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Para melhorar a convivência

O Food Truck no Condomínio Central Park já está na quinta edição.
O Food Truck no Condomínio Central Park já está na quinta edição.

Iniciativas de lazer e de inclusão social promovidas por síndicos apontam bons resultados em condomínios.

Para integrar os moradores e oferecer opções diferentes de lazer, o síndico do condomínio Central Park, Robson de Oliveira Soares, promove uma vez por mês o Condomínio Food Truck, evento que acontece sempre nas sextas-feiras, a partir das 19h. Devido à boa aceitação dos moradores, o evento já está na quinta edição e, no próximo dia 5 de maio, ocorre mais um encontro. “A iniciativa partiu da necessidade das pessoas se conhecerem e trocarem informações”, explica Robson.

O Condomínio Food Truck oferece alimentação variada aos moradores através de dois caminhões que estacionam no pátio do residencial. O espaço é disponibilizado pelo condomínio e prevê sempre dois caminhões: um com comida salgada e outro com doce.

Até agora já foram feitas experiências com hambúrguer, crepe e espetinho de carne. Na próxima edição, o cardápio será hambúrguer e pizza. “Além do conforto em não sair de casa, há também a questão da segurança para os moradores”, diz Robson, contabilizando o crescimento do evento: primeira edição, 60 pessoas; segunda, 100; terceira, 130; e quarta, 160 participantes.Localizado no bairro Saco Grande, em Florianópolis, o condomínio dispõe de 12 blocos de 108 apartamentos, com aproximadamente 350 moradores.

Acesso à informação

Outra iniciativa que merece destaque é a da síndica do Condomínio Jardim Itacorubi, Valdirene Barros de Ávila. Diante da dificuldade encontrada por dois moradores surdos em participar das assembleias promovidas pelo condomínio, Valdirene contratou uma tradutora/intérprete de Libras-Português. “O resultado foi excelente. Todos os participantes gostaram da iniciativa, principalmente porque foi possível abrir um canal de comunicação com eles. Ou seja, saber das dificuldades enfrentadas para melhorar a acessibilidade no condomínio”, afirma Valdirene, que também é enfermeira na Udesc há 12 anos.

Como sugestão, o casal trouxe o pedido de incluí-los no canal de Watsapp do condomínio. E ainda uma solicitaçãode sistemas adequados para enfrentar problemas com sinistros como incêndio, falta de luz, entre outros. O Residencial Jardim Itacorubi dispõe de dois blocos de 98 apartamentos.

Embora recorrente em reuniões de empresas, esta foi a primeira vez que a tradutora/intérprete de Libras-Português, Natália Rigo, prestou esse serviço para um condomínio. Graduada em Letras com Habilitação em Tradução/Interpretação pela UFSC, Natália diz que a questão vai além de uma iniciativa de inclusão social. “O acesso à comunicação e à informação é direito garantido em lei das pessoas surdas usuárias de Libras. São moradores de mesmos deveres, e também de mesmos direitos, diferentes dos demais apenas linguisticamente. Portanto,responsáveis por condomínios devem fazer valer esse direito”, defende Natália.

Fonte: CondomínioSC

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