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instalação de para raios

Chuvas que trazem perigo

Inundações, excesso de raios, queda e perda de energia elétrica são situações contra as quais devemos nos prevenir

Verão é tempo de chuvas em excesso, e antes que sérios estragos sejam causados por elas há certas providências que precisam ser tomadas pelos condomínios.

No que diz respeito às inundações, Eduardo Zangari, diretor de Relações Institucionais da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), afirma que a atitude básica que as administradoras de condomínio devem tomar é cuidar dos elementos que fazem parte do sistema de captação de água pluvial como calhas e ralos, como também dos dutos que fazem com que a água seja subtraída, inclusive da tubulação da calçada.

“Essas providências são muito importantes porque eu conheço, por exemplo, o caso de uma bolinha de tênis jogada provavelmente por um vizinho que caiu na calha de um condomínio. Daí choveu e acabou inundando todo o prédio. E o mesmo pode acontecer com um simples pedaço de plástico”, alerta Zangari.

No caso de alagamento de garagens, os motivos principais são a capacitação do próprio condomínio, que não conserva bem a sua caixa d’água, o que pode causar um problema no sistema de bomba – que acaba transbordando –, ou a inundação proveniente da rua em frente ao condomínio.

Por mais que exista um sistema de bomba eficiente que pegue a água e a jogue para fora, muitas vezes acaba entrando mais água do que saindo. O ideal, principalmente para áreas que normalmente alagam, é manter uma bomba reserva instalada e de fácil manuseio para situações de emergência.

Para-raios

Fundamentais para evitar que descargas elétricas causem qualquer tipo de dano à estrutura do condomínio ou à vida dos moradores, os para-raios precisam de diversos cuidados na instalação e manutenção, já que devem estar de acordo com as regras presentes na NBR 5419/05 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e serem instalados somente por empresas especializadas, conforme informa Roberto Palazo, diretor da Eco Service.

“O Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (para-raios) deve ser vistoriado anualmente por um profissional responsável, que realizará a medição ôhmica com um aparelho chamado terrômetro, que verifica se o sistema está dentro dos parâmetros legais”, explica Palazo.

Queda e falta de luz

Como não é possível que o condomínio tenha controle, já que quem comanda é a concessionária de energia elétrica, a única solução é a instalação de um gerador ou de um sistema de nobreak. Mas mesmo que o gerador não seja utilizado com tanta freqüência, precisa ser ligado pelo menos uma vez por semana para se verificar se está funcionando e checar o combustível. “É necessária ainda a manutenção feita por uma empresa especializada”, complementa Zangari.

Todo cuidado é pouco

  • Um sistema de impermeabilização bem feito e bem cuidado evita possíveis infiltrações causadas pelas chuvas na estrutura do condomínio
  • O síndico pode perceber que o seu condomínio está passando por problemas de infiltrações quando observar o aparecimento de umidade ou vazamento, aplicando um teste na região suspeita com lamina d’água e verificando as instalações. Bolhas, manchas e “suor” nas paredes são um indício de que algo está errado
  • O aterramento correto do condomínio é fundamental para que a força do raio se dissipe no solo. Do contrário, os aparelhos eletrônicos dos moradores e a própria estrutura do prédio podem ser afetados
Fonte: iCondominial

Pergunte ao especialista

O advogado especialista em condomínios Marcio Rachkorsky responde as dúvidas dos leitores sobre vida em Quadro Meu Condomínio TEM Solução - Marina Araújo e Márcio Rachkorskycondomínio. Essa semana, Marcio Rachkorsky fala sobre saques indevidos, corte de água e invasão de propriedade

Saques indevidos

Pergunta 1, de Eterniza Pires  

Nosso síndico tem mais um ano de mandato, não tem pago as contas do condomínio. Retirou  cerca de R$ 200 mil em saques do banco sem comprovar despesas. Foi criada uma associação de moradores e entramos com ação judicial. Mas a justiça é lenta e estamos muito aflitos. O que pode ser feito para solucionar isso com urgência?

Resposta do especialista

O que deve ser feito neste caso é a convocação de uma assembleia, através da assinatura de 1/4 dos proprietários com a finalidade específica da destituição do síndico.

Corte de água

Pergunta 2, de Ana Ferreira

Dr. Marcio, estamos com um grave problema. Administramos um condomínio onde a água é individualizada. No entanto, há moradores que simplesmente não pagam. Já houve casos em nossa comarca, do juiz negar o corte de água dos inadimplentes. Como proceder? A pessoa simplesmente sabendo disto, pode ficar sem pagar. E se outros moradores aderirem, e também ficarem sem pagar e peguem água emprestada de seus vizinhos, como fica o condomínio, se não pode haver punição ?

Resposta do especialista

O que deve haver neste caso é uma cobrança judicial eficaz, de modo que os inadimplentes sejam processados e compelidos judicialmente a quitar seus débitos. Verifique também se na sua localidade há a Lei de Protestos, que tem sido um grande auxiliar no efetivo recebimento das cotas condominiais.

Invasão de propriedade

Pergunta 3, de Elaine Rocha

Sou síndica de um edifício e estou com um problema sério. Um proprietário, advogado, que não mora no prédio, porém, possui um imóvel alugado, simplesmente invadiu o apartamento de uma senhora que faleceu em janeiro. Ele entrou no prédio com um chaveiro, trocou a fechadura e colocou uma pessoa dentro do apartamento. Simplesmente bateu na porta do subsíndico ontem e disse que estava tomando posse do referido apartamento. Por favor me ajude! O que posso fazer?

Resposta do especialista

O caso em questão não tem relação com o condomínio. O cidadão invadiu uma propriedade particular de outra pessoa. O que você pode fazer no caso é avisar os herdeiros da falecida para que eles tomem providências para eventualmente retomar o imóvel.

Fonte: SíndicoNet