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O elevador parou. E agora?

O elevador parou. E agora?

Sinônimo de comodidade e agilidade, elevadores podem ter vida útil longa com manutenção periódica e uso adequado.

Pensados para facilitar a locomoção nos edifícios, os elevadores são um dos equipamentos mais usados nos condomínios e, quando por algum problema param, as confusões são inevitáveis, principalmente se alguém fica preso e o socorro demora a chegar.

O síndico André Rosa Nunes conhece bem os problemas quando o equipamento não funciona. Para reduzir os incômodos e garantir a segurança, André conta com uma empresa que presta serviço de manutenção e inspeção preventiva nos aparelhos a cada 15 dias e a qualquer momento pode solicitar a visita para verificar os equipamentos. “É importante ficar atento às peças que estão sendo trocadas e a cada três meses solicitar à empresa contratada um histórico dos serviços realizados. Além disso, quando há troca de peças sempre é bom exigir que a peça trocada fique no condomínio, para ter certeza que foi trocada”, indica.

Manual de utilização

Síndico profissional em condomínios da Grande Florianópolis, Fábio da Cunha Campos explica que, nos edifícios mais próximos do mar, os elevadores são afetados pela ação da maresia, que pode causar problemas como oxidações de componentes eletrônicos, inclusive as placas de comandos e os sensores. Outros problemas comuns ocorrem nos relés, roldanas, botoeiras e sensores de porta.

Para reduzir os danos, o gestor solicita rotineiramente aos técnicos alguns testes programados de componentes, como interfone de socorro, botão de pânico, funcionamento de nobreak, iluminação de emergência e kit resgate. “Sempre que necessário, também fazemos a lubrificação do motor, troca dos cabos, testes nos quadros de comando, impermeabilização da casa de máquinas e pintura da carcaça do motor”, relaciona.

Além de todos os cuidados, Fábio sugere ainda manter um manual sobre o funcionamento básico do elevador para entender o funcionamento e as diversas situações que podem ocorrer, como descarga elétrica, falta de luz, alagamentos, resgate de passageiro preso, e outras situações.

O profissional lembra ainda sobre o uso do seguro do condomínio para danos dos elevadores. “Se o seguro não for contratado com conhecimento, pode causar prejuízo ao condomínio, pois as condições da cobertura de danos elétricos, que atende aos danos dos elevadores, variam muito entre as seguradoras”, explica.

Uso correto

Gerente de empresa especializada na instalação e manutenção dos equipamentos, Gilberto Silva alerta para a importância dos cuidados na utilização diária, como por exemplo, respeito ao limite de carga, funcionamento de interfones e alarmes, uso de acolchoado de proteção para evitar danos na cabina principalmente em mudanças, e evitar que ocorram vazamentos de água e infiltrações em áreas próximas ao elevador. “Quando o equipamento recebe uma boa manutenção e é usado de forma adequada, não é comum a existência de defeitos repetitivos. Porém, observa-se uma incidência maior de chamados quando há a ação de efeitos externos, como por exemplo, oscilações bruscas de energia e chuvas intensas em uma determinada região”, explica.

O técnico ressalta que é no momento da manutenção que são realizadas as verificações tanto dos itens responsáveis pelo bom funcionamento do equipamento como, principalmente, dos aspectos relacionados à segurança dos usuários.

Segundo Gilberto, caso seja detectada alguma condição que envolva o mínimo de risco de segurança para os usuários, deve-se providenciar imediatamente a substituição ou então, interditar o equipamento.

Fonte: CondominioSC

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