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Vagas para visitantes. Mas sem confusão

Oferecer espaços para a visita estacionar é recurso de muitos condomínios. É preciso, porém, impor regras

Visitar amigo morador de condomínio pode não ser tarefa fácil no quesito vagas, já que as ruas estão cada vez mais lotadas de veículos, há proibição de parada em alguns pontos e, em casos extremos, os estacionamentos são muito caros ou não existem próximos ao prédio. Pensando nisso, muitos empreendimentos dispõem de vagas extras para a recepção dos visitantes. Trata-se, porém, de um diferencial que requer regras bem definidas.

Normalmente, o número de vagas destinadas aos visitantes varia de acordo com o condomínio e elas podem ser internas ou externas. “Certamente vai de encontro ao tamanho do empreendimento e à disponibilidade de espaço nas garagens, que está cada vez mais restrita.

Administro desde empreendimentos com 220 apartamentos que possuem 12 vagas de visitantes até outros, com maior número de unidades inclusive, mas apenas três vagas”, exemplifica Alessandro Paris, síndico de condomínios em São Paulo.Assim como o número de vagas, a maneira como funciona também varia.

Em alguns condomínios há um manobrista e os visitantes deixam o carro com ele quando chegam, o que pode ser considerado um verdadeiro mimo para as visitas.

Já em outros, o estacionamento é indicado pelo porteiro e realizado de forma independente. Mas há algo comum: o tempo de permanência, que é definido no regulamento interno e não costuma ultrapassar quatro horas, afinal, as vagas são liberadas pensando-se em visitas breves.

Como fica a segurança? – É natural que, havendo as vagas para visitantes, o condomínio tenha que se ater ainda mais ao controle de entrada e saída das pessoas. Normalmente, este controle é feito pela portaria, sendo necessário o aval do morador para a liberação da vaga e entraa do veículo.

A oferta varia de acordo com a ordem de chegada, não sendo possível reservar previamente. Se a demanda estiver muito grande, assim que o horário limite de estacionamento termina, a unidade é avisada e o visitante retira o veículo. Caso não haja muita procura no dia, é permitido deixar mais tempo.

“Apesar da maioria dos condôminos tratar o assunto com bom senso, sempre existem casos especiais em que a vaga é solicitada para um final de semana ou para períodos maiores. Infelizmente, o recurso é muito escasso e não há espaço para tal flexibilidade”, afirma Paris.

E se não houver vaga? – Nem todos os condomínios têm vagas para visitantes – aliás, a grande maioria não tem. Neste caso, o que fazer para receber melhor quem faz uma visita de carro?

Renata Borges da Costa vive em um condomínio localizado na zona norte de São Paulo e conta que as visitas costumam estacionar na rua ao lado. “Quando tem alguma festa no salão, a rua fica cheia com os carros”, conta. Outra opção é o condomínio checar os estacionamentos próximos e passar a lista para os moradores, que podem avisar as visitas.

No caso do condomínio de Renata, o número de vagas para morador é superior à média: são três por unidade, o que leva muitos moradores a cederem o espaço que não está sendo ocupado aos seus visitantes. “No nosso caso, uma vaga funciona como depósito, e como só temos um carro, a outra fica disponível caso algum visitante queira usar.”

Vale lembrar que, mesmo nestes casos, é preciso que haja controle de entrada e saída por meio da portaria para garantir a segurança.

Para não virar baderna:

  •  É preciso cumprir o que está previsto no regulamento interno, como a questão do tempo máximo de uso
  •  Quando abusos acontecem, eles devem ser coibidos e a administração precisa estar atenta. Imagine se todos os moradores resolvessem pedir para as visitas estacionarem o carro durante a noite toda, por exemplo?
  •  É de responsabilidade da portaria controlar o acesso e o tempo de permanência do visitante
Fonte: iCondominial

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