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Manter administração equilibrada é desafio nos condomínios

Geraldo Milioli Presidente do Conselho Consultivo do Residencial Rocha

Viver em condomínio é como viver numa grande família. Todos Têm que aprender a lidar com diferenças e administrar gastos.

Viver em condomínio é como viver numa grande família. Todos têm que aprender a lidar com diferenças. Equilibrar isso, controlar gastos, reorganizar receitas e despesas não é uma tarefa fácil. É nessa busca pelo equilíbrio que vive o síndico. Ele é o comandante de um negócio que não dá lucros, mas rende um grande aprendizado. “O síndico recebe a confiança de todos os condôminos para administrar”, resume Geraldo Milioli, presidente do Conselho Consultivo do Residencial Rocha.

Com uma responsabilidade destas nas mãos, o síndico tem vários desafios pela frente. O principal deles é criar um ambiente familiar, aconchegante e seguro, sem que isso signifique aumento na cobrança de taxas. O ajuste econômico nem sempre é fácil. Muitos condomínios contratam suas próprias administradoras para que os serviços mais urgentes sejam realizados com rapidez. Outros apostam na união dos moradores, que se tornam grandes parceiros do trabalho. “O síndico se envolve com tudo, precisa estar atento a tudo que ocorre no condomínio”, revela Mª Leda Santina, síndica do Condomínio Residencial Irapoá.

Atualmente, um dos grandes desafios dos síndicos é reduzir as taxas de inadimplência nos edifícios. Administrar uma cidade não é fácil. Assim se sente Gilson Gonçalves, síndico do Residencial Moradas da Colina. Com 21 blocos, 416 apartamentos e cerca de 1,2 mil pessoas, o Moradas chegou a ter 45% de inadimplentes. Nos últimos 10 meses, esse percentual foi reduzido praticamente pela metade. “Procuramos conversar mais com o morador, enviar cartas mostrando os benefícios que ele tem quando paga em dia. Outra medida foi passar para a administradora e depois para cobrança judicial”, explica Gonçalves.

Novas iniciativas fazem também com que a vida dos administradores se torne mais fácil. Moradora do Irapoá há mais de 20 anos, Leda sempre esteve presente no trabalho do condomínio, hora na administração, hora apenas como moradora. No residencial com 13 casas, um dos primeiros condomínios horizontais de Criciúma, os gastos com as luzes externas eram rateados entre todos. A simples troca de lâmpadas proporcionou uma melhoria significativa. “Trocamos a lâmpada mista, que muitas vezes dava problema, pela lâmpada fria”, informa Leda. Em média, a fatura chegava a R$ 190,00. Hoje, o valor pago caiu mais de 50%. “É uma medida simples, mas que trouxe bons resultados”, destaca.

Manter a união entre o grupo que cuida da administração é um dos segredos para se conseguir fazer um bom trabalho. “O principal desafio é harmonizar os moradores, criar um clima de comunidade. Temos que aprender que o apartamento do lado é um prolongamento da minha casa”, pondera Geraldo Milioli. Morando desde 1992 no Residencial Rocha, ou popularmente chamado de Galeria Comasa, devido às lojas que estão no térreo, Milioli sabe bem o que é preciso para viver bem em condomínio. “Ser educado e ter respeito aos outros”. Presidente do Conselho Consultivo, ele acompanha de perto o desenrolar de ações administrativas. “Contratamos um escritório de Contabilidade para auxiliar nas questões burocráticas, isso facilita muito”, pondera. Conforme a vice-síndica, Nara de Fátima Bleyer, é fundamental realizar melhorias. “Nosso próximo passo será investir em sensores para o acendimento automático das luzes”, informa Nara.

Fonte: Conviver em Condomínio

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