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A integração entre condomínio e pets

Veterinários, donos de uma consultoria que busca a interação entre animais de estimação e moradores, Samantha Korbivcher e Michel Faingezicht disseram que em se tratando de condomínios residenciais a convivência com os pets é uma arte. Segundo eles, entre as cinco principais reclamações estão os latidos do cachorro, os dejetos “esquecidos” nos jardins, a preocupação com doenças etc. Os profissionais apostam na ideia de que a adoção de algumas medidas no condomínio garante a qualidade de vida, com a integração entre pets e condôminos. “Regras claras são boas tanto para quem tem bicho quanto para quem não tem”, afirmou Samantha.

Para melhorar essa relação dos animais nos condomínios Samantha e Michel ( www.petsemstress.com.br ) sugeriram:

1. Censo Pet

Criar um cadastro com quantidade, espécies e informações de saúde – como vacinação – dos animais do prédio é uma forma de prevenção sanitária e também de descobrir a demanda por serviços pet no local. Pode-se, por exemplo, ratear os custos de um dog walker entre donos de cachorros que latem muito.

2. Higiene dos espaços comuns

A oferta pelo condomínio de saquinhos para a coleta de excrementos ao lado de lixeiras é uma solução barata para acabar com a desculpa de não recolher a “sujeira” do bichinho de estimação. “Além disso, é importante que sejam posicionados em lugares estratégicos, por onde passam pet e dono”, afirmou Michel.

3. Playground Pet 

É possível adaptar espaços comuns do condomínio, tanto externos quanto internos, tornando-os áreas amigáveis para pets e seus donos. “Não é preciso montar um playground gigante, mas sim dedicar um local para a recreação dos animais”, comentou o sócio da consultoria.

4. Orientação prévia

Na hora de escolher um bicho de estimação deve-se levar em conta características da raça/espécie e o perfil e disponibilidade do dono. Pets que exigem maior frequência de banhos, por exemplo, pedem cuidadores com tempo para isso, com risco de deixar cheiro ruim no elevador. “É preciso pensar nisso se já não quiser começar a vida em condomínio com o pé esquerdo”, alertou Samantha.

Fonte:  Folha do Condomínio

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