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Separação do lixo garante renda e reduz impacto ambiental

Antônio Ribeiro Goulart - Síndico do Lúcio Cavaler

Qualidade de vida para as pessoas e maior respeito ao meio ambiente. Isso é o que todos buscam, mas, muitas vezes, se questionam o que é possível fazer para reduzir o impacto ambiental. Condomínios de Criciúma já descobriram uma alternativa para colaborar com o meio ambiente. Ao mesmo tempo que gera renda para famílias que atuam na cooperativa de catadores de material reciclável, o lixo se transforma e é reaproveitado.

Hoje são cerca de 30 edifícios que realizam a separação do material. Muitos pais têm o apoio dos filhos que aprendem na escola a importância da divisão, lixo seco numa sacola, lixo orgânico em outra. “Recebemos o pedido de vários condomínios que querem implantar o sistema, mas têm dúvidas. Procuramos informa-los e coloca-los em contato com o pessoal da cooperativa”, revela Deise Felício Sombrio, proprietária da empresa Contap, que administra condomínios.

Uma reunião com os moradores já foi suficiente para mudanças de hábitos. Na ante-câmera do residencial Zulma Manique Barreto, no Centro de Criciúma, duas lixeiras recebem o material produzido em andar. Uma para o lixo seco e outra para o orgânico. Os condôminos já sabem o que é preciso fazer e o material é entregue para a cooperativa. Conscientização também é a palavra-chave para os moradores do Edifício Lúcio Cavaler. Há quatro anos é feita a separação do lixo. “Todos cooperam, desde o início foi fácil assimilar porque os moradores estão realmente querendo contribuir com o meio ambiente”, destaca Antônio Ribeiro Goulart, síndico do Lúcio Cavaler.

O que não é mais utilizado, como latas, garrafas pet e caixinhas de leite, se transforma em renda para 22 pessoas que integram a Associação de Trabalhadores de Material Reciclável (ATMAR). Funcionando desde 2005, a associação recolhe o que é separado nos edifícios, faz a separação no galpão localizado ao lado do Ipat, no bairro Sangão, e vende para compradores. “Estamos nos organizando mais para aumentar a quantidade de prédios atendidos”, explica Zacarias Venício da Rosa, coordenador da ATMAR. A meta é chegar a 50 prédios.

Fonte: Conviver em condomínio

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