que consiga aliar resistência para suportar o tráfego, e que seja de fácil execução.

Nesse sentido o concreto, e materiais cimentícios como pavers e blocos em geral costumam ser a melhor opção. É preciso prestar bastante atenção na execução das juntas de dilatação, para evitar que o piso sofra com fissuras devido à movimentação térmica.

Piscinas

Nas áreas externas de piscina é possível usar diferentes tipos de materiais, e ainda não se utilizar de material algum e aproveitar o espaço para cultivar um jardim. A escolha dos materiais de revestimento ao redor de uma piscina devem levar em consideração principalmente a segurança. Em uma calçada, por exemplo, quando está chovendo, as pessoas instintivamente são mais cuidadosas ao caminhar. Em uma área ao redor de piscinas, que acaba ficando molhada, o risco de acidente é muito grande, principalmente com as crianças.

Pisos e azulejos

Muito utilizados, apesar de serem materiais escorregadios. Uma vantagem é a facilidade de limpeza. Sempre que possível, escolha pelos materiais mais porosos.

Pedras

As pedras são uma ótima escolha para bordas e áreas em torno de uma piscina. São antiderrapantes naturais, e são materiais que esquentam menos, mesmo sob exposição intensa aos raios solares.

Madeira

Os decks de madeira são uma opção que deixam o aspecto visual bastante agradável. É bastante importante escolher uma madeira de qualidade e que tenha passado por processos para garantir sua durabilidade. A madeira é um material orgânico, e se não estiver devidamente protegido, pode acabar apodrecendo.

Fonte: Fibersals 

Entenda o passo a passo para comprar um imóvel

Veja os documentos necessários e alguns imprevistos que podem acontecer na aquisição

A compra de um imóvel exige uma série de cuidados para que o sonho não se transforme em dor de cabeça. Se você já escolheu o que quer, não se atropele na papelada. Veja tudo com calma, tire as certidões necessárias e não assine nada sem ler – duas vezes. Ah, e não tenha vergonha de pedir o auxílio de um advogado caso não entenda alguma coisa.

Documentos do vendedor

“Primeiramente – e como forma de cautela – o comprador deve observar a documentação do vendedor, para que não haja futuras surpresas. Quem está vendendo o imóvel deve apresentar documentação”, explica o diretor jurídico do Instituto Cidades & Condomínios (ICCOND), Anderson Fernando Rodrigues Machado.

Se o vendedor é uma pessoa jurídica, ou seja, uma empresa, ele deve apresentar: cópia do CNPJ, cópia autenticada do contrato social/estatuto social da empresa (e suas alterações), certidão de quitação de tributos federais e certidões negativas.

Para evitar surpresas, Machado alerta sobre a importância das seguintes certidões negativas do vendedor (empresa): cartório de protesto, ações cíveis, falência e concordata, Justiça do Trabalho, CND/INSS (débitos), execuções fiscais – municipais e estaduais e Justiça Federal.

Confira a documentação do imóvel: título de propriedade com registro, certidão negativa de ônus reais (comprovando que o imóvel está livre de dívidas), certidão negativa de IPTU, averbação da construção junto ao Registro de Imóveis, registro de ações reipersecutórias e alienações (comprovando que o imóvel não foi vendido informalmente).

Também é necessária cópia do boleto com o registro de pagamento do TCA (Taxa de Cadastro e Avaliação), carta de habite-se (alvará de utilização), planta baixa, ART do engenheiro responsável pela obra, opção de compra e venda preenchida corretamente, datada e assinada.

Documentos do comprador

Cópias do RG, CPF, certidão de estado civil, escritura pública de pacto antenupcial e comprovantes de renda atualizados, certidão de quitação de tributos federais (se for comerciante), certidões negativas (Justiça Federal; ações cíveis; executivos fiscais; protesto de títulos; débitos CND/INSS; interdição, tutela e curatela; dívida ativa da União se for comerciante).

Faça um check-list de documentos (Foto: Shutterstock)

Caso utilize o FGTS, o comprador deve apresentar ainda: cópia da carteira de trabalho, extrato de cada conta do FGTS com registros dos dois últimos anos, autorização para movimentação de conta vinculada ao FGTS, declaração de primeira aquisição de imóvel residencial financiado pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação).

Imprevistos

Diversos são os erros na hora de comprar um imóvel, que podem gerar imprevistos e até o cancelamento do negócio. Um deles, segundo Machado, é tentar comprar um imóvel direto com proprietário, sem a intervenção um corretor, que é qualificado para esclarecer todas as dúvidas.

“Outros erros são não fazer várias visitas ao imóvel, comprar um que é incompatível com o seu padrão de vida, não entender as opções de financiamento e ignorar os gastos extras”, diz o diretor jurídico do ICCOND.

Na planta

O advogado especialista em Direito do Consumidor Dori Boucault lembra que comprar um imóvel na planta, ou seja, aquele que ainda vai ser construído, exige muito cuidado e paciência para evitar ser um mal negócio.

“São muitos os problemas que podem surgir nesse tipo de negócio, como atraso na entrega das chaves, informações enganosas sobre metragens ou qualidade do acabamento, itens opcionais não incluídos nos preços, problemas acústicos, embargos da obra durante e após a conclusão, débitos fiscais, trabalhistas, entre outros”, ressalta Boucault.

A dica dele é analisar outros empreendimentos da mesma construtora. Isso é importante para se certificar sobre a solidez da empresa e a qualidade da construção dos imóveis entregues por ela.

(Foto: Shutterstock)

“Consulte sites especializados e observe os materiais publicitários, verificando possíveis omissões ou informações incorretas. Procure esclarecer todas as dúvidas junto aos corretores nos estandes de vendas”.

Devem estar no contrato de compra e venda, as especificações da proposta, a identificação do incorporador, construtor e vendedor, valor do sinal, valor total do imóvel, além de índices de reajustes e periodicidade, quando houver parcelamento.

“Também deve constar o local de pagamento e as penalidades de atraso do pagamento, local de entrega das chaves e vistoria do imóvel. Prazos para início e entrega da obra, e todas as demais condições prometidas pelo vendedor”, destaca o especialista.

Fonte: ZAP em Casa

 

Rede de proteção

Juiz pede retirada de item de segurança de moradora

Juiz pede retirada de item de segurança de moradora

Juíza decide que regra de condomínio é soberana e manda moradora do DF tirar tela de proteção da janela

Síndico alega que redes afetam estética do prédio, na 410 Sul. Empresária pretende evitar queda de crianças e animais; OAB critica decisão.

Uma decisão judicial obriga uma moradora de Brasília a retirar as telas de proteção instaladas nas janelas do apartamento dela, na Asa Sul. Segundo a juíza Margareth Becker, as redes desrespeitam as regras internas do condomínio definidas em assembleia de que ninguém pode alterar o desenho da fachada sozinho. Por isso, precisam ser removidas.

“Não há nos autos nenhuma prova de que a decisão tomada em assembleia lesione a segurança dos moradores. Não bastam meras conjecturas pautadas em normas da ABNT, sem qualquer respaldo técnico, para comprovar a ilegalidade da decisão tomada pela maioria dos condôminos”, argumentou a juíza.

No entanto, para o presidente da Comissão de Defesa da Criança da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Hebert Cunha, a criança precisa ter a segurança garantida de forma integral. Segundo ele, o Estatuto da Criança e do Adolescente se sobrepõe às regras do condomínio.

“A Constituição, primeiramente, diz que nós temos que oferecer proteção de forma integral. Nenhuma outra norma, nenhuma outra lei está acima daquilo que a Constituição estabelece”, afirmou.

No processo, a empresária Mairá Campos diz que quer evitar a queda de três crianças e três cachorros do terceiro andar. Já o síndico afirma que o condomínio proíbe esse tipo de estrutura porque afeta a estética do prédio, na 410 Sul, região tombada da capital.

O apartamento foi comprado há um ano. Uma das primeiras coisas que a moradora fez foi colocar a rede de proteção. Na época, o síndico orientou que ela só poderia instalar grades maiores. Mas a moradora alega que este modelo só serve para proteger de crimes, e não previne acidentes.

A empresária, que tem sido multada mensalmente em R$ 400 pela instalação das redes, afirma que vai continuar recorrendo para garantir a medida de proteção. O síndico não quis gravar entrevista.

Fonte: SíndicoNet

Acúmulo de função dos funcionários: procure evitar essa prática

Apesar de ser comum, o acúmulo de função acarreta inúmeras ações trabalhistas contra condomínios todos os anos. Procure evitar essa prática.

Acúmulo de função dos funcionários: procure evitar essa prática

“Manda chamar o Severino”. Quem não se lembra do “Severino, o quebra galho”, personagem do programa humorístico Zorra Total, da Rede Globo?

Interpretado pelo ator Paulo Silvino, o porteiro era chamado sempre que algo dava errado no set de filmagem. Pronto para encarar qualquer situação, embora passasse na ficção, esse é um caso exemplar de acúmulo de função.

É a pessoa responsável pela portaria que deixa seu posto para aparar o jardim, a faxineira que cumpre outras funções além da limpeza e o zelador, que fica na portaria durante o horário do almoço do porteiro, ou cuida da limpeza da piscina.

Todas essas são situações que se não acordadas previamente com o empregador e acrescido em 20% do respectivo salário, podem caracterizar como acúmulo de função.

Um bom gestor condominial evita esse tipo de cenário, já que esse é um dos temas que mais trazem reveses trabalhistas ao síndico.

Todo condomínio, independentemente do porte, precisa ser administrado como uma empresa. E geralmente em um bom empreendimento, todo funcionário tem a sua função específica.

O porteiro, responsável pela conferência das pessoas que entram no condomínio. O zelador, que mantem o bom funcionamento do local e garante que todas as atividades ocorram de forma ordenada e o profissional da faxina, responsável pela limpeza e conservação do ambiente.

Embora teoricamente as coisas sejam simples, na prática, o síndico, muitas vezes com o caixa apertado e o tempo para o vencimento das férias dos funcionários chegando, opta por deslocar um profissional para fazer outra função. É o que basta para ser caracterizado como acúmulo de função.

Foi a Lei Federal 2.757/56 que criou e regulamentou a profissão dos trabalhadores em condomínios. Antes da lei, todos essas funções eram consideradas domésticas. E, além disso, há a convenção coletiva que garante ao empregado diversas condições de trabalho e estabelece as tarefas relativas a cada função.

São dois os principais motivos que levam síndicos a adotar essas práticas.

O primeiro é o desconhecimento das implicações que essas ações podem trazer para o condomínio. Por serem trabalhos muitas vezes parecidos e os limites nem sempre tão claros, o gestor não vê problema que o funcionário faça o serviço de outra pessoa.

O outro motivo se refere aos custos do empreendimento. Como se sabe, o maior gasto de um condomínio se refere a folha de pagamento. Por isso, muitos síndicos, com objetivo de reduzir as despesas, diminuem o quadro de funcionários. O problema, no entanto, é que utilizar deste expediente sobrecarrega outros funcionários e pode criar uma dor de cabeça a mais para o gestor condominial.

Desvio de função x acúmulo de função e o que diz a lei

O desvio de função é caracterizado quando o titular de um cargo cumpre funções correspondente a outra. Ou seja, quando ele é contratado como zelador e cumpre funções de síndico profissional, por exemplo.

Já o acúmulo de função ocorre quando o trabalhador além de suas atividades ordinárias executa tarefas diversas, além daquelas para as quais foi contratado.

Embora não seja proibido, caso seja caracterizado o acúmulo de função, o condomínio pode ser condenado a pagar as diferenças salariais pelo período de acúmulo das funções.

Além disso, quanto mais um funcionário acumula funções por um longo tempo, maior o ressarcimento a ser pago pelo condomínio no caso de uma ação jurídica.

Entretanto, para a comprovação do acúmulo de função é necessário que o empregado comprove que realizava sua atividade em concomitante com outra por um longo período de tempo e por meio de provas robustas.

Como não há uma lei específica sobre o assunto, a jurisprudência muitas vezes acaba definindo a decisão final da justiça. Por isso, se cercar de provas (tanto para o funcionário quanto para o síndico) é essencial em casos de demanda judicial sobre o tema.

Mas o melhor mesmo é evitar o acúmulo de funções. Deixe claro na hora da contratação, por meio do contrato de trabalho, as funções exercidas pelo cargo. Só assim o síndico poderá evitar futuras dores de cabeça.

Veja algumas dicas para evitar o acúmulo de função no seu condomínio

1- Redija atentamente as minutas do contrato de trabalho, em especial os artigos que competem às funções que serão exercidas pelo empregado recém-contratado. Ou procure especialistas para isso.

2- Interpele imediatamente o funcionário que se dispõe, de maneira corriqueira, a ajudar em outro serviço para o qual não foi contratado.

3- Em casos de ações na justiça muitas vezes o fundo de reserva pode ser usado para resolver essa situação. Verifique o que diz a convenção do condomínio.

4- Conheça a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho. É lá que estão especificadas todas as funções. Basicamente são:

– Porteiro: executa serviços de vigilância e recepção em portaria de edifício de apartamentos, comercial ou outros, baseando-se em regras de conduta predeterminadas, para assegurar a ordem no prédio e a segurança dos seus ocupantes.

– Zelador: exerce funções de zeladoria em edifício de apartamentos, comerciais e outros, promovendo a limpeza e conservação do mesmo e vigiando o cumprimento do regulamento interno, para assegurar o asseio, a ordem e a segurança do prédio, bem como o bem-estar de seus ocupantes.

– Faxineiro: executa trabalho rotineiro de limpeza em geral em edifícios e outros locais, espanando, varrendo, lavando ou encerando dependências, móveis, utensílios e instalações, para manter as condições de higiene e conservá-los.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios: confira quais são

Sempre falamos aqui as vantagens de usar plantas na decoração dos ambientes. Além de estar totalmente alinhada aos conceitos de sustentabilidade, investir na decoração verde pode trazer inúmeros benefícios para sua saúde e para o meio ambiente. Confira algumas plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios.

Cada condomínio possui suas características e espaços próprios, por isso listamos possíveis ambientes comuns para tentarmos abranger o maior número de condomínios possível. Vale lembrar que escolher a planta ideal para cada ambiente vai depender da condição de luz que o local recebe, ou seja, se há incidência de sol ou predominância de sombra. Mais uma vez, conversamos com Carol Costa, responsável pelo site Minhas Plantas, que nos ajudou a entender quais as plantas ideias para cada área do condomínio.

Hall de entrada:

Decorar o hall de entrada com plantas dará uma boa valorizada no ambiente e causará ótima primeira impressão aos visitantes!

Sugestões:

Árvore da felicidade

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Aprecia a luz solar, mas o sol a pino não é aconselhável, pois queima as folhas;

– É uma planta imponente, com crescimento lento, cerca de 3cm por ano;

– Exige pouca manutenção;

– Precisa de umidade do ar. Em lugares mais secos, será preciso molhar mais a planta.

Palmeira Areca

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Bastante flexível, pois consegue se adaptar tanto no sol quanto na sombra;

– Ambiente ideal: meia sombra, ou seja, quando o sol bate na planta por 4h;

– Ocupa espaço, pois cresce bastante;

– Ideal para halls de entrada grandes, com bastante espaço.

Muro:

Os muros dos condomínios também podem ser decorados! Que tal criar uma cerca viva no prédio em que você mora?

Sugestão:

Clúsia Fluminensis

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Consegue se adaptar tanto no sol quanto à meia sombra;

– Pode ter a função de isolar uma área, funcionando como uma cerca viva;

– Cresce bastante e fica muito cheia;

– Aceita poda.

As plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios alegram os espaços!

Ixora

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Faz muito bem a função de bordadura de muro;

– Suas flores dão um charme especial ao local;

– Atrai borboletas e beija-flores;

– Ambiente ideal: aquele que recebe bastante sol;

– Não precisa de tanta água.

Piscina:

As plantas não devem ficar muito perto da piscina, principalmente aquelas com raízes grandes, pois elas podem crescer demais e atingir a piscina.

Escolha plantas com folhas grandes ou que demoram a cair. As folhas grandes, ao caírem na piscina, serão facilmente retiradas.

Sugestões:

Palmeira Cica (Cycas Revoluta)

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Palmeiras adoram áreas mais úmidas;

– Apreciam tanto lugares com sol forte quanto com sombra;

– Apresentam diferentes portes;

– Preenchem áreas grandes com pouca planta.

Norantea Brasiliensis

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Possui cachos com flores vermelhas bem bonitas;

– As folhas costumam cair pouco;

– Precisam de pouquíssima água.

Área de lazer:

Lugares onde circulam crianças e animais precisam de plantas sem espinhos para que não machuquem pessoas e bichos.

Sugestão:

Xanthorrhoea

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Aprecia a luz solar;

– Não possui espinhos;

– Não precisa de muita água.

Obs.: Ao jogar vôlei ou brincar de bola, cuidado para não atingir as plantas!

Jardim:

Ainda que seu condomínio tenha pouco espaço, vale a pena investir em um pequeno jardim. E mais: pense na possibilidade de fazer uma horta coletiva!

Sugestões:

Lírio da paz

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Adora sombra e meia sombra.

– Não gosta de muito sol. Suporta, no máximo, 4 horas de luz solar.

– Adora cidades úmidas, como o Rio de Janeiro.

Jabuticabeira

plantas ideais para as áreas comuns dos condomínios

– Não gosta de poda.

– Precisa de espaço pra crescer.

– Aprecia sol pleno;

– Precisa de bastante água;

– Além de garantir um belo visual, proporcionará frutas fresquinhas e deliciosas para os moradores!

Obs.: As jabuticabeiras demoram em média 10 anos para dar frutos. Hoje em dia existem lugares que vendem o arbusto adulto pronto para frutificar!

Garagem fechada:

Ambientes com pouquíssima entrada de luz não oferecem condições adequadas para o crescimento das plantas, pois elas precisam de luz para fazer fotossíntese.

Sugestão:

A melhor opção é investir nas plantas artificiais! Hoje em dia, muitas delas são parecidíssimas com as naturais e ainda têm a vantagem de não darem trabalho.

Fonte: CondomíniosVerdes

6 dicas de como ser sustentável e ainda economizar em casa

Desperdício é coisa do passado, pense na sustentabilidade do planeta e do seu bolso

O Brasil já passou por crises hídrica e elétrica. Hoje, todo mundo sabe que a água é um bem precioso e não vai sair por aí gastando à toa. As pessoas também se conscientizaram de que é necessário economizar energia elétrica. Nos dois casos, ajudar o planeta é cuidar do bolso, já que as tarifas estão muito caras.

Veja o que você pode fazer para ser ainda mais sustentável.

Reúso de água

A arquiteta Carmen Calixto diz que é possível planejar um sistema de reúso de água, seja num projeto arquitetônico de construção ou de reforma. “Tem formas de fazer  quando você está projetando a casa. Podemos prever um reservatório para captação de água da chuva e ela pode ser usada para descarga, regar jardim etc”. Existem diversos métodos, desde a técnica de permacultura (que incorpora os ciclos da natureza no sistema de construção) até tecnologias industriais avançadas.

Eletrodomésticos

Algumas medidas com seus aparelhos ajudam a economizar energia. A arquiteta Nina Abadjieff orienta a abrir a geladeira somente quando for necessário pegar algo, e o ideal é que ela fique longe do fogão. Já a lavadora de roupas precisa ter o filtro limpo regularmente e ligada somente quando tiver quantidade de roupas para preenchê-la. “Já com a televisão, a regra é desligar da tomada quando ninguém estiver assistindo, porque gasta energia”.

Iluminação

Apagar as luzes quando não tem gente no ambiente é o primeiro passo. Já as lâmpadas ideais são as de LED, ensina Carmen. “Vão proporcionar uma durabilidade maior e gastar muito menos energia do que uma lâmpada comum. Elas são mais econômicas, inclusive, do que as lâmpadas florescentes”.

Energia solar

Nina não acha muito complexo instalar um sistema de energia solar em casas ou prédios. Segundo ela, porém, é necessário ter toda a documentação junto à distribuidora de energia e sua aprovação. Após isso, com o auxílio de uma empresa especializada, são instaladas as placas coletoras. “Os telhados dos prédios e casas são os locais indicados por receberem índice mais alto de radiação solar. Mas, se a área for pequena, pode tornar inviável o projeto. Caso o condomínio tenha uma grande área externa, pode-se utilizar dessa área comum, existe também a possibilidade da instalação das placas na fachada”, detalha a arquiteta.

(Foto: Shutterstock)

Luz natural

Se você pretende reformar ou construir, preste atenção e procure usar a iluminação natural como aliada. “A gente deve investir em janelas maiores, pensando na luz e na ventilação. Propiciar a entrada do vento ajuda bastante a melhorar a temperatura do ambiente sem precisar utilizar condicionamento de ar”, diz Carmen.

(Foto: Shutterstock)

Reutilizar embalagens

Ter lixeiras em casa para material reciclável e dar a correta destinação, hoje, é o mínimo. Mas se você quiser reutilizar e tiver habilidade para isso, existem inúmeras opções de artesanato para fazer com as embalagens. Garrafa Pet pode virar prendedor de sacos ou revisteiro, latinhas podem virar porta-canetas. Use a criatividade.


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Aposte nos verdes e leve frescor e modernidade para sua casa

Nesse ano, alguns tons de verde se tornaram tendência! Quer aprender a usar a cor na sua casa? Confira nossas dicas de decoração!

Em um país tropical como o Brasil é natural que, na hora de decorar nossos lares, pensemos diretamente às cores vibrantes, plantas multicoloridas e um clima de calor que dá vontade de cair na praia só de imaginar.

Para adaptar a sua decoração ou até mesmo mudar radicalmente o visual de tudo em casa, separamos as melhores opções para fazer ainda este ano e curtir o verão com o visual da casa repaginado!

Paredes verdes para criar um clima de natureza e trazer leveza para seu cômodo

Que tal mudar aquela parede da sala, usando um tom de verde bem vibrante e colorido? A cor é super democrática, possui uma cartela de tons ampla para os mais variados gostos e ajuda a suavizar o ambiente, pois torna o clima mais leve e natural.

O mais legal dessa mudança é que pode ser feita também em outros cômodos da casa além da sala de estar.

Se você não gosta da ideia de pintar a sala, pode optar por usar papel de parede auto colante ou até mesmo fazer da sua parede um painel construindo um jardim vertical nela. Legal, não é

Móveis coloridos para quem deseja uma mudança divertida!

Brincar com a cor dos móveis pode deixar sua casa muito mais alegre e colorida. Além disso, você pode trocar de cor pintando tudo quando enjoar do visual atual do ambiente.

Vale pegar aquele sofá ou poltrona antiga e reformar com o estofado na cor que você deseja. É uma forma mais barata de trocar de móveis sem precisar comprar novos!

Verde nos detalhes para quem não quer ousar completamente na reforma

Cadeiras, banquinhos, acessórios decorativos de mesa, vasos, entre outros… Esses são alguns detalhes que podem ser adaptados na decoração para receber a cor verde.

Na cozinha, é possível utilizar louças e peças que contenham a cor em seus elementos, fica super bonito!

Plantas para um verde 100% natural

Nada mais próximo da natureza do que levar um pedacinho dela para sua casa. As plantas e flores ajudam a dar um charme todo especial para a decoração e tornar o ambiente lindo sem muito esforço. Escolha vasos neutros e deixe que a coloração natural nas plantas se encarregue de trazer vida para cada um dos cômodos.

O mais legal desta escolha é que você pode optar tanto pelas grandes como pelas pequenas, como na imagem que trazemos de referência.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Adeptos dos exercícios físicos escolhem seus condomínios por dispor de academia

Comodidade e economia são atrativos para a opção, mas o prédio deve ter alguns cuidados dentro desses espaços

Academia de ginástica nos condomínios é considerado fator de atração na venda de imóveis, mas é preciso ficar atento à segurança dos usuários - Eduardo Almeida/RA Studio
Academia de ginástica nos condomínios é considerado fator de atração na venda de imóveis, mas é preciso ficar atento à segurança dos usuários

As academias estão invadindo os novos empreendimentos imobiliários. A comodidade, economia e segurança são algumas das vantagens que levam cada vez mais moradores a optar por condomínios que contêm esse serviço. Seguindo essa “onda fitness”, os prédios veem nisso a oportunidade de valorizar o imóvel e atrair mais moradores. Mas antes de querer estimular vendas ou a saúde e bem-estar dos condôminos é preciso estar atento a uma série de cuidados para a segurança e tranquilidade dos usuários.

Andréa Cristina Kluppel Munhoz Soares, vice-coordenadora da Câmara de Inspeção Predial e diretora de Marketing do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (Ibape-SP), ressalta que esses espaços devem ter uma manutenção periódica, a fim de prevenir qualquer problema. “É importante fazer uma revisão periódica dos equipamentos, piso, ventilação e circuitos elétricos. O mais indicado é contratar empresas especializadas para dar o suporte adequado em cada situação”, pontua Andréa.

No momento da instalação e preservação dos aparelhos, alguns cuidados têm de ser seguidos. Deve-se verificar se a instalação dos equipamentos atende às especificações e orientações dos fabricantes, como a distância recomendada dos equipamentos em relação à parede ou outro aparelho. “Uma orientação é nunca deixar a parte traseira da esteira próxima à parede, para evitar problemas em caso de quedas”, cita Andréa.

Outra dica é sobre o circuito elétrico e as tomadas, que devem sempre estar em constante manutenção, já que equipamentos de academia costumam puxar muita energia. A vice-coordenadora da Câmara de Inspeção Predial do Ibape-SP destaca que a parte elétrica tem que ser bem cuidada, para não correr o risco de sobrecarga: “É preciso verificar se a alimentação dos equipamentos está adequada, para prevenir possíveis curto-circuitos. Outra recomendação é a não utilização de adaptadores e Ts”.

Ventilação e iluminação são pontos que precisam de uma atenção especial já que são fundamentais para o bem-estar dos usuários, adaptando os ambientes da academia a cada horário e às necessidades das diferentes práticas. Andréa Cristina Kluppel aconselha também sobre o uso de espelhos dentro das academias “O uso de espelhos tem que ser bem pensado, pois caso o vidro se quebre, por qualquer motivo, pode vir a causar algum acidente”, pontua.

Além de todas essas questões, assim como todas as áreas dos condomínios, as saídas de emergência, sinalizações e extintores de incêndio devem estar sempre bem indicados em caso de algum incidente. “Além da qualidade dos aparelhos, é necessário pensar na segurança de todos os usuários”, finaliza.

REGRAS DE UTILIZAÇÃO 

“As regras do uso de academias dentro dos condomínios vão aparecendo à medida que os problemas surgem. E isso vai de acordo com a necessidade dos prédios”, ressalta Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Condomínios da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG).

“As regras do uso de academias dentro dos condomínios vão aparecendo à medida que os problemas surgem. E isso vai de acordo com a necessidade dos prédios” – Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Condomínios da CMI/Secovi-MG

Apesar disso, algumas regras específicas podem ser debatidas em assembleias para entrar em vigor no regulamento interno do condomínio. Leonardo Mota ressalta que algumas normas são importantes para o funcionamento e conservação das academias dentro do prédio. “Um ponto é sobre quem pode utilizar o serviço. É recomendado que apenas os condôminos usem a academia, para evitar a entrada de visitantes desconhecidos. O horário de utilização dos equipamentos também deve ser pensado: até que horas o serviço ficará aberto?. É importante pensar nisso. O som proveniente desses espaços também precisa ser pensado para não infringir a Lei do Silêncio e o bem-estar dos outros moradores”, avalia.

A faixa etária é outro fator a ser analisado. Recomenda-se que o uso desses espaços sejam apenas para maiores de 18 anos. Caso o utilizador da academia seja menor de idade, é necessária autorização para a prática das atividades físicas.

Não existe um regulamento para todos os condomínios, portanto, eles não são obrigados a ter um personal trainer para acompanhar os usuários. Mas é aconselhável que o condomínio tome algumas precauções ao disponibilizar esse serviço, como ter alguém treinado para primeiros socorros. Além disso, o condomínio pode pedir aos moradores que apresentem uma avaliação física feita pelo médico, atestando que ele está apto a praticar exercícios.

O vice-presidente das Administradoras de Condomínios da CMI/Secovi-MG conta que em alguns condomínios é necessário o pagamento de uma taxa pela utilização do espaço: “Muitos moradores não usam esses espaços, mas há cobrança de taxas para a manutenção e limpeza dos aparelhos. Não há restrições legais nesse tipo de pagamento, desde que as normas estejam no regulamento interno do condomínio, aprovadas pelos moradores.”

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: José Alberto Rodrigues* / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Animais nas áreas comuns do condomínio

Rodrigo Karpat também fala sobre erro da administradora e vínculo empregatício

Rodrigo Karpat também fala sobre erro da administradora e vínculo empregatício

 

 

 

O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

Animais nas áreas comuns

Pergunta 1, de Rosane Bravo

Moro em um condomínio de 200 casas em Salvador.

Vários moradores são protetores de animais e os alimentam nas áreas comuns do condomínio e do lado externo da portaria.

Os animais se proliferam , invadem nossas casas, tiram telhas do lugar, fazem muito ruído quando estão no cio,arranham os carros, roubam comida, sujam ruas e jardins com fezes.

Pedi a administração que na pauta da próxima reunião coloquem em votação para aprovar/proibir a alimentação desses animais dentro do condomínio.

Você sugere mais alguma coisa para resolver essa questão ?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Inicialmente cumpre esclarecer que a manutenção de animais domésticos em condomínios é legal. A título de curiosidade os humanos convivem especialmente com cães há cerca de 30 mil anos. Estes protegiam os humanos de invasões de outras tribos, ajudavam na caça, faziam companhia, entre outros.

Isso não quer dizer que os condôminos podem, nem devem, abusar desse direito de manter um animal em sua unidade. Devem ser respeitados os limites de convivência.

As áreas comuns têm regras e alimentar animais nestas áreas, circular com animais sem guia, ou trazer animais de rua para dentro do condomínio foge da destinação dessas áreas e afronta leis de convivência  Art. 1.336, IV do Código Civil).

O direito a manutenção de animais de estimação dentro de unidades é garantido pela Constituição Federal Art. 5º, XXII e pelo Artigo 1.228 do Código Civil, ambos inerentes ao exercício regular do direito de propriedade.

Além dos artigos acima, encontramos no artigo 1.335 do Código Civil, que dentre os direitos dos condôminos elencados de forma não exaustiva no artigo, está o direito de usufruir e dispor livremente de sua unidade, o que inclui o direito de manter um animal de estimação no interior dela.

Porém, a manutenção dos animais não é absoluta, encontra limitantes no Art. 1.336, IV do Código Civil, que impõe aos Condôminos o direito de usar da sua unidade de forma a não prejudicar o sossego, saúde e segurança dos demais condôminos. Temos ainda limitadores no mesmo sentido previstos no direito de vizinhança Art. 1.277 do Código Civil.

Neste sentido, o Desembargador Paulo Eduardo Razuk asseverou que “Quando se trata de animais domésticos não prejudiciais, não se justifica a proibição constante do Regulamento ou da Convenção de condomínio, que não podem, nem devem, contrariar a tendência inata no homem de domesticar alguns animais e de com eles conviver.” Apelação 2385004800 (de 02/06/2009), julgada pela TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) na 1ª Câmera de Direito Privado, Des. Relator Paulo Eduardo Razuk.

Não obstante a legalidade de se criar animais domésticos em residências, a manutenção dos mesmos em áreas comuns, a circulação dos mesmos sem guia ou coleira não é legal.

Assim, o assunto deve ser debatido pelo Corpo Diretivo, que deve manter as proibições de se alimentar, criar, circular com animais soltos em áreas comuns, com base na Convenção, Regimento Interno e Código Civil. O que pode ser feito, em função da solidariedade da situação é a tolerância de se alimentar os animais na rua, na frente do condomínio desde aprovado em Assembleia.

Erro da administradora

Pergunta 2, de Anderson Figueiredo

O condomínio emitiu um nada consta de débitos condominiais referente a uma unidade, e entregou ao morador. Porém após certo tempo, algo em torno de 5 meses após isso, foi descoberto que ocorreu um erro por parte da administradora, e que alguns débitos dessa unidade do período de 2015, 2016 e 2017 ainda não tinha sido pagos.

Minha dúvida é a seguinte, tendo em vista que o morador já recebeu esse documento de nada consta, não sendo cobrado anteriormente devidamente, qual deve ser o procedimento do condomínio para corrigir esse problema.

O morador deseja que seja abonado os débitos, senão entrará na justiça contra o condomínio por cobrança indevida e por danos morais.

Qual seria a melhor forma de conduzir isso?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

De forma simplificada, a responsabilidade civil nasce quando alguém diante uma ação ou omissão causa um dano a terceiro, e nesse caso, na esfera cível, quem causou o dano terá a obrigação de repará-lo, assumindo assim, as consequências que este dano tenha causado seja ela material ou simplesmente moral.

Para que se caracterize a responsabilidade civil é imprescindível que exista: a) uma ação ou omissão, b) um resultado, c) uma relação entre essa ação ou omissão.

 O condomínio responde diretamente pelos danos/ prejuízos que venha a causar aos seus condôminos, moradores ou visitantes. Desde que se prove a culpa do condomínio, é claro.

Ademais, se o síndico agiu com excesso, não observando a lei ou causando prejuízo direto a terceiros, extrapolando os poderes de gestão, poderá inclusive responder pessoalmente pelos danos causados.

Lembramos que o síndico com base na lei Art. 1.348 do CC, e, mediante aprovação da assembleia poderá delegar a terceiros as funções administrativas da gestão Art. 1348 do CC §2

Quanto ao caso relatado, o fato da CND (Certidão Negativa de Débitos) ter sido emitida de forma errônea não imputa a quitação automática ao devedor.

Verificado o erro, e se possível a reversão do caso, ou seja, por mais que exista o erro, o devedor sabedor de seu débito, uma vez que sabe que deve pagar mensalmente o condomínio, não poderá se esquivar de quitar o valor em aberto, mesmo com a CND emitida,  sob pena de enriquecimento ilícito sem causa.

Já a administradora deverá documentar de forma imediata que a CND foi emitida de forma errônea, e arcar com os prejuízos de tais erros, tais como; os juros e correção monetária do período posterior que a CND foi solicitada (responsabilidade civil).

Sobre erros da administradora o TJSP se manifestou:

CIVIL – PROCESSO CIVIL – ADMINISTRADORA DE CONDOMÍNIO – DANOS MATERIAIS E MORAIS – DÉBITO QUITADO – LEGITIMIDADE PASSIVA DA ADMINISTRADORA – INDENIZAÇÃO CABÍVEL – Administradora de condomínio responsável pela emissão das cobranças e pelos seus recebimentos – Legitimidade passiva configurada – Ré que não se desincumbiu de seu ônus probatório, comprovando a regularidade da cobrança efetuada, diante do pagamento efetuado pela autora – Inteligência do art. 333, II, do CPC/73 – Cobrança indevida – Autora considerada inadimplente perante o Condomínio, o que a impediu de exercer o seu direito de voto em Assembleia – Danos morais – Indenização mantida em R$ 3.000,00 (três mil reais), observados os princípios da razoabilidade e proporcionalidade – Recurso desprovido.

(TJ-SP – APL: 10257799820148260114 SP 1025779-98.2014.8.26.0114, Relator: Carlos von Adamek, Data de Julgamento: 17/05/2017, 34ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 23/05/2017)

Porém, se por exemplo: a CND foi emitida para efeitos de venda da unidade, e se o erro na emissão da CND foi  comprovadamente da administradora, esta deverá arcar com os prejuízos diretos decorrentes da sua má gestão/erro e depois buscar o ressarcimento perante o vendedor.

Nesse caso o comprador/novo adquirente não deve arcar com o prejuizo face a falha da administradora. Situação diferente da relatada pelo leitor, quando o proprietario da unidade continua na propriedade do imóvel.

Vínculo empregatício

Pergunta 3, de Ed Tomaz Tomaz

O condomímio tem uma diarista (colaboradora) que há mais de 8 anos vem uma vez por semana ao depósito de resíduos recicláveis e não recicláveis do condomínio realizar a manutenção (lavagem). Como trata-se de uma catadora de resíduos, em comum acordo, é a única beneficiária de todo o resíduo reciclável que é produzido no condomínio . Ela é remunerada logo após o término do serviço semanal, que não ultrapassa 2 horas.

Pergunto-lhe: essa tarefa semanal, que tratamos como serviço prestado por diarista, a luz da legislação trabalhista, pode ser considerada um trabalho repetitivo e trazer no futuro algum problema judicial como obrigação de pagamento de indenização? 

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

O fato da diarista estar no condomínio de uma a duas vezes na semana, não conota automaticamente vínculo empregatício, uma vez que não estão presentes os requisitos da legislação trabalhista para tanto artigos 2º e 3º da CLT:   São requisitos para o vínculo: Não eventualidade, subordinação, onerosidade, pessoalidade e alteridade.

Nesse sentido:

TRABALHO EVENTUAL. INEXISTÊNCIA DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO. A prestação de serviço eventual não autoriza o reconhecimento do vínculo empregatício, nos termos do artigo 3º da CLT. Recurso desprovido.

(TRT-13 – RO: 105248 PB 00817.2008.005.13.00-4, Relator: ANA MARIA FERREIRA MADRUGA, Data de Julgamento: 17/03/2009, Primeira Turma, Data de Publicação: 17/04/2009)

TRABALHO DOMÉSTICO EVENTUAL. DIARISTA. INEXISTÊNCIA DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO. O conjunto probatório inclina-se pela veracidade da tese defendida pela demandada de inexistência de vínculo empregatício entre as litigantes, haja vista a jurisprudência do C. TST apontar no sentido de não considerar contínuo o labor doméstico prestado em apenas dois ou três dias da semana. Inteligência dos artigos 2º e 3º da CLT c/c o artigo 1º da Lei nº. 5.859/72. Recurso improvido. (Processo: ROPS – 0000981-39.2014.5.06.0101, Redator: Ivan de Souza Valenca Alves, Data de julgamento: 29/01/2015, Primeira Turma, Data da assinatura: 03/02/2015)

(TRT-6 – RO: 00009813920145060101, Data de Julgamento: 29/01/2015, Primeira Turma)

As diaristas prestam serviços eventualmente na mesma residência/empresa/condomínio e, por isso, não estabelecem vínculo empregatício.

Por esse motivo, a legislação previdenciária não considera a diarista como empregada doméstica e, sim, como contribuinte autônoma o que não requer que a mesma seja registrada.

“As trabalhadoras que prestam serviços domésticos de forma eventual não são consideradas empregadas domésticas perante a legislação previdenciária mas, sim, contribuintes individuais (autônomas). Elas não têm os mesmos direitos das mensalistas e o patrão não é obrigado a fazer o registro em Carteira, recolher as contribuições mensais para a Previdência Social nem pagar outros encargos previstos na legislação da doméstica. Isso porque as diaristas geralmente prestam serviço em várias residências, não estabelecendo vínculo com nenhuma delas.

Segundo a legislação, para que seja configurado vínculo de emprego são necessários, cumulativamente, os requisitos da pessoalidade (somente ela presta o serviço), onerosidade (recebe pela execução do serviço), continuidade (o serviço é prestado de forma não eventual) e subordinação (o empregador dirige a realização do serviço, determinando, por exemplo, o horário). Em geral, no caso das diaristas, todos os requisitos estão presentes, com exceção da continuidade.

Contribuinte individual – Para que fique caracterizada sua situação de autônoma, a diarista deve estar inscrita na Previdência Social como contribuinte individual e efetuar o recolhimento da contribuição previdenciária, mês a mês, de acordo com seus rendimentos. A inscrição como contribuinte individual deve ser feita pela diarista pelo telefone 135 ou no site www.previdencia.gov.br.

A diarista também pode se inscrever como microempreendedor individual (MEI), contribuindo para a Previdência Social com a alíquota reduzida de 5% do salário mínimo. O microempreendedor é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para poder contribuir nessa categoria, as diaristas precisam fazer seu cadastro no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br) e se formalizarem como MEI. Após a formalização, a diarista receberá o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual, com o devido número de CNPJ.

Para pagar suas contribuições mensais à Previdência, a diarista inscrita como empreendedor individual deverá imprimir seu carnê de recolhimento mensal, chamado DAS-MEI, pelo Portal Simples Nacional, usando seu CNPJ. O pagamento também pode ser feito por meio do “Carnê da Cidadania”, que é enviado pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SPME) para a residência das pessoas cadastradas. (ACS/SP)”

Fonte: http://www.previdencia.gov.br/2015/11/sp-previdencia-social-considera-diarista-como-contribuinte-individual/ 

 Sendo a diarista pessoa física, poderá emitir recibo simples de autônomo de prestação de serviços (RPA), o qual deverá sofrer as retenções legais. São elas: a) 11% de INSS b) imposto de renda com base na tabela do IR Pessoa Física. Ainda, o condomínio deverá recolher 20% de INSS sobre o valor bruto do serviço prestado.

Lembrando que em 05/12/2014, o Comitê Gestor do Simples Nacional – CGSN autorizou através da Resolução 117 em seu artigo 8º. O enquadramento da Diarista como Micro Empreendedora Individual – MEI, permitindo assim, contribuição do INSS pelo prestador com a alíquota de 5% (cinco por cento).

(*) Rodrigo Karpat é advogado de Direito Imobiliário e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Seguro residencial oferece proteção contra ações naturais e humanas

Também disponibiliza alguns serviços para o imóvel, garantindo uma tranquilidade a mais dentro do lar

José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas

Kleber Sales/CB/D.A Press - 11/11/15

Já pensou em proteger o seu lar de possíveis imprevistos? Várias situações podem colocar em risco a segurança e a paz de uma residência. De raios a assaltos, as casas e apartamentos estão vulneráveis a ações naturais e humanas. Pensando nessa precaução, muitas pessoas buscam, no mercado das seguradoras, uma proposta que ofereça cobertura para esses riscos. Ao contratar um seguro residencial é indicado estudo do que realmente é necessário e conversar com profissional, que dará as orientações sobre a cobertura adequada para cada caso.

O seguro tem por finalidade proteger o patrimônio, não apenas a estrutura física de uma residência, mas também, em algumas opções, garantir tudo o que está dentro do imóvel. Segundo levantamento da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), menos de 15% das casas e apartamentos brasileiros têm algum tipo de seguro. O número segue o pensamento de que o seguro é muito caro. Porém, o custo pode chegar a menos de 1% do valor do bem. Apesar da baixa adesão, o mercado está em expansão, com potencial de crescimento de 10% ao ano até 2020, segundo a FenSeg.

Esse seguro é destinado a residências individuais, casas e apartamentos, habituais ou de veraneio. “O seguro residencial também serve para se precaver de situações incômodas que podem ocorrer no dia a dia e assegurar uma série de serviços que o cliente pode agregar e que poderá auxiliá-lo no cotidiano, como encanadores, eletricistas e chaveiros, entre outros. O crescimento do prêmio da modalidade no 1º semestre atingiu o índice de 15,75%, sendo ainda maior em Minas Gerais (17,79%), que aponta procura maior por segurança e precaução”, comenta Geraldo Pereira Filho, presidente da Comissão de Ramos Elementares do Sindicato das Seguradoras (SindSeg MG/GO/MT/DF).

Segundo o presidente, o segurado deve sempre pedir orientação ao corretor de seguros, já que é o profissional mais preparado para atendê-lo. A contratação é feita por meio da proposta e, posteriormente, é emitida a apólice. “Na apólice estão todos os detalhes do seguro que foi fechado. Você deve sempre solicitar para seu corretor esse documento e guardá-lo com você. É fundamental conferir todos os dados da apólice fechada. Se houver algum erro e não perceber, você poderá ser prejudicado”, afirma.
O seguro residencial contempla a cobertura básica e as coberturas adicionais. Todos eles oferecem, no mínimo, o reembolso de danos causados por incêndio, raios e explosões. Estar protegido nessas situações já ajuda muito, pois esses são os acidentes que causam os estragos mais caros. Mas o segurado pode pedir algumas coberturas extras, o que terá taxas adicionais. “Ao contratar o serviço, o segurado deve escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil, de acordo com as variações que as condições locais e do imóvel apresentarem. Antes de contratar, analise quais coberturas adicionais você quer ter. O segurado pode contratar também coberturas para desmoronamento, acidentes pessoais, roubo e furto qualificado, vidros, perda ou pagamento de aluguel a terceiros, danos elétricos, responsabilidade civil familiar, queda de aeronaves e impacto de veículos, entre outros”, destaca Geraldo Pereira.

Além das coberturas aos bens do imóvel, as seguradoras oferecem também proteção de responsabilidade civil. Isso quer dizer que, caso algum segurado danifique acidentalmente algum bem, a seguradora garante a cobertura do dano. Por exemplo, se um hóspede cair da escada ou se um carteiro for mordido pelo cachorro, ambos têm assistência garantida.

VALORES 

A taxa paga anualmente pela contratação varia de acordo com as coberturas e serviços adquiridos, mas, normalmente, não representa um grande gasto, quando se compara com o valor do patrimônio. “O valor de seguro é baixo em relação ao preço do imóvel. Em apartamentos, o valor chega a 0,25% do valor do imóvel; em casas, varia entre 0,15% e 0,40%. Os preços do seguro residencial geralmente não passam de 0,40% do valor do imóvel, alguns poucos chegam a 1%”, analisa Pereira.

Em caso de pedir indenizações, cada cobertura tem suas orientações específicas. O indicado é fazer contato com o corretor, que auxiliará no entendimento da apólice e a fazer o BO. “É bom lembrar que a maioria das seguradoras disponibilizam as condições gerais em seus sites, para facilitar o acesso do segurado”, finaliza.

Se você mora em condomínio, saiba que o seguro residencial é opcional, mas o seguro condomínio é obrigatório tanto para prédios residenciais quanto para comerciais e mistos. A contratação é de responsabilidade do síndico e o valor é dividido entre os condôminos. Esse tipo de seguro protege as unidades autônomas e as partes comuns do condomínio. A cobertura mínima exigida deve garantir indenização dos prejuízos causados à estrutura física (paredes, pisos, tubulação etc.), em caso de incêndio, raio e explosão.

Cuidados ao contratar um seguro residencial

- Verifique se a corretora e a seguradora têm autorização de funcionamento concedida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep)

- Pesquise e compare os valores dos prêmios de diversas seguradoras, em várias corretoras

- Leia atentamente a proposta e as condições gerais do contrato

- Certifique-se de que a proposta contém os valores do prêmio, a importância segurada, as coberturas contratadas e as exclusões. Só assine quando todos esses dados estiverem preenchidos

- Mantenha seus dados cadastrais atualizados e não deixe de comunicar a seguradora em caso de mudança de endereço ou de qualquer alteração no patrimônio segurado. Essa providência é importante porque será necessária a transferência e a reavaliação do valor do seguro. Todas as alterações deverão ser confirmadas pela seguradora, por meio de documento conhecido como “endosso”

- Mantenha em seu poder todos os documentos referentes ao seguro e, caso opte por cobertura adicional para seus bens, faça uma lista de todos os itens e guarde as notas fiscais

- Você tem direito a informação clara, precisa e verdadeira

- A seguradora deve cumprir o que foi prometido em contrato, na oferta ou em mensagens publicitárias

- É proibida toda publicidade enganosa

- A seguradora também é responsável pelos atos de seus prepostos ou representantes

- O contrato deve ser redigido de forma a facilitar sua compreensão, em termos claros e legíveis, destacando visualmente as cláusulas que limitam direitos do consumidor. Você tem o direito de ler e tirar suas dúvidas antes de assiná-lo

- As cláusulas do contrato que prejudiquem o consumidor são nulas

- Se você for prejudicado por qualquer conduta da seguradora que esteja em desacordo com o Código de Defesa do Consumidor, tem direito a reparação. Você pode denunciar o fato à Susep e ao órgão de defesa do consumidor de sua cidade.

Fonte: ProconSP 

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Vazamentos e infiltrações em prédios, além de prejuízos, podem causar conflitos entre condôminos e síndicos

Bom senso é a melhor saída para resolver o problema

José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas

Primeira coisa a fazer diante de infiltrações é buscar identificar o foco e avisar ao síndico o mais rápido possível - Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press - 27/4/09
Primeira coisa a fazer diante de infiltrações é buscar identificar o foco e avisar ao síndico o mais rápido possível

Problemas de infiltração e vazamento em prédios geralmente geram transtornos para condôminos e síndicos. Por isso, é preciso estar atento aos primeiros indícios de infiltrações, buscando identificar o foco o mais rápido possível. E, antes de falar em responsabilização, deve-se primeiro tentar identificar a origem do vazamento, porque tanto pode ser oriundo da tubulação da área comum quanto da área privativa.

Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Condomínios da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), conta que, aos primeiros sinais de vazamento, é preciso tentar estancar a saída de água. “O vazamento pode trazer inúmeras consequências aos apartamentos e, consequentemente, aos prédios, já que, de início, não sabemos a origem.”

Problemas com encanamentos, normalmente, estão entre as principais reclamações e divergências em condomínios. “Vazamentos visíveis são fáceis de ser localizados, pois deixam manchas de mofo, descascamento da parede, soltam azulejos e deixam os locais mais escuros. Já os vazamentos internos, mais difíceis de ser encontrados, precisam ser identificados com maior urgência e, geralmente, são os que causam maiores prejuízos”, comenta Wellington Novais, síndico profissional.

Pensar que a responsabilidade é sempre do condomínio não é a melhor saída para acabar com o conflito. “Se o vazamento tiver origem em canos na vertical, ou seja, nas colunas ou nas áreas comuns, a responsabilidade é do edifício. Se o problema estiver nos canos horizontais, chamados de ramais, deve ser resolvido pelo morador do apartamento. Se há um vazamento no teto do banheiro, em razão de problemas na rede horizontal, o responsável pelo reparo é o morador da unidade de cima, com todos os custos”, aponta o síndico.

A rede vertical conduz água e esgoto por todos os andares. É de uso comum, portanto, de total responsabilidade do condomínio, inclusive obras realizadas nos apartamentos, em razão de problemas nessa rede. A rede horizontal comporta os canos que servem às unidades, recebendo água da rede vertical e conduzindo esgoto para a mesma rede. “Basicamente, há três motivos para o surgimento de infiltrações: vazamentos; falhas na impermeabilização da laje; e o lençol freático, que provoca a infiltração no poço do elevador”, destaca Novais.

SÍNDICO 

Quando há algum problema, o síndico deve ser um dos primeiros a ser comunicado, para que possa dar o encaminhamento adequado à situação. Quando o caso é entre unidades, depois da identificação da origem, o fundamental será o diálogo. O trabalho do síndico será sempre de mediação e orientação aos moradores. “É importante que as pessoas que moram em condomínios vivam em coletividade e estejam preparadas para várias situações. O respeito e o bom senso devem prevalecer”, destaca Leonardo Mota.

Segundo o vice-presidente, se for constatado que o problema deve ser resolvido pelo prédio, a questão precisa ser tratada da forma mais ágil possível, além de informar aos moradores o que está ocorrendo. “É responsabilidade do síndico, em conjunto com a administradora, cuidar para efetuar os reparos necessários. Caso o valor ultrapasse a receita, é preciso convocar reunião com os moradores e agir de acordo com a legislação do condomínio.”

ÁREAS COMUNS 

Quando ocorre um vazamento no teto da garagem do condomínio, a agilidade também é imprescindível, já que a água pode danificar algum veículo ou causar algum outro transtorno. “Se o ponto estiver em área comum, áreas de lazer, salão de festas e outros, o condomínio tem de assumir a responsabilidade com o reparo dos danos”, ressalta Leonardo Mota. Ele recomenda que, ao perceber alguma infiltração originada em área comum, o morador relate imediatamente ao síndico, o qual, por sua vez, precisa tomar as medidas cabíveis para resolver a questão.

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Elizabeth Colares

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Veja como usar papel de parede no banheiro

Dê uma nova cara ao ambiente sem passar por grandes reformas

Para começar um “quebra quebra” de reforma no banheiro, é preciso estar financeira e psicologicamente disposto e estável, já que este é um tipo de obra que pode gerar muita dor de cabeça. Mas, é possível se livrar da sensação de estar enjoado da decoração de uma forma prática e rápida: utilizando papel de parede no banheiro.


Foto: Reprodução/Pinterest

Antigamente, era comum ter o pé atrás para adotar essa opção em cômodos como o banheiro, já que a tecnologia não era tão avançada e o prejuízo poderia ser grande caso o papel de parede deteriorasse com o vapor do ambiente. Dessa forma, era muito mais frequente que ele fosse utilizado apenas em lavabos.

Mas, a arquiteta e urbanista Danielle Andraos, do escritório Arquitetura Possível, explica que hoje, com o avanço da qualidade dos papéis de parede, tudo só depende da decisão certa na hora da compra: “Com a escolha dos materiais indicados, resistentes à umidade e ao vapor, pode-se deixar a criatividade aflorar e usá-los em quaisquer paredes até mesmo dentro do box dando uma cara super atual ao ambiente”.

Os mais indicados são o vinílico e lavável. O primeiro é feito de PVC e tem base de tela ou papel, conforme explicam as arquitetas Nathiara Pozzebon e Juliane Richetti, da Arqhezze Arquitetura. Segundo elas, essa opção conta com um tratamento que dá à ela um aspecto de tecido e aumenta a durabilidade, já que é muito resistente à umidade.

Já o papel de parede impermeável, como o próprio nome já diz, é protegido da exposição à água e conta com uma infinidade de texturas enorme, desde as que imitam couro, cobre e madeira até as estampadas.


Foto: Reprodução/Pinterest

Apesar de toda essa moderna tecnologia que te possibilita decorar o banheiro de modo fácil, a dupla de arquitetas da Arqhezze explica que é preciso investigar o local antes de instalar o papel de parede: “A umidade não ocorre somente nos ambientes tipicamente úmidos, como banheiro, lavanderia e cozinha. Muitas casas possuem mofos nas paredes das salas e quartos. Isso pode ocorrer devido a má impermeabilização das paredes na construção, a pouca iluminação ou a falta de ventilação”. Se houver este problema no ambiente, nem as opções adequadas resistirão.

A opção que você talvez tenha ficado curioso a qual você pode colocar dentro do box é bastante inovadora e recebe o nome de papel de parede com proteção de fibra de vidro, que na verdade é um revestimento com a mesma facilidade de aplicação que os papéis de parede. “Ele possui uma maior durabilidade, é lavável, antimofo, não mancha e não desbota com o tempo, o que permite seu uso sem receio até mesmo na área chuveiro”, detalha Danielle Andraos.


Foto: Reprodução/Pinterest

Além dos atributos técnicos que são práticos, o papel de parede volta em 2018 como uma forte tendência e um de seus pontos fortes é a versatilidade, já que as opções de estampas e texturas são infinitas.

Para dar um ar refinado e especial ao ambiente, você pode se basear nas opções que hoje estão em alta, como os de concreto aparente, cimento queimado, 3D, retrôs, listras e os geométricos. Aliando estas tendências ao seu próprio estilo, você terá a garantia de um banheiro renovado e lindo!

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

Destinação de áreas comuns em prédios para fins diferentes gera conflitos

Disponibilização de ambientes para objetivos diversos aos que se destinam pode resultar em problemas e só deve ser feita se houver unanimidade

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

Ilustração/EM

Áreas comuns em prédios que não dispõem de espaços públicos muitas vezes podem se tornar um problema para os moradores do condomínio. Isso porque, ao comprar um imóvel residencial, os proprietários são levados por determinados interesses, que, ao longo dos anos, podem mudar. Os antigos proprietários mudam, morrem, os filhos crescem e pessoas com perfis diferentes adquirem as unidades; e aí podem começar os conflitos.

Para evitar transtornos no condomínio, o advogado Rodrigo Karpat explica que o que precisa ser considerado é o que está descrito no ato de instituição do condomínio, o qual vai elencar a destinação que tem aquelas áreas. “E para mudar uma destinação será necessária a unanimidade dos condôminos, ou seja, todos precisam concordar.” Isso ocorre para que aquele que comprou um apartamento tranquilo e buscou sossego, sem área de lazer, não se depare, por exemplo, com a desocupação da casa do zelador e a transformação do local em uma academia que fique em cima ou embaixo da cabeça dele”, alerta o especialista. Ele ressalta que alguns relatos trazem situações inusitadas em que uma área destinada à caixa d’água ou ao hall social esteja sendo utilizada para fazer churrasco, o que desvia a destinação da área e pode colocar, inclusive, em risco os condôminos. “O condomínio deve ser utilizado para o fim a que se destina, conforme descrito em convenção, e a destinação das suas áreas deve respeitar o mesmo instrumento, o que está previsto no artigo 1.335, II, e artigo 1.336, IV, do Código Civil. E, ainda, o artigo 1.351 aduz que a mudança da destinação do edifício, ou da unidade imobiliária, dependerá da aprovação pela unanimidade dos condôminos.”

Karpat esclarece que alterar a destinação de uma área requer quórum de 100% (unanimidade) dos condôminos, além das adequações necessárias na convenção. Já o acréscimo a situações existentes precisa da aprovação de dois terços dos moradores. “É importante frisar que alterar a destinação de uma área no condomínio não tem a ver com utilização de área comum com bom senso ou permitir situações pequenas que atendam à coletividade sem contrariar a lei”, ressalta.

Como exemplo, o advogado cita uma área lateral de um prédio, que tem a finalidade de trânsito de pedestres “e, digamos, que seja uma área extensa na qual os moradores podem bater papo ou as crianças jogarem bola. O entendimento é que essa situação não se configura como alteração na destinação da área, apenas otimiza o uso do espaço e pode ser feita, desde que não traga qualquer perturbação ao sossego e segurança dos demais e desde que passe pela aprovação da assembleia com quórum de maioria simples”.

INTERESSE DA MAIORIA 

Alterar a academia do prédio para uma área de moradia ou para depósito altera a destinação da área e requer quórum de 100% dos condôminos. Se for o caso da construção de uma marquise para a área da churrasqueira, o quórum seria de dois terços com base no artigo 1.342 do Código Civil. “Recorro-me aos ensinamentos de Biasi Ruggiero, que em sua obra Questões imobiliárias, Editora Forense, 1997, diz: ‘Com efeito, é preciso haver algum elastério quando se trata de alteração de pequeno porte, desde que mantida a área para finalidade de interesse comum, uma vez ‘não podem ficar dependentes da unanimidade dos condôminos, em razão da extrema dificuldade que isso representaria no relacionamento condominial, pois existem condomínios horizontais com 100, 200, 300 ou mais unidades. Bastaria uma vontade caprichosa para impedir um plano que convenha aos interesses da maioria’.”

Caso os condôminos queiram alterar a convenção de condomínio, dispondo acerca da mudança de destinação de área do condomínio, Karpat explica que dependerá de aprovação, por unanimidade. Para realização de obras em partes comuns do edifício, é necessária a aprovação de dois terços dos votos dos condôminos. “Caso contrário, aquele que realizou as obras assume para si o risco de ser onerado pela benfeitoria construída sem a devida autorização.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

5 dicas de como decorar o ambiente com rack retrô

O estilo retrô conquistou o decoração e vai conquistar sua casa com apenas um móvel. Veja dicas de como decorar ambientes com rack retrô.

Mais do que bonito e versátil, o estilo retrô é capaz de resgatar o charme de outras épocas com aquele aconchego familiar da infância. Com inspirações vindas desde os anos 20 até os anos 70, sua aparência “antiga” carrega muita personalidade, além de ser uma decoração que se mescla perfeitamente com itens modernos e contemporâneos.

Em diferentes formatos, cores e texturas, o rack retrô é um dos itens que mais representa esse estilo decorativo e é a opção perfeita para quem não abre mão da estética com comodidade. Seja na sala, no quarto ou no escritório, esse móvel se adapta e valoriza qualquer espaço sem perder a objetividade de compor de acordo com a necessidade de cada ambiente.

Dê mais estilo para a sua casa com a nossa ajuda!

Conheça 5 dicas de como decorar o ambiente com rack retrô:

Pé Palito

Sucesso na década de 60, o pé palito está super em alta e é o que traz o verdadeiro ar retrô para o rack. Independente da base do rack escolhida, opte pelos pés nesse formato.

Eles não só remetem a uma outra época, como deixam a peça com uma pegada minimalista e, consequentemente, mais fácil de misturar com os outros elementos do ambiente. É um detalhe que faz toda a diferença na decoração.


Madeira

Os racks retrô de madeira são mais fáceis de serem encontrados em antiquários ou brechós de móveis. Sua aparência rústica enaltece o minimalismo, tornando-se uma peça ideal para uma decoração vintage para sala de estar, sala de leitura ou até mesmo o quarto do casal.

Apesar de cumprir sua função prática com gavetas e espaço para utensílios, a proposta da peça mostrada abaixo é estética. Nos objetos de decoração para rack, a dica aqui é o “menos é mais”. Aposte em artigos com transparência ou em tons neutros.

Branco 

A regra é clara: tons neutros dão certo com tudo. Nesse caso, a regra é tão verdadeira que os modelos mais populares no mercado são na cor branca.

Nesse tom, até mesmo os modelos maiores e mais robustos ganham delicadeza e valorizam o espaço, ideal para racks modernos para salas pequenas.

Quando na cor branca, o rack fica discreto e versátil, deixando toda atenção aos elementos decorativos. Em qualquer cômodo, se sua intenção é ter uma peça charmosa e grande o suficiente para armazenar seus objetos, o rack branco não tem erro.

Colorido ou com estampas

Se o branco assume o papel secundário e discreto, o rack retrô colorido é a estrela de qualquer decoração. Linhas retas, cores fortes e estampas são algumas das características mais comuns desse estilo.

Além de ser tendência, os racks coloridos e estampados por si só refletem muito a personalidade dos moradores da casa. Escolha a cor que você mais gostar e invista sem medo. O legal do rack retrô é justamente poder brincar com uma peça “antiga” usando cores modernas para destacar.

Se você já tem um rack e está querendo dar mais vida a ele, nada de jogar fora e comprar outro.

Arredondado

Para os mais moderninhos, uma dica muito boa é apostar em rack moderno com o formato arredondado. Assim como as peças coloridas, os modelos arredondados carregam muita personalidade e são peças-chave da decoração de um cômodo.

Com painel

Os racks costumam ser usados principalmente como apoio de TV, mas percebendo a modernização da tecnologia, recentemente começaram a surgir modelos de rack retrô com painel. Além de deixar o cômodo mais bonito e estiloso, isso permite que você coloque a TV numa posição mais alta, escondendo os fios e liberando o espaço para outros objetos necessários.

Já deu para perceber que o rack retrô é mais uma dessas peças coringas que todo mundo deve conhecer. Fácil de decorar, prático e funcional para organizar suas coisas. Gostou? Continue nos acompanhando aqui em nosso blog.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Convenção e Regimento Interno: saiba como elaborar e a sua utilidade

Importante instrumento para o condomínio a Convenção e o Regimento Interno tem como objetivo disciplinar a conduta dos condôminos.

Convenção e Regimento Interno: saiba como elaborar e a sua utilidade

Um dos instrumentos mais importantes dentro de uma gestão condominial, a convenção do condomínio está para os condôminos assim como a Constituição Federal está para o cidadão brasileiro. Ou seja, é neste documento que devem estar todas as regras internas para o bom andamento do condomínio. Cumpri-las, ou fazer que sejam cumpridas, é dever do síndico.

Já o Regimento Interno, que deve fazer parte da Convenção do condomínio, tem como objetivo garantir a ordem e a harmonia nos condomínios. É neste documento que devem constar a resolução de possíveis conflitos, aplicação de multas e a utilização de espaços comuns.

Por isso é de suma importância que esses dois documentos seja perfeitamente redigidos, de preferência por profissionais da área do direito.

Saiba mais sobre esses dois importantes documentos no novo vídeo para a série “Síndico Curioso”, do Viva o Condomínio Vídeos, com o advogado Fernando Passos Gama

Confira!

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Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Checklist: saiba o que fazer após pegar as chaves de um novo imóvel

Com os próximos passos planejados sua mudança se tornará muito mais rápida

Pegar as chaves de um novo imóvel é sempre um momento muito aguardado. Não importa se ele foi comprado na planta (o que gera ainda mais ansiedade) ou usado, a vontade de entrar em definitivo no local é imensa.

Por isso, planejar o que fazer logo após a aquisição das chaves ajuda a otimizar o tempo de preparação da casa ou apartamento para que a mudança aconteça o mais rápido possível. Abaixo você confere a lista que o ZAP em Casa fez com os passos que você deve seguir antes de chamar o novo canto de lar.

Solicite a ligação da energia elétrica e a instalação do gás

 


(Foto: Shutterstock)

 

A primeira coisa a fazer é pedir na companhia elétrica da sua cidade que a energia da sua casa seja ligada ou religada no caso do imóvel já ter sido habitado. Se você estiver vivendo a segunda opção, também precisará comparecer em algum ponto de atendimento da companhia para passar a conta de luz para o seu nome. Lembre-se de dar prioridade a isso, pois caso haja reforma, os fornecedores precisarão de luz para trabalhar. A instalação do gás também é primordial, pois o aquecedor já deve estar instalado antes que os revestimentos e móveis planejados sejam colocados.

Crie um projeto de reforma e decoração


(Foto: Shutterstock)

 

É possível procurar os serviços de um arquiteto ou engenheiro mesmo antes de pegar as chaves, é só ter a planta do apartamento em mãos. Mas, caso você ainda não tenha passado por essa etapa, ela deve ser a primeira a receber sua atenção. Profissionais te ajudarão (e muito!) a planejar seu futuro lar, tanto no âmbito de espaço quanto no de orçamento, já que eles conseguem adequar o dinheiro que você tem disponível às possibilidades de mercado.

Priorize o que você precisa para mudar

 


(Foto: Shutterstock)

 

Você pode até ter um projeto completo feito para a sua casa, mas é importante saber que você não precisa ter ele finalizado para se mudar. Priorize a base do imóvel, isso é: piso, gesso, azulejos e revestimentos, pintura, bancadas da cozinha e dos banheiros, e parte elétrica e hidráulica. A seguir, pense nos itens indispensáveis para você conviver bem no local: armários da cozinha, cama, sofá – estes são pontos que você mesmo vai definir de acordo com o seu estilo de vida. Feito e comprado tudo isso, você pode dar atenção aos toques finais da decoração depois que se mudar.

Contrate fornecedores

 


(Foto: Shutterstock)

 

Nesta etapa você vai precisar ir atrás de todos os itens listados acima para a base do imóvel, assim como dos móveis planejados (se for o caso, pois muitas vezes imóveis usados já vêm com armários embutidos). A dica aqui é: pesquise incansavelmente. Muitos itens de reforma, como pisos e cerâmicas, por exemplo, podem variar até 150% de preço. Então, se a pedida é economizar, não se conforme com o primeiro orçamento que receber.

Contrate fornecedores e mão-de-obra

 


(Foto: Shutterstock)

 

Chegou uma das partes mais difíceis da sua pré-mudança: encontrar mão-de-obra de confiança. E para isso não há uma fórmula mágica, o segredo é procurar indicações de amigos e contratar o profissional com melhor recomendação que você puder. Muitas vezes, em condomínios novos, é fácil encontrar profissionais que estejam perto de acabar uma obra vizinha e dispostos a pegarem mais serviços no local. Depois que definir os contratados, lembre-se de comunicar a portaria, caso o seu imóvel seja em um condomínio, e deixar uma lista de pessoas autorizadas a entrarem na sua obra; essa é uma questão de segurança.

Providencie serviços essenciais


(Foto: Shutterstock)

 

Assim que a reforma for finalizada e a mudança feita, você pode começar a solicitar os serviços que precisará no dia a dia, como internet, telefone e tv a cabo. Se o seu imóvel estiver em um condomínio fechado, é provável que existam restrições quanto às empresas disponíveis no local, contate a portaria e se informe antes de solicitar o serviço.

Faça uma limpeza completa no local

 


(Foto: Shutterstock)

 

Se tem uma tarefa pesada na fase pré-mudança é a limpeza da casa pós-reforma. Portanto, organize um mutirão entre os familiares ou contrate uma empresa especializada, hoje em dia existem algumas companhia que enviam mais de uma profissional para fazer a limpeza doméstica por preços bem acessíveis. Por fim, com a casa limpinha e renovada, você estará pronto para curtir o novo lar.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

As 5 maiores causas de briga em prédios e as chances de resolver na Justiça

As 5 maiores causas de briga em prédios e as chances de resolver na Justiça

Calote, cano, cachorro, carro e criança: estes são os cinco C’s das baixarias e conflitos entre vizinhos nos condomínios, segundo advogados especializados na área.

Basicamente se traduzem em atrasos na conta do condomínio, animais que latem demais, vazamento no vizinho de cima, arranhões de carros na garagem e crianças em algazarra. Em boa parte das vezes, os problemas são resolvidos no diálogo, mas não é raro que a falta de consenso ou de bom senso faça com que muitos deles acabem parando no Judiciário.

“Nessa comunidade, é sempre necessário conversar, mas, se nada mais der certo, o jeito é entrar com uma ação mesmo”, disse o advogado especializado em direito imobiliário Jaques Bushatsky, do escritório Bushatsky Advogados.

Processos longos, custos altos e mesmo a chance de não ganhar são alguns dos fatores que ele menciona para serem levados em consideração antes de levar a briga ao tribunal.

Bushatsky pesquisou dezenas de processos relativos aos cinco C’s que passaram pelos tribunais de diversos estados nos últimos anos e analisou para qual lado tendem a pender os entendimentos dos juízes nas diferentes situações.

Veja a seguir as brigas mais comuns e que desfecho costumam ter quando se transformam em uma ação judicial.

Calote

Moradores que atrasam o condomínio são, certamente, a maior fonte de problemas e de processos que saem de um conjunto residencial.

“Se foi tentado um acordo, um parcelamento na dívida e nada deu certo, o condomínio acaba mesmo acionando a Justiça”, disse Bushatsky. “Nesses casos, o Judiciário tradicionalmente dá o ganho de causa para o condomínio e impõe o pagamento dos débitos, seja qual for o argumento para os atrasos.”

Uma vez com a decisão judicial em mãos, há uma série de procedimentos que podem ser acionados caso o pagamento continue não sendo realizado, como a penhora de bens do proprietário ou o envio do imóvel para leilão, até que o condomínio consiga levantar e receber o valor total que lhe é devido.

Cano

Vazamentos e infiltrações que vêm de outro lugar que não da sua própria casa são um problema recorrente entre aqueles que dividem paredes acima ou ao lado com outras pessoas.

Os reais problemas começam, porém, quando o responsável por aquela mancha molhada na parede alheia –que pode ser um vizinho ou mesmo o condomínio, no caso de o problema estar na rede geral– resiste em fazer o conserto ou até a investigação para encontrar a origem do vazamento.

Nesses casos, muitos acabam optando por buscar a ajuda oficial. Quando os casos chegam à Justiça, a prática é que o juiz solicite a realização de uma perícia para localizar o vazamento, detectar os culpados e emitir a sentença determinando que os responsáveis façam o reparo.

Nesses casos,muitos acabam optando por buscar a ajuda oficial. Quando os casos chegam à Justiça, a prática é que o juiz solicite a realização de uma perícia para localizar o vazamento, detectar os culpados e emitir a sentença determinando que os responsáveis façam o reparo.

“É uma ação em que o culpado sempre perde, e vai acabar saindo mais caro para ele resistir e esperar chegar ao Judiciário do que simplesmente fazer o conserto”, afirmou Bushatsky. “Ele vai ser obrigado a fazer o reparo e ainda arcar com as custas do processo.”

Além disso, deixar de fazer a manutenção porque os vizinhos ou o síndico pediu é uma coisa, mas deixar de fazê-la a partir do momento em que isso foi decidido no tribunal passa a ser descumprimento de uma ordem judicial. “Normalmente, são estipuladas multas diárias, com valor que o juiz define conforme o caso, até que o problema esteja solucionado.”

Cachorro

É justo obrigar sempre a ter o cão ou gato no colo nas áreas comuns? O cachorro do vizinho incomoda? Sim, essas também são causas que não só congestionam os interfones das portarias como também acabam chegando às mesas do Judiciário.

“No geral, os juízes entendem que pode, sim, ter animal, mas pode haver exceções”, disse Bushatsky. Ele menciona o caso de um morador que foi proibido de continuar com seu pit bull no prédio já que o cão poderia apresentar riscos à segurança dos outros moradores e dos funcionários.

Em várias outros processos levantadas por Bushatsky, porém, as decisões pendem por preservar o direito dos condôminos de circularem com seus animais. Foram os casos de dois moradores que eram cobrados por seus vizinhos e pelo condomínio para levarem os animais no colo –um deles era uma idosa que possuía três cães e o outro um rapaz dono de um golden retriever (cão de raça grande).

Em ambas as situações, os juízes dispensaram aos proprietários a necessidade de andar com os bichos no colo pela área comum, desde que com coleira.

Carro

As situações mais comuns, segundo Bushatsky, são as de pessoas que chegam à garagem e encontram o carro riscado, batido ou até mesmo outro veículo no lugar de sua vaga demarcada.

Quando o culpado resiste em assumir o prejuízo, há quem decida por levar a cobrança às últimas consequências e entrar com uma ação.

“Em casos de avaria, o que conta é ter prova. Se não tem, nem tente, você vai perder a ação”, disse o advogado. Segundo ele, porém, conseguir as evidências está cada vez mais fácil, com ajuda de testemunhas e dos sistemas internos de câmeras.

Ausência de vagas especiais ou proibição à entrada de carro de terceiros são outros casos que também já chegaram aos tribunais e nos quais, geralmente, os prejudicados conseguem ganhar.

São, em sua maioria, requeridos por pessoas que têm algum tipo de restrição. Em um caso de 2015, por exemplo, um morador com restrições de locomoção por conta de um AVC conseguiu em juízo o direito de ter uma vaga construída pelo condomínio em local de fácil acesso à entrada de sua casa.

Em outro, de 2014, uma família com um filho de três anos conquistou a permissão para que um motorista entrasse nas dependências do prédio para buscar e devolver a criança, mesmo sendo proibida a entrada de veículo de terceiros.

Criança

Barulho, travessuras e discordâncias sobre normas internas (como se os pequenos podem ou não usar a piscina desacompanhados) são alguns dos desentendimentos entre adultos e crianças que vivem em um espaço compartilhado.

Há casos, porém, em que as crianças podem acabar envolvidas em problemas bem mais sérios, como acidentes ou ofensas graves, e os pais ou responsáveis podem vir a ser chamados a responder pelas consequências, quando não pagar.

Em um caso que aconteceu em São Paulo, por exemplo, os pais foram obrigados a pagar danos morais por seu filho pequeno ter insultado um funcionário.

Por outro lado, em um incidente no Rio Grande do Sul, foi a falta de provas que livrou um morador de ter que indenizar as queimaduras de um menino de seu condomínio. O garoto sofreu queimaduras graves após jogar uma garrafa de álcool dentro da churrasqueira recém-utilizada, ainda em brasas, e a garrafa explodiu.

Os pais do menino culparam o vizinho pelo acidente por ter sido negligente com os objetos usados em seu churrasco, mas, para o juiz do caso, os acusadores não foram capazes de comprovar a relação entre os fatos.

Fonte: Economia UOL

Como limpar piso laminado

Descubra os cuidados necessários na hora de higienizar esta delicada superfície

Se você tem piso laminado em casa ou está em dúvida sobre qual tipo de piso instalar na sua reforma, deve saber que ele é um dos mais sensíveis e requer atenção dobrada durante a limpeza e a utilização no dia a dia.

Por isso, abaixo você descobre como limpar piso laminado e dicas indispensáveis para dar a ele os cuidados necessários.

FREQUÊNCIA

O ideal é que o piso laminado receba uma limpeza preventiva todos os dias, feita com o aspirador ou um pano levemente umedecido na sequência. No entanto, dependendo do tanto de pessoas que circulam pela casa, você pode optar por fazer essa limpeza entre uma e duas vezes na semana.

 


(Foto: Shutterstock)

 

E para uma limpeza mais completa, João Pedro Lúcio, técnico de serviços da rede Maria Brasileira, explica que existem produtos específicos para higienização pesada de laminados: “Mas deve sempre ser seguidas as instruções de uso de cada produto”, alerta ele.

PANO IDEAL

Para ter mais eficiência na limpeza, procure não usar qualquer pano, como os de algodão, por exemplo. “Dê sempre preferência a panos de microfibra, eles absorvem 7 vezes mais sujeira que um pano de algodão, que no final só empurra a sujeira e não a extrai. Os de microfibras são excelentes para serem usados tanto a seco como umedecidos, além de atrair a poeira quando passado a seco, eles absorvem com mais facilidade a água quando são molhados”, explica Renato Ticoulat, fundador da Limpeza com Zelo e diretor executivo da JAN PRO Brasil.

PASSO A PASSO

Ambos os profissionais indicam que a retirada do excesso de sujeira e pó seja feito com um aspirador, vassouras na maior parte das vezes levantam a poeira, ao invés de juntá-la, o que faz com que ela volte a cair na superfície depois. Renato Ticoulat, indica uma colher de sopa de detergente neutro em 5 litros de água como solução de limpeza.

 


(Foto: Shutterstock)

 

“Umedeça um pano limpo na solução e torça bastante, até ele ficar bem seco – problema é que não existe no supermercado detergente de limpeza de piso neutro e sim de louça, o que causa muita confusão. Neste sentido, o que importa é que ele seja alcalino. Não se deve usar sabão de coco, que tem sódio, nem sabão em pó de lavar roupa”, detalhe ele. E aqui a dica é: caso não encontre o detergente ideal, use somente água! Depois, passe o pano em todas as dimensões do piso e espere secar para pisar.

TRUQUES CASEIROS

Usar vinagre de vinho branco na proporção de três colheres de sopa para um litro de água ajuda a dar uma limpeza mais completa ao piso, principalmente se a casa tem moradores alérgicos ou animais domésticos, conforme sugere João Pedro Lúcio. “É importante não usar bicarbonato de sódio na mistura do vinagre. O bicarbonato deixará o piso branco”, alerta ele.

MANCHAS

Como já citado, o piso laminado é muito sensível, portanto qualquer líquido ou creme derramado nele pode causar manchas e até mesmo estufá-lo. Renato Ticoulat explica que ceras e produtos à base de silicone, lixas, escovas de aço, enceradeiras, materiais cortantes e até produtos ácidos que não são limpos na hora, como vinho, por exemplo, podem danificar e corroer o piso.

Mas ele também explica que existem formas de limpar manchas que às vezes parecem impossíveis de sumirem. “O álcool, por exemplo, é um produto que pode ser usado para remoção recentes de tintas de canetas. A mistura de água e detergente neutro, ajuda a eliminar manchas de batom e tintas látex. Um pano umedecido com uma solução de sabão neutro, mais 50% de água morna e 50% de álcool, retira manchas de causadas por vinho, café e sucos de uva. Se a sujeira tiver sido causada por gordura, aplique detergente desengordurante puro sobre a mancha, e depois retire o excesso com um pano.  Se o problema for com esmaltes ou colas, o removedor de esmaltes vai ajudar na remoção”, detalha ele.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Veja como escolher revestimentos para a cozinha

Arquitetas explicam o que levar em conta na hora de comprar o material

A cozinha é um ambiente especial dentro de uma casa. É lá que preparamos nossas refeições e, não raro, onde as pessoas ficam à nossa volta ansiosas enquanto os pratos ficam prontos.  Esse espaço precisa ter uma decoração que reflita a personalidade do morador, mas também é necessário que seja prática. Os revestimentos para cozinha precisam estar preparados para resistir a mistura constante de temperaturas e resíduos próprios da preparação de alimentos.


Projeto da Leila Dionizios Arquitetura em que ela usa pastilhas para revestir a parede (Foto: Divulgação)

A arquiteta Leila Dionizios diz que há uma série de revestimentos que podem embelezar a cozinha de forma rápida e prática. “Ladrilhos, cerâmicas e pastilhas são algumas opções, mas também é possível encontrar até adesivos de parede para cozinha. São super fáceis de instalar”, afirma.

Sobre as cores dos revestimentos, ela comenta que os tons amarelo, laranja e vermelho combinam bem com o ambiente e, segundo a psicologia das cores, despertam a fome.  Ela alerta que os móveis devem ser combinados com o revestimento para que o espaço não fique muito escuro.

Segundo a arquiteta Flávia Sá, os revestimentos mais utilizados em cozinha são cerâmica e porcelanato. Ela explica que o morador precisa optar pelos revestimentos para chão e parede que sejam mais fáceis de limpar e resistentes à água.

O preço entre os modelos não está relacionado à qualidade, mas sim com a inovação tecnológica e a marca, comenta Flávia. Ela fala que a maior preocupação na hora da escolha deste tipo de material é ter atenção às informações do fabricante sobre o local de uso e a contratação de mão de obra especializada para instalação.  Também deve ser observada qual a argamassa indicada pelo fabricante.

Inspire-se:


(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Sorteio de vagas de condomínio

Aprenda como deve ser feito corretamente e evite transtornos

Por Roberto Piernikarz*

Para começarmos a entender o tamanho deste problema, vamos explicar a relevância deste tema! Pesquisas recentes apontam que, em uma assembleia normal, com assuntos corriqueiros do condomínio, a média de presença de condôminos é de 13%… No entanto, este número sobe para incríveis 95% quando se trata de assembleia para definir as vagas de garagem mediante sorteio, ou quaisquer outros critérios!

Quem nunca participou de uma assembleia de sorteio de vagas cheias de tumultos, discussões, badernas e falta de informação e critérios?

A má condução deste assunto tão polêmico, aliada aos diversos vícios de procedimentos “de praxe” porém equivocados que se vê por aí, podem acarretar facilmente na impugnação da assembleia, gerando mais custos e transtornos a todos, desde os moradores até o síndico, passando pela administradora contratada. Não é por acaso, que este tema é um dos campeão de ações cíveis em condomínios.

Estes dissabores, contudo, podem e devem ser evitados! Basta que o síndico, o corpo diretivo e a administradora, trabalhem em conjunto de forma a se respaldarem na convenção condominial e no código civil brasileiro. Parece pouco, mas esse pequeno cuidado é a chave para um sorteio de vagas limpo, sem vícios, legal e incontestável.

A primeira coisa que se deve observar é a convenção condominial, que na grande maioria das vezes já determina as regras de como devem ser feitos os sorteios.

Vale lembrar que, ainda que o seu condomínio esteja de acordo em alterar o que está escrito na convenção, isso só pode ser feito em assembleia específica e com quórum adequado de dois terços dos votos totais dos condôminos, inadimplentes ou não… Por isso sugerimos que se siga a convenção, independente de se o que está escrito lá reflete a vontade de todos, pois alterá-la é tarefa extremamente complicada.

Garagem

E para ajudá-los a enfrentar tudo isso, separei aqui algumas dicas importantes que, se colocadas em prática, podem reduzir os conflitos sobre o tema em questão e impedir uma eventual impugnação de assembleia:

  1. Análise da convenção condominial: Normalmente as convenções já estipulam se as vagas são indeterminadas ou determinadas, no caso de serem determinadas, não é possível realizar sorteio. Se forem indeterminadas tem de se observar os prazos de periodicidade de sorteio, bem como os critérios pré estipulados.Caso não haja menção às vagas na convenção condominial, o que é incomum mas não é impossível, é necessário que se chame uma assembleia anterior ao sorteio, com pauta a definir as regras, critérios e periodicidade do mesmo, com quórum suficiente e decisão soberana que deve ser respeitada dali em diante! Verificar se o que está sendo proposto em termos de regras e critérios para o sorteio, não está ferindo o direito de propriedade do condômino (código civil), como por exemplo determinar uma escolha de vaga de forma diferenciada pelo tamanho do carro de cada proprietário e/ou inquilino, o que não seria permitido por lei. Excluir os inadimplentes do sorteio deixando os mesmos para o final, também vai contra o direito de propriedade e não pode ser feito, no caso de sorteio de vagas os inadimplentes devem ter o mesmo tratamento que os demais, sob pena da impugnação ou declaração de nulidade da referida assembleia.
  2. Verificar se as decisões de assembleias anteriores sobre o tema podem efetivamente ser aplicadas; Se não divergem dos critérios pré estabelecidos pela convenção, ou se havia quórum necessário para aprovação dessas decisões, entre outros fatores.
  3. Estabelecer uma data limite com prazo suficiente para a troca das vagas depois do sorteio, para que não haja confusão entre os condôminos ou situações extraordinárias como por exemplo alguém que estivesse viajando e não conseguisse trocar seu carro de vaga imediatamente, podendo causar desconforto com seus vizinhos que ficaram com essa vaga em questão no sorteio.
  4. Atentar para o fato de que, apenas a unanimidade dos proprietários pode definir se haverá novo sorteio,ou se será mantido o sorteio atual por tempo indeterminado. Isso ocorre pois não é porque a maioria está satisfeita com suas vagas, que outros que não se contentaram seriam obrigados a manter as suas para sempre.
  5. Estabelecer o prazo de validade do sorteio conforme a convenção ou assembleia anterior (conforme o caso já mencionado anteriormente da convenção não fazer menção ao tema).
  6. Definir claramente que a escolha de vagas para deficientes físicos, idosos, pessoas com dificuldade de locomoção, etc. seja feita antes dos demais condôminos. Neste caso, apesar de não ser obrigatório, a maioria dos condomínios solicita que a pessoa com essas necessidades apresente documento comprobatório no dia da assembleia, para garantir seu direito de preferência na hora do sorteio.
  7. Preparar com antecedência a assembleia de sorteio de vagas, distribuindo com antecedência a todos os condôminos, material contendo os critérios, regras, plantas da garagem (verificar se são as plantas corretas pois muitas vezes o que está no papel pode não refletir a realidade atual do condomínio, principalmente se o mesmo tiver passado por reformas ao longo dos anos), etc. Colocar na convocação a possibilidade de contratação de manobristas próprios ou terceiros, quando houver essa possibilidade, também evita surpresas na hora da votação.Outra medida que pode ser tomada antes da reunião é um levantamento sobre a quantidade de vagas e automóveis no condomínio, assim como seus tamanhos – pequenas, médias e grandes.Também é importante saber quantas vagas cada unidade tem direito e verificar se a cobertura tem direito a mais vagas, tudo isso deve estar discriminado na própria convenção do condomínio.
  8. Em casos onde há problema de espaço ou falta de vagas, uma alternativa pode ser a contratação de serviços ou arquitetos especializados em redesenhar a disposição das vagas nas garagens. Em muitos casos é possível ganhar mais espaço e até vagas. Se este for o seu caso, isso tem que estar na pauta da assembleia e na convocação para se deliberar o assunto. Lembrando sempre que se forem vagas escrituradas, essas não podem ser mexidas em absoluto!
  9. Existem empresas especializadas em votação eletrônica que podem auxiliar a diminuir o tempo, e organizar melhor os sorteios, portanto se seu condomínio tem verba para isso, vale a pena pesquisar e comparar os preços para, eventualmente, contratar este serviço.

Além das dicas acima expostas, vale informar também, que existem basicamente três formas de sorteio possíveis para vagas em condomínios, são eles:

  1. Sorteio simples já vinculando a unidade à vaga destinada - Neste caso não existe a escolha da vaga pelo condômino, o próprio sorteio já determina isso, o que faz o processo totalmente “na sorte”.
  2. Sorteio das unidades que vão escolhendo suas vagas primeiro - neste caso cada condômino sorteado escolhe a vaga que deseja na hora! O problema é que podem haver alguns sortudos que sempre saem antes e, consequentemente, sempre terão as melhores vagas.
  3. Rodízio pré estabelecido de vagas - Neste caso a cada período determinado, os condôminos vão mudando para a próxima vaga, por exemplo: quem está na vaga um vai para a dois, quem está na dois vai para a três, e assim por diante. Esse critério pode ser interessante uma vez que, neste caso, todos passarão necessariamente por todas as vagas do condomínio dentro de um período pré estabelecido.

É importante colocar também que, depois do sorteio, caso algum morador que tenha um carro maior ou outra justificativa quiser trocar de vaga, este deve procurar seu vizinho e, de comum acordo, assinar um termo e enviar à administradora informando que estão trocando suas vagas com expressa anuência um do outro. Isso evita confusão e falatório dos demais condôminos!

Além do mais, o problema de ter um carro maior ou uma profissão que demande uma saída rápida da garagem(médicos por exemplo), é exclusivo do condômino e não do condomínio, de forma que estas situações devem ser resolvidas de maneira privada, apenas notificando à administradora conforme mencionamos acima.

Por fim, recomendamos que se use a cabeça e se exercite a criatividade na hora de montar as regras para este tipo de situação; cada condomínio é único tanto em diversidade de seus condôminos quanto às suas estruturas, e só cada um deles sabe o que é melhor para si! Siga as regras, mas não deixe de pensar nas pessoas.

“As tragédias verdadeiras no mundo não são conflitos entre o certo e o errado. São conflitos entre dois direitos.“

Hegel

Roberto Piernikarz é Diretor Geral da BBZ Administradora de Condomínios; Bacharel em Administração de Empresas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Atua no setor há mais de 17 anos, tendo sido responsável pela implantação de mais de 300 condomínios, e participado da capacitação de mais de 1000 síndicos profissionais,  além de ter colaborado com diversas matérias publicadas nos principais meios de comunicação do país. Colunista do Site do IG.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Desconto pontualidade é legal em condomínios?

Em muitos estados, tribunais não concordam com esse tipo de benefício

Em muitos estados, tribunais não concordam com esse tipo de benefício

Oferecer um desconto para quem paga o boleto condominial antes do vencimento pareceu uma alternativa viável para os condomínios quando, com o advento do Código Civil, quando a multa máxima para atraso no pagamento caiu de 20% para 2%.

Porém, em muitos locais, os tribunais entendem que esse desconto é na verdade uma multa disfarçada, uma forma de burlar o percentual máximo de 2% em casos de atraso de pagamento da cota condominial.

Veja o vídeo do especialista Zulmar Koerich dando mais informações sobre o assunto!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Inspiração: cadeira Acapulco

Confira uma seleção feita pelo ZAP em Casa em parceira com o Pinterest

Quem já assistiu a um episódio de “Chaves” deve se lembrar daquele em que todos viajam para Acapulco, no México. Pois bem, nas décadas de 50 e 60, esse era um destino muito procurado pelos ricos e famosos, e foi nesse mesmo período em que surgiu a cadeira Acapulco, e que é sucesso até hoje.

Os primeiros modelos que surgiram no mercado eram feitos com cordinhas de vinil e em uma moldura de metal que tem o formato que lembra uma pera. Mas como tudo nessa vida vai mudando, a peça começou a ser produzida com outros tipos de materiais.

Geralmente, a cadeira Acapulco é usada em ambientes externos, como varandas e jardins, porém a peça é tão charmosa que pode, e deve ser usada dentro de casa, dando um toque super estiloso na decoração de qualquer ambiente.

Por isso, o ZAP em Casa em parceria com o  Pinterest , separou uma seleção de ambientes com a cadeira Acapulco para você se inspirar. Confira abaixo:

 

 

cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto:BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)
cadeira acapulco
(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Esporte e aventura: confira algumas dicas de decoração

Insira esse tema na decoração da sua casa

Brotas é referência nos guias como a capital do Turismo de Aventura. Pensando nos amantes de decoração, o Brotas Bar, homenageou a cidade com sua arquitetura imponente e sua decoração baseada nos esportes radicais da cidade.

Decoração temática

O restaurante remete a memória ao equilíbrio da natureza e aos esportes de aventura praticados no rio Jacaré Pepira e nas inúmeras cachoeiras existentes dentro de fazendas tradicionais na região de Brotas.

O visitante pode jantar observando os caiaques em tamanho normal e as luminárias produzidas com capacetes iguais aos utilizados no Rafting ou ainda em uma mesa construída em formato de bote. Você conhecerá um cardápio sofisticado e diferenciado, apresentando drinks exclusivos e exóticos, com um atendimento nota 10.

Inspire-se e leve essas ideias para sua casa:

Quadros temáticos (Foto: Caroline Fortunato)

Quadros temáticos (Foto: Caroline Fortunato)

Mesa em formato de bote

Decore as paredes com fotos dos seus esportes favoritos!

Reutilize capacetes de rafting e transforme em lustres.

Aproveite ainda em Brotas:

Se você busca muita aventura e diversão, aproveite sua ida até Brotas e conheça o Recanto das Cachoeiras, abre diariamente das 9h às 17h, e dispõe de diversas atrações para turistas amantes da natureza e da aventura. As cachoeiras podem ser alcançadas por trilhas cercadas de muito verde, já que o parque concentra uma grande vista do Vale do Rio Jacaré Pepira.

Quem prefere uma interação mais forte com a natureza pode realizar atividades como cavalgada, arvorismo, tirolesa, quadriciclo, trilhas e cachoeiras.

Aproveite e faça um passeio de quadriciclo (Foto: Caroline Fortunato)

Desfrute da vista e aproveite para almoçar (Foto: Caroline Fortunato)

Fonte: ZAP em Casa

 

As informações do seu condomínio estão seguras?

A ameaça de sequestro de dados que antes era uma preocupação só de grandes empresas agora também é uma realidade para os gestores condominiais

As informações do seu condomínio estão seguras?

Ninguém mais está imune aos riscos dos ataques virtuais e esse tipo de prática tem gerado prejuízos a muitos empresários. Mas, engana-se quem pensa que o alvo dos hackers está limitado somente às grandes corporações. Atualmente, o sequestro de dados já é uma realidade também para o setor de condomínios, que está tendo que rever seus sistemas com técnicas de segurança cada vez mais avançadas.

Em Florianópolis, recentemente uma administradora de condomínios passou por esse problema. Ao chegar para mais um dia normal de trabalho, a equipe foi surpreendida com o bloqueio total dos arquivos. A primeira providência foi chamar o técnico responsável pelo sistema, que constatou que a empresa tinha sido vítima de um golpe conhecido como ransomware, um tipo de código malicioso, instalado por um software maligno, baixado por engano, que torna inacessíveis as informações armazenadas no computador. E para restabelecer o acesso ao material, ela foi coagida a pagar um resgate em Bitcoin, moeda virtual.

“No início achei que era besteira e que logo conseguiríamos reaver os dados. Mas, depois de alguns dias sem que o técnico conseguisse resolver o problema, fiz um boletim de ocorrência na polícia e busquei mais informações na carta que recebi com o pedido de resgate. Foi quando começamos a negociação. O último backup que tínhamos era de dezembro de 2017 e senão atendêssemos ao pedido perderíamos as informações de seis meses. Sendo assim, achamos melhor pagar a quantia solicitada, no valor de U$ 3 mil dólares convertidos em Bitcoin. Só que do mesmo jeito não obtivemos todo o material de volta e foi preciso refazer dois meses de trabalho”, comenta o gestor da empresa.

De acordo com o especialista Rodrigo Milo, sócio-diretor da área de Cibersegurança da KPMG no Brasil, a recomendação geral é nunca ceder às chantagens e focar em um trabalho preventivo eficiente. “No caso dos condomínios é muito importante investir em medidas de segurança da informação para a proteção dos dados pessoais de seus moradores em meios físicos e digitais. Sendo que os mesmos cuidados valem para os casos em que o serviço de administração é terceirizado, tendo o síndico o dever de exigir a garantia das empresas”, explica. Mas, caso ocorra um cyberataque, ele destaca que as primeiras medidas a serem tomadas devem compreender: a verificação do nível de perda de dados ocorrida, análise de um especialista na tentativa de identificar a origem do problema e a imediata correção das vulnerabilidades existentes.

Legislação - Sancionada no dia 14 de agosto, pelo presidente Michel Temer, a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) é um marco legal na definição de regras para o tratamento, uso, transferência e proteção de dados pessoais na internet. Aprovada por unanimidade depois de oito anos em tramitação no Congresso, a normativa regula como empresas do setor público e privadas devem tratar os dados pessoais dos cidadãos. Segundo Milo, pela nova legislação, se os dados pessoais dos condôminos estiverem sob a responsabilidade das administradoras, elas podem ser responsabilizadas pelo vazamento inadequado e sofrer penalidades estabelecidas.

Entenda o sequestro digital
Ransomware é um malware (vírus) que bloqueia as informações no celular ou computador, impedindo que o usuário tenha acesso aos arquivos. Ao entrar no sistema, o vírus codifica os dados armazenados utilizando a criptografia, o que torna o conteúdo inelegível para a máquina. Durante a infecção, o vírus gera uma chave, que é enviada aos criminosos e decifrada através de uma espécie de “chave-mestra” mantida pelos golpistas. Os dados sequestrados não podem mais ser acessados até que seja liberado por uma senha, que só é entregue após o pagamento do resgate, geralmente exigido em Bitcoins.

Fique atento

E-mails estranhos: A correspondência virtual ainda é a principal porta de entrada para os vírus. Para se proteger das ameaças, tente sempre certificar a procedência do destinatário e não abra links ou anexos estranhos, com atenção especial para os executáveis.

Backups: Mantenha sempre em dia o backup dos seus arquivos. A recomendação é realizar o procedimento todos os dias, podendo aproveitar o período da madrugada para não sobrecarregar a rede. Vale também manter mais de uma versão do arquivo original, sendo a nuvem uma ótima opção de armazenamento.

Atualizações: Assim como os navegadores, o antivírus e sistema operacional devem sempre estar atualizados com a última versão disponibilizada. Além disso, não use sistemas piratas, pois as licenças originais permitem correção de falhas, melhorias de segurança e funcionalidades.

Fonte: CondomínioSC

Ao financiar um imóvel, é preciso atentar para as melhores taxas no mercado

É importante avaliar os juros praticados e as condições oferecidas pelas instituições

Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas
Ilustração/EM
Na hora de escolher o financiamento de um imóvel, é preciso avaliar bem as diversas taxas e linhas de crédito disponíveis no mercado. Além disso, nem sempre a instituição que tem a taxa mais baixa será a mais vantajosa para o comprador. Por isso, é preciso alguns cuidados na hora de negociar com o banco e ficar atento às taxas oferecidas. A última reunião do Conselho de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, que já se encontra no mínimo histórico de 6,5%. De acordo com Daniele Akamines, diretora da Akamines Negócios Imobiliários, esse movimento – segundo anúncio recente da Caixa Econômica Federal (CEF) – da queda dos juros do crédito imobiliário fez com que as taxas caíssem em todos os bancos, chegando, em alguns deles, a níveis inferiores aos do programa Minha casa, minha vida.

“Com isso, o consumidor precisa pesquisar e analisar bem para escolher a melhor alternativa para o seu caso”, alerta Daniele. “Compradores que estão à procura de um imóvel para comprar devem olhar com cautela as condições ofertadas pelos bancos antes de definir onde ´buscará o financiamento. Cabe lembrar que nem sempre a taxa mais baixa é a melhor opção, visto que quando contratamos um financiamento imobiliário, além do juros, devemos observar os seguros obrigatórios (morte e invalidez permanente e o de danos físicos do imóvel), sistema de amortização utilizado (SAC ou Tabela Price), além do pacote de serviço necessário para garantir a redução da taxa.”

Daniele apresenta um comparativo para um financiamento de R$ 500 mil, para um comprador de 37 anos, no prazo de 204 meses nos principais bancos. “Incluímos a coluna total, considerando que o financiamento foi pago no prazo contratado sem nenhuma amortização”, ressalta a especialista.

Comparativos 

De acordo com o comparativo ao lado, Daniele diz que o Banco do Brasil tem a melhor condição, pois nessa faixa etária o seguro é mais barato. “Colocamos também a opção pela Tabela Price com prazo de 125 meses e equiparando a primeira prestação na SAC. É importante ressaltar que os comparativos se baseiam na taxa de juros, no entanto, para garantir a menor taxa ao cliente, em alguns casos, é solicitado a ele relacionamento com o banco.”

A Caixa, por exemplo, para a linha Sistema Financeiro da Habitação, trabalha com taxa balcão de 10,5% ao ano (efetiva), que pode chegar a 9,7499% a.a. caso o cliente tenha relacionamento mais conta-salário. “O Santander tem taxa bonificada de 8,99% a.a., usada para calcular o valor dos juros das 12 primeiras prestações mensais do financiamento, podendo ser prorrogado, de acordo com as condições avaliadas, a cada período de seis meses no financiamento imobiliário”, esclarece Daniele.

Ela explica que para ter esse benefício, é preciso:

- Ser titular de um cartão de crédito e fazer uma nova compra de qualquer valor a cada fatura mensal;
- Efetuar o pagamento das prestações do financiamento imobiliário por débito automático em conta-corrente;
- Manter o pagamento das parcelas em dia;
- Ter, no mínimo, um dos seguintes produtos ou serviços: seguro residencial, seguro de vida, seguro de acidentes pessoais, capitalização, receber o salário no Santander ou DPP (Depósito Programado de Poupança).

A especialista ressalta que o Banco do Brasil calcula mensalmente a redução da taxa caso o cliente tenha conta-salário. “Compradores que já tenham contrato de financiamento imobiliário ativo têm agora duas opções: a primeira, tentar com o banco onde tem crédito contratado a redução da taxa ou, ainda, partir para a portabilidade desse financiamento. Nessa situação, o comprador deverá passar por nova análise de crédito.”

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Como implementar projeto de segurança externa no bairro?

Síndicos explicam o passo-a-passo que ajudou a zerar roubos nos arredores do condomínio

Síndicos explicam o passo-a-passo que ajudou a zerar roubos nos arredores do condomínio

A segurança é um dos maiores diferenciais para quem procura um condomínio para morar, certo?

Mas e se dentro do condomínio estiver tudo certo: bons procedimentos e equipamentos, moradores e funcionários motivados a trabalhar bem, mas o problema ser o entorno do local?

Nesse caso, existe a necessidade do síndico agir além dos muros do condomínio e se unir a seus vizinhos que estão enfrentando a mesma situação. E como tudo que envolve sair da nossa coletividade e engajar terceiros, o desafio é bastante grande – mas com um impacto igualmente positivo.

O novo vídeo da série “Na prática” mostra justamente isso: como foi o processo de dois síndicos que resolveram mudar os níveis de segurança do entorno dos seus condomínios, na zona sul de São Paulo.

Foi necessário mais de um ano e meio de dedicação para concretizar o projeto, que rende ótimos frutos desde a sua implantação.

Confira!

Um oferecimento:
Elemídia

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Acessibilidade no condomínio: é lei e sinal de respeito

21 de setembro é o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência. A acessibilidade no condomínio é lei e sinal de respeito

A acessibilidade no condomínio é lei e sinal de respeito
A acessibilidade no condomínio é lei e sinal de respeito

A acessibilidade em edificações públicas e privadas é regida pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Federal 13.146/2015). Segundo a lei, os condomínios devem garantir meios para que uma pessoa com deficiência possa utilizar, com segurança e autonomia, acessos, mobiliários e áreas comuns da edificação, vivendo de forma independente e exercendo seus direitos de cidadania e de participação social.

Como muitos condomínios foram construídos sem essa preocupação, o tema acaba virando assunto em assembleias condominiais. Por isso, obras de ajustes para receber essa parcela significativa da sociedade acabam sendo necessárias.

Conheça as mudanças 

Entre as mudanças estão: reserva de vagas de garagem devidamente sinalizadas; instalação de rampas, pisos reclinados, elevadores e banheiros adaptados, corrimões contínuos e aquisição de equipamentos como cadeiras de rodas ou outros que possam auxiliar na locomoção de pessoas com mobilidade reduzida.

No entanto, embora as regras tenham começado a valer no início de 2016, muitos condomínios ainda não tiraram as mudanças do papel. “É claro que é preciso considerar que algumas intervenções são demasiadamente caras e outras são inviáveis pela própria estrutura do edifício”, ressalta o gerente do Núcleo de Condomínios, Valnei Ribeiro.

Até mesmo por isso, o artigo 3º da mesma lei prevê o conceito de adaptação razoável. “Em um prédio antigo e pequeno, por exemplo, pode ser impossível instalar elevadores ou rampas. Mas algumas alterações, como instalação de barras de apoio, remoção de obstáculos,  colocação de fitas aderentes e rampas são viáveis técnica e financeiramente”.

Condomínio deve ser adaptado para todas as pessoas

A adequação do condomínio a pessoas com mobilidade reduzida, idosos e gestantes precisa ser amplamente debatida na assembleia. Apesar dos custos, garantir a livre circulação das pessoas no condomínio deve ser prioridade do síndico.

Fique atento ao Decreto 9.451/18, publicado no Diário Oficial da União

Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 27 de julho de 2018, o decreto 9.451/18 onde determina que novos empreendimentos habitacionais incorporem recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência de acordo com as regras estabelecidas pela NBR 9.050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

O decreto ainda obriga condomínios residenciais a se adaptarem às regras de acessibilidade em até 18 meses. Assinado pela presidente do STF ministra Cármen Lúcia, no exercício da presidência República, entra em vigor 18 meses após a sua publicação.

Veja aqui a integra do decreto: decreto 9.451/18

 

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Mesa redonda: a aposta certeira para a sala de jantar

Elas são versáteis e perfeitas para quem gosta de reunir a família

As mesas de jantar redondas podem até serem menos utilizadas nas decorações atuais do que as retangulares, mas, cheias de versatilidade e charme, elas são muito funcionais para quem adora reunir a família em fartas refeições ao redor da mesa só que não dispõe de um espaço tão amplo.

Se você se encaixa nesse grupo, o motivo para considerar incorporar uma mesa redonda na decoração é simples: “elas são recomendadas para ambientes pequenos por permitirem uma maior quantidade de usuários, quando necessário, além de economizarem espaço devido aos seus pés que são sempre centrais, facilitando que as cadeiras fiquem bem guardadas embaixo da mesa, otimizando a circulação ao redor”, como explica a arquiteta Natália Salla.

 


Foto: Reprodução/Pintereset

 

Junto à circulação mais fluída e ao maior número de pessoas concentrada sem grandes incômodos, soma-se às vantagens desse modelo o fato de que ela pode trazer delicadeza ao ambiente.

“A mesa redonda pode ser uma opção para balancear um ambiente que esteja em sua maioria com linhas retas, sendo um contraponto na decoração e trazer também mais leveza, já que seu design normalmente é feito com uma base central, o que favorece visualmente o ambiente, deixando-o mais limpo”, é o que ressalta Anna Beatriz Miqueleti de Almeida, arquiteta do estúdio criativo Bia Almeida Ateliê.

Assim como as retangulares, elas podem ser encontradas em diferentes tamanhos, mas para saber quantos lugares são ideais para a sua casa, basta pensar no tamanho da família e no número de pessoas que vão utilizá-la diariamente. Segundo Natália Salla, para uma família de quatro pessoas que recebe visitas frequentemente, uma mesa de seis lugares atende bem às necessidades.

 


Foto: Reprodução/Pintereset

 

Já quanto às medidas, a regra é básica: “[para uma mesa de quatro lugares] é adequado escolher um tamanho que permita acrescentar cerca de 2 cadeiras, o que significa uma mesa de 1,20m de diâmetro. Para um casal, uma mesa de 90cm de diâmetro acomoda bem 2 pessoas e possibilita ser expandida para 4”, detalha Natália.

Entre os cuidados a ficar atento na hora de incluir a mesa na sala está a localização. A mesa redonda não pode ser posicionada em qualquer lugar, pois requer ao menos 70 cm de “respiro” entre ela e a parede (ou qualquer outro item ao qual ela fique próxima), tornando possível a circulação livre ao seu redor.

O tamanho das cadeiras também é um detalhe crucial para garantir conforto durante as refeições. A dica que Natália dá é optar por modelos sem braços: “são bem vindos modelos mais delicados e usadas em ambientes de circulação reduzida, é importante que as cadeiras sejam sem braços, pequenas, de design leve e sutil, como por exemplo os modelos Charles Eames, Bertóia, Panton, etc”.

 


Foto: Reprodução/Pinterest

 

Anna Beatriz finaliza com a ideia de cadeiras que quebrem qualquer peso estético que os ambientes pequenos podem ter, como “escolher cadeiras transparentes que ajudem na leveza do ambiente ou banquinhos soltos, que são uma ótima opção para acomodar visitas extras”.

Agora que você já sabe todos os truques, inspire-se e vá atrás da sua mesa redonda!

 

 


Foto: Reprodução/Pintereset

Foto: Reprodução/Pintereset

Foto: Reprodução/Pintereset

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Conheça algumas dicas importantes para decorar quitinete

Móveis e armários precisam ser adaptados para não prejudicar circulação 

Na decoração do quitinete, é essencial pensar na circulação, que não pode ser prejudicada por móveis. É importante que os armários sejam embutidos para não ocupar espaço e comportar o máximo de itens. “As funções básicas, como comer, dormir e sentar devem ser pensadas sem afogar o ambiente”, diz arquiteta Carmem Avila.

A arquiteta Barbara Dundes ressalta que o projeto deve ser funcional. “Todo espacinho é bem-vindo. Criar nichos, porta coisas, aproveitar o espaço embaixo da cama, ter armários que podem servir de bancada, rack, mesa, estante. Ou um sofá que vira cama, por exemplo”.

Esconder a cama

Um biombo pode ser usado separando a área social da íntima, caso o morador queira mais privacidade. A cortina é outro artifício multifuncional, assim como uma divisória móvel. “Acho importante usar elementos que não sejam estáticos, para que tudo se movimente, criando sempre novas possibilidades”, diz Barbara Dundes.

O que atrapalha

Estudar o ambiente é um bom começo, pois as decisões devem estar ligadas à circulação e ao espaço. Não são recomendados móveis que ocupem uma área muito grande, como mesas de centro e poltronas. “Texturas, papéis de parede e tapetes coloridos transmitem muita informação e carregam o espaço que já é reduzido”, alerta Carmem Avila.

Pintura

Barbara recomenda deixar as cores mais fortes para pontos estratégicos, e usar as mais claras. “Tons de cinza ficam bons com madeira clara. Pode-se eleger uma cor para usar com os objetos mais coloridos”, detalha a arquiteta.

Pendentes na iluminação

Carmem diz que pendentes são bem-vindos em quitinetes. No criado-mudo, é uma opção bacana. “Sobre a bancada ou mesa são bastante usados. É importante que não sejam instalados em corredores ou passagens, para não dar muita informação em um só espaço”.

Barbara acredita que os pendentes devem ficar mais próximos à parede, tomando cuidado para não delimitarem um espaço e acabarem com a característica multifuncional do ambiente.

Veja algumas dicas:

 

 


(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

 

 

Como montar o enxoval do condomínio?

Como montar o enxoval do condomínio?

Chamada de “enxoval do condomínio” ou mobília coletiva, a lista de itens para novos condomínios é extensa e pode pesar nas despesas iniciais

Após um longo período de espera com a construção, vem o momento mais esperado por aqueles que compram um imóvel, a entrega da chave. Mas o trabalho não para por aí. A etapa seguinte exige a participação dos moradores e muito empenho do síndico.

Como não é regra que as construtoras entreguem as áreas comuns mobiliadas e prontas para o uso, já nas primeiras assembleias é preciso listar e aprovar todos os itens necessários para que os espaços comuns do prédio possam funcionar. “As construtoras em Itapema em sua maioria, cerca de 85%, entregam mobiliado, mas varia a área a que dão ênfase. Podem ser acessórios para o salão de festas, hall de entrada ou áreas de lazer como academia, piscina, brinquedoteca, sala de jogos”, relata a síndica profissional em Itapema, Damares Schultz.

De acordo com Damares, a primeira providência é fazer um inventário do que é recebido e fazer uma planilha de acordo com cada condomínio, definindo os itens como prioritários, necessários ou projetos futuros. “Como é prioridade para o condomínio começar a funcionar, deve ser providenciado na primeira semana os itens considerados emergenciais”, ressalta a especialista, que sugere que a mobília coletiva seja planejada com o arquiteto da construtora ou outro contratado pelo condomínio e, posteriormente junto com o Conselho, deve-se estabelecer uma planilha e o cronograma de projetos.

Damares Schultz
Damares Schultz, síndica profissional em Itapema

Como os gastos iniciais costumam ser altos, Damares sugere que na Assembleia de Instalação, a administradora proponha que seja estabelecida uma chamada de capital para as despesas iniciais, que varia conforme o porte do condomínio. “É importante que a administradora escolhida junto com a construtora apresente uma planilha de itens básicos prioritários”, explica a síndica.

Prioridades

A profissional recomenda que sejam priorizados os itens básicos de limpeza, como baldes, vassouras, produtos de limpeza, mangueira, escada, lixeiras. Além destes, também indica a compra de tapete e protetor para elevador de serviço, carrinhos de compras, placas de sinalização, tapetes de acesso à piscina e sauna. “É essencial providenciar o equipamento para a zeladoria e portaria, como por exemplo, bebedouro, armários, mesas e cadeiras, quadro de chaves, uniformes e EPIs para dar condições de trabalho”, sugere.
Para decoração de salão de festas, hall de entrada e outros ambientes, a síndica explica que de acordo com o porte do condomínio deve ser consultado um profissional ou o auxílio dos condôminos e conselheiros que possam orientar sobre as corretas aquisições. “Adoto sempre a postura de não decidir sozinha. Monto as planilhas e orçamentos e definimos em conjunto onde será aplicada a chamada de capital solicitada na assembleia”, relata. Segundo Damaris, o tempo para equipar e mobiliar o condomínio vai variar de acordo com o imóvel e os recursos financeiros, mas normalmente em um período de seis meses o prédio já está equipado para funcionar com tranquilidade.

Renovando as peças

Síndica do condomínio Brava Beach Corais, em Itajaí, Martinha Silva relata que a construtora entregou o condomínio com o enxoval completo há três anos, porém, recentemente precisou repor os utensílios dos salões de festas, pois com o passar do tempo ficaram defasados e, apesar de ser cobrado do morador quando há quebra durante a reserva, as reposições também não eram feitas há algum tempo. “Tivemos ajuda de um profissional que nos sugeriu peças importantes para o dia a dia. Quanto às louças, reunimos todas as que tínhamos de um mesmo modelo para um ambiente e adquirimos uma nova linha para outro ambiente, assim cada local ficou com a quantidade completa de um mesmo modelo”, relata.

Box Produtos em alta

Atuando no mercado de utensílios para cozinhas e churrasqueiras, Patrick Anselmo relata que os produtos mais procurados pelos síndicos são talheres em aço inox, pratos, xícaras, copos, taças, panelas inox ou antiaderente, espetos de churrasco, grelhas, cadeiras, mesas, fornos, coifas, cooktops. “Sempre há preferência que os utensílios sejam de fácil reposição, ou seja, que o fabricante venda peças avulsas, ou se ocorrer algum problema este dê a devida assistência como nos casos de produtos eletroeletrônicos”, relata.
Anselmo explica que o ideal é buscar informações dos produtos, principalmente os eletrodomésticos. “Há muitos condomínios que estão migrando, por exemplo, de fogões a gás para fogões elétricos por indução, que além de serem mais eficientes, certamente oferecem maior segurança, pois desligam automaticamente quando retiradas as panelas ou quando a potência for atingida. Em contrapartida, esses equipamentos exigem que sejam utilizados apenas determinados tipos de panelas, e na maioria dos casos as panelas de aço inox com fundo triplo atendem a essa exigência”, orienta.

Fonte: http://condominiosc.com.br

6 dicas de como conseguir seu financiamento imobiliário sem stress

Para te ajudar a realizar esse sonho sem se desgastar no processo de solicitação de financiamento imobiliário, a Em Canto Meu reuniu dicas essenciais.

6 dicas de como conseguir seu financiamento imobiliário sem stress

O sonho da casa própria frequentemente não vem sem um financiamento legal, adequado à sua renda.

Então, vamos lá, que aqui só tem #dicadeamigo

  1. Compare as ofertas de tantas instituições quanto puder

Nem sempre as fontes públicas têm a melhor taxa. Em tempos tão competitivos,  tem muito banco disputando cliente a tapa.

A Caixa é normalmente a primeira que vem à cabeça, mas nos últimos meses, não era a mais competitiva.

Sua vantagem reside especialmente na modalidade pró-cotista e na possibilidade de uso do saldo de  FGTS, caso você tenha já trabalhado com carteira assinada.

  1. Estabeleça um bom relacionamento com seu/sua gerente

Essa dica é um pouco old school, mas ainda bastante válida. O/a gerente pode te ajudar muito a navegar as burocracias de um processo ainda pouco transparente

  1. Tenha uma conta corrente na instituição escolhida

Especialmente se for a Caixa, há tarifas de financiamento distintas para correntistas e não correntistas,  então muitas vezes vale a pena abrir uma conta e transferir o salário para lá, ainda que depois de um tempo você feche a conta.

  1. Fique na taxa de juros que indexa o financiamento

Tipicamente, as condições de parcelamento são bem melhores quando o índice corretor é a TR e não índices de inflação, como IPCA ou IGP-M.

  1. Informe- se desde cedo acerca essa documentação necessária

Há documentos pessoais, mais fáceis de conseguir, mas também documentos da construtora/ incorporadora,  que costuma levar mais tempo para disponibilizar, ainda mais quando ela oferece alternativa de financiamento própria.

Quanto antes você fizer a solicitação, melhor! E você evita que o processo fique travado esperando documentação.

  1. Amortizações – Essa dica é antiga,  mas vale sempre a pena lembrar

Não se esqueça de analisar os juros com bastante cuidado e quais as parcerias de entrada e amortizações mais expressivas,  bem como quando acontecem. Verifiquem se estão preparados para essas parcelas.

É muito comum que se exija quitação do imóvel para entrega das chaves e, se vocês não estiverem preparados,  podem ficar muito tempo sem usufruir da tão sonhada casinha.

Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

Penhora da conta corrente do condomínio: como evitar?

Condomínios devem estar bem assessorados para evitar situação

 

Condomínios devem estar bem assessorados para evitar situação

 

Um dos maiores pesadelos de um síndico é a penhora da conta corrente do condomínio.

Isso porque, após sofrer esse tipo de sanção, o condomínio fica impossibilitado de fazer qualquer tipo de movimentação na conta.

Para explicar como evitar essa situação, o advogado especialista em condomínios Fernando Zito demonstra, no vídeo dessa semana, quais são as alternativas para o condomínio que está enfrentando um processo judicial e não têm fundos para fazer frente a esse tipo de gasto.

Confira!

Fonte:  https://www.sindiconet.com.br

Crianças em condomínio: sinônimo de alegria para alguns e sinal de incômodo para outros

Crianças em condomínio: saiba como lidar com os seus pequenos em condomínios residenciais.

Crianças em condomínio

Toda criança gosta de pular, brincar e se divertir. É normal e até mesmo sinal de saúde. Uma roda de brincadeiras é bastante comum em condomínios onde vivem muitas crianças. Toda hora é hora, e todo lugar é lugar para se sujar, gritar e correr.

Mas em um local onde diversas pessoas compartilham o mesmo espaço, isso pode acabar gerando alguns conflitos, principalmente para aquelas pessoas que não têm filhos. Por isso, respeitar regras, impor limites e não incomodar as demais pessoas também vale para os pequenos.

Cabe aos pais estabelecer, conversar com os filhos e fazê-los entender que o condomínio é um local que exige respeito pelo próximo. Este é um bom caminho para se evitar maiores confusões.

Crianças em condomínio: principal reclamação é sobre barulho

Segundo pesquisa realizada por uma administradora de condomínios de Belo Horizonte, os principais problemas relatados por moradores são o barulho, a depredação do patrimônio, a utilização da piscina e da sala de jogos fora do horário previamente estabelecido, o uso de trajes de banho no elevador social e a aglomeração nos corredores.

Para evitar esses tipos de transtornos, é interessante que os pais se atentem para o que diz o regulamento interno do condomínio. “É importante que todos tenham conhecimento do seu conteúdo. Os regulamentos também podem definir advertências, notificações, e até multas para os condôminos que as desrespeitem”, afirma Geraldo Victor, gestor condominial.

Síndico deve estar atento

O síndico também deve estar atento, já que com a autoridade que o cargo lhe compete, é seu dever avisar e notificar os pais ou responsáveis pela criança sobre o ocorrido. Se houver transtornos impossíveis de serem solucionados por meio do diálogo e do bom senso, e o síndico não tomar as providências cabíveis, o condômino que se sentir lesado pode procurar os seus direitos na justiça.

Veja algumas dicas para uma boa diversão das crianças em condomínio sem incomodar vizinhos

1. Defina horários e locais onde as crianças possam brincar sem que atrapalhem os demais moradores.

2. Deixe as áreas de lazer como playgrounds e salão de jogos mais atrativos. Isso ajuda a manter as crianças em um único espaço e a controlar as suas atividades e horários.

3. Os pais devem orientar os seus filhos a não correr em corredores e áreas comuns. Isso pode causar diversos acidentes, tanto para as próprias crianças quanto para os outros moradores.

4. Se a brincadeira acontece dentro do apartamento, mas está incomodando o vizinho deve-se pedir ao porteiro ou zelador para que entre em contato com a unidade condominial e solicite silêncio.

5. Para minimizar este tipo de problema, uma ideia é apostar em tapetes emborrachados para brincadeiras dentro dos apartamentos. Diminui a incidência de barulhos em apartamentos vizinhos.

6. Uma maneira legal e divertida de conscientizar as crianças sobre seus direitos e deveres enquanto moradores é a eleição de um síndico mirim. Reserve um espaço na sua agenda e convoque uma eleição com esse fim. A criança eleita terá contato com o trabalho diário do síndico.

7. Por fim, conscientize os seus filhos sobre a importância de respeitar as regras e os demais moradores e funcionários.

Agora que você já sabe como lidar com crianças em condomínio, que tal ver dicas de segurança para crianças no portão da garagem? Clique no link e leia.

Fonte: Guilherme de Paula Pires com informações da assessoria | https://vivaocondominio.com.br

Conheça o Lagom, o novo estilo escandinavo

Veja uma seleção de ambientes para se inspirar

Se você é fã de uma decoração minimalista e escandinava, saiba que existe um novo estilo que vai deixar a sua casa ainda mais aconchegante, o Lagom!

O estilo de origem sueca, caiu no gosto dos decoradores e possui uma proposta que mistura a decoração com o seu estilo de vida.

Além de deixar a decoração mais leve e minimalista, o estilo Lagom também interfere no seu modo de viver, levando uma vida mais simples e com consciência, ou seja, nesse estilo os ambientes são leves, amplos e as cores claras predominam, deixando sempre os locais acolhedores.

Nesse estilo, a transformação da casa ocorre de uma forma natural! A junção da natureza e sustentabilidade criam um ambiente que possuem uma estética com texturas orgânicas, móveis e objetos de segunda mão e até mesmo cômodos com poucas peças.

Veja abaixo uma seleção de ambientes feita pelo ZAP em Casa em parceria com o Pinterest e inspire-se.

 

 


(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

(Foto: BR.Pinterest.com.br)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

 

 

Cozinha gourmet – dicas de decoração

Saiba planejar esse ambiente, onde o preparo dos alimentos e a integração com amigos e familiares ganham destaque

Receber convidados em casa para refeições mais elaboradas tem se tornado um hábito recorrente entre os brasileiros, que estão preferindo investir no conforto do lar a sair para programações externas. “Fatores como a falta de segurança da cidade e o controle cada vez mais rígido do consumo de álcool estão levando as pessoas a terem um estilo de vida mais caseiro, que permita aproveitar melhor os momentos sociais em família e entre amigos”, explica Colman Knijnik, chef de cozinha e especialista em consultoria gastronômica.

cozinha-gourmet-decorada
Cozinha deixou de ser apenas um espaço para o preparo das refeições e virou área de convivência (Foto: Shutterstock)

Recomendar as melhores soluções para a composição ideal de uma cozinha gourmet é um dos ofícios do chef Colman, apaixonado por gastronomia e pela recepção de convidados. “A cozinha gourmet é caracterizada por um amplo e bem-equipado espaço para preparar os alimentos, onde tudo está ao alcance das mãos do cozinheiro, de forma prática”, explica.

cozinha gourmet objetos
Na cozinha gourmet até os utensílios viram objetos de decoração (Foto: Shutterstock)

A grande vantagem do espaço, segundo ele, é a possibilidade de máxima interação entre anfitrião e convidados. “Enquanto o cozinheiro prepara a refeição, os amigos podem observar, aprender e trocar ideias. O gourmet adora isso”, explica.

cozinha gourmet retro
Cozinha gourmet, da arquiteta Patrícia Chambela, tem estilo retrô (Foto: Divulgação)

Com o objetivo de valorizar ainda mais o trabalho de quem comanda a cozinha, a proposta é planejar um espaço que dê maior destaque ao preparo dos alimentos. “A cozinha gourmet pode ser projetada como uma ilha no centro da cozinha, integrada à mesa de jantar, para que o cozinheiro seja o centro das atenções”, salienta o arquiteto Luiz Sentinger.

cozinha gourmet com mesa
Cozinha gourmet favorece o contato entre o cozinheiro, a família e os amigos (Foto: Shutterstock)

Para compor um ambiente funcional, Colman recomenda uma cozinha equipada com aparelhos elétricos de qualidade centralizados (entre eles: forno, fogão, coifa, cooktop, micro-ondas, freezer e até mesmo uma boa adega) acompanhados de bons móveis ao alcance das mãos e dos olhos.

“Uma cozinha gourmet eficiente conta com armários envidraçados para uma melhor visualização do que se tem, além de um generoso paneleiro térreo para os itens mais pesados – panelas de ferro – e um suporte externo para panelas mais leves, ambos próximos ao fogão”, garante. O mesmo vale para a coleção de facas: “Uma ótima opção para sustentar as facas são os suportes com ímã”, opina. De acordo com o especialista, também devem ser suspensos os acessórios mais utilizados, como espátulas e colheres.

Para o preparo dos alimentos, ambos indicam bancadas revestidas em materiais como silestone e vidro, que substituem o granito e facilitam a limpeza, disponíveis em cores variadas. “É imprescindível que a bancada da pia conte com duas cubas em inox, uma para a lavagem dos alimentos e outra para os utensílios”, ensina Colman. Outra dica valiosa é a preferência por torneiras temporizadas, sensíveis ao toque e que encerram a saída de água automaticamente.

cozinha gourmet rosa
Bancada de silestone pode até ganhar uma cor na cozinha gourmet (Foto: Pinterest)

De acordo com a Andreia Galvan, arquiteta e consultora de tendências na área, além da integração de ambientes, a cozinha gourmet pode ficar ainda mais completa com a instalação de uma churrasqueira e de um forno especial para pizza. “As opções de mobiliário existentes hoje possuem linhas mais retas, com o uso de gavetões, basculantes, sistemas elétricos e portas com larguras maiores, associados à ilha central”, explica. Para ela, o investimento em painéis e vistas de acabamento também é bem-vindo. “Esses detalhes trazem mais charme ao ambiente”, garante. Entre os materiais mais recomendados para os móveis estão o inox, o vidro e a madeira. São nobres e combinam entre si”, recomenda.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Brigadas de incêndio em condomínios residenciais são obrigatórias

Fique atento, pois elas podem salvar vidas.

Brigadas de incêndio em condomínios residências são obrigatórias

Talvez você não saiba, mas desde 2011, no estado do Paraná, tornou-se obrigatória a presença de brigadistas de incêndio em condomínios residenciais e comerciais. Embora seja lei, a maioria dos condomínios não está em conformidade com a legislação. Isso acontece porque as vistorias são feitas somente mediante solicitação do condomínio. Nos empreendimentos novos, para receber a certificação do habite-se, é exigido o laudo de aprovação do Corpo de Bombeiros. Porém, nos prédios já existentes, não existe nada que obrigue os síndicos a seguir a legislação. Isso fica por conta do condomínio.

Equipe brigadista é a primeira a efetuar os primeiros socorros até a chegada do Corpo de Bombeiros

O que é lamentável, já que uma das funções da equipe brigadista é efetuar os primeiros socorros até a chegada do Corpo de Bombeiros. Na brigada, o total de integrantes depende do tamanho e do número de moradores no prédio. Em condomínios residenciais, todos os funcionários devem receber o curso de brigadista. Já em condomínios comerciais o número varia conforme a área de atuação da empresa.

O treinamento para a brigada de incêndio é ministrado em um único dia, por um período de 3 a 4 horas. Na oportunidade síndico, funcionários e moradores podem participar. Eles aprendem, em testes simulados, a agir em casos de explosão, vazamentos de gás. Além de manusear extintores e mangueiras, incêndios e outros tipos de acidentes, evitando tragédias maiores.

Um exemplo da importância do curso de brigadista é para o uso correto dos extintores

Embora muitos não saibam, são vários os modelos de extintor, indicados para cada tipo de ocorrência. Se você utilizar, por exemplo, um extintor de água pressurizada, classe A, indicada para materiais sólidos como madeiras, em produtos tecnológicos, você pode piorar a situação e causar um curto circuito. Nesse caso, o recomendável é que se use o extintor da classe C.

Em Curitiba, o Secovi-PR, por meio da Universidade Livre do Mercado Imobiliário e Condominial (Unihab), disponibiliza esse tipo de curso, assim como diversas empresas especializadas em segurança. Mais do que uma medida de segurança, ter pessoas corretamente treinadas para agir em situações de risco pode salvar vidas. E lembre-se: as brigadas de incêndio em condomínios residências são obrigatórias.

Fonte:  Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Gestão de pessoas requer atenção do síndico

Realizar uma boa gestão de pessoas é parte fundamental de um mandato de síndico. Fique atento a atribuição de cada cargo, expediente e contratações.

Gestão de pessoas requer atenção por parte do síndico

Saber lidar com pessoas é algo essencial para qualquer síndico. Afinal, ele irá tratar sobre assuntos diversos com condôminos e funcionários. Por isso, realizar uma boa gestão de pessoas em condomínio se tornou sinônimo de bom mandato por parte do síndico.

E se os colaboradores são os principais responsáveis pelo bom andamento cotidiano do condomínio, já que são eles que estão na linha de frente de itens como limpeza, portaria, manutenção, segurança e zeladoria, saber gerir esses funcionários se torna parte fundamental de uma boa gestão condominial.

Por isso, saiba mais sobre gestão de pessoas em condomínio.

Neste vídeo, da série “E-agora síndico”, do Viva o Condomínio vídeos, o empresário e especialista em assuntos condominiais, Davi Fortes, apresenta algumas dicas sobre gestão de pessoas.

Confira!

Inscreva-se em nosso canal no Youtube: Viva o Condomínio

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Saiba escolher os móveis ideais para garantir mais espaço para ambientes pequenos

Existem muitas soluções simples capazes de otimizar os espaços e deixar o ambiente bonito e confortável

Imóveis com metragens menores cada vez ganham mais espaço no mercado imobiliário. Apartamentos de até 45 metros quadrados já correspondem a 42,6% dos lançamentos em São Paulo, de acordo com o Secovi-SP. Porém, é possível encontrar soluções para deixar o ambiente bonito e confortável independente do tamanho disponível. Para isso, basta ter um projeto de decoração que possibilite aproveitar os espaços de forma otimizada. Acertar na escolha dos móveis, levando em consideração o formato, as dimensões e cores é o caminho certo para decorar a casa, garantir beleza ao ambiente e deixá-lo aconchegante.

O primeiro passo para começar a mobiliar um ambiente considerado pequeno é ter uma trena. Ela pode ajudar na hora de fazer as medições do espaço para cada móvel desejado na decoração. “Para garantir um certo nível de conforto, a mobília deve ser escolhida de acordo com as dimensões do ambiente. Mesmo em pequenos ambientes, temos que respeitar medidas mínimas de circulação”, afirma o arquiteto Artur Diniz. Cada tipo de móvel tem um formato, comprimento, altura e cor que vão interferir e dialogar com o restante dos móveis. E, na hora de comprar, o cuidado deve ser redobrado. “Não compre nada por impulso. Na dúvida, volte para casa e demarque as medidas dos móveis no chão. Se ficar apertado, volte à loja e escolha outro móvel. Isto vai evitar arrependimentos”, aconselha.

 

móveis compactos

(Foto: Shutterstock)

 

Muito cuidado em relação ao tamanho dos móveis para não ficar grande demais em um espaço pequeno e prejudicar a circulação no ambiente. “Uma boa dica é demarcar no piso o tamanho dos móveis pretendidos e analisar o espaço que sobra. É importante listar todo o mobiliário desejado e simular suas posições no local para sentir se um móvel não está desproporcional em relação ao outro ou se não está estreitando a passagem. Seja paciente e teste diversos layouts”, indica o arquiteto. Em alguns ambientes, é bom deixar entre 50 e 60 centímetros em torno do móvel para garantir uma boa circulação, lembrando também da proporção com a parede de fundo de cada móvel.

Na hora de escolher, atente ao fato que os móveis multifuncionais servem para multiplicar as superfícies de apoio e guarda de objetos para liberar mais espaço nos ambientes. Eles são uma ótima solução porque acabam servindo como um dois em um. “Na sala, por exemplo, pode-se utilizar um sofá-cama que se transforma à noite, mas que, durante o dia, permite uma boa circulação. Também tem a possibilidade de um rack que abriga pufes”, detalha a arquiteta Neide Cirne. Pufes com tampa, camas com gavetas, camas retráteis e camas tipo baú também servem como exemplos.

 

móveis compactos

(Foto: Shutterstock)

 

A arquiteta ainda ressalta que o olhar deve estar atento também a móveis mais versáteis, com articulação e possibilidades de empilhamento. “Esses são ideias, principalmente, se os donos costumam receber visitas porque eles são removíveis, desocupando o espaço para melhor circulação, caso necessário”, completa. Já se os proprietários não têm o hábito de receber gente em casa, ela afirma que o ambiente pode ser composto por móveis fixos. “De preferência, os planejados para garantir a melhor otimização dos espaços”, completa.

A sensação de amplitude do espaço pode ser ressaltada de acordo com a proporção ou a disposição do mobiliário. “Uma peça mal posicionada pode parecer que o ambiente é menor ainda. Qualquer espaço no imóvel pode ser aproveitado: pequenas reentrâncias ou nichos, mesmo que pouco profundos, servem para abrigar prateleiras ou pequenos armários”, explica Artur. Os móveis devem ser compactos e preferencialmente ter portas de correr, para não prejudicar a circulação. “Utilize móveis baixos com formatos longilíneos, para ganhar em comprimento, principalmente na sala. Deixe os móveis altos para os armários dos quartos ou do serviço”, analisa o arquiteto.

 

móveis compactos

(Foto: Shutterstock)

 

Acessórios de parede, como cabideiros, arandelas e nichos podem ajudar na liberação de espaço no chão ou de móveis, mas mantendo uma organização essencial. Espelhos também são indicados porque garantem a sensação de um espaço mais amplo. Porém, é preciso ter cuidado com o exagero para não sobrecarregar a decoração em um ambiente pequeno. Inclusive, a dica vale também para a escolha das cores. “Prefira móveis limpos, de cores claras ou madeira com tonalidade suave. Mesmo os mais despojados e coloridos podem ter cores suaves. Os estofados devem ter cores únicas ou estampas bem suaves, para não haver excesso de informação.  Os móveis mais escuros, por sua vez, tendem a reduzir visualmente o espaço, embora transmitam uma sensação de aconchego”, explica Artur Diniz.

Saiba escolher os móveis ideias para cada ambiente

Sala

 

móveis compactos

(Foto: Shuutterstock)

 

A televisão deve estar fixada na parede para liberar espaço no rack para livros e objetos de decoração, sugere o arquiteto Artur Diniz. O rack baixo, longilíneo e pouco profundo dá ganho de profundidade. A mesa de jantar pode ser extensível para ampliar o número de lugares quando necessário. “Se optar por apenas um sofá, use cadeiras bem confortáveis com braços na mesa de jantar. Você poderá usá-las como poltronas”, explica o arquiteto. O pufe pode servir como mesa de centro ou apoio para os pés. A mesa lateral do sofá poderá ter portas ou gavetas, ajudando na organização dos objetos da casa.

Cozinha

 

móveis compactos
(Foto: Shutterstock)

 

A arquiteta Neide Cirne sugere que esse ambiente deve, de preferência, ser planejado para poder abrigar todos os eletrodomésticos e utensílios necessários ao bom funcionamento. “Caso não seja planejada, o ideal é procurar armários suspensos, de acordo com a necessidade de cada usuário”, afirma. O arquiteto Artur Diniz ainda sugere, para ganhar espaço no balcão, fixar acima dele prateleiras, barras organizadoras de suporte, ganchos pra utensílios, porta-condimentos e as panelas mais utilizadas. Os gavetões dos armários podem ter divisórias de forma a deixar tudo mais organizado. Ainda desponta como opção mesa dobrável ou aproveitar parte do balcão para refeições rápidas.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Ladrilho hidráulico: um toque diferenciado na decoração da sua casa

Ele pode ser usado para composição em muitos ambientes e tornar seu lar mais alegre

Ele foi soberano em palácios da Europa no século 19 (1701 até o ano 1800). Feito de forma artesanal, um a um, com cimento e corantes, era tido como indispensável na decoração. No Brasil, também ocupou, com seus desenhos coloridos, ricos casarões. Mas foi perdendo espaço para a cerâmica. Agora, o ladrilho hidráulico volta a reinar, mas como item de composição, que dá tom ao acabamento do ambiente.

O que é?

Segundo a arquiteta Ana Yoshida, ladrilho hidráulico é um tipo de revestimento feito à mão super customizável, que possui efeito rústico e contemporâneo. É um material versátil, que vem ganhando espaço e pode ser utilizado em diversas superfícies. Ela ainda destaca que, recentemente, o ladrilho hidráulico voltou a ser tendência na decoração. Sua principal diferença em relação à cerâmica é que não possui cozimento. Pode ser encontrado em lojas de revestimentos ou materiais de construção.

(Foto: Shutterstock)

Onde usar?

“Utilizamos o ladrilho hidráulico para piso ou em paredes, para trazer um diferencial, um colorido. Além de apostar no revestimento de bancadas de cozinha, varanda, banheiro, área gourmet e até mesmo em salas de jantar” diz Ana, ressaltando que o resultado é criativo e diferenciado.

(Foto: Google)

Como colocar?

A arquiteta Karina Korn afirma que aplicação é fácil. A primeira medida é definir a paginação, combinando os desenhos e formas dos ladrilhos. Com o contrapiso nivelado e limpo, é só fazer o assentamento das peças, sobre uma camada de argamassa. “Como é frágil, é importante evitar o uso de martelos para pressioná-lo contra a argamassa. Depois de aplicados, os ladrilhos são limpos e recebem resina para impermeabilização”, explica ela. Após isso, se faz o rejunte e são aplicadas mais duas camadas de resina, esperando 24 horas entre as aplicações para secagem.

Qual o tipo de manutenção?

Para limpar o ladrilho e mantê-lo sempre bonito, Karina explica que é preciso apenas água e detergente neutro. Produtos ácidos ou abrasivos devem ser evitados. É essencial também ter sempre uma reserva de peças, para o caso de o material ser danificado.

É tendência?

A arquiteta Ana Yoshida detalha que por conta do estilo industrial e despojado, de uns anos para cá o ladrilho hidráulico voltou a ser tendência. “É um produto versátil e bonito que atualmente é encontrado por valores mais acessíveis”. A mesma opinião tem a arquiteta Karina Korn. “Por alguns anos ele ficou meio adormecido, agora parece que voltou com força total. É um revestimento muito pratico e o seu apelo artesanal encanta corações”.

Inspire-se:

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Convenção de condomínio: principal instrumento jurídico

Convenção de condomínio: Em qualquer espaço coletivo, a manutenção de certas regras básicas tem o objetivo de manter em harmonia o convívio social.

Já imaginou chegar em casa à noite e ver que outro carro está estacionado na sua vaga? Ou que uma obra de grande porte está sendo feita bem próximo a sua janela sem lhe informarem? Com certeza não é nada agradável. Em uma sociedade cada vez mais atribulada de tarefas, alguns problemas precisam ser evitados. E é essa a intenção da convenção de condomínio. Assim como o país e os estados federativos, os condomínios sejam eles comerciais, residenciais ou mistos, também possuem a sua “constituição”, como é chamada a convenção de condomínio, exigida pela Lei de Condomínio (Lei 4.591/1964).

Convenção de condomínio

Onde centenas de pessoas moram e passam diariamente, determinar limites e obrigações é essencial para um bom entendimento.

Muitas são as regras que servem para organizar a vida dentro de um condomínio. E a convenção do condomínio é o documento que reúne todas elas. Nesse documento está a forma de gerenciamento do condomínio. Por exemplo como funciona o pagamento de contas, o que pode e o que não pode ser feito, tempo de mandato do síndico. A convenção é o documento no qual são disciplinados direitos e deveres referentes a administração do condomínio.

Regimento interno do condomínio estabelece regras das áreas comuns

Além da convenção, existe também o regimento interno do condomínio, ou seja, as regras de utilização das áreas comuns. O uso das piscinas, equipamentos de lazer, elevadores e a segurança do condomínio são alguns dos itens do documento.

Mesmo que por algum motivo a convenção não tenha sido registrada no cartório de registro de imóveis, desde que assinada por pelo menos dois terços dos proprietários ela passa a ter validade entre os condôminos. Portanto, mesmo que ela não esteja registrada os custos de manutenção do condomínio e o comportamento exigido pelos condôminos, assim como o regimento interno, que pode estar na própria convenção ou em um documento separado, já passará a ser válida.

Confira os modelos de documentos disponíveis para utilizar em seu condomínio:

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

Assembleia para destituição do síndico

Veja quais cuidados tomar para que a decisão não seja barrada futuramente

 

Veja quais cuidados tomar para que a decisão não seja barrada futuramente

Destituir o síndico do cargo, sabemos, é algo que demanda muito cuidado.

E para que todos tenham um tratamento justo, tanto o síndico como aquela comunidade que já não deseja mais a gestão atual, é importante seguir o que pede a lei.

É justamente isso que o advogado especialista em condomínios Zulmar Koerich explica no vídeo dessa semana.

Confira!

Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

Veja o checklist para quem quer comprar um imóvel

Veja o checklist para quem quer comprar um imóvel. Siga as dicas que o ZAP em Casa separou e evite dores de cabeça

Levando em conta que o financiamento de um imóvel pode levar 15, muitas vezes 30 anos, é preciso considerar aspectos a longo prazo na hora de escolher o lugar onde você passará boa parte da vida.

Apesar da ansiedade que ter um novo imóvel pode gerar, pense que as possibilidades de empreendimentos pela cidade na maioria das vezes são muitas, então, se houver algum ponto com o qual você não esteja satisfeito durante o processo de compra, dê um peso e uma atenção maiores para ele, que pode ser decisivo.

 

(Foto: Shutterstock)

 

A dica mais importante é: não se precipite e entenda que essa decisão deve ser tomada com calma e analisada em todos os aspectos. Se você ficar perdido quanto aos principais pontos a se considerar, siga o nosso checklist abaixo para ver se o imóvel corresponde bem a todos os tópicos e, assim, se vale a pena investir.

1. Localização

Dê algumas voltas pelo bairro onde o imóvel que você tanto quer está localizado. Veja se ele tem boas opções de mercado, farmácia, padaria, academia, etc… coisas que poupem o uso do carro para necessidades básicas do dia a dia. Depois, pesquise os meios de locomoção e a proximidade com o trabalho dos membros da família. Quanto tempo você vai demorar para ir e vir dos seus locais de costume? A região possui muito trânsito? Tem metrô? Ponto de ônibus próximo? Todas estas perguntas são essenciais na hora de analisar a localização de um imóvel.

 

(Foto: Shutterstock)

 

2. Estado de conservação

Caso o imóvel que você busca seja novo, o estado de conservação dele tende a ser bem melhor, além de haver a possibilidade de acionar a garantia para qualquer defeito. Mas se o lar dos seus sonhos estiver em um imóvel usado, é importante averiguar cada cantinho. Abra todas as torneiras e chuveiros, ligue e desligue os disjuntores, confira bem todas as paredes para tentar encontrar rachaduras e, se possível, obtenha um relatório do edifício com um arquiteto ou engenheiro. Assim você se sentirá bem mais seguro com a compra.

3. Tamanho a longo prazo

Se você é recém casado ou solteiro, pode até estar considerando comprar um estúdio de 30 ou 40 metros quadrados agora. Mas, como falamos, o financiamento de um imóvel pode durar vários anos. Assim o ideal é que você consiga vislumbrar uma parte do seu futuro na hora da compra do apartamento ou da casa. Pretende se casar ou ter filhos pelos próximos 10 anos? Então aposte em um espaço um pouco maior, de 60 metros quadrados por exemplo, que contenha pelo menos um quarto a mais.

 


(Foto: Shutterstock)

 

4. Posição do apartamento

Para quem mora em cidades muito quentes, esse tópico do checklist é muito importante. Isso porque se o apartamento recebe o sol da tarde, as chances de o calor ficar insuportável por um período muito maior do dia são bem grandes. Em geral, os imóveis que recebem o sol da manhã são mais valorizados, então se você tem a possibilidade de adquirir um que se encaixe nessa opção, priorize-o.

5. Segurança

Não só do bairro, mas a segurança do condomínio deve ser bem observada. Ao visitar o imóvel, veja como a portaria te recebe e com qual facilidade você consegue acesso à área de moradores. Converse com os vizinhos em potencial e pergunte sobre a violência do bairro e se já houve alguma dentro do próprio condomínio.

 

(Foto: Shutterstock)

 

6. Área de lazer

Principalmente se você tem ou pretende ter filhos, a área de lazer do condomínio é importante. Como é muito mais perigoso que as crianças brinquem na rua hoje em dia, é interessante que elas tenham áreas para se divertirem longe dos computadores em casa e também para conviverem com outras crianças. Além disso, pense nas ocasiões em que você pode receber os amigos, como feriados ou aniversários. Nestes casos, a churrasqueira e o salão de festas se tornam muito úteis.

7. Valor das parcelas

Agora que você já analisou os fatores físicos do imóvel, está na hora de considerar os aspectos financeiros. Quando finalmente eleger o seu futuro lar, vá aos principais bancos e faça simulações das parcelas. É importante você saber que nem sempre a Caixa Econômica é a opção mais viável, apesar dos juros muitas vezes menores. Se você é correntista de um banco há muito tempo e possui uma boa linha de crédito, pode ser que o seu gerente consiga condições especiais de financiamento.

8. Condomínio

Além de considerar se as parcelas do imóvel caberão no seu orçamento a longo prazo, é imprescindível levar em conta o valor do condomínio, que quanto mais antigo mais caro será. Some a parcela do financiamento ao valor mensal do condomínio e veja se o resultado não comprometerá sua qualidade de vida.


(Foto: Shutterstock)

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

Acabe com cheiros ruins na sua casa

Elimine odores de forma fácil e saiba como deixar seu lar sempre cheiroso

Quem não gosta de um empanado ou uma batata frita de vez em quando, não é mesmo? Mas é só esquentar o óleo e começar a fritura que a vizinhança toda já sabe o seu cardápio no almoço. Se o cheiro chega longe, imagina dentro da sua casa. Mas existem formas muito simples de acabar com esse e outros odores.

Pare de abrir todas as janelas e xingar a coifa e anote aí!

 

Elimine odores de forma fácil e saiba como deixar seu lar sempre cheiroso (Foto: Shutterstock)

Frituras

 

Odores causados por fritura têm solução (Foto: Shutterstock)

“Enquanto você estiver fazendo a fritura, ou logo após, colocar em outra panela rodelas de limão ou suco de limão em água fervente. O aroma do limão vai invadir todo seu ambiente, substituindo o mau cheiro”, explica Aline Cunha, personal organizer. O mesmo efeito pode ser conseguido com canela, diz a home expert Flávia Ferrari. “Pegue uma frigideira limpa e coloque no fogo com uma colher de sopa de canela em pó. Logo sua cozinha ficará perfumada”. Cuidado apenas para não queimar a canela e deixar outro cheiro ruim.

Pipoca de micro-ondas

 

É aquele cheirinho que fica de pipoca? (Foto: Shutterstock)

Usando limão ou vinagre, você consegue tirar o mau cheiro do ambiente. Com o vinagre, além de fazer a higienização do micro-ondas, você vai eliminar o odor, ensina Aline. “Passe vinagre branco com um pano em todo o aparelho. Coloque o suco de um limão em algum recipiente e ligue por 30 segundos, deixando evaporar no micro-ondas.O mau cheiro será substituído por um aroma agradável”, garante ela.

Potes plásticos

Eles são fundamentais para guardar de tudo, mas, por mais lavados que sejam, sempre conservam odores residuais de algum alimento. “A dica para eliminar esses odores sem sacrifício é colocar um pouco de água dentro do pote com uma colher de sopa de sal de fruta (antiácido). Depois, é só agitar, deixar agir por alguns minutos e enxaguar. É bom fazer isso de vez em quando em todas as vasilhas”, detalha Flávia.

Cheiro no forno

 

Ninguém merece aquele cheiro de queimado né? (Foto: Shutterstock)

Para tirar o cheiro de queimado ou outro desagradável do forno convencional, corte uma maçã ao meio e deixe as duas metades descansarem 12 horas dentro do forno (desligado, claro!). “Depois é só descartá-las e o cheiro já se foi”, brinca Aline Cunha. “Mas se o cheiro está muito crítico em todo o ambiente, use cebola. Parece loucura tirar o mau odor com cebola? Acredite, é muito funcional. É só cortá-la ao meio, colocar em um recipiente com um pouquinho de água e deixar pernoitar”.

Mofo

Para eliminar o cheiro de mofo, a recomendação da personal organizer é o vinagre branco. “Devido à sua acidez, ele elimina o mofo do seu armário, ambiente ou espaço. No caso do armário, colocar três colheres de sopa em um potinho. Depois de 24 horas o mau cheiro foi eliminado, aí pode usar o mesmo vinagre para passar por todo o armário. Não se preocupe, o cheiro de vinagre permanece aproximadamente 30 minutos”.

Fonte: ZAP em Casa

O desafio das obras em condomínios

Classificadas em necessárias, úteis e voluptuárias, cada tipo de benfeitoria tem suas peculiaridades e são as grandes geradoras de polêmicas entre moradores e síndicos

O desafio das obras em condomínios

É comum que condomínios tenham obras acontecendo a todo o momento, sejam elas necessárias, úteis ou voluptuárias. E é mais habitual ainda encontrar moradores e síndicos que muitas vezes desconhecem a diferença entre elas e qual seria a melhor maneira de dar os encaminhamentos sem exaltar os ânimos de ambos os lados. Daí a importância de estarem bem informados sobre o que diz o Código Civil e todas as obrigações legais a que estão sujeitos, evitando incômodos e gastos desnecessários no futuro.

Mas além disso, por ser um assunto que normalmente gera muita polêmica e requer investimento dos condôminos, podendo chegar a valores bem elevados, é fundamental que o administrador esteja preparado para gerenciar qualquer tipo de situação nas assembleias. De acordo com a orientação do advogado Alberto Calgaro, especialista na área, para evitar situações que possam gerar qualquer tipo de insegurança aos moradores, é fundamental a preparação prévia de uma apresentação dos assuntos que serão levados à reunião, mantendo sempre a clareza nas informações.

“Não adianta o gestor apresentar apenas uma proposta genérica de realização de obra, dizendo ser ela necessária e urgente, se não tiver conhecimento técnico ou documento para embasar tal afirmação. Mostrar fotos dos problemas e alguns orçamentos são fundamentais para garantir a adesão de todos os moradores. Além disso, como pode ter implicações legais a não realização da obra, ao falar do assunto na reunião o síndico fica isento de responsabilidade pessoal em caso de não aprovação da obra necessária. A responsabilidade passa a ser de todos os condôminos”, explica.

Por isso, a síndica profissional Daniela Dutra, que tem 11 anos de experiência na condução de obras, segue uma metodologia de trabalho que foca no planejamento e busca envolver ao máximo os moradores em todas as decisões. “Sempre que inicio um trabalho, ou até mesmo quando sinto a necessidade já com o atendimento em andamento, realizo uma assembleia para conversar com os moradores e juntos elaborarmos uma lista com as obras desejadas, por ordem de prioridade do condomínio. Durante a minha gestão no ano busco resolver o máximo de problemas possíveis e em casos emergenciais repasso a demanda para aprovação do Conselho Fiscal e depois apresentamos os resultados para os condôminos”, diz.

Como dica, para evitar perda de tempo ou até mesmo a não aprovação de uma reforma importante, a gestora incentiva a criação de fundo de obra, pois só mantendo o caixa positivo é que o condomínio terá autonomia para fazer as benfeitorias necessárias. “O correto é você já ter o dinheiro em caixa para as obras emergenciais ou quando resolver fazer uma melhoria. Mas, há situações também que mesmo tendo o recurso em mãos os moradores vetam a iniciativa em ata. Nesses casos faço questão de tirar as dúvidas e explicar as reais necessidades, principalmente quando envolve questões como segurança. E se mesmo assim a decisão for por não aprovar, faço o registro e a responsabilidade por qualquer problema já não será mais minha”, avalia.

Segundo Calgaro, todo administrador deve ficar atento a fatos como estes e cumprir exatamente o que diz no art. 1.348 do Código Civil, que impõe ao síndico o dever de “diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores”. De acordo com a lei, em caso de acidente no prédio causado por comprovada omissão do gestor na manutenção das partes comuns do condomínio, ele pode ser responsabilizado civil e criminalmente pelos danos ocorridos.

Já para o síndico Luciano Folador, que atende sete condomínios na Grande Florianópolis, o grande desafio da administração quando o assunto é obra está diretamente relacionado ao custo. Muitos moradores não conseguem entender a necessidade de algumas reformas ou preferem optar pela economia, o que nem sempre é sinônimo de garantia e qualidade. Além disso, ele destaca a cultura da desconfiança como uma grande barreira no andamento do trabalho. “O que acontece com o síndico, principalmente o profissional, é a cultura da desconfiança. A questão política do Brasil, que está contaminada pela corrupção, acabou respingando também nas relações em condomínio e é muito normal nos depararmos com situações em que as nossas atitudes ou escolhas estão sempre sob suspeita. Até mesmo um morador, quando indica uma empresa, o primeiro pensamento dos demais é desconfiar de que tem alguém levando alguma vantagem com a contratação”, exemplifica.

Garantias em contrato

Outra etapa da obra que merece uma atenção especial dos síndicos é o momento da contratação da empresa prestadora de serviços. Antes de fechar o contrato, é indispensável certificar-se de que esteja regularmente habilitada para o tipo de reforma que será realizada e tenha histórico profissional que comprove sua capacidade técnica. E, dependendo do valor que será investido para a sua elaboração, vale certificar se a empresa tem patrimônio correspondente, já que essa informação poderá ser muito relevante em caso de responsabilização ou indenização por erros na execução do que foi contratado.

Além disso, ter um documento bem redigido também é imprescindível para garantir uma relação saudável entre o prestador e o condomínio. Por experiência própria, o síndico Folador recomenda a descrição minuciosa das atividades que devem ser realizadas, para não correr o risco de ter diferenças entre o que foi orçado e o resultado final da obra. “Além de anexar o projeto da reforma no contrato, a dica é fazer um memorial descritivo com todos os pontos que serão realizados, para não ficar o dito pelo não dito. Quanto mais detalhado, mais garantias para o síndico”, comenta. O gestor indica também uma atenção especial para as questões trabalhistas, na tentativa de minimizar os riscos de uma condenação por responsabilidade subsidiária.

Entenda os tipos de obras e quorum

Necessárias: são destinadas a conservar o bem ou evitar sua deterioração (art. 96, §3º, do CC) e devem ser realizadas para segurança dos condôminos.

Exemplos: Construção de vigas de sustentação, lavação, impermeabilização e pintura do edifício, instalação de sistema eletrônico de vigilância, troca de piso quando desgastado, instalação de corrimão nas escadas, entre outras.

Quorum: Nesse caso o Código Civil não exigiu quorum qualificado, e ainda esclareceu no art. 1.341, §1º, que “podem ser realizadas, independentemente de autorização, pelo síndico, ou, em caso de omissão ou impedimento deste, por qualquer condômino”.

Úteis: são aquelas que aumentam ou facilitam o uso do bem, apesar de não serem necessárias.

Exemplos: instalação de hidrômetros individuais, construção de rampas de acesso para deficientes físicos em locais não exigidos pela legislação, construção de salas de jogos, garagens, quadra de esportes, etc.

Quorum: a)Quando não ocupam a áreas comuns: aprovação pela maioria dos condôminos (art. 1341, II do CC). b) Quando as obras ocupam a área útil do condomínio: pelo menos 2/3 dos votos dos condôminos. (art. 1342 do CC).

Voluptuárias: visam tornar o imóvel mais bonito e agradável, sem aumentar ou facilitar o uso do mesmo.

Exemplos: Decoração ou alterações meramente estéticas na portaria, hall de entrada, elevador, piso, garagens, que visam acima de tudo embelezar o ambiente.

Quorum: pelo menos 2/3 dos votos dos condôminos, sob pena de nulidade (art. 1341, I do CC).

Fonte: Zulmar Koerich Jr.

Por dentro da Lei

De acordo com o art. 1341 do Código Civil, em caso de omissão por parte do síndico, o condômino pode executar uma obra necessária, independente da aprovação em assembleia, e ter o reembolso do valor. Ele só perde o direito à restituição caso a obra ou reparo seja de outra natureza, não importando se foi de interesse comum de todos os moradores

É muito comum nos depararmos com situações envolvendo Convenções que preveem condições de aprovação de obras diferentes das previstas pela legislação vigente. Nessa situação, o quorum estabelecido na lei civil sempre valerá sobre qualquer outro estabelecido pelas regras internas do condomínio. Por isso é recomendado que todas as Convenções sejam adaptadas às normas do Código Civil

No caso de obras necessárias que não sejam urgentes (decorrentes de um imprevisto), é importante que o síndico reúna documentos e informações técnicas sobre a necessidade e urgência, realize alguns orçamentos e leve o assunto o quanto antes para deliberação da assembleia com previsão específica na ordem do dia

Em se tratando de uma obra necessária e urgente, (art. 1.341), o síndico pode utilizar os recursos do fundo de reservas, dando ciência posteriormente à assembleia sobre as providências adotadas e valores gastos. Nos demais tipos, o síndico é obrigado a convocar previamente a assembleia para sua aprovação. Neste caso, as mesmas pessoas que aprovaram a realização da obra, também devem deliberar sobre a fonte de recursos que será utilizada (caixa, fundo de reserva, rateio etc)

Uma obra pode ser considerada de urgência se o problema for detectado por laudo técnico, perícia, laudo da Defesa Civil, ou mesmo pela própria assembleia dos condôminos. Além disso, também pelo discernimento do síndico, baseado na sua experiência, como um telhado rompido, queda de reboco, rompimento da caixa d’água etc.

Fonte: CondomínioSC

Brigas em condomínios: como agir quando elas acontecem

Barulho fora de hora, latidos, vazamentos e infiltrações, inadimplência, carros na vaga errada..

Barulho fora de hora, latidos, vazamentos e infiltrações, pinga-pinga de ar-condicionado, inadimplência, carros mal estacionados ou parados na vaga errada… São muitos os motivos que podem causar brigas em condomínios. Seja entre condôminos ou entre condôminos e o síndico, essas desavenças podem gerar muita dor de cabeça e incômodo para ambas as partes. Mas nada que o diálogo e um pouco de bom senso não possam resolver.

- O diálogo é sempre o melhor caminho. Quando a briga é entre condôminos e as duas partes não se entenderem, o síndico pode intervir como um mediador de conflitos para evitar que a discussão cresça e vire uma questão judicial – disse Geraldo Victor, gerente geral de Gestão condominial  da APSA*.

O barulho após às 22h é um dos principais motivos de discussões entre moradores de condomínios. Quando isso ocorrer, o morador incomodado pode tentar o diálogo direto com o vizinho barulhento ou, se não conseguir sucesso com o contato, registrar o ocorrido, de modo a fornecer insumo para adoção de possíveis medidas corretivas, que vão desde uma simples notificação, ou aplicação de multas, até ações judiciais, o que deve ser sempre evitado.

Quando muitos moradores reclamam de um condômino específico, pode-se convocar um assembleia para discutir o assunto e tentar resolver a questão, sem constranger o morador envolvido e evitando que as desavenças virem questões de polícia ou judiciais.

Outros motivos comuns de briga entre condôminos são as obras para conter vazamentos e infiltrações. É essencial chamar um especialista para verificar se o problema é de algum dos condôminos ou do próprio condomínio.

- Todos os moradores devem conhecer as regras do condomínio, que são convencionadas e ou estabelecidas em assembleias. E o regulamento interno pode e deve prever advertências e multas aos condôminos que não respeitarem essas regras – afirma Geraldo Victor.

Fonte: https://pr.ricmais.com.br

Construção de uma casa do zero pode ocorrer sem grandes percalços

Arquitetas afirmam que a escolha do local pode ser determinante no orçamento

Ilustração/EM/Lelis

Construir uma casa do zero pode parecer bem complexo e uma decisão economicamente distante, mas planejando o projeto de forma correta, pode-se evitar o desperdício de dinheiro e tempo. Não basta escolher o lugar da casa, preparar a alvenaria e ir fazendo os ajustes sem nenhum planejamento. O importante é definir e especificar com um profissional especializado todas as ponderações e interesses para não ter dores de cabeça durante a obra.

De acordo com a arquiteta Estela Netto, o projeto deve ser desenvolvido de acordo com a topografia do local. A escolha do terreno, muitas vezes, pode ser determinante para o tipo de construção que será implantada. “Quando você vai iniciar uma construção do zero, partindo desde a compra do terreno, são inúmeros os fatores que devem ser analisados. Em áreas com vastos loteamentos disponíveis, por exemplo, é fundamental pesquisar a infraestrutura básica das ruas, a regularidade do terreno, as perspectivas de crescimento do entorno. Fazer uma compra impulsiva, atraído por ofertas tentadoras, pode ser problemático”, explica.

Muitas vezes, as pessoas tem uma casa dos sonhos em mente, mas o lote adquirido não é viável para aquele tipo de casa. A arquiteta e designer de interiores Gislene Santos conta que é preciso solicitar um levantamento topográfico do terreno e uma sondagem do terreno também. Com a sondagem você sabe como é seu solo e pode até economizar no projeto de estrutura.

A determinação do valor a ser gasto na construção da casa é, provavelmente, o fator que mais vai impactar no imóvel. E a economia nesses casos é sempre bem-vinda. “É muito importante que você deixe claro para o arquiteto o limite do seu orçamento. Ele poderá projetar uma casa de acordo com isso. O número de pavimentos, tamanho das esquadrias e tipos de acabamentos são alguns dos fatores que poderão influenciar significativamente no valor final da obra”, argumenta Estela Netto.

Para planejar a construção da casa e realizar as obras, é preciso, também, comprar adequadamente os materiais que serão utilizados em cada etapa. “Não adianta estocar material. É mais eficiente comprar os materiais de cada etapa no momento em que eles serão utilizados para que não percam suas propriedades. Hoje, consideramos muito também a questão da sustentabilidade orientando escolhas que não causem danos ao meio ambiente”, diz Estela Netto.

Com isso, Gislene Santos complementa: “Planejamento é tudo na vida. Sempre defendo a questão do orçamento prévio, para não criar sonhos que não podem ser executados. É primordial. Um projeto aprovado, detalhado e orçado. Quando você orça você tem o custo da casa e pode avaliar, fazer substituições caso possa gastar mais ou precise reduzir esse custo. Nós criamos alternativas para entrar no orçamento do cliente”.

Além disso, ela conta que, na reunião com o cliente, passa um questionário em que pergunta absolutamente tudo. “Até detalhes que a pessoa nem estava pensando. Construir uma casa não é simples como comprar uma roupa. É algo definitivo. Há um gasto envolvido. Tem que ser bem-feito, bem planejado e adaptado à localização. Até na valorização do imóvel pensamos. O investimento em acabamentos, por exemplo, tem que ser condizente com a valorização da casa”, destaca a arquiteta.

VISÃO GLOBAL 

Estela Netto conta que ter o auxílio de um arquiteto é essencial, já que este profissional que terá a visão global do projeto e poucas pessoas têm a consciência da importância da consultoria do arquiteto. “Ao contratar um profissional antes mesmo da compra do lote, o cliente evita inúmeros problemas posteriores, como a impossibilidade de construção da casa, que sempre foi um sonho, devido à topografia do terreno ou investimentos altíssimos que terá que fazer para deixar aquele lote apto para se construir a casa que deseja.”

O diálogo entre arquitetos e o cliente assume um papel fundamental. “É preciso que nós arquitetos tenhamos um entendimento para tirar do cliente as informações necessárias. A casa precisa ter a cara dele. É muito importante o cliente ficar à vontade com o arquiteto, ser claro, objetivo, não ficar intimidado com o profissional. Toda informação nos dá base para desenvolver o melhor projeto”, finaliza Gislene Santos.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram
Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

20 perguntas e respostas sobre terceirização em condomínios

Especialistas abordam questões trabalhistas, contratuais, tributárias e levantam prós e contras dessa forma de contratação

Especialistas abordam questões trabalhistas, contratuais, tributárias e levantam prós e contras dessa forma de contratação

O primeiro projeto sobre terceirização tramitou na Câmara dos Deputados em 1998, no governo FHC. Assunto antigo, como se vê; porém, longe de estar esgotado. Ao contrário, voltou a ganhar espaço na mídia desde o dia 30 de agosto, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) votou pela legalidade da terceirização da atividade-fim pelas empresas.

O tema ainda gera dúvidas e divide opiniões. Há quem prefira contratar e gerir sua própria equipe de funcionários. Outros defendem terceirizar a mão de obra.

Para esclarecer suas dúvidas, ou para você saber o que é melhor para o seu Condomínio, entenda as regrasque regem a terceirização, conheça os cuidados necessários na escolha da empresa terceirizadora e no dia a dia do contrato; e, muito importante, saiba quais são as responsabilidades das partes.

Acompanhe, a seguir, a orientação dos nossos especialistas:

1) O que a nova legislação diz hoje sobre a terceirização em condomínios? Está liberada para condomínios em todo país? 

Em primeiro lugar, a nova lei autoriza a terceirização de atividade-fim, o que representa qualquer atividade profissional em condomínios. A partir daí:

  • Prevê, expressamente, que o contratante (condomínio) seja subsidiariamente responsável pelas obrigações trabalhistas eventualmente inadimplidas pela empresa contratada quanto aos seus empregados, referentes ao período em que ocorrer a prestação de serviços;
  • Impede o reconhecimento do vínculo empregatício direto entre o empregado da empresa contratada (terceirizada) com o tomador de serviços (condomínio).
  • Permite que a empresa contratada (terceirizadora) subcontrate serviços de outra prestadora de serviços;

A regra geral está liberada para os condomínios — menos para a região do ABC de São Paulo, que não podem contratar terceirizados, entendendo pela legalidade e legitimidade das cláusulas 32 e 33 da CCT 2016/2017, que proíbem a terceirização de serviços na categoria.

“No ABC também está proibido a implantação de portaria virtual nos condomínios, por se entender que a tecnologia retira postos de trabalho dos empregados e deixa os condomínios sem a proteção que o trabalhador confere aos moradores”, acrescenta o advogado trabalhista Guilherme Lemos Novaes.

Novaes ainda destaca que no estado do Tocantins, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) anulou cláusula que impedia Terceirização em Condomínios. “O entendimento prevalecente foi o de que a proibição atinge a livre iniciativa empresarial para a consecução de objetivo considerado regular e lícito”, resume.

2) Para quais cargos do Condomínio a legislação permite terceirizar?

Antes da vigência da Lei 13.429/2017, em âmbito geral, havia a proibição de terceirização da atividade-fim do contratante, como zeladoria. Apenas as atividades-meio eram admitidas, como serviços de limpeza, conservação e vigilância.

“Existia, ainda, discussão a respeito desta interpretação, em se tratando de contratantes-condomínios, já que, por sua natureza, sempre diferiram da característica de estabelecimento comercial, o que lhe retiraria conceito de atividade-fim”, explica o advogado Rodrigo Coelho.

Depois do início da vigência da Lei de Terceirização, qualquer atividade tornou-se passível de terceirização, incluindo as atividades-fim, como serviços de zeladoria e administrativo interno.

3) O Condomínio pode sofrer ação trabalhista, mesmo trabalhando com funcionários terceirizados?

Sim, pode. Uma das mais relevantes alterações promovidas pela Lei 13.429/2017 e mantida pela  Lei 13.467/2017, no campo da terceirização, foi a expressa previsão, no novo artigo 5º-A, § 5º, da Lei 6.019/73 da responsabilização subsidiária da contratante (condomínio) pelos créditos dos trabalhadores que prestam serviços em seu benefício.

Ou seja, o fenômeno da terceirização não expurga, por completo, a possibilidade de ajuizamento de ação judicial (direito de ação – garantia constitucional), com inclusão do Condomínio, enquanto contratante, por qualquer trabalhador que se sinta ofendido.

“Naturalmente, ao Condomínio será dado todo o direito de ampla defesa e contraditório, em eventual reclamação trabalhista contra ele proposta”, ressalva Rodrigo Coelho.

4) Quais os principais cuidados na contratação da Terceirizadora e, posteriormente, para evitar ou minimizar riscos trabalhistas? 

Como em qualquer contratação, o síndico tem que ter cautela. Porém, no caso da Terceirizadora, o cuidado deve ser redobrado, pois a partir da decretação de falência da empresa, as obrigações passam a ser de sua responsabilidade. Sem falar que essa responsabilidade também se estende aos encargos não pagos pela contratada. [veja mais na pergunta 09]

Uma boa medida é pedir referências de outros condomínios atendidos pela empresa e conversar com os síndicos para tirar informações. Veja a orientação do advogado Guilherme Lemos Novaes:

Antes de contratar a Terceirizadora, verifique:

  • Se a empresa terceirizada é solvente, se tem ações trabalhistas;
  • A reputação da empresa perante o mercado;
  • Se a empresa possui os alvarás de funcionamento e os registros em dia;
  • Se a empresa possui os programas obrigatórios de medicina e saúde do trabalho;
  • O contrato social para verificar o capital social;
  • Certidões negativas de débito;
  • O tempo de CNPJ da empresa;
  • Relatório com informações trabalhistas dos empregados que prestarão os serviços no condomínio.

Para evitar problemas trabalhistas após a contratação:

  • Exija a nota fiscal da prestação de serviços, bem como os comprovantes de pagamento dos salários dos funcionários;
  • O síndico deve exigir, de forma expressa, a apresentação de cópias das guias de recolhimento do INSS, FGTS e demais encargos dos funcionários;
  • No contrato, especificar o valor do contrato com detalhamento do escopo de trabalho, dos equipamentos e dos serviços a serem prestados e  deve também especificar a forma de cobrança que será feita ao condomínio.

5) O que caracteriza a cláusula abusiva de rescisão? 

Contrato

O próprio nome já diz, a abusividade. Por exemplo, uma cláusula que estabelece retenção de 50% do valor do contrato firmado entre as partes, em caso de desistência unilateral do contratante, é abusiva.

Nesse caso, 20% são considerados um valor justo.

“Assim já decidiu a 3ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. 0705830-66.2016.8.07.0003”, reforça o advogado Guilherme Lemos Novaes.

6) Se um funcionário terceirizado se acidentar, o condomínio terá que pagar indenização? 

Em direito trabalhista, a responsabilidade é objetiva, ou seja, a empresa sempre responde pelo acidente do funcionário — desde que ele prove o dano causado pela empregadora. No Condomínio, a responsabilidade é da Terceirizadora, mas ele responde de forma subsidiária.

7) Se a Terceirizadora falir, o que acontecerá? 

  • O Condomínio é solidário e será responsabilizado pela quitação dos salários de funcionários, caso a empresa não tenha condições.
  • Com a decretação da falência e assumindo o passivo da Terceirizadora, o condomínio pode entrar com uma ação de regresso na justiça cível pedindo o ressarcimento dos prejuízos. “Contudo, pode se levar anos até que esse valor seja recuperado”, avisa Novaes.

Por isso, é fundamental acompanhar bem de perto a regularidade da empresa.

Desconfie de empresas que praticam valores muito abaixo da concorrência.

8 ) Quais os sinais/sintomas de que pode haver algo de errado com a Terceirizadora? 

  • O síndico deve ficar atento a reclamações dos funcionários sobre atrasos no pagamento do salário, benefícios e vale transporte.
  • O Condomínio deve também verificar se as guias de INSS e FGTS estão sendo pagas em dia. “Atrasos recorrentes não são um bom sinal”, analisa Fernando Fornícola, presidente da Administradora Habitacional.
  • Outro indício de que a empresa não inspira confiança também é a alta rotatividade de funcionários. Sempre é bom questionar a empresa sobre o por quê dessa troca constante.

9) O que pedir para a empresa contratada durante a vigência do contrato com o Condomínio? Em que periodicidade?

Em uma rápida pesquisa, você já poderá dar subsídios ao condomínio e ao conselho da situação da Terceirizadora. Esse procedimento é fundamental, em virtude da responsabilidade tributária solidária que o “Código Tributário Nacional” impõe (Art. 186).

Recomenda-se constar em Contrato que a empresa deve encaminhar:

  • MENSALMENTE, junto com a Nota Fiscal e o boleto para pagamento, o comprovante de quitação das guias de INSS e FGTS, além da folha de pagamento ou holerites relativos aos funcionários alocados no Condomínio;
  • SEMESTRALMENTE, as Certidões Negativas de Débitos (CNDs);
  • ANUALMENTE, o recibo de entrega do IRPF à Receita Federal.

O síndico também pode fazer o levantamento das CNDs por conta própria. Como não existe um site único que concentre todas as informações, o contador especialista em condomínios, Marcos Roberto Gouveia, selecionou as fontes mais confiáveis para fazer a busca:

10) O que é recomendável que a Terceirizadora cheque sobre o funcionário contratado que irá trabalhar no Condomínio? 

O que saber antes de contratar

Além do grau de preparo e capacitação, experiência e histórico profissional, referências, documentação, se tem residência fixa, o mais importante é a verificação dos antecedentes criminais.

11) Pode-se exigir que os funcionários de uma Terceirizadora sejam treinados continuamente? 

“Sem dúvida. O treinamento contínuo, aliás, é um dos diferencias ou vantagens que o Condomínio espera ao terceirizar o seu quadro”, afirma o administrador Fernando Fornícola.

12) O Condomínio pode contratar um funcionário da Terceirizadora que está prestando serviço?

Teoricamente, não há qualquer impedimento. Mas tenha no seu radar duas observações importantes:

  1. Existe o risco de o empregado buscar a Justiça do Trabalho, na tentativa de reconhecimento do vínculo de empregado desde quando era prestador de serviços terceirizado.
  2. Alguns contratos de prestação de serviços estabelecem prazo mínimo de 18 meses para que se permita tal contratação (popularmente chamado de “quarentena”), sendo certo que o seu descumprimento poderá acarretar pesada multa contratual.

13) Como deve ser o recolhimento de tributos da empresa Terceirizadora?  O Condomínio paga retenção?

Em determinados tipos de serviços, o contratante (condomínio) tem a responsabilidade perante o Fisco de reter e recolher ao órgão público o devido tributo. Na hipótese de serem empresas terceirizadas, a obrigatoriedade é sempre do condomínio.

14) Quais as artimanhas de uma Terceirizadora para fraudar pagamentos de encargos e obrigações? 

De acordo com Marcos Roberto Gouveia, uma situação comum é a Terceirizadora abater um percentual de 50% sobre a base de retenção previdenciária (11%).

Dessa forma, aconselha Gouveia, o síndico deve estar atento, pois ela só caberá se constar em contrato e for efetivamente fornecido material indispensável para a execução do serviço contratado.

“Normalmente, essa redução cabe em casos de empreitada, ou seja, obras e manutenção. No caso de portaria e vigilância, a Previdência Social permite abater somente Vale Transporte e Vale Alimentação/Refeição”, afirma.

15) O que pode acontecer com o Condomínio se a Terceirizadora não pagar os encargos? 

Encargos trabalhistas

Esta deve ser tratada como uma situação importante para o corpo diretivo, já que a lei considera a responsabilidade tributária solidária que esta relação contratual traz ao contratante.

O Condomínio pode ser solidário também em ações trabalhistas. Segundo os art. 186 do CTN e art. 449 da CLT, a responsabilidade subsidiária é aplicável quando ficar evidente que a empresa prestadora é inadimplente quanto aos títulos trabalhistas de seus empregados.

16) Empresa de terceirização pode ser optante do Simples como forma de tributação?

É importante saber que a lei prevê duas situações no que se refere à mão de obra.

De acordo com o advogado Guilherme Lemos Novaes, as Terceirizadoras de mão de obra (recepção, portaria e ascensorista) não podem optar pelo Simples Nacional, nos termos do art. 17, XII da Lei Complementar nº 123/06.

“Uma eventual fiscalização da Receita Federal pode acarretar o desenquadramento do Simples. Com isso, a empresa seria obrigada a recolher a diferença de ISS juntamente com a respectiva atualização monetária, e a eventual responsabilidade do Condomínio do pagamento da diferença”, afirma.

Já as Terceirizadoras de atividades de vigilância, limpeza ou conservação podem optar pelo Simples, de acordo com o  5º-C do art. 18 da LC 123/2006.

Outras atividades, como construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores, também podem ser optantes do Simples Nacional.

17) É mais barato terceirizar do que ter funcionários próprios? 

Logo que a opção da terceirização surgiu, muitos condomínios optaram pela modalidade para conseguir economizar.

Hoje, não é o que se vê praticado no mercado. Os custos com uma empresa séria de terceirização não se afastam muito do que custaria um funcionário próprio, uma vez que os encargos e direitos trabalhistas são os mesmos, e ainda deve ser inserido o lucro da empresa nessa conta.

Por isso, contratar aquela empresa que oferece o valor muito mais barato que a concorrência pode não ser uma boa opção. Afinal, se o preço da mesma é tão competitivo, a terceirizadora pode estar pagando os funcionários abaixo do piso da categoria, ou não quitando os encargos e tributos devidos, o que pode, no futuro, se revelar um passivo para o condomínio.

18) Quais as vantagens e as desvantagens de terceirizar?

Optar pela terceirização pode ser vantajoso, segundo Satgi.

“Se você colocar tudo na ponta do lápis, é até provável que fique mais barato contratar um funcionário do que terceirizar a mão de obra. Entretanto, pela burocracia, pelos encargos e passivos trabalhistas, no final das contas, pode ser mais caro ter um funcionário próprio. A dor de cabeça, pelo menos, pode ser bem maior”.

Já o síndico profissional Nilton Savieto acha que vale a pena investir na equipe de funcionários contratados pelo condomínio:

“Quando eu contrato um funcionário próprio, posso pagar um salário maior. Além de ter custo menor, tenho controle sobre o trabalho dele e posso exigir na hora o resultado que desejo. Com a terceirização, o Condomínio ainda se responsabiliza por eventuais questões de encargos ou inadimplência”, justifica Savieto.

Para chegar às suas próprias conclusões, coloque na balança:

VANTAGENS

  • Toda a responsabilidade pela gestão de RH, por exemplo, contrato de trabalho, salários, benefícios (vale refeição, vale transporte e outros), resolver questões pessoais ou profissionais ficam a cargo da Terceirizadora;
  • Para a Terceirizadora também cabe recolher os encargos como INSS e FGTS; fazer a rescisão de contrato;
  • Não há preocupação em providenciar e fazer a manutenção de uniforme, EPI etc.; bem como realizar treinamento e acompanhamento do trabalho;
  • O risco é consideravelmente mais baixo de sofrer aç