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Sustentabilidade custa pouco e tem retorno rápido

Com 2% a mais do orçamento total é possível ter uma casa certificada e com economia garantida

Setenta e oito por cento das obras já certificadas ou em processo de certificação Leed ou Aqua-HQE (dois dos principais selos de sustentabilidade) estão na região Sudeste. Destas, 63% são comerciais, 25% residenciais, 9% da indústria e 3% são obras de infraestrutura. Os números são da pesquisa “Tendências na construção brasileira 2015”, apresentada durante a Expo Arquitetura Sustentável. O estudo revela o estágio da construção sustentável no Brasil e como essa deve evoluir daqui pra frente.

Mais de 80% das obras têm estrutura de bicicletário. Entre os dispositivos economizadores, 22% já utilizam torneiras com sensores e 88% usam bacias dual flush (apenas 5% utilizam bacias a vácuo). Outra característica considerada na pesquisa foi o uso de fontes alternativas de água. O uso de fonte não potável é realidade em 70% dos projetos, sendo que 64% fazem captação de água pluvial, 23% utilizam água cinza, 14% água de condensação, 6% água negra e 6% água de lençol. Essa água é utilizada, sobretudo, para a irrigação do paisagismo (58%).

Em relação ao sistema de ar-condicionado, 64% ainda usam o sistema VRF e alguns sistemas centrais de água gelada. No quesito tratamento do ar externo, 48% utilizam alguma tecnologia e quanto à iluminação, o mecanismo de controle mais usado é o sensor de presença, em 78% dos casos. Além disso, 28% das obras avaliadas usam alguma fonte alternativa de energia, 75% utilizam algum recurso para medir e gerenciar o consumo e 49% têm algum mecanismo para o uso eficiente do elevador. Madeira certificada também está em alta: 87% a usam.

Não é caro ser sustentável. Com 2% a mais do orçamento total é possível ter uma casa certificada e o retorno desse investimento vem rapidamente, com a economia nas contas de água e energia. O selo de Casa Saudável, lançado em 2014, também vem atraindo investidores. A certificação visa assegurar ao consumidor que os materiais empregados nas obras não geram impactos negativos à saúde. O selo está atrelado ao conceito de sustentabilidade, mas é essencialmente diferente, podendo ser direcionado a qualquer setor. A RKM e a Caparaó já foram certificadas.

Segundo Adriana Bordalo, diretora da RKM Engenharia, o Kadosh, residencial certificado, trata-se do primeiro selo a considerar a saúde e o bem-estar do usuário, numa relação causal com os projetos voltados para a construção civil. “O sistema baseia-se em rigorosos parâmetros de mensuração envolvendo iluminação, acústica, elétrica, qualidade do ar e da água, materiais utilizados, desenho arquitetônico, paisagismo, sustentabilidade, manutenção, entre outros.

“Ao iniciar os projetos, pensamos em como nos diferenciar no mercado de alto luxo e ao mesmo tempo contribuir com as pessoas, já que a sustentabilidade se tornou uma preocupação de todos.

Fonte: Estado de Minas, Lugar Certo

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