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Proteção contra arranhões

Proteção contra arranhões

A lateral do carro arranhada denuncia o encontro que o motorista teve com uma das pilastras da garagem. Com áreas cada vez menores destinadas ao estacionamento nos condomínios, a cena vem ficando cada vez mais comum.

Mas alguns síndicos estão diminuindo o número desses incidentes com a simples instalação de protetores nas quinas da pilastra, que, ao mesmo tempo que evitam arranhões e amassos na lataria – que em boa parte dos casos não são cobertos pelas seguradoras – também reduzem a necessidade de seguidas obras de manutenção para recuperação das estruturas danificadas.

Feitas em borracha EVA, material semelhante ao usado na fabricação de chinelos, de rápida instalação e com baixo custo, os protetores de pilastra estão cada vez mais atraindo a atenção de síndicos e moradores cansados de enfrentar a mesma situação.

“O motorista sente quando o carro encosta na pilastra e tem tempo de frear e manobrar para evitar danos em baixa velocidade. A borracha pode ter várias densidades para proteger a coluna e não amassar nem arranhar o carro, mas é claro, não vai evitar danos e velocidades mais altas ou no caso de uma colisão direta”, explica José Américo Cabral, proprietário da Protege, empresa que instala esse tipo de protetor na região de Balneário Camboriú.

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As construtoras também estão se interessando pelas cantoneiras e várias delas já estão providenciando a instalação do equipamento antes mesmo da entrega final dos imóveis aos proprietários. “As construtoras hoje já representam boa parte dos nossos clientes, mas atendemos muitos condomínios e casas residenciais. Em algumas capitais como São Paulo e Curitiba esse material é tão utilizado que já é vendido até em lojas de equipamento de segurança”, completa Cabral.

As cantoneiras disponíveis hoje no mercado evoluíram dos primeiros modelos de protetores de pilastra que surgiram no mercado há mais de 20 anos, eram estruturas metálicas, caras, que exigiam manutenção constante e protegiam apenas as colunas da garagem sem maiores preocupações com os carros. Os materiais empregados atualmente possuem diversos níveis de densidade, permitindo diferentes estágios de proteção dependendo do tamanho dos veículos e, claro, da habilidade dos motoristas.

Por Cesar Dias

Fonte: CondomínioSC

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