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De dentro pra fora

Redes protetoras podem trazer mais segurança e evitar acidentes, mas é preciso ficar atento a alguns detalhes

Normalmente a decisão do uso de redes de segurança nos apartamentos é algo totalmente individual, que cabe aos moradores. Também é comum que a preocupação seja maior entre as famílias que têm crianças ou animais de estimação.

É bom lembrar, entretanto, que a instalação dessas redes em janelas, sacadas, escadas ou mezaninos pode impedir acidentes ou quedas de pessoas e objetos, de forma que vale a pena levar o assunto para conhecimento de quem mora no prédio e, se for de interesse comum, até realizar parcerias com as empresas da área para instalação.

Segundo Daiana Moraes, vendedora de uma grande empresa fornecedora do produto, existem várias opções de redes no mercado, mas nem todas são qualificadas para a proteção de crianças ou animais.

“A diferença está nos tratamentos que protegem os fios, pois muitas marcas deixam a desejar em relação a esse tratamento, tornando o material menos durável. Normalmente são as de menor valor. Inclusive, existem marcas diferentes e até produtos falsificados, por isso estar atento à marca é importante, pois o produto não qualificado pode causar acidentes”, explica.

Padrão ABNT – Para oferecer a qualidade esperada, as redes de proteção precisam passar por vários processos em sua fabricação, como tratamentos e testes que permitirão que o produto seja considerado qualificado, ou seja, dentro dos padrões e normas de segurança.

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) lançou em 2012 a norma que garante a qualidade das redes de proteção para edificações. Tal norma abrange a fabricação das redes, o material utilizado para a fixação, e os procedimentos de instalação.

A norma determina que o material usado seja resistente a impactos e tração, especialmente em redes utilizadas em sacadas, janelas, escadas e mezaninos; que a corda utilizada para a instalação não deve ser feita de material reciclado e, sim, de fios não metálicos torcidos e trançados, e resistentes a fogo; e que na instalação devem-se observar os cuidados necessários em relação ao material e fixação.

Além dos padrões de segurança, que deveriam ser estimulados no momento da aquisição, é importante que o condomínio tenha normas relacionadas ao assunto. Normalmente, elas variam de condomínio para condomínio, mas o fundamental é que nenhum condomínio pode proibir a colocação das redes, já que a segurança deve estar em primeiro lugar.

Regras do condomínio – Segundo a advogada Ana Paula Pellegrino, é recomendável que o morador procure se informar, com o síndico, o zelador ou com a administradora, se no condomínio existe um padrão preestabelecido relacionado à rede de segurança, o que evita futuros transtornos.

“Caso não haja padrão, sugerimos que o morador procure o síndico ou a administradora e seja convocada uma assembleia na qual o assunto seja discutido”, diz a advogada. Ela explica que o ideal é haver uma padronização em relação ao tipo e à cor da tela protetora, a fim de se preservar a estética e a harmonia da fachada.

Gabriella Nunes tem filhos pequenos e optou pela instalação das redes.

“Quando fiquei grávida não hesitei em instalá-las. Procurei em uma loja conhecida e contratei pessoas qualificadas para instalar. Acho que é importante sabermos o que estamos comprando e quem está desenvolvendo o processo de instalação, seja de uma rede de proteção ou de qualquer outra coisa.”

Garantido segurança e estética

  • Apesar de normalmente ser uma decisão individual, o síndico pode aproveitar reuniões e assembleias para falar sobre a importância de se garantir mais segurança através da instalação das redes
  • Procurar marcas de qualidade, devidamente qualificadas, é essencial para que a segurança esteja realmente garantida, assim como a instalação deve ser feita por quem sabe
  • Para que não haja alterações nos padrões estéticos da fachada, o condomínio pode estabelecer normas relacionadas às redes
Fonte: iCondominial

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