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Notícias

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Vai rescindir o contrato de aluguel? Multa é um obstáculo

Inquilino que se arrepende e desiste do negócio é obrigado a pagar, a não ser que acordo seja feita com proprietário

Depois de procurar muito uma casa do seu jeito, você acha e assina o contrato de aluguel. Tem certeza de que fez a melhor escolha e que ficará ali por um bom tempo. Mas aí a vida muda e bate um arrependimento. O que fazer? A saída, geralmente, é pagar a multa por rescisão de contrato, seja lá por quanto tempo você ficou na moradia.

 

 

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O inquilino está sujeito à multa desde que assina o contrato de aluguel (Foto: Shutterstock)

 

 

“A partir do momento que assinou contrato, o locador já está sujeito a multa. Não há prazo de arrependimento, de tolerância, salvo se as partes assim acertaram no contrato. Do contrário, assinado o documento, ele passa a ser o que chamamos de ato jurídico perfeito e portanto está irradiando seus efeitos, como a cobrança da multa”, explica o advogado Rafael Quaresma, especialista em Direito do Consumidor.

Segundo Quaresma, a multa não tem um valor exato e prevalece a autonomia entre as partes. “Por praxe, se trabalha com o valor de três aluguéis, mas pode ser mais ou menos. Eu já atuei num contrato cuja multa era de seis aluguéis. É sempre proporcional: quanto mais perto do início da vigência, maior o valor”.

Motivo de trabalho

 

 

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Motivo de trabalho é uma das poucas justificativas que anulam multas (Foto: Shutterstock)

 

 

Rompimento de contrato por mudanças de endereço por motivo de trabalho anula a multa do inquilino. “Desde que comprovada que a mudança do local de trabalho se deu por interesse do empregador. Deve ser feita notificação com, no mínimo, 30 dias de antecedência. É a única previsão de isenção do inquilino ao pagamento da multa”, detalha o advogado Rafael Paiva Nunes, especialista em Direito Imobiliário.

O advogado Rodrigo Karpat explica que o contrato de locação deve prever os direitos e deveres do inquilino e locador, forma de garantia, prazo contratual, multa no caso de rescisão, multa no caso de atraso do pagamento, responsabilidade pelo pagamento condomínio e IPTU.

“Quem for locar um imóvel deve inicialmente buscar uma boa imobiliária, com corretores habilitados. A visita ao imóvel pretendido deve ser minuciosa levantando questões inerentes ao funcionamento do condomínio, da unidade, bem como verificar a vaga de garagem. Saber os valores de IPTU e condomínio é essencial também”, diz Karpat.

 

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Ar-condicionado seguro: da instalação à manutenção

Especialistas falam sobre todos os itens que você precisa saber para preservar a segurança total do seu condomínioEspecialistas falam sobre todos os itens que você precisa saber para preservar a segurança total do seu condomínio

Qual é o valor da manutenção preventiva, quando a contrapartida é salvaguardar vidas? Uma pergunta essencial para o gestor se fazer, sempre que se encontrar frente ao dilema ‘investir ou economizar’.

Sim, estamos nos referindo ao recente acidente que deixou 10 vítimas fatais, no CT Ninho do Urubu, do Flamengo. As causas? Economia e descaso.

Na contramão de todas as normas de segurança, sem Habite-se ou Alvará de funcionamento, o clube permitiu que a situação irregular no alojamento dos jovens atletas resultasse na tragédia que comoveu todo o país.

Pular o ítem ar-condicionado na extensa lista de afazeres no condomínio é, frequentemente, o jeito escolhido pelos síndicos em função de agendas abarrotadas de compromissos. É o pior que se pode fazer. Principalmente porque as consequências são gravíssimas e podem atingir muita gente.

O objetivo principal do SíndicoNet ao apresentar essa reportagem é alertar você, síndico e gestor, a incluir na pauta de prioridades a preocupação com a qualidade das instalações e a manutenção dos equipamentos — seja nas áreas comuns ou nas unidades.

“Os riscos de uma instalação errada são graves. Incêndio! É muito comum vermos edifícios onde “algumas” unidades já instalaram aparelhos, sem a devida verificação de viabilidade, trocando ou adaptando seu próprio quadro, cabos e disjuntores, prejudicando em benefício próprio, as instalações dos demais condôminos e colocando-os em risco de vida”, afirma o engenheiro Zeferino Velloso.

Vale lembrar que o síndico será responsável se o equipamento for de uso comum. Responderá também como corresponsável, mesmo sendo de uso exclusivo da unidade autônoma — se o equipamento apresentar defeito grave e aparente por muito tempo, não tendo o síndico adotado nenhuma medida visando a correção do equipamento.

Como saber se o condomínio está preparado para suportar ar-condicionado em todas as unidades?

“Consulte o memorial descritivo da construtora. Ali deve constar se o projeto previu a estrutura necessária para receber equipamentos do ar-condicionado. Se não estiver, será necessário providenciar a obra para adaptar o que for necessário”, explica Marcelo Ardito, síndico profissional.

EXIGÊNCIAS LEGAIS

É fundamental ter o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) emitido pelo Corpo de Bombeiros e o Auto de Conclusão de Obra, popularmente conhecido como Habite-se, expedido pela Prefeitura . Ambos são documentos que atestam que o condomínio cumpre as exigências legais de segurança estabelecidas pelo município.

Entretanto, Ardito alerta que todos esses cuidados não bastam: “Muitas vezes, a construtora preparou a estrutura de instalação dos aparelhos para as áreas comuns e nas unidades, apenas para a suíte do casal. E nessa brecha é que pode ocorrer uma irregularidade, a famosa gambiarra”.

Se depois de um ou dois anos da emissão desses documentos for feita nova inspeção, e identificadas modificações não previstas, o condomínio é passível de multa. “Por isso, todos precisam estar muito atentos à responsabilidade — o síndico e o corpo diretivo, o gestor predial ou zelador”.

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

“A grande maioria das edificações não está apta a receber os equipamentos, no que tange às instalações elétricas”, alerta o engenheiro Zeferino Velloso, e prossegue: “Algumas vezes, a instalação elétrica tem certa folga e permite a instalação de um aparelho em cada unidade. Mas há casos em que nem isso é viável”.

O gestor deve sempre se lembrar que o direito de um é igual ao direito de todos. Na prática, significa considerar a possibilidade de instalação de equipamentos de ar-condicionado para que todas as unidades possam usar simultaneamente.

“Se o condomínio realmente quer viabilizar essa instalação, terá que fazer uma reavaliação geral das cargas, existentes e pretendidas, para que se faça a atualização do projeto de instalações elétricas. Isso normalmente implica em reformas na entrada de energia, centro de medição, prumadas e quadros das unidades”, diz Velloso.

Prédios antigos exigem maior cuidado na regularização

Grandes chances de um condomínio antigo não ter as condições mínimas exigidas para a instalação de equipamentos de ar-condicionado. Nesses casos, o síndico precisará:

  • Saber com a concessionária de energia da cidade qual é a capacidade elétrica dedicada ao empreendimento;
  • Contratar um engenheiro eletricista para fazer um estudo de viabilidade e um projeto de aumento de carga de energia elétrica para a aprovação da prefeitura. Esse projeto terá a assinatura do engenheiro e do síndico;
  • Com a aprovação, alvará e documentação necessária, o síndico convocará a assembleia para definir com os condôminos detalhes para o início da obra para adaptação da estrutura.
Segundo o engenheiro Velloso, as instalações elétricas nas unidades desses prédios são igualmente obsoletas, feitas na vigência de normas técnicas ultrapassadas. “Normalmente requerem modernização com recálculo da demanda de energia e novo projeto”, avisa.

Quando o condômino comete irregularidades na instalação 

Supondo que o condômino resolva instalar o equipamento por conta própria, e sequer comunica ao condomínio. É grande o risco de erros na instalação, especialmente no que diz respeito à parte elétrica .

“O corpo diretivo, o síndico, o gestor predial ou o zelador têm que estar muito atentos ao o que está acontecendo no condomínio. Não só nas áreas comuns, mas também nas áreas autônomas, nas unidades privativas, mas claro, sem fazer uma invasão de privacidade”, avisa Ardito.

Se o síndico é informado ou há suspeita de que existe uma irregularidade de instalação em determinada unidade do condomínio, deve-se checar a veracidade da informação o quanto antes. Solicitar ao condômino a ART do projeto de instalação ou um laudo que comprove a regularidade do sistema, por exemplo.

Se constatada a irregularidade – ou se houver omissão por parte do condômino, o gestor deve fazer um comunicado formal imediatamente, por e-mail ou carta (de preferência, registrada em cartório) para que o condômino tome as providências — desfazer a instalação ou regularizar dentro das normas exigidas, com um profissional competente”, orienta Ardito.

NBR 16.280

Para agir de forma embasada, o síndico precisa conhecer a NBR 16280, que se refere à responsabilidade do condômino quanto a reformas executadas na unidade.

Em resumo, o proprietário é responsável pela contratação dos profissionais habilitados que executarão as obras e pela preservação do bem-estar e da segurança do condomínio de maneira geral.

Também é quem vai providenciar e apresentar todos os documentos e aprovações necessárias, incluindo Anotação de Responsablidade Técnica (ART) ou Registro de Responsabilidade Técnica (RRT).

O síndico deve dar um prazo rigoroso para que o condômino faça o que foi solicitado no comunicado. Caso não se adeque, sofrerá multa. Se necessário, o síndico pode fazer um Boletim de Ocorrência e, em casos extremos, entrar com uma ação judicial contra o condômino.

O condômino precisa saber que está pondo em risco a vida dos vizinhos, do condomínio, a sua segurança e até da sua família para prevalecer um interesse próprio, o que é inadmissível.

Orientando os moradores

A Abrava recomenda fortemente que o condomínio se antecipe e busque criar uma Norma ou Procedimento, por escrito, detalhando as condições, capacidades permitidas, modo de instalar e demais características.

“Para isso, é muito importante que seja contratado um especialista. Esse profissional precisa ter a devida habilitação legal e necessária experiência, para poder avaliar o conjunto todo, desde as condições arquitetônicas, elétricas, de segurança, além dos quesitos técnicos para uma instalação de sistemas de ar condicionado de forma correta e segura”, afirma o engenheiro Arnaldo Parra, especialista em ar-condicionado e VP de MKT da Abrava.

O QUE O TÉCNICO DEVE AVALIAR NA UNIDADE ANTES DA INSTALAÇÃO

  • Quadro de força, que deve ter capacidade para a instalação;
  • Tomada para fazer a conexão (nunca conectar outros aparelhos na mesma);
  • Fonte de alimentação adequada ao que o produto pode suportar (110 W/127 W/220 W).

Alteração de fachada e outros problemas 

Não basta estar com as instalações elétricas adequadas, é importante também considerar a padronização e organização de como e onde os aparelhos podem e devem ser instalados.

É comum constatarmos instalações que constituem alteração de fachadas, sem falar que causam danos aos revestimentos e propiciam infiltrações pelas fachadas.

Por isso, o ideal é que todas as proibições e permissões relacionadas a instalação dos equipamentos estejam na Convenção, já que, dessa maneira, o condomínio tem um argumento mais forte em caso de ações judiciais.

Entretanto, no dia-a-dia do condomínio, frequentes alterações na Convenção são inviáveis e muitos síndicos acabam optando por aprovar certos tipos de mudanças cada vez mais comuns, como instalação de ar-condicionado envidraçamento de sacadas através de Assembleia.

RISCO DE QUEDA DO APARELHO

Por mais correto e prestativo que seja um condômino, nada garante que a instalação do equipamento na sua unidade esteja correta. Mesmo porque, visando pagar um preço cada vez menor pela instalação, ele não procura empresas ou profissionais habilitados para que façam a instalação dos equipamentos.

“Sendo assim, principalmente nos aparelhos modelo “Split”, em que o compressor fica exposto nas fachadas, quase não se vê a preocupação com o material que usam como suporte dos equipamentos. Isso é um grande risco”, afirma o síndico profissional Wellington Holanda.

Para que a instalação seja adequada e segura, Holanda sugere procurar empresas ou profissionais habilitados, inclusive, que forneçam uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) junto ao CREA. “Dessa forma, é quase certo que serão utilizados materiais adequados e que irão proporcionar uma instalação segura”.

ASPECTOS ESTRUTURAIS

É comum também constatarmos danos a elementos estruturais da edificação (lajes, vigas, pilares e fundações) para fazer a passagem de tubos e cabos. Isso não deve acontecer em hipótese alguma e é (na grande maioria das vezes) facilmente evitável. Basta o condomínio ser tecnicamente assessorado.

Porque os riscos de incêndio são tão elevados

Como visto até aqui a questão elétrica de suma importância. Os especialistas são unânimes: as causas de incêndios como o do CT do Flamengo, e outros que se tornaram emblemáticos como o Edifício Joelma, em 1974, que causou 179 mortes e 300 feridos, seriam totalmente evitáveis.

Fiação mal conectada e as muitas emendas que são feitas na fiação, mais conhecidas como gambiarras, além da sobrecarga de energia em decorrência de ligações elétricas de aparelhos em quadros que não têm capacidade para tal, entre outras, são alguns dos principais causadores de incêndios envolvendo ar-condicionado em todo Brasil.

Como a seleção do equipamento irá depender das características dos ambientes, a Abrava recomenda a contratação empresas instaladoras que detenham seu devido Registro nos Órgãos de Classe (CREA), e assim tenham profissionais legalmente habilitados para responsabilizar-se pelas instalações.

Lei para acabar com o pinga-pinga

Aquele famoso pinga-pinga que incomoda tanto as pessoas que passam pelas calçadas, não deveria acontecer — ao menos perante a lei.

O engenheiro Velloso informa que alguns municípios legislam sobre a obrigatoriedade de instalação de drenospara encaminhar a água que escoa dos aparelhos. Isso é feito para evitar o gotejamento sobre passantes nos passeios públicos, de acordo com a Lei Municipal nº 2.749/1999.

“O problema ocorre principalmente nas edificações antigas, cujas fachadas são alinhadas junto ao passeio, sem recuos e que usam aparelhos de parede. Hoje em dia, o uso de aparelhos modelo “Split” facilita muito a instalação em áreas afastadas das fachadas”, diz o engenheiro.

De 10 anos para cá, muitos empreendimentos já preveem a futura instalação de aparelhos nas unidades e, portanto, têm “terraços técnicos”, que são espaços adequados para a instalação das partes externas (condensadoras) dos aparelhos do tipo Split

“A implantação de terraços técnicos, que atendam a todas as unidades em edificações antigas (que adequaram suas instalações elétricas) também é uma ótima solução para a instalação das partes externas”, avalia Velloso.

Ar-condicionado central exige cuidados extras

O sistema de ar-condicionado central é formado por vários equipamentos, que são utilizados para áreas comuns quando couber o uso — recepções, corredores e afins, no caso específico de condomínios – mas também para grandes áreas em empresas, shoppings, supermercado, entre tantos outros.

Por comportarem componentes de maior potência, os quadros elétricos também demandam muito mais energia. “Há maiores chances de aquecimento de cabos e terminais. Por isso, a frequência de manutenção em sistemas de grande porte é mais intensa”, avalia Parra.

Geralmente equipamentos centrais tratam ambientes diversos, e também podem oferecer algum grau de contaminação cruzada entre os ambientes. “Isso ocorrerá se a manutenção não for bem realizada, com suas trocas de filtros de forma adequada e as rotinas de limpeza em suas devidas periodicidades”, ressalva o engenheiro.

De acordo com o engenheiro, do ponto de vista da operação, entretanto, é muito melhor um sistema de ar central, que oferece maior eficiência térmica, e maior controle da poluição e renovação de ar. Geralmente está equipado com tomadas de ar exterior, favorecendo a qualidade do ar interior.

Sistemas de grande porte também são melhores do ponto de vista de economia de energia. “Uma Central que atende dez ambientes pequenos, é mais eficiente do que dez condicionadores pequenos juntos”, calcula Parra.

Como você pôde entender ao longo da leitura, a lição de casa é complicada, porém de extrema importância. É de sua responsabilidade preservar a segurança e o bem-estar do seu condomínio. E não esperar que uma nova tragédia aconteça para agir é o mínimo a fazer.

Fonte: https://www.sindiconet.com.br

Arquitetas dão dicas de como potencializar a incidência da iluminação natural em casa

Medidas também ajudam a economizar energia

 José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas
A arquiteta Flávia Roscoe observou o Sol durante processo de criação para definir as aberturas por onde a luz entra no ambiente - Jomar Bragança/Divulgação
A arquiteta Flávia Roscoe observou o Sol durante processo de criação para definir as aberturas por onde a luz entra no ambiente
Uma casa bem-iluminada é o sonho de muitas pessoas que preconizam mais amplitude e naturalidade dentro do imóvel. A incidência de luz dentro do lar é uma alternativa importante para a avaliação da decoração, aconchego, qualidade de vida e bem-estar. Aproveitar melhor a luz do Sol, além de acrescentar beleza e charme à arquitetura, ainda é grande aliada da economia de energia.

De acordo com a arquiteta Gislene Lopes, é preciso num primeiro momento analisar a posição do terreno e da casa para verificar que lado o Sol “nasce” e qual lado ele se põe para uma melhor logística dentro dos cômodos. “Você deve colocar os quartos virados para o sol da manhã o que vai permitir ter um quarto mais fresco”, aconselha. Além disso, é necessário tentar fazer com que toda a casa tenha essa vantagem, que às vezes fica impossível em função da localização do terreno, das normas de afastamento, das leis do condomínio, das normas da prefeitura.

Observando a posição do sol para fazer uma implantação adequada da casa, principalmente durante o processo de criação, é possível definir as aberturas e janelas por onde a luz entrará no ambiente. “Está em nossas mãos, pela análise dos caminhamentos do Sol durante o dia, criar sensações agradáveis, valorizando a luz natural e evitando ofuscamento. Também neste momento criamos uma ligação com o entorno”, destaca a arquiteta Flávia Roscoe. Ela diz que é possível brincar com os espaços trazendo fluidez para integrar e criando privacidade onde é importante.

CÁLCULO 

No projeto, é importante considerar o tamanho dos vãos dentro das normas da arquitetura em termos de metros quadrados de janela em função do tamanho do espaço. “Você tem que calcular a área de luminosidade. Cada ambiente que você for projetar tem um mínimo de iluminação prevista e exigida pela lei”, afirma Gislene Lopes. Se o uso correto é uma janela de 2mx1,5m e você colocar 3mx1,8m, a luz que vai passar por essa janela pode estragar os móveis, o tapete etc.

Usar persianas ou tecidos que absorvem de 80% a 90% os raios ultravioleta sem escurecer o ambiente é uma boa pedida - Jomar Bragança/Divulgação
Usar persianas ou tecidos que absorvem de 80% a 90% os raios ultravioleta sem escurecer o ambiente é uma boa pedida
Além disso, há iluminação específica para cada espaço. Tem ambientes em que você tem necessidade de muita luz, que seja muito claro. “Banheiro, por exemplo, você vai olhar cada detalhe do seu rosto, da sua pele, então precisa de muita luz. Canto de leitura é outro que precisa de muita luz”, destaca Gislene Lopes. Já nos quartos, tem momentos em que você precisa de muita luz e em outros pouca luz, por isso o projeto luminotécnico ajuda a criar cenas artificiais de luz que auxiliam nessa necessidade.

Flávia Roscoe destaca que a luz pode entrar por panos de vidro, janelas, claraboias e pergolados e pode-se usar brises e venezianas para controlar e direcionar a luz de acordo com o resultado desejado. Uma outra preocupação é com questões termoacústicas dos imóveis. “Hoje, a questão térmica e acústica é de extrema importância para o atendimento às normas de desempenho e consequente conforto dos usuários dos imóveis.”

A arquiteta afirma que o bom resultado vem da sinergia entre intenção, conceito e projeto. “O trabalho do arquiteto e as escolhas de projeto vão definir não só a valorização de um imóvel, mas também, e ainda mais primordialmente, a forma de viver daquele espaço, a energia, a vida de cada casa”, finaliza.

No projeto da arquiteta Gislene Lopes, a posição do terreno foi fundamental para fazer uma melhor logística nos cômodos - Jomar Bragança/Divulgação
No projeto da arquiteta Gislene Lopes, a posição do terreno foi fundamental para fazer uma melhor logística nos cômodos
Quem mora em apartamentos há uma barreira na possibilidade de interferir no posicionamento de janelas ou estruturas. “As dicas são você ter um leiaute que permite ficar com a janela aberta. Usar persianas ou tecidos que absorvem de 80% a 90% os raios ultravioleta, sem escurecer o ambiente e não pôr anteparo nenhum que possa tampar ou fazer com que perca um pouco da luminosidade que vem da janela”, diz.

DICA DE OURO 

Um dos melhores truques é colocar película incolor nas janelas mais a cortina. Dessa forma, você mantém a luz natural e protege o tapete, móveis e objetos de arte porque esses elementos são iguais à pele. Estragam, desbotam. É importante ter esse tipo de cuidado.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

Comunicados no condomínio dão ciência aos moradores sobre fatos e acontecimentos

Comunicados no condomínio

Muitas vezes negligenciados por síndicos e funcionários, os comunicados no condomínio instalados em pontos estratégicos, são um canal de comunicação entre moradores e colaboradores. De fácil produção, os comunicados orientam os condôminos sobre os serviços que serão prestados.

Comunicação no condomínio é facilitada

Como dificilmente um síndico consegue conversar pessoalmente com todos os moradores do condomínio, os comunicados têm por função alertar o morador sobre diversos assuntos, como falta de água ou de luz por um período, convocações para assembleia e etc.

Também é possível, por esse mesmo documento, criar campanhas de conscientização em torno de temas diversos como sanitários e ambientais. Os comunicados são fixados, geralmente, em locais de passagem e nos elevadores, para que sejam visualizados pelos moradores.

Conheça a seção de formulários de condomínio

Portal Viva o Condomínio, possui uma seção específica para essa importante forma de comunicação entre síndico e moradores. Atualizado semanalmente, a seção formulário do condomínio tem o intuito de facilitar o dia dia de síndicos, condôminos e demais interessados em conteúdos condominiais.

Portanto, não despreze mais essa ferramenta de comunicação entre síndico e moradores. Mesmo com tanta tecnologia, o preenchimento de um comunicado evita problemas dentro do condomínio.

Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br/

Saiba o que perguntar ao corretor no momento de visitar um imóvel

Sétimo episódio da série “Busca pelo Imóvel” lista as cinco perguntas fundamentais para fazer ao corretor

Visitar um imóvel que te interessou é um processo fundamental para tomar a melhor decisão e entrar no novo lar com o pé direito. É durante a visita que você vai descobrir com certeza se o ambiente te agrada e vale a pena ser considerado como uma possibilidade. Todo esse processo pode ser difícil, por isso existem profissionais adequados para te auxiliar.

No episódio passado, você aprendeu a importância do corretor de imóveis e o que observar na hora de escolher um. Mas e depois de encontrar o melhor profissional? O que você pode perguntar? Essa é uma dúvida válida, afinal nunca é bom desperdiçar uma ajuda tão valiosa.

Pensando nisso, o sétimo episódio da série “Busca pelo Imóvel” separou cinco perguntas fundamentais a se fazer a um corretor. Confira:

Gostou das dicas da nossa especialista? Então você também vai gostar de saber que ainda existem algumas outras perguntas a serem feitas que podem te ajudar e muito na hora de tomar a decisão sobre o melhor imóvel. São elas:

Como são os serviços públicos e o comércio da região?

perguntas
O comércio da região pode e muito modificar a percepção sobre um imóvel (Foto: Shutterstock)

Escolher um imóvel não é apenas concordar em viver nos cômodos da casa ou do apartamento, mas também ser usuário de serviços públicos da região e cliente de comércios locais. O mercado do bairro passará a ser o lugar onde você provavelmente fará suas compras e o posto de saúde, aonde você irá em casos de emergência, por isso é importante saber conhecer o funcionamento desses locais.

O corretor costuma ter muitas informações sobre o bairro onde se localiza o imóvel, pois geralmente tem experiências de auxilio a clientes na região. Não tenha receito e pergunte sobre questões como o preço médio de produtos na região, o tempo de espera de hospitais e se no bairro há algum local específico que você costuma ser cliente.

Qual é a perspectiva de valorização do imóvel?

perguntas
Quem compra um imóvel deve pensar nas possibilidades futuras de negócio (Foto: Shutterstock)

Essa é uma pergunta válida mais para quem quer comprar um imóvel, tendo em vista que se trata de um investimento muito importante e que por isso deve ser feito levando em conta possibilidades futuras.

O amanhã pode ser muito imprevisível, às vezes nos obrigando a fazer mudanças, então a necessidade de colocar um imóvel à venda é algo possível. Saber se essa é uma possibilidade válida do ponto de vista financeiro é muito importante e o corretor pode te ajudar nisso.

Pergunte se há no bairro previsões de empreendimentos que possam ser atrativos para compradores em potencial, como estações de metrô, shoppings, universidades e demais pontos de comércio. Essas locais costumam agregar muito valor aos bairros onde se localizam, o que necessariamente decai sobre os imóveis residenciais.

Gostou das dicas? Continue acompanhando a série e fique informado para tomar a melhor decisão na busca pelo novo imóvel.

Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

Como permitir animais no condomínio, sem atritos

Organizar a convivência através de regras claras é fundamental

Organizar a convivência através de regras claras é fundamental

Os animais domésticos estão cada vez mais presentes na família brasileira.  Prova disso é que o nosso país é o quarto, no mundo, em número de pets: conta com mais 132 milhões!

Os números são do IBGE, de 2013. A mesma pesquisa mostra que o Brasil é o segundo país com mais cães, gatos e aves ornamentais do mundo.

Como se pode ver, lutar contra os pets em condomínios é uma batalha perdida. Isso porque juízes de diversas instâncias já permitiram animais em condomínios, desde que os mesmos não atrapalhem a saúde, sossego e a segurança de seus vizinhos.

“Hoje em dia, consideramos ‘letra morta’ as disposições em convenção condominial que proíbam animais em condomínios. As pessoas tem direito a um bicho de estimação, sim. Mas deve haver regras claras para todos”, explica Marcio Rachkorsky, advogado especialista em condomínios.

Regramento

O fundamental é que haja regras claras para todos seguirem. O condomínio deve explicitar no regulamento interno ou convenção exatamente o que é permitido em suas áreas comuns.

“Deve explicitar no documento situações como: as áreas onde os animais podem circular, se só do elevador para a portaria ou não, se podem usar o elevador social, se devem usar guia e coleira ou não. O que acontece se o animal fizer necessidades nas áreas comuns, como deve ser tratado o assunto barulho, enfim, o mais abrangente possível”, exemplifica Vania Dal Maso, diretora da administradora ItaBR.

Importante salientar que o regulamento não pode, ao contrário do que se pensa, pedir que os moradores transitem com seus pets no colo, explica Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e consultor do SíndicoNet.

“Esse tipo de pedido é considerado ilegal, uma vez que impossibilita aos moradores terem cães de grande porte. Pode ser caracterizado como um ato abusivo ou constrangimento ilegal”, aponta o advogado.

O condomínio também não pode restringir determinadas raças e nem o porte dos animais.

“O importante mesmo é que os animais não interfiram no bem-estar da comunidade”, assinala Rodrigo.

Veja abaixo um exemplo de cláusula sobre animais disponível:

5 – Os animais existentes no condomínio serão tolerados, desde que não perturbem os demais moradores, sejam vacinados, não sujem áreas comuns e que permaneçam sob estrita vigilância.

5.1 – É proibida a permanência de animais nas áreas comuns.

5.2 – Os animais devem circular até o portão sempre com guia e coleira

5.3 – O barulho incessante de animais em unidade condominial poderá ensejar em notificação e posterior multa

5.4 – Os animais, mesmo dentro das unidades condominiais, não devem exalar odor que incomode os demais moradores

Principais reclamações

Os problemas mais recorrentes em condomínios envolvendo animais são referentes a barulho, utilização das áreas comuns e segurança, quando os pets são de grande porte ou raças consideradas agressivas. Há também reclamações referentes ao mau cheiro.

Aplicação de advertências e multas

Dos moradores que transitam com seus animais em áreas proibidas aos que, seguidamente, deixam seus animais latindo o dia todo sozinhos na unidade, o ideal é que quem se sinta incomodado pelas infrações ao regulamento interno faça um registro no livro de ocorrências ou site do condomínio.

“É com esses dados que o síndico consegue se balizar para ir conversar com o dono do animal, depois mandar uma notificação formal, e então, multar da maneira que o regulamento interno mandar”, explica José Roberto Iampolsky, da administradora Paris.

Mesmo sem esses registros, o síndico pode (e deve) multar nos ditames do regulamento interno quando algo sair do que foi combinado previamente, como passeios em locais proibidos para animais ou dejetos nas áreas comuns.

Casos extremos
Para lidar com os latidos excessivos, a dica de Vania dal Maso é, esgotadas as etapas de conversa e multa, fazer uma denúncia em ONGS de proteção aos animais.

“Entendo que o animal que passa o dia todo sozinho e latindo não está feliz. É uma maneira até do morador de conscientizar de que seu bichinho precisa de mais atenção e cuidados”, assinala.

Focinheiras
Dependendo da região, algumas raças consideradas mais agressivas são obrigadas a usar enforcador e focinheira. No estado de São Paulo, por exemplo, a Lei estadual nº 11.531, é aplicada às raças Mastim Napolitano, Pit Bull, Rottweiler e American Staffordshire Terrie.

“Caso o dono do animal não siga a lei, além das medidas do condomínio, se alguém se sentir incomodado pode inclusive chamar a polícia e registrar um boletim de ocorrência”, ressalta Vania.

Principais erros do síndico

Um problema que muitos síndicos enfrentam é a falta de conhecimento da legislação, como nos pontos referentes à proibição de animais no condomínio, ou a obrigação de carregar o pet dentro do condomínio.

O síndico também erra quando deixa o bom senso de lado e intervem quando há apenas reclamação de um morador.

“Se apenas um estiver reclamando de barulho, por exemplo, o ideal é não intervir. O síndico deve estar sempre a serviço dos interesses da coletividade e não de um morador especificamente”, argumenta Rodrigo Karpat.

Ao receber a reclamação de um morador, o gestor pode, por exemplo, pedir que a situação seja relatada no livro de ocorrências, para que assim, esteja municiado de mais argumentos ao abordar o dono no pet em questão.

Outro problema comum envolvendo animais é quando a regra não é a mesma para todos – permitindo, por exemplo, que os animais de pequeno porte circulem sem coleira e guia, e obrigando os cães maiores a usarem os equipamentos.

Melhorando a convivência

Há diversas formas de melhorar o relacionamento entre aqueles que têm animais e os que não tem no condomínio.

Em condomínios onde haja área, pode-se fazer um local específico para os cães passearem, o chamado play dogs. Muitos condomínios novos, com mais áreas comuns, já contam com esse espaço ao serem entregues.

Outra boa opção para aliviar o estresse dos bichinhos é contratar passeadores de cães. O síndico pode pedir a indicação de profissionais que já atuem no condomínio e deixar o contato no quadro de avisos.

“Há também iniciativas como deixar uma lixeirinha logo ao lado do portão de entrada dos animais, para que os donos deixem ali possíveis dejetos dos animais. Para os empreendimentos onde há áreas específicas para eles, itens como saquinhos para recolher dejetos também são interessantes”, sugere Rodrigo Karpat.

Vídeo

Especialistas dão dicas e orientações sobre animais em condomínios. Veja no vídeo abaixo:

 

Fonte: SindicoNet

Decoração para o lar de recém-casados precisa ter equilíbrio para que ambos fiquem confortáveis

Arquitetas dão dicas de como deixar a casa aconchegante e com personalidade

 José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas
O vermelho aquece os ambientes e tem a ver com amor e energia, sendo uma cor muito utilizada em casas para casais - Paula Brant/Divulgação
O vermelho aquece os ambientes e tem a ver com amor e energia, sendo uma cor muito utilizada em casas para casais
Planejar o lar doce lar de um casal pode ser uma tarefa complicada, já que cada pessoa pode ter gosto e personalidade diferentes, mas os dois precisam se sentir confortáveis com a nova casa. Antes de começar a decorar o imóvel é necessário planejamento para não ter divergências na identidade do local. De comum acordo, a chance de criar um ambiente harmônico, que agrade aos dois, é bem maior. Laura Lopes, arquiteta da Arqsol, diz que o planejamento e a conversa são importantes para que o casal defina o estilo e o perfil da casa. “É um casal que recebe muitas visitas? Que gosta mais de ver filme? Cozinhar, ler? Esse perfil é importante para alinhar a funcionalidade e as necessidades da residência do casal”, explica a arquiteta. A partir da conversa é possível chegar a um acordo de como serão as adaptações para que a casa tenha a cara do casal.

A arquiteta pondera que na vida a dois é preciso ceder e que neste momento não há espaço para o egoísmo. “O importante é que ambos se identifiquem com os cômodos da casa. É necessário esse balanceamento”, diz. Os moradores precisam entrar em casa e ter a sensação de que o espaço lhes pertence. “Uma sugestão prática que costumo dar é deixar uma pessoa montar o quarto do jeito que ela quer e aí a outra personaliza a sala. Ou a sala de jantar com o gosto de um e o bar mais vintage ao gosto do outro, por exemplo. Pode ser uma brincadeira até legal”, afirma.

Segundo Monike Lafuente, arquiteta do Studio Tan-Gram, uma dica para manter um ar romântico e uma cumplicidade na decoração é a escolha de itens que simbolizem a união ou que contem um pouco da história do casal, como fotos, lembrancinhas de viagem etc. “O mais importante é que os dois consigam criar essa decoração juntos, sempre buscando um meio-termo e unindo o gosto de cada um, em que ambos conseguem encontrar sua identidade e seu conforto nele.” Outra dica importante é respeitar as medidas e circulações mínimas, evitando conflitos. E, principalmente, tentar entender a melhor forma de chegar numa mesma linguagem para o apartamento todo, que agrade a ambos.

Além disso, é muito importante entender como cada um usa cada ambiente, quais são as principais atividades de lazer, trabalho e organização, e materializar essas principais funções em cada espaço. “Por exemplo, se um gosta de trabalhar isolado e concentrado enquanto o outro gosta de trabalhar vendo o movimento da casa e interagindo, vale criar soluções que tornem o espaço flexível de forma a atender às necessidades dos dois”, comentou Monike. Umas das possibilidades é o uso de painéis de correr ou de outras formas de fechamento versáteis.

COR E LUZ 

“Devemos pensar nas soluções de iluminação de uma casa de casal prevendo cenários diversos; não podendo faltar entre eles os efeitos de luz e sombra, com luzes difusas que proporcionam aconchego”, explica Lafuente sobre a disposição da iluminação dentro de um lar pensado para um casal.

Antes de começar a decorar o imóvel, é necessário planejamento para que o casal não tenha divergências na identidade do local - Paula Brant/Divulgação
Antes de começar a decorar o imóvel, é necessário planejamento para que o casal não tenha divergências na identidade do local

Em relação à tonalidade do imóvel, as cores influenciam não só na vida do casal, mas nas sensações do lar. “Sempre aconselho que as pessoas usem no quarto do casal uma cor ou um acessório de uma cor mais quente para aquecer o ambiente. Pode até fazer um quarto clean, mas vale colocar uma almofada com um tom quente, ou uma cabeceira, uma pintura na parede, um quadro ou uma escultura. Sempre tem que ter um tom quente no quarto. Mas sem excesso”, destaca Laura Lopes.

A arquiteta da Arqsol salienta que o cinza está na moda para a cor de quartos; porém, um quarto todo cinza acaba trazendo uma sensação fria e triste para o cômodo. “Às vezes, acaba distanciando o casal e os dois nem entendem o motivo. É preciso jogar, nesse caso, objetos que possam dar cor e vida ao espaço”, explica. No escritório, é preciso colocar cores que incentivem a criatividade e a leitura, como amarelo e azul. É preciso evitar tons muito fortes, que levem ao agito.

MÓVEIS 

A cama é um dos lugares mais importantes para a vida a dois, por isso precisa ser confortável. “O que recomendo é ir em uma loja, deitar, sentar, testar a altura… Só assim ambos poderão decidir qual é a melhor para a casa. Afinal, hoje é possível encontrar camas de diferentes alturas, dimensões, espuma, com pillow em cima ou sem”, aconselha Laura Lopes.

Um outro ponto para a arquiteta muito importante é que cada um tenha o seu cantinho, organizando os pertences em armários planejados na altura certa das coisas. “Na parte da sapateira, por exemplo, onde se guardam tênis e chinelos, a altura pode ser menor do que onde ficam sandálias e botas. Bijuteria também é importante pendurar para não embolar ou colocar em gavetas com divisórias. São detalhes que ajudam a manter o espaço organizado”, recomenda.

Na lavanderia o casal pode colocar prateleiras e acomodar os materiais em cestos identificados. Na entrada, a dica é ter um móvel ou um gancho na parede em que a pessoa possa colocar a bolsa para depois guardar. Idem com um lugar para deixar a correspondência, a chave do carro.

ESPAÇO 

No início da vida de casal, a discussão para definir onde morar pode ser uma questão pertinente. “Casa costuma ter mais espaço. Em compensação, gera mais manutenção. Se o casal for mais prático, do tipo que não gosta de ter trabalho, aconselho apartamento, que é mais funcional. Se for um casal que viaja muito, pode ser mais interessante pensar em apartamento também por questão principalmente de segurança”, aconselha Laura Lopes.

Para a arquiteta, é preciso avaliar as desvantagens do apartamento, por exemplo: “Geralmente, as estruturas são mais frágeis em relação a ruído e conforto térmico, tem a questão de ter que lidar com vizinhos muito próximos, tem a proximidade com outros carros na garagem. A casa, se benfeita, costuma ter um conforto térmico maior, não tem um vizinho tão próximo – o que dá mais privacidade -, tem estacionamento próprio… Mas, em compensação, tem o problema da segurança e da manutenção”.

Outro detalhe importante na hora de tomar a decisão: pensar se o casal deseja ter filhos. Criança precisa de espaço.

CRIANÇAS 

Com a chegada de filhos, a casa deve passar por várias adaptações tanto funcionalmente quanto estéticas. “Uma das coisas importantes é que o casal mantenha um espaço que seja só dele e delimite os espaços de brincadeiras”, salienta Monike Lafuente. A utilização de formas divertidas e esteticamente interessantes de organizar e armazenar brinquedos e outros objetos das crianças pode contribuir para uma arrumação mais objetiva.

Quando o casal tem filho é importante fazer um cômodo que ele se identifique com o espaço. Para a arquiteta, é providencial que o arquiteto pense em móveis, itens de decoração e soluções técnicas que proporcionem mais segurança à criança, como, por exemplo, o balizador noturno que orienta o casal e o filho durante a noite, e não incomoda a visão.

* Estagiário sob a supervisão da editora Teresa Caram
Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

Poços artesianos

Obra requer planejamento, traz riscos, mas pode evitar desabastecimento no condomínioObra requer planejamento, traz riscos, mas pode evitar desabastecimento no condomínio

Com os problemas de abastecimento de água se agravando, muitos condomínios têm buscado uma forma de se resguardar da falta desse insumo.

O poço artesiano pode ser uma opção para esses casos. Afinal, ninguém quer ficar refém do abastecimento – que está precário em diversas regiões – e não depender dos caminhões-pipa, que também podem faltar e cujos preços, estima-se, irão subir bastante.

Mas para Alexandre Furlan Braz, especialista em gestão ambiental e diretor do Instituto Muda, o poço artesiano não é o “plano B” ideal para condomínios.

“O poço artesiano não faz com que as pessoas usem água de maneira mais racional, que é o que o planeta precisa nesse momento. Para os condomínios, o melhor seria apostar na individualização dos hidrômetros, que faz com que cada um tenha o incentivo certo para economizar em sua unidade. Já pensando o condomínio como um todo, o ideal seria implantar um bom sistema de reuso da água”, argumenta.

    Mesmo não sendo o mais indicado na economia de água, muitos condomínios em locais onde o abastecimento está comprometido buscam informações sobre os poços artesianos.

    Mas você conhece o passo a passo para que o seu condomínio tenha um? Veja abaixo:

    1. Escolha da empresa: as empresas convidadas devem visitar o condomínio e realizar um estudo sobre a viabilidade do projeto. Depois disso, a empresa é escolhida e a obra deve ser aprovada em assembleia. Segundo as fontes consultadas, por se caracterizar como necessária ao condomínio, a obra pode ser aprovada pela maioria simples: metade mais um do total de presentes na reunião. Importante ressaltar que a empresa deve contar com um geólogo ou engenheiro de minas para executar o projeto do poço, e também deve seguir a norma NBR 12212 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para o setor.
    2. Licença: Com o estudo em mãos, o condomínio pede uma outorga de perfuração na agência responsável por isso em seu estado. Nesse documento está expressa a vazão de água que o condomínio pode retirar do poço. Geralmente, a empresa que faz a perfuração se encarrega de ir atrás das licenças necessárias.
    3. Perfuração: Já com a licença em mãos, a empresa faz a perfuração no solo. A obra dura, aproximadamente, 20 dias. Caso dê tudo certo, instala-se a bomba para retirar a água. Se não houver água no local, o condomínio deve pagar por outra perfuração.
    4. Nova licença: A água do poço deve ser analisada e aprovada pela agência local para consumo – seja para beber ou não -, para que seja concedida a outorga de direito de uso do recuso hídrico. Caso isso não aconteça, o condomínio deve tratar a água até obter a licença.
    5. Cadastro Viginância Sanitária: Para uso humano é necessário também providenciar o “Cadastro do Sistema/Solução Alternativa de Abastecimento de Água para Consumo Humano”, documento emitido pelo Departamento de Vigilância Sanitária estadual ou municipal, dependendo da localidade.
    6. Manutenção: Anualmente, o condomínio deve fazer manutenção preventiva da bomba do poço, além de enviar amostra ao órgão responsável para averiguação. Caso a água seja potável, a análise deve ser feita a cada três meses.

    Como se pode ver, não é um passo simples fazer um poço. É uma obra que deve demandar uma boa dose de planejamento do condomínio.

    Veja abaixo alguns pontos a serem estudados antes de se optar pelo poço artesiano:

    • Alto investimento: Furar um poço artesiano no condomínio demanda bastante dinheiro. “Entre R$ 50 mil e R$ 100 mil, tudo pode acontecer”, argumenta Adauto Afonso, diretor da empresa Poços Hidromaster. A oscilação do preço se deve a possibilidade de não haver água onde a perfuração é feita. Nesse caso, o condomínio deve pagar pelo serviço já executado e por uma segunda perfuração.
    • Economia de dinheiro, não de água: Atualmente devemos focar esforços em usar a água de maneira mais responsável e racional. Geralmente os locais abastecidos por poços artesianos têm uma ideia de que a água ali ‘dura para sempre’, o que não é verdade. Por isso, o que acontece é apenas a economia na conta de água – acaba se pagando apenas o esgoto – e não um uso racional da água.
    • Demora: No estado de São Paulo o órgão responsável por dar a outorga para novos poços artesianos é o DAEE (Departamento de Água e Energia Elétrica). Devido à grande procura, os entrevistados apontaram que apenas essa licença pode demorar seis meses. Depois dessa, se der tudo certo, o poço é furado e a água começa a ser bombeada. Mas para que se possa utilizar essa água, a mesma precisa passar por um teste de potabilidade a cada três meses. Depois da primeira outorga de perfuração, ainda há a necessidade de mais uma, a de direito de uso dos recursos hídricos, que também pode demorar.
    • Sem garantias: após conseguir a outorga para perfurar o poço, mesmo que haja um estudo preliminar, pode ser que não haja água no poço. Ou que não haja vazão necessária para o condomínio. Ou que a água encontrada não seja de qualidade para consumo – e seja necessário investir em uma estação de tratamento. De qualquer forma, o condomínio deve pagar a empresa pela perfuração.
    • Sem outorga: Em locais onde há uma grande concentração de poços artesianos, o órgão competente pode não conceder a licença para o poço, para evitar a exaustão do recurso hídrico. Ou pode conceder o uso para uma vazão inferior à necessidade do condomínio.
    • Secamento do poço: Quando não há esse cuidado preventivo do órgão competente, o poço do condomínio pode secar. Nesse caso, o ideal é furar mais fundo e o mais longe possível do antigo poço.
    • Poço clandestino: Quem opta por perfurar um poço sem anuência do órgão fiscalizador fica a mercê de ver seu poço fechado em uma fiscalização. Nesse caso, fica a cargo do síndico a responsabilidade pela potabilidade da água – e, caso alguém venha a ter algum problema decorrente da ingestão de água inadequada para o consumo humano.
    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Dicas para quem quer comprar um imóvel antes dos 30 anos

    Planejamento é a chave do negócio, mas escolher bem o tipo de imóvel é fundamental

    O imóvel próprio sempre parece um sonho distante. Afinal de contas, ele exige um investimento alto e, em geral, é pago ao longo de muitos anos por conta do financiamento.

    Mas comprar um imóvel não é um sonho tão distante, principalmente para quem começa a se planejar desde cedo. Inclusive, é possível comprar um imóvel antes mesmo dos 30 anos. Porém, para isso, é preciso ter muita organização financeira. Confira algumas dicas para alcançar o objetivo.

    Antes dos 30 anos, geralmente, é uma época que se mostra propícia para começar a se planejar para comprar um imóvel. É importante aproveitar o momento que se consegue um emprego e começa a receber um salário e ainda não se tem muitos gastos porque ainda vive na casa dos pais e não tem família ou filhos.

    “Quanto mais novo puder comprar um imóvel, melhor. Até porque a pessoa tem o direito de financiar em até 35 anos. Então, se ele começa aos 30, lá pelos 65 anos vai ter o imóvel próprio. Ou seja, quanto antes começar, mais tranquilidade vai ter mais na frente”, ressalta Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

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    É importante aproveitar o primeiro emprego e aproveitar o salário ao máximo (Foto: Shutterstock)

    Porém, por outro lado, uma pessoa muito jovem, antes dos 30 anos, provavelmente não vai ter uma reserva muito grande para dar de entrada e vai precisar financiar a maior parte do imóvel e por um período muito longo. Mesmo que só seja possível financiar 30% da renda, esse valor pode ser bastante alto quando a renda não é tão boa assim.

    Desta forma, pode não sobrar praticamente nada. “É importante que o jovem tenha um emprego seguro e conseguir um bom financiamento. E ainda se organizar muito bem financeiramente para que as prestações caibam dentro do orçamento”, afirma Darlan Carlos de Souza, representante do Conselho do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).

    Para a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários, é importante organizar bem as finanças para evitar aperto no bolso e conseguir pagar todas as prestações. “Por direito, pode comprometer até 30% da renda na prestação do financiamento, mas o melhor é calcular antes de entrar no financiamento para que haja sobra e não chegue a comprometer os 30% e todo o salário fique comprometido porque depois a pessoa não vive”, diz.

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    É necessário um planejamento, é preciso levar em conta a renda e suas necessidades (Foto: Shutterstock)

    Se decidir comprar um imóvel, alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro é ter a consciência que é melhor sonhar com algo possível e que realmente caiba no orçamento. O segundo é ter flexibilidade. Antes dos 30 anos, muitas possibilidades, principalmente profissionais, podem surgir, como um emprego em outra cidade.

    Portanto, começar investindo em um imóvel pequeno, bem localizado e que possa ser alugado ou vendido sem maiores dificuldades pode ser uma boa solução.

    Vale ressaltar que um imóvel é um bem que tem a tendência de valorizar. Ou seja, se o proprietário investe em um ainda jovem, logo terá um imóvel bem mais valorizado e com maior valor de mercado. Portanto, começar com um imóvel mais simples, inclusive, pode fazer com que ele sirva como entrada para um imóvel melhor no futuro.

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    Se decidir comprar um imóvel, alguns cuidados devem ser tomados (Foto: Shutterstock)

    “O ideal é começar com calma e devagar, com algo não tão caro e priorizar a boa localização. Hoje o mercado oferece muitas opções, o segredo é procurar com calma”, reforça Darlan. “Se for comprar na planta, é importante pesquisar sobre a construtora e se certificar da idoneidade dela para não cair em nenhum golpe”, complementa o representante do Creci-RJ.

    Como o financiamento pode durar entre 20 a 35 anos, se começar a pagar mais tarde, o imóvel só se tornará próprio quando o proprietário já tiver mais de 50 anos. É preciso ficar atento para que as prestações mais altas não coincidam com os gastos mais altos com filhos.

    “O bom é ir subindo com o tempo. Incluir as prestações no orçamento, ganhar estabilidade no emprego, estudar para crescer na empresa e almejar algo melhor, inclusive o imóvel”, concluiu Darlan.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    O novo zelador: entenda as transformações do cargo

    Saber o que mudou, e porque, é estratégico para contratar um profissional ou fazer alterações no quadro de funcionários

    Saber o que mudou, e porque, é estratégico para contratar um profissional ou fazer alterações no quadro de funcionários

     

    Este profissional é o grande aliado do síndico na gestão do condomínio — desde as questões mais cotidianas até situações de maior complexidade.

    Impossível se referir ao universo do condomínio sem fazer a conexão com o zelador. Entretanto, a figura do profissional de décadas passadas – querido pelos condôminos, sobrecarregado e, não raro, mais intuitivo do que capacitado – está com os dias contados.

    Pense numa combinação que une a tendência dos condomínios-clube e, nesse caso, a necessidade de profissionais cada vez mais capacitados para lidar com grandes estruturas, a chegada da tecnologia e a busca pela produtividade, ou seja, fazer mais com menos.

    O resultado certamente se reflete no cargo do zelador.

    Mais capacitação e profissionalização

    “O perfil do zelador está mudando por conta das características do trabalho em condomínios decorrentes da profissionalização do setor”, afirma Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH.

    Anteriormente, ele era um faz-tudo e suas principais qualidades eram os conhecimentos gerais para pequenos reparos e disponibilidade constante, o que implicava morar no condomínio.

    A mudança já começa aí. Hoje, a maioria dos condomínios está migrando do zelador que mora no endereço de trabalho para zeladores ou gerentes prediais que cumprem sua jornada e voltam para casa.

    “Passam a ser valorizados, principalmente, a capacidade de liderança e de tomadas de decisões emergenciais, e os conhecimentos de segurança”, destaca Karpat.

    A profissionalização do setor também aumentou o respeito às leis trabalhistas e a preocupação com a segurança; a manutenção predial começou a ser realizada por especialistas.

    “Aquela figura do chamado “Tiozinho”, o zelador que ficava numa portaria ou hall de entrada em prédios, até pode ainda existir. Mas, hoje, os condomínios comerciais e residenciais pedem que tal profissional seja qualificado e saiba liderar como um bom gestor”, afirma o prof. Marcos Castilho, diretor da Cforp Soluções.

    O impacto das portarias remotas  

    A presença crescente da tecnologia nos condomínios é outro fator a ser considerado.

    Um bom exemplo é a portaria remota, que apesar de ainda ser incipiente, gradativamente começa a ser implantada nos condomínios de pequeno a médio porte.

    Com ela, uma nova rotina vai ser estabelecida, sendo o zelador a interface entre a empresa de controle e monitoramento e o condomínio.

    “Ele será treinado com instruções técnicas básicas dos produtos da portaria remota e, no caso de uma emergência, poderá atuar. Ou, se ocorrer uma pane técnica, ajudará a empresa da portaria remota até o técnico da mesma chegar ao local”, explica Odirley Rocha, diretor da Kiper.

    A portaria remota é recomendada para condomínios com 40 a 50 unidades, assim, geralmente se aplica para condomínios menores.

    “Na prática, o zelador acaba ficando com mais responsabilidades por ficar mais tempo do trabalho sozinho no condomínio. Se torna responsável pelo recebimento e pela distribuição das correspondências, e em casos de problemas com o portão da garagem, tem que operá-lo manualmente até que chegue a empresa de manutenção. Estes são apenas dois exemplos das rotinas destes tipos de operações”, descreve Bruno Paredes, da Auxiliadora Predial.

    “O zelador terá que se comportar como um gerente. Imagine o condomínio como uma empresa, em que o síndico é o CEO, o conselho do condomínio são os conselheiros da empresa e o zelador é um gerente que supervisiona as ações e controla as atividades”, resume Rocha.

    ATIVIDADES DO ZELADOR DE CONDOMÍNIOS COM PORTARTIA REMOTA

    • Organizar melhor as manutenções do condomínio;
    • Controle de aceso: supervisionar se os processos do regimento interno do condomínio, no que diz respeito a entrada e saída das pessoas, estão sendo seguidos pela portaria remota;
    • Criar uma rotina de controle de manutenção preventiva junto com a empresa de portaria remota e supervisionar se está sendo feito;
    • Gerenciar melhor os prestadores de serviço;
    • Monitorar os dispositivos de emergência, como iluminação, alarme de incêndio;
    • Supervisionar os sistemas de segurança;
    • Ter um controle maior da entrada de pessoas estranhas no condomínio;
    • Atender com mais rapidez alguma emergência (e, assim, comunicar rapidamente a empresa que controla a portaria, especialmente em caso de evacuação do condomínio);
    • Ter à mão os contatos dos responsáveis da empresa da portaria.

    ACÚMULO DE FUNÇÃO

    Como o zelador vai exercer outras funções, fará coisas que habitualmente não faria, ele terá que receber um adicional ao salário por acúmulo de função, inclusive para evitar processo trabalhista.

    A figura do Gerente Predial

    gerente predial

    A convenção de 2018/2019 do sindicato Sindifícios, em São Paulo, acrescentou o cargo de gerente condominial, também conhecido como gerente predial ou gestor predial.

    Esse profissional seria uma espécie de “super zelador”, com qualificação superior e responsabilidades bem maiores que as do zelador.

    O gerente predial é o empregado que planeja rotinas de trabalho e administração de condomínios; deve ter registro no Conselho Regional de Administração (CRA); treina funcionários e coordena equipes de trabalho; avalia o desempenho de funcionários, a execução de serviços e relatórios de operação e de avaliação.

    “A inclusão do cargo de gerente predial na convenção de 2018/2019 reforça as transformações no segmento de condomínios”, afirma Paredes, da Auxiliadora Predial.

    O gerente predial atua em condomínios maiores, como condomínios de órgãos públicos, corporativos ou condomínios-clube. “Por ter uma grande estrutura sob sua gestão, esse profissional contará com uma equipe de manutencistas – até três, conforme o tamanho do condomínio, distribuídos na área hidráulica, na elétrica e na alvenaria e pintura –, concierges e, às vezes, secretária.

    Ele vai coordenar a atuação e manter a qualidade do empreendimento por meio dessas pessoas, incluindo jardineiro, piscineiro e outros, que vão se reportar a ele.

    Além do trabalho de zelar, o gerente predial tem outras áreas subordinadas, como a limpeza, o grupo da segurança e, se for o caso, de Spa, academia etc.

    “Ele é um gestor da operação. Tem um trabalho de conservação e qualidade dos serviços, mas nunca põe a ‘mão na massa’”, descreve Nilton Savieto, síndico profissional.

    Para Castilho, uma boa gestão de um gerente se inicia em querer de fato conhecer cada profissional de sua equipe, fazendo com que tais colaboradores o sintam participante — dentro da equipe e não apenas um profissional que irá fiscalizá-los ou corrigi-los.

    Gerente predial X Zelador

    Ao contrário do gerente predial, o zelador é o protagonista de um pequeno ou médio condomínio. A assessoria disponível à ele é consideravelmente menor.

    De cara, essa característica diferencia totalmente as atribuições desse cargo para o de gerente. O zelador faz a zeladoria e pequenos reparos. Se espera que ele esteja atento às necessidades de manutenção e conservação do seu condomínio.

    A diferença de capacitação e responsabilidades também é refletida na referência salarial de cada categoria. Com base na convenção coletiva (2018/2019) do Sindificios/Sindicond SP, os pisos são:

    • Zelador: R$ 1.442.24
    • Gerente Predial: R$ 2.845,44

    A ascensão do manutencista

    Segundo Paredes, da Auxiliadora Predial, o manutencista vem sendo mais procurado pelos condomínios.

    Ele explica: “O zelador tem que zelar pelo sossego, verificar a manutenção e fiscalizar as áreas de uso comum. Já o manutencista realiza as atividades operacionais, no sentido da prática – correções/manutenções preventivas relacionadas à hidráulica, elétrica e mecânica, e em caso de irregularidades, se reporta ao zelador para medidas cabíveis”.

    Lembrando que, para reparos elétricos, conforme a legislação vigente, o manutencista deve possuir a certificação da Norma Regulamentadora (NR-10). Para situações mais críticas na parte elétrica, Nilton Savieto pondera: “Será necessário contratar uma empresa especializada”.

    Auxiliar de Serviços Gerais (ou de Manutenção) 

    auxiliar manutenção

    A fronteira entre o manutencista e o auxiliar é tênue, mas são cargos diferentes. O auxiliar de serviços gerais não é qualificado como o manutencista. Ele tem menos conhecimentos e habilidades. Seria como um ajudante do manutencista ou zelador.

    De acordo com Nilton Savieto, a convenção do Sindifícios (2018/2019) não cita o piso salarial para concierge, auxiliar e manutencista. “Acredito que concierge e auxiliar de serviços gerais acompanhem o auxiliar de limpeza: R$ 1.320,86. O manutencista, em geral, tem o piso igual ao porteiro: R$ 1.381,55”.

    Quando o manutencista pode substituir o zelador

    Á essa altura, você pode estar se perguntando: É possível substituir um zelador por um manutencista?

    Segundo Natachy Petrini, síndica profissional, em condomínios pequenos com baixa complexidade operacional diária, é mais viável fazer a transição do zelador para o manutencista.

    “Um de nossos clientes é uma torre pequena, com poucas unidades, portaria remota, sem área de lazer nem funcionários para serem geridos. A opção do manutencista, além de ser mais barata e adequada para o condomínio, atendeu o pouco da parte administrativa do zelador: abrir a correspondência, avisar se chegou malote, receber alguém para inspeção; enfim, coisas simples, que um manutencista estaria apto a fazer”.

    Cada caso, porém, deve ser avaliado. Para um condomínio pequeno, mas com demanda administrativa grande, um zelador será mais vantajoso.

    Agora, se a possiblidade de trocar o zelador pelo manutencista está em pauta, Natachy aconselha: ”Considere tamanho do condomínio, complexidade de área comum, não haver pessoas, ou seja, gestão de equipe. Aí sim, o manutencista é mais interessante”.

    Possibilidades de cargos de zeladoria por tipo de condomínio 

    Acompanhe alguns exemplos possíveis de organização de equipes de zeladoria elaborados considerando a análise dos especialistas e as informações apuradas.

    São, na maioria, formatos praticados no mercado. Mas é importante destacar que não existe uma regra fixa. Para uma tomada de decisão, deve ser levado em conta as características e as necessidades de cada condomínio.

    POSSÍVEIS CONFIGURAÇÕES DE EQUIPES DE ZELADORIA

    • Grande porte ou condomínios clube (+ de 3 torres): Gerente predial + Equipe
    • Médio porte (até 2 torres): Zelador + Manutencista ou Auxiliar
    • Pequeno porte (1 torre): Zelador e/ou Manutencista
    • Pequeno porte (1 torre) c/ Portaria remota: Zelador ou Manutencista

    O futuro do zelador

    Esse novo profissional precisa começar a perceber que o seu trabalho nos próximos anos vai mudar. Já está mudando, como pudemos ver ao longo da reportagem.

    Mudança, entretanto, não quer dizer fim de linha. O zelador precisa enxergar nessa passagem uma oportunidade de crescimento. Sua presença, afinal, ganhará nova importância. Da figura do “Tiozinho”, mencionada por Castilho no início da reportagem, ele fará um reposicionamento de carreira e, consequentemente, da remuneração.

    Procurar capacitação será questão de sobrevivência para ele. Para o síndico e seu condominio, questão estratégica.

    “Muitos zeladores ainda não entenderam a importância de se atualizarem à demanda de mercado. Eles permanecem focados no ‘mão na massa’ da operação diária do condomínio, e não na gestão das ferramentas que os condomínios já dispõem por meio dos contratos de prestação de serviços mensais”, avalia Natachy.

    O zelador precisará do apoio da tecnologia para ajudá-lo no controle de tantos serviços que ele vai agregar para sua função.

    “Ele vai chegar às 8h no condomínio, abrir o aplicativo ou a plataforma de controle e saberá que, no dia de hoje, tem os testes da iluminação de emergência para fazer, a manutenção preventiva da portaria remota com os técnicos da empresa, a limpeza do jardim dos fundos…”, projeta Odirley Rocha, da Kiper.

    A vida do zelador será muito mais fácil e organizada em cima de processos.

    E quem ganha com isto? Primeiro, ele próprio zelador. Segundo, o síndico, que terá todas as informações on-line dos serviços e da organização.

    Terceiro, os condôminos, que perceberão o condomínio muito mais organizado e seguro. Por fim, a “família condomínio”, pois com tudo isso será mais barato viver lá dentro.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Danos morais em grupos de WhatsApp

    Síndico que se sentir prejudicado pode ir à JustiçaSíndico que se sentir prejudicado pode ir à Justiça

    A comunicação é fundamental para a vida condominial. Isso não significa, porém, que ela possa ser feita de qualquer forma.

    Nesse vídeo, o especialista Zulmar Koerich explica sobre os grupos de WhatsApp em condomínios.

    O advogado salienta que moradores não devem encarar grupos do tipo como uma extensão da assembleia, que é o local ideal para a discussão dos problemas do condomínio, onde ânimos  exaltados são mais tolerados.

    Zulmar explica que os síndicos que se sentirem prejudicados podem ir à Justiça pedir reparação por danos morais.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Confira como reformar um banheiro antigo em poucos passos

    Deseja reformar um banheiro antigo e ainda não sabe por onde começar? Separamos algumas dicas importantes para te ajudar com essa tarefa!

    Para muitos, reforma é sinônimo de filme de terror! Quebra-quebra de paredes, sujeira, barulho e muitos dias de tensão. Mas nem sempre é necessário passar por toda essa confusão para fazer uma mudança radical no ambiente e criar algo totalmente novo.

    Quer descobrir como? Continue lendo este artigo e veja algumas sugestões inspiradoras para fazer agora mesmo no seu banheiro (;

    Aquele azulejo do banheiro que parecia sensacional já está meio caído e fora de moda? Isso é mais comum do que você possa imaginar!

    Com a umidade e o passar do tempo o azulejo vai desgastando e perdendo a graça. Mas isso não significa que você deve sair trocando tudo de uma vez. É nessa hora que entra em cena o papel de parede! Com ele, é possível revestir as paredes da maneira que você quiser, inclusive por cima dos azulejos e ainda podem ser aplicados sem auxílio de um profissional.

    É só escolher o modelo, cor, estampa e textura. Simples e perfeito para uma reforma de banheiro de baixo custo e que você mesmo pode fazer.

    E como toda dica é bem vinda, aqui vai uma ótima, caso você resolva transformar seu banheiro com essa técnica: aplique uma camada de massa corrida sobre a superfície para nivelar a parede e lembre-se de priorizar os modelos que tem acabamento mais emborrachado.

    Outra opção para reformar banheiros pequenos gastando pouco, é aproveitar os azulejos lisos e pintá-los completamente de uma só cor ou até mesmo adicionar adesivos ao revestimento.

    Agora, se parte que está meio sem vida no comodo é a de dentro do box, que tal investir em pastilhas coloridas? Além de serem tendência de decoração para banheiros, elas podem deixar o banheiro com uma cara totalmente nova.

    É possível optar por pastilhas da mesma cor, em tons complementares e até mesmo compondo um mosaico colorido. Existem diversos modelos disponíveis no mercado que vão deixar o seu banheiro renovado.

    Agora, para reformar um banheiro pequeno gastando pouco, nós temos uma dica extra: espelhos! Como sempre falamos por aqui, espelho é peça certeira para quem deseja aproveitar melhor o ambiente e criar sensação de amplitude.

    Capriche no acessório escolhendo um modelo mais moderno, com recorte diferente ou aplicações na moldura. Pode parecer simples, mas é um truque que dá uma cara nova ao seu banheiro sem exigir grandes mudanças ou envolver grandes custos.

    Para quem quiser investir num ambiente mais natural e suave, aposte também em vasos com plantas simples e até mesmo algumas velas para aromatizar o ambiente. Você pode utilizar o beiral da janela, ou um espaço vazio cima da pia ou como apoio. Se preferir, é possível também colocar nichos ou prateleiras nas paredes do lugar.

    Depois dessa mudança toda, porém, nós sabemos que mais difícil que realizar uma reforma, é manter o ambiente sem se incomodar com as sujeiras que vão se acumulando ao longo do tempo. Por isso, seja qual for a dica que você utilizará na sua casa, escolha aplicar sempre um rejunte antimofo no banheiro!

    Essa aplicação é recomendada, pois é bem comum aparecer manchas no rejunte com o passar do tempo, então esteja preparado e retoque assim que elas começarem a aparecerem. E não há desculpas! Os anti-mofos, além de necessários para manter o ambiente saudável, tal como a saúde de todos os moradores da casa, são fáceis de encontrar e aplicar, fora seu custo baixo e a existência de diferentes opções de cores a sua escolha.

    Prático né? Não fique aí parado, dê uma repaginada no seu banheiro antigo sem drama e bagunça.

    Fonte: http://www.imovelweb.com.br

    Acerte nas medidas da sua casa e evite dor de cabeça na reforma

    Veja algumas dicas preciosas para que a obra saia dentro do planejado

     

    Para evitar problemas é bom medir os móveis ou ambientes mesmo que o fornecedor já tenha feito (Fotos: Shutterstock)

     

    Uma das coisas mais frustrantes em uma reforma é ter que mudar de planos. Ainda mais quando o erro é de medida, que prejudica o andamento da obra já que, geralmente, as peças são feitas a partir de encomendas.

    Apartamentos antigos têm dimensões maiores que prédios novos e arquitetura mais velha. Imagina se você quiser trocar uma janela e na hora da instalação descobre que a medida da nova veio com 10 cm a menos do que o pedido? É motivo de estresse. Isso vai gerar atraso se você pedir um novo produto, a não ser que faça uma gambiarra para consertar o erro.

    Para que não aconteçam esses problemas é importante saber algumas coisas. O 100 Pepinos, parceiro de notícias do ZAP, separou algumas dicas para espantar prováveis dores de cabeça.

    Veja abaixo:

    1 – Fique de olho nas medidas para que não fiquem erradas

    As medidas que mais costumam sair errado são de boxes, espelhos, bancadas de mármore e granito, marcenaria, nichos de banheiro, portas e janelas, torneiras e cubas. Peça aos fornecedores que vão até sua casa para tirar as medidas antes de confeccionar as peças e, para garantir, confira você também.

    Não adianta levar o desenho que você fez, com as medidas que você tirou. Escolha a cuba e torneira na medida certa e entregue para a marmoraria para que os cortes e furações não saia errados. Imagina se aquela bancada de granito dos sonhos chegar errado e não couber na cozinha? Ou se na hora de instalar a torneira na bancada, não dá a altura?

     

     

    Imagine que decepção se a bancada de granito chegar com medidas totalmente erradas?

     

     

    2 – Cuidado para não comprar quantidade errada de material

    Cada material tem uma forma de cálculo e recomendação de perda. Por exemplo, os pisos são comprados em m²: é só multiplicar comprimento pela largura do ambiente e acrescentar a perda, que geralmente é de 10%. No caso das tintas, veja o rendimento na lata e calcule pensando quantas demãos você precisará usar.

    Se você comprar mais material do que o necessário, vai ter que lidar com as sobras, além de gastar muito dinheiro.

    Se comprar menos, a obra fica parada até o material chegar, atrasos e mais atrasos.

     

    Não exagere na compra de materiais, seja exato

     

    3 – Conferir a medida de cômodos e dos pontos de tomada, TV e torneiras

    Planeje bem os ambientes. Localize tomadas (distância e altura), pontos de saída de esgoto (para sifão) e água para torneira. E marque bem a dimensão dos cômodos para não ter surpresas com medidas erradas.

    Não vá sair fazendo a obra a olho, sem ter um projeto com as medidas ou a localização das tomadas e pontos de TV. Isso ajuda, inclusive, a decidir os móveis e os aparelhos que caberão na sua casa. E evita que você tenha que quebrar tudo, refazer e desperdiçar tempo e dinheiro.

     

    Fique de olho na parte elétrica da casa

    Fique de olho na parte elétrica da casa

     

    4 – Verificar se os móveis e eletrodomésticos conseguem entrar na sua casa

    Isso ninguém se lembra. Chega o caminhão e aquele espelho enorme que vai pro seu quarto não passa nem na porta de entrada. A cama king size, então, nem pensar em caber no elevador. Aí a empresa de entrega vai reclamar de ter que levar um móvel tão pesado 17 andares pelas escadas – se é que a cama consegue fazer curva na escada do seu prédio.

    Para evitar esses pepinos verifique antes de comprar ou programar uma mudança o tamanho de elevador, das escadas e da abertura das portas.

     

    Compre móveis que sejam compatíveis com as medidas da sua casa

    Compre móveis que sejam compatíveis com as medidas da sua casa

     

     

    Fonte: Revista Zap Imóveis

    Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

    Escolher corretamente a empresa de segurança do seu condomínio passa pelo exame minucioso de diversos itens. Afinal de contas, com segurança não se brinca. Veja algumas dicas.

    Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

    Como escolher a empresa de segurança do seu condomínio?

     

    Cuidar da segurança do seu condomínio é uma das tarefas mais urgentes de todo síndico, considerando que a sensação de estar seguro é um dos principais motivos que levam cada vez mais pessoas a buscarem esse tipo de moradia.

    Por isso, é muito comum que condomínios invistam pesado nessa área, principalmente terceirizando serviços. E a contratação de uma empresa de segurança implica o investimento constante na proteção da vida e do patrimônio do morador.

    Com tamanha responsabilidade que esse tema suscita, o síndico só deve delegar tal tarefa para empresas de vigilância e segurança qualificadas, que saibam agir nas mais diversas situações.

    Se você está na dúvida de como escolher, ou quais detalhes devem ser levados em conta na hora de fechar um contrato com uma empresa de segurança condominial, leia nossas dicas abaixo!

    1- Conheça a empresa

    Infelizmente moramos em um país com índices altíssimos de violência. Com isso, ao longo dos anos, o mercado de segurança privada se expandiu muito. Se por um lado isso é bom, uma vez que aumenta o leque de negociação do gestor com a empresa, por outro lado pode cria dúvidas na cabeça do síndico quanto à idoneidade da empresa.

    Nesse sentido, a primeira grande dica é não ter pressa para assinar o contrato. Avalie bem a instituição, estude a sua rotina de trabalho, pesquise outros condomínios em que ela atua, quais são os procedimentos em dias normais e de ocorrências, e como é a sua abordagem em relação aos moradores.

    Enfim, não deixe que a urgência do tema se sobressaia em relação à responsabilidade de escolher corretamente a empresa de segurança do seu condomínio.

    2- Consulte órgãos reguladores

    Verifique a legalidade da empresa junto à Polícia Federal (PF) e o Sindicato das Empresas de Segurança Privada (SESVESP). Empresas de segurança privada possuem uma legislação bastante específica: lei 7102/83 e a portaria 3233/2012.

    A Polícia Federal disponibiliza, em seu site um espaço para verificar a legalidade da empresa contratada.

    3- Fique atento à qualidade dos vigilantes da empresa

    Vigilantes devem, obrigatoriamente, passar por cursos em academias registradas pela Polícia Federal. Nesses treinamentos são realizados testes psicológicos e a verificação de documentos que atestam a idoneidade do profissional.

    Esse curso tem validade de dois anos. Após o término do programa é emitido um Certificado Nacional de Vigilante (CNV), documento expedido pela Polícia Federal que credencia o vigilante a atuar profissionalmente.

    4- Verifique se todos os documentos da empresa estão em ordem

    Empresas de segurança e vigilância armada ou desarmada devem, obrigatoriamente, possuir uma série de documentos e certificados para comprovar a sua qualificação.

    Antes de fechar contrato, verifique se ela está legal junto aos órgãos competentes. Para isso, é recomendado que seja solicitado os seguintes documentos:

    – Certificado de segurança: emitido anualmente pela Polícia Federal, certifica que a empresa possui condições técnicas para exercer sua função após fiscalização.

    – Autorização de funcionamento: emitida pelo Ministério da Justiça, com publicação no Diário Oficial da União, permite a atuação da empresa neste segmento.

    – Alvará de revisão de autorização de funcionamento: fornecido anualmente pela Polícia Federal.

    – Certidões negativas de INSS, FGTS, impostos municipais, estaduais e federais.

    – Comprovante de recolhimento de contribuição sindical do exercício atual (GRCS).

    5- Planejamento

    Um dos itens fundamentais que o síndico deverá verificar junto à prestadora de serviços do seu condomínio diz respeito ao plano de segurança. Nesse estudo, todas as atividades deverão ser planejadas com antecedência e escritas em um relatório:

    Horário das tarefas executadas; número de profissionais por turno; utilização do sistema de alarmes; escala dos funcionários; controles de acesso; planos de contingência; postura dos funcionários em relação a ações de emergência e de rotina; e o trato com o morador e demais colaboradores são alguns dos itens que devem constar em um bom plano de segurança.

    Tudo isso deverá estar formalizado por escrito. Dessa forma, o processo de treinamento dos funcionários na execução das tarefas diárias fica facilitado.

    6- Comunicação entre empresa contratada e o síndico

    Uma boa comunicação entre contratante e empresa contratada é fundamental para a prestação de um serviço de qualidade. Compartilhar problemas e sugerir soluções em conjunto tem o potencial de elevar os resultados esperados.

    Portanto, esse é um aspecto a ser considerado na hora de contratar a empresa. Fique atento e se pergunte: a empresa prestadora facilita ou dificulta a comunicação? Quais os canais que ela utiliza para se comunicar com o seu cliente? É aberta a melhorias?

    São perguntas simples que podem fazer uma grande diferença na hora de decidir qual fornecedora contratar para o seu condomínio.

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    Conheça a importância do corretor e saiba como escolher um profissional de qualidade

    Sexto episódio da série “Busca pelo Imóvel” te dá dicas importantes para escolher um bom corretor

    Escolher um novo imóvel é algo muito pessoal. São os seus gostos, suas demandas e seus objetivos que irão definir qual decisão deve ser tomada. No entanto, é muito difícil passar por todo esse processo sozinho. Além de trabalhoso e cansativo, no mercado há uma série de informações que podem ser confusas e muitas outras que estão escondidas de quem não possui muito conhecimento na área.

    Para te ajudar nessas e muitas outras questões típicas da busca por um imóvel, existe a figura do corretor, um profissional qualificado e fundamental durante todo o processo de pesquisa, visita e negociação. No sexto episódio da série “Busca pelo Imóvel,” te explicamos um pouco mais sobre o papel e a importância do corretor e o que deve ser observado antes de escolher um profissional da área. Confira:

    Além das informações que são ditas no vídeo, vale a pena conhecer mais uma: o corretor on-line. Essa é uma ferramenta recente e muito utilizada pelas imobiliárias no auxílio a quem está buscando um novo imóvel. Com o corretor on-line você pode tirar dúvidas sem sair de casa, utilizando apenas um computador ou telefone.

    Pode confiar! A qualificação e o acesso a dados sobre o imóvel é o mesmo, por isso você pode esperar conseguir as mesmas informações que conseguiria com um corretor tradicional, mas dessa vez de um modo mais prático e rápido. Não deixe de consultar a imobiliária responsável pelo imóvel sobre a possibilidade de ser atendido por um corretor on-line.

    Ficou bem mais fácil passar por esse processo, não é? Continue acompanhando a série “Busca pelo Imóvel” e fique informado sobre tudo o que envolve a escolha de um novo lar.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    As transformações da administração condominial

    Por que essa tarefa ficou tão complexa?

     

     

     

    Por Gabriel Karpat*

    Não é fácil decifrar com clareza os motivos que transformaram a administração condominial numa tarefa bastante complexa. Considerada uma matéria de simples execução, ela passou a exigir conhecimentos específicos e muito preparo dos que optam por abraçá-la. Agora a tarefa requer profissionais e, por vezes, especialistas nesse tipo de atuação.

    Trata-se de uma migração que, apesar de lenta e gradual, aconteceu de maneira irreversível e implacável, sem brechas ou atenuantes.

    Assim é hoje, quando exclui qualquer possibilidade de informalidade ou desconhecimento técnico, sob risco de descumprimento das normas estabelecidas como padrão, bem como de suas consequências.

    Não é sem razão que os condomínios são equiparados a empresas em suas responsabilidades, gerando multas pesadíssimas em caso de descumprimento de diversas normas que os norteiam.

    Tanto é assim que a questão tributária e fiscal está incorporada à administração, hoje já com o eSocial e com a Escrituração Fiscal Digital (em fase final de implementação). Essas tarefas, em parte ainda que de responsabilidade dos síndicos, foram supridas pelas administradoras condominiais, as quais também tiveram que se adaptar para agregá-las.

    Outro fator que explica a complexidade na tarefa de administração do condomínio está diretamente relacionado à grave crise no setor de segurança pública.

    Nas décadas passadas, a violência urbana trouxe insegurança e temor para dentro dos até então tranquilos conjuntos residenciais. Ocorrências de menor e também de maior gravidade tornaram-se frequentes.

    A situação fez com que o controle dos frequentadores das edificações – e seus perímetros com sistemas eficazes e de fácil operação – fosse uma preocupação a mais agregada às demandas cotidianas.

    O fato é que, sem minimizar as demais razões, nada impactou tanto o exercício da gestão da propriedade em comum como a incorporação de utilidades e serviços no cotidiano dessas minis coletividades chamadas condomínios. E, junto com esses serviços, vieram novas preocupações e responsabilidades.

    Gradativamente, o síndico se transformou. De um “simples gestor de pessoas e valores” tornou-se um verdadeiro “guardião e depositário de um complexo estrutural” que envolve áreas, bens e usuários.

    A ele, imputou-se a responsabilidade por ação ou omissão de uma ocorrência indesejável. Claro, é bem verdade que isso sempre foi incumbência do síndico, mas agora amplificado por essas novas inclusões.

    Além de ter a gestão intensificada por essas novas incumbências, o desenvolvimento da tecnologia e o surgimento de novos meios de comunicação tornaram pleno o conhecimento, por parte dos moradores, sobre cada passo de sua atuação.

    Hoje, quase que simultaneamente, todas as decisões por ele tomadas, bem como as rotinas estabelecidas em sua administração, são divulgadas ou disponibilizadas nos sites, aplicativos, painéis eletrônicos e redes sociaisdo condomínio, tornando públicas cada uma de suas ações. Isso, sem deixar de citar os inúmeros grupos em aplicativos de mensagens, ora em favor, ora contra a sua gestão.

    Todas essas formas de comunicação trouxeram ao gestor condominial outra necessidade: a de gerir também sua própria comunicação, que passou de atividade secundária à primordial, com o objetivo de garantir a transparência e a boa convivência comunitária. Essa vertente também deve fazer parte de suas atividades, já que as discussões não se limitam mais apenas às assembleias gerais.

    Todas as mudanças acima já explicariam bastante o motivo de a atividade de gestão condominial ter se tornado tão complexa. Contudo, as explicações vão além.

    Nesse sentido, é preciso lembrar que a modernidade trouxe novos meios de convivência assegurados por lei, não apenas na forma do uso do imóvel, com o aplicativo Airbnb ou Time Shering, por exemplo, como também no convívio com animais domésticos, na acessibilidade, com possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de pessoas com alguma deficiência. São pontos inimagináveis se pensarmos em uma década atrás.

    O ponto fundamental é que antes tratávamos de como proibir e hoje procuramos fórmulas de como conviver, como entender e adaptar-se às novas formas de vida comunitária e da propriedade em comum.

    Por tudo isso, a administração condominial gradativamente teve que incluir os conceitos de administração antes apenas observado nas empresas. Teve que incorporar conceitos de gestão de facilities (facility management) para a governança desses itens que impactam diretamente em todos os moradores de edificações de qualquer porte.

    O pleno conhecimento da infraestrutura das edificações e o mapeamento de seus complexos sistemas e operações tornaram-se indispensáveis. Isso, além dos controles dos ativos, como a organização e compras de insumos, entre outros.

    Aqueles que operam no segmento condominial, como síndicos, administradores, fornecedores ou prestadores de serviços devem estar muito atentos para essa rápida e irreversível transformação. Precisam estar cientes que ferramentas tecnológicas auxiliam, mas não substituem as ações e análises que facilitam o entendimento necessário para essa renovação.

    Uma das principais características do atual momento é a tomada de consciência das responsabilidades que o cargo impõe perante sua complexidade, tão essencial quanto a necessidade de preparo para o atendimento de todas as normas legais e morais visando o exercício do cargo de forma eficaz e segura.

    (*) Gabriel Karpat é diretor da GK Administração de Bens e coordenador do curso de síndicos profissionais da Gabor RH – diretoria@gk.com.br

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Lixeiras nas escadas

    Afinal, é proibido ou não? Síndicos e moradores devem saber organizar o lixo nas unidades

     

     Afinal, é proibido ou não? Síndicos e moradores devem saber organizar o lixo nas unidades

     

     

    Para quem mora em condomínio, a coleta de lixo é geralmente muito prática. Cada andar conta com uma lixeira grande, onde as sacolas das unidades são depositadas.

    Uma ou duas vezes por dia, um funcionário da limpeza passa recolhendo o lixo.

    Essa prática tão comum e recorrente em condomínios dos mais diversos portes, porém, não é indicada - em alguns municípios é até proibido – por motivo de segurança.

    Afinal, em caso de emergência, as lixeiras em todos os andares não passariam de obstáculos no caminho daqueles que querem chegar ao térreo o mais rápido possível.

    Mesmo sabendo disso, muitos condomínios não abrem mão das lixeiras em todos os andares, o que pode ser um grande problema ao renovar o AVCB, além de ser uma ameaça constante em caso de acidentes.

    Como deve ficar as lixeiras em cada unidade

    Para aqueles que se conscientizaram que a lixeira pode ser um problema, há algumas soluções.

    A mais recorrente é marcar um horário, ou dois, para a coleta do lixo nas unidades. O funcionário do condomínio toca a campainha, e o morador ou seu funcionário entrega suas sacolas de resíduos para ser encaminhado ao lixo do condomínio.

    Dessa forma, a lixeira grande é retirada dos andares, e o condomínio ganha em segurança e não perde no quesito limpeza.

    O que muda na retirada do lixo

    Apesar das situações enumeradas a seguir (veja abaixo algumas das dificuldades mais comuns em mudar esse hábito nocivo dos condomínios, e suas possíveis soluções), o ponto mais crítico é sempre a mudança de cultura nos condomínios.

    Por isso, o síndico deve levar a alteração do cuidado com o lixo para aprovação assemblear. Dessa forma fica mais fácil estabelecer procedimentos a serem cumpridos e coibir abusos.

    “A primeira semana geralmente é mais difícil para implantar a mudança do recolhimento do lixo, há bastante resistência e parece que não vai dar certo. Mas duas ou três semanas depois as coisas já entraram nos eixos”, aponta Alexandre, do Instituto Muda , que elabora projetos do tipo para condomínios.

    Para aqueles moradores que depois do período de adaptação de três semanas continuarem a não se adequar ao novo esquema de recolhimento do lixo, vale aplicar as sanções previstas no regulamento interno.

    Problemas práticos

    Mas e no caso de a unidade estar vazia no horário da coleta pelo funcionário?

    “Quando acontece isso, o próprio morador pode levar seu lixo para a lixeira do condomínio”, explica Alexandre Furlan, diretor do Instituto Muda.

    Há quem prefira levar seu lixo até a lixeira – e não ser incomodado com a campainha pelos funcionários do condomínio.

    Para esses casos, o Instituto Muda desenvolveu uma tag que pode ser colocada na porta, para que o colaborador saiba que o resíduo já foi encaminhado corretamente.

    Outro percalço em potencial, para condomínios pequenos e com exígua área comum, é o espaço para a lixeira do próprio condomínio.

    Como em São Paulo – e em algumas outras cidades do país – é proibido que o condomínio tenha lixeiras aramadas nas ruas, nesse caso só se pode colocar o lixo para fora poucos momentos antes que o lixeiro passe para o coleta.

    “Para essas situações o ideal é que um funcionário do condomínio retire o lixo apenas na hora de colocá-lo na rua. Caso o morador não esteja na unidade no momento, o mesmo deve ou entregar o resíduo para o funcionário quando for sair de casa ou deixá-lo na porta da unidade par a ser recolhido. Não são as alternativas ideais, mas é um problema recorrente em condomínios com espaço comum reduzido”, argumenta  Vania Dal Maso, gerente de condomínios da administradora Itambé.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Veja como conciliar os gostos na decoração de um apartamento compartilhado

    É possível criar um ambiente aconchegante conciliando as preferências de cada um, mas alguns cuidados são necessários para evitar desgastes

    Seja ao casar, para dividir despesas ou até mesmo alugar um quarto que está vazio na casa, é comum compartilhar um imóvel entre um casal, amigos e até mesmo pessoas desconhecidas. Se a ideia é dividir o apartamento ou a casa com alguém, alguns cuidados são necessários para evitar qualquer tipo de desgaste.

    Antes mesmo de definir as regras sociais para uma boa convivência, é preciso chegar a um consenso em relação à decoração. Afinal de contas, nem sempre os gostos são parecidos. Mas é possível criar um ambiente bonito e aconchegante conciliando as preferências de cada um.

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    Antes mesmo de definir as regras sociais para uma boa convivência, é preciso chegar a um consenso em relação à decoração (Foto: Shutterstock)

    O primeiro passo é escolher a tonalidade que será usada na pintura e é importante que essa decisão seja tomada em conjunto. “O ideal é pegar uma cartela e escolher as cores juntos”, explica o arquiteto Artur Diniz.

    Porém, nem sempre há consenso e, nestes casos, as tonalidades mais neutras são mais favoráveis porque são menos arriscadas. “Desta forma, melhor partir para cores claras, o branco ou para uma cor neutra”, acrescenta. E se a ideia é agradar cada morador com uma cor diferenciada, é preciso ter cuidado. “Se cada um quiser uma cor diferenciada, que não dialogue entre si, recomendo usar apenas uma tonalidade em paredes de ambientes bem distintos, mas lembrando de usar as cores com moderação”, afirma o arquiteto.

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    Desta forma, melhor partir para cores claras, o branco ou para uma cor neutra (Foto: Shutterstock)

    Outro ponto importante é otimizar o espaço, com um layout bem estudado e que não precisa ser fixo. “Algumas peças podem ser remanejadas de acordo com as necessidades que vão se delineando com a convivência ou até com a chegada de um novo morador. Pode-se também prever as instalações elétricas ou hidráulicas de forma que tornem mais versáteis uma possível mudança na disposição do mobiliário”, explica Artur Diniz.

    Na hora de pensar o layout, também deve-se delimitar cada área “privativa” dos moradores. “Seja no armário, na estante, no serviço ou até mesmo um espaço no quarto. Ali ele vai poder guardar seus objetos pessoais sem interferir no espaço do outro”, completa.

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    Se o imóvel será compartilhado por amigos, o ideal é ter um quarto para cada morador (Foto: Shutterstock)

    Quanto aos móveis, é fundamental adquirir mobiliário e acessórios que facilitem a organização do espaço. Ou seja, eles devem conciliar funcionalidade, praticidade e beleza. “Sofás e poltronas mais leves e fáceis de arrastar são ideias.

    Armários móveis com rodízios vão garantir a facilidade na mudança de layout, caso necessário”, diz o arquiteto. Se o imóvel não for muito grande e a falta de espaço seja um problema, situação corriqueira nos apartamentos atuais, será interessante usar móveis mais funcionais.

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    Algumas peças podem ser remanejadas de acordo com as necessidades que vão se delineando com a convivência ou até com a chegada de um novo morador (Foto: Shutterstock)

    “Algumas soluções são camas com baú, mesas retráteis e armários com portas ou gavetões. E ainda são muitos os recursos para quem quer deixar a casa organizada: armários com pastas, prateleiras, caixas organizadoras, nichos para objetos e gavetas com organizadores na cozinha. Tudo é válido para manter o espaço na mais perfeita ordem sem misturar os pertences”, completa.

    Cada detalhe deve ser pensado com atenção, afinal de contas, a decoração dificilmente vai atender aos moradores de forma unânime. Portanto, é fundamental não exagerar nos itens decorativos. “Uma decoração discreta e neutra vai ser útil e poderá ser complementada por alguns objetos de uso pessoal, que deixem o espaço com um pouco da história de cada um. Mas lembre-se que as peças devem ser discretas também”, indica Artur. O arquiteto sugere pequenos objetos de decoração, como retratos de família e vasos com flores, de forma que criem no morador o sentimento de pertencimento daquele lugar.

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    Cada detalhe deve ser pensado com atenção, afinal de contas, a decoração dificilmente vai atender aos moradores de forma unânime (Foto: Shutterstock)

    Para evitar qualquer tipo de desgaste, também é importante delimitar no layout cada área privativa dos moradores, seja no armário, na estante ou no serviço. Desta forma, ele vai poder guardar os objetos pessoais sem interferir no espaço do outro. “Se a ideia é separar itens pessoais nas áreas comuns, como cozinha e área de serviço, é importante garantir a organização comcestos de roupas e gavetas. E cada espaço pode ser diferenciado com etiquetas para cada morador”, esclarece.

    Cômodos

    Se o imóvel será compartilhado por amigos, o ideal é ter um quarto para cada morador. Desta forma, além de garantir mais privacidade, é possível fazer daquele o seu espaço, com os seus objetos pessoais, sua decoração, suas cores, sua mobília no seu estilo. “Ali será seu mundo quando estiver cansado da agitação de um espaço compartilhado. Existirá um espaço de silêncio para estudar, ler, descansar, enfim, terá sua privacidade”, afirma Artur Diniz. “E se apenas as áreas comuns forem compartilhadas, será importante ter um frigobar no quarto, mas isto também vai depender das regras e condutas estabelecidas”, acrescenta.

    Outra questão, segundo o arquiteto, é que o espaço deve ser pensado para dar privacidade às áreas íntimas. “Para garantir silêncio no quarto enquanto ocorre uma reunião de amigos na sala, por exemplo, pode-se instalar uma porta no corredor para ajudar a isolar o som. Isto pode evitar futuros desentendimentos”, conclui.

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    Para garantir silêncio no quarto enquanto ocorre uma reunião de amigos na sala, por exemplo, pode-se instalar uma porta no corredor para ajudar a isolar o som (Foto: Shutterstock)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

     

     

    Coleta e descarte de óleo em condomínio

    Separar o óleo de cozinha é bom para o condomínio e essencial para o meio ambienteSeparar o óleo de cozinha é bom para o condomínio e essencial para o meio ambiente

    O descarte incorreto do óleo que usamos na cozinha de casa pode ser extremamente prejudicial para o meio ambiente.

    Se um litro de óleo entrar em contato com um rio, por exemplo, pode contaminar 1 milhão de litros de água.

    Vamos combinar: é a perfeita imagem de desequilíbrio ambiental.

    E no caso dos condomínios, o problema é ainda pior. Além do dano ambiental, o descarte errado também gera prejuízos financeiros e transtornos, já que o mesmo danifica e entope as tubulações.

    A boa notícia é que a opção por um descarte correto é mais simples do que se imagina e fácil de ser implementada em condomínios.

    Os 3 passos para o descarte e coleta de óleo em condomínios

    1. DESCARTE: para descartar o óleo usado na cozinha é preciso esperar que o mesmo esfrie para, então, o colocá-lo, com a ajuda de um funil, em uma garrafa PET.
    2. ARMAZENAMENTO: quando a garrafa estiver cheia, o morador deve ser orientado a destinar a garrafa no local estipulado pelo condomínio como ponto de coleta.
    3. COLETA: atualmente, há diversas entidades – em diferentes regiões – que fazem o trabalho de retirada do óleo de cozinha no local. O condomínio deve buscar firmar uma parceria com uma dessas empresas para que o processo seja devidamente implementado.

    O síndico não precisa aprovar em assembleia a coleta seletiva do óleo, mas é interessante aproveitar um encontro do tipo para iniciar a campanha de conscientização sobre o assunto.

    “Aproveitar aquela assembleia que decide as vagas de garagem, que tem bastante adesão é uma ótima oportunidade. Chamar uma ONG que fale por 10 ou 15 minutos sobre o assunto já ajuda bastante”, sugere Geraldo Bernardes, diretor de Sustentabilidade Condominial do Secovi-SP.

    Como as empresas de coleta de óleo trabalham

    “Quem faz o descarte correto transforma um problema em solução. Esse óleo usado, sem nenhuma serventia a princípio, pode virar tinta, verniz, ração para animais e até biodiesel, usado em aviões, além de contribuir com o trabalho dos coletadores”, explica a fundadora e atual presidente da Ecóleo, Célia Marcondes.

    A entidade faz a ponte entre os condomínios e os coletadores em todos os bairros de São Paulo. Esses profissionais são cadastrados na ONG e são chamados para ir ao condomínio fazer a retirada, quando o recipiente que guarda, conhecido como bombona, o óleo estiver cheio.

    “Há duas formas de guardar o óleo: direto na bombona ou armazenado em garrafas PET dentro da bombona. Nesse caso, as garrafas PET também são recicladas”, conta Célia.

    “Além disso, rastreamos o óleo e conseguimos saber para onde foi exatamente aquele produto que estava num condomínio da Vila Mariana, e no que ele se transformou”, exemplifica Célia que também é advogada ambiental.

    Atualmente a Ecóleo coleta 2,5 milhões de litros de óleo por mês em São Paulo. A entidade recolhe o dejeto também de outros locais, como empresas e restaurantes.

    “Parece muito, mas é apenas 10% do que jogamos fora aqui. Nossa meta é arrecadar 100%”, argumenta ela.

    A Giglio é outra entidade que faz o trabalho de retirada do óleo dos condomínios. Dos empreendimentos é cobrada apenas a bombona – cerca de R$ 60 – e o condomínio chama a empresa para retirar o óleo quando o recipiente estiver cheio. O óleo nesse caso também é rastreável.

    “A cada bombona de 50 litros cheia, trocamos por 20L produtos de limpeza. Optamos por cobrar o recipiente porque infelizmente demora bastante para que as mesmas se encham”, justifica Adriano Mello, supervisor de coleta da empresa.

    Para Célia, é importante que os condomínios busquem parceiros sérios no primeiro momento, não focando a troca como vantagem.

    “É importante sabermos principalmente a destinação correta do óleo. É nisso que o síndico deve se focar ao procurar alguém para fazer essa coleta no condomínio”, assinala.

    Há casos em que o óleo é doado pelo condomínio para causas específicas.

    Em Curitiba, por exemplo, a Arquidiocese local faz esse trabalho de coleta do óleo em condomínios, vende o material para epresas que reciclam e o dinheiro é revertido para as causas locais.

    “Nós oferecemos a quem doa esse óleo um certificado de destinação também, para que todos fiquem tranquilo quanto ao que será feito com o produto”, explica Jefferson Moreira, estagiário de engenharia ambiental do projeto EcoSolidariedade.

    Vantagens para o condomínio

    As administradoras também podem ajudar os condomínios que desejam implantar a coleta de óleo usado.

    “Para quem for implantar essa coleta nos condomínios residenciais é importante salientar, além da questão ambiental, os ganhos econômicos para o condomínio”, assinala Fernando Fornícola, diretor da administradora Habitacional.

    Fernando ressalta que ações desse tipo devem impactar periodicamente o condômino, ressaltando sempre que o benefício é tanto em prol da natureza como daquela comunidade.

    “Deixar claro que o condomínio vai economizar no médio e longo prazo com cuidados com o encanamento e com a limpeza da caixa de gordura ajuda a manter o interesse e a responsabilidade dos moradores no assunto, além, é claro, da contribuição com o meio ambiente, que é fundamental”, argumenta ele.

    Como escolher o parceiro

    Para ele, também é importante que o síndico escolha um parceiro que não “deixe o condomínio na mão” e faça a destinação correta do dejeto.

    “Opte por um parceiro que seja bem-estruturado e que não vá demorar duas semanas para retirar o material”, aconselha Fernando.

    Além de fazer as coletas com pontualidade, opte por um parceiro que ofereça a possibilidade de se rastrear esse óleo, dando um fim correto para o mesmo.

    “O mais importante é saber que esse óleo não vai contanimar a água e o solo. Pelo contrário: ele estará ajudando a gerar oportunidades”, ressalta Célia da Ecóleo.

    Ao entrar em contato com uma entidade, você pode também perguntar sobre outros condomínios que tenham essa parceria firmada. Dessa forma, é mais fácil saber quais os pontos fortes e fracos do parceiro e se o mesmo realmente faz o descarte correto do óleo.

    Como envolver mais pessoas

    Para dar continuidade à ação de descarte e coleta de óleo, também é interessante e válido montar uma comissão de sustentabilidade para cuidar do assunto, que pode englobar outras ações do condomínio, como coleta seletiva, uso consciente da água e a troca de lâmpadas comuns pelas de LED.

    “Se reunindo uma vez por mês e acompanhando resultados como o volume de arrecadação do óleo e de outros materiais, além de comunicar à comunidade sobre esses números e o impacto positivo que isso gera no meio ambiente com certeza incentiva os moradores a seguirem as boas práticas”, conclui Geraldo, do Secovi.

    Esse tipo de ação continuada é fundamental para que os moradores não desistam do descarte correto do óleo.

    “Percebemos que em locais onde há mais comunicação para os moradores, há maior engajamento”, afirma Maria Antonieta Storimo, gerente da Lirium, entidade que também faz o recolhimento do óleo em condomínios.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Mesa redonda: a aposta certeira para a sala de jantar

    Elas são versáteis e perfeitas para quem gosta de reunir a família

    As mesas de jantar redondas podem até serem menos utilizadas nas decorações atuais do que as retangulares, mas, cheias de versatilidade e charme, elas são muito funcionais para quem adora reunir a família em fartas refeições ao redor da mesa só que não dispõe de um espaço tão amplo.

    Se você se encaixa nesse grupo, o motivo para considerar incorporar uma mesa redonda na decoração é simples: “elas são recomendadas para ambientes pequenos por permitirem uma maior quantidade de usuários, quando necessário, além de economizarem espaço devido aos seus pés que são sempre centrais, facilitando que as cadeiras fiquem bem guardadas embaixo da mesa, otimizando a circulação ao redor”, como explica a arquiteta Natália Salla.

     


    Foto: Reprodução/Pintereset

     

    Junto à circulação mais fluída e ao maior número de pessoas concentrada sem grandes incômodos, soma-se às vantagens desse modelo o fato de que ela pode trazer delicadeza ao ambiente.

    “A mesa redonda pode ser uma opção para balancear um ambiente que esteja em sua maioria com linhas retas, sendo um contraponto na decoração e trazer também mais leveza, já que seu design normalmente é feito com uma base central, o que favorece visualmente o ambiente, deixando-o mais limpo”, é o que ressalta Anna Beatriz Miqueleti de Almeida, arquiteta do estúdio criativo Bia Almeida Ateliê.

    Assim como as retangulares, elas podem ser encontradas em diferentes tamanhos, mas para saber quantos lugares são ideais para a sua casa, basta pensar no tamanho da família e no número de pessoas que vão utilizá-la diariamente. Segundo Natália Salla, para uma família de quatro pessoas que recebe visitas frequentemente, uma mesa de seis lugares atende bem às necessidades.

     


    Foto: Reprodução/Pintereset

     

    Já quanto às medidas, a regra é básica: “[para uma mesa de quatro lugares] é adequado escolher um tamanho que permita acrescentar cerca de 2 cadeiras, o que significa uma mesa de 1,20m de diâmetro. Para um casal, uma mesa de 90cm de diâmetro acomoda bem 2 pessoas e possibilita ser expandida para 4”, detalha Natália.

    Entre os cuidados a ficar atento na hora de incluir a mesa na sala está a localização. A mesa redonda não pode ser posicionada em qualquer lugar, pois requer ao menos 70 cm de “respiro” entre ela e a parede (ou qualquer outro item ao qual ela fique próxima), tornando possível a circulação livre ao seu redor.

    O tamanho das cadeiras também é um detalhe crucial para garantir conforto durante as refeições. A dica que Natália dá é optar por modelos sem braços: “são bem vindos modelos mais delicados e usadas em ambientes de circulação reduzida, é importante que as cadeiras sejam sem braços, pequenas, de design leve e sutil, como por exemplo os modelos Charles Eames, Bertóia, Panton, etc”.

     


    Foto: Reprodução/Pinterest

     

    Anna Beatriz finaliza com a ideia de cadeiras que quebrem qualquer peso estético que os ambientes pequenos podem ter, como “escolher cadeiras transparentes que ajudem na leveza do ambiente ou banquinhos soltos, que são uma ótima opção para acomodar visitas extras”.

    Agora que você já sabe todos os truques, inspire-se e vá atrás da sua mesa redonda!

     

     


    Foto: Reprodução/Pintereset

    Foto: Reprodução/Pintereset

    Foto: Reprodução/Pintereset

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

     

     

    Quem paga cada tipo de despesa do condomínio?

    Manutenções no condomínio podem gerar dúvidas sobre quem é o responsável pelo investimento em questão

    Manutenções no condomínio podem gerar dúvidas sobre quem é o responsável pelo investimento em questão

    Ao decidir morar em condomínio, muitos pensam na comodidade, na segurança, e em como residir ali dariamenos trabalho do que cuidar de uma casa. Isso porém nem sempre é verdade, uma vez que morando em condomínios deve-se dar atenção não apenas à manutenção da sua unidade, como também às áreas comuns do empreendimento.

    Algo que pode gerar questionamentos e problemas entre vizinhos e síndico é quando uma situação sai dos trilhos. Pode ser um vazamento entre apartamentos, a rede de gás, uma infiltração que esteja vindo da fachada – tudo deve ser estudado com cautela.

    Por isso enumeramos abaixo uma série de situações difíceis, para que a comunidade condominial tenha por onde partir. Confira:

    Vazamentos entre apartamentos

    Problemas de infiltrações ou vazamentos costumam gerar muita confusão em condomínios

    Geralmente, quando há problemas de encanamento em um apartamento e os reflexos são sentidos na unidade do andar de baixo, o embate é na hora de providenciar o reparo e, logicamente, pagar a conta.

    Os edifícios têm duas redes de encanamento: a horizontal e a vertical (também chamada de coluna principal).

    Rede vertical (coluna) Rede horizontal
    Conduz água e esgoto entre rua e andares Liga coluna e unidade
    Uso geral Uso particular
    Responsabilidade do Condomínio Responsabilidade da Unidade
    • A rede vertical conduz água e esgoto por todos os andares. É de uso comum, portanto, de total responsabilidade do condomínio - inclusive obras realizadas nos apartamentos, em virtude de problemas nesta rede.
    •  A rede horizontal comporta os canos que servem às unidades, recebendo água da rede vertical e conduzindo esgoto para a mesma. As unidades ficam responsáveis pelos reparos e danos aí ocorridos.
    • Se há um vazamento no teto do banheiro, em virtude de problemas na rede horizontal, o responsável pelo reparo é o morador da unidade de cima, com todos os custos.

     

    Varandas e Sacadas

    • A manutenção do piso e/ou teto das varandas é de responsabilidade de cada unidade (proprietários).
    • Porém se comprovado que o vazamento possui como origem, por exemplo, uma tubulação vertical da rede central que serve todas as unidades, então essa resposabilidade será do condomínio, ou seja todos pagarão pelo reparo.
    • A manutenção das partes externas e visíveis da varanda, cabem ao condomínio

    Coberturas

    • As despesas relativas a partes comuns de uso exclusivo de um condômino, ou de alguns deles, incumbem a quem delas se serve – assim dispõe o artigo 1.340 do Código Civil.
    • Infiltrações e outros problemas com origem em terraço de uso e propriedade comum são de responsabilidade do condomínio.

    Fachadas

    • Não adianta adiar a manutenção da fachada do prédio só porque a obra será custosa. Além da deterioração do patrimônio comum, o condomínio pode ser responsabilizado pelos custos de reparação dentro das unidades, caso seja comprovado que foi pela fachada que adentrou a umidade.
    • Em geral é o condomínio quem arca com esse tipo de custo. Para evitá-lo, é importante manter amanutenção da fachada em dia, seja com a recolocação ou substituição de pastilhas, pintura ou a feitura de um novo acabamento.
    • O importante é manter a umidade longe das unidades, já que são elas as causadoras das infiltrações.

    Janelas

    • Há casos, porém, de infiltrações vindas das janelas cuja responsabilidade não é do condomínio. Por exemplo, quando há falta de manutenção das esquadrias de janelas, como borrachas, silicone ou escova. Também vale verificar se a raiz da infiltração não é a instalação incorreta de aparelhos de ar-condicionado. Quando a situação é uma dessas, a responsabilidade pela infiltração é do condômino.

    Rede ou instalações de gás

    Apesar da instalação de gás ser composta por diferentes canos, todos individualizados, cada qual servindo a uma dada unidade, é considerada coisa comum, tendo em vista o potencial de perigo que cerca o assunto e por conta da instalação percorrer áreas de uso comum.

    Desta forma, tanto a instalação, quanto a manutenção dos canos de gás, são de responsabilidade e incumbência do condomínio, e seus gastos deverão ser arcados por todos os condôminos, com base no critério de rateio de despesa previsto na Convenção.

     Veja abaixo parecer jurídico sobre a questão:

    Todo o regime jurídico que tutela o ora chamado condomínio edilício (arts. 1.331 a 1.358 do novo Código Civil) se presta a reger os interesses, a convivência, as áreas e as coisas comuns. Em outras palavras, o síndico do condomínio é o responsável pela manutenção e conservação das partes comuns do edifício, como evidenciam os arts. 1331, § 2°, e 1.348, V, ambos do novo Código Civil

    Rede elétrica

    Geralmente é o condômino o responsável por pagar danos ocorridos na parte de dentro da sua unidade - o resto é de responsabilidade do condomínio.

    Porém, quando o morador decide trocar a fiação da sua unidade, por uma mais potente, deve ser bastante cauteloso. Se essa obra não for dimensionada corretamente, a mesma pode causar danos na rede elétrica comum do condomínio. Nesse caso é o condômino quem arca com o prejuízo. Importante frisar que para fazer uma obra desse tipo hoje, dentro da unidade, é necessária uma ART e aprovação do síndico.

    Interfones

    • É de responsabilidade do condomínio, mesmo que houver problema apenas em uma unidade – a não ser, é claro, que a empresa de manutenção ateste que o dano ocorreu por mau uso do equipamento na unidade.
    • Neste caso, quem paga é o morador, mesmo se for inquilino.

    Cupins

    • Há polêmica em definir se a descupinização é despesa do condomínio ou da unidade. Na maior parte das vezes, a infestação ocorre em muitas unidades do mesmo prédio.
    • Mesmo antes do problema aparecer, é conveniente colocar o assunto em pauta numa assembleia, para garantir uma proteção coletiva.
    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Reformar apartamento alugado: como funciona?

    Reformar apartamento alugado pode ser uma dor de cabeça – ou não, quando você usa criatividade e bom gosto

    Muitas vezes uma boa oportunidade para o bolso não está exatamente dentro dos padrões de decoração – mas a expectativa de reforma compensa. Mas como fazer quando o imóvel é alugado?

    Bom, nesse caso você tem três possibilidades: deixar tudo como está, conversar com o proprietário e ver se ele está disposto a descontar do aluguel o valo gasto com a reforma, ou partir para o faça você mesmo e fazer uma decoração com o mínimo de intervenção possível, mas recheada de bom gosto e criatividade.

    Como essa última opção parece a mais prática e fácil para a maioria das pessoas, encontramos algumas ideias bem bacanas para reformar sua casa apenas através da decoração. Veja como reformar um apartamento alugado sem quebra-quebra, mas com muitas ideias na cabeça.

    Faça uma decoração voltada para a economia e sustentabilidade

    Decorar um apartamento alugado pode ser um desafio, mas pode ter certeza de que vai compensar. Com um olho no bolso e outro no meio ambiente é possível usar a criatividade e fazer mudanças pontuais bastante significativas.

    Use adesivos e transforme sua cozinha

    Muitas vezes os apartamentos alugados mais antigos têm azulejos datados, que já saíram de moda há muito tempo e mais estragam do que melhoram a decoração da casa. Hoje o mercado é farto em adesivos para azulejos, com as mais diversas estampas, próprias para todos os estilos de decoração.

    Entre as opções estão os adesivos que imitam ladrilhos hidráulicos. Com eles é possível formar verdadeiros mosaicos para paredes inteiras ou pequenas áreas.

    Mas não pense que o uso dos adesivos na cozinha se resume a cobrir revestimentos feiosos: use a imaginação e crie pelas paredes! Faça uma busca pela internet e distribua bom gosto e bom humor por todos os cantos, da geladeira à área de cocção.

    Troque o piso da sua casa sem trocar o piso

    Na verdade você estará encobrindo o piso antigo de uma forma que poderá retirar o novo quando sair e deixar tudo como era antes na hora de entregar a casa. Como assim? Fácil, com os pisos vinílicos.

    Eles também são conhecidos como pisos de PVC, tem padronagens, texturas e grossuras bastante variadas e inúmeras vantagens: são mais silenciosos (você fica livre de toc toc), hipoalergênicos, resistentes à água, fáceis de limpar e antichamas.

    No entanto, saiba escolher o tipo para a sua decoração do apartamento alugado não dar dor de cabeça depois. Eles podem ser instalados com cola ou em clique – sendo este último a melhor opção para quem vive de aluguel. Fáceis de serem instalados, eles podem ser rapidamente removidos sem prejuízo do piso que está embaixo e levados para qualquer outro cômodo ou apartamento.

    Com os pisos vinílicos você pode trocar o piso da casa inteira se quiser, de forma prática, bonita e econômica.

    Decore com biombos e crie cantinhos especiais

    Eles voltaram à moda e estão com tudo no mundo da decoração, principalmente nos espaços mais amplos: os biombos são uma excelente opção para criar cantinhos exclusivos pela casa.

    O melhor é que eles podem ser feitos com praticamente qualquer material, de portas de demolição à decoração com pallets, de placas de MDF DIY com dobradiças e de qualquer outra coisa que a sua imaginação mandar.

    Além disso, os biombos podem mudar de lugar com facilidade, criando ambientes exclusivos a qualquer instante. Você pode usar os biombos na decoração da casa para dividir ambientes ou destacar um móvel, por exemplo.

    Outra ideia muito bacana é criar uma cabeceira de cama muito original com biombo feito de portas de veneziana, por exemplo, como este aqui da foto.

    Faça um jardim em casa e mude sua decoração 

    A decoração com flores é uma das mais bonitas e baratas – e, acredite, eficientes quando o assunto é dar nova vida ao ambiente.

    Mas se você pensa que ter um jardim em casa é privilégio de poucos, muito se engana: é possível montá-lo em qualquer cantinho disponível que você tiver. Veja alguns exemplos.

    Você pode modificar completamente uma parede criando um jardim vertical em xaxins de fibra de coco ou em pedaços de eucalipto, por exemplo. Use a sustentabilidade e aproveite o que você tem em casa, de caixotes à mesas antigas, de telas a estrados. O resultado é surpreendente.

    Crie uma parede lousa e liberte sua criatividade

    Essa dica é fácil, barata, rápida e pode ser usada em qualquer lugar da casa, da sala ao quarto das crianças, da cozinha ao escritório. Tudo o que você vai precisar é tinta preta fosca, rolo de lã e bandeja para tirar o excesso da tinta. O resto é mãos à obra!

    Faça uma (ou mais!) parede lousa onde quiser. Há várias tintas específicas no mercado, mas a verdade é que qualquer tinta preta fosca tem o mesmo efeito.

    Use-a em um pedaço pequeno de parede ou na parede inteira, de acordo com o seu estilo. Escreva com giz comum branco ou colorido e apague com um pano seco. O resultado é incrível para quem gosta de uma decoração descolada.

    Crie um visual de armazenamento aberto

    Os armários da cozinha do apartamento alugado são feios? Nem esquente a cabeça: vá com jeitinho e tire as portas com cuidado, guardando-as em um cantinho. Forre o interior do armário com papel ou contact e crie um visual de armazenamento aberto.

    Além de ser uma grande tendência em decoração, fica bonito e estiloso. Só tome cuidado para não virar bagunça: escolha suas peças mais bonitas para ficarem à mostra e mantenha-as sempre arrumadas.

    Você pode fazer esse tipo de decoração também em qualquer ambiente da casa, com prateleiras, araras e estantes. O visual fica completamente diferente do anterior e você gasta muito pouco.

    Fonte: ImovelWeb

    Veja algumas dicas sobre extintores de condomínio

    Solange Rifiski, da Win Líder Extintores compartilha algumas dicas sobre a manutenção dos extintores de condomínio.

    Veja algumas dicas sobre extintores de condomínio
    Extintores de condomínio

    Todos os condomínios sejam eles residenciais ou comerciais, de pequeno ou grande porte, precisam ter extintores fixados em diversos locais no seu interior.

    Além de ser um item de segurança indispensável, sua presença é obrigatória por lei e caso o condomínio não possua, ou esteja com a manutenção atrasada, o síndico será responsabilizado por negligência.

    Os extintores devem ser recarregados anualmente – somente os de CO2 necessitam de uma inspeção semestral e recarregados se for preciso. Depois de serem devidamente recarregados, eles recebem um selo do Inmentro com a data do próximo vencimento fixado no objeto. Isso garante que a manutenção do extintor foi realizada por uma empresa credenciada pelo órgão.

    As mangueiras também precisam passar por uma por uma inspeção na hora da vistoria para troca ou recarga dos extintores. Porém, o teste hidrostático deve ser feito somente a cada cinco anos.

    Veja mais algumas dicas sobre os extintores de condomínio na entrevista abaixo, com Solange Rifiski, da empresa Win Líder Extintores.

    Viva o Condomínio: Quais são os principais cuidados que devemos ter com os extintores de condomínio?

    Solange Rifiski: Verificar mensalmente todos os extintores; eles devem estar com o manômetro na faixa verde (faixa de operação), caso contrário avisar a empresa para recarregar.

    Qual a periodicidade da troca dos extintores?

    Anualmente. Embora os extintores de CO2 precisem de vistoria a cada seis meses.

    Recarga ou troca, o que você recomenda?

    A recarga é indicada quando o número de extintores for elevado. Já a troca recomenda-se para quando for abaixo de 10 cilindros.

    O que ficar atento na hora da manutenção dos extintores do condomínio?

    Escolher a empresa não pelo preço praticado, mas sim pelo histórico, pela transparência, a qualidade, a responsabilidade e a idoneidade. São essas características que asseguram um bom serviço.

    Como identificar que está na hora de recarregar, trocar ou efetuar a manutenção dos extintores do condomínio?

    Verificando a data de validade dos equipamentos impressa nas etiquetas com o selo do Inmetro.

    Com relação às mangueiras, o que deve ser observado na hora da manutenção?

    A manutenção é obrigatória e deve ser feita anualmente, conforme prevê a norma, acompanhando os testes, visitando a empresa e verificando se de fato é feita a manutenção conforme a norma.

    Em média como ficam os custos para a troca ou a recarga dos extintores do condomínio?

    Os custos de recarga para o pó do extintor de 4 kg giram em torno de R$ 20,00 cada e de R$ 10,00 a mangueira hidrante.

    Por fim, nos dê mais algumas dicas sobre como escolher a empresa correta para efetuar a manutenção dos extintores de condomínio.

    – Escolha a empresa pela qualidade dos serviços prestados, pela responsabilidade e transparência. Não somente pelos custos.

    – Visite a empresa, conheça todos os processos, como é feita a manutenção nos extintores e mangueiras, quando e porque é necessária a substituição de peças.

    – Não permita que o condomínio seja enganado ou explorado pela falta de conhecimento; todo serviço bem feito com qualidade e segurança tem preço.

    – Contrate uma empresa parceira  e  não apenas um prestador de serviço temporário e ocasional. Isso pode possibilitar uma boa margem de negociação para o condomínio

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    7 dicas baratinhas para decorar o primeiro apartamento

    Se o espaço é pequeno – e a grana também – , as nossas dicas vão cair muito bem. Aproveite!

     

    (Foto: Thiago Travesso/Divulgação)

     

     

    O primeiro apartamento a gente nunca esquece! Apesar do êxtase da conquista, as despesas são tantas que a decoração sempre fica em segundo plano. Tem que reformar, pintar, trocar alguns materiais, pagar IPTU, parcela, aquecedor e muito mais. Calma! Antes de apoiar a TV na caixa e abrir a cadeira de praia como sofá, nós vamos ajudá-lo. Preparamos algumas dicas legais e baratinhas para ajudar na decoração do seu primeiro apê. Olha só:

     

    Objetos de diferentes épocas e procedências, arrematados em feirinhas de antiguidades e brechós, ficam à vista no living | Uma antiga arandela trazida de Londres pontua a parede do lavabo, onde o gabinete da pia é um móvel um móvel chinês adaptado (Foto: Edu Castello/ Editora Globo)

    (Foto: Edu Castello/ Editora Globo)

    Frequente brechós

    Durante um passeio aos principais brechós da cidade, você vai descobrir itens de decoração incríveis, cheios de histórias, sem gastar muita grana. Objetos e móveis usados, revitalizados e bem conservados custam bem menos. Vale a pena passear pelas prateleiras com o olhar atento. Certamente, a visita vai render ótimos achados.

     

    tutorial casa e jardim; lustre (Foto: Thais Del Gaudio)

    (Foto: Thais Del Gaudio)

    Faça você mesmo

    Aceite o desafio e coloque a mão na massa. Você conhece a nossa websérie Tutorial? Nela, a equipe de Casa e Jardim entra em ação e te ensina a criar objetos para decorar a sua casa. O pendente de barbante que você vê na foto acima foi feito pelo editor de arte Fabiano Spadari, mas tem muito mais. Você pode aprender a customizar uma cabeceira, fazer uma cesto para colocar em cima da mesa, um quadro de boas-vindas. Ideias não faltam!

     

    (Foto: Maira Acayaba)

    Faça planos a longo prazo

    Não adianta gastar muito dinheiro em uma peça da moda. Daqui há alguns anos, você vai querer trocá-la. Nesse primeiro apê, invista em móveis, acessórios e itens de decoração que você possa levar com você na mudança para a sua próxima casa –  e certifique-se que vai continuar a amá-los nos próximos anos.

     

    O antigo móvel de farmácia foi transformado com pintura spray, seguida pela colagem de adesivos de vinil, com motivos florais e de círculos. A peça organiza brinquedos e livros no quarto do bebê. (Foto: Casa e Jardim)

    O antigo móvel foi transformado com pintura spray, seguida pela colagem de adesivos de vinil, com motivos florais e de círculos. (Foto: Casa e Jardim)

     

    Tinta spray, sua nova melhor amiga

    Lembra dos itens antigos que você comprou no brechó? E daquela peça que você amava há 2 anos, mas agora não mais? A tinta spray pode ser a solução. Ela é capaz de recuperar uma peça antiga ou dar um up naquele objeto que está encostado. Tudo sem gastar muito.

     

    cama-com-nichos (Foto: Lufe Gomes)

    (Foto: Lufe Gomes)

     

    Invista em peças multiuso

    Se, além de dinheiro curto, o espaço é pequeno, invista em móveis e peças multiuso. A estrutura de madeira dessa cama,por exemplo, permite que você aproveite o espaço embaixo para guardar edredons e cobertores.

     

    A chaleira antiga vira porta-talher: maneira original de organizar a mesa. (Foto: Rogério Voltan/Editora Globo)

     

     

    Investigue a casa dos familiares

    Sabe aquele ambiente que se guarda tudo o que não é usado com frequência? Que tal dar uma olhadinha nesses espaços na casa dos parentes? Você pode descobrir muita coisa antiga e bem conservada para o seu apê, e o melhor, de graça!

    Se falta espaço nas paredes, use o teto para instalar prateleiras, como neste projeto do arquiteto Maurício Arruda. É ótimo para colocar itens necessários, mas pouco usados no dia a dia. (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)

    Criatividade para guardar mais coisas

    Provavelmente o seu primeiro apartamento também será o seu menor imóvel. E com o espaço reduzido, fica muito mais difícil manter a organização? Tente aproveitar os espaços em cima dos armários ou embaixo da cama e crie prateleiras. Você pode acomodar os objetos em cestos ou paletes.

    Fonte: Revista Casa e Jardim

    Chama o síndico! Saiba como driblar conflitos nos condomínios

    Ações trabalhistas, brigas entre vizinhos e o papel do síndico. Saiba o que fazer e como evitar dor de cabeça no dia a dia

    A vida em condomínio pode ser mais simples
    A vida em condomínio pode ser mais simples | Reinaldo Canato/29.11.2016/Folhapress

    Um dos principais desafios nos condomínios é a relação com os funcionários. Em alguns prédios, os gastos com folha de pagamento chegam a 50% do orçamento, além das ações trabalhistas. Fora os conflitos entre vizinhos, o que nem sempre é fácil de gerenciar. E como equilibrar as contas e os relacionamentos entre moradores e funcionários?

    Para Pedro Schaffa, sócio fundador da SBAC Advogados, com relação aos funcionários, é muito importante que haja um controle adequado das horas extras. “Contratos mal feitos, descuido com o horário dos funcionários e a relação entre moradores com as pessoas que trabalham no prédio geram inúmeras ações trabalhistas”, alerta.

    Um condômino pode causar um grande problema para todos os moradores. “Tivemos um caso de briga entre um morador e um funcionário que gerou um processo por assédio moral e uma indenização alta”, conta Schaffa. O respeito é sempre a melhor escolha.

    Para reduzir custos, muitos condomínios optam por contratar empresas terceirizadas. Em parte, isso ajuda, mas é preciso ficar atento aos contratos, principalmente se essas empresas estão pagando todos os encargos trabalhistas da forma correta.

    Os 4 C’s da discórdia

    E quando o assunto é vida em condomínio, vale lembrar dos quatro c’s da discórdia: crianças, carro, cachorro e cano. “Esses quatro pontos, independentemente do local, são fontes de stress entre os moradores e podem ser evitados se todos colaborarem”, diz o advogado.

    Manutenção e cuidado com os vazamentos. O síndico deve cuidar das áreas comuns. Se houver vazamento entre apartamentos, o proprietário da unidade originadora do problema é o responsável pelas despesas da obra.

    Garagem é a dor de cabeça na certa. Respeitar a vaga demacarcada é fundamental para a boa convivência. No caso de sorteio, idosos e deficientes físicos devem ser contemplados com vagas mais espaçosas ou com entrada privilegiada.

    Não permitir que crianças desrespeitem as regras ou façam muito barulho. Crianças menores de 5 anos devem estar acompanhadas de adultos no parquinho. Não devem andar nos elevadores sozinhas aquelas menores de 10 anos e jamais deixá-las sozinhas na piscina. Funcionário do prédio não é babá e não tem obrigação de cuidar dos filhos dos moradores.

    O mesmo vale para os pets: respeitar o regulamento interno, segurar os animais no colo para que não avancem em outros moradores ou sujem as áreas comuns. Os condomínios podem restringir o porte dos cachorros e exigir o uso de guias. Uma saída interessante é a construção de um play para os pets.

    Algumas situações geram conflitos que extrapolam os muros do prédio vão parar na administradora ou, em casos extremos, na Justiça. “Um cachorro foi atropelado na garagem. Quem atropelou argumenta que o cachorro estava sem coleira. O dono do pet, por sua vez, diz que o morador não prestou socorro e o bicho morreu. A briga foi parar na administradora do condomínio”.

    Em casos como este, vale chamar o síndico? “É preciso entender qual é o papel desta figura. Na prática, é um morador que assina pelo prédio e responde civil e criminalmente. Alguém que auxilia a resolver problemas, mas é um morador como qualquer outro que não deve ser incomodado à toa”. Um jeito de melhorar a vida do síndico e sua relação com os demais condôminos, que nem sempre é simples, é criar comissões de moradores que trabalhem em conjunto com o síndico.

    Outra alternativa é contratar um síndico profissional. “É preciso que seja uma pessoa habilitada, com formação em administração de empresas ou engenharia. Ele será mais cobrado, afinal, está ali para isso, no entanto, da mesma forma que o síndico morador, ele não está ali para resolver problemas pessoais ou de relacionamento entre vizinhos, apenas as questões do edifício”.

    Inadimplentes

    A falta de pagamento do condomínio é um caso sério. Administradoras de condomínio aceitam negociar com os inadimplentes, o que, no dia a dia, se torna um incentivo negativo.

    Muitos moradores deixam de pagar o valor do condomínio, investem esse dinheiro em uma aplicação e no fim do ano pagam o valor total com desconto. “Essa é uma prática comum e a recomendação é que as administradoras não tolerem a falta de pagamento, salvo em casos muito específicos. A negociação penaliza aqueles que estão em dia com suas contas”.

    Reforma trabalhista

    A nova legislação trabalhista, publicada em novembro de 2017, altera algumas resoluções da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) que impactam diretamente as relações trabalhistas em condomínios, principalmente no que se refere ao custo.

    Com a mudança na legislação, o condomínio pode contratar serviços de jardineiro e faxineiro como trabalhadores autônomos, ou ainda registrá-lo com horário diferenciado, alternativo às 44 horas semanais, podendo contratar o serviço com uma carga horária menor e com custo menor. A cláusula sobre a terceirização da atividade-fim das empresas e condomínio possibilita que os condomínios terceirizem qualquer área de trabalho do empreendimento.

    “A legislação abrange ainda cláusulas sobre férias, rescisão contratual e demais pontos de interesse entre trabalhadores e empresas, que devem ser considerados e negociados caso a caso, estes pontos específicos podem representar grandes benefícios aos condomínios”, afirma Schaffa.

    Fonte: https://noticias.r7.com/

    Quais são as novas tendências de marmorite na decoração?

    O marmorite hoje é uma tendência de decoração nas casas e apartamentos, quer saber como adicionar no seu lar? Confira neste artigo.

    Bastante comuns nas áreas sociais dos prédios e também nos pisos de banheiros dos anos 40, o marmorite foi peça fundamental da decoração ao longo das décadas por ser mais barato do que o mármore puro. Sua composição consiste em uma mistura que leva: granito, mármore, vidro, quartzo e outros tipos de materiais, que o fazem poder ser encontrado das mais variadas cores.

    Atualmente pode ser visto nas decorações além das pias de lavabo, como por exemplo em acabamentos nas paredes e em detalhes adicionados ao restante do ambiente. Separamos abaixo algumas ideias para você incluir em casa também.

    Na sala de estar:

    O chão de marmorite ajuda a trazer um clima retrô para quem gosta de um visual mais vintage e estiloso. O piso branco com formas coloridas combina super bem com tons neutros como as cadeiras de madeira e a parede em tom terroso da referência que escolhemos.

    As cortinas são de um azul vibrante para trazer mais alegria ao espaço, destacando-se por combinar com as almofadas dos assentos. As luminárias e lâmpadas do ambiente são simples para não sobrecarregar a decoração, assim como as plantas em vaso branco neutro.

    Nas escadas:

    Para quem não deseja ousar muito, mas gosta do estilo, uma outra opção é aplicar o marmorite nas escadas de casa, sejam da área interna ou externa.

    O tom escolhido nesta imagem é escuro com mescla de branco, o que ajuda a suavizar a aparência escura do material. Ficou muito charmoso com os detalhes em prata do corrimão.

    Na cozinha:

    Essa cozinha é pura elegância e tem muitos detalhes em marmorite para inspirar na reforma da sua casa. A composição com o material começa no piso em tom de creme e marrom. Já na escada e na parede temos marmorite verde, que dita a cor principal da decoração.

    Os móveis e eletrodomésticos acompanham em uma composição retrô com tons pastéis que lembram as casas das décadas de 50 e 60. Os armários embutidos fecham o visual do ambiente dando uma certa modernidade devido a ausência dos puxadores.

    Quer outra inspiração para cozinha? Que tal essa combinação toda em tons de rosa? A cor tem sido usada frequentemente em itens decorativos nos últimos anos e vai muito bem com marmorite.

    Nos quartos:

    Se você quer um detalhe mais discreto no quarto, mas não tem coragem de usar o acabamento em marmorite, que tal um papel de parede que imite o efeito? É simples, barato e fácil de aplicar, além de garantir a possibilidade de alterar a decoração sempre que você desejar.

    Esse branco com tons multicoloridos ficou perfeito com a cadeira rosê e os detalhes decorativos em tons de rosa, roxo e branco. Fica lindo!

    Na área externa:

    O piso de marmorite na área externa é um clássico e combina muito com qualquer tipo de decoração que você deseja para o quintal de casa. Vai bem com móveis em tons neutros e mais sérios e também para os coloridos e vibrantes que garantem mais harmonia e alegria para o ambiente.

    As colunas em madeira dessa referência deixam o espaço ainda mais elegante e estiloso, pois criam uma atmosfera industrial e confortável.

    No banheiro:

    Marmorite nos banheiros é um clássico, seja nos balcões, pias dos lavabos, paredes, etc. É a área da casa mais fácil de decorar com esse tipo de material, por de ser muito democrático e sempre estar presente neste tipo de ambiente.

    Vale brincar com a composição misturando texturas e cores ao marmorite com detalhes em ouro rosê nas torneiras e seguradores de toalhas, por exemplo. Usar nichos coloridos pode também ajudar a compor um espaço cheio de personalidade.

    Fonte: http://www.imovelweb.com.br

    O preço do apartamento que você quer é justo? Saiba o que observar

    Conhecer o valor médio do metro quadrado na área e detalhes do imóvel ajudam a não comprar gato por lebre

    Muitos critérios podem valorizar ou depreciar um imóvel, por isso é preciso analisar o preço com equilíbrio. Em caso de edifícios, por exemplo, andares mais altos são mais valorizados. A vizinhança também conta pontos: transporte público, escolas, hospitais e áreas de lazer próximos. É preciso levar em conta todos esses fatores para chegar a um valor médio ideal.

    valor
    Fatores internos e externos podem explicar o valor de um imóvel (Foto: Shutterstock)

    “É bom consultar corretores da região para conhecer o valor médio do metro quadrado, verificar se o entorno oferece facilidades que compensem o investimento. Além disso, também vale a pena verificar anúncios de propriedades semelhantes, na mesma área, para checar se o preço é realmente justo”, ensina o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto.

    Ele ainda orienta a ter atenção à documentação apresentada, para saber se o imóvel não está bloqueado por conta de ações trabalhistas ou se há algum impedimento legal à transação. “O corretor de imóveis avaliador é quem pode garantir o valor justo com mais segurança e tranquilidade”, diz.

    Desconfie

    Delegado titular do Creci-SP e perito em Avaliações Imobiliárias, Wagner Nogueira ressalta que o cliente deve desconfiar de imóveis com preço muito abaixo do mercado ou condições exigidas que fogem do habitual.

    “O parecer técnico de avaliação mercadológica (PTAM) é feito por profissionais do ramo imobiliário capacitados para realizar a avaliação correta de um imóvel. Mesmo que seja um simples parecer de valor de mercado, é essencial buscar o auxílio de um corretor”.

    valor do imóvel
    Imóveis com valor muito abaixo do mercado podem esconder problemas (Foto: Shutterstock)

    Nogueira lembra um ponto importante que influenciará diretamente no preço: a necessidade de venda. “Obviamente, quanto menor o valor praticado frente ao valor de mercado avaliado, maior a possibilidade de venda”.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Calendário com as principais demandas do condomínio

    Programação é a chave do sucesso para qualquer boa gestão. Por isso, fique atento para as principais demandas do condomínio.

    principais demandas do condomínio_interno

    Administrar um condomínio não é uma das tarefas mais fáceis. O síndico que se compromete a gerenciar esse tipo de moradia precisa conciliar uma série insatisfações, gerenciar funcionários, o fluxo de caixa, e ficar atento para as manutenções obrigatórias que todo condomínio exige.

    Por isso, elaborar um calendário com as principais demandas do condomínio trás diversas vantagens para o síndico: torna a sua gestão mais eficiente, contribui para a transparência das contas e auxilia na economia do condomínio.

    Pensando nisso, o Viva o Condomínio elaborou um calendário com algumas tarefas que o síndico precisa estar atento ao longo do ano.

    JANEIRO

    Assembleia geral ordinária: também conhecida como AGO, ocorre uma vez por ano em período estipulado na convenção do condomínio. Caso o documento não marque uma data específica para realização da reunião, o ideal é que a assembleia ocorra neste mês. Isso porque, na mesma reunião pode-se aprovar as contas do período anterior e apresentar a previsão orçamentária para o ano em exercício.

    Veja os nossos modelos de documentos para Assembleia geral ordinária

    Ata da assembleia geral ordinária

    Procuração para representação em assembleia

    Ata da assembleia geral ordinária

    FEVEREIRO

    Lavagem da caixa d’água: A limpeza da caixa d’água do condomínio deve ser feita duas vezes por ano. Devido ao calor nos meses de verão, o mais indicado é que a primeira lavagem ocorra logo no início do ano. Só não se esqueça de fixar comunicados informando dia e período da lavagem.

    Formulário: limpeza da caixa d’água

    MARÇO

    O terceiro mês do ano marca a mudança de estação. Entramos no outono, uma época do ano de transição para o período mais frio. Logo, o jardim do condomínio precisa de um cuidado especial. Realizar o plantio de flores que suportem temperaturas mais baixas e espalhar terra sobre a grama são recomendações nesse período.

    ABRIL

    Dedetização: Assim como a limpeza da caixa d’ água, recomenda-se que o condomínio faça duas dedetizações ao longo do ano. A primeira no início do período mais quente do ano, e a segunda para reforçar a anterior e erradicar algumas pragas que aparecem com o frio.

    Dedetização: veja dicas para evitar transtornos

    MAIO

    Obras: esse é o período do ano mais seco. Portanto, é o mais indicado para restauração de fachadas, recuperação de trincados e fissuras, impermeabilização, infiltrações e melhorias em geral. Programe-se para iniciar a obra nessa época do ano e evite um dos maiores vilões das obras no condomínio: a chuva.

    JUNHO

    Verifique o playground, a brinquedoteca e demais equipamentos que envolvam a diversão das crianças, já que o mês seguinte marca o início das férias escolares.

    Playground em condomínio: brincar com segurança

    JULHO

    Mês de férias escolares e o número de crianças circulando pelas áreas comuns do condomínio aumenta. Com isso, a possibilidade de acidentes e transtornos relacionados ao barulho. Mas você, como é um bom gestor profissional, já inspecionou todos os brinquedos no mês anterior, conversou com os pais e criou campanhas de conscientização para esse período. Então, está tudo certo.

    Férias escolares: criançada ativa, gestão participativa

    Formulário: Crianças em férias

    AGOSTO

    Julho ou agosto são os meses ideais para a manutenção da piscina. Está frio e o uso desse espaço diminui consideravelmente. Observe itens como descolamento de azulejos, estabilidade do deck, possíveis vazamentos e outras manutenções periódicas: qualidade da água e filtro.

    Formulário: Regulamento para piscina

    Dicas e cuidados para a piscina

    SETEMBRO

    Assim como março marca o início de um período de transição entre temperaturas mais quentes para as mais frias, setembro ocorre o fenômeno inverso. O nono mês do ano marca o início da primavera, época do desabrochar de flores e árvores. Por isso, uma nova alteração nas plantas e flores do condomínio é indicada. Também é recomendável fazer a podas em árvores e a criação de uma horta comunitária no condomínio.

    Jardim do condomínio exige mais cuidado com a chegada do verão

    Horta comunitária em condomínios

    Formulário: Horta no condomínio

    OUTUBRO

    Dedetização: Uma nova dedetização/desratização precisa ser programada para esse período. Com a chegada do calor, alguns insetos típicos dessa época aparecem.

    Limpeza da caixa d’ água: para garantir que a água estará em boas condições para o período de maior consumo (verão) recomenda-se uma limpeza na caixa d’água no mês de outubro.

    NOVEMBRO

    Para-raios: para que tudo esteja em segurança para os períodos mais chuvosos (dezembro e janeiro), recomenda-se a manutenção dos para-raios neste mês.

    Manutenção dos para-raios: saiba como efetuar corretamente

    DEZEMBRO

    Campanha de segurança: Por causa das viagens de fim de ano, dezembro é o período em que o condomínio fica mais vazio. Portanto, é importante que o síndico crie alternativas como campanhas de conscientização sobre a importância da segurança do condomínio em períodos como esse.

    Fim de ano no condomínio: veja dicas sobre segurança

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    Conheça dicas para negociar o valor de um imóvel

    Você levou dias procurando um imóvel que te chamou a atenção o bastante para valer uma visita e, chegando lá, ficou decidido: é o ideal. O próximo passo seria então assinar o contrato, certo? Errado! Depois de tomar a decisão, o certo é partir para a negociação do valor e das condições do imóvel antes de qualquer coisa.

    Sabendo que nem todo mundo sabe como, quando e com quem negociar, o quinto episódio da série “Busca pelo Imóvel” dá dicas para fazer uma boa negociação e entrar com o pé direito no novo imóvel. Confira:

    Além das sugestões do vídeo, também é importante levar em conta mais algumas dicas para não fazer um mau negócio e sair ganhando:

    Seja profissional

    negociação
    Mostrar profissionalismo aumenta as chances de um bom negócio e evita problemas (Foto: Shutterstock)

    É importante ter em mente que o processo de negociação, seja ele feito com a imobiliária ou direto com o proprietário, é algo que deve ser levado a sério, por isso é necessário ter uma postura profissional.

    Sugerir coisas em troca ou fazer exigências do proprietário sem uma conversa prévia acabam por manchar sua imagem enquanto uma pessoa de confiança, o que, consequentemente, diminui suas chances de sucesso na negociação.

    O ideal é se mostrar como alguém disposto a conversar e chegar a um acordo que seja válido para as duas partes envolvidas, de modo que assim uma relação de confiança se estabeleça e valores ou condições de pagamento possam ser reconsiderados.

    Ouça mais e fale menos

    negociação
    Lembre-se que a negociação é uma conversa e não um debate (Foto: Shutterstock)

    Falar menos pode parecer algo sem sentido quando o assunto é uma negociação feita pessoalmente. É comum imaginarmos que a base de qualquer negócio é provar um ponto, mas isso, na verdade, acaba por diminuir consideravelmente suas chances de sucesso.

    Uma pessoa que mais ouve do que fala demonstra disposição a entender o lado do proprietário e, assim, faz com que ele a enxergue como alguém confiável e que pensa em todos os lados envolvidos, de modo a aumentar as chances de sucesso e ainda estabelecer uma boa relação – algo fundamental para negociações de aluguel.

    Antes de tudo, o processo de negociação é uma conversa e não um debate. O comprador que não se atentar a isso pode sair perdendo ou até mesmo ser desconsiderado e perder o imóvel para outro.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Rotinas da administração do condomínio

    Lista de tarefas (diárias, semanais, …) para o síndico, administradora e zelador

    Lista de tarefas (diárias, semanais, ...) para o síndico, administradora e zelador

    Gerenciar um condomínio não é fácil: são muitos itens de manutenção a serem observados, atividades operacionais, gestão de funcionários, administração e contabilidade, além da preocupação do bem estar e do bom relacionamento com os condôminos.

    Para ajudar nesta tarefa, segue abaixo uma lista das demandas principais do condomínio, dividas pelo período (diário, semanal, etc.) em que as ações devem ser tomadas ou fiscalizadas.

    Lista de Tarefas / Rotina Condominial

    Diário

    jardim

    • SÍNDICO: Manter uma boa comunicação com o zelador // Exigir que o zelador verifique o livro de ocorrência e notifique-o
    • JARDIM: Observar as plantas, falta ou excesso de água, pragas e doenças // A rega pode ser diária ou a cada 2 dias
    • LIMPEZA: Limpeza do hall de entrada; recolhimento do lixo // Salão de festa e de jogos, salas de ginástica, e outros espaços de convivência do condomínio devem ser limpos e fiscalizados de acordo com a utilização dos condôminos // A limpeza pode ser diária ou com intervalo de dois dias
    • SEGURANÇA: Verificar funcionamento das câmeras de vídeo e gravação
    • CONTRA INCÊNDIO: Conferir se as escadas estão desobstruídas
    • GERAL: Atenção a objetos deixados na garagem e na portaria (notificar moradores)
    • ELEVADOR: Observar se há ruídos e anomalias de funcionamento no elevador
    • PISCINAS: Filtragem e limpeza com rede; a cloração pode ser feita a cada dois dias
    • BOMBAS: Verificar os quadros de comando e as tubulações para se evitar vazamentos em torneiras ou canos

    Semanal

    • SÍNDICO: Acompanhar lançamentos e despesas feitos pela administradora (internet)
    • ZELADOR: Uma inspeção informal no condomínio é muito recomendável, para prevenir problemas e detectá-los logo no início. Confira o Guia SíndicoNet Check-up Predial, com dicas e formulário com os itens a serem vistoriados
    • PISCINAS: Controle do pH e outras ações
    • CONTRA INCÊNDIO: Verificar integridade, lacre e carga dos extintores
    • GRUPO GERADOR: Verificar nível de óleo, entradas e saídas de ventilação desobstruída, local isolado
    • INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Verificar a limpeza de reservatórios (inferior e superior)
    • PLAYGROUND: Verificar integridade dos brinquedos, encaixe e apertos dos parafusos, peças quebradas, desgastadas, se estão adequadamente chumbados, sem riscos aparentes

    Quinzenal

    • JARDIM: A manutenção ideal do jardim seria 2 vezes no mês (poda, limpeza, controle de pragas e doenças etc)
    • GRUPO GERADOR: Fazer testes de funcionamento por 30 minutos
    • BOMBA D’ÁGUA: Alternar a chave no painel elétrico para utilizá-las em sistema de rodízio
    • INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Limpeza dos ralos e grelhas das águas pluviais e calhas

    Mensal

    • SÍNDICO: Acompanhar os casos de inadimplentes // Acompanhar, Fiscalizar e Analisar – notas fiscais, extrato bancário, pagamentos, contribuições, etc // Ter um plano de previsão de despesas/receita anual e estabelecer os gastos por área (manutenção, consumo de água, encargos sociais, etc.). Comparar o planejado com o real no final do mês e projetar os meses seguintes // Verificar se todos os atestados estão em dia, como NR 10 Para-Ráios (Normas Regulamentadoras de Instalações Elétricas); NR 5 CIPA (Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho) // Checar os balancetes de prestação de contas aos condôminos // Checar recolhimento dos direitos trabalhistas (INSS, FGTS, etc) // Checar pagamentos de funcionários, contas água e luz etc.
    • CONSELHO: Reuniões mensais para prestação de contas e análise da parte operacional
    • ZELADOR: Checar se todos os equipamentos e seus comandos estão em perfeita funcionalidade (Alarme de incêndio, Bomba de recalque, Bomba d’água, Central da portaria, Disjuntores, Quadro de força, Sistema de segurança, Para-raios) // Acompanhar revisão de manutenção dos elevadores // Sinalização interna – indicação fluorescente de escada, extintores, porta corta-fogo etc. e de filmagem no ambiente
    • JARDIM: Adubar o jardim
    • BOMBAS: Verificação de vazamentos e/ou vibrações anormais das bombas de recalque de água potável, esgoto, águas pluviais e de incêndio // Verificar o funcionamento das bombas submersas
    • PISCINAS: Supercloração (em períodos de maior uso)
    • ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA: A iluminação de emergência deve ser testada uma vez por mês, simulando uma falta de energia. Se o sistema não funcionar por pelo menos 1 hora, o equipamento está com problema.
    • EQUIPAMENTOS CONTRA-INCÊNDIO: Porta corta-fogo: verificar a regulagem das portas (lubrificação, trincas etc)
    • ESCADA: Alternar os ventiladores através de chave comutadora, para reduzir desgaste
    • PARA-RAIOS: Verificação visual. Observar se os cabos metálicos não estão soltos. Eles devem estar presos pelo isolador para o funcionamento correto
    • PORTÕES AUTOMÁTICOS: Lubrificação
    • ELEVADORES: Regulagem das sapatas de freio realizada por um especialista, pois a não vistoria pode comprometer a precisão de frenagem e ocorrer danos no tambor
    • GERADOR: Vistoria pela empresa de manutenção

    Bimestral

    • SÍNDICO: Rever os contratos de manutenção (60 dias antes do reajuste) e iniciar negociação
    • ZELADOR: Checar condições das ferramentas de trabalho dos funcionários (inclusive EPI – Equipamento de Proteção Individual, como luvas e botas para faxineiros, entre outros)
    • EQUIPAMENTOS CONTRA-INCÊNDIO: Testar bomba de incêndio
    • ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA: Verificar fusíveis, carga da bateria selada, nível de eletrólito da bateria
    • BOMBAS PISCINAS: Manutenção/Visita periódica

    Trimestral

    • INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Verificar e limpar as caixas de passagem de esgoto e águas pluviais
    • CONTRA INCÊNDIO: Porta Corta-Fogo – aplicar óleo lubrificante nas dobradiças e maçanetas // Mangueiras – esticar e fazer nova dobra, em local diferente da dobra anterior, para não criar vícios e originar furos com o desgaste do tecido

    Semestral

    • INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Acionar as tubulações que não são constantemente usadas (ladrão da caixa d’água, por exemplo) // Testar abertura e fechamento dos registros dos subsolos e cobertura (barrilete) // Verificar estanqueidade e regulagem dos mecanismos de descarga // Verificar ralos e sifões das louças (tanques e pias)
    • CAIXAS D’ÁGUA: Limpeza (pode-se chamar empresa especializada) // Checar se o cano do fundo está em bom estado // Verificar se as bordas de alvenaria para conter o acesso da água das chuvas estão em perfeitas condições

    Anual

    • SÍNDICO: Extrato de pagamento por funcionário do INSS e FGTS // Verificar envio da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte) // Cronograma do pagamento de impostos e acordos sindicais // Despesas de 13º salário dos funcionários // Seguro de vida para funcionários – previsto em acordo coletivo // Verificar pagamento da taxa anual de licença para o funcionamento dos elevadores e outros aparelhos de transporte (pagas à prefeitura) // Verificar renovação de contratos: seguro; manutenção de elevadores, bombas d’água e piscina; administradora // Previsão Orçamentária e Prestação de Contas à Assembléia Ordinária // Dedetização e desratização // Alvará de Licença de Funcionamento do Condomínio – para condomínios comerciais e/ou de uso misto // Verificar ações do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) – vistoria, laudo e certificado anual // Verificar formalização de CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) – pelo menos um funcionário designado
    • DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA DO CONDOMÍNIO: Ainda que obrigado a se inscrever no CNPJ, o condomínio não está sujeito à apresentação de declaração de rendimentos (atualmente, Declaração Integrada de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica – DIPJ), por não ser pessoa jurídica ou equiparada
    • INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Verificar e eventualmente trocar os vedantes (courinhos) das torneiras, misturadores de lavatório e registros de pressão // Vistoria contra vazamentos por empresa especializada
    • TELHADOS, CALHAS E RALOS EXTERNOS: Vistoria antes do período das chuvas (janeiro a março)
    • CONTRA INCÊNDIO: Extintores – recarga anual (a cada cinco anos fazer o teste hidrostático) // Mangueiras – teste hidrostático anual // Formação e treinamento de brigada de incêndio // AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) – residencial e comercial: a cada três anos; de uso misto: dois anos
    • INSTALAÇÕES DE GÁS: Recomenda-se um check-up realizado por um profissional
    • ELEVADORES: Inspeção anual rigorosa, a cargo do responsável pela conservação // Relatório de Inspeção Anual (RIA) dos elevadores, assinado pelo engenheiro
    • PARA-RAIOS: É necessária uma verificação anual das condições do aparelho e do aterramento, incluindo medição ôhmica (resistência do metal), por empresa especializada. A cada 5 anos, revisão completa do sistema
    • CAIXAS D’ÁGUA: É recomendável, quando da ocasião da limpeza semestral ou anual, solicitar uma análise da água

    Ocasional

    • CONSELHO: Reuniões emergenciais quando ocorrer algum fato incomum, para analisá-lo, e ver quais serão as providências
    • PISCINA: Clarificação e decantação
    • ELEVADORES: Checar, para garantir, o nível de óleo. Utilizar o elevador com o nível de óleo abaixo do recomendado pode gerar avarias no eixo da máquina, diminuindo o conforto e aumentando o custo do reparo
    • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: Inspeção profissional e atestado de regularidade
    • JARDIM: Além da poda mensal (limpeza galhos, folhas secas, etc.) existe a poda de formação e condução dos ramos. A poda de limpeza será feita todo mês, já a de formação e condução cada espécie tem seu tempo a ser respeitado // Misturar a terra ao calcário sempre que necessário para afofar a terra

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Playgrounds em condomínios: regras, manutenção e cuidados

    Playgrounds em condomínios: regras, manutenção e cuidados

    Uso correto evita problemas, riscos para crianças, e exime o síndico de responsabilidades

    Se há crianças no condomínio, com certeza o playground é uma das áreas comuns mais utilizadas.

    Isso porque ter uma área destinada ao lazer dos pequenos é, ainda, uma das grandes razões de se optar por morar em condomínio.

    Porém, como tudo em condomínio, é fundamental que a área seja bem cuidada, de acordo com o que pedem as normas técnicas, e também que conte com boas regras de uso.

    Afinal – sempre é bom lembrar -, segundo o artigo 1.348 – V do Código Civil, cabe ao síndico ”diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns”. Ou seja, em caso de um acidente causado por negligência na manutenção, o síndico pode, sim, ser responsabilizado.

    Portanto, toda atenção é válida ao tratar desse tema, principalmente, em época de férias. Veja abaixo nossas orientações sobre o assunto:

    O que deve constar nas regras de utilização do playground:

    • Afixar no local as normas de utilização.
    • Deverá haver acompanhamento de adulto para o uso
    • Estabelecer horário para uso, assim você saberá quando cobrir a caixa de areia, efetuar inspeções e possíveis limpezas ou fechar o portão quando o playground estiver dentro de um cercado.
    • Limitar o acesso à caixa de areia, por exemplo, quando a criança portar alimentos – os restos podem apodrecer no local ou atrair animais;

    Vale lembrar que é fundamental que as regras de utilização do playground sejam aprovadas em assembleia. Se o RI for parte da convenção, o quórum necessário é de dois terços dos condôminos. Se não, basta maioria simples para aprovar o conjunto de regras.

    Cuidados com a areia do playground:

    • No mercado já existem produtos específicos esterilização de areia. Trata-se de uma fórmula atóxica, capaz de descontaminar a areia e solos, inclusive de vermes, bactérias, vírus, fungos.
    • Uma outra alternativa é substituir a areia. Já há no mercado uma areia especial atóxica. Ela é mais fácil de limpar e os gatos não gostam muito dela.

    Preservação e segurança dos brinquedos do playground:

    Os cuidados com o playground devem estar na lista de tarefas que a equipe de manutenção executa diariamente. É fundamental fazer, além da limpeza, e da cobertura da areia,  uma boa observação dos equipamentos.

    Durante a inspeção dos brinquedos: verificar se há parafusos soltos, presença de ferrugem em brinquedos com estrutura metálica, se há parafusos sem proteção, manutenção dos espaços do brinquedo, partes com tinta solta, tudo isso contribui para dar mais segurança às crianças, bem como para a durabilidade dos brinquedos, confira outras dicas

    • Manutenção sempre deve ser preventiva, verifique sempre parafusos, encaixes, apertos e se os brinquedos estão chumbados de maneira adequada;
    • A norma 16071, parte 2, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABTN), estabelece que o playground deve ter livro de inspeção e inspeções, diárias, semanais e mensais;
    • Os brinquedos devem estar separados por pelo menos 1,30m; e a norma da ABNT define os espaços, e condições dos equipamentos para que o mesmo garanta a segurança a seus usuários.
    • Qualquer defeito no brinquedo deve ser comunicado ao zelador ou ao corpo diretivo do condomínio; e interdição deverá ser imediata até a correção do problema
    • A durabilidade dos brinquedos varia conforme o material: os de plástico devem durar, em média, três anos, já os de plástico com estrutura metálica são mais resistentes, duram entre 15 e 20 anos;
    • Cubra as caixas de areia;
    • Pisos de borracha são a melhor alternativa, eles diminuem o atrito com o chão em caso de queda, melhoram a aderência dos brinquedos, proporcionando mais segurança;

    Playground novo, como implantar:

    Se o seu condomínio não tem playground, os especialistas sugerem que, antes de levar o tema para votação, você levante três orçamentos, isso também vale para reforma.

    A seguir, algumas dicas dos especialistas que participaram da formulação da norma atual para playgrounds

    • Meça o espaço onde será instalado o playground, as medidas são fundamentais para fazer cotações;
    • A norma ABNT NBR 16071 define os critérios para a para a escolha dos brinquedos e também para a para planejamento, montagem do playground e ações necessárias de manutenção, as quais devem ser analisadas quanto aos custos de sua vida útil, para definição do modelo e tipo a ser implementado;
    • Quando for fazer os orçamentos, opte sempre pelas empresas que produzem equipamentos de acordo com as normas da ABNT;
    • Por conta da durabilidade, os brinquedos mais procurados são os de plástico com estrutura metálica ou de madeira, que casam com projetos paisagísticos atuais. Esses de madeira não são aqueles antigos com rolinhos de eucaliptos, eles possuem design moderno e bom acabamento;
    • Exija sempre brinquedos confeccionados com materiais atóxicos;
    • Em condomínios novos, as construtoras são responsáveis pelos equipamentos por cinco anos.
    Fonte: SíndicoNet

    Tem filho pequeno ou animal de estimação? Cuidado com os móveis!

    Saiba o que é melhor evitar e como fazer para que sua casa não vire uma brincadeira de criança

    Seu filho é o melhor do mundo, não é mesmo? Mas tanto amor não faz você deixar de ver que ele rabisca e arranha móveis, joga água e suco no sofá… Ah, você não tem filhos, só um lindo cachorrinho? E quantas vezes ele já destruiu seus tapetes, roeu o pé da cadeira ou mastigou partes do estofado? Pois é, ninguém quer fazer de você uma pessoa sozinha na vida. Mas alguns cuidados são essenciais para uma convivência mais tranquila. É só prestar atenção!

    Sofás

    Das duas, uma: ou você coloca uma capa bem resistente no sofá (e bonita, porque não adianta tirar na hora que chega visita), em sarja ou jeans, ou compra o móvel mais adequado. “O ideal é escolher sempre materiais firmes, se possível impermeáveis, como couro ou courino. Algodão precisa ter Acquablock (tecido impermeável)”, ensina a arquiteta Catia Ferreira, de São Paulo.

    Tapetes

    Esqueça tapetes muito peludos e pele de vaca, de carneiro etc. Eles retém os pelos dos animais e acumulam ácaros, fungos e bactérias que são prejudicais a todos. A limpeza é muito mais difícil. Faça a opção por estruturas baixas e laváveis de sintético.

     

    (Foto: Shutterstock)

     

    Outros móveis

    Os materiais proibidos para móveis, ou seja, que não combinam com animais e crianças, são de fibras naturais, como junco ou palha. Lindos acabamentos em laca também devem ser evitados porque logo estarão arranhados e lascados pelos seus lindões. “Também não indico tecidos frágeis, com tramas, cujos fios são puxados pelas unhas dos animais e pelas crianças, além da retenção de sujeira. Móveis em MDF e carpetes de madeira também não são bons porque não resistem a líquidos”, diz Catia.

    Espelhos

    Já viu a criança brincando na frente do espelho ou um cachorro ‘brigando’ com ele? Por isso mesmo, tome cuidado onde coloca. Móveis espelhados, jamais. “O animal fica enlouquecido com o reflexo e acaba danificando o material tentando arranhar a própria imagem”, afirma a arquiteta.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    O que é assembleia geral ordinária?

    Um dos momentos mais relevantes da vida em condomínio, a assembleia geral ordinária ocorre uma vez por ano.

    O que é assembleia geral ordinária?

    A assembleia do condomínio, seja ela a assembleia geral ordinária (AGO) ou a assembleia geral extraordinária (AGE), são dois dos momentos mais indispensáveis da vida em condomínio. São nesses encontros que ocorrem deliberações cujo impacto poderão ser sentidos no cotidiano da coletividade, de forma positiva ou negativa.

    As assembleias, de maneira geral, servem para cobrar, fiscalizar e informar a todos os presentes da situação administrativa do condomínio. Para participar das deliberações, é preciso estar em dia com o pagamento da taxa condominial.

    Para a assembleia ter validade, o art. 1.354 do Código Civil determina que os condôminos devam ser avisados com antecedência da reunião. Caso isso não ocorra, a assembleia poderá não ser deliberada.

    EXISTEM DOIS TIPOS DE ASSEMBLEIA:

    Assembleia geral extraordinária: sem periodicidade definida, sua convocação pode ser feita pelo síndico ou por um quarto dos condôminos. Nesses encontros são discutidos quaisquer assuntos definidos anteriormente e não contemplados na assembleia geral ordinária.

    Assembleia geral ordinária: realizada uma vez por ano, em data estipulada pela convenção do condomínio, tem como principal objetivo a prestação de contas do ano anterior, bem como a aprovação ou não dos orçamentos das despesas, além da manutenção dos serviços e, muitas vezes, eleição do novo síndico, subsíndico e conselho fiscal.

    Como se nota, a assembleia geral ordinária é imprescindível para a vida em condomínio. É por isso que iremos abordar mais a fundo esse tema.

    Prevista em lei nº 10.406, sancionada em janeiro de 2002, em artigo 1.350: “Convocará o síndico, anualmente, reunião da assembleia dos condôminos, na forma prevista na convenção, a fim de aprovar o orçamento das despesas, as contribuições dos condôminos e a prestação de contas, e eventualmente eleger-lhe o substituto e alterar o regimento interno”.

    Geralmente ocorrem em data estipulada na convenção do condomínio ou no primeiro mês do ano. Normalmente são usadas para prestação de contas do ano anterior, aprovação da previsão orçamentária e manutenção dos serviços.

    Na assembleia geral ordinária pode-se, também, eleger um novo síndico, bem como o conselho fiscal e o subsíndico. Para tanto, a reunião deve ocorrer com a maioria dos condôminos em primeira chamada, ou em uma segunda chamada com a maioria dos presentes, como estipulam os artigos 1.352 1.353 do novo Código Civil.

    Logo, para garantir que todos os condôminos sejam devidamente avisados da assembleia, fixe cópias da convocação em locais de grande circulação como portarias, blocos de prédios e elevadores. Por fim, caso o condomínio possua um sistema de gestão de condomínios on-line como o AP Controle utilize, também, esta ferramenta.

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    6 dicas de como ser sustentável e ainda economizar em casa

    Desperdício é coisa do passado, pense na sustentabilidade do planeta e do seu bolso

    O Brasil já passou por crises hídrica e elétrica. Hoje, todo mundo sabe que a água é um bem precioso e não vai sair por aí gastando à toa. As pessoas também se conscientizaram de que é necessário economizar energia elétrica. Nos dois casos, ajudar o planeta é cuidar do bolso, já que as tarifas estão muito caras.

    Veja o que você pode fazer para ser ainda mais sustentável.

    Reúso de água

    A arquiteta Carmen Calixto diz que é possível planejar um sistema de reúso de água, seja num projeto arquitetônico de construção ou de reforma. “Tem formas de fazer  quando você está projetando a casa. Podemos prever um reservatório para captação de água da chuva e ela pode ser usada para descarga, regar jardim etc”. Existem diversos métodos, desde a técnica de permacultura (que incorpora os ciclos da natureza no sistema de construção) até tecnologias industriais avançadas.

    Eletrodomésticos

    Algumas medidas com seus aparelhos ajudam a economizar energia. A arquiteta Nina Abadjieff orienta a abrir a geladeira somente quando for necessário pegar algo, e o ideal é que ela fique longe do fogão. Já a lavadora de roupas precisa ter o filtro limpo regularmente e ligada somente quando tiver quantidade de roupas para preenchê-la. “Já com a televisão, a regra é desligar da tomada quando ninguém estiver assistindo, porque gasta energia”.

    Iluminação

    Apagar as luzes quando não tem gente no ambiente é o primeiro passo. Já as lâmpadas ideais são as de LED, ensina Carmen. “Vão proporcionar uma durabilidade maior e gastar muito menos energia do que uma lâmpada comum. Elas são mais econômicas, inclusive, do que as lâmpadas florescentes”.

    Energia solar

    Nina não acha muito complexo instalar um sistema de energia solar em casas ou prédios. Segundo ela, porém, é necessário ter toda a documentação junto à distribuidora de energia e sua aprovação. Após isso, com o auxílio de uma empresa especializada, são instaladas as placas coletoras. “Os telhados dos prédios e casas são os locais indicados por receberem índice mais alto de radiação solar. Mas, se a área for pequena, pode tornar inviável o projeto. Caso o condomínio tenha uma grande área externa, pode-se utilizar dessa área comum, existe também a possibilidade da instalação das placas na fachada”, detalha a arquiteta.

    (Foto: Shutterstock)

    Luz natural

    Se você pretende reformar ou construir, preste atenção e procure usar a iluminação natural como aliada. “A gente deve investir em janelas maiores, pensando na luz e na ventilação. Propiciar a entrada do vento ajuda bastante a melhorar a temperatura do ambiente sem precisar utilizar condicionamento de ar”, diz Carmen.

    (Foto: Shutterstock)

    Reutilizar embalagens

    Ter lixeiras em casa para material reciclável e dar a correta destinação, hoje, é o mínimo. Mas se você quiser reutilizar e tiver habilidade para isso, existem inúmeras opções de artesanato para fazer com as embalagens. Garrafa Pet pode virar prendedor de sacos ou revisteiro, latinhas podem virar porta-canetas. Use a criatividade.


    (Foto: Shutterstock)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    Permuta para a compra de imóvel é opção cada vez mais usada no mercado

    Atualmente, 80% delas são para aquisição de unidades residenciais, com valores que variam entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão

     Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas
    Ilustração/EM
    Comprar um imóvel continua sendo um bom negócio, assim como fazer uma permuta para concretizar a transação. Isso porque é possível aos donos de imóveis fazer trocas com pessoas que têm necessidades similares. Bence Pál Deák, economista e advogado especializado no mercado imobiliário do Deák Advogados, garante que a permuta é uma boa opção para quem precisa trocar de imóvel, seja pelo excesso ou falta de espaço, quer morar mais perto do emprego ou viu a família crescer ou diminuir.

    “Para o mercado, trata-se também de uma boa opção, diante da crise que imobilizou o setor. Não há dinheiro circulando, mas os imóveis podem ser negociados dessa forma. E essa prática no mercado de imóveis é cada vez mais comum. Sempre é possível encontrar alguém que precisa do seu imóvel, em razão das características dele e o bem que ela tem para oferecer em troca. Pode-se dizer que são dois negócios em um, que facilitam a negociação. A vontade de fazer permuta não está nas placas expostas no imóvel que se pretende negociar. Mas, atualmente, 80% das permutas são feitas com os imóveis residenciais, com valores que variam entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão. O negócio mais procurado envolve a troca de apartamento de dois quartos por um de três quartos”, garante o economista.

    A pessoa pode entrar com um imóvel do mesmo valor e oferecer também um carro ou um terreno, por exemplo, para completar o preço. “Quando houver diferença de valor, existe a torna ou reposição de dinheiro. Na permuta, a pessoa torna-se comprador e vendedor ao mesmo tempo. A primeira coisa a ser priorizada são os gastos com impostos. A operação de compra e venda gera imposto municipal, o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). A permuta gera dois ITBIs. Nas principais cidades do país, a alíquota do ITBI varia entre 3% e 5%. Se o valor do bem for R$ 200 mil, por exemplo, e o índice de sua cidade for de 2%, o total a ser pago de ITBI será de R$ 4 mil”, ressalta o especialista.

    O Imposto de Renda não pode ser também esquecido. Se os imóveis envolvidos na permuta forem do mesmo valor, não haverá lucro imobiliário. A Receita Federal entenderá que não houve aumento de patrimônio. Por isso, não haverá pagamento de IR. Mas se alguém recebeu diferença em dinheiro, terá que pagar o IR proporcional a esse valor, alerta Bence. “A permuta é uma opção antiga que está voltando com força total no mercado imobiliário. Um caminho que traz muitas vantagens. Mas, antes de fechar negócio, reúna o máximo de informações possível para não se arrepender depois.”

    EQUIVALÊNCIA FINANCEIRA 

    Para Leirson Cunha, vice-presidente da área das corretoras de imóveis da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), partindo-se da premissa de um negócio “ganha-ganha”, pressupõe-se que, realizando uma permuta, as partes envolvidas atingiram seus objetivos no negócio imobiliário de maneira equilibrada e com equivalência financeira. “Uma vantagem que pode ser verificada no caso de permuta imobiliária é a economia tributária. Contudo, quando essa vantagem não se aplica, outras possibilidades de economia poderão ser devidamente averiguadas por um profissional especialista do mercado imobiliário, já que cada caso é um caso”, explica.

    Segundo ele, uma permuta compreende-se por uma negociação com duas partes envolvidas com a finalidade na troca de bens. Para se chegar ao ápice de qualquer negociação imobiliária de permuta satisfatória, é fundamental que todos os pontos das partes evolvidas estejam acertados, a fim de serem atendidos simultaneamente em uma única negociação. “O mais comum em um negócio de permuta é haver algum valor financeiro pago à outra parte para que a negociação atinja o valor estabelecido entre as partes. Contudo, há casos de permuta sem torna, o que é mais incomum de ocorrer numa relação ganha-ganha”, ressalta Leirson.

    Ele esclarece que há casos em que, além da torna financeira, esta pode ocorrer por outros bens móveis ou bens de direito, como carros e embarcações, promessa de construção futura, cartas de crédito de consórcios, o próprio direito de uso do bem ofertado como permuta por um determinado período de tempo. Quando forem imóveis alugados, os rendimentos dos aluguéis podem também ser uma moeda de troca durante um período.

    Antes de realizar um negócio, Leirson alerta para os cuidados de se estabelecerem os objetivos de cada parte permutante, o que considera fundamental. “Em geral, negócios com permuta costumam levar um tempo maior para sua concretização quanto maior for o número de variáveis. Assim, um caminho que pode otimizar todo o processo é a assistência de uma empresa imobiliária ou corretor de imóveis, já que, durante o processo, haverá outros bens imóveis ou mesmo móveis que precisarão da devida análise técnica e jurídica. Evidentemente, há um fator fundamental: quem está recebendo o outro bem, sobretudo se for um imóvel, muitas vezes não tem conhecimento das questões técnicas.”

    Leirson conta que, “infelizmente, temos notícias de negócios que deixaram de ocorrer por ausência da participação de um especialista no mercado imobiliário assistindo às partes envolvidas, que poderiam ter recebido informações sobre as possibilidades técnicas e potenciais financeiros que seriam inerentes ao imóvel recebido como permuta e, dessa forma, viabilizaria o negócio”. De acordo com ele, os anseios de cada parte precisam estar bem claros desde o princípio da oferta do imóvel para negociação. “Assim, toda a jornada da negociação terá um norte, o que facilitará na tomada de decisões, afastando situações e condições de negócio que não são o objetivo das partes. Um bom caminho para começar é fazer reuniões inicialmente separadas com cada uma das partes para estabelecer as bases de cada lado”, afirma o vice-presidente da CMI/Secovi-MG.

    Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

    Guia para síndicos novatos

    Guia para síndicos novatos

    Ser síndico pela primeira vez exige esforço em dobro. O primeiro passo para quem acaba de assumir a gestão de um condomínio e nunca havia ocupado esse cargo antes é se inteirar sobre todas as responsabilidades. E não são poucas as tarefas.

    O trabalho de administrar um condomínio fica cada vez mais exigente e o síndico inexperiente pode se sentir um tanto perdido: o que fazer com toda a documentação? Papéis, devo arquivá-los? Quem são os empregados do condomínio? O encanamento estourou, há uma infestação de baratas nas áreas comuns, quais itens exigem manutenção? O síndico pode vir a responder judicialmente por erros na gestão? Quando o condomínio tem o respaldo de uma administradora fica mais fácil buscar essas respostas, mas, e quando não tem, a quem recorrer? Essas e muitas outras dúvidas certamente surgirão no dia a dia de quem assume o cargo pela primeira vez. Para auxiliar o síndico nessa primeira experiência, especialistas da área condominial orientam sobre os principais temas a serem observados pelo gestor.

    Check-up

    Antes de começar o trabalho, é necessário analisar a situação atual do condomínio a fim de saber o que se terá que enfrentar pela frente. De acordo com Samara Lobo, sócia da UP Condomínios, o síndico deve verificar a situação de inadimplência dos condôminos, se há processos judiciais ou problemas estruturais no prédio. “Esses são passos importantes para planejar ações futuras e evitar problemas”, ressalta. Além disso, é aconselhável que o síndico converse com o zelador sobre a manutenção do local, sobre as reclamações mais comuns e procure entender o histórico dos condôminos mais exigentes ou problemáticos. “É preciso fazer os moradores cumprirem o que é determinado pela Convenção e o Regulamento Interno. O síndico não deve criar regras, apenas executá-las”, pontua Samara.

    Documentação

    Quando um novo Gestor assume um condomínio, ele deve conferir:

    - saldos bancários;

    - guias de recolhimento e pagamento de encargos sociais;

    - benefícios trabalhistas e tributos;

    - comprovantes de pagamentos de contas;

    - cadastro atualizado de condôminos e frações ideais;

    - livro de atas;

    - cartão do CNPJ (solicitar ao contador alteração de responsabilidade e certificado digital);

    - convenção condominial e especificação;

    - relatório da última emissão de boletos;

    - livro de registro de empregados e balancetes.

    Para arquivamento, Samara Lobo aconselha que o síndico guarde todos os documentos por tempo indeterminado. “Existem prazos mínimos para arquivamento de alguns documentos. Os de departamento pessoal (funcionários), por exemplo, devem ser arquivados por 30 anos. Porém, nunca se sabe o que pode acontecer. O condomínio pode vir a necessitar de alguma documentação que foi descartada”, alerta.

    Funcionários

    A primeira atitude do síndico ao assumir o mandato é se apresentar à equipe de funcionários, expor seus métodos e sua forma de trabalho para então solicitar sugestões. De acordo com Samara Lobo, o novo gestor deve conferir a carga horária de cada colaborador, verificando junto ao sindicato da categoria se o salário e demais bonificações estão corretas. “As Convenções Coletivas de Trabalho devem ser obedecidas”, alerta Samara. Além disso, é necessário verificar se as férias dos empregados estão em dia e se existe alguma pendência trabalhista. “Essas informações também podem ser obtidas junto ao contador”, informa Samara.

    A professora e consultora condominial Rosely Benevides Schwartz chama atenção para os cuidados com vínculos empregatícios que podem gerar problemas na Justiça do Trabalho. “Os síndicos devem tomar cuidado com prestadores de serviço autônomos que ficam muito tempo realizando trabalho no condomínio. Sempre exijam contratos formalizados desses terceiros”, alerta.

    Segundo Rosely, uma maneira de verificar se o número de funcionários está adequado para o condomínio é observar se há excesso de horas extras na folha de pagamento. “Primeiramente o síndico precisa avaliar se o trabalho que os funcionários estão desenvolvendo nessas horas excedentes é realmente necessário. Verificada essa utilidade e se o trabalho estiver excessivo, analisar a possibilidade de novas contratações”, observa. Outra dica importante é que o síndico atualize o cadastro dos empregados, com contatos de telefone, e-mail e endereço. “A equipe de funcionários irá trabalhar junto com o síndico para zelar pelo condomínio”, sustenta a professora.

    Conselheiros

    Ninguém trabalha sozinho. Essa é uma máxima presente no mundo corporativo e que pode ser aplicada para a gestão de um condomínio. Por isso, reunir uma boa equipe é muito importante. Um apoio imprescindível para a gestão é o Conselho Fiscal. Manter contato e reuniões constantes fará com que os membros sigam o mesmo pensamento, além de ajudar o síndico a delegar tarefas e responsabilidades. De acordo com a sócia da UP Condomínios, Samara Lobo, o síndico deve se reunir com o Conselho pelo menos uma vez ao mês. “O síndico deve solicitar sugestões, apresentar propostas, além de prestar contas aos Conselheiros. Decisões importantes devem ser planejadas em conjunto com o Conselho e aprovadas pela assembleia”, diz.

    Legislação

    O síndico precisa conhecer bem a legislação que se aplica ao condomínio. Saber dos direitos e deveres e a responsabilidade civil e criminal inerente ao cargo é imprescindível. O advogado da área condominial Rogério Manuel Pedro cita as leis que norteiam as relações condominiais: o Código Civil Brasileiro alterou alguns dispositivos da Lei 4.591/64, que dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias, bem como a Lei das Locações (nº 8.245/91). “Os artigos 1.331 até 1.358 do Código Civil, que tratam do Condomínio Edilício, regem a maior parte das normas condominiais, artigos esses frequentemente consultados pelos síndicos”, destaca.

    Embora o Código Civil tenha alterado dispositivos da Lei 4.591, o advogado esclarece que a Lei ainda vigora nos artigos que o Código não tenha revogado. De acordo com Rogério Manuel Pedro, o novo gestor também pode encontrar algumas respostas na Lei de Locações. “Essa legislação rege principalmente a situação dos inquilinos perante o condomínio e, nos artigos 22 e 23, define as diferenças entre despesas ordinárias e extraordinárias. É um tema que gera dúvidas frequentes”, observa.

    A Convenção Condominial é a lei interna do condomínio, sendo obrigatória conforme a exigência do art. 1.333 do Código Civil. Esse conjunto de normas prevê, entre outras matérias:

    - a quota proporcional e o modo de pagamento das contribuições dos condôminos para atender às despesas ordinárias e extraordinárias do condomínio;

    - a forma de administração;

    - a competência das assembleias;

    - a forma de sua convocação e quórum exigido para as deliberações e as sanções a que estão sujeitos os condôminos ou possuidores.

    “A Convenção é uma espécie de regulamento geral, que complementa a legislação e, portanto, não pode conflitar com o Código Civil e demais leis”, informa o advogado. Os condomínios também devem elaborar seu regimento interno, que passa a ser um instrumento complementar da Convenção, particularizando principalmente condutas dos condôminos, de modo a preservar a boa convivência entre os moradores. “Para que a gestão do síndico seja assertiva, a leitura da Convenção e do Regimento Interno é essencial”, sustenta o advogado.

    Responsabilidade

    As tarefas que competem ao síndico são numerosas e importantes, já que administra o interesse e patrimônio comum da coletividade condominial. As principais funções do síndico estão enumeradas no art. 1.348 do Código Civil e §1º do art. 22 da Lei 4.591/64, bem como aquelas atribuídas em outros artigos dessas leis e também da Convenção Condominial e Regimento Interno. “A principal função do síndico é administrar o bem comum e, com isso, pode responder por culpa ou dolo pela imprudência, imperícia e negligência no trato de suas atribuições, como qualquer administrador. Ele é o representante legal do condomínio”, alerta Rogério Manuel Pedro.

    Art. 1.348 do Código Civil. Compete ao síndico:
    I – convocar a assembléia dos condôminos;
    II – representar, ativa e passivamente, o condomínio, praticando, em juízo ou fora dele, os
    atos necessários à defesa dos interesses comuns;
    III – dar imediato conhecimento à assembléia da existência de procedimento judicial ou
    administrativo, de interesse do condomínio;
    IV – cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da
    assembléia;
    V – diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos
    serviços que interessem aos possuidores;
    VI – elaborar o orçamento da receita e da despesa relativa a cada ano;
    VII – cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas
    devidas;
    VIII – prestar contas à assembléia, anualmente e quando exigidas;
    IX – realizar o seguro da edificação.

    O advogado enumera alguns exemplos práticos que podem implicar responsabilidade civil ao síndico por ações ou omissões em sua gestão:

    - falta de manutenção nos elevadores, nos reservatórios de água;

    - instalação de brinquedos fora dos padrões exigidos;

    - deixar de contratar seguros obrigatórios;

    - deixar de obedecer às exigências de manutenções em equipamentos de segurança, como extintores e pararraios;

    - se omitir a prestar contas aos condôminos em assembleia;

    - utilizar indevidamente os recursos financeiros do condomínio; entre outros.

    “A Convenção Condominial pode determinar outras situações em que o síndico poderá, além de ser obrigado a indenizar o condomínio, perder o mandato. A responsabilidade civil do síndico presume desrespeito à lei ou a Convenção”, observa. Para reduzir a probabilidades de erros na gestão, o advogado aconselha ao síndico a consulta frequente ao Conselho Diretivo. “Antes da tomada de decisões mais polêmicas, é pertinente que o síndico consulte, sempre que possível, o Conselho Consultivo e Fiscal e os demais moradores através das assembleias”, diz.

    Seguros

    Uma das primeiras atitudes de quem assume a função é – e deve ser – averiguar a situação do seguro do prédio. Isso porque a contratação da garantia básica é obrigatória por lei e é uma das maiores responsabilidades do administrador de um prédio.
    O síndico que está começando no cargo deve se precaver e checar se o prédio ou conjunto já possui a apólice de seguros que a lei determina. Se ocorrer algum incidente que provoque danos de grandes proporções ao prédio e o seguro não tiver sido contratado, o síndico pode até responder com seu patrimônio pela perda comunitária.
    No caso de edifícios novos, a legislação exige que o seguro seja firmado até 120 dias após a construção ter recebido o habite-se. Quando for escolher a garantia, o síndico deve buscar a orientação de um corretor de seguros habilitado e checar as referências da empresa, além de analisar atentamente as condições da proposta de seguro. O seguro do condomínio tem que ser renovado anualmente.

    Áreas comuns

    A palavra chave para este tópico é manutenção. As áreas comuns são espaços físicos de propriedade de todos os condôminos, definidas na Escritura de Convenção do Condomínio – instalações elétricas, portões, bombas d’água, elevadores, sistema de água e esgoto, sistemas de segurança, jardins, academia, salão de festas, entre outros. Essas áreas precisam ser vistoriadas com frequência e passam por manutenções periódicas. “É de responsabilidade do síndico manter tudo sempre limpo, arrumado e em perfeitas condições de uso”, informa Samara Lobo, da UP Condomínios. Nesse item o gestor lida com empresas prestadoras de serviço e, para tanto, os especialistas alertam que os síndicos observem o cumprimento das especificações que garantem qualidade no serviço e segurança. “Os síndicos devem exigir a apresentação dos documentos que atestam qualificação e cumprimento das normas técnicas. Para verificação da estrutura de engenharia do prédio, por exemplo, solicite a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), e no caso de serviços de arquitetura a RRT (Registro de Responsabilidade Técnica)”, orienta a professora Rosely Schwartz. Uma dica para evitar o esquecimento da manutenção de equipamentos e áreas comuns é manter um “checklist” pautado por datas de vencimento de cada item, controlando cada ação futura e dando baixa nas manutenções realizadas.

    Inventário

    O síndico precisa estar ciente das ferramentas e equipamentos que o condomínio possui. Quando for deixar o cargo, também será necessário prestar contas desses itens. Se o condomínio não possui um inventário organizado, o novo gestor deverá montar um, utilizando os recursos e tecnologias atuais – fotografia digital, computadores. O inventário poderá ser armazenado em uma pasta específica no computador, de maneira detalhada, descrevendo quantidade de itens, tamanho, situação de uso, marca do produto, lembrando sempre de fazer o “backup” dos arquivos, evitando possíveis perdas.

    A consultora condominial Rosely Schwartz recomenda que o síndico responsabilize apenas um dos funcionários pelos equipamentos, aos quais somente ele terá acesso. “Esse funcionário deve ser preferencialmente o zelador e é recomendável que somente ele tenha acesso à sala ou à caixa desses itens”, diz. Há condomínios que permitem o empréstimo de ferramentas aos moradores ou guardam equipamentos para uso comum. Nesses casos a professora Rosely orienta que é imprescindível fazer um protocolo. “O empréstimo ao morador e a devolução do objeto devem ser protocolados, constando o estado de conservação antes e depois do uso. Havendo deterioração do objeto emprestado, o morador deverá se responsabilizar pela reposição”, recomenda Rosely.

    Revise contratos já firmados

    A troca de síndico é uma oportunidade para rever todos os contratos estabelecidos com o condomínio. Geralmente nessa oportunidade há a possibilidade de novas contratações ou de negociar adequação dos valores. Para garantir melhor qualidade dos prestadores de serviços ou fornecedores de produtos, o síndico deverá levantar a situação cadastral das empresas, inclusive cartórios de protesto, ações na justiça e pedir referências de clientes. Essas referências deverão ser visitadas pessoalmente e não apenas consultadas por telefone, garantindo assim a veracidade das informações.

    Agenda

    É um cadastro de contatos dos funcionários, moradores e prestadoras de serviço. Uma ferramenta muito útil ao síndico. Geralmente fica guardada na portaria do prédio. A professora Rosely recomenda que a agenda seja atualizada periodicamente. “É interessante que o síndico também faça novos orçamentos com outras empresas, avaliando o custo-benefício para o condomínio. As empresas podem aumentar seus preços e o síndico nem se dar conta de que está pagando mais caro pelo serviço. É sempre bom atualizar”, sustenta.

    Comunicação

    Lidar com gestão de pessoas também requer boa comunicação. Segundo a professora Schwartz, é importante que o síndico estabeleça um canal de comunicação com os moradores e funcionários. “Essa tarefa ficou facilitada com o mecanismo da internet. Hoje muitos síndicos fornecem seus e-mails para atendimento e recebimento de sugestões ou utilizam sistemas de gestão online”, informa. Estabelecer um horário de atendimento também evita chamadas inconvenientes. “Isso evita as batidas na porta do síndico na madrugada, por exemplo”, diz. Descobrir as expectativas dos condôminos com a gestão é uma maneira de ser bem sucedido na função de síndico. “Utilizando-se do meio escolhido para comunicação, faça uma pesquisa a fim de conhecer os anseios e as prioridades dos moradores”, conclui a professora Rosely.

    Aprimoramento

    Se destaca na função o síndico que não se contenta em saber somente o básico sobre a gestão condominial. A consultora Rosely aconselha que os síndicos busquem participar de cursos e palestras e consulta em sites que contenham informação responsável e atualizada. Todo ano o Jornal dos Condomínios promove palestras e oficinas que propagam conhecimento aos síndicos e trabalhadores do setor. A professora Schwartz recomenda leituras de apoio:

    • Revolucionando Condomínio: Rosely Benevides Schwartz, Editora Saraiva
    • Manual para Síndicos, Membros de Conselho e Administradores em 323 perguntas e respostas – Zulmar José Koerich Junior / Scortecci Editora
    • Assembleias de Condomínios – Aspectos Jurídicos – Walter João Jorge Jr
    • Condomínio – Jota Nascimento Franco, Editora Revista dos Tribunais
    • Condomínio – João Batista Lopes, Editora Revista dos Tribunais
    • Sou síndico, e agora – Cristiano de Souza Oliveira
    • Técnicas de Inspeção e Manutenção Predial – Tito Lívio Ferreira Gomide, Flávia Zoega Andreatta Pujadas e Gerônimo Cabral Pereira Fagundes Neto, Editora Pini
    • Inspeção Predial, check-up predial: Guia da boa Manutenção – IBAPE Instituto Brasileiro de Avaliação e Perícia de Engenharia de São Paulo

    Fonte: http://condominiosc.com.br

    6 dicas de decoração usando cordas

    Quer usar cordas na decoração e não sabe bem por onde começar? Conheça alguns exemplos lindos e copie agora mesmo!

    Os últimos anos tem lançado tendências que têm cada vez mais o pé na natureza e nos elementos que remetem a ela. Depois da madeira, da palha e das plantas nos mais diversos ambientes, a corda é o novo item paixão de quem ama uma decoração mais criativa, moderna e ousada. Pensando nisso, separamos as ideias mais legais que vimos por aí para que você possa se inspirar e criar um ambiente lindo!

    O mercado tem se inspirado nas cordas para ir além de itens decorativos. Hoje em dia, é possível ver esse tipo de referência em móveis como poltronas e cadeiras estilosas. Seja no encosto do assento ou até mesmo nos descansos de braço, o preenchimento com cordas ajuda a arrematar com elegância e charme o móvel, sem perder conforto e beleza.

    Outro item que já é paixão de quem curte ter plantas no ambiente são os suportes de vasos artesanais. Da sala de estar à área externa, é possível pendurá-los para trazer mais leveza ao espaço, deixando tudo mais agradável e aconchegante. Para os amantes de cores neutras, cordas de tom branco cru são as ideais, principalmente se combinadas com marrom, branco ou preto. Já para quem gosta de dar um destaque colorido na decoração, vale investir em vasos neutros, mas suportes com corda em tonalidades acesas e vibrantes. Ajuda a trazer mais alegria e modernidade ao cômodo.

    Ainda que a decoração com corda pareça combinar mais com áreas externas e salas, é possível trazer esse tipo de elemento para o quarto sem medo! Uma das dicas é criar uma moldura para espelho com elas. Fica lindo, combina com diversos tipos de ambiente e é um acessório único e cheio de personalidade. Dá até mesmo para tentar criar a sua própria versão utilizando materiais comprados em lojas de decoração e artesanato. Vale também arriscar em espelhos com formatos diferentes.

    Uma dica, mil possibilidades. Que tal uma estante moderna com prateleiras de madeira unidas por cordas? Funciona em qualquer tipo de ambiente, ajuda a manter as coisas organizadas e bonitas. Nesta referência, temos uma utilizada especialmente para o banheiro, como suporte para toalhas limpas, produtos de higiene, entre outros. Dá até para imaginar uma dessas no quarto, para guardar maquiagens, perfumes e demais itens de beleza que são utilizados com frequência no dia a dia.

    Se você gosta de recordar momentos importantes, vai curtir essa dica. Que tal um mural de fotos feito com uma corda ou barbante colorido? Nem precisa furar as paredes se não desejar, pois uma fita dá conta do recado e deixa tudo firme no lugar. Basta comprar uma porção de pequenos prendedores e anexar todas as suas recordações como em um varal de roupas. Vale fotos, bilhetes, ingressos de eventos e shows e todo tipo de coisa que te traga boas lembranças sempre que passar em frente.

    Apoiadores de copos e panelas também dão as caras quando o assunto é decoração com cordas na cozinha. Além de ajudar a proteger os móveis do calor e da umidade, eles são charmosos e ajudar a deixar a mesa ainda mais bonita para o jantar. Colocar a imaginação para funcionar é a melhor forma de testar estilos novos na sua casa ou até criar suas peças exclusivas através de materiais simples de encontrar por aí.

    Fonte: https://www.imovelweb.com.br

    Lei do Inquilinato: entenda quais são os direitos e deveres do inquilino

    Lei de 1991 é fundamental para quem quer alugar um imóvel

    Comum a toda transação imobiliária, o contrato é algo fundamental para que fiquem estabelecidas as garantias legais do inquilino, do proprietário e da imobiliária durante o período de locação. Todas as cláusulas são baseadas inteiramente na Lei Federal nº 8.245, de 1991, mais conhecida como Lei do Inquilinato.

    O contrato é parte fundamental para qualquer transação imobiliária (Foto: Shutterstock)

    A lei teve sua última alteração em 2012 e estabelece uma série de direitos e deveres fundamentais ao locatário, para que assim seja firmado um acordo justo e seguro entre as partes envolvidas. Confira os principais:

    Direitos

    1 – Receber o imóvel em perfeito estado;

    O inquilino tem o direito de receber o imóvel plenamente habitável (Foto: Shutterstock)

    O inquilino tem o direito de receber o imóvel em condições de ser usado ao que se destina, podendo inclusive reclamar junto à imobiliária pela rescisão do contrato caso considere o ambiente inabitável.

    Pensando nesse direito, as imobiliárias fornecem o benefício a um laudo de vistoria prévia ao inicio de vigência do contrato. É nesse documento que ficam registradas as condições iniciais do imóvel, que devem estar de comum acordo entre o locador e o locatário.

    2 – Isenção de despesas extraordinárias do condomínio;

    O inquilino deve arcar apenas com despesas ordinárias (Foto: Shutterstock)

    Caso o imóvel seja parte de um condomínio, o locatário tem o dever de arcar apenas com as taxas ordinárias, ou seja, as que se referem a gastos rotineiros de manutenção, como pagamento de salários, limpeza, zeladoria e reposição de fundo reserva.

    Já as despesas extraordinárias, aquelas oriundas de gastos atípicos à zeladoria rotineira do condomínio, como reformas estruturais e indenizações trabalhistas, são de responsabilidade do locador.

    O não cumprimento dessa resolução se configura como contravenção penal, punível com multa ou prisão.

    3 – Indenização por reformas e benfeitorias

    O inquilino tem o direito ao reembolso em caso de benfeitoria necessária (Foto: Shutterstock)

    Todo inquilino tem o direito de ser ressarcido caso seja preciso um reparo no imóvel, desde que a reforma se enquadre na modalidade de “benfeitoria necessária”, como é estabelecido nas cláusulas da Lei do Inquilinato.

    O artigo 35, da seção VI da lei, estabelece como benfeitoria necessária aquelas que mantém a condição de uso do imóvel, isto é, reformas estruturais, como instalações elétricas, reparos no encanamento etc.

    Benfeitorias voluptuárias, que dizem respeito à estética do imóvel, não são indenizáveis e devem ser feitas somente com autorização prévia e comprovada do proprietário.

    4 – Solicitar comprovantes de pagamento com discriminação de despesas;

    Se julgar necessário, o inquilino pode exigir recibos de pagamento (Foto: Shutterstock)

    Caso necessite, o locatário pode exigir junto à imobiliária ou ao proprietário recibos discriminados do pagamento das despesas que tem por responsabilidade. No recibo de mensalidade do condomínio, por exemplo, devem vir relatadas as particularidades de cada gasto, com a distribuição exata de valores.

    O direito é importante para que não haja fraude, cobranças indevidas ou repasses ilegais de valores. O inquilino pode, inclusive, tirar eventuais dúvidas que tiver, além de denunciar como crime de ação pública caso perceba algum movimento financeiro não discriminado em contrato.

    5 – Preferência de venda

    O inquilino tem prioridade, caso o proprietário decida vender o imóvel (Foto: Shutterstock)

    “No caso de venda, promessa de venda, cessão ou promessa de cessão de direitos ou dação em pagamento, o locatário tem preferência para adquirir o imóvel locado”. É o que diz o artigo 27 da seção V da Lei do Inquilinato, que estabelece como direito ao locatário a prioridade na opção da compra, caso o proprietário decida vender o imóvel.

    O artigo prevê também que o locatário seja tratado em igualdade de condições com qualquer comprador em potencial, ou seja, não podendo lhe ser oferecido valores ou circunstâncias de negócio diferenciadas.

    O inquilino que não manifestar interesse na compra do imóvel em até trinta dias após o aviso de venda deixa de ter prioridade e tem o período estabelecido em contrato para se mudar.

    Deveres

    1 – Pagar pontualmente o aluguel e demais despesas de locação;

    Pagar o aluguel em dia é fundamental para que direitos sejam garantidos (Foto: Shutterstock)

    O primeiro dever de um inquilino é se manter em dia quanto ao pagamento do aluguel, condomínio e outros gastos estabelecidos no acordo de locação. A forma de pagamento também deve seguir o que foi discriminado na celebração do contrato, assim como datas e condições em caso de atraso.

    O locatário que não cumprir com essa responsabilidade pode ser punido com Ação de Despejo ou outra sanção prevista em contrato, além de ter que pagar o que deve ao proprietário com os juros previstos no acordo de locação.

    2 – Servir-se do imóvel apenas para o uso presumido

    O inquilino deve usar o imóvel somente para o que ele se destina (Foto: Shutterstock)

    Esse é um dever que costuma gerar muita dúvida e conflito entre as partes envolvidas no acordo de locação. Muitos inquilinos pensam que, a partir do momento em que o contrato passa a ter vigência, poderão usar o imóvel como bem entender, no entanto, a utilização é vedada somente ao que é presumido em contrato.

    O locatário não pode, portanto, fazer uso de um imóvel comercial como se fosse residencial, valendo o mesmo para o contrário. Além disso, o locatário tem o dever de tratar o imóvel como sua especificidade exige, ou seja, uma casa deve ser mantida como uma, valendo-se novamente do que está descrito em contrato.

    3 – Devolver o imóvel no estado em que recebeu

    O inquilino que não devolver o imóvel como recebeu pode ser multado (Foto: Shutterstock)

    Assim como o inquilino deve pagar as despesas de locação em dia e usar o imóvel somente para o propósito estabelecido em contrato, é seu dever restituí-lo no mesmo estado em que o encontrou no início da locação. Da mesma forma que é feita antes da mudança, a imobiliária fará uma vistoria final, levando em conta as condições registradas anteriormente.

    O locatário que não devolver o imóvel da mesma forma que o recebeu tem o período estabelecido em contrato para fazer os reparos necessários. Caso não sejam feitos, o inquilino pode ser multado ou ter parte de seu caução retido.

    4 – Pagar as despesas de telefone, luz e demais serviços contratados

    Despesas com serviços contratados são de responsabilidade do inquilino (Foto: Shutterstock)

    A partir do momento que o locatário inicia sua estadia no imóvel, todos os serviços contratados passam a ser de sua responsabilidade, sendo necessária, inclusive, a troca de titularidade das contas, de modo que as cobranças sejam feitas diretamente no seu nome.

    Muitas imobiliárias estabelecem um período no início da locação para o inquilino fazer a troca de titularidade, incluindo uma punição com multa caso o serviço não seja efetuado. Também é comum que o contrato determine uma autorização prévia do proprietário antes da contratação de serviços que possam modificar a estrutura da casa, como instalação de antenas etc.

    5 – Respeitar os regulamentos do condomínio

    As leis do condomínio devem ser respeitadas pelo inquilino (Foto: Shutterstock)

    É comum inquilinos pensarem que não têm responsabilidades para com o condomínio, uma vez que eles não são proprietários do imóvel que está sob regimento. Entretanto, a Lei do Inquilinato estabelece como dever do locatário o total cumprimento do código de regras estabelecido pela empresa que administra o condomínio.

    Caso o imóvel passe por punição em decorrência do descumprimento de alguma regra, é o inquilino quem deve arcar com tal responsabilidade, seja ela uma multa ou sanção de outra natureza.

    Para que os direitos e deveres sejam mantidos e a Lei do Inquilinato cumprida de acordo com o que é estabelecido em suas cláusulas é preciso que todo o acordo de locação seja feito com transparência e responsabilidade. Por isso, é importante ler o contrato atentamente e não hesitar em reclamar junto à imobiliária caso algo não esteja em consenso com o que é determinado pela legislação.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Cenário econômico é favorável à compra de imóvel

    Recuo no preço de venda nos dois últimos anos representa boa oportunidade para investimentos

     Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas
    Ilustração/EM

    O recuo no preço dos imóveis aponta que ainda há um bom espaço para investir no setor. De acordo com pesquisa recente, realizada pela FipeZap, o valor de venda de imóveis no Brasil apresentou queda pelo segundo ano consecutivo. Para se ter uma ideia, desde 2008, quando o índice passou a ser divulgado, somente nos anos de 2017 e 2018 houve recuo no preço de comercialização. Vinícius Costa, presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), explica que vários fatores influenciam na queda do preço dos imóveis. “Entre eles está a própria economia, que, oscilando, acaba por retirar um pouco da confiança do comprador, independentemente do objetivo de aquisição, seja para morar ou investir, o que representa imobilização do capital.”

    Vinícius ressalta que fatores como o desemprego, que afeta diretamente a capacidade do comprador de honrar com o negócio que pretende firmar, modificações nas regras do setor, que tendem a dificultar o acesso aos financiamentos habitacionais, acompanhadas de alta na taxa de juros, também contribuem para o aumento do estoque de imóveis, resultando em queda nos preços. “E quanto maior a oferta de imóveis, menor será o preço médio praticado”, afirma o presidente da ABMH.

    O executivo esclarece que, para quem quer investir em imóvel na planta, é importante ter conhecimento de que uma nova regra para rescisão de contrato está valendo desde dezembro de 2018 com a promulgação da Lei 13.786. “Considerando os fatores externos (economia e desemprego, por exemplo) e diante do fato de que o investimento em imóvel na planta é de médio a longo prazo, o comprador, seja para moradia, seja para revenda, deve tomar cuidado com a possibilidade de perda de valores – que podem superar 50% do valor investido – em caso de rescisão do contrato. Assim, o investimento pode acabar se tornando um verdadeiro pesadelo”, alerta.

    Segundo ele, para quem quer investir em imóveis e recuperar o capital a médio prazo, o cenário de queda de preços não é dos piores. “Tendo dinheiro na mão, é mais fácil negociar com o vendedor, principalmente se este tiver um bom número de unidades imobiliárias estocadas. Adquirir um imóvel por um preço mais baixo e obter dele lucro mediante revenda ou locação é uma forma de recuperar o investimento feito”, garante.

    Vinícius diz que depois de passados dois anos seguidos de queda no preço dos imóveis, os investidores do mercado da construção civil e também em negócios imobiliários esperam que haja uma melhora no setor para que o lucro volte a ser a palavra para esse mercado. Quem visa adquirir um imóvel para revenda terá como objetivo o retorno de todo o capital investido acrescido de lucro. “Mas para que isso ocorra terá de aguardar a melhora do mercado e também pesquisar bastante sobre o negócio que fará para não entrar em áreas saturadas, que não retornam o investimento.”

    Ele ressalta que já o perfil de quem compra para locação, em Belo Horizonte, por exemplo, tem um cenário mais interessante em razão no aumento médio da locação na cidade. “Esse tipo de investimento não direciona o capital em parcela única, como ocorre na revenda, mas em parcelas mensais que servirão para recompor o capital ou até mesmo para o sustento do próprio investidor.”

    Vinícius considera que também é um cenário favorável para quem pretende trocar de imóvel e tem recursos próprios. “É possível, às vezes, barganhar em cima das permutas, ou até mesmo somente sobre a nova aquisição, pois para quem vende, sair da situação de capital imobilizado para recurso na mão é muito mais atraente, ainda que o lucro não seja aquele que se esperava.”

    O presidente da ABMH diz que, para 2019, ainda não há como prever como o mercado imobiliário reagirá. “O certo é que o setor de habitação, ainda assim, consegue sobreviver a crises e gera oportunidades para todo mundo, bastando apenas demandar tempo e estudo para concretizar um bom investimento, ou a realização do sonho da casa própria.”

    CONDOMÍNIOS 

    Um setor que também desperta interesse é o voltado para lotes em condomínios fechados. Atualmente, esses empreendimentos já estão parcialmente regulamentados pelo Código Civil e pela Lei de Parcelamento de Solo (Lei 6.766/79), cabendo ainda a cada município legislar sobre a implementação de referidos loteamentos em seus limites. “O interessante desse tipo de negócio é que o investidor que compra o lote ganha na revenda com o valor agregado pela infraestrutura fornecida pelo loteador. Já o comprador para fins de uso próprio ganha com a possibilidade de residir em locais não tão urbanizados, com segurança privada e qualidade de vida fora do caos das grandes cidades. Um caminho que tem se tornado cada vez mais comum para os consumidores finais”, ressalta o executivo.

    Por outro lado, Vinicius chama a atenção dos investidores para a Lei 13.786/18, que também modificou a forma de resolução desses contratos, ‘o que pode implicar em caso de quebra antes de sua conclusão na perda de grande parte do valor investido e, com isso, o negócio que se vislumbra em um primeiro momento interessante pode passar a ser um verdadeiro pesadelo”.

    Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

    Condomínio pode obrigar morador a tirar tela de proteção?

    Equipamento de segurança deve seguir o padrão do local

     

     

    Equipamento de segurança deve seguir o padrão do local

     

     

    Um item de segurança bastante comum em condomínios é a tela de proteção.

    A princípio, a instalação da tela não configura em alteração da fachada, sendo sua presença bastante comum em diversos condomínios.

    Depois de uma decisão judicial largamente divulgada, ficou a dúvida: o condomínio pode obrigar um morador a retirar o item de segurança?

    O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat explica que a tela deve seguir o padrão decidido em assembleia, e dá os pormenores do assunto em seu vídeo dessa semana.

    Confira!

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Conheça o kit vistoria e fique preparado para visitar um imóvel

    Quarto episódio da série “Busca pelo Imóvel” lista ferramentas fundamentais para ter em mãos no dia da visita

    Depois de muito procurar por um imóvel em sites de busca, você finalmente encontrou aquele que vale a pena ser visitado. O momento da vistoria chegou e pode parecer uma tarefa simples, mas para que nenhuma surpresa ocorra depois da assinatura do contrato é importante estar atento e levar em conta aspectos que às vezes passam despercebidos.

    Sabendo da importância dessa etapa, o quarto episodio da série “Busca pelo Imóvel” fala sobre o “kit vistoria”, uma ideia pensada no aproveitamento máximo do tempo de visita. Não conhece? Sem problemas! Assista ao vídeo e se informe:

    Além das dicas apresentadas no episódio, vale a pena levar outras ferramentas que podem ser muito úteis. São elas:

    1 – Lanterna

    vistoria
    A lanterna pode ser útil quando a energia do imóvel estiver cortada (Foto: Pexels)

    Como foi dito no vídeo, muitas vezes o imóvel está com a energia elétrica cortada, principalmente se ele estiver a venda. Por conta da falta de luz, muitos detalhes podem ficar escondidos, como rachaduras, sinais de infiltração, manchas no azulejo etc.

    Para reverter isso, é válido levar uma lanterna ou qualquer outro objeto que emita luz e te auxilie a enxergar melhor os detalhes durante a vistoria.

    2 – Trena


    A trena é ótima para se certificar quanto a veracidade do memorial descritivo (Foto: Pexels)

    A trena é importante sobretudo para se certificar sobre o acabamento do imóvel. Você pode utilizá-la para medir de uma ponta a outra a parte de cima da porta. Se a medida não for a mesma nas duas extremidades, significa que a porta não foi bem instalada, provavelmente sem se atentarem à retilineidade no momento da instalação.

    Caso você tenha o memorial descritivo do imóvel em mãos, a trena também pode ser útil na medida dos ambientes como um todo, de modo que você possa se certificar se tudo saiu conforme o previsto no projeto.

    Com todas essa dicas você evita dores de cabeças futuras e se prepara para entrar sem medo na decisão de fechar negócio e ficar com o imóvel que mais te agradar.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Checklist para assembleia

    Saiba o que fazer para o encontro ser bem sucedido e evitar impugnação

    Saiba o que fazer para o encontro ser bem sucedido e evitar impugnação

    A assembleia é o grande momento de decisão da vida condominial. É ali que se aprovam as contas do período anterior, que se opta por uma obra, que se decide qual será o próximo síndico do condomínio. Enfim, um momento de suma importância para a sua comunidade.

    Além de ser importante, o encontro custa dinheiro e energia de todos. Geralmente há a necessidade de um colaborador da administradora do condomínio, que é remunerado.

    E como tudo que é importante pede algumas regras a serem seguidas, com a assembleia não seria diferente. O não cumprimento dessas regras pode ocasionar, inclusive, na impugnação da mesma – algo que o síndico deve tentar evitar.

    “A verdade é que a assembleia está sempre vulnerável a isso. O fundamental, principalmente para o síndico, é se ater e seguir as normas do encontro, evitando errar na parte técnica”, ensina o advogado e especialista em condomínios Alexandre Marques.

    Para você não ficar confuso e nem ansioso para a próxima assembleia, elaboramos um checklist com tudo o que deve ser observado antes, durante e depois do encontro. Assim, fica mais difícil deixar um erro qualquer passar, certo?

    ANTES DA ASSEMBLEIA

    1. Elaboração da convocação
    2. Materiais extras se necessário

    O edital de convocação deve ser feita em acordo com a lei e com a convenção do condomínio.

    “O primeiro passo é o síndico estar a par da convenção e do que a mesma diz sobre a convocação. Prazo, chamada, lista de presença, tudo isso deve ser obedecido”, explica Fernando Zito, advogado especialista em condomínios.

    Além de obedecer prazos estabelecidos, é importante ficar de olho também na maneira que a convocação é redigida.

    “O síndico deve poder contar com a administradora para uma convocação bem-feita. Depois de consultar a empresa, o ideal é que procure o advogado do condomínio, para que ele ajude na redação da convocação, evitando assim impugnação futura por causa de uma ‘tecnicalidade’”, ensina Alexandre Marques.

    Um bom exemplo sobre isso são as assembleias de destituição do síndico. Via de regra, são pedidas pela massa condominial, e a redação da convocação merece muito cuidado.

    “É importante que na convocação conste que o síndico terá a oportunidade de se explicar para os condôminos, a possibilidade de renunciar e se o novo síndico terá um mandato completo ou apenas irá cumprir um mandato complementar”, explica.

    Isso porque o síndico tem direito a se explicar e a renunciar, e se o edital de convocação já prevê isso, o síndico não pode alegar, em uma ação judicial no futuro, que não teve a oportunidade da fazê-lo.

    Materiais extras

    Outro ponto importante na convocação é se haverá alguma obra ou benfeitoria a ser aprovada na reunião: o documento deve constar a informação e como será feito o pagamento: se por meio de cotas extras ou pelo uso de algum fundo, como o de reserva ou de obras.

    “Caso isso vá acontecer, o síndico já pode disponibilizar, junto com a convocação, material de apoio para os condôminos, até para que todos possam se familiarizar com as empresas que serão escolhidas. Orçamento e escopo de cada empresa, por exemplo, ajudam bastante. Se for algo que precise ser olhado ‘ao vivo’, como amostras de piso ou de cores, as mesmas podem ficar expostas no salão de festas, para agilizar no momento da assembleia”, ensina Rosely Schwartz, professora do curso de administração condominial da Escola Paulista de Direito (EPD).

    Vale o mesmo para, por exemplo, uma assembleia de aprovação de contas: o ideal é que os condôminos recebam o material antes, para poderem checar com antecedência e preparar suas perguntas para a ocasião.

    NO DIA DA ASSEMBLEIA

    Antes da assembleia começar

    1. Lista de presença assinada
    2. Lista dos inadimplentes

    É fundamental que no dia da assembleia o funcionário da administradora conte com uma lista dos condôminos que estão em dia e que não estão quites com o condomínio.

    “Contar com um funcionário da administradora na entrada, para colaborar com a assinatura da lista de presença e também para lidar com os inadimplentes é importante”, argumenta Fernando Zito.

    Isso porque, na grande maioria dos casos, os inadimplentes não podem votar em assembleias – a não ser em pautas que impactem em direito de propriedade, como vagas de garagem, alteração na destinação de uso de áreas comuns, entre outras.

    “Caso um condômino inadimplente queira participar da assembleia, o mesmo pode fazê-lo. O que não pode é votar – a não ser em assuntos de direito de propriedade”, explica Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

    O ideal, nesse caso, é que o funcionário explique a pessoa, com tato, que ela não está quite com o condomínio e não dê cartões ou controles de voto.

    Durante a assembleia

    1. Começo da assembleia
    2. Respeitar o tempo estipulado para primeira e segunda chamada
    3. Conferência das procurações
    4. Eleição do presidente da mesa e do secretário
    5. Seguir discussões conforme a pauta
    6. Votação clara

    É nesse momento também que se conferem as procurações, e se as mesmas cumprem os requisitos pedidos pelas regras do condomínios.

    “Em alguns, há limite do número de procurações que um representante pode portar, em outros, síndico e conselho não podem representar outras pessoas. Há ainda casos dos condomínios que pedem firma reconhecida”, aponta

    Após esse momento, deve-se respeitar o período de primeira e segunda chamada (que devem constar na convenção do condomínio), é o momento de eleger presidente e secretário da assembleia.

    “É importante que os mesmos sejam votados e não apenas indicados por alguém. Também deve ser respeitado o que diz a convenção se síndico ou conselheiros podem ocupar essas vagas”, explica Rosely Schwartz.

    Com secretário e presidentes definidos, começa-se a discussão da assembleia. O correto é seguir a ordem dos assuntos conforme estabelecido pela convocação.

    Durante a votação, é imprescindível que não haja dúvidas sobre a decisão tomada pela maioria – e que os votos sejam contados conforme o previsto na convenção, se por unidade ou fração ideal.

    “Caso haja alguma dúvida, principalmente nos casos em que a votação se dá com os presentes levantando as mãos, o ideal é que a mesma seja repetida. E se houver inadimplentes no local, os mesmos só podem votar em matérias que digam respeito a direito de propriedade. Em outros assuntos, eles não podem votar”, alerta Alexandre Marques.

    DEPOIS DA ASSEMBLEIA

    1. Elaboração da ata
    2. Assinatura da mesma pelo presidente da mesa
    3. Envio da ata para os moradores dentro do prazo estipulado pela convenção
    4. Registro em cartório da ata

    Com a assembleia finalizada, é o momento de fazer a elaboração da ata, atribuição esta do secretário da mesa.

    Geralmente essa função cabe ao funcionário da administradora destacado para acompanhar a reunião.

    “A ata deve refletir o que aconteceu no local. Deve escrever em linhas gerais e objetivas, não pode ser nem muito prolixa e nem muito resumida”, aponta Alexandre Marques.

    Se algum condômino pede para que a sua fala seja registrada em ata, o correto é que isso seja feito.

    Depois disso, o presidente da mesa deve assinar a ata e, então, a mesma deve ser enviada a todos os condôminos.

    “É uma forma de tornar público o que foi decidido na assembleia, principalmente para aqueles que não foram”, ressalta José Roberto Graiche, diretor da administradora Graiche.

    Depois do envio da ata a todos, o que foi decidido em assembleia deve ser seguido por todos daquela comunidade.

    “Isso só muda se tiver sido aprovado alguma mudança que influencie públicos externos, como bancos, fornecedores, etc. Nesse caso, para esses terceiros, é importante que a ata seja também registrada em cartório”, ensina Alexandre Marques.

    O QUE NÃO FAZER NA ASSEMBLEIA

    É fundamental saber o que fazer em uma assembleia do tipo. Mas ter conhecimento sobre o que não deve ser feito é também bastante importante. Veja abaixo alguns erros que podem atrapalhar a vida do síndico e/ou culminar em uma impugnação

    • Deliberar em “assuntos gerais”: A grande maioria das assembleias conta com a pauta “assuntos gerais”. É um momento para troca de ideias, sugestões e críticas sobre a vida em condomínio. Não é, porém, o momento para se deliberar sobre nenhum assunto.
    • Expor nome de inadimplentes: O síndico deve, sim, prestar contas sobre os devedores do condomínio, principalmente em assembleia. O ideal, porém, é sempre se referir ao número e bloco da unidade, evitando citar o nome de quem não está em dia com o condomínio. Dessa forma, evita-se problemas com danos morais no futuro
    • Decidir itens que não estavam na pauta: muita gente acredita na máxima “a assembleia é soberana”. Ela realmente é, mas tem suas limitações. Não é porque há um quórum alto no encontro que pode-se aproveitar para decidir pela aprovação de uma obra, por exemplo. Todos devem ter a oportunidade de saber previamente o que será decidido na assembleia e, assim, optarem por tomar parte dessa decisão.
    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Zelador e acúmulo de função

    Saiba como evitar o que pode se transformar em um grande passivo trabalhista

    Saiba como evitar o que pode se transformar em um grande passivo trabalhista

    zelador, ou gerente predial, pode ser uma grande ajuda para o condomínio. Isso porque ele é o braço operacional do gestor no dia-a-dia do condomínio.

    É necessário, porém, ficar de olho nas atividades exercidas pelo colaborador, para evitar que o condomínio tenha que lidar com um passivo trabalhista.

    Rodrigo Karpat, advogado especializado em condomínios, explica, no vídeo abaixo, como deve ser o contrato de trabalho do funcionário para evitar problemas e também a forma que o síndico deve agir com relação ao exercício de outras funções durante o horário de trabalho.

    Confira!


    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Veja como escolher revestimentos para a cozinha

    Arquitetas explicam o que levar em conta na hora de comprar o material

    A cozinha é um ambiente especial dentro de uma casa. É lá que preparamos nossas refeições e, não raro, onde as pessoas ficam à nossa volta ansiosas enquanto os pratos ficam prontos.  Esse espaço precisa ter uma decoração que reflita a personalidade do morador, mas também é necessário que seja prática. Os revestimentos para cozinha precisam estar preparados para resistir a mistura constante de temperaturas e resíduos próprios da preparação de alimentos.


    Projeto da Leila Dionizios Arquitetura em que ela usa pastilhas para revestir a parede (Foto: Divulgação)

    A arquiteta Leila Dionizios diz que há uma série de revestimentos que podem embelezar a cozinha de forma rápida e prática. “Ladrilhos, cerâmicas e pastilhas são algumas opções, mas também é possível encontrar até adesivos de parede para cozinha. São super fáceis de instalar”, afirma.

    Sobre as cores dos revestimentos, ela comenta que os tons amarelo, laranja e vermelho combinam bem com o ambiente e, segundo a psicologia das cores, despertam a fome.  Ela alerta que os móveis devem ser combinados com o revestimento para que o espaço não fique muito escuro.

    Segundo a arquiteta Flávia Sá, os revestimentos mais utilizados em cozinha são cerâmica e porcelanato. Ela explica que o morador precisa optar pelos revestimentos para chão e parede que sejam mais fáceis de limpar e resistentes à água.

    O preço entre os modelos não está relacionado à qualidade, mas sim com a inovação tecnológica e a marca, comenta Flávia. Ela fala que a maior preocupação na hora da escolha deste tipo de material é ter atenção às informações do fabricante sobre o local de uso e a contratação de mão de obra especializada para instalação.  Também deve ser observada qual a argamassa indicada pelo fabricante.

    Inspire-se:


    (Foto: Shutterstock)

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    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

     

     

    Cabeceiras estofadas deixam quartos mais confortáveis

    Modelos e tipos de materiais são diversificados para combinar com qualquer ambiente

    Escolher a cama box mais adequada para o quarto de casal é importante, assim como um colchão confortável, afinal serão anos de uso. Mas tem um detalhe que muita esquece: a cabeceira. Ela não é luxo ou mera composição, além de agregar à decoração, serve para trazer mais conforto aconchego ao ambiente.

    Hoje são inúmeros modelos, porém as estofadas estão ganhando cada vez mais espaço. O tamanho depende do que se pretende. Tradicionalmente, são horizontais, um pouco mais largas que a cama e numa altura suficiente para o casal sentado encostar. Mas podem até ser colocadas comum painel vertical até o teto, por exemplo.

    Entre os modelos principais das cabeceiras estofadas estão as de botonê (mais usadas), que têm botões para formar saliências, e capitonê, com o estofado divido por fios que geram retângulos salientes.

    Preste atenção nas dicas da arquiteta Carina Korman, Korman Arquitetos:

    Escolha

    Primeiro a pessoa deve pensar o que quer para o quarto. Se for apenas praticidade e estética, os modelos em madeira ou MDF resolvem. As cabeceiras estofadas são para quem dá preferência ao conforto. É importante considerar que, em muitos casos, a cabeceira pode se tornar o elemento principal do quarto.

    Tecidos

    Para revestir a cabeceira, o importante é considerar um tecido mais rígido e, por consequência, mais resistente. Ultrasuede, o couro natural e couro sintético são tecidos firmes e fáceis para limpar. Tecidos tramados – desde que produzidos com trama rígida – tendem a não abrir facilmente.

    Volume

    A espessura da cabeceira vai ao encontro da área útil do quarto. Caso seja muito espessa, a cama acaba indo mais para frente e tomando espaço. Sendo um quarto menor, a recomendação é escolher uma cabeceira mais fina. Se for espaçoso, pode-se trabalhar com mais volume.

    Cores

    O tom da cabeceira não necessariamente precisa ser o mesmo da cama e dos demais móveis do quarto. Por ser uma peça de destaque, é até possível ousar, colocando um tom completamente diferente ou, até mesmo, uma estampa ou madeira. A premissa é que a cabeceira precisa combinar com o estilo do ambiente em que está.

    Tamanho

    Não há uma regra que determine um tamanho ideal, apenas alguns parâmetros que devem ser seguidos. Em linhas gerais, a cabeceira pode compreender a largura de parede a parede ou acompanhar o tamanho da cama. O que não pode é uma cabeceira inferior à largura da cama. Na altura, também não há limitações. A recomendação é que, quando o morador estiver sentado, seja possível obter o apoio completo das costas. Assim,  a altura mínima deve ser de 1,10 metro.

    Inspire-se:


    (Foto: Shutterstock)

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    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

     

     

    Como usar o WhatsApp na gestão do condomínio

    Uso do aplicativo tem prós e contras, entenda como empregá-lo da melhor forma

     

    Uso do aplicativo tem prós e contras, entenda como empregá-lo da melhor forma

    “Eu te mandei um ‘zap’, você viu?”

    Essa pergunta, cada vez mais comum em todos os tipos de ambientes, chegou também na esfera da gestão condominial.

    Apesar da larga oferta de aplicativos de gestão e comunicação específicos para os condomínios, muitos síndicos usam o WhatsApp para se comunicar com moradores, funcionários e outros participantes da administração do condomínio.

    Com isso, a pergunta acima pode estar cada vez mais presente na vida do síndico ao entrar no elevador, encontrar um vizinho na garagem ou ao chegar no condomínio para uma reunião.

    Existem diversas maneiras de usar o aplicativo de mensagens na gestão do condomínio, e não há uma resposta definitiva sobre se o uso é positivo ou não para todos os empreendimentos.

    O que é unanimidade entre os ouvidos pelo SíndicoNet, porém, é que o WhatsApp não deve ser o canal oficial de comunicação entre a administração e os moradores.

    “O ideal é que o síndico deixe claro, desde o primeiro dia, qual é esse canal e estimule os moradores a se comunicarem com ele por ali, sempre que possível”, explica a síndica profissional Taula Armentano.

    O canal oficial pode ser um e-mail, um aplicativo do próprio condomínio, o livro de ocorrências, o site do condomínio, entre outros.

    “Prefiro utilizar os aplicativos próprios para a comunicação em condomínio, acho que fica mais organizado”, argumenta o síndico profissional Paulo Ribeiro.

    E, assim como no WhatsApp, é fundamental que o síndico não deixe o morador sem resposta.

    Como se comunicar bem usando o WhatsApp na gestão do condomínio

    Em 2017, o Brasil já contava com mais de 120 milhões de usuários do WhatsApp. Essa facilidade de poder se comunicar em tempo real com seus contatos pode ser um ponto positivo para a gestão condominial.

    Além da forma privada – mensagem direta entre duas pessoas – há duas maneiras de se comunicar pelo WhatsApp: listas de transmissão ou grupos.

    Na lista de transmissão, o síndico agrega os contatos que devem receber as informações enviadas por ele. Só o dono da lista de transmissão consegue mandar mensagens. (Veja abaixo sobre como fazer uma lista de transmissão no WhatsApp)

    Ao receber uma mensagem, o contato consegue responder para o síndico, só que de forma privada - as outras pessoas da lista não conseguem trocar impressões e também não sabem quem são os outros integrantes da lista de transmissão.

    “Gosto de usar a lista de transmissão como uma forma de comunicação oficial, que é sempre combinada com outras mídias. Combinamos a lista com um jornalzinho, mandamos e-mail. Cada um tem uma forma favorita de se manter informado sobre as melhorias do condomínio.

    Essa forma, porém, não é unanimidade também.

    “Não gosto muito de lista de transmissão, justamente porque não permite um diálogo entre as partes. Prefiro o formato de grupo, mesmo que tenha a necessidade de explicar as regras e de ter uma disciplina rígida sempre”, explica o síndico profissional Nilton Savieto.

    Já os grupos podem ser criados por um administrador e ir agregando mais pessoas. O limite atual de um grupo do tipo hoje é 256 participantes.

    No grupo, as pessoas podem interagir entre si, responder a perguntas uns dos outros, e é uma forma mais democrática de comunicação.

    Deve haver, porém, muita atenção a quem é adicionado ao grupo, uma vez que um grande volume de informações sobre o empreendimento e seus moradores passa por ali.

    Apesar de ser mais democrático, o grupo tem um ponto crítico para a vida cada vez mais corrida: o volume de mensagens pode ficar muito grande, impossível de acompanhar.

    Cuidados e regras para grupos de WhatsApp no condomínio

    Como tudo em condomínio, é fundamental que o grupo de WhatsApp tenha regras claras de uso.

    “De todos os condomínios que administro, temos grupo com moradores apenas em um. Funciona bem porque não permitimos coisas como “bom dia” e “boa noite”, “feliz aniversário” memes, política, religião. O grupo é para falarmos do condomínio, especificamente”, explica Nilton.

    Além de deixar claras as regras, é dever do síndico, ou administrador, fazer com que as mesmas sejam cumpridas.

    “Quando alguém manda algo indevido no grupo, peço, no privado, para apagar. Atualmente tenho pouquíssimos problemas com isso. Hoje, quando ocorre algo do tipo, a pessoa já apaga a publicação e pede desculpas antes mesmo que eu veja”, relata ele.

    Evitar esse volume de mensagens desnecessárias ajuda muito o grupo a fluir como se deve: uma forma rápida de se comunicar com a gestão do condomínio.

     “O síndico deve ter disponibilidade para atender os condôminos, para tirar dúvidas de funcionários, para conversar com o conselho. Mas, principalmente, deve ter agenda para trabalhar. A comunicação tem um papel central na minha gestão. Mas acho que grupo com os moradores pode dar uma expectativa de resposta sempre rápida, o que pode prejudicar outras áreas da gestão”, argumenta Taula.

    O síndico profissional Fulvio Stagi explica que por cuidar de diversos condomínios evita, ao máximo, o uso de grupos do tipo.

    “Os moradores têm meu número de WhatsApp e podem entrar em contato comigo. Mas acompanhar grupo de cada condomínio, seria difícil”, argumenta ele que, só como síndico profissional, cuida de 18 empreendimentos.

    Veja abaixo algumas regras para usar no grupo do seu condomínio!

    (Copie e cole no grupo e adapte as regras como achar necessário)

    • Esse grupo destina-se a comunicação referente a problemas, sugestões, elogios e críticas a respeito do nosso condomínio
    • Evite cumprimentos como “bom dia”e “boa tarde”, use-os apenas antes de escrever algo no grupo
    • Não poste memes, conteúdo sobre política, religião, futebol ou qualquer outro conteúdo que não seja referente à vida no nosso condomínio
    • Está com algum problema urgente? Escreva ou ligue diretamente para o síndico. Em casos críticos, é ele quem vai poder dar a palavra final para o seu problema
    • Pense bem antes de postar algo aqui. Críticas infundadas, xingamentos, acusações sem provas podem se transformar uma ação judicial

    Cuidados para evitar problemas jurídicos com o grupo de WhatsApp

    É inegável: cada vez mais vemos problemas envolvendo o uso indevido de redes sociais.

    Com o WhatsApp não é diferente. Isso porque algumas pessoas ainda têm a ilusão de que podem se comportar de qualquer maneira no mundo virtual. Nada mais longe da verdade.

    “Já temos diversas ações em que o poder judiciário aceitou o Whatsapp como prova”, explica o advogado especialista em condomínios André Luiz Junqueira, sócio da Coelho, Junqueira & Roque Associados.

    Mais uma vez se faz importante ter regras claras e exigir seu cumprimento no grupo do condomínio.

    “Quando há agressões entre condôminos, por exemplo, o síndico não pode ficar inerte. Ele deve chamar a atenção dos envolvidos e, inclusive, remover do grupo caso a situação se repita”, ensina ele.

    Outro cuidado é que o síndico deve se posicionar, sempre, quando houver uma reclamação, com risco de ser considerado negligente.

    “É a mesma consequência de quando há uma reclamação no livro de ocorrências e o síndico não toma nenhuma providência”, compara André.

    O advogado aponta que, inclusive, já alterou regulamento interno de condomínios para inserir as regras de uso do grupo de WhatApp do local.

    “É um cuidado a mais, por que um condômino pode se sentir prejudicado caso seja expulso do grupo e as regras não estejam claras”, ensina .

    Grupos do tipo também podem ser ruins para moradores ou condôminos dispostos a exagerar no tom das ameaças ou xingamentos contra o síndico.

    “Chamar o síndico de safado, dizer que ninguém trabalha no condomínio, ou que o gestor está roubando no grupo, pode sim, terminar em indenização para quem está sendo injustamente acusado. Já vi casos em que o síndico conseguiu indenizações que variaram entre R$ 5 mil a R$ 15 mil”, analisa Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet.

    Grupos de trabalho no WhatsApp

    Os grupos que envolvem a administração condominial são, via de regra, menos propensos a problemas de comunicação.

    Grupos do síndico com conselheiros, manutencistas, seguranças, porteiros e de comissões específicas tendem a ter uma comunicação mais fluída e focada em seus objetivos.

    “Trato de rotinas operacionais específicas com cada equipe. Eles têm que seguir o roteiro de trabalho e ir me posicionando diariamente”, explica a síndica profissional Natachy Petrini.

    Nilton Savieto, síndico profissional, aponta como grupos com os conselheiros são benéficos para quem não é síndico morador.

    “É uma maneira de mantermos todos informados com agilidade. Pelo grupo mandamos a agenda, caso alguém precise mando o regulamento de uma área comum, resumo das reuniões”, explica Nilton.

    Com relação a grupo com os funcionários, o síndico tem um cuidado extra: só manda mensagens durante o horário de trabalho, evitando acionar os colaboradores nos horários de descanso.

    COMO FAZER UMA LISTA DE TRANSMISSÃO NO WHATSAPP

    • Com o aplicativo aberto, clique nos três pontos ao lado da lupa
    • Clique em “Nova Transmissão”
    • Adicione na lista os contatos desejados. Importante dizer que só é possível adicionar à lista aqueles que também têm o seu contato
    • Dê um nome para a sua lista
    • Pronto! Você já pode enviar as notícias do seu condomínio usando uma lista de transmissão. Ela ficará salva para as próximas vezes

    tutorial lista de transmissão

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Escolha o arquiteto ideal para seu projeto

    Siga as dicas para não errar no profissional e tudo sair do jeito que planejou

    Se identificar com o estilo arquiteto ou designer é fundamental para que sua reforma não tenha surpresas. “A identificação deve ser tanto profissional, quanto pessoal, pois o tempo que trabalharão juntos será intenso. Precisa sentir que o arquiteto vai conseguir traduzir, naquilo que está fazendo, o que você é ou o que gosta”, diz a arquiteta Raquel Furlan.

    (Foto: Shutterstock)

    Procurar o registro do profissional no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) ajuda a saber se é realmente uma pessoa de confiança. O que mais ocorre, porém, é a indicação no boca a boca, de conhecidos ou redes sociais. Lembre-se: independentemente do estilo do arquiteto, o projeto é sempre do cliente.

    “Claro que os arquitetos mais renomados já assinam seus projetos com algum tipo de marca, mas ainda assim o que deve prevalecer sempre é a vontade do cliente. Afinal, é ele quem vai morar na residência”, ressalta Raquel.

    Para a arquiteta, uma reunião é o primeiro passo para saber se a parceria dará certo. “É essencial, onde começam as primeiras trocas e o profissional consegue captar os detalhes para começar a conceituação do projeto. Várias outras reuniões acontecerão durante o processo e desenvolvimento das etapas”.

    Arquiteto

    (Foto: Shutterstock)

    Pesquisa

    A arquiteta Claudia Albertini diz que, apesar de parecer uma dica óbvia, pesquisar é importante. E não só pela internet. Pedir referências, ficar de olho nas placas em construções em andamento. Ela lembra que existem leigos que prestam serviços de arquitetura de forma ilegal.

    “Sobre isso, um caso recente aconteceu lá em Maceió (Alagoas). O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil descobriu que um falso arquiteto até divulgava fotos de obras nas redes sociais. Por essas e outras é preciso ficar de olhos abertos”. Conversar com clientes anteriores e analisar o portfólio são dicas fundamentais.

    Necessidades

    Programa de necessidades é o termo usado para agrupar o conjunto de itens que não pode faltar na sua casa de jeito nenhum. Por exemplo, se você trabalha em casa, um escritório é essencial. Se dá aulas de piano, é preciso ter um cômodo específico para isso. Se trabalha com confeitaria, deve investir em mais espaço na cozinha.

    (Foto: Shutterstock)

    Claudia discorda de que os ambientes pequenos são mais fáceis de projetar. “Eles requerem soluções criativas e otimizadas para o melhor aproveitamento possível do espaço”, afirma, ressaltando que é importante se reunir com todas as pessoas que moram na casa para descobrir as necessidades de cada um.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    O que checar antes de assumir o cargo de síndico

    Saiba como começar com o pé direito e se precaver de assumir erros de gestões passadasSaiba como se precaver de assumir erros de gestões passadas

    Ao assumir a gestão de um condomínio, o novo síndico – seja ele profissional ou não – deve tomar uma série de cuidados, para evitar que erros de gestões anteriores possam respingar na sua administração presente.

    É claro que dificilmente o síndico atual será culpado por um ato que não cometeu, ou por uma situação que se arrasta há muitos anos no condomínio. Ele porém terá que administrar o local a partir desse cenário.

    E para fazer uma boa administração, o novo síndico deve estar bem a par da situação do local. Portanto, uma vistoria em todo o empreendimento, além da leitura minuciosa das pastas de documentos e das atas das assembleias devem ser os primeiros passos do novo síndico.

    É importante salientar que nada combina menos com o trabalho do síndico do que a inércia. A ideia de “se estava assim antes, pode continuar da mesma maneira”, para algo que não está correto ou adequado para o condomínio é perigosa e tende a ser negativa para toda a comunidade. Por isso, se algo está errado, arregace as mangas e mãos à obra.

    Medidas administrativas

    Ao assumir o condomínio, é importante checar os seguintes documentos, que já dizem bastante sobre a saúde financeira do local:

    • Certidões de débito negativo de INSS, FGTS e tributos federais e municipais hoje facilmente obtidos através da Internet: dessa forma, evitam-se sustos como funcionários cobrando seus direitos que não foram pagos
    • Ações judiciais em curso (inclusive trabalhistas): assim, o novo síndico pode se inteirar de processos e se preparar para representar o condomínio judicialmente
    • Empresa terceirizadora de mão de obra (se tiver): É importante pedir para esse prestador de serviços as certidões de quites com o INSS e FGTS dos funcionários, assim como uma cópia do contrato em vigor. Certifique-se de que a atual escala beneficia o condomínio e não o onera demasiadamente
    • Checar os seguros do condomínio e seus valores – uma vez que a apólice esteja com prêmios defasados, caso aconteça alguma coisa mais grave o valor poderá não ser adequado para suprir os gastos
    • AVCB: Caso a vistoria do Corpo de Bombeiros não esteja em dia, é de interesse de toda a comunidade condominial que essa situação se altere, evitando que seguros não sejam pagos ou que uma tragédia aconteça no local
    • Finanças do condomínio: saber  quem está devendo quanto e se as contas do local estão fechando mês a mês é de suma importância para traçar um plano de combate à inadimplência. Também é necessário conhecer os acordos que foram feitos com os devedores e se certificar de que os mesmos estão sendo cumpridos. Caso a gestão anterior não tenha tomado providências quanto aos inadimplentes,  é importante que o novo síndico mude essa situação
    • Contratos de manutenção: uma boa olhada nessa papelada , seguida de cotação dos serviços com empresas concorrentes, serve para saber se o condomínio está pagando o preço justode acordo com as suas necessidades. Caso haja sinais de superfaturamento, notas frias, etc, o ideal é contratar uma auditoria especializada em condomínios. O gasto deve ser aprovado em assembleia, mas pode ser considerado um investimento na boa saúde financeira do condomínio.

    Caso se comprove fraudes na gestão anterior, o condomínio pode entrar com ação na Justiça pedindo ressarcimento dos valores para o antigo síndico.

    Medidas práticas

    Mas não é só de papelada que se compõe a vida do novo síndico. Ao assumir, a nova gestão deve:

    • Andar pelo condomínio inteiro, do último subsolo até a última laje, anotando tudo o que considerar estranho ou inadequado. Esse ‘passeio’ servirá para:
      1. Conhecer o estado geral da edificação. Caso trincas estejam pipocando em todos os lados, ou se a manutenção preventiva ficou esquecida durante muito tempo, é importantíssimo contratar um engenheiro para uma vistoria. O gasto deve ser aprovado em assembleia, e é um ótimo ponto de partida para saber o que deve ser feito primeiro.O laudo emitido pelo engenheiro será de grande ajuda para o síndico caso aconteça algo inesperado, como um muro que cai e machuca alguém ou azulejos da fachada que estejam se soltando.Como esse tipo de cenário não acontece de um dia para o outro, com o documento expedido pelo engenheiro o síndico se cerca de cuidado de um lado, mostrando que o descuido com a manutenção não ocorreu na sua gestão – e que, por isso, não pode ser responsabilizado pelo dano.

        Por outro lado, fica comprovado que o síndico sabia dessa condição da edificação, e que, portanto, tem a obrigação de efetuar o reparo.

      2. Verificar como andam os equipamentos de segurança do condomínio; se  extintores, hidrantes, mangueiras e seus acessórios estão em todos os andares. Caso os equipamentos não estejam  em bom estado, vale contratar uma empresa especializada nesse tipo de consultoria. O gasto também deve ser aprovado em assembleia
      3. Saber como estão as obras em andamento no condomínio. Estar a par do que foi combinado e do que está sendo realmente  feito evita gastos extras e dores de cabeça no momento de aprovar as contas.
    • Conversar com os funcionários: É uma ótima maneira de abrir o canal de comunicação com os empregados. Dessa forma fica mais fácil conhecer as demandas e necessidades daqueles que trabalham com o condomínio.

    Fonte: SindicoNet

    Tudo o que você precisa saber antes de comprar ou alugar um imóvel

    Adquirir ou alugar um imóvel requer alguns cuidados para evitar aborrecimentos e prejuízo. Fique de olho nas dicas úteis

    Verifique se o imóvel comercial tem o Habite-se e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros - Alphaville/Divulgação

    Verifique se o imóvel comercial tem o Habite-se e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros

    Muitas dúvidas surgem na hora de comprar ou alugar um imóvel, seja comercial ou residencial. Para se munir de todas as informações para tomar essa decisão, o ideal é procurar ajuda de um especialista, que poderá auxiliá-lo com dicas de como fazer a melhor escolha e evitar aborrecimentos e prejuízo.

    No caso do imóvel comercial, vários aspectos devem ser observados atentamente antes de fechar o negócio, que, geralmente, envolve elevado recurso financeiro, no caso de compra, e a decisão de onde instalar a empresa.  Henrique Dias, diretor dos portais WebEscritórios e WebIndustrial, aproveita para dar algumas dicas aos interessados em comprar ou alugar um imóvel comercial.

    1 – Tenha em mente o imóvel comercial que você precisa

    “Fica muito mais fácil fazer uma busca quando já se tem um perfil de imóvel em mente do que quando se vai ao mercado sem muita ideia do que se espera encontrar. Itens como metragem da sala ou do imóvel, vagas de garagem, valor médio e localização devem ser o início da sua busca. Oportunidades diferentes podem surgir no meio do caminho, mas se perde menos tempo quando se tem uma ideia do que deseja antes de começar a pesquisar.”

    2 – Localização é importante

    “Se a empresa é do tipo que pretende receber a visita de muitos clientes, a localização é um item fundamental na hora da pesquisa. Estar próximo a outras empresas ou em áreas de fácil acesso via transporte público ou carro pode ser um diferencial competitivo na hora de fechar negócio. Por outro lado, um escritório um pouco mais afastado pode ter um aluguel mais barato, mas os funcionários vão levar mais tempo para chegar até ele.”

    3 – Verifique a média de preços da região

    “Antes de fechar negócio com o primeiro imóvel que parecer interessante, faça uma pesquisa de preços junto a outros imóveis da região para ver se o preço está na média. Se for mais caro, deve oferecer diferenciais que justifiquem o investimento. Pergunte aos condôminos do mesmo prédio se a média de valor pedida está dentro daquilo que a maioria está pagando.”

    4 – Visite pessoalmente o imóvel para avaliação

    “Muitas empresas deixam uma locação a cargo de um funcionário que não toma os devidos cuidados na hora de alugar um imóvel. Sempre visite o local antes de fechar negócio. Se o imóvel for em outra cidade, separe um dia na sua agenda para ir até ele conferir de perto. As fotos podem mostrar que se trata de um lugar maravilhoso, mas nem sempre isso procede.”

    5 – Negocie as reformas

    “Raramente um imóvel disponível para locação é encontrado de forma perfeita, ou seja, de um jeito que tudo o que você precisa fazer é pegar a mudança e se instalar. Se for preciso fazer algum tipo de reforma, negocie com o locatário para que ele possa descontar os valores do aluguel ou ainda custear parte das melhorias. Essa dica é boa para os dois lados, pois você economiza e o proprietário investe na modernização do local.”

    6 – A documentação está em dia?

    “Esse é outro ponto bastante importante a ser verificado assim que demonstrar que há interesse me fechar negócio. Verifique se o imóvel comercial tem o Habite-se e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (ACBV). Outros itens, de acordo com o tipo do negócio, podem ser solicitados, como o Laudo de Vistoria Elétrica e o Alvará de Funcionamento, no caso de locais com atendimento ao público.”

    7 – Faça uma análise minuciosa do contrato

    “Leia item por item das cláusulas do contrato de locação ou de compra e venda. Não pode haver dúvida em nenhum dos itens e, se por acaso você discordar de alguma cláusula, converse com o proprietário e veja se há alguma forma de se chegar a um termo que seja satisfatório para ambas as partes. Se for possível, deixe que um advogado leia o contrato do imóvel e aponte algum tipo de problema. O que não pode é você assinar alguma coisa sem estar seguro de que fez a melhor escolha.”

    8 – Faça uma vistoria inicial do imóvel

    “Do jeito que o locador encontrou o imóvel no dia em que se mudou é o jeito que este deve estar quando for devolvê-lo. Por isso, observe cada um dos cômodos e faça anotações sobre itens que estejam danificados ou quebrados. Assim, quando deixar o imóvel, não há o risco de o proprietário exigir que um determinado item seja entregue em perfeitas condições sendo que você não o encontrou assim. Faça uma cópia do documento e guarde uma via assinada pelo proprietário, dando ciência das condições.”

    9 – Não se deixe levar pela emoção

    “Quando se está falando de um imóvel comercial deve-se tratar o local como um investimento. Em outras palavras, ele não precisa, necessariamente, ser bonito, mas lucrativo. A opção escolhida deve caber dentro do orçamento da empresa, seja na locação ou na compra. Lembre-se: qualquer lugar, mesmo o mais afastado, pode ficar bonito ou com a sua cara depois de algumas reformas.”

    Fonte: Estado de Minas, Lugar Certo

    Portas corta-fogo: manutenção, legislação e especificações

    Equipamento requer manutenção e deve isolar a fumaça por, no mínimo, 60 minutos

     

    Equipamento requer manutenção e deve isolar a fumaça por, no mínimo, 60 minutos
    Contar com portas corta-fogo no condomínio não é essencial apenas a tirar o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros). Esse é o tipo de item que, estando nas condições corretas de uso, salva vidas.

    As portas corta-fogo são obrigatórias em edifícios a partir de 1983 e tem esse nome por manter a fumaça e fogo longe das escadas por períodos que variam de 60 minutos a duas horas, dando, assim, tempo e condições de esvaziar o prédio em caso de incêndio

    Manutenção de portas corta-fogo

    A porta pode ser feita de diferentes compostos com diversos materiais como madeira, aço, gesso, vidro e vermiculita. Deve contar com barra para abertura e fechamento ou maçaneta. E, para fechar e abrir com facilidade, deve apresentar molas nas dobradiças.

    As molas são a parte da porta que mais precisam de manutenção – uma empresa deve visitar o condomínio, em média, a cada três meses para checar a situação do equipamento. Afinal, é a mola quem deve manter a porta fechada sempre. A mesma não deve permanecer entreaberta.

    É importante que a empresa contratada para cuidar desse equipamento seja especializada em segurança contra incêndio, com serviços certificados pela NBR 11 742, que trata de portas corta-fogo.

    Mau uso das portas corta-fogo

    A porta corta-fogo pode apresentar outro problema, mas dessa vez, em relação ao uso dos moradores.

    TRANCAR A PORTA: Há casos em que a unidade é a única no andar, e os condôminos decidem por trancar a porta. Nesses casos, o síndico deve conversar com o morador sobre a gravidade da questão, já que em caso de incêndio as pessoas ficariam ali, barradas, sem ter para onde ir.

    O mesmo vale para moradores da cobertura. Dependendo da altura da edificação, pode haver uma rota de fuga para a cobertura. Por isso, é de extrema importância que a passagem se mantenha livre.

    Vale lembrar que é a brigada de incêndio a responsável por decidir as rotas de fuga no local. Daí a importância de mantê-la sempre bem treinada.

    As únicas portas corta-fogo que devem ser mantidas trancadas são as que guardam as bombas e geradores do condomínio, evitando o acesso de crianças e outras pessoas, que não os funcionários, ao local.

    Outra excessão para trancar as portas corta-fogo é quando a mesma estiver ligada a um dispositivo eletro-magnético, conectado a central de alarme de incêndio.

    “Assim, quando a central é acionada, ela libera automaticamente o destrancamento das portas”, ensina Carlos Justo, da Just & Just Instalações de Sistemas de Segurança Contra Incêndio.

    CALÇAR A PORTA: Há também casos de quem use um calço para manter a porta aberta – inutilizando-a, assim, em caso de incêndio na edificação.

    OBSTRUÇÃO: Outro problema em caso de incêndio é a obstrução das rotas de fuga. A escada de incêndio é muitas vezes usada pelos moradores para abrigar cestos maiores de lixo, bicicletas, carrinhos de bebê.

    Isso é incorreto, e o síndico deve combater esse mau hábito, uma vez que, no momento da emergência, caso alguém não consiga sair devido a essas obstruções, o síndico pode ser responsabilizado civil e criminalmente.

    Como combater infrações

    Votar em assembleia por manter as portas corta-fogo destrancadas e fechadas dos andares e estipular multa para quem desrespeitar a regra pode ser uma boa ideia para deixar todos à par da situação.

    Para deliberar sobre o assunto, basta maioria simples dos presentes.

    O zelador pode checar semanalmente se os moradores estão seguindo as regras.

    Escadaria de emergência

    Além de não poder apresentar objetos, a escada de emergência –e rota de fuga em caso de incêndio- deve apresentar uma série de cuidados, além da porta corta-fogo:

    • Corrimão contínuo: na altura adequada pelo corpo de bombeiros, sem ponta viva – ao chegar próximo da porta, ele é chumbado na parede
    • Luz de emergência: uma iluminação que funciona em caso de incêndio, auxiliando os moradores a encontrar a rota de fuga
    • Sinalização fotoluminescente: adesivos que brilham no escuro apontando a rota de fuga correta,  número dos andares, a saída e o acesso ao térreo
    • Extintores de incêndio: O condomínio deve contar com três tipos, que têm usos bastante diferentes: – Água: serve para apagar o fogo de madeiras, sofás, cortinas – Pó químico: usado principalmente para fogo advindo de instalações elétricas – CO2: Para uso em motores, bombas e geradores

    Outro sistema

    Mas a porta corta-fogo não é o único artifício para colaborar com a segurança em caso de incêndio no edifício. Há também a pressurização de escadas, norma em São Paulo para construções a partir de 1993.

    “O sistema pressuriza o ambiente enclausurado,seja escada ou outro. Assim, elimina-se a fumaça e o ar quente do ambiente, facilitando a respiração dos usuários em situação de sinistro. Vale ressaltar que a pressurização também obedece a critérios de ocupação, altura,ou propriamente vontade do projetista de ter esse equipamento instalado no local. Ou seja: mesmo quando não há a exigência o mesmo pode ser instalado. O que não pode e não é aceito  é que, em havendo a exigência, deixar de prever a pressurização em projeto técnico de incêndio e instalá-lo”, ensina Carlos Justo

    AVCB

    O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros tem duração que depende de cada estado. Em São Paulo, os edifícios residenciais devem passar por vistoria a cada cinco anos, e os comerciais entre dois ou três.

    Mas caso haja denúncia sobre o mau estado do condomínio, pode haver visita antes desse período, e o AVCB pode, inclusive, ser cassado, caso os itens de segurança do local não estejam de acordo com a lei.

    Em condomínios antigos, onde não haja espaço para a construção de uma escada de emergência enclausurada, e nem a possibilidade de implementação de portas corta-fogo é importante conversar com o corpo de bombeiros local. Dessa forma é possível decidir, juntos, quais medidas de segurança contra incêndio devem ser tomadas.

    Fonte: SindicoNet

    Decoração de studio requer poucos móveis e funcionalidade

    Armários sob medida são interessantes por aproveitarem melhor o espaço compacto

    O studio combina com uma decoração moderna, descolada, com ar industrial. Para isso, o ideal é uma base neutra, com elementos como concreto, cimento queimado ou paredes em tons de cinza.

    “A dica é dar um toque usando cores fortes em mobiliário, objetos e quadros bem coloridos e modernos. Fica incrível quando usamos tubulação elétrica e de ar-condicionado aparentes. Para dar aconchego, aconselho usar piso de madeira, sofá confortável e tapetes”, detalha a arquiteta Patrícia Cillo.

    Veja algumas dicas práticas da arquiteta para a decoração:

    Móveis Multifuncionais

    Dar mais de uma opção de uso para o mesmo móvel pode diminuir a quantidade de peças no ambiente, o que dará leveza e sensação de espaço livre. Um exemplo é o uso de banquinhos como mesa lateral. Móveis retos dão parecem prolongar o espaço.

    Mesas de canto integrando cômodos são exemplos de funcionalidade
    Mesas de canto integrando cômodos são exemplos de funcionalidade (Foto: Shutterstock)

    Simetria

    Apostar em uma composição simétrica, onde os móveis fiquem organizados de forma prática, simples e que proporcione ideia de um ambiente bem pensado e bem aproveitado.


    Móveis com formas geométricas se integram melhor à mobília (Foto: Shutterstock)

    Desapego

    Muitas vezes é preciso escolher entre móveis que realmente serão fundamentais no espaço. O sofá será a peça chave da sua sala, já a poltrona, se não houver espaço, desapegue.


    É importante mobilhar o studio pensando em otimização do espaço (Foto: Shutterstock)

    Escolha inicial

    Sempre começar pelos móveis maiores e fundamentais, em seguida vem os complementares e acessórios. Mas cuidado: acumular muitas peças em um ambiente pequeno é um erro.


    Dê prioridade a móveis e itens de decoração fundamentais (Foto: Shutterstock)

    Marcenaria planejada

    Se puder investir em mobiliário feito sob medida, os resultados serão ainda melhores. Peças ajustadas a cada canto do ambiente proporcionam um visual organizado. Paredes bem aproveitadas liberam espaços para circulação. Armários e móveis suspensos proporcionam leveza ao ambiente.


    Móveis sob medida são a melhor escolha para quem tem pouco espaço (Foto: Shutterstock)

    Impacto visual

    As cores são fundamentais na composição de qualquer ambiente. O uso de cores fortes pode carregar e diminuir visualmente o espaço. Opte por combinações suaves e aplique toques de cor em pontos estratégicos.


    No momento de escolher a mobília, atente-se às cores dos móveis (Foto: Shutterstock)

    Materiais

    Prefira aplicar os mesmos materiais em boa parte do mobiliário, isso dá a impressão de uma só peça e o visual fica muito mais limpo. Antes de comprar, use jornal ou fitas adesivas para simular o tamanho dos móveis no espaço.

    studio
    A decoração pode ser melhorada com o uso de materiais integrados aos móveis (Foto: Shutterstock)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

     

     

    Estacionamento das bicicletas: condomínios devem buscar solução

    O uso das bicicletas seja para passeio ou ir ao trabalho, tem se tornado uma tendência mundial. Em tempos de trânsito caótico, a “magrela” se tornou uma ótima alternativa.

    Estacionamento de bicicletas
    Foto: Double-Decker Bicycle Rack of Wende Station

     

    Segundo dados do Detran/PR, em dezembro de 2017 o estado do Paraná contava com 7.006,547 veículos em circulação. O que vale dizer que o estado conta com 0,62 carros por habitante. Curitiba, que já foi a capital mais motorizada do país (1 carros para cada 1,8 habitante), observou sua frota de veículos diminuir nos últimos dois anos, 1,4 milhão.

    E com tantos carros nas ruas, muitas pessoas têm preferido às bicicletas. Por isso essa preocupação crescente com o estacionamento das bicicletas nos condomínios.

    Uso de bicicleta está cada vez mais popular

    Motivos para isso não faltam: baixo custo, bem-estar, prática de exercício físico, preocupação ambiental e agilidade no deslocamento são apenas alguns. Com o aumento de ciclistas, cada vez mais os condomínios reservam espaços para estacionar as bikes. Chamados de bicicletários, a implementação desse espaço é simples e de baixo custo. Em apenas 6m², por exemplo, já é possível acomodar 5 bicicletas.

    Novos condomínios são obrigados por lei a terem estacionamento de bicicletas

    Em algumas cidades, como São Paulo, novos condomínios já são obrigados pela Lei 15.649/2012 a reservarem até 10% das vagas para o estacionamento de bicicletas. Em Curitiba, desde 2014, com a alteração da Lei 6.273/1981, os condomínios tem que destinar para bicicletas uma área de até 5% dos metros quadrados usados para guardar carros.

    Em condomínios já existentes, o maior empecilho para construção de bicicletários é a falta de espaço. Nesse caso, o síndico pode optar simplesmente por fixar ganchos na parede da garagem e providenciar cadeados para os donos. Se houver espaço à disposição e o condomínio se propuser a implementar um bicicletário, é necessário convocar uma assembleia para discutir o assunto. Se nenhuma área do condomínio for alterada uma maioria simples já é o suficiente. Porém, se houver a necessidade de mudar uma área comum, dois terços dos condôminos precisam aprovar a alteração.

    De qualquer forma, esse tipo de transporte é cada vez mais comum, muitas vezes superando o número de veículos dentro do condomínio.

    Para evitar transtornos e constrangimentos, vale a pena o investimento já que o custo de implementação e manutenção é baixo, além de ajudar na qualidade do meio ambiente.

    Confira algumas dicas para o bom funcionamento desse espaço

    1- Defina o tipo de bicicletário que você irá escolher para o condomínio
    Existem duas opções: horizontal e vertical. Os suportes horizontais demandam mais espaço. O ideal é que mantenham 40cm de distancia entre as bikes. Já os verticais são mais práticos, pois otimizam o espaço físico. Devem ser instalados com intervalos de 30cm entre eles.

    2- Crie regras para evitar transtornos ou mal-entendidos
    Especifique no regimento e na convenção do condomínio regras para utilização do espaço. Crie placas de identificação com nome e número do bloco/apartamento dos usuários do bicicletário.

    3- Pesquise os potenciais usuários do espaço
    Crie comunicados ou visite o apartamento dos condôminos para saber se eles têm o desejo de usar o espaço. Deixe claro que com a instalação do bicicletário ficará vedado a utilização de outro espaço para o estacionamento das bicicletas.

    4- A localização é fundamental para a utilização do espaço
    Procure não manter escondido ou mal sinalizado. Isso evita a invasão de carros e motos no espaço exclusivo para bicicletas. Procure um local pavimentado e nivelado, para evitar danos nas bicicletas.

    5- Dialogue com os moradores
    Procure incentivá-los a trocar, pelo menos uma vez por semana, o uso do carro pelas bicicletas. O meio ambiente e a cidade agradecem.

    Confira nossos modelos de documentos para utilizar em seu condomínio:

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    Veja o checklist para quem quer comprar um imóvel

    Veja o checklist para quem quer comprar um imóvel. Siga as dicas que o ZAP em Casa separou e evite dores de cabeça

    Levando em conta que o financiamento de um imóvel pode levar 15, muitas vezes 30 anos, é preciso considerar aspectos a longo prazo na hora de escolher o lugar onde você passará boa parte da vida.

    Apesar da ansiedade que ter um novo imóvel pode gerar, pense que as possibilidades de empreendimentos pela cidade na maioria das vezes são muitas, então, se houver algum ponto com o qual você não esteja satisfeito durante o processo de compra, dê um peso e uma atenção maiores para ele, que pode ser decisivo.

     

    (Foto: Shutterstock)

     

    A dica mais importante é: não se precipite e entenda que essa decisão deve ser tomada com calma e analisada em todos os aspectos. Se você ficar perdido quanto aos principais pontos a se considerar, siga o nosso checklist abaixo para ver se o imóvel corresponde bem a todos os tópicos e, assim, se vale a pena investir.

    1. Localização

    Dê algumas voltas pelo bairro onde o imóvel que você tanto quer está localizado. Veja se ele tem boas opções de mercado, farmácia, padaria, academia, etc… coisas que poupem o uso do carro para necessidades básicas do dia a dia. Depois, pesquise os meios de locomoção e a proximidade com o trabalho dos membros da família. Quanto tempo você vai demorar para ir e vir dos seus locais de costume? A região possui muito trânsito? Tem metrô? Ponto de ônibus próximo? Todas estas perguntas são essenciais na hora de analisar a localização de um imóvel.

     

    (Foto: Shutterstock)

     

    2. Estado de conservação

    Caso o imóvel que você busca seja novo, o estado de conservação dele tende a ser bem melhor, além de haver a possibilidade de acionar a garantia para qualquer defeito. Mas se o lar dos seus sonhos estiver em um imóvel usado, é importante averiguar cada cantinho. Abra todas as torneiras e chuveiros, ligue e desligue os disjuntores, confira bem todas as paredes para tentar encontrar rachaduras e, se possível, obtenha um relatório do edifício com um arquiteto ou engenheiro. Assim você se sentirá bem mais seguro com a compra.

    3. Tamanho a longo prazo

    Se você é recém casado ou solteiro, pode até estar considerando comprar um estúdio de 30 ou 40 metros quadrados agora. Mas, como falamos, o financiamento de um imóvel pode durar vários anos. Assim o ideal é que você consiga vislumbrar uma parte do seu futuro na hora da compra do apartamento ou da casa. Pretende se casar ou ter filhos pelos próximos 10 anos? Então aposte em um espaço um pouco maior, de 60 metros quadrados por exemplo, que contenha pelo menos um quarto a mais.

     


    (Foto: Shutterstock)

     

    4. Posição do apartamento

    Para quem mora em cidades muito quentes, esse tópico do checklist é muito importante. Isso porque se o apartamento recebe o sol da tarde, as chances de o calor ficar insuportável por um período muito maior do dia são bem grandes. Em geral, os imóveis que recebem o sol da manhã são mais valorizados, então se você tem a possibilidade de adquirir um que se encaixe nessa opção, priorize-o.

    5. Segurança

    Não só do bairro, mas a segurança do condomínio deve ser bem observada. Ao visitar o imóvel, veja como a portaria te recebe e com qual facilidade você consegue acesso à área de moradores. Converse com os vizinhos em potencial e pergunte sobre a violência do bairro e se já houve alguma dentro do próprio condomínio.

     

    (Foto: Shutterstock)

     

    6. Área de lazer

    Principalmente se você tem ou pretende ter filhos, a área de lazer do condomínio é importante. Como é muito mais perigoso que as crianças brinquem na rua hoje em dia, é interessante que elas tenham áreas para se divertirem longe dos computadores em casa e também para conviverem com outras crianças. Além disso, pense nas ocasiões em que você pode receber os amigos, como feriados ou aniversários. Nestes casos, a churrasqueira e o salão de festas se tornam muito úteis.

    7. Valor das parcelas

    Agora que você já analisou os fatores físicos do imóvel, está na hora de considerar os aspectos financeiros. Quando finalmente eleger o seu futuro lar, vá aos principais bancos e faça simulações das parcelas. É importante você saber que nem sempre a Caixa Econômica é a opção mais viável, apesar dos juros muitas vezes menores. Se você é correntista de um banco há muito tempo e possui uma boa linha de crédito, pode ser que o seu gerente consiga condições especiais de financiamento.

    8. Condomínio

    Além de considerar se as parcelas do imóvel caberão no seu orçamento a longo prazo, é imprescindível levar em conta o valor do condomínio, que quanto mais antigo mais caro será. Some a parcela do financiamento ao valor mensal do condomínio e veja se o resultado não comprometerá sua qualidade de vida.


    (Foto: Shutterstock)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    Manutenção predial é sinônimo de cuidado com a vida e patrimônio

    Manutenção predial: Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje. A prevenção é a melhor forma de evitar acidentes e diminuir os custos do condomínio. 

    Você, certamente, conhece a expressão “melhor prevenir do que remediar”. Quando ocorre um acidente dentro do condomínio, resultado da falta de manutenção predial, as primeiras palavras que você dirige ao síndico provavelmente serão essas. E não é para menos. Fazer a correta manutenção predial é muito mais fácil e barato do que deixar estourar os problemas.

    Segundo a NBR 5674/1999, manutenção predial é “o conjunto de atividades a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade funcional da edificação e de suas partes constituintes de atender as necessidades e segurança de seus usuários”.

    Existem, entretanto, segundo Gomide (2002), diversos tipos de manutenção predial:

    Preditiva: inspeção que visa o estudo de sistemas e equipamentos a fim de prever possíveis anomalias ou falhas nos mesmos, baseado no seu desempenho e comportamento e, a partir disso, programar e direcionar os procedimentos de manutenção preventiva;

    Preventiva: atividade que entra em ação antes que haja a necessidade de reparo. Exige uma programação, com datas preestabelecidas obedecendo a critérios técnicos determinados pelo fornecedor ou fabricante do produto. É fundamental que haja o registro de todas as atividades executadas;

    Corretiva: visa à reparação ou restauração de falhas ou anomalias, seja ela planejada ou não. Implica, necessariamente, a paralisação total ou parcial de um sistema. É o tipo de manutenção que apresenta os custos mais elevados de execução;

    Detective: atividade que visa identificar as causas de falhas e anomalias, auxiliando nos planos de manutenção, com o objetivo de atacar a origem do problema, e não apenas o sintoma do mesmo.

    Dentre dessas, sem dúvida, o tipo de manutenção que onera os maiores custos ao empreendimento é a corretiva. Isso porque é muita mais caro você consertar algo do que simplesmente apostar na manutenção. Mas ainda sim, seja por negligência, falta de conhecimento, ou problemas relacionados ao setor financeiro dos empreendimentos, muito condomínios têm deixado de realizar a manutenção predial, como aponta pesquisa realizada pela Câmara de Inspeção Predial de São Paulo em conjunto com o Corpo de Bombeiros. A investigação constatou que 66% dos acidentes ocorridos dentro dos condomínios são originados de deficiências na manutenção dos equipamentos.

    Segundo o levantamento, 29% dos casos foram registrados em revestimentos; 27% relacionados ao sistema elétrico; 18% no sistema de combate ao incêndio; 13% se referiam a problemas com impermeabilização; 9% na rede de gás e hidráulica; e, por fim, 8% dos acidentes estavam relacionados com irregularidades estruturais.

    Portanto, fique atento e observe se o seu condomínio está em dia com a manutenção predial.

    Observe o checklist produzido pela equipe do Viva o Condomínio e faça valer o seu direito de viver em um prédio seguro.

    Acesse aqui

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    Como otimizar a limpeza e manutenção das áreas comuns

    Para nos mantermos saudáveis, precisamos, entre outros cuidados, viver em um ambiente limpo e conservado, e os condomínios não são exceções.

    É muito importante que a limpeza e a manutenção das áreas comuns do prédio estejam sempre em bom estado, para evitar acidentes e a proliferação de doenças, além de conservar as suas estruturas.

    limpeza e manutenção das áreas comuns

    Para começar, pode-se considerar a contratação de uma empresa especializada no assunto, ou passar instruções específicas para a equipe de funcionários do condomínio. É válido lembrar que essa limpeza deve ser feita de forma diferente da feita em casa, principalmente por se tratar de um espaço que pertence a todos os moradores.

    O uso de produtos especiais também deve ser levado em consideração, de acordo com os materiais e estruturas que serão higienizadas. Além disso, é claro, deve-se priorizar sempre formas de limpeza que gastem menos água.

    Manter um calendário para a organização dessas atividades é essencial, para otimizar o tempo de todos. Por isso, separamos algumas dicas de dias, horários, locais e tipos de limpeza. Confira!

    Tipos de limpeza:

    Geralmente, temos alguns tipos diferentes de limpeza aplicados em condomínios. São eles:
    1) Limpeza Geral: é a que atende, principalmente, as áreas de maior circulação, como halls e elevadores, como, por exemplo, a lavagem de áreas comuns.

    2) Manutenção: normalmente, é um tipo mais leve, que visa manter determinadas áreas sempre limpas por mais tempo. Podemos citar, por exemplo, a varrição de área comum.

    3) Conservação: limpeza que se faz no horário comercial, em que se conserva um ambiente limpo por mais tempo. Por exemplo, temos o recolhimento de lixo nas áreas comuns.

    Roteiro de limpeza:

    Os espaços mais utilizados, como hall de entrada, elevadores, banheiros, sala de ginástica e vestiários, devem ser limpos todos os dias. Quinzenalmente, a limpeza de vidros de portarias e áreas comuns e sala de máquinas devem ser feitas.

    Já as escadas de emergência, garagens, salões de festas (caso não sejam usados) podem ser higienizados mensalmente. E, por fim, a cada 6 meses é recomendado que as superfícies altas, como tubulações e estruturas, sejam limpas.

    É claro que essa periodicidade pode mudar de acordo com a frequência do uso de tais ambientes, para que estejam sempre limpos.

    Em relação aos horários de limpezas, os que mais causam dúvidas são os elevadores, halls e garagens. Os elevadores e halls podem ter sua faxina feita ao mesmo tempo, para economizar tempo e já deixar a área toda limpa. Elas também devem ser feitas, preferencialmente, em períodos quando o movimento de moradores é menor – normalmente, na parte da tarde dos dias de semana, e pela manhã, nos finais de semana. Já as garagens, é interessante também que seja higienizada em horários estratégicos, quando há menor movimentação de carros.

    Produtos:

    Manusear produtos de limpeza exige cuidado e atenção, principalmente por casos de alergia e da toxicidade de tais produtos. Na hora de escolhê-los, prefira os neutros e menos agressivos. Os mais usados na limpeza de áreas comuns são: água sanitária, detergente neutro, sabão líquido, desinfetante e alguns tipos de ceras para pisos.

    Com essas dicas e a colaboração de todos, esperamos que manter o seu condomínio mais limpo e organizado fique mais fácil e prático. Assim, a saúde e o bem-estar de moradores, funcionários e visitantes estarão garantidos.

    Fonte: Zirtaeb

    Conheça o Lagom, o novo estilo escandinavo

    Veja uma seleção de ambientes para se inspirar

    Se você é fã de uma decoração minimalista e escandinava, saiba que existe um novo estilo que vai deixar a sua casa ainda mais aconchegante, o Lagom!

    O estilo de origem sueca, caiu no gosto dos decoradores e possui uma proposta que mistura a decoração com o seu estilo de vida.

    Além de deixar a decoração mais leve e minimalista, o estilo Lagom também interfere no seu modo de viver, levando uma vida mais simples e com consciência, ou seja, nesse estilo os ambientes são leves, amplos e as cores claras predominam, deixando sempre os locais acolhedores.

    Nesse estilo, a transformação da casa ocorre de uma forma natural! A junção da natureza e sustentabilidade criam um ambiente que possuem uma estética com texturas orgânicas, móveis e objetos de segunda mão e até mesmo cômodos com poucas peças.

    Veja abaixo uma seleção de ambientes feita pelo ZAP em Casa em parceria com o Pinterest e inspire-se.

     

     


    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

     

     

    Chuveiro de parede ou de teto? Saiba as diferenças de cada um antes de escolher o seu

    Se você deseja dar uma inovada no chuveiro de casa e ainda tem dúvidas sobre qual escolher, confira neste artigo qual o ideal para sua casa!

    Na hora de reformar e decorar a casa ou apartamento novo, opções não faltam, sejam elas de revestimentos, acessórios decorativos e até mesmo itens para banheiro. Pensando nisso, e seguindo também as tendências que o mercado traz quando o assunto é decoração, as lojas dispõem hoje cada vez mais opções de chuveiros. Nos últimos anos é mais comum ter acesso a aparelhos que são instalados no teto e muitos já reformam a casa pensando em um modelo similar para trazer certa sofisticação ao ambiente e deixá-lo com um ar mais rebuscado e elegante.

    Ainda assim, o modelo clássico de parede não ficou para trás, trazendo novidades para não perder espaço para o concorrente de teto.

    Listamos abaixo alguns prós e contras de cada modelo para te ajudar a decidir qual se adequa melhor ao ambiente onde você mora.

    O chuveiro de parede, de modelo mais simples e fácil de encontra, é bastante indicado para residências em que tem a rede de água é feita por dentro da parede através de uma tubulação.

    Entre as vantagens de se ter um chuveiro de parede, podemos destacar a presença de fiação elétrica, garantindo uma água sempre quente e com aquecimento instantâneo. Em alguns casos, esse nível de aquecimento pode até ser alterado com uso de um controle, de forma que o banho fique mais ou menos quente. O custo desse tipo de artigo é bem mais em conta do que o concorrente de teto e seu consumo de água e energia também é menor. Esse tipo de chuveiro garante que a temperatura escolhida seja constante até o encerramento do banho.

    Já entre as desvantagens desse aparelho estão: eles possuem jatos de água mais fracos e poucas possibilidades de cores e modelos, além de um alto consumo de energia se usado para banhos quentes por longos períodos.

    O chuveiro de teto é o novo queridinho de quem gosta de itens de casa e decoração. São maiores e dependem de uma tubulação de água que chegue até o teto, pois sem isso não é possível sua instalação. Dentre as vantagens de ter um, destaca-se o visual moderno e elegante ao mesmo tempo, deixando o ambiente ainda mais bonito. Há diversas opções e também podem ser encontrados em casas de construção. São mais fáceis de instalar e suas duchas tem jatos mais potentes de água.

    Entre as desvantagens, sua principal é não ter sistema interno, dependendo assim de aquecimento elétrico ou solar para garantir um banho quente. Outro ponto de desvantagem é o custo, pois alguns modelos podem ser bem caros, além de consumir mais água. Para melhor fixação, o ideal é que ele seja instalado em forro de gesso.

    Fonte: https://www.imovelweb.com.br/

    Assembleias cheias

    Como tornar este evento atrativo aos condôminos

    Como tornar este evento atrativo aos condôminos

    Pesquisa realizada pelo portal SíndicoNet aponta que as assembleias contam, em média, com um quórum de apenas 15% dos condôminos.

    Por isso, preparamos uma reportagem especial para entender o que desmotiva os condôminos e como é possível tornar esse evento mais interessante.

    MOTIVOS

    As razões para o condômino não participar são variadas:

    • isenção: prefere não se posicionar sobre determinados assuntos
    • desinteresse: não participa por pura comodidade ou porque os assuntos em pauta são pouco relevantes
    • aprovação: está satisfeito com tudo e confia na administração. Por isso, não vê necessidade de sua participação.
    • falta de tempo: não tem tempo para participar ou considera o tempo de duração muito elevado
    • uso excessivo de procurações: apesar de ser permitido por Lei, desde que a convenção não proíba ou determine limites, o uso em excesso de procurações é muito criticado pelos demais condôminos. Trata-se de uma prática que, se usada de forma abusiva, compromete (e muito) o objetivo democrático de uma assembleia.
    • falta de objetividade no tratamento dos assuntos em pauta: Ficar mais de duas horas falando sobre aspectos nem sempre pertinentes a todos os moradores pode tornar-se um suplício.

    “A maioria das pessoas quer esclarecer todos os problemas do condomínio na assembleia, com cada um defendendo seu ponto de vista, desrespeitando o que foi definido na pauta”, acredita Sueli Duek. Desta forma, perde-se o foco com questões que podem ser resolvidas apenas fazendo uma sugestão ou crítica no livro de ocorrências do prédio, que geralmente fica na portaria.

    CONVOCAÇÃO

    Para a maioria das fontes consultadas para esta reportagem, além do procedimento convencional de convocação por edital, é aconselhável reforçar o acontecimento por meio de comunicados no elevador, quadro de avisos e até e-mails. Pode-se solicitar também ao porteiro ou zelador que ligue para todos os apartamentos uma hora antes da primeira convocação.

    Dicas para uma convocação bem-sucedida:

    Em relação ao edital, recomenda-se que este tenha no máximo seis itens em pauta;

    • as pautas devem ser claras, pertinentes e necessárias;
    • se achar conveniente, estipular e mencionar tempo máximo de duração (a média costuma ser de duas horas)
    • colocar observações como: ”A sua presença é indispensável para o bom andamento e valorização do nosso patrimônio”;”Os ausentes, por Lei, deverão acatar com todas as decisões tomadas”.
    • atente se nesse dia haverá algum jogo de futebol ou qualquer outro evento popular importante, ou se é próximo de feriado prolongado;
    • peça ao porteiro para colocar nos elevadores, um dia antes ou no dia da assembleia, um lembrete simples, como: “Não se esqueça: hoje, você tem um compromisso com o seu condomínio!”. Essa atitude chama a atenção dos moradores para a reunião.
    • assuntos mais chamativos: reajuste da mensalidade condominial; cotas extras para reformas em geral: pintura e lavagem do prédio, manutenção de elevadores, obras na fachada etc.; eleição de síndico; sorteio de vagas de garagem; troca de funcionários próprios por terceirização.

    DATAS, HORÁRIOS E DURAÇÃO

    • O tempo ideal de duração de uma assembleia deve girar em torno de 1h30 a 2h.
    • No quesito horário, o mais recomendado é entre 20h e 20h30, para dar tempo de as pessoas chegarem do trabalho, e para que a reunião não termine muito tarde.
    • Fazer a primeira chamada entre 19h30 e 20h e aguardar até às 20h30, para o segundo e derradeiro aviso.
    • Inicie sempre no horário (geralmente na segunda chamada, uma vez que a participação da primeira dificilmente é alcançada).
    • É bom considerar que entre segunda e quarta-feira as pessoas estão no ritmo mais intenso de trabalho e, provavelmente, mais disponíveis para participar de reuniões. Muitos não descartam a quinta-feira como opção, desde que não seja próxima de um feriado
    • Não é recomendado realizar assembleias nos fins de semana. Entretanto, caso seja esta a opção, prefira o horário das 10h ou 15h, e aos domingos – em um caso extremo – às 10h ou 11h.

    O QUE SERVIR?

    Para alguns dos profissionais consultados pela reportagem, água, café e, no máximo, biscoitos, são suficientes, já que estamos falando de uma assembleia, não exatamente de uma festa ou confraternização.

    Por outro lado, há quem prefira tornar essa reunião mais descontraída, com aperitivos diversos, sanduíches, refrigerantes, até como forma de acalmar os ânimos dos condôminos mais exaltados. “As pessoas interagem mais e perde-se um pouco da hostilidade de alguns”, sugere Rodrigo Matias.

    Álcool, contudo, é terminantemente proibido: pode causar constrangimentos irreversíveis entre os moradores.

    USO DE PROCURAÇÕES

    Conforme mencionado nesta matéria, o uso excessivo de procurações, apesar de ser permitido por Lei, desde que a convenção não proíba ou determine limites, é muito criticado pelos demais condôminos.

    Trata-se de uma prática que, se possível, deve ser evitada, pois se usada de forma abusiva, compromete (e muito) o objetivo democrático de uma assembleia, desestimulando assim a presença dos demais participantes.

    Se a convenção do seu condomínio não estabelece limites para isto, a única saída é conseguir aprovação de 2/3 do total dos condôminos para alterar a convenção.

    O PAPEL DO SÍNDICO

    O síndico deve exercer o papel de mediador, mantendo a ordem e a coletividade.

    “Se, durante a reunião, apenas um morador faz perguntas, a assembleia torna-se desinteressante”, opina Rodrigo Matias. Em assuntos mais polêmicos que envolvam reformas, por exemplo, é sempre importante realizar uma votação.

    Juraci Garcia Baena lembra ainda que o síndico precisa estar bem informado sobre todas as questões que envolvem o condomínio. “Além disso, ele precisa ter muito jogo de cintura e tolerância”, avisa.

    O mais importante, na opinião dos síndicos e administradores consultados pela reportagem, é manter sempre o roteiro da pauta, minimizando as eventuais “escapadas” do tema. Na ânsia de resolver seus problemas, os condôminos podem discutir assuntos sem relevância para a coletividade.

    “Bons exemplos são questões como vagas de garagem, barulho, entre outros, em que se gasta tempo, o problema não é resolvido e deixa os demais participantes chateados”, ressalta Baena.

    Uma alternativa é que esses assuntos de ordem geral sejam discutidos fora de hora, no final da assembleia. Assim, só quem estiver envolvido com os tópicos participará.

    Dicas e ideias interessantes:

    • Antes da convocação, procure debater informalmente e colher informações com os condôminos sobre os pontos mais complexos a serem pautados. Isso pode ser feito por meio de uma breve reunião informal, ou até mesmo via troca de e-mails, por exemplo. Mas é muito importante que todos sejam convidados a participar, para evitar que alguém se sinta excluído ou desfavorecido. Assim, quando ocorrer a assembleia, os interessados estarão melhor informados sobre a pauta e poderão contribuir com idéias, opiniões e/ou sugestões mais objetivas. Isso pode tornar o debate visivelmente mais produtivo
    • Defina uma mesa com presidência e secretaria que sejam referência no condomínio, para que todos respeitem.
    • Determine o assunto a ser tratado e só passe para outro depois de resolvido e anotado na ata.
    • Esforce-se para manter a seqüência estabelecida pela pauta, negociando as questões novas para o final da reunião. Se conseguir, a assembleia está garantida.
    • Nunca manobre: discuta cada item sempre de forma transparente.
    • Os assuntos a serem tratados podem  ficar expostos em cartazes pela sala de reunião.
    • As cadeiras podem ser dispostas em um círculo, facilitando a comunicação face-a-face.
    • Sortear algum brinde de boa qualidade durante a assembleia pode surtir efeito em alguns casos. Se for o seu, coloque na convocação que haverá essa prática.
    • Mantenha o material (orçamentos, provisão orçamentária, extratos bancários, fotos de obras e serviços etc.) organizado e, se possível, mostre aos condôminos por meio de retro-projetor ou computador, por exemplo, tornando a reunião menos cansativa.
    • Outra boa medida é levar cópia da Convenção e do Regulamento Interno, para possível consulta.
    • Um dia depois da reunião, coloque um cartaz nos elevadores informando os principais tópicos discutidos e seus resultados, para que todos saibam o que aconteceu na assembleia. A ata deve ser rigorosamente enviada aos condôminos em até oito dias.
    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Aprenda a escolher o revestimento certo para estofado

    Há vários tipos de tecidos, tudo depende do ambiente e tipo de uso do móvel

    Sofá, cadeira ou poltrona: todos eles trabalham com revestimentos. E são tantas opções que escolher o mais adequado é difícil. O importante é não pensar só na beleza, mas considerar ambiente, custo-benefício, tipo de uso da peça e dinâmica da casa. Se a família é grande, o melhor é optar por revestimentos resistentes e de fácil limpeza e manutenção.Gerente de marketing da Cipatex, fabricante de revestimentos sintéticos com atuação no mercado moveleiro e decoração, Silvio Martins diz que para quem tem crianças, gatos ou cães em casa as melhores opções são revestimentos de sintético ou couro.


    (Foto: Shutterstock)

    “Os materiais podem ser limpos regularmente, oferecem menos risco de acúmulo de poeira e pelos de animais, além de não reter odores e serem mais difíceis de rasgar. Também são mais indicados para pessoas alérgicas. A cor, a estampa e a textura também devem ser levadas em conta para compor a decoração de forma adequada”, diz ele.


    Revestimento sintético ou de couro é a melhor opção para quem tem criança ou animais. (Foto: Shutterstock)

    Para a arquiteta Mariana Felgas, a escolha do tecido adequado ao estofamento deve levar em conta quatro fatores: conforto, durabilidade, preço e estética. “Dependerá principalmente das necessidades de uso do ambiente”.

    Resistência

    Martins destaca que o couro e os revestimentos sintéticos são mais resistentes. “Na lista aparecem o jacquard, com ótima resistência e bastante algodão em sua composição, chenille, suedes e ultrasuedes e a sarja”.

    Segundo o gerente, materiais produzidos em fibras sintéticas, como o suede e os laminados em filmes de PVC, têm uma característica ambiental favorável. O primeiro vem de processos de reciclagem de garrafas PET, já o segundo de um termoplástico que tem origens renováveis.

    “Já o linho tem capacidade de manter a sua aparência inalterada após anos de uso e tende a manter a sua cor mesmo após sucessivas lavagens, porém é preciso tomar cuidado para não encolher. Existem linhos mesclados a outros materiais que ajudam a diminuir o preço”.

    O chenille é um dos tecidos mais escolhidos para revestir os sofás, confortável e aconchegante. É possível escolher diversas cores e estampas. “Ao optar pelo chenille, é preciso estar consciente de que a impermeabilização do móvel precisa ser feita, pois o tecido absorve qualquer líquido que for derramado nele”, afirma ele.


    (Foto: Shutterstock)

    Mariana Felgas destaca que o uso do couro está relacionado principalmente com ambientes que exigem alta durabilidade e que não sejam expostos a umidade. “Para conservar, é necessário hidratá-lo. Existem empresas especializadas no serviço, que poderão garantir a integridade do tecido ao final do procedimento”.

    Impermeabilização

    A função da impermeabilização é repelir líquidos e impedir que pelos de animais e poeira impregnem no tecido. O processo também aumenta a vida útil do estofado. Não é 100% eficaz, já que substâncias ácidas como urina, por exemplo, podem ultrapassar a camada impermeável do material.

    “Quando há crianças ou animais em casa, vale a pena investir em impermeabilização. Existem tecidos no mercado que já são impermeabilizados de fábrica. A maior parte dos tecidos, naturais ou sintéticos, pode passar pelo processo”, detalha Martins.

    Enchimento

    O tipo de enchimento deve ser levado em conta na escolha do revestimento. No caso de estofado para ambientes externos, é importante enchimento que não mofe. Não adianta o revestimento ser antimofo se o material interno for ruim.

    “Materiais sintéticos levam em sua fórmula – e na construção da fibra ou do tecido – aditivos que determinam características antimofo. Muito embora o material usado no revestimento possa estar protegido, o acúmulo de umidade e de outros detritos pode não impedir o aparecimento de mau cheiro e bolor no interior da peça”, cita gerente de marketing da Cipatex

    Segundo ele, materiais com bom caimento, ou seja, que apresentem uma capacidade de adaptação às curvas e às costuras, são de suma importância para impedir a penetração de sujidades e o alcance do material usado para enchimento.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    Impermeabilização do condomínio é assunto sério

    Vital para a garantia da vida útil das estruturas do prédio, os sistemas de impermeabilização do condomínio merecem um cuidado especial.

    Impermeabilização do condomínio é assunto sério

     

     

    Marcas de bolor, desplacamento, goteiras e corrosão são sinais de que o prédio está com infiltração. E, na maioria das vezes, o problema surge por causa da negligência por parte do administrador do condomínio em relação aos cuidados necessários a impermeabilização do empreendimento.

    Por se tratar de um assunto bastante técnico, fizemos um levantamento dos principais sites de engenharia civil e uma busca nas principais normas técnicas que regem o assunto, e apresentamos algumas dicas para os nossos leitores.

    Fique à vontade para contribuir com mais informações sobre o tema na nossa seção de comentários.

    1- Veja alguns motivos para investir em impermeabilização predial

    Manutenção preventiva: realizar periodicamente a manutenção preventiva das áreas mais suscetíveis à infiltração ainda é a melhor dica possível que se pode dar para um administrador. Isso porque, caso surja esse tipo de problema, é mais trabalhoso e custoso para o condomínio investir na recuperação da área.

    Em geral, as complicações com impermeabilização surgem inesperadamente e precisam ser corrigidas com a máxima urgência, já que podem colocar em risco partes nevrálgicas do condomínio.

    O ideal é programar as manutenções após o período de chuvas, realizando uma varredura completa nos principais pontos passíveis de infiltração. Aproveite para limpar calhas, condutores de água pluviais e drenos de floreiras dos apartamentos.

    Aumento da vida útil das estruturas: mantas, membranas, resinas e outros materiais utilizados na impermeabilização servem como uma capa protetora, impedindo infiltrações e a ação corrosiva da água. Principal responsável pela diminuição da vida útil das estruturas, a água é um ótimo condutor de sais, ácidos e outras substâncias nocivas à construção.

    Em geral, indica-se a troca dos sistemas de impermeabilização do condomínio a cada 10 anos após a instalação, embora o tempo possa variar de acordo com a técnica utilizada, com as recomendações do fabricante, das diversas normas técnicas que regem o tema, e da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)

    Diminuição dos conflitos condominiais e segurança para o morador: infiltração é, sem dúvida, uma dor de cabeça para quem mora em condomínio. Pode ocorrer na garagem, na área comum ou na área privativa do apartamento.

    Em razão da dificuldade em identificar a origem da causa, possuem um custo elevado e um enorme potencial de confusão entre moradores. É bastante comum que alguns casos de infiltração dentro do apartamento e nas garagens sejam resolvidos na justiça para responsabilização de culpa e o seu ressarcimento. Logo, realizar a manutenção preventiva do sistema de impermeabilização do condomínio é apostar, também, na segurança do morador e na paz condominial.

    2- Quais as áreas mais afetadas?

    Com o avanço das moradias verticais no país, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), as construtoras e as incorporadoras disponibilizam vasto material relacionado ao desempenho e à gestão da manutenção das edificações. Vale ressaltar que sem a manutenção correta, os edifícios e os proprietários podem perder a garantia legal em casos de sinistro.

    Em geral, as principais áreas que compõem o sistema de impermeabilização do condomínio e precisam de manutenção periódica são:

    – Juntas de dilatação;

    – Lajes do térreo e da cobertura;

    – Jardineiras e jardins acima da garagem;

    – Marquises;

    – Calhas de alvenaria;

    – Piscinas;

    – Áreas propensas à umidade como banheiro, áreas de serviço e etc.

    – Caixas d’água, cisterna e esgoto.

     3- Sistemas de impermeabilização mais usados

    – Membranas flexíveis: emulsões asfálticas; emulsões acrílicas; asfalto oxidado e outros.

    – Membranas rígidas: as principais são as argamassas e a cristalização.

    – Mantas flexíveis: manta asfáltica, manta polimérica e outras.

    – Resinas poliméricas

    – Injeção de gel

    4- Como escolher a empresa certa?

    Se identificado um problema de infiltração no condomínio, o síndico terá que recorrer a uma empresa especializada e alguns itens precisam ser levados em conta nesta hora.

    – Garantias legais: certifique-se que a empresa encontra-se devidamente registrada no CREA e que esteja em dia com o atestado de treinamento específico NR 35, que normatiza trabalhos em altura. Na oportunidade, serão utilizados diversos produtos impermeabilizantes. Confirme se estão dentro das Normas Técnicas da ABNT.

    – Invista na causa, não apenas no sintoma: alguns administradores optam pela contratação de um engenheiro independente para uma observação prévia, e somente após a entrega deste laudo que contratam uma empresa especializada. Isso possibilita uma maior exatidão na identificação dos problemas, já que serão apontadas as causas que afetam o sistema de impermeabilização do condomínio e não somente os sintomas.

    – Garantias de serviço: certifique-se que a empresa contratada lhe dê garantias para o caso das infiltrações voltarem. É muito comum que a empresa orce somente os custos com mantas e produtos, sem levar em conta a remoção e a colocação de um novo piso. Olhe atentamente o orçamento e questione sobre este gasto.

    5 – Normas e documentos obrigatórios

    – Manual: do proprietário e das áreas comuns do condomínio;

    - NR6: treinamento e utilização de EPI’s:

    – Avaliação Quantitativa de Riscos Químicos;

    – Seguro de responsabilidade civil: instrumento que indeniza qualquer tipo de acidente e incidente ocorrido nas dependências do condomínio no período da obra;

    – NBR 9575: refere-se à impermeabilização (seleção e projeto);

    – NBR 9574: dispõe sobre a execução de impermeabilização.

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    5 maneiras diferentes de transformar o ambiente com o teto decorado

    O teto pode ser o protagonista da sua decoração. Quer descobrir como? Saiba mais sobre teto decorado e veja dicas para transformar seu ambiente a seguir!

    Decoração de apartamento ou casa traz sempre uma infinidade de opções, quadros, cores cortinas, espelhos, tapetes, móveis e plantas estão sempre em pauta para quem deseja dar uma cara nova a um ambiente.

    Mas, você já parou para pensar nas possibilidades que existem, além do óbvio? Qualquer lugar de uma casa merece atenção na hora de reformar ou decorar, isso inclui também o teto. Sim, afinal, ele também faz parte do ambiente.

    Em nosso artigo de hoje, vamos destacar maneiras diferentes para decorar teto com gesso, papel de parede e outras opções. Vamos lá?

    1. Teto decorado com papel de parede

    Não é só porque o papel é de parede que ele tem que ser colocado somente na parede, ok? A criatividade está aí para isso, hoje em dia pode-se usar o papel de parede para mudar móveis, vasos de plantas, cobrir nichos de paredes e muito mais.

    Mas, além disso, ele pode ser aplicado também no teto. O papel de parede pode ser igual ao que será utilizado na parede ou combinando de outra forma, com uma cor que contraste com o restante do ambiente ou que acompanhe a tonalidade dos móveis, por exemplo.

    Na foto acima vemos um exemplo muito legal: o papel de parede colocado no teto é um floral de rosas com fundo azul, combinando perfeitamente com as cores claras da sala e com o sofá também azul. Além disso, as rosas também combinaram com as poltronas em cetim. Um casamento perfeito.

    2. Teto decorado com adesivos

    Seu teto é muito grande e cobri-lo com papel de parede vai dar trabalho e gastar muito? Sem problemas.

    Também é possível decorar teto gastando pouco e sem reformas grandiosas. Adesivos também são a solução perfeita nesse caso. Além do teto, os adesivos podem descer pela parede e completar a decoração.

    Na foto abaixo o teto branco foi coberto com adesivos de flores, arabescos e formas geométricas na cor preta. Os desenhos descem pela parede e complementam o restante da decoração: porta preta com móveis e paredes brancas. O responsável pela decoração desse ambiente ainda foi ousado e colocou cor nas almofadas, na mesa de centro e em parte da parede. Muito original e exclusivo.

    3. Teto decorado com madeira

    A madeira pode fazer parte de tudo na casa, desde o piso até o teto, passando pelos móveis. Como as possibilidades são várias, pode casar com vários estilos e dar vida a espaços totalmente diferentes e com propostas distintas. Separamos algumas possibilidades, tudo vai depender do gosto pessoal do dono da casa.

    Madeira desgastada: Dependendo do estilo do dono da casa, a madeira pode ser rústica, propositalmente desgastada. Na foto abaixo, a madeira desgastada foi colocada no teto inteiro e combinada com móveis despojados e cores fortes: vermelho e preto. A combinação ficou ao mesmo tempo descolada, moderna e atual.

    Madeira lisa e uniforme: Em contrapartida, a madeira lisa e uniforme pode ser colocada da mesma forma, no teto inteiro ou em apenas uma parte do local, como no exemplo da foto. Aqui o teto de madeira desce até a parede e acaba delimitando o espaço entre a sala e a cozinha, ideal para ambientes pequenos e que precisam daquele truque para parecer maior.

    A cor da madeira pode ser escura ou clara, a opção vai depender do gosto e do restante da decoração.

    Vigas aparentes: As vigas aparentes podem ser colocadas na casa de campo ou na casa da cidade. Em ambos os locais ficam charmosas e deixam o espaço aconchegante. Na primeira foto o teto é inteiramente de madeira com vigas aparentes, combinado com a parede de tijolos e a decoração em tons quentes, a decoração fica linda em uma casa de campo.

    Mas como dissemos, as vigas não servem apenas para casas de campo. Olha que lindo esse exemplo de sala com teto branco e vigas de madeiras colocadas propositalmente no teto. Para não ficar tão pesado, a decoração foi complementada com móveis e paredes em tons claros com um ou outro item de cor quente, nesse caso seriam as poltronas.

    No último exemplo, as vigas foram colocadas como um detalhe e foi pintada de preto, a decoração seguiu essa linha: branca com detalhes pretos e ficou linda.

    4. Teto decorado com gesso

    É claro que não poderíamos deixar de citar o clássico teto com gesso. Com certeza você já viu inúmeros projetos de gesso, dos mais simples aos mais elaborados. O gesso traz um acabamento fino a qualquer ambiente e combinado com um bom projeto de iluminação, pode transformar um local.

    5. Teto decorado com tinta

    Por último, deixamos para falar do mais simples e nem por isso uma opção a ser descartada. O teto pode ser pintado com uma tinta de cor forte, combinando com pequenos detalhes na decoração ou, para os mais ousados, pode jogar cor no teto, na parede, nos móveis e onde mais preferir. Use a criatividade!

    Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

    Limpeza de Caixas d´água

    Manutenção deve ser periódica e reservatório deve estar sempre limpo

    Manutenção deve ser periódica e reservatório deve estar sempre limpo

    Cuidar do espaço que guarda a água do condomínio é fundamental.  Em São Paulo, a lei obriga a se fazer ao menos duas limpezas no local por ano. Especialistas consultados nesta matéria também crêem, independente de lei, ser duas vezes por ano o necessário para manter o local em condições higiênicas adequadas.

    Os períodos sugeridos para a execução do serviço são os meses de outubro e fevereiro, para que o condomínio se prepare para o uso mais frequente da água no verão e quatro meses depois fique com a caixa em dia para o inverno.

    As fontes consultadas também alertam que não é recomendável fazer a limpeza por conta prórpia. Em algumas regiões o empreendimento fica sujeito à multa caso contrate um funcionário para fazer a limpeza da caixa, e não optar por um serviço especializado.

    Dicas de contratação

    Em geral, empresas de controle de pragas oferecem pacotes desse serviço aliado à limpeza da caixa. Cheque se os funcionários receberam treinamento específico para esse serviço, e se a empresa tem alvará da Vigilância Sanitária.

    Os colaboradores da empresa também devem usar o equipamento de proteção individual: luvas, galochas, máscaras de proteção simples, já que ficam em contato com produtos químicos.

    O zelador deve acompanhar o trabalho da empresa contratada e verificar os seguintes procedimentos necessários para a limpeza:

    A empresa contratada deve:

    • Checar situação estrutural e externa do reservatório
    • Fechar a entrada de água e esvaziar o reservatório
    • Escovar as paredes internas, a tampa e remover o lodo, evitando a entrada de sujeira nas tubulações de saída
    • Eliminar toda a sujeira, inclusive manchas (desde que possível), enxaguar e esvaziar novamente
    • Fechar adequadamente o reservatório, se possível com lacre e cadeado, impedindo a entrada de qualquer elemento estranho
    • O Zelador deve anotar a data da limpeza
    • Terminada a tarefa, deixar encher o reservatório e liberar para o consumo
    • É conveniente (e muito importante) efetuar análise bacteriológica para verificar a eficiência da desinfecção (limpeza)
    • Em edifícios é conveniente fechar antecipadamente a entrada do reservatório inferior, utilizando o superior para o consumo

    Potabilidade

    O teste de potabilidade é uma análise físico-química laboratorial que visa identificar a presença de bactérias, germes, entre outros organismos nocivos aos seres humanos

    • É aconselhável efetuar o teste semestralmente, após a limpeza da caixa d’água
    • Deve ser realizado por um laboratório especializado, pois o teste só tem um bom resultado se a amostra é bem coletada, ou seja, o frasco deve ser estéril. Outro ponto importante é onde coletar a amostra.
    • As próprias empresas que fazem a limpeza oferecem este tipo de serviço, mas o ideal é que a análise seja feita emlaboratório independente
    • A coleta deve ser efetuada no reservatório, após sua limpeza
    • Ao contratar a empresa para a manutenção e realização do teste, certifique-se que tal empresa ou laboratório tem o alvará da vigilância sanitária em dia, e que o responsável técnico exista realmente
    • Para comprovação, deve exigir a cópia do alvará com a devida validade. A execução dos serviços deve ser acompanhada por um responsável local (zelador/síndico)
    • Se a água da caixa for reprovada na análise de potabilidade, pode-se entrar em contato com a empresa pedindo uma nova limpeza.

     Vale lembrar que o síndico é responsável também por esse quesito no condomínio e que se algum condômino passar mal devido a má qualidade da água, ele poderá ser acionado, inclusive judicialmente

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Confira dicas para deixar sua casa pronta para o verão

    Veja como dar um frescor à decoração na estação mais quente do ano

    Verão vai além do calor, é quando a vida fica mais livre, simples e descontraída. A arquiteta Paula Passos, do escritório Dantas & Passos Arquitetura, afirma que a estação pede ambientes coloridos, iluminados, frescos e despojados. Ela acredita que algumas opções de decoração podem evitar que o morador seja refém do ar-condicionado, sem grandes reformas.

    “Para não ter que reformar sofás, peças maiores e mais caras, uma ideia é fazer capas em tecidos claros, como sarja pré-encolhida, que podem até ser lavadas em casa. Poltronas ou cadeiras menores também podem ganhar novos revestimentos, com tecidos leves”.O arquiteto Renato Andrade, do escritório Andrade & Mello Arquitetura, diz que como a época é mais festiva, pede flores e vasos. “A ideia é apostar em cores vivas na decoração para aumentar a energia e o astral. Podemos substituir um banco por uma rede, trazendo uma sensação praiana para dentro de casa”, opina.

    Na decoração da casa de praia, a arquiteta Ana Luisa Prévide gosta do uso da fibra sintética e natural, cores com tonalidades off white, objetos em madeira e tudo que remeta à tropicalidade. “Sugiro optar por tecidos 100% nylon, que tenham toque suave e que não manchem”, diz ela.


    (Foto: Shutterstock)

    A arquiteta Erika Mello explica que é importante ter atenção à pintura. Em áreas externas, cores claras refletem os raios solares, enquanto as mais escuras retém o sol, mantendo calor. “Mas no interior, tudo são sensações. Cores claras dão a sensação de frescor e tranquilidade. Funcionalmente, do ponto de vista térmico, não têm eficiência”.

    Iluminação

    As lâmpadas de LED têm tecnologia que reduz o calor com baixo consumo de energia, são excelentes sempre, principalmente em dias mais quentes, diz Ana Luisa Prévide. “Para dar um realce na decoração, hoje temos as fitas de LED que são muito usadas nas sancas embutidas na decoração ou até mesmo em áreas externas, como dentro de piscinas”.

    Se você não tem dinheiro sobrando para trocar tudo por LED na sua casa, Paula Passos sugere as fluorescentes, no lugar de halógenas e incandescentes. Para não mexer no forro de gesso, deixe as luminárias embutidas desligadas e acrescente outras de coluna no piso. “Ligadas em tomadas, para substituir com luz indireta em LED”.

    Tapetes, capas e cortinas

    Erika acha que esses itens são importantes na decoração, mas nessa época do ano fica mais complicado manter. “No calor, alguns tecidos vão atrapalhar. Quando se trata de cortinas, os tecidos leves permitem um frescor. Vale tirar os tapetes, deixa o espaço mais fresco por conta do piso livre”.


    (Foto: Shutterstock)

    Ana ensina: o melhor é usar tecidos fáceis de lavar, estampas que remetam a temas tropicais, como florais, e fibras. “As capas de sofás em sarja são fáceis de limpar. Cortinas com tecidos moles e leves, recomendo 100% nylon. E tapetes temos hoje com base de borracha prensada que imitam tramas perfeitamente e materiais sintéticos”.

    Plantas

    Paula não tem dúvida de que a natureza ajuda a equilibrar o ambiente. Para a arquiteta, ter plantas em casa é um hábito que cresce a cada dia, e que é sempre bem-vindo. Elas deixam o imóvel com uma cara mais bonita e saudável.


    (Foto: Shutterstock)

    “Para que as plantas refresquem a casa, precisamos ter um volume significativo. Uma planta só não faz verão. Conjuntos de vasos são interessantes, ou criar um jardim vertical. A umidade do ar aumenta com maior volume de vegetação e o ambiente fica mais fresco”.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Residencial sem escritura

    É possível instituir um condomínio sem esse documento?

    É possível instituir um condomínio sem esse documento?

     O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

    “Moro em um habitacional com mil unidades. Dá para fazer um condomínio mesmo que ainda não tenha escritura?”

    Para instituir um condomínio edilício o incorporador deve seguir o que aduz a lei ( 4.591/64 e o Art. 1.332 e 1.333 do Código Civil), e neste sentido a lei traz que a criação de um condomínio edilício depende, dentre outros, por exemplo:

    • Da discriminação e individualização das unidades de propriedade exclusiva, estremadas uma das outras e das partes comuns;
    • Da determinação da fração ideal atribuída a cada unidade, relativamente ao terreno e partes comuns;
    • Da descrição do fim a que as unidades se destinam;
    • Da minuta da Convenção;
    • Dentre tantos outros.

    Os documentos acima descritos, assim como tantos outros, são essenciais para o Registro prévio do empreendimento no Registro de Imóveis.

     E somente após autorização deste órgão, as unidades poderão ser negociadas, desde que cumpridos os requisitos acima e também os e descritos no Art. 32 da Lei de Incorporações, que expressamente menciona que a negociação de unidades autônomas, somente poderá ocorrer, após o incorporador ter arquivado no Registro de Imóveis, dentre outros, o título de propriedade do terreno, sem qualquer impedimento para alienação de frações ideias. (Art. 32 lei 4591/64)

    Este artigo 32 da Lei Especial garantirá que no momento oportuno, as unidades, que antes eram uma única matrícula, poderão ser desmembradas em matrículas individuas das unidades negociadas, pois, qualquer impedimento na matrícula inicial, representaria impedimento de abertura das matrículas individuais.

    Então, se a matricula inicial do terreno não estiver em regularidade, está não poderá servir de base para que futuramente as matrículas individualizadas de cada unidades passem a existir e sequer um condomínio regular poderá ser instituído.

    Lembrando ainda que, a matrícula individualizada de cada unidade, somente surgirá, após o HABITE- SE do empreendimento conforme aduz o Art. 44 da Lei 4591/64:

    Art. 44. Após a concessão do “habite-se” pela autoridade administrativa, o incorporador deverá requerer, a averbação da construção das edificações, para efeito de individualização e discriminação das unidades, respondendo perante os adquirentes pelas perdas e danos que resultem da demora no cumprimento dessa obrigação.

    Conclui-se que, não dá para “fazer”, ou seja, instituir um condomínio, se não existir uma escritura perfeita do terreno, que irá refletir na transcrição da matrícula principal do empreendimento, conhecida como matrícula “mãe”,  e assim, as unidades não terão matrículas individuais, pois não cumpridos os requisitos legais não será um condomínio edilício, no máximo um edifício ou um condomínio irregular.

    (*) Rodrigo Karpat é advogado de Direito Imobiliário e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Cinco dicas para acertar na compra de imóvel na planta

    Tome cuidado e só feche negócio quando tiver certeza de que é seguro e vantajoso

    Comprar um imóvel na planta pode ser interessante pelo preço e condições de pagamento. Além disso, escolher o projeto que vai ao encontro do seu sonho e acompanhar as obras é uma sensação única. Mas preste atenção: não acredite em qualquer panfleto que pegar na rua. Tenha certeza de todos os detalhes do empreendimento e da construtora antes de bater o martelo. Separamos 5 dicas.

    1 – Projeto e divulgação

    Estude o projeto e os materiais de divulgação da incorporadora. De acordo com Lucas Araujo, superintendente de Marketing e Inteligência de Mercado da construtora Trisul, essas peças podem incluir fotos e vídeos, perspectivas dos espaços e até mesmo uma maquete.


    (Foto: Shutterstock)

    “Tenha em mente que é muito importante guardar esses materiais até a entrega do projeto, já que eles serão a base de comparação entre o que foi prometido e o que foi entregue”, aconselha. Para ter acesso a esses documentos, visite o plantão de vendas.

    A arquiteta Giovanna Gogosz acredita que é bom observar o sistema construtivo. Se for alvenaria estrutural, provavelmente você não poderá tirar parede ou mesmo rasgar alumas delas para passagem de infraestrutura elétrica e ampliar pontos de tomada, por exemplo.

    “Ou outros detalhes, como fazer um nicho nas paredes do banheiro. Sempre observe o sistema construtivo, e se necessário, pergunte a construtora peça a um profissional para te dar um aval do que poderá ou não ser feito”, orienta a arquiteta.

    2 – Custo-benefício

    O custo-benefício de um imóvel na planta deve ser avaliado a partir de uma série de fatores, como localização, tamanho, prazo para entrega da obra, qualidade dos acabamentos, benefícios do condomínio e, claro, o valor da compra.

    “Essa é uma análise que varia de imóvel para imóvel, mas é importante considerar as opções no mercado, o potencial de valorização e a destinação que você quer dar para a propriedade, ou seja, se a sua família viverá nela ou se optará por alugar para terceiros”, diz Araujo.


    Imóvel na planta(Foto: Shutterstock)

    Para Giovanna, observar o entorno do local é importante para saber como pode se desenvolver a área urbana e a proporção que pode tomar. “Já vi casos de clientes que compraram um apartamento em uma rua tranquila e depois encheu de prédios. Não havia vaga para visitantes e hoje nunca tem onde estacionar o carro na rua”.

    3 – Construtora e incorporadora

    As diferenças entre essas duas empresas são uma dúvida comum de quem busca apartamento na planta. Segundo Araujo, a incorporadora é responsável por articular os negócios que envolvem o projeto, fazer as vendas, negociações, formalização de registros e documentos, enquanto a construtora efetivamente executa a obra nos moldes projetados.

    “Há casos em que uma mesma empresa atua nas duas funções. Independentemente disso, você deve conhecer o histórico dos envolvidos, opinião e satisfação dos clientes, qualidade das obras já entregues, saúde financeira, reputação da empresa no mercado e execução dos projetos anteriores”.

    A arquiteta ressalta a importância de se pesquisar a empresa responsável. “Já vi de tudo: empresas que venderam vagas de garagem insuficientes para o número de unidades de apartamentos, imóvel com fissuras dois anos depois de construído, e até atraso de sete anos na entrega”.

    4 – Prazos

    Além de consultar a construtora, pesquise se ela tem um bom histórico de cumprimento de datas e, se não, qual é o tempo médio de atraso. “Observe que, em muitos casos, o contrato estipula um período possível de atraso. Portanto, ele não pode ser ignorado”, diz o representante da Trisul.


    (Foto: Shutterstock)

    5 – Contrato e garantias

    Há situações previstas no contrato para proteger tanto o comprador quanto a incorporadora e a construtora. “Estude o contrato antes de assinar e veja se ele tem prazo máximo da obra, tolerância de atraso, consequências em caso de desistência, multas para descumprimento de cláusulas, prazo para troca de materiais de má qualidade, conserto de defeitos e garantia contra problemas estruturais”, pontua Araujo.


    (Foto: Shutterstock)

    Já a arquiteta diz que há casos de esquadrias que podem dar problemas técnicos ou amarelar depois de alguns anos, portões que enferrujam, fornecedores que não prestam bom serviço e com o tempo é necessário refazer, entre outras coisas.

    “O que dá segurança melhor sobre tudo isso é o tempo de garantia que a construtora dá aos compradores. Quando você compra um imóvel recebe o manual do proprietário, nele vai encontrar todas informações de materiais e garantias”.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Como fazer um controle de visitantes eficiente no condomínio?

    Vivemos em um mundo cada vez mais perigoso, com maior incidência de crimes de diversas formas e engana-se quem pensa que isso só ocorre nas grandes capitais do país. Pessoas que escolhem morar em condomínios fechados, normalmente, o fazem buscando exatamente essa segurança a mais para suas famílias e, por isso, o trabalho da portaria e do sistema de monitoramento é tão importante.

    controle de visitantes

    Pensando nisso, trouxemos no post de hoje algumas dicas de como fazer um controle de visitantes eficiente no condomínio, garantindo a segurança de todos. Acompanhe!

    A importância do controle de visitantes

    A segurança de um condomínio precisa ser garantida trabalhando alguns pontos críticos, como por exemplo, entradas e saídas do local. Dessa forma, o controle de visitantes deverá ser sempre rigoroso.

    Especialmente em grandes condomínios, onde há grande número de pessoas circulando, como prestadores de serviço, entregadores, visitantes e claro, moradores.

    Etapas do monitoramento e controle de visitantes

    É importante definir um processo para o monitoramento de pessoas que acessam o local. O ideal é que todos passem pelos passos a seguir:

    Identificação

    Através de comunicação eletrônica ou de vidros blindados, sem ter acesso ao condomínio, o visitante deverá se identificar, informar o objetivo da entrada, em qual apartamento irá e o nome da pessoa com quem possui contato.

    Confirmação

    Com essas informações, o porteiro irá interfonar ao morador e verificar se o visitante está autorizado a ter o acesso ao local.

    Acesso ao condomínio

    Somente após a confirmação poderá ser permitida a entrada do visitante ao condomínio. Caso contrário, ele deve ser barrado e o porteiro deve ser orientado a jamais abrir exceções. Para esses casos, o visitante pode entrar em contato com o morador por seus próprios meios e averiguar como fazer o acesso.

    Registro

    Para um controle de informações mais adequado, recomendamos registrar os dados principais do visitante (nome, documento, apartamento visitado). Isso ajuda como forma de rastreabilidade em momentos de necessidade.

    Principais cuidados

    Seguido os passos acima, ainda há algumas boas práticas que precisam ser sempre seguidas para garantir a segurança do acesso de visitantes:

    • Caso não haja ninguém no apartamento em questão ou caso o morador não esteja esperando a visita de nenhuma pessoa/empresa, jamais deverá ser permitida a entrada;
    • Todas as entregas deverão ser retiradas pelo próprio morador. Não permita a entrada de entregadores. O porteiro também poderá fazer a coleta de encomendas caso o morador não esteja no local.

    Controle de acesso à garagem

    Caso o morador possua uma vaga de estacionamento para visitantes, antes do acesso é imprescindível que o veículo seja registrado em um sistema de Controle de Visitantes — no qual deve constar a placa do veículo e o apartamento responsável por ele.

    Para controles gerais, uma solução mais prática é o condomínio criar adesivos de identificação ou crachás para os carros. Essa medida auxilia bastante no trabalho do porteiro, além de agilizar o processo.

    O adesivo ou crachá poderá incluir, além de uma identificação particular do condomínio, o número do apartamento e bloco do morador, bastando assim o porteiro apenas verificar rapidamente essas informações, seja diretamente ou por monitoramento remoto.

    Esperamos que você tenha gostado do nosso post de hoje e que essas informações possam ajudá-lo a tornar seu condomínio mais seguro por meio de boas práticas de controle de visitantes.

    Ficou alguma dúvida sobre o tema? Tem outras sugestões? Deixe um comentário e participe!

    Fonte: Condlink

    Vai decorar o primeiro apartamento? Nós ajudamos!

    Algumas dicas podem deixar sua casa linda sem necessidade de gastos excessivos

    Enfim, você conquistou o tão sonhado lar. Mas não é só entrar e morar: a compra de um imóvel, por mais suada que seja, é o primeiro passo para ter o seu próprio cantinho. Mesmo que seja novo, ele chega frio, sem graça. E precisa estar do jeito que você gosta, aconchegante, personalizado.

    A arquiteta Cátia Ferreira diz que o primeiro passo para quem vai decorar é definir os ambientes, o que fazer em cada um dos cômodos. Depois disso, começar com as maiores partes, escolhendo móveis planejados, como armários embutidos de cozinha e quartos, por exemplo.

     


    (Foto: Shutterstock)

     

    “Entre as ações que podem ser feitas sem gerar uma grande obra e que ajudam bastante na decoração estão os revestimentos em 3D, que podem ser cerâmicos ou em gesso. Com uma iluminação indireta, dá um efeito de luz e sombra interessante”, diz a arquiteta.

     


    Revestimento com 3D (Foto: Shutterstock)

     

    Cátia explica que a divisão de ambientes com gesso drywall, criando nichos, também é interessante. Segundo ela, o investimento compensa, a instalação é fácil e rápida e o efeito decorativo muito grande. “E não se pode esquecer dos acabamentos, como papel de parede e um tecido bacana nas cortinas, isso é aconchego”.

    Quadros e plantas

    Aquele grande quadro preenchendo a parede atrás do sofá ainda vale, porém, a arquiteta diz que atualmente os mais usados são quadros pequenos agrupados. “Uma maneira bem moderna é uma ripa de madeira na parede e os quadros pequenos sobre ela na posição horizontal”.

     


    Quadros e plantas (Foto: Shutterstock)

     

    Já a plantas, diz a profissional, são sempre bem-vindas porque dão vida aos ambientes. “Se forem naturais, é preciso ver a luz e sombra mais adequadas. No caso de artificiais, pode até fazer uma parede verde, fica muito bom”.

     


    Plantas em casa (Foto: Shutterstock)

     

    Adesivos

    A designer de interiores Tássia Pereira, do escritório TT Interiores, explica que os adesivos autocolantes são uma opção bonita e barata para serem usados em qualquer parede da casa.


    Parede com adesivo (Foto: Shutterstock)

     

    “Há hoje em dia mosaicos de madeira fabricados com fitas adesivas, que o próprio morador pode aplicar e personalizar o ambiente. Eles ficam lindos como destaque de uma parede. Outra dica são os revestimentos feitos de poliestireno que são fixados com silicone”, explica ela.

    Em alta na decoração, os pallets são versáteis e podem ser usados de diferentes formas, seja como estante, mesas, camas ou sofás. “O pallet é bem resistente, por isso pode ser bem aproveitado na decoração. O legal dele é que você pode personaliza-lo à sua maneira, criando objetos e móveis”, indica a designer de interiores.

    Efeitos diferentes de pintura fazem toda a diferença na decoração. Pintar as paredes com cores distintas, ou mesmo fazer desenhos com a tinta, deixam o ambiente personalizado. “Além das tintas tradicionais, com diferentes cores, há no mercado produtos para dar toque de cimento queimado na parede e já vêm prontos, basta aplicar”.

     


    (Foto: Shutterstock)

     

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Significado de expressões usadas no dia-a-dia

    Saiba o que significam os termos usados no condomínioSaiba o que significam os termos usados no condomínio

    Para quem está acostumado a administrar um condomínio,termos como botoeira, presidente de mesa, quadro de comando e recalque podem ser bastante corriqueiros. Porém, para um síndico que acabou de chegar a função, podem gerar dúvidas.

    Por isso, elencamos abaixo uma série de expressões e siglas para facilitar a gestão não apenas dos recém-chegados, mas de todos que sabem da importância de se manter bem informados na hora de tomar qualquer decisão referente à vida em condomínio.

    Números

    • 1a. convocação: Para aprovar algo no primeiro horário, o síndico necessita da presença de mais de 50% das unidades.
    • 2a. convocação: Para deliberação, maioria dos votos dos presentes, salvo se for necessário um quórum específico.
    • 2/3 do todo: Refere-se a dois terços de todas as unidades, levando em conta as frações ideais, caso se aplique. É um quórum aplicado para aprovação de obras voluptuárias e alteração da convenção.

    A

    • AABIC - Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo.
    • ABADI - Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis.
    • Adicional por acúmulo de função - Diz respeito à remuneração de empregados que acumulam mais de uma função no trabalho. Desde que devidamente autorizado pelo empregador, o empregado que vier a exercer cumulativa e habitualmente outra função terá direito ao percentual de adicional correspondente a 20% (vinte por cento) do respectivo salário contratual, no mínimo.
    • Adicional de insalubridade - Diz respeito à remuneração de trabalhadores cujas atividades podem gerar risco ou doença. Os empregados cujas atividades são desenvolvidas em condições de insalubridade, farão jus ao percentual do respectivo adicional nos termos da Lei.
    • Algicida - Produto utilizado para combater a ação de algas nas piscinas.
    • Assembleia geral ordinária – AGO - Ocorre uma vez por ano, obrigatoriamente, segundo o novo Código Civil. Normalmente, é usada para prestação de contas, aprovação da previsão orçamentária e eleição de síndico.
    • Assembleia geral extraordinária – AGE - Podem ser convocadas pelo síndico ou por um quarto dos condôminos, geralmente para tratar de assuntos não discutidos na última assembleia ordinária ou de urgência.
    • Auto-gestão - Sistema de gestão no qual o síndico ou os condôminos ficam a cargo da administração, abrindo mão da contratação de uma empresa ou profissional para gerir o condomínio

    B

    • Biênio - Adicional por tempo de serviço, conferido pelas Convenções Coletivas de Trabalho dos funcionários de condomínios, em algumas regiões.
    • Barrilete - Equipamento do qual partem as colunas de abastecimento de água fria de um condomínio. O barrilete situa-se abaixo do reservatório d’água superior e acima do forro
    • Botoeira - Display onde estão os botões do elevador. Alguns elevadores possuem senha na botoeira, com códigos independentes para cada andar, como parte de um equipamento de segurança.
    • CAGED - Cadastro Geral de Empregados. Documento que lista admissões e desligamentos ocorridos em um mês.
    • Caixa de gordura - Equipamento que separa a gordura da água a fim de evitar entupimentos.
    • Câmaras de Arbitragem - Alternativa jurídica para solucionamento rápido e econômico de intrigas, dívidas, sorteio de vagas, animais, etc. em condomínios.
    • CEI/ CNPJ - CEI (Cadastro Específico do INSS). CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica)
    • Cloro livre - Medida da eficácia de sanitização do cloro em uma piscina.
    • CLT - Consolidação das Leis do Trabalho.
    • Conservação/manutenção - Geralmente, contratos de conservação incluem apenas o custo da mão-de-obra, e os de manutenção incorporam a este custo também o de algumas peças. Termos muito usados para elevadores.
    • Convenção Coletiva - As Convenções Coletivas de Trabalho são firmadas entre os sindicatos de empregados e de empregadores para complementar a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). São firmadas por categoria (funcionários de condomínios, administradoras) e região de abrangência dos sindicatos envolvidos.
    • Convenção condominial - Documento que regulamenta as relações entre os condôminos, seus direitos e deveres.
    • Conta pool - Conta bancária em nome da administradora que contém o dinheiro de todos os condomínios clientes, ou vários deles.
    • Conta vinculada - Conta em que, diferentemente da pool, está apenas o dinheiro de um condomínio.

    C

    • Certificação digital - Obrigatória para todos os condomínios, é uma credencial que identifica, via internet, uma entidade, seja ela empresa, pessoa física, máquina, aplicação ou site. Ela serve como um documento eletrônico, que permite ao usuário se comunicar e efetuar transações na web de forma mais rápida, sigilosa e com validade jurídica.
    • Condômino - É o dono do imóvel, mesmo se não morar na unidade. Considera-se também condômino o promitente comprador.
    • Co-gestão - Contrato de administradora em que esta fica incumbida de cuidar apenas de questões burocráticas relativas ao condomínio.

    D

    • DARF - Documento de Arrecadação Federal.
    • DIRF - Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte. Não deve ser confundida com o Imposto de Renda. Nela, o condomínio deve declarar seus pagamentos por meio de referências exigidas das notas fiscais, como CNPJ da empresa, número da nota, valor e código.
    • Defeitos de construção - Falhas que podem afetar a saúde e segurança do condômino.
    • Despesas ordinárias - Despesas que se referem a gastos rotineiros de manutenção do condomínio, além de salários e encargos.
    • Despesas extraordinárias - Despesas que não se referem a gastos rotineiros de manutenção do condomínio.

    F

    • Fenda - Abertura em forma de linha com espessura superior a 1,5 mm na estrutura do edifício.
    • Fissuras - Abertura em forma de linha de até 0,5 mm de espessura na estrutura do edifício.
    • Fração ideal - maneira de divisão de despesas em que cada unidade contribui proporcionalmente, de acordo com a convenção do condomínio.
    • Fundo de reserva - Verba extraordinária do condomínio destinada a gastos imprevistos, de emergência.
    • Fundo de obras - Verba extraordinária destinada à realização de obras do condomínio.

    G

    • GFIP - Guia de recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social.
    • Habite-se - Autorização emitida pela prefeitura para que um imóvel possa ser ocupado.
    • Hora noturna - Salvo casos de revezamento semanal ou quinzenal, o trabalho noturno tem remuneração superior à do diurno. Uma hora noturna é computada como 52 minutos e 30 segundos.

    I

    • Isenção do síndico - Forma de remunerar o síndico do condomínio pela função exercida. Em muitos condomínios ele fica isento de pagar a taxa condominial.
    • Inquilino ou Locatário - É a pessoa que paga mensalmente um aluguel para o dono do imóvel para ocupá-lo.
    • INSS do síndico - A Previdência Social classifica o síndico como um contribuinte individual quando este é remunerado ou isento da taxa condominial.

    J

    • Juizado Especial Cível - instância da Justiça que acolhe pequenas causas.

    M

    • Maioria absoluta ou maioria do todo:  Leva-se em consideração a totalidade do condomínio, ou seja todos os condôminos. Necessária para aprovação de obras úteis, que aumentam ou facilitam o uso da coisa, como reforma de guarita ou individualização de hidrômetros, por exemplo
    • Maioria simples ou maioria dos presentes: Corresponde a 50% mais um dos presentes em assembleia. Esse quórum elege ou destitui síndico, e aprova orçamento e contas.
    • Maioria qualificada:  Depende de cada convenção e tem diferentes quóruns específicos para realização de obras. Para aprovar uma obra voluptuária, por exemplo, são necessários dois terços de todas as unidades.
    • Minuteria - Equipamento dotado de sensor que permite manter temporariamente acesas as lâmpadas, gerando economia de energia.

    O

    • Obras necessárias: As que conservam a coisa ou impedem sua deterioração*. Exemplo: pintura ou limpeza da fachada (mantendo-se a mesma cor e padrão) e obras como impermeabilização de um local com vazamento (Quórum necessário: maioria dos presentes)
    • Obras úteis: As que aumentam ou facilitam o uso da coisa*. Exemplo: reforma da guarita e Individualização dos hidrômetros. (Quórum necessário: maioria do todo
    • Obras voluptuárias: As que não aumentam o uso habitual da coisa, constituindo simples deleite ou recreio*. Exemplo: construção de piscina. (Quórum necessário: 2/3 do todo)

    P

    • PCMSO/PPRA - PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional); PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais).
    • Presidente da mesa - Escolhido no início da assembleia do condomínio para conduzir a reunião.
    • Prestação de contas e Previsão orçamentária - De acordo com o Código Civil, devem ser feitas e aprovadas anualmente em assembleia, o que, na maioria dos condomínios, costuma acontecer no início do ano.
    • Prumada - Coluna do encanamento que serve a todos os andares. Também chamada de coluna vertical. .
    • pH - Sigla de “potencial hidrogeniônico”, é a medida da alcalinidade ou acidez da água.

    Q

    • Quadro de comando - Parte do equipamento do elevador, que coordena as paradas e chamadas.
    • Quórum - Número mínimo de votos necessários para aprovações.
    • Quórum qualificado:  Quando há porcentagem específica para votar certo tema. Para conseguir alterar, por exemplo, a destinação do condomínio, é necessária a aprovação de todos, ou seja, 100% dos condôminos.
    • Quórum livre: Quando não há especificação sobre o quórum. Ou seja, a maioria simples decide o que está sendo votado.

    R

    • RAIS - Relação Anual de Informações Sociais. O objetivo da RAIS é recolher dados sobre as atividades trabalhistas e controlá-las. Por isso, sua declaração é feita com base nos funcionários e prestadores de serviços do condomínio.
    • Rede horizontal/ vertical - São redes de encanamento de um edifício. A vertical conduz a água e o esgoto da rua aos andares. Já a horizontal liga as colunas do edifício às unidades.
    • Rachadura - Abertura de 1 a 1,5 mm na estrutura do edifício.
    • Recalque - Bomba que leva a água da caixa inferior ao reservatório superior do edifício.
    • Regimento interno - É um conjunto de regras para a vida em condomínio, mas de caráter mais cotidiano. Antigamente era denominado “Regulamento Interno”
    • Redução/reintegração - Termos relativos aos valores de apólices de seguros após indenização.
    • Remuneração do síndico - Forma de gratificar o síndico do condomínio pela função exercida. Em muitos condomínios ele fica isento de pagar a taxa condominial.
    • Responsabilidade civil - Princípio legal segundo o qual uma pessoa que tem seu direito ferido merece o ressarcimento patrimonial por parte de quem o feriu.
    • Retrofit - Pequenas reformas que visam valorizar e aumentar a vida útil de edificações antigas.

    S

    • SECOVI - Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo.
    • Secretário da mesa - Convocado pelo presidente da assembleia do condomínio, é o secretário quem redige a ata da reunião.
    • SINDIFICIOS - Sindicato dos Empregados de Edifícios e Condomínios Residenciais, Comerciais de São Paulo.

    T

    • Trinca - Abertura de 0,5 mm a 1 mm de espessura na estrutura do edifício.

    U

    • Unanimidade dos condôminos: Todos os condôminos.

    V

    • Vícios de construção - Falhas que tornam o imóvel impróprio para o uso, ou lhe diminuem o valor.
    • Viga - Parte da estrutura de um edifício.
    • Votação mínima - Número mínimo de votos necessários para decidir sobre a aprovação de gastos e outras questões relativas ao condomínio.

     Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Conheça 7 ideias de decoração com fita de LED

    Além de clarear espaços e trazer comodidade, essa tecnologia ajuda a tornar os lugares mais bonitos

    1- Guarda-roupa

    Na parte interna, deixa o guarda-roupa mais bonito e facilita hora de achar a roupa. “A fita de LED é capaz de realçar elementos do projeto, especialmente quando se trata de marcenaria”, diz a arquiteta Carmen Calixto.

    2 – Cozinha

    Abaixo de armários de cozinha, além de valorizar o revestimento da parede, ajuda a iluminar a bancada de trabalho. “É um recurso diferente das lâmpadas tradicionais, que proporcionam uma luz mais pontual. A LED é retilínea e ajuda, por exemplo, a alongar um móvel, uma bancada”, explica a arquiteta Renata Gomes.

    3 – Cabeceiras

    Luz indireta de cabeceiras deixa o quarto com uma ambiência suave e relaxante. “Nos permite criar diferentes efeitos e valorizar a marcenaria. Como ela pode ser encontrada em várias cores, pode ser usada desde a casa mais tradicional até a mais moderninha”, afirma Carmen.

    4 – Prateleiras e nichos

    Valoriza os adornos. “Dá para usar o LED em todos os tipos de móveis e decoração. Pode criar um efeito, jogar uma iluminação até mesmo dentro da gaveta: ela fica iluminada facilitando o encontro dos objetos desejados”, relata Renata.

    (Foto: Shutterstock)

    5 – Painéis de TV

    Permite uma iluminação suave, que não incomoda quem está vendo TV. “Por meio da fita de LED, conseguimos até mesmo criar uma separação entre os ambientes integrados. Para isso, basta colocar no barrado inteiro da parede, dando, assim, destaque no ambiente”, explica Carmen.

    6 – Banheiro

    Você pode jogar fita de LED atrás do espelho, o que dá uma iluminação bem bacana e ajuda até mesmo no uso da maquiagem. “É usada em todos os tipos de ambiente, ela não tem restrição nenhuma. No banheiro, por exemplo, você pode também fazer um detalhe na parede” frisa Renata.

    7 – Degraus

    É uma solução bonita e muito útil, dando a esse recurso arquitetônico um status de design. “A fita de LED pode ser usada em todos os tipos de ambiente. Tudo depende da imaginação. Numa escala maior, pode ser usada, inclusive, na fachada do prédio, mudando de cor, destacando a edificação”, aposta a arquiteta Renata Gomes.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Programação para grandes gastos

    Esperados ou não, condomínio deve tentar se precaver financeiramente

    Esperados ou não, condomínio deve tentar se precaver financeiramente

    José, o síndico de um condomínio grande em Belo Horizonte, está se sentindo mais um equilibrista do que um gestor.

    Ultimamente as contas têm apenas empatado – sem sobras – no seu condomínio, um cenário que ele não considera favorável.

    Porém, em questão de dias, a situação do condomínio de José mudou radicalmente: eles perderam uma ação na Justiça e precisam pagar uma indenização a um ex-funcionário.

    Na mesma semana, um cano se rompeu e causou uma infiltração no teto da garagem. Uma grande chuva alagou e danificou os elevadores.

    Sem dinheiro sobrando, ficou aquela pergunta: e agora, José?

    Pois é, essa cena fictícia parece de um filme de terror para síndicos, mas acontece diariamente em muitos condomínios Brasil afora – principalmente em aqueles que estão com as contas seriamente comprometidas há mais tempo, e que começam a mexer no seu fundo de reserva sem a devida reposição.

    Sem reservas

    Não é novidade que muitos síndicos recorram ao fundo de reserva do condomínio quando apenas a taxa mensal não é mais suficiente para cobrir todos os gastos ordinários, como salários de funcionários, contas de água e luz, manutenção, etc.

    E esse uso, claro, leva ao encolhimento do fundo que deveria ser usado em uma situação de manutenção ou emergência no futuro.

    Outra causa que contribui para que o fundo seja pequeno é uma contribuição insuficiente.

    Geralmente, o recomendado para um fundo de reservas é que o mesmo seja o equivalente a duas ou duas arrecadações e meia do condomínio.

    Gasto inesperado

    E se, como na história de José, contada acima, acontece um gasto inesperado ou até emergencial?

    De imediato, o sugerido por todos os ouvidos pelo SíndicoNet é bastante simples: convocar uma assembleia.

    É com o apoio dos demais condôminos que o síndico vai poder optar por alguns caminhos para enfrentar o problema – e o gasto – em questão.

    Caso o gasto seja emergencial, o síndico (ou qualquer outro condômino) pode orçar o serviço e mandar executá-lo. Deve, porém, chamar uma assembleia para explicar à coletividade qual foi o problema, mostrar os orçamentos pedidos e dar ciência de todo o procedimento.

    Como se precaver

    Para não se ver novamente em uma situação em que seja necessário pedir uma cota extra para fazer frente a uma eventualidade, o ideal é ter um fundo de reserva forte – que realmente chegue a duas ou duas arrecadações e meia.

    Também é fundamental que esse montante não seja usado para cobrir os gastos do dia-a-dia. E que, caso esse fundo seja usado para esse fim, que seja reposto o mais breve possível

    Outra medida para evitar que essa situação se repita é refazer a previsão orçamentária.

    “Se a mesma não está conseguindo cobrir os gastos do mês, o caminho certo é ajustar. Não há outro caminho”, explica Vania Dal Maso, gerente geral de condomínios da administradora ItaBrasil.

    Isso ajudaria a equilibrar as contas novamente.

    Seguro

    Uma medida extra de segurança para as finanças do condomínio é optar por um seguro mais amplo, como ensina o síndico profissional Nilton Savieto.

    “Nos condomínios que topam investir quase três vezes mais com o seguro, acho que é uma ótima solução.  Em um dos empreendimentos onde trabalho tivemos um problema de alagamento com os elevadores. O seguro cobriu os gastos com o reparo, que foram na ordem de R$ 50 mil”, exemplifica ele.

    As apólices com cobertura ampla custam mais, porém oferecem mais em contrapartida do que a cobertura simples, que engloba riscos de incêndio, queda de raio dentro do terreno e explosão de qualquer natureza. O condomínio pode optar por diversas outras coberturas extras, como o de responsabilidade civil do síndico, do condomínio, entre outros.

    “Gosto realmente de encarar como um investimento. É uma maneira de ter um cuidado a mais com a edificação”, completa ele.

    Opção arriscada

    Buscando não aumentar ainda mais a cota condominial, e assim o risco de inadimplência, há quem prefira optar por não deixar o fundo mais robusto.

    Apesar de parecer uma decisão racional, essa atitude reativa a possíveis problemas futuros não é a mais recomendada.

    “Esperar algo de errado acontecer para então corrigir, ou não ter nenhum plano B além de chamar uma cota extra, não me parece um bom caminho”, opina Gabriel Karpat, diretor da administradora GK.

    Isso porque, invariavelmente, o condomínio irá precisar de reparos e, dependendo do tamanho da arreacadação necessária, o valor pode, novamente, vir a aumentar a inadimplência no local.

    Planejamento

    Gabriel ressalta que atualmente os condomínios tem preferido, primeiro, juntar cerca de 60% ou 70% do valor de uma melhoria que seja necessária ao condomínio, para só então começar o serviço.

    “Ter esse dinheiro na mão na hora de contratar barateia o serviço, uma vez que você consegue negociar melhor com os fornecedores”, argumenta ele.

    Conhecer a fundo as condições do condomínio é um aliado e tanto para evitar gastos imprevistos.

    “Se você souber que daqui a cinco anos precisa trocar os cabos do elevador, dar um upgrade na parte elétrica, e que em dois anos vai precisar pintar a fachada, fica mais fácil provisionar esses investimentos ao longo dos anos. Não pesa e já é o esperado por todos”, ensina Marcio Bagnato, diretor da administradora

    O profissional ressalta, porém, que é raro encontrar um empreendimento que busque esse olhar de longo prazo para gastos e manutenção. “Infelizmente, não é o que vemos sempre”

    Sem parcelamento

    Uma situação ruim pode piorar ainda mais quando a emergência em questão exige pagamento à vista.

    Pode ser o caso de uma ação judicial trabalhista ou algo que precise ser pago de uma só vez.

    Veja algumas alternativas para o gestor enfrentar o problema:

    1. Arrecadação extra (de uma vez ou poucas parcelas): pedir e cotizar o dinheiro que fará frente a esse custo extra de uma vez é o passo mais comum a ser tomado nesse caso, mas cuidado, o risco de inadimplência é proprocional ao montante a ser arrecadado entre os condôminos.
    2. Fazer um empréstimo: há empresas especializadas em serviços financeiros para condomínios. Nesses casos também é importante chamar uma assembleia, que deve concordar com a contratação do serviço.
    3. Administradora: em casos extremos, a administradora pode vir a pagar algo que o condomínio não consiga naquele momento. Mas depende muito do relacionamento da empresa com a comunidade, além de não ser algo corriqueiro.

    Fonte: SindicoNet

    Dicas para acertar em cheio na escolha do imóvel

    Muitos são os fatores que determinam o fechamento do negócio, seja para comprar ou alugar. Fique atento para não errar e o sonho da casa própria virar uma frustração

    O sonho da casa própria ainda permeia o imaginário da maioria dos brasileiros. Para muita gente, chegar a essa realização não é tarefa fácil. São anos e mais anos juntando dinheiro ou pagando prestações de um financiamento imobiliário. Para outros, pela disponibilidade financeira, é um sonho até mais palpável. Porém, independentemente do caminho até chegar à casa própria, como é um bem durável e que pode, inclusive, durar uma vida inteira, a hora de escolher o imóvel dos sonhos exige muito cuidado e atenção. São muitos os detalhes e variantes que podem ser determinantes na escolha para que ela não se torne uma frustração. Saiba todos os detalhes para acertar e eleger o imóvel dos sonhos. Dicas que valem para quem vai comprar, mas também para quem quer alugar.

    O imóvel normalmente é algo bastante sonhado para quem está saindo da casa dos pais, para quem vai se casar e formar uma família ou para quem está em busca de um apartamento maior. E é sempre uma busca pela realização de um sonho, um momento importante. “Por isso é muito importante fazer a busca certa e encontrar o imóvel que realmente deseja. Depois de fechar negócio e descobrir que não era exatamente o que queria, pode ser um trauma para uma família, poucos sabem avaliar o estresse e o problema que isso gera dentro de um lar. Quando o negócio é errado, isso é um desastre. E depois é uma dificuldade para se desfazer e vender”, ressalta José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

    Localização

    Uma das questões fundamentais é a escolha da localização, principalmente porque esta questão pode ser importante na qualidade de vida, já que pode ser próximo do trabalho ou da escola das crianças. “O primeiro passo é escolher o bairro, se quer morar perto da praia ou do metrô, do trabalho, da escola ou do que for importante na rotina”, afirma Laudimiro Cavalcanti, diretor do Creci-RJ e conselheiro federal. A internet pode ser a primeira aliada nesta triagem. “Os sites de busca de imóveis e de imobiliárias têm muitas opções e todas as demais informações sobre a localização, o que tem por perto, sobre o bairro, está no Google. Ele pode selecionar alguns apartamentos previamente para depois pedir para um corretor mostrar os já pré-selecionados”, completa.

    Informações

    Para José Augusto Viana Neto, esta facilidade da tecnologia acaba poupando tempo, o que é fundamental na rotina corrida da vida atual. “No passado, era preciso que o corretor saísse com os clientes para visitar entre 15 e 20 imóveis. Acabava sendo uma despesa alta, um desgaste e uma perda de tempo. Hoje é possível pesquisar na internet, conversar sobre detalhes por e-mail, mostrar fotos por WhatsApp, sair para ver dois ou três apartamentos e ter uma noção do que deseja”, detalha. Porém, alguns passos ainda são importantes antes de fechar o negócio, como, por exemplo, fazer uma pesquisa sobre o condomínio e seu entorno. “Ele deve procurar conversar com o síndico, com os vizinhos, perguntar se é um local seguro, se tem câmeras de segurança, se tem muito assalto no entorno, se tem infraestrutura para o filho, se a água é de poço e costuma faltar, se tem gerador de energia, todos esses detalhes”, acrescenta Laudimiro Cavalcanti. Outra boa fonte de informações é o quadro de avisos do empreendimento, que pode conter informações importantes.

    Lançamentos

    Para quem está em busca de lançamentos, de imóveis que ainda estão na planta, buscar todo tipo de informação também é importante. “A construtora tem todas as informações. É bom ir no estande de vendas com as informações na mão e checar tudo. Verificar se a metragem vai ser a mesma anunciada, se a construção seguirá o memorial construtivo, que registra na prefeitura o que será construído no local e traz detalhes de acabamento, de quantos apartamentos, se vai ter playground e tudo mais. Veja também a documentação do terreno, se a construtora já pagou ou se tem alguma pendência”, diz Laudimiro Cavalcanti.

     

    (Foto: Shutterstock)

     

    Infraestrutura

    Primeiro avalie se o imóvel agrada os futuros moradores. “Analise o tamanho, se a distribuição dos cômodos está bom, todos os detalhes do apartamento”, sugere José Augusto. A parte da infraestrutura também entra nos pontos importantes para serem analisados. “Veja a tubulação de água, o esgoto, a parte elétrica. Verifique também o teto do banheiro, da cozinha, o lado contrário das paredes que têm encanamento, se tem alguma mancha de umidade, é preciso ter atenção para ver se existe alguma infiltração”, acrescenta.

    Armários

    Os armários são bastante funcionais e entrar em um imóvel com tudo pronto pode ser um ponto positivo. “Se tem um embutido, ele agrega valor porque é um conforto já tê-lo lá. Muitas vezes eles são feitos sob medida e se adequam perfeitamente ao espaço, mas precisa estar conservado”, ressalta o presidente do Creci-SP. Porém, em muitos casos, eles não atendem ao gosto pessoal. “Às vezes o proprietário mostra achando tudo lindo, mas o comprador já está pensando em mudar, caso feche o negócio. De toda, isso não desvaloriza porque o armário é fácil de trocar, não é um ponto fundamental para assinar ou não o contrato”, diz Laudimiro Cavalcanti. Porém, caso existam armários no imóvel, é bom ficar atento e abrir as portas, analisar se existe cupim ou se precisa fazer alguma reforma.

     

    (Foto: Shutterstock)

     

    Horário da visita

    O horário para visitar o imóvel pode influenciar na decisão para comprar ou alugar. Isso porque ele pode mostrar em que horário e em que ambientes o sol bate, até que horas isso acontece e a temperatura que fica nele. Portanto, é sempre importante fazer a visita em um horário que o sol esteja a pino. Fazer pelo menos uma visita noturna e ter referência dos dois turnos pode ser fundamental. “Além das características internas, veja o que tem no entorno do imóvel. Pode ser que na casa ao lado funcione uma igreja e você não vai saber os horários dos cultos, se vai ter barulho no domingo pela manhã, por exemplo. O mesmo pode acontecer com uma escola próxima ou uma feira livre nas imediações”, detalha José Augusto.

     

    (Foto: Shutterstock)

     

    Abra a janela

    Pode parecer bobagem, mas abrir a janela vai mostrar, em primeiro lugar, se o imóvel é ventilado. A atitude também vai mostrar a luminosidade interna, além da temperatura. Além disso, desta forma o futuro morador poderá ver o que tem na frente, se é uma parede, outro prédio, a casa de um vizinho, e também a vista, analisando o entorno. “O dono do imóvel ou corretor que não quer enganar já deixa tudo aberto para deixar o comprador mais à vontade, sem que ele precise pedir licença para abrir”, conclui Laudimiro Cavalcanti.

     


    (Foto: Shutterstock)

     

     

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

     

     

     

    Segurança do trabalho: normas mais importantes na gestão de um condomínio

    Segurança do trabalho: comprar, treinar e fiscalizar o uso dos equipamentos de segurança pelos funcionários evita acidentes e futuras ações na justiça contra o condomínio.

    Segurança do trabalho

    Um condomínio – seja residencial ou comercial – para funcionar corretamente necessita da contratação de diversos colaboradores. Limpeza, segurança e prestadores de serviços são os mais requisitados. Para garantir a segurança do trabalho destes profissionais é importante que o síndico ou administradora esteja em conformidade com as Normas Regulamentadoras e, por consequência, observe a utilização dos equipamentos de segurança (EPIs).

    Utilização das EPIs é essencial

    Geralmente se cobra a utilização dos EPIs em grandes obras pesadas ou em altura elevada. Engana-se, porém, quem pensa que é somente nesses casos que podem ocorrer acidentes. Em serviços corriqueiros e aparentemente sem nenhum risco precisa ser fiscalizado e exigido equipamentos de segurança dos funcionários. Uma simples limpeza de calçada, ou a retirada do lixo para fora do condomínio, por exemplo, pode causar acidentes.

    Segurança precisa acompanhar as tarefas diárias

    Caso o funcionário, na hora da limpeza do piso, não esteja com o calçado adequado (botas de borracha) poderá escorregar e cair no chão, sofrendo alguma lesão. Na hora de retirar o lixo é comum que alguns moradores não identifiquem nos sacos os itens cortantes. Neste caso, se o funcionário não estiver com uma luva adequada poderá cortar a mão.

    Fiscalização deve acontecer através do síndico

    O síndico também deverá cobrar dos empregados terceirizados a utilização dos EPIs. Isso porque o síndico é corresponsável pela segurança dos contratados indiferentemente do regime de trabalho. Na hora da assinatura do contrato para a execução do serviço esse deve ser uma exigência do síndico.

    Abaixo você conhece as principais Normas Regulamentadoras que estabelecem, entre outras coisas, a correta utilização dos equipamentos de segurança e contribuem com a segurança do trabalho.

    NR9

    Ponto de partida por onde são identificados os ambientes, as atividades e os procedimentos capazes de gerar acidentes. Essa norma estabelece a obrigatoriedade da elaboração e da implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA). Visa a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores por meio do reconhecimento; da antecipação; da avaliação; e do controle dos riscos ambientais existentes ou que venham existir no ambiente de trabalho.

    NR6

    Regulamenta os usos dos Equipamentos de Proteção Individual (luvas, botas, capacetes, óculos de proteção, etc). Esses equipamentos só devem ser comercializados com a indicação do Certificado de Aprovação expedido pelo órgão nacional competente. A empresa é obrigada a fornecer os equipamentos aos funcionários, orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação. A omissão na entrega ou na fiscalização por parte do síndico poderá fazer com que ele responda na justiça do trabalho posteriormente. Seguir essas normas de segurança do trabalho é fundamental.

    NR7

    Estabelece os parâmetros mínimos e diretrizes gerais a serem observados na execução do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), parte integrante de um conjunto mais amplo de iniciativas da empresa no campo da saúde dos trabalhadores. Essa norma estabelece que a empresa contratante de mão de obra prestadora de serviços deve informar a contratada dos riscos existentes e auxiliar na elaboração e implementação do PCMSO nos locais de trabalho onde os serviços estão sendo prestados.

    Normas auxiliam no cumprimento da segurança do trabalho

    NR 28

    Trata das multas e penalidades pelas infrações observadas pelo técnico durante uma visita em um local de trabalho. Caso o agente observe que a situação é grave e de iminente risco à saúde e integridade física do trabalhador poderá propor o embargo da obra, só podendo voltar a executá-la depois de entrar em conformidade com o auto lavrado pelo inspetor. Para estar em conformidade com a NR 28 o síndico deve observar a segurança do trabalho no ambiente e também higiene.

    NR 35

    Dispõe dos requisitos mínimos de proteção para o trabalho em altura envolvendo o planejamento, a organização e a execução de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores. Um síndico atento só contrata uma prestadora de serviço em alturas desde que esteja em conformidade com a NR 35. Isso é necessário porque evita expor a vida de um trabalhador a riscos. E em caso de acidente o condomínio deixa de ser responsabilizado.

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | https://vivaocondominio.com.br

    Chuvas de verão podem acarretar transtornos dentro dos condomínios

    Calor, férias e diversão. O verão é umas das épocas mais aguardadas do ano para muitas pessoas. Além de toda a euforia, a época traz consigo as “chuvas de verão”, que podem acarretar alguns transtornos dentro dos condomínios e para a vida de seus condôminos.

     

     


    É importante manter sempre os canos e calhas limpos para evitar que a acumulação de detritos provoque alagamentos nas garagens dos prédios

     

     

    Infiltrações, quedas de árvores, entupimentos de canos e calhas, queima de aparelhos eletrônicos e alagamentos são alguns dos problemas que as chuvas podem trazer para os edifícios. Durante o ano, algumas medidas devem ser tomadas para atenuar esses problemas futuramente e evitar dor de cabeça para os moradores.

    É importante verificar se as calhas e canos que são responsáveis pela saída de águas pluviais estão limpos e sem a acumulação de detritos para impedir o entupimento desses sistemas e, consequentemente, o acúmulo de água no local, inundações e alagamentos dentro dos condomínios. “A manutenção preventiva é aliada. Deve-se sempre verificar as calhas do terraço, fazendo uma limpeza, de preferência semanal ou até diária, se for o caso. Deve-se também verificar a manutenção dos telhados em caso de cobertura desse tipo e, por fim, checar a validade da impermeabilização”, ressalta Valnei Ribeiro, gerente de negócios da Apsa – empresa de gestão condominial e negócios imobiliários.

    Segundo o gerente de negócios da Apsa, um outro cuidado que se deve ter em dias de chuva é em relação aos sistemas de captação e escoamento das águas pluviais. “É preciso ficar atento ao sistema de escoamento desses reservatórios caso eles atinjam sua capacidade máxima de captação. Isso evita prejuízo a outros equipamentos do condomínio”, comenta.

    Quedas de árvores são muito comuns com os fortes ventos que acompanham o período de chuvas. É possível agendar com a prefeitura a poda de árvores localizadas próximas da fiação elétrica, estacionamentos e espaços de convivência, e há muitas empresas especializadas. A queda de árvores e galhos mais pesados pode gerar sérios danos ao condomínio e aos moradores.

    As áreas externas dos condomínios e de lazer devem ter um alerta especial em dias chuvosos para evitar possíveis acidentes. “Se o condomínio tem áreas comuns abertas, o síndico deve orientar os funcionários a não permitirem que condôminos fiquem nesses espaços, para evitar acidentes. Estamos falando de áreas comuns, logo a palavra proibição não tem como existir, mas a orientação deve ocorrer sempre”, aponta Valnei Ribeiro.

    VISTORIA 

    O presidente do Sindicato dos Condomínios Comerciais, Residenciais e Mistos de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindicon), Carlos Eduardo Alves de Queiroz, recomenda que os condomínios sempre façam uma vistoria das estruturas e sistemas dos prédios. “Recomendamos sempre uma perícia periódica para saber as reais condições do condomínio, podendo por meio dessas vistorias saber o estado do prédio e identificar possíveis problemas estruturais. O parecer técnico ajuda a identificar impasses e a medida mais segura a ser tomada em cada caso. É uma questão de segurança”, ressalta.

    Uma outra cautela apontada pelo presidente da Sindicon é sobre a manutenção dos para-raios dos edifícios, que devem ser sempre revisados por empresas especializadas. “O sistema de para-raios tem que estar sempre em manutenção. Há muitas empresas especializadas nesses sistemas que evitam a danificação de aparelhos eletrônicos como televisores, eletrodomésticos e computadores. Além da proteção na estrutura dos prédios em incidência de grandes descargas elétricas”, comenta Carlos Eduardo.

    Os elevadores também devem ter uma atenção particular. Carlos Alberto destaca algumas recomendações para se precaver de possíveis problemas, caso a chuva atinja os elevadores de alguma forma: “Os elevadores devem ter um bom serviço de aterramento. A manutenção desse sistema é importante e deve ser feita periodicamente, evitando possíveis problemas elétricos”, comenta o presidente do Sindicon. Os fossos de elevadores devem ser verificados semanalmente para ver se existe acúmulo de água, providenciando o escoamento.

    ÁGUA PARADA 

    Com o aumento das chuvas, todos os moradores devem ficar atentos a qualquer possível criadouro do mosquito transmissor da dengue, zika vírus e da chikungunya nas áreas externas dos edifícios e dentro dos apartamentos. Os condomínios são locais favoráveis para a proliferação do mosquito, já que esses locais têm um fluxo alto de pessoas, e locais como lajes, garagens, calhas e o fosso do elevador são os lugares mais propícios para a proliferação do inseto. “Os cuidados com o mosquito não devem ser só em época de chuva, mas o ano inteiro. E todos os moradores podem contribuir com medidas que eliminem os criadouros”, finaliza Carlos Eduardo.

     

    Fonte: Lugar certo

    As benfeitorias do imóvel alugado

    Algumas dúvidas, como reformas e pinturas, ainda pairam na hora de realizar alguma modificação na casa

    Ter a casa própria é um sonho que, às vezes, está um pouco distante da realidade algumas pessoas e a saída mais viável acaba sendo, realmente, o aluguel. Passar por essa situação, inclusive, pode ter fazer dar um passo para aquisição da casa nova, no entanto, é necessário bastante planejamento durante o período. Só que neste texto não iremos falar sobre a parte financeiro que precisa ser trabalhada, ideias ara economizar ou qualquer outra coisa do gênero…

    Vamos falar dos benefícios que o imóvel alugado pode trazer para a nossa vida e como podemos colocar a nossa cara nessa casa sem que percamos dinheiro. Ideias simples e projetos bacanas estão sendo criados a todo o momento, pensando especialmente nesse tipo de morador: o que aluga, não o que compra. Muitas das vezes o piso não agrada, a cor das paredes também não, um móvel precisa fazer muitos furos na parede, assim como os quadros e assim por diante.

    Venha conferir como as benfeitorias do imóvel alugado podem te surpreender e deixar a casa muito mais com a sua cara. E o melhor: são itens que podem ser reaproveitados futuramente ou que são mais em conta.

    Pisos autoadesivos 

    Laminados de PVC, que imitam a madeira. Pronto! Olha uma solução bem legal para renovar aquele piso feio que está na sala ou quarto da casa. Por ser um imóvel que é constantemente alugado, as pessoas acabam não tendo muito zelo pela decoração. Mas, com você pode ser diferente. O metro quadrado desse piso é bem mais em conta e a sua colocação pode ser feita sem ajuda de profissional, por ser, basicamente, um adesivo. Invenção interessante, né?

    imóvel alugado

    Pinturas nas paredes, portas, janelas e derivados

    Outros itens que geralmente não estão em ótimo estado quando você vai alugar uma casa são as paredes, portas, e janelas. Às vezes, não é nem por falta de cuidado, mas uma parede toda branca suja muito mais fácil do que uma com cores. Pintar uma parede e outra dentro de casa, além de dar mais vida, começa a dar sentido a decoração própria de casa.

    imóvel alugado

    Quem arca com isso?

    Essa dúvida acaba pairando na cabeça de muitas pessoas, afinal, quem é que paga essa conta? Muitas vezes isso pode ser definido em contrato ou mesmo com um bom relacionamento no locatário com o locador. Se há uma benfeitoria, pode ocorrer descontos no valor do aluguel, mas, reformas e benfeitorias, como fiação, hidráulica, rachaduras, geralmente, fica por conta do proprietário.

    Fonte: Imóvel Web

    Confira 3 dicas sobre como investir em imóveis

    A crise política e econômica brasileira dos últimos anos, afetou diretamente o mercado de imóveis. Muitas pessoas questionaram se o mercado imobiliário se mantém como forma segura e rentável de fazer o seu dinheiro aumentar.  Mas a grande questão é , você sabe investir em imóveis?

    Pensando nisso, a Construtora Trisul separou três dicas para quem deseja investir em imóveis. Confira abaixo:

    1. Conheça os tipos de imóveis para investir

    Alguns tipos de imóveis são considerados mais rentáveis no mercado para que você faça um investimento, lembrando, sempre, que o retorno será sentido em médio e longo prazo.

    Investimento em imóveis na planta: para fazer uma boa escolha no caso dos imóveis ainda em fase de lançamento ou em construção, é necessário conhecer com mais profundidade o mercado. Avalie a localização: o que se espera daquela região escolhida em termos de infraestrutura e desenvolvimento é fundamental para que haja o retorno esperado no futuro. O imóvel na planta costuma ser de 20 a 30% mais barato do que um pronto e uma boa opção é esperar para revendê-lo próximo da sua entrega, quando terá valorizado, fazendo com que seu ganhos sejam realmente grandes.

    Investimento em imóveis prontos para morar: pelo investimento para revenda, contando com a valorização do patrimônio, ou para locação, que vai oferecer a você uma renda mensal fixa. Também nesse caso é preciso conhecer um pouco do mercado, considerando a localização e o tamanho do imóvel. Aqueles com dois ou três quartos são, normalmente, os mais buscados pelas pessoas que procuram por aluguel. É preciso, então, cerificar se o preço e a planta são adequados para o que você pretende.

    Investimento em terrenos: Muitas pessoas, em especial as de gerações anteriores, conseguiram ótimos negócios investindo em terrenos. Principalmente aquelas que encontraram grandes oportunidades enxergando, no futuro, o desenvolvimento das regiões escolhidas para a compra.

    É nisso que você deve focar ao investir em terrenos, que podem ser vendidos para construtoras ou para outros investidores, que preferem construir para depois vender ou alugar. O entorno das grandes capitais costuma ainda ter essas áreas, que passarão por grande desenvolvimento nos próximos anos.

    2. Saiba como ganhar dinheiro com imóveis

    O investimento em imóveis tem um valor alto e, por isso, deve ser bem planejado para que a taxa de retorno seja positiva. É preciso, caso se faça um financiamento para a compra, considerar que parte do lucro será usada para pagar o empréstimo. Você também deve colocar na conta os gastos com o valor do imóvel, da mobília e de reformas, caso tenham sido feitas, impostos, como o de renda e o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), registro e escritura.

    3. Aprenda a calcular a taxa de retorno

    Para saber quanto vai ganhar caso compre um imóvel e o coloque para locação, você deve dividir o total do investimento feito, considerando todas as variáveis que mencionamos, pelo lucro líquido que vai gerar com o aluguel. Um exemplo prático: se você pagou, incluindo todas as taxas e impostos, R$ 400 mil e recebe, por mês, R$ 3 mil pela locação, sua taxa de retorno será de quase 10% ao ano. Se vender esse mesmo imóvel, vale o mesmo cálculo. Divida o valor que recebeu pela venda, que pode ser de R$ 500 mil, pelo investimento inicial, de R$ 400 mil. Sua taxa de retorno, então, será de 0,8%.

    O investimento no mercado imobiliário continua sendo, como provavelmente já diziam os seus avós, seguro e rentável. Basta saber como planejar e conhecer a demanda do mercado para que ele valha a pena.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    Mercado para síndico profissional

    Por que há cada vez mais espaço para esse tipo de profissional?

    Por que há cada vez mais espaço para esse tipo de profissional?

    Por Ricardo Karpat*

    O mercado para síndicos profissionais só cresce no Brasil.

    Veja abaixo seis motivos para o aumento no número de empreendimentos que contratam síndicos especializados e a importância destes profissionais estarem cada vez mais capacitados:

     A expansão imobiliária das grandes cidades

    Para se ter uma ideia, apenas na região metropolitana de São Paulo, o segmento de condomínios movimenta aproximadamente R$ 3 bilhões de reais por mês e gera mais de 250 mil empregos diretos.

    A crise no mercado de trabalho

    Segundo dados divulgados em junho pelo IBGE, cerca de 12,7% da população brasileira está desempregada, o que representa algo em torno de 13,2 milhões de pessoas. Isso faz com que, cada vez mais, essas pessoas optem por iniciativas próprias para voltarem ao mercado de trabalho.

    Salários bastante atrativos

    O salário de um síndico profissional pode atingir os R$ 30 mil mensais, dependendo de quantos condomínios ele gerencie, sendo que o mesmo profissional pode acumular mais de um empreendimento simultaneamente.

    Diminuição de gastos

    A substituição de um síndico amador por um profissional resulta em significativa redução de custos para o empreendimento, já que ele estará capacitado para administrar corretamente questões como: compras, controle das horas extras dos funcionários e do estoque de material, evitando desperdícios.

    Aumento da segurança

    Quando um condomínio tem seu quadro de funcionários profissionalizado, aplica-se um rigor maior na seleção de pessoal, exigindo conduta condizente, procedimentos pré-definidos e treinamento permanente da equipe.

    Valorização do patrimônio

    Um profissional qualificado, além de aumentar a segurança do condomínio, através de uma gestão otimizada, também melhora os aspectos físicos e estruturais do empreendimento, além de proporcionar maior comodidade, o que aumenta o valor do imóvel.

    IMPORTANTE RESSALTAR: trabalhar como síndico profissional não é tarefa fácil. São muitas as funções e responsabilidades, que exigem capacitação para executá-las com eficiência e eficácia.

    Um profissional competente nesta área precisa ter conhecimento sobre o código civil, as leis trabalhistas, além de interesse nas áreas contábil, administrativa e do direito.

    Por conta disso, realizar um curso voltado à profissionalização do trabalho de síndico é fundamental. Eles oferecem conteúdo com temas variados, divididos por módulos, que abordam questões como gestão empresarial, gestão financeira, de recursos humanos, legislação, segurança e política de sustentabilidade. Assim, capacitam o candidato a exercer todas as funções de maneira eficaz.

    (*) Ricardo Karpat, Diretor da Gábor RH, administrador de empresas especializado em recursos humanos com experiência profissional de 18 anos no segmento de condomínios

    Fonte: https://www.sindiconet.com.b

    Saiba como ter a iluminação perfeita no seu novo lar

    Está cansado de não ter um ambiente iluminado, seja por luz natural ou artificial? Confira como ter a iluminação perfeita no seu novo lar.

    A iluminação do seu lar é algo que precisa de toda a atenção desde a construção do imóvel, até a hora de decorá-lo. Empreendimentos que desde de sua concepção são planejados para iluminar todos os cômodos de maneira completa são automaticamente os mais valorizados.

    Isso pois projetos com a parte elétrica bem estruturados e que são pensados na usabilidade do morador em seu dia-a-dia são mais complexos, exigindo o trabalho de um profissional especializado e experiente em sua concepção.

    Além disso, é necessário pensar sempre no bom uso da luminosidade natural. Janelas não podem (nem devem) ser colocadas em qualquer parede e o tamanho delas será importante para o aproveitamento máximo ou não de toda a luz natural.

    Ótimos exemplos de projetos bem executados e pensados de forma completa no morador são os empreendimentos da Brasal Incorporadora. Um dos mais novos lançamentos é o Triad Vertical Residence, que une sofisticação aos projetos versáteis e modernos.

    Uma boa dica quando o assunto é luminosidade do lar, é sempre contar com possibilidade de janelas amplas, de preferência com estrutura de vidro. Isso pois, quanto mais tempo demorarmos para acender as luzes artificiais, menor será o consumo de energia e, consequentemente, a conta no final do mês também terá um custo inferior.

    Lembre-se também que, mesmo nas áreas externas, como a varanda da residência, é preciso pensar na iluminação. Afinal, mesmo essa sendo naturalmente a área mais iluminada da casa, à noite ainda é preciso deixar o clima aconchegante e claro. Nesses locais, utilizar spots no teto e bocais nas paredes, como no exemplo abaixo, pode dar um ótimo resultado.

    Já quando o assunto são os espaços de convivência, como a sala de estar e jantar ou a cozinha, a palavra de ordem é contar ao máximo com a iluminação artificial, seja pontos de luz ou até grandes lustres e luminárias.

    Mesmo tentando utilizar o truque das grandes janelas, nesses cômodos é importante que, durante a noite, tenhamos claridade o suficiente para que a decoração do ambiente continue ressaltada e principalmente para que as atividades, desde assistir um filme com a família até cozinhar, não sejam prejudicadas.

    No quarto uma boa dica é manter pontos de luz em lugares estratégicos do cômodo, que tenham iluminem o ambiente por completo, porém, que não sejam muito fortes para manter o ar intimista e confortável que o quarto deve ter para que nossa mente possa descansar por completo.

    Conte com abajures e luminárias para complementar tanto a claridade quanto a decoração do ambiente.

    Depois dessas dicas, que tal colocar em prática alguns exemplos que podem ajudar o seu dia a dia a ficar mais iluminado?

    * Com início das atividades em 1963, após anos de grandes lançamentos e expansão da empresa que tornou-se uma incorporadora, a Brasal Incorporadoras é hoje um dos maiores grupos empresariais da Brasil, contanto com empreendimentos por todo o país.

    Fonte: http://www.imovelweb.com.br

    Atualização da convenção

    Missão é árdua, porém necessária para muitos condomínios

    Missão é árdua, porém necessária para muitos condomínios

     

    Rodrigo Karpat* 

    A atualização do Regimento Interno e Convenção Condominial é sempre um árduo trabalho. A necessidade de modificação destes instrumentos vem da necessidade de modernização das cláusulas em função do tempo, ou pela má elaboração, por parte de construtoras/incorporadoras, de regras que não atendam aos anseios da coletividade.

    A convenção é ato essencial para a instituição do condomínio edilício (art. 1.333 do CC). Nos casos em que tenha havido prévio registro da incorporação imobiliária, ela será apresentada como minuta, integrando o rol de documentos exigidos para que o incorporador possa realizar as vendas e obras no local (art. 32, alínea “j”, da Lei nº 4.591/64), sendo elemento indispensável para o registro no cartório competente.

    Com a emissão do ‘habite-se’ e cumprimento das demais exigências legais, o incorporador, via cartório, apresenta os documentos para a instituição do condomínio, ratifica (confirma) os termos da minuta da convenção já arquivada naquele primeiro momento e requer a abertura das matrículas individualizadas de cada unidade.

    Também pode ocorrer do proprietário/construtor optar por não negociar as unidades na planta e entregar as obras já concluídas para proceder às vendas. Nesse caso, ele irá solicitar ao cartório a instituição de condomínio direta, apresentando obrigatoriamente, também, a Convenção de Condomínio.

    Em ambos os casos (havendo instituição e especificação das unidades com prévia incorporação ou não), a partir deste momento o condomínio está apto para ser instalado e passar a ser representado por um síndico. Ou seja, com a instituição do condomínio há o registro da Convenção de Condomínio no Livro 3 do Registro de Imóveis, não sendo a ratificação (confirmação) da convenção em assembleia ato necessário.

    Legalmente, o quórum para se alterar a Convenção é de 2/3 dos condôminos com base no Art. 1.351 do Código Civil, já o Regimento Interno pode ser alterado com maioria simples seguindo a regra geral do Art. 1.352 do CC, salvo quando se tratar de questões que envolvam quórum específico, e desde que a convenção não defina quórum maior.

    Artifícios como deixar a assembleia em aberto, ou em sessão permanente, não devem ser realizados para a obtenção de quórum, e quando feito são rechaçadas pelo judiciário. O fato de muitas vezes o Registro de Imóveis não se ater ao desmembramento da assembleia e se fixar apenas ao quórum, não torna o ato legal, e se contestado, fatalmente ensejará na anulação da assembleia.

    Nesse sentido a manifestação do STJ:

    RECURSO ESPECIAL – AÇÃO DE NUNCIAÇÃO DE OBRA NOVA – JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE – POSSIBILIDADE – CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA – NÃO-OCORRÊNCIA, NA ESPÉCIE – ASSEMBLÉIA – INSUFICIÊNCIA DE QUORUM – RATIFICAÇÃO POSTERIOR – IMPOSSIBILIDADE – NECESSIDADE DA COLHEITA DE VOTOS NAS REUNIÕES CONGREGASSIONAIS – RECURSO ESPECIAL IMPROVIDO. 1. Não há falar em cerceamento do direito de defesa em hipóteses tais em que o julgador, destinatário final das provas, dispensa a produção daquelas que julga impertinentes, formando sua convicção com aqueloutras já constantes nos autos e, nesta medida, julga antecipadamente a lide, como sucede in casu. 2. Conquanto o condomínio não possua personalidade jurídica, é inviável deixar de reconhecer que deve exprimir sua vontade para deliberar sobre o seu direcionamento. 3. A assembleia, na qualidade de órgão deliberativo, é o palco onde, sob os influxos dos argumentos e dos contra-argumentos, pode-se chegar ao voto que melhor reflita a vontade dos condôminos e, portanto, não é de admitir-se a ratificação posterior para completar quorum eventualmente não verificado na sua realização. 4. Recurso especial improvido.

    (STJ – REsp: 1120140 MG 2009/0016163-4, Relator: Ministro MASSAMI UYEDA, Data de Julgamento: 06/10/2009, T3 – TERCEIRA TURMA, Data de Publicação: De 23/10/2009)

    Algumas Convenções trazem em seu corpo o Regimento Interno, nesse caso a alteração do RI dentro da convenção requer o quórum de 2/3.

    Qual seria a saída então para alterar a convenção?

    Não existe segredo, o quórum deve ser obtido com um trabalho prévio, obtenção de procurações e se necessária a criação de uma comissão para auxiliar nos trabalhos.

    Porém, para algumas questões que não estejam reguladas na Convenção ou no Regulamento Interno, podem ser implantadas como complementação das regras do RI, desde que: a)  não contrarie o RI, b) não exista a previsão na convenção de quórum especial para alteração do RI e ainda, c) não trate de assuntos que a lei estabeleça quórum especial, assim poderão ser modicados através de assembleias com quóruns de maioria simples.

    Por fim, antes de alterar uma convenção sugiro a visita formal ao cartório de Registro de Imóveis para a verificação dos procedimentos administrativos que serão necessários para a alteração.

    Não obstante, mesmo que a convenção aprovada e sem registro tenha valor (Súmula 260 do STJ), o melhor caminho é a averbação no Livro 3 do Registro de Imóveis, para que surta efeitos contra terceiros e tenha sua representação e força garantida perante instituições financeiras e outros órgãos que se façam necessários apresentar o instrumento.

    *Dr. Rodrigo Karpat, advogado militante na área cível há mais de 10 anos, é sócio fundador do escritório Karpat Sociedade de Advogados e considerado um dos maiores especialistas em direito imobiliário e em questões condominiais do país. Além de ministrar palestras e cursos em todo o Brasil, é colunista da ELEMIDIA, do site Síndico Net, do Jornal Folha do Síndico, do Condomínio em Ordem e de outros 50 veículos condominiais, além de ser consultor da Rádio Justiça de Brasília, do programa É de Casa da Rede Globo e apresenta o programa Vida em Condomínio da TV CRECI. É membro efetivo da comissão de Direito Condominial da OAB/SP.

    **colaboração de Lilian Morassi da Fonseca, escrevente do 1º Registro de Imóveis de São Bernardo do Campo-SP. 

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Decoração certa faz diferença em apartamentos pequenos

    Ambientes podem ter sensação de amplitude de acordo com tipos de móveis e objetos

    Seu quarto não comporta aquela big cama e você também precisou economizar no tamanho do sofá por causa da sala? A tendência das construtoras, nos últimos anos, é mesmo diminuir os apartamentos. Os imóveis maiores ficam restritos aos empreendimentos mais luxuosos. Mas não tenha vergonha do seu lar! Aprenda truques de decoração que vão deixá-lo – aparentemente- muito mais espaçoso.

    Segundo a arquiteta Monise Rosa, a utilização de espelhos em espaços pequenos é a grande sacada para ampliar os ambientes. Móveis planejados ou marcenaria feita sob medida também são, diz ela, excelentes opções para deixar os ambientes mais funcionais e ganhar espaço para circulação.

    “O ideal é trabalhar com ambientes embutidos em painéis de marcenaria ou vidro, como a área de serviço embutida no lavabo. Móveis retráteis otimizam o aproveitamento do espaço e a TV giratória pode ser uma opção para atender mais de um ambiente, quando utilizada em espaços integrados”, explica Monise.

    Para o teto, a arquiteta indica gesso liso, apenas com tabica e cortineiro. Para as paredes, tons claros, evitando estampas em revestimentos e papéis de parede. “Opte por estampas em almofadas ou tapetes para deixar o ambiente divertido e ao mesmo tempo aconchegante. Uma iluminação adequada também muda tudo”.

    Escolha certa

    A arquiteta Érica Salguero orienta a usar na decoração peças com linhas verticais e horizontais marcantes,além de objetos com transparência e metálicos. A profissional afirma que é preciso cuidado com o tamanho dos móveis da sala, eles devem ser proporcionais ao ambiente.

    “Móveis de rodízio são uma ótima opção para criar layouts diferentes sem muito esforço. Móveis multiuso também, como, por exemplo, um puff que pode ser usado como mesa de centro. Uma dica infalível é não encostar os móveis nas paredes, para que a luz circule no ambiente e crie uma sensação de amplitude”.

    Para a cozinha, Érica aconselha o uso de utensílios como objetos de decoração: panelas, talheres, porta-temperos podem ficar expostos decorando o ambiente em cozinhas pequenas, onde não há muitos armários. “Prateleiras ajudam a criar a sensação de que o ambiente é mais amplo. Caso não goste de prateleiras, opte por armários com porta de vidro ou espelhadas”.

     

    (Foto: Shutterstock)

     

    Nos quartos, a arquiteta diz para evitar camas muito grandes, como king size. Gavetas ou espaço para guardar coisas embaixo do colchão são importantes porque ajudam na organização sem ocupar mais espaço.

     

    (Foto: Shutterstock)

     

    “Quadros grandes ou aplicações na parede ajudam a criar uma sensação de continuidade. Escolha uma decoração organizada, com ganchos nas portas, painéis com imãs, gavetas com separadores. E não esqueça do armário: as opções claras, com portas de correr espelhadas, são as melhores para quartos pequenos”.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    Salão de festas em condomínios: 5 cuidados que devem ser tomados

    Um dos melhores recursos que um morador pode usufruir é o salão de festas em condomínio. Afinal, é nesse espaço que ele pode realizar eventos familiares, chamar amigos, comemorar aniversários e outras datas festivas com uma liberdade bem maior, se compararmos com o espaço do seu apartamento.

    salão de festas

    Porém, assim como tudo que é do condomínio, essa área é compartilhada com outros moradores, o que faz necessário ter alguns cuidados para que todos possam sempre aproveitar dessa estrutura em seu melhor estado de conservação.

    Preparamos uma lista com 5 cuidados que você deve ter ao utilizar o salão de festas em condomínios. Confira!

    1. Reserve com antecedência

    Tenha em mente que é bem provável que seja necessário solicitar a reserva do salão de festas com uma certa antecedência. Procure se informar com o síndico do condomínio e o seu regimento interno em relação a esse prazo.

    Verifique também se é possível fazer a reserva em prazos apertados, tal como 24 horas antes do evento acontecer. Caso não seja possível, entenda que será preciso se programar para usufruir desse recurso.

    Jamais faça uso do salão sem ter feito a reserva, pois isso pode implicar em consequências maiores, tal como a aplicação de multas e a geração de transtornos no condomínio.

    2. Respeite o horário permitido para uso e a lei do silêncio

    Para que a utilização do salão de festas não seja considerada um transtorno, é importante que seu horário de uso seja respeitado. Ou seja, se a regra diz que ele só pode ser utilizado até as 23 horas, é preciso que a festa se encerre até esse horário.

    Não se esqueça também que existe a Lei do Silêncio, que também deve ser respeitada a fim de manter uma boa convivência entre todos os moradores. Certifique-se que os seus convidados não estão cometendo exageros que ferem essa lei.

    Caso tenha música, verifique se o volume do som está aceitável, bem como o do tom das conversas e movimentações dos convidados pelo salão durante o horário estabelecido para o silêncio.

    3. Não se esqueça da limpeza

    É bem provável que você receba o salão de festas limpo para que o seu evento ocorra da melhor maneira possível. Por isso, a ideia é que, quando você for entregá-lo, a limpeza também seja feita para um próximo condômino utilizar.

    Dependendo do Regimento Interno, é estabelecido que a faxina seja feita pelo próprio morador que reservou, ou que seja cobrado uma taxa de limpeza. Independentemente da regra adotada pelo condomínio, não deixe de cumpri-la para garantir que tenha, sempre à sua disposição, um salão de festas limpo e adequado ao uso.

    4. Cuide do patrimônio

    Não se esqueça de que o salão de festas também é um patrimônio do condomínio e deve ser zelado por todos. Portanto, tenha o máximo de cuidado com ele e com todos os seus itens. Além disso, não deixe de orientar os seus convidados para fazer o mesmo.

    No entanto, é claro que acidentes podem ocorrer e algo ser danificado. Nesse caso, o melhor a se fazer é deixar o síndico ciente do que ocorreu e se prontificar a arcar com o prejuízo gerado.

    5. Respeite as regras das áreas comuns

    Por fim, a nossa última dica é que você e os seus convidados respeitem as regras das áreas comuns. Afinal, não é porque você está oferecendo uma festa no salão que o condomínio vai parar suas atividades.

    Além disso, é muito natural que os seus convidados utilizem as áreas comuns para se deslocar conforme estão frequentando o salão de festas. Então, deixe-os cientes da importância de respeitar essas regras e evitar problemas para você e o condomínio em si.

    Agora que você já conhece esses 5 cuidados a serem tomados com o salão de festas em condomínios, compartilhe esse conhecimento com seus amigos nas redes sociais para que eles entendam ainda mais sobre tais regras de convivência!

    Fonte: Conectiva

    Ideias inovadoras para a sua casa

    Funcionalidade e um bom aproveitamento do espaço. Estes sãos os principais desafios que temos quando nos mudamos de casa ou quando queremos reformular de forma inteligente o ambiente em que vivemos com a nossa família.

    Normalmente essas mudanças vão se ajustando à sua personalidade e necessidade, no entanto boas dicas de decoração e ideias inovadoras sempre ajudam para que se possa adequar o ambiente sem grandes transtornos.

    Por isso nós separamos algumas dicas de decoração para te inspirar na hora de modelar o seu ambiente.

     Doce Você

     

    Os móveis com dupla funcionalidade, por exemplo são uma boa saída para inovar e ainda aproveitar bem o espaço, por isso você pode apostar neles de olhos fechados. Essa é a melhor maneira de você aproveitar melhor os cantos em espaços reduzidos como o quarto ou o banheiro dispondo as peças de maneira a ocupar de maneira mais inteligente todo o espaço. Criar gavetões embaixo da cama é uma boa saída para otimizar a ocupação de espaço de armazenagem.

    Ganhe espaços

    Doce Você

     

    Quando falamos de ambientes como sala de estar e jantar e cozinha, uma boa ideia é você integrar estes ambientes. Aposte sempre em uma decoração que possa criar uma interação entres estes ambientes, como cores de paredes, móveis que dividam estes ambientes sem desarmonizá-los, piso único, outra boa saída é um desenho no gesso delimitando estes  ambientes de forma sutil, além de lhe oferecer mais espaço a casa fica mais harmônica e com a marca de sua personalidade.

    Mantenha os pertences organizados

    Casa Mix

     

    Uma estante embutida em uma das paredes da sala pode ser uma saída inteligente e moderna para quem curte um ambiente organizado e quer ter um lar funcional e prático. Você tem diversas opções de materiais diferentes mas a madeira produz um efeito rústico e aconchegante. Com ela o visual fica moderno, elegante e sua casa fica com mais personalidade.

    Personalidade nos detalhes

    Revista Casa e Jardim

     

    Os pequenos detalhes que acabam chamando a atenção são uma boa ideia de decoração para os ambientes. Personalidade nos ambientes é o que acaba levando vida ao local, como podemos verificar no projeto acima destacado onde a coluna funciona como uma estante de exposição. Essa é uma ideia simples e que ao mesmo tempo leva sofisticação ao ambiente para quem quer poupar na hora de decorar.

    Dê mobilidade ao ambiente

    Revista Casa e Jardim

     

    Organização e arrumação muitas vezes é até mais importante do que ter uma boa decoração. Você tem diversos caminhos para arrumar e aproveitar bem os ambientes de sua casa. Uma boa saída é utilizar os locais que não são utilizados os transformando em lugares invisíveis para a arrumação. Acabe de uma vez com as caixas soltas pela casa e guarde tudo em um canto que inicialmente não teria utilidade.

    Use diferentes nichos

    Decore você

     

    Aplicar a saída 2 em 1 em determinados nichos da casa é uma ótima ideia para otimizar os espaços na sua casa. O projeto acima é um bom exemplo de um home office que foi adaptado para uma sala de estar devido a utilização do painel onde a televisão está exposta.  Esta é uma ótima ideia para você fazer um intervalo do trabalho ou dos estudos e poder relaxar um pouco sem deixar o ambiente em que estava.

    Fonte: https://www.habitissimo.com.br/

    Gestão de documentos do condomínio

    Por quanto tempo arquivar, como e porque guardar

    Por quanto tempo arquivar, como e porque guardar

     

    A cada mês, mais papeis se acumulam nos arquivos dos condomínios. Para se ter uma ideia, um condomínio comercial ou residencial acumula, em média, mil novos documentos por ano.

    Mas, será que é mesmo necessário guardar toda essa papelada? E como guardá-la?

    Muitos documentos devem sim ser arquivados com cuidado e por muito tempo – alguns até para sempre – como as plantas do condomínio e documentos referentes aos funcionários e impostos. Outros, podem ter uma vida mais curta (veja abaixo tabela de prazos).

    Por isso, devem estar sempre à mão, seja em um arquivo organizado ou digitalizados.

    Por que é importante?

    Caso o Ministério do Trabalho, por exemplo, peça algum documento para o condomínio, esse deve entregá-lo em dois ou três dias. Já imaginou procurar um ou dois papéis no meio de uma bagunça enorme?

    O advogado Marcio Hachkorsky ressalta também que as ações judiciais no Brasil, em sua grande maioria, somente aceitam provas documentais, ou seja, em papel.

    Por isso, guardar bem documentos como comprovantes de pagamentos de salários e direitos dos funcionários, como fundo de garantia, pode evitar problemas com a justiça.

    Ele destaca ainda que um condomínio pode processar seu síndico se for condenado a pagar uma grande indenização a um funcionário porque o síndico não tinha os documentos necessários devidamente arquivados. Nesse caso, ele pode ser responsabilizado pelo prejuízo.

    Guardando na administradora

    Há quem opte por deixar uma parte dos documentos com a administradora. Sendo assim, deve-se checar se a empresa oferece esta facilidade e se cobra por este tipo de serviço. É importante também garantir que a mesma consegue localizar os documentos desejados em até dois dias.

    Nesses casos, ficam no condomínio a papelada referente aos funcionários e, na empresa, os outros.

    Toda a documentação em poder da administradora deve ficar disponível para consulta dos condôminos no local. Normalmente, as visitas são agendadas.

    Guardando no condomínio

    Em  alguns casos, o síndico se sente mais seguro tendo todos os documentos sob a sua guarda – e responsabilidade. O ideal é que sejam guardados em uma sala de acesso restrito do condomínio, e não na casa do síndico, por exemplo.

    Controlar os papéis arquivados também é fundamental. Então, se emprestar algum documento, procure ficar com o original e fornecer uma cópia. Se não for possível, tenha sempre um protocolo de empréstimo com informações da pessoa que retirou documentos.

    Como acondicionar a papelada corretamente no condomínio:

    • O local deve ser arejado e protegido da chuva e umidade, o arquivo não deve ser mantido na casa de máquinas ou na garagem, por exemplo
    • Os documentos devem estar dentro de um arquivo separado por pastas facilmente identificáveis
    • Muitas administradoras fornecem mensalmente uma pasta organizada contendo toda a papelada daquele mês. Nesses casos, o arquivamento destas pastas deve seguir uma distribuição por período.
    • Em caso de documentos soltos e avulsos, a organização não deve seguir uma lógica pessoal: qualquer pessoa deve conseguir achar o que procura ali. Uma possível organização é dividi-los da seguinte maneira:
      • Pagamentos feitos: salários, contribuições, tributos, contas de água e luz, etc.
      • Orçamentos: é importante guardar cotações recebidas, mesmo que não aproveitadas. Elas podem servir de prova contra possíveis dúvidas sobre gastos efetuado
      • Obrigações do condomínio: seguros obrigatórios, contratos – como os de manutenção de elevador ou de terceirizadas – dessa forma fica mais fácil saber a quem chamar em uma emergência e o que ficou acordado entre as partes
      • Comprovantes de manutenção financeira: saber quem está em dia, além de um fluxo de caixa atualizado, e seu histórico
      • Identificação dos condôminos: ter os dados atualizados do dono da unidade ajuda a dar rapidez tanto em uma emergência
      • Referentes ao empreendimento: plantas, regulamento interno e convenção
    • O mais seguro é manter a sala trancada, para evitar vandalismo ou subtração dos papéis
    • Muitos funcionários não devem ter a chave da sala – apenas zelador e síndico
    • Os condôminos têm o direito de consultar toda a documentação referente ao condomínio, o que não significa que possam levá-la para suas casas. O ideal é que o síndico mostre os papeis em um local e horário pré-determinado
    • O mesmo vale para quem conta com os serviços de administradora. O morador pode ir ao local consultar a papelada, mas deve avisar com antecedência. Também deverá arcar com os custos de xerox, caso haja

    Digitalização dos documentos do condomínio

    • Outra possibilidade é contar com a digitalização de documentos. Com um ambiente controlado por senha, o condomínio consegue oferecer a visualização dos papeis aos moradores.
    • Nesse caso, o documento físico pode continuar com o síndico ou com a administradora
    • Para evitar que esses dados sejam acessados por quem não deve, os documentos devem ser criptografados em um servidor mantido em local físico com segurança e com back-up
    • Outra opção também é que os documentos mais importantes, como a convenção, regulamento interno, ata da última eleição do síndico e de assembleias sejam microfilmados em cartório. Dessa forma, caso o local passe por alguma situação extrema, os documentos mais importantes estão assegurados

    Tipos de documentos e prazo para arquivamento

    Confira uma lista com os principais documentos que fazem parte da administração de um condomínio e o tempo que devem ser arquivados, segundo orientações dos especialistas consultados, Procon e Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

    TIPOS DE DOCUMENTOS PRAZO DA GUARDA
    Apólices de Seguro de Vida 05 anos após a vigência
    Cartão de CNPJ Permanente
    DARF IRRF 07 anos
    DARF PIS 10 anos
    DIRF 07 anos
    Exames Médicos (Adm, Dem. Periódico) 20 anos
    GFIP (FGTS – RE / GR) 35 anos
    Folha de Pagamento 35 anos
    Folha de Ponto 06 anos
    Formulário CAGED 10 anos
    GR Contribuição Sindical / Assistencial 07 anos
    GPS 35 anos
    Holerite / Recibo de Pagamento 10 anos
    Laudo PPRA 20 anos
    Livro de Inspeção do Trabalho Permanente
    Processos Trabalhistas Permanente
    Prontuários de Funcionários Permanente
    RAIS Indeterminado
    Recibo de Vale Refeição / Cesta Básica 10 anos
    Recibo de Vale Transporte 10 anos
    Dossiê (Convenção / Especificação) Permanente
    Extratos Bancários 01 ano
    GPS – Seguridade Social 10 anos
    Livros de Atas de assembleia Permanente
    Orçamentos / Contratos de Obras Até o final da garantia
    Pastas de Prestação de Contas 10 anos
    Plantas do Condomínio Permanente
    Seguros de Incêndio – Apólice 05 anos após a vigência

    Fonte: Marcio Hachkorsky; Lello condomínios; Alvaro Esper de Oliveira, diretor da Estec Tecnologia, Marcio Bagnato, gerente de condomínios da administradora Habitacional, Jacques Bushatsky, diretor do Secovi-SP, Julio Herold, gerente da Auxiliadora Predial

    https://www.sindiconet.com.br

    5 decorações para começar o ano com o pé direito

    Veja as dicas da Papel na Parede para renovar a decoração da sua casa!

    Nada melhor do que mudar a decoração residencial para começar o ano com o pé direito. Existem dicas simples e econômicas para mudar os ambientes, sem perder o controle do orçamento.

    Foto: DINO / DINO

    Com poucos elementos decorativos e o auxílio de papéis de parede autoadesivos, fica simples agregar valor aos cômodos, incrementar os ambientes e imprimir uma nova energia aos espaços.

    1 – Móveis sustentáveis e papel de parede rústico – Uma dica muito interessante para renovar a sala de TV ou a sala de leitura é apostar na composição de um sofá de paletes, um móvel sustentável e moderno. Para construir o sofá, basta adquirir alguns paletes, um estofado e algumas almofadas. Para finalizar a mudança do cômodo, nada melhor do que um papel de parede autoadesivo com acabamento rústico, como, por exemplo, o Papel de Parede Adesivo Pedras, vendido pela Papel na Parede.

    2 – Luminárias de garrafa, mosaico de fotografias e papel de parede clássico – Para dar um ar sofisticado aos cômodos, principalmente ao escritório e aos quartos, uma boa decoração é feita com luminárias de garrafas de vidro com velas ou ponto de luz em seu interior. A decoração pode ainda ser complementada com um lindo mosaico de fotografias e o revestimento de uma parede com um papel de parede autoadesivo clássico, como o Papel de Parede Adesivo Vintage Bege Romântico.

    3 – Capas de almofadas – Para renovar a sala sem gastar muito, a dica é apostar nas capas de almofadas coloridas, geométricas, temáticas e étnicas. Para completar a mudança, que tal investir em um Papel de Parede Autoadesivo Geométrico 3D Branco

    4 – Adesivo para azulejos – A renovação da cozinha também pode ser feita de maneira bem prática, basta aplicar o Adesivo Azulejo Abstrato Vermelho e Branco, que possui laminação protetora e é lavável.

    5 – Decoração Minimalista – Para deixar os ambientes mais leves e equilibrados no começo do ano, uma dica incrível é a decoração minimalista, que consiste em usar elementos-chave na decoração e retirar todos os excessos. Cores claras e móveis restaurados são ótimos para esse tipo de decoração. Outro elemento que não pode faltar é o Papel de Parede Adesivo Arabesco Folhas Cinza.

    Com uma casa renovada e bem decorada, vai ficar bem fácil colocar em prática as resoluções de ano novo! Compre os papéis de parede da Papel na Parede e faça você mesmo a mudança que a sua casa merece!

    Website: https://www.papelnaparede.com.br

    Fonte: https://www.terra.com.br/

    Manutenção das áreas comuns do condomínio

    Quem é responsável quando há subsíndicos eleitos no empreendimento?

     

    Quem é responsável quando há subsíndicos eleitos no empreendimento?

     

    A advogada Viviane Basqueira D´Annibale tira as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

    A profissional atua há 18 anos na área de condomínios e é uma grande especialista no assunto.

    Moro em um condomínio com 12 blocos e cada bloco tem um subsindico. Precisamos de reforma no meu prédio mas a síndica geral disse que cada bloco deve resolver o problema. Como devemos proceder?

    Pergunta de Elizandra Moreira

    RESPOSTA DA ESPECIALISTA

    Prezada Elizandra,

    Primeiramente quero destacar o artigo 1348 do código civil o qual dispõe sobre as competências do síndico. Dentre as inúmeras responsabilidades que lhes são atribuídas está o inciso V que diz:

    V – diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores;

    Portanto, a manutenção das áreas comuns do condomínio passa obrigatoriamente pela responsabilidade do síndico que responderá civil e criminalmente se deixar de observar as regras contidas na legislação.

    Neste mesmo sentido segue a Convenção Condominial, lei maior do condomínio. Independentemente da quantidade de blocos, da existência de um síndico geral e subsíndicos para cada torre, o fato é que a responsabilidade pela manutenção e conservação das áreas comuns ainda é responsabilidade do síndico.

    Sendo assim, para poder lhe orientar considero a expressão “reforma do prédio” como item de manutenção e conservação das áreas comuns, aplicando-se, portanto o regramento contido no Código Civil e Convenção Condominial.

    Contudo, não é incomum empreendimentos serem instituídos com a utilização de várias convenções, e, evidentemente com características muito específicas.

    Portanto, a primeira coisa a fazer é averiguar quais são os documentos que estabelecem o regramento do seu condomínio, certificar quais os critérios impostos para administração e quais são as responsabilidades atribuídas a cada um.

    Passo seguinte é verificar a forma de arrecadação. Isto é fundamental para atribuição de responsabilidades, pois os recursos obtidos com o pagamento das cotas condominiais são destinados ao pagamento das contas ordinárias, além da arrecadação do fundo de reserva, eventualmente contas de consumo e quando há necessidade também é feito rateio extraordinário.

    Considerando então que o condomínio possui uma única convenção e efetua uma única arrecadação concluímos que a determinação da síndica geral para que cada bloco cuide de sua reforma é muita arriscada e perigosa sob diversos aspectos.

    Perguntas como: apuração das necessidades e prioridades, orçamentos comparativos e forma de custeio devem ser deliberados e aprovados em assembleia e dependendo do que contempla a reforma poderá haver a necessidade de aprovação com quórum qualificado, sob pena de nulidade.

    Minha recomendação neste momento é para que vc obtenha todos estes esclarecimentos de forma amigável e administrativa perante a própria síndica.

    Buscar esclarecimentos com os próprios subsíndicos pode trazer as respostas e esclarecimentos que vc necessita.

    Havendo recusa por parte de todos, e, principalmente se outros condôminos estiverem com as mesmas dúvidas, recomendo reunir ¼ dos condôminos para que seja convocada assembleia para esclarecimentos das obras e a legalidade de tudo que for pratica a este título.

    Boa sorte!

    * Viviane Basqueira D´Annibale é advogada especializada em Direito Civil, e especialista em direito condominial e sócia do escritório Soares Ribeiro Sociedade de Advogados

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    FELIZ NATAL E PRÓSPERO 2019!

    Dicas para fazer uma boa assembleia

    Evite erros comuns e aposte no caminho certo para a assembleia do seu condomínio

     

    Evite erros comuns e aposte no caminho certo para a assembleia do seu condomínio

     

     

    Fazer assembleia dá trabalho e é um momento importantíssimo para o condomínio.

    É durante esse encontro que o destino do condomínio é decidido, se as contas do síndico serão aprovadas, quais regras serão implementadas e como os recursos daquela comunidade serão investidos em prol do bem comum.

    Justamente por isso, é fundamental que a assembleia siga todo o regramento necessário. Como muitas vezes são poucas as assembleias realizadas anualmente, é de suma importância que as mesmas estejam dentro da lei.

    Para dar o suporte necessário para esse tipo de situação, o advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat elenca abaixo algumas dicas para uma boa assembleia e os erros mais comuns. Confira!

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Dicas de decoração para sua casa na praia

    Quer decorar e dar o ar harmonioso para o seu cantinho na praia, mas está sem inspiração? Saiba as melhores dicas para decorar sua casa de praia a seguir. 

    Fim de ano, praia, descanso… Tem combinação melhor? Nós não conhecemos! E, por isso, nossa dica de hoje tem tudo a ver com o verão, a estação amada pela maioria das pessoas.

    O verão deixa as roupas mais leves, a pele mais bronzeada, o sorriso fácil e traz aquela nossa amiga esperada por muito tempo durante o ano: férias! Se você é daqueles que esperam o ano inteiro para aproveitar esse período e possui uma casa na praia, chegou a hora de se preocupar em abrir as janelas, tirar a proteção dos móveis, deixar o sol entrar e, claro, decorar a casa para a temporada que se inicia.

    Confira as dicas de decoração de verão para casa de praia, chame os amigos e aproveite a estadia!

     Móveis em estilo rústico

    Casa de praia é a cara da paz, tranquilidade e descanso. E isso pede coisas leves, mas nada combina mais com uma decoração de praia do que mobílias rusticas e em tons de madeira. O rústico costuma casar com o clima praiano porque remete a natureza bruta, como ela é, portanto, considere o uso de muitos móveis de madeira reaproveitada, móveis com madeira de demolição e até móveis de fibras naturais.

    Tenha atenção em relação a conservação desses imóveis, pois devido a proximidade com a água, devido a maresia presente na cidade, a vida útil de móveis em casa de praia costuma ser menor.

    Se o local fica fechado por muito tempo, tenha sempre capas protetoras para deixar sobre eles em sua ausência. Considere ainda deixar uma pessoa responsável pelo local e que possa fazer a limpeza de tempos em tempos.

    Na hora de comprar móveis e objetos, questione os vendedores e dê preferência para os que forem resistentes a água e sol, geralmente direcionados para uso em áreas externas.

    Cores

    Em decoração praiana, o ideal é apostar em paletas de cores em tons pastéis ou naturais, como branco, bege, areia, tons de madeira ou qualquer outra cor, porém utilizada em tom claro.

    O uso de cores mais claras deixa o ambiente com uma sensação de amplitude, além de transmitir uma sensação tranquila em tempo de temperaturas tão altas.

    Objetos náuticos

    É quase impossível não pensar em praia quando a decoração usa barquinhos, boias, itens de marinheiro. Considere o uso de barcos, remos, coqueiros, renda e peças listradas, principalmente listras brancas e azuis. Nada mais praia que isso!

    Use ainda itens como conchas do mar, estrelas marinhas e cavalos marinhos. Mas calma! Não encha sua casa com esses itens, pode ficar tudo muito óbvio e cheio de mais. Evite excessos e lembre-se que, em qualquer situação, menos é mais!

    Área externa

    Se seu imóvel na praia não é um apartamento, é quase certo que sua casa na praia possua uma área externa. Dê atenção também a esse espaço, mantenha fora da residência apenas o que for necessário como cadeiras ou espreguiçadeiras, guarda sol e uma ou duas mesas.

    Lembre-se que os móveis ficam do lado de fora e expostos, portanto prefira itens fabricados especialmente para essa função, portanto resistentes a água, vento ou calor.

    Evite ao máximo a utilização de móveis de ferro, pois enferrujam rapidamente devido à exposição excessiva de Sol e chuva, além de não resistirem a maresia local.

    Artesanato

    Para tapetes, cortinas e roupas de cama, aposte sem erro em peças de artesanato, principalmente as peças de crochê e renda, elas fornecem uma beleza sem igual a sua decoração.

    Tecidos

    Falamos do uso de móveis em madeira, mas não podemos deixar de fora os móveis que obrigatoriamente precisam de revestimento para se manterem bonitos e em condições de uso.

    Aposte em sofás e cadeiras com tecidos específicos para enfrentar as altas temperaturas em conjunto com a maresia da cidade. Como a casa não ficará em uso constante, tente aliar também o fato de que a manutenção e limpeza deve ser fácil, já que será realizada de forma esporádica.

    Uma boa dica é investir em produtos impermeabilizantes, eles facilitam a limpeza e evitam que a poeira grude, além de proteger de algum liquido ou comida derramada no local.

    Iluminação

    A casa de praia precisa ser muito bem ventilada/arejada, além de uma iluminação coerente com o espaço. Para garantir isso com uma boa dose de luz natural, aposte em janelas grandes e para cobri-las, use cortinas em tons muito, muito leve.

    Pisos

    O ideal é evitar pisos de madeira, mesmo que o tom seja convidativo para a praia. Isso porque a madeira nem sempre é boa e a ação da maresia pode ajudar a corroer o espaço. Prefira usar cerâmica, por exemplo. E lembre-se da dica das cores claras.

    Agora que você já viu as nossas dicas, mãos à obra e aproveite a estadia!

    Fonte: Imóvel Web

    Festa de fim de ano no condomínio: veja 10 dicas

    Fim de ano é um momento propício a reunir a família e os amigos para confraternizar, trocar presentes e se divertir. Muitas dessas festas ocorrem em condomínios, exigindo certa organização e respeito a algumas restrições.

    Festa de fim de ano no condomínio

    Acompanhe as dicas a seguir para a sua festa de fim de ano no condomínio ser um sucesso!

    1. Fique atento à política de uso do salão de festas

    Com a aproximação das festas de fim de ano, a concorrência para o uso do salão é grande. Geralmente, quem fez a reserva primeiro tem o espaço garantido. Ainda há lugares que realizam sorteios e, no caso de ambientes grandes, há a divisão do espaço. Na dúvida, reserve já!

    2. Tenha um orçamento bem organizado

    Elabore uma planilha com os orçamentos e peça nota fiscal de todos os gastos, em especial no caso de festas em que todos os participantes colaboram financeiramente. Ter um planejamento contando com imprevistos e com os valores reais das coisas evita dores de cabeça, deixando o clima perfeito para todos aproveitarem a festa.

    3. Distribua as tarefas

    Numa grande festa fica difícil cuidar de tudo sozinho. Se alguém da turma tem facilidade em resolver um determinado problema, ou providenciar algum item, como música ou bebidas mais em conta, não hesite em pedir ajuda. Isso economiza tempo, dinheiro e faz o grande dia dar certo!

    4. Barulho

    A poluição sonora é uma questão de saúde pública. Existem várias leis federais às quais se refere a expressão “lei do silêncio”. Lembre-se de que algumas pessoas optam por ficar em casa descansando, ou estão doentes, por exemplo. O ideal é que não se faça mais barulho depois das 22h, ou meia-noite, dependendo da regra local.

    5. Segurança

    Para segurança geral, sua e dos condôminos, deixe uma lista de convidados na portaria, para checagem. A lista é importante para a organização da festa, caso seja necessário cobrar alguma conta somente de quem compareceu de fato.

    6. Piscina

    O ideal é evitar o uso devido a consequências imprevisíveis, como acidentes e a perda do controle de doenças que podem ser transmitidas pela água. Se não for possível bloquear o local, tenha um bom diálogo com os convidados e que atento às crianças.

    7. Decoração

    Antes de investir tempo e dinheiro na decoração, estude a estrutura do local e esteja ciente das restrições impostas pelas regras do condomínio. Caso seja permitido, lembre-se que manter tudo em ordem. Evitar danos é responsabilidade sua.

    8. Dê gratificações aos funcionários do condomínio

    Os funcionários responsáveis pela segurança e limpeza estão passando uma data especial no trabalho, e também se empenhando para que tudo ocorra bem na sua festa. Seja gentil e dê a eles alguma gratificação, seja em presente ou dinheiro.

    9. Fogos de artifício

    Fogos de artifício podem ser perigosos se não manuseados com cuidado. Certifique-se de que eles vêm de um fornecedor seguro e deixe que os mais experientes no assunto cuidem desta parte da festa. Atenção!
    Os fogos assustam os animais. Mantenha-os em locais seguros e evite soltar fogos quando os bichinhos estiverem por perto.

    10. Cartões, amigo secreto e outros detalhes

    Alguns detalhes deixam a festa mais divertida e inesquecível. Existem várias maneiras criativas de realizar um amigo secreto e outras brincadeiras coletivas. Você também pode distribuir cartões e lembrancinhas. O que vale é aproveitar ao máximo o espírito de união.

    Clique aqui e veja o modelo de regimento interno – salão de festas

    Fonte: www.nominuto.com

    8 tipos de imóveis residenciais e suas diferenças

    Existem diferenças entre as casas e apartamentos residenciais e a forma como foram pensados. Você sabe como identificar cada um deles? Confira.

    Há diversos tipos de propriedades residenciais no Brasil e cada uma delas tem o seu estilo, pensados a fim de atender a uma necessidade especifica. A principal divisão entre as residências para morar – diferente dos empreendimentos comerciais – são: casa ou apartamento.

    Na hora de escolher seu imóvel e investir seu dinheiro, é essencial que se conheça todos os tipos de unidades e imóveis para saber qual o tipo de construção que melhor atende às suas necessidades e possibilidades.

    Quando falamos de casas, há opções térreas que dispõem de todos os cômodos em um único andar (com ou sem divisões entre os ambientes) e as que distribuem salas de estar e jantar com cozinha em um piso e quartos em outro.

    Os apartamentos também possuem divisões de acordo com o seu tamanho e quantidade de cômodos. Mas, no geral, são classificados assim todos os que possuem condomínio e são habitados por famílias em unidades isoladas.

    Dentro da divisão de casas e apartamentos, há subdivisões que costumam ser classificadas de acordo com o tipo de construção, detalhes da planta e categoria da propriedade. Separamos 8 tipos de imóveis residenciais e suas diferenças. Confira a seguir e escolha qual o melhor imóvel para você chamar de seu:

    Casas

    1. Casa Geminada

    Casas geminadas são propriedades ligadas umas às outras, onde o espaço total do terreno é dividido de forma igual proporcionalmente. Possuem a mesma estrutura visual e dividem o mesmo telhado. Esse tipo de construção é mais comum em condomínios de casas.


    2. Sobrado

    O termo sobrado classifica toda e qualquer casa caracterizada por dois ou mais andares, sejam elas residenciais ou comerciais.


    3. Bangalô

    Os bangalôs são casas térreas, de apenas um piso, e que podem ter uma pequena varanda. Esse tipo de construção é bastante comum na América do Norte.


    4. Edícula

    Edículas são casas pequenas localizadas no fundo de um terreno. Geralmente possuem apenas um dormitório, sala, banheiro e cozinha. Podem também contar com uma garagem e área externa de serviço.


    5. Loft

    Lofts são casas sem divisórias entre os cômodos e tem inspiração nos galpões e armazéns americanos dos anos 70, na época reformados para servir como moradia a artistas, executivos, profissionais liberais e publicitários. Esse tipo de construção não possui divisões verticais ou horizontais entre os ambientes e é enxergado até hoje como sinônimo de inovação.

    Apartamentos

    6. Apartamento

    Os apartamentos são unidades onde vivem uma porção de famílias em residências separadas. Podem conter 1, 2, 3 ou mais dormitórios (com ou sem suíte), banheiro, cozinha e não obrigatoriamente, vagas de garagem. O conjunto de apartamentos forma o prédio que é gerenciado por um síndico, para quem os moradores devem pagar o condomínio. O síndico é responsável pelas reformas, obras e demais despesas, além do pagamento de funcionários que trabalham no prédio fazendo a manutenção das áreas de lazer, se existirem, por exemplo.


    7. Kitnet

    Kitnets são pequenos apartamentos, chamados atualmente também de studios. Os studios possuem apenas 2 cômodos, um quarto-sala-cozinha e mais um banheiro. Por terem espaço reduzido e pouco amplo, esse tipo de construção tem valor inferior e tem sido uma opção comum nas grandes cidades, onde muitos optam morar para facilitar a ida ao trabalho.


    8. Flat

    Flats são apartamentos residenciais que dispõem de serviços de comodidade, muitas vezes similares à um hotel. Ainda que sejam parecidos, as taxas são menores e não há formalidades características de um. Os flats podem ser utilizados como moradia ou planejados como investimento para o proprietário.

    Fonte: http://www.imovelweb.com.br/

    Ar-condicionado em condomínio

    Má instalação do ar-condicionado por gerar sobrecarga na rede

    Considerado o maior vilão de consumo de energia do país, o ar-condicionado instalado incorretamente ou em imóveis que não foram projetados para comportar cargas compatíveis à necessidade desse perfil de aparelho pode gerar sobrecarga na rede e causar até incêndios

    Com o registro de altas temperaturas na primavera deste ano e a proximidade do verão, o ar-condicionado volta para o topo da lista de consumo de energia.

    Tanto que Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou uma proposta para exigir uma maior eficiência energética dos aparelhos vendidos no País.

    Além da escolha do melhor modelo e potência, cuidados com a instalação devem ser observados para evitar problemas elétricos ou até mesmo incêndios.

    Sempre que o assunto é sobrecarga de energia, o engenheiro civil Flávio Figueiredo, especialista em avaliações e perícias, diretor da Figueiredo & Associados e membro do Conselho do Ibape/SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de SP) define basicamente três níveis de problemas: individual (casas e apartamentos), condomínios (que podem ser de casas ou prédios) e coletivo (cidade, estado e até todo o país).

    “Quando o problema é individual coloca-se em risco a integridade física de um imóvel em questão. Dependendo do nível, essa sobrecarga afeta todos os imóveis de um segmento específico, como o condomínio, e quando a escala é em proporções maiores chega a prejudicar uma cidade inteira dependendo do caso”, alerta Figueiredo.

    O que a grande maioria da população desconhece é que a má instalação desses aparelhos, sem levar em consideração a relação potência elétrica do imóvel e potência elétrica exigida pelo equipamento pode gerar sobrecarga na rede.

    O superaquecimento acontece por diversas razões. Muitas vezes, o imóvel não foi projetado para comportar cargas compatíveis à necessidade desse perfil de aparelho.

    Outro motivo observado é a demanda de utilização concentrada em horários de pico. Em um prédio comercial, por exemplo, todas as salas possuem seus aparelhos ligados durante o dia. Já nas residências concentram-se no horário noturno.

    O engenheiro reforça que os gestores condominiais devem ter uma atenção maior quanto às unidades que instalam os condicionadores de ar para acompanhar a capacidade de energia do condomínio.

    “Reuniões e assembleias podem ser convocadas com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a gravidade do assunto e a importância de atitudes preventivas. Outro ponto importante é a realização de inspeção predial e manutenção feita por profissionais habilitados para acompanhar a saúde do condomínio garante o bom funcionamento do sistema de energia”.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Todas as dicas para fazer uma mudança organizada

    Encaixotar tudo e levar para o novo imóvel não é tarefa fácil e exige paciência, mas é possível fazer uma mudança organizada gastando menos tempo e dinheiro

    Quem já precisou fazer uma mudança de casa sabe o quanto a tarefa exige muita paciência e também organização. O trabalho começa antes mesmo do dia de levar tudo para o novo imóvel e esse processo que antecede a mudança em si é fundamental para que tudo ocorra da melhor forma possível. Este é um momento oportuno para praticar o desapego e levar apenas o necessário. Além disso, é imprescindível ter o máximo de cuidado para não perder ou quebrar nada e também para que se gaste o menor tempo possível entre sair de uma casa e chegar na outra com todos os objetos e móveis. Ter um cronograma de tarefas e cumpri-lo à risca é importante para não perder o prazo e acabar tendo um gasto maior. Todos os detalhes podem fazer a diferença e saiba como fazer a mudança de forma organizada, economizando dinheiro e tempo.

    Um ponto importante a ser levado em consideração é não deixar para começar a organizar a mudança em cima da hora. Ter um prazo maior pode fazer com que a organização seja mais bem feita e facilite o processo. Juntar uma quantidade boa de caixas, que podem ser encontradas em supermercados, é o pontapé inicial. “Empacotar tudo com antecedência, antes do prazo final para a mudança, é melhor para não se atrapalhar e acabar esquecendo alguma coisa durante o proceso”, afirma a arquiteta Julyana Alecrim, do escritório Alecrim Arquitetura.

    Além disso, o planejamento pode ser importante principalmente quando se tem prazos, seja para entregar o apartamento antigo ou por motivos de trabalho. “O cronograma também é fundamental para agendar e controlar os fornecedores, mas tenha em mente que imprevistos acontecem e que algum dos fornecedores pode não cumprir o prazo”, diz Camila Teixeira, personal organizer e proprietária da Organizze Consultoria.

    Desapego 

    Já que você vai precisar mexer e organizar tudo que está dentro da sua casa, aproveite o momento para verificar o que está sendo usado, o que precisa de conserto, o que pode ser doado e o que pode ser descartado, por estar muito velho ou quebrado a ponto de não ter mais conserto. “É essencial praticar esse desapego antes de se mudar e esse é o momento perfeito. Quanto menos coisas tiver, menos trabalhosa será a mudança”, garante Camila Teixeira.

    Nas caixas

    A melhor forma de separar os itens é por ambiente para ter um controle maior tanto na hora de encaixotar quanto de desempacotar. “Uma boa dica é numerar os ambientes e as caixas, assim você vai saber para qual ambiente cada caixa se destina e é bem mais simples do que tentar descrever na própria caixa todos os itens que estão ali contidas”, explica a personal organizer. E tenha cuidado para não misturar os objetos. “Algumas caixas caberão mais itens, mas tente não misturar os objetos de ambientes diferentes na mesma caixa, mesmo que sobre espaço. Se precisar completar com algo, coloque apenas travesseiros e almofadas”, diz. Além disso, dê preferência para caixas menores. “Elas ficam menos pesadas e são mais fáceis de transportar”, completa.

    Critérios

    Na hora de embalar, é preciso estabelecer critérios para que tudo chegue intacto no novo imóvel. “Os critérios vão se afunilando. O primeiro é por ambiente e depois por itens. Você não deve misturar objetos delicados que podem quebrar com facilidade com outros itens”, aconselha Camila. Se a escolha for fazer a mudança com uma transportadora, procure saber se ela fornece caixas específicas incluídas no valor do serviço. “Quando se contrata transportadoras, a maioria delas oferece caixas específicas para taças e louçarias, itens bem delicados. Há também caixas que têm encaixe para cabides, desta forma o tempo de empacotar e desempacotar o vestuário é otimizado”.

    Todo cuidado

    Uma das questões básicas de uma mudança é embalar bem os objetos e ter muito cuidado com os objetos frágeis. Caso não tenha sido contratada uma transportadora e você mesmo vá embalar os itens, é preciso ter atenção. “Use jornal ou plástico bolha para envolver os objetos de vidro. E também não deixe espaço sobrando nas caixas para que eles não fiquem balançando e acabem se quebrando pelo contato entre eles. Complete os espaços vazios com jornais para evitar o atrito”, diz a arquiteta Julyana Alecrim. “No caso dos talheres, você pode deixá-los dentro do próprio porta-talher e embalar a caixa com papel ou papel contato”, acrescenta.

    Objetos de valor

    Se você tem algum objeto de valor para ser transportado, tenha atenção redobrada com ele. Leve todos os documentos em uma pasta, bolsa ou mala de mão. “Jamais deixe a cargo de outra pessoa ou de uma transportadora os itens de valor, como joias, documentos e objetos de valor sentimental muito grande. O que dá para você próprio transportar, leve com você. Joias são fáceis porque você pode colocá-las em uma bolsa de mão e nunca deixar que elas saiam do seu lado”, diz a personal organizer.

    Kit de sobrevivência

    Como a maioria de seus objetos, roupas e itens da casa estarão empacotados por um tempo até que a mudança seja concluída e tudo organizado no novo imóvel, ter em mãos um kit de sobrevivência pode facilitar a vida nos dias de transtorno com a mudança. “Faça uma mala com itens pessoais para cada morador, como algumas roupas, itens de higiene pessoal e carregadores de celular”, sugere Camila Teixeira.

    Informações na mão

    Ter tudo anotado é uma das dicas que pode fazer com que você tenha controle de todo o processo de mudança. “Tenha um caderninho com anotações referentes a mudança e prestadores de serviço para ter tudo sob controle”, detalha a personal organizer. Além disso, se não é você que vai receber a mudança no novo imóvel, tenha ainda uma lista com as caixas e o que elas estão transportando. “Quando o morador não pode receber essa mudança e encarrega outra pessoa de fazer isso, é bem importante que ele tenha tudo anotado. Só assim quem não participou do empacotamento pode controlar a entrega das caixas”, completa.

    Como encaixotar de forma correta:

    – Não sobrecarregue as caixas com muito peso para que elas não se abram durante a mudança;

    – Ao finalizar a caixa, lacre bem com fita adesiva não apenas a parte de cima. Reforce também as laterais e a parte de baixo;

    – Identifique as caixas com etiquetas e escreva o que tem dentro de cada uma delas;

    – Embale louças com jornal para evitar o atrito entre elas e não deixar que elas se quebrem;

    – Objetos frágeis devem ser envolvidos em papel bolha ou até mesmo em toalhas;

    – Preencha os espaços vazios para evitar que os objetos fiquem batendo dentro da caixa;

    – Malas são bem-vindas para o transporte de roupas;

    – Embale os eletrônicos, já que eles podem quebrar, danificar ou sofrer arranhões;

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Novos empreendimentos com mais áreas compartilhadas facilitam a convivência entre pessoas

    Com imóveis com metragens cada vez menores, espaços comuns servem como extensão do imóvel e incentivam a maior interação

    O mercado imobiliário brasileiro revela cada vez mais a tendência para imóveis com metragens pequenas. Este tipo de apartamento tem recebido boa aceitação por caber no bolso de uma parcela maior de clientes, principalmente diante da crise econômica, e também por se encaixar melhor nas novas configurações familiares, com jovens saindo mais cedo de casa ou casais que decidem não ter filhos. Se na área privativa o espaço tende a ficar menor, por outro lado, os condomínios contam cada vez com mais áreas compartilhadas. Como esses espaços despontam como uma extensão do imóvel, os empreendimentos acabam facilitando e incentivando a convivência entre as pessoas.

    A crescente demanda por imóveis menores já é uma realidade no mercado brasileiro e é maior o número de empreendimentos compactos. Este tipo de unidade tem como público alvo pessoas que precisam aliar conforto e praticidade em uma rotina agitada. “Essa expansão do mercado é fruto de mudanças na estrutura familiar como jovens que buscam a moradia própria, casais que optam por não ter filhos, aumento do número de divórcios e de pessoas na terceira idade, além da preocupação de estar próximo aos locais frequentados diariamente, como trabalho, faculdade e etc”, afirma Manoel da Silveira Maia, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).

     


    (Foto: Shutterstock)

     

    Além de ter a possibilidade de viver em um bairro melhor ou que permita um menor deslocamento no dia a dia – e, consequentemente, menos trânsito e mais tempo livre -, os empreendimentos que oferecem apartamentos menores costumam, em contrapartida, dar a possibilidade de desfrutar de toda uma estrutura de serviços sem sair do condomínio, um ponto positivo levando em consideração os aspectos de segurança. “As construtoras estão cada vez mais atentas para este mercado de imóveis compactos, com uma gama de serviços diferenciados, pois o interesse por essas unidades aumenta na medida em que se busca conciliar praticidade, conforto e qualidade de vida, ressalta o presidente do Creci-RJ.

    Para Guilherme Ribeiro, diretor de Tecnologia da Rede Imobiliária do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), com as famílias menores, o espaço do apartamento está mais reduzido, mas as incorporadoras também estão oferecendo produtos diferenciados para acompanhar essa nova tendência. “As pessoas também estão mais independentes. Antes tinha doméstica e hoje, com a área menor, fica mais fácil de limpar. Elas não querem ter o trabalho de limpar e a dor de cabeça para cuidar”, ressalta.

     


    (Foto: Shutterstock)

     

    Essas características também contribuem para que as áreas comuns e espaços compartilhados se tornem um atrativo a mais nos novos empreendimentos. E cada vez mais as opções aumentam. “É um caminho natural oferecer opções em espaços compartilhados, apostando em um tratamento diferenciado em relação às áreas de lazer, que proporcionam um número maior de atividades aos condôminos. Muitas vezes a tradicional composição de salão de festas, quadra de esportes e piscina já não é suficiente para despertar a atenção do possível comprador. É preciso incluir no projeto um espaço gourmet, salão de jogos, academia, lavanderias e até mesmo escritórios”, diz Manoel da Silveira Maia.

    Desta forma, com imóveis menores e áreas compartilhadas mais equipadas, a convivência deixa de ser apenas na área privativa, estendendo-se para os espaços compartilhados. “São áreas para uso e também uma extensão para receber. Ou seja, há uma motivação maior para a convivência”, garante Guilherme Ribeiro. Porém, ele acredita que o incentivo poderia ser ainda maior por parte dos empreendimentos se as regras acompanhassem essa nova realidade. “O salão de festas, por exemplo, só pode ser usado sob reserva e pagamento quando deveria poder ser usado por todos e todos os dias. É preciso ainda quebrar alguns paradigmas para que as regras, de fato, incentivem a convivência maior”, conclui o diretor do Secovi-SP.

     

     


    (Foto: Shutterstock)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

     

     

    Consórcio imobiliário ganha reforço com o 13º salário

    Utilizar o recurso que entra no fim do ano é uma boa opção para quem deseja comprar um plano, regularizar a situação em caso de atraso, antecipar pagamentos ou quitar as parcelas restantes

     Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas
    Ilustração/EM/Quinho
    O 13º salário é considerado pelo mercado como uma boa opção para antecipar parcelas ou quitar o plano de consórcio imobiliário. “O 13º salário pode ser usado para começar a pagar parcelas do consórcio, ajudando na construção de um projeto de vida”, afirma Tatiana Schuchovsky Reichmann, diretora-superintendente da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário. Ela explica que quem já tem um consórcio pode utilizar o recurso extra que entra no fim de ano para ofertar um lance ou antecipar o pagamento das parcelas, reduzindo o valor total da dívida. O consorciado também pode usar o 13º para regularizar a situação do plano de consórcio em caso de atraso no pagamento das prestações.

    Outra dica é utilizar o 13º para quitar dívidas e assim começar o ano com o orçamento mais organizado para futuras conquistas. “Muitas pessoas fazem projetos no início do ano, como a compra da casa própria. Reorganizar as finanças é o primeiro passo para avaliar como o dinheiro será gasto ao longo do ano, e o consórcio imobiliário pode ser um aliado no planejamento financeiro para a realização de um sonho”, analisa Tatiana.

    Ela garante que investir em imóveis continua sendo um bom negócio. “Isso porque esse é um tipo de investimento seguro. Além disso, ao usar os recursos para a aquisição de um consórcio e futura compra de um imóvel residencial ou comercial, a pessoa começará um novo projeto de vida, aumentando o patrimônio, o que poderá gerar rentabilidade no futuro.”

    Quanto ao imóvel a ser adquirido, a executiva diz que dependerá do perfil de cada investidor. “Acostumamos A orientar que o melhor investimento é aquele que cabe no bolso do investidor. Por funcionar como uma poupança programada, o consórcio ajuda a conquistar o objetivo de investimento. Nossa equipe de consultores desenvolve um trabalho importante nesse sentido, indicando o melhor tipo e o mais adequado para cada cliente. Para saber em qual imóvel investir, primeiramente, é importante pensar no valor que se quer ou se pode desembolsar”, afirma.

    Na realidade, o melhor imóvel é aquele que cabe no seu bolso, adequado ao seu perfil de investimento. “Também recomendamos o planejamento. É importante que antes de comprar um imóvel o consorciado avalie a região, o potencial de valorização do bairro, a idade do imóvel, o valor do metro quadrado e o valor dos imóveis na região, por exemplo. Planejamento é sempre uma boa opção antes de escolher o imóvel para comprar.”

    USO DO FGTS 

    Os consorciados que pretendem usar o valor do FGTS para ofertar lances, pagar parcelas, quitar o saldo devedor ou ainda complementar o crédito devem procurar a administradora de consórcio, responsável por encaminhar toda a documentação. É bom lembrar que todos os processos que envolvem o benefício seguem as normas do Conselho Curador do FGTS. Tatiana acredita que usar o saldo do FGTS no consórcio imobiliário é uma opção inteligente, uma vez que a utilização do fundo é permitida apenas em situações específicas. “Com o consórcio é possível usar esse dinheiro para fazer um lance, tentando-se antecipar a contemplação, sendo permitido usar até 100% do valor do FGTS e ainda reduzir o valor pago mensalmente ou o número de parcelas. Assim, o consorciado consegue usar um recurso que estava parado para garantir o sonho da casa própria.”

    Ela explica que a amortização ou liquidação do saldo devedor ocorre apenas depois que o consorciado tiver sido contemplado e adquirido seu único imóvel residencial urbano. “Para a utilização do benefício, o consorciado deve respeitar as regras do Conselho Curador do FGTS, próprias para o uso do recurso, como comprovar o tempo mínimo de três anos de trabalho sob o regime do FGTS. Além disso, o trabalhador não pode ser proprietário de um imóvel na cidade onde exerça ocupação principal e/ou nos municípios vizinhos, nem ter um financiamento ativo pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O imóvel e a cota devem estar em nome do titular da conta do FGTS, e o valor do imóvel precisa respeitar o teto estabelecido, que, a partir de janeiro de 2019, será de R$1,5 milhão em qualquer estado do país.”

    No caso de uma pessoa que recebe um imóvel residencial como doação ou herança, ela pode utilizar o FGTS na compra de outro, desde que ele esteja gravado com cláusula de usufruto vitalício para terceiros. “Essa é uma das normas da CEF para o uso do FGTS para aquisição de imóveis. Qualquer outra dúvida específica, o ideal é consultar diretamente uma fonte da Caixa.” Ela esclarece que o recurso do FGTS não pode ser usado para reformas, apenas para a compra da casa própria.

    Fonte:  https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

    Em quais leis se baseiam as funções do síndico

    Constituição, Código civil, Regimento interno, Convenção, Lei do inquilinato, CLT, …

    Ao assumir o cargo de síndico são muitas as dúvidas sobre as responsabilidades que esse tipo de ocupação traz.

    Porém, os textos em que o síndico deve basear suas decisões são de leitura bastante acessível. É de extrema importância que qualquer interessado no cargo de síndico tenha bastante familiaridade com esses documentos. Eles são um verdadeiro norte para a gestão do condomínio.

    Para facilitar, o SíndicoNet destaca aqui os pontos fundamentais dos textos mais importantes para a gestão do condomínio.

    Estando mais familiarizado com essas informações, o síndico se sente mais seguro para tomar as melhores decisões para a coletividade que representa.

    Código Civil Brasileiro

    O Código Civil, em seu capítulo sobre condomínios, é a atual Lei que regulamenta os condomínios. Entrou em vigor em 11 de janeiro de 2003, e seus artigos referentes a condomínios modificaram a Lei que regia o setor, a 4.591/64.

    Conhecer tais artigos (do 1.331 ao 1.358), permite que o síndico tenha mais segurança na hora de tomar decisões. Os artigos referem-se a questões como:

    • Despesas do condomínio
    • O que deve haver na Convenção do condomínio
    • Responsabilidades do síndico
    • Os direitos e deveres dos condôminos
    • Quando e como realizar Assembleias
    • Realização de obras
    • Seguros obrigatórios ao condomínio
    • Uso das instalações do condomínio
    • Uso de procurações
    • Multas

    Lei 4.591/64

    Como vimos, o Código Civil entrou em vigor em 2003 estabelecendo novas diretrizes e regras para a vida em condomínio.

    Mas, a antiga Lei de 1964, a 4.591, também conhecida como Lei do Condomínio, ainda tem validade quanto aos assuntos que o Código Civil não abrange.

    Ela trata de direito de propriedade, de como convocar e fazer assembleias, das despesas do condomínio (extraordiárias e ordinárias), e da utilização da edificação por parte dos condôminos, além de outros assuntos.

    Convenção condominial

    É o conjunto de leis internas do condomínio. Geralmente, o documento é elaborado assim que o local começa a ser ocupado pelos moradores.

    A convenção condominial é a forma dos condôminos estipularem como será a vida ali. Ela se aplica a condôminos e inquilinos, que devem seguir o combinado da mesma maneira que os donos do imóvel, estando sujeitos a multas, caso haja descumprimento.

    A convenção, é claro, não deve contrariar leis municipais, estaduais ou federais.

    Para que se altere a convenção são necessários 2/3 dos votos dos condôminos e o documento deve ser registrado no cartório onde o imóvel está registrado.

    Também vale oferecer uma cópia da convenção a todos os novos moradores do condomínio. Assim, ficam todos bem informados sobre as regras do local.

    Exemplos sobre o que deve conter a convenção:

    • Modo de pagamento de despesas ordinárias e extraordinárias
    • O que se decide em assembleia, como convocá-la e o quórum necessário para deliberações
    • Questões de administração do condomínio
    • O regimento interno

    Regimento Interno do condomínio

    Regimento Interno

    É um conjunto de regras para a vida em condomínio, mas de caráter mais cotidiano.

    Antigamente era denominado “Regulamento Interno” – forma que perdura popularmente até hoje. É uma parte da convenção.

    Para mudar o regulamento interno, o entendimento atual é o quórum de maioria simples, ou seja, 50% mais um dos presentes na assembleia.

    Há casos em que a própria convenção estipula o quórum necessário para a alteração do RI. Se for essa a situação, é essa a regra que o condomínio deve seguir.

    Alguns especialistas afirmam que são necessários outros quóruns para alterar o documento, mas esse não é o entendimento da grande maioria. O documento, em geral, contém regras sobre:

    • Dias de mudança
    • Formas de multa aos condôminos
    • Utilização de áreas comuns
    • Entre outros

    Lei do Inquilinato

    Há duas leis principais que tratam sobre a locação de imóveis: a 8.245, de 1991 e a 12.112, de 2009. As leis tratam principalmente de questões relativas ao aluguel de imóveis.

    Há trechos da lei que falam sobre a vida em condomínio, principalmente sobre as despesas extraordinárias – aquelas com as quais o locador NÃO deve arcar. – Acesse aqui: Lei do Inquilinato / Condomínios

    CLT

    A Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) é o principal conjunto de leis sobre relações trabalhistas.  A CLT se aplica principalmente quando os funcionários são contratados pelo condomínio.

    Se há uma empresa terceirizada prestando esse tipo de serviço, deve-se atentar ao contrato assinado entre as partes, além da legislação trabalhista. Ao optar por empresa terceirizada, o condomínio não paga os chamados direitos trabalhistas para o funcionário.

    Porém, deve fiscalizar para que a empresa contratada ofereça esse aporte aos trabalhadores já que, em caso de não cumprimento da obrigação, o condomínio pode ser acionado como parte responsável em ação judicial.

    Convenção Coletiva

    As convenções coletivas referem-se às decisões dos sindicatos de trabalhadores de cada classe, principalmente em relação ao salário-mínimo de cada categoria. Cabe aos condomínios acatar e remunerar aos funcionários de acordo com as negociações coletivas.

    A Convenção coletiva também estabelece regras de contratação e convivência entre empregador e empregado, além de direitos e deveres de cada parte. A Convenção Coletiva não pode contrariar a CLT.

    FICA A DICA

    Os textos que você precisa conhecer bem e ter em mente são o novo Código Civil, a Convenção e o Regulamento Interno. Uma boa leitura deles vai tornar mais simples sua gestão.

    A CLT você só vai consultar em caso de necessidade, bem como a Convenção Coletiva e a Lei do Inquilinato.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Certificação para síndicos profissionais

    Objetivo é dar segurança para quem contrata um profissional para o seu condomínio

    Objetivo é dar segurança para quem contrata um profissional para o seu condomínio

    O mercado de condomínios no Brasil vive um momento de grande expansão. Em todo país, os empreendimentos buscam por uma administração profissional e, por outro lado, muita gente está interessada em cuidar esses locais.

    E essa procura nem sempre termina bem. Como a profissão de síndico não é regulamentada, falta um balizamento de quem atua na área. São muitos os cursos de formação. Nem todos, porém, preparam o síndico como deveriam para atuar de maneira global de síndico profissional.

    “Infelizmente, muita gente não imagina o tamanho da responsabilidade que é administrar um condomínio, mas se acha capaz de exercer a função profissionalmente”, alerta o diretor da Gábor RH, Ricardo Karpat.

    Com isso, os próprios condomínios sentem dificuldade em escolher um gestor capacitado para assumir a função.

    Justamente para separar o joio do trigo, a certificação “Síndico 5 Estrelas” foi criada.

    “Nossa ideia é mensurar o conhecimento do profissional, independente do reconhecimento”, explica Ricardo.

    A certificação terá o aval da Fundação Vanzolini, uma das certificadoras mais importantes do país, e será corrigida por professores da USP (Universidade de São Paulo).

    A prova será dividida em oito assuntos: administrativo, assembleia, contabilidade, financeiro, jurídico, manutenção, recursos humanos e segurança.

    Quem for aprovado terá direito a um certificado com validade de 24 meses.

    “Isso porque nesse período muita coisa pode mudar. Nos últimos dois anos, tivemos mudanças expressivas na legislação, como a nova CLT, a implantação do eSocial, e muitas outras”, pesa Ricardo.

    Benefícios

    Os síndicos que forem certificados também terão acesso a uma série de benefícios.

    “Durante esses 24 meses em que o certificado será válido, o síndico profissional terá acesso a diversas palestras, webinars, conteúdos exclusivos, contato com especialistas, entre outros”, explica Ricardo.

    Outro ponto importante é o cadastro dos aprovados, onde ficarão disponíveis os dados dos síndicos 5 estrelas.

    Os condomínios interessados poderão pesquisar profissionais por nome e geolocalização.

    “Além disso, os aprovados terão 50% de desconto em cursos da Gábor RH nesse período e também poderão imprimir um certificado para cada condomínio onde trabalharem”, ressalta ele.

    Prova

    As provas já têm data para acontecer: dia 19 de janeiro de 2019, em três capitais brasileiras: São Paulo, Brasília e Florianópolis.

    “Nosso objetivo é até 2020 estarmos em pelo menos dez capitais aplicando a prova”, explica Ricardo.

    A inscrição é feita pelo site e custa R$ 245.

    Fonte: SíndicoNet

    Mantenha seu ar-condicionado limpo e evite problemas de saúde

    Filtro do aparelho deve ser higienizado, pelo menos, uma vez por mês

    Ar-condicionado é um aparelho indispensável em regiões que predominam o calor (Fotos: Shutterstock)

    Durante os dias quentes o ar-condicionado se torna o principal companheiro das famílias. Em empresas, o aparelho é quase obrigatório. A falta de limpeza e higienização é um dos principais responsáveis pela proliferação de doenças respiratórias, alergias, irritações e disseminação de odores desagradáveis no ambiente.

    Segundo o diretor da empresa especializada em limpeza de ar-condicionado Doutor Clima, Alessandro de Castro, o aparelho capta o ar do próprio ambiente e passa por um filtro, normalmente de nylon lavável, para deixar o ar mais fresco. E é aí que mora o perigo.

    “O filtro retém parte da sujeira e, quando o aparelho seca, nós temos a umidade com sujeira e calor. Esse é o principal combustível para a criação de microrganismo”, afirma Castro.

    Com a higienização, o ambiente climatizado fica mais saudável, reduz o custo de energia, prolonga a vida útil do equipamento e evita a queima de compressores e motores, que têm alto custo para conserto.

    A limpeza do ar-condicionado é necessária para evitar problemas de saúde

    A limpeza do ar-condicionado é necessária para evitar problemas de saúde

    De acordo com Castro, o cuidado básico é fazer a lavagem do filtro de ar, apenas com água, pelo menos uma vez por mês. Para isso, não há necessidade de pagar uma empresa para a realização do serviço, já que é um trabalho simples e de fácil manuseio.

    Para ter um ar-condicionado ainda mais limpo e livre de bactérias, o ideal é fazer a limpeza completa duas vezes por ano. O Doutor Clima desenvolveu um método, feito na própria casa do cliente, que esteriliza e elimina os fungos e bactérias que se criam em ar-condicionado.

    “Nós aplicamos água e um produto bactericida, não vendido em mercado, que elimina esses microrganismos”, diz o diretor.

    De acordo com Castro, para o modelo Split é necessário limpar o filtro, a serpentina, a bandeja de água, que depois que seca vira bolor, e o ventilador.

    Veja algumas dicas básicas para melhorar a qualidade do ar em sua casa e, também, em ambientes de trabalho:

    1 – Proibir o fumo em ambiente climatizado fechado;

    2 – Melhorar a renovação do ar. Para isso, basta deixar frestas nas janelas para entrada de ar no ambiente. Este simples procedimento melhora a qualidade do ar e evita a proliferação de doenças no ambiente;

    3 – Deixar copiadoras e impressoras a laser de grande porte em um lugar separado e com sistema de exaustão exclusivo;

    4 – Melhorar os procedimentos de limpeza. É recomendado não varrer superfícies fixas. A melhor solução é aspirar carpetes e promover a limpeza dos ambientes com produtos anti-bactericidas;

    5 – Evitar vasos com plantas em excesso, que podem trazer problemas. Plantas e terra úmida favorecem a infestação de microrganismo no ambiente;

    6 – Não utilizar ar-condicionado em obras e reformas. É imprescindível isolar o aparelho com plástico para evitar sua contaminação;

    7 – Corrigir vazamentos e infiltrações de água. Focos de umidade contribuem para a proliferação de microrganismo;

    8 – Limpar e higienizar o sistema de ar-condicionado pelo menos uma vez por mês.

    Saúde – É inegável que o ar-condicionado climatiza, evita malefícios e deixa o ambiente mais agradável, mas também pode ser o principal motivo para algumas doenças. As pessoas sensíveis têm alergia, coceira na pele, sinusite, bronquite, asma e irritação nos olhos. Segundo Ciro Kirchenchtejn, pneumologista da Unifesp, os ambientes climatizados se tornam mais secos.

    Higienização completa deve ser feita duas vezes por ano, com o auxílio de profissionais da área

    Higienização completa deve ser feita duas vezes por ano, com o auxílio de profissionais da área

    “Isso pode secar os olhos e dar mucos na traqueia, garganta e nariz. Se a pessoa usa lentes de contato, por exemplo, ela precisa pingar mais colírio. O ideal é tomar bastante água para manter a hidratação das vias aéreas”, afirma o pneumologista.

    É comum ver ar-condicionado em regiões predominantemente quente. Para dormir, Kirchenchtejn sugere o uso de soro fisiológico para hidratação do nariz, evitando a entrada de bactérias.

    “A pessoa que tem doença respiratória, como asma e rinite, pode ter mais crises pelo choque térmico e ressecamento quando o ar não está bem filtrado”, diz Kirchenchtejn. Outra dica é deixar a temperatura regulada entre 20 e 22 graus para manter a umidade do ambiente.

    Fonte: ZAP em Casa

    Confira 7 dicas imperdíveis para você escolher o imóvel ideal

    Muitos são os fatores que determinam o fechamento do negócio, seja para comprar ou alugar. Fique atento para não errar e o sonho da casa própria virar uma frustração

    1- Escolha a localização – Escolher o bairro mais apropriado para morar e fazer uma triagem, usando informações de sites de imóveis e imobiliárias, é fundamental;

    2- Converse e pegue informações – Faça todo levantamento sobre o imóvel, a localização e o entorno na internet e, além disso, converse com sindico e vizinhos para pegar mais detalhes sobre o empreendimento;

    3- Atenção para os lançamentos – Como os imóveis ainda estão na planta e não é possível avaliar pessoalmente, busque todas as informações possíveis sobre a obra e o empreendimento com a construtora;


    Lançamentos  (Foto: Banco de Imagens / Think Stock)

    4- Fique atento à infraestrutura – Verifique se o imóvel agrada aos futuros moradores e também as condições dele quanto à rede hidráulica e elétrica, se existem vazamentos e infiltrações;

    5- Verifique os armários – Eles podem ser um ponto positivo na negociação, desde que estejam conservados. Abra as portas e analise se há cupins e como está o estado de conservação;

    6- Acerte o horário da visita – Isso pode determinar se o apartamento recebe a incidência do sol, em que horários e se ele fica muito quente. Também é possível verificar o funcionamento do entorno e da vizinhança;


    (Foto: Shutterstock)

    7- Abra as janelas – Veja se o imóvel é ventilado, o que tem do lado de fora, a vista e também tente enxergar como é a vizinhança.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Uso de procuração

    Convenção deve regrar uso desse tipo de documento

     

    Convenção deve regrar uso desse tipo de documento

    Uma vez por mês, a advogada Viviane Basqueira D´Annibale tira as dúvidas sobre vida em condomínio.

    A profissional atua há 18 anos na área de condomínios e é uma grande especialista no assunto.

    Não conseguimos mudar a vida financeira e outras pendências no condomínio porque tudo se faz com procuração aqui. Isto é legal? Já faz um tempo o condomínio está cada vez pior não dá vontade nem de assistir mais às reuniões.

    RESPOSTA DA ESPECIALISTA

    Respondendo objetivamente sua pergunta, o uso de procurações em assembleia condominial é perfeitamente legal e esta permissão vem disposta na Convenção Condominial.

    Contudo, não posso de deixar de observar que o comparecimento dos próprios condôminos na assembleia é a melhor opção, pois podem deliberar e votar sobre assuntos que afetam diretamente seu patrimônio.

    Muitos desconhecem as consequências que a má gestão pode trazer ao empreendimento e a desvalorização daquilo que muitas vezes foi construído com muito empenho.

    Ocorre que muitos condôminos realmente tem sérias limitações de horário em razão de diversos fatores e precisam de um instrumento capaz de garantir a representação de sua unidade na assembleia o que será obtido com o uso de procuração.

    Como mencionei a representação em assembleia por procuração vem regulamentada na convenção condominial onde estão dispostas as condições necessárias para seu uso adequado: a forma, quantidade por pessoa, quem pode outorgar poderes, quem não pode, quem pode receber a procuração, quem não pode receber, dentre outras questões.

    O uso inapropriado da procuração pode trazer consequências e até impugnações no momento da assembleia e por este motivo deve ser visto com cautela todo o regramento contido na convenção e com antecedência.

    Recomendo também que a procuração seja específica, ou seja, que conste em seu conteúdo, além dos dados do outorgante e do outorgado e suas respectivas qualificações, também a data da assembleia, se AGO ou AGE e a pauta a ser discutida. Isto dá mais segurança ao outorgante que saberá que a procuração somente será usada para aquela finalidade específica, além de evitar qualquer tipo de impugnação no momento da própria assembleia.

    O reconhecimento de firma pode ser uma questão problemática, pois muitas convenções obrigam esta condição que se não for observada também trará consequências já que o presidente da assembleia não receberá a procuração sem a firma reconhecida.

    Outro ponto relevante é a vedação da outorga de procurações ao síndico em exercício e/ou aos membros do conselho. Muitas convenções vendam expressamente esta prática que resultará em impugnações e não recebimento das procurações pelo presidente da assembleia.

    Importante comentar que a quantidade de procurações também vem disciplinada na convenção que tanto pode ser omissa quanto a quantidade, como pode limitá-la por condômino. Se for omissa significa que não há limites e a quantidade não será questionada no momento da assembleia.

    Por fim, vale ainda destacar que somente proprietários é que tem autonomia e poderes para outorgar procuração. Inquilinos e ocupantes das unidades privativas podem receber procuração para representar o proprietário, mas não pode outorgar poderes em nome destes.

    Com estas observações você poderá ficar atenta e encaminhar as rotinas do seu condomínio com conhecimento e aplicação correta da lei e Convenção Condominial e ajudar a trazer pautas de interesse da maioria e transformar as reuniões em ambientes mais interessantes.

    Atendo hoje, em média, 300 condomínios e observo, na maioria deles, a mesma reclamação: “a reunião de condomínio é muito chata”, “não posso comparecer na reunião de condomínio porque não consigo chegara no horário”, “trabalho até tarde e quando chegou estou muito cansado” ou ainda “não me interesso pelos assuntos do condomínio porque concordo com tudo”, e por ai vai.

    Uma forma de transformar a reunião do condomínio mais produtiva é colocar na pauta assuntos que sejam do interesse de todos.

    Como obter estas informações? Como saber o que a massa condominial deseja?

    Uma ótima ferramenta é realizar pesquisa de opinião. É importante consultar a massa condominial para saber quais são as preferências, quais os pontos que necessitam de mais atenção, e, a partir da manifestação dos condôminos, colocar em prática aquilo que foi sinalizado como prioridade.

    Evidente que a pesquisa também deve conter poucos itens e perguntas bem objetivas, pois se abrir a pesquisa de opinião de forma que cada um se manifeste como quiser, serão apresentados temas diferentes impossíveis de serem atendidos.

    Penso que se a massa condominial for ouvida de forma organizada, isto vai trazer maior tranquilidade aos condôminos que demonstrarão mais interesse no comparecimento das assembleia.

    Boa sorte!

    * Viviane Basqueira D´Annibale é advogada especializada em Direito Civil, e especialista em direito condominial e sócia do escritório Soares Ribeiro Sociedade de Advogados
    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Grafite, um toque especial na decoração

    Arte urbana vista nas ruas das grandes cidades pode ser a cereja do bolo no meio da sua sala

    Os grafites estão pelos centros urbanos de todo o mundo. Geralmente, da porta para fora de casa. Mas essas letras, desenhos, manifestações artísticas, coloridas ou não, estão cada vez mais entrando nos lares dos brasileiros. Muitas vezes são destaque nos ambientes, substituindo quadros e papéis de parede.

     

    (Foto: Grafite Divulgação)

     

     

     

    A arquiteta Nicole Finkel explica que antes de decidir pelo estilo do grafite e o profissional que fará a execução, é importante analisar o estilo do morador. Assim, é possível entender se obra deve expressar figuras abstratas, frases, desenhos de filmes ou mesmo séries famosas.

    “Tudo tem a ver com o gosto e a personalidade do morador e onde o grafite será aplicado. Tenho um projeto que o grafiteiro fez em uma tela branca com um quadro e colocamos na parede da sala de jantar. Assim, se o cliente decidir mudar de casa, pode levar. Tenho também uma parede inteira de um apartamento”, diz a arquiteta.

     

    (Foto: Grafite Divulgação)

     

     

     

    A arquiteta Karina Korn também acha que a escolha é muito pessoal. “Não adianta pintar uma caveira se o dono da casa gosta de corações. escolher o que será pintado e onde é muito importante. Não dá para não gostar e mudar depois”.

    Para não errar na mão e deixar o ambiente pesado e com muita informação, Nicole Finkel indica que apenas uma parede receba o grafite. O ambiente precisa estar em harmonia com o todo, para que os moradores não se cansem do desenho. “É bacana que os móveis tenham linhas retas e cores clean, como o branco”.

    Representações

    Karina ressalta que os grafites podem representar o que quisermos, basta uma boa conversa com o artista. É possível conseguir desde tons neutros, para os que querem correr menos risco, até a verdadeira arte urbana dentro de casa.

    “Grafite está muito na moda, é tendência. Surgiu lá atrás, na década de 70, e desde lá vem criando novos formatos de apresentação. A arte revela o estilo de vida de cada um, é pessoal. O grafite entra na mesma sintonia”.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Fim de ano no condomínio: Férias do síndico

    Síndico também tira férias. Veja como se programar e não tomar nenhum susto no retorno

    Fim de ano no condomínio: Férias do síndico

    Necessário para a recuperação do corpo e da mente, desfrutar de um período de férias é fundamental para qualquer pessoa. E no caso do síndico, não é diferente. Porém, para curtir férias tranquilas, e voltar ao condomínio sem nenhum susto, é importante que algumas providencias sejam tomadas.

    A primeira é se conscientizar de que gozar de um período de férias é importante para si próprio e para a sua família. Ou seja, utilizar esse período para se reconectar consigo mesmo e voltar com o gás renovado para enfrentar o restante do ano.

    A segunda é a conscientização do próprio condômino em compreender que até mesmo o síndico, que por vezes ele fala mal, reclama da administração, seja ele profissional ou morador, merece desfrutar de férias.

    Veja agora mais algumas dicas de como gozar de férias sem se preocupar com o retorno.

    Defina quem será o síndico no período em que você estará ausente. Essa informação provavelmente estará na convenção do condomínio. Porém, caso não haja por escrito neste documento, uma assembleia deverá ser convocada para a definição dos nomes. Na maioria das vezes quem assume é o subsíndico ou o presidente do conselho.

    Convoque uma reunião com o subsíndico, o presidente do conselho e administradora, se houver. Deixe-os cientes do período das férias, dos pagamentos agendados, da escala dos funcionários e da agenda telefônica do condomínio para eventuais emergências.

    Tenha uma atenção especial com o zelador. Repasse todas as informações que achar necessário para o período. Compartilhe com ele a agenda dos prestadores de serviço em casos de emergência.

    Grandes obras precisam de um acompanhamento pontual por parte do síndico. É por isso que nenhuma grande obra ou benfeitoria deve ser programada para esse período que o síndico estará ausente do condomínio. Não esqueça que mesmo ausente do condomínio você ainda é o responsável legal pelo empreendimento. Logo, agendar uma grande melhoria no condomínio para esse período é correr um risco desnecessário.

    Programe-se em relação aos pagamentos que deverão ser feitos no período. Se não for possível agenda-los pela internet, reserve uma pasta e entregue à pessoa substituta para que ela tome conhecimento.

    Providencie que a agenda do condomínio com os números de prestadores de serviço esteja em um local de fácil acesso para funcionários e moradores.

    Organizar a escala dos funcionários, caso não sejam terceirizados, é um item indispensável para gozar de férias tranquilas.

    Instruir a pessoa que irá lhe substituir durante o período de férias, e o zelador em relação ao cumprimento do regimento interno, é fundamental para a manutenção da harmonia dentro do condomínio. Por isso, tanto o zelador, quanto a pessoa que estará na função de síndico deverão estar instruídos a esse respeito. Envio de notificações e multas deverão ser feitas normalmente, caso haja a necessidade.

    E a última providência, mas não menos importante, é a de aproveitar o período para relaxar e voltar com o animo renovado para enfrentar mais um período de administração.

    Lembre-se: você só será um bom profissional se seu corpo e mente estiverem em sintonia.

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    Carros elétricos ou híbridos no condomínio

    Entenda como o condomínio deve se adaptar a esse tipo de necessidade

    Entenda como o condomínio deve se adaptar a esse tipo de necessidade

    Por Fernando Augusto Zito*

    Uma nova tendência no mercado imobiliário, seja residencial ou comercial, são os empreendimentos que já contemplam estrutura para recarga de veículos elétricos (VE).

    Alguns condomínios já estão se adaptando a essa nova realidade. Os veículos elétricos (VE) e elétricos/híbridos, que necessitam de mais de três quilowatts de energia para realizarem sua recarga.

    Os carregadores para VE precisam atender a essa exigência para serem eficazes. Além disso, a instalação deve ser feita de forma segura, tanto para o usuário como para a massa de moradores.

    O condomínio precisa ter seu sistema elétrico revisado. Somente um profissional qualificado poderá certificar se a instalação é adequada para uma estação de recarga para VE.

    O procedimento de instalação pode variar em alguns aspectos de um local para o outro, no entanto, eles geralmente são semelhantes.

    Qual é o primeiro passo na instalação de um carregador?

    O primeiro passo é determinar se o condomínio possui a capacidade de potência para uma estação de recarga para VE. Se negativo solicitar junto a concessionária de energia. Mais uma vez, somente um profissional pode realizar uma avaliação adequada da energia.

    Em seguida contratar uma empresa para realizar a instalação do ponto de carga do VE.

    Estas providências possibilitam que o condomínio tenha uma estação de recarga para VE que atenda a necessidades de proprietários desses veículos em total conformidade com as normas.

    A quantidade de pontos de recarga em um condomínio dependerá da demanda desses veículos, hoje ainda é pequena, porém, em um futuro próximo o número de VE deve aumentar.

    *O Autor é Advogado militante na área de Direito Civil; Especialista em Direito Condominial; Pós-Graduado em Direito Tributário pela PUC/SP; Pós-Graduado em Processo Civil pela PUC/SP; Diretor Jurídico da Assosindicos – Associação de Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo; Colunista dos sites especializados “Sindiconet”, Viva o Condomínio, da revista “Em Condomínios” e Palestrante.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Decoração de Natal: confira inspirações para a sua casa

    Da clássica até a mais clean, veja algumas decorações

    Quem ainda não decorou a casa para o Natal não precisa entrar em pânico. Ainda tem tempo para fazer uma bela decoração natalina. O ZAP em Casa em parceria com o Pinterest separou algumas inspirações para você deixar a casa pronta para o Papai Noel.

    Tem da decoração mais clássica, com os tons de vermelho e verde e também as minimalistas, que estão super em alta, principalmente por conta do estilo escandinavo e que abusa dos tons mais neutros.

    Confira abaixo a seleção feita e veja ideias para fazer a decoração de Natal para a sua casa:

     

    gurilanda de natal
    A guirlanda é uma ótima maneira de dar boas vindas aos convidados (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    mesa decorada para o Natal
    Não é preciso apostar nas cores tradicionais na hora de decorar a mesa para o Natal (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    decoração de natal
    A decoração escandinava também pode fazer parte da decoração natalina (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    decoração com móbile natal
    Os móbiles também podem deixar a decoração ainda mais bonita (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    estrela natalina
    Quem quiser, pode optar por uma estrela no lugar da guirlanda (Foto: BR.Pinterest.com.br)

     

     

     

     

    decoração de natal
    A tradicional árvore pode ganhar outras versões e cores (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    decoração natalina
    A entrada da casa pode ser decorada com as tradicionais cores vermelha e verde (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    Mesa decorada para o Natal
    A mesa também merece uma decoração especial (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    decoração de Natal
    Os tons de dourado também podem ser utilizados no Natal (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    Mesa decorada para o Natal
    Outras cores também podem fazer parte da decoração de Natal (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    mesa decorada para o Natal
    As velas dão um toque especial na decoração da mesa (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    decoração de natal
    Os mais tradicionais podem abusar das guirlandas e dos tons natalinos (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    mesa decorada para o Natal
    A decoração mais sóbria também tem seu charme (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    decoração de natal
    A decoração simples, com os já tradicionais pisca-pisca também tem seu charme (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    mesa decorada para o Natal
    Também é possível fugir do convencional (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    decoração natal
    Quem quiser ousar, também pode optar por uma árvore diferente (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    mesa natalina
    A mesa também tem seu toque especial (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    mesa decorada para o Natal
    A mesa na hora da ceia precisa de uma atenção especia (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    Mesa decorada para o Natal
    Os detalhes fazem toda a diferença (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    mesa decorada para o Natal
    Não precisa fazer uma decoração natalina tradicional para celebrar a data (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

     

     

    O que fazer quando funcionários se acidentam no condomínio?

    Saiba quais medidas o condomínio deve tomar

     

    Saiba quais medidas o condomínio deve tomar

    Não é algo que seja comum de acontecer, mas quando um funcionário se acidenta no condomínio, o síndico deve saber o que fazer.

    No dia seguinte ao acontecido, deve-se abrir uma CAT(Comunicado de Acidente de Trabalho).

    Uma boa dica para diminuir os problemas com acidentes é evitar que o funcionário execute funções fora das permitidas pela convenção coletiva e também que trabalhe nas unidades condominiais.

    Veja mais informações do especialista e advogado Rodrigo Karpat sobre o assunto:

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Veja como decorar a casa com quadros grandes

    Inserir na decoração é mais fácil do que parece; veja como

    Para dar personalidade a um lar, nada mais indicado do que quadros. Eles embelezam o ambiente e imprimem nele toda a personalidade de quem o habita. No entanto, nem todos os modelos são fáceis de serem inseridos na decoração; os quadros grandes, por exemplo, podem gerar muitas dúvidas em quem quer tê-los em casa, mas não sabe por onde começar. Veja como utilizar os seus sem agredir visualmente o local.

    Antes de mais nada, faça uma análise do tamanho do quadro em relação ao tamanho dos móveis e do ambiente. Isso é, veja se tudo se encaixa de forma proporcional, principalmente.

    Feito isso, você deve pensar onde posicioná-lo de forma harmoniosa. E, para não errar, a arquiteta Natália Salla dá a dica: “O quadro grande sempre será um elemento de destaque predominante, então o ideal é que seja o centro de atenção do ambiente, sendo colocado, por tanto, em uma parede principal”.


    Foto: Reprodução/Pinterest

    Ela ainda explica que, em geral, quadros grandes são centralizados em móveis maiores do que ele, como mesas de jantar, sofás, camas ou aparadores. “Se for um projeto clean, por exemplo, um quadro único e centralizado tende a ser a opção mais adequada; enquanto um projeto mais contemporâneo e ‘cool’ recebe bem quadros posicionados estrategicamente deslocados”, completa.

    Ainda há a opção de colocar o quadro no chão; os de tamanho grande são especialmente propícios para isso. Nesse caso, o ideal é que o ambiente seja amplo, para que a moldura no “meio do caminho” não atrapalhe a circulação. Já em casa com crianças, essa ideia não é a mais adequada, pois há risco de esbarramento e de danificação da peça. Considere o seu dia a dia e o modo com que você e sua família utilizam os cômodos, se houver um espaço pouco explorado, inclusive pelos pequenos, você pode apostar nele.

    Foto: Reprodução/Pinterest

    Se assim como foi sugerido antes, sua ideia é fazer uma composição com várias molduras na parede, você deve seguir duas orientações importantes que a designer de interiores Cibelly Ferreira explica: “Coloque os quadros no chão e monte a prévia de como eles ficarão na parede. Lembre-se que para uma composição que mescle quadros grandes com outros tamanhos, o ideal é que o pé direito do ambiente seja alto”.

    Como segunda dica, ela indica que as molduras também ganhem atenção. É importante combiná-las com o estilo do ambiente: “Elas não precisam ser iguais, necessariamente, mas é bacana decidir se vai utilizar molduras clássicas ou contemporâneas e ser fiel a isso”.

    Para concluir a harmonização do seu quadro grande com o ambiente, vem a parte mais importante: a escolha do conteúdo dele. É imprescindível “casar” tema, cor e textura entre si e com o restante do ambiente, conforme explica Natália Salla.

    Foto: Reprodução/Pinterest

    Para ela, ignorar estes três pontos pode gerar desconforto visual e tornar o ambiente desagradável. Quando for escolher o objeto, concilie as cores presentes nele com a cor da parede onde ele vai ser inserido (por isso a importância de planejar o posicionamento antes de comprar a peça).

    Pronto! Seguindo estas dicas à risca, você certamente terá um ambiente lindo, confortável e cheio de estilo.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Checklist: o que observar na hora de visitar um imóvel

    Saiba as situações em que é preciso olhar cuidadoso para não ter problemas depois

    Visitar imóveis em busca daquele que mais se encaixa ao seu sonho é uma tarefa prazerosa. Dentro do local você já imagina onde ficará suas coisas, como pretende deixar determinados ambientes, se o espaço é adequado às suas necessidades e se a localização é ideal.

    Tudo isso faz parte, mas cuidado para não fechar os olhos para algumas questões centrais que podem significar dor de cabeça futura. Os designers de interiores Paulo Brites e Lome Chung, do escritório Icono Projetos e Interiores, dão as dicas.

    1. Ficar atento as condições de pisos, paredes e tetos. E principalmente os sinais de infiltração, manchas, mofos e amarelados.


    (Foto: Shutterstock)

    2. Tipos de rachadura que denotam algo estrutural. Nem sempre é estrutural, às vezes é apenas uma movimentação do prédio que é possível fechar com massa.


    (Foto: Shutterstock)

    3. Testar as quedas d’água. Ligar o chuveiro, torneiras… prestar atenção na vazão dos ralos e na criação de poças.


    (Foto: Shutterstock)

    4. Da mesma forma, testar os vasos sanitários e descargas.


    (Foto: Shutterstock)

    5. Prédios antigos tendem a ter sinais de cupim, é importante se atentar.


    (Foto: Shutterstock)

    6. Fechamento e abertura de janelas. Ver se não tem nenhum tipo de fresta e se está bem vedada.


    (Foto: Shutterstock)

    7. Questões elétricas é importante observar, levar um abajurzinho de tomada pode ser um bom teste.


    (Foto: Shutterstock)

    8. Observar se os azulejos estão estufados, ocos ou soltos.


    (Foto: Shutterstock)

    9. Olhar a posição do sol para o apartamento é bem interessante, pois ele pode ajudar na iluminação e aquecimento. Sol da manhã traz luminosidade e o sol da tarde aquecimento.


    (Foto: Shutterstock)

    10. A altura do elevador deve ser levada em conta, porque dependendo dos móveis será necessário o uso do içamento.


    (Foto: Shutterstock)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

     

     

    Um cantinho só para os pequenos

    O espaço bebê, nova tendência em condomínios, chama a atenção pela comodidade, mas exige certos cuidados

    De uns tempos para cá, boa parte dos condomínios novos vêm oferecendo espaços especiais visando ao conforto e à praticidade dos moradores.

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    Entre eles está o espaço bebê, um ambiente pensado para proporcionar interação e diversão para crianças até três anos de idade e seus cuidadores.

    Mais do que um espaço divertido e confortável, porém, é preciso considerar que o espaço bebê requer atenção total para não oferecer riscos, por isso que existem cuidados especiais e normas técnicas que devem ser aplicados.

    Local e materiais– Primeiramente é necessário que o ambiente do espaço bebê esteja sempre coberto, bem arejado e iluminado, tendo piso apropriado para amortecer o impacto de eventuais tombos, além de móveis com cantos arredondados.

    Cada bebê normalmente fica no carrinho próprio ou no colo da babá ou responsável, mas para tornar o espaço mais agradável, pode-se disponibilizar poltronas, trocadores e um espaço com fraldas e lenços umedecidos. Tudo para que não seja necessário subir até o apartamento de forma emergencial.

    As crianças que já estejam andando podem correr riscos maiores de se machucar se não forem tomados os devidos cuidados.

    Com relação aos brinquedos e equipamentos presentes no lugar, Cristiano Rodrigues, diretor-comercial da empresa Primeira Opção, argumenta que os mais indicados são os de plástico rotomoldado, porque embora a vida útil do material seja menor, os riscos de causar acidentes graves diminuem bastante.

    Esses brinquedos plásticos devem permanecer em local coberto, mas com ampla área externa sem cobertura. “Isto porque eles absorvem muito calor, impedindo os pequenos de brincar nos dias muito quentes”, explica Rodrigues.

    Segundo Alex Aragão Ronso Bigatan, do Centro de Informação Tecnológica e para Negócios da ABNT, a norma utilizada para os brinquedos e equipamentos num local como o espaço bebê é a ABNT NBR 16071-1:2012, que já sofreu diversas alterações “e que foi instituída para substituir aABNT NBR 14350-1 e a ABNT NBR 14350-2”.

    Esta norma é referente a diversos brinquedos que podem fazer parte desta área, como balanços, escorregadores ou gangorras. Ela deve ser consultada sempre que o condomínio tiver a intenção de montar um espaço assim.

    Embora as normas da ABNT sejam muito claras quanto às especificações dos brinquedos, muitos condomínios compram os equipamentos sem a supervisão de um especialista. “Vale lembrar uma regra básica: quanto menor a criança, menor o brinquedo”, complementa Rodrigues.

    Bebês, naturalmente, até por uma questão de higiene e risco de engasgar, não devem levar brinquedos menores à boca.

    Saúde e Higiene – Além da escolha correta dos brinquedos, equipamentos e acessórios presentes, manter a saúde das crianças e evitar riscos também requer atenção para os cuidados pessoais. É importante, por exemplo, que os responsáveis passem álcool gel durante a permanência no local ou tenham como lavar as mãos adequadamente sempre que preciso.

    Os brinquedos que por ventura forem levados à boca devem ser higienizados, e vale estar atento à presença de muitas crianças com resfriado ou doenças comuns na infância que podem se alastrar rapidamente. Como nem todos os moradores podem ter bom senso na hora de usar o espaço, é preciso que os responsáveis redobrem os cuidados.

    Atenção em dobro

    • Para garantir a segurança, um profissional deve fiscalizar o espaço todos os dias, checando o piso, os brinquedos, eventuais peças soltas etc.
    • Os bebês devem estar sempre acompanhados por um responsável.
    • Horários e determinações de uso devem constar das regras internas do condomínio, sendo passíveis de multa casos de desobediência.
    • O local pode contar com alguns itens básicos de higiene, como fraldas e lenços umedecidos, mas o responsável também pode carregar no carrinho os itens próprios que o bebê utiliza.
    • Ao entrar no espaço bebê é sempre bom tirar os sapatos e lavar as mãos.
    • Crianças doentes não podem frequentar o local até que sejam liberadas por um pediatra, o que exige atenção redobrada dos responsáveis.

    Fonte: iCondominial

    Saiba quando reclamar e quem responde pelo conserto de vícios aparentes e ocultos no imóvel

    Proprietário deve efetuar reclamação formal diretamente ao fornecedor quando adquire imóvel que apresenta problemas como rachaduras e infiltrações

    Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

    Ilustração/EM

    Ser dono de imóvel é a realização de um sonho para muitas pessoas. Porém, o comprador espera sempre que o fechamento do negócio represente um grande investimento e não lhe traga nenhum tipo de aborrecimento ou transtorno. Mas nem sempre isso ocorre, a exemplo de problemas estruturais. Eles podem ser aparentes, ou seja, aqueles detectados imediatamente, ou ocultos, que aparecem com a utilização do imóvel durante um certo tempo. “Podemos citar uma rachadura como vício aparente e uma infiltração como vício oculto. A questão é quando reclamar e quem é o responsável pelo conserto”, explica Vinícius Costa, presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH).

    O executivo alerta que, quando o imóvel adquirido vier a apresentar algum tipo de vício, o importante para o comprador é seguir o que dispõe o Código de Defesa do Consumidor. Vinícius aconselha ao comprador efetuar uma reclamação formal diretamente ao fornecedor (telefonema com protocolo de atendimento, e-mail, notificação extrajudicial, chamado no site da empresa) no prazo de 90 dias contados do recebimento do imóvel (para vício aparente) ou na data em que se tornar evidente o vício (para vício oculto).

    Feita a reclamação, o presidente da ABMH diz que o vendedor tem de apresentar de forma escrita a resposta sobre o reparo do defeito, sendo que, enquanto não houver resposta, não correrá prescrição do direito da ação de reparo por parte do consumidor. “Caso o vendedor acate a reclamação do consumidor sobre o vício, terá, por lei, prazo de 30 dias para reparar o produto ou prazo maior, se previamente combinado com o consumidor.”

    O executivo ressalta que quando a aquisição do imóvel se dá fora da relação de consumo, ou seja, quando o vendedor não explora atividade comercial de venda de imóveis, o adquirente trabalha com prazos para reclamar diferenciados, que são os descritos no Código Civil. “No caso, o prazo para reclamar do vício será de um ano, contados da data em que recebeu efetivamente o bem ou, se já estiver na posse dele, da data da venda, reduzido pela metade. O procedimento de reclamação deverá ocorrer da mesma forma como se faz na relação de consumo, de preferência por notificação extrajudicial”, orienta Vinícius.

    FINANCIADO 

    De acordo com o presidente da ABMH, outro ponto que demanda questionamento é quando o imóvel é financiado. Nesse caso, teria o banco responsabilidade? Nos contratos de financiamento habitacional, paga-se um seguro obrigatório chamado Dano Físico no Imóvel (DFI). Esse seguro cobre situações posteriores ao financiamento relacionadas a eventos que representem ameaça à integridade da estrutura física do imóvel. “No caso de vício construtivo, o seguro DFI não cobre o conserto, porém em alguns financiamentos tem sido exigido pelo agente financeiro a contratação de um seguro que cobre vício construtivo pelo próprio construtor. Também há uma discussão acerca da responsabilidade da Caixa Econômica Federal (CEF) acerca dos vícios construtivos de imóveis vinculados ao Minha casa, minha vida, faixa 1.”

    Portanto, Vinícius esclarece que, nos casos de imóveis que apresentam algum tipo de vício construtivo (rachadura, infiltração, desnivelamento, entre outros), não tendo financiamento habitacional, é necessário procurar diretamente o vendedor para formalizar a reclamação. “Havendo financiamento com seguro próprio para essa hipótese, ou sendo ele vinculado ao programa Minha casa, minha vida 1, sugerimos procurar a seguradora contratada e a Caixa Econômica Federal para formalizar a reclamação. Em não sendo aceita a reclamação, procure um advogado com conhecimento na área o mais rápido possível para que sejam tomadas as medidas judiciais cabíveis”, aconselha presidente da ABMH.

    Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

    Para “render” e confraternizar

    Organizar um bazar ou uma feira no condomínio pode ajudar nas contas e aproximar mais os moradores entre si

    Em tempos de crise econômica, pensar em soluções que ajudem a aumentar a receita pode ser a solução para deixar o orçamento do condomínio mais equilibrado e os moradores animados. Uma opção diferente e que pode agradar aos condôminos é  realização de bazares ou feiras.

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    Como acontece nos eventos do tipo, é preciso reunir um grupo de moradores interessados em participar, definir o que será oferecido – os produtos podem ser comprados e revendidos ou, ainda, frutos de doação – e usar a verba arrecadada para alguma finalidade específica – como ajudar em determinada conta do condomínio ou na aquisição de algo que vá melhorar o empreendimento, como, por exemplo, uma TV para a sala de descanso ou um brinquedo novo para o playground. Tudo deve ser definido antecipadamente em assembleia.

    Se a ideia for chamar diretamente alguns fornecedores para oferecer tais produtos, é possível combinar um valor extra a cada compra, que iria para o condomínio.

    Mas é importante levar em conta, porém, que o resultado financeiro deste tipo de evento não costuma ser tão positivo a ponto de deixar lá no alto o orçamento. Ao contrário, trata-se de uma iniciativa que pode ajudar na receita, mas que acaba resultando mais em ganhos indiretos, como no aumento da convivência e da participação dos moradores em atividades comuns.

    Convivência extra –  Para Marcelo Lopes, diretor de uma administradora em São Paulo, esse tipo de evento tem o poder de aumentar a convivência.

    “Entendemos que este tipo de trabalho não tem como objetivo principal arrecadar receita extra para o condomínio, pois o valor normalmente é pequeno e, no caso, certamente seria repassado ao consumidor final, que é o próprio morador. Nos casos que vimos, o objetivo foi proporcionar aos moradores a conveniência de ter este tipo de serviço dentro do condomínio e um aumento da convivência”, explica.

    Foi exatamente para ampliar a convivência entre os moradores que Maria Estela, a síndica do Condomínio Collina Parque dos Príncipes, disponibilizou um espaço do empreendimento para a realização de feiras semanais e eventos com food truck, essas verdadeiras cozinhas móveis, que montadas em pequenos veículos vendem alimentos nos mais diferentes pontos.

    A ideia partiu da própria síndica. “Nós colocamos em assembleia a presença da feira semanal. Já o serviço de food truck, por ser algo eventual, requer autorização apenas do síndico”, comenta.

    Lopes explica que, assim como acontece no condomínio Collina Parque dos Príncipes, outros casos costumam ser bem sucedidos e  proporcionar aos moradores a convivência harmoniosa que este tipo de atividade traz, afinal, quem não gostaria de contar com uma feira, um bazar ou até um food truck de vez em quando na porta de casa?

    Para não dar problema

    • A ideia de realizar uma feira, um bazar ou qualquer tipo de atividade que vise à arrecadação de valores ou o estímulo à convivência deve ser sugerida em assembleia e aprovada pela maioria.
    • Se a sugestão for realizar um bazar para vender produtos ou até itens alimentícios, pode-se organizar um grupo que será responsável pela aquisição dos mesmos ou, ainda, estimular a doação de itens entre os próprios moradores.
    • As contas devem ser prestadas de forma transparente após o evento e podem ser tratadas em assembleia também.
    • Deve-se considerar que as verbas arrecadadas normalmente não costumam ser altas, até porque as vendas dependem dos próprios moradores, mas podem ajudar na aquisição de determinado item para melhoria do prédio.
    • Se a ideia for receber visitantes para estimular as vendas, cada morador deve deixar avisado nome e documento de identificação deles na portaria.
    • Uma das grandes vantagens da organização de eventos do tipo é aumentar a participação dos condôminos em atividades comuns e ampliar a convivência.

    Fonte: iCondominial

    Fim de ano no condomínio: Veja dicas sobre segurança

    Fim de ano no condomínio merece uma atenção especial por parte de síndicos e gestores. Principalmente em relação à segurança.

    Para manter o seu condomínio seguro nessa época do ano é necessário um trabalho conjunto entre síndico e moradores

    Verão e final de ano são sinônimos de festas, viagem e descanso. Além das comemorações comuns de dezembro, uma tarde ensolarada é um ótimo convite para um “churras” no salão de festas do condomínio.

    Até aí sem problemas, desde que as normas internas sejam cumpridas em relação à circulação de visitantes em áreas comuns, agendamento do salão de festas, uso da piscina, horário e barulho.

    E se por um lado o número de agendamentos do salão de festas aumenta no verão, e por consequência o número de pessoas que circula nas partes internas do condomínio, por outro lado, quando se aproximam as duas últimas semanas do ano ocorre um fenômeno inverso. O esvaziamento do condomínio.

    Por isso, neste período do ano a segurança do condomínio deve ganhar uma atenção redobrada por parte de síndico e moradores. Os assaltantes sabem que esse é um mês de viagens e apartamentos desocupados, e ficam à espreita de apenas um deslize de algum funcionário ou condômino para praticar uma ação de furto.

    Logo, para manter o seu condomínio seguro nessa época do ano é necessário um trabalho conjunto entre síndico e moradores. Achar que a tecnologia vai resolver todos os problemas de segurança é um equívoco que você não deverá pagar para ver.

    Veja algumas dicas de como manter o seu condomínio seguro nessa época do ano

    Segurança depende de todos 

    Não adianta nada ter um bom plano de segurança, funcionários bem treinados, equipamentos de última geração e altíssima tecnologia instalada se as normas de conduta em relação à segurança forem cotidianamente desrespeitadas.

    Trabalho em conjunto, respeito às regras, um bom convívio entre moradores e ajuda mútua são fundamentais para que o seu condomínio esteja seguro.

    Tanto de condôminos 

    – Colabore com a administração do condomínio, siga rigorosamente as normas e procure ser proativo. Se identificar que algo possa estar passando despercebido pela administração, comunique ao gestor.

    – Recolha as suas encomendas na recepção. Nunca receba um produto na porta da sua residência. Você poderá pôr em risco a sua segurança e de todo o condomínio.

    – Coopere com os funcionários. Eles estão ali para ajudar na administração do condomínio. Se o porteiro ou vigia noturno lhe passar alguma instrução, receba de bom grado. Lembre-se que eles são treinados para isso.

    – Fique atento nos momentos de entrada e de saída do condomínio. Verifique o fechamento do portão e observe nos espelhos se algum pedestre entrou pelo acesso dos carros. Se for o caso, comunique imediatamente ao funcionário ou responsável pela segurança.

    Quanto de síndicos

    – Invista em treinamento para os seus funcionários, de modo que eles se mantenham atualizados e incentive para que busquem conhecimentos em sua área de atuação.

    – Cobre o funcionário para que as regras sejam seguidas. Porém, não se esqueça de elogiar quando necessário. Um colaborador feliz tem o potencial de alegrar o ambiente e desenvolver melhor a sua função.

    – Observe as manutenções básicas em relação à segurança. Fechamento dos portões e de portas, câmeras de vigilância, cercas elétricas e outros itens que compõem o sistema eletrônico de segurança do condomínio.

    – Registre em livro, ou no sistema do condomínio, todos os fatos que por ventura aconteçam no condomínio. Isso facilitará um possível registro em Boletim de Ocorrência e melhorias futuras

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Viva o condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    Inspiração: decoração de Natal greenery

    Tom pode ser uma ótima opção para quem gosta de um estilo mais rústico

    Ainda dá tempo de inovar na decoração natalina! Para quem ama um estilo mais rústico, vale muito a pena apostar nas folhagens e levar para a data o Greenery, que foi escolhido como um dos tons de 2017.

    O tom pode aparecer mas bolinhas, guirlandas e também com folhagens naturais que dão um toque especial para receber o Papai Noel. Por isso, o ZAP em Casa em parceria com o Pinterest, separou uma seleção de inspirações para fazer um decoração de Natal com o greenery.

     

     

    decoração de natal greenery

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    decoração de natal greenery

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

     

     

    Veja como montar uma mesa de sobremesas de Natal

    Uma dica é deixar os doces próximo da porta de entrada

    mesa de sobremesas para o Natal

    Mesa de sobremesas (Foto: Wagner Benedetti)

     

    Todo mundo sabe que festa de Natal é, também, sinônimo de muita comida. Além do banquete salgado que é servido nos dias 24 e 25, você pode montar uma mesa de sobremesas toda especial para receber seus convidados.

    A personal welcome Patrícia Junqueira mostra no vídeo de hoje como criar uma mesa que vai encher os olhos dos seus familiares e amigos. Uma dica legal é posicionar a mesa perto da porta de entrada para que as pessoas já vejam que tudo foi feito especialmente para eles.

    Você pode deixar tortas, cupcakes e bolos na mesa e complementar a decoração com artigos natalinos e arranjos de flores. Assista ao vídeo abaixo e inspire-se para criar uma mesa incrível para o seu Natal:

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    Time bem preparado

    Os funcionários devem receber treinamento periódico para evitar contratempos e riscos para o condomínio

    A vida vertical, cada vez mais comum nos grandes centros urbanos, também se torna a escolha de muitos moradores pela segurança oferecida. Entretanto, uma vez que a segurança é baseada em pessoas conscientes, procedimentos e normas técnicas, os funcionários devem ser treinados para proteger o local e precisam estar atentos ao cumprimento das regras internas.

    Imagem relacionada

    O primeiro passo é contratar um consultor ou empresa especializada e estabelecer um manual de segurança para o condomínio. Os funcionários serão treinados na teoria e na prática, evitando, dessa forma, surpresas desagradáveis, como a invasão do local por ladrões.

    De acordo com o consultor de segurança da Plansec, David Fernandes, o treinamento ideal deve ser realizado uma vez por mês com os funcionários, para que internalizem as ações e ajudem a garantir a segurança do local. Ele também cita outras medidas de comportamento que os funcionários devem ter:

    - Adotar procedimentos de controle de acesso, como a identificação de cada pessoa, deixando-a entrar no condomínio apenas se houver autorização do morador;
    - Ter cuidado na entrada de visitantes, prestadores de serviço, oficiais de justiça e entregadores, que não devem ultrapassar os portões;
    - Estar atento e manter observação constante a todos os passos que acontecem dentro e fora do condomínio;
    - Não se aproximar de estranhos junto aos portões ou perímetro, bem como acionar os órgãos públicos em casos de suspeitas ou emergências;
    - Se a situação fugir do previsto, deve seguir as normas do manual de emergências para saber como atuar em cada uma, como procedimentos para invasão armada, disparo de cerca elétrica, entre outros.

    Softwares e controles – Além do treinamento e de um manual de segurança que deve ser feito para o condomínio, os softwares operacionais também são importantes aliados dos funcionários e moradores para evitar que pessoas mal-intencionadas invadam o local.

    “Os softwares mais adotados são os de controle de acesso e de visitantes, o uso de câmeras e o intertravamento de portões. Mas algo bem simples e muito importante é o uso correto do interfone para evitar a rendição do porteiro e a entrada não autorizada”, explica o consultor em segurança David Fernandes.

    A Troad Tecnologia dispõe de produtos, como o Portaria Digital, Operatus e iTela, que auxiliam na operação predial e controle das informações trocadas entre condôminos e administração.

    Segundo Gilberto Monteiro, da Troad Tecnologia, “pelo site o condômino interage com a administração do condomínio e a portaria. A solução para a portaria facilita a vida do operador, que passa a receber informações atualizadas sobre liberações, restrições e orientações por parte da administração ou das unidades”.

    Com isso, o processo de liberação de acesso é feito com base em informações formais das unidades, o que melhora o fluxo de acesso de prestadores e visitantes. “As soluções integradas de automação dos operadores podem validar informações fornecidas pelos moradores das unidades, que são previamente cadastrados, e comparar dados em telas de apoio. Assim, mantem-se a atenção da portaria nas áreas de segurança”, avalia Monteiro.

    Para a administração, os recursos integram a comunicação e facilitam a orientação com os operadores nas portarias. Ela pode auxiliar na manutenção de dados a serem consultados pela portaria e posicionar os moradores sobre ações feitas por outros grupos internos do condomínio, como segurança, limpeza e manutenção, bem como organizar melhor os controles internos para consulta dos gestores do condomínio.

    Para evitar surpresas

    • Ao adotar o manual de segurança combinado com os softwares e treinamentos regulares dos funcionários, o condomínio reduz os riscos de ser surpreendido por pessoas mal-intencionadas
    • Os funcionários são treinados de acordo com a necessidade percebida pela administração, com base em suas próprias ações
    • Além de treinamento presencial, há vídeos rápidos de reciclagem que os funcionários podem acessar todos os dias
    Fonte: iCondominial

    Dicas para montar o cantinho do seu pet

    Se você tem algum animal de estimação e pretende deixar o cantinho dele ainda mais confortável e seguro, confira as dicas que separamos para você!

    Dicas para montar o cantinho do seu pet

    Cães, gatos e outros tipos de animais de estimação são a alegria da casa e, como o restante dos moradores, merecem ter um espaço especial adaptado para atender suas necessidades diárias. Antes de ter um pet em casa é preciso se preocupar com a disposição do espaço que vai receber o seu bichinho.

    No caso dos moradores de prédios, além do pouco espaço, a altura do andar é um problema que deve ser considerado na hora de criar o espaço para receber o animal. Portanto, a primeira dica para quem tem algum animal em casa é garantir a segurança dele. Em ambientes altos ou com possibilidade de fuga do bicho para a rua, é essencial que se pense em redes de segurança, grades e portões de acesso, telas, entre outros recursos que ajudem a zelar pela vida dele.

    Outra dica importante é entender o perfil do seu animal e adaptar o espaço para recebê-lo. Filhotes tendem a ser mais agitados e gostam de espaço para brincar. Além disso, na fase inicial da vida muitos podem ser curiosos, e acabam por tentar devorar o que veem pelo caminho. Se quer garantir a integridade da saúde do bichinho e das coisas que você possui em casa, mantenha itens em locais altos e produtos perigosos em armários fechados.

    O cantinho do seu pet deve ter um espaço para ele dormir confortavelmente, água fresca que deve ser trocada ao menos uma vez por dia e comida. Os bichinhos também se apegam a seus brinquedos e o local onde dormem tende a ser o “esconderijo” favorito para brincar. Deixe sempre algo para que ele possa se divertir quando estiver sozinho.

    A saúde dos animais depende de coisas que vão além de alimentação e vacinas em dia. O exercício se faz necessário para ajudar a aliviar o estresse do animal, garantir uma boa mobilidade e evitar o sobrepeso. Se você não tem como levá-lo sempre a rua, providencie um canto, pode ser no quintal ou sacada em caso de apartamentos, para o seu animalzinho circular e brincar sempre que der vontade. Incentive brincadeiras que façam com que eles se movimentem bastante, menos de meia hora por dia já ajuda bastante. No caso de gatos, deixar um arranhador disponível já faz com que ele se exercite um pouco no dia a dia.

    Por fim, nunca se esqueça de limpar o espaço do seu bicho sempre que necessário. Garantir o conforto e bem-estar de nossos animais é uma missão prazerosa e que tem o amor deles como a recompensa mais valiosa.

    Fonte: https://www.imovelweb.com.br/

    Proibição de animais em condomínios

    Veja o que o especialista Rodrigo Karpat explica sobre o temaVeja o que o especialista Rodrigo Karpat explica sobre o tema

    O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat responde as dúvidas dos leitores sobre vida em condomínio.

    “Em assembleia, ficou proibido a permanência e visita de cães no nosso condomínio. Isso é válido legalmente?”

    A primeira situação que precisa ser considerada é que as deliberações em assembleia não se sobrepõem a lei, muito embora costuma-se dizer que as assembleias são soberanas, ou seja, que teriam autonomia para decidir o que bem entendessem. Mas esta máxima não é absoluta, pois as decisões tomadas em assembleia nunca podem contrariar as leis, sob pena de nulidade ou anulação de suas deliberações.

    Nem tudo pode ser deliberado em uma assembleia, principalmente se contrariar a lei, como é o caso em questão.

    E as deliberações assembleares que objetivam proibir a manutenção de animais em condomínio contrariam a lei, pois a manutenção destes no condomínio é exercício regular do direito de propriedade (Artigo 1228 e seguintes do Código Civil e Art. 5º XXII da Constituição Federa), e desta forma não podem ser restringidos pelo condomínio.

    E da mesma forma que não podemos proibir um morador de ter uma TV, que é considerado um bem nos termos da legislação vigente, Art. 82 do Código Civil, os animais também são considerados bens móveis, só que suscetíveis de movimento próprio, ou seja, semoventes.

    Assim, comparativamente da mesma forma que não se pode proibir um morador de ter uma TV, não é legal proibir um condômino de ter um animal em uma unidade residencial, pois tanto a manutenção de um animal quanto a manutenção de uma TV é exercício regular do direito de propriedade.

    O que poderá ser discutido será a manutenção prejudicial do animal no condomínio, o que poderá ocorrer somente quando existir perigo à saúde, segurança, ou perturbação ao sossego dos demais copossuidores.

    Art. 1.336. São deveres do condômino:

    IV – dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

    O Condomínio através da sua Convenção, Regimento Interno ou assembleias, pode regular o trânsito de animais dentro do condomínio, o que poderia ter sido foco de debate em assembleia.

    São consideras normas aplicáveis e que não confrontam com o direito de propriedade:

    • Exigir que os animais transitem pelos elevadores de serviços,
    • exigir que o animal transite no interior do prédio somente do elevador de serviço a rua, sem que possa andar livremente no prédio,
    • proibir que circule em áreas comuns,
    • exigir que no caso de um morador esteja com um animal no elevador aguarde o próximo,
    • exigir a carteira de vacinação para comprovar que o animal goza de boa saúde,
    • circular somente de guia,
    • exigir focinheira para as raças previstas em lei.

    Não é razoável

    • Proibir animais pelo tamanho, a proibição deve ser em função da perturbação ao sossego, segurança e saúde dos que coabitem o prédio.
    • Exigir a circulação somente no colo. ( Animais pequenos como o bull dog, podem chegar a pesar mais de 20 Kg. )
    • Restringir de forma indiscriminada o número de animais na unidade

    Neste sentido a 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu na Apelação Cível n° 9146630-91.2008.8.26.0000, em 28 de março de 2012., Relator Desembargador  Luiz Antonio Costa.

    Ementa – Civil e Constitucional —Condomínio – Regimento interno que dispõe que, nas áreas comuns, os animais de estimação sejam carregados no colo —Condôminos que são idosos e não podem suportar peso — Desobrigação pontual deobservância à “norma” – Possibilidade —.., ( continua) Recurso provido.

    Em seu voto o Relator Desembargador Luiz Antonio Costa , aduziu:

    “… “estatutos”, “convenções”, “regimentos internos” e afins, ainda que expressões regulatórias de aglomerações, agrupamentos e corporações privadas, de alcance limitado, não podem, em seu conteúdo “normatizador”, contrariar o Código Civil e demais atos normativos primários produzidos pelas fontes legislativas estatais, considerada, no Estado Democrático Constitucional de Direito, a exigência de preservação dos direitos fundamentais dos indivíduos, mesmo quando atuantes em espaços eminentemente privados.

    (*) Rodrigo Karpat é advogado de Direito Imobiliário e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    7 dicas para você conseguir um bom desconto no imóvel

    Seja para alugar ou para comprar, é possível barganhar e fechar o negócio que cabe no seu orçamento

    A situação econômica do Brasil pode ser fator determinante nos valores praticados no mercado imobiliário. Isso porque a lei da oferta e da procura influencia diretamente nos preços dos imóveis. Com o mercado aquecido, a tendência é de encarecer, enquanto em um momento de estagnação, o natural é que apartamentos e casas fiquem mais acessíveis. Este último caso abre, inclusive, uma maior possibilidade de barganha, a depender da forma de pagamento. Porém, é sempre possível conseguir um bom desconto na hora de comprar ou até mesmo de alugar um imóvel. Fique por dentro do que você deve saber na hora de pechinchar, o que pode ser importante no momento da negociação e esteja preparado para deixar a vergonha de lado e ter o poder de de barganha a seu favor.

    Os efeitos da crise foram bastante sentidos na construção civil e no mercado imobiliário. Com a alta do desemprego e poder de compra menor, a demanda caiu e, com os estoques em alta, a negociação passou a beneficiar o cliente. Na hora de alugar, os proprietários passaram a aceitar um desconto maior. “É melhor concordar em baixar o valor do que deixar o imóvel vazio, pagando o IPTU e o condomínio. O que pouca gente sabe é que a maioria dos imóveis disponíveis para locação não é de um grande conglomerado, é de uma pessoa que economizou para ter um segundo imóvel. É um público frágil economicamente, então a negociação é sempre possível”, explica José Augusto Viana, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

    Na hora de comprar, a situação não é diferente e, quanto maior o estoque disponível no mercado, mais fácil de barganhar. Principalmente se o cliente for pagar à vista ou dar uma entrada grande. “A oferta de crédito está em alta neste ano, mas, mesmo assim, quem não depende do financiamento habitacional sai na frente. O que aceitar o financiamento vai demorar um pouco mais para receber e quem está com o dinheiro vai pagar logo”, conta Laudimiro Cavalcanti, diretor do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ) e conselheiro federal.

    Além da forma de pagamento, outros fatores também podem influenciar na hora de conseguir um desconto. Pesquisar sobre o imóvel e ter um parâmetro é fundamental. Ou seja, busque informações sobre a localização, tipo de imóvel e tamanho. “Hoje a internet ajuda muito. É possível ver as opções nos portais e sites de imobiliárias, todas as informações estão lá, de metragem a preço. As fotos também ajudam a ver a situação do imóvel, do acabamento. Também é possível pesquisar sobre a localização, se tem escola, transporte por perto. Assim, faz uma triagem antes e a visita fica para um segundo momento, depois de uma seleção do que interessa. Assim você pode estudar melhor as propostas, já tendo informações e parâmetros”, detalha Laudimiro. A pesquisa deve contemplar imóveis dentro do perfil que o cliente busca, para que crie mecanismos de comparação para fazer uma boa proposta.

    Inclusive, fazer uma contraproposta também é importante, porém é fundamental ser flexível e saber até onde negociar. Portanto, procure saber qual a necessidade do proprietário em alugar ou vender, se o imóvel está fechado faz muito tempo, isso pode aumentar a capacidade de barganha. Porém, é preciso entender que para alguns tipos de imóveis, a demanda é grande e, caso tenha agradado e o valor couber no orçamento, a demora pode fazer com outra pessoa passe na frente da negociação.

    A ajuda de um profissional pode, inclusive, facilitar a intermediação da negociação. Além disso, ele pode ter conhecimento para que o fechamento do negócio, que envolve muitos detalhes e também uma grande documentação, sem problemas futuros. “Muita gente não sabe como funciona o processo. O corretor não precisa ser advogado, ma ele tem que ter conhecimento de direito imobiliário. O comprador muitas vezes se empolga e quer fechar negócio e, quando vai ver, o imóvel está hipotecado ou aparece uma cláusula que ele não pode ser vendido. Tem que prestar atenção em tudo”, explica Laudimiro Cavalcanti.

    E, no final das contas, mesmo que aquele seja o imóvel dos sonhos, não se deixe levar pela emoção. É fundamental fazer uma vistoria nele para analisar se o imóvel ou condomínio tem algum problema e, caso necessite de algum reparo, o cliente não precise desembolsar um valor que não estava dentro do orçamento. Verifique a parte elétrica e hidráulica. “Além disso, veja a posição e o andar. Às vezes, o valor dos apartamentos em um mesmo prédio varia de acordo com o andar e a posição. Quanto mais alto, mais valorizado. E também se é nascente poderá ser mais caro”, acrescenta José Augusto Viana Neto.

    Confira algumas dicas para você conseguir um bom desconto no imóvel:

    1- Conheça o mercado

    Fique informado sobre a situação econômica do Brasil porque o conhecimento pode ajudar na hora de pedir um desconto. Em tempos de instabilidade, os estoques ficam mais altos e as pessoas e construtoras estão mais dispostos a negociar;

    2- Forma de pagamento

    Na hora de comprar, se o cliente tiver poder para pagar à vista ou tem economia para dar uma grande entrada no imóvel, ele pode conseguir um desconto maior, já que o pagamento será feito mais rapidamente do que em um financiamento;

    3- Pesquise para ter parâmetro

    Acesse sites e faça a pesquisa prévia. Faça a busca entre imóveis semelhantes e na mesma região que pretende morar para ter parâmetro para negociar o que você deseja.

    4- Seleção prévia

    Hoje em dia não precisa mais perder tempo visitando todos os imóveis disponíveis. Com a pesquisa na internet, é possível verificar como é o imóvel, o estado, acabamento, se tem armário, localização e se atende a todas as necessidades. Vá visitar apenas os que se encaixarem no que o cliente busca e analise as propostas deles;

    5- Seja flexível para negociar

    É importante fazer uma contraproposta, mas saiba até onde a negociação pode ir. Se o imóvel for o dos seus sonhos, caiba no seu orçamento e do tipo que a demanda é alta, pela boa condição e localização,não demore muito para fechar negócio. Afinal de contas, você pode perdê-lo para outra pessoa.

    6 – Ajuda de profissional

    São muitos os detalhes em um processo para comprar ou alugar um imóvel. Tem a negociação, tem o conhecimento do mercado e também questões burocráticas, como a parte de documentação e se o imóvel está em perfeitas condições. Um corretor vai estar preparado para ajudar;

    7 – Vistoria é importante

    Mesmo que aparentemente você tenha encontrado o imóvel dos sonhos, não deixe de fazer uma vistoria. Analise a parte hidráulica e elétrica para não ter prejuízo depois. E também verifique a posição dele e o andar, o valor de apartamentos pode variar em um mesmo prédio.

    Fonte: ZAP em Casa

     

    Características de um síndico top

    Especialistas do mercado explicam o que faz um síndico diferenciado

    Especialistas do mercado explicam o que faz um síndico diferenciado

    Nessa semana comemoramos o dia do síndico, na maior parte do país.  Um dia é muito pouco para homenagear o trabalho incrível de gerir os condomínios de norte a sul do país.

    E para você ficar cada vez melhor no cargo de síndico, o SíndicoNet foi atrás dos maiores especialistas do mercado para perguntar: quais são as três características que fazem um síndico ser top?

    É difícil escolher apenas três características que sejam tão preponderantes. Mas muitos dos especialistas citaram a organização, comunicação e transparência como grandes diferenciais.

    Confira as respostas abaixo e siga apostando em ser um síndico cada vez melhor para o seu condomínio!

    Para mim, é importante que o síndico tenha cérebro, coração e estômago. Cérebro porque o trabalho do síndico deve ser cuidadoso como o de um estrategista, e para isso ele precisa dominar os processos da sindicatura. Coração para sempre que possível apostar na cordialidade, na empatia e conseguir se colocar no lugar do outro, seja um morador ou um funcionário. E estômagoporque as pessoas estão cada vez mais imediatistas, agressivas e com comportamentos difíceis de lidar. Precisa de estômago para lidar com a minoria que faz barulho

    Marcio Rachkorsky, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet

    Para um síndico ser diferenciado, é fundamental que tenha espírito comunitário, uma vez que ele está ali para trabalhar em prol daquela comunidade e não para representar seus próprios interesses. Deve ter princípios, para tomar decisões de forma mais honesta possível. E também deve contar com conhecimento de gestão, pelo menos para saber escolher quem deve auxiliá-lo a tomar decisões mais técnicas, que fujam do seu conhecimento”

    José Roberto Graiche, diretor da Graiche administradora

    Para o síndico ser top há necessidade dele conjugar conhecimento técnico básico no campo jurídico, contábil e de manutenção predial. Deve ter equilíbrio emocional, que se reflete na maturidade com que recebe críticas, sugestões e até mesmo oposição, mas principalmente no trato humano com os condôminos e funcionários do condomínio. Pro atividade para trazer novidades, tecnologia que resultam em um maior bem estar para os condôminos.

    Zulmar Koerich, advogado especialista em condomínios e especialista do SíndicoNet

    Como em qualquer outra área, na minha opinião, a principal habilidade do síndico deve ser o relacionamento com as pessoas. Um bom relacionamento, a atuação como um facilitador para a comunidade faz total diferença para o prédio. É  a diferença entre um prédio bom, com gestão participativa e colaborativa e um ambiente ruim e competitivo

    Depois da facilidade do relacionamento com as pessoas, temos as questões mais voltadas a organização e disciplina para desenvolver e fazer cumprir um bom plano diretor para o condomínio. A capacidade de realização é fundamental

    Angelica Arbex, da administradora Lello

    Um síndico para ser diferenciado deve estar atento às novidades, não apenas tecnológicas, mas também de pensamento. Dessa forma, estará sempre atualizado com a sua gestão condominial. Deve ser bem humorado, para que consiga ter empatia e não levar tudo a ferro e fogo – ter uma leveza é fundamental para uma boa gestão. E finalmente, deve ser organizado. Um síndico que, ao ser perguntado sobre um dado responde ‘está tudo na minha cabeça’, é preocupante. O síndico top sabe o que precisa ser feito e quando e não aposta em deixar tudo isso dentro da cabeçá.

    Jaques Bushatsy, advogado especialista em condomínios, e colunista do SíndicoNet

    “Para mim, um síndico top de verdade conta com postura ética, integridade e espírito conciliador.Acredito que seja impossível qualquer gestor, com qualquer conhecimento que tenha e habilidades que tenha adquirido, consiga ser um bom síndico sem essas três características”

    Rosely Schwartz, especialista em condomínios e professora do curso de administração condominial da EPD (Escola Paulista de Direito)

    Empatia

    Espírito conciliador, disponibilidade de tempo e descentralizador. Essas características, para mim, são os diferenciais em um síndico top. Espírito conciliador porque o síndico deve ser, antes de tudo, um pacificador social; deve ter disponibilidade de tempo, já que a atividade pede, muitas vezes, a presença física e não apenas a resposta por e-mail ou por outras vias. Ser um síndico descentralizador é fundamental pois além de conseguir dividir melhor as tarefas, ele viabiliza uma gestão mais participativa e democrática para o condomínio – sem, é claro, esquecer das suas próprias responsabilidades

    Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet

    Bom senso, saber ouvir, capacidade de comando e autoridade são alguns dos atributos imprescindíveis ao síndico que se dispõe a administrar um condomínio. Indispensável a participação de administradora moderna para auxiliá-lo nas inúmeras tarefas do seu dia a dia”

    Hubert Gebara, vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP

    Para ser um síndico top é fundamental contar com organização e conhecimento, já que a sindicatura traz uma infinidade de obrigações e prazos, que devem ser cumpridos sempre. Precisa contar também com conhecimentos específicos para o cargo. Um pouco de direito, administração, psicologia, etc. E também de um bom relacionamento interpessoal, já que se relacionar bem ajuda a resolver e a evitar diversos conflitos.. Sem saber se relacionar, inclusive, as outras qualidades podem não ter tanta serventia

    Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios, colunista e especialista do SíndicoNet

    comunidade

    Um síndico top é um síndico atualizado com as novas práticas no mercado, alguém que está buscando novos cursos e as últimas informações. Também é fundamental ter um perfil de gestor, principalmente para conseguir se ater ao planejamento financeiro do condomínio. E não menos importante, deve ter um perfil de mediador, porque hoje em dia é preponderante que o síndico consiga gerir bem as pessoas

    Fulvio Staggi, síndico profissional

    Os síndicos, atualmente, não podem ser vistos apenas como representantes dos condôminos e responsáveis pela arrecadação e pagamento das obrigações. Esse profissional passou a se qualificar para atender à demanda do mercado e à complexidade dos condomínios atuais. Nesse processo, destacamos a necessidade de conhecimento jurídico para tratar das questões cotidianas as quais ele é submetido, em especial na solução dos conflitos e na inadimplência.

    O síndico também precisa ser um bom gestor patrimonial para administrar bens e recursos de terceiros, gerindo com competência o orçamento anual. Paralelo a essas qualidades técnicas, ele tem de ser um bom político para lidar com os condôminos e tornar o ambiente o melhor possível para o convívio em comunidade.

    Atualmente, podemos afirmar que muitos condomínios possuem um orçamento maior que o de muitas cidades, exigindo que o síndico seja identificado como um prefeito.

    Leonardo Mota, vice-presidente das Administradoras de Condomínios da CMI/Secovi-MG

    Para um síndico top é importante que suas ações sejam norteadas por pesquisas, de forma que ele consiga saber quais são os interesses e vontades da maioria da comunidade. Um bom planejamento também é fundamental, para evitar que aquela minoria ruidosa seja a mais ouvida.

    Além disso, ele deve se cercar de profissionais especializados para se obter os melhores resultados na gestão. Outro ponto necessário é que o síndico tenha comprometimento para colocar em prática os dois itens anteriores. Não adianta ter informação e contar com uma equipe competente se não fizer as coisas acontecerem, se não se ater aos prazos, por exemplo.

    Marcelo Duarte, diretor da administradora Sigecon e colunista do SíndicoNet

     Acredito que preparo, planejamento e práticas éticas são os pilares que permeiam um grande síndico. Isso porque sem preparo e planejamento, a gestão condominial fica sem foco, e o condomínio pode ser levado a destinos incertos e inesperados, o que não é o ideal. As práticas éticas permitem que essas decisões sejam tomadas com transparência, em prol do bem comum.Também acho que a frase de T. Lewitt expressa bem como a função de síndico deve ser exercida com “precisão de cientista e paixão de artista’.

    Gabriel Karpat, diretor da administrora GK e colunista do SíndicoNet

    Um síndico top precisa contar com inteligência emocional, organização e paciência. Se não tiver essas três características bem desenvolvidas, dificilmente sua  gestão e seu dia-a-dia no condomínio serão positivos.

    Como vai conseguir manter AVCB em dia, cuidar dos conflitos dos condôminos e zelar pelo bem estar de todos? Impossível

    Gabriel Tyler, advogado criminal e colunista do SíndicoNet

    Ter dinamismo é precioso para um síndico. As coisas em um condomínio estão sempre acontecendo: é um cano que estoura e ele precisa resolver, uma briga para mediar, problemas com funcionários. O síndico deve saber usar um pouco seu espaço para resolver de maneira a ágil e certeira esse tipo de problema. Para cuidar bem dessas situações deve ter equilíbro. Coerência também é fundamental. Assim, evita-se tomar decisões que beneficiem injustamente uma parte ou outra.

    Fernando Zito, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet

    organização

    Um síndico que conta com equilíbrio e flexibilidade para lidar com as diversas situações impostas pela sindicatura com certeza já é diferenciado. Ele vai precisar usar muito essas habilidades para lidar com opiniões muito diferentes da dele e entre si durante a sua gestão. A comunicação também é um grande plus. Saber explicar e divulgar suas ações à frente do condomínio colabora com o clima do local. Ter um perfil agregador, de alguém que consiga unir grupos em pessoas em prol do condomínio é também um ótimo indício.

    Fernando Fornícola, diretor da administradora Habitacional

    Se o síndico souber ouvir seus funcionários e condôminos, ele consegue obter boas histórias e tem condições de agir rapidamente e no caminho certo – o que também é fundamental. Com jogo de cintura, é possível, dentro das leis, convenção, RI e decisões assembleares, facilitar a vida de todos, do funcionário ao morador. Por fim, ser organizado, e trabalhar bem em equipe e ser comunicativo permite que ele saiba qual caminho e decisões tomar

    Nilton Savieto, síndico profissional

    Na minha opinião, um síndico que seja reliente faz toda a diferença para o condomínio. É aquele gestor preparado para absorver a ‘pancada’ e não revidar, entende a situação com sabedoria, não responde na mesma moeda. Ele também deve ser imparcial no sentido de não favorecer os amigos, por exemplo. Deve tratar todos da mesma maneira. E também deve ser uma pessoa comprometida. O síndico é o CEO do condomínio. Deve entender que, muitas vezes, vai precisar tomar decisões fora do horário de trabalho.

    Odirley Rocha, diretor comercial da Kiper

    • Comunicação, por se tratar de algo vital para nosso dia a dia e principalmente para grandes comunidade, é fundamental. Sem comunicação não existe sucesso em uma gestão.
    • Sociabilidade por trabalhar com pessoas de diferentes culturas, racas, poder aquisitivo, mulheres, homens, idosos, crianças, cachorros vizinhos precisa saber lidar com cada um deles.
    • Liderança - por ser o responsável para tomadas de decisões, organizar as equipes de trabalhos e conduzir reuniões e negociações com pessoas e empresas.

    Roberto Piernikarz, diretor da administradora BBZ

    Para ser um síndico top, primeiro ele precisa ter uma boa programação do que deve ser feito na sua gestão, e trabalhar em prol disso. Assim, fica mais fácil medir o que foi feito dentro do esperado. O síndico deve ser também capaz de liderar, sempre com transparência. E, para completar: deve ser capaz de tomar decisões de cabeça fria. Muitas vezes tomar uma decisão no calor do momento não é uma boa para o síndico. E é importante dizer: esses síndicos existem!

    Abdon Gabriel de Souza, diretor da administradora Prop Starter

    Para prosperar na gestão, é imprescindível que o síndico tenha boas habilidades de gestão. Ele deve ter um conhecimento razoável do assunto para poder tocar a vida condominial de todos. Outro ponto fundamental é o conhecimento da lei, assim ele consegue agir bem. Vale a pena ter esse conhecimento. E por último, deve ter um perfil conciliador. O síndico deve ser paciente e saber lidar com opiniões diversas. Sem isso, sua gestão está fadada ao fracasso

    Maria Estela Capeletti, advogada especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet

    O síndico hoje não consegue mais gerir o condomínio ‘pelo macro’. O bom gestor deve se cercar de uma ótima equipe, do zelador à administradora, passando também pelo escritório de advocacia e equipes de manutenção. Também é importante ter conhecimento técnico,  pelo menos para saber cobrar os seus parceiros sobre o que deve ser feito. Por fim, deve estar sempre atualizado.

    Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH e colunista do SíndicoNet

    Fonte: SíndicoNet

    Reflexão para o Dia do Síndico: Colabore com o seu Síndico

    * Walter João Jorge Jr

    Reflexão para o Dia do Síndico: Colabore com o seu Síndico

    Sempre me pergunto o porquê nunca consta no currículo profissional das pessoas o período em que estes estiveram à frente da administração de um condomínio.

    Ser Síndico é uma atitude extremamente louvável, merecedora do reconhecimento de todos, já que a função requer muito mais habilidades e responsabilidades do que muitas carreiras públicas notórias.

    Porém, a função de Síndico é constantemente mal interpretada e vítima de críticas das mais variadas espécies. Nestas horas toda ajuda ao Síndico é bem vinda e o papel da assessoria contábil, administrativa e jurídica torna-se valiosa.

    Um condomínio bem administrado evita conflitos e desgastes entre os moradores, o que gera não só a valorização dos imóveis, mas, sobretudo melhora a saúde dos que convivem em edifícios.

    Com a construção de novas edificações em toda a Grande Florianópolis, os condomínios bem administrados – por Síndicos que merecem todo louvor – farão com que haja melhoria na qualidade de vida daqueles que residem em edifícios e, consequentemente, de toda a população.

    Estar à frente de um condomínio não significa administrar tão somente um amontoado de concreto armado, mas sim, administrar pessoas.

    A maior dificuldade dos Síndicos consiste justamente na administração de personalidades das mais variadas, de inúmeras culturas, de infinitas atitudes dos serem humanos.

    Colabore com o seu Síndico da melhor forma que você puder e evite levar à ele aquilo que você tem capacidade de resolver. A melhoria na qualidade de Vida para todos será indiscutível!

    Parabéns à você Síndico e Síndica!
    Função de extrema valia para toda a sociedade!

    Fonte: http://www.condominiosc.com.br

    Metais dão ar de sofisticação e personalidade à decoração

    O material garante mais elegância ao ambiente e pode ser usado de diversas formas e em qualquer cômodo do imóvel

    Os metais aparecem de várias maneiras na decoração, mas sempre imprimindo um ar de sofisticação e personalidade ao ambiente. Eles ainda estão associados aos sentimentos de nobreza e, portanto, à elegância de um lugar, talvez porque ainda estão relacionados a um custo alto no orçamento de uma decoração. Os metais podem despontar em qualquer ambiente e de diversas formas, seja mais discretamente em objetos ou até de maneira mais ostensiva em revestimentos, e eles sempre ganham destaque na decoração pelo design ou brilho, chamando a atenção de quem entra no ambiente.

    São muitas as maneiras de incorporar os metais na decoração e eles podem ser trabalhados em objetos, móveis, revestimentos de piso e paredes e metais sanitários, por exemplo. Também são muitas as opções do material, como o ferro, alumínio, aço ou cobre, que variam também na tonalidade. As escolhas de como e qual metal encaixar na decoração vai depender do resultado esperado para o ambiente, seja um estilo mais clássico ou mais despojado.

     

     


    (Foto: Shutterstock)

     

     

    “Vai depender do estilo e atmosfera que se pretende imprimir ao ambiente. Para um ar mais moderno, pode-se optar por peças design consagrado em harmonia com a madeira e o couro por exemplo, procurando dosar a proporção entre objetos e materiais foscos e com brilho. Já o estilo industrial usa muito do recurso desse material nos objetos de composição, com bastante uso de luminárias pendentes ou trilhos, tubulações aparentes, de maneira despojada e misturando com outros materiais”, exemplifica a arquiteta Vanessa Gomes, do escritório Mucam Arquitetura.

    Para manter a harmonia do uso dos metais com os demais elementos da decoração, é importante observar a classificação pela temperatura da cor. “Os metais prateados são mais neutros e fáceis de compor com os demais materiais. Os acobreados são mais quentes e possuem um tom alaranjado. Estes são os mais difíceis de harmonizar, porém existem composições clássicas, como o preto e branco e madeiras claras. Os dourados são os mais glamurosos e podem ser utilizados em ambientes onde se deseja imprimir essa atmosfera. Vai bem com branco, tons terrosos e preto”, explica Vanessa Gomes.

    Como em toda escolha para uma decoração harmônica, é preciso dosar o uso do metal para não ficar exagerado no ambiente. “O cuidado do uso para não exagerar na quantidade de peças é o mesmo para todo tipo de material numa ambientação. O melhor é ter uma boa dose de bom senso, pensar na harmonia do ambiente e também no tipo de decoração desejada”, ressalta a arquiteta Ira Oliveira. “O excesso de peças frias, por assim dizer, pode deixar o espaço sem calor com a sensação de frieza. Mas, se o objetivo for esse, os metais são muito apropriados quando associados às peças de design mais modernas”, completa a arquiteta do escritório Ira Oliveira Arquitetura e Interiores.

    Tonalidades

    Os metais são encontrados em várias tonalidades a depender do material, seja prata, grafite, dourado e cobre, e eles podem ser utilizados em harmonia em um mesmo ambiente. Porém, é preciso ficar atento à escolha das peças e também da composição. A decisão em relação à tonalidade que se deseja colocar vai depender do resultado que se deseja para o ambiente. “Atualmente, os metais em tom rosé têm sido os queridinhos da vez, associados a outros materiais nobres, como a madeira, e de características rústicas, como o linho. Na paleta de cores, os cinzas, beges, azuis e rosas fazem composição casando perfeitamente”, explica a arquiteta Ira Oliveira.

     

     


    (Foto: Shutterstock)

     

     

    As peças douradas costumam imprimir um ar de sofisticação e nobreza. “Elas ficam muito elegantes em decorações de tonalidades mais brancas e beges”, afirma Ira. A escolha do tipo de peça e do ambiente é fundamental. “Peças douradas em living, sala de jantar, varanda gourmet e em lavabos com torneiras sofisticadas têm sido boas opções para ambientes requintados. Papéis de parede metalizados podem ser opções diferenciadas para compor ambientações mais arrojadas”, complementa. Além disso, hoje é possível encontrar diversas opções com mais ou menos brilho, o que possibilita ajustar gostos diferenciados para a mesma tendência.

    As áreas molhadas também ganham opções de uso dos metais. “É possível encontrar opções de pastilhas metálicas para uso em áreas molhadas de cozinhas, varandas gourmets e banheiros”, diz a arquiteta. “Em ambientações com pegada industrial ou arrojados, esses materiais são muito utilizados também pela facilidade de manutenção e limpeza, embora o custo ainda seja relativamente alto”, ressalta Ira Oliveira.

    Como baratear

    Como os metais costumam ter um custo alto para o projeto de decoração de um ambiente, é possível encontrar soluções com resultados semelhantes ao ambiente, porém pesando menos no bolso. “Atualmente encontramos várias outras alternativas que não são necessariamente metais, mas possuem o mesmo aspecto visual. Revestimentos de madeira que podem ser utilizados na composição de painéis e móveis, como também porcelanatos que imitam placas metálicas como, por exemplo, o efeito do aço córten”, ressalta Vanessa Gomes.

    Para Ira Oliveira, as peças rústicas ou vintage têm sido muito procuradas para quem gosta de uma decoração mais descolada, moderninha e despretensiosa com jovialidade e frescor. “O uso de peças em ferro pintado com aspecto enferrujado, preto ou colorido barateia os produtos quando comparados aos metais polidos ou escovados em aço inox e peças com banhos cromados. Até os plásticos recebem banhos cromados, porém a durabilidade não é a mesma”, conclui.

     

     

     


    (Foto: Shutterstock)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

     

     

     

    Dicas para síndicos: Como cobrar condomínio atrasado

    Cobrar condomínio atrasado é uma das situações mais difíceis para o síndico em sua gestão. Por isso, veja algumas dicas.

    Dicas para síndicos: Como cobrar condomínio atrasado

    Lidar com a inadimplência no condomínio é possivelmente o maior desafio para síndicos, administradoras e gestores. Isso porque, como o empreendimento não gera receitas além do rateio de suas despesas, o alto número de inadimplentes tem o potencial de impactar em todas as áreas do condomínio.

    Portanto, quando um condômino deixa de cumprir com as suas obrigações, a conta aumenta para todos os outros moradores. Isso pode gerar diversas dificuldades para o condomínio, que vão desde a falta de manutenção básica de equipamentos, expondo moradores a riscos desnecessários, até a falta de segurança.

    Embora todos nós saibamos dos enormes problemas que deixar de pagar a taxa condominial acarretam ao condomínio, o síndico, principalmente aquele que é morador do prédio, tem algum receio ou não sabe como proceder na hora de cobrar a dívida atrasada.

    Pensando nisso, preparamos essas dicas para ajudá-lo nessa difícil tarefa. Cobrar os atrasos, mas sem expor quem está com dívidas. Essa é a primeira e mais importante premissa.

    1- Defina regras

    É necessário que o condômino saiba de antemão quais serão as formas de cobrança em eventuais atrasos no pagamento da taxa condominial. Por isso, estipule em documentos a forma que se dará essa cobrança. Isso evita que os inadimplentes sejam pegos de surpresa com as medidas tomadas pelo síndico e aleguem constrangimentos em protestos futuros.

    2- Envie uma carta ou notificação de atraso

    Enviar uma carta de cobrança ou uma notificação ao morador é um passo inicial a se tomar. Dessa forma, você estará mostrando ao inadimplente todo o desconforto da situação, e dando ciência das medidas cabíveis. Isso pode ser enviado por e-mail, mas o papel, neste caso, poderá receber uma assinatura. Algo muito relevante uma vez que o caso poderá ir parar na justiça.

    3- Converse com o morador

    Essa é uma forma de cobrança um pouco mais avançada e que requer, muitas vezes, controle emocional e técnicas para negociar. Se você, enquanto síndico, estiver à vontade para ter esse tipo de ação também é válida. Se for o caso, procure ser discreto, não fale do tema em áreas comuns ou no elevador, na frente de outros moradores. Você poderá, inclusive, ser processado caso o morador se sinta intimidado com essa forma de cobrança.

    4- Escute e ofereça soluções

    Ouça o que o condômino tem a dizer. Se esse morador sempre pagou em dia todas as taxas, pode ser que ele esteja passando por um momento difícil financeiramente que impossibilitou o pagamento da taxa condominial.

    Sendo assim, dentro do possível, escute o que ele tem a dizer. Mostre os problemas que o condomínio pode passar caso o atraso se arraste e explique para o condômino em débito os problemas que ele poderá enfrentar na esfera jurídica em caso de atrasos.

    5- Acione o condômino judicialmente

    Após você tomar todas anteriores e não havendo êxito, a próxima opção é cobrar o condomínio atrasado em uma ação judicial. Para isso, envie o pedido de cobrança para o advogado do condomínio para que ele estude o caso e dê um parecer sobre a possibilidade de ação.

    Desde 2016, com a implantação do novo Código de Processo Civil se tornou mais rápido o trâmite na esfera judicial desses assuntos.

    Se você passou por todas essas etapas sem resolver o problema, não postergue essa opção. Você poderá, enquanto síndico, responder por omissão se não tomar nenhuma atitude contra a inadimplência no condomínio.

    6- Busque ajuda de terceiros

    Quando todas as opções acima falharem e a taxa de inadimplência do condomínio for alta, uma opção a ser considerada é contar com uma solução externa para tentar resolver o problema. Uma das alternativas passa pela contratação de empresas especializadas em cobranças. As empresas denominadas de Cobranças Garantidas.

    Serão elas que passarão a efetuar todos os trâmites descritos acima deixando o síndico livre para cuidar de outras coisas do condomínio. Lembrando, porém, que essa opção deve ser aprovada previamente em assembleia, para maior transparência e segurança.

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    Inspiração para o Natal: mesa rosé gold

    É possível dar um toque especial na hora de decorar

    O rosé gold foi um dos queridinhos de 2017! O tom, que pode ser combinado com outras cores ganhou o coração dos apaixonados por decoração, e não poderia ficar de fora agora nas festas de fim ano. Afinal, quem foi que disse que Natal tem que ser apenas vermelho, verde e dourado, não é mesmo?

    Por isso, o ZAP em Casa, em parceria com o Pinterest selecionou algumas inspirações de decoração de mesa rosé gold que fogem do tradicional e podem deixar tanto sua noite de Natal, quanto de Ano Novo ainda mais bonita. Confira.

     

     

    rosé gold
    (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    rosé gold
    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    rosé gold
    (Foto: BR.Pinterest.com.br)
    rosé gold
    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

     

     

    Quer mais espaço? Coloque uma mesa dobrável na sua cozinha

    Opção é prática para ambientes pequenos e pode ser embutida nos móveis

    Poucas pessoas têm aquelas cozinhas enormes de novela. Pelo contrário, com os apartamentos cada vez menores, esse cômodo da casa ficou bem estreito, como se não fosse mesmo lugar para mesas.

    Mas tem jeito para quem não dispensa esse móvel: as mesas dobráveis ou embutidas em armários:

    A arquiteta Erika Mello diz que essa solução é essencial para espaços pequenos, já que só fica aberta durante o uso. “Embora não seja confortável ficar montando e desmontando, às vezes isso é necessário. E também pode ser utilizada para servir de apoio extra, durante um almoço ou jantar aprimorado, quando mais pessoas precisam de espaço para manusear os alimentos”.

    O designer de interiores Paulo Brites, do escritório Icono Projetos, explica que, dependendo da cozinha, a mesa pode ser fixada diretamente na parede ou embutida em algum móvel ou bancada. “Existem opções de modelos portáteis, indicados para utilização menos frequente”.

    Brites ressalta que mesas dobráveis, usualmente, não são itens de decoração, “mas uma composição harmoniosa é essencial para otimizar a estética. Não podemos deixar de priorizar a sua funcionalidade”.

    O arquiteto Renato Andrade afirma que já usou a peça em salas de jantar, além de cozinhas. “O importante é compor com todo o restante do ambiente”.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br

    Energia reativa excedente

    Saiba o que é e como pode afetar as finanças do seu condomínio

    Saiba o que é e como pode afetar as finanças do seu condomínio

    O nome pode assustar um pouco e até remeter a alguma aula de física no passado. Mas energia reativa é algo fácil de explicar – e também de entender o motivo de ser cobrada na conta de luz do condomínio.

    Basicamente, energia reativa é uma energia que não produz um trabalho em si, mas ajuda outros componentes a fazê-lo. A utilização dese tipo de energia pelo equipamento, apesar de necessária, deve ser a menor possível.

    Acontece que os equipamentos que fazem uso excessivo dessa energia reativa, como bombas hidráulicas, elevadores e reatores, podem apresentar baixa eficiência energética.

    E para inibir essa ineficiência do uso da energia, desde 2000 (artigo 64 da Resolução 456), a ANEEL autorizou as concessionárias a cobrarem por esse tipo de excesso. Para tanto, porém, a cobrança só é possível de ser aplicada em condomínios com medidores eletrônicos.

    Essa é a razão de muitos condomínios passarem a ser cobrados após a troca dos medidores de energia. O modelo antigo, que era eletromecânico, não mensurava o consumo de energia reativa.

    Para se ter uma ideia, em alguns casos, o valor cobrado pelo excedente pode chegar a R$ 800 mensais na conta de luz do condomínio.

    E como saber se o seu condomínio está pagando pelo uso dessa energia?

    O primeiro passo para saber se isso está acontecendo é dar uma boa olhada na conta de luz do seu condomínio.

    Em geral, o consumo vem especificado como “energia reativa excedente”, mas pode vir “camuflado” com siglas ou outras denominações. Depende de como cada concessionária discrimina o consumo na conta, mas pode estar expresso como kVArh (quilovoltampère-reativo-hora).

    E além do pagamento na conta, há outro preço que a energia reativa cobra: sua presença leva a mais aquecimento da fiação, deixa a rede mais instável e gera perda de energia.

    Vale frisar que apesar da possibilidade da cobrança ser feita no país todo, algumas cidades ainda não cobram o adicional por falta de medidores mais modernos. No Rio de Janeiro e em São Paulo, condomínios residenciais têm 90 dias para adequar seu consumo, em caso de notificação.

    Caso o local não altere o consumo, uma multa é cobrada mensalmente.

    No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o procedimento é similar e também há cobrança da energia reativa excedente.

    O que é energia reativa

    A  energia reativa é necessária, por exemplo, para fazer a bobina de  um motor elétrico ou o reator de lâmpadas fluorescentes funcionarem, porque esses precisam de energia eletromagnética. Então, com a ajuda da energia reativa, a bobina é acionada e assim, o motor de um elevador funciona. Ou com a energia reativa, um  reator  eletromagnético colabora para a lâmpada fluorescente acender.

    E por que então essa energia seria cobrada de maneira diferente? Principalmente porque os equipamentos que fazem uso excessivo da energia reativa podem ter baixa eficiência energética (ou um baixo fator de potência).

    Fator de potencia é a relação entre a energia ativa (a que conhecemos e pagamos sempre na conta de luz- para fazer trabalho, como acender uma lâmpada,  mover um motor, aquecer um ferro elétrico) e a energia total. Quanto mais próximo de 1, mais eficiente é a instalação elétrica de um imóvel, ou seja, quase 100% da energia elétrica consumida é utilizada efetivamente para gerar trabalho.

    Causa

    Hoje em dia, um equipamento que apresente alto fator de potência tem aproveitamento de, no mínimo, 92%. Isso quer dizer que seu desperdício para efetuar um trabalho é de no máximo 8%.  E é esse o aproveitamento que as concessionárias de energia pedem aos consumidores. Dessa forma, a energia é utilizada de maneira ecologicamente correta, além de não sobrecarregar fios e instalações das concessionárias na sua rede elétrica.

    Para as instalações com fator de potência abaixo de 0,92 ainda é cobrada taxa adicional para energia reativa excedente.

    Como evitar

    Muita coisa pode ser feita para que o condomínio não pague o excedente referente à energia reativa. E a primeira delas é procurar uma empresa especializada, que deve contar com um engenheiro elétrico capacitado.

    O prestador de serviços deve fazer uma avaliação dos equipamentos que mais geram essa energia reativa, que são motores elétricos superdimensionados ou subutilizados, transformadores alimentando pequenas cargas por longo período de tempo, além dos reatores eletromagnéticos com baixo fator de potência de lâmpadas fluorescentes, vapor de mercúrio, etc.

    A partir dessa análise e com os dados da conta de luz em mãos – que dirá o tamanho do prejuízo do condomínio com energia reativa – é que se escolhe entre a instalação de um banco de capacitores ou pela substituição dos equipamentos por outros mais modernos, com fator de potência mais alto.

    Um banco de capacitores geralmente é a saída para corrigir esse consumo, mas o investimento é alto: pode chegar a R$ 10 mil. Portanto, só vale a pena para quem tem altos gastos com energia reativa todos os meses.

    E há também outro problema com os bancos de capacitores. Caso não sejam automatizados, quando não há demanda pelo seu trabalho, eles geram energia reativa capacitiva – outro tipo da mesma energia que se deseja sanar.

    A outra saída é substituir, aos poucos, os equipamentos do condomínio que geram o problema, como bombas de água e de piscina, motores dos elevadores e reatores de lâmpadas. Optando por equipamentos mais modernos e com alto fator de potência, o local se adequa às exigências das concessionárias e também reduz seu consumo de energia.

    Em suma, considerando que o custo com energia é um dos grandes pesos nas finanças do condomínio, vale a pena  analisar a conta com cuidado para saber o que vem sendo cobrado. Fica a dica do SíndicoNet para a economia e um consumo mais consciente de energia.

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br

    Consórcio de imóveis ainda é uma boa opção para quem quer comprar a casa própria

    Modalidade atrai clientes que buscam pagar menos pelo financiamento e não têm pressa. Economia pode chegar a 10% do valor final da operação

    Qualquer tipo de imóvel pode entrar nessa modalidade e com menos burocracia que no modelo tradicional - Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
    Qualquer tipo de imóvel pode entrar nessa modalidade e com menos burocracia que no modelo tradicional

    O reaquecimento do mercado imobiliário vem ocorrendo a passos lentos. Alto custo ainda espanta muitos compradores. As opções para financiamento da casa própria são variadas, uma delas é o consórcio de imóveis. Quem estiver pensando em comprar um imóvel, verá que a principal vantagem em aderir ao autofinanciamento é o custo final da operação. Um imóvel adquirido por meio dessa modalidade costuma sair em média 6% mais em conta do que por meio do sistema financeiro habitacional tradicional.

    Tomando como exemplo um imóvel de R$ 500 mil, com prazo de 10 anos para pagamento: na compra por meio do consórcio, considerando a média de 17% de taxa de administração, que é a mais usual entre as administradoras da modalidade financeira, acrescida do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), de 5% ao ano, ao final do prazox o imóvel custaria aproximadamente R$ 735 mil. Na compra por meio do financiamento tradicional, considerando uma taxa de 11% ao ano, acrescida da taxa referencial (TR) anual, ao final do prazo o imóvel custaria aproximadamente R$ 780 mil.

    Outra vantagem a ser considerada é que na modalidade de consórcio, em caso de contemplação, podem-se adquirir bens residenciais, comerciais e terrenos de uma maneira menos burocrática que o financiamento tradicional, tendo em vista que nessa segunda modalidade existem algumas regras diferentes entre os tipos de bens (principalmente, quando se trata de terrenos).

    Mas alguns riscos podem ser evitados se o comprador estiver atento, explica Cláudio Eustáquio da Silva, diretor do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de Minas Gerais (Sindimóveis/MG): “Existem casos de fraudes que não podem ser ignorados, portanto, antes de adquirir um consórcio, pesquise bem sobre a administradora, tanto na internet, quanto nas agências reguladoras, evitando, assim, problemas futuros.”

    A inadimplência é um fator a ser considerado, tendo em vista que, no financiamento tradicional, em caso de inadimplência ela está restrita somente ao comprador; já no caso do consórcio, por se tratar de um grupo de participantes, a inadimplência de um ou mais participantes pode comprometer a aquisição do bem.

    PÚBLICO-ALVO 

    De acordo com Cláudio, o perfil de cliente que normalmente adquire consórcio é aquele que não tem pressa na aquisição do bem e utiliza o consórcio como uma forma de poupança. Também aqueles que por algum motivo (seja por renda insuficiente ou restrição momentânea de crédito) não conseguem financiar pelo sistema tradicional e optam pela modalidade de consórcio.

    “A avaliação de ser ou não vantajoso em relação ao financiamento tradicional deve ser bem ponderada, por se tratar de formas diferentes de compra; não deve ser levado em conta apenas o cálculo da economia em dinheiro”, recomenda o diretor da entidade.

    Quando se trata de consórcio, o bem adquirido pode ser recebido pelo adquirente apenas no final do prazo contratado, o que pode levar até 10 anos, pois há duas formas de ser contemplado em um consórcio: por sorteio ou quem oferecer o maior lance. Já no financiamento tradicional, a entrega do bem é imediata.

    A melhor opção de compra depende de fatores como a possibilidade de espera e de seu custo. Quem está morando de aluguel, por exemplo, deve colocar esse gasto no papel e o consórcio nessa situação pode se tornar bem desvantajoso. Para quem quer comprar para investir e não tem a necessidade imediata do bem, o consórcio pode ser considerado uma poupança forçada.

    Fonte: Elian Guimarães / https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/

    Síndicos devem fazer a previsão orçamentária do próximo ano

    Planejamento deve incluir gastos extras relevantes

    Augusto Guimarães Pio /Estado de Minas

    Ilustração EM

    Com o intuito de evitar gastos desnecessários e se preparar para imprevistos no próximo ano, o síndico já pode fazer o planejamento dos próximos meses. Esse é o momento ideal para rever ações que foram tomadas ao longo do ano e se preparar para o início de 2019, mantendo uma gestão saudável e condôminos satisfeitos.

    É preciso entender que uma boa previsão orçamentária deve ser feita com base nos gastos do ano anterior e deve levar em conta itens como a inflação do período, inadimplência do condomínio, dissídio dos funcionários, férias e décimo terceiro salário e contratos a serem negociados. “É fundamental que o gestor tenha em mãos tudo que foi gasto ordinário nos últimos 12 meses, mas, preferencialmente, nos últimos 24 meses”, afirma Hadan Palasthy, especialista em direito condominial e diretor da CreditCon.

    Ele aconselha que o planejamento do ano seguinte seja sempre feito até novembro do ano anterior. “Assim, haverá tempo para processar a decisão da assembleia, bem como fazer quaisquer adequações necessárias ao próximo exercício”, afirma o executivo. De acordo com ele, o síndico deve manter os pés no chão para não deixar brechas para imprevistos. “O planejamento ideal é aquele que é feito dentro da realidade dos gastos e receitas. Aconselhamos o síndico a sempre dividir temas polêmicos e de gastos extras relevantes ou fora da previsão orçamentária junto da assembleia.”

    Com o objetivo de esclarecer melhor como um bom planejamento pode ser feito, ele aponta os principais pontos que não podem ser esquecidos:

    Comunicação e gestão de conflitos - “Ideal para que todos tenham a condição de participar e contribuir na melhora do local onde residem ou trabalham. O síndico deve se empenhar no esforço em entender o seu local de trabalho, bem como as peculiaridades individuais e sociais de onde atuará ou como foi o ano nesse quesito. Fazer um balanço pode ajudar a entender o período para fazer diferente em 2019.”

    Planejamento administrativo - “Analisar metodologias de trabalho que pode facilitar a gestão do prédio, como o uso de aplicativos, softwares, contratação de empresas especializadas, entre outras ferramentas. Com a tecnologia e o smartphone, é possível evoluir de maneira prática em muitos quesitos que auxiliam na gestão do condomínio.”

    Gestão de pessoas  - “O síndico não deixa de ser uma liderança dentro do grupo e, por isso, deve exercê-la. Buscar ter postura de líder, além de orientar, dar suporte e qualificar os colaboradores devem ser atitudes do profissional.

    Gestão financeira  - “O síndico deve criar uma previsão orçamentária detalhada, destacando os pontos que podem ser melhorados e onde deve economizar. Vale lembrar que as maiores despesas de um condomínio são relacionadas à comodidade, logo, os anseios condominiais também são fundamentais para uma boa elaboração da previsão orçamentária.”

    Controle da inadimplência - “O síndico deve estar de olho ao controle financeiro do condomínio. Ele deve ficar atento à evolução da inadimplência, aplicando métodos de composição amigáveis. Assim, o síndico consegue encontrar uma solução e evitar que os valores se acumulem e se tornem impagáveis.”

    Compartilhar ideias  - Além desses tópicos acima, Hadan afirma que outro ponto importante para a elaboração de um bom planejamento é contar com profissionais especializados. “Por mais que haja experiência do síndico, sempre é bom o auxílio de profissionais do ramo, sejam eles, administradoras, contadores, o próprio corpo diretivo, entre outros que julgar capazes. Assim muito mais abrangente será a previsão, não deixando espaço para muitos eventos não previstos.”

    Hadan reforça ainda que um bom planejamento poderá evitar que as cotas condominiais se tornem muito elevadas, o que normalmente é ocasionado por uma má gestão, como gastar mais do que arrecada. “O síndico deve estar atento à inadimplência para que ela não atinja patamares elevados, o que inviabilizaria um acordo, além é claro de onerar todos os demais condôminos que pagam em dia, já que a inadimplência deverá ser levada em consideração quando da previsão orçamentária”, alerta o executivo.

    Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

    Confira os tipos de garantias de locação

    Para alugar um imóvel é indispensável oferecer garantias de pagamento ao locador

    Quando se trata de locação, querer não é poder. O futuro inquilino precisa comprovar ao proprietário do imóvel que conseguirá pagar os aluguéis em dia. Geralmente o contrato é de um ano, com previsão de multa caso seja quebrado antes do tempo por uma das partes. Abaixo, os principais tipos de garantias que o locatário pode apresentar.

    Fiador

    A mais antiga e popular forma de garantia: é uma pessoa capaz (com condição financeira comprovada) de assumir as obrigações, caso o aluguel não seja pago. O fiador entra no contrato geralmente colocando como garantia um imóvel próprio. E a renda mensal dele precisa ser de três vezes ou mais o valor mensal do aluguel.

     


    Fiador é uma das garantias mais antigas (Foto: Shutterstock)

     

    Embora o locatário possa colocar qualquer pessoa como fiador, dificilmente alguém que não é da família aceita tamanha responsabilidade. Afinal, se nenhum dos dois honrarem os pagamentos, o imóvel do fiador é penhorado.

    Caução

    É o pagamento antecipado de um valor, geralmente o montante relativo a três meses de aluguel. Segundo o Procon-SP, o correto é que a quantia seja depositada em caderneta de poupança e restituída ao locatário ao término da locação, acrescida de juros e correção monetária do período. Se houver algum débito pendente, o locador poderá descontar do valor a ser restituído.

     


    No caução você paga antecipado os três primeiros meses (Foto: Shutterstock)

     

    Também é possível listar bens do locatário em garantia, como carro ou outro imóvel. Caso isso ocorra, é necessário registrar no Cartório de Títulos e Documentos ou de Imóveis que o bem está comprometido naquele período.

    Seguro fiança

    Forma pouco usada, consiste na compra de uma apólice de seguro, igual a de carro. A pessoa paga (o montante vai depender do tipo de cobertura, quantos aluguéis cobre e o valor deles) e garante ao proprietário o recebimento em dia dos alugueis, caso deixe de pagar.

    Esse tipo de garantia costuma ser o último recurso do locatário, já que, além do aluguel, ele terá mais um custo mensal com as parcelas do seguro.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    Conheça o charme do canto alemão na decoração

    Mais espaço e funcionalidade para horas de bate-papo na sala de jantar

    Com um nome que vem da tradicional decoração de bares da Alemanha de manter longos bancos ao redor de suas mesas, o canto alemão foi uma das principais tendências de decoração em 2017. A ideia nada mais é do que fazer a substituição das cadeiras da mesa de jantar por um banco encostado na parede, que pode ser em formato de L ou simplesmente uma linha reta.

     


    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

     

    Segunda a arquiteta Ludmilla Brandão, além de imprimir muito estilo e personalidade na décor, o canto alemão ajuda muito na otimização do ambiente: “Uma das grandes vantagens é melhorar a circulação do ambiente ganhando mais espaço e, por aproveitar, os cantos conseguimos acomodar mais pessoas a mesa”.

    Um outro grande truque é fazer do banco um baú, assim você ganha mais espaço de armazenamento para toalhas de mesa, panos de prato e coisas que precisem ficar perto da sala de jantar e da cozinha, por exemplo.

     


    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

     

    Já a desvantagem é mínima e se restringe a dificuldade que as pessoas sentadas no banco podem ter em se locomover, porque para que uma pessoa saia do local as outras precisarão dar espaço.

    Para quem ama receber família e amigos em casa, o canto alemão é uma grande pedida pela informalidade que ele imprime ao ambiente, tornando-se um ótimo lugar para horas e horas de longos papos. Conforme as dicas das designers de interiores Natália Idalgo e Jéssica Aguiar, da Conceito Design, a área de refeição se torna mais agradável nesse formato: “Você pode utilizar assentos e encostos almofadados, e também abusar das almofadas, elas deixam o ambiente bem despojado e moderno”.

    Na hora de escolher a mesa (redonda, quadrada, retangular), existem alguns pontos que devem ser levados em consideração para melhor o seu espaço e pensar no tamanho do espaço versus o número de pessoas que você gostaria de acomodar é a melhor dica: “Um exemplo, se você tem um espaço mais longitudinal, opte por uma mesa retangular, ela ocupará muito bem o espaço. Mantenha sempre as cadeiras próximas a área de circulação, e não encostadas na parede, deixe o banco ocupar esse espaço, para que a passagem não seja obstruída”, explicam Natália e Jéssica.

    Quanto a escolha das cadeiras, não há segredos, o que vale é seu gosto pessoal. Deixe bem definido o estilo que você quer que a sua decoração em geral tenha e abuse da criatividade. Mas se ainda assim você ficar na dúvida opte por cadeiras que conversem com o tecido do banco e que sejam confortáveis.

     


    (Foto: BR.Pinterest.com.br)

     

    Se o canto alemão já contribui para a otimização do espaço por si só, você pode utilizá-lo para ampliar ainda mais a sua sala. “Uma dica muito versátil é o uso de espelhos nas paredes, que dá mais profundidade e amplitude ao ambiente”, conclui a arquiteta Ludmilla Brandão.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    Afaste a corrupção do seu condomínio

    Veja como evitar que esse problema aconteça no seu condomínio

    Veja como evitar que esse problema aconteça no seu condomínio

    “A falta de transparência resulta em desconfiança e um profundo sentimento de insegurança”. Frase do Dalai Lama pode parecer repetitiva, mas se encaixa como uma luva quando o assunto é transparência e boas práticas de gestão no condomínio.

    É uma dúvida frequente que assola os síndicos bem intencionados. Como evitar ser alvo de acusações injustas transmitir mais confiança aos moradores?

    E quanto aos condôminos, como impedir que uma gestão corrupta se instale em seu condomínio?

    Primeiro, é importante frisar que não há uma receita definitiva de como manter a corrupção, o desvio de dinheiro e a má gestão longe dos condomínios.

    O que se pode fazer em todos os lugares, porém, é ter uma gestão transparente que permita acompanhar, de perto e sistematicamente, os gastos do condomínio.

    Para isso, o seu condomínio (ou a sua gestão) deve contar com pelo menos alguns desses itens. Mas, de preferência, todos. Veja:

    • Moradores participativos: quando os moradores acompanham a gestão e vão nas assembleias, o condomínio todo tende a seguir o que foi acordado. Mas quando as reuniões vivem às moscas, esse pode ser o sinal verde de que “a ocasião faz o ladrão”. É aí que o gestor mal intencionado vê pista livre para agir.
    • Conselho ativo: quando o conselho não se reúne com frequência, e “olhar as pastas” se resume a uma passada de olhos nos documentos – mesmo sem saber o que aquilo significa – é mais um sinal verde para o síndico mal intencionado. “O ideal é que o conselho saiba lidar com os números e conheça os balancetes do condomínio. É importante também fazer uma ata de todas as reuniões e disponibilizá-las para os demais moradores”, assinala Rosey Schwartz, professora do curso de gestão condominial da Escola Paulista de Direito.
    • Gestão transparente: manter a massa condominial bem informada e deixar os condôminos sempre à vontade quando forem questionar algum gasto, ou pedir para ver a pasta do mês é sempre sinal que o gestor não tem nada a esconder. Optar por empresa administradora que ofereça um portal onde se possaacompanhar os pagamentos feitos pelo condomínio também demonstra transparência e poupa o síndico de desgastes.

    O bom síndico é aquele que consegue passar confiança para os moradores e, assim, exercer uma gestão tranquila e positiva. Mas isso só é possível conquistar com muita transparência e umapostura pautada sempre pela ética. Qualquer deslize é fatal, a confiança vai embora. Uma auditoria preventiva independente também pode ser muito útil no sentido de reforçar a segurança e conficança dos moradores, ressalta Julio Paim, diretor do SíndicoNet.

    Tipos de fraude

    Praticamente, qualquer serviço ou compra efetuada pelo condomínio é passível de fraude. Veja alguns tipos mais comuns:

    • Superfaturamento de serviços: o síndico pede uma porcentagem do valor de uma obra/serviço à empresa que irá executar o trabalho no condomínio. Muitas vezes, pode fazer isso com todas as empresas que oferecem orçamento.
    • Reembolso para o síndico: muitas vezes o gestor pode gastar, sem prévia autorização, um certo montante.Geralmente, esse valor é aprovado previamente em assembleia. Ter essa autonomia não é o problema. Só deve-se saber onde o dinheiro foi gasto.

    “Mais importante do que limitar ou não esse gasto, é cobrar comprovação de sua aplicação adequada no condomínio”, explica o advogado especialista em condomínios André Junqueira. O que quer dizer que não basta que o gestor apresente as notas ficais (sempre preferível a recibos). Os gastos discriminados ali devem estar de acordo com o que se espera da função de síndico.

    • Não pagamento de impostos/encargos: esse tipo de desvio é mais difícil de pegar, principalmente se no conselho não houver ninguém mais capacitado a fazer esse tipo de análise. (saiba mais sobre auditoria abaixo)
    • Serviços emergenciais ou de difícil comprovação: quando há diversas manutenções em locais comotelhado, para-raios, canos subterrâneos cujo reparo sempre é feito de maneira emergencial (sem diversos orçamentos e sem prévia autorização assemblear)
    • Recebimento de cotas atrasadas: caso não haja o acompanhamento correto, o gestor pode receber diretamente do devedor o dinheiro de cotas em aberto e não repassar o valor à conta do condomínio.

    Auditoria preventiva

    Um serviço que ajuda, e muito, o condomínio a perceber logo possíveis desvios e atos de má gestão é a auditoria preventiva feita por uma empresa independente.

    Diferente do que muitos acreditam, esse tipo de serviço pode não ser tão pesado para o condomínio, uma vez que o custo para cada unidade pode não ser superior a R$ 5 mensais.

    “O valor do serviço depende de itens como o volume de documentos a serem analisados todos os meses, número de funcionários, de unidades”, explica Marcos Roberto, auditor e diretor da Odara auditoria, empresa especializada em condomínios.

    Com o acompanhamento mensal dos gastos do condomínio fica muito mais simples – e barato – de detectar problemas como má fé ou falta de conhecimento na gestão.

    “Até hoje, nunca pegamos um condomínio que não estivesse com pelo menos alguma coisa pequena errada. E um imposto atrasado já pode receber 20% de multa. Dependendo do valor, se ninguém checar e for atrás, isso vira uma bola de neve enorme para o condomínio”, explica Danilo Sidney Lima Oliveira, auditor e perito judicial e diretor da Destaque Auditores Independentes.

    Como funciona?

    A auditoria faz o papel de ver se as contas do condomínio “batem” com as notas fiscais oferecidas, se tudo que deveria entrar para a conta do condomínio realmente está lá, na data correta.

    Se quem está em dia com o condomínio realmente pagou. Se as notas fiscais apresentadas realmente representam serviços prestados ao condomínio.

    Mas o papel da auditoria não termina aí.

    “Também é importante fazer um trabalho de campo. Saber se o valor pago por determinados serviços é o de mercado. Fora isso, também checamos a situação de parceiros do condomínio, como empresa terceirizadora, de segurança, etc.”, aponta Marcos Roberto.

    Como contratar

    O ideal é que a contratação desse tipo de serviço seja posta em pauta em uma assembleia, e aprovado pela maioria simples dos presentes. Dessa forma, não são necessários maiores debates acerca do assunto.

    Caso o síndico concorde a princípio com o serviço, mas comece a “enrolar” para contratar uma empresa, o conselho pode aí cumprir seu papel e dar encaminhamento ao que foi decidido em assembleia.

    “Se nem assim for possível contratar a auditoria, um quarto dos condôminos pode convocar uma assembleia e pedir explicações para o síndico sobre o assunto. Inclusive, isso pode posteriormente caracterizar má gestão do síndico”, explica Rodrigo Karpat, advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet.

    Alternativas

    Uma forma pouco ortodoxa de se contar com auditoria no condomínio é quando um morador, ou um grupo, contrata por si só o serviço, arcando com o investimento. Caso se comprove algum vício ou algo que caracterize má gestão, os condôminos têm, então, provas mais factíveis para pedir que o síndico deixe seu posto.

    De que lado está a administradora?

    Quando se percebe um rombo nas finanças do condomínio, muitos se perguntam sobre o papel da empresa administradora de condomínios. Não deveria ela ter avisado os condôminos sobre atos praticados ali que pareciam no mínimo estranhos?

    Essa é uma questão delicada e polêmica, visto que diversas fontes deram pontos de vista opostos para essa pergunta.

    “Muitas vezes as administradoras são omissas em relação a esse tema, ficam com medo de perder o cliente caso apontem as irregularidades”, assinala Nilton Savieto, síndico profissional.

    Para Gabriel de Souza, proprietário da administradora Prop Starter, é sim dever da administradora avisar, pelo menos ao conselho, quando o síndico dá sinais claros de erros ou má fé na gestão do condomínio.

    “Se a empresa sabe que o gestor está cometendo um crime, por exemplo, e não fala nada, guarda para si a informação, como isso seria algo que não ser cúmplice?” argumenta Gabriel.

    Para ele, nesses casos, o indicado para a administradora é sempre chamar para conversar um conselheiro que não seja tão próximo ao síndico e expor os fatos.

    Mas para outros especialistas, esse nem sempre é o papel da administradora avaliar o desempenho do síndico.

    “Quando contratada, a empresa fica subordinada ao síndico. Daí, muitas vezes pode ficar amarrada a essa situação”, pesa Danilo Oliveira.

    administradora, porém, deve ajudar com boas práticas de mercado, como oferecer a prestação de contas mensal, e garantindo que as contas do condomínio sejam auditáveis. Para isso, a contabilidade deve seguir parâmetros internacionais.

    Síndico errou – e aí, como fica?

    O que acontece quando fica realmente comprovado que o gestor errou, seja por ignorância ou má fé?

    O condomínio tem, sim, como se defender de atos ilegais do síndico, como explica o advogado André Junqueira.

    “O síndico pode ser processado de 3 formas: administrativamente, civilmente e criminalmente.

    Em âmbito administrativo, o condomínio pode aplicar penas como multa, inelegibilidade e outras, recusa de emitir quitação da unidade (no caso de ser condômino), dependendo da convenção e do contrato, nesse último caso, se for síndico profissional.

    Na esfera cível, pode-se mover ações judicial, especialmente indenizatória, para obter de volta todo o prejuízo sofrido.

    E, perante a justiça criminal, o síndico pode ser até preso pela prática de crimes como apropriação indébita e outros aplicáveis”

    Má fé ou má gestão?

    É extremamente importante que haja uma diferenciação clara sobre uma situação e outra.

    • má fé ocorre quando o gestor realmente tem intenção em levar vantagem da situação, como, por exemplo, superfaturar obras e apresentar notas fiscais de almoços pessoais para serem pagos pelo condomínio.
    • Já a má gestão nem sempre é fruto de intenção, pode ser apenas desconhecimento. Deixar o condomínio sem AVCB pode ser considerado negligência e um sinal claro de má gestão, mas não pode ser considerada do de má fé se o síndico não sabia que precisava renovar o documento.

    Mesmo não sendo intencional, a má gestão pode levar o síndico a perder o cargo e, dependendo do caso e comprovada a negligência, responder na justiça pelos seus atos.

    Boas práticas

    Não se trata de colocar todos os síndicos no mesmo balaio de corrupção. Para nós, do SíndicoNet, é claro e cristalino que a grande maioria dos síndicos é correta e não é corrupta.

    Mas como citamos no começo da matéria, infelizmente, não basta ser honesto. Há que se transparecer honestidade também.

    Por isso, elencamos abaixo algumas boas práticas para que se alcance um bom nível de transparência:

    • Pequena prestação de contas mensal: todos os meses enviar, junto com o boleto, um resumo das contas do condomínio
    • Plantão de dúvidas: estar disponível para conversar com os moradores pessoalmente, pelo menos duas vezes por mês, é fundamental. Crie o hábito de avisar os moradores, usando cartazes ou comunicados em áreas comuns, sobre data, horário e local do encontro
    • Comunicação periódica: um pequeno resumo todas as semanas, ou a cada quinze dias, mostrando o que está sendo feito no condomínio é uma ótima maneira de ser transparente. Explicar as etapas de uma grande obra, ou mostrar o que está sendo feito com o dinheiro economizado na conta de água, por exemplo, também é de grande valia
    • Aposte em novas ferramentas de comunicação: hoje há diversas ferramentas para facilitar a comunicação do síndico com os moradores. Um bom exemplo são sites para condomínios, que podem centralizar ali todas as demandas do síndico por parte dos moradores
    • Conversas com o conselho: tão importante quanto estar disponível para a massa condominial é poder dirimir qualquer dúvida que os conselheiros tenham. Não os deixe sem resposta
    • Seguir o que for decidido em assembleia: se foi decidida a contratação de um serviço, o mesmo deve ser feito. Evite ao máximo ‘burlar’ o que foi acordado em assembleia

    Casos reais

    Sob a condição do anonimato, alguns profissionais da área de condomínio relataram ao SíndicoNet histórias de como lidaram com má gestão e corrupção Veja o que é possível aprender com esses casos e evitar que o mesmo aconteça no seu condomínio.

    Caso 1: Reembolso sem fim

    “Nós da administradora estávamos recebendo muitos recibos para reembolso do síndico de coisas que considerávamos estranhas: almoço com cerveja em restaurantes longe do condomínio, recibos de botijão de gás – sendo que no local o gás era encanado – e muitos recibos de manutenções feitas às pressas, em locais de difícil acesso.

    Explicamos ao síndico que não iríamos pagar diversos custos. Nesse meio tempo, chamei um conselheiro, com quem tínhamos melhor relacionamento, para conversar aqui. Ele trouxe outro conselheiro e mostramos a situação.

    Os dois ficaram perplexos, mas entenderam a situação. Eu pedi discrição deles, mas no dia seguinte o prédio inteiro já estava a par da situação.

    Como faltava apenas um mês para acabar a gestão dele, esperaram a assembleia de aprovação de contas e eleição para tirar as dúvidas.

    Incrivelmente, o síndico assumiu tudo o que fez. Mas disse que fez por desconhecimento. Suas contas não foram aprovadas. E ele ainda quis se candidatar para síndico! Teve apenas um voto”

    Caso 2: O mistério das latas de tinta

    “Nós já administrávamos o condomínio há uns 20 anos. Sabia que para pintar, eram necessárias 110 latas de tinta. Fizemos o pedido. Dali alguns dias, o zelador pediu mais 75 latas. Disse que deu errado uma parte da pintura, que teve que raspar… eu achei a história mal contada, e fui perguntar para o síndico se devia mesmo fazer o pedido.

    Ele disse que sim, e rápido. Foi ríspido. Eu alertei que havia algo estranho acontecendo, e ele disse que confiava no funcionário.

    Depois da chegada das 50 latas de tinta, o zelador novamente me ligou pedindo mais 70 latas. Aí tive certeza de que havia algo de errado.

    Fui conversar com um conselheiro, que se mostrou um tanto relutante com a situação. O síndico era um senhor, com posses. Não dava mesmo para entender a necessidade de se roubar umas latas de tinta.

    O conselheiro me pediu uma reunião para dali a dois dias. Disse que iria averiguar ao máximo o que havia ocorrido.  Fui, então, ao condomínio. Cheguei lá e perguntei, ao zelador, sobre as latas. Haviam apenas 15 no local. Ninguém sabia onde estavam. O zelador disse que já tinham sido usadas – o que era pouquíssimo provável de um dia para o outro.

    Disse aos porteiros que alguém tinha que saber para onde as latas tinham ido, porque claramente não tinham sido usadas no condomínio. Que ia ter polícia no prédio, em breve, porque estava pedindo as imagens da CFTV.

    Um porteiro, então, me confidenciou que sim, era o zelador quem estava tirando as latas de tinta de dentro do condomínio. Mas que o síndico sabia, uma vez que as latas estavam indo para a empresa do gestor.

    Com essa informação em mãos, fui conversar com o conselheiro, pessoa honesta e acima de qualquer suspeita. Ele disse para marcarmos uma reunião todos juntos, para esclarecermos o caso.

    O zelador nós mandamos embora por justa causa – ele não quis entregar o síndico. O gestor, por sua vez, apenas avisou o conselheiro que abriria mão do cargo e que não compareceria a reunião por não estar se sentindo bem. Disse que as latas de tinta voltariam para o condomínio.

    O funcionário demitido ainda tentou, pela via judicial, se demitir, para não ficar com a ‘carteira suja’. O juiz do trabalho não aceitou quando mostramos as provas da sua participação no esquema de desvio das latas de tinta.

    Até hoje o síndico desse condomínio é esse mesmo homem, que já foi conselheiro.”

    Caso 3,  A aplicação fantástica

    “Havia um síndico que a gente já prestava atenção devido aos excessos de serviços emergenciais efetuados no condomínio.

    O empreendimento ia bem, mas, ao fazer o balancete, descobrimos um saque de R$ 40 mil do fundo do condomínio, feito pelo síndico. Ligamos para saber o que estava ocorrendo. Ele me disse que colocou odinheiro em uma aplicação.

    Pedi o extrato do banco para comprovar, e ele se negou a me mandar. Como eu estava fazendo o balancete para colocá-lo no verso dos boletos, escrevi “R$ 40 mil sacados pelo síndico, para possível aplicação, sem comprovação”.

    No dia seguinte, ele estava aqui na empresa, esbravejando. Infelizmente (ou felizmente), os boletos já tinham sido impressos e/ou encaminhados por e-mail para os moradores.  Disse que estava pronto para me corrigir perante os moradores. Só queria mesmo um extrato do banco. Ele não quis me mostrar.

    Pediu-se uma assembleia para explicar o que havia sido feito com o dinheiro do condomínio.

    Nesse ínterim, o gestor sacou mais R$ 20 mil da conta do condomínio.

    No dia da assembleia, ele fez um depósito, em cheque, e mostrou para todos na assembleia que estava quite com o condomínio.

    Disse que havia colocado o dinheiro em uma aplicação que renderia 2,5% por mês ao condomínio. Sorte que havia pessoas que trabalhavam em banco e disseram que essa taxa não era prática comum. Outros quiseram saber onde era essa ‘maravilha’ para poderem investir também.

    Como não havia ninguém interessado na vaga, ele permaneceu no posto. Então, deu a entender que dispensaria os nossos serviços. A assembleia se revoltou e disse que para ele ocupar o cargo, a condição era nos manter na administração.

    Nós demos as nossas condições: síndico e administradora, juntos, assinariam os cheques do condomínio, a empresa decidiria e ofereceria suporte quando fossem necessárias obras (sempre indicaríamos os fornecedores) e não pagaríamos mais nada que não fosse orçado previamente.

    Ele devolveu o que devia ao condomínio, e entregou o cargo no ano seguinte.”

    Caso 4, Rombo nas contas

    Muita gente deve contratar um síndico profissional pensando que essa vai ser a saída para os problemas de falta de tempo de fiscalizar a gestão condomínio, o que geralmente não é o caso.

    Faço parte do conselho do meu condomínio e já fui síndico. Como o condomínio é pequeno, optamos pelos serviços de um gestor profissional.

    Só que, infelizmente, nós não acompanhamos o trabalho como deveríamos.

    O novo gestor trocou a empresa terceirizada por outra. Disse que não haveria multa rescisória. Ninguém do conselho foi atrás, porque a nova empresa era muito boa.

    Depois, contratou um serviço emergencial de desentupimento no valor de R$ 14 mil. Ele disse à administradora que havia pago do próprio bolso, e pediu o reembolso pelo serviço.

    Detalhes: na verdade, havia multa sim, uma vez que a dispensa à empresa não foi motivada. Além, é claro, do serviço de desentupimento que não foi pago ao prestador de serviços, o síndico embolsou todo o valor. Ou seja: pelo menos R$ 35 mil de prejuízo aos cofres do condomínio.

    Ficamos muito surpresos por não termos sido alertados pela administradora. Mas a empresa, muitas vezes, não se vê na obrigação de fiscalizar os atos do síndico.

    Agora contratamos um advogado especializado em condomínios para reaver esses valores. Mas que fique a lição: é fundamental que o conselho do condomínio seja ativo. Não importa se síndico profissional ou morador: estar atento aos feitos do gestor é sempre de suma importância”

    Fonte: https://www.sindiconet.com.br/

    Manter a taxa condominial em dia é coisa séria

    Única forma de arrecadação do condomínio a taxa condominial garante o bom funcionamento do empreendimento. 

    Manter a taxa condominial em dia é coisa séria

    Por conta das festividades de fim de ano, e dos gastos do início do novo ano com escola, material escolar, quitação de dívidas relacionadas a viagens e outras situações, os meses de dezembro, janeiro e fevereiro são os que apresentam os maiores índices de inadimplência no condomínio.

    Isso ocorre, entre outros motivos bastante particulares para cada condômino, geralmente por duas situações: a primeira é a dificuldade de relacionar a importância do pagamento da taxa condominial em dia com o bem-estar do condomínio, já que é por meio desse valor que os custos para a manutenção e melhoria do empreendimento serão pagos;

    Em segundo lugar devido a entrada em vigor do novo Código Civil, em 2003. Isso porque, fruto de um dispositivo infeliz, como afirmam diversos especialistas, que reduziu a multa pelo atraso no pagamento da taxa condominial de 20% para 2%, se tornou vantajoso atrasar o pagamento da taxa para a quitação de outras dívidas. Se por um lado o novo Código Civil agilizou a possibilidade de penhora do imóvel para situações de inadimplência, por outro lado deixou parecer que dever a taxa condominial é um problema menor.

    A taxa condominial é a única forma de arrecadação do condomínio

    Condomínio não investe dinheiro em aplicações, não gera renda futura e não recebe valores oriundos de terceiros. Sua única forma de arrecadação é proveniente do pagamento da taxa condominial. E como o condomínio trabalha com rateio de despesas, se alguém deixar de pagar vai faltar dinheiro para a manutenção e melhorias do próprio imóvel.

    Sendo assim, manter o pagamento da taxa em dia tem o potencial de valorizar o próprio imóvel, uma vez que todo o valor arrecadado fruto do pagamento da taxa será aplicada no próprio condomínio para melhoria das áreas comuns.

    Tomar algumas medidas pode ajudar na diminuição dos custos do condomínio     

    Quanto maior for a taxa condominial, maior a possibilidade de ocorrerem atrasos no pagamento. Por isso, uma boa saída para o síndico é baratear ao máximo, sem perder a qualidade de serviço, os custos mensais do condomínio. E uma das formas de diminuição das taxas é priorizar a manutenção preventiva em detrimento da corretiva. É muito mais vantajoso investir na prevenção, ou na manutenção de um equipamento, do que trocá-lo.

    Outra possibilidade para a diminuição dos valores da taxa condominial é em relação à medição individualizada da água. Além de justa, uma vez que você passa a pagar por somente o que está consumindo, é econômica para o condomínio já que se deixa de incluir esse custo na taxa mensal.

    Investir na contratação de uma garantidora também pode ser uma boa solução se o condomínio apresentar índices elevados de inadimplência. A vantagem para o condomínio, nesse caso, é a de arrecadar de forma integral a taxa condominial de todos os moradores, independentemente da taxa de inadimplentes. Já para o síndico, a contratação deste tipo de serviço evita o desconforto de efetuar a cobrança de porta em porta, podendo criar uma situação embaraçosa para ambos.

    De qualquer forma, e entendendo os problemas particulares que por ventura passa cada condômino e que justifique o atraso no pagamento, manter a taxa condominial em dia é indispensável para todos.

    Fonte: Guilherme de Paula Pires | Redação: Viva o Condomínio | https://vivaocondominio.com.br

    Apartamento pronto para morar ou pronto para mudar? Saiba a diferença

    Os apartamentos prontos para morar são uma ótima opção para investir e para morar. Mas você conhece os apartamentos prontos para mudar? Entenda a diferença!

    Quando buscamos um novo lar, os anúncios de imóveis novos brilham aos olhos. Afinal de contas, tem coisa melhor do que se mudar para um apartamento novinho em folha? Pronto para chamar de seu e ainda com cheirinho de novo?

    Essa é a sensação que todos tem ao conquistar um imóvel novo.

    Os ótimos preços e condições de pagamento, além das diversas opções de lazer no condomínio, são ótimos atrativos. Mas, o melhor de tudo, é que, ao apostar nesse tipo de empreendimento, você será a primeira pessoa a morar naquele imóvel.

    Outra vantagem de imóveis novos, que acabaram de ser entregues, é que seus moradores poderão mudar-se e já começar a desfrutar do conforto do novo lar em pouco tempo após assinatura da papelada.

    Os chamados “prontos para morar” contam, tradicionalmente, com a estrutura mínima necessária para que o proprietário se mude para o local, ou seja, já com instalação elétrica e hidráulica, com os revestimentos (apenas em áreas molhadas, como banheiros e cozinha) e janelas e portas básicas.

    Porém, isso não significa que, ao chegar ao apartamento, a família terá tudo realmente pronto para morar sem antes realizar alguns ajustes ou instalações.

    Esses apartamentos, por exemplo, não vêm com sistema de ar condicionado instalado. Esse é um ponto importante a se considerar, pensando que, caso o morador queira instalar posteriormente, esse serviço torna-se um pouco mais trabalhoso.

    Mas, então, qual a melhor saída?

    A boa nova é que já está disponível no mercado o apartamento pronto para mudar. Esse tipo de imóvel tem a facilidade de ser não apenas pronto para o proprietário morar, eles têm como principal funcionalidade todo o conforto necessário para que ele se mude de imediato, sem necessidade de nenhuma instalação prévia.

    Nessa opção, além de já ter o apartamento entregue com sistema de ar condicionado instalado, há ainda o cuidado dos idealizadores de entregar o imóvel aos compradores já com os revestimentos colocados.

    E mais: o conceito de imóveis prontos para mudar ainda dá ao morador na entrega das chaves alguns dos eletrodomésticos mais necessários para o dia a dia, já instalados!

    Fonte: http://www.imovelweb.com.br

     

     

    Saiba escolher os materiais de construção para sua reforma

    Fique atento aos detalhes na hora de comprar para não ter prejuízo depois

    Não tem jeito, reformar dá trabalho. Escolher profissionais, o que vai ser feito e os materiais são itens básicos. Aí começa aquela corrida em busca do melhor orçamento, afinal os preços dos produtos variam muito de uma loja para a outra.Mas não é só valor que você deve ficar atento, veja também a qualidade do material que vai comprar e detalhes como validade, quantidade necessária e correto armazenamento. Assim, diminui o risco de problemas futuros.

    1 – Cimentos e massas

    Cimento e massa (Foto: Shutterstock)

    Não adianta você comprar 30 sacos de argamassa, cimento ou massa pronta se eles não serão usados de imediato. Esses itens empedram muito facilmente em contato com ambientes úmidos, como o das obras, ou mesmo armazenados em locais inadequados, como garagens. Verifique quando irá precisar compre com a maior proximidade da data de uso. E atenção: não é tudo igual, cada marca tem um tempo de secagem e um resistência própria. Leia as instruções e leve a mais indicada para o local onde irá aplicar.

    2 – Areia

    Ela faz par com o cimento e é base da alvenaria. Geralmente é vendida em sacos (lembrando que a massa pronta substitui cimento e areia na maioria dos casos). A areia tem várias ‘peneiras’: grossa, média e fina. A mais usada em reformas residenciais é a média, com grãos entre 0,42 e dois milímetros de diâmetro. Antes da escolha, peça ajuda profissional indicando o local onde será aplicada.

    3 – Pisos e revestimentos

    Pisos e revestimentos (Foto: Shutterstock)

    Gostou daquele descontão? Cuidado! Pisos e revestimentos são feitos por coleções e costumam ter preço reduzido quando estão saindo de linha, o que acontece quase sempre. Veja se terá produto suficiente e com uma certa margem, para o caso de reposição futura.

    4 – Material hidráulico

    Hidráulica (Foto: Shutterstock)

    Tubos e conexões precisam ter tamanho e especificação corretos para evitar problemas. Uma conexão mal colocada é risco de vazamento em breve. Nesse caso, opte também pelas marcas conhecidas pela durabilidade. Veja o tipo de vazão e pressão da água para escolher o encanamento e lembre-se: para água quente (locais com aquecedor) a tubulação deve ser própria para altas temperaturas.

    5 – Elétricos

    Não coloque sua família em risco e nem queira que seu apartamento pegue fogo porque a fiação não aguentou a potência do ar-condicionado, por exemplo. Escolha a fiação correta para cada uso. Chuveiros e aparelhos de ar-condicionado precisam de cabos mais grossos. Para passar atrás do fogão embutido, fios antichamas. Faça um quadro de energia grande, não economize nos disjuntores para não sobrecarregar o sistema elétrico.

    6 – Tintas

    Tintas (Foto: Shutterstock)

    Veja a validade e o tipo de tinta mais adequado para o local onde será utilizado. Hoje a maioria não tem cheio forte e seca rápido, mesmo assim pergunte. A cor não é a única coisa a escolher. Existem tintas foscas, com brilho ou intermediárias. Na dúvida, leve uma pequena quantidade e faça o teste em uma parede.

    Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/

    Aluguel do topo de prédios para antenas de operadoras

    Saiba o que considerar, valores e o quórum necessárioSaiba o que considerar, valores e o quórum necessário

    Conseguir aumentar a arrecadação do condomínio sem aumentar a taxa mensal – talvez até conseguindo baixa-la um pouco – é um desejo de dez entre dez condomínios.

    E um caminho para se alcançar esse dinheiro extra no fim do mês é alugando o topo do prédio para antenas de TV, telecomunicações e radiotransmissor.

    Afinal, com o advento do 4G, as operadoras vão precisar instalar cada vez mais torres Brasil afora.

    A proposta é tentadora, mas ainda há muitas dúvidas sobre o assunto entre os síndicos e moradores: Qual o quórum para aprovação? Faz algum mal à saúde? Serve para qualquer condomínio? Como ir atrás de uma operadora?

    Para sanar essas e outras dúvidas, conversamos com especialistas do setor e levantamos nessa matéria os principais esclarecimentos sobre o assunto.

    Como alugar o topo do prédio para a instalação de antenas?

    O primeiro passo é cadastrar o espaço em uma empresa especializada, denominada Site Acquisition. São essas empresas quem fazem a ponte entre os condomínios e as empresas que efetivamente alugam o espaço.

    Há também sites, como o MyTower, que funciona como uma espécie de classificados de imóveis, porém, focado para locação de espaços para antenas.

    É possível, sim, o condomínio entrar diretamente em contato com as operadoras que alugam o topo, mas é pouco provável que consigam fechar o negócio.

    Do que o prédio precisa para conseguir alugar seu topo?

    Além de uma boa localização e aprovação dos condôminos, alguns documentos em dia, como AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) e Laudo técnico do Para-raio, são imprescindíveis para viabilizar o processo.

    “Algo que compromete muito é o empreendimento não estar com o AVCB em dia. Isso acontece em torno de 80% dos condomínios que nos procuram”, explica Tiago Albino, diretor do site MyTower.

    Caso o condomínio estiver em processo para emissão do AVCB, dependendo do caso, o protocolo de emissão pode ser aceito como documento pela empresa.

    Outro documento importante é cópia da ATA da assembleia que aprovou a instalação da torre.

    Boa localização

    Prédios altos, regiões elevadadas, áreas abertas e descampadas são os principais atributos para tornar o ponto atraente para as operadoras.

    Isso, porém, não quer dizer que prédios mais baixos em bairros menos elevados estejam descartados.

    Vai depender muito de cada caso. Se o condomínio fica em um bairro elevado e é o prédio mais alto da região, isso certamente contará a favor na negociação dos valores de locação, afirma Tiago Albino.

    Restrições

    Há também restrições e regras para a instalação de antenas.

    O empreendimento não pode estar a menos de 50 metros de uma escola de ensino infantil, hospital ou posto de saúde, assim como também não pode estar a menos de 100 metros de uma outra torre instalada na região.

    Resumo dos requisitos necessários:

    1. Localização
    2. AVCB e Laudo de Para-raios em dia
    3. Não estar a menos de 50 metros de escola infantil, hospital ou posto de saúde
    4. Não estar a menos de 100 metros de outra torre
    5. Aprovação dos condôminos + cópia da ATA de aprovação

    Qual o quórum para aprovar o aluguel do topo no condomínio para antenas?

    Havendo interesse das empresas e o empreendimento estando com os documentos pedidos em dia, é hora de aprovar a instalação das antenas em assembleia.

    O quórum necessário para aprovar a instalação das antenas, porém, não é consenso entre os especialistas do mercado. Há quem defenda unanimidade ou quem defenda anuência de dois terços dos moradores.

    “O correto é que se faça a aprovação com dois terços dos condôminos”, ensina Alexandre Marques, advogado especialista em condomínios.

    Rodrigo Karpat, também advogado especialista e