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Falta de manutenção na rede de gás em prédios pode causar tragédias; entenda

Incêndio no Bigorrilho cria alerta para que síndicos e moradores fiquem atentos à manutenção do sistema de gás

Síndicos devem ser imediatamente informados em caso de suspeita de vazamento. Foto: Pixabay.

Síndicos devem ser imediatamente informados em caso de suspeita de vazamento. Foto: Pixabay.

A principal suspeita de peritos é que um vazamento de gás tenha iniciado o incêndio da madrugada desta quarta-feira (8) em um apartamento no bairro Bigorrilho, em Curitiba. O incidente deixou um morto e um ferido. Os motivos ainda estão sendo levantados pela perícia, mas já se sabe que um dos moradores do apartamento teria reportado um vazamento de gás que seria consertado em breve.

Síndicos e moradores de edifícios devem ficar atentos para a manutenção das tubulações. De acordo com Marcelo Solera, coordenador técnico da Comissão de Segurança de Edificações e Imóveis (Cosedi), órgão de fiscalização da Prefeitura de Curitiba, a manutenção deve ser feita, pelo menos, uma vez por ano.

“O síndico deve contratar uma empresa habilitada, que verifica se as instalações estão de acordo com as normas de segurança. Depois, a empresa entrega um laudo técnico para o condomínio, e se houver qualquer problema a administração do edifício deve fazer a correção”, explica Solera. Ele relata que a maioria dos vazamentos ocorre, justamente, por falta da manutenção anual.

Procedimento em caso de vazamento

Se o morador perceber forte cheiro de gás no apartamento, deve acionar o Corpo de Bombeiros ou Cosedi, pelo telefone 156, informa o coordenador técnico. O síndico também deve ser avisado, para que imediatamente desligue a central de gás. Este procedimento foi o tomado por André Bagatin, síndico do prédio atingido pelo incêndio em Curitiba, atitude que evitou que os danos fossem ainda maiores.

Manutenção de instalações evita desgaste de tubos e válvulas, que podem ser causa de acidentes. Foto: Divulgação/Compagas

Manutenção de instalações evita desgaste de tubos e válvulas, que podem ser causa de acidentes. Foto: Divulgação/Compagas

Além disso, o morador deve abrir portas e janelas do imóvel para permitir a circulação de ar e não deve acender a luz, fogão ou qualquer instrumento que possa causar uma explosão. Mesmo que haja apenas a suspeita de vazamento, o condômino deve informar a administração do edifício, que deve tomar providências emergenciais.

Desde 1999, a legislação obriga todos os empreendimentos construídos a utilizar gás canalizado. Porém, em alguns prédios antigos ainda há o uso de botijão de gás. “Recomendamos que as edificações antigas sejam adequadas para a segurança dos moradores, pois o risco de acontecer algum acidente é ainda maior”, elucida Solera.

*Especial para a Gazeta do Povo.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/haus/imoveis

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