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Proibição de atividades comerciais em condomínios residenciais – Uma questão de bom senso

Em tempos de contenção de despesas e como alternativa para não enfrentar os trânsitos caóticos, uma das práticas vem sendo o exercício de atividades profissionais em casa ou remotamente, o famoso “home-office”.

Cada unidade condominial é privativa, mas se a natureza do condomínio for RESIDENCIAL, alguns cuidados devem ser observados para que a atividade laboral via “home-office” não seja um transtorno aos demais moradores, objeto de discussão ou até mesmo motivo para imposição de multa. Veja abaixo algumas dicas:

  1. A atividade exercida não pode ser causadora de um aumento significativo do fluxo de visitantes (salão de beleza e estética, por exemplo). Isso afeta a segurança dos demais, pois a portaria pode, neste caso, perder o foco da segurança como um todo;
  2. Não transforme seu apartamento em cozinha industrial ou outra atividade que utilize os recursos rateados de forma a onerar os demais moradores, ou ainda que exale odores ou ruídos constantes. Tais condutas podem causar incômodo aos vizinhos;
  3. O recebimento constante de encomendas de grande porte interfere na rotina do condomínio, pois demanda acompanhamento de funcionário e uso exclusivo do elevador;
  4. Não armazenar, em hipótese alguma, substâncias inflamáveis, explosivas ou que representem qualquer tipo de risco ao condomínio como um todo;
  5. Atividades intelectuais ou comerciais que não aumentem o fluxo de pessoas e não perturbem a segurança e o sossego dos outros moradores podem, tranquilamente, ser exercidas. Ex.: professores que ministram aulas particulares remotamente, revisores de livros, administradores de comércios eletrônicos.

A medida é o bom senso. Que cada morador faça uso da sua unidade com liberdade de ação que seja pacífica e compatível com as normas de boa conduta, salubridade, segurança, sossego, saúde e bem-estar de todos os moradores.

Karla Pluchiennik Moreira.
Empresária, coach e sócia do Portal Viva o Condomínio.

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