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Assembleia virtual em condomínios é tendência

Por Lincoln César do Amaral Filho*

Com o uso cada vez maior da internet e das redes sociais, o modelo de assembleia virtual para condomínios vem se mostrando viável e prática, ao passo que democratiza a discussão de temas antes relegados aos poucos participantes das reuniões presenciais. Sou categórico em dizer que este modelo já é tendência e deve estar presente, em poucos anos, em muitos lares pelo país.

Um dos graves problemas que as reuniões de condomínio enfrentam era a questão da presença. Quem se prontifica a participar de discussões complicadas (pra não dizer “chatas”, porém essenciais), num dia da semana, à noite, após uma exaustiva jornada de trabalho? Poucos.

Além disso, outro grave problema é que as discussões não raro saem do foco e muitas vezes descambam para o lado pessoal. Quem nunca presenciou algo do tipo?

A assembleia virtual resolve estes problemas ao permitir que, com acesso a internet e um computador (ou smartphone ou tablet), o condômino possa participar de onde estiver e no momento que mais lhe for propício. Com calma para ler as discussões e formular sua ideia ou apenas intenção de voto.

Além disso, as propostas de pauta, antes restritas àquelas idealizadas pelo síndico, agora são democratizadas e as intermináveis horas de debates que ocorriam na assembleia tradicional agora dão lugar a conversas profundas e objetivas alimentadas pelos condôminos durante todo o ano.

A assembleia virtual amplia o diálogo e conscientiza os vizinhos de seus direitos e deveres mais básicos dentro de sua comunidade. É um imenso salto de qualidade.

Inúmeras administradoras de condomínios estão adotando o sistema, por considerarem-no mais fácil de operar e democrático. Outro ponto a ser destacado é que o modelo também promove economia de tempo.

Juridicamente falando, o modelo é válido legalmente, já que a assembleia presencial continua a existir. Os que não participaram das discussões pela internet participam normalmente da reunião presencial.

Após o término das discussões, o sistema computa o voto de cada morador e gera uma procuração com a intenção de voto, a ser apresentada na assembleia presencial por um procurador. Para quem tem assinatura digital, a intenção de voto é registrada e assinada virtualmente. Em ambos os casos, não há a necessidade de o condômino comparecer à reunião presencial.

Fonte de conflitos e histórico

Dividir espaços, áreas de lazer, elevadores e tubulações em um espaço restrito também é, sem dúvidas, uma grande fonte de conflitos – que costumam desembocar em desentendimentos e discussões acaloradas nas reuniões (muitas vezes depois de semanas ou meses de convivência estressante).

Ao permitir que as discussões aconteçam tão logo os problemas surgem, a assembleia virtual também se mostra uma ferramenta apaziguadora e que permite que tanto administrador ou síndico tomem logo conhecimento de problemas.

Administradores que utilizam a ferramenta apontam que a relação entre moradores e síndico/administrador melhorou.

Ao guardar o histórico dos debates e votações, ganha também a administração, já que moradores e futuros síndicos terão acesso rápido e fácil ao que aconteceu na história do condomínio.

Fonte: CondoWorks


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