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A escolha do imóvel para morar

Com trânsito mais lento e transporte público, na maioria das vezes, que deixa a desejar, os moradores nas grandes cidades necessitam morar próximos aos centros de trabalho e consumo. Soma-se a isso a escassez de terrenos e seus altos preços. Chegamos ao resultado que obrigou as plantas dos imóveis a diminuírem de tamanho, de modo que temos, hoje, metragens muito menores das praticadas décadas atrás.

Vemos, inclusive, voltarem tipologias esquecidas, como as famosas “kitchenettes” antes só construídas em avenidas extremamente concorridas como a Paulista ou em locais litorâneos para aumentar a quantidade de imóveis com frente para o mar.

Agora, elas tomaram os grandes centros e atendem pelo nome de “Studio”. Como viver nestes ambientes? Como fazê-los funcionar? Como escolhê-los?

Bom aproveitamento é a palavra-chave para estas e outras questões que certamente surgirão na hora de comprar ou viver nestes “apertamentos”.

Número de moradores

Enquadrar o imóvel certo para o seu tipo de família e de vida é crucial.

Para ter uma boa probabilidade de a escolha dar certo é necessário pensar em alguns detalhes.

Imóveis que privilegiam a convivência, como os que possuem cozinha tipo americana, que integra os ambientes e acabam por juntar a própria família na convivência cotidiana, além de trazer aquele conforto que ambientes mais amplos trazem, é uma ótima opção.

Plantas que contemplam varandas maiores, ainda mais as com área gourmet para famílias que gostam de receber, são uma excelente pedida. As varandas muito pequenas acabam por ficar inutilizadas, muitas vezes viram depósito e o investimento feito naqueles metros quadrados é perdido.

Atenção com a armadilha dos corredores e com a planta. Muitas vezes, apartamentos que são vendidos como maiores quando falamos de área útil (que é o tamanho efetivo do apartamento somando-se apenas os cômodos e as paredes) não o são.

A armadilha está nos corredores: plantas mal aproveitadas resultam em corredores enormes, que além de atrapalhar o convívio, desperdiçam área útil que na hora da compra foram pagas. Você pode se deparar com um apartamento que tem área útil menor, mas quando se compara o tamanho dos cômodos, o “menorzinho” ganha, então, cuidado na escolha da planta.

Depois de analisar e planejar suas necessidades, agora imagine-se vivendo naquele espaço e escolha a melhor alternativa.

Escolha um bom projeto tanto na planta interna como nas áreas de convivência, opte por aquele que mais se enquadra no seu dia a dia. Se você gosta de cozinhar, busque cozinhas maiores, pense em longo prazo e busque itens de lazer que também servirão para sua família daqui a 10 ou 20 anos. Pense que sua família também poderá crescer neste período.

Avalie bem sua compra e transforme seu imóvel em um lar. Afinal, não tem sensação melhor do que ter sempre um bom ambiente que o motive a voltar para casa.

Fonte: Folha do Condominio

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