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Brigadas de incêndio são obrigatórias em condomínios residênciais

Em edifícios comerciais ou residências, a presença da brigada pode salvar vidas.

Talvez você não saiba, mas desde 2011, no estado do Paraná, tornou-se obrigatória a presença de brigadistas de incêndio em condomínios residenciais e comerciais. Embora seja lei, a maioria dos condomínios não está em conformidade com a legislação. Isso acontece porque as vistorias são feitas somente mediante solicitação do condomínio. Nos empreendimentos novos, para receber a certificação do habite-se, é exigido o laudo de aprovação do Corpo de Bombeiros. Porém, nos prédios já existentes, não existe fiscalização que obrigue os síndicos a seguir a legislação. Isso fica por conta do condomínio.

O que é lamentável, já que uma das funções da equipe brigadista é efetuar os primeiros socorros até a chegada do Corpo de Bombeiros. Na brigada, o total de integrantes depende do tamanho e do número de moradores no prédio. Em condomínios residenciais, todos os funcionários devem receber o curso de brigadista. Já em condomínios comerciais o número varia conforme a área de atuação da empresa.

O treinamento para a brigada de incêndio é ministrado em um único dia, por um período de 3 a 4 horas. Na oportunidade síndico, funcionários e moradores aprendem, em testes simulados, a agir em casos de explosão, vazamentos de gás, incêndios e a manusear extintores e mangueiras, e outros tipos de acidentes, evitando tragédias maiores.

 Um exemplo da importância do curso de brigadista é para o uso correto dos extintores. Embora muitos não saibam, são vários os modelos de extintor indicados para cada tipo de ocorrência. Se você utilizar, por exemplo, um extintor de água pressurizada, classe A, indicado para materiais sólidos como madeiras, em produtos tecnológicos, você pode piorar a situação e causar um curto circuito. Nesse caso, o recomendável é que se use o extintor da classe C.

Em Curitiba, o Secovi-PR, por meio da Universidade Livre do Mercado Imobiliário e Condominial (Unihab), disponibiliza esse tipo de curso, assim como diversas empresas especializadas em segurança. Mais do que simplesmente uma medida de segurança, ou ter que se adequar a legislação vigente, ter pessoas corretamente treinadas para agir em situações de risco pode salvar vidas.

Por: Guilherme de Paula Pires

Fonte: Viva o Condomínio

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