Entre em contato por e-mail

Confira nossos artigos e notícias

Conecte-se no Twitter com a Duplique Desembargador!

Download de aplicativos (como o Adobe Reader) e modelos de documentos e formulários

Acompanhe a evolução dos condomínios da Duplique Desembargador!

Conecte-se no Facebook com a Duplique Desembargador!

Conecte-se no Google Plus com a Duplique Desembargador!

A solução cai do céu

Aproveitamento da água da chuva resulta em economia. Sistema pode ser instalado mesmo em imóveis antigos

Com a crise hídrica pela qual o país está passando, muitas pessoas estão em busca de alternativas para economizar água e uma delas está no aproveitamento da água da chuva. Uma lei municipal determina que imóveis novos com mais de 200 m² devem obrigatoriamente ter um sistema de armazenagem de água pluvial. A utilização desta água significa economia no bolso e benefícios ao meio ambiente. No entanto, não apenas quem tem imóveis novos pode utilizar a tecnologia, atualmente há sistemas que podem ser implantados em imóveis antigos e até mesmo em edifícios com bom resultado prático.

De acordo com o engenheiro civil e diretor da empresa Ecoracional, a implementação do sistema pode ser feita em imóveis que já estão em uso sem a necessidade de fazer grandes reformas. “Neste caso a água da chuva é disponibilizada para torneiras e pode ser usada para molhar o jardim, lavar o quintal ou o carro, por exemplo”, explica. Conforme ele, para usar a água pluvial em sanitários e na área de serviço é preciso ter uma rede separada, por isso esta situação é indicada apenas quando a tecnologia já está prevista no projeto do imóvel.

Àqueles que quiserem aproveitar a água da chuva em suas residências, Ricardo garante que não há segredo. “É uma tecnologia barata e de rápida instalação”, aponta. O maior desafio é instalar a cisterna, que vai armazenar a água coletada das calhas. “Em edificações novas com mais de 200 m², o tamanho mínimo da cisterna é de 2 m³, em caso de imóveis já existentes não há um tamanho mínimo”, detalha. Ele acrescenta que a área destinada para a cisterna deve ser calculada de acordo com a necessidade de cada família. “Não vale a pena fazer um reservatório muito pequeno porque pode não armazenar água suficiente para as necessidades do imóvel”, justifica.

O engenheiro ainda destaca que a cisterna não precisa necessariamente ser enterrada. “Em alguns imóveis nós aproveitamos áreas inutilizadas, como embaixo da escada, de rampas e às vezes até uma garagem”, explica. Conforme ele, em um estacionamento o proprietário optou por instalar o reservatório em uma das garagens. “O retorno financeiro que o reservatório traz é maior do que a locação da garagem”, completa. Ele acrescenta que o reservatório deve ficar abrigado da luz para evitar a proliferação de algas e de insetos.

Além da instalação da cisterna, o sistema inclui tubulação e uma caixa com filtros que impedem que folhas, gravetos, penas e fezes de animais cheguem ao reservatório junto com a água. Uma vez instalado, a manutenção é mínima e se resume à limpeza do filtro a cada três meses e do reservatório uma vez ao ano. “O volume de água aproveitado depende do tamanho do telhado”, comenta. O custo de instalação tem muitas variáveis, como local e tamanho da cisterna e a própria estrutura do imóvel que pode facilitar ou dificultar o processo.

Fonte: Folha Web

Encontre-nos no facebook