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23ª Feira de Imóveis do Paraná começa hoje

Evento vai reunir mais de 30 mil imóveis residenciais e comerciais até sábado no Expo Renault Barigui, em Curitiba

Divulgação / Estimativa dos organizadores é receber 20 mil pessoas até sábado
Estimativa dos organizadores é receber 20 mil pessoas até sábado

Quem está procurando um imóvel novo para comprar terá a oportunidade de conferir mais de 30 mil opções reunidas em um só local na 23.ª edição da Feira de Imóveis do Paraná, que começa hoje e vai até sábado, no Expo Renault Barigui. Promovida pela Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), a feira terá a par­­ticipação de mais de 30 empresas, entre construtoras, incorporadoras e imobiliárias.

A expectativa é de que durante os quatro dias de evento cerca de 20 mil visitantes passem pelos estandes e movimentem em torno de R$ 50 milhões em negócios. De acordo com uma pesquisa da Ademi-PR em parceria com a Brain Bureau de Inteligência Corporativa, 24% dos entrevistados têm a intenção de comprar um imóvel para morar em Curitiba. Deste número, 36% deseja fazê-lo já nos próximos 12 meses.

O presidente da associação, Gustavo Selig, diz que uma das principais vantagens da mostra é que nela o comprador consegue ter um panorama completo da oferta de imóveis, além do acesso aos agentes financeiros, sem precisar ficar rodando pela cidade. Ou seja, nela o visitante encontra ofertas para todos os bolsos, necessidades e estilo de vida.

Entre as opções estão sobrados, casas, apartamentos e terrenos em condomínios – na planta, em construção, ou prontos para morar –, localizados em Curitiba, Região Metropolitana e no litoral catarinense. Salas e conjuntos comerciais, imóveis no litoral do Paraná e barracões industriais também compõem a carteira dos expositores. A faixa de preço dos imóveis é bastante variada e parte de unidades enquadradas no programa Minha Casa, Minha Vida, até imóveis de luxo, com valores que ultrapassam os R$ 2 milhões.

Negócios

Para atrair ainda mais os futuros compradores, a MRV Engenharia separou algumas unidades com preços especiais e irá parcelar em até 48 vezes a entrada dos imóveis comercializados na feira. “Pretendemos negociar em torno de 60 unidades, que somam cerca de R$ 10 milhões”, conta Igor Tronquin, executivo comercial da regional Sul da MRV.

A construtora Hugo Peret­­ti pretende movimentar R$ 3 milhões em negócios, com destaque para o lançamento, na Feira, do empreendimento de alto padrão Brickell Key, conta o diretor geral da empresa, Hugo Peretti Neto. Já a Apolar Imóveis oferece 3,5 mil imóveis usados e outros mil lançamentos, alguns com descontos que chegam a 35%. “Vemos a feira de uma forma muito positiva, principalmente pela qualidade dos clientes que participam dela”, avalia Jaime Lima, diretor comercial da imobiliária.

Cautela

Especialistas dão dicas para aproveitar a feira sem comprometer o orçamento

Feiras imobiliárias oferecem a oportunidade de se encontrar em um só local uma grande diversidade de ofertas para avaliação. Mas, para que o sonho da casa nova caiba no bolso é preciso estar atento a alguns detalhes. “Adquirir um imóvel para morar é uma das decisões financeiras mais importantes que a pessoa toma na vida”, afirma Ana Paula Mussi Cherobim, diretora do setor de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e especialista em finanças pessoais. Confira algumas dicas:

• Perfil do imóvel

Para orientar a procura, o ideal é que a pessoa vá à feira já com uma ideia previamente formatada do que deseja baseada em parâmetros como localização, tipo e tamanho do imóvel que deseja. Estes são pontos essenciais que, segundo Ana Paula, podem ser complementados pelos chamados “acessórios”, que incluem áreas de lazer e churrasqueira, por exemplo. A sugestão da especialista é para que o comprador visite os estandes portando uma planilha. Nela, ele irá atribuir notas de zero a dez para todos os requisitos que considere importantes, que devem ser os mesmo para cada imóvel avaliado. “Assim, ele conseguirá fazer uma escolha mais objetiva”, afirma Ana Paula.

• Financiamento

O comprometimento da renda com o financiamento do imóvel é outro aspecto que deve ser analisado com cautela. O advogado Marcelo Tapai, especialista em direito imobiliário e presidente do Comitê de Habitação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo, diz que nem todas as construtoras são criteriosas ou explicam para os consumidores que o banco pode negar o financiamento. “Muitas pessoas acham que o simples fato de assinar o contrato significa que está tudo certo, mas não está”, alerta o advogado. Fazer simulações junto a entidades bancárias – que normalmente têm estandes nas feiras – é uma boa alternativa para que a pessoa conheça seu potencial financeiro e saiba se sua renda é compatível ao crédito que precisa contrair.

• Pesquisa

Outra dica importante é verificar a documentação do imóvel. Conhecer os detalhes do contrato, saber se a incorporação está registrada junto ao cartório de registro de imóveis e observar os detalhes do memorial descritivo – que traz todas as especificações do imóvel que será entregue (em casos de compra na planta) – previnem dores de cabeça no futuro. Os especialistas afirmam que o negócio não precisa necessariamente ser fechado na feira, porém, nada impede que ele concretize a compra se as condições forem compatíveis com a sua capacidade financeira. Tapai diz que a decisão pela compra deve ser tomada sem interferência emocional e que não existe negócio imperdível que dispense uma análise cuidadosa. “É melhor perder um bom negócio do que fazer um mau”, acrescenta Ana Paula.

Fonte: Gazeta do Povo

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