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Pets ganham luxo em condomínios com espaços especiais

Mimos para cães podem incluir babá para o bicho e sala de atendimento veterinário

dog princesaMesmo que o publicitário Fábio Ludmer volte tarde para casa, a labradora Lupe não deixa de passear.  Sortuda, a cachorra tem no seu condomínio um espaço reservado a ela.

Lupe mora em um prédio na Vila Madalena, em São Paulo, onde cães são tratados como família.

— O local é um benefício imensurável. Se não dá para passear na rua por ser perigoso à noite ou pelo frio, ela pode correr no gramado do prédio, com segurança.

A única briga no condomínio aconteceu por causa de moradores que não recolheram fezes dos animais.

De acordo com o José Luiz Bregaida, presidente do Sindicond – sindicato dos condomínios do Estado de São Paulo – cada prédio pode estabelecer sua regra, mas a multa, neste caso, é muito comum.

— O dono do bicho tem que ter bom-senso. Normalmente, as convenções colocam uma multa, não menor do que um salário mínimo, a quem que deixa as fezes em áreas comuns.

Ele conta que tudo pode ser definido pelo condomínio, como uso de elevador e áreas comuns pelo cão. Ele ressalta ainda que locais que não aceitam bichos têm grande chance de perder uma ação na Justiça, caso o dono entre com processo para manter o animal em casa.

— O pet já faz parte da família, não se pode impedir alguém de ter um cãozinho, desde que obedeça as regras.

Pensando nessa nova família, construtoras bolam prédios que vão além do espaço para animais. Há lançamentos que contam até com salas para atendimento veterinário, dentro do condomínio.  A empresa Plano & Plano tem dois projetos nesses moldes, nos quais, caso as convenções aprovem, podem ter ainda monitores para os bichinhos no prédio. Um luxo.

De acordo com José Vicente da Silva, Secretário Nacional de Segurança Pública em 2002, é preciso avaliar com critério benefícios como este, que custam um pouco a mais, mas têm sido tendência entre as classes média e média alta.

Fonte: R7