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5 tecnologias para facilitar a vida num condomínio

Em diversas regiões do Brasil, os custos condominiais têm aumentado ano a ano. É o caso da Região Metropolitana de São Paulo, segundo estudo do Sindicato da Habitação. O principal responsável por esse aumento, como era de se esperar, foi o item “Pessoal e Encargos”. E o aumento dos custos condominiais geralmente vem acompanhado por aumento na inadimplência. É o momento ideal para repensar necessidades e estudar alternativas. A boa notícia é que, por outro lado, a tecnologia está evoluindo. Algumas delas já permitem ao condomínio não apenas reduzir as despesas do condomínio, mas acima de tudo melhorar a experiência dos condôminos.

Paulo Santos, gerente de soluções da Axis Communications,  cita cinco tecnologias capazes de aprimorar a qualidade de vida em condomínios e, em alguns casos, economizar:

1. Portaria virtual com reconhecimento facial

A folha de pagamento é a principal fonte de despesas de um condomínio. O salário de porteiros e folguistas corresponde a boa parte do orçamento, e esse custo fica ainda maior quando somados os gastos com ações trabalhistas. O problema é que essa complexidade de funcionários não é garantia de segurança.

Alguns condomínios têm adotado o conceito de portaria virtual, que é exatamente igual a um sistema com porteiro no local: quando uma pessoa chama um apartamento, ela espera que alguém consulte o morador e libere o acesso. A diferença é que, no modo tradicional, o visitante aperta um botão e o porteiro está a alguns metros da entrada. Na portaria virtual, o visitante aperta um botão e o porteiro recebe a ligação numa central, visualiza o visitante pela câmera, consulta o morador, e responde na hora.
Existem videoporteiros como o AXIS A8004-VE que são resistentes a atos de vandalismo e podem ficar expostos em qualquer lugar, sob sol e chuva. E o melhor: não pesam na folha de pagamento. Para uma experiência ainda mais avançada, o aparelho pode até fazer o reconhecimento facial dos moradores. Quem estiver carregando sacolas não precisa nem soltá-las. Basta ficar na frente do videoporteiro, e a porta é aberta automaticamente pela controladora, sem acionar a central.

2. Multa direto para morador

Alguns acidentes envolvendo veículos em condomínios acontecem por excesso de velocidade dos motoristas. Em trechos com velocidade máxima de 40km/h, alguns moradores e visitantes passam a 80km/h ou mais. Essa infração só pode ser coibida com evidências, e as câmeras de segurança do condomínio podem ajudar.

Isso porque é possível instalar nas câmeras um software chamado Speedview, da empresa Pegasus Technology, que faz uma análise da velocidade dos veículos usando a capacidade de processamento da própria câmera. A imagem do veículo infrator fica registrada num cartão de memória, com a data e hora. Na mesma hora, a câmera envia um e-mail para o morador dono daquele veículo (ou para o morador responsável pela visita que cometeu a infração), já com o boleto da multa a ser paga. Caso o condomínio prefira apenas uma advertência, a mensagem enviada ao morador pode ser apenas de caráter educacional. Tudo isso de forma automática, sem envolver qualquer recurso humano.

3. Casa conectada

Algumas pessoas já possuem em casa um terminal que permite visualizar quem está chamando na entrada. Isso ajuda a confirmar a identidade do visitante. Mas esse mesmo terminal pode fazer muito mais.
Hoje em dia, um painel tátil como o 2N Indoor Touch é um verdadeiro dispositivo internet das coisas. Dá para controlar as luzes de toda a casa, por exemplo. Quando o morador quer descansar, basta clicar em “Não perturbe”, e ninguém irá incomodar. Até mesmo ao sair de casa para trabalhar, fazer compras ou viajar de férias, é possível programar o painel para desviar as chamadas para o celular, e liberar a entrada de pessoas de forma remota com um único click.

4. Estacionamento com leitura de placas

O piso salarial de um garagista é de aproximadamente R$ 1.200 para 44h semanais. Em média, isso gera um custo mensal para o condomínio de quase R$ 7.200 para ter um profissional junto ao portão 24h por dia. Além de pesar no bolso, isso não é garantia de segurança, já que a entrada de qualquer carro fica nas mãos de um único funcionário.
Para condomínios que não querem simplificar o controle do acesso veicular, é possível recorrer à tecnologia. O sistema Plateview Embedded usa câmeras inteligentes para ler a placa dos veículos e cruzá-las de forma imediata com uma lista. O portão só abre se o veículo for cadastrado.

A solução de leitura de placas composta por câmera AXIS M1125-E, licença PlateView Embedded permanente, suporte anual e cartão de memória de 120GB tem preço sugerido ao cliente final de R$ 9.916, mais impostos estaduais. Dividido pelos 12 meses do ano, a tecnologia custa R$ 830 por mês– uma economia de 88% em comparação com o custo médio dos garagistas.

5. Código QR no celular

Pela portaria de um condomínio passam residentes, inquilinos temporários, visitantes, diaristas, fornecedores e uma série de outros públicos. Geralmente as pessoas precisam indicar o apartamento e se identificar por um nome. Mesmo quando existe verificação visual pelas câmeras, muitos criminosos têm o acesso liberado e entram no condomínio pela porta da frente.

A boa notícia é que os smartphones estão cada vez mais populares. E por que não usar esses aparelhos para reforçar a segurança nos condomínios? O condomínio pode instalar um videoporteiro capaz de ler códigos QR, como o AXIS A8105-E, e fazer com que cada pessoa receba um código no seu celular. Esse código pode ter validade eterna, para residentes, ou apenas para um dia da semana (no caso de diaristas), ou ainda expirar dentro de algumas horas para outros prestadores de serviço. O processo é simples: a pessoa se aproxima do portão, mostra o celular para o videoporteiro e entra. Sem chamar nenhum apartamento e sem falar com o porteiro.

Para um nível ainda maior de segurança no estacionamento, o sistema de leitura de placas pode fazer dupla validação: além de ler a placa, o motorista precisaria mostrar seu celular com o código QR à leitora localizada à altura da janela. Isso garante que não apenas o veículo, mas também o motorista estão autorizados a entrar.

Fonte: https://www.diariodoscampos.com.br/

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