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Condomínio: bom senso é essencial para convivência harmoniosa

. - Foto: Editoria de Arte | A TARDE

Viver é relacionar-se com o outro, sempre. Estamos constantemente pedindo, querendo, procurando, compartilhando. Daí que a convivência entre gente que não pensa igual deve se pautar pelo respeito ao outro, já que é inescapável viver em sociedade. Por isso as regras, as leis e a necessidade de bom senso e cortesia. Tudo isso já foi dito, claro. Mas aí você esbarra naquele cocô de cachorro numa via do condomínio ou no embrulho de sorvete largado próximo ao lixo. E pensa se não será preciso dizer mais uma vez.

“A questão é que algumas pessoas costumam achar que são as donas do lugar, quando na verdade o lugar é de todos”, acredita a administradora Mônica Cristina Ribeiro. Ela tem uma perspectiva especial da questão porque, além de morar há oito anos no Condomínio Solaris, em Salvador, desde o início do ano passado ela trabalha como administradora do lugar. “O que eu costumo fazer, junto com o síndico e com o conselho de moradores é estabelecer muita comunicação”, conta Mônica.

Intermediar conflitos

Além de cartazes e da conversa diária com os moradores das 99 unidades, eles também usam muito e-mail para lembrar o que pode e o que não pode. “Aqui o grande motivo de conflitos são os cães que escapam das casas e fazem suas necessidades em jardins e outras áreas comuns”, diz.

Mas animais de estimação não são os únicos causadores de discórdia. Há o copo de vidro na piscina, o aparelho ensopado de suor na academia, a porta do elevador aberta até que alguém ache uma chave. E há a vaga na garagem. “Ordenar a convivência é sempre importante. As regras da convenção do condomínio são essenciais. É preciso estabelecê-las e fazer com que se efetivem”, avalia Kelsor Fernandes, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-BA).

Educação e leis

Para ele, a constante educação para a convivência é importante, tanto que a entidade tem uma cartilha gratuita voltada só para o tema, “mas às vezes é preciso pulso, é preciso usar a lei para aqueles que não aceitam ter que cumprir o que todos cumprem”. E aí já viu, né? É aquele dramão de advertências, multas, tribunais. melhor não. Melhor abaixar o som. Mas nem só de regras dramáticas vive a ordem. Há também aquelas decisões que são mais íntimas e igualmente importantes, como dar bom dia ao porteiro, por exemplo.

Um condomínio unido e cortês é inclusive um lugar mais seguro. “Se 90% da população do local estiver seguindo os procedimentos de segurança que foram determinados, é difícil para o bandido invadir, mesmo com uma informação passada de dentro, comenta Nelson Toledo, especialista do Grupo GR, que trabalha na área de segurança em condomínios.

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Fonte: A tarde, UOL

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