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Manutenção de medidores de gás

Revisões periódicas evitam vazamentos e acidentes

Explosões em prédios como aconteceu em maio em São Conrado, no Rio de Janeiro, envolvendo vazamento de gás, vêm se tornando cada vez mais comuns. No final de outubro, outra forte explosão na Zona Norte do Rio de Janeiro também destruiu imóveis comerciais e residenciais. Para agravar a situação, a falta de fiscalização aumenta o risco e exige atenção redobrada de síndicos, que devem buscar informações e auxílio técnico para evitar acidentes.

Jorge Magalhães de Oliveira, presidente executivo do Sindicato de Revendedores de Gás (Sinregás-SC) recomenda que se exija dos fornecedores revisões periódicas nos equipamentos, no mínimo, a cada 180 dias, já que possuem pessoal especializado e podem detectar possíveis falhas no sistema. “Os síndicos também devem orientar os funcionários para que fiquem atentos diariamente a qualquer irregularidade na central de gás e caso detectem algo, chamem imediatamente o fornecedor para uma análise mais detalhada”, esclarece.

Em caso de vazamentos maiores e aparentes, Jorge recomenda que se desligue o sistema imediatamente através do registro existente na parte externa de toda central de gás e acione imediatamente os Bombeiros. “Não corra riscos desnecessários”, alerta.

Investimento necessário

Síndico do condomínio Residencial Marbella, em Florianópolis, Carlos Brasil precisou trocar os equipamentos de gás recentemente. Segundo ele, a fornecedora de gás fez a vistoria de todas as tubulações e constatou que alguns equipamentos precisariam ser substituídos, pois estavam com prazo de validade vencido. O condomínio contratou uma empresa especializada para a realização do serviço. “Foram muito eficientes. Prestaram todas as informações necessárias e não deixaram nenhum morador sem atendimento. Realizaram o teste de estanqueidade dos novos aparelhos e a vistoria da mangueira do fogão em todos os apartamentos”, relata.

Em três dias, foram trocados 80 medidores e 82 reguladores de gás. Com relação aos custos, Carlos conta que o valor total foi alto. Foram gastos aproximadamente 20 mil reais, porém como o condomínio possuía um bom fundo de reserva, optou-se em assembleia por usar o fundo para o pagamento deste investimento, pois concordaram que não seria um gasto, mas um serviço para proteger todos os moradores.

Carlos lembra que uma obra de um montante financeiro expressivo como este sempre pesa no orçamento, porém dá muita tranquilidade saber que se está dentro das normas e padrões exigidos. “Daqui a cinco anos teremos que trocar os reguladores e somente em 2025 teremos que trocar os medidores, portanto, se pegar o valor investido e dividir por 10 anos, quem sai ganhando são os moradores. Além disso, o síndico se isenta de responsabilidades que possam surgir devido ao equipamento vencido”, conclui.

Validade dos equipamentos

O soldado Thierry César da Rosa Bugs, da Diretoria de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar de SC, alerta para a vida útil dos equipamentos: “No medidor de gás a data de fabricação pode ser encontrada junto ao contador, ao lado do símbolo do INMETRO. A este número soma-se 10 anos que é o período de validade máxima”, explica.
Ele esclarece que as verificações eventuais dos medidores de gás são efetuadas somente a pedido do usuário, ou quando as autoridades competentes julgarem necessário. “A verificação da realização ou não da manutenção não é objeto de fiscalização por parte do Corpo de Bombeiros, ficando a critério dos responsáveis pela edificação”, conclui o bombeiro.

Fonte: condominiosc.com.br

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